Tradução do documento Creating and developing a Social Enterprise

Save this PDF as:
 WORD  PNG  TXT  JPG

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "Tradução do documento Creating and developing a Social Enterprise"

Transcrição

1 Tradução do documento Creating and developing a Social Enterprise Criar & Desenvolver uma Empresa Social Este documento foi produzido no âmbito do projeto Leonardo da Vinci parcerias financiado pela Comissão Europeia CASES. A parceria inclui 15 parceiros de vários países que têm trabalhado em atividades associadas com a Nova Economia e com ênfase nas empresas sociais e atividades econômicas colaborativas. Um dos objetivos do projeto era produzir um guião simples que poderá ser usado por aqueles que desejam desenvolver uma empresa social. Este documento foi elaborado pelo parceiro do Reino Unido, que representa a empresa social - Pathways: Inspirational Development CIC. Por trás desta breve pesquisa sobre ' como começar uma empresa social " subjaz a crença de que" para fazer uma coisa real, deve torná-la local'. Portanto, tal como com os outros aspetos relevantes da parceria, o documento utiliza experiências reais vividas como um meio de apresentar suas ideias. Por conseguinte, esta abordagem baseia-se numa visão limitada do tema, mas fornece uma série de links para outras informações importantes enquanto recurso. As empresas sociais estão principalmente interessadas no desenvolvimento de ações socialmente benéficas, em vez do sucesso económico pessoal ou da empresa. A União Europeia tem uma definição e processos de suporte disponíveis: As empresas sociais estão posicionadas entre os tradicionais setores público e privado. Embora não exista uma definição universalmente aceite de uma empresa social, as suas principais características distintivas são a finalidade social combinada com um espírito empreendedor do setor privado. As empresas sociais dedicam as suas atividades e reinvestem os seus excedentes para alcançar um objetivo social ou a comunidade em geral, quer nos seus membros ou num interesse mais amplo. Natureza económica e empreendedora das iniciativas Atividade contínua de produção de bens e / ou venda de serviços Alto grau de autonomia Nível significativo de risco económico Montante mínimo de trabalho remunerado Dimensão social das iniciativas Uma iniciativa lançada por um grupo de cidadãos Poder de decisão não baseado em propriedade de capital Uma natureza participativa, que envolve as pessoas afetadas pela atividade Distribuição limitada de lucro Um objetivo claro de benefício para a comunidade 1

2 As empresas sociais existem em todos os Estados Membros. Contudo, não existe um modelo único legal para estas empresas. Muitas empresas sociais estão registadas como empresas privadas, outras sob forma de cooperativas sociais, associações, organizações voluntárias, de caridade ou mútuas e algumas organizações não têm caracter jurídico. Apesar da sua diversidade, as empresas sociais operam nestes três campos: Integração no trabalho (formação e integração de desempregados); Serviços pessoais (ex.: serviços que envolvem crianças, serviços para idosos, serviços de «proximidade», ajuda às pessoas desfavorecidas) e Desenvolvimento local de áreas desfavorecidas (ex. Empresas sociais em zonas rurais remotas, esquemas de desenvolvimento /reabilitação de bairros em áreas urbanas) A Declaração 38, anexa ao Tratado de Amsterdão, reconhece a grande contribuição das associações voluntárias e afirma a necessidade de encorajar tais associações a nível europeu. A Comissão Europeia realizou um estudo sobre "Práticas e Políticas do Sector Empresarial Social na Europa" [483 KB], que foi publicado em junho de Descreve as principais características do sector empresarial social e identifica medidas de apoio relevantes para empresas sociais em 31 países europeus, de onde foi selecionado um conjunto de boas práticas na promoção de empresas sociais. Como afirma a informação supracitada, os requisitos técnicos para as organizações irão variar, dependendo do contexto e tamanho da ação desejada. Alguns lugares têm estruturas legais e outros promovem o desenvolvimento de empresas sociais de forma mais acessível do que em outros contextos mais restritos. Numa sociedade mais autoritária, é mais difícil desenvolver qualquer forma de ação empreendedora (social, econômica, política). Citando o estudo acima mencionado: Há um conhecimento vago ou inexistente, na sociedade, das empresas sociais como forma de empreendimento, dos seus objetivos e formas de ação. As empresas sociais, bem como os empreendedores sociais, encontram barreiras externas e internas. As barreiras externas consistem, por exemplo, no posicionamento legal, nas questões fiscais e políticas para empresas sociais que impedem as suas atividades. "Práticas e Politicas no Sector Empreendedor na Europa (página 48 par. 3) A palavra "empresa" desenvolveu-se a partir do "entreprendre" que significa Empreender, 'tomar em mãos ". Desenvolveu-se na Europa Moderna o termo " entrepreneurship " (empreendedorismo) que não foi usado no seu sentido moderno até ao século XVIII. A história da palavra demonstra, portanto, que tal atividade requer condições sociais particulares - um grau de liberdade para os indivíduos agirem sem controlo ou direção das autoridades. Estas liberdades - "liberdades criativas" - não existiam até tempos relativamente recentes (meados do séc. XIX no Norte da Europa) e, foram completamente suprimidos em partes da Europa durante os períodos de governo autoritário. 2

3 Assim, o desenvolvimento de empresas sociais, com o seu alto nível de compromisso voluntário, pode ser visto como um dos marcadores (e essencial) de uma sociedade democrática. É relativamente fácil produzir uma lista de ações necessárias para iniciar um empreendimento social, mas essa abordagem simplesmente permanece "teórica. O fator chave em qualquer forma de empreendedorismo é o desejo pessoal. Para qualquer pessoa, ou grupo de pessoas, que desejam desenvolver o empreendedorismo social, as definições formais e problemas de suporte técnico são, inicialmente, questões secundárias. As pessoas é que fazem as coisas acontecer, não as agências,as estruturas formais e muito menos as «comissões»! O empreendedorismo é uma atividade criativa e, como em muitas ações criativas, muitas vezes têm custos pessoais consideráveis (tempo, dinheiro, saúde, felicidade). Há pessoas que, simplesmente, não podem deixar de ser "fazem acontecer". São, geralmente, pessoas que não conseguem ficar sentadas a gerir, cuidadosamente, uma situação existente. Serão: oportunistas; altamente reflexivas; pessoas que arriscam, instintivas e dinâmicas. Os riscos que correm são variáveis não são necessariamente 'Dare-devils "pessoas dadas a montar motos rápidas ou a participar em desportos perigosos mas parecem estar constantemente a usar o seu tempo e energia em ações que são incertas e com metas a longo prazo. "Roma não foi construída num dia" é uma expressão usada no Reino Unido - qualquer tipo de empreendedores sabe que isso é verdade, mas ainda assim deseja construir a cidade. Há muitos exemplos de tal ação, quer nos mundos comercial, social ou político. Aqui está um sobre o mundo comercial: O seguinte é o exemplo de uma empresa social, de como o desejo de um indivíduo pode levar a iniciar um processo que levará à criação de uma importante organização nacional. Este exemplo também demonstra a veracidade da expressão grandes carvalhos crescem de pequenas bolotas ( great oaks from little acorns grow ). 3

4 Muitas das pessoas que criam empresas, fazem-no por razões pessoais e com a intenção de criar grandes organizações mas, com o sucesso inicial, reconhecem que podem (como no caso do exemplo MacIntyre) encontrar uma "lacuna no mercado e, assim, estimular o pequeno esforço inicial para se tornar algo muito maior. Ficando estabelecido que a ação empreendedora surge provavelmente a partir do desejo de um ou vários indivíduos, as formalidades necessárias para desenvolver uma "empresa social" podem ser resumidas em: 1. Identificar uma necessidade: Para uma pessoa de espírito empreendedor as necessidades e oportunidades serão óbvias. Eles não procurarão uma necessidade para investir o seu tempo e energia. Eles provavelmente serão capazes de ver um vasto leque de necessidades e oportunidades. 2. Planear a ação pode ser precedido ou seguir o ponto Encontrar apoio adequado que produzirá resultados. 4. Verificar os requisitos sociais e legais (talvez parte do n.º 2 mas não necessariamente). 5. Comercializar a ideia. 6. Tomar as medidas necessárias para aliviar a necessidade identificada no ponto 1 7. Rever a ação e desenvolver o processo (o que pode incluir o abandono de todo o processo e escolher fazer outra coisa) Muitas ações socialmente empreendedoras são-no à escala muito pequena, muito 'locais' e nunca ambicionam ser outra coisa. Um exemplo vivo de uma Empresa Social Uma história que descreve alguns dos problemas enfrentados, sempre que as pessoas sentem necessidade, por boas razões sociais, de fazer mudanças nas estruturas formais existentes. O que se segue, é o exemplo de um desenvolvimento comunitário em pequena escala que começou em 2013/14, que provavelmente continuará em e possivelmente irá mais além. O contexto Pequena comunidade agrícola rural (300 pessoas) espalhadas por colinas, ao longo de um vale de cerca de 7 kms de comprimento Um edifício comunitário, legalmente estabelecido (o "recurso") a ser utilizado por muito poucas pessoas. O desejo de ver o "recurso" melhor utilizado e estreitar as suas atividades com o interesse e as necessidades da comunidade. Consciência, entre algumas pessoas, da estrutura de gestão que impedia o desenvolvimento e do desejo de alguns em terem uma maior participação da comunidade existente. Ação Começou quase instintivamente O principal impulsionador acreditava que o "recurso" devia ser utilizado de uma forma mais criativa e estar relacionado com a comunidade. Sabia (internamente) que era necessário agir. Agia oportunamente e flexivelmente, nunca num estilo formal. 4

