A NUTRIÇÃO NA MELHORIA DA QUALIDADE DE VIDA DO PACIENTE CELÍACO

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1 II Jornada de Nutrição do Instituto Metodista Bennett A NUTRIÇÃO NA MELHORIA DA QUALIDADE DE VIDA DO PACIENTE CELÍACO Profa. Dra. Claudete Corrêa de Jesus Chiappini Faculdade de Nutrição UFF

2 Doença celíaca DEFINIÇÃO A DOENÇA CELÍACA (DC) É UMA ENTEROPATIA CRÔNICA IMUNO- MEDIADA, GLÚTEN-SENSÍVEL, COM UMA LARGA FAIXA DE MANISFESTAÇÕES DE SEVERIDADES VARIÁVEIS (Fasano et al., 2008) É DESENCADEADA PELA INGESTÃO DA GLIADINA DO TRIGO PROLAMINAS DO CENTEIO E DA CEVADA EM INDIVÍDUOS IMUNO- SENSIBILIZADOS (Fasano et al., 2008) A GLIADINA ASSOCIADA À GLUTENINA FORMA O SISTEMA GLÚTEN (HIDRATAÇÃO E MANIPULAÇÃO DA FARINHA DE TRIGO). Cereal Albuminas Globulinas Prolaminas Glutelinas % % % Principal proteína de reserva % Principal proteína de reserva Trigo gliadina 46 glutenina Milho zeína 39 - Cevada a hordeína 23 hordenina * Aveia avenina 23 Arroz oxi-zeína Sorgo Centeio a secalina - - REDE DE GLÚTEN

3 Doença celíaca PATOGENIA A REAÇÃO IMUNE SUBSEQUENTE LEVA À UMA INFLAMAÇÃO NO INTESTINO E À ATROFIA DAS VILOSIDADES (Fasano et al., 2008). SINTOMAS INTESTINAIS DIARRÉIA, ESTEATORRÉIA, OBSTIPAÇÃO, DISTENSÃO ABDOMINAL, FLATULÊNCIA, CÓLICAS, VÔMITOS. A ADERÊNCIA A DIETA ISENTA DE GLÚTEN (DIG) É SEGUIDA DE MELHORIA OU NORMALIZAÇÃO DA ARQUITETURA DAS VILOSIDADES

4 Dieta na doença celíaca DIETOTERAPIA A DIG CONSISTE NA RETIRADA DE QUALQUER PRODUTO ALIMENTÍCIO OU PREPARAÇÃO À BASE DE TRIGO, CENTEIO, CEVADA E SEUS DERIVADOS E AQUELES QUE NA SUA ELABORAÇÃO INDUSTRIAL OU CASEIRA TENHAM SIDO CONTAMINADOS A AVEIA É CONTAMINADA NO BRASIL O MALTE É PRODUTO DA FERMENTAÇÃO DA CEVADA E CONTÉM FRAÇÕES DE HORDEÍNA

5 Dieta na doença celíaca Massas Empadas Pães Bolos Cereais integrais Biscoitos Salgadinhos

6

7 Dieta na doença celíaca Alimentos infantis Bebidas c/ malte ou cevada Caldos e sopas MEDICAMENTOS AMBIENTE E UTENSÍLIOS SDEPANIAN ET AL., 2001

8 Dieta na doença celíaca GRUPOS PERMITIDOS PROIBIDOS As mais indicadas: arroz, batata, milho e mandioca Farinhas e féculas (Cereais, tubérculos e seus subprodutos, que encontramos em forma de pó) Arroz = farinha de arroz, creme de arroz, arrozina, arroz integral em pó e seus derivados Milho = fubá, farinha, amido de milho (maisena), flocos, canjica e pipoca Batata = fécula ou farinha. Mandioca ou aipim = fécula ou farinha, como a tapioca, polvilho doce ou azedo Macarrão de cereais = arroz, milho e mandioca TRIGO = farinha, semolina, germe e farelo AVEIA = flocos e farinha CENTEIO CEVADA = farinha MALTE Todos os produtos elaborados com os cereais citados acima Cará, inhame, araruta, sagú, trigo sarraceno.

