PROJETO EDUCATIVO DO AGRUPAMENTO DE CABECEIRAS DE BASTO

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1 PROJETO EDUCATIVO DO AGRUPAMENTO DE CABECEIRAS DE BASTO

2 ÍNDICE GERAL 1. Introdução P Enquadramento jurídico-administrativo P Agrupamento e meio envolvente P Agrupamento P Caracterização física e organizacional do Agrupamento P Estabelecimentos de Ensino P Público destinatário (crianças, alunos, formandos) P Ação social escolar P Pessoal docente P Pessoal não docente P Pais e encarregados de educação P Dados sobre o sucesso escolar P Projetos em que o Agrupamento está envolvido P Princípios que regulam a ação educativa P Princípios orientadores P Valores e atitudes a promover P Problemas e recursos do Agrupamento P Principais problemas/necessidades P Principais recursos/potencialidades P Prioridades da ação educativa P Prioridades no plano pedagógico (Critérios de avaliação, terminologia adoptada, etc.) P Prioridades no plano organizacional P O papel da Educação Especial P Formação Contínua do pessoal docente e não docente P Metas do Agrupamento P Operacionalização do Projeto Educativo P Aprovação e divulgação do Projeto Educativo P Avaliação do Projeto Educativo P Nota final P Bibliografia e outras fontes P. 50 Página 2 de 50

3 1 Introdução «Não se pode salvar aquilo em que se não acredita.» (Miguel Torga) 1 O Projeto Educativo deve entender-se, no atual contexto, como o documento que consagra a orientação educativa do agrupamento de escolas, elaborado e aprovado pelos seus órgãos de administração e gestão para um horizonte de quatro anos. Nele se explicitam os princípios, os valores, as metas e as estratégias segundo as quais a escola se propõe cumprir a sua função educativa. A sua concretização com êxito necessita da participação ativa de toda a comunidade educativa e de todos os parceiros da escola. Trata-se de um documento basilar na definição da natureza e dos objetivos da Escola. A comunidade escolar deverá tê-lo em conta, forçosamente, aquando da elaboração e aprovação do Plano Anual de Atividades, do Regulamento Interno, do Projeto Curricular de Agrupamento e dos diversos Projetos Curriculares de Turma. Foi intenção da equipa de trabalho responsável pela redação deste Projeto Educativo elaborar um texto que, por um lado, respondesse à necessidade legal e urgente de tal documento e, por outro lado, consubstanciasse dignamente a identidade e os anseios da comunidade educativa. Cabe ao Projeto Educativo a função prioritária de promover o sucesso educativo, quer definindo formas de intervenção que permitam uma melhor qualidade do processo de ensino-aprendizagem, quer implementando novas propostas que possam dar resposta aos principais problemas e necessidades oportunamente identificados. Com o Projeto Educativo pretende-se que o Agrupamento de Escolas de Cabeceiras de Basto seja uma obra coletiva e que se integre harmoniosamente na Comunidade que serve. A filosofia da legislação em vigor determina que cada agrupamento escolar assuma, tanto quanto possível, a sua autonomia, no quadro das suas competências específicas. Tal significa, objetivamente, que um Projeto Educativo se funda, antes de mais, numa justa e rigorosa perceção da realidade essencial do que, enquanto oferta educativa, somos e do que queremos ser. É esse o ponto de partida para a correta enunciação de objetivos e metas, o que pressupõe a montante uma correta adequação das unidades curriculares à realidade do Agrupamento, bem como a escolha de métodos e de estratégias de aprendizagem, o recurso a complementos curriculares, aos apoios socioeducativos, ao trabalho na área da educação especial, etc. A própria organização interna do Agrupamento concorre para o desejável sucesso da nossa missão, nomeadamente através da aprovação de normas e processos compatíveis com os objetivos delineados. São exemplos desta realidade estruturante o Regulamento Interno e os vários regimentos que jurídica e funcionalmente tutelam o funcionamento de Departamentos Curriculares, Subdepartamentos, Conselhos de Docentes, Conselhos de Turma, etc. A especificidade da natureza e objetivos de cada Agrupamento aparece claramente consignada na lei geral, que recomenda às escolas do país, «no âmbito da sua autonomia», o desenvolvimento de «outros projetos e atividades que contribuam para a formação pessoal e social dos alunos ( )» 2 e para a «( ) definição de um projeto de desenvolvimento do currículo adequado ao seu contexto e integrado no respetivo projeto educativo». 3. Nesta perspetiva, o Projeto Educativo caracteriza-se também pelo acompanhamento da evolução de mentalidades, valores, normas e padrões de conduta que influenciam todos os atores escolares e, por inerência, 1 Cf. Miguel Torga, Diário IV, Coimbra, ed. de autor, 4.ª edição, 1995, p Cf. Decreto-Lei n.º 6/2001, de 18 de Janeiro. 3 Cf. Decreto-Lei n.º 6/2001, de 18 de Janeiro. Página 3 de 50

4 educativos, de entre os quais se destacam, para além dos próprios docentes, os pais, as famílias e os encarregados de educação das crianças e os alunos com que o Agrupamento trabalha. Como parte da sociedade, a Escola portuguesa convive, na atualidade, com as consabidas dificuldades económico-financeiras que assolam a Europa e, de modo muito particular, o nosso país. Nesse sentido, não pode o nosso Agrupamento alhear-se do contexto difícil e complexo que rodeia o funcionamento da Escola, nomeadamente o que tem a ver com duríssimos constrangimentos financeiros. Essa situação inevitavelmente condiciona a organização das atividades educativas e obriga, por outro lado, a uma consciência apurada, por parte dos agentes educativos, das circunstâncias sociais e humanas em que vivem as crianças e jovens do nosso concelho (e respetivas famílias). Para uma caminhada em conjunto, é sem dúvida útil a existência de linhas orientadoras comuns e consensualmente aceites. O Projeto Educativo corresponde a essa necessidade. Entendemo-lo como um documento desejavelmente simples, sintético e funcional, capaz de servir como ponto de partida para o trabalho de cada sala/turma no ensino pré-escolar, no 1.º, 2.º e 3.º ciclos do ensino básico, no ensino secundário e no ensino profissional. Tratando-se de um instrumento que formalmente define o Agrupamento de Escolas de Cabeceiras de Basto, este Projeto Educativo deverá ser logo que aprovado - assumido por todos os intervenientes no processo educativo. Enquanto documento dinâmico, competirá sempre à comunidade educativa avaliá-lo criticamente, à luz da sua pertinência e eficácia, e igualmente contribuir, em momento oportuno, com propostas construtivas, para o seu melhoramento. Sublinha-se o facto de o presente Projeto Educativo radicar, em boa parte, no Projeto Educativo anterior, aprovado para o ano letivo de , então no contexto do período de transição que representou a fusão dos ex-agrupamentos de Refojos e do Arco. Tal como se aduzia no final do enunciado do anterior Projeto, competiria aos diversos órgãos do Agrupamento, no início do ano letivo seguinte, a avaliação rigorosa e objetiva do documento, tendo sobretudo em conta a sua adequação e exequibilidade. É com base nessa avaliação, globalmente positiva, que a presente versão foi elaborada e, em devido tempo, aprovada pelo Conselho Pedagógico. No final do período de vigência do documento (que terminará no final do ano letivo de ), deverá novamente proceder-se a uma avaliação rigorosa do Projeto Educativo. Tal pressuposto não elimina a possibilidade de, havendo motivo relevante para tal, o Conselho Pedagógico propor, no final de cada ano letivo, eventuais ajustamentos/melhoramentos que, por razões de eficácia operacional, sejam aconselháveis. Página 4 de 50

