A importância da participação dos pais na vida escolar dos filhos 1 Rosinete da Conceição de A. Lopes 2

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "A importância da participação dos pais na vida escolar dos filhos 1 Rosinete da Conceição de A. Lopes 2"

Transcrição

1 Universidade Federal do Tocantins - UFT Curso de Pós-graduação Lato Sensu em Coordenação Pedagógica Programa Escola de Gestores A importância da participação dos pais na vida escolar dos filhos 1 Rosinete da Conceição de A. Lopes 2 Resumo: Este trabalho foi desenvolvido através de pesquisa-ção, que, conforme Stringer (1996) é composta por três ações: principais: observar, para reunir informações e construir um cenário; pensar, para explorar, analisar, e interpretar os fatos; e agir, implementando e avaliando as ações. A coleta de dados foi realizada na escola Municipal Noeme Lustosa Barros, através de aplicação de questionário contendo cinco questões dirigidas aos pais sobre o envolvimento escolar é afetivo dos pais para com os filhos. O embasamento teórico deste trabalho fundamentou-se em teóricos como JESUS (1996), SZYMANSKI (2001), TIBA (2006) e PARO (2007) pensadores e educadores que acreditam na influencia positiva da educação na formação integral do sujeito. É detectou-se a importância da participação dos pais na vida escolar dos filhos, Mediante o resultado do projeto de intervenção realizado na Escola Municipal Noeme Lustosa barros, os resultados da pesquisa apontam que os pais ainda estão muito ausentes no que se refere o acompanhamento ideal para com seus filhos na escola como também na vida cotidiana. Durante a realização do trabalho da coordenadora pedagógica pode se perceber que a grande maioria dos alunos apresenta dificuldades de aprendizagem como também falta de limite e interesse pelas aulas. A família é a primeira instituição onde a criança nasce, vive e se desenvolve. Ela deve estar atenta à vida 1 Trabalho de Conclusão de Curso apresentado como requisito avaliativo do curso de Pós-graduação Latu Sensu em Coordenação Pedagógica pela Escola de Gestores - Universidade Federal do Tocantins, sob a orientação da Profa. MS. Lina Maria Gonçalves. 2 Graduada em pedagogia pela fundação unirg. Pós-graduada em Atendimento Educacional Especializado pela universidade federal do Ceará. Professora Regente do Ensino Infantil, na Escola Municipal Noeme Lustosa Barros, do Município de Dueré-To.

2 educacional de seus filhos, sendo ela, também responsável pelo processo de ensino-aprendizagem.. Percebe-se então que escola e família em âmbito geral devem trabalhar com os mesmos objetivos, fazer com que a criança se desenvolva em todos os aspectos e ter sucesso na sua aprendizagem. É nesse sentido que se justifica a importância da intervenção propor uma parceria família escola para o melhor desenvolvimento emocional, intelectual da criança no contexto investigado. Palavras Chave: Família Escola Criança Aprendizagem Desenvolvimento. Introdução Atualmente, a família tem passado para a escola a responsabilidade de instruir e educar seus filhos e espera que os professores transmitam valores morais, princípios éticos e padrões de comportamento, desde boas maneiras até hábitos de higiene pessoal. Justificam alegando que trabalham cada vez mais, não dispondo de tempo para cuidar dos filhos. A escola, por sua vez, afirma que o êxito do processo educacional depende, e muito, da atuação e participação da família, que deve estar atenta a todos os aspectos do desenvolvimento do educando. Reclama bastante da responsabilidade pela formação ampla dos alunos que os pais transferiram para ela, e alega que isto a desviou da função precípua de transmitir os conteúdos curriculares, sobretudo de natureza cognitiva. Com isso, ao invés de ter as famílias como aliadas, acaba afastando-as ainda mais do ambiente escolar. A escola, incansavelmente, tem buscado parceria com as famílias através de palestras, confraternizações, em que pais, alunos, professores, coordenadores pedagógicos e demais funcionários se interagem com atividades reflexivas, com o objetivo de estreitar o relacionamento tanto família escola, como também fazer com que os pais e filhos se interagem nas relações afetivas. Entretanto, mediante observação realizada na Escola Municipal Noeme Lustosa Barros, percebe-se que os pais, ainda, estão muito ausentes no que se refere o acompanhamento ideal para com seus filhos na escola, como

3 também na vida cotidiana. Também pode se perceber que a grande maioria dos alunos apresenta dificuldades de aprendizagem, como também falta de limite e interesse pelas aulas. É nesse sentido, que se justifica a importância da presente pesquisa-ação na Escola Municipal Noeme Lustosa Barros, que proporá uma intervenção, no contexto investigado. O objetivo geral dessa pesquisa foi o de identificar as estratégias de intervenção da coordenação pedagógica junto aos professores visando á realização de intervenção capaz de inserir as famílias, contribuindo assim para o desenvolvimento escolar e afetivo da criança. Diante desse objetivo a coordenação pedagógica buscou envolver toda equipe escolar em atividades planejadas para destacar que a integração dos esforços da família e da escola é base para mudanças no processo constante de educar os filhos, pois, a educação não cabe apenas aos profissionais, mas sim a toda a sociedade, principalmente à família que é a maior interessada na educação das crianças. O presente artigo, que apresenta e discute os resultados alcançados, bem como as dificuldades enfrentadas na condução do processo de pesquisaação, está organizado, além dessa introdução, nas seguintes partes: revisão bibliográfica, na qual se apresenta os fundamentos teóricos da gestão democrática e participativa, bem como da psicologia da educação sobre fatores que influenciam a aprendizagem das crianças; em seguida traz a descrição da metodologia empregada; a análise e discussão dos resultados alcançados na pesquisa ação com a equipe escolar e na intervenção desenvolvida com os pais; e, por fim, as considerações finais da coordenação pedagógica. 2. Família e Escola: uma parceria positiva Denomina - se família o primeiro grupo social do qual fazemos parte, onde cada um começa a construir sua história de vida, e sua identidade cultural. Através da família o indivíduo recebe influências de valores e convivência no grupo, o que é essencial para o desenvolvimento individual da criança. É nesse momento que a criança começa a construir sua personalidade. Para ela família é o seu ponto de sustentação.

4 A convivência e o relacionamento familiar são fatores relevantes para o bom desempenho da criança. Assim, cabe a família fazer a mediação da criança e jovens entre ela, o mundo e a escola. Ajudá-la na adaptação, são fatores fundamentais para seu desenvolvimento educacional e social. A família na vida escolar das crianças é a raiz, ou seja, e na família que se definem fundamentos de vida afetiva, moral e ética. A escola surgiu como uma necessidade social, com o objetivo de dar auxílio para que o indivíduo se situe como pessoa criadora e conhecedora de seus propósitos. É importante que os pais ou responsáveis pelas crianças demonstrem interesse em tudo no que diz respeito à escola do filho, para que ele perceba que estudar é algo prazeroso e indispensável para a vida. A participação dos pais na educação formal dos filhos deve se proceder da maneira constante e consciente, integrando-se ao processo educacional, participando ativamente das atividades da escola. Essa interação só tem a enriquecer e facilitar o desempenho escolar da criança. Diante desta realidade, os pais devem deixar bem claro para os filhos a importância de estar freqüentando a escola, mostrando as vantagens oferecidas pela mesma. Sendo uma instituição que prepara para a consciência política, para cidadania e convivência social. Nota-se, que muitos pais vêem na escola uma oportunidade dos filhos terem um futuro melhor, realizarem-se profissionalmente e até mesmo porque enquanto os filhos estão na escola estão livres dos perigos da rua. Com a valorização que os pais dão à escola, incentiva os filhos a perceber a importância do saber. Paro (2000, p.48) afirma que. Na verdade, a disponibilidade de boas condições para o estudo nas casas das camadas mais pobres da população parece ser heterogênea, havendo desde situações de extrema precariedade até situações em que os pais põem à disposição de seus filhos boas condições de trabalho. Dada à situação de vida dessas populações, é mais provável, entretanto, que predominem os casos em que faltam condições adequadas de estudo. Assim, a precariedade dos recursos e dos espaços para o estudo no interior dos lares não deixa de ser uma realidade que dificulta os trabalhos estudantis das crianças e jovens. Nesta citação, percebe-se que o autor fala dos fatores que são prejudiciais ao rendimento escolar dos alunos, principalmente nas classes

5 menos favorecidas. Como são os alunos atendidos na unidade de ensino investigada. Ele ainda enfatiza a extrema precariedade que a família está inserida para dar subsídio a uma boa condição de trabalho, sendo que, nas famílias menos favorecidas é notável o pouco recurso para os estudos, e isto dificulta a aprendizagem das crianças. Em outras palavras pode-se afirmar que o fator social exerce fundamental influência no insucesso nos estudos e na aprendizagem por parte dos alunos. Diante do exposto, é necessário que os pais levem em consideração que em casa também é importante reservar um local adequado para o estudo e realização de tarefas escolares. Mostrar aos filhos que é fundamental o estudo para alcançar seus objetivos, demonstrar empolgação com dada etapa vencida pela criança, levando-os a entender a importância de aprender e ser um cidadão consciente e livre. A escola como instituição de ensino tem a função de oferecer condições necessárias para que o educando receba constantemente qualificação diária em seu exercício de atuação, viabilizando assim, melhoria na qualidade de vida das gerações futuras. Para que isso aconteça, é necessário fazer uma reflexão sobre o processo ensino aprendizagem, buscando alternativas para os problemas das práticas pedagógicas. Szymansky (2001, p. 63) afirma: Na possibilidade positiva, as escolas podem criar um ambiente que venha a construir-se um espelho e num mundo para as crianças, ajudando-as a caminhar para fora de um ambiente familiar adverso e criando uma rede de relações, fora das famílias de origem, que lhes possibilite uma vida digna, com relações humanas estáveis e amorosas. De acordo o exposto, a escola tem função de transmitir saber ao aluno, mas também levá-lo á construir caminhos para que possa, por sua vez, descobrir-se como ser pensante, crítico, social e capaz de atuar positivamente na sociedade em que vive mostrando a ele que, com a educação ele poderá desenvolver-se por completo, aprendendo a valorizar-se. Uma das principais atribuições da escola é a de manter e educar seus dependentes para a vida, segundo princípios éticos, cultural, religiosa, legal.