5 Ocorreram os seguintes desenvolvimentos: Um apoiante chave tornou-se secretário da comissão de gestão do "recurso". Os secretários, como em todos os regimes autoritários, são importantes que têm posições de poder, assim como acesso a todos os membros; são responsáveis pela comunicação e também "escrevem a história. Houve um diálogo informal (recrutamento) conduzido pelo secretário com pessoas específicas da aldeia que queriam a mudança (normalmente amigos do impulsionador) e que, relutantemente, concordaram em integrar a comissão de gestão. Os nomes dos novos voluntários foram apresentados à comissão de gestão. Neste ponto, a iniciativa foi bloqueada: O presidente da comissão impediu a iniciativa, apontando exigências legais para limitar o número de membros do comité (ou seja, "defendendo sua posição ') Numa fase posterior, outros membros da comissão manifestaram a sua surpresa perante esta ação, já que todos tinham, durante algum tempo, manifestado o desejo de haver um maior número de voluntários no comité. Resposta imediata (literalmente imediata e em resposta ao "bloqueio" da ação) de que a perda de voluntários era um problema sério. Isto levou à sugestão por parte do mesmo membro do comissão (mais uma reação defensiva) de criar um grupo externo separado (assim 'impotente') a ser chamado de 'Friends' (amigos do 'recurso'). O comité concordou, foi formalmente aprovado e foi lavrada ata pelo secretário Os amigos - Friends 12 pessoas foram acolhidas por 3 do grupo, numa reunião muito ativa impulsionada pela irritação, excitação e por um ótimo catering Este grupo: Concordou que a sua finalidade era desenvolver ações que apoiassem o trabalho do 'recurso', por meio de atividades sociais e outras, de modo a tornar o recurso mais marcante para a comunidade. Produziu um plano de atividades que pudesse envolver a comunidade. Recusou ter qualquer estrutura formal ou exigência de adesão. Encontrava-se, aproximadamente, uma vez por mês (ou menos) durante, no máximo, uma hora e meia. Não exigia que todos participassem (a última reunião tinha apenas 4 pessoas presentes) mas havia telefonemas e s de modo a garantir que todos estivessem plenamente informados e pudessem contribuir. A nova tentativa de ajudar a melhorar as condições do prédio foi travada por outro membro sénior do comité principal que se sentiu ameaçado por outros que, sem o seu conhecimento, tomavam decisões. Um subproduto desta falha teve impacto significativo no presidente do comité principal que percebeu, com medo, que sua resistência inicial tinha criado uma organização influente, completamente independente e fora do seu controle, capaz de agir de forma rápida para atender às necessidades identificáveis (neste caso, pequenas reparações do edifício); maior que a comissão principal e, portanto, mais significativa dentro da comunidade local; 5

6 Os amigos passaram a ser vistos como uma ameaça para aqueles que controlavam o comité principal; nem o Presidente, nem o membro sénior do comité principal vivem na aldeia, mas consideram, por várias razões, que as suas "posições" formais justificam as suas atitudes e ações (ações que foram claramente consideradas "anti-sociais"). Em janeiro e maio de 2014, ocorreram dois eventos de grande sucesso. O primeiro evento (uma refeição comunitária planeada, confecionada e servida pelos Amigos ) angariou 300 para o recurso. O segundo evento foi uma excursão decorrente dos interesses de um dos membros, que, no processo, pela primeira vez teve a iniciativa de organizar um evento. Ambas as atividades envolveram pessoas que, normalmente, não se associariam ao recurso. Mais eventos para 2015 estão a ser planeados. As dificuldades de articulação com a comissão principal e seus principais membros permanecerão mas Os amigos continuarão a desenvolver estratégias que amenizem as tentativas do presidente da comissão na limitação do desenvolvimento das ações de Os Amigos. Revisão Existem benefícios, de qualquer espécie, para a comunidade? Nas duas atividades realizadas até o momento (e noutra dinamizada por um dos membros do grupo, mas apoiada pelos outros) 70 indivíduos (de uma população de 300) participaram - aproximadamente 20% da população local. A comissão principal já reduziu a sua importância e há sérias dúvidas quanto à sua sobrevivência. Esta situação é grave, uma vez que o comité principal continua a ser a entidade jurídica responsável pelo edifício. Os 'Amigos' (tendo sido formalmente rejeitados) não estão inclinados a tornarem se membros da comissão principal. Esta pequena ação pode ter um tempo de vida muito limitado, uma vez que depende do entusiasmo de poucas pessoas, numa área onde há poucos potenciais apoiantes dispostos a ajudar no planeamento e desenvolvimento das atividades. O exemplo transcrito é aproveitado para demonstrar que o ponto essencial para qualquer desenvolvimento é haver um impulsionador capaz de partilhar o processo com os outros (e não necessariamente "controlar" - o "impulsionador" no exemplo é muitas vezes controlado pelos outros membros do grupo). O processo pode ser totalmente informal. As pequenas iniciativas podem permanecer pequenas, mas poderão transformar-se em iniciativas de maior escala, necessitando assim de estruturas e processos mais formais. Existem muitos documentos disponíveis na web que fornecem aconselhamento e apoio. Uma pesquisa Google utilizando as palavras-chave criar uma empresa social forneceu uma longa lista (isto no Reino Unido, onde o empreendedorismo social está bem estabelecido. Noutros países, os resultados poderão ser diferentes). 6

7 Links: Setting up a social enterprise - GOV.UK FAQs - Social Enterprise UK Creating a social enterprise at 18: startup success and... Professional Social Enterprise Network Social enterprise - Wikipedia, the free encyclopedia en.wikipedia.org/wiki/social_enterprise Creating Social Enterprises - PraxisUnico How to set up a social enterprise - The Ecologist Building the social enterprise McKinsey & Company Creating a social enterprise - Rotary Free Social entrepreneurship toolkit and advice from UnLtd... unltd.org.uk/socialentrepreneurshiptoolkit/.. 7

8 O exemplo seguinte, bastante pormenorizado, é da Autoridade Local de Wrexhamn, no nordeste do País de Gales. Para aceder, devem utilizar o seguinte link: O link direciona-nos para uma série de outros links: O Manual para Desenvolver Empresas Sociais está disponível para download. Este manual serve como guião àqueles que desejam criar ou desenvolver empreendimentos sociais: Pode ser usado de forma independente ou com a ajuda de um Agente de Desenvolvimento Comunitário. As diferentes seções podem ser usadas independentemente do manual por aqueles que procuram orientação sobre um tema específico. Introdução Módulo 1- A ideia Módulo 2 O grupo orientador Módulo 3 Pesquisa de mercado Módulo 4 O plano de negócio Módulo 5 - Financiamento Módulo 6 Custos e custeios Módulo 7 Estrutura de gestão Módulo 8 Gerir a empresa Anexos e recursos Informação adicional Cada secção é bastante detalhada Social Enterprise Toolkit Introduction (Kit de ferramentas para criar empresas sociais) Social Enterprise Toolkit Introduction - PDF format 252Kb Módulo 1 A ideia Generating Ideas - PDF format 57Kb (gerar ideias) Is It feasible? - PDF format 69Kb (é fiavél?) Planning and Presenting the Business Proposal - PDF format 57Kb (Planificação e apresentação da proposta de negócio) Módulo 2 O grupo orientador Forming A Steering Group - PDF format 61Kb (formar um grupo orientador) Roles & Responsibilities - PDF format 43Kb (funções e responsabilidades) 8

