Educação para a Saúde na Escola Secundária Padrão da Légua 2º Semestre do ano letivo 2013/2014. Plano de Ação

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "Educação para a Saúde na Escola Secundária Padrão da Légua 2º Semestre do ano letivo 2013/2014. Plano de Ação"

Transcrição

1 Disciplina de Saúde Comunitária II (Trabalho na comunidade) do Mestrado Integrado em Medicina (MIM) do Instituto de Ciências Biomédicas Abel Salazar (ICBAS) da Universidade do Porto (UP) Educação para a Saúde na Escola Secundária Padrão da Légua 2º Semestre do ano letivo 2013/2014 Plano de Ação Do grupo de trabalho de alunos do 3º ano : Ana Losa André Pires Barbara Silva Cátia Pimentel Fátima Gonçalves Fernando Mar João Correia Rita Veiga Tatiana Luís ICBAS, Porto, 10 de janeiro de 2014

2 2

3 Índice Antecedentes e Fundamentação... 4 Educação para a saúde... 4 Breve caracterização da escola... 4 Público alvo e Tema a abordar... 5 Atividades Previstas... 6 Cronograma... 9 Referências Bibliográficas Anexos

4 Antecedentes e Fundamentação Educação para a saúde Segundo a Direção Geral de Educação (DGE) Bons níveis de educação geram sociedades competentes e tendencialmente prósperas. A Promoção e Educação para a Saúde é um dos fatores determinantes para a aquisição de um bom nível de educação. [1] De facto, de acordo com a Organização Mundial de Saúde (OMS) ao longo dos anos, este processo orientado para a utilização de estratégias que ajudem os indivíduos e a comunidade a adotar, ou modificar comportamentos que permitam um melhor nível de saúde, vem sendo objeto de uma reflexão crescente por parte de instituições, grupos profissionais e autores em artigos de literatura específica. [2] Atualmente, a Promoção para a Saúde é definida como um processo que visa criar as condições que permitam aos indivíduos e aos grupos controlar a sua saúde, a dos grupos onde se inserem e agir sobre os fatores que a influenciam. [3] Assim, a Educação para a Saúde visa promover tanto a saúde individual como também a dos grupos aos quais o indivíduo pertence. As responsabilidades face à promoção da Saúde foram assumidas pelos Ministérios da Educação e da Saúde há já alguns anos. Ao nível do Ministério da Educação é a Direção-Geral de Inovação e de Desenvolvimento Curricular (DGIDC) que assume responsabilidades em matéria de Promoção da Saúde no meio escolar, competindo-lhe a concepção da componente pedagógica e didática do sistema educativo, incluindo a definição dos conteúdos e do modelo de concretização dos apoios e complementos educativos. [4] Através do seu Núcleo de Educação para a Saúde, a DGIDC assegura o acompanhamento, monitorização e desenvolvimento das atividades da saúde em meio escolar, nas vertentes da educação para a saúde e saúde escolar. [5] Breve caracterização da escola A Escola Secundária do Padrão da Légua está localizada no concelho de Matosinhos, na área limítrofe da freguesia de Custóias. A Escola está situada num espaço de características urbanas. Na zona circundante coexistem bairros sociais, cooperativas 4

5 habitacionais e outras áreas residenciais, em expansão. Alterações funcionais são particularmente visíveis no contexto espacial em que a Escola se insere. [6] As características socioprofissionais dos pais dos alunos que frequentam a escola são o reflexo deste forte crescimento suburbano, pertencendo, na sua maioria, a uma classe média-baixa que desempenha atividades profissionais no sector terciário. Cerca de 57% dos pais dos alunos têm, como habilitações literárias, o ensino básico e menos de um quinto o ensino superior. A escolaridade dos pais dos alunos que frequentam a via profissionalizante recai sobre o primeiro ciclo do ensino básico, representando aproximadamente 40%. [6] O agregado familiar dos alunos é constituído, maioritariamente, por três ou quatro pessoas, refletindo a quebra da natalidade registada nas últimas décadas e a atual tendência para o aumento das famílias monoparentais. [6] No âmbito da Ação Social Escolar, o apoio concedido aos alunos pertencentes a famílias carenciadas tem crescido significativamente nos últimos anos, abrangendo, atualmente, 27% da comunidade. [6] O Agrupamento do Padrão da Légua tem cerca de 885 alunos, estando estes distribuídos por turmas básicas de ensino regular, Secundário, Vocacional e Profissional. Por fim, relativamente ao pessoal que exerce funções no agrupamento: 118 são docentes, lecionando alguns em várias escolas do agrupamento e 86 são não docentes. [6] Público alvo e Tema a abordar O público alvo serão duas das 5 turmas de 9º ano do ensino regular. Os alunos a frequentar estas turmas têm idades entre os 14 e os 16 anos. Fig. 1: Distribuição de alunos por ciclo escolar e ano escolar. Fonte: Escola Secundária Padrão da Légua. 5

6 A escola tem atualmente implementadas várias atividades no sentido de dinamizar a sua ação cultural. No quadro seguinte, estão discriminados os projetos vigentes e que, presentemente, exercem impacto na vida da Escola. Tabela 1: Projetos presentemente dinamizados na Escola Secundária Padrão da Légua. Relativamente à nossa reunião na escola para a decisão do tema a abordar na intervenção, tivemos a ajuda da coordenadora do projeto de educação para a saúde da escola, a Professora Júlia Leal. Aquando da reunião com a professora, foram abordados vários temas que são considerados problemáticos naquele contexto escolar. Determinouse que seria importante para a intervenção deste ano fazer uma abordagem preventiva acerca do álcool, uma vez que houve um acréscimo do número de alunos a aderir ao consumo de álcool, tornando-se imperativo informá-los das consequências desse consumo e tentar demovê-lo deste hábito. No entanto, pensámos que esta abordagem deve focar essencialmente os pontos positivos de evitar o consumo de álcool e não tentar gerar reações de medo de modo a afastar os alunos do consumo de álcool. Atividades Previstas O tema incidente numa abordagem preventiva sobre o álcool vai ser trabalhado em 5 turmas do 9º ano durante o mês de Abril, nas aulas de Ciências da Natureza, de cada uma das respectivas turmas, tempo disponibilizado pela coordenadora do programa para a saúde na escola e professora desta mesma disciplina. Estas aulas têm uma duração de 6

7 90 minutos, a intervenção delineada ocupará todo este tempo, pois vamos realizar uma panóplia de atividades diferentes e didáticas para não sobrecarregar os alunos só com um tipo de intervenção teórica. A planificação das atividades a serem realizadas durante a aula está representada na tabela seguinte (Tabela 2). Atividade Vídeo introdutório Intervenção teórica Mitos e Verdades Jogo Vídeos Distribuição de panfletos Dúvidas e esclarecimentos TOTAL Duração 5 minutos 20 minutos 10 minutos 30 minutos 10 minutos 5 minutos 5 minutos 85 minutos Tabela 2: Atividades planeadas para a sessão presencial. O objetivo desta intervenção é investigar as razões que levam os jovens a iniciar o consumo de álcool em tão tenras idades e demonstrar os seus malefícios a curto e a longo prazo, o impacto financeiro e fisiológico de um consumo frequente de álcool, bem como do impacto na sociedade. Deste modo, esperamos consolidar e elucidar conceitos pré-estabelecidos pelos jovens acerca deste assunto. A intervenção será iniciada com um único vídeo, editado e produzido pelo nosso grupo, com o intuito de captar a atenção dos alunos e criar empatia com os mesmos, cuja ausência poderia revelar-se um entrave ao longo da apresentação à colocação de dúvidas pelos alunos e interação com os mesmos. Consistirá num vídeo curto e sucinto, que abrirá a temática a discutir e, portanto, abordará de forma muito generalizada a presença do álcool na população jovem e efeitos adversos, umas vez que serão os temas aprofundados e discutidos ao longo da intervenção. De seguida, no sentido de contextualizar o nosso público-alvo, será feita uma breve intervenção teórica relativamente ao álcool, sendo os pontos essenciais a focar os efeitos fisiológicos deste no organismo humano, as consequências socioeconómicos do abuso 7

