Cursos de Formação em Alternância na Banca Relatório de Follow-up Lisboa e Porto

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "Cursos de Formação em Alternância na Banca Relatório de Follow-up 2010-2013 Lisboa e Porto"

Transcrição

1 Cursos de Formação em Alternância na Banca Relatório de Follow-up Lisboa e Porto Outubro de 2015

2

3 Índice 1. Introdução Caraterização do Estudo Resultado Global dos Cursos de Lisboa e do Porto Motivos Invocados para Voltarem a Escolher o Curso que Frequentaram Sugestões tendo em vista o Aperfeiçoamento do Curso Formação Profissional Sugerida para o Futuro Outros Aspetos Mencionados Depoimentos Evolução de Alguns Indicadores Copyright 2015 by IFB/APB, Lisbon 1

4 2 Copyright 2015 by IFB/APB, Lisbon

5 1. Introdução O Instituto de Formação Bancária (IFB) desenvolve desde 1992, em parceria com e o Instituto do Emprego e Formação Profissional (IEFP), Cursos do Sistema de Aprendizagem, que designamos como Cursos de Formação em Alternância na Banca. Desde o início deste projeto, e até ao presente, foram diplomados alunos, que obtiveram, por esta via, equivalência ao 12.º Ano de escolaridade e/ou os Níveis 4 ou 5 de Qualificação Profissional. Em linha com a sua política de qualidade, o IFB procura acompanhar o percurso profissional e de continuidade de estudos dos formandos que concluem os Cursos de Formação em Regime de Alternância. O acompanhamento do percurso dos antigos alunos é operacionalizado através de um estudo de follow-up realizado periodicamente, através de um questionário com o objetivo de recolher dados que permitam avaliar a satisfação dos diplomados com o curso e conhecer as suas trajetórias profissionais e de continuação de estudos. A análise crítica destes dados permite ao IFB avaliar se os objetivos do curso estão a ser alcançados e de que forma pode melhorar o seu grau de consecução, através da implementação de eventuais ajustes sugeridos por este processo de avaliação. Neste sentido, o estudo de follow-up dos diplomados é promovido pelo IFB desde O mais recente estudo, cujos resultados se divulgam no presente relatório, constitui o 5.º inquérito desta natureza. É de salientar que o facto desta prática de avaliação ser conduzida ao longo do desenvolvimento do projeto de formação de forma sustentada e regular permite uma análise alargada de aferição da solidez do projeto e dos impactos que, ao longo do tempo, têm sido produzidos. Anteriormente, foram realizados os quatro estudos, publicados nos anos de 2000, 2003, 2007 e Copyright 2015 by IFB/APB, Lisbon 3

6 2. Caraterização do Estudo Com vista à elaboração deste estudo, foi apresentado aos Diplomados um Questionário de Follow-up, cujos resultados são objeto do presente Relatório. O estudo abrange os cursos realizados em Lisboa e no Porto e que terminaram entre 2010 e Assim, o universo de diplomados a consultar era de 278, distribuídos por quatro edições do curso nos Polos de Lisboa e Porto. Foram recebidas 149 respostas, correspondentes a cerca de 54% do total de diplomados das edições abrangidas. Trata-se, pois, de uma amostra muito significativa. 4 Copyright 2015 by IFB/APB, Lisbon

7 3. Resultado Global dos Cursos de Lisboa e do Porto 3.1 Situação Atual relativa ao Trabalho e Estudo Gráfico 1 Situação face ao mercado de trabalho Global Um dado muito significativo é o facto de 90.6% dos diplomados se encontrarem a trabalhar e/ou a prosseguir estudos superiores. A percentagem de diplomados que se encontra a trabalhar ultrapassa os 70%. Destes, cerca de 1/3 está também a estudar, fazendo-o em paralelo com a atividade profissional que exerce. Os gráficos seguintes apresentam a situação dos diplomados face ao trabalho e à continuidade de estudos, por cada um dos Polos de Lisboa e Porto. Gráfico 2 Situação face ao mercado de trabalho Lisboa e Porto Copyright 2015 by IFB/APB, Lisbon 5

8 A situação encontrada é muito idêntica, sendo de referir que em Lisboa quase 51% dos diplomados apenas trabalha, tendo esta categoria uma representação inferior no Porto (39% dos diplomados). 3.2 Instituição onde Exerce Atividade Relativamente à instituição onde os diplomados que exercem atividade profissional estão integrados, em termos globais, 30% trabalham numa instituição de crédito e 6% estão empregados em instituições do setor financeiro. O emprego em outros setores de atividade engloba 28% dos respondentes. Gráfico 3 Instituição onde exerce atividade Global Os dados sobre a instituição na qual é exercida a atividade dos diplomados são apresentados a seguir para Lisboa e Porto. Em Lisboa, a percentagem de diplomados a trabalhar em instituições de crédito é mais elevada, atingindo perto dos 39%. No Porto, apenas 20% dos respondentes referem trabalhar em instituições de crédito. Gráfico 4 Instituição onde exerce atividade Lisboa e Porto 6 Copyright 2015 by IFB/APB, Lisbon

9 Os dados apresentados reforçam as possibilidades que o Curso fornece aos Formandos que o concluem, de poderem, a par da atividade na área da Banca ou em outras instituições do setor financeiro, ingressar noutros setores de atividade. 3.3 Situação Académica Gráfico 5 Frequência do ensino superior Global Gráfico 6 Frequência do ensino superior Lisboa e Porto Cerca de 46% dos diplomados continuaram os estudos no ensino superior, tendo alguns deles 1,3% acumulado os estudos com a sua atividade profissional. Copyright 2015 by IFB/APB, Lisbon 7

10 3.4 Estabelecimento de Ensino que Frequenta Gráfico 7 Estabelecimento de ensino que frequenta Global Gráfico 8 Estabelecimento de ensino que frequenta Lisboa e Porto Do total de diplomados que continuaram os estudos, cerca de 17% optaram pelo Instituto Superior de Gestão Bancária (ISGB). Cerca de 83% dos diplomados que optaram por continuar os seus estudos fizeram-no em outros estabelecimentos de ensino superior. 8 Copyright 2015 by IFB/APB, Lisbon

11 3.5 Opinião sobre o Curso Se pudesse voltar atrás, escolheria novamente o seu Curso? Gráfico 9 Voltaria a escolher o Curso Global Gráfico 10 Voltaria a escolher o Curso Lisboa e Porto A grande maioria dos diplomados (85%) escolheria de novo o seu Curso, se pudesse voltar atrás, o que reflete um elevado grau de satisfação com o mesmo. 4. Motivos Invocados para Voltarem a Escolher o Curso que Frequentaram Independentemente de se encontrarem ou não empregados na área da Banca, a maioria dos diplomados confere grande importância ao Curso, pelo facto de contribuir para a sua formação profissional e pessoal. Copyright 2015 by IFB/APB, Lisbon 9