9 Módulo 3 - Pesquisa de mercado Conducting Market Research - PDF format 55Kb (como pesquisar o Mercado) Product & Service Design - PDF format 42Kb (design de produto e serviços) The Sales Plan - PDF format 51Kb (plano de vendas) Módulo 4 Plano de negócio What Makes A Good Business Plan - PDF format 34Kb (o que caracteriza um bom plano de negócio) Business Planning - PDF format 27Kb (planificar o negócio) Presenting A Business Plan - PDF format 39Kb (apresentar um plano de negócio) Módulo 5 - Financiamento Basic Financial Planning - PDF format 36Kb (planificação financeira básica) Budgeting - PDF format 44Kb (orçamento) Fundraising - PDF format 40Kb (angariação de fundos) Módulo 6 Custos Unit Cost Calculations And The Breakeven - PDF format 56Kb (Cálculos de custo unitário e o Ponto de Equilíbrio) Cost Centre Analysis - PDF format 30Kb ( Centro de análise de custos) Profit & Loss - PDF format 70Kb (Lucro e perdas) Measuring Value Added - PDF format 35Kb (Medir o valor acrescentado) Módulo 7 Estrutura de gestão Different Structures - PDF format 72Kb (Diferentes estruturas) Roles and Responsibilities - PDF format 33Kb (funções e responsabilidades) Managing Risk - PDF format 32Kb (gerir riscos) Módulo 8 Gerir a empresa Countdown To Starting The Enterprise - PDF format 21Kb empresa) (countdown para começar a Marketing & Promotion - PDF format 44Kb (marketing e promoção) Business Responsibilities - PDF format 29Kb (responsabilidades) Human Resources - PDF format 83Kb (recursos humanos) Leadership - PDF format 66Kb (liderança) Planning & Performance - PDF format 63Kb (planificação e execução) Accounts & Finance - PDF format 63Kb (contabilidade e finanças) Procurement - PDF format 31Kb (aquisição) back to the top of page (voltar à página inicial) Anexos & Recursos Appendix & Recursos - PDF format 70Kb 9

10 Eventos de pequena escala As informações acima expostas referem-se a projetos de grande escala. Mas muitas ações empresariais sociais são muito mais pequenas, como o ilustra o exemplo usado anteriormente. Embora as atividades possam ser pequenas, precisam de uma planificação cuidadosa. A hiperligação, indicada mais abaixo, apresenta um guião muito abrangente para todos que desejam desenvolver um evento. A recomendação, um documento de 22 páginas, é fornecida por uma agência preocupada em promover e desenvolver um espaço amplo, em grande parte rural, na fronteira Inglaterra País de Gales, conhecido como 'Shropshire Hills'. A recomendação pode ser adaptada a diferentes contextos. Abrange: INTRODUÇÃO IDÉIAS E DESENVOLVIMENTO Ideia para um festival ou evento Criar um plano global, organizar uma equipa de planeamento, definir tempo e lugar. LEGALIDADE Será que é legal (Etapa 1) Completar uma avaliação de riscos (passo 2) Criar um plano do evento (Passo 3 e 4) MARKETING Público-alvo Desenvolver um plano de marketing Monitorização e feedback FINANÇAS Orçamento Pesquisa de apoio financeiro CONTACTOS ÚTEIS Mais ajuda e conselhos, Transporte Público, Meio Ambiente & Sustentabilidade ANEXO A Política de Ética ANEXO B Política ambiental e de sustentabilidade Projeto financiado com o apoio da Comissão Europeia. A informação contida nesta publicação vincula exclusivamente o autor, não sendo a Agência Nacional para a Gestão do Programa Aprendizagem ao Longo da Vida e a Comissão Europeia responsável pela utilização que dela possa ser feita 10

ECONOMIA SOCIAL PORTUGUESA: PAPEL NO PÓS-TROIKA GERIR UMA FUNDAÇÃO É UM COMPROMISSO PARA O FUTURO

ECONOMIA SOCIAL PORTUGUESA: PAPEL NO PÓS-TROIKA GERIR UMA FUNDAÇÃO É UM COMPROMISSO PARA O FUTURO GERIR UMA FUNDAÇÃO É UM COMPROMISSO PARA O FUTURO Citação de Dr. Emílio Rui Vilar 2 Tempo de mudanças sociais Estamos no início de um século que se adivinha difícil e instável nos seus Problemas Globais

Leia mais

INTRODUÇÃO À ADMINISTRAÇÃO FINANCEIRA 1.1

INTRODUÇÃO À ADMINISTRAÇÃO FINANCEIRA 1.1 1.0 INTRODUÇÃO À ADMINISTRAÇÃO FINANCEIRA 1.1 1.2 ADMINISTRAÇÃO FINANCEIRA Qual o objetivo das empresas para a administração financeira? Maximizar valor de mercado da empresa; Aumentar a riqueza dos acionistas.

Leia mais

A CARTA DE BANGKOK PARA A PROMOÇÃO DA SAÚDE EM UM MUNDO GLOBALIZADO

A CARTA DE BANGKOK PARA A PROMOÇÃO DA SAÚDE EM UM MUNDO GLOBALIZADO A CARTA DE BANGKOK PARA A PROMOÇÃO DA SAÚDE EM UM MUNDO GLOBALIZADO Introdução Escopo A Carta de Bangkok identifica ações, compromissos e promessas necessários para abordar os determinantes da saúde em

Leia mais

Implementação do Processo de Avaliação Inclusiva

Implementação do Processo de Avaliação Inclusiva Implementação do Processo de Avaliação Inclusiva Na parte final da fase 1 do projecto Processo de Avaliação em Contextos Inclusivos foi discutido o conceito processo de avaliação inclusiva e prepararam-se

Leia mais

Manual do Sistema de Gestão Integrado MSGI-01

Manual do Sistema de Gestão Integrado MSGI-01 Manual de Acolhimento LogicPulse Technologies, Lda. Índice PROMULGAÇÃO... 3 1. INTRODUÇÃO... 4 2. OBJETIVOS DO MANUAL... 4 3. APRESENTAÇÃO DA LOGICPULSE TECHNOLOGIES... 5 4. ORGANOGRAMA ORGANIZACIONAL...

Leia mais

EMPREENDEDORISMO: POR QUE DEVERIA APRENDER?

EMPREENDEDORISMO: POR QUE DEVERIA APRENDER? EMPREENDEDORISMO: POR QUE DEVERIA APRENDER? Anderson Katsumi Miyatake Emerson Oliveira de Almeida Rafaela Schauble Escobar Tellis Bruno Tardin Camila Braga INTRODUÇÃO O empreendedorismo é um tema bastante

Leia mais

OIT DESENVOLVIMENTO DE EMPRESA SOCIAL: UMA LISTA DE FERRAMENTAS E RECURSOS

OIT DESENVOLVIMENTO DE EMPRESA SOCIAL: UMA LISTA DE FERRAMENTAS E RECURSOS OIT DESENVOLVIMENTO DE EMPRESA SOCIAL: UMA LISTA DE FERRAMENTAS E RECURSOS FERRAMENTA A QUEM É DESTINADA? O QUE É O QUE FAZ OBJETIVOS Guia de finanças para as empresas sociais na África do Sul Guia Jurídico

Leia mais

Como elaborar um Plano de Negócios de Sucesso

Como elaborar um Plano de Negócios de Sucesso Como elaborar um Plano de Negócios de Sucesso Pedro João 28 de Abril 2011 Fundação António Cupertino de Miranda Introdução ao Plano de Negócios Modelo de Negócio Análise Financeira Estrutura do Plano de

Leia mais

O que é a Responsabilidade Social Empresarial?

