Parte 3. Resolução dos exercícios de final de Capítulo.

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "Parte 3. Resolução dos exercícios de final de Capítulo."

Transcrição

1 MANUAL DO PROFESSOR CAPÍTULO 3 AS DEMONSTRAÇÕES FINANCEIRAS COMO INSTRUMENTO COMPLEMENTAR DE GESTÃO O Manual do professor deste Capítulo é formado de quatro partes; Parte 1. Correções de eventuais erros da edição. (Página 1) Arquivo: MANUAL DO PROFESSOR CORREÇÕES CAP 3.pdf Parte 2. Respostas das questões apresentadas no final do Capítulo. (Página 2) Arquivo: MANUAL DO PROFESSOR QUESTÕES CAP 3.pdf Parte 3. Resolução dos exercícios de final de Capítulo. (Página 11) Arquivo: MANUAL DO PROFESSOR EXERCÍCIOS CAP 3.pdf Parte 4. Arquivo em separado de slides de apresentação do Capítulo (em power point). Arquivo: MANUAL DO PROFESSOR CAP 3.ppt Parte 3. Resolução dos exercícios de final de Capítulo. 1. Represente o resultado da empresa Uirapurã Ltda sob a forma dos regimes de competência e de caixa, partir das seguintes informações: num determinado período, realizou vendas no valor de R$ , cujo custo foi de R$ Das vendas, parte recebeu à vista R$ ,00 e o restante será recebido num prazo superior ao da data do relatório. Das mercadorias utilizadas a empresa pagou R$ ,00, ficando o restante para o período seguinte. Identifique onde está a diferença dos resultados. Regime de competência (DRE) R$ Regime de Caixa R$ Vendas no período Valores recebidos Custos das Pagamento de mercadorias (18.000) mercadorias (35.000) LUCRO DO PERÍODO RESULTADO DO CAIXA Enquanto no regime de competência a empresa gerou um lucro de R$ ,00, no regime de caixa o saldo foi de somente R$ Considerando as demais informações do exercício, pode-se verificar que... 1

2 Saldo de valores a receber ( ) R$ Saldo de valores a pagar ( ) (17.000) = Saldo a receber Os R$ somados aos resultados de caixa de R$ totalizam o valor do Lucro do Período de R$ Um veículo para carga foi adquirido zero quilômetro, por $ ,00. A lei permite depreciá-lo em cinco anos. Demonstre a representação do valor contábil do ativo imobilizado, ao final de três anos. a) Cálculo da despesa de depreciação: $ / 5 = $ por ano. b) Evolução do valor contábil: Ano Valor contábil Depreciação anual 0 $ $ 0,00 1 $ $ $ $ $ $ $ $ $ 0,00 $ Ao final do terceiro ano o valor contábil é de R$ ,00. c) Balanço Patrimonial: Ativo Imobilizado: Veículos $ Depreciação acumulada ($ ) Ativo Imobilizado Líquido $ A empresa Água Azul S.A. iniciou suas atividades de uma indústria de alimentos congelados, com um capital dos sócios de R$ , sendo R$ , para capital de giro e R$ , para aquisição de máquinas e equipamentos. No primeiro mês foram compradas a prazo R$ em matérias primas, para pagamento em 30 dias. A produção foi terceirizada, sendo o pagamento de R$ , pelos serviços feitos contra entrega e consumiu toda a matéria prima adquirida na produção de unidades de alimentos congelados. No mês seguinte foram vendidos à vista frascos do produto por R$ Com o dinheiro recebido foram feitos os pagamentos das matérias primas adquiridas anteriormente. Utilizando-se dos critérios da Equação do Balanço demonstre como fluem os recursos de uma conta para outra, no período. Balancetes: Primeiro Período 01/01/X1 ATIVO PASSIVO 2

3 Ativo Circulante Caixa Ativo Permanente Patrimônio Liquido Imobilizado Capital Social ATIVO TOTAL PASSIVO TOTAL Segundo período 31/01/X1 ATIVO PASSIVO Ativo Circulante Passivo Circulante Caixa Duplicatas a pagar Estoques Desp Mão de Obra Ativo Permanente Patrimônio Líquido Imobilizado Capital Social ATIVO TOTAL PASSIVO TOTAL Terceiro Período 28/02/X1 ATIVO PASSIVO Ativo Circulante Passivo Circulante Caixa Duplicatas a pagar Estoques Ativo Permanente Patrimônio Líquido Imobilizado Capital Social Lucros retidos ATIVO TOTAL PASSIVO TOTAL Equação do Balanço: Ativo = Passivo + Patrimônio Líquido Em 01/01/X1 $ = Em 31/01/X1 $ = Em 28/02/X1 $ = Considerando as informações a seguir, elabore a seqüência de balancetes mensais e o Balanço Patrimonial em 31 de dezembro do primeiro ano de atuação da empresa Colossus Ltda. Considere uma operação de cada vez e faça os cálculos considerando os encargos fiscais e tributários já incluídos. a) Dois amigos resolvem montar um estabelecimento comercial para vender artigos de pesca. A empresa inicia suas atividades no dia 1 o de julho de 20X1. Um dos sócios entra com $ em dinheiro e o outro paga as luvas da loja, no mesmo valor. b) Durante o mês de julho compram artigos variados com prazo de 30 dias, no valor de $ Contratam dois funcionários, não comissionados, que irão custar $ 3.000,00 por mês, pagos sempre no quinto dia útil do mês seguinte. O custo da mão de obra deve ser incorporado ao estoque, todos os meses. 3

4 c) No mês de agosto vendem à vista produtos no valor de $ Não há sobras de estoque. Pagam as dívidas do mês anterior e adquirem $ em mercadorias, com prazo de 30 dias. d) No mês de setembro vendem 80% dos estoques por $ , sendo metade à vista e metade com trinta dias de prazo. e) No mês de outubro recebem o restante das vendas do mês anterior, pagam as contas, compram $ de mercadorias com 30 dias de prazo e reduzem a folha de salários para $ Vendem todo o estoque por $7.500, a vista. f) Em novembro a empresa salda seus compromissos do mês e compra, à vista, $ em mercadorias. Vende todo o estoque por g) Em dezembro os sócios fazem uma retirada de $ cada um. A empresa paga o salário do mês anterior e o décimo terceiro, que não havia sido provisionado, no valor de $ Não há operações de compra e venda. Balancetes Intermediários: Primeiro Período 01/07/X1 ATIVO PASSIVO Ativo Circulante Caixa Ativo Permanente Patrimônio Liquido Luvas Capital Social ATIVO TOTAL PASSIVO TOTAL Segundo período 31/07/X1 ATIVO PASSIVO Ativo Circulante Passivo Circulante Caixa Duplicatas a pagar Estoques Salários a pagar Desp Mão de Obra Ativo Permanente Patrimônio Líquido Imobilizado líquido Capital Social ATIVO TOTAL PASSIVO TOTAL Terceiro Período 31/08/X1 ATIVO PASSIVO Ativo Circulante Passivo Circulante Caixa Duplicatas a pagar Estoques Salários a pagar Desp Mão de Obra Ativo Permanente Patrimônio Líquido Imobilizado líquido Capital Social Lucros retidos ATIVO TOTAL PASSIVO TOTAL