12 São igualmente referidos como muito positivos aspetos relacionados com a exigência do Curso ao nível do currículo e dos conteúdos ministrados, do conhecimento prático obtido, assim como a preparação que oferece para a realidade da atividade bancária. A saída profissional é o aspeto mais focado pelos diplomados, uma vez que uma parte significativa ficou empregada no setor bancário. O bom ambiente, o profissionalismo dos formadores e a experiência teórica e prática que o Curso proporciona (através dos estágios), são outros pontos focados pelos diplomados como de importância acrescida. Além da formação técnica, a formação cívica e humana é também considerada muito positiva e diferenciadora de outras escolas. Uma pequena percentagem dos diplomados (12,8%) referiu que não voltaria a escolher o Curso se voltasse atrás, indicando como razões as dificuldades de ingresso no mundo da Banca e o facto de o Curso não ter correspondido às suas expetativas. 5. Sugestões tendo em vista o Aperfeiçoamento do Curso Os diplomados identificam os seguintes aspetos como mais importantes: Aumentar o reconhecimento do Curso por parte das instituições financeiras, mediante ações de divulgação da Associação Portuguesa de Bancos; Adaptar os domínios lecionados à evolução tecnológica, não descurando o entendimento aprofundado das operações financeiras; Maior carga horária ao nível dos domínios da língua estrangeira e portuguesa, nomeadamente, com maior insistência no inglês bancário; Inserir conteúdos programáticos que facilitem, posteriormente, a frequência universitária; Adicionar a educação física ao conteúdo do curso; Reajustamento de alguns conteúdos programáticos e respetiva carga horária, de acordo com a importância dos mesmos para a prática profissional. 10 Copyright 2015 by IFB/APB, Lisbon

13 6. Formação Profissional Sugerida para o Futuro No que respeita a este ponto, a maioria dos diplomados refere ações de formação nas áreas Comercial, Técnicas de Vendas, Crédito, Mercados Financeiros, Análise Técnica de Investimentos, Fraude e Risco Operacional e ações de atualização e/ou workshops de conhecimentos sobre a Banca, devido ao atual contexto de mudança. Os diplomados que fizeram referência a outras ações foram em menor número, indicando formações relacionadas, nomeadamente, com o Atendimento de Clientes, Produtos Bancários direcionados para o segmento de empresas, Inglês Técnico e Securities Services. 7. Outros Aspetos Mencionados Os diplomados comunicaram ainda alguns aspetos globais acerca do projeto, nomeadamente: Agrado pelo facto de o IFB se preocupar com o seu percurso após terminarem o Curso, pese embora os que referiram que o IFB deveria dar mais apoio aos diplomados não inseridos no mercado de trabalho, devido às atuais dificuldades na obtenção de emprego; Reconhecimento da saída profissional que lhes possibilitou, incentivando-nos a continuar. 8. Depoimentos Transcrevem-se algumas das citações mais significativas dos diplomados: - Este curso mudou a minha vida. Está muito focado na banca e a componente prática permite- -nos ter outra visão do trabalho desenvolvido numa instituição bancária. - Senti uma enorme gratidão por quem me acompanhou ao longo dos três anos de curso: professores, funcionários e colegas. No IFB formei-me num ambiente familiar onde todos cooperavam entre si e no fim alcançávamos os nossos próprios objetivos. Infelizmente não estou a desempenhar as funções que gostaria mas sei que o curso que tirei me irá abrir muitas portas caso consiga entrar para o meu ramo, embora possa dizer que existem muitas tarefas que desempenho no meu atual emprego em que aplico conhecimentos adquiridos no curso. - Escolheria este curso novamente porque acho que o curso é bastante completo, muito proativo, que nos ajuda a desenvolver bastante e prepara para as atividades futuras no mundo Copyright 2015 by IFB/APB, Lisbon 11

14 do trabalho, independentemente de seguirmos a área ou não. Acho que foi sem dúvida uma ótima escolha ter efetuado este curso. - Cria e desenvolve profissionais de excelente qualidade, promove o enquadramento de jovens no mundo de trabalho através dos estágios. Tem professores e funcionários de elevada qualidade que acompanham de maneira exaustiva os seus formandos. Curso bastante completo com disciplinas importantíssimas para o nosso desenvolvimento como ser humano. - Uma experiência única. Permitiu-me um forte desenvolvimento a todos os níveis (pessoais, sociais, humanos, profissionais, académicos). Uma excelente ferramenta para o mercado de trabalho. Verdadeiramente, o IFB é uma Instituição que prepara pessoas para a Banca, para o mercado de trabalho noutros setores e para a vida. 9. Evolução de Alguns Indicadores Os três gráficos seguintes ilustram a evolução de alguns indicadores obtidos nas amostras nos cinco estudos de follow-up realizados. A percentagem de inquiridos que trabalham e/ou estudam tem-se mantido semelhante. A percentagem de inquiridos que se inscreveram no ensino superior tem sofrido alguma variação, sendo inferior em relação ao primeiro estudo. A percentagem de inquiridos que voltariam a inscrever-se no Curso diminuiu em relação aos estudos passados. Gráfico 16 Evolução da percentagem de Alunos que trabalham e/ou estudam 12 Copyright 2015 by IFB/APB, Lisbon

15 Gráfico 17 Evolução da percentagem de Alunos que frequentam o ensino superior Gráfico 18 Evolução da percentagem de Alunos que voltariam a inscrever-se no Curso Copyright 2015 by IFB/APB, Lisbon 13

16 14 Copyright 2015 by IFB/APB, Lisbon

Quarto Estudo de Follow up dos Diplomados

Quarto Estudo de Follow up dos Diplomados Cursos de Formação em Alternância na Banca Quarto Estudo de Follow up dos Diplomados Relatório Cursos terminados entre 2006 e 2009 Projecto realizado em parceria e financiado pelo Instituto de Emprego

Leia mais

CEF/0910/26436 Relatório final da CAE (Univ) - Ciclo de estudos em funcionamento

CEF/0910/26436 Relatório final da CAE (Univ) - Ciclo de estudos em funcionamento CEF/0910/26436 Relatório final da CAE (Univ) - Ciclo de estudos em funcionamento Caracterização do ciclo de estudos Perguntas A.1 a A.9 A.1. Instituição de ensino superior / Entidade instituidora: Universidade

Leia mais

AVALIAÇÃO DO CURSO DE TURISMO

AVALIAÇÃO DO CURSO DE TURISMO AVALIAÇÃO DO CURSO DE TURISMO Outubro 2009 ÍNDICE 1. Introdução 3 2. População e Amostra 3 3. Apresentação de Resultados 4 3.1. Opinião dos alunos de Turismo sobre a ESEC 4 3.2. Opinião dos alunos sobre

Leia mais

CEF/0910/28031 Relatório preliminar da CAE (Poli) - Ciclo de estudos em funcionamento

CEF/0910/28031 Relatório preliminar da CAE (Poli) - Ciclo de estudos em funcionamento CEF/0910/28031 Relatório preliminar da CAE (Poli) - Ciclo de estudos em funcionamento Caracterização do ciclo de estudos Perguntas A.1 a A.9 A.1. Instituição de ensino superior / Entidade instituidora:

Leia mais

OBSERVATÓRIO DO PERCURSO PROFISSIONAL DOS DIPLOMADOS DA UTAD

OBSERVATÓRIO DO PERCURSO PROFISSIONAL DOS DIPLOMADOS DA UTAD OBSERVATÓRIO DO PERCURSO PROFISSIONAL DOS DIPLOMADOS DA UTAD UTAD 2011 OBSERVATÓRIO DO PERCURSO PROFISSIONAL DOS DIPLOMADOS DA UTAD (2003-2007) O. Enquadramento As políticas públicas de ensino superior

Leia mais

RELATÓRIO ANUAL 2012-2013. IPAM Aveiro

RELATÓRIO ANUAL 2012-2013. IPAM Aveiro RELATÓRIO ANUAL 2012-2013 IPAM Aveiro Índice Nota Introdutória... 3 1. Do grau de cumprimento do plano estratégico e do plano anual... 4 2. Da realização dos objetivos estabelecidos;... 4 3. Da eficiência

