1 a Conferência Internacional Turismo e Cinema

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1 1 a Conferência Internacional Turismo e Cinema 02

2 1st Conference on Cinema and Tourism COMUNICAÇÕES El Turismo Cinematográfico y la experiencia de España Lorena Rodríguez Campo - Universidade de Vigo La creacíon de una Film Commission: Idea, Projecto y Objetivos Rúben García - Extremadura Film Commission A Promoção de destinos turísticos através do cinema: A via mais eficaz Francisco Dias - GiTUR / ESTM - Instituto Politécnico de Leiria A expriência da Porto Film Commission Maria João Nunes - Porto Film Commission A experiência da Algarve Film Commission Paulo Pereira - Algarve Film Commission Product Development and Destination Marketing in Film Tourism Stefan Roesch - Investigador Independente Adaptação cinematográica e promoção turística: O turismo cultural no Reino Unido Norma Ferreira - GiTUR / ESTM - Instituto Politécnico de Leiria Paris, Destinos de Eros e de Thanatus: O lugar do cinema como cristalização de destinos turísticos Valdemar Martins - GiTUR / ESTM - Instituto Politécnico de Leiria O papel da Santiago Film Commission na promoção de Santiago de Compostela Xosé Iglésias - Vereador do Turismo de Santiago de Compostela

3 D I S C U R S O I N A U G U R A L Em nome do Instituto Politécnico de Leiria e do GITUR entidade que promove da 1ª Conferência Internacional sobre Cinema e Turismo, gostaria de saudar: o senhor Presidente da CM de Barcelos; o senhor Vereador do Turismo da CM de Barcelos, o senhor Director- Geral do Turismo do Estado de Santa Catarina, Brasil, o senhor Vereador do Turismo de Santiago de Compostela, o senhor Director da Escola Superior de Gestão do IPCA, os senhores Directores dos festivais de filmes de Turismo da Polónia, do Brasil e da Letónia e os membros do Juri dos Festival Internacional de Filmes de Turismo ART&TUR. Dedicarei em seguida algumas palavras à importância desta conferência científica: A Interacção entre Cinema e Turismo e Audiovisual (algumas ideias): Os locais utilizados na produção de filme são geralmente incluídos na representação colectiva das audiências, ficando sinalizados na mente, de forma consciente ou não, como locais a visitar. Dra. Ana Sacramento Pró-Presidente do IPL Por conseguinte, o cinema funciona como um reforço de poderosos símbolos que podem influenciar, individual ou colectivamente, a escolha de destinos turísticos. Segundo o Departamento de Turismo Inglês VisitBritain, 30% dos turistas que vão ao Reino Unido escolhem o país pela sua exposição mediática, surgindo assim uma nova categoria de turistas os setjetters. É por isso que o governo britânico é extremamente activo na sua tentativa de sedução dos produtores cinematográficos para que rodem os seus filmes na Grã-Bretanha. Há outros países, como a França, a Austrália, o Canadá, a Irlanda e os Estados Unidos, que também adoptam estratégias de promoção dos seus destinos turísticos, e todos eles estão a ter resultados muito positivos. De facto, cada vez que um destino é retratado no ecrã, as regiões ganham visibilidade, atraem divisas e alavancam o desenvolvimento sustentável do turismo, do audiovisual e dos sectores económicos derivados, como o transporte, a alimentação, a construção civil, entre outros. Trata-se pois de um tema muito actual, que carece de muita investigação. É por isso que gostaria de saudar, em nome do presidente do IPL, os organizadores desta conferência científica internacional. E foço votos para que esta conferência seja o ponto de partida para o desenvolvimento de novos projectos neste domínio. Muito obrigada! 2