5 Quarto Período 30/09/X1 ATIVO PASSIVO Ativo Circulante Passivo Circulante Caixa Duplicatas a pagar Estoques Salários a pagar Desp Mão de Obra Contas a Receber Ativo Permanente Patrimônio Líquido Imobilizado líquido Capital Social Lucros retidos ATIVO TOTAL PASSIVO TOTAL Quinto Período 31/10/X1 ATIVO PASSIVO Ativo Circulante Passivo Circulante Caixa Duplicatas a pagar Estoques Salários a pagar Desp Mão de Obra Contas a Receber 0 Ativo Permanente Patrimônio Líquido Imobilizado líquido Capital Social Lucros retidos ATIVO TOTAL PASSIVO TOTAL Quinto Período 30/11/X1 ATIVO PASSIVO Ativo Circulante Passivo Circulante Caixa Duplicatas a pagar Estoques 0 Salários a pagar Desp Mão de Obra Contas a Receber 0 Ativo Permanente Patrimônio Líquido Imobilizado líquido Capital Social Lucros retidos ATIVO TOTAL PASSIVO TOTAL Balanço Patrimonial 31/12/X1 ATIVO PASSIVO Ativo Circulante Passivo Circulante Caixa Duplicatas a pagar Estoques 0 Salários a pagar Desp Mão de Obra Contas a Receber 0 Ativo Permanente Patrimônio Líquido Imobilizado líquido Capital Social

6 Lucros retidos ATIVO TOTAL PASSIVO TOTAL Cálculo do décimo terceiro salário: Salários pagos provisão julho agosto setembro outubro novembro dezembro Total a pagar Elabore a DOAR da empresa Saberbras S.A, a partir das informações constantes em seu Balanço Patrimonial. Indique as principais fontes e aplicações de recursos no período. Saberbras S.A. Balanço Patrimonial ATIVO PASSIVO ATIVO CIRCULANTE PASSIVO CIRCULANTE Caixa 18 7 Salários a pagar Bancos Contas a pagar Aplicações de curto prazo duplicatas a pagar Contas a receber tributos a recolher empréstimos de curto prazo Estoques Estoques de matéria prima EXIGÍVEL DE L. PRAZO Estoques de produtos em elaboração Financiamentos Estoques de produtos acabados PATRIMÔNIO LÍQUIDO ATIVO PERMANENTE Ações preferenciais Ativo imobilizado Ações ordinárias Equipamentos Ágio na venda de ações Instalações Lucros acumulados Imóveis Ativo imobilizado líquido

7 (-) depreciação Ativos intangíveis Marcas e Patentes ATIVO TOTAL PASSIVO TOTAL ATIVO OrigemAplicação PASSIVO OrigemAplicação ATIVO CIRCULANTE PASSIVO CIRCUL Caixa Salários a pagar Bancos Contas a pagar Aplicações de curto prazo Duplicatas a pagar Contas a receber Tributos a recolher Empréstimos de Estoques curto prazo Estoques de matéria EXIGÍVEL DE L. prima PRAZO Estoques de produtos em elaboração Estoques de produtos acabados ATIVO PERMANENTE Financiamentos PATRIMÔNIO LÍQUIDO Ações preferenciais Ativo imobilizado Ações ordinárias Equipamentos Ágio na venda de

8 180 ações Instalações Lucros acumulados Imóveis Ativo imobilizado líquido (-) depreciação Ativos intangíveis Marcas e Patentes ATIVO TOTAL PASSIVO TOTAL Demonstração das Origens e Aplicações de Recursos DOAR da Saberbrás S.A Fontes ou Origens ,0% Estoque de matéria prima 30 6,6% Estoque de produtos em elaboração 1 0,2% Estoque de produtos acabados 30 6,6% (-) depreciação ,8% Salários a pagar 14 3,1% Contas a pagar 6 1,3% Duplicatas a pagar 31 6,8% Tributos a recolher 4 0,9% Financiamentos 21 4,6% Lucros acumulados 82 18,1% Usos ou aplicações ,0% Caixa 11 2,4% Bancos 5 1,1% 8

9 Aplicações de curto prazo 54 11,9% Contas a receber 45 9,9% Equipamentos ,6% Marcas e Patentes ,0% Empréstimos de curto prazo 59 13,0% A depreciação, seguida pelos lucros acumulados, são as principais fontes de recursos. Os recursos foram principalmente utilizados em equipamentos e marcas e patentes. 6. Utilizando-se dos dados do Exercício anterior, elabore a Demonstração das mutações do Patrimônio Líquido da empresa. 9

10 Movimentações Saldo inicial (31/12/02) Aumento do Capital Social Aumentos de Reservas de Capital Reavaliação do ativo imobilizado Realização de Reservas de reavaliação Correção Monetária Lucro Líquido do exercício Transferência para reservas de lucros Dividendos Participações estatutárias Saldo no final do período Capital Realizado Reserva de Capital Ágio na Correção emissão Monetária de do ações Capital Legal Estatutária Reservas de Lucros Para Contingências Orçamentária Lucros a realizar Lucros acumulados Total O Gerente Financeiro da empresa Adrianópolis Empreendimentos S.A. tem em mãos as seguintes informações sobre a empresa: seu único produto é vendido pelo preço de R$ 20,00. A contabilidade apurou os custos da empresa e em seu relatório constam os custo variáveis unitários de R$ 12,00 e o custo fixo total de R$ Calcule o Ponto de Equilíbrio Operacional para o Gerente Financeiro. Calcule também o valor da Margem de Contribuição unitária. Prove que o seu resultado está correto preparando a Demonstração de Resultado. Confirme através da preparação do Gráfico do Ponto de Equilíbrio Operacional. F , ,00 PEo = PEo = = = unidades PVu CVu 20,00 12,00 8,00 Margem de Contribuição Unitária = PVu Cvu Margem de Contribuição Unitária = 20,00 12,00 = $ 8,00 Receita de vendas unidades x $20,00 $ Menos 10

11 Custos Fixos ($ ) Custos Variáveis unidades x $ 12,00 ($ ) Lucro Operacional $ 0 Administração Financeira, Segunda Edição Análise do Ponto de Equilíbrio Operacional Va lor es PEO Quantidades % +10 % LAJIR Custos financeiro LAIR IR 25% LL LPA (LL num ações) 375,00 437,50 500,00 Variação 14,28 % +14,28 % Variação pecentual no LPA 14,28 GAF = = = 1,43 Variação percentual no Lajir 10 O Grau de Alavancagem Financeira de 1,43 representa que para a variação de um ponto percentual no LAJIR, sem alterações nos custos financeiros de longo prazo, se tem uma variação de 1,43 no lucro por ação. 8. Calcule o Ponto de Equilíbrio Operacional de Caixa da empresa Cerro Azul S A. que apresenta os seguintes dados de seu único produto: Preço de venda = $ 150,00; Custo Variável Unitário = $ 90,00 e o seu Custo Fixo é de $ , dentro do qual há um custo de depreciação de $ Confirme através da preparação do Gráfico do Ponto de Equilíbrio Operacional de Caixa. 11