Leia mais

CRITÉRIOS DE QUALIFICAÇÃO DE PESSOAL DOCENTE PARA A ACREDITAÇÃO DE CICLOS DE ESTUDOS

CRITÉRIOS DE QUALIFICAÇÃO DE PESSOAL DOCENTE PARA A ACREDITAÇÃO DE CICLOS DE ESTUDOS CRITÉRIOS DE QUALIFICAÇÃO DE PESSOAL DOCENTE PARA A ACREDITAÇÃO DE CICLOS DE ESTUDOS Versão 1.1 Setembro 2013 1. Critérios (mínimos) de referência quanto à qualificação do corpo docente para a acreditação

Leia mais

ISAL INSTITUTO SUPERIOR DE ADMINISTRAÇÃO E LÍNGUAS PLANO DE ATIVIDADES

ISAL INSTITUTO SUPERIOR DE ADMINISTRAÇÃO E LÍNGUAS PLANO DE ATIVIDADES ISAL INSTITUTO SUPERIOR DE ADMINISTRAÇÃO E LÍNGUAS PLANO DE ATIVIDADES 2015 2 Formar gestores e quadros técnicos superiores, preparados científica e tecnicamente para o exercício de funções na empresa

Leia mais

Seminário Ensino Vocacional e Profissional Centro de Formação Ordem de Santiago

Seminário Ensino Vocacional e Profissional Centro de Formação Ordem de Santiago Seminário Ensino Vocacional e Profissional Centro de Formação Ordem de Santiago Isabel Hormigo (Ministério da Educação e Ciência, Lisboa) Setúbal, 7 de fevereiro de 2014 Ciclos de estudos e duração Idade

Leia mais

ACEF/1112/02397 Relatório preliminar da CAE

ACEF/1112/02397 Relatório preliminar da CAE ACEF/1112/02397 Relatório preliminar da CAE Caracterização do ciclo de estudos Perguntas A.1 a A.10 A.1. Instituição de ensino superior / Entidade instituidora: Universidade Do Minho A.1.a. Identificação

Leia mais

Para quem inscrito no 12º ano sem o concluíres

Para quem inscrito no 12º ano sem o concluíres Os Cursos de Especialização Tecnológica (CET) são formações pós-secundárias não superiores que te preparam para uma especialização científica ou tecnológica numa determinada área de formação. Para quem

Leia mais

FICHA TÉCNICA. Cooperação, Parcerias e Contratos Internacionais. Relatório de Avaliação Final. Suzete Lopes suzetelopes@leaderconsulting.info.

FICHA TÉCNICA. Cooperação, Parcerias e Contratos Internacionais. Relatório de Avaliação Final. Suzete Lopes suzetelopes@leaderconsulting.info. FICHA TÉCNICA Título Organização Curso Relatório de Avaliação Final Suzete Lopes suzetelopes@leaderconsulting.info Cooperação, Parcerias e Contratos Internacionais Entidade Leader Consulting, 08 de Dezembro

Leia mais

Projeto de Ações de Melhoria

Projeto de Ações de Melhoria DIREÇÃO REGIONAL DE EDUCAÇÃO DE LISBOA E VALE DO TEJO AGRUPAMENTO DE ESCOLAS DE ALVES REDOL, VILA FRANCA DE XIRA- 170 770 SEDE: ESCOLA SECUNDÁRIA DE ALVES REDOL 400 014 Projeto de Ações de Melhoria 2012/2013

Leia mais

SUPLEMENTO I SÉRIE ÍNDICE. Ministério da Educação e Ciência. Quarta-feira, 26 de setembro de 2012 Número 187

SUPLEMENTO I SÉRIE ÍNDICE. Ministério da Educação e Ciência. Quarta-feira, 26 de setembro de 2012 Número 187 I SÉRIE Quarta-feira, 26 de setembro de 2012 Número 187 ÍNDICE SUPLEMENTO Ministério da Educação e Ciência Portaria n.º 292-A/2012: Cria uma experiência-piloto de oferta formativa de cursos vocacionais

Leia mais

Gestão Bancária Gestão e Sistemas de Informação

Gestão Bancária Gestão e Sistemas de Informação Gestão Bancária Gestão e Sistemas de Informação O Instituto Superior de Gestão Bancária (ISGB) é um estabelecimento de ensino superior dirigido preferencialmente às necessidades de todo o Setor Financeiro.

Leia mais

Estudo sobre os diplomados pelo ISCTE-IUL. Perspectiva das Entidades Empregadoras

Estudo sobre os diplomados pelo ISCTE-IUL. Perspectiva das Entidades Empregadoras Estudo sobre os diplomados pelo ISCTE-IUL Perspectiva das Entidades Empregadoras Julho 2011 Ficha Técnica ISCTE Instituto Universitário de Lisboa Edição Gabinete de Estudos, Avaliação, Planeamento e Qualidade

Leia mais

Um mar de oportunidades. Mestrado em Gestão Portuária. Mensagem do Presidente da ENIDH Escola Superior Náutica Infante D. Henrique.

Um mar de oportunidades. Mestrado em Gestão Portuária. Mensagem do Presidente da ENIDH Escola Superior Náutica Infante D. Henrique. Um mar de oportunidades Mestrado em Gestão Portuária Mensagem do Presidente da ENIDH Escola Superior Náutica Infante D. Henrique A ENIDH é a Escola Superior pública portuguesa que assegura a formação de

Leia mais

INQUÉRITO AOS ESTUDANTES DO IST QUE REALIZARAM UM PERÍODO DE ESTUDOS FORA DA ESCOLA. Área de Estudos e Planeamento (AEP) Alexandra Sevinate Pontes

INQUÉRITO AOS ESTUDANTES DO IST QUE REALIZARAM UM PERÍODO DE ESTUDOS FORA DA ESCOLA. Área de Estudos e Planeamento (AEP) Alexandra Sevinate Pontes INQUÉRITO AOS ESTUDANTES DO IST QUE REALIZARAM UM PERÍODO DE ESTUDOS FORA DA ESCOLA INQUÉRITOS AOS ESTUDANTES EM MOBILIDADE histórico Designação interna Objetivos População alvo Serviço Modalidade Responsável

Leia mais

AGRUPAMENTO DE ESCOLAS FERNANDO PESSOA

AGRUPAMENTO DE ESCOLAS FERNANDO PESSOA AGRUPAMENTO DE ESCOLAS FERNANDO PESSOA Regulamento do Curso Vocacional Artes e Multimédia Ensino Básico 3º ciclo Artigo 1.º Âmbito e Enquadramento O presente regulamento estabelece as diretrizes essenciais

Leia mais

INFORMAÇÕES PARA A PÁGINA DA ESCOLA FRASE DE ABERTURA NOVOS TESTEMUNHOS DE EX-ALUNOS A INCLUIR

INFORMAÇÕES PARA A PÁGINA DA ESCOLA FRASE DE ABERTURA NOVOS TESTEMUNHOS DE EX-ALUNOS A INCLUIR INFORMAÇÕES PARA A PÁGINA DA ESCOLA FRASE DE ABERTURA De acordo com os últimos dados disponíveis do Observatório para a inserção profissional da Universidade Nova de Lisboa, a taxa de emprego dos alunos

Leia mais

RELATÓRIO DE AUTOAVALIAÇÃO

RELATÓRIO DE AUTOAVALIAÇÃO RELATÓRIO DE AUTOAVALIAÇÃO FEVEREIRO DE 15 AGRUPAMENTO DE ESCOLAS DE JOSEFA DE ÓBIDOS RELATÓRIO DE AUTOAVALIAÇÃO FEVEREIRO DE 15 P á g i n a 2 34 Índice 1. Introdução. 4 2. Sucesso Escolar...6 2.1-1.º