4 Parece indiscutível que o cinema influencia fortemente o turismo. No entanto, só muito recentemente a relação entre cinema e turismo começou a ser objecto de estudos sistemáticos e criteriosos por parte dos investigadores. A criação de estratégias de desenvolvimento turístico baseadas no apoio à indústria audiovisual e à produção cinematográfica tem-se revelado uma aposta bem sucedida. No entanto, a investigação científica sobre a relação entre cinema e turismo só agora começa a despontar. Resumidamente, podemos afirmar que a análise científica sobre influência do cinema e do audiovisual no turismo se tem processado a partir de dois níveis de análise relativamente autónomos. Um primeiro nível é o dos impactos quantitativos, relacionado com os benefícios directos e indirectos que os investimentos em produções cinematográficas podem ter no sector do turismo. Um segundo nível, de natureza mais qualitativa, diz respeito ao modo como o cinema, tal como a literatura, modela o imaginário turístico dos espectadores e, por essa via, contribui para a formação das imagens dos destinos turísticos. A análise dos efeitos quantitativos é bastante mais fácil de realizar, e existem já muitos casos de sucesso que demonstram que os investimentos no sector audiovisual são altamente vantajosos para a economia turística. Podemos referir, a título de exemplo, os filmes Senhor dos Anéis e King Kong, que foram um marco decisivo para o turismo da Nova Zelândia, que em grande medida, graças a estes dois filmes teve uma duplicação do número de visitantes estrangeiros em menos de uma década! Na Grã-Bretanha, os filmes Orgulho e Preconceito (2005) e Harry Potter (2001) são mais dois exemplos do sucesso das estratégias de marketing cine-turístico. Segundo a Visit Britain, os locais de rodagem do filme Harry Potter tiveram um incremento de cerca de 20% no número de turistas. E ainda mais espectacular foi o aumento de 76% de turistas em Basildon Park, um dos locais de filmagens de Orgulho e Preconceito. E entre os casos mais famosos incluem-se também o filme Música no Coração que, apesar de ter sido rodado há 45 anos, continua a atrair anualmente à região austríaca do Tirol cerca de 300 mil visitantes, e muito recentemente o blockbuster Código Da Vince, baseado no best-seller homónimo O segundo nível incide na análise de aspectos mais qualitativos, procurando averiguar o modo como as imagens do cinema transformam a nossa relação com o mundo, criando imaginários de sonho (por exemplo: Paris, cidade do amor ) ou tornando atractivos certos espaços outrora indiferentes ou até mesmo aterradores (a favela como local turístico). O processo de construção da favela carioca como destino turístico elucida exemplarmente esta relação. Os filmes Cidade de Deus e Tropa de Elite criaram o imaginário de uma realidade ao mesmo tempo perigosa e atraente. Actualmente, muitos turistas já não se satisfazem com uma simples visita a uma favela, tendo surgido por isso a opção de hospedagem dentro da favela. Hoje, há pousadas no interior das favelas que permitem ao turista vivenciar o lifestile do morro. Uma delas, The Maze, situa-se na favela Tavares Bastos, usada como cenário nas filmagens de Tropa de Elite, um filme sobre a actuação do BOPE (Batalhão de Operações Policiais Especiais) dentro da favela. De facto, a favela Tavares Bastos continua a ser protegida pelo BOPE, que mantém aí a sua sede. Também sob o controle do BOPE está a favela Pereirão, onde existe outra pousada: a Favelinha. Segundo a proprietária desta pousada, há um tipo de turista que não encontra a adrenalina que esperava na sua pousada. Então quando é assim ela envia-os para outra pousada localizada no Morro da Babilônia, este sim é mais violento e garante mais aventura, oferecendo a oportunidade de, com sorte, presenciar um tiroteio como no cinema. Estas são portanto as duas perspectivas de análise que serão exploradas na 1ª Conferência Internacional sobre Cinema e Turismo, em que participam como oradores alguns dos principais especialistas europeus desta matéria, designadamente Roesch, Lorena Rodríguez Campo, Francisco Dias, Xosé Manuel Iglesias, Rubén Gundín García, Maria João Nunes, Paulo Ferreira, Vademar Marins e Norma Ferreira. 3

5 El Turismo Cinematográfico y la Experiencia de España Lorena Rodríguez Campo R E S U M O 4 El turismo cinematográfico es un fenómeno en crecimiento en todo el mundo. Sin embargo, numerosas organizaciones turísticas han reaccionado con lentitud para poder aprovechar los beneficios potenciales de esta nueva forma de turismo cultural. La promoción que una película ofrece a una ciudad, provincia o país que le sirvió de escenario, equivale a un anuncio visto por 72 millones de espectadores. Pero además, ofrece resultados económicos muy importantes para la zona, así como, la posibilidad de ofrecer nuevas experiencias turísticas a los consumidores. Para Iwashita (2006:59) las representaciones e imágenes de los destinos turísticos construidos a través de los medios de comunicación populares, tales como el cine, televisión y literatura, juegan un papel importante al influir en el proceso de toma de decisiones al elegir el lugar de vacaciones. Éstos pueden promover, confirmar y reforzar en particular imágenes, opiniones y la identidad de los destinos de una manera muy poderosa. Por lo tanto, los medios de comunicación desempeñan un papel destacado en la construcción de la imagen de los destinos turísticos. En otras palabras, la manera en que el destino está representado en las películas y series de televisión, puede tener una enorme influencia en todo el mundo al ayudar a perpetuar una imagen y visión particular del país. Debido a ello, diversos destinos turísticos como Londres, Nueva York y Australia comenzaron, a finales del siglo pasado, a incluir dentro de sus planes estratégicos de turismo, al cine como factor creativo en la comunicación del destino. Actualmente, cada vez son más las organizaciones tanto públicas como privadas, que aprovechan los beneficios potenciales de este innovador instrumento de promoción. En España, Andalucía y Barcelona han posicionado sus destinos a través de importantes largometrajes como Alatriste (Agustín Díaz Yanes, 2006); El camino de los ingleses (Antonio Banderas, 2006); El corazón de la tierra (Antonio Cuadri, 2007), para el primer caso y, Vicky, Cristina, Barcelona (Woody Allen, 2008); Todo sobre mi madre (Pedro Almodóvar, 1999); Salvador (Manuel Huerga, 2006); El perfume (Tom Tykwer, 2006); El albergue español (Cédric Klapisch, 2002); Manuale d amore (Giovani Veronesi, 2007), para el segundo. Con motivo del lanzamiento del largometraje Vicky, Cristina, Barcelona (Woody Allen, 2008) realizamos una investigación a los espectadores en salas cinematográficas para poder evaluar el impacto que sobre la imagen percibida de Barcelona tiene el aparecer en esa película. Los resultados serán analizados, principalmente, durante la conferencia puesto que, Turismo de Barcelona invirtió 1MM para emplazar el destino en la misma.

