SÃO LEOPOLDO - RS SEMINÁRIO TÉCNICO DE AUTOMAÇÃO PARA SISTEMAS DE ÁGUA E ESGOTO AUTOMAÇÃO PARA SISTEMAS DE ÁGUA E ESGOTO

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1 01 DEZEMBRO 2005 SÃO LEOPOLDO - RS SEMINÁRIO TÉCNICO DE AUTOMAÇÃO PARA SISTEMAS DE ÁGUA E ESGOTO AUTOMAÇÃO PARA SISTEMAS DE ÁGUA E ESGOTO SCAI Automação Ltda. INSTRUMENTAÇÃO NÍVEL PRESSÃO VAZÃO GRANDEZAS ELÉTRICAS VIBRAÇÃO E TEMPERATURA INSTRUMENTAÇÃO ANALÍTICA 1

2 INSTRUMENTAÇÃO DE NÍVEL Caracterização da autonomia e condição potencial do suprimento de água. Volume de água manuseado em determinado tempo. Controle automático de operação dos conjuntos Moto-Bomba, otimizando a utilização do sistema elétrico (consumo, demanda, fator de potência), gerando uma significativa economia de energia. Estabelecimento dos limites de níveis operacionais, para ligar e desligar os conjuntos Moto-Bomba, evitando-se perdas por extravasamento e operações à vazio, também beneficiando a eficientização energética do sistema. Disponibilizar as informações referentes ao nível de cada reservatório, seus volumes e as curvas de tendência. Alarmes de níveis anormais para a operação. INSTRUMENTAÇÃO DE NÍVEL 2

3 INSTRUMENTAÇÃO DE PRESSÃO As medições das pressões indicam diretamente a disponibilidade de água para distribuição. As monitorações das pressões são também utilizadas para o controle de distribuição, detectando vazamentos e aumentado portanto a segurança operacional do sistema, bem como para definir o comando das válvulas reguladoras de pressão (VRP s), para manter regulada a pressão de distribuição à jusante da VRP. Com esta monitoração da pressão instantânea, pode-se manter as tubulações com um nível operacional de pressão ótimo, reduzindo assim o bombeamento desnecessário para pressurizar tubulações e conseqüentemente aumentando o consumo de energia elétrica. INSTRUMENTAÇÃO DE PRESSÃO 3

4 INSTRUMENTAÇÃO DE VAZÃO As medições das vazões permitem que sejam feitas avaliações dos consumos, tanto total como setorial, de forma a se obter uma melhor utilização e distribuição dos recursos hidráulicos, como também se obter as informações sobre o balanço da produção, ou seja: o volume de água tratada versus o volume entregue nos diversos setores, verificando-se inclusive o desempenho do sistema através da verificação das perdas ocorridas. As informações disponíveis são: vazão instantânea, vazão totalizada(hora/dia/mês), vazão média (horária/diária/mensal), curvas de tendência do consumo, detenção de vazamentos nas redes.), para manter regulada a pressão de distribuição à jusante da VRP. INSTRUMENTAÇÃO DE VAZÃO 4

5 INSTRUMENTAÇÃO GRANDEZAS ELÉTRICAS Estas medições, obtidas através dos transdutores instalados nos painéis elétricos e através dos sinais disponíveis nos inversores de freqüência e partidas suaves (soft-start), são de grande utilização na eficientização energética proposta neste trabalho, e são utilizadas para: Monitoramento do sistema de alimentação elétrico. Desligamento dos equipamentos em situações anormais. Monitoramento das condições dos equipamentos, para manutenção preventiva e preditiva. Cálculo do consumo de energia elétrica e estabelecimento de estratégias de conservação de energia. INSTRUMENTAÇÃO GRANDEZAS ELÉTRICAS 5

6 INSTRUMENTAÇÃO VIBRAÇÃO E TEMPERATURA Estas duas medições, são utilizadas separadamente ou conjuntamente para avaliação das condições eletromecânicas dos conjuntos motobomba, sendo utilizadas para : Alarme e desligamento em situações anormais. Avaliação do desempenho dos conjuntos moto-bomba. Monitoramento das condições dos equipamentos, para manutenção preventiva e preditiva. INSTRUMENTAÇÃO VIBRAÇÃO E TEMPERATURA 6

7 INSTRUMENTAÇÃO ANALÍTICA A medição de grandezas analíticas como: cloro residual, oxigênio dissolvido, turbidez, PH, flúor, dizem respeito ao controle sanitário e segurança quanto as condições de água fornecida aos usuários. Estão disponíveis as seguintes informações: Valor instantâneo. Alarme para os valores críticos. Curvas de variação no período (hora / dia / mês). INSTRUMENTAÇÃO ANALÍTICA 7

8 CONTROLADORES DE CAMPO Controladores lógico programáveis (CLP): Executam todas as tarefas de controle aquisição de dados, operações matemáticas, inter-travamentos e sequenciamentos necessários à operação dos postos de controle. Integrantes das unidades terminais remotas, esses controladores estão constantemente em comunicação com a estação central enviando dados, recebendo instruções de comando e informando suas condições operacionais. CONTROLADORES DE CAMPO CLP RÁDIO-MODEM NO-BREAK 8

9 SISTEMA DE COMUNICAÇÃO DE DADOS Malha de comunicação entre as diversas unidades terminais remotas (controladores de campo e instrumentos) e o centro de controle/ software de supervisão. Para tanto, podem ser utilizadas as mais diversas tecnologias como: rádio-modem, telefonia (móvel ou fixa), linha privativa, cabo, fibra-ótica, satélite, etc. Dependendo da especificidade de cada sistema. SISTEMA DE COMUNICAÇÃO DE DADOS Fonte: Palestra ATOS Setembro

10 SISTEMA DE COMUNICAÇÃO DE DADOS Fonte: Palestra ATOS Setembro 2005 SISTEMA DE COMUNICAÇÃO DE DADOS Fonte: Palestra ATOS Setembro

11 CENTRO DE CONTROLE/ SOFT DE SUPERVISÃO Permite monitorar e controlar qualquer situação operacional, mediante o recebimento de dados das estações remotas e o envio de comando para as mesmas. Todas as informações são obtidas em tempo real, de forma a identificar qualquer ocorrência e tomar as medidas necessárias para sua correção imediatamente e quando for o caso, acionar o pessoal de campo (operação e manutenção). Operação simplificada de maneira à permitir controlar e manipular um grande volume de informações de forma facilitada, utilizando-se ícones e telas gráficas para orientar o operador, passo a passo, enquanto janelas, menus e instruções permitem ao mesmo monitorar uma ou várias situações ao mesmo tempo. CENTRO DE CONTROLE/ SOFT DE SUPERVISÃO 11

12 OBRIGADO! SCAI Automação Ltda Rua Paraíba 966, salas 705/706 Funcionários, Belo Horizonte, MG Tel.:

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