Leia mais

Inquéritos de Empregabilidade aplicados aos Diplomados

Inquéritos de Empregabilidade aplicados aos Diplomados Escola Superior de Educação de Almada Inquéritos de Empregabilidade aplicados aos Diplomados Ciclos de Estudo de Mestrado Apresentação de Resultados Departamento para a Garantia da Qualidade Fevereiro,

Leia mais

CQEP Centro para a Qualificação e Ensino Profissional

CQEP Centro para a Qualificação e Ensino Profissional CQEP Centro para a Qualificação e Ensino Profissional Em março de 2014, o Centro para a Qualificação e o Ensino Profissional (CQEP) da Escola Secundária de Felgueiras iniciou a sua missão de informar,

Leia mais

CURRICULUM VITAE UNIÃO DAS FREGUESIAS DE GONDOMAR (S. COSME), VALBOM E JOVIM

CURRICULUM VITAE UNIÃO DAS FREGUESIAS DE GONDOMAR (S. COSME), VALBOM E JOVIM UNIÃO DAS FREGUESIAS DE GONDOMAR (S. COSME), VALBOM E JOVIM Componentes de um Curriculum Vitae Regras para a elaboração Regras para a utilização Diferentes tipos de Curriculum Vitae Qual o tipo de Curriculum

Leia mais

AVALIAÇÃO DO CURSO DE COMUNICAÇÃO E DESIGN MULTIMÉDIA

AVALIAÇÃO DO CURSO DE COMUNICAÇÃO E DESIGN MULTIMÉDIA AVALIAÇÃO DO CURSO DE COMUNICAÇÃO E DESIGN MULTIMÉDIA Outubro 2009 ÍNDICE 1. Introdução 3 2. População e Amostra 3 3. Apresentação de Resultados 4 3.1. Opinião dos alunos de Comunicação e Design Multimédia

Leia mais

Centros para a Qualificação e o Ensino Profissional (CQEP) Estrutura, competências e objetivos

Centros para a Qualificação e o Ensino Profissional (CQEP) Estrutura, competências e objetivos Centros para a Qualificação e o Ensino Profissional (CQEP) Estrutura, competências e objetivos Maria João Alves Agência Nacional para a Qualificação e o Ensino Profissional 24 de novembro de 2014 I SIMPÓSIO

Leia mais

澳 門 特 別 行 政 區 政 府 Governo da Região Administrativa Especial de Macau 個 人 資 料 保 護 辦 公 室 Gabinete para a Protecção de Dados Pessoais

澳 門 特 別 行 政 區 政 府 Governo da Região Administrativa Especial de Macau 個 人 資 料 保 護 辦 公 室 Gabinete para a Protecção de Dados Pessoais Estudo do grau de conhecimento e das necessidades de protecção de dados pessoais entre os alunos do ensino secundário e do ensino superior de Macau 2014 Sumário Para saber qual o grau de conhecimento e

Leia mais

Questionário: Imagens do (Ensino) Português no Estrangeiro

Questionário: Imagens do (Ensino) Português no Estrangeiro Questionário: Imagens do (Ensino) Português no Estrangeiro Pretende se com este questionário conhecer a sua opinião sobre o (Ensino do) Português no Estrangeiro. Não existem respostas certas ou erradas.

Leia mais

ACEF/1112/20852 Relatório final da CAE

ACEF/1112/20852 Relatório final da CAE ACEF/1112/20852 Relatório final da CAE Caracterização do ciclo de estudos Perguntas A.1 a A.10 A.1. Instituição de ensino superior / Entidade instituidora: Fundação Minerva - Cultura - Ensino E Investigação

Leia mais

ACEF/1112/20967 Relatório final da CAE

ACEF/1112/20967 Relatório final da CAE ACEF/1112/20967 Relatório final da CAE Caracterização do ciclo de estudos Perguntas A.1 a A.10 A.1. Instituição de ensino superior / Entidade instituidora: Fundação Minerva - Cultura - Ensino E Investigação

Leia mais

!"#$% #!$%&'()(*!#'+,&'(-.%'(.*!/'0.',1!,)2-(34%5! 6,-'%0%7.(!,!#'%8(34%! &#'(%)*%+,-.%

!#$% #!$%&'()(*!#'+,&'(-.%'(.*!/'0.',1!,)2-(34%5! 6,-'%0%7.(!,!#'%8(34%! &#'(%)*%+,-.% !"#$% #!$%&'()(*!#'+,&'(-.%'(.*!/'0.',1!,)2-(34%5! 6,-'%0%7.(!,!#'%8(34%! &#'(%)*%+,-.%! https://sites.google.com/site/grupouabpeti/ ISBN: 978-972-674-744-4! "! DIRETORES DE CURSO: PERSPETIVAS E CARACTERIZAÇÃO

Leia mais

IESG - INSTITUTO DE ENSINO SUPERIOR DE GARÇA LTDA. Rua América, 281 Garça/SP CEP 17400-000 (14) 3407-2505 www.uniesp.edu.br/garca

IESG - INSTITUTO DE ENSINO SUPERIOR DE GARÇA LTDA. Rua América, 281 Garça/SP CEP 17400-000 (14) 3407-2505 www.uniesp.edu.br/garca IESG - INSTITUTO DE ENSINO SUPERIOR DE GARÇA LTDA. Rua América, 281 Garça/SP CEP 17400-000 (14) 3407-2505 www.uniesp.edu.br/garca PROGRAMA DE ACOMPANHAMENTO DOS EGRESSOS O Instituto de Ensino de Garça,

Leia mais

REGULAMENTO FORMAÇÃO EM CONTEXTO TRABALHO

REGULAMENTO FORMAÇÃO EM CONTEXTO TRABALHO REGULAMENTO FORMAÇÃO EM CONTEXTO TRABALHO FORMAÇÃO EM CONTEXTO DE TRABALHO REGULAMENTO Artigo 1º Âmbito 1. A Formação em Contexto de Trabalho (FCT) faz parte integrante do Plano Curricular de qualquer

Leia mais

ESCOLA SECUNDÁRIA FERNÃO DE MAGALHÃES. REGULAMENTO DOS CURSOS EFA Educação e Formação de Adultos. I - Objecto

ESCOLA SECUNDÁRIA FERNÃO DE MAGALHÃES. REGULAMENTO DOS CURSOS EFA Educação e Formação de Adultos. I - Objecto ESCOLA SECUNDÁRIA FERNÃO DE MAGALHÃES REGULAMENTO DOS CURSOS EFA Educação e Formação de Adultos I - Objecto O presente regulamento define a organização, desenvolvimento e acompanhamento dos Cursos de Educação

Leia mais

REGULAMENTO DOS CURSOS VOCACIONAIS

REGULAMENTO DOS CURSOS VOCACIONAIS Agrupamento de Escolas Gaia Nascente REGULAMENTO DOS CURSOS VOCACIONAIS ENSINO BÁSICO Escola Secundária Gaia Nascente Artigo 1.º Âmbito e Enquadramento O presente regulamento estabelece as diretrizes essenciais

Leia mais

PROJETO PÓS ZARCO ESCOLA SECUNDÁRIA JOÃO GONÇALVES ZARCO-MATOSINHOS. "Uma Escola de Oportunidades"

PROJETO PÓS ZARCO ESCOLA SECUNDÁRIA JOÃO GONÇALVES ZARCO-MATOSINHOS. Uma Escola de Oportunidades ESCOLA SECUNDÁRIA JOÃO GONÇALVES ZARCO-MATOSINHOS "Uma Escola de Oportunidades" Dossiê de Apresentação do Projeto Pós...Zarco I. O PROJETO PÓS ZARCO No ano letivo de 2005/2006, a Escola Secundária João