6 Lorena Rodríguez Campo: Doutora em Ciências Económicas e Empresariais pela Universidade de Vigo. A sua tese de doutoramento foi subordinada ao tema O cinema como estratégia promocional e de definição de produto turístico. Avaliação do seu impacto na imagem percebida do destino. Autora de inúmeros artigos científicos, e especialista em investigação de mercado. Nos diversos congressos científicos em que tem participado tem apresentado o cinema como factor criativo e inovador na comunicação dos destinos turísticos, e como agente autónomo no processo de formação da imagem turística. 5

7 La Creación de una Film Commission Idea, Proyecto y Objetivos; Rubén G.García R E S U M O En la exposición sobre este tema, se hablará de la necesidad para una región de la creación de una Film Commission. Idea originaria, sector audiovisual en la propia región y búsqueda de aliados para la conformación de la Film Commission. También se hablará de la experiencia propia en esta búsqueda de alianzas y en los posibles problemas que puedan surgir en los inicios. El propio proyecto de la Film Commission: conocimiento, difusión y desarrollo del sector audiovisual dentro y fuera de las fronteras. Objetivos a corto, medio y largo plazo. Rubén Gundín García: Natural de Cáceres, Licenciado em Comunicação Audiovisual pela Universidade Pontíficia de Salamanca, e Mestre em Ensino da Línguas Espanhola para Estrangeiros. Entre 2006 e 2009 foi director do jornal Avuelapluma de Cáceres (Extremadura). É desde 2008 Director-Geral da Extremadura Film Commission. 6

8 A promoção de destinos turísticos através do cinema: a via mais eficaz Francisco Dias Francisco Dias: Doutor em Ciências do Turismo pela Universidade de Perpignan. Professor adjunto na área do Turismo na Escola Superior de Turismo e Tecnologia do Mar, do Instituto Politécnico de Leiria (IPL). Coordenador do GITUR Grupo de Investigação em Turismo do IPL. Director do Festival Internacional de Filmes de Turismo - ART&TUR, e membro do júri em vários festivais internacionais. As suas mais recentes comunicações em conferência internacionais têm versado sobre os impactos do cinema no turismo. Diversos estudos têm vindo a destacar a importância crescente do cinema, da TV e da literatura na actividade turística. O impacto que as imagens de ecrã exercem sobre os potenciais turistas tem sido demonstrado principalmente através do aumento do número de visitantes. No presente artigo, tentaremos reflectir sobre a relação entre o cinema e o turismo, em particular sobre os pontos de sinergia entre os sectores do turismo e do audiovisual, tentando evidenciar a importância crescente de um produto turístico emergente: o cineturismo. Este novo produto turístico emerge num contexto de crescente valorização das chamadas indústrias criativas. Palavras-chave: cineturismo, indústrias criativas, imaginário turístico, movie maps. R E S U M O 7

9 Introdução C O M U N I C A Ç Ã O A literatura científica do Turismo tem vindo a destacar a importância crescente dos vários meios de comunicação ficcionais no turismo, designadamente o cinema (Riley, Baker & van Doren 1998; Croy & Walker, 2003; Hudson & Ritchie, 2006a), a televisão (Tooke & Baker, 1996; Beeton, 2005 ) e as obras literárias (Pocock, 1992; Squire, 1996). O impacto que as imagens de ecrã exercem sobre os potenciais turistas tem sido demonstrado, principalmente através do aumento do número de visitantes (Riley & van Doren, 1992; Riley, 1994; Schofield, 1996; Riley, Baker & van Doren, 1998; Muresan & Smith, 1998; Busby & Klug, 2001; Hudson & Ritchie, 2006b). No estado actual da indústria turística, que podemos caracterizar como fase de maturidade, o novo turista gosta de se diferenciar, procura experiências únicas e diversificadas e muitas vezes assume correr riscos. O novo turista considera que viajar é uma forma de viver, encarando as férias como uma extensão da vida quotidiana (Poon, 1993). Foi neste contexto de fortes mudanças que o turismo cultural e as indústrias criativas se interligaram, criando novas sinergias, em resposta às motivações de novos segmentos de turistas com interesses culturais, educacionais e artísticos, para além das tradicionais visitas a teatros e a museus, e da participação em concertos, exposições, conferências, workshops e festivais (OMT, 1985). A título de exemplo, o fluxo de visitas a mosteiros e castelos teve um incremento significativo graças à indústria cinematográfica. Filmes como Robin Hood, Hamlet, Sense and Sensibility, 101 Dalmatians e Mrs. Brown foram os principais responsáveis por este surto de valorização do património histórico. O âmbito do turismo cultural alarga-se assim cada vez mais, e actualmente vemos emergir dois segmentos muito interessantes: o turismo literário e o cineturismo. O primeiro vem assumindo uma importância crescente na indústria do turismo, atraindo fluxos turísticos a locais que foram celebrizados pela literatura ou pela sua ligação a figuras literárias (Busby e Klug, 2001). Já o cineturismo (termo da nossa preferência, mas também conhecido como movie-induced tourism ou film-induced tourism) é um fenómeno que, apesar de muito pouco investigado, tem tido um crescimento fulgurante a nível mundial (Busby e Klug, 2001). O cineturismo é definido como visitas turísticas a um determinado local ou destino, como resultado desse local ou destino ter aparecido na televisão, no cinema ou em vídeos (Hudson e Ritchie, 2006). Por conseguinte, os cineturistas são turistas que visitam determinados locais ou destinos depois de estes terem sido alvo de exposição fílmica (Busby e Klug, 2001). O audiovisual e o imaginário turístico 8 Subjacente ao conceito de atracção turística está a ideia óbvia de que, no mundo, há certos locais que nos atraem, enquanto outros nos repelem ou são ignorados. Como é que isto acontece? A resposta a esta questão inclui a consideração de vários aspectos: Um primeiro aspecto tem a ver com o facto de o humano sonhar continuamente com a plenitude, com a felicidade e a realização plena, e mesmo que suspeite que tais estados são impossíveis de alcançar, nunca pára de sonhar. E este sonho incessante de felicidade que é projectado em espaços imaginários, está na origem da própria cultura humana. O imaginário turístico é uma das dimensões desse imaginário cultural que, exorcizando a ideia de morte, procura dar sentido à vida (Durand, 1963). E para que os sonhos de plenitude e a busca do sentido de vida cumprir a sua função, surgem as oposições entre espaços sagrados e espaços profanos e, através do turismo, as oposições entre espaços da vida quotidiana e espaços turísticos. Segundo, na vida quotidiana quase nunca somos realmente felizes É justamente por esta razão que o ser humano tem necessidade de projectar a sua felicidade num alhures sonhado, em locais mais ou menos distantes, sobre os quais ouviu falar ou sobre os quais viu algumas imagens Embora possam ser lugares geograficamente reais, a mente assimila-os como locais paradisíacos ou exóticos, para neles projectar o sonho de felicidade. As diversas formas de ficção - literária, cinematográfica, televisiva são meios que nos ajudam a plasmar uma determinada psico-geografia do idílico sobre um território desconhecido que, se assim não fosse, seria visto como neutro ou como fantasmagórico).