6 A escola deve trabalhar de forma mais ampla, sendo necessária uma convivência afetiva com as famílias, sabendo ouvir respeitando as diversidades, por muitas vezes, a mesma compreende que uma família, por não corresponder aos padrões tradicionais, não é capaz de cuidar da formação de seus dependentes. Na sociedade atual, a escola também perdeu a credibilidade social que tinha outrora. Sobre essa questão Paro (2000, p.63) argumenta que. Nem o decréscimo da importância da escola com móvel de ascensão social nem as concepções a respeito da queda da qualidade do ensino parecem ter conseguido abalar significativamente a confiança que a população tem na escola instituição. De acordo o autor, a confiança que os pais, ainda, depositam na escola é um motivo importante para que ela repasse uma educação de qualidade, visando melhorar as condições de vida da comunidade. Para Tiba (2002, p. 183) Se a parceria entre família e escola for formada desde os primeiros passos da criança, todos terão muitos a lucrar. A criança que estiver bem vai melhorar e aquela que tiver problemas receberá a ajuda tanto escola quanto dos pais para superá-los. Assim, é primordial que escola e família sintam-se parceiras nessa tarefa de transformação da criança, onde família deve participar das reuniões, questionarem sobre a vida escolar de seu filho, conhecendo as reais práticas educativas, e que a escola se sinta parceiras nesta jornada. Quando se fala na desejável parceria escola/família e se convoca a participação dos pais na educação, como promoções do sucesso escolares dos filhos, não se consideram as mudanças históricas e a diversidade cultural nos modos da educação e reprodução social; as relações de poder entre estas instituições e seus agentes; a diversidade de arranjos familiares e as desvantagens materiais e culturais da grande parte das famílias; as relações de gênero que estruturam a divisão de trabalho e na escola. Sobre essa mudança na estrutura familiar e social, destaca Paro (2000, p. 68) que é muito importante o papel da família no desempenho escolar dos filhos, (...) há uma relação interdependente entre as condições sociais da origem das famílias e a maneira que se relacionam com as escolas.

7 Sabe-se que a estrutura familiar e social, está em constante transformação, pois há influência de fatores sociais, econômicos, políticos e religiosos, fazendo com que os papéis se modifiquem cotidianamente. Com a introdução do capitalismo, a família mudou sua estrutura, a mulher teve que ingressar no mercado de trabalho, transferindo assim, a função de educar os filhos para a escola, mas a escola não pode e nem tem estrutura de assumir esta responsabilidade. Assim, a relação entre a família e a escola tem sido discutida há décadas, apesar de vários trabalhos, onde os gestores buscam a aproximação da família/escola, ainda persistem muitos conflitos, pois observa-se que pais e escola, não sabem direito qual papel desempenhar, e vivem em um jogo de empurrar a responsabilidade uma para a outro: a escola acusa os pais de não dar limites e os pais acusam a escola de não impor a disciplina. Nesse meio a criança fica sem referência. Desta forma a relação da família e da escola só terá uma proposta plausível a partir do momento em que todos entenderem o seu papel na educação das crianças. De acordo com o exposto, a escola deve oferecer as informações que contribuam de maneira a fazê-los repensar como funciona essa complexa relação: família e escola, para que as famílias possam reafirmar com dados semelhantes, pois se sabe que o fato da família não ir bem, influencia negativamente o desenvolvimento escolar dos filhos. Assim, a escola precisa trabalhar de forma cooperativa ao assumir outros papéis, além do ensino. Sobre isso Hengemühle (2004 p.12.13), afirma que. A escola se faz com a contribuição de toda a comunidade educativa, um conceito que perpassa toda sua obra, destacando a pessoa do professor, agente principal de todo processo educativo, que internalizam as novas competências e habilidades necessárias à sua função, com a equipe diretiva, que coordena e dinamiza o projeto político-pedagógico e com os alunos, foco central da ação educativa, dos conceitos pedagógicos e das estruturas administrativas. Em razão disso, fica o aluno fica como sujeito, sendo o centro de todo o processo, uma vez motivado e acompanhado dificilmente chegará à tona do fracasso, tanto escolar como social.

8 Indiscutivelmente, a família tem um papel predominante no aprendizado de seu filho, pois sendo a família o primeiro grupo de convivência da criança. No entanto, a família é um elemento primordial na formação desse indivíduo, cabendo a mesma, motivar e ajudar nas atividades extra classe para o bom desempenho escolar. De acordo Paro (2000), em seu contexto de investigação, procura-se examinar a participação dos pais em casa, junto a seus filhos, visando uma melhoria na qualidade do ensino, mediando à postura da escola na tomada de decisões para facilitar essa participação. Na concepção de Paro, (2000), fica evidente que, quando os pais estão presentes na vida escolar de seu filho, participam de suas atividades, olha as lições de casa, sem o rendimento é nítido. É uma questão afetiva, os filhos se sentem amados quando os pais valorizam suas ações e seus trabalhos (idem, p. 34). A escola deve promover encontros atrativos para que os pais se sintam bem e respeitados, uma vez que, a maioria dos pais deixa de participar com medo das represálias, sendo que, na maioria das vezes a pauta das reuniões se unifica simplesmente no problema de seus filhos. No entanto, faz-se necessário que através das reuniões as famílias participam efetivamente da elaboração de projetos pedagógicos, nas tomadas de decisões, junto à coordenação pedagógica, e corpo docente da escola. Informar através de relatórios periódicos o desempenho escolar da turma e o desempenho individual. Envolver as famílias na organização e na realização dos eventos escolares. Fazer visitas às famílias para melhor entrosamento, nunca somente, para averiguar, julgar ou fazer interferências. No entanto, a escola necessita dessa relação de cooperação como a família, pois os professores precisam conhecer as dinâmicas internas e o universo sociocultural vivenciado pelos seus alunos, para que possam respeitálos, compreendê-los e tenham condições de intervirem ou providenciar um desenvolvimento melhor nas expressões de sucesso e não de fracasso diagnosticado. Precisam ainda, trabalhar dessa relação de parceria para poderem também compartilhar com a família os aspectos de conduta do filho:

9 aproveitamento escolar, qualidade na realização das tarefas, racionamento com os professores e colegas, atitudes, valores, respeito às regras. A partir dessa interação e com base nos significados que dá ao seu trabalho, a participação democrática e participativa é o principal meio de assegurar e inserir estas famílias como parcerias ativas no processo de ensino aprendizagem são afetivas de seus filhos. Como nos diz Jesus (1996, p. 01), é importante que se assuma que os professores não podem substituir os pais na educação dos filhos. Os pais são os primeiros modelos para os filhos, tendo sobre eles uma influência que o professores não podem ter. 1 Não vou defender que há fronteiras rígidas, intransponíveis que marcam os compromissos para com a educação da criança ou jovem - entre pais e professores/educadores, mas haverá que reconhecer que nenhum deles substitui o outro em determinados papéis que lhes são específicos. Os pais têm influência sobre a educação e o desenvolvimento dos filhos que é única e insubstituível. 2 Por sua vez, os professores e educadores, pela responsabilidade que têm na criação de condições para o desenvolvimento de capacidades, e para a aquisição e domínio de conhecimentos por parte dos alunos, estarão igualmente a contribuir decisivamente para a formação integral destes. Uma escola comprometida com a transformação da sociedade torna-se como seu espaço específico de luta, a responsabilidade pela socialização do saber elaborado. Ao professor compete realizar a importante tarefa de integrarse ao processo educativo, mediando, sugerindo, organizando, visando à cooperação, a iniciativa, a autonomia, propondo situações e servindo de alavanca ao processo de construção e à descoberta. À família compete à participação ativa no desenvolvimento das tarefas diárias, como também a família deve ser participativa nas ações da escola, conhecer o professor, a sua dinâmica e dar ao filho incentivo para os estudos. Não se podem delegar responsabilidades ao educador, como se fossem possíveis soluções independentes de tal contexto. No entanto, a abordagem crítica e a intervenção transformadora sobre o que está se dando atualmente na educação e nas políticas públicas, é de grande valia para o encaminhamento da transformação da sociedade, e a escola tem responsabilidade nesta transformação.

10 3. Pesquisa e ação: trilhando caminhos para aproximação entre família e escola. Este trabalho, desenvolvido através de pesquisa-ação, que conforme Stringer (1996) compreende uma rotina composta por três ações principais: observar, para reunir informações e construir um cenário; pensar, para explorar, analisar, e interpretar os fatos; e agir, implementando e avaliando as ações. O campo de investigação foi a Escola Municipal Noeme Lustosa Barros, envolvendo especialmente como sujeitos da pesquisa o 1º Ano U vespertino, formado por 34 alunos e respectivas famílias, a professora regente e toda equipe diretiva da escola. Seguindo as etapas, descritas por Stringer, inicialmente a coleta de dados foi realizada através de aplicação de questionário aos pais, com sugestões de perguntas de toda equipe escolar, contendo cinco questões dirigidas sobre o envolvimento escolar e afetivo dos pais para com os filhos. Foram analisados, ainda, fotos, relatórios, atas de reuniões realizadas com os pais e alunos na unidade local. Também foram realizadas conversas com os pais que compareciam a escola para deixar os seus filhos, sobre a escola o andamento do filho nas atividades e participação. Como segunda ação, os dados passaram pelo processo de tabulação e análise. Assim, com a tabulação concluída foi possível constatar as principais necessidades desses pais e ter indicadores para realizar um projeto de intervenção, buscando conciliares as reais necessidades dos pais, dos filhos e da escola. Em nova reunião de toda equipe escolar foi possível configurar e dar andamento no projeto de intervenção, desenvolvido com os sujeitos anteriormente listados, constituindo esse desenvolvimento como a terceira ação da pesquisa-ação. No mês de agosto de 2011, desenvolveu-se na Escola Municipal Noeme Lustosa Barros, o Projeto de Intervenção por meio do denominado dia dos pais na escola, com jogos e sorteio de brindes, culminando com coquetel. Os resultados tanto da primeira fase da pesquisa, quanto da segunda fase de intervenção, serão descritos e analisados na próxima seção desse artigo.

11 Com a palavra os pais Esta pesquisa foi realizada na Escola Municipal Noeme Lustosa Barros com 34 pais, sendo que três deles não devolveram o questionário respondido, ou seja, dos questionários enviados aos pais, 91% foram devolvidos respondidos. Esses dados aparentemente mostram um alto índice de participação, todavia há que se analisar o processo desenvolvido para obter-se o retorno dos questionários. Inicialmente foram retornados somente 08 questionários, o que representa apenas 23% de retorno. A comunidade escolar se mobilizou para recolher os questionários, enviando bilhetes, conversando informalmente com os pais na rua e chegando mesmo a buscar os questionários nas casas. Isso confirma o que defende Paro sendo uma contradição ou os pais, mesmo sem estar direto na escola, adotam estratégias para acompanhar os filhos? Essa é uma questão que merece análise mais aprofundada, pois parece refletir a confiança que os pais continuam depositando na escola do que um real conhecimento da metodologia empregada pela professora. Como comprova a figura 1, a seguir demonstrativa da participação desse mesmo grupo de pais (dos alunos do 1º ano único) num das reuniões bimestrais

12 Figura 1: assinatura dos pais em ata de reunião bimestral. Essa é uma visão da real participação dos pais na escola Municipal Noeme Lustosa Barros, segundo a ata nº13, da reunião com os pais e responsáveis dos alunos do 1º ano-único, realizada dia 04 de agosto de De 36 (trinta e seis) compareceram 10 para a reunião para ser tratados assuntos dos interesses dos mesmos, sendo, dificuldades de aprendizagem, reforço escolar entrega de uniformes. Para os educadores, pode ser algo de sumo importância, mas para os pais, a escola resolve tudo. Predominantemente os respondentes têm a média de idade entre 30 e 39 anos, sendo 29% do gênero feminino, sendo que em sua maioria mãe, que trabalha, e cuida do lar, ainda tem disponibilidade para acompanhar os filhos

13 no seu desenvolvimento escolar. Segundo o resultado dos questionários, detectou-se que a escolaridade dos mesmos é o ensino médio. Considerando esse contexto, a análise comparativa, a seguir, refere-se aos 91 % de questionários respondidos, separados em dois grupos distintos: o grupo1 com 25,8% que responderam voluntariamente em tempo hábil, e o grupo 2 com 74,2% que responderam, após intervenção da escola. Perguntados aos mesmos sobre a participação nas atividades escolares de seus filhos, com as seguintes alternativas: a) Acompanham as tarefas e horário de aula de seu filho (a) diariamente? b) Comparecem à escola sempre que solicitados? c) Você participa das reuniões bimestrais e conseguem tirar as dúvidas com os professores? d) Você acha que os professores mandam pouca tarefa de casa? e) Seu filho (a) comenta sobre as atividades realizadas na escola? f) Seu filho (a) tem horário e local adequados para realizar a tarefa de casa? Obteve-se os dados representados no gráfico 1, a seguir. Como já mencionado anteriormente, há uma grande contradição ou os pais, realmente adotam estratégias para acompanhar os filhos? Em destaque a alternativa C, com 23,4%, do grupo 2 (pais que precisaram de intervenção da escola para devolver os questionários) enquanto o grupo 1(pais que devolveram voluntariamente os questionários respondidos), aparece com 14,2%.