5 1.1. Enquadramento jurídico-administrativo O Agrupamento de Escolas de Cabeceiras de Basto foi criado por Despacho do Secretário de Estado da Educação e comunicado pelo Diretor Regional de Educação do Norte, em ofício datado de 30 de junho de O Despacho referido produziu efeitos a partir de 01 de agosto de O nosso Agrupamento rege-se, antes de mais, pela Lei de Bases do Sistema Educativo (Lei n.º 46/86 de 14 de outubro). Rege-se ainda pela legislação em vigor no que se refere ao Estatuto da Carreira dos Educadores de Infância e dos Professores do Ensino Básico e Secundário, nomeadamente: - Lei n.º 139-A/90 de 28 de abril; - Decreto-Lei n.º Decreto-Lei n.º105/97 de 29 de abril. - Decreto-1ei n.º 1/98 de 2 de janeiro. - Decreto-Lei n.º 35/2003 de 17 de fevereiro. - Decreto-lei n.º 229/2005 de 26 de julho. - Decreto-lei n.º 224/2006 de 13 de novembro. - Decreto-lei n.º 15/2007 de 19 de janeiro. - Decreto-lei n.º35/2007 de 15 de fevereiro. - Decreto-lei n.º 270/2009 de 30 de setembro. - Decreto-lei n.º 75/2010 de 23 de junho. No que se refere à legislação que enquadra e regula o regime de autonomia, administração e gestão dos estabelecimentos públicos da educação pré-escolar e ensino básico e secundário, o Agrupamento rege-se pelo Decreto-lei n.º 75/2008 de 22 de abril. O Agrupamento de Escolas de Cabeceiras de Basto rege-se ainda pela legislação que enquadra o Estatuto do aluno ensino não superior (Lei 39/2010 de 2 de setembro), Reorganização curricular (Decreto-lei n.º 94/2011 de 03 de agosto; Decreto-lei n.º 6/2001 de 18 de janeiro), avaliação dos alunos do ensino básico (Despacho Normativo n.º 6/2010 de 19 de fevereiro republicação do Despacho Normativo n.º 1/2005; Despacho Normativo n.º 50/2005 de 09 de novembro) e Educação Especial (Decreto-lei n.º 3/2008 de 7 de janeiro). 2. Agrupamento e meio envolvente 2.1. Contexto geográfico, socioeconómico e cultural O concelho de Cabeceiras de Basto insere-se na sub-região do AVE (NUT III) da Região Norte (NUT II) de Portugal, repartindo-se por 17 freguesias Abadim, Alvite, Arco de Baúlhe, Basto (Santa Senhorinha), Bucos, Cavez, Faia, Gondiães, Outeiro, Painzela, Passos, Pedraça, Refojos de Basto, Riodouro, Cabeceiras de Basto (São Nicolau), Vila Nune e Vilar de Cunhas. O território do concelho ocupa uma área de cerca de 241 km², limitada pelos concelhos de Montalegre, a Norte; Boticas, a Nordeste; Ribeira de Pena, a Este; Mondim de Basto, a Sueste; Celorico de Basto, a Sul; Fafe, a Oeste; e Vieira do Minho, a Noroeste. Página 5 de 50

6 Localização do concelho de Cabeceiras de Basto às escalas nacional e regional Fonte - ANMP - Associação Nacional de Municípios Portugueses A sede do Município localiza-se na freguesia de Refojos de Basto, designadamente na vila de Cabeceiras de Basto, cuja localização absoluta dita as seguintes coordenadas geográficas: 41º 31 N do Equador; 8º 0 O do Semimeridiano de Greenwich. Importa igualmente constatar que o concelho de Cabeceiras de Basto está situado na margem do rio Tâmega, numa área de transição que é condicionada, do ponto de vista natural, pelas influências do Atlântico e do Nordeste Transmontano. Essas influências cruzam-se com ações operadas pelas populações que o foram habitando. As características de cada população, por seu turno, estarão na origem, depois, de variedades ao nível da evolução demográfica e do tecido social, cultural e económico. Enquadrado pelos limites naturais das serras da Cabreira e do Barroso (a norte), a serra da Lameira (a oeste), as serras do Alvão e do Marão e os rios Tâmega e Bessa (a sul e a este), o território concelhio ordenase, progressivamente, de acordo em boa medida - com a densidade da rede de transportes rodoviária 4. 4 Recorde-se que, desde há bastante tempo, o concelho não dispõe de nós da rede ferroviária nacional. Página 6 de 50

7 Fonte - Maps - A sua proximidade em relação às áreas urbanas do Porto, de Braga e de Guimarães torna-o um município acessível ao sistema de autoestradas nacionais e, por acréscimo, ao mercado europeu, situação que melhorou amplamente com a entrada em funcionamento da Auto-Estrada 7. Evolução do concelho A evolução da população residente caracteriza-se por uma diminuição demográfica efectiva, decorrente do decréscimo da taxa de natalidade nos últimos anos, fenómeno que tem, aliás, uma dimensão portuguesa e europeia. O último Census dá conta de um acentuado envelhecimento notório da população residente, situação que obriga, no imediato, a medidas de protecção e defesa dos mais idosos, não penas no plano económicosocial, mas igualmente no plano da educação e formação. Por outro lado, nos últimos anos, tem-se assistido a uma evolução positiva ao nível das infraestruturas habitacionais, ao nível das acessibilidades (hoje incomparavelmente mais numerosas e de melhor qualidade do que há vinte anos) e ainda ao nível de equipamentos socioculturais. Esta melhoria estrutural deverá ser considerada, obviamente, na caracterização do nosso concelho e, de um ponto de vista da ação educativa, é de altíssima importância o aproveitamento/optimização das novas condições existentes, mormente no que se refere a equipamentos ligados à cultura e às artes. Povoamento (resenha histórica) Entre as serranias da Cabreira e do Marão, num extenso vale que ocupa mais de 18 km no sentido mais longo e 8 km de largo, mesmo à margem do Rio Tâmega, encontra-se Cabeceiras de Basto, um dos mais antigos e históricos concelhos do Minho. Apresenta um vasto património paisagístico e arquitetónico, cunhado pelas marcas, pelos saberes e sabores tradicionais, testemunhos de um povo e dos seus modos de vida. O concelho integra-se nas Terras de Basto, uma sub-região com características peculiares. Outrora uma vasta Página 7 de 50