10 Terceiro, tal como assinala Rachid Amirou (2007), não é possível compreender o fenómeno turístico se não se tomar em devida consideração os três tempos da viagem: o antes (a fase de preparação da viagem), o durante (a viagem propriamente dita) e o depois (as lembranças, os relatos da viagem, as fotos e os vídeos). Estes três momentos são indissociáveis. Na verdade, antes de sairmos de casa, já antecipamos mentalmente a viagem, já sonhámos o local que vamos visitar. E depois de concluída a viagem, esta permanece viva na memória, em parte documentada em filmes e fotografias, e presente nos temas de conversas Quer isto dizer que, durante a nossa vida quotidiana, continuamos a ser turistas, pois continuamente revivemos (e comunicamos) as nossas experiências turísticas, e continuamente sonhámos com novas viagens E neste contínuo afã de viajar mentalmente a nosso imaginação é estimulada por bons livros e bons filmes. Quarto, em certo sentido podemos afirmar que ler um livro e viajar são actos equivalentes. Segundo a tradição, o místico Al-Hallaj foi martirizado no ano de 922 por afirmar que a peregrinação a Meca podia ser substituída por uma viagem interior O cinema aumentou exponencialmente o número vezes em que embarcamos em viagem mental vicária (isto é, viajar mentalmente até um dado lugar, em vez de lá ir realmente). Neste sentido, quanto mais atractiva for a história projectada no ecrã, e quanto mais atractivas forem as imagens e mais comovente for a música, maior será a possibilidade de um filme cumprir a sua função no imaginário do público: fazê-lo sonhar. Finalmente, apesar de muitas vezes a viagem mental substituir a viagem real, aquela nunca esgota a motivação para se empreender a viagem real. Na realidade, exceptuando os casos em que uma pessoa inconsciente é levada por outra, todo o viajante antecipa mentalmente a viagem que vai empreender. O imaginário antecede a deslocação. Estamos por isso tentados a concluir que viagem mental só tem função vicária quando não existe a possibilidade de, posteriormente, se efectivar a viagem real ao lugar sonhado. Em suma, a viagem mental antecede, precipita e prepara a viagem real, sendo uma parte imprescindível do processo integral do acto de viajar. É neste sentido que Amirou (2007) afirma que a viagem turística é tautológica: na visita a um novo lugar procuramos confirmar o que já sabemos sobre esse lugar. O imaginário antecipa a experiência e orienta-a. Sinergias e convergências entre Turismo e Cinema O turismo e o cinema fazem parte das chamadas indústrias criativas, e ambas fazem apelo ao sonho. E enquanto indústrias apresentam características intrínsecas muito similares, designadamente: A) Tanto o turismo como o cinema têm natureza complexa São inúmeros os sectores da economia que estão directamente ligados ao turismo. O mesmo acontece com o cinema. Ambos são responsáveis por uma grande fatia do PIB de muitos países, produzindo significativos impactos económicos, ambientais e socioculturais. Tanto o cinema como o turismo interagem com outras actividades económicas, tais como o entretenimento, a hotelaria, a gastronomia, a construção civil, os transportes, as comunicações, etc Além disso, quer o cinema quer o turismo são consumidores de conteúdos similares: a paisagem, a natureza, o valor artístico das tradições, os costumes e e folclore nacionais, apostando no lado humano e cultural dos povos. Por último, tanto o turismo como a indústria audiovisual dependem de sistemas empresariais complexos que necessitam de avultados investimentos, de mão-de-obra especializada, de gestão profissionalizada e de políticas públicas específicas. B) O turismo e o cinema estão cada vez mais integrados num mundo globalizado. A globalização gerou uma intensa movimentação planetária de recursos, capitais, equipamentos de produção, tecnologias, licenças, actores, produtos, personalidades O sistema económico actual rompeu barreiras geográficas através do acesso à informação on-line, estimulando as pessoas para a realização de viagens pelas mais diversas motivações, em especial de nichos que se cruzam no contexto das indústrias criativas. C) Tanto o turismo como o cinema têm natureza interdisciplinar. Antes de ser um acto económico, o turismo é um fenómeno social total que se exprime numa tripla mutação: mutação espacial (mudança de lugar), mutação societal (mudança de relações) e mutação existencial (mudança interior). As pessoas deslocam-se no tempo e no espaço em busca de diversão e experiências diversas, que atendam não apenas às suas necessidades físicas e psicológicas imediatas, mas também às suas inquietações espirituais e aos seus imaginários. O audiovisual é tutelado a nível governamental pelo 9