9 Dieta na doença celíaca Bebidas Leites e derivados Açúcares Doces Achocolatados Sucos de frutas e vegetais naturais, refrigerantes e chás, vinhos, champagnes, aguardentes e saquê, cafés com selo ABIC Leite em pó, esterilizados, leites integrais, desnatados e semi-desnatados, leite condensado, creme de leite, Yakult, queijos frescos, tipo Minas, ricota, parmesão, pães de queijo, para iogurte e requeijão verificar observações nas embalagens Açúcar de cana, mel, melado, rapadura, glicose de milho, malto-dextrina, dextrose, glicose, geléias de fruta e de mocotó, doces e sorvetes caseiros preparados com alimentos permitidos, achocolatados de cacau, balas e caramelos Cerveja, whisky, vodka, gin, e ginger-ale, Ovomaltine, bebidas contendo malte, cafés misturados com cevada, outras bebidas cuja composição não esteja clara no rótulo Leites achocolatados que contenham malte ou extrato de malte, queijos fundidos, queijos preparados com cereais proibidos, na dúvida ou ausência das informações corretas nas embalagens, não adquirir o produto Para todos os casos, verificar as embalagens

10 Dieta na doença celíaca Carnes (bovina, aves, suína, caprina, rã, etc), pescado, ovos e vísceras (fígado, coração) Gorduras e óleos Grãos Hortaliças Condimentos QUAISQUER ALIMENTOS Todas, incluindo presunto e lingüiça caseira Manteiga, margarina, banha de porco, gordura vegetal hidrogenada, óleos vegetais, azeite Feijão, broto de feijão, ervilha seca, lentilha, amendoim, grão de bico, soja (extrato protéico de soja, extrato hidrossolúvel de soja) Todas Sal, pimenta, cheiro-verde, erva, temperos caseiros, maionese caseira, vinagre fermentado de vinhos tinto e de arroz, glutamato monossódico (Ajinomoto) Leia atentamente os rótulos Patês enlatados, embutidos (salame, salaminho e algumas salsichas, preparações à milanesa Extrato protéico vegetal, proteína vegetal hidrolizada Maionese, catchup, mostarda e temperos industrializados podem conter o glúten. Ler com muita atenção o rótulo. Os proibidos devem ter a expressão CONTÉM GLÚTEN nos rótulos

11 CARACTERÍSTICAS Dieta na doença celíaca POBRE EM FIBRAS INSOLÚVEIS CEREAIS E DERIVADOS RICOS EM FIBRAS INSOLÚVEIS Trigo farinha de trigo germe de trigo flocos de trigo trigo de quibe farelo de trigo Cevada Centeio Aveia farinha de cevada farinha de centeio farinha de aveia farelo de aveia aveia em flocos

12 RICA EM LÍPÍDIOS Dieta na doença celíaca BOLO DE LARANJA SEM GLÚTEN BOLO DE LARANJA TRADICIONAL Informação Nutricional Porção de 60g (1 Fatia) Quantidade por porção %VD* Valor calórico 192 kcal 10 Carboidratos 33g 11 Proteínas 3,4g 5 Gorduras totais 5,1g 9 Gorduras saturadas 3,6g 16 Gordura Trans 0g ** Fibra alimentar 0,8g 3 Sódio 222mg 9 PARA 100G: 8,5G DE GORDURAS TOTAIS 320 KCAL

13 Dieta na doença celíaca POBRE EM MINERAIS E VITAMINAS DOENÇAS ASSOCIADAS BAIXA ESTATURA OSTEOPENIA RESULTANTE DA MÁ ABSORÇÃO DE VITAMINA D E CÁLCIO INFERTILIDADE RESULTANTE DA MÁ ABSORÇÃO DE ZINCO, FERRO E ÁCIDO FÓLICO DOENÇAS NEUROLÓGICAS EM CRIANÇAS RESULTANTE DA MÁ ABSORÇÃO DE ÁCIDO FÓLICO DA MÃE E EM ADULTOS DA VITAMINA B12 INTOLERÂNCIA À LACTOSE ALERGIA A LACTOGLOBULINA, ALERGIA AS PROTEÍNAS DO OVO, SOJA, AMENDOIM E PESCADO

14 ALTERNATIVAS Dieta na doença celíaca DIETA BALANCEADA COM REPRESENTANTES DE TODOS OS GRUPOS DA PIRÂMIDE ALIMENTAR USDA FOOD GUIDE PYRAMID

15 Dieta na doença celíaca INTERPRETAÇÃO CORRETA DO GUIA ALIMENTAR INTERPRETAÇÃO INCORRETA DO GUIA ALIMENTAR

16 Dieta na doença celíaca INCLUSÃO DE HORTALIÇAS E FRUTAS COMO FONTE DE FIBRAS, VITAMINAS E MINERAIS, INCLUIR FUNCIONAIS - OMS 5 ao Dia VITAMINA A, VITAMINA C, ÁCIDO FÓLICO, LICOPENO VITAMINA C E PECTINA FLAVONÓIDES E RESVERATROL ANTI- OXIDANTES ANTI- INFLAMATÓRIAS REDUZ DOENÇAS CARDIO- VASCULARES VITAMINA A, VITAMINA C, ÁCIDO FÓLICO, FLAVONÓIDES