8 circunscrição administrativa da bacia média do Tâmega, já em 1258 estava organizada com três julgados: o de Cabeceiras de Basto, o de Celorico de Basto e o de Amarante. Em 1220 esta circunscrição compreendia, ainda, Mondim de Basto, algumas localidades dos concelhos de Amarante e Felgueiras, Ribeira de Pena e Vieira do Minho. A história do concelho de Cabeceiras de Basto perde-se no tempo. Apesar da pouca informação existente sobre o seu povoamento primitivo, achados arqueológicos indicam que remonta a um período anterior a Cristo, nomeadamente a épocas pré-românicas; ou, então, a período ainda mais recuado no tempo, pois foram também encontrados vestígios castrenses e construções dolménicas. A arqueologia desvenda outras informações através das ruínas do Mosteiro de Santa Comba, onde se supõe que terá existido um templo de vestais. Os objetos de cerâmica e inscrições que se foram encontrando, bem como as estátuas de guerreiros e as moedas de prata e bronze com as efígies de Augusto, Galliano e Constantino, entre outros vestígios, dão força à tese da existência da povoação no tempo dos romanos. A própria etimologia de Cabeceiras de Basto, apesar de controversa, leva-nos a crer que o primeiro povo que deu o nome à região foram os Bastos (Bástulos ou Bastianos) que, oriundos da Andaluzia, passaram por esta província de Entre Douro e Minho e fundaram uma cidade chamada Basto. Localizava-se esta junto ao Mosteiro de Santa Senhorinha, que entretanto os árabes fariam desaparecer, no ano de 711. Daí que se tome Cabeceiras no sentido de cabeça destas antigas regiões e Basto de Bástulos, assim se explicando a designação do concelho. No entanto, entre os séculos XII e XVI, é praticamente inexistente a documentação escrita sobre Cabeceiras de Basto. Apesar de se tratar de uma povoação antiga, que gozava de grande prosperidade, como atesta o Mosteiro de São Miguel de Refojos (outrora o mais rico do Minho), só em 1514 é que foi criado o concelho de Cabeceiras, por Foral de D. Manuel I. Esta região foi ainda um importante centro de peregrinação na Idade Média. Por este motivo, a ela se associaram nomes de santos, nobres e guerreiros, como são os casos de Santa Senhorinha de Basto, Dom Pedro, Dona Inês de Castro e Dom Nuno Álvares Pereira. Conhecer o território do concelho de Cabeceiras de Basto implica uma demorada visita a monumentos de altíssimo valor estético e histórico-cultural, alguns dos quais de interesse nacional casos do Mosteiro de São Miguel de Refojos e da Ponte de Cavez, ou de casas solarengas, a maioria delas datada dos séculos XVII, XVIII e XIX. Estas riquezas conferem ao território um cunho ímpar e, simultaneamente, ajudam a desvendar alguns dos segredos que a história guardou das gentes. Além do já citado Mosteiro de S. Miguel de Refojos, vale a pena referir o Pelourinho das Pereiras (na freguesia de Refojos de Basto); a Casa da Portela e a Ponte Velha (na freguesia de Arco de Baúlhe); a Casa do Forno e a Igreja de Santa Senhorinha (na freguesia de Basto); a Casa da Torre (na freguesia de Alvite); a Casa da Taipa (na freguesia de Outeiro); a Casa do Casal e a Casa da Breia (na freguesia de Cabeceiras de Basto S. Nicolau); a Casa de Pedraça (na freguesia de Pedraça); a Casa do Tronco ou da Torre do Tronco (na freguesia de Abadim); e a (já citada também) Ponte de Cavez (na freguesia de Cavez). No entanto, outros locais importará referir pela genuinidade e singularidade de que se revestem. Exemplares são, a este nível, as aldeias de Carrazedo e as casas rurais localizadas em Vilar e em Samão. De salientar, também, a existência de vários locais cuja origem remonta à época pré-histórica, circunstância comprovada pelos vestígios arqueológicos encontrados nos lugares de Chacim, Outeirinho de Mouros, Lameiras Chãs e Formigueiro. É digna de nota, igualmente, a existência de testemunhos da época medieval encontrados no Lugar de Eiró, freguesia de Riodouro, nomeadamente de uma construção de tipo "mota" extraordinariamente semelhante às que, na região francesa da Bretanha, podemos encontrar e que eram bastante comuns nos séculos XI e XII naquela mesma região francesa. Página 8 de 50

9 Enquadramento social, cultural e económico Níveis de atividade económica Entre 1991 e 2001, a população ativa do concelho de Cabeceiras de Basto aumentou de 29% para 37%. Nos últimos anos, tem-se assistido a um aumento da população ativa cabeceirense nos setores secundário e terciário, em prejuízo do sector primário, em grande parte devido às situações de estrangulamento que se têm sentido neste sector (baixa produtividade, redução da área cultivada e diminuição da mão de obra). Recorde-se que Cabeceiras de Basto já foi um concelho globalmente agrícola. Localizado em área montanhosa, predominam no seu solo as rochas graníticas. É percorrido por uma densa rede de cursos de água, que constituem bolsas de terreno aluvionar fértil, naturalmente aproveitadas e adaptadas à prática de uma agricultura extensiva de subsistência. A população empregava-se até 1991, principalmente, em atividades do sector primário, tais como a agricultura, a criação de gado e a silvicultura. Destacavam-se então, como fontes de riqueza local, o vinho verde, o milho, o azeite e a pecuária (neste caso, com especial ênfase nas raças bovinas autóctones, designadamente a barrosã e a maronesa). No brasão do concelho, alguns elementos representam a caça, a pesca, a vinha e o mel, aspectos que continuam associados à actividade económica desta região, apesar da perda de 838 ativos registada entre 1991 e 2001 no Sector Primário. Outros recursos endógenos desta região são a floresta, o turismo rural e o de montanha. O artesanato é rico e variado: trabalha-se nas áreas da lã, do linho, da cestaria, da tanoaria, da tamancaria e da latoaria. As principais especialidades gastronómicas da região são a carne de vitela, os enchidos, o bacalhau com batatas a murro, os rojões à moda do Minho, as papas de sarrabulho e doces variados. A etnografia é rica e manifesta-se, sobretudo, nas feiras, nas festas e romarias, no folclore e nos jogos tradicionais. Novas actividades integradas nos sectores Secundário (II) e Terciário (III) apoiaram-se nesses recursos endógenos, fazendo com que a evolução tenha ditado mais activos (II) e mais ativos (III), respetivamente, no período intercensitário em apreço, tal como se pode verificar através dos dados patentes na figura 8. Evolução dos níveis de instrução e qualificação dos cabeceirenses A população jovem cabeceirense beneficia, desde há cerca de duas décadas, de um investimento sério e consistente ao nível da oferta educativa, nomeadamente ao nível da construção de edifícios e de dotação de recursos técnicos e humanos. Quer ao nível do ensino pré-escolar, quer ao nível do 1.º ciclo, 2.º ciclo e 3.º ciclo, quer ainda ao nível do ensino secundário, é hoje garantido à população em geral o acesso à educação básica e ao prosseguimento de estudos. Essa garantia é suportada, em termos estatais, pelo apoio aos alunos de famílias mais carenciadas, e pela autarquia ao nível, sobretudo, dos transportes escolares. Nos últimos anos, graças a várias parcerias envolvendo a Câmara Municipal, os estabelecimentos de ensino e associações locais -, tem ainda sido possível um grande investimento ao nível de cursos de formação profissional. A necessidade de formar/qualificar/certificar população mais idosa tem sido satisfeita com o trabalho feito pelos CNO (Centros de Novas Oportunidades). Os Centros Novas Oportunidades são unidades orgânicas promovidos por entidades formadoras com um conjunto de valências diversificadas no âmbito da resposta às necessidades de qualificação da população adulta, competindo-lhes o encaminhamento para ofertas de educação-formação ou para o reconhecimento, Página 9 de 50