12 PEocx = F CSP PVu CVu PEocx = = $ Calcule o Ponto de Equilíbrio Operacional em Moeda da empresa Campo Magro S.A. que apresenta os seguintes dados de seu único produto: Preço de venda = $ 2.000,00; Custo Variável Unitário = $ 1.400,00, o seu Custo Fixo é de $ A capacidade máxima de produção da empresa, com estes dados, é de unidades. Prove que o seu resultado está correto preparando a Demonstração de Resultado com o dado obtido. F P = CVT 1 ROT P = = $ Receita de vendas 350 unidades x $ $ Menos Custos Fixos ($ ) Custos Variáveis 350 unidades x $ 1.400,00 ($ ) Lucro Operacional $ A empresa Machadinho Ltda tem uma receita operacional de $ , custos variáveis de $ e custos fixos de $ A empresa está projetando um crescimento das receitas para o próximo ano de 30%, mantendo os custos fixos totais e custos variáveis aumentando na mesma proporção das vendas. Calcule o grau de alavancagem operacional. 12

13 + 30 % Receita operacional (-) Custos e despesas operacionais variáveis (-) Custos e despesas operacionais fixas = lucros antes de juros e imposto de renda - LAJIR ,2% Variacao percentual no LAJIR 44,2% GAO = = = 1,47 Variacao percentual nas receitas 30,0% 11. A empresa Catanduvas S.A. espera um lucro antes de juros e de imposto de renda de $ neste ano, têm um custo de dívida de longo prazo de $ por ano. Seu imposto de renda é de 32%, e tem ações ordinárias. Calcule o grau de alavancagem financeira caso ocorra variação de 10% para mais e para menos no LAJIR. - 10,00 % + 10,00% LAJIR (-) juros LAIR (-) imposto de renda LLDIR LPA ,67 453,33-14,29% +14,29% Variacao percentual no LPA 14,29% GAF = = = 1,43 Variacao percentual no LAJIR 10,0% vezes 12. A empresa Espigão das Antas S.A. tem uma receita operacional de $ , custos variáveis de $ e custos fixos de $ A empresa está projetando um crescimento das receitas para o próximo ano de 12,86%, mantendo os custos fixos totais e custos variáveis aumentando na mesma proporção das vendas. A empresa tem um custo de dívida de longo prazo de $ por ano. Seu imposto de renda é de 32%, e tem ações ordinárias. Calcule: a. O grau de alavancagem operacional. b. O grau de alavancagem financeira. c. O grau de alavancagem combinada. + 12,86 % Receita operacional (-) Custos e despesas operacionais variáveis (-) Custos e despesas operacionais fixas

14 a) GAO b)gaf c) GAT Administração Financeira, Segunda Edição = lucros antes de juros e imposto de renda - LAJIR (-) Custo da dívida =LAIR (-) IR 32% LLDIR Lucro por ação 408,00 530, ,0% Variacao percentual no LAJIR 20% GAO = = = 1,5552 Variacao percentual nas receitas 12,86% Variacao percentual no LPA 30% GAF = = = 1,50 Variacao percentual no LAJIR 20,0% vezes Variacao percentual no LPA 30% GAT = = = 2,338 Variacao percentual nas Vendas 12,86% ou GAT = GAO X GAF GAT = 1,5552 X 1,50 = 2, Escolha as demonstrações financeiras de uma Sociedade Anônima industrial, publicadas em jornal, para analisar a sua estrutura (pode ser a mesma utilizada no exercício 26 deste capítulo) e prepare uma análise financeira, destacando: a. Os índices de liquidez b. Os índices de atividade ou eficiência operacional c. Os índices de endividamento d. Os índices de lucratividade ou rentabilidade e. Os índices de mercado f. Faça uma comparação dos índices dos dois anos das demonstrações financeiras. g. Se possível, compare os índices com a média setorial h. Apresente suas conclusões sobre os resultados obtidos. Questão aberta. 14. Repita o exercício 13. só que agora escolha uma Sociedade Anônima que atue no comércio. Questão aberta 15. Repita o exercício 13. para uma Sociedade Anônima prestadora de serviços. Questão aberta. 16. A partir dos dados apresentados a seguir, calcule a TRAT e a TRPL, através das fórmulas e através do esquema do sistema Du Pont. 14

15 DRE Balanço Patrimonial Vendas $ ATIVO CPV Ativo Circulante $ Despesas Operacionais Ativo permanente Líquido Despesas Financeiras Total do Ativo LAIR Imposto de Renda 32% 800 PASSIVO Lucro Líquido após IR Passivo Circulante Exigível de Longo Prazo Patrimônio Líquido Total do Passivo lucro líquido após IR TRAT = = = 14,17 % ativo total lucro líquido após IR TRPL = = = 29,8% patrimônio líquido Considere agora que o LAIR do exercício 16 tenha baixado para R$ 1.600,00. Calcule a TRAT e a TRPL, através das fórmulas e através do esquema do sistema Du Pont. Indique duas medidas possíveis de alterar a nova situação encontrada. LAIR Imposto de Renda 32% 512 Lucro Líquido após IR lucro líquido após IR TRAT = = = 9,07 % ativo total lucro líquido após IR TRPL = = = 19,1% patrimônio líquido A empresa Guajuvira S.A. tem a seguinte estrutura de capital: Tipo de Capital Valor Custo após IR 1 Ações Ordinárias $ % 1 Lembre-se que os custos de capital próprio, no caso de dividendos, não se constituem despesas para os efeitos de Imposto de Renda. 15

16 Ações Preferenciais $ % Debêntures $ % Financiamento de Longo $ % prazo 1 Financiamento de Longo $ % prazo 2 Financiamento de Longo $ % prazo 3 Calcule o Custo Médio e Ponderado do Capital da Empresa. Administração Financeira, Segunda Edição Tipo de Capital Valor Participação Custo após IR Custo ponderado % (1) (2) (1 x 2) Ações Ordinárias $ ,38 15% 3,8070 Ações Preferenciais $ ,23 16% 2,4368 Debêntures $ ,30 14% 2,8420 Financiamento de Longo $ prazo 1 10,15 17% 1,7255 Financiamento de Longo $ prazo 2 12,69 16% 2,0304 Financiamento de Longo $ prazo 3 16,25 18% 2,0250 Totais $ % CMPC =- 15,7667% 19. A Itaperuçu Empreendimentos S.A. possuía, no ano passado, um Ativo Total de R$ , com recursos próprios, sem utilizar capital de terceiros. Seus acionistas esperavam que a empresa gerasse lucros que correspondessem a 17% de seus investimentos. Naquele ano, a empresa teve um Lucro Operacional após IR de $ ,. Utilizando o modelo de avaliação de desempenho financeiro EVA Valor Econômico Adicionado, você conclui que o lucro foi suficiente para satisfazer os acionistas? Lucro operacional após os impostos (-) Custo total de capital (.17 x $ ) (=) Valor Econômico Adicionado (EVA) (45.000) Não foi suficiente. 20. O Gerente Financeiro da empresa Paiol de Baixo Ltda. Acaba de aprender como calcular o Eva. Chegando à empresa, deparou-se com os seguintes dados: - Estrutura de capital projetada para o final do ano Capital social R$ ,00 (os sócios querem remuneração de 15% de seu capital). Financiamento junto ao BRDE R$ a um custo de 17%. Financiamento junto a outra Instituição Financeira R$ a um custo de 20%. - Lucro Operacional projetado R$ , a. Calcule o EVA Valor Econômico Adicionado para os dados projetados. b. Indique duas medidas possíveis de alterar a situação projetada. a) Participação Custo após IR Tipo de Capital Valor % (1) (2) Custo ponderado (1 x 2) Capital Social $ % 8,4 16