O que é a Responsabilidade Social Empresarial? O que é a Responsabilidade Social Empresarial? 1.5. Campos de acção da RSE Resumo O mundo dos negócios é extremamente heterogéneo. Assim as diferentes abordagens e estratégias sobre responsabilidade compromisso

Leia mais

- PERFIL DO GRUPO - O Portfólio de negócios, obedece a um critério de maturidade e geração de valor, no qual o Grupo, concilia:

- PERFIL DO GRUPO - O Portfólio de negócios, obedece a um critério de maturidade e geração de valor, no qual o Grupo, concilia: GRUPO FERREIRA A GFH, é um Grupo sólido e inovador, detendo um curriculum de projectos de qualidade reconhecida, com um portfólio de negócios diversificado, e que aposta no processo de internacionalização,

Leia mais

Página 1 de 19 Data 04/03/2014 Hora 09:11:49 Modelo Cerne 1.1 Sensibilização e Prospecção Envolve a manutenção de um processo sistematizado e contínuo para a sensibilização da comunidade quanto ao empreendedorismo

Leia mais

O Valor estratégico da sustentabilidade: resultados do Relatório Global da McKinsey

O Valor estratégico da sustentabilidade: resultados do Relatório Global da McKinsey O Valor estratégico da sustentabilidade: resultados do Relatório Global da McKinsey Executivos em todos os níveis consideram que a sustentabilidade tem um papel comercial importante. Porém, quando se trata

Leia mais

POLÍTICA DE COESÃO 2014-2020

POLÍTICA DE COESÃO 2014-2020 DESENVOLVIMENTO LOCAL ORIENTADO PARA A COMUNIDADE POLÍTICA DE COESÃO 2014-2020 A Comissão Europeia aprovou propostas legislativas no âmbito da política de coesão para 2014-2020 em outubro de 2011 Esta

Leia mais

Empreendedorismo De uma Boa Ideia a um Bom Negócio

Empreendedorismo De uma Boa Ideia a um Bom Negócio Empreendedorismo De uma Boa Ideia a um Bom Negócio 1. V Semana Internacional A Semana Internacional é o evento mais carismático e que tem maior visibilidade externa organizado pela AIESEC Porto FEP, sendo

Leia mais

Mesmo em uma construtora de menor porte, o processo de gestão pode ser bastante complexo. Este guia traz dicas de gerenciamento para atingir os

Mesmo em uma construtora de menor porte, o processo de gestão pode ser bastante complexo. Este guia traz dicas de gerenciamento para atingir os Mesmo em uma construtora de menor porte, o processo de gestão pode ser bastante complexo. Este guia traz dicas de gerenciamento para atingir os melhores resultados. 2 ÍNDICE SOBRE O SIENGE INTRODUÇÃO 01

Leia mais

1. APRESENTAÇÃO 2. OBJETIVO E FOCO TEMÁTICO INSCRIÇÕES 14º DIA DO VOLUNTARIADO 2015.

1. APRESENTAÇÃO 2. OBJETIVO E FOCO TEMÁTICO INSCRIÇÕES 14º DIA DO VOLUNTARIADO 2015. REV.: 03 Pág.: 1 de 6 A Manaus Ambiental torna público que estão abertas as inscrições para a seleção de Instituições e Projetos Sociais para o 14º Dia do Voluntariado. A empresa realizará o processo de

Leia mais

OS PRINCÍPIOS DA ESSILOR

OS PRINCÍPIOS DA ESSILOR OS PRINCÍPIOS DA ESSILOR Cada um de nós, na vida profissional, divide com a Essilor a sua responsabilidade e a sua reputação. Portanto, devemos conhecer e respeitar os princípios que se aplicam a todos.

Leia mais

O Fórum Económico de Marvila

O Fórum Económico de Marvila Agenda O Fórum Económico de Marvila A iniciativa Cidadania e voluntariado: um desafio para Marvila A Sair da Casca O voluntariado empresarial e as políticas de envolvimento com a comunidade Tipos de voluntariado

Leia mais

Capacitando, assessorando e financiando pequenos empreendimentos solidários a Obra Kolping experimenta um caminho entre empréstimos em condições

Capacitando, assessorando e financiando pequenos empreendimentos solidários a Obra Kolping experimenta um caminho entre empréstimos em condições Programa Fundo Solidário Construído para garantir inclusão socioeconômica Capacitando, assessorando e financiando pequenos empreendimentos solidários a Obra Kolping experimenta um caminho entre empréstimos

Leia mais

Núcleo de Estudantes Voluntários - FEP. A Nova Organização do NEV

Núcleo de Estudantes Voluntários - FEP. A Nova Organização do NEV Núcleo de Estudantes Voluntários - FEP A Nova Organização do NEV Consideramos que existe um grande potencial no NEV! Por isso propomos algumas novidades, relacionadas com a organização do NEV, no sentido

Leia mais

Número 7/junho 2013 O PROGRAMA URBACT II

Número 7/junho 2013 O PROGRAMA URBACT II Número 7/junho 2013 O PROGRAMA URBACT II PARTILHA DE EXPERIÊNCIAS E APRENDIZAGEM SOBRE O DESENVOLVIMENTO URBANO SUSTENTÁVEL O URBACT permite que as cidades europeias trabalhem em conjunto e desenvolvam

Leia mais

Sumário executivo. From: Aplicação da avaliação ambiental estratégica Guia de boas práticas na cooperação para o desenvolvimento

Sumário executivo. From: Aplicação da avaliação ambiental estratégica Guia de boas práticas na cooperação para o desenvolvimento From: Aplicação da avaliação ambiental estratégica Guia de boas práticas na cooperação para o desenvolvimento Access the complete publication at: http://dx.doi.org/10.1787/9789264175877-pt Sumário executivo

Leia mais

Política de Sustentabilidade das empresas Eletrobras

Política de Sustentabilidade das empresas Eletrobras Política de Sustentabilidade das empresas Eletrobras 1. DECLARAÇÃO Nós, das empresas Eletrobras, comprometemo-nos a contribuir efetivamente para o desenvolvimento sustentável, das áreas onde atuamos e

Leia mais

Posicionamento Estratégico e Fundo de Apoio ao Empreendedorismo

Posicionamento Estratégico e Fundo de Apoio ao Empreendedorismo Posicionamento Estratégico e Fundo de Apoio ao Empreendedorismo FUNDAÇÃO AEP Fomentar uma verdadeira cultura de empreendedorismo, da valorização e dignificação do papel social do empresário e da modernização

Leia mais

FORMAÇÃO PARA EMPREENDEDORES

FORMAÇÃO PARA EMPREENDEDORES FORMAÇÃO PARA EMPREENDEDORES QUADRO RESUMO: FORMAÇÃO UFCD (H) Noções de Economia de Empresa 5437 25 Métodos e Práticas de Negociação 5442 50 Empresa Estrutura Organizacional 7825 25 Perfil e Potencial

Leia mais

Plano de Negócios. Passo a passo sobre como iniciar um Plano de Negócios para sua empresa. Modelo de Planejamento prévio

Plano de Negócios. Passo a passo sobre como iniciar um Plano de Negócios para sua empresa. Modelo de Planejamento prévio Plano de Negócios Passo a passo sobre como iniciar um Plano de Negócios para sua empresa Modelo de Planejamento prévio Fraiburgo, 2015 Plano de Negócios Um plano de negócios é uma descrição do negócio

Leia mais

CLUSTER DE LOGÍSTICA URBANA DE LISBOA E VALE DO TEJO

CLUSTER DE LOGÍSTICA URBANA DE LISBOA E VALE DO TEJO CONVÉNIO CLUSTER DE LOGÍSTICA URBANA DE LISBOA E VALE DO TEJO ÍNDICE FINALIDADE... 2 OBJETIVOS ESPECÍFICOS... 3 CONSTITUIÇÃO E GOVERNÂNCIA... 4 FINANCIAMENTO... 5 RELATÓRIOS... 5 Ficha de Adesão ao CLUSTER

Leia mais

Contribuição da TIA/TEC-LA para a ANATEL sobre o gerenciamento do espectro de rádio-frequência

Contribuição da TIA/TEC-LA para a ANATEL sobre o gerenciamento do espectro de rádio-frequência Contribuição da TIA/TEC-LA para a ANATEL sobre o gerenciamento do espectro de rádio-frequência Sendo uma organização que representa os interesses de fabricantes e fornecdores de produtos e sistemas para

Leia mais

Ref: 2013-1-ES1-LEO05-66260

Ref: 2013-1-ES1-LEO05-66260 Ref: 2013-1-ES1-LEO05-66260 Boas práticas na utilização de plataformas de aprendizagem colaborativa como modo de incentivar a criatividade e identificar boas práticas no setor da metalúrgica Relatório

Leia mais

INTRODUÇÃO AO PROJETO LIFE 2

INTRODUÇÃO AO PROJETO LIFE 2 INTRODUÇÃO AO PROJETO LIFE 2 O projeto LIFE2 (Competências chave para a vida) visa ajudar os jovens a desenvolver, no decurso da sua formação profissional, as competências e confiança necessárias no mundo

Leia mais

AGENDA 21 escolar. Pensar Global, agir Local. Centro de Educação Ambiental. Parque Verde da Várzea 2560-581 Torres Vedras 39º05'08.89" N 9º15'50.