11 10 Ministério da Cultura, mas a sua natureza não se esgota no âmbito da produção cultural, pois como já referimos trata-se de uma indústria que integra inúmeros sectores de actividade económica. No presente estudo adoptamos o ponto de vista segundo o qual o desenvolvimento da produção audiovisual, especificamente na sua vertente transnacional, é a chave para o desenvolvimento do turismo e de outros sectores económicos, na medida em que gera novas oportunidades no âmbito do cineturismo e das indústrias criativas. Em suma, o cinema e o turismo não só se têm desenvolvido em paralelo, como apresentam características estruturais comuns e, mais importante ainda, possuem importantes pontos de sinergia, mais ou menos tangíveis, designadamente: 1) Ponto de sinergia tangível e de impacto directo: Estada no país e na região de imensas equipas de produção: produtores, cenógrafos, actores, técnicos das mais variadas áreas (as maiores produções chegam a incluir cerca de 3 mil pessoas), com os seus equipamentos de filmagem, que geram encomendas de grande vulto nos vários sub-sectores do turismo (a título de exemplo, as produções filmadas no EUA, além de gerarem empregos e impostos, chegam a injectar, em média, 200 mil dólares por dia na economia da região); 2) Ponto de sinergia intangível e de impacto indirecto: Exportação para todo o mundo de cenários e valores culturais e históricos dos locais de filmagem, através dos ecrãs de cinema, das televisões e dos computadores, que tendem a atrair turistas aos locais de filmagem e ao país, tanto no imediato, como a médio e longo prazo. Muitos locais utilizados na produção de filmes acabam por influenciar o telespectador, de forma consciente ou não, induzindo-o a incorporar no seu imaginário pessoal os cenários onde se desenvolveram os seus enredos favoritos. Por conseguinte, o cinema funciona como um reforço de poderosos símbolos que podem influenciar, individual ou colectivamente, a escolha de destinos turísticos. Segundo o Departamento de Turismo Inglês VisitBritain, 30% dos turistas que vão ao Reino Unido escolhem o país pela sua exposição mediática, surgindo assim uma nova categoria de turistas os set-jetters. É por isso que o governo britânico é extremamente activo na sua tentativa de sedução dos produtores cinematográficos para que rodem os seus filmes na Grã-Bretanha. Há outros países, como a França, a Austrália, o Canadá, a Irlanda e os Estados Unidos, que também adoptam estratégias de promoção dos seus destinos turísticos, e todos eles estão a ter resultados muito positivos. De facto, cada vez que um destino é retratado no ecrã, as regiões ganham visibilidade, atraem divisas e alavancam o desenvolvimento sustentável do turismo, do audiovisual e dos sectores económicos derivados, como o transporte, a alimentação, a construção civil, entre outros. Muitos clássicos do cinema mundial consagraram eternamente os locais onde foram filmados. Afinal, é tão forte o desejo do espectador de reviver as emoções do filme e de se transportar para os cenários retratados na tela, que até já existe um segmento de turistas que viajam para as paisagens que servem de pano de fundo dos filmes. Esta estratégia de atracção de visitantes é hoje uma das grandes tendências do turismo mundial e tem gerado resultados extraordinários para alguns países que investiram sistematicamente neste segmento, criando as facilidades e as ferramentas necessárias para a prospecção e recepção de produções audiovisuais. Eis alguns exemplos que demonstram que a sinergia entre o audiovisual e o turismo se pode tornar um verdadeiro sucesso de bilheteira : O filme filme Sideways e o enoturismo da Califórnia O filme Sideways deu um impulso decisivo ao enoturismo não apenas na Califórnia, mas em todo o mundo. Logo após a sua estreia, este filme gerou o desejo (e muito retorno financeiro) pelas emoções associadas às imagens dos vinhedos da Califórnia. Funcionou como merchandising. Lançado nos EUA em Outubro de 2004, o filme Sideways gerou recorde de afluência de turistas às quintas vinícolas de Santa Ynez, na Califórnia. Como efeito colateral, segundo o artigo Movie Tourism in America s Midwest, publicado no The Economist, este filme levou a que as vendas de pinot noir se multiplicassem nos EUA e muitos apreciadores de vinho trocaram o pinot francês pelo californiano (além de derrubar as vendas da casta merlot, depreciada no filme). O filme As Pontes de Maddison Filmado no Iowa, foi baseado num romance de um escritor local. Anualmente, mais de 55 mil turistas visitam os locais onde Clint Eastwood e Meryl Streep contracenaram.

