Apresentação da ADETTI

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1 Apresentação da ADETTI ADETTI/ISCTE (Portugal) 2006 associação para o desenvolvimento das telecomunicações e técnicas de informática 1

2 Organização ADETTI Associação para o Desenvolvimento das Telecomunicações e Técnicas de Informática Associação privada sem fins lucrativos, constituída em Maio de 1989 Centro de Investigação Associado do ISCTE desde 1997 Unidade de Investigação reconhecida pelo MCIES desde % 6% 23% ISCTE IST Outros Associados 2

3 Objectivos e Actividades Objectivos Estratégicos Criação de conhecimento e avanço do estado da arte da ciência e da tecnologia, para a Sociedade da Informação, com o foco em: Ciência e Tecnologia da Informação Multimedia Networking Sistemas de Apoio à Decisão Modelação e simulação de sistemas socio-económicos complexos Agentes Inteligentes Actividades Investigação e Desenvolvimento Transferência de tecnologia para os mercados Nacional e Europeu Formação avançada Apoio à criação de Start-Ups de base tecnológica Creating Knowledge... 3

4 Instalações ISCTE 2 Laboratórios - salas 2ES, 2ESE 1 sala de Administração e Secretariado sala 2ESD Extra-ISCTE 1 Laboratório no Pólo Tecnológico de Lisboa - LISPOLIS (descontinuada em Nov/2005) 4

5 Áreas de Actividade Multimedia Networking Computação móvel e ubíqua Wearable computing Codificação de imagem JPEG2000 Delegação Nacional ao ISO/IEC JTC1/SC 29/WG1 JPEG Processamento de imagem e visão por computador Computação Gráfica Realidade Mista Interfaces multimodais Design Computing Jogos de Computador Modelação procedimental de planetas e da natureza Gestão do conhecimento multimédia Observação da Terra; Arquitectura e Urbanismo; Design; Multimédia Móvel; Operadores de Telecomunicações; Video Games; Saúde; Lazer; Arte; Turismo; Militar 5

6 Áreas de Actividade Beyond 3G Networking Enhanced UMTS (Post Release 6-3GPP) Nível link Nível network subsystem (RNS) HSDPA - High-Speed Downlink Packet Access até 10 Mbps a 5 MHz, para serviços de pacotes best effort no downlink Sistemas celulares do futuro Air interface do futuro (UMTS) Serviços multimédia broadcast/multicast/unicast sobre UMTS Redes IP wired e wireless Multimédia Móvel; Operadores de Telecomunicações; Operadores de serviços de Telecomunicações; Redes 6

7 Áreas de Actividade Content Protection and Digital Rights Management Protecção de direitos de propriedade intelectual em informação audiovisual (MP3, MPEG4, MPEG-21,JPEG2000) Multi-conteúdos; multi-norma; Independente da plataforma DRM interoperável Tecnologias de acesso condicional Software livre: DoRM[OpenSDRM], Open Secure Digital Rights Management Normas: ISO/IEC JTC1/SC 29/WG11 MPEG- 4 IPMP-eXtensions Software de Referência e de teste de Conformidade do padrão MPEG-21 IPMP MPEG-7 DMP Digital Media Project DVB Digital Video Broadcast Televisão Digital; Operadores de Telecomunicações; Operadores de Serviços de Telecomunicações; Produtores de Conteúdos: Imagem, Áudio, Vídeo; Video-vigilância 7

8 Áreas de Actividade E-Commerce/E-Business e Segurança de Informação Desenvolvimento de SI e de aplicações web-based Desenvolvimento baseado em SoA Service oriented Architectures PHP, J2EE,.Net Sistemas e Meios de Pagamento Electrónico Segurança Física e Lógica da Informação Criptografia: Privacidade, Autenticação, Integridade e Não- Repúdio Arquitecturas de Chave Pública (PKI) Autenticação e SSO LDAP, X.500 e X.509 Desenvolvimento de Aplicações em Segurança Autenticação, Privacidade, Sistemas de Controlo de Acesso, Smart Cards, Sistemas de Biometria, Acesso controlado a Multimédia, Arquitecturas de Chave Pública, Certificação Digital, Auditoria de SI 8