17 Dieta na doença celíaca USO DE FONTES MAGRAS DE PROTEÍNAS - CARNES MAGRAS, LEITE DESNATADO, SOJA CONTROLE DE DISLIPIDEMIAS E INDICE GLICÊMICO USO DE ARROZ INTEGRAL E LEGUMINOSAS, INCLUIR LINHAÇA E SOJA PRATICAR ATIVIDADE FÍSICA ÔMEGA 3 SALMÃO ATUM CAVALA SARDINHA REDUZ O COLESTEROL RUIM (LDL) E AUMENTA O COLESTEROL BOM (HDL) CONTROLE DE DISLIPIDEMIAS

18 Cálcio Dieta na doença celíaca mg de Cálcio Alimento Quantidade Presente Leite integral 230g 288 Leite desnatado 230g 302 Iogurte c/ baixo teor de gordura 230g 415 Iogurte de fruta 230g 314 Amêndoas 28g 80 Laranja 1 unidade 56 Sorvete de creme 1 xícara 176 Queijo mussarela 28g 207 Ricota ½ xícara 337 Sardinhas 85g 372 Camarão 85g 50 Acelga 1 xícara 74 Ácido fólico Brócolis 1 xícara 136 Couve 1 xícara 357 Alimento mcg Quantidade Nabo Levedo de cerveja colher de chá Fígado de galinha unidades Farinha de soja colheres de sopa Germe de trigo colheres de sopa Lentilha concha Broto de ervilha xícara Gema de ovo unidade Agrião xícaras Escarola xícara Alface xícaras Feijão concha

19 Doença celíaca DIAGNÓSTICO A DOENÇA CELÍACA (DC) POSSUI QUATRO FORMAS DE APRESENTAÇÃO CLÍNICA: CLÁSSICA, NÃO-CLÁSSICA, SILENCIOSA E LATENTE

20 Doença celíaca DIAGNÓSTICO REALIZADO POR MEIO DE: EXAME CLÍNICO COM ANAMNESE DETALHADA, EXAME FÍSICO, EXAMES DOS MARCADORES SÉRICOS (ANTI-TRANSGLUTAMINASE TECIDUAL (Ttg)*, ANTI-ENDOMÍSIO, ANTI- GLIADINA**) E ANÁLISE HISTOPATOLÓGICA DO INTESTINO DELGADO É IMPORTANTE RESSALTAR QUE A PRESENÇA DE UM QUADRO CLÍNICO SUGESTIVO OU DE SOROLOGIA POSITIVA PARA DC NÃO INVALIDAM A OBRIGATORIEDADE DA BIÓPSIA DE INTESTINO DELGADO ***. FAMILIARES ASSINTOMÁTICOS DEVEM FAZER EXAMES PERIODICAMENTE PORQUE A DC PODE SE MANISFESTAR EM QUALQUER ÉPOCA DA VIDA * universalmente recomendado **baixa acurância ***confirmatório devido a sintomas comuns e falta de acurância dos testes sorológicos

21 Doença celíaca GRUPO DE RISCO CRIANÇAS E ADULTOS COM SINTOMAS GASTROINTESTINAIS PERSISTENTES DIARRÉIA, DOR ABDOMINAL, CONSTIPAÇÃO E VÔMITO CRIANÇAS E ADULTOS SEM SINTOMAS GASTROINTESTINAIS E COM DERMATITE HERPETIFORME

22 GRUPO DE RISCO Doença celíaca CRIANÇAS E ADULTOS COM HIPOPLASIA DO ESMALTE DENTAL, OSTEOPOROSE, BAIXA ESTATURA, PUBERDADE RETARDADA, ANEMIA FERRO RESISTENTE CRIANÇAS E ADULTOS COM DIABETES MELLITUS TIPO 1, TIROIDITE AUTO-IMUNE, SÍNDROME DE DOWN, SÍNDROME DE TURNER, SÍNDROME DE WILLIAMS, FAMILIARES ASSINTOMÁTICOS DEVEM FAZER EXAMES PERIODICAMENTE PORQUE A DC PODE SE MANISFESTAR EM QUALQUER ÉPOCA DA VIDA

23 Bibliografia consultada Fasano, A.; Araya, M.; Bhatnagar, S.; Cameron, D.; Catassi, C.; Dirks, M.; Mearin, M.L.; Ortigosa, L. & Phillips, A.. Federation International Societies of Pediatric Gastroenterology, Hepatolofy and Nutrition Consensus Report on Celiac Disease. Journal of Pediatric Gastroenterology and Nutrition47: , Sdepanian, V.L.; Scaletsky, I.C.A.; Morais, M.B. & Fagundes-Neto, U. Pesquisa de gliadina em medicamentos - informação relevante para a orientação de pacientes com doença celíaca. Arquivos de Gastroenterologia, 38(3): ,

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