12 O impacto da trilogia O Senhor dos Anéis Rodado na Nova Zelândia, o impacto desta trilogia é impressionante e constitui o maior sucesso da história cinematográfica mundial. Existe divergência quanto aos seus reais efeitos na economia e no turismo neozelandês, mas alguns dados são irrefutáveis: o filme foi orçado inicialmente em 270 milhões de dólares, mas custou no final cerca de 640 milhões, tendo gerado quase três biliões de dólares em bilheteira global; foram empregadas cerca de 3 mil pessoas, das quais mais de 90% eram neozelandesas; mais de 150 locais de filmagens transformaram-se em roteiros turísticos onde os turistas podem vivenciar as suas próprias experiências como os personagens da trilogia. Após o lançamento do primeiro filme em 2002 ( A Sociedade do Anel ), o número de visitantes provenientes dos estados unidos O impacto da trilogia do senhor dos Anéis no turismo da Nova Zelândia foi que se tornou um case study em todo o mundo. Eis apenas alguns números fornecidos pela New Zeland Film Commission: Espectadores nos 3 primeiros meses após a estreia: USA/Canadá: mais de 50 milhões Reino Unido mais de 13 milhões Alemanha mais de 10 milhões Coreia do Sul mais de 3 milhões Japão 5,5, milhões (nos primeiros 10 dias) Aumento do fluxo de turistas internacionais para a Nova Zelândia: Ano 2000 Ano 2006 Evolução (%) Brasil ,1 França ,8 Alemanha ,8 Espanha ,3 EUA ,7 Índia ,3 Coreia ,0 TOTAL ,4 Suíça e França apostam em Bollywood Na suíça, houve um aumento de 30% no número de turistas provenientes da Índia para conhecer as paisagens dos sucessos de Bollywood, a Meca do cinema indiano. De facto, muitos filmes indianos têm sido rodados na Suíça. Seguindo o exemplo da Suíça, a França está já a dedicar uma atenção especial ao tema, apresentando condições de atracção muito vantajosas e materiais exclusivos aos produtores indianos. Outros casos Estes são apenas alguns exemplos pontuais, pois muitos outros casos de sucesso poderiam ser apresentados. Sobre este assunto o Ministério do Turismo do Brasil publicou um brilhante estudo que consideramos ser de consulta obrigatória (Ministério do Turismo do Brasil, 2008). Esta não é uma estratégia apenas dos países ditos desenvolvidos. A Argentina, o México, a África do Sul e o Brasil também já compreendem a existência de uma correlação positiva entre os sectores do turismo e do audiovisual, como uma importante estratégia de promoção e desenvolvimento regional. Na África do Sul, por exemplo, o elevado investimento na capacitação e formações têm rendido óptimos resultados para a indústria local. A sinergia entre cinema e turismo é tão forte que muitas regiões estão a criar verdadeiras comunidades cinematográficas, incluindo nos seus roteiros espaços com potencial utilização como locais de filmagem, entre os quais campos de golfe, spas, condomínios de luxo, entre outros, uma vez que muitas filmagens ainda promovem a melhoria do potencial turístico da região. É o caso do México, que desenvolveu fortemente o turismo na costa do pacífico a partir da criação de um parque aquático temático após as filmagens do clássico do cinema Titanic, que foi filmado nessa região. 11

13 Além de promover os locais e as regiões, o turismo cinematográfico é uma ferramenta poderosa de afirmação da imagem de um país. Os festivais de cinema também se inserem nesse contexto, e seria muito útil que o Turismo de Portugal considerasse os festivais como um instrumento valioso numa estratégia de captação de produções nacionais e internacionais. Impactos do cinema no turismo Existem diversos estudos (Riley e Van Doren, 1998, 1992; Sciolino, 2003; Stoddart, 2003; Tzanelli, 2001; Waggoner, 2005) que comprovam que as produções cinematográficas têm um forte impacto positivo no turismo, aumentando significativamente os fluxos turísticos para os locais das filmagens. Filme ou série TV Local de filmagens Impacto no número de visitantes Breveheart Wallace Monument, Escócia Aumento de 300% do número de visitantes depois da estreia Heartbeat Goathland, North Yorkshire, Escócia 3 vezes o número médio de visitantes no ano seguinte Dança com lobos Fort Hayes, Kansas, EUA 25% de crescimento do nº de turistas comparado com apenas 7% nos anos anteriores Contactos imediatos de 3º grau Devils Tower, Wyoming, EUA 75% de aumento em 1975; 20% dos visitantes ainda hoje vão lá por causa do filme Thelma e Louise Arches National Monument, Moab, Utah, EUA 19,1% de aumento em 1991 Field of Dreams Iowa, EUA 30 mil visitantes em 1991, crescimento estável anualmente Dallas (série de TV) Southfort Ranch, Dallas, EUA 500 mil visitantes por ano Flores de Aço (Steel Magnolias) Louisiana, EUA Aumento de 48% de turistas depois da estreia O Último dos Moicanos Adoráveis Mulheres (Little Women) Chimney Rock Park, Carolina do Norte, EUA Orchards House, Massachusetts, EUA Aumento de 25% de turistas depois da estreia Aumento anual de 65% de turistas depois da estreia Harry Potter Vários locais no Reino Unido Todos os locais tiveram acrescimentos superiores a 50% Missão Impossível 2 Parques de Sidney, Austrália 200% de aumento no ano 2000 Nas montanhas dos Gorilas Ruanda 20% de aumento em 1998 Crocodilo Dundee Austrália 20,5% de aumento dos turistas norte-americanos entre 1981 e 1988 The Beach Tailândia 22% de aumento no mercado jovem no ano 2000 To the Manor Born Cricket St Thomas, Leisure Park, Inglaterra 37% de aumento entre 1978 e 1980 Middlemarch Stamford, Lincolnshire, Inglaterra 27% de aumneto em 1994 Quatro Casamentos e um Funeral Crown Hotel, Amersham, Inglaterra Lotado pelo menos três anos Sua Majestade Mrs. Brown Osborne House, Illha de Wight, Reino Unido 25% de aumento de turistas Notting Hill Kenwood House, Inglaterra 10% de aumento em apenas um mês após a estreia Em Busca do Soldado Ryan Normandia, França 40% de aumento de turistas norte-americanos Sensibilidade e bom senso Saltram House, Inglaterra 39% de aumento de turistas Orgulho e Preconceito Lyme Park, Cheshire, Inglaterra 150% de aumento de visitantes Tróia Canakkale, Turquia 73% de aumento do nº de turistas Capitão Corelli Cafalonia 50% de aumento em 3 anos 12