9 Áreas de Actividade Open-Source Software and High- Performance Computing Software Livre Linux Caixa Mágica, a única distribuição Portuguesa de Linux (integração de Samba e KDE): CDs -> na versão livros editados Edição PME disponível downloads em 2003 Escolas: Programa curricular de 9º e 10º anos Appliances Elementos de rede baseados em Linux CM Contrato com o Exercito Português: 100 Appliances Computação Grid e Paralela 1ª Grid Portuguesa (Lisboa - ADETTI, Castelo Branco IPCB, Porto - FEUP) Middleware Globus 3.0 & Web Services 32 Tera-byte Data Grid Computação Paralela em Cluster Ministério da Educação; Ministério da Ciência e Ensino Superior; Administração Pública; Biblioteca Nacional; Bibliotecas Digitais; Militar 9

10 Áreas de Actividade Embodied, Socially Situated Autonomous Agents Sistemas Artificiais com inteligência geral Agentes com cognição, afecto e motivação Modelos adaptativos de memória de longo termo Emoção artificial Agentes com corpo Aprendizagem simbólica e não-simbólica Sistemas multi-agents: Comunicação Linguagens de conteúdos Protocolos de interacção Ontologias Descrição, procura e construção de serviços FIPA Foundation for Intelligent Physical Agents Operadores de Telecomunicações; Operadores de serviços de Telecomunicações; Lazer; Turismo Video Games 10

11 Projectos I&D com Financiamento Comunitário e Nacional Terminados MOSES, FP5 HICOD2000, European Space Agency PRIAM, FP5 AgentCities.RTD, FP5 Fashion-on-Line, FP5 2KAN, FP5 SEACORN, FP5 DEGAP, FP5 DIE-HEART, FCT 3D-URBAN, ADI Em curso MediaNet IP, IST, FP6 PIMHAI - INTERREG IIIB - Atlantic Area B-BONE, SRETP,IST, FP6 CASCOM, STREP IST, FP6 WCAM, STREP IST, FP6 E-NEXT, NOE, IST,FP6 INOCOP, EQUAL M7VPR, FCT KC.ORG, FCT MBMS, FCT DECOART, FCT E-VOTING, FCT A COMEÇAR C-MOBILE, STREP, IST FP6 11

12 Projectos 12

13 Transferência de Tecnologia M3D: Distributed Virtual Environment and Automatic Design Verification for the AEC (OA - PT) Icomplas: Distributed Virtual Environment for Plastic Moulds and Industrial Product Design (Tecnimoplas - PT) MIX IT: Augmented Reality Authoring and Viewing Tools for Industrial Applications (NOA - DE, EDC NL, OA PT, Communications Museum - PT) Magic Playground: Games with Gesture Interaction (Communications Museum PT, children) Magic Box PME 8.1: The Portuguese Linux Distribution (Portuguese SMEs) Magic Box Linux - Pro Look: Content Filter for Internet Access Control (Sport TV, Impala, Portuguese Army, Celourico da Beira City Hall) Magic Box Linux - Pro Guard: Firewall (Portuguese Army) Music-4you: E-Commerce site for trading MPEG-4 Audio, enforcing IPR with an Open Source Digital Rights Management platform (KOA) 13

14 Parceiros 14

15 Localização e Contacto Av. das Forças Armadas, Edifício ISCTE Lisboa Portugal Phone: (+351) Fax: (+351)

16 Orientação A entrada na ADETTI inclui: Introdução aos métodos e ferramentas de trabalho através de formação prática. Formação em soft-skills (trabalho em equipa, liderança e comunicação). Acompanhamento do desenvolvimento pessoal por um tutor. 16

17 Apresentação de propostas de Trabalhos de Fim de Curso para IGE e ETI 17

18 Classificação de documentos através de TAGS Pedro Ramos 18

19 Classificação de documentos através de TAGS Motivação Em comunidades virtuais, nomeadamente de âmbito profissional, a partilha de documentação é um factor essencial. Quando é informação é volumosa e diferenciada é fundamental que a sua classificação seja intuitiva para o utilizador. O que é intuitivo para um utilizador poderá não ser para outros. 19