17 BNDES $ % 5,44 Outro financiador $ % 2,4 Totais $ % CMPC =- 16,24% Lucro operacional após os impostos (-) Custo total de capital (.1624 x $ ) (=) Valor Econômico Adicionado (EVA) (20.600) b) Tentar reduzir os custos de capital e produzir maior volume de lucros operacionais. 21. A partir da DRE abaixo, calcule o LAJIDA da empresa. DRE Vendas $ CPV Despesas Operacionais Depreciação 700 Despesas Financeiras 900 LAIR Imposto de Renda 32% 384 Lucro Líquido após IR 816 Compare e discuta o resultado obtido com o Lucro Líquido apresentado. Para obter um LAJIDA melhor, quais seriam os pontos a atacar? DRE LAJIDA Vendas $ $ CPV Despesas Operacionais Depreciação 700 Despesas Financeiras 900 LAIR Imposto de Renda 32% 384 Lucro Líquido após IR b) Tentar produzir maior volume de vendas e reduzir CPV e Despesas Operacionais. ANEXO 1 Página 80 Onde: TRIT = Taxa de Retorno do Investimento Total CMPC = Custo Médio e Ponderado de Capital Para o exemplo anterior, teríamos: EVA = (20% - 15,5%) x $ EVA = O EVA encontrado é o mesmo do exemplo anterior. 17

18 LAJIDA - Lucro Antes de Juros, Imposto de Renda, Depreciação e Amortização ou EBTIDA O LAJIDA é um indicador de desempenho que mede a capacidade da empresa gerar recursos provenientes de suas atividades operacionais. Além disso, demonstra o resultado operacional livre de encargos decorrentes de: Despesas financeiras Imposto de renda e contribuição social Depreciação e/ou outros encargos escriturais, tais como amortização e exaustão. Assim, o indicador fica restrito àqueles custos operacionais mais diretamente administráveis pela direção da empresa, dado que encargos financeiros são decorrentes de políticas financeiras determinadas pelos proprietários e estão, também, sujeitos às condições do mercado sobre as quais o administrador não tem ação, a depreciação é conseqüência dos investimentos realizados a priori em bens depreciáveis, além disso, a depreciação não representa saída de caixa, sendo considerada uma despesa escritural. Os valores atribuídos ao imposto de renda e à contribuição social são condicionados aos resultados da empresa. Quadro 3.18 Comparativo entre a DRE e o LAJIDA da Vinhedo S.A. Resultados de 2003 Valores em $ DRE LAJIDA Receita Operacional Bruta Deduções da Receita Bruta (5.143) (5.143) Receita Operacional Líquida Custo dos Produtos Vendidos (11.000) (11.000) Lucro Bruto Despesas Operacionais (4.857) (1.070) - Despesas com Vendas (280) (280) - Despesas Gerais e Administrativas (790) (790) - Depreciação (3.787) Lucro Operacional Despesas Financeiras (500) Lucro Antes do Imposto de Renda Imposto de Renda (1.440) Lucro Líquido após IR LAJIDA

19 MANUAL DO PROFESSOR CAPÍTULO 5 RISCO E RETORNO O Manual do professor deste Capítulo é formado de quatro partes; Parte 1. Correções de eventuais erros da edição, primeira impressão. Arquivo: MANUAL DO PROFESSOR CORREÇÕES CAP 5.pdf Parte 2. Respostas das questões apresentadas no final do Capítulo. Arquivo: MANUAL DO PROFESSOR QUESTÕES CAP 5.pdf Parte 3. Resolução dos exercícios de final de Capítulo. Arquivo: MANUAL DO PROFESSOR EXERCÍCIOS CAP 5.pdf Parte 4. Arquivo em separado de slides de apresentação do Capítulo (em power point). Arquivo: MANUAL DO PROFESSOR CAP 5.ppt Parte 3. Respostas dos exercícios apresentados no final do Capítulo 1. Elabore o gráfico risco X retorno, a partir das informações da tabela: Risco Retorno A 5% 1% B 10% 2% C 15% 3% D 20% 4% E 25% 5% Risco X Retorno taxa de retorno 6,0% 4,0% 2,0% 0,0% 0,0% 5,0% 10,0% 15,0% 20,0% 25,0% 30,0% nível de risco 1

20 2. Compare o retorno obtido por duas ações, em que os custos de corretagem são os mesmos para as duas operações: a Ornamentus S.A. podia ser comprada no mercado por $0,85 no início do ano; a empresa distribuiu dividendos no valor de $0,30 no período e no início do ano seguinte pôde ser vendida no mercado por $1,15. A Beldade S.A. podia ser comprada no mercado por $0,65 no início do ano; a empresa distribuiu dividendos no valor de $0,35 por ação e no início do ano seguinte pôde ser vendida no mercado por $0,95. Ações Ornamentus Beldade Preço atual do ativo Pt 1,15 0,95 Preço inicial do ativo Pt-1 0,85 0,65 Receita no período Ct 0,30 0,35 Taxa de retorno: k 70,59% 100,00% A empresa Beldade S A apresenta maior retorno sobre o capital investido inicialmente. 3. Calcule o retorno médio e o desvio-padrão dos retornos de uma série de títulos, em determinado período. Apresente o histograma de freqüência e explique seu significado. Retire as informações de jornais de circulação nacional. Data 06/06/2002 Rentabilidade Rent. Média - Variância média por fundo - Rentab. do fundo Schahin FIF RF 1,3963-0,0104 0, Pactual Yield 1,3769 0,0090 0, BBM Yield institucional 1,3789 0,0070 0, BBA Icatu Performance FAQ 1,3867-0,0008 0, BBA Icatu Renda Fixa FAQ 1,3868-0,0009 0, Banco Cidademais FIF 1,3933-0,0074 0, JP Morgan Profit FIF 1,3810 0,0049 0, Dibens Plus FAQ FIF 1,3751 0,0108 0, FIF Concórdia Extra 1,4011-0,0152 0, Banco Cidade Empresarial 1,3851 0,0008 0, Retorno médio 1,3859 0, desvio padrão 0,