10 validação e certificação de competências adquiridas ao longo da vida para efeitos escolares e/ou profissionais. Os Centros Novas Oportunidades constituem-se, assim, como a porta de entrada dos adultos para novas qualificações, respeitando e valorizando o seu perfil individual. O Centro Novas oportunidades da Escola Básica e Secundária de Cabeceiras de Basto foi criado a 18 de Fevereiro de 2008 através do Despacho n.º 6950/2008 da Agência Nacional para a Qualificação, I. P.. Área de influência do centro novas oportunidades PROVENIÊNCIA DOS ADULTOS EM VALORES Cabeceiras de Basto Celorico de Basto Montalegre Vieira do Minho Outros Página 10 de 50

11 3. O Agrupamento 3.1. Caracterização física e organizacional do Agrupamento Estabelecimentos de ensino Estabelecimento de ensino Freguesia JI EB1/JI Chacim Petimão Veiga Bucos Fojos Passos Painzela Gondiães Cumieira Olela Arco de Baúlhe Vila Nune Leiradas Vilar de Cunhas Alvite Lameiros EB Padre Doutor Joaquim Santos Gondarém Sobreira Ferreirinha Pedraça Faia Refojos de Basto Alvite Abadim Bucos Outeiro Passos Painzela Gondiães Cabeceiras de Basto Basto Arco de Baúlhe Vila Nune Riodouro Vilar de Cunhas Alvite Refojos de Basto Refojos de Basto Cabeceiras de Basto Outeiro Cavez Pedraça Faia EB Arco de Baúlhe Arco de Baúlhe EBS Cabeceiras de Basto Refojos de Basto Fonte: Direção do Agrupamento, setembro 2011 Página 11 de 50

12 3.2. Público destinatário Crianças, alunos e formandos Na figura infra, apresenta-se a distribuição das crianças, dos alunos e dos formandos do Agrupamento de Escolas de Cabeceiras de Basto, em função das matrículas para o ano lectivo de e das matrículas feitas em Matrículas Pré-Escolar º Ciclo º Ano de Escolaridade º Ano de Escolaridade º Ano de Escolaridade º Ano de Escolaridade º Ciclo º Ano de Escolaridade º Ano de Escolaridade º Ciclo º Ano de Escolaridade º Ano de Escolaridade º Ano de Escolaridade PIEC 0 16 CEF 3.º Ciclo Secundário Profissional E.F.A TOTAL Fonte: Direção do Agrupamento, setembro 2011 [Nota: Sublinha-se a objetiva redução do número de crianças e jovens de um ano letivo para outro, situação não alheia à diminuição da população que, em capítulo anterior, o Projeto Educativo enuncia.] Página 12 de 50

13 3.3. Ação social escolar A população escolar é bastante homogénea em termos étnicos, culturais e socioeconómicos. Existe uma elevada percentagem de alunos oriundos de famílias economicamente carenciadas. No Agrupamento existem muitas crianças e alunos provenientes de famílias com situações económicas complicadas, que por isso beneficiam da Ação Social Escolar. Este tipo de ajuda às crianças e aos alunos inicia-se na Educação Préescolar e percorre todos os ciclos de escolaridade. Ação Social Escolar Educação Pré-Escolar Crianças com Escalão A Crianças com Escalão B TOTAL Fonte: Direção do Agrupamento, setembro º, 2.º e 3.º Ciclos Alunos com Escalão A Alunos com Escalão B TOTAL Fonte: Direção do Agrupamento, setembro 2011 [Nota: Embora estes dados convidem à conclusão de que as condições socioeconómicas da população terão registado uma evolução francamente positiva, consubstanciada aparentemente na diminuição do número de alunos com direito a Escalão A, a verdade é que este panorama decorre do facto de, na atualidade, a legislação em vigor ser bastante mais restritiva, no que se refere ao acesso a tal benefício, do que há alguns anos.] Página 13 de 50

14 3.4. Pessoal docente - Educadores, professores e formadores Atente-se, também, na seguinte distribuição dos educadores, professores e formadores do Agrupamento, assim como na respectiva categoria e/ou situação profissional. Educadores, professores e formadores Educadores, Professores e Formadores Pré-Escolar 30 1.º Ciclo 51 2.º e 3.º Ciclos 145 TOTAL 226 Fonte: Direção do Agrupamento, setembro 2011 Categoria e/ou situação profissional dos educadores, Professores e formadores no ano lectivo de Pré-Escolar Educadores de Infância do Quadro de Agrupamento 16 Educadores de Infância do Quadro de Zona Pedagógica 13 Educadores de Infância Contratados 1 1.º Ciclo Professores do Quadro de Agrupamento 46 Professores do Quadro de Zona Pedagógica 5 Professores Contratados 0 2.º e 3.º Ciclos Professores do Quadro de Agrupamento 86 Professores do Quadro de Zona Pedagógica 7 Professores Contratados 52 Fonte: Direção do Agrupamento, setembro 2011 Página 14 de 50