14 Gráfico1: Percentual de participação dos pais Fonte: questionário aplicado aos pais Perguntados sobre o grau de participação nas atividades escolares dos filhos, os pais dos dois grupos responderam as alternativas, conforme o gráfico 2, a seguir, vem com um conjunto de alternativas que foi representado em porcentagem. a) As normas e regras da escola são claras? b) Seu filho gosta da escola? c) Você conhece a professora de seu filho? É sua metodologia de trabalho? d) Seu filho se relaciona bem com os professores e funcionários da escola? e) Você se considera um pai participativo na vida é no acompanhamento escolar do seu filho?

15 Gráfico 1: Observação dos pais na escola dos filhos. Fonte: questionário aplicado aos pais O que mais chamou atenção neste gráfico foi á alternativa E, onde o grupo 1 com 20%, dos respondentes que se consideram pais participativos na vida na escola dos filhos, enquanto no grupo 2, 16% afirma-se participativo. Observe que apenas 12% dos pais, que responderam rapidamente ao questionário, as normas da escola são claras, por outro lado, 18% dos pais que só devolveram o questionário após insistência da escola, responderam afirmativamente a essa questão. Perguntados sobre a comunicação na escola, com as seguintes alternativas: 1º Você vai à escola. 2º Telefona, pois não tem tempo. 3º Através de bilhetes, recados. 4º Outros. Obteve-se as respostas mostradas no gráfico 3, a seguir:

16 Gráfico: A comunicação na escola Fonte: questionário aplicado aos pais Através do gráfico percebe-se que o gráfico 1, com 78% tem sim disponibilidade de ir até a escola do filho ter uma comunicação, com um porcentual 13,3% do grupo preferir telefonar pois não tem tempo.o grupo 1, vem confirma Tiba, Assim, é primordial que escola e família sintam-se parceiras nessa tarefa de transformação, comunicação da criança, onde família deve participar das reuniões, questionarem sobre a vida escolar de seu filho, conhecendo as reais práticas educativas, e que a escola se sinta parceiras nesta jornada. Questionados sobre o uso de seus talentos para participar na escola dos filhos, Opinaram-se nas seguintes alternativas: a) Sim tenho talento quero ajudar. b) Sendo voluntário; e Parceiro na escola. c) Contando Histórias; durante as aulas; d) Sendo ajudante da professora; é nas organizações de festas na escola; e) Outros (f) não responderam As respostas são mostradas no gráfico 4, a seguir:

17 Gráfico 4: Os talentos dos pais para participar na escola dos filhos Fonte: questionário aplicado aos pais Como podemos verificar no gráfico, o grupo 1, 31,2%, quer participar na escola dos filhos com os seus talentos, o grupo 2, só 15,6%, tem interesse, na alternativa de ser voluntários, é não responder está questão. Esse percentual confirmar o que diz Jesus os pais são os primeiros modelos para os filhos, tendo sobre eles uma influência que o professores não podem ter. Ou seja, nenhum substitui os outros ambos tem que andar juntos. Perguntados sobre o aspecto que eles podem e precisam melhorar para participar mais da vida escolar do filho, obteve-se através das alternativas: a) Verificando se tem tarefa de casa. b) Sendo mais presente. c) Conversando com o seu filho. d) Olhando o caderno. e) Observando as queixas dele seguintes respostas foram apresentadas, conforme gráfico 5, a seguir:

18 Gráfico 5: O aspecto que os pais precisam melhorar. /Fonte: questionário aplicado aos pais Olhando atentamente o gráfico grupo 1, com 100% dos pais olham as tarefas de casa dos filhos, já o grupo 2, vem o porcentual de 19,6% que não verificam as tarefas de casa dos filhos. Não podemos esquecer que á família compete à participação ativa no desenvolvimento das tarefas diárias, como também a família deve ser participativa nas ações da escola, conhecer o professor, a sua dinâmica e dar ao filho incentivo para os estudos. Analisando as questões, que os pais se manifestaram abertamente, de como o mesmo pode contribuir para a melhoria da escola de seus filhos, chegamos às seguintes alternativas: a) Participando das reuniões na escola, e ajudando os filhos nas tarefas de casa, orientando-os para se comportarem bem na escola. b) A participação Família escola com diálogos entre Diretor, professores e pais. c) Não responderam; d) Outros;

19 Gráfico 6: Sugestão dos pais para a melhoria da escola. Fonte: questionário aplicado aos pais Observando o gráfico acima, o grupo 1, com 62,5%, quer sim que a escola venha proporcionar mais participação família/escola com diálogos entre Diretor, com professores e pais. O grupo 2, com 35% não quis se manifestar. Como diz Hengemuhle, A escola se faz com a contribuição de toda a comunidade educativa, um conceito que perpassa toda sua obra, destacando a pessoa do professor, agente principal de todo processo educativo, que internalizam as novas competências e habilidades necessárias à sua função, com a equipe diretiva, que coordena e dinamiza o projeto político-pedagógico e com os alunos, foco central da ação educativa, dos conceitos pedagógicos e das estruturas administrativas Intervenção: ação conjunta No mês de Agosto, dia dos pais, toda equipe escolar elaborou como seria realizado o dia dos pais na escola, então ficou acordado de fazer um dia especial, foi marcado um jogo para os pais no ginásio de esportes da cidade, onde os pais seriam os jogadores, houve confecções de convites, onde os próprios filhos levassem para convidar especialmente os seus pais a participar do jogo. Desta forma, buscou-se no comércio a contribuição de brindes, medalhas, para serem distribuídos aos pais. Ainda houve um convite para que um juiz de futebol participasse das atividades, para o encerramento ainda

20 houve uma confraternização, com salgados, sucos, toda equipe empenhou-se para o evento acontecer. No dia do jogo, compareceram somente alguns pais, sendo que, para completar o time, os maridos da diretora, professoras e demais funcionários da escola, tiveram que vestir a camisa e participar do jogo. Os pais, ainda, não visualizaram que sua participação na vida escolar do filho é de suma importância para o seu desenvolvimento e aprendizado. Na atualidade as crianças estão entrando na escola mais cedo, isto se dá por vários motivos, seja ele, social, estrutural, ou por vontade das crianças em ir à escola. Desta forma são elementares que os pais façam parte da unidade escolar, contribuindo nas tarefas, orientando seus filhos e tendo participação ativa com a escola. Nota-se que na maioria das vezes, os pais se refugiam da unidade escolar, acreditando que a aprendizagem deva acontecer apenas dentro da escola, com alunos/professores, mas isto é um leigo engano. Diante disso o projeto de intervenção realizado na escola campo trouxe a tona vários problemas enfrentados pelos docentes, falta da participação dos pais ou responsáveis, crianças desmotivadas, na realização das atividades enviadas para casa, pois não pode contar com o auxílio dos pais na realização da mesma. Assim, após realização do projeto de intervenção que apontou as reais necessidades, a escola tem que reverter estes problemas, buscando a família para dentro da escola, mostrando-as que a aprendizagem acontece em conjunto, e que a participação deles é fundamental para o sucesso da escola e da aprendizagem de seus filhos. Sabe-se que as crianças nessa idade têm a facilidade da aprendizagem, é de compromisso da família torna-se fundamental nesse processo de conhecimento. Família e escola são pontos de apoio e sustentação ao ser humano. Desta forma quanto melhor for à parceria entre ambas, mais positivos e significativos serão os resultados na formação da criança, por isto, a escola vai continuar realizando um trabalho que envolva família, alunos, escola e comunidade. O Projeto de intervenção foi realizado para mostrar a importância de uma relação mútua entre escola família e essa relação tem que ser baseada no

21 respeito e na troca de experiências, sendo de grande necessidade a quebra de barreiras que impedem essa consolidação família escola. Sendo que o ideal seria que escola e família, em âmbito geral trabalhassem com os mesmos objetivos, oferecendo assim subsídios para que as crianças se preparem melhor para o exercício da cidadania. 2. Considerações Finais Os problemas detectados na elaboração e no decorrer do projeto de intervenção realizados na escola Municipal Noeme Lustosa Barros, trouxeram a tona vários problemas enfrentados pela coordenação pedagógica, falta da participação dos pais ou responsáveis, crianças desmotivadas, na participação, realização das atividades enviadas para casa, pois não pode contar com o auxílio dos pais na realização da mesma. Pais que transferem as suas responsabilidades, para a escola, professores subcarregados com a tamanha responsabilidade de ser, educador, pai, mãe, ao mesmo tempo. Assim, após realização do projeto de intervenção, a escola pretende continuar com toda a equipe escolar, com o trabalho árduo de tentar buscar os pais para participar ativamente da vida escolar de seus filhos. O projeto abriu espaços, para a comunidade participar mais através, da ampliação dos projetos já realizados na escola, como família na escola que neste ano aconteceu diferente, em vez de ser só para os alunos a escola abriu para os piais realizarem um pique nique, com os filhos na própria escola, festa junina com os pais e funcionários na frente da escola, jogo no dia dos pais com a participação de toda equipe escolar, fora da escola no ginásio, então assim abre-se um melhor diálogo entre escola é comunidade, agora com essa iniciativa pretendese juntos escola/ comunidade, buscar, soluções para esses problemas, reverter esta situação tão lamentável no cenário educacional. Sabemos que quando a comunidade escolar busca parceria com as famílias dentro da escola, mostrando-as que a aprendizagem acontece em conjunto, é que a participação deles é fundamental para o sucesso da escola e da aprendizagem de seus filhos. Que os pais sintam que a sua participação na vida escolar, afetiva de seu filho é de extrema importância. Sabe-se que quando o Secretário de

22 Educação, Diretor, Coordenador, professores, equipe escolar, entende-se a importância de uma relação mútua entre, escolas, famílias, essa relação tem que ser baseado no respeito, na troca de experiências na confiança que tanto falamos no decorrer desse trabalho, e o mesmo veio para detectar barreiras que impedem essa consolidação família/ escola, que impedem realmente que desenvolvemos um trabalho para uma educação de todos é para todos.