14 Os Movie Maps Um bom filme distribuído a nível mundial é um meio que pode influenciar os consumidores de um modo que o marketing tradicional nunca seria capaz (Tooke & Baker, 1996, pg. 88). A exibição de filmes no grande ecrã pode conferir a um destino um nível de notoriedade que os organismos responsáveis pela promoção turística desse destino nunca conseguiriam atingir através de outros meios, seja através das tradicionais campanhas ou através de grandes eventos. Urry (1990) refere que, na Grã-Bretanha, a campanha de promoção turística de longa duração com maior sucesso foi baseada em movie maps. Na referida campanha, a VisitBritain apresentou os locais das filmagens de 200 filmes rodados na Grã-Bretanha, tornando-os importantes locais de atracção turistica. Posteriormente, em 2004, foi produzida uma nova série de movie maps baseada no filme Rei Arthur (ironicamente filmado na Irlanda) e, mais recentemente, foram criados novos mapas e rotas cinematográficas baseadas nos filmes Bridget Jones e Closer. A Scottish Tourist Board (STB), agora designada VisitScotland, também decidiu apostar nos movie maps e no cineturismo, especialmente a partir de 1995, quando foi lançado o filme Braveheart (Bolan & Davidson, 2005). Os movie maps permitem realizar um duplo objectivo: promovem os próprios filmes, e promovem os locais onde eles foram filmados. Estes exemplos do Reino Unido corroboram a tese segundo a qual o cineturismo e os movie maps apresentam maiores benefícios comparativamente a outras estratégias de promoção e desenvolvimento de destinos turísticos. Referências bibliográficas: Amirou, R. (2007). Imaginário Turístico e Sociabilidades de Viagem. Editora Estratégias Criativas / Associação Poertuguesa de Turismologia (APTUR), Porto. Beeton, S. (2005) Film Induced Tourism. Clevedon: Channel View Publications. Beeton, Sue (2005) Aspects of Tourism- Film-Induced Tourism, Channel View Publications, 2005, pp Bolan, Peter & O Connor, Noëlle (s.d) The Branding of Northern Ireland as a Tourist Destination Using C.S. Lewis s the Chronicles of Narnia - the Lion, the Witch and the Wardrobe, [http:// lit.academia.edu/.../ Bolan O_Connor_WIT_2006_1_.doc], site acedido a 22 de Maio Busby, G. & Klug, J. (2001). Movie-induced tourism: The challenge of measurement and other issues, Journal of Vacation Marketing, Vol.7 (4), 2001, pp Busby, G. and Klug, J. (2001) Movie-Induced Tourism: The Challenge of Measurement and Other Issues. Journal of Vacation Marketing. 7(4): Croy, W. G. and Walker, R. (2003) Rural Tourism and Film: Issues for Strategic Regional Development. In D. Hall, L. Roberts, and M. Mitchell (editors). New Directions in Rural Tourism. Aldershot: Ashgate Ministério do Turismo do Brasil (2008). Estudo de Sinergia e Desenvolvimento entre as Indústrias do Turismo & Audiovisual Brasileiras. Brasília. Gilbert, D. (1963). Les Structures anthropologiques de l imaginaire : introduction à l archétypologie générale, PUF, Paris. Hudson, S. & Ritchie, J. R. B. (2006). Promoting Destinations via Film Tourism: An Empirical Identification of Supporting Marketing Initiatives, Journal of Travel Research, Vol.44, May 2006, pp Hudson, S. and Ritchie, J. R. B. (2006a) Promoting Destinations via Film Tourism: An Empirical Identification of Supporting Marketing Initiatives. Journal of Travel Research. 44(3): Moutinho, L. (1987) Consumer Behaviour in Tourism. European Journal of Marketing. 21(10): Muresan, A. and Smith, K. A. (1998) Dracula s Castle in Transylvania: Conflicting Heritage Marketing Strategies. International Journal of Heritage Studies. 4(2): OMT (1985) The States role in protecting and promoting culture as a factor in tourism development and the proper use and exploitation of the national cultural heritage of sites and monuments for tourists, Madrid. Pocock, D. (1992) Catherine Cookson Country: Tourist Expectation and Experience. Geography. 77: Poon, A. (1993). Tourism, Technology and Competitive Strategies, Wallingford UK: Cab International. (OMT, 1985) Riley, R, Baker, D. & Van Doren, C. (1998); Movie induced tourism. Annals of Tourism Research 25 (4),