Leia mais

BALANÇO FINAL PLANO DE FORMAÇÃO 2014 Anexo R&C 2014

BALANÇO FINAL PLANO DE FORMAÇÃO 2014 Anexo R&C 2014 BALANÇO FINAL PLANO DE FORMAÇÃO 2014 Anexo R&C 2014 INTRODUÇÃO A Sociedade Portuguesa para a Qualidade na Saúde (SPQS) executou, em 2014, um Plano de Formação dirigido aos seus associados e outros profissionais

Leia mais

ACEF/1112/03877 Relatório preliminar da CAE

ACEF/1112/03877 Relatório preliminar da CAE ACEF/1112/03877 Relatório preliminar da CAE Caracterização do ciclo de estudos Perguntas A.1 a A.10 A.1. Instituição de ensino superior / Entidade instituidora: Universidade Da Beira Interior A.1.a. Identificação

Leia mais

Regulamento Cursos de Especialização Tecnológica. Ano Letivo 2013-2014. www.ipiaget.org

Regulamento Cursos de Especialização Tecnológica. Ano Letivo 2013-2014. www.ipiaget.org Instituto Piaget Campus Académico de Vila Nova de Gaia Escola Superior de Saúde de Vila Nova de Gaia www.ipiaget.org Ano Letivo 201-201 Regulamento Cursos de Especialização Tecnológica Índice Artigo 1º

Leia mais

C R E D I T A Ç Ã O D E F O R M A Ç Ã O E D E E X P E R I Ê N C I A P R O F I S S I O N A L

C R E D I T A Ç Ã O D E F O R M A Ç Ã O E D E E X P E R I Ê N C I A P R O F I S S I O N A L ISAL Instituto Superior de Administração e Línguas Regulamento de Creditação de Formação e de Experiência Profissional Preâmbulo O n.º 1 do artigo 45.º-A do Decreto-Lei n.º 115/2013, de 7 de agosto, prevê

Leia mais

ESTRATÉGIAS DE PROCURA DE

ESTRATÉGIAS DE PROCURA DE Estou a acabar o meu curso, e agora? Estratégias de procura QUASE de emprego A ACABAR O CURSO, E AGORA? ESTRATÉGIAS DE PROCURA DE EMPREGO A conclusão dos estudos e a transição para o mercado de trabalho

Leia mais

Matriz de Responsabilidades. PAE: Programa Aproximar Educação Página 1 de 6 Contrato de Educação e Formação Municipal

Matriz de Responsabilidades. PAE: Programa Aproximar Educação Página 1 de 6 Contrato de Educação e Formação Municipal A - Políticas Educativas A2. Políticas de avaliação institucional A1. Planeamento Estratégico A3. Relação escola/comunidade 1 Definição geral de políticas educativas nacionais Informado Informado 2 Definição

Leia mais

Os equipamentos audiovisuais existentes nas salas de aulas funcionam bem

Os equipamentos audiovisuais existentes nas salas de aulas funcionam bem 106 As salas específicas estão adequadamente apetrechadas para as finalidades de ensino e aprendizagem Muito 29% Pouco Muito Na segunda pergunta, quando questionados sobre se as salas específicas (laboratórios,

Leia mais

REGULAMENTO DA FORMAÇÃO NÃO GRADUADA SECÇÃO I COORDENADOR DE CURSO. Artigo 1.º Coordenador de Curso

REGULAMENTO DA FORMAÇÃO NÃO GRADUADA SECÇÃO I COORDENADOR DE CURSO. Artigo 1.º Coordenador de Curso REGULAMENTO DA FORMAÇÃO NÃO GRADUADA SECÇÃO I COORDENADOR DE CURSO Artigo 1.º Coordenador de Curso 1. A coordenação pedagógica e científica de um curso de formação não graduada cabe, em regra, a um docente

Leia mais

INVESTIR NO FUTURO CONTRATO DE CONFIANÇA ENSINO SUPERIOR PARA O FUTURO DE PORTUGAL. Janeiro de 2010

INVESTIR NO FUTURO CONTRATO DE CONFIANÇA ENSINO SUPERIOR PARA O FUTURO DE PORTUGAL. Janeiro de 2010 INVESTIR NO FUTURO UM CONTRATO DE CONFIANÇA NO ENSINO SUPERIOR PARA O FUTURO DE PORTUGAL Janeiro de 2010 UM CONTRATO DE CONFIANÇA NO ENSINO SUPERIOR PARA O FUTURO DE PORTUGAL No seu programa, o Governo

Leia mais

Qualidade e boas práticas formação-ação PME uma aposta ganha 16.01.2013. Caparica

Qualidade e boas práticas formação-ação PME uma aposta ganha 16.01.2013. Caparica Qualidade e boas práticas formação-ação PME uma aposta ganha 16.01.2013 Caparica Antecedentes da Formação-Ação: Projeto piloto lançado em 1998 com IEFP Programa REDE AIP AEP Medida 2.2. Formação e Desenvolvimento

Leia mais

Os benefícios da ce ISO 14001

Os benefícios da ce ISO 14001 Pesquisa Os benefícios da ce ISO 14001 A Revista BANAS QUALIDADE e a Destaque Pesquisa e Marketing realizaram um estudo para medir o grau de satisfação da implementação da certificação ISO 14001. Confira

Leia mais

1 INFORMAÇÕES SOBRE O TITULAR DA QUALIFICAÇÃO. 1.1 Apelido(s): xxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxx. 1.3 Data de nascimento (ano/mês/dia): xxxxxxx

1 INFORMAÇÕES SOBRE O TITULAR DA QUALIFICAÇÃO. 1.1 Apelido(s): xxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxx. 1.3 Data de nascimento (ano/mês/dia): xxxxxxx SUPLEMENTO AO DIPLOMA Este Suplemento ao Diploma segue o modelo elaborado pela Comissão Europeia, pelo Conselho da Europa e pela UNESCO/CEPES. A finalidade deste Suplemento é fornecer dados independentes

Leia mais

ACEF/1314/21732 Relatório final da CAE

ACEF/1314/21732 Relatório final da CAE ACEF/1314/21732 Relatório final da CAE Caracterização do ciclo de estudos Perguntas A.1 a A.10 A.1. Instituição de Ensino Superior / Entidade Instituidora: Universidade De Lisboa A.1.a. Outras Instituições

Leia mais

Guião para a autoavaliação. Ciclo de estudos em funcionamento. (Ensino Universitário e Politécnico)

Guião para a autoavaliação. Ciclo de estudos em funcionamento. (Ensino Universitário e Politécnico) Guião para a autoavaliação Ciclo de estudos em funcionamento (Ensino Universitário e Politécnico) Guião ACEF 2014/2015 PT (Revisão aprovada em 26.03.2014) Caracterização do pedido A1. Instituição de ensino

Leia mais

A PRÁTICA DE MONITORIA PARA PROFESSORES EM FORMAÇÃO INICIAL DE LÍNGUA INGLESA DO PIBID

A PRÁTICA DE MONITORIA PARA PROFESSORES EM FORMAÇÃO INICIAL DE LÍNGUA INGLESA DO PIBID A PRÁTICA DE MONITORIA PARA PROFESSORES EM FORMAÇÃO INICIAL DE LÍNGUA INGLESA DO PIBID Victor Silva de ARAÚJO Universidade Estadual da Paraiba sr.victorsa@gmail.com INTRODUÇÃO A monitoria é uma modalidade

Leia mais

REGULAMENTO PARA A CREDITAÇÃO DA FORMAÇÃO. Artigo 1º Objectivo e âmbito

REGULAMENTO PARA A CREDITAÇÃO DA FORMAÇÃO. Artigo 1º Objectivo e âmbito REGULAMENTO PARA A CREDITAÇÃO DA FORMAÇÃO Artigo 1º Objectivo e âmbito 1. O presente Regulamento estabelece as normas relativas aos processos de creditação no ISCIA para efeitos do disposto no artigo 45.º

Leia mais

Vou entrar no Ensino Secundário. E agora? Que via escolher?