20 Classificação de documentos através de TAGS Objectivo Permitir que, em comunidades virtuais, as classificações de documentos não sejam impostas à comunidade, mas que cada membro possa optar pela sua própria classificação, disponibilizando-a aos restantes membros. A solução terá que ser integrada no CMS Joomla. 20

21 Classificação de documentos através de TAGS 21

22 CMS Joomla! Ferramenta Open Source (php, mysql) para Gestão de Conteúdos. (www.joomla.org) Ferramenta muito popular (antigo Mambo), facilmente expansível e para a qual existem vários fórums de suporte. 22

23 Produto Final a Obter Módulo em PHP integrado na arquitectura Joomla! que permita o upload, download e consulta de documentos, recorrendo à classificação personalizada por TAGS. Sistema Operativo: Windows ou Linux 23

24 SOMA-SL SOftware de MAnutenção de Sistemas Linux Paulo Trezentos 24

25 Enquadramento Curso: ETI Projectos de final de curso com resultados muito interessantes: Aplicação total dos conhecimentos dos cursos Sementes de futuros produtos Continuação: 4 investigadores / consultores da ADETTI ou CM são exalunos de IGE e ETI (há mais de 3 anos a full-time) Dezenas de milhares de Linux CM instalados Como numa rede grande garantir a actualização das estações de trabalho / servidores? Como garantir backups? Como garantir a verificação de anti-vírus? Como ter o inventário de hardware? 25

26 Possível Solução: SOMA-SL Servidor Linux com aplicação que: Centraliza informação dos Linux's da rede Despoleta processos remotos Exemplo: actualização de software, scan de virus,... Produz reports e avisos (SMS, ,...) Aplicação interage com ferramentas baixo nível: Utiliza mecanismos já presentes no sistema (XML2, detecção de hardware,...) Interface gráfico via Web Possível appliance 26

27 Enquadramento Laboratório ADETTI (2º piso ) 2 a 4 horas diárias Integração total com a equipa ADETTI / Caixa Mágica Ambiente desenvolvimento IDE, debugers, SVN,.. E ainda Prémio a combinar consoante enquadramento... Formação Linux (Iniciação, Avançado e Administração de Sistemas (no valor de euros) Dúvidas e manifestação de interesse: 27

28 Open ERP Paulo Trezentos 28

29 Enquadramento Curso: IGE Projectos de final de curso com resultados muito interessantes: Aplicação total dos conhecimentos dos cursos Sementes de futuros produtos Continuação: 4 investigadores / consultores da ADETTI ou CM são exalunos de IGE e ETI (há mais de 3 anos a full-time) Projecto em gestação de integração de ERP ADETTI, Evolvenet e ADR Utilizar um Open Source ERP para médias empresas Parceria com a Nexedi (ERP5) Cortar custos e partilhar desenvolvimento 29

30 Compiére Solução completa ERP / CRM Contabilidade, Inventário, etc.. Desafios de adaptação à realidade portuguesa: Adaptação à lei portuguesa Localização (já alguma coisa feita) Desenvolvimento Especificação de requisitos Desenvolvimento Java (J2EE) Integração num piloto 30

31 Enquadramento Laboratório ADETTI (2º piso ) 2 a 4 horas diárias Integração total com a equipa ADETTI / Caixa Mágica Ambiente desenvolvimento IDE (Eclipse), debugers, SVN,.. E ainda Prémio a combinar consoante enquadramento... Formação Linux (Iniciação, Avançado e Administração de Sistemas (no valor de euros) Dúvidas e manifestação de interesse: 31

32 Linius 2007 Paulo Trezentos 32

33 Enquadramento Curso: IGE Projectos de final de curso com resultados muito interessantes: Aplicação total dos conhecimentos dos cursos Sementes de futuros produtos Continuação: 4 investigadores / consultores da ADETTI ou CM são exalunos de IGE e ETI (há mais de 3 anos a full-time) Linius O Linux do MJ Protocolo entre o MJ / ISCTE ADETTI Desenvolvimento de uma distribuição de Linux para estações de trabalho (num universo de ) Já em 3 serviços (GPLP, DGAE e SEJ) Lançamento da versão 2006 em Setembro de

34 Desafios Linius 2007 Projecto transversal Participação do desenvolvimento de ferramentas open source que enriqueçam a solução ex. anteriores: pesquisa legislação,.. Interacção com os utilizadores para percepção dos problemas. Análise de viabilidade e SWOT do produto Linius Testes e integração das soluções desenvolvidas Conhecimentos envolvidos Gestão da mudança Modelização / Expecificação Desenvolvimento Análise de viabilidade 34

35 Enquadramento Laboratório ADETTI (2º piso ) 2 a 4 horas diárias Integração total com a equipa ADETTI / Caixa Mágica Ambiente desenvolvimento IDE (Eclipse), debugers, SVN,.. E ainda Prémio a combinar consoante enquadramento... Formação Linux (Iniciação, Avançado e Administração de Sistemas (no valor de euros) Dúvidas e manifestação de interesse: 35

36 Business Intelligence Open-Source Carlos Costa 36

37 Objectivos A área do business intelligence tem estado a adquirir uma importância cada vez maior, uma vez que o controlo de medidas de performance poderá ela própria corresponder a uma vantagem competitiva de uma organização. Este projecto tem como objectivo o estudo e implmentação de ums ferramenta de business intelligence, enquadrável no âmbito da abordagem do banced scorecard. Este objectivo concretizase através de: Estudo dos sistemas disponíveis no mercado Análise e desenho de ferramenta de balance scrorecard Teste do sistema desenvolvida. 37

38 Enquadramento Projecto Académico (não comercial) Terá também a supervisão de um aluno de Mestrado que se encontra a fazer dissertação nesta área Não remunerado 38

39 Conhecimentos Bons conhecimentos de PHP ou Java 39

40 ERP Open-Source Carlos Costa 40

41 Objectivos Este projecto tem como objectivo a realização de estudo da viabilidade de utilização de sistema de open source no suporte a micro-empresas. Este objectivo concretiza-se através de: Estudo dos sistemas disponíveis no mercado Estudo da aplicabilidade a um caso prático de uma micro-empresa Sugestão de funcionalidades de modo a melhorarem os sistemas 41

42 Enquadramento Projecto Académico (não comercial) Terá também a supervisão de um aluno de Mestrado que se encontra a fazer dissertação nesta área Não remunerado 42

43 Conhecimentos Conhecimentos de Contabilidade Preferencilamente conhecimentos de PHP (não obrigatório) 43

44 Mobile Meeting Carlos Costa 44

45 Objectivos O principal objectivo deste projecto consiste na concepção e desenvolvimento de uma plataforma para apoio a reuniões. Esta plataforma deverá ser implementada na Web, sendo dada ênfase a interfaces para dispositivos de pequena dimensão (small display devices), nomeadamente PDA e telemóveis. O projecto traduz-se na identificação dos sistemas disponíveis no mercado, análise, desenho e implmentação de uma plataforma. Será ainda realizada a avaliação do sistema e sua aplicação em contexto académico. Com vista á realização do projecto os alunos deverão: Analisar o estado das artes Desenvolvimento de de sistema em ambiente web. 45

46 Enquadramento Projecto Académico (não comercial) Terá também a supervisão de um aluno de Mestrado que se encontra a fazer dissertação nesta área Grupo de investigação: Não remunerado 46

47 Conhecimentos Bons conhecimentos de análise e desenho (UML); Bons conhecimentos de bases de dados Bons conhecimentos de programação, nomeadamente PHP. 47

48 HSDPA Delivering MBMS Video Streaming Américo Correia, Luísa Silva 48

49 Introduction With the introduction of Multimedia Broadcast/ Multicast Services (MBMS), new requirements are introduced in order to offer MBMS to all users. Due to the low UMTS resources there is a need to enhance the UMTS networks. This presentation is about the HSDPA as means of deliver MBMS video streaming and also presents packet scheduler s algorithms that try to guarantee the same bit rate to the users in order to offer a good fairness and capacity. 49

50 HSDPA Features Fast Link Adaptation Fast Scheduling Fast HARQ with soft combining Fast Cell Selection Short TTI (2ms) 50

51 HSDPA for MBMS HS-DSCH is currently used for unicast services due to its point-to to-point nature, but the rich features such as adaptive coding and modulation, fast scheduling, hybrid ARQ and short TTI, make the HS-DSCH a good candidate for Multicast services. A scheduling algorithm, in general, is designed to reduce the system stem resource utilization required to satisfy the QoS constraints of simultaneous data sessions. When multiple MBMS sessions are active or in the presence of unicast services the appropriate metrics to consider are packet loss rate, packet delay and resource rce utilization. 51

52 FCDS, Round Robin and Maximum C/I Scheduler s Maximum C/I unfair efficient RR (round robin) fair inefficient RP (relative power) rather fair moderate use of resources FCDS: Fair Channel Dependent Scheduling Easy to implement Smoothing parameter α 52

53 System Level Simulator 53

54 Simulations Parameters Parameter Number of NodeB s Users / Sector Cell to cell distance NodeB antenna gain + cable loss propagation model Std of shadow fading Correlation between sites for slow fading Value 10 with 3 sectors each m 14.5 dbi COST231 Hata-model 7dB 0.5 Multipath fading NodeB total transmit power HSDPA used power 3GPP VehicularA 3km/h 43 dbm 8.24 db 54

55 Conclusions HSDPA was analysed as a multicast multi-resolution system, associated or not to MIMO. HSDPA offers much more enhancement layers for multi-resolution than the presented broadcast multi-resolution systems. For more users per sector the user capacity decreases substantially with increasing delays resulting in unsatisfactory quality of service for a real time service. For an increasing number of users, a good approach should be the inclusion of MIMO systems. HSDPA can be implemented as an additional point to point repair mechanism for recovering lost packets, of the broadcast PtM mode of MBMS. Or to transmit enhanced video data layers to allow multicast multi-resolution for the point to point MBMS mode. 55

56 Distributed Antenna Topology Américo Correia, Alexandra Boal 56

57 Introduction In this study a MIMO assisted cellular system using distributed antennas (DA) is proposed and investigated, where a big number of antennas are distributed in the area covered by the system. It is widely recognized that MIMO systems can be employed for achieving a high capacity and a high diversity order, for mitigating the effects of various types of interfering signals, and for supporting space-division multiple-access (SDMA). The objectives of DAs in wireless systems include to increase the system capacity, to decrease the transmission power, to reduce the dependence on the centralized control and to redeem the system capacity spent for system configuration in conventional cellular systems. 57

58 System Description (1) In the proposed topology, the distributed antennas are connected with a number of signal processing centers, which are referred to as base station (BS), using optical fiber or cable. Here we still use the concept of BS, however, it is now just a signal processing center, which may be converted from a conventional BS. The antennas at the BS of the proposed system have no priority in comparison with the other distributed antennas. The BS is responsible for the signal processing of the users within the area, which is covered by the DAs connected with this BS. 58

59 System Description (2) The novel concepts of the proposed system using distributed antennas (DA) can be well described with the aid of Figure 1. The antennas near the borders may be connected with 2 or 3 Node-Bs. The received power by DA1, DA2 and DA3 from UE D will be usually higher than that from the other UEs or at least they are on a similar level. Figure 1 A conceptual cellular system structure with distributed antennas. 59

60 Macrocell Topology For the urban Macrocell Topology 18 tri-sectorial base stations with a site to site distance of 1000m where considered. Figure 2 Macrocell Topology. 60

61 Distributed Antenna Topology For the Distributed Antenna Topology, were considered 18 trisectorial base stations with a site to site distance of 1000m, and some distributed antennas with a site to site of 250m. Figure 3 Distributed Antenna Topology. 61

62 Conclusions From the above presented results, it was demonstrated that high bit rates could be supported by Distributed Antenna Topology. The use of Distributed Antenna Topology increased the system capacity, decreased the transmission power and reduced the dependence on the centralized control. Distributed Antenna Topology is the environment that provides better results. With this study we conclude that MIMO/Distributed Antenna is a key technology in modern digital communication to provide substantial capacity increments and adequate for broadcasting. 62

63 Propostas de Projectos de fim de Curso Miguel Dias 63

64 Requisitos: - Par estéreo de imagens aéreas (1:5000 < 25 cm/pixel) - Modelo CAD da área urbana (DXF) - Modelo Digital de Elevação (DXF) - Distância focal da câmara - Altura de Voo 3D-URBAN 64

65 Fases de Processamento: 1. Rectificação 2. Associação 3. Reconstrução 65

66 Proj1 3D-URBAN - Identificação da topologia dos telhados a partir do modelo CAD, análise da imagem com técnicas de visão e reconstrução semi-automática e fidedigna dos mesmos - Recuperação da textura das fachadas correspondentes às entidades a reconstruir (base de dados de fachadas, fluxo de vídeo, etc.) 66

67 Proj2 Decoração Aumentada PROJECTO FCT Nº POCTI/MAT/12345/2004 Decoração Aumentada: Combinando Realidade Aumentada e Recuperação de Objectos 3D para a Decoração de Interiores Desenvolver e integrar uma plataforma computacional de suporte ao trabalho de interacção multimodal em Realidade Aumentada MX Toolkit, OGRE, ARTIC: Interfaces tangíveis em Realidade Aumentada Gesticulação Reconhecimento e a síntese de fala em Português Texture-based Tracking (through the TTS library) Mx Toolkit Core Image Processing Marker-based Tracking (through the TTS/X3M libraries) Hardware interfaces Image Rendering in 3D Video Capture Gesture, Speech and Tangible User Interfaces 67

68 Proj3 Decoração Aumentada PROJECTO FCT Nº POCTI/MAT/12345/2004 Sistema interactivo híbrido, misturando a interacção Realidade Aumentada + GUI, apropriado para a criação de catálogos aumentados de produtos e para a autoria em espaços de decoração interiores. 68

69 Proj4 Fonte Braille a Negro para MS Word Caracteres Portugueses Bitmaps produzidos por técnicas de Visão por Computador a partir de Braille em papel com caracteres Portugueses Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa 69

70 CAVE Automatic Virtual Environment CAVE Automatic Virtual Environment, Dan Sandin and Tom DeFanti do Electronic Visualization Laboratory (EVL) - University of Illinois at Chicago - SIGGRAPH '93 OA 70

71 CAVE Automatic Virtual Environment 71

72 Mina de Ciência Centro de Ciência Viva do Lousal Alentejo OA FUNDAÇÃO FREDERIC VELGE 72 Oficina dearquitectura April, 2005

73 73

74 CAVE - VR TO THE CUBIC POWER 74

75 CAVE - VR TO THE CUBIC POWER 75

76 CAVE - VR TO THE CUBIC POWER 76

77 Proj5 - CAVE - VR TO THE CUBIC POWER Navegador 3D em tempo real para a CAVE Integração de: Som 3D e vibração (sub-woofer) Sensores de cheiros Sensores de pressão Controlo de fumos e temperatura 77

78 Proj6 Sistema de User Tracking baseado em infravermelhos 78

79 Proj7 Luneta Virtual Time Machine 79

80 Proj8 Demonstradores Ciências do Virtual Módulo 1: A Computação Gráfica e a Realidade Virtual em Portugal e no Mundo Formato: demonstradores com vídeo (ACM SIGGRPAH Story of Computer Graphics ) e posters O que é a Computação Gráfica e a Realidade Virtual? A história da Computação Gráfica e da Realidade Virtual em Portugal e no Mundo 80

81 Proj8 Demonstradores Ciências do Virtual Módulo 2: A Física da Luz e da Côr Formato: demonstradores físicos e posters O que é uma onda? O que é o campo electromagnético? O que é o espectro electromagnético? As ondas rádio As micro ondas A luz, a côr e o espectro electromagnético visível Os infra-vermelhos Os ultra-violeta e a exposição solar Como se mostra a dualidade da luz: a luz como onda e a luz como partícula (fotão)? O que é um fotão? Como interage o fotão com a matéria? Como se mede a luz (radiometria)? 81

82 Proj8 Demonstradores Ciências do Virtual Módulo 3: Os Humanos, a Luz e a Côr Formato: demonstradores físicos e posters Como funciona o sistema visual humano? Como nós humanos sentimos e entendemos a luz e a cor? A sensação e percepção humanas da luz e da côr e a teoria tri-stimulus Módulo 4: A Matemática da Luz e da Côr Formato: demonstradores físicos e posters Como podemos representar matematicamente a luz e a cor? A teoria objectiva da cor O modelo de cromaticidade - CIE da côr O modelo aditivo da côr - RGB e outros (HSV, HLS) O modelo de côr subtractivo CMY O modelo de cor dos pintores Como funcionam os filtros de côr 82

83 Proj8 Demonstradores Ciências do Virtual Módulo 5: A Televisão, a Luz e a Côr Formato: demonstradores físicos e posters Como é que a Televisão a Preto e Branco representa a luz acromática e como é que a Televisão a cores representa a luz cromática? Luz acromática e Televisão a preto e branco Luz cromática e Televisão a cores A Imagem em Movimento e o Cinema Como é que nós humanos sentimos, percebemos e visualizamos o movimento? Como funciona o Cinema? Como é que o Computador Gráfico representa imagens em movimento? A aquisição digital de sequências de imagens A produção de sequências de imagens: Animação por Computador 83

84 Proj8 Demonstradores Ciências do Virtual Módulo 6: A Computação Gráfica, a Imagem Digital e as Imagens em Movimento Formato: demonstradores integrados num módulo de interacção com computador O que é um Computador Gráfico? Como é que o Computador Gráfico consegue representar imagens digitais do mundo? A amostragem e a quantificação de uma imagem A memória de imagem A tela gráfica e os outros dispositivos de saída gráfica O que é uma imagem digital? 84

85 Proj8 Demonstradores Ciências do Virtual Módulo 7: A Produção pelo Computador Gráfico de Imagens Digitais simples Formato: demonstradores integrados num módulo de interacção com computador Como se representa a geometria das formas e se cria um mundo virtual? Como se estabelece o paralelo entra a câmara real e a câmara virtual? Como funciona a projecção perspectiva rigorosa (ou cónica)? Como funciona a projecção paralela? O que é a interacção pessoa-computador para controlo da câmara virtual? O que é o tempo real em Computação Gráfica? 85

86 Proj8 Demonstradores Ciências do Virtual Módulo 8: A Produção pelo Computador Gráfico de Imagens Digitais com Elevado Grau de Realismo Formato: demonstradores integrados num módulo de interacção com computador Como se faz a produção de imagem com elevado grau de realismo? 1- Formas geométricas com propriedades materiais e de textura 2- Fontes de luz 3- Modelo de interacção da luz com as formas 4- Câmara virtual Como se melhora produção de imagem realista com técnicas de síntese de imagem realista: A técnica Phong com sombreamento Gouraud (sombras, mapeamento de texturas, mapeamento de ambiente) A técnica de Traçagem de Raios A técnica de Radiosidade 86

87 Proj8 Demonstradores Ciências do Virtual Módulo 9: A Visão Estereoscópica Formato: demonstrador físico (fotografias estereoscópicas) e demonstradores integrados num módulo de interacção com computador O que é o efeito óptico da disparidade estéreo? Como é que o humano produz Visão Estereoscópica a partir de duas vistas? Como é que o Computador Gráfico produz Visão Estereoscópica? O que é a Realidade Virtual Imersa? Estereoscopia + tempo real + interacção + visualização realista envolvente O que é uma CAVE? A CAVE simulada 87

88 Proj8 Demonstradores Ciências do Virtual Módulo 10: Da Realidade Virtual à Realidade Aumentada Formato: demonstradores integrados num módulo de interacção com computador Como é que se evoluiu da Realidade Virtual à Realidade Aumentada? Como funciona a Realidade Aumentada? Reconstrução de uma ou duas câmaras virtuais a partir de vídeo em tempo real da cena + sobreposição de formas geométricas 3D + interacção tempo real Demonstração de Realidade Aumentada baseada em Projecção de Vídeo 88

89 M7VPR MPEG-7 Video Pattern Recognition - Financiado pela FCT - Colaboração com o IEP Objectivos: - Reconhecimento de padrões de tráfego a partir de um sistema de monotorização de vídeo baseado em descritores MPEG-7. - Modelação histórica da informação sobre os objectos vídeo. - Propagação dos dados obtidos em tempo real (pelo Video Kernel) numa rede neuronal que identificará comportamentos e situações anómalas. - Sistema integrado de vigilância em tempo real. 89

90 M7VPR MPEG-7 Video Pattern Recognition Módulos: 1. Local Site Builder ferramenta que permite descrever o local em questão (faixas de rodagem, vegetação, guias, etc.) 2. Cálculo dinâmico do fundo da cena 3. Segmentação dos veículos em cena (subtracção de background) 4. Seguimento dos veículos em cena e extracção de descritores MPEG7 (caixa envolvente, velocidade, crominância, direcção, etc.) 5. Extracção de comportamentos de forma imediata com base na descrição do local. 6. Comunicação entre o Video Kernel e o Sistema de Extracção de Comportamentos (Base de Dados + Rede Neuronal) 7. Aplicação de monotorização de tráfego para apresentação de resultados em tempo real. 90

91 M7VPR MPEG-7 Video Pattern Recognition Resultados actuais Local Site Builder: 91

92 M7VPR MPEG-7 Video Pattern Recognition Resultados actuais Fundo, Segmentação e Seguimento: 92

93 Simulação Militar em RA Objectivos Plataforma de interacção e visualização em Realidade Aumentada (MxToolkit, c++) Visualização - Modelo Digital de Terreno, layers de informação geográfica - Entidades Militares e informação associada simbologia militar - Representação de eventos (explosões, fumos, ) - Níveis de detalhe Interacção - Interfaces multimodais para interacção com terreno virtual e elementos: Interfaces tangíveis Comandos de voz (controlo da simulação) Reconhecimento de comandos gestuais 93

94 Simulação Militar em RA 94

95 Nevada 2.0 simulador de observador avançado Integração de grafo de cena (www.openscenegraph.org) no sistema Nevada (Simulador de Observador avançado) Programação da placa gráfica (shaders) para criação de efeitos (explosões, fumos, granadas iluminantes, visão nocturna ) fotorealistas. 95

96 Imagem Visual de Software Luís Botelho 96

97 Imagem visual de software Criar um corpo de software com uma imagem que possa ser vista por outros agentes de software Usar a imagem visual de software na aprendizagem de palavras por observação Enraizar o significado das palavras aprendidas na realidade: corpo do agente e mundo exterior Aprender palavras que designam partes observadas do corpo Aprender palavras que designam acções observadas Aprender palavras que designam coisas do mundo exterior 97

98 Imagem visual de software Mão???? Português Inglês 98

99 Imagem visual de software Mão Oh! Hand Português Inglês 99

100 Imagem visual de software 100

101 Music Active Control Carlos Serrão 101

102 Music Active Control Sistema de Controlo e Análise do consumo de música por parte de rádios tradicionais e através da Internet Projecto divide-se em 2 fases: Desenvolvimento de SI para catalogação, armazenamento e gestão de informação de faixas musicais, autores e músicas em formato digital Desenvolvimento de sistema que permite controlar o consumo de música em locais públicos Identificação automática de faixas musicais através de audio-fingerprinting Projecto desenvolvido em conjunto com a AudioGest 102

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