AGENDA 21 escolar. Pensar Global, agir Local. Centro de Educação Ambiental. Parque Verde da Várzea 2560-581 Torres Vedras 39º05'08.89 N 9º15'50. AGENDA 21 escolar Pensar Global, agir Local Centro de Educação Ambiental Parque Verde da Várzea 2560-581 Torres Vedras 39º05'08.89" N 9º15'50.84" O 918 773 342 cea@cm-tvedras.pt Enquadramento A Agenda

Leia mais

Apoio à Empregabilidade e Inclusão dos Jovens

Apoio à Empregabilidade e Inclusão dos Jovens Apoio à Empregabilidade e Inclusão dos Jovens O novo domínio de atuação Luís Madureira Pires Aprovação e objetivos do Programa 2013-16 O Programa Cidadania Ativa é um dos 8 programas em vigor em Portugal

Leia mais

PROGRAMA BOM NEGÓCIO PARANÁ- APOIO AO EMPREENDEDORISMO AVALIAÇÃO DO NÚCLEO MARINGÁ

PROGRAMA BOM NEGÓCIO PARANÁ- APOIO AO EMPREENDEDORISMO AVALIAÇÃO DO NÚCLEO MARINGÁ PROGRAMA BOM NEGÓCIO PARANÁ- APOIO AO EMPREENDEDORISMO AVALIAÇÃO DO NÚCLEO MARINGÁ AREA TEMÁTICA: TRABALHO LAIS SILVA SANTOS 1 CARLOS VINICIUS RODRIGUES 2 MARCELO FARID PEREIRA 3 NEUZA CORTE DE OLIVEIRA

Leia mais

RESPONSABILIDADE SOCIAL

RESPONSABILIDADE SOCIAL RESPONSABILIDADE SOCIAL Universidade de Brasília Faculdade de Ciência da Informação Profa. Lillian Alvares TODO COMPORTAMENTO TEM SUAS RAZÕES. A ÉTICA É SIMPLESMENTE A RAZÃO MAIOR DAVID HUME DEFINIÇÕES

Leia mais

CENTRO BRASILEIRO DE REFERÊNCIA EM TECNOLOGIA SOCIAL INSTITUTO DE TECNOLOGIA SOCIAL

CENTRO BRASILEIRO DE REFERÊNCIA EM TECNOLOGIA SOCIAL INSTITUTO DE TECNOLOGIA SOCIAL CENTRO BRASILEIRO DE REFERÊNCIA EM TECNOLOGIA SOCIAL INSTITUTO DE TECNOLOGIA SOCIAL Curso: Tecnologia Social e Educação: para além dos muros da escola Resumo da experiência de Avaliação do Programa "Apoio

Leia mais

Regulamento do Concurso para Pontos de Contacto Nacionais do 7º Programa-Quadro de Investigação e Desenvolvimento Tecnológico da União Europeia

Regulamento do Concurso para Pontos de Contacto Nacionais do 7º Programa-Quadro de Investigação e Desenvolvimento Tecnológico da União Europeia Regulamento do Concurso para Pontos de Contacto Nacionais do 7º Programa-Quadro de Investigação e Desenvolvimento Tecnológico da União Europeia O Ministério da Ciência, Tecnologia e Ensino Superior (MCTES)

Leia mais

Uma agenda para a mudança: conseguir acesso universal à água, ao saneamento e à higiene (WASH) até 2030.

Uma agenda para a mudança: conseguir acesso universal à água, ao saneamento e à higiene (WASH) até 2030. Uma agenda para a mudança: conseguir acesso universal à água, ao saneamento e à higiene (WASH) até 2030. O acordo sobre uma meta do Objectivo de Desenvolvimento Sustentável relativamente ao acesso universal

Leia mais

Prof. Dr. José Dornelas www.josedornelas.com. Manual do Professor

Prof. Dr. José Dornelas www.josedornelas.com. Manual do Professor Prof. Dr. José Dornelas www.josedornelas.com Manual do Professor Manual do professor Este manual deve ser usado em conjunto com o vídeo do autor disponível no site da editora: www.campus.com.br Maiores

Leia mais

A Relevância das Empresas Sociais e dos Negócios Sociais. Margarida Couto Lisboa, 26 de Maio de 2015

A Relevância das Empresas Sociais e dos Negócios Sociais. Margarida Couto Lisboa, 26 de Maio de 2015 A Relevância das Empresas Sociais e dos Negócios Sociais Margarida Couto Lisboa, 26 de Maio de 2015 O mundo mudou Com o deflagrar da crise económico-financeira em 2008, as fontes tradicionais de financiamento

Leia mais

Visualização. O questionário só pode ser preenchido em linha.

Visualização. O questionário só pode ser preenchido em linha. Visualização. O questionário só pode ser preenchido em linha. Questionário «Para uma avaliação intercalar da Estratégia Europa 2020 do ponto de vista dos municípios e regiões da UE» Contexto A revisão

Leia mais

Princípios de Emponderamento da Mulheres. Princípios de Empoderamento das Mulheres. Igualdade significa Negócios. Igualdade significa negócios

Princípios de Emponderamento da Mulheres. Princípios de Empoderamento das Mulheres. Igualdade significa Negócios. Igualdade significa negócios Princípios de Emponderamento da Mulheres Princípios de Empoderamento das Mulheres Igualdade significa negócios Igualdade significa Negócios Igualdade significa Negócios da Mulheres Princípios de Emponderamento

Leia mais

PLANO DE AÇÃO FÓRUM DO MUNICÍPIO QUE EDUCA

PLANO DE AÇÃO FÓRUM DO MUNICÍPIO QUE EDUCA PLANO DE AÇÃO FÓRUM DO MUNICÍPIO QUE EDUCA PROPOSTA DE AÇÃO Criar um fórum permanente onde representantes dos vários segmentos do poder público e da sociedade civil atuem juntos em busca de uma educação

Leia mais

Educação Empreendedora

Educação Empreendedora Educação Empreendedora José Dornelas.br Agenda Conceitos Metodologias e referências mundiais Estado da arte O que ainda precisa ser feito Exemplos Empreendedorismo + Inovação = Prosperidade Empreendedorismo

Leia mais

O que pode a União Europeia fazer pelas pessoas? O Fundo Social Europeu é uma resposta a esta questão

O que pode a União Europeia fazer pelas pessoas? O Fundo Social Europeu é uma resposta a esta questão 1 2 O que pode a União Europeia fazer pelas pessoas? O Fundo Social Europeu é uma resposta a esta questão 3 A origem do Fundo Social Europeu O Fundo Social Europeu foi criado em 1957 pelo Tratado de Roma,

Leia mais

Boletim de notícias URBACT. Outubro - Novembro de 2011

Boletim de notícias URBACT. Outubro - Novembro de 2011 Boletim de notícias URBACT Outubro - Novembro de 2011 2 BOLETIM DE NOTÍCIAS URBACT POPULAÇÃO ENVELHECIDA, Artigo de fundo: População envelhecida: desafios para as cidades a nível dos cuidados de saúde

Leia mais

As ações de formação ação no âmbito do presente Aviso têm, obrigatoriamente, de ser desenvolvidas com a estrutura a seguir indicada.