Vou entrar no Ensino Secundário. E agora? Que via escolher? Vou entrar no Ensino Secundário. E agora? Que via escolher? A publicação da Lei n.º 85/2009, de 27 de Agosto, estabelece o regime de escolaridade obrigatória para as crianças e jovens em idade escolar,

Leia mais

Formação para Técnico de Segurança no Trabalho, Nível 4 de Qualificação, QNQ

Formação para Técnico de Segurança no Trabalho, Nível 4 de Qualificação, QNQ NOTA TÉCNICA N.º 3 TEMA: Formação Profissional de SST Formação para Técnico de Segurança no Trabalho, Nível 4 de Qualificação, QNQ Formação para Técnico Superior de Segurança no Trabalho, Níveis 6 a 8

Leia mais

Conclusões do Conselho sobre o critério de referência da mobilidade para a aprendizagem (2011/C 372/08)

Conclusões do Conselho sobre o critério de referência da mobilidade para a aprendizagem (2011/C 372/08) 20.12.2011 Jornal Oficial da União Europeia C 372/31 Conclusões do Conselho sobre o critério de referência da mobilidade para a aprendizagem (2011/C 372/08) O CONSELHO DA UNIÃO EUROPEIA, TENDO EM CONTA

Leia mais

PERGUNTAS FREQUENTES SOBRE O PARFOR

PERGUNTAS FREQUENTES SOBRE O PARFOR PERGUNTAS FREQUENTES SOBRE O PARFOR 1. Como são os cursos ofertados pela plataforma freire e quais os benefícios para os professores que forem selecionados? O professor sem formação poderá estudar nos

Leia mais

Proposta de Alteração da Lei de Bases do Sistema Educativo

Proposta de Alteração da Lei de Bases do Sistema Educativo Proposta de Alteração da Lei de Bases do Sistema Educativo Parecer da Federação Académica do Porto A participação de Portugal na subscrição da Declaração de Bolonha em Junho de 1999 gerou para o Estado

Leia mais

PROPOSTA PEDAGOGICA CENETEC Educação Profissional. Índice Sistemático. Capitulo I Da apresentação...02. Capitulo II

PROPOSTA PEDAGOGICA CENETEC Educação Profissional. Índice Sistemático. Capitulo I Da apresentação...02. Capitulo II Índice Sistemático Capitulo I Da apresentação...02 Capitulo II Dos objetivos da proposta pedagógica...02 Capitulo III Dos fundamentos da proposta pedagógica...02 Capitulo IV Da sinopse histórica...03 Capitulo

Leia mais

Oficina de Formação Educação Sexual e Violência (Data de início: 28/011/2015 - Data de fim: 15/04/2015)

Oficina de Formação Educação Sexual e Violência (Data de início: 28/011/2015 - Data de fim: 15/04/2015) Oficina de Formação Educação Sexual e Violência (Data de início: 28/011/2015 - Data de fim: 15/04/2015) I - Autoavaliação (formandos) A- Motivação para a Frequência da Ação 1- Identifique, de 1 (mais importante)

Leia mais

A Necessidade de Realizar a Avaliação de Desempenho dos Recursos Humanos: O Ponto de Concórdia

A Necessidade de Realizar a Avaliação de Desempenho dos Recursos Humanos: O Ponto de Concórdia A Necessidade de Realizar a Avaliação de Desempenho dos Recursos Humanos: O Ponto de Concórdia Alexandre Pires DREAlentejo "Aprender sem pensar é tempo perdido." Confúcio A avaliação é-nos familiar a todos.

Leia mais

Critérios Gerais de Avaliação

Critérios Gerais de Avaliação Ensino Secundário 10º ano Cursos Científico Humanísticos Ano Letivo 2014/2015 Critérios Gerais de Avaliação O presente documento pretende materializar a execução dos princípios orientadores da avaliação

Leia mais

CURSO DE FORMAÇÃO ESPECÍFICO. Regulamento

CURSO DE FORMAÇÃO ESPECÍFICO. Regulamento CURSO DE FORMAÇÃO ESPECÍFICO ÍNDICE PREÂMBULO... 3 Procedimentos Técnico-Pedagógicos... 4 1.1. Destinatários e condições de acesso... 4 1.2. Organização dos cursos de formação... 4 1.3. Componentes de

Leia mais

ACÇÃO DE FORMAÇÃO EDUCAÇÃO PARA O EMPREENDEDORISMO NA ESCOLA

ACÇÃO DE FORMAÇÃO EDUCAÇÃO PARA O EMPREENDEDORISMO NA ESCOLA ACÇÃO DE FORMAÇÃO EDUCAÇÃO PARA O EMPREENDEDORISMO NA ESCOLA Extracto do PARECER TÉCNICO emitido pelo Especialista da Formação PREÂMBULO O presente Parecer tem como objectivo a análise do Projecto de Investigação

Leia mais

1. Introdução. 2. Metodologia e Taxa de Adesão. Resultados Nacionais Agregados de 2011

1. Introdução. 2. Metodologia e Taxa de Adesão. Resultados Nacionais Agregados de 2011 1 Resultados Nacionais Agregados de 11 Observatório Nacional de Recursos Humanos Resultados Nacionais Agregados de 11 1. Introdução Desde a sua criação em 02 que o Observatório Nacional de Recursos Humanos

Leia mais

REGULAMENTO DA FORMAÇÃO E DA VALORI- ZAÇÃO PROFISSIONAIS

REGULAMENTO DA FORMAÇÃO E DA VALORI- ZAÇÃO PROFISSIONAIS REGULAMENTO DA FORMAÇÃO E DA VALORI- ZAÇÃO PROFISSIONAIS Documento aprovado por deliberação do Conselho Superior em 16 de julho de 2014 P á g i n a 0 REGULAMENTO DA FORMAÇÃO E DA VALORIZAÇÃO PROFISSIONAIS

Leia mais

1 INFORMAÇÕES SOBRE O TITULAR DA QUALIFICAÇÃO. 1.1 Apelido(s): xxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxx. 1.3 Data de nascimento (ano/mês/dia): xxxxxxx

1 INFORMAÇÕES SOBRE O TITULAR DA QUALIFICAÇÃO. 1.1 Apelido(s): xxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxx. 1.3 Data de nascimento (ano/mês/dia): xxxxxxx SUPLEMENTO AO DIPLOMA Este Suplemento ao Diploma segue o modelo elaborado pela Comissão Europeia, pelo Conselho da Europa e pela UNESCO/CEPES. A finalidade deste Suplemento é fornecer dados independentes

Leia mais

Questionário do Pessoal Docente do Pré-escolar

Questionário do Pessoal Docente do Pré-escolar Questionário do Pessoal Docente do Pré-escolar Liderança 1.1 1.2 1.3 1.4 1. As decisões tomadas pelo Conselho Pedagógico, pela Direção e pelo Conselho Geral são disponibilizadas atempadamente. 2. Os vários

Leia mais

RVCC ESCOLAR BÁSICO GUIA DE APOIO

RVCC ESCOLAR BÁSICO GUIA DE APOIO RVCC ESCOLAR BÁSICO GUIA DE APOIO Este documento respeita as regras do Acordo Ortográfico da Língua Portuguesa. Privado da escolaridade, o ser humano não abdica da sua condição de produtor de conhecimentos.