15 Riley, R. & Van Doren, S (1992). Movies as a Tourism promotion. Tourism Management 13 (3), Riley, R. W. (1994) Movie Induced Tourism. In Seaton, A. V. editor. Tourism: The State of the Art. England: John Wiley and Sons Limited: Riley, R. W. and Van Doren, C. S. (1992) Movies as Tourism Promotion: A Pull Factor in a Push Location. Tourism Management. 13(3): Riley, R. W., Baker, D. and Van Doren, C. S. (1998) Movie Induced Tourism. Annals of Tourism Research. 25(4): Schofield, P. (1996) Cinematographic Images of a City: Alternative Heritage Tourism in Manchester. Tourism Management. 17(5): Sciolino, E. (2003). Cinematography meets Geography in Montmart. New York Times, 10 August, pp Squire, S. J. (1996) Literary Tourism and Sustainable Tourism: Promoting Anne of Green Gables in Prince Edward Island. Journal of Sustainable Tourism. 4(3): Stoddart, V. G. (2003). Under a Tuscan spell; Cortona, Italy, basks in the twin suns of Frances Mayes s best seller and film. USA Today, 26 September, p. D.01. Tooke, N. and Baker, M. (1996) Seeing is Believing: the Effect of Film on Visitor Numbers to Screened Locations. Tourism Management. 17(2): Tzanelli, R. (2001). Casting the Neohellenic Other: Tourism, the culture industry, and contemporary Orientalism in Captain Corelli s Mandolin. Journal of Consumer Culture 3 (2), Waggoner, M. (2005). Fans flock to North Carolina s movie sites.

16 A experiência da Porto Film Commission Maria João Nunes A Criação da Porto Film Commission Como surgiu a Porto Film Commission. o Projecto Europeu Rede de Cidades de Cinema. O grande incentivo deste projecto. As experiências trocadas. Como funciona a PFC Como contactar a PFC. Os serviços prestados pela PFC. A colaboração da PFC com os serviços municipais. Os últimos 5 anos o trabalho feito no Porto R E Quem procura a Porto Film Commission S O apoio a profissionais. U Os apoios académicos. M As Film Commissions e a promoção turística O dos destinos O trabalho das FC como divulgação de um destino, A imagem como atractivo principal. A descoberta de novos locais. A escolha de um destino cinematográfico. O que é um destino de cinema? O Futuro? O caminho percorrido nos últimos cinco anos. As Como vai ser daqui para a frente? A necessária mudanças. colaboração entre todos. Os apoios concedidos. 15

17 16 Maria João Arriscado Nunes: Licenciada em direito, MBA em Gestão para licenciados em direito, pós-graduada em Direito da Autarquias Locais e Urbanismo e em Direito do Urbanismo e Ambiente. Técnica Superior no Gabinete de Turismo da Câmara Municipal do Porto - Coordenadora da Porto Film Commission.

18 Audiovisual e turismo: o exemplo da Algarve Film Commission e a ambição do município de Portimão Paulo Pereira A ALGARVE FILM COMMISSION é uma Associação Sem Fins Lucrativos que tem como objecto a promoção do desenvolvimento do sector do cinema, multimédia e audiovisual em geral. Pretende divulgar a Região como local para a realização de produções audiovisuais nacionais e internacionais, acompanhando as fases de desenvolvimento, distribuição e promoção, das capacidades e recursos naturais, históricos, culturais, humanos e técnicos existentes. Entre 2006 e 2010 regista uma experiência comprovada na relação com o sector do Audiovisual Internacional, tendo captado, acompanhado e/ ou registado, mais de 50 produções de Cinema, Televisão, Publicidade, Vídeo Clips e Catálogos de Moda, com origem nomeadamente na Alemanha, China, Dinamarca, Espanha, EUA, França, Holanda, Itália, Japão, Reino Unido e Suécia. O MUNICÍPIO DE PORTIMÃO pretende desenvolver um cluster de Produção de Cinema e Audiovisual, estando a dinamizar diversas iniciativas nesse sentido, incluindo a realização de eventos que conciliam o Turismo com a Aprendizagem de actividades criativas. Já este ano, motivou a London Film Academy a realizar um Curso de Cinema no início do Verão, que atraiu 24 estudantes de 6 países. Pretende continuar a apoiar e a divulgar todas as actividades e/ou eventos da área dos Audiovisuais, procurando induzir novos segmentos no nicho do Turismo Criativo. R E S U M O Paulo Pereira: Licenciado em Gestão Financeira pela Escola Superior de Gestão Hotelaria e Turismo da Universidade do Algarve. É Presidente da Comissão Executiva da Algarve Film Commission, entidade que se destaca na Promoção da Região do Algarve como destino por excelência, através do apoio a equipas de filmagens, registando até ao momento cerca de 50 produções, entre curtas e longas-metragens, documentários para TV, publicidade e vídeo clips de diversos países. 17

19 18

20 Product development and Destination Marketing in Film Tourism Stefan Roesch Stefan Roesch: Alemão, com doutoramento em Turismo pela Universidade de Otago, Nova Zelândia. A sua tese de doutoramento incidiu sobre quatros estudos de caso: O Senhor dos Anéis e O Último Samurai, na Nova Zelândia; Música no Coração, na Áustria; Guerra das Estrelas, na Tunísia. Actualmente é consultor sénior da CenTouris (Alemanha) e especialista nas áreas de Estudos de Mercado e Desenvolvimento de Negócios. Entre os seus clientes encontram-se entidades tão diversificadas como Tyrolean Film Commission, VisitBritain, Salzburg Panorama Tours, Innovation Norway, Association of Film Commissioners International (AFCI) ou Film France. É autor do livro The Experiences of Film Location Tourists. 19

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