23 REFERÊNCIAS. CHAVES, M. A. Projeto de pesquisa: Guia prático para monografia. 3. ed. Rio de Janeiro: p. PARO V. H. Qualidade do Ensino: A contribuição dos pais. São Paulo: Xamã, p. STRINGER, E. T. Action Research: a Handbook for Practitioners. Sage, 1996 SZYMANSKI, H. A relação família/escola: Desafios e perspectiva. Brasil: Plano Ipiranga p. HENGEMÜHLE, A. Gestão de Ensino e Práticas Pedagógicas. 2. ed. Petrópolis, RJ: vozes HENGEMÜHLE, A. Gestão de Ensino e Práticas Pedagógicas. 3 ed. Petrópolis, RJ:Vozes, ,13. JESUS, Saul Influência dos Professores sobre os Alunos. Colecção Cadernos Pedagógicos. N.º34 Porto: Edições Asa, 1996, p. 27. TIBA, I. Disciplina na medida certa. Novos paradigmas. São Paulo: Integrare p.

CENTRO UNIVERSITÁRIO DE CARATINGA

CENTRO UNIVERSITÁRIO DE CARATINGA CENTRO UNIVERSITÁRIO DE CARATINGA RELAÇÃO DE RESUMOS DE MONOGRAFIAS E ARTIGOS DE PÓS- GRADUAÇÃO Lato sensu Curso: Língua Inglesa/2005 Nome Aluno(a) Título Monografia/Artigo Orientador/Banca Annelise Lima

Leia mais

A importância do planejamento para o sucesso escolar.

A importância do planejamento para o sucesso escolar. UNIVERSIDADE FEDERAL DO TOCANTINS UFT CURSO DE PÓS-GRADUAÇÃO EM COORDENAÇÃO ESCOLAR A importância do planejamento para o sucesso escolar. Édula Maria Fonseca Gomes Trabalho de conclusão de curso apresentado

Leia mais

PROJETO PEDAGÓGICO DO ENSINO FUNDAMENTAL E MÉDIO

PROJETO PEDAGÓGICO DO ENSINO FUNDAMENTAL E MÉDIO PROJETO PEDAGÓGICO DO ENSINO FUNDAMENTAL E MÉDIO APRESENTAÇÃO O Projeto Político Pedagógico da Escola foi elaborado com a participação da comunidade escolar, professores e funcionários, voltada para a

Leia mais

A AVALIAÇÃO EM CONTEXTO DIFERENCIADO PARA EDUCAÇÃO INFANTIL

A AVALIAÇÃO EM CONTEXTO DIFERENCIADO PARA EDUCAÇÃO INFANTIL A AVALIAÇÃO EM CONTEXTO DIFERENCIADO PARA EDUCAÇÃO INFANTIL JOSÉ MATEUS DO NASCIMENTO zenmateus@gmail.com POLIANI SANTOS DA SILVA poliany_mme@hotmail.com MARIA AUXILIADORA DOS SANTOS MARINHO Campus IV(CCAE)

Leia mais

FAMÍLIA-ESCOLA: UMA RELAÇÃO DE EXPECTATIVAS E CONFLITOS

FAMÍLIA-ESCOLA: UMA RELAÇÃO DE EXPECTATIVAS E CONFLITOS FAMÍLIA-ESCOLA: UMA RELAÇÃO DE EXPECTATIVAS E CONFLITOS DAMKE, Anderléia Sotoriva FACIAP / UNIPAN sotodamke@yahoo.com.br GONÇALVES, Josiane Peres PUCRS josianeperes@unipan.br Resumo O presente artigo tem

Leia mais

Gestão escolar: revendo conceitos

Gestão escolar: revendo conceitos Gestão escolar: revendo conceitos Myrtes Alonso É um equívoco pensar que o desempenho da escola se expressa apenas nos resultados da aprendizagem obtidos nas disciplinas e que é fruto exclusivo do trabalho

Leia mais

PROJETO CONVIVÊNCIA E VALORES

PROJETO CONVIVÊNCIA E VALORES PROJETO CONVIVÊNCIA E VALORES Fala-se tanto da necessidade de deixar um planeta melhor para os nossos filhos, e esquece-se da urgência de deixar filhos melhores para o nosso planeta PROJETO: CONVIVÊNCIA

Leia mais

PROJETO FAZENDO ESCOLA: UMA EXPERIÊNCIA DO ORIENTADOR NO COMPROMISSO DA CAPACITAÇÃO DOCENTE

PROJETO FAZENDO ESCOLA: UMA EXPERIÊNCIA DO ORIENTADOR NO COMPROMISSO DA CAPACITAÇÃO DOCENTE PROJETO FAZENDO ESCOLA: UMA EXPERIÊNCIA DO ORIENTADOR NO COMPROMISSO DA CAPACITAÇÃO DOCENTE Sérgio Dal-Ri Moreira Pontifícia Universidade Católica do Paraná Palavras-chave: Educação Física, Educação, Escola,

Leia mais

Segredos e Estratégias para Equipes Campeãs

Segredos e Estratégias para Equipes Campeãs Segredos e Estratégias para Equipes Campeãs Ultrapassando barreiras e superando adversidades. Ser um gestor de pessoas não é tarefa fácil. Existem vários perfis de gestores espalhados pelas organizações,

Leia mais

O Trabalho Coletivo na Escola

O Trabalho Coletivo na Escola O Trabalho Coletivo na Escola Profa. Dra. Myrtes Alonso 1. A gestão da escola: uma relação pedagógico-administrativa Antes de ingressarmos propriamente no tema enunciado, devemos ter bem claro os modernos

Leia mais

UNIVERSIDADE DO CONTESTADO UnC CAMPUS MAFRA/RIO NEGRINHO/PAPANDUVA NÚCLEO DE CIÊNCIAS DA SAÚDE E MEIO AMBIENTE

UNIVERSIDADE DO CONTESTADO UnC CAMPUS MAFRA/RIO NEGRINHO/PAPANDUVA NÚCLEO DE CIÊNCIAS DA SAÚDE E MEIO AMBIENTE UNIVERSIDADE DO CONTESTADO UnC CAMPUS MAFRA/RIO NEGRINHO/PAPANDUVA NÚCLEO DE CIÊNCIAS DA SAÚDE E MEIO AMBIENTE PROJETO AVALIAÇÃO INTEGRAL DA CRIANÇA MAFRA 2009 Núcleo de Ciências da Saúde e Meio Ambiente

Leia mais

PROGRAMA ÉTICA E CIDADANIA construindo valores na escola e na sociedade. Democracia na escola Ana Maria Klein 1

PROGRAMA ÉTICA E CIDADANIA construindo valores na escola e na sociedade. Democracia na escola Ana Maria Klein 1 PROGRAMA ÉTICA E CIDADANIA construindo valores na escola e na sociedade Democracia na escola Ana Maria Klein 1 A escola, instituição social destinada à educação das novas gerações, em seus compromissos

Leia mais

Projeto. Supervisão. Escolar. Adriana Bührer Taques Strassacapa Margarete Zornita

Projeto. Supervisão. Escolar. Adriana Bührer Taques Strassacapa Margarete Zornita Projeto de Supervisão Escolar Adriana Bührer Taques Strassacapa Margarete Zornita Justificativa O plano de ação do professor pedagogo é um guia de orientação e estabelece as diretrizes e os meios de realização

Leia mais

Orientações para avaliação

Orientações para avaliação AVALIAÇÃO A concepção de avaliação dos Parâmetros Curriculares Nacionais vai além da visão tradicional, que focaliza o controle externo do aluno mediante notas ou conceitos, para ser compreendida como

Leia mais

GUIA DE SUGESTÕES DE AÇÕES PARA IMPLEMENTAÇÃO E ACOMPANHAMENTO DO PROGRAMA DE INTERVENÇÃO PEDAGÓGICA

GUIA DE SUGESTÕES DE AÇÕES PARA IMPLEMENTAÇÃO E ACOMPANHAMENTO DO PROGRAMA DE INTERVENÇÃO PEDAGÓGICA GUIA DE SUGESTÕES DE AÇÕES PARA IMPLEMENTAÇÃO E ACOMPANHAMENTO DO PROGRAMA DE INTERVENÇÃO PEDAGÓGICA ALFABETIZAÇÃO NO TEMPO CERTO NAs REDES MUNICIPAIS DE ENSINO SECRETARIA DE ESTADO DE EDUCAÇÃO DE MINAS

Leia mais

O BRINCAR E SUA FUNÇÃO NA INTERVENÇÃO PSICOPEDAGÓGICA EM INSTITUIÇÕES ESCOLARES: O QUE DIZEM OS PSICOPEDAGOGOS? DIOGO SÁ DAS NEVES

O BRINCAR E SUA FUNÇÃO NA INTERVENÇÃO PSICOPEDAGÓGICA EM INSTITUIÇÕES ESCOLARES: O QUE DIZEM OS PSICOPEDAGOGOS? DIOGO SÁ DAS NEVES 1 O BRINCAR E SUA FUNÇÃO NA INTERVENÇÃO PSICOPEDAGÓGICA EM INSTITUIÇÕES ESCOLARES: O QUE DIZEM OS PSICOPEDAGOGOS? Introdução DIOGO SÁ DAS NEVES A Psicopedagogia compromete-se primordialmente com o sistema

Leia mais

RELATO DO PROJETO OBSERVATÓRIO DA EDUCAÇÃO. GT 06 Formação de professores de Matemática: práticas, saberes e desenvolvimento profissional

RELATO DO PROJETO OBSERVATÓRIO DA EDUCAÇÃO. GT 06 Formação de professores de Matemática: práticas, saberes e desenvolvimento profissional RELATO DO PROJETO OBSERVATÓRIO DA EDUCAÇÃO GT 06 Formação de professores de Matemática: práticas, saberes e desenvolvimento profissional Maria Madalena Dullius, madalena@univates.br Daniela Cristina Schossler,

Leia mais

PROJETO: REPENSANDO A (IN)DISCIPLINA

PROJETO: REPENSANDO A (IN)DISCIPLINA COLÉGIO TIRADENTES DA PMMG- BARBACENA PROJETO: REPENSANDO A (IN)DISCIPLINA JUSTIFICATIVA Percebendo que a indisciplina escolar é o problema que mais afeta o bom andamento dos alunos iremos trabalhar com

Leia mais

O COORDENADOR PEDAGÓGICO E OS DESAFIOS DA FUNÇÃO

O COORDENADOR PEDAGÓGICO E OS DESAFIOS DA FUNÇÃO 1 O COORDENADOR PEDAGÓGICO E OS DESAFIOS DA FUNÇÃO Bruna Riboldi 1 Jaqueline Zanchin Josiane Melo Ketelin Oliveira Natália Moré Paula T. Pinto Nilda Stecanela2 Samanta Wessel3 Resumo Este artigo tem por

Leia mais

INFORMATIVO Nº 1 / 2014. Senhores pais

INFORMATIVO Nº 1 / 2014. Senhores pais INFORMATIVO Nº 1 / 2014 Senhores pais Mais um ano se inicia... Não temos palavras para agradecer a confiança que depositam em nosso trabalho ao matricularem seus filhos na Premier. Após um período de alguns

Leia mais

A IMPORTÂNCIA DA PARTICIPAÇÃO DOS PAIS NA EDUCAÇÃO DOS FILHOS NO CONTEXTO ESCOLAR

A IMPORTÂNCIA DA PARTICIPAÇÃO DOS PAIS NA EDUCAÇÃO DOS FILHOS NO CONTEXTO ESCOLAR A IMPORTÂNCIA DA PARTICIPAÇÃO DOS PAIS NA EDUCAÇÃO DOS FILHOS NO CONTEXTO ESCOLAR Stefania Germano Dias; Flávio Pereira de Oliveira; Josefa Nandara Pereira de Souza; Larissa Brito da Silva; Maria Aparecida

Leia mais

Primeiro Segmento equivalente à alfabetização e às quatro primeiras séries do Ensino Fundamental (1ª à 4ª série).