8 desta substância e a legislação atual relativa à mesma. Contudo, para que não seja demasiado entediante pretende-se que está intervenção seja simples, clara e adequada aos conhecimentos dos ouvintes. Temos como objetivos correlacionar a temática em questão: "Abuso do álcool" com o conteúdo programático referente à disciplina de Ciências da Natureza do 9 ano e desmistificar qualquer implicação do álcool na diversão e integração social. A intervenção teórica terá uma duração de cerca de 20 minutos e será realizada por grupos de 3 elementos, em cada uma das 5 turmas. Serão abordadas temáticas como as consequências do consumo de álcool, ou seja, os seus malefícios para o consumidor e para a sociedade. Na atividade Mitos e verdades pretende-se testar os conhecimentos dos estudantes sobre o consumo de álcool e a sua atenção à exposição teórica, fazendo-o de forma dinâmica para que seja mais cativante. A atividade consistirá na exposição de afirmações acerca do consumo de álcool, estes podem ser verdade ou apenas ideias préconcebidas pela sociedade acerca deste assunto. Após a exposição das frases os alunos darão a sua opinião acerca da veracidade da informação exposta. A veracidade da afirmação será então confirmada por nós e questionaremos os alunos sobre o porquê da sua resposta à afirmação, quer esta esteja correta ou não. Será realizado um jogo interativo utilizando o modelo do programa televisivo "Quem Quer Ser Milionário". A turma será dívida em 4 grupos e irão responder a cerca de 20 perguntas de escolha múltipla, a ser elaboradas no próximo semestre. O grupo responder acertadamente a mais perguntas receberá um prémio a decidir futuramente. Os grupos restantes receberão um prémio de consolação. De forma a consolidar e reforçar conhecimentos adquiridos, serão projetados diversos vídeos, numa duração máxima de 10 minutos. Para atingirmos esse fim, os vídeos serão visualmente apelativos e chocantes, de modo a alertá-los para os principais problemas associados ao consumo de álcool, mostrando o seu impacto na sociedade e os principais perigos a este associado. A distribuição de panfletos será uma das atividades finais. Serão distribuídos panfletos cujo conteúdo terá uma mensagem resumo da intervenção. Esta mensagem procurará ser simples e de fácil compreensão. O principal objectivo dos panfletos será que a take home message da intervenção possa ser bem apreendida pelos alunos, mas que estes também a possam divulgar mostrando os mesmos a colegas e familiares. 8

9 Por fim, qualquer dúvida que tenha surgido ou não tenha sido respondida ao longo da apresentação, deverá ser colocada neste último espaço dedicado a tal, mantendo o objectivo de consolidar comportamentos saudáveis futuros na população abrangida. Cronograma Na seguinte tabela encontram-se as datas propostas para a realização de todas a atividades necessárias ao com funcionamento da intervenção na escola. Tabela 3: Cronograma de atividades. 9

10 Referências Bibliográficas [1] Direção Geral de Educação, [disponível online]. [2] Organização Mundial de Saúde, As Metas da Saúde para Todos. Lisboa, [3] Organização Mundial de Saúde, Carta de Ottawa para a promoção da saúde. Lisboa, [4] Diário da República - I Série - B, No de Abril de pp [5] Diário da República - II Série, No Despacho n.o 15987/2006, de 31 de Julho de [6] Projecto Educativo, [disponível online] 10

11 Anexos 11

12 Mestrado Integrado em Medicina, ICBAS-UP Saúde Comunitária II Trabalho na comunidade Escola Secundária Padrão da Légua Inquérito Hábitos alcoólicos Este inquérito é anónimo. Deves selecionar apenas uma opção em cada alínea. Dados: Idade: Sexo: Masc. Fem. 1. O que é o álcool para ti? a) Droga b) Bebida vulgar c) Vício d) Modo de socializar 2. Com que idade bebeste pela primeira vez uma bebida alcoólica? a) 0-4 anos b) 5-7 anos c) 8 10 anos d) anos e) anos f) > 14 anos g) Nunca ingeri (se assinalaste alínea g, dá por terminado o inquérito.) 2.1. Em que circunstância aconteceu? a) Ambiente familiar b) Com amigos c) Sozinho d) Com desconhecidos e) Outros: 3. Bebes álcool regularmente (pelo menos 1 vez/mês)? a) Sim b) Não (se respondeste não, dá por terminado o inquérito.) 12

13 3.1 Quando começaste a beber com frequência? a) < 10 anos b) anos c) anos d) > 15 anos 3.2 Porquê? a) Para me integrar numa situação de festa b) Para descontrair c) Por infuência/ pressão dos amigos d) Por estar na moda e) Porque estou triste 3.3 Com que frequência bebes? a) Diariamente b) 2 a 3 vezes por semana c) 1 vez por semana d) 1 a 2 vezes por mês 3.4 Que bebidas consomes com mais frequência? a) Cerveja b) Bebidas Brancas c) Vinhos d) Shots e) Qualquer bebida alcoólica 4. O álcool influencia a tua vida em que aspetos? a) Relação com os amigos b) Relação com os pais c) Rendimento escolar d) Condição física 5. Quando bebes sentes-te: a) Desinibido b) Alegre c) Timido d) Violento e) Confiante f) Apático g) Sem alterações 13

14 6. Já alguma vez tiveste lapsos de memória por beber em excesso? a) Sim b) Não 7. Embebedas-te facilmente mesmo quando não queres, ou queres beber pouco? a) Sim b) Não 8. Achaste superior aos outros por aguentares mais bebida? a) Sim b) Não 9. Costumas misturar álcool com outras drogas? a) Sim b) Não 9.1. Se sim, com que tipo de drogas? a) Tabaco b) Haxixe c) Marijuana d) Ecstasy e) Outros: 10. Já alguma vez tiveste que recorrer a cuidados de saúde por excesso de ingestão de álcool? a) Sim b) Não 14

Cruz Vermelha Portuguesa

Cruz Vermelha Portuguesa FÓRUM NACIONAL ÁLCOOL E SAÚDE FORMULÁRIO DE SUBMISSÃO TÍTULO DO CAMPO Data de submissão 14 de Março 2014 NOME DA ORGANIZAÇÃO AUTORA DO COMPROMISSO Cruz Vermelha Portuguesa TÍTULO DO COMPROMISSO PREVENIR

Leia mais

Agrupamento de Escolas Santos Simões Apoios Educativos Ano Letivo 2012-2013

Agrupamento de Escolas Santos Simões Apoios Educativos Ano Letivo 2012-2013 Agrupamento de Escolas Santos Simões Apoios Educativos Ano Letivo 2012-2013 O apoio educativo abrange todos os ciclos, níveis de ensino e cursos do Agrupamento. No 1.º e 2.º ciclos o apoio educativo é

Leia mais

APPDA-Setúbal. Educação

APPDA-Setúbal. Educação APPDA-Setúbal Educação Enquadramento Constitui desígnio do XVII Governo Constitucional promover a igualdade de oportunidades, valorizar a educação e promover a melhoria da qualidade do ensino. Um aspeto

Leia mais

Encontros do Observatório 2014 Pobreza Infantil

Encontros do Observatório 2014 Pobreza Infantil º Uma iniciativa: Com apoio: 1 Encontros do Observatório, 23 Maio 2014 1. Contextualização O Observatório de Luta contra a Pobreza na Cidade de Lisboa definiu como prioridade temática para 2014 a, problema

Leia mais

POR UMA ESCOLA INCLUSIVA

POR UMA ESCOLA INCLUSIVA POR UMA ESCOLA INCLUSIVA Sílvia Ferreira * Resumo: A promoção de uma escola democrática, onde incluir se torne um sinónimo real de envolver, é um desafio com o qual os profissionais de Educação se deparam

Leia mais

Estratégia Nacional de Educação para o Desenvolvimento. (2010-2015) ENED Plano de Acção

Estratégia Nacional de Educação para o Desenvolvimento. (2010-2015) ENED Plano de Acção Estratégia Nacional de Educação para o Desenvolvimento (2010-2015) ENED Plano de Acção Estratégia Nacional de Educação para o Desenvolvimento (2010-2015) ENED Plano de Acção 02 Estratégia Nacional de

Leia mais

Quarto Estudo de Follow up dos Diplomados

Quarto Estudo de Follow up dos Diplomados Cursos de Formação em Alternância na Banca Quarto Estudo de Follow up dos Diplomados Relatório Cursos terminados entre 2006 e 2009 Projecto realizado em parceria e financiado pelo Instituto de Emprego

Leia mais

ESCOLA SECUNDÁRIA COM 3º CICLO HENRIQUE MEDINA PROJETO PROMOÇÃO E EDUCAÇÃO PARA A SAÚDE

ESCOLA SECUNDÁRIA COM 3º CICLO HENRIQUE MEDINA PROJETO PROMOÇÃO E EDUCAÇÃO PARA A SAÚDE ESCOLA SECUNDÁRIA COM 3º CICLO HENRIQUE MEDINA PROJETO PROMOÇÃO E EDUCAÇÃO PARA A SAÚDE Ano letivo 2014/2015 1. Enquadramento Entre os objetivos prioritários da atual política educativa encontram-se os

Leia mais

DEPARTAMENTO DO 1º CICLO ANO LETIVO 2012-2013. Critérios de avaliação

DEPARTAMENTO DO 1º CICLO ANO LETIVO 2012-2013. Critérios de avaliação DEPARTAMENTO DO 1º CICLO ANO LETIVO 2012-2013 Critérios de avaliação 0 MATRIZ CURRICULAR DO 1º CICLO COMPONENTES DO CURRÍCULO Áreas curriculares disciplinares de frequência obrigatória: Língua Portuguesa;

Leia mais

LEGISLAÇÃO APLICÁVEL AOS ESTUDANTES DO ENSINO SUPERIOR PORTADORES DE DEFICIÊNCIA

LEGISLAÇÃO APLICÁVEL AOS ESTUDANTES DO ENSINO SUPERIOR PORTADORES DE DEFICIÊNCIA LEGISLAÇÃO APLICÁVEL AOS ESTUDANTES DO ENSINO SUPERIOR PORTADORES DE DEFICIÊNCIA PRINCÍPIOS GERAIS APLICÁVEIS: Todos os portugueses têm direito à Educação e à Cultura, nos termos da Constituição Portuguesa

Leia mais

Plano de acção. Outubro 2011

Plano de acção. Outubro 2011 Plano de acção Outubro 2011 Ano Lectivo 2011/2012 PÁGINA - 2 INTRODUÇÃO A legislação em vigor determina que o Projecto Educativo da Escola (PEE) deve incluir temáticas relacionadas com a Promoção e Educação

Leia mais

PLANO DE AÇÃO DEPARTAMENTO EDUCAÇÃO PRÉ-ESCOLAR

PLANO DE AÇÃO DEPARTAMENTO EDUCAÇÃO PRÉ-ESCOLAR PLANO DE AÇÃO DO DEPARTAMENTO DE EDUCAÇÃO PRÉ-ESCOLAR Ano letivo 2012 / 2013 ÍNDICE Nº Pág. 1 Introdução 3 2 Constituição 3 3 Ações e Objetivos 4 4 Identificação das necessidades de formação dos docentes

Leia mais

PROJETO PEDAGÓGICO DO PROGRAMA DE FERIAS DESPORTIVAS E CULTURAIS

PROJETO PEDAGÓGICO DO PROGRAMA DE FERIAS DESPORTIVAS E CULTURAIS 1. APRESENTAÇÃO PRINCÍPIOS E VALORES Acreditamos pela força dos factos que o desenvolvimento desportivo de um Concelho ou de uma Freguesia, entendido na sua vertente quantitativa e qualitativa, exige uma

Leia mais

Departamento: Ciências 2

Departamento: Ciências 2 Setembro Outubro Novembro Dezembro Janeiro Fevereiro Março Abril Maio Junho Julho DEPARTAMENTO DE CIÊNCIAS 2 Ano Letivo: 2013/14 PLANIFICAÇÃO DAS ATIVIDADES A CONSTAR DO PLANO ANUAL DE ATIVIDADES Departamento:

Leia mais

REFERENCIAL PARA A CONTRATUALIZAÇÃO DE AÇÕES DE CAPACITAÇÃO

REFERENCIAL PARA A CONTRATUALIZAÇÃO DE AÇÕES DE CAPACITAÇÃO PROGRAMA TEIP3 REFERENCIAL PARA A CONTRATUALIZAÇÃO DE AÇÕES DE CAPACITAÇÃO Novembro de 2013 DGE / EPIPSE Programa TEIP3 Página 1 de 5 A Direção-Geral de Educação, através da EPIPSE, após análise de conteúdo

Leia mais

PROJECTO DE LEI N.º 660/X ESTABELECE O REGIME DE APLICAÇÃO DA EDUCAÇÃO SEXUAL EM MEIO ESCOLAR

PROJECTO DE LEI N.º 660/X ESTABELECE O REGIME DE APLICAÇÃO DA EDUCAÇÃO SEXUAL EM MEIO ESCOLAR PROJECTO DE LEI N.º 660/X ESTABELECE O REGIME DE APLICAÇÃO DA EDUCAÇÃO SEXUAL EM MEIO ESCOLAR Exposição de Motivos A garantia da saúde sexual e reprodutiva na sociedade contemporânea é condição necessária

Leia mais

24 O uso dos manuais de Matemática pelos alunos de 9.º ano

24 O uso dos manuais de Matemática pelos alunos de 9.º ano 24 O uso dos manuais de Matemática pelos alunos de 9.º ano Mariana Tavares Colégio Camões, Rio Tinto João Pedro da Ponte Departamento de Educação e Centro de Investigação em Educação Faculdade de Ciências

Leia mais

Programa de Formação Líderes Inovadores 2015-2016 PLANO DE MUDANÇA E INOVAÇÃO

Programa de Formação Líderes Inovadores 2015-2016 PLANO DE MUDANÇA E INOVAÇÃO Programa de Formação Líderes Inovadores 2015-2016 PLANO DE MUDANÇA E INOVAÇÃO Melhorar a Comunicação entre as unidades orgânicas do Agrupamento de Arcozelo Manuel Fernandes de Amorim Agrupamento de Escolas

Leia mais

CONSUMO DE SUBSTÂNCIAS:

CONSUMO DE SUBSTÂNCIAS: CONSUMO DE SUBSTÂNCIAS: TABACO, ÁLCOOL E DROGAS Setembro 2003 Margarida Gaspar de Matos e Susana Fonseca Carvalhosa Equipa do Aventura Social na Comunidade Estudo em colaboração com a Junta de Freguesia

Leia mais

RELATÓRIO FINAL DE COORDENADOR DE

RELATÓRIO FINAL DE COORDENADOR DE ANEXO IV RELATÓRIO FINAL DE COORDENADOR DE GRUPO ANO LETIVO 2013/2014 I.- CARATERIZAÇÃO DO GRUPO DISCIPLINAR Coordenadora do grupo disciplinar de Francês e Espanhol: Ana Cristina Bernardes Tavares Fazem

Leia mais

VAMOS PROCURAR A ARQUITETURA 2ª Edição I ESPAÇOS PÚBLICOS

VAMOS PROCURAR A ARQUITETURA 2ª Edição I ESPAÇOS PÚBLICOS VAMOS PROCURAR A ARQUITETURA 2ª Edição I ESPAÇOS PÚBLICOS A Secção Regional do Norte da Ordem dos Arquitectos (OASRN) convida todas as Instituições de Ensino da Região Norte, a participar na 2ª edição

Leia mais

FORMAÇÃO ACREDITADA PARA PROFESSORES 2015/2016

FORMAÇÃO ACREDITADA PARA PROFESSORES 2015/2016 FORMAÇÃO ACREDITADA PARA PROFESSORES 2015/2016 QUEM SOMOS A APF Associação para o Planeamento da Família, é uma Organização Não Governamental com estatuto de IPSS (Instituição Particular de Solidariedade

Leia mais

Seminário Ensino Vocacional e Profissional Centro de Formação Ordem de Santiago

Seminário Ensino Vocacional e Profissional Centro de Formação Ordem de Santiago Seminário Ensino Vocacional e Profissional Centro de Formação Ordem de Santiago Isabel Hormigo (Ministério da Educação e Ciência, Lisboa) Setúbal, 7 de fevereiro de 2014 Ciclos de estudos e duração Idade

Leia mais

Agrupamento de Escolas da Moita 171311 Sede Escola Secundária da Moita

Agrupamento de Escolas da Moita 171311 Sede Escola Secundária da Moita Agrupamento de Escolas da Moita 171311 Sede Escola Secundária da Moita 1. Introdução No âmbito do protocolo entre os Ministérios da Educação e Ministério da Saúde Despacho nº 25 995/2005 (2ª série), Despacho

Leia mais

ACEF/1112/20852 Relatório final da CAE

ACEF/1112/20852 Relatório final da CAE ACEF/1112/20852 Relatório final da CAE Caracterização do ciclo de estudos Perguntas A.1 a A.10 A.1. Instituição de ensino superior / Entidade instituidora: Fundação Minerva - Cultura - Ensino E Investigação

Leia mais

Relatório das Ações de Sensibilização do Projeto De Igual para Igual Numa Intervenção em Rede do Concelho de Cuba

Relatório das Ações de Sensibilização do Projeto De Igual para Igual Numa Intervenção em Rede do Concelho de Cuba Relatório das Ações de Sensibilização do Projeto De Igual para Igual Numa Intervenção em Rede do Concelho de Cuba 1 A dignidade do ser humano é inviolável. Deve ser respeitada e protegida Artigo 1º da

Leia mais

Programa de Apoio Educativo. Escola Básica Integrada da Praia da Vitória

Programa de Apoio Educativo. Escola Básica Integrada da Praia da Vitória Programa de Apoio Educativo Escola Básica Integrada da Praia da Vitória Ano Letivo 2013/2014 Índice 1- Fundamentação Legal 2 2- Definição de Programa de Apoio Educativo 2 3- Finalidades. 2 4- Destinatários.

Leia mais

Relatório de Actividades 2008

Relatório de Actividades 2008 Relatório de Actividades 2008 Elaborado por: Grupo Dinamizador da Comissão Social de Freguesia de Stº Antº dos Cavaleiros, 2009 Nota Introdutória O presente documento tem como principal objectivo a avaliação

Leia mais

Grupo Parlamentar. Projecto de Lei N.º 52/IX ALTERA A LEI DE BASES DO SISTEMA EDUCATIVO

Grupo Parlamentar. Projecto de Lei N.º 52/IX ALTERA A LEI DE BASES DO SISTEMA EDUCATIVO Grupo Parlamentar Projecto de Lei N.º 52/IX ALTERA A LEI DE BASES DO SISTEMA EDUCATIVO O chamado processo de Bolonha não é, por essência, negativo, particularmente se for adoptado numa óptica de estímulo

Leia mais

Programa da Rede Social CLAS Mesão Frio. Plano de Acção. O Plano de Acção do CLAS de Mesão Frio é a componente do Plano de

Programa da Rede Social CLAS Mesão Frio. Plano de Acção. O Plano de Acção do CLAS de Mesão Frio é a componente do Plano de O do CLAS de Mesão Frio é a componente do Plano de Desenvolvimento Social, onde estão definidos alguns Projectos (com o desejo de uma projecção num futuro próximo), a serem desenvolvidos para se concretizarem

Leia mais

INQUÉRITO POR QUESTIONÁRIO AOS ALUNOS. A Motivação no Ensino Aprendizagem. Questionário sobre as aulas de Inglês

INQUÉRITO POR QUESTIONÁRIO AOS ALUNOS. A Motivação no Ensino Aprendizagem. Questionário sobre as aulas de Inglês Anexo 2 INQUÉRITO POR QUESTIONÁRIO AOS ALUNOS A Motivação no Ensino Aprendizagem Questionário sobre as aulas de Inglês O objectivo deste questionário é ajudar-te a teres um conhecimento melhor de ti próprio

Leia mais

PLANO DE AÇÃO ESTRATÉGICA

PLANO DE AÇÃO ESTRATÉGICA AGRUPAMENTO DE ESCOLAS DO FUNDÃO + ESCOLA + PESSOA PLANO DE AÇÃO ESTRATÉGICA 2013-2017 Agrupamento de Escolas do Fundão Página 1 Perante o diagnóstico realizado, o Agrupamento assume um conjunto de prioridades

Leia mais

Análise dos resultados da informação relativa à aprendizagem dos alunos

Análise dos resultados da informação relativa à aprendizagem dos alunos Análise dos resultados da informação relativa à aprendizagem dos alunos Avaliação do impacto das atividades desenvolvidas nos resultados escolares de 2014/2015 Plano estratégico para 2015/2016 (Conforme

Leia mais

Relatório Final da Acção de Formação Sustentabilidade na Terra e Energia na Didáctica das Ciências (1 de Julho a 13 de Setembro de 2008)

Relatório Final da Acção de Formação Sustentabilidade na Terra e Energia na Didáctica das Ciências (1 de Julho a 13 de Setembro de 2008) Relatório Final da Acção de Formação Sustentabilidade na Terra e Energia na Didáctica das Ciências (1 de Julho a 13 de Setembro de 2008) Centro de Formação Centro de Formação da Batalha Formando Selma

Leia mais

ACEF/1112/03877 Relatório preliminar da CAE

ACEF/1112/03877 Relatório preliminar da CAE ACEF/1112/03877 Relatório preliminar da CAE Caracterização do ciclo de estudos Perguntas A.1 a A.10 A.1. Instituição de ensino superior / Entidade instituidora: Universidade Da Beira Interior A.1.a. Identificação

Leia mais

CONSUMO DE ÁLCOOL & ESTUDANTES UNIVERSITÁRIOS

CONSUMO DE ÁLCOOL & ESTUDANTES UNIVERSITÁRIOS CONSUMO DE ÁLCOOL & ESTUDANTES UNIVERSITÁRIOS O álcool é a «droga recreativa» mais utilizada em contexto universitário. Estudos recentes revelam que mais de metade dos estudantes universitários tiveram,

Leia mais

Projeto de Ações de Melhoria

Projeto de Ações de Melhoria DIREÇÃO REGIONAL DE EDUCAÇÃO DE LISBOA E VALE DO TEJO AGRUPAMENTO DE ESCOLAS DE ALVES REDOL, VILA FRANCA DE XIRA- 170 770 SEDE: ESCOLA SECUNDÁRIA DE ALVES REDOL 400 014 Projeto de Ações de Melhoria 2012/2013

Leia mais

Para a disciplina de Área de Projecto. Prof.ª Ana Reis

Para a disciplina de Área de Projecto. Prof.ª Ana Reis Escola Secundária da Portela Loures Ensino Secundário Curso Científico-Humanístico de Ciências e Tecnologias 12º Ano de Escolaridade Para a disciplina de Área de Projecto Prof.ª Ana Reis Relatório Individual

Leia mais

PROTOCOLO ENTRE O MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO E O MINISTÉRIO DA SAÚDE

PROTOCOLO ENTRE O MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO E O MINISTÉRIO DA SAÚDE PROTOCOLO ENTRE O MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO E O MINISTÉRIO DA SAÚDE A promoção da educação para a saúde em meio escolar é um processo em permanente desenvolvimento para o qual concorrem os sectores da Educação

Leia mais

ORCAMENTO PARTICIPATIVO JOVEM Alcanena 2016

ORCAMENTO PARTICIPATIVO JOVEM Alcanena 2016 ORCAMENTO PARTICIPATIVO JOVEM Alcanena 20 Critérios de Participação Artigo 1º Missão O Orçamento Participativo Jovem do Município de Alcanena é um processo de envolvimento e auscultação da população jovem

Leia mais

Liliana de Fátima Nogueira Pinto Nº 14474. Questionário

Liliana de Fátima Nogueira Pinto Nº 14474. Questionário Liliana de Fátima Nogueira Pinto Nº 14474 Questionário Alcoolismo no Feminino: O Consumo de Bebidas Alcoólicas em Alunas Universitárias uma amostra da FCS-UFP do Porto Faculdade de Ciências da Saúde Universidade

Leia mais

REGULAMENTO DOS CURSOS VOCACIONAIS

REGULAMENTO DOS CURSOS VOCACIONAIS Agrupamento de Escolas Gaia Nascente REGULAMENTO DOS CURSOS VOCACIONAIS ENSINO BÁSICO Escola Secundária Gaia Nascente Artigo 1.º Âmbito e Enquadramento O presente regulamento estabelece as diretrizes essenciais

Leia mais

ESCOLA SECUNDÁRIA DA RAMADA. Conselho Geral

ESCOLA SECUNDÁRIA DA RAMADA. Conselho Geral ESCOLA SECUNDÁRIA DA RAMADA Conselho Geral DEFINIÇÃO DAS LINHAS ORIENTADORAS DO PLANEAMENTO E EXECUÇÃO, PELO DIRETOR, DAS ATIVIDADES NO DOMÍNIO DA AÇÃO SOCIAL ESCOLAR (2013-14) De acordo com o Decreto-Lei

Leia mais

r I MINISTÉRIOOAEDUCAÇAO

r I MINISTÉRIOOAEDUCAÇAO ti,. GOVERNO DE r I MINISTÉRIOOAEDUCAÇAO PORTUGAL ECI~NCIA Direção Geral dos Estabelecimentos Escolares do Centro AGRUPAMENTO DE ESCOLAS DE SANTA CRUZ DA TRAPA 330309 CONTRIBUINTE N.o600080102 AV. SÃO

Leia mais

Apresentação de Resultados Plano de Ações de Melhoria. www.anotherstep.pt

Apresentação de Resultados Plano de Ações de Melhoria. www.anotherstep.pt Apresentação de Resultados Plano de Ações de Melhoria www.anotherstep.pt 2 Sumário Ponto de situação Plano de Ações de Melhoria PAM Enquadramento e planeamento Selecção das Ações de Melhoria Fichas de

Leia mais

OS JOVENS PORTUGUESES E O CONSUMO DE DROGAS

OS JOVENS PORTUGUESES E O CONSUMO DE DROGAS OS JOVENS PORTUGUESES E O CONSUMO DE DROGAS Tema 1, Nº 2 Junho 2001 Margarida Gaspar de Matos e Susana Fonseca Carvalhosa Equipa do Aventura Social e Saúde Estudo realizado em co-financiamento pela Faculdade

Leia mais

PROGRAMA DE SENSIBILIZAÇÃO DE CASCAIS

PROGRAMA DE SENSIBILIZAÇÃO DE CASCAIS PROGRAMA DE SENSIBILIZAÇÃO DE CASCAIS Ano letivo 2012/2013 TEMA VAMOS ADOTAR UMA RIBEIRA. ÂMBITO Década das Nações Unidas da Educação para o Desenvolvimento Sustentável 2005-2014 e a Década da Biodiversidade

Leia mais

Grupo Disciplinar. de Filosofia. Relatório de análise dos resultados da Avaliação Interna e Externa à disciplina. Ano letivo de 2012/2013

Grupo Disciplinar. de Filosofia. Relatório de análise dos resultados da Avaliação Interna e Externa à disciplina. Ano letivo de 2012/2013 Grupo Disciplinar de Filosofia Relatório de análise dos resultados da Avaliação Interna e Externa à disciplina de Filosofia Ano letivo de 2012/2013 A Coordenadora de Grupo Disciplinar: Maria João Pires

Leia mais

AEC ALE TIC. Orientações Pedagógicas. 1.º Ciclo do Ensino Básico

AEC ALE TIC. Orientações Pedagógicas. 1.º Ciclo do Ensino Básico ATIVIDADES DE ENRIQUECIMENTO CURRICULAR ANO LETIVO 2014/2015 AEC ALE TIC Orientações Pedagógicas 1.º Ciclo do Ensino Básico 1. Introdução A atividade de enriquecimento curricular, ALE (atividades lúdico-expressivas)

Leia mais

!"#$% #!$%&'()(*!#'+,&'(-.%'(.*!/'0.',1!,)2-(34%5! 6,-'%0%7.(!,!#'%8(34%! &#'(%)*%+,-.%

!#$% #!$%&'()(*!#'+,&'(-.%'(.*!/'0.',1!,)2-(34%5! 6,-'%0%7.(!,!#'%8(34%! &#'(%)*%+,-.% !"#$% #!$%&'()(*!#'+,&'(-.%'(.*!/'0.',1!,)2-(34%5! 6,-'%0%7.(!,!#'%8(34%! &#'(%)*%+,-.%! https://sites.google.com/site/grupouabpeti/ ISBN: 978-972-674-744-4! "! DIRETORES DE CURSO: PERSPETIVAS E CARACTERIZAÇÃO

Leia mais

Programa Educativo Individual

Programa Educativo Individual Programa Educativo Individual Ano Lectivo / Estabelecimento de Ensino: Agrupamento de Escolas: Nome: Data de Nascimento: Morada: Telefone: Nível de Educação ou Ensino: Pré-Escolar 1ºCEB 2º CEB 3ºCEB E.

Leia mais

ACÇÃO DE FORMAÇÃO EDUCAÇÃO PARA O EMPREENDEDORISMO NA ESCOLA

ACÇÃO DE FORMAÇÃO EDUCAÇÃO PARA O EMPREENDEDORISMO NA ESCOLA ACÇÃO DE FORMAÇÃO EDUCAÇÃO PARA O EMPREENDEDORISMO NA ESCOLA Extracto do PARECER TÉCNICO emitido pelo Especialista da Formação PREÂMBULO O presente Parecer tem como objectivo a análise do Projecto de Investigação

Leia mais

DEPARTAMENTO DA QUALIDADE

DEPARTAMENTO DA QUALIDADE DEPARTAMENTO DA QUALIDADE PLANO DE MELHORIA ESA 2013-2016 Objetivos gerais do Plano de Melhoria 1. Promover o sucesso educativo e melhorar a sua qualidade 2. Melhorar os processos e resultados pedagógicos

Leia mais

Oficina de Formação Educação Sexual e Violência (Data de início: 28/011/2015 - Data de fim: 15/04/2015)

Oficina de Formação Educação Sexual e Violência (Data de início: 28/011/2015 - Data de fim: 15/04/2015) Oficina de Formação Educação Sexual e Violência (Data de início: 28/011/2015 - Data de fim: 15/04/2015) I - Autoavaliação (formandos) A- Motivação para a Frequência da Ação 1- Identifique, de 1 (mais importante)

Leia mais

PROGRAMA ECO-ESCOLAS

PROGRAMA ECO-ESCOLAS PROGRAMA ECO-ESCOLAS Programa de Educação Ambiental e/ou Educação para o Desenvolvimento Sustentável PLANO DE AÇÃO 2014/2015 O Eco-Escolas é um Programa internacional, coordenado em Portugal pela Associação

Leia mais

CONTEXTO: Avanços importantes: - Planificação anual conjunta das actividades do sector; -Relatório anual comum de actividades integradas.

CONTEXTO: Avanços importantes: - Planificação anual conjunta das actividades do sector; -Relatório anual comum de actividades integradas. PLANO ESTRATÉGICO INTEGRADO DE ENSINO TÉCNICO, PROFISSIONAL E EMPREGO CONTEXTO: O Governo de Cabo Verde (CV) começou a trabalhar ao longo desta última legislatura na integração dos sectores da formação

Leia mais

A IMPORTÂNCIA DO PIBID NA FORMAÇÃO DE FUTUROS PROFESSORES Vitor José Petry Universidade Federal da Fronteira Sul - UFFS vitor.petry@uffs.edu.

A IMPORTÂNCIA DO PIBID NA FORMAÇÃO DE FUTUROS PROFESSORES Vitor José Petry Universidade Federal da Fronteira Sul - UFFS vitor.petry@uffs.edu. ISSN 2316-7785 A IMPORTÂNCIA DO PIBID NA FORMAÇÃO DE FUTUROS PROFESSORES Vitor José Petry Universidade Federal da Fronteira Sul - UFFS vitor.petry@uffs.edu.br Resumo O artigo é resultado da análise de

Leia mais

AGRUPAMENTO DE ESCOLAS FERNANDO PESSOA

AGRUPAMENTO DE ESCOLAS FERNANDO PESSOA AGRUPAMENTO DE ESCOLAS FERNANDO PESSOA Regulamento do Curso Vocacional Artes e Multimédia Ensino Básico 3º ciclo Artigo 1.º Âmbito e Enquadramento O presente regulamento estabelece as diretrizes essenciais

Leia mais

SUPLEMENTO I SÉRIE ÍNDICE. Ministério da Educação e Ciência. Quarta-feira, 26 de setembro de 2012 Número 187

SUPLEMENTO I SÉRIE ÍNDICE. Ministério da Educação e Ciência. Quarta-feira, 26 de setembro de 2012 Número 187 I SÉRIE Quarta-feira, 26 de setembro de 2012 Número 187 ÍNDICE SUPLEMENTO Ministério da Educação e Ciência Portaria n.º 292-A/2012: Cria uma experiência-piloto de oferta formativa de cursos vocacionais

Leia mais

UNIDADE II METODOLOGIA DO FORMAÇÃO PELA ESCOLA

UNIDADE II METODOLOGIA DO FORMAÇÃO PELA ESCOLA UNIDADE II METODOLOGIA DO FORMAÇÃO PELA ESCOLA Quando focalizamos o termo a distância, a característica da não presencialidade dos sujeitos, num mesmo espaço físico e ao mesmo tempo, coloca se como um

Leia mais

PROJETO PEDAGÓGICO MAIS SUCESSO ANO LETIVO DE 2013/2014

PROJETO PEDAGÓGICO MAIS SUCESSO ANO LETIVO DE 2013/2014 Agrupamento de Escolas da Moita 171311 Sede Escola Secundária da Moita PROJETO PEDAGÓGICO MAIS SUCESSO ANO LETIVO DE 2013/2014 1-Introdução Atendendo ao estipulado no despacho normativo n.º7/2013 de 11

Leia mais

PROGRAMA ESCOLA + Voluntária

PROGRAMA ESCOLA + Voluntária PROGRAMA ESCOLA + Voluntária 1. Apresentação O voluntariado é considerado como uma atividade inerente ao exercício de cidadania que se traduz numa relação solidária para com o próximo, participando de

Leia mais

INED PROJETO EDUCATIVO INSTITUTO DE EDUCAÇÃO E DESENVOLVIMENTO MAIA

INED PROJETO EDUCATIVO INSTITUTO DE EDUCAÇÃO E DESENVOLVIMENTO MAIA INED INSTITUTO DE EDUCAÇÃO E DESENVOLVIMENTO PROJETO EDUCATIVO MAIA PROJETO EDUCATIVO I. Apresentação do INED O Instituto de Educação e Desenvolvimento (INED) é uma escola secundária a funcionar desde

Leia mais

UNIVERSIDADE FEDERAL DE SÃO CARLOS CURSO DE ESPECIALIZAÇÃO EM COORDENÇÃO PEDAGOGICA

UNIVERSIDADE FEDERAL DE SÃO CARLOS CURSO DE ESPECIALIZAÇÃO EM COORDENÇÃO PEDAGOGICA UNIVERSIDADE FEDERAL DE SÃO CARLOS CURSO DE ESPECIALIZAÇÃO EM COORDENÇÃO PEDAGOGICA A ELABORAÇÃO DO PLANEJAMENTO ESCOLAR O Planejamento é o principal instrumento norteador da ação dos coordenadores e profissionais

Leia mais

AGRUPAMENTO DE ESCOLAS Nº 2 DE ABRANTES Área Disciplinar de Biologia e Geologia ANÁLISE DOS RESULTADOS DOS ALUNOS (1º PERÍODO 2013/2014)

AGRUPAMENTO DE ESCOLAS Nº 2 DE ABRANTES Área Disciplinar de Biologia e Geologia ANÁLISE DOS RESULTADOS DOS ALUNOS (1º PERÍODO 2013/2014) AGRUPAMENTO DE ESCOLAS Nº 2 DE ABRANTES Área Disciplinar de Biologia e Geologia ANÁLISE DOS RESULTADOS DOS ALUNOS (1º PERÍODO 2013/2014) (Anexo à ata nº 4, da reunião de 07-03-2014) A. LEITURA GLOBAL DOS

Leia mais

Saúde Escolar. Secretaria Regional da Educação e Formação

Saúde Escolar. Secretaria Regional da Educação e Formação Saúde Escolar Secretaria Regional da Educação e Formação «Um programa de saúde escolar efectivo é o investimento de custo-benefício mais eficaz que um País pode fazer para melhorar, simultaneamente, a

Leia mais

Projeto Unidades de Ensino Estruturado

Projeto Unidades de Ensino Estruturado Projeto Unidades de Ensino Estruturado 1- Fundamentação/Contextualização/Justificação O agrupamento de escolas Eng. Fernando Pinto de Oliveira antigo agrupamento de Leça da Palmeira Santa Cruz do Bispo

Leia mais

PROJETO DE INTERVENÇÃO

PROJETO DE INTERVENÇÃO AGRUPAMENTO DE ESCOLAS DE AMARES CANDIDATURA A DIRETOR PROJETO DE INTERVENÇÃO (2013-2017) Pedro Paulo da Costa Cerqueira Amares, maio de 2013 As organizações, tal como os organismos vivos, têm os seus

Leia mais

GABINETE DA MINISTRA DESPACHO

GABINETE DA MINISTRA DESPACHO DESPACHO A concretização do sistema de avaliação do desempenho estabelecido no Estatuto da Carreira dos Educadores de Infância e dos Professores dos Ensinos Básico e Secundário (ECD), recentemente regulamentado,

Leia mais

3.4. EDUCAÇÃO. Problemas Sociais Identificados. Problemas Sociais Priorizados. 3.4.1. Educação: Enquadramento: Alunos sem projecto de vida

3.4. EDUCAÇÃO. Problemas Sociais Identificados. Problemas Sociais Priorizados. 3.4.1. Educação: Enquadramento: Alunos sem projecto de vida 3.4. EDUCAÇÃO Problemas Sociais Identificados Insucesso escolar Falta de expectativas socioprofissionais Alunos sem projecto de vida Expectativas inadequadas para famílias Problemas Sociais Priorizados

Leia mais

Os domínios da Oralidade e da Gramática no ensino básico

Os domínios da Oralidade e da Gramática no ensino básico Ação de Formação Os domínios da Oralidade e da Gramática no ensino básico Fevereiro 7, 28 Março: 7 Abril: 11 Formadora Doutora Carla Gerardo 1- Modalidade: Oficina de Formação Duração: 25 horas+25 horas

Leia mais

Avaliação do inquérito de satisfação ao Centro de Documentação Técnica e Científica

Avaliação do inquérito de satisfação ao Centro de Documentação Técnica e Científica Direção de Gestão de Informação e Comunicação Centro de Informação e Conhecimento Avaliação do inquérito de satisfação ao Centro de Documentação Técnica e Científica Lisboa, janeiro de 2015 Introdução

Leia mais

Agrupamento de Escolas General Humberto Delgado Sede na Escola Secundária/3 José Cardoso Pires Santo António dos Cavaleiros

Agrupamento de Escolas General Humberto Delgado Sede na Escola Secundária/3 José Cardoso Pires Santo António dos Cavaleiros Agrupamento de Escolas General Humberto Delgado Sede na Escola Secundária/ José Cardoso Pires Santo António dos Cavaleiros CURSO PROFISSIONAL NÍVEL SECUNDÁRIO Planificação Anual 201-2014 COMUNICAÇÃO E

Leia mais

Projeto Pedagógico e de Animação

Projeto Pedagógico e de Animação Projeto Pedagógico e de Animação 1 - Memória Descritiva 2 Identificação e Caracterização da Instituição Promotora 3 - Objetivos Gerais 4 - Objetivos Específicos 5 - Princípios educacionais 6 Metodologias

Leia mais

MOODLE Implementação da educação à distância nas escolas do distrito do Porto. Resumo

MOODLE Implementação da educação à distância nas escolas do distrito do Porto. Resumo MOODLE Implementação da educação à distância nas escolas do distrito do Porto Virgínia Moreira Dias vmrmd@ddinis.net Sónia Rolland Sobral sonia@upt.pt Universidade Portucalense, Porto Resumo A integração

Leia mais

PROJETO DE RESOLUÇÃO N.º 1373/XII/4ª

PROJETO DE RESOLUÇÃO N.º 1373/XII/4ª PROJETO DE RESOLUÇÃO N.º 1373/XII/4ª Recomenda ao Governo a definição de uma estratégia para o aprofundamento da cidadania e da participação democrática e política dos jovens A cidadania é, além de um

Leia mais

Programa para a Inclusão e Desenvolvimento Progride. ParticipAR Inovação para a Inclusão em Arraiolos"

Programa para a Inclusão e Desenvolvimento Progride. ParticipAR Inovação para a Inclusão em Arraiolos Programa para a Inclusão e Desenvolvimento Progride ParticipAR Inovação para a Inclusão em Arraiolos" Relatório de Avaliação SEGURANÇA NA INTERNET (SESSÕES PARA ALUNOS) Arraiolos 12\04\ 07 O Agrupamento

Leia mais

Projecto. M3 - Mais Encontro: Mais Participação: Mais Ação. Candidatura Orçamento Tu Decides 2015 Município de Braga

Projecto. M3 - Mais Encontro: Mais Participação: Mais Ação. Candidatura Orçamento Tu Decides 2015 Município de Braga Candidatura Orçamento Tu Decides 2015 Município de Braga Projecto M3 - Mais Encontro: Mais Participação: Mais Ação 1. IDENTIFICAÇÃO 2. CONTEXTUALIZAÇÃO E PROBLEMÁTICA 3. PROPOSTA 4. OBJECTIVOS E RESULTADOS

Leia mais

EDUCAÇÃO ESPECIAL. Lisboa, 8 de Janeiro de 2008

EDUCAÇÃO ESPECIAL. Lisboa, 8 de Janeiro de 2008 EDUCAÇÃO ESPECIAL Lisboa, 8 de Janeiro de 2008 DL 3/2008, de 7 de Janeiro: Sumário Define os apoios especializados a prestar na educação pré-escolar e nos ensinos básico e secundário dos sectores público,

Leia mais

Introdução. 1 Direcção Geral da Administração Interna, Violência Doméstica 2010 Ocorrências Participadas às

Introdução. 1 Direcção Geral da Administração Interna, Violência Doméstica 2010 Ocorrências Participadas às Câmara Municipal da Departamento de Educação e Desenvolvimento Sociocultural Divisão de Intervenção Social Plano Municipal contra a Violência Rede Integrada de Intervenção para a Violência na Outubro de

Leia mais

GESTÃO MUSEOLÓGICA E SISTEMAS DE QUALIDADE Ana Mercedes Stoffel Fernandes Outubro 2007 QUALIDADE E MUSEUS UMA PARCERIA ESSENCIAL

GESTÃO MUSEOLÓGICA E SISTEMAS DE QUALIDADE Ana Mercedes Stoffel Fernandes Outubro 2007 QUALIDADE E MUSEUS UMA PARCERIA ESSENCIAL CADERNOS DE MUSEOLOGIA Nº 28 2007 135 GESTÃO MUSEOLÓGICA E SISTEMAS DE QUALIDADE Ana Mercedes Stoffel Fernandes Outubro 2007 QUALIDADE E MUSEUS UMA PARCERIA ESSENCIAL INTRODUÇÃO Os Sistemas da Qualidade

Leia mais

Questionário: Imagens do (Ensino) Português no Estrangeiro

Questionário: Imagens do (Ensino) Português no Estrangeiro Questionário: Imagens do (Ensino) Português no Estrangeiro Pretende se com este questionário conhecer a sua opinião sobre o (Ensino do) Português no Estrangeiro. Não existem respostas certas ou erradas.

Leia mais

Faculdades Integradas do Vale do Ivaí Instituto Superior de Educação - ISE

Faculdades Integradas do Vale do Ivaí Instituto Superior de Educação - ISE DO ESTÁGIO SUPERVISIONADO 1 Do estágio curricular supervisionado A modalidade de Estágio Supervisionado é uma importante variável a ser considerada no contexto de perfil do egresso. A flexibilidade prevista

Leia mais

PLANO ANUAL DE ATIVIDADES - ANO LETIVO 2011/2012

PLANO ANUAL DE ATIVIDADES - ANO LETIVO 2011/2012 Biblioteca Escolar GIL VICENTE AGRUPAMENTO DE ESCOLAS GIL VICENTE ESCOLA GIL VICENTE EB1 CASTELO BIBLIOTECA ESCOLAR PLANO ANUAL DE ATIVIDADES - ANO LETIVO 2011/2012 As atividades constantes do presente

Leia mais

AGRUPAMENTO VERTICAL DE ESCOLAS DE FRAGOSO. Projeto do. CLUBE É-TE=igual? Equipa Dinamizadora: Elisa Neiva Cruz

AGRUPAMENTO VERTICAL DE ESCOLAS DE FRAGOSO. Projeto do. CLUBE É-TE=igual? Equipa Dinamizadora: Elisa Neiva Cruz AGRUPAMENTO VERTICAL DE ESCOLAS DE FRAGOSO Projeto do CLUBE É-TE=igual? Equipa Dinamizadora: Elisa Neiva Cruz Uma ação educativa de abertura para a comunidade Ano letivo 2014/2015 Índice 1. Introdução

Leia mais

Quadro jurídico no sistema educativo português

Quadro jurídico no sistema educativo português I Simpósio Luso-Alemão sobre a Qualificação Profissional em Portugal - Oportunidades e Desafios Isilda Costa Fernandes SANA Lisboa Hotel, Av. Fontes Pereira de Melo 8, Lisboa 24 de novembro 2014 Contexto

Leia mais

CONTRATO LOCAL DE DESENVOLVIMENTO SOCIAL (CLDS) ESPINHO VIVO

CONTRATO LOCAL DE DESENVOLVIMENTO SOCIAL (CLDS) ESPINHO VIVO CONTRATO LOCAL DE DESENVOLVIMENTO SOCIAL (CLDS) ESPINHO VIVO EIXO 1 EMPREGO, FORMAÇÃO, QUALIFICAÇÃO E EMPREENDEDORISMO 01 - BALCÃO DE EMPREGABILIDADE; O Balcão de Empregabilidade pretende apoiar os desempregados

Leia mais

O Que São os Serviços de Psicologia e Orientação (SPO)?

O Que São os Serviços de Psicologia e Orientação (SPO)? O Que São os Serviços de Psicologia e Orientação (SPO)? São unidades especializadas de apoio educativo multidisciplinares que asseguram o acompanhamento do aluno, individualmente ou em grupo, ao longo

Leia mais

Painel Temático 2: A Educação para o Desenvolvimento Sustentável Sala G4 10H45 12H15 Moderadora: Cristina Gomes Ferreira Relatora: Elizabeth Silva

Painel Temático 2: A Educação para o Desenvolvimento Sustentável Sala G4 10H45 12H15 Moderadora: Cristina Gomes Ferreira Relatora: Elizabeth Silva Painel Temático 2: A Educação para o Desenvolvimento Sustentável Sala G4 10H45 12H15 Moderadora: Cristina Gomes Ferreira Relatora: Elizabeth Silva Apresentação dos seguintes projectos: 1) Câmara de Lobos.

Leia mais

REFORÇAR Objectivo 1. Melhorar a divulgação da missão/visão para o agrupamento de escolas em toda a comunidade educativa

REFORÇAR Objectivo 1. Melhorar a divulgação da missão/visão para o agrupamento de escolas em toda a comunidade educativa CORECARD > MONITORIZAÇÃO Organização e Processos de Gestão Estratégica Liderar e criar uma cultura de escola Melhorar a divulgação da missão/visão para o agrupamento de escolas em toda a comunidade educativa

Leia mais

Centro de Ciências Departamento de Biologia Disciplina de Fisiologia Animal

Centro de Ciências Departamento de Biologia Disciplina de Fisiologia Animal Projeto de ensino aplicado à Fisiologia Anima, da disciplina Instrumentalização V: Exercício físico regular e a promoção da saúde Suyane Emanuelle Santos de Carvalho Orientadora: Profa. Dra. Ana Fontenele

Leia mais

Quem ensina aprende ao ensinar e quem aprende ensina ao aprender.

Quem ensina aprende ao ensinar e quem aprende ensina ao aprender. 2009-2010 Quem ensina aprende ao ensinar e quem aprende ensina ao aprender. Paulo Freire 1 ÍNDICE Introdução... 3 Objectivos... 3 Actividades... 3 Localização... 4 Horário provável de funcionamento...

Leia mais

Introdução. a cultura científica e tecnológica.

Introdução. a cultura científica e tecnológica. Introdução A cultura científica e tecnológica é cada vez mais reconhecida como uma condição estratégica para o desenvolvimento de uma cidadania ativa, traduzindo-se numa sociedade mais qualificada e no

Leia mais

RI AEV assiduidade alunos CGT versão consulta pública Página 1

RI AEV assiduidade alunos CGT versão consulta pública Página 1 Artigo 54.º Faltas do aluno do ensino pré-escolar 1. No ensino pré-escolar, o conceito de falta aplica-se quando a criança não comparece durante todo o dia no Jardim de Infância ou nas atividades previstas

Leia mais

para um novo ano lectivo

para um novo ano lectivo Ano Lectivo 2008/09 20 medidas de política para um novo ano lectivo Este documento apresenta algumas medidas para 2008/09: Apoios para as famílias e para os alunos Modernização das escolas Plano Tecnológico

Leia mais

CATÁLOGO DE ATIVIDADES

CATÁLOGO DE ATIVIDADES 2015 CATÁLOGO DE ATIVIDADES 2 1 1 Fotografia da Capa: Architectural Concepts By Roman Vlasov com Wendy F. Strange In 3dfirstaid Visual Architecture INTRODUÇÃO A SENTIDO DIRECTO desenvolve, de forma sistemática,

Leia mais

Esta agenda é composta por materiais fotocopiáveis e editáveis* que o/a ajudarão na sua organização e informação escolar do dia a dia.

Esta agenda é composta por materiais fotocopiáveis e editáveis* que o/a ajudarão na sua organização e informação escolar do dia a dia. Agenda do Professor Esta agenda é composta por materiais fotocopiáveis e editáveis* que o/a ajudarão na sua organização e informação escolar do dia a dia. *Disponível em formato Word no e-manual Premium.

Leia mais

Observatório Luta Contra a Pobreza na Cidade de Lisboa

Observatório Luta Contra a Pobreza na Cidade de Lisboa Observatório Luta Contra a Pobreza na Cidade de Apresentação Plenário Comissão Social de Freguesia www.observatorio-lisboa.eapn.pt observatoriopobreza@eapn.pt Agenda I. Objectivos OLCPL e Principais Actividades/Produtos

Leia mais

2013/2017 Se não posso realizar grandes coisas, posso pelo menos fazer pequenas coisas com grandeza. (Clarck)

2013/2017 Se não posso realizar grandes coisas, posso pelo menos fazer pequenas coisas com grandeza. (Clarck) 2013/2017 Se não posso realizar grandes coisas, posso pelo menos fazer pequenas coisas com grandeza. (Clarck) Índice Introdução... 2 Caracterização... 4 Objetivos do Projecto... 4 Metodologia... 5 Identificação

Leia mais