As ações de formação ação no âmbito do presente Aviso têm, obrigatoriamente, de ser desenvolvidas com a estrutura a seguir indicada. Anexo A Estrutura de intervenção As ações de formação ação no âmbito do presente Aviso têm, obrigatoriamente, de ser desenvolvidas com a estrutura a seguir indicada. 1. Plano de ação para o período 2016

Leia mais

O CONSELHO DA UNIÃO EUROPEIA E OS REPRESENTANTES DOS GOVERNOS DOS ESTADOS-MEMBROS, I. INTRODUÇÃO

O CONSELHO DA UNIÃO EUROPEIA E OS REPRESENTANTES DOS GOVERNOS DOS ESTADOS-MEMBROS, I. INTRODUÇÃO 14.6.2014 PT Jornal Oficial da União Europeia C 183/5 Resolução do Conselho e dos Representantes dos Governos dos Estados Membros, reunidos no Conselho, de 20 de maio de 2014, sobre um Plano de Trabalho

Leia mais

LEARNING MENTOR. Leonardo da Vinci DE/09/LLP-LdV/TOI/147 219. Perfil do Learning Mentor. Módulos da acção de formação

LEARNING MENTOR. Leonardo da Vinci DE/09/LLP-LdV/TOI/147 219. Perfil do Learning Mentor. Módulos da acção de formação LEARNING MENTOR Leonardo da Vinci DE/09/LLP-LdV/TOI/147 219 Perfil do Learning Mentor Módulos da acção de formação 0. Pré-requisitos para um Learning Mentor 1. O papel e a função que um Learning Mentor

Leia mais

Declaração de Odense. O ABC para a Equidade Educação e Saúde. 4.ª Conferência Europeia das Escolas Promotoras de Saúde:

Declaração de Odense. O ABC para a Equidade Educação e Saúde. 4.ª Conferência Europeia das Escolas Promotoras de Saúde: Declaração de Odense O ABC para a Equidade Educação e Saúde 4.ª Conferência Europeia das Escolas Promotoras de Saúde: Equidade, Educação e Saúde 7-9 outubro 2013 A 4ª Conferência Europeia sobre escolas

Leia mais

Compromissos na educação

Compromissos na educação Compromissos na educação Comentário Paulo Santiago Direcção da Educação e das Competências, OCDE Ciclo de Seminários Sextas da Reforma Lisboa, 23 de Maio de 2014 Organização do Banco de Portugal, do Conselho

Leia mais

Documento em construção. Declaração de Aichi-Nagoya

Documento em construção. Declaração de Aichi-Nagoya Documento em construção Declaração de Aichi-Nagoya Declaração da Educação para o Desenvolvimento Sustentável Nós, os participantes da Conferência Mundial da UNESCO para a Educação para o Desenvolvimento

Leia mais

ENSINO PROFISSIONAL EM PORTUGAL JOAQUIM AZEVEDO. O ensino profissional: uma aposta bem sucedida com quase 25 anos. O passado, o presente e o futuro

ENSINO PROFISSIONAL EM PORTUGAL JOAQUIM AZEVEDO. O ensino profissional: uma aposta bem sucedida com quase 25 anos. O passado, o presente e o futuro ENSINO PROFISSIONAL EM PORTUGAL O ensino profissional: uma aposta bem sucedida com quase 25 anos O passado, o presente e o futuro JOAQUIM AZEVEDO 16 MAR 2012 Uma aposta em quê, em particular? Desenvolvimento

Leia mais

Para informação adicional sobre os diversos países consultar: http://europa.eu.int/information_society/help/links/index_en.htm

Para informação adicional sobre os diversos países consultar: http://europa.eu.int/information_society/help/links/index_en.htm Anexo C: Súmula das principais iniciativas desenvolvidas na Europa na área da Sociedade de Informação e da mobilização do acesso à Internet em banda larga Para informação adicional sobre os diversos países

Leia mais

PROJETO de Documento síntese

PROJETO de Documento síntese O Provedor de Justiça INSERIR LOGOS DE OUTRAS ORGANIZAÇÔES Alto Comissariado Direitos Humanos das Nações Unidas (ACNUDH) Provedor de Justiça de Portugal Ministério dos Negócios Estrangeiros de Portugal

Leia mais

ASSOCIAÇÃO PARA A ECONOMIA CÍVICA PORTUGAL

ASSOCIAÇÃO PARA A ECONOMIA CÍVICA PORTUGAL ASSOCIAÇÃO PARA A ECONOMIA CÍVICA PORTUGAL MISSÃO A Associação para a Economia Cívica Portugal é uma Associação privada, sem fins lucrativos cuja missão é: Promover um novo modelo de desenvolvimento económico

Leia mais

ADMINISTRAÇÃO E GESTÃO ESCOLAR. Prof. Bento

ADMINISTRAÇÃO E GESTÃO ESCOLAR. Prof. Bento ADMINISTRAÇÃO E GESTÃO ESCOLAR Prof. Bento QUESTÕES Doc. # 1 Revisão Indique se é Verdadeira ou Falsa a seguinte afirmação UMA TEORIA É UMA EXPLICAÇÃO LÓGICA OU ABSTRACTA DE UM PROBLEMA OU CONJUNTO DE

Leia mais

biblioteca Cultura de Inovação Dr. José Cláudio C. Terra & Caspar Bart Van Rijnbach, M Gestão da Inovação

biblioteca Cultura de Inovação Dr. José Cláudio C. Terra & Caspar Bart Van Rijnbach, M Gestão da Inovação O artigo fala sobre os vários aspectos e desafios que devem ser levados em consideração quando se deseja transformar ou fortalecer uma cultura organizacional, visando a implementação de uma cultura duradoura

Leia mais

Prémio Redes para o Desenvolvimento

Prémio Redes para o Desenvolvimento Prémio Redes para o Desenvolvimento Regulamento 6 de outubro de 2015 www.redesparaodesenvolvimento.org Este Prémio é lançado no âmbito do Projeto Redes para o Desenvolvimento: Educação Global para uma

Leia mais

Posicionamento Global da marca FSC e Ferramentas de Marketing - Perguntas e Respostas Frequentes

Posicionamento Global da marca FSC e Ferramentas de Marketing - Perguntas e Respostas Frequentes Posicionamento Global da marca FSC e Ferramentas de Marketing - Perguntas e Respostas Frequentes 1. Perguntas e Respostas para Todos os Públicos: 1.1. O que é posicionamento de marca e por que está sendo

Leia mais

Ficha de informação 1 POR QUE RAZÃO NECESSITA A UE DE UM PLANO DE INVESTIMENTO?

Ficha de informação 1 POR QUE RAZÃO NECESSITA A UE DE UM PLANO DE INVESTIMENTO? Ficha de informação 1 POR QUE RAZÃO NECESSITA A UE DE UM PLANO DE INVESTIMENTO? Desde a crise económica e financeira mundial, a UE sofre de um baixo nível de investimento. São necessários esforços coletivos

Leia mais

ADMINISTRAÇÃO PARTICIPATIVA (GESTÃO PARTICIPATIVA)

ADMINISTRAÇÃO PARTICIPATIVA (GESTÃO PARTICIPATIVA) ADMINISTRAÇÃO PARTICIPATIVA (GESTÃO PARTICIPATIVA) A administração participativa é uma filosofia ou política de administração de pessoas, que valoriza sua capacidade de tomar decisões e resolver problemas,

Leia mais

CRIAR UM EMPREGO CRIA MUITO MAIS DO QUE UM EMPREGO.

CRIAR UM EMPREGO CRIA MUITO MAIS DO QUE UM EMPREGO. CRIAR UM EMPREGO CRIA MUITO MAIS DO QUE UM EMPREGO O emprego tem uma enorme importância tanto para os indivíduos como para a sociedade Para além de ser uma fonte de rendimento, uma forma de ocupação e

Leia mais

Empresas Responsáveis Questionário de Sensibilização

Empresas Responsáveis Questionário de Sensibilização Empresas Responsáveis Questionário de Sensibilização 1. Introdução O presente questionário ajudá-lo-á a reflectir sobre os esforços desenvolvidos pela sua empresa no domínio da responsabilidade empresarial,

Leia mais

COMPETITIVIDADE E INTERNACIONALIZAÇÃO DAS EMPRESAS DA REGIÃO AUTÓNOMA DA MADEIRA 2014-2020

COMPETITIVIDADE E INTERNACIONALIZAÇÃO DAS EMPRESAS DA REGIÃO AUTÓNOMA DA MADEIRA 2014-2020 COMPETITIVIDADE E INTERNACIONALIZAÇÃO DAS EMPRESAS DA 2014-2020 18-11-2015 INSTITUTO DE DESENVOLVIMENTO EMPRESARIAL, IP-RAM MISSÃO Promover o desenvolvimento, a competitividade e a modernização das empresas

Leia mais

Plano de Atividades 2014

Plano de Atividades 2014 Ilustração de Antónia Tinturé Associação Zoófila Portuguesa, março de 2014 1 Índice Enquadramento... 2 Qualidade dos Serviços e gestão internaerro! Marcador não definido. Abrangência e divulgação... 7

Leia mais

2. A proposta será avaliada pelo Subcomitê Virtual de Revisão (SVR) e examinada pelo Comitê de Projetos em março de 2013.