Primeiro Segmento equivalente à alfabetização e às quatro primeiras séries do Ensino Fundamental (1ª à 4ª série). INFORMAÇÕES GERAIS SOBRE A EJA 1- Você se matriculou em um CURSO DE EDUCAÇÃO DE JOVENS E ADULTOS (EJA). Esse curso tem a equivalência do Ensino Fundamental. As pessoas que estudam na EJA procuram um curso

Leia mais

METODOLOGIA PARA O ENSINO DA MATEMÁTICA: UM OLHAR A PARTIR DO ESTÁGIO SUPERVISIONADO

METODOLOGIA PARA O ENSINO DA MATEMÁTICA: UM OLHAR A PARTIR DO ESTÁGIO SUPERVISIONADO METODOLOGIA PARA O ENSINO DA MATEMÁTICA: UM OLHAR A PARTIR DO ESTÁGIO SUPERVISIONADO Flávia Nascimento de Oliveira flavinhamatematica@hotmail.com Rivânia Fernandes da Costa Dantas rivafern@hotmail.com

Leia mais

MEMORIAL REFLEXIVO. Ana Teresa Scanfella Fabrícia Cristina Paulo Karina Teodoro Renata Pierini Ramos

MEMORIAL REFLEXIVO. Ana Teresa Scanfella Fabrícia Cristina Paulo Karina Teodoro Renata Pierini Ramos MEMORIAL REFLEXIVO Indisciplina: tema tratado/discutido pela comunidade escolar em um espaço virtual (blog) desenvolvido pelas formadoras de uma escola na periferia do município de São Carlos. Ana Teresa

Leia mais

A IMPORTÂNCIA DA PARCERIA ENTRE FAMÍLIA E ESCOLA

A IMPORTÂNCIA DA PARCERIA ENTRE FAMÍLIA E ESCOLA A IMPORTÂNCIA DA PARCERIA ENTRE FAMÍLIA E ESCOLA Aparecida Luzia da Cunha Santos RESUMO Este artigo relata a importância da parceria entre família e escola no processo educacional. Através da pesquisa

Leia mais

PLANO DE AÇÃO - 2014

PLANO DE AÇÃO - 2014 PREFEITURA MUNICIPAL DE QUIXADÁ SECRETARIA MUNICIPAL DA EDUCAÇÃO SUPERINTENDÊNCIA DE DESENVOLVIMENTO PEDAGÓGICO PLANO DE AÇÃO - 2014 MISSÃO Assessorar as Regionais Educacionais, fortalecendo o processo

Leia mais

FORMAÇÃO PARA PAIS E DOCENTES DA EDUCAÇÃO INFANTIL

FORMAÇÃO PARA PAIS E DOCENTES DA EDUCAÇÃO INFANTIL FORMAÇÃO PARA PAIS E DOCENTES DA EDUCAÇÃO INFANTIL Área Temática: Educação Modalidade: Comunicação Oral. Rosangela Maria Boeno (Coordenadora da Ação de Extensão) 1 Rosangela Maria Boeno 2 Adrieli Signorati

Leia mais

Um exemplo prático. Como exemplo, suponha que você é um recémcontratado

Um exemplo prático. Como exemplo, suponha que você é um recémcontratado pessoas do grupo. Não basta simplesmente analisar cada interpretação possível, é preciso analisar quais as conseqüências de nossas possíveis respostas, e é isso que proponho que façamos de forma racional.

Leia mais

ORGANIZAÇÃO DE ESPAÇO FÍSICO NA CRECHE ( os cantinhos ), que possibilitou entender o espaço como aliado do trabalho pedagógico, ou seja, aquele que

ORGANIZAÇÃO DE ESPAÇO FÍSICO NA CRECHE ( os cantinhos ), que possibilitou entender o espaço como aliado do trabalho pedagógico, ou seja, aquele que Introdução A formação continuada iniciou-se com um diagnóstico com os profissionais que atuam nos Centros de Educação Infantil do nosso município para saber o que pensavam a respeito de conceitos essenciais

Leia mais

UNIVERSIDADE FEDERAL DE SÃO CARLOS CURSO DE ESPECIALIZAÇÃO EM COORDENÇÃO PEDAGOGICA

UNIVERSIDADE FEDERAL DE SÃO CARLOS CURSO DE ESPECIALIZAÇÃO EM COORDENÇÃO PEDAGOGICA UNIVERSIDADE FEDERAL DE SÃO CARLOS CURSO DE ESPECIALIZAÇÃO EM COORDENÇÃO PEDAGOGICA A ELABORAÇÃO DO PLANEJAMENTO ESCOLAR O Planejamento é o principal instrumento norteador da ação dos coordenadores e profissionais

Leia mais

ESCOLA TÉCNICA ESTADUAL DRA. MARIA AUGUSTA SARAIVA MANUAL DE ESTÁGIO PROFISSIONAL

ESCOLA TÉCNICA ESTADUAL DRA. MARIA AUGUSTA SARAIVA MANUAL DE ESTÁGIO PROFISSIONAL 2012 ESCOLA TÉCNICA ESTADUAL DRA. MARIA AUGUSTA SARAIVA MANUAL DE ESTÁGIO PROFISSIONAL APRESENTAÇÃO Este Manual foi elaborado com o objetivo de normalizar o Estágio Profissional Supervisionado, para os

Leia mais

3 a 5. 6 a 10. 11 a 14. Faixa Etária Prevista. Etapa de Ensino. Duração. Educação Infantil. anos. Ensino Fundamental: Anos Iniciais. 5 anos.

3 a 5. 6 a 10. 11 a 14. Faixa Etária Prevista. Etapa de Ensino. Duração. Educação Infantil. anos. Ensino Fundamental: Anos Iniciais. 5 anos. Etapa de Ensino Faixa Etária Prevista Duração Educação Infantil 3 a 5 anos Ensino Fundamental: Anos Iniciais 6 a 10 anos 5 anos Ensino Fundamental: Anos Finais 11 a 14 anos 4 anos EDUCAÇÃO INFANTIL EDUCAÇÃO

Leia mais

OBSERVANDO A PRÁTICA DOCENTE E O APRENDIZADO DAS CRIANÇAS EM UMA CRECHE MUNICIPAL DA CIDADE DO RECIFE PRISCILLA SILVESTRE DE LIRA OLIVEIRA

OBSERVANDO A PRÁTICA DOCENTE E O APRENDIZADO DAS CRIANÇAS EM UMA CRECHE MUNICIPAL DA CIDADE DO RECIFE PRISCILLA SILVESTRE DE LIRA OLIVEIRA 1 OBSERVANDO A PRÁTICA DOCENTE E O APRENDIZADO DAS CRIANÇAS EM UMA CRECHE MUNICIPAL DA CIDADE DO RECIFE PRISCILLA SILVESTRE DE LIRA OLIVEIRA 1. Introdução: Compreendendo que a Educação Infantil é uma etapa

Leia mais

Índice. 1. Metodologia na Educação de Jovens e Adultos...3

Índice. 1. Metodologia na Educação de Jovens e Adultos...3 GRUPO 6.1 MÓDULO 4 Índice 1. Metodologia na Educação de Jovens e Adultos...3 1.1. Desenvolvimento e Aprendizagem de Jovens e Adultos... 4 1.1.1. Educar na Diversidade... 5 1.2. Os Efeitos da Escolarização/Alfabetização

Leia mais

EDUCADOR INFANTIL E O PROCESSO FORMATIVO NA CONSTRUÇÃO DE ATORES REFLEXIVOS DA PRÁTICA PEDAGÓGICA

EDUCADOR INFANTIL E O PROCESSO FORMATIVO NA CONSTRUÇÃO DE ATORES REFLEXIVOS DA PRÁTICA PEDAGÓGICA GT-1 FORMAÇÃO DE PROFESSORES EDUCADOR INFANTIL E O PROCESSO FORMATIVO NA CONSTRUÇÃO DE ATORES REFLEXIVOS DA PRÁTICA PEDAGÓGICA RESUMO Maria de Lourdes Cirne Diniz Profa. Ms. PARFOR E-mail: lourdinhacdiniz@oi.com.br

Leia mais

A ANÁLISE DA PAISAGEM ATRAVÉS DE FOTOGRAFIAS TIRADAS PELOS PRÓPRIOS ALUNOS: OS POSSÍVEIS USOS PARA O CELULAR NAS AULAS DE GEOGRAFIA

A ANÁLISE DA PAISAGEM ATRAVÉS DE FOTOGRAFIAS TIRADAS PELOS PRÓPRIOS ALUNOS: OS POSSÍVEIS USOS PARA O CELULAR NAS AULAS DE GEOGRAFIA A ANÁLISE DA PAISAGEM ATRAVÉS DE FOTOGRAFIAS TIRADAS PELOS PRÓPRIOS ALUNOS: OS POSSÍVEIS USOS PARA O CELULAR NAS AULAS DE GEOGRAFIA Ires de Oliveira Furtado Universidade Federal de Pelotas iresfurtado@gmail.com

Leia mais

FORMAÇÃO CONTINUADA DOS PROFESSORES DE MATEMÁTICA DO IFAL INSTITUTO FEDERAL DE ALAGOAS: REFLETINDO SOBRE OS TEMPOS E OS ESPAÇOS

FORMAÇÃO CONTINUADA DOS PROFESSORES DE MATEMÁTICA DO IFAL INSTITUTO FEDERAL DE ALAGOAS: REFLETINDO SOBRE OS TEMPOS E OS ESPAÇOS ISSN 2316-7785 FORMAÇÃO CONTINUADA DOS PROFESSORES DE MATEMÁTICA DO IFAL INSTITUTO FEDERAL DE ALAGOAS: REFLETINDO SOBRE OS TEMPOS E OS ESPAÇOS José André Tavares de Oliveira Instituto Federal de Alagoas

Leia mais

MÚLTIPLAS LEITURAS: CAMINHOS E POSSIBILIDADES

MÚLTIPLAS LEITURAS: CAMINHOS E POSSIBILIDADES MÚLTIPLAS LEITURAS: CAMINHOS E POSSIBILIDADES EDIT MARIA ALVES SIQUEIRA (UNIVERSIDADE FEDERAL DE VIÇOSA). Resumo Diferentes instrumentos de avaliação (ENEM, SIMAVE) tem diagnosticado o despreparo dos alunos

Leia mais

Palavras-chaves: Jogos matemáticos; Ensino e aprendizagem.

Palavras-chaves: Jogos matemáticos; Ensino e aprendizagem. Emanuella Filgueira Pereira Universidade Federal do Recôncavo da Bahia O JOGO NO ENSINO E APRENDIZAGEM DE MATEMÁTICA Resumo O presente artigo apresenta resultados parciais de uma pesquisa mais ampla que

Leia mais

BLOG: A CONSTRUÇÃO DE UM AMBIENTE VIRTUAL DE APRENDIZAGEM

BLOG: A CONSTRUÇÃO DE UM AMBIENTE VIRTUAL DE APRENDIZAGEM BLOG: A CONSTRUÇÃO DE UM AMBIENTE VIRTUAL DE APRENDIZAGEM Suzana Aparecida Portes FC UNESP- Bauru/SP E-mail: suzanaapportes@gmail.com Profa. Dra. Thaís Cristina Rodrigues Tezani FC UNESP- Bauru/SP E-mail:

Leia mais

AS ATIVIDADES ESPORTIVAS E DE LAZER COMO CONTRIBUIÇÃO PARA A INCLUSÃO DE ALUNOS COM DEFICIÊNCIA NAS ESCOLAS MUNICIPAIS DE IGARASSU.

AS ATIVIDADES ESPORTIVAS E DE LAZER COMO CONTRIBUIÇÃO PARA A INCLUSÃO DE ALUNOS COM DEFICIÊNCIA NAS ESCOLAS MUNICIPAIS DE IGARASSU. AS ATIVIDADES ESPORTIVAS E DE LAZER COMO CONTRIBUIÇÃO PARA A INCLUSÃO DE ALUNOS COM DEFICIÊNCIA NAS ESCOLAS MUNICIPAIS DE IGARASSU. Autora: MARIA JOSÉ CALADO Introdução Diante da necessidade e do direito

Leia mais

Educação Infantil, que espaço é este?

Educação Infantil, que espaço é este? Educação Infantil, que espaço é este? O material do sistema de ensino Aprende Brasil de Educação Infantil foi elaborado a fim de oferecer subsídios para reflexões, informações e sugestões que auxiliem

Leia mais

Curso de Formação Pedagógica para Docentes da FEI. Coordenação Prof. Dr. Marcos T. Masetto

Curso de Formação Pedagógica para Docentes da FEI. Coordenação Prof. Dr. Marcos T. Masetto Curso de Formação Pedagógica para Docentes da FEI Coordenação Prof. Dr. Marcos T. Masetto 1 Curso de Formação Pedagógica para Docentes da FEI Professor Doutor Marcos T. Masetto Objetivos Desenvolver competências

Leia mais

PROJETO ESCOLA PARA PAIS

PROJETO ESCOLA PARA PAIS PROJETO ESCOLA PARA PAIS Escola Estadual Professor Bento da Silva Cesar São Carlos São Paulo Telma Pileggi Vinha Maria Suzana De Stefano Menin coordenadora da pesquisa Relator da escola: Elizabeth Silva

Leia mais

MATEMÁTICA FINANCEIRA NO ENSINO MÉDIO: O QUE PENSAM PROFESSORES, ALUNOS E REPRESENTANTES DO COMÉRCIO DO MUNICÍPIO DE BOA VISTA ESTADO DE RORAIMA

MATEMÁTICA FINANCEIRA NO ENSINO MÉDIO: O QUE PENSAM PROFESSORES, ALUNOS E REPRESENTANTES DO COMÉRCIO DO MUNICÍPIO DE BOA VISTA ESTADO DE RORAIMA MATEMÁTICA FINANCEIRA NO ENSINO MÉDIO: O QUE PENSAM PROFESSORES, ALUNOS E REPRESENTANTES DO COMÉRCIO DO MUNICÍPIO DE BOA VISTA ESTADO DE RORAIMA José Roberto da silva Almeida, Arno Bayer jrsa12@hotmail.com,

Leia mais

Currículo e tecnologias digitais da informação e comunicação: um diálogo necessário para a escola atual

Currículo e tecnologias digitais da informação e comunicação: um diálogo necessário para a escola atual Currículo e tecnologias digitais da informação e comunicação: um diálogo necessário para a escola atual Adriana Cristina Lázaro e-mail: adrianaclazaro@gmail.com Milena Aparecida Vendramini Sato e-mail:

Leia mais

PROTEÇÃO INTEGRAL EM REDES SOCIAIS

PROTEÇÃO INTEGRAL EM REDES SOCIAIS PROTEÇÃO INTEGRAL EM REDES SOCIAIS ENCONTRO DE GRUPOS REGIONAIS DE ARTICULAÇÃO- ABRIGOS - SÃO PAULO O QUE É UMA REDE DE PROTEÇÃO SOCIAL? sistemas organizacionais capazes de reunir indivíduos e instituições,

Leia mais

Projeto Político-Pedagógico Estudo técnico de seus pressupostos, paradigma e propostas

Projeto Político-Pedagógico Estudo técnico de seus pressupostos, paradigma e propostas Projeto Político-Pedagógico Estudo técnico de seus pressupostos, paradigma e propostas Introdução A Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional afirma que cabe aos estabelecimentos de ensino definir

Leia mais

O PAPEL DO PSICOPEDAGOGO NA ESCOLA

O PAPEL DO PSICOPEDAGOGO NA ESCOLA O PAPEL DO PSICOPEDAGOGO NA ESCOLA CRATO Francisca Francineide Cândido Ms. em Ciência da Educação Esp. em Psicopedagogia e Psicomotricidade Diretora de Projetos Sociais da ABPp-Ce Conselheira Eleita da

Leia mais

Articulando saberes e transformando a prática

Articulando saberes e transformando a prática Articulando saberes e transformando a prática Maria Elisabette Brisola Brito Prado Na sociedade do conhecimento e da tecnologia torna-se necessário repensar o papel da escola, mais especificamente as questões

Leia mais

8. O OBJETO DE ESTUDO DA DIDÁTICA: O PROCESSO ENSINO APRENDIZAGEM

8. O OBJETO DE ESTUDO DA DIDÁTICA: O PROCESSO ENSINO APRENDIZAGEM CORRENTES DO PENSAMENTO DIDÁTICO 8. O OBJETO DE ESTUDO DA DIDÁTICA: O PROCESSO ENSINO APRENDIZAGEM Se você procurar no dicionário Aurélio, didática, encontrará o termo como feminino substantivado de didático.

Leia mais

Motivação e Aprendizagem

Motivação e Aprendizagem 1 UNIVERSIDADE FEDERAL DO TOCANTINS Programa Nacional Escola de Gestores da Educação Básica Curso de Especialização em Coordenação Pedagógica Motivação e Aprendizagem Luiz Antonio de Souza Resumo Este

Leia mais

REGULAMENTO PROJETO EMPRESARIAL CURSO DE GRADUAÇÃO EM ADMINISTRAÇÃO

REGULAMENTO PROJETO EMPRESARIAL CURSO DE GRADUAÇÃO EM ADMINISTRAÇÃO Apêndice Regulamento do Projeto Empresarial REGULAMENTO PROJETO EMPRESARIAL CURSO DE GRADUAÇÃO EM ADMINISTRAÇÃO 1. APRESENTAÇÃO O Projeto Empresarial constitui um momento de aquisição, construção e aprimoramento

Leia mais

AVALIAÇÃO DO PROJETO PEDAGÓGICO-CURRICULAR, ORGANIZAÇÃO ESCOLAR E DOS PLANOS DE ENSINO 1

AVALIAÇÃO DO PROJETO PEDAGÓGICO-CURRICULAR, ORGANIZAÇÃO ESCOLAR E DOS PLANOS DE ENSINO 1 AVALIAÇÃO DO PROJETO PEDAGÓGICO-CURRICULAR, ORGANIZAÇÃO ESCOLAR E DOS PLANOS DE ENSINO 1 A avaliação da escola é um processo pelo qual os especialistas (diretor, coordenador pedagógico) e os professores

Leia mais

Reflexão das Monitorias de Química Oferecida pelo Projeto PIBID nas Escolas de Pelotas

Reflexão das Monitorias de Química Oferecida pelo Projeto PIBID nas Escolas de Pelotas Reflexão das Monitorias de Química Oferecida pelo Projeto PIBID nas Escolas de Pelotas Eduardo Vargas Pereira (IC) 1*, Diego Soares de Moura (IC) 1, Caroline Pereira Dutra (IC) 1, Roberta Almeida dos Santos

Leia mais

A divulgação desta apresentação por Cd-Rom e no Web site do programa Educação do Instituto do Banco Mundial e feita com a autorização do autor.

A divulgação desta apresentação por Cd-Rom e no Web site do programa Educação do Instituto do Banco Mundial e feita com a autorização do autor. A divulgação desta apresentação por Cd-Rom e no Web site do programa Educação do Instituto do Banco Mundial e feita com a autorização do autor. A ESCOLA PRECISA SER VISTA COMO UMA UNIDADE FUNDAMENTAL PARA

Leia mais

MODELOS ORGANIZATIVOS DE ENSINO E APRENDIZAGEM: UMA PROPOSTA PARA A FORMAÇÃO CONTINUADA DE PROFESSORES DE MATEMÁTICA

MODELOS ORGANIZATIVOS DE ENSINO E APRENDIZAGEM: UMA PROPOSTA PARA A FORMAÇÃO CONTINUADA DE PROFESSORES DE MATEMÁTICA MODELOS ORGANIZATIVOS DE ENSINO E APRENDIZAGEM: UMA PROPOSTA PARA A FORMAÇÃO CONTINUADA DE PROFESSORES DE MATEMÁTICA Jaqueline Oliveira Silva Ribeiro SESI-SP josr2@bol.com.br Dimas Cássio Simão SESI-SP

Leia mais

O PEDAGOGO NA DOCÊNCIA E SUA IMPORTÂNCIA NO ENSINO- APRENDIZAGEM

O PEDAGOGO NA DOCÊNCIA E SUA IMPORTÂNCIA NO ENSINO- APRENDIZAGEM O PEDAGOGO NA DOCÊNCIA E SUA IMPORTÂNCIA NO ENSINO- APRENDIZAGEM Helena Harumi Maruyama G Pedagogia INESUL LONDRINA PR Orientadora Ms. Maria Eliza Corrêa Pacheco D Pedagogia INESUL LONDRINA PR PAINEL e-mail:

Leia mais

AUTONOMIA DOS ALUNOS AO DESENVOLVER UM TRABALHO SOBRE SEXUALIDADE

AUTONOMIA DOS ALUNOS AO DESENVOLVER UM TRABALHO SOBRE SEXUALIDADE AUTONOMIA DOS ALUNOS AO DESENVOLVER UM TRABALHO SOBRE SEXUALIDADE Thaiane Pimenta (Centro Pedagógico Bolsista Prograd-UFMG) Elaine França (Centro Pedagógico da UFMG) INTRODUÇÃO A escola desempenha um papel

Leia mais

PARTICIPAÇÃO DA FAMILIA NA ESCOLA

PARTICIPAÇÃO DA FAMILIA NA ESCOLA PARTICIPAÇÃO DA FAMILIA NA ESCOLA Josene Gonçalina da Silva 1 Sandra Regina Aquino Nunes Silva 2 Eliane Conceição da Silva Souza 3 RESUMO O presente estudo busca analisar a importância da participação

Leia mais

ESTUDO DE CASO PSICOPEDAGÓGICO

ESTUDO DE CASO PSICOPEDAGÓGICO ESTUDO DE CASO PSICOPEDAGÓGICO Autora: Suellen Viviane Lemos Fernandes Co-autora: Maria Irene Miranda Bernardes Universidade Federal de Uberlândia suellenped65@hotmail.com Introdução O presente trabalho

Leia mais

No final desse período, o discurso por uma sociedade moderna leva a elite a simpatizar com os movimentos da escola nova.

No final desse período, o discurso por uma sociedade moderna leva a elite a simpatizar com os movimentos da escola nova. 12. As concepções de educação infantil Conforme OLIVEIRA, a educação infantil no Brasil, historicamente, foi semelhante a outros países. No Séc. XIX tiveram iniciativas isoladas de proteção à infância

Leia mais

Sumário 1. CARO EDUCADOR ORIENTADOR 3 PARCEIROS VOLUNTÁRIOS 3. TRIBOS NAS TRILHAS DA CIDADANIA 4

Sumário 1. CARO EDUCADOR ORIENTADOR 3 PARCEIROS VOLUNTÁRIOS 3. TRIBOS NAS TRILHAS DA CIDADANIA 4 Guia do Educador CARO EDUCADOR ORIENTADOR Sumário 1. CARO EDUCADOR ORIENTADOR 3 2. PARCEIROS VOLUNTÁRIOS 3 3. TRIBOS NAS TRILHAS DA CIDADANIA 4 Objetivo GERAL 5 METODOLOGIA 5 A QUEM SE DESTINA? 6 O QUE

Leia mais

AS IMPLICAÇÕES DA GESTÃO DEMOCRATICA NA CONSTRUÇÃO DE UM PROJETO POLÍTICO PEDAGÓGICO COLETIVO Hedi Maria Luft UNIJUI Diovanela Liara Schmitt IEDB

AS IMPLICAÇÕES DA GESTÃO DEMOCRATICA NA CONSTRUÇÃO DE UM PROJETO POLÍTICO PEDAGÓGICO COLETIVO Hedi Maria Luft UNIJUI Diovanela Liara Schmitt IEDB AS IMPLICAÇÕES DA GESTÃO DEMOCRATICA NA CONSTRUÇÃO DE UM PROJETO POLÍTICO PEDAGÓGICO COLETIVO Hedi Maria Luft UNIJUI Diovanela Liara Schmitt IEDB Resumo Este estudo apresentado em forma de pôster tem como

Leia mais

ESTÁGIO CURRICULAR OBRIGATÓRIO NA GESTÃO ESCOLAR: OBSERVAÇÕES, PARTICIPAÇÕES E INTERVENÇÕES PEDAGÓGICAS

ESTÁGIO CURRICULAR OBRIGATÓRIO NA GESTÃO ESCOLAR: OBSERVAÇÕES, PARTICIPAÇÕES E INTERVENÇÕES PEDAGÓGICAS ESTÁGIO CURRICULAR OBRIGATÓRIO NA GESTÃO ESCOLAR: OBSERVAÇÕES, PARTICIPAÇÕES E INTERVENÇÕES PEDAGÓGICAS RESUMO Eliane Barbosa Éllen Patrícia Alves Castilho Deyse Cristina Brandão Este trabalho refere-se

Leia mais

O PAPEL DA FAMÍLIA E DA ESCOLA NA APRENDIZAGEM ESCOLAR:

O PAPEL DA FAMÍLIA E DA ESCOLA NA APRENDIZAGEM ESCOLAR: O PAPEL DA FAMÍLIA E DA ESCOLA NA APRENDIZAGEM ESCOLAR: Uma análise na Escola Municipal José Teobaldo de Azevedo no Município de Limoeiro-PE Autores: ELIANE GONÇALVES LEITE HAYDÊ MORGANA GONZAGA GOMES

Leia mais

O jardim de infância. Informações destinadas aos pais. na região de língua alemã do cantão de Berna. Direcção da Instrução Pública do Cantão de Berna

O jardim de infância. Informações destinadas aos pais. na região de língua alemã do cantão de Berna. Direcção da Instrução Pública do Cantão de Berna O jardim de infância na região de língua alemã do cantão de Berna Informações destinadas aos pais Direcção da Instrução Pública do Cantão de Berna Ficha técnica: Edição e Copyright: Direcção da Instrução

Leia mais

PSICOPEDAGOGO: QUAL É A SUA FUNÇÃO?

PSICOPEDAGOGO: QUAL É A SUA FUNÇÃO? PSICOPEDAGOGO: QUAL É A SUA FUNÇÃO? Élida Mara de Jesus Dias (PUC-SP) Resumo Este artigo tem como objetivo analisar a atuação do psicopedagogo frente às dificuldades no processo ensino-aprendizagem na

Leia mais

PONTIFÍCIA UNIVERSIDADE CATÓLICA DE SÃO PAULO FACULDADE DE EDUCAÇÃO Curso Pedagogia Departamento de Educação: Formação Docente, Gestão e Tecnologias.

PONTIFÍCIA UNIVERSIDADE CATÓLICA DE SÃO PAULO FACULDADE DE EDUCAÇÃO Curso Pedagogia Departamento de Educação: Formação Docente, Gestão e Tecnologias. PONTIFÍCIA UNIVERSIDADE CATÓLICA DE SÃO PAULO FACULDADE DE EDUCAÇÃO Curso Pedagogia Departamento de Educação: Formação Docente, Gestão e Tecnologias. A INCLUSÃO DA CRIANÇA COM SINDROME DE DOWN E SEU PROCESSO

Leia mais

Palavras-chave: Matemática; Olimpíadas; PIBID. INTRODUÇÃO

Palavras-chave: Matemática; Olimpíadas; PIBID. INTRODUÇÃO OLIMPÍADAS DE MATEMÁTICA: AÇÕES ENTRE PIBID E EMEB JARDIM PARAÍSO Gessica Lisbôa 1 (gssclisboa@hotmail.com) Michelly Trivilin de Morais 2 (michellytrivilin@hotmail.com) Rafael Camilo Custódio Arias 3 (fael_camilo@hotmail.com)

Leia mais

CONSTRUINDO UM PROJETO DE VOLUNTARIADO

CONSTRUINDO UM PROJETO DE VOLUNTARIADO CONSTRUINDO UM PROJETO DE VOLUNTARIADO ExpedieNte TEXTO Kátia Regina Gonçalves Paulo de Camargo Priscila Cruz COORDENAÇÃO DO PROJETO Sílnia Nunes Martins Prado PROJETO GRÁFICO Linea Creativa ILUSTRAÇÃO

Leia mais

transmitindo o conhecimento científico, e, assim, possibilitando a mudança na forma de vida de todos os que do conhecimento se apropriassem.

transmitindo o conhecimento científico, e, assim, possibilitando a mudança na forma de vida de todos os que do conhecimento se apropriassem. RESENHA Artigo: ARROYO, M. G. Balanço da EJA: o que mudou nos modos de vida dos jovens adultos populares? Revej@ - Revista de Educação de Jovens e Adultos, V. I; 2007. Estamos diante de um texto que problematiza

Leia mais

A IMPORTÂNCIA DOS FUNCIONÁRIOS NO PROCESSO EDUCATIVO NAS ESCOLAS

A IMPORTÂNCIA DOS FUNCIONÁRIOS NO PROCESSO EDUCATIVO NAS ESCOLAS A IMPORTÂNCIA DOS FUNCIONÁRIOS NO PROCESSO EDUCATIVO NAS ESCOLAS Carine Ferreira Machado Virago 1 Carla Cristiane Costa 2 Resumo: A nova conjuntura educacional, voltada especialmente a uma educação integral

Leia mais

Carta pedagógica. Professora: Maria Teresinha Turma: alfabetização

Carta pedagógica. Professora: Maria Teresinha Turma: alfabetização Carta pedagógica Ao escrever esta carta pedagógica, veio-me a questão do erro que acontece a todo o momento em minha turma na sala de aula. Lendo textos de autores como Morais, fiquei ciente da sua fala

Leia mais

CONTRIBUIÇÕES DE OLGA METTIG À EDUCAÇÃO BAIANA: ENSINANDO A COMPREENSÃO

CONTRIBUIÇÕES DE OLGA METTIG À EDUCAÇÃO BAIANA: ENSINANDO A COMPREENSÃO CONTRIBUIÇÕES DE OLGA METTIG À EDUCAÇÃO BAIANA: ENSINANDO A COMPREENSÃO Liane Soares, Ms. Faculdade de Tecnologias e Ciências FTC/BA Olga sempre considerou a educação como um sistema, um produto de evolução

Leia mais

A leitura, um bem essencial

A leitura, um bem essencial A leitura, um bem essencial A leitura, um bem essencial A leitura é uma competência básica que todas as pessoas devem adquirir para conseguirem lidar de forma natural com a palavra escrita. Mas aprender

Leia mais

OFICINA PEDAGÓGICA DE PLANEJAMENTO PARTICIPATIVO DO CURSO DE ENFERMAGEM DAS FACULDADES INTA

OFICINA PEDAGÓGICA DE PLANEJAMENTO PARTICIPATIVO DO CURSO DE ENFERMAGEM DAS FACULDADES INTA 1 OFICINA PEDAGÓGICA DE PLANEJAMENTO PARTICIPATIVO DO CURSO DE ENFERMAGEM DAS FACULDADES INTA Maria Adelane Monteiro da Silva Antonia Eliana de Araújo Aragão Keila Maria de Azevedo Ponte Lourdes Claudênia

Leia mais

A POSSIBILIDADE DE ATUAÇÃO DO PEDAGOGO NA CONTEMPORANEIDADE

A POSSIBILIDADE DE ATUAÇÃO DO PEDAGOGO NA CONTEMPORANEIDADE A POSSIBILIDADE DE ATUAÇÃO DO PEDAGOGO NA CONTEMPORANEIDADE Ana Paula Moura da Silva (UNEAL / SENAI-AL) Israel Silva de Macêdo (SENAI-AL, UNIAFRA, FRM) Resumo Esta pesquisa apresenta uma reflexão sobre

Leia mais

FACULDADE REDENTOR NUCLEO DE APOIO EMPRESARIAL CURSO DE ADMINISTRAÇÃO

FACULDADE REDENTOR NUCLEO DE APOIO EMPRESARIAL CURSO DE ADMINISTRAÇÃO FACULDADE REDENTOR NUCLEO DE APOIO EMPRESARIAL CURSO DE ADMINISTRAÇÃO Justificativa: As transformações ocorridas nos últimos anos têm obrigado as organizações a se modificarem constantemente e de forma

Leia mais

XII Encontro de Pós-Graduação e Pesquisa Universidade de Fortaleza 22 à 26 de Outubro de 2012

XII Encontro de Pós-Graduação e Pesquisa Universidade de Fortaleza 22 à 26 de Outubro de 2012 XII Encontro de Pós-Graduação e Pesquisa Universidade de Fortaleza 22 à 26 de Outubro de 2012 GESTÃO PARTICIPATIVA NA CONSTRUÇÃO DA QUALIDADE DE ENSINO EM COOPERATIVAS EDUCACIONAIS DO PIAUÍ Cyjara Orsano

Leia mais

Palavras chaves: Formação de professores. Prática inovadora. Planejamento docente.

Palavras chaves: Formação de professores. Prática inovadora. Planejamento docente. REPENSANDO O PLANEJAMENTO DIDÁTICO PARA UMA PRÁTICA INOVADORA EM UM CURSO DE FORMAÇÃO DOCENTE. Cecilia Gaeta Universidade Federal de São Paulo UNIFESP (professora convidada) Martha Prata-Linhares Universidade

Leia mais

Trabalhando a convivência a partir da transversalidade

Trabalhando a convivência a partir da transversalidade PROGRAMA ÉTICA E CIDADANIA construindo valores na escola e na sociedade Trabalhando a convivência a partir da transversalidade Cristina Satiê de Oliveira Pátaro 1 Ricardo Fernandes Pátaro 2 Já há alguns

Leia mais

Tecnologia do Pará IFPA. gomesisaias68@yahoo.com.br. 1 Graduando do Curso de Licenciatura em Geografia do Instituto Federal de Educação, Ciência e

Tecnologia do Pará IFPA. gomesisaias68@yahoo.com.br. 1 Graduando do Curso de Licenciatura em Geografia do Instituto Federal de Educação, Ciência e GEOGRAFANDO BELÉM Isaias Gomes de Jesus Junior 1 Resumo O presente artigo vem apresentar a Tecnologia Educacional Geografando Belém. Esta Tecnologia Educacional, de princípio, foi desenvolvida para apresentar

Leia mais

OS LIMITES DO ENSINO A DISTÂNCIA. Claudson Santana Almeida

OS LIMITES DO ENSINO A DISTÂNCIA. Claudson Santana Almeida OS LIMITES DO ENSINO A DISTÂNCIA Claudson Santana Almeida Junho 2012 Introdução O que o leitor encontrará neste artigo? Uma apresentação do sistema de Ensino a Distância (EAD), conhecer as vantagens e

Leia mais

REGULAMENTO DE ESTÁGIO CURRICULAR SUPERVISIONADO DO CURSO DE LICENCIATURA EM LETRAS LÍNGUA PORTUGUÊSA INGLÊS E RESPECTIVAS LITERATURAS.

REGULAMENTO DE ESTÁGIO CURRICULAR SUPERVISIONADO DO CURSO DE LICENCIATURA EM LETRAS LÍNGUA PORTUGUÊSA INGLÊS E RESPECTIVAS LITERATURAS. REGULAMENTO DE ESTÁGIO CURRICULAR SUPERVISIONADO DO CURSO DE LICENCIATURA EM LETRAS LÍNGUA PORTUGUÊSA INGLÊS E RESPECTIVAS LITERATURAS. FUNDAMENTAÇÃO LEGAL O presente regulamento fundamenta-se nos termos

Leia mais

Universidade Estadual de Londrina CENTRO DE CIÊNCIAS AGRÁRIAS DEPARTAMENTO DE ZOOTECNIA

Universidade Estadual de Londrina CENTRO DE CIÊNCIAS AGRÁRIAS DEPARTAMENTO DE ZOOTECNIA PROPOSTA 1 Curso Nome(s) do(s) Curso(s) ZOOTECNIA Código e-mec 56129 Conceito ENADE 4 Coordenador da Proposta (Tutor do Grupo) ANA MARIA BRIDI 2 Caracterização da Proposta 2.1Área de Conhecimento (código

Leia mais

A FORMAÇÃO CONTINUADA DOS PROFESSORES E A EDUCAÇÃO INCLUSIVA NO MUNICIPIO DE MOSSORÓ

A FORMAÇÃO CONTINUADA DOS PROFESSORES E A EDUCAÇÃO INCLUSIVA NO MUNICIPIO DE MOSSORÓ A FORMAÇÃO CONTINUADA DOS PROFESSORES E A EDUCAÇÃO INCLUSIVA NO MUNICIPIO DE MOSSORÓ Selma Andrade de Paula Bedaque 1 - UFRN RESUMO Este artigo relata o desenvolvimento do trabalho de formação de educadores

Leia mais

O USO DO SOFTWARE GEOGEBRA COMO METODOLOGIA DE ENSINO DE MATEMÁTICA NO 9º ANO DO ENSINO FUNDAMENTAL DO COLÉGIO SÃO JOÃO BATISTA, CEDRO-CE

O USO DO SOFTWARE GEOGEBRA COMO METODOLOGIA DE ENSINO DE MATEMÁTICA NO 9º ANO DO ENSINO FUNDAMENTAL DO COLÉGIO SÃO JOÃO BATISTA, CEDRO-CE O USO DO SOFTWARE GEOGEBRA COMO METODOLOGIA DE ENSINO DE MATEMÁTICA NO 9º ANO DO ENSINO FUNDAMENTAL DO COLÉGIO SÃO JOÃO BATISTA, CEDRO-CE ¹C. J. F. Souza (ID); ¹M. Y. S. Costa (ID); ²A. M. Macêdo (CA)

Leia mais

UNIVERSIDADE ESTADUAL DE GOIÁS

UNIVERSIDADE ESTADUAL DE GOIÁS UNIVERSIDADE ESTADUAL DE GOIÁS PRÓ-REITORIA DE EXTENSÃO, CULTURA E ASSUNTOS ESTUDANTIS II SIMPÓSIO DE EXTENSÃO, CULTURA E ASSUNTOS ESTUDANTIS 13 e 14 de junho de 2013 O PROJETO DE EXTENSÃO MATEMÁTICA LEGAL

Leia mais

Bom dia, Formar cidadãos éticos, com

Bom dia, Formar cidadãos éticos, com Gestão Pedagógica capa Por Carolina Mainardes carolina@humanaeditorial.com.br Bom dia, Escolas assumem o desafio de ensinar valores e formar cidadãos completos, em cenário que contempla famílias compenetradas

Leia mais

Texto base para discussão na Jornada Pedagógica julho/2009 O PLANO DE ENSINO: PONTE ENTRE O IDEAL E O REAL 1

Texto base para discussão na Jornada Pedagógica julho/2009 O PLANO DE ENSINO: PONTE ENTRE O IDEAL E O REAL 1 Texto base para discussão na Jornada Pedagógica julho/2009 O PLANO DE ENSINO: PONTE ENTRE O IDEAL E O REAL 1 É comum hoje entre os educadores o desejo de, através da ação docente, contribuir para a construção

Leia mais

PGM 3: MOBILIZAÇÃO E PARTICIPAÇÃO NA ESCOLA JOVEM

PGM 3: MOBILIZAÇÃO E PARTICIPAÇÃO NA ESCOLA JOVEM PGM 3: MOBILIZAÇÃO E PARTICIPAÇÃO NA ESCOLA JOVEM Falar em mobilização e participação de jovens na escola de ensino médio implica em discutir algumas questões iniciais, como o papel e a função da escola

Leia mais

~ 10 ~ PREVENÇÃO DO BULLYING NO ESPAÇO ESCOLAR: UM RELATO DE EXPERIÊNCIA

~ 10 ~ PREVENÇÃO DO BULLYING NO ESPAÇO ESCOLAR: UM RELATO DE EXPERIÊNCIA ~ 10 ~ PREVENÇÃO DO BULLYING NO ESPAÇO ESCOLAR: UM RELATO DE EXPERIÊNCIA Andréa Araujo Bostelmam 1 Roberta Aparecida Varaschin 2 Recebido em: 20.10.2013 Aceito em: 20.11.2013 Resumo: Este trabalho foi

Leia mais

DIFICULDADES DE APRENDIZAGEM MATEMÁTICA NA EDUCAÇÃO BÁSICA: UM DIAGNÓSTICO REALIZADO PELO PIBID

DIFICULDADES DE APRENDIZAGEM MATEMÁTICA NA EDUCAÇÃO BÁSICA: UM DIAGNÓSTICO REALIZADO PELO PIBID ISSN 2316-7785 DIFICULDADES DE APRENDIZAGEM MATEMÁTICA NA EDUCAÇÃO BÁSICA: UM DIAGNÓSTICO REALIZADO PELO PIBID Charles Peixoto Mafalda Universidade Regional Integrada do Alto Uruguai e das Missões charles1995peixoto@hotmail.com

Leia mais

A IMPORTÂNCIA DA RELAÇÃO FAMILIA/ ESCOLA

A IMPORTÂNCIA DA RELAÇÃO FAMILIA/ ESCOLA UNIVERSIDADE FEDERAL DE UBERLÂNDIA 4ª Semana do Servidor e 5ª Semana Acadêmica 2008 UFU 30 anos A IMPORTÂNCIA DA RELAÇÃO FAMILIA/ ESCOLA Nome do primeiro autor: Antônio Soares de Oliveira Nome da instituição

Leia mais

Padrões de Competências para o Cargo de Coordenador Pedagógico

Padrões de Competências para o Cargo de Coordenador Pedagógico Padrões de Competências para o Cargo de Coordenador Pedagógico O Coordenador Pedagógico é o profissional que, na Escola, possui o importante papel de desenvolver e articular ações pedagógicas que viabilizem

Leia mais

Processos Gestão do Projeto Político-Pedagógico

Processos Gestão do Projeto Político-Pedagógico Processos Gestão do Projeto Político-Pedagógico Apoio Parceria Coordenação Técnica Iniciativa Duas dimensões da gestão educacional Processos de Gestão Pedagógica Processos da Gestão Administrativa e Financeira

Leia mais

EXPECTATIVAS DE ALUNOS DE LICENCIATURA SOBRE SER PROFESSOR DE MATEMÁTICA

EXPECTATIVAS DE ALUNOS DE LICENCIATURA SOBRE SER PROFESSOR DE MATEMÁTICA EXPECTATIVAS DE ALUNOS DE LICENCIATURA SOBRE SER PROFESSOR DE MATEMÁTICA Resumo MANRIQUE, Ana Lúcia - PUC/SP manrique@pucsp.br LASSO, Aristeu Alvarenga - SEE/SP CNPq/Fapesp O professor da Educação Básica

Leia mais

OS JOGOS MATEMÁTICOS: UM RECURSO QUE FAVORECE NO PROCESSO DE ENSINO - APRENDIZAGEM.

OS JOGOS MATEMÁTICOS: UM RECURSO QUE FAVORECE NO PROCESSO DE ENSINO - APRENDIZAGEM. OS JOGOS MATEMÁTICOS: UM RECURSO QUE FAVORECE NO PROCESSO DE ENSINO - APRENDIZAGEM. UCHÔA, Yasmim Figueiredo Graduanda de Pedagogia/ UEPB. Bolsista PIBID CABRAL, Isabel Cristina Gomes de Morais Graduanda

Leia mais

OS DESAFIOS DE CONSTRUIR ESCOLAS INCLUSIVAS

OS DESAFIOS DE CONSTRUIR ESCOLAS INCLUSIVAS 1 OS DESAFIOS DE CONSTRUIR ESCOLAS INCLUSIVAS Patrícia Oliveira Fontes Pedagoga. Especialista em Educação Inclusiva. Especialista em Libras. Professora Tutora da Universidade Tiradentes (UNIT) e Professora

Leia mais