Leia mais

Perguntas e respostas

Perguntas e respostas Diretrizes Perguntas e respostas Axis Certification Program Índice 1. Finalidade e benefícios 3 2. Como tornar-se um Axis Certified Professional 3 3. Após o Exame 5 4. Diferença entre o Axis Certification

Leia mais

AVALIAÇÃO DA SATISFAÇÃO DOS UTILIZADORES 2013 (canal internet)

AVALIAÇÃO DA SATISFAÇÃO DOS UTILIZADORES 2013 (canal internet) AVALIAÇÃO DA SATISFAÇÃO DOS UTILIZADORES 2013 Março 2014 AVALIAÇÃO DA SATISFAÇÃO DOS UTILIZADORES 2013 Autoridade Tributária e Aduaneira Ministério das Finanças Classificação: 010.10.01 Rua da Prata nº

Leia mais

Matriz de Responsabilidades. Descentralizar Educação Página 1 de 6 Contrato de Educação e Formação Municipal

Matriz de Responsabilidades. Descentralizar Educação Página 1 de 6 Contrato de Educação e Formação Municipal A3. Relação escola/comunidade A - Políticas Educativas A2. Políticas de avaliação institucional A1. Planeamento Estratégico 1 Definição geral de políticas educativas nacionais 2 Definição do Plano Estratégico

Leia mais

Quadro jurídico no sistema educativo português

Quadro jurídico no sistema educativo português I Simpósio Luso-Alemão sobre a Qualificação Profissional em Portugal - Oportunidades e Desafios Isilda Costa Fernandes SANA Lisboa Hotel, Av. Fontes Pereira de Melo 8, Lisboa 24 de novembro 2014 Contexto

Leia mais

CONSELHO ESTADUAL DE EDUCAÇÃO PRAÇA DA REPÚBLICA, 53 - FONE: 3255-2044 CEP: 01045-903 - FAX: Nº 3231-1518 SUBSÍDIOS PARA ANÁLISE DO PLANO DE CURSO

CONSELHO ESTADUAL DE EDUCAÇÃO PRAÇA DA REPÚBLICA, 53 - FONE: 3255-2044 CEP: 01045-903 - FAX: Nº 3231-1518 SUBSÍDIOS PARA ANÁLISE DO PLANO DE CURSO 1 CONSELHO ESTADUAL DE EDUCAÇÃO PRAÇA DA REPÚBLICA, 53 - FONE: 3255-2044 CEP: 01045-903 - FAX: Nº 3231-1518 SUBSÍDIOS PARA ANÁLISE DO PLANO DE CURSO 1. APRESENTAÇÃO É com satisfação que apresentamos este

Leia mais

Parecer da UGT. Sobre as alterações à Lei de Bases do Sistema Educativo

Parecer da UGT. Sobre as alterações à Lei de Bases do Sistema Educativo Parecer da UGT Sobre as alterações à Lei de Bases do Sistema Educativo PROPOSTA DE LEI nº 7/X, do Governo Segunda alteração da Lei nº 46/86, de 14 de Outubro, que estabelece a Lei de Bases do Sistema Educativo,

Leia mais

Inquérito de Empregabilidade

Inquérito de Empregabilidade Inquérito de Empregabilidade / Qual a situação face ao emprego dos nossos diplomados do ano letivo 2012/2013? Universidade Lusófona de Humanidades e Tecnologias Índice I. O que é o Relatório de Empregabilidade...2

Leia mais

Medidas de Revitalização do Emprego

Medidas de Revitalização do Emprego Projeto de Resolução n.º 417/XII Medidas de Revitalização do Emprego A sociedade europeia em geral, e a portuguesa em particular, enfrentam uma crise social da maior gravidade. Economia em recessão e um

Leia mais

Avaliação das Necessidades e Expetativas Stakeholders. Relatório Final Análise Comparativa

Avaliação das Necessidades e Expetativas Stakeholders. Relatório Final Análise Comparativa Avaliação das Necessidades e Expetativas Stakeholders Relatório Final Análise Comparativa AVALIAÇÃO DA CAPACIDADE DE SATISFAÇÃO DAS NECESSIDADES E EXPETATIVAS, POR MEIO DA AVALIAÇÃO DA SATISFAÇÃO - 2014

Leia mais

NCE/15/00099 Relatório preliminar da CAE - Novo ciclo de estudos

NCE/15/00099 Relatório preliminar da CAE - Novo ciclo de estudos NCE/15/00099 Relatório preliminar da CAE - Novo ciclo de estudos Caracterização do pedido Perguntas A.1 a A.10 A.1. Instituição de Ensino Superior / Entidade Instituidora: Instituto Politécnico De Setúbal

Leia mais

Questiono se, hoje, a escola não deverá ser muito mais do saber ler, escrever, contar Ninguém duvida que a escola é muito mais do que isso.

Questiono se, hoje, a escola não deverá ser muito mais do saber ler, escrever, contar Ninguém duvida que a escola é muito mais do que isso. Sobre os rankings Há rankings para todos os gostos em função da amostra, tendo em conta o nº. de disciplinas, o nº de exames, o ser público ou privado, enfim Por exemplo no Diário de Notícias num ranking

Leia mais

Curso de Educação e Formação em Desenho Assistido por Computador / Construção Civil

Curso de Educação e Formação em Desenho Assistido por Computador / Construção Civil Curso de Educação e Formação em Desenho Assistido por Computador / Construção Civil Saída Profissional: Operador CAD Certificação ao nível do 9º Ano / Nível II Laboral Bem-Vindo/a à FLAG! A FLAG é uma

Leia mais

DETALHAMENTO DA FORMAÇÃO EM COACHING EM RESILIÊNCIA

DETALHAMENTO DA FORMAÇÃO EM COACHING EM RESILIÊNCIA DETALHAMENTO DA FORMAÇÃO EM COACHING EM RESILIÊNCIA FILOSOFIA DO TREINAMENTO, MODELO E ABORDAGEM O Coaching em Resiliência é uma formação de coaching exclusiva licenciada pela SOBRARE e única especializada

Leia mais

Relatório de Avaliação da Acção de Formação

Relatório de Avaliação da Acção de Formação Relatório de Avaliação da Acção de Formação Este relatório resulta da análise de um questionário online administrado a todos os formandos de forma anónima. O questionário continha questões fechadas, que

Leia mais

Parecer sobre a proposta de alteração do Regulamento de Regimes de Mudança de Curso, Transferência e Reingresso no Ensino Superior

Parecer sobre a proposta de alteração do Regulamento de Regimes de Mudança de Curso, Transferência e Reingresso no Ensino Superior Parecer sobre a proposta de alteração do Regulamento de Regimes de Mudança de Curso, Transferência e Reingresso no Ensino Superior Em 15.05.2015, a Secretaria de Estado do Ensino Superior apresentou um

Leia mais

Parecer. Conselheiro/Relator: Maria da Conceição Castro Ramos

Parecer. Conselheiro/Relator: Maria da Conceição Castro Ramos Parecer Projeto de Decreto-Lei que procede à revisão do regime jurídico da habilitação profissional para a docência dos educadores e professores dos ensinos básico e secundário Conselheiro/Relator: Maria

Leia mais

Prémio Excelência no Trabalho 2015

Prémio Excelência no Trabalho 2015 FAQ Frequently Asked Questions Índice Prémio Excelência no Trabalho 2015 INSCRIÇÃO... 2 COMUNICAÇÃO INTERNA... 4 QUESTIONÁRIO DIRIGIDO AOS COLABORADORES... 5 INQUÉRITO À GESTÃO DE TOPO... 7 TRATAMENTO

Leia mais

Curso de Formação Curso para a Utilização do Excel na Atividade Docente (Data de início: 16/06/2015 - Data de fim: 30/06/2015)

Curso de Formação Curso para a Utilização do Excel na Atividade Docente (Data de início: 16/06/2015 - Data de fim: 30/06/2015) Curso de Formação Curso para a Utilização do Excel na Atividade Docente (Data de início: 16/06/2015 - Data de fim: 30/06/2015) I - Autoavaliação (formandos) A- Motivação para a Frequência da Ação 1- Identifique,

Leia mais

REGULAMENTO DE FUNCIONAMENTO DA ATIVIDADE FORMATIVA DOS ENCONTROS DE SABEDORIA DA AMUT

REGULAMENTO DE FUNCIONAMENTO DA ATIVIDADE FORMATIVA DOS ENCONTROS DE SABEDORIA DA AMUT REGULAMENTO DE FUNCIONAMENTO DA ATIVIDADE FORMATIVA DOS ENCONTROS DE SABEDORIA DA AMUT Conteúdo Artigo 1º... 3 OBJECTIVO... 3 Artigo 2º... 3 CONCEITO DE ENCONTRO DE SABEDORIA... 3 Artigo 3º... 3 ÂMBITO

Leia mais

Auto-avaliação da Licenciatura em Gestão e Administração Hoteleira

Auto-avaliação da Licenciatura em Gestão e Administração Hoteleira Auto-avaliação da Licenciatura em Gestão e Administração Hoteleira Relatório Resumo Junho de 2012 Índice 1. Objectivo... 3 2. Enquadramento... 3 3. Trabalho realizado... 3 4. Dados síntese da Licenciatura

Leia mais

FAQ Frequently Asked Questions (Perguntas mais frequentes) 1.1 - O que são os cursos EFA de nível secundário e dupla certificação?

FAQ Frequently Asked Questions (Perguntas mais frequentes) 1.1 - O que são os cursos EFA de nível secundário e dupla certificação? FAQ Frequently Asked Questions (Perguntas mais frequentes) Índice de assuntos: 1. Objectivos 2. Condições de acesso 3. Dupla certificação 4. Prosseguimento de estudos 5. Regime pós-laboral 6. Percurso

Leia mais

CEF/0910/27636 Relatório final da CAE (Poli) - Ciclo de estudos em funcionamento

CEF/0910/27636 Relatório final da CAE (Poli) - Ciclo de estudos em funcionamento CEF/0910/27636 Relatório final da CAE (Poli) - Ciclo de estudos em funcionamento Caracterização do ciclo de estudos Perguntas A.1 a A.9 A.1. Instituição de ensino superior / Entidade instituidora: Instituto

Leia mais

Maio de 2012. Relatório de Avaliação da Aula Comunicação Oral de Escrita da Unidade Curricular Competências Transversais II. Ano Letivo 2011/2012

Maio de 2012. Relatório de Avaliação da Aula Comunicação Oral de Escrita da Unidade Curricular Competências Transversais II. Ano Letivo 2011/2012 Maio de 2012 Relatório de Avaliação da Aula Comunicação Oral de Escrita da Unidade Curricular Competências Transversais II Ano Letivo 2011/2012 Gabinete de Apoio ao Tutorado ÍNDICE 1. Introdução... 3 2.

Leia mais

FACULDADE REDENTOR NUCLEO DE APOIO EMPRESARIAL CURSO DE ADMINISTRAÇÃO

FACULDADE REDENTOR NUCLEO DE APOIO EMPRESARIAL CURSO DE ADMINISTRAÇÃO FACULDADE REDENTOR NUCLEO DE APOIO EMPRESARIAL CURSO DE ADMINISTRAÇÃO Justificativa: As transformações ocorridas nos últimos anos têm obrigado as organizações a se modificarem constantemente e de forma

Leia mais

A Formação Pós-Graduada na Faculdade de Direito da Universidade Agostinho Neto

A Formação Pós-Graduada na Faculdade de Direito da Universidade Agostinho Neto Universidade Agostinho Neto Faculdade de Direito Workshop sobre Formação Pós-Graduada e Orientação A Formação Pós-Graduada na Faculdade de Direito da Universidade Agostinho Neto Por: Carlos Teixeira Presidente

Leia mais

Regulamento do 2º ciclo de estudos da Universidade da Madeira

Regulamento do 2º ciclo de estudos da Universidade da Madeira Regulamento do 2º ciclo de estudos da Universidade da Madeira Artigo 1.º Enquadramento jurídico O presente Regulamento visa desenvolver e complementar o regime jurídico instituído pelo Decreto-Lei n.º

Leia mais

Regulamento dos Cursos de Língua Estrangeira da Universidade de Trásos-Montes

Regulamento dos Cursos de Língua Estrangeira da Universidade de Trásos-Montes Regulamento dos Cursos de Língua Estrangeira da Universidade de Trásos-Montes e Alto Douro Artigo 1º Objeto O presente regulamento define um conjunto de normas e orientações dos Cursos de Língua Estrangeira

Leia mais

Programa de Apoio Educativo. Escola Básica Integrada da Praia da Vitória

Programa de Apoio Educativo. Escola Básica Integrada da Praia da Vitória Programa de Apoio Educativo Escola Básica Integrada da Praia da Vitória Ano Letivo 2013/2014 Índice 1- Fundamentação Legal 2 2- Definição de Programa de Apoio Educativo 2 3- Finalidades. 2 4- Destinatários.

Leia mais

Fevereiro de 2012. Relatório de Avaliação das Sessões de Relaxamento. Ano Letivo 2011/2012. Gabinete de Apoio ao Tutorado

Fevereiro de 2012. Relatório de Avaliação das Sessões de Relaxamento. Ano Letivo 2011/2012. Gabinete de Apoio ao Tutorado Fevereiro de 2012 Relatório de Avaliação das Sessões de Relaxamento Ano Letivo 2011/2012 Gabinete de Apoio ao Tutorado ÍNDICE 1. Introdução & Enquadramento... 3 2. Avaliação 1º semestre de 2011/2012...

Leia mais

(2006/C 297/02) considerando o seguinte: constatando que:

(2006/C 297/02) considerando o seguinte: constatando que: C 297/6 Resolução do Conselho e dos Representantes Governos dos Estados-Membros, reunidos no Conselho, relativa à realização dos objectivos comuns em matéria de participação e informação dos jovens para

Leia mais

CEF/0910/26931 Relatório final da CAE (Univ) - Ciclo de estudos em funcionamento

CEF/0910/26931 Relatório final da CAE (Univ) - Ciclo de estudos em funcionamento CEF/0910/26931 Relatório final da CAE (Univ) - Ciclo de estudos em funcionamento Caracterização do ciclo de estudos Perguntas A.1 a A.9 A.1. Instituição de ensino superior / Entidade instituidora: Centro

Leia mais

REGULAMENTO DOS REGIMES DE REINGRESSO, MUDANÇA DE CURSO E TRANSFERÊNCIA NOS CURSOS DA UNIVERSIDADE DE TRÁS-OS-MONTES E ALTO DOURO. Artigo 1.

REGULAMENTO DOS REGIMES DE REINGRESSO, MUDANÇA DE CURSO E TRANSFERÊNCIA NOS CURSOS DA UNIVERSIDADE DE TRÁS-OS-MONTES E ALTO DOURO. Artigo 1. REGULAMENTO DOS REGIMES DE REINGRESSO, MUDANÇA DE CURSO E TRANSFERÊNCIA NOS CURSOS DA UNIVERSIDADE DE TRÁS-OS-MONTES E ALTO DOURO Artigo 1.º Objeto O presente regulamento disciplina os regimes de reingresso,

Leia mais