2. A proposta será avaliada pelo Subcomitê Virtual de Revisão (SVR) e examinada pelo Comitê de Projetos em março de 2013. PJ 45/13 9 janeiro 2013 Original: inglês Disponível em inglês e português P Comitê de Projetos 5. a reunião 7 março 2013 Londres, Reino Unido Empoderamento das mulheres nas cooperativas de café brasileiras

Leia mais

EUROPA, UM PATRIMÓNIO COMUM. Título: Solares de Portugal na Europa das Tradições

EUROPA, UM PATRIMÓNIO COMUM. Título: Solares de Portugal na Europa das Tradições EUROPA, UM PATRIMÓNIO COMUM Título: Solares de Portugal na Europa das Tradições Ponte de Lima, Janeiro de 2000 EUROPA, UM PATRIMÓNIO COMUM 1 - TÍTULO: Solares de Portugal na Europa das Tradições 2 AUTOR:

Leia mais

Modelo para elaboração do Plano de Negócios

Modelo para elaboração do Plano de Negócios Modelo para elaboração do Plano de Negócios 1- SUMÁRIO EXECUTIVO -Apesar de este tópico aparecer em primeiro lugar no Plano de Negócio, deverá ser escrito por último, pois constitui um resumo geral do

Leia mais

FATORES PARA A INCLUSÃO NO MERCADO DE TRABALHO: EDUCAÇÃO, CIDADANIA E DESENVOLVIMENTO DAS QUALIDADES PESSOAIS

FATORES PARA A INCLUSÃO NO MERCADO DE TRABALHO: EDUCAÇÃO, CIDADANIA E DESENVOLVIMENTO DAS QUALIDADES PESSOAIS 1 FATORES PARA A INCLUSÃO NO MERCADO DE TRABALHO: EDUCAÇÃO, CIDADANIA E DESENVOLVIMENTO DAS QUALIDADES PESSOAIS MAURICIO SEBASTIÃO DE BARROS 1 RESUMO Este artigo tem como objetivo apresentar as atuais

Leia mais

(Re)Empreendedorismo

(Re)Empreendedorismo (Re)Empreendedorismo A escolha é nossa Empreendedorismo Processo de criar algo diferente e com valor, dedicando tempo e o esforço necessários, assumindo os riscos financeiros, psicológicos e sociais correspondentes

Leia mais

THE NEXT GENERATION IS NOW MANAGEMENT & CONSULTING GROUP

THE NEXT GENERATION IS NOW MANAGEMENT & CONSULTING GROUP Soluções integradas para a Indústria do turismo empresarial THE NEXT GENERATION IS NOW MANAGEMENT & CONSULTING GROUP A equipa da XYM Hospitality e os seus parceiros possuem vastos conhecimentos sobre a

Leia mais

Inovação e Criação de Novos Negócios

Inovação e Criação de Novos Negócios INOVAÇÃO E TECNOLOGIA NA FORMAÇÃO AGRÍCOLA Inovação e Criação de Novos Negócios Luís Mira da Silva Cristina Mota Capitão Isabel Alte da Veiga Carlos Noéme Inovação INOVAÇÃO Inovação: introdução INOVAR

Leia mais

CARTA DE OTTAWA. PRIMEIRA CONFERÊNCIA INTERNACIONAL SOBRE PROMOÇÃO DA SAÚDE Ottawa, novembro de 1986

CARTA DE OTTAWA. PRIMEIRA CONFERÊNCIA INTERNACIONAL SOBRE PROMOÇÃO DA SAÚDE Ottawa, novembro de 1986 CARTA DE OTTAWA PRIMEIRA CONFERÊNCIA INTERNACIONAL SOBRE PROMOÇÃO DA SAÚDE Ottawa, novembro de 1986 A Primeira Conferência Internacional sobre Promoção da Saúde, realizada em Ottawa, Canadá, em novembro

Leia mais

A COMISSÃO DE AUDITORIA DA MOTA-ENGIL AFRICA N.V. MANDATO

A COMISSÃO DE AUDITORIA DA MOTA-ENGIL AFRICA N.V. MANDATO -1- A COMISSÃO DE AUDITORIA DA MOTA-ENGIL AFRICA N.V. MANDATO A Mota-Engil Africa N.V. (a "Empresa") adotou um modelo de governação de um nível. Nos termos do disposto no princípio III.5 (e nas disposições

Leia mais

Empreendedorismo Social construindo o conceito, transformando o setor social

Empreendedorismo Social construindo o conceito, transformando o setor social Empreendedorismo Social construindo o conceito, transformando o setor social Mafoane Odara mafoane@ashoka.org.br Área de Juventude Ashoka Brasil 1 2 Conceitos sobre Empreendedorismo Social Contribuição

Leia mais

Índice. 1. A educação e a teoria do capital humano...3. Grupo 7.2 - Módulo 7

Índice. 1. A educação e a teoria do capital humano...3. Grupo 7.2 - Módulo 7 GRUPO 7.2 MÓDULO 7 Índice 1. A educação e a teoria do capital humano...3 2 1. A EDUCAÇÃO E A TEORIA DO CAPITAL HUMANO Para Becker (1993), quando se emprega o termo capital, em geral, o associa à ideia

Leia mais

Estiveram presentes 98 técnicas em representação de 66 Instituições.

Estiveram presentes 98 técnicas em representação de 66 Instituições. 1. No dia 4 de Dezembro, a União Distrital de Santarém em parceria com Segurança Social, levou a efeito o ultimo dos 5 encontros realizados em várias zonas do distrito, sobre o tema "Encontros de Partilha",

Leia mais

Como trabalhar com voluntários na captação de recursos Andrea Goldschmidt*

Como trabalhar com voluntários na captação de recursos Andrea Goldschmidt* Como trabalhar com voluntários na captação de recursos Andrea Goldschmidt* Quando falamos de captação de recursos para uma organização, podemos estar falando em captação de dinheiro, de materiais, de produtos,

Leia mais

01/12/2012 MEIO AMBIENTE E RESPONSABILIDADE SOCIAL. Guarantã do Norte/MT A SOCIEDADE ESTÁ EM TRANSFORMAÇÃO

01/12/2012 MEIO AMBIENTE E RESPONSABILIDADE SOCIAL. Guarantã do Norte/MT A SOCIEDADE ESTÁ EM TRANSFORMAÇÃO MEIO AMBIENTE E RESPONSABILIDADE SOCIAL Guarantã do Norte/MT A SOCIEDADE ESTÁ EM TRANSFORMAÇÃO TAREFAS ESTRUTURA PESSOAS AMBIENTE TECNOLOGIA ÊNFASE NAS TAREFAS Novos mercados e novos conhecimentos ÊNFASE

Leia mais

FUNDOS EUROPEUS APOIAM INOVAÇÃO SOCIAL/EMPREENDEDORISMO SOCIAL

FUNDOS EUROPEUS APOIAM INOVAÇÃO SOCIAL/EMPREENDEDORISMO SOCIAL FUNDOS EUROPEUS APOIAM INOVAÇÃO SOCIAL/EMPREENDEDORISMO SOCIAL Rosa Maria Simões Vice-presidente do Conselho Diretivo Agência para o Desenvolvimento e Coesão, IP 8 de maio de 2014, Teatro Municipal do

Leia mais

AEC ALE LIGAÇÃO DA ESCOLA COM O MEIO. Orientações Pedagógicas. 1.º Ciclo do Ensino Básico

AEC ALE LIGAÇÃO DA ESCOLA COM O MEIO. Orientações Pedagógicas. 1.º Ciclo do Ensino Básico ATIVIDADES DE ENRIQUECIMENTO CURRICULAR ANO LETIVO 2015/2016 AEC ALE LIGAÇÃO DA ESCOLA COM O MEIO Orientações Pedagógicas 1.º Ciclo do Ensino Básico 1. Introdução A atividade de enriquecimento curricular,

Leia mais

Curso Temático Intensivo 1 - Gestão da qualidade nos sistemas de formação profissional e de desenvolvimento de competências

Curso Temático Intensivo 1 - Gestão da qualidade nos sistemas de formação profissional e de desenvolvimento de competências Curso Temático Intensivo 1 - Gestão da qualidade nos sistemas de formação profissional e de desenvolvimento de competências O programa do curso sobre a qualidade no desenvolvimento de competências irá

Leia mais

CAPACITAÇÃO EM SERVIÇO

CAPACITAÇÃO EM SERVIÇO CAPACITAÇÃO EM SERVIÇO TEMA: ELABORAÇÃO DE PROJETOS COM FOCO NA FAMÍLIA Março/2010 ELABORAÇÃO DE PROJETOS ELABOR-AÇÃO: palavra-latim-elabore preparar, formar,ordenar AÇÃO: atuação, ato PRO-JETOS: palavra-latim-projetus

Leia mais

PROGRAMA DE PROMOÇÃO DA

PROGRAMA DE PROMOÇÃO DA UNIVERSIDADE DO PORTO PROGRAMA DE PROMOÇÃO DA LITERACIA FINANCEIRA DA U.PORTO Outubro de 2012 Enquadramento do programa na Estratégia Nacional de Formação Financeira Plano Nacional de Formação Financeira

Leia mais

POLÍTICA DE VOLUNTARIADO DA CEMIG SAÚDE

POLÍTICA DE VOLUNTARIADO DA CEMIG SAÚDE POLÍTICA DE VOLUNTARIADO DA CEMIG SAÚDE Av. Barbacena, 472 8º andar Barro Preto CEP: 30190-130 Belo Horizonte/MG Tel.: 3253.4917 E-mail: renata.gontijo@cemigsaude.org.br Portal Corporativo: www.cemigsaude.org.br

Leia mais

FUNDAMENTOS PARA A ADMINISTRAÇÃO ESTRATÉGICA

FUNDAMENTOS PARA A ADMINISTRAÇÃO ESTRATÉGICA FUNDAMENTOS PARA A ADMINISTRAÇÃO ESTRATÉGICA Abordagem da estratégia Análise de áreas mais específicas da administração estratégica e examina três das principais áreas funcionais das organizações: marketing,

Leia mais

EDITAL DE SELEÇÃO DE ALUNOS PARA A ESCOLA POPULAR DE COMUNICAÇÃO CRÍTICA ESPOCC TURMAS 2014

EDITAL DE SELEÇÃO DE ALUNOS PARA A ESCOLA POPULAR DE COMUNICAÇÃO CRÍTICA ESPOCC TURMAS 2014 EDITAL DE SELEÇÃO DE ALUNOS PARA A ESCOLA POPULAR DE COMUNICAÇÃO CRÍTICA ESPOCC TURMAS 2014 O Observatório de Favelas torna pública, por meio desta chamada, as normas do processo de seleção de alunos para

Leia mais

PRINCÍPIOS PARA A AVALIAÇÃO DA AJUDA AO DESENVOLVIMENTO

PRINCÍPIOS PARA A AVALIAÇÃO DA AJUDA AO DESENVOLVIMENTO COMITÉ DE AJUDA AO DESENVOLVIMENTO PRINCÍPIOS PARA A AVALIAÇÃO DA AJUDA AO DESENVOLVIMENTO PARIS 1991 ÍNDICE I. INTRODUÇÃO 3 II. FINALIDADE DA AVALIAÇÃO 5 III. IMPARCIALIDADE E INDEPENDÊNCIA 6 IV. CREDIBILIDADE

Leia mais

Vantagem Garantida PHC

Vantagem Garantida PHC Vantagem Garantida PHC O Vantagem Garantida PHC é um aliado para tirar maior partido das aplicações PHC A solução que permite à empresa rentabilizar o seu investimento, obtendo software actualizado, formação

Leia mais

Regulamento da Rede de Mentores

Regulamento da Rede de Mentores Regulamento da Rede de Mentores 1. Enquadramento A Rede de Mentores é uma iniciativa do Conselho Empresarial do Centro (CEC) e da Associação Industrial do Minho (AIMinho) e está integrada no Projeto Mentor

Leia mais

Gestão do Desempenho Forecasting. Tomada de decisão. Profissional. Professional. Previsão. A qualificação de negócios profissionais.

Gestão do Desempenho Forecasting. Tomada de decisão. Profissional. Professional. Previsão. A qualificação de negócios profissionais. Professional Profissional Tomada de decisão Gestão do Desempenho Forecasting Previsão A qualificação de negócios profissionais globais O CIMA é a escolha dos empregadores no recrutamento de líderes de

Leia mais

Projeto de Ações de Melhoria

Projeto de Ações de Melhoria DIREÇÃO REGIONAL DE EDUCAÇÃO DE LISBOA E VALE DO TEJO AGRUPAMENTO DE ESCOLAS DE ALVES REDOL, VILA FRANCA DE XIRA- 170 770 SEDE: ESCOLA SECUNDÁRIA DE ALVES REDOL 400 014 Projeto de Ações de Melhoria 2012/2013

Leia mais

PPP e Desenvolvimento de Competências Desenvolvimento e implementação de projetos de parcerias de desenvolvimento público-privadas

PPP e Desenvolvimento de Competências Desenvolvimento e implementação de projetos de parcerias de desenvolvimento público-privadas 13 de maio de 2015 PPP e Desenvolvimento de Competências Desenvolvimento e implementação de projetos de parcerias de desenvolvimento público-privadas Virpi Stucki Organização das Nações Unidas para o Desenvolvimento

Leia mais

POLÍTICA DE COESÃO 2014-2020

POLÍTICA DE COESÃO 2014-2020 INVESTIMENTO TERRITORIAL INTEGRADO POLÍTICA DE COESÃO 2014-2020 As novas regras e legislação para os investimentos futuros da política de coesão da UE durante o período de programação 2014-2020 foram formalmente

Leia mais

REFERENCIAL PARA A CONTRATUALIZAÇÃO DE AÇÕES DE CAPACITAÇÃO

REFERENCIAL PARA A CONTRATUALIZAÇÃO DE AÇÕES DE CAPACITAÇÃO PROGRAMA TEIP3 REFERENCIAL PARA A CONTRATUALIZAÇÃO DE AÇÕES DE CAPACITAÇÃO Novembro de 2013 DGE / EPIPSE Programa TEIP3 Página 1 de 5 A Direção-Geral de Educação, através da EPIPSE, após análise de conteúdo

Leia mais

2014-2015 PROGRAMA DE ACTIVIDADES

2014-2015 PROGRAMA DE ACTIVIDADES 2014-2015 PROGRAMA DE ACTIVIDADES Índice OBJETIVOS... 3 I Crescimento da CCILJ... 3 II Fortalecimento da Marca... 3 III Comunicação... 3 ACTIVIDADES A DESENVOLVER... 4 I Crescimento da CCILJ... 4 1. Angariação

Leia mais

ENTERPRISE 2020 Inteligente Sustentável Inclusivo

ENTERPRISE 2020 Inteligente Sustentável Inclusivo ENTERPRISE 2020 Inteligente Sustentável Inclusivo With the support of the European Commission and the Belgian Presidency of the European Union Porquê Enterprise 2020? Os desafios económicos, sociais e

Leia mais

AEC ALE LIGAÇÃO DA ESCOLA COM O MEIO. Orientações Pedagógicas. 1.º Ciclo do Ensino Básico

AEC ALE LIGAÇÃO DA ESCOLA COM O MEIO. Orientações Pedagógicas. 1.º Ciclo do Ensino Básico ATIVIDADES DE ENRIQUECIMENTO CURRICULAR ANO LETIVO 2014/2015 AEC ALE LIGAÇÃO DA ESCOLA COM O MEIO Orientações Pedagógicas 1.º Ciclo do Ensino Básico 1. Introdução A atividade de enriquecimento curricular,

Leia mais

Respostas da Lista de Exercícios do Módulo 2: Vantagem Competitiva. Resposta do Exercício 1

Respostas da Lista de Exercícios do Módulo 2: Vantagem Competitiva. Resposta do Exercício 1 Respostas da Lista de Exercícios do Módulo 2: Vantagem Competitiva 1 Resposta do Exercício 1 Uma organização usa algumas ações para fazer frente às forças competitivas existentes no mercado, empregando

Leia mais

SOBRE GESTÃO * A Definição de Gestão

SOBRE GESTÃO * A Definição de Gestão SOBRE GESTÃO * A Definição de Gestão Chegar a acordo sobre definições de qualquer tipo pode ser uma tarefa de pôr os cabelos em pé, e um desperdício de tempo. Normalmente requer compromissos por parte

Leia mais