21 1,4050 1,4000 1,3950 1,3900 1,3850 1,3800 1,3750 1,3700 1,3650 1,3600 Schahin FIF RF Pactual Yield BBM Yield institucional BBA Icatu Performance BBA Icatu Renda Fixa Banco Cidademais JP Morgan Profit FIF Dibens Plus FAQ FIF FIF Concórdia Banco Cidade A rentabilidade dos fundos considerados não foge muito da média, porquanto o desvio padrão é muito baixo (dp = 0,0258). O histograma de freqüência também mostra isso, porque apesar de não se repetirem índices de rentabilidade, as taxas verificadas são muito próximas. Para o investidor essa informação mostra que não haverá grande variabilidade de retornos ao se investir em qualquer um desses fundos. Os retornos poderão variar entre 1,41% e,136% ao se aplicar em um dos fundos. 4. Considere as taxas de retorno das ações apresentadas na tabela a seguir para calcular o retorno médio esperado da carteira, em cada um dos cenários previstos. Calcule, também, variância, desvio-padrão e correlação, e explique se a carteira está diversificada ou não. Quadro de enários Taxas de retorno Probabilidade esperadas Retorno da Cenário de ocorrência título A título B título C carteira Otimista 33% 9% 10% 7% 9% Normal 34% 8% 8% 8% 8% pessimista 33% 7% 6% 9% 7% taxa média μ 8% 8% 8% 8% 3

22 Quadro para Variância, Covariância e Correlação Probabilidade variância cenário de ocorrência título A título B título C otimista 0, , , normal 0, , , pessimista 0, , , variância σ 2 0, , , desvio padrão σ 0,81% 1,62% 0,81% covariância: Difer. em relação ao retorno esperado produto das Ponderação das A e B título A título B diferenças diferenças 1% 2% 0,020% 0,007% 0% 0% 0,000% 0,000% -1% -2% 0,020% 0,007% cov(ra,rb) 0,013% 4

23 covariância: Difer. em relação ao retorno esperado produto das Ponderação das A e C título A título C diferenças diferenças 1% -1% -0,010% -0,003% 0% 0% 0,000% 0,000% -1% 1% -0,010% -0,003% cov(ra,rc) covariância: Difer. em relação ao 0,007% retorno esperado produto das Ponderação das B e C título B título C diferenças diferenças 2% -1% -0,020% -0,007% 0% 0% 0,000% 0,000% -2% 1% -0,020% -0,007% cov(rb,rc) 0,013% correlação A e B A e C B e C 1,00-1,00-1,00 A carteira está relativamente diversificada, pois A e B variam da mesma forma e os títulos A e C e B e C variam de forma inversa. 5. Calcule o retorno exigido de uma ação, utilizando o modelo do CAPM, para que um investidor retire seu dinheiro da caderneta de poupança e aplique nessa ação, que apresenta beta de 0,85. O retorno de mercado está em 10%. CAPM: k 1 = R f + [ b j x ( k m R f )] k 1 = [0,06 + 0,85 (0,10 0,06)] k 1 = [0,06 + 0,85 x 0,04] k 1 = 0,06 + 0,034 k 1 = 0,094 = 9,4 % ao ano. R: O retorno esperado é de 9,4% ao ano. 5

24 6. Elabore a expressão algébrica do modelo APT para uma carteira de ação cujos principais fatores de influência são o nível de inflação e a variação na taxa de câmbio. Os índices de variação estão indicados no quadro abaixo: 0,68 Índice da variação da carteira em relação ao nível de inflação 0,92 Índice de variação da carteira em relação ao nível da taxa de câmbio k = k 1 + β 1 F 1 + β 2 F 2 + β n F n k= k 1 + 0,68 F 1 + 0,92 F 2 Considerando o modelo APT do problema anterior, calcule o retorno esperado da carteira caso o retorno médio do setor seja de 6%, a inflação aumente 3% e a taxa cambial aumente em 4%. k= k 1 + 0,68 F 1 + 0,92 F 2 k= 0,06 + 0,68x0,03 + 0,92x0,04 k=0,06+0,0204+0,0368 k= 0,1172 = 11,72% R: O retorno esperado dessa carteira é de 11,72%. 8. Refaça os cálculos do problema anterior, considerando que a variação da inflação foi negativa em 1%. Explique o que ocorre com o retorno esperado da carteira. k= k 1 + 0,68 F 1 + 0,92 F 2 k = 0,06 + 0,68x(-0,01) + 0,92x0,04 k = 0,06 0, ,0368 k = 0,09 = 9% R: O retorno esperado passou a ser de 9%, menor que o anterior, por que a expectativa de inflação menor acaba por exigir menor retorno. 6

Resumo de Análise de Projetos de Investimento

Resumo de Análise de Projetos de Investimento Agosto/2011 Resumo de Análise de Projetos de Investimento Valor Quanto vale um ativo? Quanto vale uma empresa? Quanto vale um projeto? Valor Contábil É o valor da empresa para a Contabilidade. Ou seja,

Leia mais

Ativos Patrimônio Líquido CAPÍTULO 2 CUSTO DE CAPITAL E CUSTOS FINANCEIROS. 1. Custo de Capital

Ativos Patrimônio Líquido CAPÍTULO 2 CUSTO DE CAPITAL E CUSTOS FINANCEIROS. 1. Custo de Capital 34 CAPÍTULO 2 CUSTO DE CAPITAL E CUSTOS FINANCEIROS 1. Custo de Capital Custo de capital é a taxa de retorno que a empresa precisa obter sobre os seus projetos de investimentos, para manter o valor de

Leia mais

Gestão Financeira de Organizações

Gestão Financeira de Organizações Gestão Financeira de Organizações Módulo 7 - Custo de Capital e Estrutura de Capital Prof. Luiz Antonio Campagnac e-mail: luiz.campagnac@gmail.com Livro Texto Administração Financeira: princípios, fundamentos

Leia mais

GESTÃO FINANCEIRA. Prof. Local. Flavio Nicastro. flavio.nicastro@attatecnologia.com.br. 06-11-2013 aula revisão 1

GESTÃO FINANCEIRA. Prof. Local. Flavio Nicastro. flavio.nicastro@attatecnologia.com.br. 06-11-2013 aula revisão 1 GESTÃO FINANCEIRA Prof. Local Flavio Nicastro flavio.nicastro@attatecnologia.com.br 06-11-2013 aula revisão 1 Representação de Ativos 1) Um projeto produz um fluxo de caixa líquido depois de descontados

Leia mais

Sim a riqueza, que visa o valor! Para tomarmos a decisão ótima, precisamos saber responder 04 perguntas:

Sim a riqueza, que visa o valor! Para tomarmos a decisão ótima, precisamos saber responder 04 perguntas: Análise de Projetos e Investimentos Autor: Prof. Ms. Thiago Nunes Bazoli Investimentos Podemos chamar de investimento em um determinado período os gastos destinados a ampliar a futura capacidade de consumo.

Leia mais

LL = Q x PVu Q x CVu CF

LL = Q x PVu Q x CVu CF UNIVERSIDADE ESTADUAL DE MARINGÁ CENTRO DE CIÊNCIAS SOCIAIS APLICADAS DEPARTAMENTO DE ADMINISTRAÇÃO CURSO DE ADMINISTRAÇÃO DISCIPLINA: ANÁLISE FINANCEIRA 2745 CARGA HORÁRIA: 68 PROFESSOR: MSc Vicente Chiaramonte

Leia mais

CONHECIMENTOS ESPECÍFICOS

CONHECIMENTOS ESPECÍFICOS Julgue os itens a seguir, a respeito da Lei n.º 6.404/197 e suas alterações, da legislação complementar e dos pronunciamentos do Comitê de Pronunciamentos Contábeis (CPC). 71 Os gastos incorridos com pesquisa

Leia mais

1.1.2.07.001 Empréstimos a empregados 1.1.2.07.002 Empréstimos a terceiros 1.1.2.08 Tributos a Compensar 1.1.2.08.001 IR Retido na Fonte a Compensar

1.1.2.07.001 Empréstimos a empregados 1.1.2.07.002 Empréstimos a terceiros 1.1.2.08 Tributos a Compensar 1.1.2.08.001 IR Retido na Fonte a Compensar A seguir um modelo de Plano de Contas que poderá ser utilizado por empresas comerciais, industriais e prestadoras de serviços, com as devidas adaptações: 1 Ativo 1.1 Ativo Circulante 1.1.1 Disponível 1.1.1.01

Leia mais

Demonstrações Contábeis

Demonstrações Contábeis Demonstrações Contábeis 12.1. Introdução O artigo 176 da Lei nº 6.404/1976 estabelece que, ao fim de cada exercício social, a diretoria da empresa deve elaborar, com base na escrituração mercantil, as

Leia mais

2ª edição Ampliada e Revisada. Capítulo 10 Demonstração das Origens e Aplicações de Recursos

2ª edição Ampliada e Revisada. Capítulo 10 Demonstração das Origens e Aplicações de Recursos 2ª edição Ampliada e Revisada Capítulo Demonstração das Origens e Aplicações de Recursos Tópicos do Estudo Demonstração das Origens e Aplicações de Recursos (Doar). Uma primeira tentativa de estruturar

Leia mais

COMITÊ DE PRONUNCIAMENTOS CONTÁBEIS PRONUNCIAMENTO TÉCNICO CPC 03 DEMONSTRAÇÃO DE FLUXOS DE CAIXA

COMITÊ DE PRONUNCIAMENTOS CONTÁBEIS PRONUNCIAMENTO TÉCNICO CPC 03 DEMONSTRAÇÃO DE FLUXOS DE CAIXA COMITÊ DE PRONUNCIAMENTOS CONTÁBEIS PRONUNCIAMENTO TÉCNICO CPC 03 DEMONSTRAÇÃO DE FLUXOS DE CAIXA Correlação às Normas Internacionais de Contabilidade IAS 7 (IASB) PRONUNCIAMENTO Conteúdo Item OBJETIVO

Leia mais

Análise de Viabilidade em Projetos

Análise de Viabilidade em Projetos MBA em Projetos Análise de Viabilidade em Projetos Professor: Milton Juer E-mail: mmjuer@gmail.com ANÁLISE DE VIABILIDADE EM PROJETOS AVALIAÇÃO: TRABALHO Estudo de caso e/ou lista de exercícios individual

Leia mais

Escolha de investimentos via fluxos de caixa irregulares

Escolha de investimentos via fluxos de caixa irregulares Escolha de investimentos via fluxos de caixa irregulares descontados WERNKE, Rodney. Gestão financeira: ênfase em aplicações e casos nacionais. Rio de Janeiro, Saraiva, 2008. Capítulo 4 Aula de Fernando

Leia mais

Unidade IV INTERPRETAÇÃO DAS. Prof. Walter Dominas

Unidade IV INTERPRETAÇÃO DAS. Prof. Walter Dominas Unidade IV INTERPRETAÇÃO DAS DEMONSTRAÇÕES CONTÁBEIS Prof. Walter Dominas Conteúdo programático Unidade I Avaliação de Empresas Metodologias Simples Unidade II Avaliação de Empresas - Metodologias Complexas

Leia mais

CONHECIMENTOS ESPECÍFICOS

CONHECIMENTOS ESPECÍFICOS De acordo com o comando a que cada um dos itens de 51 a 120 se refira, marque, na folha de respostas, para cada item: o campo designado com o código C, caso julgue o item CERTO; ou o campo designado com

Leia mais

ABERTURA DAS CONTAS DA PLANILHA DE RECLASSIFICAÇÃO DIGITAR TODOS OS VALORES POSITIVOS.

ABERTURA DAS CONTAS DA PLANILHA DE RECLASSIFICAÇÃO DIGITAR TODOS OS VALORES POSITIVOS. ABERTURA DAS CONTAS DA PLANILHA DE RECLASSIFICAÇÃO DIGITAR TODOS OS VALORES POSITIVOS. I. BALANÇO ATIVO 111 Clientes: duplicatas a receber provenientes das vendas a prazo da empresa no curso de suas operações

Leia mais

AULA 04 EXERCÍCIO 06 - ANÁLISE DAS DEMONSTRAÇÕES CONTÁBEIS (FINANCEIRAS ):

AULA 04 EXERCÍCIO 06 - ANÁLISE DAS DEMONSTRAÇÕES CONTÁBEIS (FINANCEIRAS ): Contabilidade Gerencial e Controladoria Prof. Oscar Scherer Dia 23/03/2012. AULA 04 EXERCÍCIO 06 - ANÁLISE DAS DEMONSTRAÇÕES CONTÁBEIS (FINANCEIRAS ): Parte importante da administração financeira, devendo

Leia mais

CONHECIMENTOS ESPECÍFICOS»CONTABILIDADE «

CONHECIMENTOS ESPECÍFICOS»CONTABILIDADE « CONHECIMENTOS ESPECÍFICOS»CONTABILIDADE «21. A respeito das funções da Contabilidade, tem-se a administrativa e a econômica. Qual das alternativas abaixo apresenta uma função econômica? a) Evitar erros

Leia mais

Contabilidade Avançada Fluxos de Caixa DFC

Contabilidade Avançada Fluxos de Caixa DFC Contabilidade Avançada Demonstração dos Fluxos de Caixa DFC Prof. Dr. Adriano Rodrigues Normas Contábeis: No IASB: IAS 7 Cash Flow Statements No CPC: CPC 03 (R2) Demonstração dos Fluxos de Caixa Fundamentação

Leia mais

Gestão Financeira de Empresas

Gestão Financeira de Empresas Gestão Financeira de Empresas Módulo 6 Decisões de investimento de longo prazo Prof. Luiz Antonio Campagnac e-mail:luiz.campagnac@gmail.com Livro - Texto Administração Financeira: princ princípios, pios,

Leia mais

Projeções dos Demonstrativos Contábeis. Prof. Isidro

Projeções dos Demonstrativos Contábeis. Prof. Isidro Projeções dos Demonstrativos Contábeis Prof. Isidro Planejamento Financeiro O planejamento financeiro de uma empresa busca determinar suas necessidades de caixa e é feito em dois níveis: Curto prazo (operacional)

Leia mais

Gestão Financeira de Organizações

Gestão Financeira de Organizações Gestão Financeira de Organizações Módulo 10 - Política de Dividendos e Relações com Investidores Prof. Luiz Antonio Campagnac e-mail: luiz.campagnac@gmail.com Livro Texto Administração Financeira: princípios,

Leia mais

SEM0531 Problemas de Engenharia Mecatrônica III

SEM0531 Problemas de Engenharia Mecatrônica III SEM0531 Problemas de Engenharia Mecatrônica III Prof. Marcelo A. Trindade Departamento de Engenharia Mecânica Escola de Engenharia de São Carlos - USP Sala 2º andar Prédio Engenharia Mecatrônica (ramal

Leia mais

Parte 1 Risco e Retorno

Parte 1 Risco e Retorno TÓPICOSESPECIAIS EM FINANÇAS: AVALIAÇÃO DE PROJETOS E OPÇÕES REAIS. AGENDA 1. RISCO E RETORNO 2. CUSTO DE CAPITAL PROF. LUIZ E. BRANDÃO 3. CUSTO MÉDIO PONDERADO DE CAPITAL (WACC) RAFAEL IGREJAS Parte 1

Leia mais

COMITÊ DE PRONUNCIAMENTOS CONTÁBEIS PRONUNCIAMENTO TÉCNICO CPC 03 (R1) DEMONSTRAÇÃO DOS FLUXOS DE CAIXA

COMITÊ DE PRONUNCIAMENTOS CONTÁBEIS PRONUNCIAMENTO TÉCNICO CPC 03 (R1) DEMONSTRAÇÃO DOS FLUXOS DE CAIXA COMITÊ DE PRONUNCIAMENTOS CONTÁBEIS PRONUNCIAMENTO TÉCNICO CPC 03 (R1) DEMONSTRAÇÃO DOS FLUXOS DE CAIXA Correlação às Normas Internacionais de Contabilidade IAS 7 (IASB) PRONUNCIAMENTO Conteúdo OBJETIVO

Leia mais

Balanço Patrimonial e DRE

Balanço Patrimonial e DRE Balanço Patrimonial e DRE Administração financeira e orçamentária Professor: Me. Claudio Kapp Junior Email: juniorkapp@hotmail.com 2 Demonstrações Financeiras (Contábeis) Dados Dados Coletados Coletados

Leia mais

GESTÃO FINANCEIRA. Prof. Local. Flavio Nicastro. flavio.nicastro@attatecnologia.com.br. 30-10-2013 aula 3

GESTÃO FINANCEIRA. Prof. Local. Flavio Nicastro. flavio.nicastro@attatecnologia.com.br. 30-10-2013 aula 3 GESTÃO FINANCEIRA Prof. Local Flavio Nicastro flavio.nicastro@attatecnologia.com.br 30-10-2013 aula 3 Fluxo de Caixa Apuração do Imposto de Renda com base no Lucro Real Apuração do Imposto de Renda com

Leia mais

SUCESSO EM ALGUMAS EM OUTRAS... XXXXX. Salário para boa condição de vida. Leva à PRODUTIVIDADE que é buscada continuamente

SUCESSO EM ALGUMAS EM OUTRAS... XXXXX. Salário para boa condição de vida. Leva à PRODUTIVIDADE que é buscada continuamente ADMINISTRAR ----- NÃO É ABSOLUTO. SUCESSO EM ALGUMAS EM OUTRAS... INTEGRAÇÃO = PESSOAS / EMPRESAS = ESSENCIAL SATISFAÇÃO FINANCEIRA RESULTANTE DA SINERGIA Leva à PRODUTIVIDADE que é buscada continuamente

Leia mais

DEMONSTRAÇÃO DOS FLUXOS DE CAIXA

DEMONSTRAÇÃO DOS FLUXOS DE CAIXA CAPÍTULO 33 Este Capítulo é parte integrante do Livro Contabilidade Básica - Finalmente Você Vai Entender a Contabilidade. 33.1 CONCEITOS A demonstração dos fluxos de caixa evidencia as modificações ocorridas

Leia mais

GESTÃO FINANCEIRA. Prof. Local. Flavio Nicastro. flavio.nicastro@attatecnologia.com.br. 27-11-2012 aula 6

GESTÃO FINANCEIRA. Prof. Local. Flavio Nicastro. flavio.nicastro@attatecnologia.com.br. 27-11-2012 aula 6 GESTÃO FINANCEIRA Prof. Local Flavio Nicastro flavio.nicastro@attatecnologia.com.br 27-11-2012 aula 6 Revisão Geral Dinâmica 1 Lista de exercícios nº 28 1-A) A Grampão, empresa de grampos, pretende montar

Leia mais

A Geradora Aluguel de Máquinas S.A.

A Geradora Aluguel de Máquinas S.A. Balanço patrimonial em 31 de dezembro Ativo Passivo e patrimônio líquido Circulante Circulante Caixa e equivalentes de caixa 17.488 25.888 Fornecedores e outras obrigações 17.561 5.153 Contas a receber

Leia mais

2 Questão 31 Classificação de Contas e Grupos Patrimoniais

2 Questão 31 Classificação de Contas e Grupos Patrimoniais Conteúdo 1 Introdução... 1 2 Questão 31 Classificação de Contas e Grupos Patrimoniais... 1 3 Questão 32 Natureza das contas... 3 4 Questão 33 Lançamentos - Operações de captação de recursos... 4 5 Questão

Leia mais

ANÁLISE ECONÔMICA DE BALANÇO

ANÁLISE ECONÔMICA DE BALANÇO 1 ANÁLISE ECONÔMICA DE BALANÇO 1 QUOCIENTES DE RENTABILIDADE Os Quocientes de Rentabilidade servem para medir a capacidade econômica da empresa, isto é, evidenciam o grau de êxito econômico obtido pelo

Leia mais

FACULDADE DE CIÊNCIAS HUMANAS E SOCIAIS

FACULDADE DE CIÊNCIAS HUMANAS E SOCIAIS NOTA FACULDADE DE CIÊNCIAS HUMANAS E SOCIAIS Curso: Administração de Empresas Turma: Disciplina: Administração Financeira Professor : Maxwell Lucena / Aluno(a): Maxwe R.A.: Assinatura: Data: / / 1ª. Questão

Leia mais

COMO ANALISAR E TOMAR DECISÕES ESTRATÉGICAS COM BASE NA ALAVANCAGEM FINANCEIRA E OPERACIONAL DAS EMPRESAS

COMO ANALISAR E TOMAR DECISÕES ESTRATÉGICAS COM BASE NA ALAVANCAGEM FINANCEIRA E OPERACIONAL DAS EMPRESAS COMO ANALISAR E TOMAR DECISÕES ESTRATÉGICAS COM BASE NA ALAVANCAGEM FINANCEIRA E OPERACIONAL DAS EMPRESAS! O que é alavacagem?! Qual a diferença entre a alavancagem financeira e operacional?! É possível

Leia mais

e) 50.000.000,00. a) 66.000.000,00. c) 0,00 (zero).

e) 50.000.000,00. a) 66.000.000,00. c) 0,00 (zero). 1. (SEFAZ-PI-2015) Uma empresa, sociedade de capital aberto, apurou lucro líquido de R$ 80.000.000,00 referente ao ano de 2013 e a seguinte distribuição foi realizada no final daquele ano: valor correspondente

Leia mais

ANÁLISE FINANCEIRA VISÃO ESTRATÉGICA DA EMPRESA

ANÁLISE FINANCEIRA VISÃO ESTRATÉGICA DA EMPRESA ANÁLISE FINANCEIRA ADMINISTRAÇÃO FINANCEIRA NAS EMPRESAS INTEGRAÇÃO DOS CONCEITOS CONTÁBEIS COM OS CONCEITOS FINANCEIROS FLUXO DE OPERAÇÕES E DE FUNDOS VISÃO ESTRATÉGICA DA EMPRESA Possibilita um diagnóstico

Leia mais

Resumo Aula-tema 04: Dinâmica Funcional

Resumo Aula-tema 04: Dinâmica Funcional Resumo Aula-tema 04: Dinâmica Funcional O tamanho que a micro ou pequena empresa assumirá, dentro, é claro, dos limites legais de faturamento estipulados pela legislação para um ME ou EPP, dependerá do

Leia mais

DFP - Demonstrações Financeiras Padronizadas - 31/12/2013 - BANCO BRADESCO SA Versão : 2. Composição do Capital 1. Proventos em Dinheiro 2

DFP - Demonstrações Financeiras Padronizadas - 31/12/2013 - BANCO BRADESCO SA Versão : 2. Composição do Capital 1. Proventos em Dinheiro 2 Índice Dados da Empresa Composição do Capital 1 Proventos em Dinheiro 2 DFs Individuais Balanço Patrimonial Ativo 5 Balanço Patrimonial Passivo 9 Demonstração do Resultado 12 Demonstração do Resultado

Leia mais

Parte 2. Respostas das questões apresentadas no final do Capítulo

Parte 2. Respostas das questões apresentadas no final do Capítulo MANUAL DO PROFESSOR CAPÍTULO 1 A DECISÃO FINANCEIRA E A EMPRESA O Manual do professor deste Capítulo é formado de quatro partes; Parte 1. Correções de eventuais erros da edição, primeira impressão. Parte

Leia mais

FONTES DE FINANCIAMENTO DE CURTO PRAZO

FONTES DE FINANCIAMENTO DE CURTO PRAZO FONTES DE FINANCIAMENTO DE CURTO PRAZO Introdução Mercado de crédito Objetiva suprir a demanda por recursos de curto e médio prazo da economia, sendo constituído por todas as instituições financeiras bancárias

Leia mais

Escolha de investimentos. Aula de Fernando Nogueira da Costa

Escolha de investimentos. Aula de Fernando Nogueira da Costa Escolha de investimentos via fluxos de caixa descontados Aula de Fernando Nogueira da Costa Idéia Capital Valor do dinheiro no tempo: o capital emprestado (ou investido) em determinado período deve ser

Leia mais

MATERIAL DE APOIO PROFESSOR

MATERIAL DE APOIO PROFESSOR Aula n 04 online MATERIAL DE APOIO PROFESSOR Balanço Patrimonial Plano de Contas É um elemento sistematizado e metódico de todas as contas movimentadas por uma empresa. Cada empresa deverá ter seu próprio

Leia mais

Relatório Analítico 27 de março de 2012

Relatório Analítico 27 de março de 2012 VENDA Código de Negociação Bovespa TGM A3 Segmento de Atuação Principal Logística Categoria segundo a Liquidez 2 Linha Valor de M ercado por Ação (R$) 29,51 Valor Econômico por Ação (R$) 32,85 Potencial

Leia mais

1. a. Preencha os balancetes: 1.01.x1: Formação do Capital, com $ 400 em dinheiro e uma perua no valor de $ 200

1. a. Preencha os balancetes: 1.01.x1: Formação do Capital, com $ 400 em dinheiro e uma perua no valor de $ 200 EXERCÍCIOS EXTRAS 1. a. Preencha os balancetes: 1.01.x1: Formação do Capital, com $ 400 em dinheiro e uma perua no valor de $ 200 S.DEVEDORES (APLICAÇÕES)............ S.CREDORES (ORIGENS)...... t o t a

Leia mais

Prof. Cleber Oliveira Gestão Financeira

Prof. Cleber Oliveira Gestão Financeira Aula 2 Gestão de Fluxo de Caixa Introdução Ao estudarmos este capítulo, teremos que nos transportar aos conceitos de contabilidade geral sobre as principais contas contábeis, tais como: contas do ativo

Leia mais

Prof. Dr. José Francisco Calil Teoria Superior de Finanças Programa de Pós-graduação stricto sensu Doutorado em Administração, Campus Taquaral

Prof. Dr. José Francisco Calil Teoria Superior de Finanças Programa de Pós-graduação stricto sensu Doutorado em Administração, Campus Taquaral Teoria Superior de Finanças Programa de Pós-graduação stricto sensu Doutorado em Administração, Campus Taquaral Aula expositiva Ementa: Estudo da Moderna Teoria de Finanças e dos métodos que os administradores

Leia mais

IMES-FAFICA Administração Financeira e Análise de Investimentos 1ª Prova Bimestral

IMES-FAFICA Administração Financeira e Análise de Investimentos 1ª Prova Bimestral IMES-FAFICA Administração Financeira e Análise de Investimentos 1ª Prova Bimestral NOME: RA: PARTE A - Testes 1. As quatro áreas básicas de finanças são,,, e. Finanças Corporativas trata das decisões financeiras

Leia mais

4 Fatos Contábeis que Afetam a Situação Líquida: Receitas, Custos, Despesas, Encargos, Perdas e Provisões, 66

4 Fatos Contábeis que Afetam a Situação Líquida: Receitas, Custos, Despesas, Encargos, Perdas e Provisões, 66 Apresentação Parte I - CONCEITOS FUNDAMENTAIS DE CONTABILIDADE, 1 1 Introdução ao Estudo da Ciência Contábil, 3 1 Conceito, 3 2 Objeto, 3 3 Finalidade, 4 4 Técnicas contábeis, 4 5 Campo de aplicação, 5

Leia mais

CENTRO DE ECONOMIA E ADMINISTRAÇÃO FACULDADE DE ADMINISTRAÇÃO DISCIPLINA: ADMINISTRAÇÃO FINANCEIRA I CAPITAL DE GIRO

CENTRO DE ECONOMIA E ADMINISTRAÇÃO FACULDADE DE ADMINISTRAÇÃO DISCIPLINA: ADMINISTRAÇÃO FINANCEIRA I CAPITAL DE GIRO CENTRO DE ECONOMIA E ADMINISTRAÇÃO FACULDADE DE ADMINISTRAÇÃO DISCIPLINA: ADMINISTRAÇÃO FINANCEIRA I CAPITAL DE GIRO 1 Fundamentos sobre Capital de Giro O objetivo da Administração Financeira de Curto

Leia mais

PÓS-GRADUAÇÃO LATO SENSU ESPECIALIZAÇÃO GESTÃO ESTRATÉGICA DE FINANÇAS 1 JUSTIFICATIVA

PÓS-GRADUAÇÃO LATO SENSU ESPECIALIZAÇÃO GESTÃO ESTRATÉGICA DE FINANÇAS 1 JUSTIFICATIVA PÓS-GRADUAÇÃO LATO SENSU ESPECIALIZAÇÃO GESTÃO ESTRATÉGICA DE FINANÇAS 1 JUSTIFICATIVA A atividade empresarial requer a utilização de recursos financeiros, os quais são obtidos na forma de crédito e de

Leia mais

ANÁLISE DE BALANÇOS MÓDULO 1

ANÁLISE DE BALANÇOS MