Figura 1. Região da América Latina e Caribe: Evolução da população urbana e rural

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "Figura 1. Região da América Latina e Caribe: Evolução da população urbana e rural 1960-2001"

Transcrição

1 CAPÍTULOdos

2 A SITUAÇÃO REGIONAL 2.1 O PROCESSO DE URBANIZA- ÇÃO NA AMÉRICA LATINA E CARIBE O ainda acelerado crescimento da população e sua concentração nas áreas urbanas, o desenvolvimento industrial e as mudanças nos níveis de consumo levaram ao crescimento da quantidade e variedade de resíduos sólidos gerados pela população na Região de América Latina e Caribe (ALC), com a concomitante demanda de serviços para seu manejo adequado. A população da Região da ALC teve um aumento considerável nas últimas décadas passando de 209 milhões em 1960 para 518 milhões em 2001, como mostra a Figura 1 e Tabela 2. Figura 1. Região da América Latina e Caribe: Evolução da população urbana e rural Fonte: População Urbana e Rural: United Nations. World Urbanization Prospects: The 2001 Revision. A população de 2001 foi obtida da Avaliação de Resíduos. As definições de população urbana e rural foram fornecidas por cada país e podem ter variações com respeito às usadas pelas Nações Unidas

3 RELATÓRIO DA AVALIAÇÃO REGIONAL DOS SERVIÇOS DE MANEJO DE RESÍDUOS SÓLIDOS MUNICIPAIS NA AMÉRICA LATINA E CARIBE Na Região da ALC, ocorre uma concentração gradativa porém bastante rápida da população nos centros urbanos. Em 1975, 61% da população era urbana. Em 2001 este percentual passou para 78,3%, o que quer dizer que cerca de 406 milhões de pessoas moram nas cidades. A Região é uma das mais urbanizadas do planeta e sua população aumenta em 8,4 milhões de habitantes por ano. Como mostra o Quadro 3, a maior concentração na Região aparece para o ano 2002 na Cidade do México (18,2 milhões de habitantes), São Paulo (18,1 milhões), Buenos Aires (cerca de 13 milhões) e Rio de Janeiro (10 milhões). Além disso, as áreas metropolitanas de Buenos Aires e Santiago concentram por volta de 35% da população de Argentina e Chile respectivamente. Lima concentra 30% da população total de Peru e mais de 40% da sua população urbana. Por outro lado, países como Guatemala, Costa Rica, Haiti e Honduras apresentam uma transição urbana incipiente e lenta se comparada com o resto da Região, com um valor inferior a 60% de população urbana. Para o ano de 2005, estima-se que a Guatemala será o único país da Região que não terá superado a marca dos 50% de população urbana, e sua característica rural continuará a diferenciá-la do resto de países nos qüinqüênios subseqüentes. No Caribe, ao nível dos países, o percentual da população urbana oscila entre um mínimo de 24% em São Vicente e Granadinas e um máximo de 100% em Barbados e Ilhas Caiman, com uma média nos países caribenhos de 64,3%. No entanto, a diferenciação entre urbano e rural no Caribe é muito sutil e, em geral, há uma tendência de considerar o país como um todo. 10

4 CAPITULO 2 - A SITUAÇÃO REGIONAL Tabela 2. População na Região da América Latina e Caribe Dezembro 2001 (Em mil habitantes) País População Urbana % Urbana População Rural % Rural População Total Anguilla a Antigua e Barbuda a 24 32, ,0 75 Antilhas Holandesas b , ,3 217 Argentina a , , Aruba b ,0 0,0 104 Bahamas , ,0 308 Barbados ,0 0,00 0,0 269 Belize , ,3 245 Bermuda b ,0 0,0 0,0 63 Bolivia a , , Brasil , , Chile , , Colômbia , , Costa Rica , , Cuba , , Dominica 15 21, ,9 71 Equador a , , El Salvador , , Granada a 37 35, ,3 104 Guadalupe b ,7 1 0,3 431 Guatemala , , Guiana Francesa b , ,6 170 Guiana , ,1 772 Haiti , , Honduras a , , Ilhas Caiman ,0 0 0,0 42 Ilhas Turcas y Caicos b 8 45,6 9 54,4 17 Ilhas Virgens Britânicas a ,0 0 0,0 21 Islas Vírgenes EUA b 57 46, ,2 122 Jamaica , , Martinica b ,1 19 4,9 386 México , , Montserrat b 2 18,9 6 81,1 8 Nicarágua , , Panamá , , Paraguai , , Peru , , República Dominicana , , São Kitts y Nevis a ,0 0 0,0 46 São Vicente e Granadinas a 29 24, ,2 117 Santa Lúcia a 80 50, ,7 159 Suriname , ,1 440 Trinidad y Tobago ,0 0 0, Uruguai , , Venezuela , , Total , , a Censo 2001 realizado nestes países, cuja informação foi incluída na Avaliação de Resíduos. b OPAS, Programa Especial de Análise de Saúde. Situação da Saúde nas Américas: Indicadores Básicos 2001, Washington, D.C. Observação: A definição dos termos urbano e rural corresponde às empregadas em cada país. Apresentam-se valores indicados pelos países como dados oficiais do Censo 2001 ou projeções para o ano 2000 e estimativas vigentes nesses países. Alguns valores de população da Avaliação de Resíduos podem ser diferentes dos Indicadores Básicos da OPAS para Fontes: Avaliação de Resíduos.

5 RELATÓRIO DA AVALIAÇÃO REGIONAL DOS SERVIÇOS DE MANEJO DE RESÍDUOS SÓLIDOS MUNICIPAIS NA AMÉRICA LATINA E CARIBE Cidade Tabela 3. As 12 cidades com maior população da América Latina (*) 1996 População (milhares) 2002 População (milhares) 2008 População (milhares) Cidade do México São Paulo Buenos Aires Río de Janeiro Lima Bogotá Santiago de Chile Belo Horizonte Guadalajara Porto Alegre São Domingos Guatemala (*) Las populações correspondem às respectivas regiões ou áreas metropolitanas. Fonte: A Saúde nas Américas, OPAS, Publicação Científica e Técnica No. 587, 2002 (extraído de United Nations. World Population Prospects: The 2000 Revision. 12 O maior percentual de urbanização é observado na América do Sul (83%), seguido da América Central (62%) e Caribe (56%). Este quadro é o resultado de políticas nacionais de desenvolvimento que favorecem as grandes cidades onde estão os centros financeiros, os meios de comunicação, o melhor atendimento médico e as oportunidades de emprego. Por outro lado, também a migração teve efeitos na distribuição da população urbana. Aos processos migratórios intensivos de populações carentes das regiões rurais para os principais centros urbanos em busca de melhores condições econômicas, acrescentaram-se outros fluxos migratórios, como é o caso de um área urbana para outra, a migração dentro das cidades e a migração internacional e intra-regional. Embora o processo de urbanização tenda a concentrar as pessoas nos grandes centros urbanos, cerca de 47% da população urbana da ALC vive em cidades pequenas e de porte médio de menos de habitantes, concentrando-se nestas últimas 35% do total da população da Região. Nas últimas duas décadas, as cidades de porte médio tiveram altas taxas de crescimento, e em algumas destas cidades começaram a aparecer os mesmos problemas das grandes cidades, devido a sua maior atividade econômica e a pressões demográficas presentes. Estima-se que para 2015, 80% da América Latina será urbana com a seguinte distribuição: 16% da população total irá viver em 9 áreas metropolitanas grandes com mais de 5 milhões de habitantes (com a proporção estabilizada). 28% viverá em 122 cidades grandes entre e 5 milhões de habitantes (com aumento das proporções). 36% viverá nas cidades pequenas e médias, com até habitantes (com aumento das proporções), incluídos aqui dezenas de milhares de pequenos povoados com menos de habitantes. 20% viverá em áreas rurais (com a proporção descendente mantida). As cidades médias e pequenas irão experimentar o maior crescimento; são estas cidades as que apresentam maiores problemas no manejo de seus resíduos sólidos dada a limitada disponibilidade de recursos econômicos, técnicos e administrativos com que contam. Uma situação de crescimento e urbanização muito particular enfrentam os países do Caribe, dada sua limitada área e forte dependência da atividade turística para sua sobrevivência econômica. A escassez de recursos territoriais nas ilhas do Caribe faz com que exista uma forte competição entre a moradia, a infra-estrutura viária, a agricultura tradicional e o turismo. Nos últimos anos, algumas das ilhas do Caribe têm experimentado um crescimento econômico explosivo como conseqüência da indústria turística que cria exigências na

6 CAPITULO 2 - A SITUAÇÃO REGIONAL provisão de serviços básicos e no meio ambiente. Países como Barbados, com uma população estável de habitantes recebe anualmente turistas para estadia e outros de cruzeiros, que produzem uma grande demanda de recursos naturais renováveis e não renováveis. Barbados é um dos dez países do mundo com maior carência de água, o que o coloca no grupo dos seis países pequenos em situação de risco (CEPAL, setembro, 2002). Outros países menores como as Ilhas Virgens Britânicas, com uma população total permanente de , tem uma população flutuante que ultrapassa 38% da população estável, com o conseqüente aumento da produção de resíduos sólidos e sérias dificuldades para sua disposição. Estes pequenos estados insulares caracterizam-se pela sua fragilidade e vulnerabilidade ecológica, de tal forma que são facilmente afetados pela disposição de resíduos sólidos e de águas residuais em seu entorno, situação que está levando estes países a buscar alternativas ecologicamente viáveis de manejo de resíduos sólidos, para poder manter seu patrimônio natural, que é a base das suas economias. Em 1995, a população urbana da América Latina e Caribe foi estimada em 357 milhões de habitantes de um total de 474 milhões, e a quantidade de resíduos sólidos urbanos gerada alcançou o valor de toneladas por dia. No ano de 2001, a população urbana da Região da América Latina e Caribe chegou a ser de 406 milhões de habitantes de um total de 518 milhões de pessoas e a Avaliação de Resíduos estima a geração de resíduos sólidos municipais em toneladas por dia. Para o ano 2015 projeta-se que a população da Região chegará a 627 milhões de habitantes, dos quais cerca de 501 milhões serão urbanos (aproximadamente 80%); supondo que a quantidade diária de resíduos gerada por habitante seja mantida, seriam gerados mais de toneladas diárias de resíduos sólidos municipais. Em relação aos resíduos perigosos, a situação é ainda mais crítica em alguns países da ALC. Apenas no México, estima-se que a geração total de resíduos perigosos de origem industrial alcance o volume de oito milhões de toneladas anuais, não incluídos os resíduos da atividade mineradora 5. Mesmo países de áreas e populações menores encontram-se em situação crítica, como é o caso de Trinidad e Tobago e Jamaica, cujas economias estão fortemente ligadas a processos industriais no setor energético, relativos à industria petrolífera e de gás natural, que acarretam a produção de uma grande quantidade de resíduos perigosos e não biodegradáveis. No que diz respeito aos resíduos perigosos hospitalares, um estudo realizado em 1993 pela OPAS em 21 países da ALC estimou a produção de toneladas diárias deste tipo de resíduo 6. É muito freqüente que os resíduos perigosos sejam dispostos conjuntamente com os resíduos sólidos municipais, sem nenhum tratamento prévio, sendo ainda mais crítica sua disposição indiscriminada no entorno. O desenvolvimento econômico e urbano na Região conduz a uma maior demanda dos serviços de limpeza urbana, o que coloca um grande desafio aos países para proporcionar as condições apropriadas para o manejo adequado dos resíduos, minimizando assim os problemas ambientais e sanitários associados. Enquanto a urbanização em si não deveria ter efeitos sócio-econômicos ou ambientais negativos, é o crescimento urbano desordenado sem um planejamento adequado, em especial nas áreas pobres dentro e fora das cidades, o que produz os maiores problemas relacionados com os resíduos sólidos e dificulta a prestação de serviços básicos adequados. 2.2 TENDÊNCIAS SÓCIO- ECONÔMICAS NA REGIÃO De acordo com estimativas da Comissão Econômica para América Latina e Caribe (CEPAL, março 2003), durante a década de noventa a América Latina experimentou um novo crescimento econômico comparado com a década anterior. O Produto Interno Bruto (PIB) cresceu 3,2% por ano entre 1990 e 2000, comparado com o crescimento de 1% durante os anos oitenta. O Caribe experimentou um fenômeno similar, embora com taxa de crescimento média menor, da ordem de 2% na década de noventa, comparada com 0,1% na década de oitenta. Este crescimento não foi suficiente para reduzir a diferença existente entre os países da 13 5 México. Instituto Nacional de Ecologia (INE). Secretaria do Meio Ambiente, Recursos Naturais e Pesca. Programa para a minimização e manejo integrado dos resíduos industriais perigosos em México , México, D.F. INE, México, D.F. Comissão Ambiental Metropolitana. Manual de minimização, tratamento e disposição: conceito de manejo de resíduos perigosos e industriais para o processamento químico. Setembro OPAS. Resíduos perigosos e saúde em América Latina e Caribe. OPAS série ambiental 14. Washington, D.C

7 RELATÓRIO DA AVALIAÇÃO REGIONAL DOS SERVIÇOS DE MANEJO DE RESÍDUOS SÓLIDOS MUNICIPAIS NA AMÉRICA LATINA E CARIBE 14 Região e os países mais desenvolvidos, ou para superar a pobreza na América Latina e Caribe. Ao mesmo tempo, conseguiu-se um considerável progresso na abertura das economias da Região da ALC. Apesar da Região significar apenas 5% das exportações mundiais, o volume atual de exportações tem crescido com a maior taxa na história da Região, na casa dos 8,9% ao ano entre 1990 e Do mesmo modo, a liberalização da economia e a globalização, marcadas pela desregulação das atividades nos setores de recursos intensivos, a privatização das atividades que tradicionalmente eram reservadas ao Estado e a aplicação de acordos de livre comércio, em particular o Mercado Comum do Sul (MERCOSUL), a Comunidade Andina, o Mercado Comum Centro-americano e a Comunidade Caribenha (CARICOM) têm contribuído para a integração da economia na Região. Esta abertura econômica trouxe como conseqüência um aumento no consumo de bens, com o decorrente aumento da produção de resíduos sólidos. Com poucas exceções, a maioria dos países da Região se caracterizam pela baixa qualidade na disposição final de resíduos sólidos, o que se traduz em um passivo ambiental expresso pela crescente degradação de solos e entornos urbanos, contaminação de aqüíferos e da atmosfera, assim como em efeitos negativos na saúde da população. Esta situação tem um alto custo econômico não apenas a nível nacional, mas a nível internacional, em decorrência da contaminação associada a alguns processos tecnológicos de setores como mineração, exploração florestal e pesca, que não se orientam para processos de produção mais limpos ou pela disposição adequada de seus resíduos sólidos. As economias dos países podem ser prejudicadas se não cumprirem as exigências internacionais de comercio de caráter ambiental. Da mesma forma, países com economias baseadas no turismo podem ser severamente afetados por práticas inadequadas de manejo de resíduos. A Região manteve seus padrões de exportação baseados no uso intensivo da mão de obra e a exploração de recursos naturais, o que influi na vulnerabilidade das economias nacionais por ser altamente dependente de uns poucos produtos ou mercados. Em geral, existem três padrões de especialização exportadora em América Latina e Caribe: (i) comercialização de manufaturas (montagem de partes, peças e componentes), predominantemente no México e alguns países da América Central e Caribe; (ii) comercialização de produtos industrializados para comércio (diversos produtos) em países andinos (manufatura de tecnologia média e alta) no Brasil; e (iii) exportação de serviços (turismo, serviços financeiros, e transporte) em alguns países do Caribe e no Panamá. À medida em que as economias da Região foram se transformando em parte integrante da economia global, os padrões de crescimento urbano resultaram em mudanças estruturais e morfológicas das cidades, que foram influenciados pela desregulação e privatização de algumas áreas de produção e serviços, redução dos investimentos do Estado e descentralização ou desconcentração das áreas de responsabilidade estatal neste aspecto. Estas mudanças não são estranhas aos serviços de limpeza urbana que possuem um grande potencial para a participação do setor privado, podendo trazer repercussões significativas no desenvolvimento nacional através de seus efeitos no emprego e nos ganhos obtidos pela diminuição dos custos das importações de matéria prima como conseqüência da reciclagem. Por outro lado, a mudança nas economias da Região resultou em um aumento da quantidade de resíduos sólidos e mudança na sua composição, tornando-se estes cada vez menos biodegradáveis e com maior concentração de contaminantes perigosos. Durante a década de noventa, na maioria dos países da Região as taxas de crescimento do PIB per capita foram positivas, embora a melhoria com relação à década de 80 foi bem mais modesta. Não obstante, a Região está longe de ser homogênea. Como mostra a Tabela 4, para 1999 o PIB per capita flutuou entre US$ 435 no Haiti e US$ na Argentina (antes da crise). Essa situação não mudou muito em 2001, quando o PIB do Haiti caiu para US$ 424 e a Argentina manteve ainda o maior PIB por habitante na América Latina, com US$ Uma flutuação similar ocorre no Caribe, que no ano 2001 registra um PIB per capita de US$ em Barbados e de US$ 735 na Guiana (CEPAL, março, 2003). Em 2003, o Caribe de língua inglesa teve em média um PIB per capita de US$ 7.540, sendo o maior para as Ilhas Virgens Britânicas, com US$ , seguido de Antigua e Barbuda com US$ e Anguilla com US$ 8.600; o menor de todos é de São Vicente e Granadinas, com US$ América Latina e Caribe continuam a sofrer uma das distribuições de renda mais desiguais no mundo, uma situação que não tem mudado há várias décadas. Estas diferenças são também gritantes dentro dos países, como ocorre no Brasil que se caracteriza por padrões de alto desenvolvimento tecno-

8 CAPITULO 2 - A SITUAÇÃO REGIONAL lógico, em contraposição com a miséria absoluta existente em algumas regiões rurais e entre populações indígenas, e nas periferias dos grandes centros urbanos. Os níveis de renda per capita e de distribuição da renda afetam a saúde da população, como se reflete nos indicadores de saúde (expectativa de vida ao nascer, mortalidade infantil, entre outros), e os indicadores de educação (nível de alfabetização), havendo uma relação direta entre estes componentes. Nos últimos anos, dependendo do país, observam-se altos níveis de desemprego aberto e/ou uma expansão do subemprego e do setor informal. No ano de 2001, o desemprego aberto na América Latina e Caribe foi estimado em 8,4%, o que constitui um aumento substancial comparado com os valores de 1997 e 1990, em que o desemprego esteve na casa de 7,8% e 5,8% respectivamente (CEPAL, 2002). A Figura 2 mostra o percentual de desemprego aberto urbano em alguns países da América Latina e Caribe para o ano de A título de comparação, neste ano nos Estados Unidos a taxa de desemprego foi de 4.8% (EUA, Ministério do Trabalho, 2001) e no Canadá de 7,2% (PNUD, Human Development Report, 2003). Segundo dados da CEPAL (2002), o desemprego afeta mais jovens, mulheres e membros de famílias pobres. Estima-se que um terço do crescimento do trabalho informal foi gerado por microempresas, das quais um pequeno percentual corresponde às microempresas de coleta e reciclagem de resíduos sólidos. Por sua vez, em países como Argentina, Colômbia e Peru, observou-se um incremento significativo na proporção de catadores, conseqüência de um aumento desmedido dos índices de pobreza e indigência, associado a uma situação crítica de desemprego. Em termos de estrutura operacional, tem continuado a troca de emprego na produção de bens para empregos no setor de serviços. Por volta do ano 1998, o setor terciário representou 73% da força de trabalho na área urbana, e a proporção de postos de trabalho no setor industrial diminuiu para valores similares aos do início dos anos noventa. Figura 2. Taxa de desemprego aberto urbano em países selecionados da América Latina e Caribe Fonte: Dados CEPAL, Anuário Estatístico da América Latina e Caribe, 2002.

9 RELATÓRIO DA AVALIAÇÃO REGIONAL DOS SERVIÇOS DE MANEJO DE RESÍDUOS SÓLIDOS MUNICIPAIS NA AMÉRICA LATINA E CARIBE Tabela 4. Indicadores sócio-econômicos selecionados para América Latina e Caribe 16 País PIB per cápita (a) (1) (dolares do ano 1999) PIB per cápita (a) (1) (dolares do ano 2001) Índice de Desenvolvimen to Humano (2) 2001 Pobreza (b)(2) (%) Indigência (c)(2) País (%) Coeficiente de Gini (2)(3) (1999) Taxa de Analbafetismo (2) (%) Anguilla ,0 2, ,0 Antigua e Barbuda ,0 Argentina ,8 19, ,1 Bahamas ,5 Barbados , ,0 Belice ,3 9, ,3 Bolívia ,6 37, ,3 Brasil ,5 12, ,6 Chile ,2 4, ,0 Colômbia ,2 Costa Rica ,1 6, ,8 Cuba ,8 Dominica ,0 Equador ,2 28, ,0 El Salvador ,9 22, ,8 Granada , ,0 Guatemala ,8 Guiana ,3 Haiti ,4 58,7 35,0 Honduras ,7 Ilhas Caimán 22,4 6,9 2,0 Ilhas Virgens ,0 Britânicas Jamaica ,2 México ,3 12, ,5 Nicaragua ,5 41, ,3 Panamá ,5 12, ,9 Paraguai ,7 15, ,5 Peru ,5 15, ,1 República ,0 15, ,2 Dominicana São Kitts y Nevis , ,5 Santa Lúcia , ,0 São Vicente y las ,0 Granadinas Suriname ,8 Trinidad e Tobago , ,2 Uruguai ,0 1, ,4 Venezuela ,7 16, ,8 (a) A preços constantes de (b) Corresponde à população que tem gasto per capita menor que o de uma cesta básica, que considera gastos alimentares e não alimentares. Percentual da população total. (c) Quando o gasto total per capita é menor que o custo per capita da cesta básica alimentar. Percentual da população total. Informação não disponível. Fuentes: 1 CEPAL, Anuário Estatístico da América Latina e Caribe, Avaliação de Resíduos. Os valores para o Índice de Desenvolvimento Humano foram obtidos do Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD), Human Development Report Os valores de pobreza e Coeficiente de Gini estão baseados em pesquisas feitas em domicílios. 3 PNUD, a Comissão Econômica para América Latina (CEPAL) e o Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (IPEA). Para o objetivo do milênio de reduzir a pobreza na América Latina e Caribe, Santiago de Chile, fevereiro de 2003.

10 CAPITULO 2 - A SITUAÇÃO REGIONAL A pobreza na Região Estima-se que cerca de 150 milhões de pessoas, quase um em cada três indivíduos, encontram-se abaixo da linha de pobreza na América Latina e Caribe, considerando o critério de renda inferior a dois dólares diários 7. As fortes crises econômicas que sofreram alguns países latino-americanos contribuíram para o aumento da pobreza na Região, com o surgimento do fenômeno dos novos pobres, gerado pelo súbito empobrecimento dos segmentos médios da população, como foi o caso da Argentina e do Uruguai. O componente de pobreza extrema ou indigência afeta cerca da metade dos domicílios em situação de pobreza na Região. Os pobres da Região formam um grupo heterogêneo dentro dos paises, e ainda mais heterogêneo quando considerada a Região como um todo. Entre final dos anos 80 e meados dos anos 90, a incidência da pobreza apresentou uma leve diminuição na maioria dos países da Região, com exceção da Venezuela e da área da Grande Buenos Aires na Argentina, onde a incidência aumentou, e o México, que permaneceu sem mudanças. Apesar dos esforços realizados pelos países da América Latina e Caribe para reduzir a pobreza, os resultados tem sido desalentadores dados os elevados níveis de desigualdade na Região. Quanto à evolução da desigualdade na distribuição de renda familiar em toda a América Latina, durante a década passada as disparidades foram relativamente menores e os níveis de desigualdade, medidos pelo coeficiente de Gini 8, têm se mantido estáveis, com exceção da Bolívia, Equador, Paraguai e Venezuela, onde este coeficiente mostrou um leve incremento. Em contraste, Honduras apresentou uma diminuição substancial da desigualdade, da ordem de 8,3% 9. Por outro lado, os países do Caribe não sofreram grandes variações neste aspecto. América Latina e Caribe é a Região com a distribuição de renda mais desigual do mundo, título inalterado há várias décadas. A disparidade na distribuição da renda não é grande apenas entre países, mas no interior dos mesmos (Tabela 4), como mostram os altos valores do coeficiente de Gini em países como Brasil (0,64), Bolívia (0,60), México (0,59) e Granada (0,58). Até mesmo o coeficiente de Gini para o Uruguai (0,44) é considerado alto para as médias internacionais, quando comparado com países de alta renda, cuja média na década de noventa alcança o valor de 0,34 (CEPAL, 2003). Cerca de 35% dos domicílios urbanos encontra-se em situação de pobreza, concentrada nos bairros pobres urbanos e áreas periurbanas. Em países como Brasil e Chile, os pobres urbanos constituem o maior percentual dos pobres da Região. Não obstante, a pobreza ainda é concentrada nas áreas rurais. Em vários países da ALC, mais de 50% dos pobres vive em áreas rurais. Em países como Bolívia, El Salvador, Equador, Haiti, Guatemala e Nicarágua, a pobreza ultrapassa 50% da população sendo que um quarto da população encontra-se em extrema pobreza (Figura 3). Da mesma forma, os grupos indígenas estão desproporcionalmente representados entre os pobres, particularmente entre aqueles em situação de extrema pobreza. Freqüentemente, os pobres ficam excluídos da educação formal, atenção em saúde, e serviços básicos essenciais, e para muitos deles o setor informal é fonte de emprego. Apesar da falta de manejo ou o manejo inadequado de resíduos sólidos trazer conseqüências apara a população inteira, são os pobres, e em especial as mulheres e crianças, os mais vulneráveis a estes problemas. Os serviços de coleta nas áreas mais pobres têm menos prioridade do que nas áreas com maior densidade. A acessibilidade nos locais mais pobres tende a ser problemática dadas as más condições viárias e de moradia, e a falta de infra-estrutura para o armazenamento e coleta de resíduos. Além disso, em muitos casos as pessoas pobres, por necessidade, vem-se obrigadas a se sustentar economicamente do lixo, sem controle sanitário algum, ficando expostos a riscos de saúde e se convertendo em vetores de doenças. Os desafios estão também marcados pelas desigualdades, tanto em cobertura quanto na qualidade dos serviços prestados, presentes nas diferentes regiões dentro de um pais, em diferentes estratos econômicos da população e em alguns casos, em diferentes grupos étnicos Baseada na renda como medida da pobreza, a linha de pobreza corresponde a uma renda diária de dois dólares e para pobreza extrema ou indigência é igual a um dólar diário. 8 O coeficiente de Gini mede a disparidade sobre a distribuição da renda ou consumo. Um valor de 0 significa igualdade perfeita e um valor de 1,00 significa desigualdade perfeita. 9 Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD), Comissão Econômica para a América Latina (CEPAL) e Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (IPEA). Para o objetivo do milênio de reduzir a pobreza na América Latina e Caribe. Santiago do Chile, fevereiro de 2003.

11 RELATÓRIO DA AVALIAÇÃO REGIONAL DOS SERVIÇOS DE MANEJO DE RESÍDUOS SÓLIDOS MUNICIPAIS NA AMÉRICA LATINA E CARIBE Figura 3. Percentual de pobreza e indigência em países da América Latina e Caribe Fonte: Avaliação de Resíduos: Base de dados da Avaliação de Resíduos correspondente à informação oficial registrada pelos países. Observação: Para Trinidad e Tobago a informação de indigência não está disponível. As Ilhas Virgens Britânicas e Barbados não têm indigência SAÚDE E EDUCAÇÃO A maioria dos países da Região da ALC conseguiu reduzir a mortalidade infantil para uma média regional de 24,8 por cada nascidos vivos, no período de (OPAS, 2002a). Não obstante, ainda existem marcadas diferenças entre os países. Da mesma forma, a expectativa de vida ao nascer aumentou para mais de 70 anos, embora não de maneira uniforme entre todos os paises. Um ponto em comum que influi nas taxas de mortalidade e morbidade é o nível de renda dos países, verificado quando se comparam os quintis mais pobres com os mais ricos. As Tabelas de 5 a 7 mostram os indicadores de mortalidade infantil, expectativa de vida ao nascer e analfabetismo nos países da Região da ALC para o ano Embora não se tenha estabelecido uma correlação direta entre o manejo inadequado de resíduos sólidos, saúde e educação da população, dada a falta de estudos epidemiológicos adequados, as condições insalubres apresentadas pelos resíduos constituem uma ameaça real e potencial para a saúde humana e o meio ambiente. O lixo não coletado que fica depositado sem controle no ambiente origina um conjunto de problemas sanitários que podem ser traduzidos no incremento da prevalência de doenças como a dengue, leptospirose e doenças gastrintestinais. Particularmente, o lixo é um meio propício para a proliferação do vetor da dengue, em particular os objetos que retêm água atuando como criadouros do mosquito, como é o caso de pneus e vasilhas ou embalagens descartadas. A incidência da dengue tem aumentado gra-

12 CAPITULO 2 - A SITUAÇÃO REGIONAL dativamente na Região da ALC desde 1981, sendo que a epidemia alcançou seu ponto crítico em 1998, com um total de casos, entre os quais de dengue hemorrágica, e 151 falecimentos (OPAS, 2002a). Entre 2000 e 2001, países como Brasil, Equador, Cuba, Costa Rica, El Salvador, Guatemala, Honduras, Nicarágua, e Peru notificaram epidemias de dengue. No Caribe, nesse mesmo ano, países como Anguilla, Bahamas, Barbados, Belize, Suriname e Trinidad e Tobago tiveram casos de dengue. Considerase que o controle dos vetores é a maneira mais efetiva para a prevenção e controle desta doença, que deve ter uma componente de educação que provoque mudanças no comportamento da população e a redução das fontes. Neste sentido, é importante que sejam tomadas as medidas profiláticas apropriadas para evitar a disposição indiscriminada de resíduos nos lixões a céu aberto, como também nas casas. As infecções intestinais são a terceira causa de mortalidade no grupo de idade de 0 a 4 anos nos países de baixa renda, tanto de baixa e alta variação de renda, e a quarta causa de mortalidade nos países de alta renda e alta variação de renda (OPAS, 2002a). Tabela 5. Taxa de mortalidade infantil (*) para o ano 2001 por grupos de países Taxa de mortalidade infantil Países Menos de 10,0 Entre 10,0 e 20,0 (*) Mortes de crianças menores de 1 ano por cada mil crianças nascidas vivas. Fonte: Avaliação de Resíduos. Anguilla, Chile, Ilhas Virgens Britânicas, Ilhas Caiman, Cuba Antigua e Barbuda, Argentina, Bahamas, Barbados, Costa Rica, Dominica, Granada, México, Panamá, São Kitts e Nevis, Santa Lúcia, São Vicente e Granadinas, Trinidad e Tobago, Uruguai, Venezuela Entre 20,0 e 30,0 Belize, Brasil, Colômbia, Guiana, Jamaica, Paraguai, Suriname Entre 30,0 e 40,0 Equador, El Salvador, Guatemala, Honduras, Nicarágua, Peru, República Dominicana Entre 40,0 e 50,0 - Entre 50,0 e 60,0 Bolívia Entre 60,0 e 70,0 - Más de 70,0 Haití Tabela 6. Expectativa de vida ao nascer (*) em 2001 na América Latina e Caribe Esperança de vida ao nascer Países 50,0 a 59,9 Haití 60,0 a 64,9 Bolívia, Guiana, 65,0 a 69,9 Bahamas, Brasil, Granada, Guatemala, Honduras, Nicarágua, Peru, República Dominicana, São Kitts e Nevis 70,0 a 74,9 Antigua e Barbuda, Argentina, Belize, Colômbia, Equador, El Salvador, México, Panamá, Paraguai, República Dominicana, Santa Lúcia, São Vicente e Granadinas, Suriname, Trinidad e Tobago, Uruguai, Venezuela 19 75,0 y más Anguilla, Barbados, Dominica, Ilhas Virgens Britânicas, Ilhas Caiman, Jamaica, Chile, Costa Rica, Cuba (*) Número de anos de vida de uma pessoa que estivesse submetida às condições de mortalidade existentes. Fonte: Avaliação de Resíduos.

13 RELATÓRIO DA AVALIAÇÃO REGIONAL DOS SERVIÇOS DE MANEJO DE RESÍDUOS SÓLIDOS MUNICIPAIS NA AMÉRICA LATINA E CARIBE Tabela 7. População analfabeta de 15 anos ou mais na América Latina e Caribe, agrupada por países, no ano 2001 Percentual de população analfabeta (%) Menos de 5 Entre 5 e 10 Entre 10 e 15 Entre 15 e 20 Entre 20 e 30 Más de 30 Fonte: Avaliação de Resíduos. Países Anguilla, Argentina, Bahamas, Barbados, Chile, Costa Rica, Cuba, Granada, Guiana, Ilhas Caiman, Ilhas Virgens Britânicas, São Kitts e Nevis, São Vicente e Granadinas, Uruguai Belize, Colômbia, Dominica, Equador, México, Panamá, Paraguai, Suriname, Trinidad e Tobago, Venezuela Antigua e Barbuda, Brasil, Bolívia, Jamaica, Peru República Dominicana El Salvador, Honduras, Panamá, Santa Lúcia Guatemala, Nicarágua, Haiti 20 A causalidade destas doenças é complexa, sendo influenciada por fatores de diversas origens. É sabido que as condições de pobreza e o nível de educação têm um papel preponderante no níveis de morbidade e mortalidade da população, devido em grande parte ao escasso e às vezes nulo acesso que os pobres têm aos serviços básicos de saúde, moradias dignas e saneamento básico, a dificuldade de observar práticas de higiene e a ignorância dos riscos que enfrentam, sobretudo os indivíduos que trabalham e vivem em contato com o lixo. O manejo dos resíduos sólidos tem uma estreita relação com os níveis de educação da população envolvida. A Avaliação de Resíduos mostrou que grande parte dos países da Região têm, em maior ou menor medida, algum componente de educação sanitária/ambiental relacionada com os resíduos sólidos, seja no nível escolar (ensino fundamental, ensino médio), seja com programas e campanhas a nível municipal e nacional dirigidas para diferentes idades. Informações detalhadas por país sobre educação encontram-se na base de dados da Avaliação de Resíduos e também nos respectivos relatórios analíticos por país. Geralmente esta educação tende a ser mais de caráter informal, sendo que poucos países, como Colômbia, Costa Rica, Chile, Cuba, El Salvador, Guiana, Ilhas Caiman e Jamaica a incluem no programa curricular regular. Mesmo quando existe uma grande variedade de programas e campanhas de tipo ecológico, a população em geral não tem assimilado a idéia da sua responsabilidade sobre o manejo de resíduos sólidos, e se mostra indiferente em relação a seus hábitos de consumo. A população analfabeta de mais de 15 anos continuou diminuindo na Região. Não obstante, países como El Salvador, Haiti, Honduras, Guatemala, Jamaica, Nicarágua, Panamá, República Dominicana e Santa Lúcia ainda possuem taxas de analfabetismo maiores de 20% (Figura 4). A importância do nível educacional da população reside na grande influência que tem nos hábitos de higiene pessoal e limpeza da moradia e áreas públicas, como também na consciência ambiental, que acarreta uma demanda de melhores serviços e a melhor preparação da comunidade para assumir sua participação no manejo dos resíduos.

14 CAPITULO 2 - A SITUAÇÃO REGIONAL Figura 4. Taxa de analfabetismo em pessoas de mais de 15 anos nos países da América Latina e Caribe 2001 Fonte: Avaliação de Resíduos. 21

As ilhas são mais visitadas do que os Estados continentais Evolução do número de turistas

As ilhas são mais visitadas do que os Estados continentais Evolução do número de turistas TURISMO O setor de turismo cresceu muito na última década, independente de sua posição central ou secundária na economia dos países do espaço Caribe. Mais de 25 milhões de turistas foram recebidos em 2001,

Leia mais

50º CONSELHO DIRETOR 62 a SESSÃO DO COMITÊ REGIONAL

50º CONSELHO DIRETOR 62 a SESSÃO DO COMITÊ REGIONAL ORGANIZAÇÃO PAN-AMERICANA DA SAÚDE ORGANIZAÇÃO MUNDIAL DA SAÚDE 50º CONSELHO DIRETOR 62 a SESSÃO DO COMITÊ REGIONAL Washington, D.C., EUA, 27 de setembro a 1º de outubro de 2010 Tema 4.17 da agenda CD50/26

Leia mais

Brasil fica em quarto lugar em desigualdade social

Brasil fica em quarto lugar em desigualdade social Material elaborado pelo Ético Sistema de Ensino Ensino fundamental Publicado em 2012 Prova bimestral 4 o Bimestre 5 o ano Geografia 1. Leia a notícia, divulgada em vários jornais brasileiros, no dia 21

Leia mais

IDH do Brasil melhora, mas país cai no ranking Mudança se deve a desempenho melhor de outro país

IDH do Brasil melhora, mas país cai no ranking Mudança se deve a desempenho melhor de outro país Material embargado até dia 9 de novembro, às 11h do Brasil IDH do Brasil melhora, mas país cai no ranking Mudança se deve a desempenho melhor de outro país O Índice de Desenvolvimento Humano (IDH) do Brasil

Leia mais

A Economia da América Latina

A Economia da América Latina A Economia da América Latina adsense1 Agricultura A agricultura de subsistência era a principal atividade econômica dos povos originais da América Latina, Essa atividade era complementada pela caça, pela

Leia mais

ELABORAÇÃO DE INDICADORES SOCIAIS

ELABORAÇÃO DE INDICADORES SOCIAIS 1 ELABORAÇÃO DE INDICADORES SOCIAIS Ernesto Friedrich de Lima Amaral 28 de setembro de 2011 Universidade Federal de Minas Gerais Faculdade de Ciências Humanas e Filosofia Departamento de Sociologia e Antropologia

Leia mais

Comerçio exterior. Balança comercial positiva nas ilhas. Importações e exportações (em bilhões de US$)

Comerçio exterior. Balança comercial positiva nas ilhas. Importações e exportações (em bilhões de US$) Comerçio exterior O Comerçio exterior do espaço Caribe 1 representou em 2001 mais de 297 bilhões de dólares 2 em importações e mais de 290 bilhões em exportações, o que indica uma balança comercial deficitária

Leia mais

Analfabetismo no Brasil

Analfabetismo no Brasil Analfabetismo no Brasil Ricardo Paes de Barros (IPEA) Mirela de Carvalho (IETS) Samuel Franco (IETS) Parte 1: Magnitude e evolução do analfabetismo no Brasil Magnitude Segundo estimativas obtidas com base

Leia mais

Brasil avança, mas é quarto país mais desigual da América Latina, diz ONU

Brasil avança, mas é quarto país mais desigual da América Latina, diz ONU Brasil avança, mas é quarto país mais desigual da América Latina, diz ONU Estudo faz balanço de serviços urbanos básicos, como a gestão dos resíduos sólidos. (Foto: Reprodução) Apesar do crescimento econômico,

Leia mais

Caracterização do território

Caracterização do território Perfil do Município de Peruíbe, SP 30/07/2013 - Pág 1 de 14 Caracterização do território Área 323,17 km² IDHM 2010 0,749 Faixa do IDHM Alto (IDHM entre 0,700 e 0,799) (Censo 2010) 59773 hab. Densidade

Leia mais

Caracterização do território

Caracterização do território Perfil do Município de Novo Mundo, MT 02/08/2013 - Pág 1 de 14 Caracterização do território Área 5826,18 km² IDHM 2010 0,674 Faixa do IDHM Médio (IDHM entre 0,6 e 0,699) (Censo 2010) 7332 hab. Densidade

Leia mais

Caracterização do território

Caracterização do território Perfil do Município de Vera, MT 02/08/2013 - Pág 1 de 14 Caracterização do território Área 2962,4 km² IDHM 2010 0,680 Faixa do IDHM Médio (IDHM entre 0,6 e 0,699) (Censo 2010) 10235 hab. Densidade demográfica

Leia mais

Caracterização do território

Caracterização do território Perfil do Município de Porto Alegre do Norte, MT 02/08/2013 - Pág 1 de 14 Caracterização do território Área 3994,51 km² IDHM 2010 0,673 Faixa do IDHM Médio (IDHM entre 0,6 e 0,699) (Censo 2010) 10748 hab.

Leia mais

Caracterização do território

Caracterização do território Perfil do Município de São José do Rio Claro, MT 02/08/2013 - Pág 1 de 14 Caracterização do território Área 5074,56 km² IDHM 2010 0,682 Faixa do IDHM Médio (IDHM entre 0,6 e 0,699) (Censo 2010) 17124 hab.

Leia mais

Estrutura Populacional e Indicadores socioeconômicos

Estrutura Populacional e Indicadores socioeconômicos POPULAÇÃO BRASILEIRA Estrutura Populacional e Indicadores socioeconômicos Desde a colonização do Brasil o povoamento se concentrou no litoral do país. No início do século XXI, a população brasileira ainda

Leia mais

Caracterização do território

Caracterização do território Perfil do Município de Cabo Verde, MG 29/07/2013 - Pág 1 de 14 Caracterização do território Área 368,15 km² IDHM 2010 0,674 Faixa do IDHM Médio (IDHM entre 0,6 e 0,699) (Censo 2010) 13823 hab. Densidade

Leia mais

Caracterização do território

Caracterização do território Perfil do Município de Guaranésia, MG 29/07/2013 - Pág 1 de 14 Caracterização do território Área 294,28 km² IDHM 2010 0,701 Faixa do IDHM Alto (IDHM entre 0,700 e 0,799) (Censo 2010) 18714 hab. Densidade

Leia mais

Economia. Economia. Uma integração regional complicada

Economia. Economia. Uma integração regional complicada Economia O espaço Caribe conjuga os extremos: pobreza e opulência, grandes espaços e pequenos Estados, territórios não independentes e países soberanos, especialização e diversificação. A economia da região

Leia mais

Panorama da Educação Superior na América Latina e Caribe:

Panorama da Educação Superior na América Latina e Caribe: Panorama da Educação Superior na América Latina e Caribe: a importância da expansão quantitativa e qualitativa da pesquisa e da pós-graduação ANA LÚCIA GAZZOLA OUTUBRO 2008 Cenáriosda da Educação Superior

Leia mais

Grupo Banco Mundial. Construindo um mundo sem pobreza

Grupo Banco Mundial. Construindo um mundo sem pobreza Grupo Banco Mundial Construindo um mundo sem pobreza Enfoque Regional! O Banco Mundial trabalha em seis grandes regiões do mundo: 2 Fatos Regionais: América Latina e Caribe (ALC)! População total: 500

Leia mais

As instituições internacionais e a reorganização do espaço geográfico mundial

As instituições internacionais e a reorganização do espaço geográfico mundial As instituições internacionais e a reorganização do espaço geográfico mundial ONU A ONU (Organização das Nações Unidas) foi fundada no dia 24 de outubro de 1945, em São Francisco, Estados Unidos. O encontro

Leia mais

Demografia. População (milhões de habitantes) 1

Demografia. População (milhões de habitantes) 1 DEMOGRAFIA Em 2002, a população dos 38 Estados e territórios do espaço Caribe chega a quase 250 milhões de habitantes, com uma densidade populacional de 47 habitantes/km², representando 4% da população

Leia mais

ISSN 1519-9568. INFORMATIVO MENSAL Ano 1 Número 20 Março de 2002 APRESENTAÇÃO

ISSN 1519-9568. INFORMATIVO MENSAL Ano 1 Número 20 Março de 2002 APRESENTAÇÃO ISSN 119-968 INFORMATIVO MENSAL Ano 1 Número Março de APRESENTAÇÃO O Boletim apresenta uma síntese do documento Panorama Social de América Latina -1, uma publicação da Comissão Especial para a América

Leia mais

Primeiro Ciclo 2004-2005 Formulário de inscrição

Primeiro Ciclo 2004-2005 Formulário de inscrição INICIATIVA DA CEPAL COM O APOIO DA FUNDAÇÃO W.K. KELLOGG Primeiro Ciclo 2004-2005 Formulário de inscrição Os formulários para a inscrição estão disponíveis na página web da CEPAL, www.cepal.cl, e na do

Leia mais

Espanha, Alemanha e Reino Unido também são usados como pontos de trânsito para precursores destinados à região. Pág. 85 Recentemente, vários países

Espanha, Alemanha e Reino Unido também são usados como pontos de trânsito para precursores destinados à região. Pág. 85 Recentemente, vários países Referências ao Brasil e ao Cone Sul Relatos da fabricação de ATS também surgiram em países da América Central e da América do Sul. Seis laboratórios ilícitos de ATS foram relatados apreendidos em 2009.

Leia mais

O Brasil e o IDH. No mês de setembro de 2005 o PNUD (Programa das Nações Unidas para o

O Brasil e o IDH. No mês de setembro de 2005 o PNUD (Programa das Nações Unidas para o O Brasil e o IDH No mês de setembro de 2005 o PNUD (Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento) divulgou o Relatório de Desenvolvimento Humano (RDH 2005), com a análise de 177 países. Com dados

Leia mais

ELABORAÇÃO DE INDICADORES SOCIAIS

ELABORAÇÃO DE INDICADORES SOCIAIS ELABORAÇÃO DE INDICADORES SOCIAIS Ernesto Friedrich de Lima Amaral 24 de setembro de 2008 Universidade Federal de Minas Gerais Faculdade de Ciências Humanas e Filosofia Departamento de Sociologia e Antropologia

Leia mais

Programas Sociais. A recente experiência paulistana

Programas Sociais. A recente experiência paulistana Programas Sociais A recente experiência paulistana Mapa da fome no Brasil na década de 1950 Fonte: Banco Central do Brasil Fonte: CASTRO, Josué. Geografia da Fome. São Paulo: Brasiliense, 1957 10.000 9.000

Leia mais

BRASIL EXCLUDENTE E CONCENTRADOR. Colégio Anglo de Sete Lagoas Prof.: Ronaldo Tel.: (31) 2106 1750

BRASIL EXCLUDENTE E CONCENTRADOR. Colégio Anglo de Sete Lagoas Prof.: Ronaldo Tel.: (31) 2106 1750 BRASIL EXCLUDENTE E CONCENTRADOR As crises econômicas que se sucederam no Brasil interromperam a política desenvolvimentista. Ocorre que o modelo de desenvolvimento aqui implantado (modernização conservadora

Leia mais

Como Economizar US$ 36 Bilhões em Eletricidade

Como Economizar US$ 36 Bilhões em Eletricidade Como Economizar US$ 36 Bilhões em Eletricidade (sem desligar as luzes) UMA PESQUISA SOBRE A PRODUTIVIDADE ENERGÉTICA NAS AMERICAS CONTINUE POR FAVOR 6 1,9 1 0,1 4 3 14 4 8 O Futuro Sem Eficiência Uma maneira

Leia mais

Caracterização do território

Caracterização do território Perfil do Município de Santos, SP 30/07/2013 - Pág 1 de 14 Caracterização do território Área 281,35 km² IDHM 2010 0,840 Faixa do IDHM Muito Alto (IDHM entre 0,8 e 1) (Censo 2010) 419400 hab. Densidade

Leia mais

166 - Panorama do espaço Caribe. Dossiês temáticos : Démografia...167. Economia...175. Turismo...184. Comerçio exterior...190. Fonte...

166 - Panorama do espaço Caribe. Dossiês temáticos : Démografia...167. Economia...175. Turismo...184. Comerçio exterior...190. Fonte... Dossiês temáticos : Démografia...167 Economia...175 Turismo...184 Comerçio exterior...190 Fonte...197 Métodos...198 Definições...200 Para conhecer mais...206 166 - Panorama do espaço Caribe DEMOGRAFIA

Leia mais

Introduction to Latin American Economies. Fabio Fonseca, Senior Director, FIESP

Introduction to Latin American Economies. Fabio Fonseca, Senior Director, FIESP Introduction to Latin American Economies Fabio Fonseca, Senior Director, FIESP América Latina México América Central Guianas América Andina América Platina Brasil México América Latina México América Central

Leia mais

Escola Regional MOST/UNESCO Programa Gestão das Transformações Sociais

Escola Regional MOST/UNESCO Programa Gestão das Transformações Sociais Escola Regional MOST/UNESCO Programa Gestão das Transformações Sociais 7 a 12 de outubro de 2013 Brasília, Brasil CONVOCATÓRIA Juventude, Participação e Desenvolvimento Social na América Latina e Caribe

Leia mais

Quase 10% dos brasileiros têm mais de 70 anos. Segundo o IBGE, em 40 anos o número de idosos deverá superar o de jovens

Quase 10% dos brasileiros têm mais de 70 anos. Segundo o IBGE, em 40 anos o número de idosos deverá superar o de jovens Um país de idosos Quase 10% dos brasileiros têm mais de 70 anos. Segundo o IBGE, em 40 anos o número de idosos deverá superar o de jovens A expectativa de vida do brasileiro aumentou mais de 20 anos em

Leia mais

VII. VIAGENS DO SECRETÁRIO-GERAL E DO SECRETÁRIO-GERAL ADJUNTO

VII. VIAGENS DO SECRETÁRIO-GERAL E DO SECRETÁRIO-GERAL ADJUNTO VII. VIAGENS DO SECRETÁRIO-GERAL E DO SECRETÁRIO-GERAL ADJUNTO 140 Viagens do Secretário-Geral Conferência sobre o Sistema Interamericano São Domingos, República Dominicana, 2 e 3 de junho de 2005 Trigésimo

Leia mais

Nota de trabalho. Estado actual das negociações comerciais multilaterais sobre os produtos agrícolas REPRESENTAÇÃO COMERCIAL

Nota de trabalho. Estado actual das negociações comerciais multilaterais sobre os produtos agrícolas REPRESENTAÇÃO COMERCIAL MISSÃO PERMANENTE DA REPÚBLICA DE ANGOLA JUNTO DA ORGANIZAÇÃO DAS NAÇÕES UNIDAS REPRESENTAÇÃO COMERCIAL GENEBRA - SUÍÇA Estado actual das negociações comerciais multilaterais sobre os produtos agrícolas

Leia mais

O continente americano apresenta duas realidades socioeconômicas e culturais distintas.o extremo norte apresentam elevados índices de desenvolvimento

O continente americano apresenta duas realidades socioeconômicas e culturais distintas.o extremo norte apresentam elevados índices de desenvolvimento O continente americano apresenta duas realidades socioeconômicas e culturais distintas.o extremo norte apresentam elevados índices de desenvolvimento socioeconômico. Ao sul do continente, estão países

Leia mais

aprovado no Foro de Ministros de Meio Ambiente (2004-2006) para 2005-2007.

aprovado no Foro de Ministros de Meio Ambiente (2004-2006) para 2005-2007. PROGRAMA LATINO-AMERICANO E CARIBENHO DE EDUCAÇÃO AMBIENTAL ACORDOS PARA A IMPLEMENTAÇÃO DA ESTRATÉGIA DO PLACEA: 2005-2007 1 (DOCUMENTO EM VERSÃO PRELIMINAR) Introdução: Os especialistas em Gestão Pública

Leia mais

Caracterização do território

Caracterização do território Perfil do Município de Areado, MG 29/07/2013 - Pág 1 de 14 Caracterização do território Área 282,6 km² IDHM 2010 0,727 Faixa do IDHM Alto (IDHM entre 0,700 e 0,799) (Censo 2010) 13731 hab. Densidade demográfica

Leia mais

DOCUMENTO DE TRABALHO

DOCUMENTO DE TRABALHO ASAMBLEA PARLAMENTARIA EURO-LATINOAMERICANA EURO-LATIN AMERICAN PARLIAMENTARY ASSEMBLY ASSEMBLEIA PARLAMENTAR EURO-LATINO-AMERICANA ASSEMBLÉE PARLEMENTAIRE EURO-LATINO- AMÉRICAINE PARLAMENTARISCHE VERSAMMLUNG

Leia mais

COMISSÃO DE RELAÇÕES EXTERIORES E DE DEFESA NACIONAL

COMISSÃO DE RELAÇÕES EXTERIORES E DE DEFESA NACIONAL COMISSÃO DE RELAÇÕES EXTERIORES E DE DEFESA NACIONAL MENSAGEM N o 388, DE 2014 Submete à consideração do Congresso Nacional o texto do Acordo de Cooperação Técnica entre o Governo da República Federativa

Leia mais

Caracterização do território

Caracterização do território Perfil do Município de Botelhos, MG 29/07/2013 - Pág 1 de 14 Caracterização do território Área 335,24 km² IDHM 2010 0,702 Faixa do IDHM Alto (IDHM entre 0,700 e 0,799) (Censo 2010) 14920 hab. Densidade

Leia mais

Pobreza e Prosperidade. Metropolitanas Brasileiras: Balanço e Identificação de Prioridades. Compartilhada nas Regiões

Pobreza e Prosperidade. Metropolitanas Brasileiras: Balanço e Identificação de Prioridades. Compartilhada nas Regiões Pobreza e Prosperidade Compartilhada nas Regiões Metropolitanas Brasileiras: Balanço e Identificação de Prioridades Aude-Sophie Rodella Grupo Sectorial da Pobreza Brasilia, June 2015 No Brasil, a pobreza

Leia mais

Como está a situação da população mundial e que expectativa razoável podemos ter para o futuro?

Como está a situação da população mundial e que expectativa razoável podemos ter para o futuro? População mundial Leia as manchetes abaixo: População mundial superará 9,2 bilhões em 2050, estima ONU BBC Brasil Casais ricos burlam lei do filho único na China BBC Brasil A população mundial atingiu

Leia mais

Caracterização do território

Caracterização do território Perfil do Município de Alto Boa Vista, MT 01/08/2013 - Pág 1 de 14 Caracterização do território Área 2248,35 km² IDHM 2010 0,651 Faixa do IDHM Médio (IDHM entre 0,6 e 0,699) (Censo 2010) 5247 hab. Densidade

Leia mais

Caracterização do território

Caracterização do território Perfil do Município de Sorriso, MT 02/08/2013 - Pág 1 de 14 Caracterização do território Área 9382,37 km² IDHM 2010 0,744 Faixa do IDHM Alto (IDHM entre 0,700 e 0,799) (Censo 2010) 66521 hab. Densidade

Leia mais

Indicador ANEFAC dos países do G-20 Edição 2013. Por Roberto Vertamatti*

Indicador ANEFAC dos países do G-20 Edição 2013. Por Roberto Vertamatti* Indicador ANEFAC dos países do G-20 Edição 2013 Por Roberto Vertamatti* Brasil recua novamente para a 15ª posição por não melhorar índices de saúde, educação e renda e piorar em relação a pobreza e desigualdade

Leia mais

RELATÓRIO MUNDIAL SOBRE DROGAS WDR 2009 Escritório das Nações Unidas sobre Drogas e Crime (UNODC)

RELATÓRIO MUNDIAL SOBRE DROGAS WDR 2009 Escritório das Nações Unidas sobre Drogas e Crime (UNODC) RELATÓRIO MUNDIAL SOBRE DROGAS WDR 2009 Escritório das Nações Unidas sobre Drogas e Crime (UNODC) Referências ao Brasil 1 Consumo de opiáceos 2 A maior população de usuários de opiáceos (ópio, heroína,

Leia mais

DIRETORIA DA FUNDAÇÃO BRASIL. Sandro Afonso Morales Presidente. Ricardo Titericz Vice Presidente. Eduardo Fernandes Diretor Executivo

DIRETORIA DA FUNDAÇÃO BRASIL. Sandro Afonso Morales Presidente. Ricardo Titericz Vice Presidente. Eduardo Fernandes Diretor Executivo DIRETORIA DA FUNDAÇÃO BRASIL Sandro Afonso Morales Presidente Ricardo Titericz Vice Presidente Eduardo Fernandes Diretor Executivo Lauro José Búrigo Filho Diretor Administrativo Juliano Constante Diretor

Leia mais

Perfil Municipal - Rio Bom (PR)

Perfil Municipal - Rio Bom (PR) Caracterização do Território Área: 177,4 km² u Densidade Demográfica: 20,0 hab/km² Altitude da Sede: 680 m Ano de Instalação: 1.964 Distância à Capital: 284,5 km Microrregião: Faxinal Mesorregião: Norte

Leia mais

SITUAÇÃO DOS ODM NOS MUNICÍPIOS

SITUAÇÃO DOS ODM NOS MUNICÍPIOS SITUAÇÃO DOS ODM NOS MUNICÍPIOS O presente levantamento mostra a situação dos Objetivos de Desenvolvimento do Milênio (ODM) nos municípios brasileiros. Para realizar a comparação de forma mais precisa,

Leia mais

A AMÉRICA CENTRAL E O CARIBE. Professora:Luiza de Marilac Geografia 8º Ano 2015

A AMÉRICA CENTRAL E O CARIBE. Professora:Luiza de Marilac Geografia 8º Ano 2015 A AMÉRICA CENTRAL E O CARIBE Professora:Luiza de Marilac Geografia 8º Ano 2015 Fragmentação política Sub regiões Ístmica Insular Composição étnica: Euroameríndios Indígenas Afrodescendentes AMÉRICA CENTRAL

Leia mais

América Latina: Herança Colonial e Diversidade Cultural. Capítulo 38

América Latina: Herança Colonial e Diversidade Cultural. Capítulo 38 América Latina: Herança Colonial e Diversidade Cultural Capítulo 38 Expansão marítima européia; Mercantilismo (capitalismo comercial); Tratado de Tordesilhas (limites coloniais entre Portugal e Espanha):

Leia mais

9. o ANO FUNDAMENTAL PROF. ª ANDREZA XAVIER PROF. WALACE VINENTE

9. o ANO FUNDAMENTAL PROF. ª ANDREZA XAVIER PROF. WALACE VINENTE 9. o ANO FUNDAMENTAL PROF. ª ANDREZA XAVIER PROF. WALACE VINENTE Unidade III Cidadania e movimento. 2 Aula 14.2 Conteúdos Outros elementos medidos pelo IDH. Comentários sobre o IDH de 2011. 3 Habilidade

Leia mais

54 o CONSELHO DIRETOR

54 o CONSELHO DIRETOR 54 o CONSELHO DIRETOR 67 a SESSÃO DO COMITÊ REGIONAL DA OMS PARA AS AMÉRICAS Washington, D.C., EUA, 28 de setembro a 2 de outubro de 2015 Tema 7.5 da agenda provisória CD54/INF/5 10 de julho de 2015 Original:

Leia mais

Pontes ao Sul: Argentina Brasil Laços com o Rio Grande do Sul. Consulado Geral da República Argentina em Porto Alegre Novembro 2015

Pontes ao Sul: Argentina Brasil Laços com o Rio Grande do Sul. Consulado Geral da República Argentina em Porto Alegre Novembro 2015 Pontes ao Sul: Argentina Brasil Laços com o Rio Grande do Sul Consulado Geral da República Argentina em Porto Alegre Novembro 2015 Vantagens e oportunidades da Argentina Alguns dados estruturais Com mais

Leia mais

É o estudo do processo de produção, distribuição, circulação e consumo dos bens e serviços (riqueza).

É o estudo do processo de produção, distribuição, circulação e consumo dos bens e serviços (riqueza). GEOGRAFIA 7ª Série/Turma 75 Ensino Fundamental Prof. José Gusmão Nome: MATERIAL DE ESTUDOS PARA O EXAME FINAL A GEOGRAFIA DO MUNDO SUBDESENVOLVIDO A diferença entre os países que mais chama a atenção é

Leia mais

Taxa de analfabetismo

Taxa de analfabetismo B Taxa de analfabetismo B.1................................ 92 Níveis de escolaridade B.2................................ 94 Produto Interno Bruto (PIB) per capita B.3....................... 96 Razão de

Leia mais

Educação e Mão de Obra para o Crescimento

Educação e Mão de Obra para o Crescimento Fórum Estadão Brasil Competitivo: Educação e Mão de Obra para o Crescimento Maria Alice Setubal Presidente dos Conselhos do Centro de Estudos e Pesquisas em Educação, Cultura e Ação Comunitária Cenpece

Leia mais

Simon Schwartzman. A evolução da educação superior no Brasil diferenças de nível, gênero e idade.

Simon Schwartzman. A evolução da educação superior no Brasil diferenças de nível, gênero e idade. A educação de nível superior superior no Censo de 2010 Simon Schwartzman (julho de 2012) A evolução da educação superior no Brasil diferenças de nível, gênero e idade. Segundo os dados mais recentes, o

Leia mais

Aula5 POPULAÇÃO E DEMOGRAFIA NO BRASIL. Debora Barbosa da Silva

Aula5 POPULAÇÃO E DEMOGRAFIA NO BRASIL. Debora Barbosa da Silva Aula5 POPULAÇÃO E DEMOGRAFIA NO BRASIL META Refletir sobre as características da população brasileira como fundamento para a compreensão da organização do território e das políticas de planejamento e desenvolvimento

Leia mais

Voluntariado e Desenvolvimento Social. Wanda Engel

Voluntariado e Desenvolvimento Social. Wanda Engel Voluntariado e Desenvolvimento Social Wanda Engel Desenvolvimento Humano Sujeito Sujeito Objeto Desenvolvimento Social Desenvolvimento Econômico Desenvolvimento Social Sistema de distribuição de oportunidades:

Leia mais

NOTA SOBRE O COMÉRCIO EXTERIOR NA AMÉRICA DO SUL

NOTA SOBRE O COMÉRCIO EXTERIOR NA AMÉRICA DO SUL fevereiro 2010 NOTA SOBRE O COMÉRCIO EXTERIOR NA AMÉRICA DO SUL Paulo Roberto Delgado * Gracia Maria Viecelli Besen* Na presente década, verificou-se forte expansão do comércio externo nos países da América

Leia mais

TERESINA ÍNDICE DE DESENVOLVIMENTO HUMANO

TERESINA ÍNDICE DE DESENVOLVIMENTO HUMANO TERESINA ÍNDICE DE DESENVOLVIMENTO HUMANO Teresina (PI), Setembro 2014 1 ÍNDICE DE DESENVOLVIMENTO HUMANO (IDH-m) As informações deste estudo são extraídas do site do Programa das Nações Unidas - PNUD,

Leia mais

Estudo dos países da América Latina e América Central

Estudo dos países da América Latina e América Central Empresa têxtil E M P R E S A T Ê X T I L Estudo dos países da América Latina e América Central Produtos considerados: 6003.33.00/6006.31.00/6006.21.00/6006.22.00/6006.23.00/6006.42.00 1. Exportações brasileiras

Leia mais

O PAPEL DA INICIATIVA PRIVADA NO ENSINO SUPERIOR: REALIDADE E DESAFIOS PARA O FUTURO

O PAPEL DA INICIATIVA PRIVADA NO ENSINO SUPERIOR: REALIDADE E DESAFIOS PARA O FUTURO O PAPEL DA INICIATIVA PRIVADA NO ENSINO SUPERIOR: REALIDADE E DESAFIOS PARA O FUTURO Participação no Desenvolvimento Econômico Social Brasileiro Sindicato das Entidades Mantenedoras de Estabelecimentos

Leia mais

Direitos Humanos II D I R E I T O S E C O N Ô M I C O S, S O C I A I S, C U L T U R A I S E A M B I E N T A I S. Escola de Governo 22/09/2015

Direitos Humanos II D I R E I T O S E C O N Ô M I C O S, S O C I A I S, C U L T U R A I S E A M B I E N T A I S. Escola de Governo 22/09/2015 Direitos Humanos II D I R E I T O S E C O N Ô M I C O S, S O C I A I S, C U L T U R A I S E A M B I E N T A I S Escola de Governo 22/09/2015 Gerações dos Direitos Humanos 1ª Dimensão Direitos Civis e Políticos

Leia mais

Panorama Econômico e Político da América Latina -Por que a região vai tão bem

Panorama Econômico e Político da América Latina -Por que a região vai tão bem Panorama Econômico e Político da América Latina -Por que a região vai tão bem economicamente? Thomas J Trebat Centro de Estudos Brasileiros Columbia University Junho de 2011 Uma visão mais favorável sobre

Leia mais

Boletim Econômico. Federação Nacional dos Portuários. Sumário

Boletim Econômico. Federação Nacional dos Portuários. Sumário Boletim Econômico Federação Nacional dos Portuários Agosto de 2014 Sumário Indicadores de desenvolvimento brasileiro... 2 Emprego... 2 Reajuste dos salários e do salário mínimo... 3 Desigualdade Social

Leia mais

2.1 DINÂMICA POPULACIONAL

2.1 DINÂMICA POPULACIONAL DIMENSÃO SOCIAL . DINÂMICA POPULACIONAL Esta seção tem como objetivo expor a evolução e distribuição da população no território paranaense, apontando, em particular, a concentração que se realiza em determinadas

Leia mais

A POSIÇÃO DO MUNICÍPIO DE SÃO JOSÉ DOS CAMPOS (SP) EM RELAÇÃO AO ÍNDICE DE DESENVOLVIMENTO HUMANO (IDH) E AO ÍNDICE DE GINI

A POSIÇÃO DO MUNICÍPIO DE SÃO JOSÉ DOS CAMPOS (SP) EM RELAÇÃO AO ÍNDICE DE DESENVOLVIMENTO HUMANO (IDH) E AO ÍNDICE DE GINI A POSIÇÃO DO MUNICÍPIO DE SÃO JOSÉ DOS CAMPOS (SP) EM RELAÇÃO AO ÍNDICE DE DESENVOLVIMENTO HUMANO (IDH) E AO ÍNDICE DE GINI Roland Anton Zottele 1, Friedhilde M. K. Manulescu 2 1, 2 Faculdade de Ciências

Leia mais

O Ano Internacional do Saneamento 2008. Panorâmica

O Ano Internacional do Saneamento 2008. Panorâmica O Ano Internacional do Saneamento 2008 Panorâmica Um instantâneo da actual situação: 2,6 mil milhões de pessoas em todo o mundo não têm acesso a saneamento melhorado. 2 mil milhões vivem em zonas rurais.

Leia mais

Conselho de Desenvolvimento Econômico e Social CDES. A Consolidação das Políticas Sociais na Estratégia de Desenvolvimento Brasileiro

Conselho de Desenvolvimento Econômico e Social CDES. A Consolidação das Políticas Sociais na Estratégia de Desenvolvimento Brasileiro Conselho de Desenvolvimento Econômico e Social CDES A Consolidação das Políticas Sociais na Estratégia de Desenvolvimento Brasileiro A CONTRIBUIÇÃO DO CDES PARA O DEBATE DA CONSOLIDAÇÃO DAS POLÍTICAS SOCIAIS

Leia mais

Distance to frontier

Distance to frontier Boletim Informativo do Doing Business 2013: América Latina e Caribe Das 50 economias que desde 2005 mais tiveram melhorias regulamentares para facilitar a prática de fazer negócios para empresas locais,

Leia mais

Palestra: A gestão comunitária do saneamento rural na América Latina e Caribe (ALC)

Palestra: A gestão comunitária do saneamento rural na América Latina e Caribe (ALC) IV SEMINÁRIO DE ENGENHARIA DE SAÚDE PÚBLICA Desenvolvimento Sustentável, Demandas Contemporâneas e Responsabilidade Socioambiental 18 a 22 de março de 2013, Belo Horizonte - MG Fundação Nacional de Saúde

Leia mais

RESUMO EXECUTIVO As remessas de dinheiro dos trabalhadores migrantes se tornaram a principal fonte de financiamento para os países em desenvolvimento e são especialmente importantes na América Latina e

Leia mais

Entenda o que é IDH Secretaria de Saúde Pública do Pará

Entenda o que é IDH Secretaria de Saúde Pública do Pará Entenda o que é IDH Secretaria de Saúde Pública do Pará O Índice de Desenvolvimento Humano (IDH), divulgado pela ONU, parte do pressuposto de que para aferir o avanço de uma população não se deve considerar

Leia mais

27/09/2011. Integração Econômica da América do Sul: Perspectiva Empresarial

27/09/2011. Integração Econômica da América do Sul: Perspectiva Empresarial 27/09/2011 Integração Econômica da América do Sul: Perspectiva Empresarial Estrutura da apresentação Perspectiva empresarial Doing Business 2011 Investimentos Estrangeiros e Comércio Exterior Complementaridade

Leia mais

CRESCIMENTO POPULACIONAL. Estágio-Docência: Camila Macêdo Medeiros

CRESCIMENTO POPULACIONAL. Estágio-Docência: Camila Macêdo Medeiros CRESCIMENTO POPULACIONAL Estágio-Docência: Camila Macêdo Medeiros O que é Crescimento Populacional? O crescimento populacional é a mudança positiva do número de indivíduos de uma população dividida por

Leia mais

Energia, tecnologia e política climática: perspectivas mundiais para 2030 MENSAGENS-CHAVE

Energia, tecnologia e política climática: perspectivas mundiais para 2030 MENSAGENS-CHAVE Energia, tecnologia e política climática: perspectivas mundiais para 2030 MENSAGENS-CHAVE Cenário de referência O estudo WETO apresenta um cenário de referência que descreve a futura situação energética

Leia mais

TEMA: POPULAÇÃO JOVEM DE 16 A 24 ANOS

TEMA: POPULAÇÃO JOVEM DE 16 A 24 ANOS Em 5 de agosto de 2013 foi sancionado o Estatuto da Juventude que dispõe sobre os direitos da população jovem (a Cidadania, a Participação Social e Política e a Representação Juvenil, a Educação, a Profissionalização,

Leia mais

Preços de alimentos básicos continuam em alta

Preços de alimentos básicos continuam em alta 1 São Paulo, 2 de junho de 2008. NOTA À IMPRENSA Preços de alimentos básicos continuam em alta Apenas duas, das 16 capitais onde o DIEESE - Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos

Leia mais

ESSENTIAL RLD. Acompanhamento de menores ou idosos Reembolso de gastos por atraso ou cancelamento do vôo

ESSENTIAL RLD. Acompanhamento de menores ou idosos Reembolso de gastos por atraso ou cancelamento do vôo ESSENTIAL RLD Cod. Produto: R6 Montan Máximo Global USD 15.000 Assistência médica por aciden ou enfermidades não pré-exisns * Primeiro Andimento Médico por enfermidade preexisn * Até USD 15.000 Medicamentos

Leia mais

Os conflitos armados no âmbito global e a violência no Brasil

Os conflitos armados no âmbito global e a violência no Brasil Este material é parte do material de divulgação do relatório Situação Mundial da Infância 2005, lançado pelo UNICEF no dia 9 de dezembro de 2004. Aqui você vai encontrar dados sobre a situação da infância

Leia mais

TEMA: CONTRASTES DE DESENVOLVIMENTO. 1ª parte -Países desenvolvidos vs Países em desenvolvimento

TEMA: CONTRASTES DE DESENVOLVIMENTO. 1ª parte -Países desenvolvidos vs Países em desenvolvimento TEMA: CONTRASTES DE DESENVOLVIMENTO 1ª parte -Países desenvolvidos vs Países em desenvolvimento Questões de partida 1. Podemos medir os níveis de Desenvolvimento? Como? 2. Como se distribuem os valores

Leia mais

PRIMEIRO BIMESTRE. Compreenda o processo de formação, transformação e diferenciação das paisagens mundiais.

PRIMEIRO BIMESTRE. Compreenda o processo de formação, transformação e diferenciação das paisagens mundiais. COLÉGIO ESTADUAL NOVO HORIZONTE ENSINO FUNDAMENTAL E MÉDIO PLANO DE TRABALHO DOCENTE (PTD) PROFESSORA: Cleunice Dias de Morais DISCIPLINA: Geografia ANO: 8º A PERÍODO: 2014 CONTEÚDOS ESTRUTURANTES Dimensão

Leia mais

Fernanda de Paula Ramos Conte Lílian Santos Marques Severino RESUMO:

Fernanda de Paula Ramos Conte Lílian Santos Marques Severino RESUMO: O Brasil e suas políticas sociais: características e consequências para com o desenvolvimento do país e para os agrupamentos sociais de nível de renda mais baixo nas duas últimas décadas RESUMO: Fernanda

Leia mais

Brasil é 2º em ranking de redução de mortalidade infantil 3

Brasil é 2º em ranking de redução de mortalidade infantil 3 Publicação Científica do Curso de Bacharelado em Enfermagem do CEUT. Ano 2011(3). Edição 38 Aline da Silva Oliveira 1 Cristiana Maria de Sousa Macedo 1 Mércia da Silva Sousa 1 Márcia Andrea Lial Sertão

Leia mais

Quero um empréstimo É uma ordem!

Quero um empréstimo É uma ordem! Quero um empréstimo É uma ordem! 2 de abril de 2014 Por Jesus Gonzalez-Garcia e Francesco Grigoli A participação estatal em bancos ainda é comum no mundo todo, apesar do grande número de privatizações

Leia mais

O nível do salário mínimo no Brasil frente à evidência internacional* Ricardo Paes de Barrros Miguel Foguel Gabriela Garcia Rosane Mendonça

O nível do salário mínimo no Brasil frente à evidência internacional* Ricardo Paes de Barrros Miguel Foguel Gabriela Garcia Rosane Mendonça O nível do salário mínimo no Brasil frente à evidência internacional* Ricardo Paes de Barrros Miguel Foguel Gabriela Garcia Rosane Mendonça 23 1. INTRODUÇÃO Nesta nota procuramos apresentar uma série de

Leia mais

MRE ABC CGRM CGPD CGRB

MRE ABC CGRM CGPD CGRB 1 Organograma da ABC MRE ABC CGRM CGPD CGRB 2 Competências da ABC Coordenar, negociar, aprovar e avaliar a cooperação técnica internacional do país. Coordenar todo o ciclo da cooperação técnica internacional

Leia mais

REALIDADE E ATUAIS DESAFIOS PARA A COMUNIDADE TERAPÊUTICA. Juan Palacios H. Presidente Flact

REALIDADE E ATUAIS DESAFIOS PARA A COMUNIDADE TERAPÊUTICA. Juan Palacios H. Presidente Flact REALIDADE E ATUAIS DESAFIOS PARA A COMUNIDADE TERAPÊUTICA Juan Palacios H. Presidente Flact 1 SOBRE A ORIGEM DA COMUNIDADE TERAPEUTICA Nascido como uma tentativa de humanizar hospitais psiquiátricos do

Leia mais

INDICADORES DEMOGRÁFICOS E NORDESTE

INDICADORES DEMOGRÁFICOS E NORDESTE INDICADORES DEMOGRÁFICOS E SOCIAIS E ECONÔMICOS DO NORDESTE Verônica Maria Miranda Brasileiro Consultora Legislativa da Área XI Meio Ambiente e Direito Ambiental, Organização Territorial, Desenvolvimento

Leia mais

Mudanças demográficas e saúde no Brasil Dados disponíveis em 2008

Mudanças demográficas e saúde no Brasil Dados disponíveis em 2008 Mudanças demográficas e saúde no Brasil Dados disponíveis em 2008 José Cechin Superintendente Executivo Carina Martins Francine Leite Nos últimos meses, vários relatórios publicados por diferentes instituições

Leia mais

CRESCIMENTO POPULACIONAL. Estágio-Docência: Camila Macêdo Medeiros

CRESCIMENTO POPULACIONAL. Estágio-Docência: Camila Macêdo Medeiros CRESCIMENTO POPULACIONAL Estágio-Docência: Camila Macêdo Medeiros O que é Crescimento Populacional? O crescimento populacional é a mudança positiva do número de indivíduos de uma população dividida por

Leia mais

R E M J A VIII. 24, 25 e 26 de fevereiro de 2010

R E M J A VIII. 24, 25 e 26 de fevereiro de 2010 R E M J A VIII Brasília, Brasil 24, 25 e 26 de fevereiro de 2010 Antecedentes da Rede Institucionalização da Rede Composição da Rede Progressos desde a REMJA VII Novos Avanços Propósito: aumentar e melhorar

Leia mais

Aula 9.1 Conteúdo: Tentativas de união na América Latina; Criação do Mercosul. FORTALECENDO SABERES DINÂMICA LOCAL INTERATIVA CONTEÚDO E HABILIDADES

Aula 9.1 Conteúdo: Tentativas de união na América Latina; Criação do Mercosul. FORTALECENDO SABERES DINÂMICA LOCAL INTERATIVA CONTEÚDO E HABILIDADES CONTEÚDO E HABILIDADES FORTALECENDO SABERES DESAFIO DO DIA Aula 9.1 Conteúdo: Tentativas de união na América Latina; Criação do Mercosul. 2 CONTEÚDO E HABILIDADES FORTALECENDO SABERES DESAFIO DO DIA Habilidade:

Leia mais

Sobre a Evolução Recente da Pobreza e da Desigualdade

Sobre a Evolução Recente da Pobreza e da Desigualdade Sobre a Evolução Recente da Pobreza e da Desigualdade Ipea - Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada BRASIL Ricardo Paes de Barros Brasília, setembro de 2009 Taxa anual de crescimento da renda domiciliar

Leia mais

Entidades realizadoras FPAA Federación Panamericana de Asociaciones de Arquitectos. A FPAA é uma das entidades mais importantes da corporação dos

Entidades realizadoras FPAA Federación Panamericana de Asociaciones de Arquitectos. A FPAA é uma das entidades mais importantes da corporação dos Entidades realizadoras FPAA Federación Panamericana de Asociaciones de Arquitectos. A FPAA é uma das entidades mais importantes da corporação dos arquitetos no mundo, fundada em abril de 1950. Congrega

Leia mais