15 3.5. Pessoal não docente Assistentes operacionais e assistentes técnicos Pessoal não docente no ano letivo de Assistentes Operacionais 76 Assistentes Técnicos 14 TOTAL 90 Fonte: Direção do Agrupamento, setembro Pais e encarregados de educação Na grande maioria dos casos, o estatuto de encarregados de educação é assumido pelas mães., a maior parte das quais são domésticas. Contrariando a indiferença ou ostensiva desvalorização da vida escolar dos jovens educandos que, num passado recente, muitas famílias manifestavam, os pais e demais encarregados de educação revelam, hoje em dia, razoável (quando não grande) preocupação com os estudos das crianças e jovens à sua responsabilidade. Esta perceção é bastante fiável, fundamentando-se sobretudo no testemunho de educadoras e diretores de turma, cuja prática profissional configura um contacto próximo e regular com as famílias de crianças e estudantes. Igualmente se confirma através de um recente trabalho de autoavaliação levado a cabo no recémextinto Agrupamento de Escolas do Arco, que compreendeu largas dezenas de inquéritos e concomitante tratamento analítico-interpretativo. Como acima se refere, os pais, as mães e demais encarregados de educação reconhecem, na generalidade, a importância da Escola como etapa fundamental na preparação dos respetivos educandos para o futuro, quer no plano genericamente humano, quer no plano académico-profissional. Consideram que o Agrupamento a escola deve proporcionar uma correta educação para o exercício da cidadania responsável e para a formação da personalidade individual das crianças, alunos e formandos. Na monitorização que, ao longo dos anos letivos, fazem da atividade dos educandos, manifestam preocupação sobretudo com aspetos relacionados com o comportamento/disciplina, a assiduidade e o rendimento escolar, dimensões objetivamente visíveis e reportáveis que os encarregados de educação facilmente compreendem e que ajudam a controlar. Os pais, as mães e demais encarregados de educação do Agrupamento são, contudo, na sua maioria, pessoas com pouca instrução académica, inseridas num âmbito social, cultural e económico caracterizado por inúmeras carências. É quase insignificante o número de pais ou mães que concluíram o Ensino Secundário ou um Curso Superior. A maioria das mães é doméstica, desempregada ou reformada e a maioria dos pais trabalha na agricultura ou na construção civil. Página 15 de 50

16 Existe uma Associação de Pais e Encarregados de Educação, que regularmente trabalha com o Agrupamento. No meio em que se insere o nosso agrupamento a forma como alunos e respectivas famílias avaliam a contribuição da escola nas suas vidas futuras revela-se ainda pouco satisfatória. Para combater esta situação, é fundamental que haja uma estreita colaboração entre Encarregados de educação e Agrupamento, quer de forma espontânea e pessoal, quer através da Associação. O Agrupamento deve apelar a todos os pais e encarregados de educação que intervenham e acompanhem a vida escolar dos seus educandos no sentido de prevenir e resolver problemas comportamentais ou de aprendizagem, de promover a assiduidade, de valorizar mérito, de monitorizar a disciplina e o trabalho geral dos seus educandos. Igualmente se deverá promover um diálogo permanente, sistemático e institucionalizado entre o Agrupamento e a Associações de Pais/Encarregados de Educação. Esta colaboração deverá consubstanciar-se na própria inscrição, no Plano Anual de Atividades, de iniciativas e projetos que envolvam simultaneamente o Agrupamento e a comunidade educativa, de forma a eliminar barreiras e a aproximar efetivamente a Escola da comunidade: 4. Dados sobre o sucesso escolar Enquanto Agrupamento ao serviço de uma comunidade, interessa-nos, sobremaneira, promover o sucesso escolar. De acordo com os últimos dados disponíveis, a situação do nosso Agrupamento, a esse nível, é a seguinte: CICLO 1.º ciclo 2.º ciclo 3.º ciclo CEF Secundário / Profissional N.º de Alunos Taxa de Sucesso Transitou / Não transitou / TOTAL Concluiu Não concluiu ,6% ,6% ,1% ,5% % Página 16 de 50

17 4.1. O sucesso escolar ao nível do 1.º ciclo NÍVEIS LÍNGUA PORTUGUESA MATEMÁTICA N.º % Aprox. N.º % Aprox. A B C D E TOTAL Verifica-se que, globalmente, os resultados dos alunos do 1.º C.E.B. são positivos, com uma taxa de sucesso de 78% em Língua Portuguesa e 80% em Matemática. Regista-se um grande equilíbrio entre os resultados das duas disciplinas avaliadas, com uma ligeira vantagem para a Matemática no tanto no nível global como nos níveis mais elevados da classificação (A e B). - Comparação com resultados anteriores 5 Língua Portuguesa NÍVEIS 2007/ / / /11 % % % % A B C D Estes resultados têm um valor meramente indicativo, considerando que a constituição do Agrupamento não é rigorosamente a mesma. Página 17 de 50

18 Da análise do quadro e do gráfico verifica-se uma grande constância nos resultados obtidos durante os anos em análise. No entanto, destaca-se uma ligeira subida nas classificações mais elevadas (A e B) e um aumento significativo no nível D nos últimos anos. Que se tem mantido regular. Matemática NÍVEIS 2007/ / / /11 % % % % A B C D E Nesta disciplina, os resultados também reflectem um grande paralelismo nos anos em estudo. À semelhança da Língua Portuguesa, também a Matemática apresenta uma subida relativamente aos níveis mais elevados da classificação. Regista-se, com alguma preocupação, a subida em 3% da taxa de insucesso. - Comparação com os resultados nacionais. Língua Portuguesa NÍVEIS Escola Nacional Desvio % % % A 8,7 8,4 0,3 B 30,4 46,4-16 C 39,1 32,8 6,3 D 21,7 11,9 9,8 E 0 0,4-0,4 Página 18 de 50

19 Verifica-se um desvio significativo na comparação dos resultados dos alunos, com o Agrupamento a apresentar menos 9,4% de Resultados positivos (Níveis A, B, e C) e mais 9,4% de níveis negativos (Níveis D e E). O desequilíbrio é particularmente acentuado no nível B da classificação onde se regista um desvio de 16%. - Comparação com os resultados nacionais. Matemática NÍVEIS Escola Nacional Desvio % % % A 16,7 16,1 0,6 B 35,2 36,9-1,7 C 27,8 27,3 0,5 D 20,4 18,4 2 E 0,0 1,3-1,3 Em Matemática verifica-se um grande paralelismo com os resultados, não sendo significativo o desvio entre os resultados obtidos pelos alunos do Agrupamento em comparação com o total obtido a nível Nacional. - Comparação dos resultados com o todo nacional ao longo dos quatro últimos anos Língua Portuguesa NÍVEIS Escola Nacional 2007/ / / / / / / /11 % % % % % % % % A B C D E Página 19 de 50

20 Na comparação com os resultados nacionais, manteve-se um nível globalmente inferior à média nacional nos níveis mais elevados da classificação (A e B), um número mais elevado na classificação intermédia (C). Há algum paralelismo. Com ligeira desvantagem para o Agrupamento nos níveis inferiores (D e E). Verifica-se entretanto que houve uma ligeira subida nos níveis inferiores da classificação que foi mais significativa a nível nacional (4%) do no Agrupamento 1 (%). - Comparação dos resultados com o todo nacional ao longo dos quatro últimos anos Matemática NÍVEIS Escola Nacional 2007/ / / / / / / /11 % % % % % % % % A B C D E Em Matemática, há um grande paralelismo com os Resultados Nacionais, não se verificando desníveis superiores a 2% (Nível B). Verifica-se uma clara aproximação dos resultados da escola à média nacional com uma evolução claramente favorável.. Análise dos resultados do 6.º Ano de Escolaridade NÍVEIS LÍNGUA PORTUGUESA MATEMÁTICA N.º % N.º % A B 82 34, C 79 33, D 65 27, E 2 0,8 7 3 TOTAL Página 20 de 50

21 Na análise dos resultados obtidos pelos alunos do 2.º C.E.B. verifica-se que o insucesso foi de 28% na prova de Língua Portuguesa e de 33% em Matemática conforme se depreende do seguinte quadro de resultados. Resultados dos alunos do Agrupamento de Escolas de Cabeceiras Basto comparados com o todo Nacional:. Língua Portuguesa NÍVEIS Escola Nacional Desvio % % % A 3 5,8-2,8 B 34,9 38,5-3,6 C 33,6 40-6,4 D 27,7 15,4 12,3 E 0,8 0,3 0,5 Da análise dos resultados verifica-se que os resultados dos alunos do Agrupamento estão ainda significativamente abaixo da média nacional em todos os níveis da classificação.. Matemática Escola Nacional Desvio NÍVEIS % % % A 3,9 7,2-3,3 B 30,6 26,2 + 4,4 C 32,3 31,3 + 1,0 D 30,1 32,5-2,4 E 3,1 2,7 + 0,4 Página 21 de 50

22 Pelos resultados obtidos a percentagem de sucesso do Agrupamento (65,9%), ultrapassou a percentagem de sucesso Nacional (64,7), no entanto há a salientar o facto de ficarmos aquém no nível A e ligeiramente acima no nível E. - Resultados dos alunos do Agrupamento de Escolas de Cabeceiras de Basto comparados com o todo Nacional nos últimos quatro anos.. Língua Portuguesa NÍVEIS Escola Nacional 2007/ / / / / / / /1011 % % % % % % % % A B C D E Ao analisar o quadro verifica-se uma evolução nos resultados que não é favorável ao Agrupamento. Os alunos têm mantido linearmente um resultado inferior à média nacional, não se verificando evolução significativa.. Matemática NÍVEIS Escola Nacional 2007/ / / / / / / /1011 % % % % % % % % A B C D E Página 22 de 50

23 Ao analisar o quadro verifica-se uma evolução nos resultados dos alunos, há um ligeiro desvio de sucesso, que é favorável ao Agrupamento. Os alunos têm um resultado inferior à média nacional, apenas no nível máximo A, nos restantes níveis os resultados do Agrupamento são algo melhores do que o Nacional.. Resultados Parcelares 4.º ano Devido ao facto de não estarem disponíveis resultados nacionais, apresenta-se como mero factor indicativo os níveis obtidos pelos alunos do Agrupamento nas competências avaliadas nas Provas de Aferição.. Língua Portuguesa NÍVEIS Língua Portuguesa Leitura Conhecimento Explícito Expressão Escrita % % % A 12,3 16,0 14,2 B 32,7 18,5 18,5 C 33,3 21,0 21,0 D 25,3 25,3 24,1 E 1,9 12,3 4,3 Como se depreende da leitura do quadro, é na competência de Leitura onde os nossos alunos se sentem mais à vontade. E sentem claramente mais dificuldade no Conhecimento Explícito da Língua.. Matemática 4.º Ano Matemática NÍVEIS Números e Cálculo Geometria Estatística Álgebra % % % % A 12,4 16,8 95,0 31,7 B 25,5 36,0 0,0 0,0 C 26,7 35,4 0,0 47,8 D 28,6 18,0 4,3 6,8 E 1,2 0,0 0,6 16,8 Os alunos demonstraram mais à vontade na Estatística e sentiram maiores dificuldades nos Números e Cálculo. Página 23 de 50

24 4.2. O sucesso escolar ao nível do 2.º ciclo - Avaliação externa: - Língua Portuguesa 6.º Ano Língua Portuguesa NÍVEIS Leitura Conhecimento Explicito Expressão Escrita % % % A 16,2 6,8 3,4 B 36,6 15,7 34,5 C 34 23,8 34 D 12,3 39,6 23,8 E 0,4 13,2 2,5 Em Língua Portuguesa, os alunos do 6.º ano apresentam claramente mais dificuldade no domínio do Conhecimento Explícito da Língua mais facilidade na Leitura e Expressão Escrita. - Matemática 6.º Ano NÍVEIS Matemática Número e Cálculo Geometria Estatística Álgebra % % % % A B C D E Em Matemática, os alunos revelam mais facilidade em estatística e na geometria e mais dificuldade nos números e cálculo O sucesso escolar ao nível do 3.º ciclo - Avaliação externa: O Agrupamento decidiu, no ano letivo , aderir aos Testes Intermédios, por entender que se trata de uma oportunidade não despicienda de avaliar e monitorizar, em devido tempo, o trabalho realizado em Página 24 de 50

25 algumas das mais importantes áreas do saber. Os dados obtidos, quando convenientemente analisados, podem permitir uma consolidação ou alteração/melhoramento de práticas e métodos que, em última análise, decerto concorrerão para o sucesso educativo dos nossos alunos Resultados dos testes intermédios realizados em Língua Portuguesa Escola Básica do Arco de Baúlhe Insucesso Sucesso Média (Percentagem) Diferença Média Nacional ,8-7,21 Escola Básica e Secundária de Refojos de Basto ,9-1,11 9.º ano Agrupamento de Cabeceiras de Basto Média Nacional (Percentagem) ,6-3,41 55,01 De acordo com os professores de Língua Portuguesa, recomenda-se um investimento reforçado e sistemático ao nível do CEL (Conhecimento Explícito da Língua) e da expressão escrita (textos expositivos e opinativos), bem como a estratégica promoção da leitura. Será importante também um trabalho constante de consolidação de matérias estudadas, devidamente monitorizado e avaliado. Matemática 8.º Ano Escola Básica do Arco de Baúlhe Insucesso Sucesso Média (Percentagem) Diferença Média Nacional ,4-4,51 Escola Básica e Secundária de Refojos de Basto ,3 +0,33 Agrupamento de Cabeceiras de Basto Média Nacional (Percentagem) ,8-1,11 50,91 Matemática 9.º Ano (1.º teste intermédio) Escola Básica do Arco de Baúlhe Insucesso Sucesso Média (Percentagem) Diferença Média Nacional ,6-13,06 Escola Básica e Secundária de Refojos de Basto ,3-3,36 Agrupamento de Cabeceiras de Basto Média Nacional (Percentagem) ,7-6,96 40,66 Página 25 de 50

26 Escola Básica do Arco de Baúlhe Insucesso Sucesso Média (Percentagem) Diferença Média Nacional ,6-10,62 Matemática 9.º Ano (2.º teste intermédio) Escola Básica e Secundária de Refojos de Basto ,2-0,02 Agrupamento de Cabeceiras de Basto ,3-3,92 Média Nacional (Percentagem) 44,22 O panorama, aquém do desejável, obriga a um trabalho constante e diligente na leccionação da disciplina, que compreende o reforço, junto dos alunos, desde o início do 3.º ciclo (e, a montante, desde o 1.º ciclo) do trabalho e do estudo, bem como a co-responsabilização das famílias nesta cultura de esforço sem a qual se torna muito difícil ou impossível o sucesso. Escola Básica do Arco de Baúlhe Insucesso Sucesso Média (Percentagem) Diferença Média Nacional ,7-3,64 História Escola Básica e Secundária de Refojos de Basto , Agrupamento de Cabeceiras de Basto Média Nacional (Percentagem) ,2 +0,86 42,34 Os professores defendem a necessidade de incrementar hábitos de estudo e pesquisa, nos alunos, de forma gradualmente mais autónoma e competente, com recurso aos meios existentes nas escolas e, sendo possível, nas próprias casas dos estudantes. Escola Básica do Arco de Baúlhe Insucesso Sucesso Média (Percentagem) Diferença Média Nacional ,1-12,05 Inglês Escola Básica e Secundária de Refojos de Basto ,4-8,75 Agrupamento de Cabeceiras de Basto Média Nacional (Percentagem) ,1-10,4 64,15 Para além do reforço da responsabilização dos alunos, cuja dedicação nem sempre é a adequada, considera-se essencial, numa estratégia de promoção do sucesso escolar na disciplina, a Página 26 de 50

27 articulação sistemática entre ciclos, de modo a identificar lacunas e a consolidar competências e conhecimentos. Ciências Naturais Escola Básica do Arco de Baúlhe Insucesso Sucesso Média (Percentagem) Diferença Média Nacional ,1 +5,09 Escola Básica e Secundária de Refojos de Basto ,99 Agrupamento de Cabeceiras de Basto Média Nacional (Percentagem) ,99 56,01 Tendo em conta o panorama positivo, afigura-se sobretudo importante consolidar e reforças as boas práticas até agora levadas acabo na leccionação da disciplina. Geografia Escola Básica do Arco de Baúlhe Insucesso Sucesso Média (Percentagem) Diferença Média Nacional , Escola Básica e Secundária de Refojos de Basto ,6-0,41 Agrupamento de Cabeceiras de Basto Média Nacional (Percentagem) ,9 +0,89 54,01 Embora o panorama seja já razoável, afigura-se importante equacionar medidas para a consolidação e reforço do sucesso na disciplina. Ciências Físico-Químicas Escola Básica do Arco de Baúlhe Insucesso Sucesso Média (Percentagem) Diferença Média Nacional ,0-1,69 Escola Básica e Secundária de Refojos de Basto ,7 +4,01 Agrupamento de Cabeceiras de Basto Média Nacional (Percentagem) , Embora o panorama seja já razoável, afigura-se importante equacionar medidas para a consolidação e reforço do sucesso nesta disciplina. 61,69 Página 27 de 50

28 Exames Nacionais de 2010/2011 Exame Nacional de Língua Portuguesa Escola Básica do Arco de Baúlhe Sucesso Diferença Sucesso Nacional 30% -26% Média Exame Diferença Média Nacional Escola Básica e Secundária de Refojos de Basto 53% -3% 49% -3% Agrupamento de Cabeceiras de Basto Média Nacional 56% 44% -12% 51% Tendo em conta a análise das classificações em cada grupo do Exame, os professores de Língua Portuguesa consideraram que é manifestamente necessário investir mais tempo e recursos no ensino/consolidação de aspectos gramaticais, bem como no território da expressão escrita (composições). Recomenda-se a realização, ao longo do próximo ano lectivo, de fichas formativas ou de testes de avaliação sumativa neste território naturalmente complexo da disciplina. Só através da repetição, da consolidação oportuna de noções e do treino com exercícios claros e adequados poderão cumprir-se os objectivos de Língua Portuguesa, a este nível. No que se refere ao universo da composição, deve sublinhar-se um défice (persistente), numa larga maioria dos alunos, em matéria de estruturação do texto e da sua enunciação clara e elegante, pelo que um trabalho aturado à roda destes aspectos se torna fundamental. Exame Nacional de Matemática Escola Básica do Arco de Baúlhe Sucesso Diferença Sucesso Nacional Média Exame Diferença Média Nacional Escola Básica e Secundária de Refojos de Basto Agrupamento de Cabeceiras de Basto Nacional O panorama, aquém do desejável, obriga a um trabalho constante e diligente na leccionação da disciplina, que compreende o reforço, junto dos alunos, desde o início do 3.º ciclo (e, a montante, desde o 1.º ciclo) do trabalho e do estudo, bem como a co-responsabilização das famílias nesta cultura de esforço sem a qual se torna muito difícil ou impossível o sucesso. 5. Projetos em que o Agrupamento está envolvido O Agrupamento de Escolas de Cabeceiras de Basto tem apostado na adesão a um conjunto de projetos de amplitude nacional, de forma a minorar carências pedagógicas, logísticas e financeiras. Interessa-nos recolher mais-valias de projetos de amplitude nacional, como por exemplo na área da Internet e do PTE na Escola, do Desporto Escolar, de Escolas Promotoras da Saúde, do Centro Novas Oportunidades, do POPH, do Programa da Página 28 de 50

29 Rede de Bibliotecas Escolares, do Plano Nacional de Leitura, do Plano da Matemática, do Projeto Eco Escolas, do Projeto Testes Intermédios, do PRESSE Programa Regional de Educação Sexual em Saúde. Nas Áreas Não Curriculares, serão desenvolvidos outros projectos, como a Educação para o Consumo, a Educação Rodoviária, a Educação para os Media, a Educação para os Direitos Humanos, a Educação para a Solidariedade, a Educação para a Sustentabilidade do Planeta, a Dimensão Europeia da Educação, a Adolescência e Tu, o programa Escolas Livres de Tabaco, a Educação para a Igualdade de Oportunidades, o Conhecimento do Mundo do Trabalho e das Profissões, a Educação para o Empreendedorismo, a Educação Ambiental, a Cidadania e Segurança, o Parlamento dos Jovens, Clubes de Teatro, de Jornalismo, da Ciência e da Saúde Protocolos e Parcerias A Escola está em permanente interacção com o Meio. Nessa perspectiva, o Agrupamento de Escolas de Cabeceiras de Basto tem estreitado relações e firmado protocolos, designadamente, com: Câmara Municipal e Juntas de Freguesia; EMUNIBASTO; Basto Jovem; Fundação A. J. Gomes da Cunha; Centro de Saúde; Comissão de Protecção de Crianças e Jovens; Banco Local de Voluntariado; Centro de Formação de Basto; Centro de Recursos gerido pelo Centro de Formação de Basto; Associação Empresarial e Comercial de Fafe, Cabeceiras e Celorico; Escola Superior de Fafe; Bombeiros Voluntários; Guarda Nacional Republicana; ADIB; Mútua de Basto; Museu das Terras de Basto; Biblioteca Municipal; REBAT; Centro de Formação de Basto; CERCIFAF; Centro de Instituto de Emprego e Formação Profissional; Centro Social e Paroquial de Abadim; Centro Social e Paroquial de Cavez; Multiaveiro e CABASTO; ARCA; outras instituições e entidades culturais e recreativas. 6. Princípios e Valores que regulam a ação educativa 6.1. Princípios orientadores A ação educativa de toda a comunidade do Agrupamento definir-se-á pelos seguintes princípios gerais:. Princípio da Universalidade qualquer aluno do Agrupamento será atendido dentro das possibilidades deste, no que se refere aos recursos físicos e humanos disponíveis;. Princípio da Equidade o Agrupamento propiciará aos alunos e respetivas famílias mais carenciadas o acesso a ajudas diversas, procurando viabilizar o seu sucesso nas aprendizagens escolares e o seu desenvolvimento pessoal;. Princípio do Humanismo qualquer elemento da comunidade educativa será sempre tratado como Pessoa, nos seus direitos e deveres individuais e sociais;. Princípio da Eficácia os órgãos de gestão do Agrupamento, em tudo que sejam as suas opções e diretrizes, procurarão otimizar a utilização de todos os recursos físicos, materiais e humanos existentes, com o objetivo de alcançar as metas prioritárias apresentadas neste documento;. Princípio da Transparência e Verdade a informação entre os diferentes atores na vida do Agrupamento procurará assumir a forma mais rigorosa, clara e transparente possível, de forma para a tornar viável a autorregulação da atuação dos diferentes intervenientes na vida e organização escolar. Para isto defendemos um perfil de professor / educador que seja responsável, assíduo e pontual, disponível para o trabalho em equipa e para colaborar ativamente em todas as atividades, aberto à comunidade e às novas metodologias, empenhado no seu contínuo aperfeiçoamento profissional e que tenha com os alunos uma relação de compreensão, de respeito pelas diferenças e de abertura ao seu mundo e aos seus problemas. Página 29 de 50

30 6.2. Valores e atitudes a promover A ação educativa da Escola não se resume apenas à transmissão de saberes nem ao desenvolvimento de competências de ordem cognitiva e instrumental. Visa também a formação integral dos alunos nas dimensões pessoal, social e de educação para a cidadania. Assim, no mundo cada vez mais complexo em que vivemos, é fundamental a aprendizagem do exercício da liberdade, condição primeira para a realização de cada pessoa humana. Partilhamos da conceção einsteiniana da verdadeira grandeza: «Tudo que é realmente grande e inspirador é criado pelo indivíduo que pode trabalhar na liberdade.» Em território semântico bastante próximo, glosando a humana necessidade de completude, Fernando Pessoa (pela voz de Ricardo Reis) aconselha-nos luminosamente: «Para ser grande, sê inteiro / Nada teu exagera ou exclui.» Entendemos que a Escola é (ou deve ser) um espaço essencial para a aquisição, pelo público discente, de competências académicas, técnicas e científicas, que possibilitem aos nossos jovens uma adequada adaptabilidade às condições socioeconómicas e laborais como se sabe, muito voláteis da contemporaneidade. Mas este desiderato deve compatibilizar-se com a indispensável interiorização de referências éticas e culturais, capazes de contribuir para o crescimento dos indivíduos em sociedade e, por outro lado, facilitadoras da construção da identidade de cada um. A educação para os valores é, pois, uma dimensão a privilegiar, assim como a aquisição de atitudes e hábitos que proporcionem uma vida social responsável. Os valores e atitudes que a Escola defende e promove são aqueles que uma sociedade democrática moderna deve valorizar e cultivar. A Escola e as famílias têm a responsabilidade partilhada de, colaborando entre si, educar os mais jovens para serem futuros cidadãos íntegros e úteis à sociedade. Os valores a que deve ser dado particular relevo na ação educativa do Agrupamento são o Respeito, o Civismo, a Responsabilidade, a Amizade e a Solidariedade. 7. Identificação de problemas e de recursos 7.1. Principais problemas / Necessidades A partir da análise da caracterização dos elementos materiais e humanos e do clima do Agrupamento, verificou-se que este apresenta, como qualquer organização desta dimensão, vários problemas que carecem de intervenção a curto ou médio prazo para melhorar a sua qualidade e a satisfação da comunidade educativa. Alguns destes problemas são pontuais e de rápida e fácil resolução, não merecendo referência neste projeto. Contudo, outros há que, pela sua complexidade, duração temporal e consequências para a comunidade escolar, ganham uma importância maior e exigem por parte da Escola uma intervenção cuidada. Os principais problemas que atualmente afetam o nosso Agrupamento são:. Constrangimento económico-financeiro actual;. Falta de espaços para o desenvolvimento de atividades letivas e não letivas;. Insuficiente articulação entre os ciclos e entre os estabelecimentos que integram o Agrupamento;. Falta de hábitos de leitura e curiosidade intelectual dos alunos;. Desempenho escolar pouco satisfatório de um número elevado de alunos, traduzido em resultados modestos nas provas de aferição e exames nacionais, particularmente na disciplina de Matemática;. Desvalorização da Escola por parte de muitos alunos;. Abandono escolar 6 ; 6 O abandono escolar durante a escolaridade obrigatória apresenta-se, ainda, como um problema sério no nosso Agrupamento. Embora não tenhamos valores exactos para apresentar uma vez que isso implicaria um estudo ao longo de Página 30 de 50

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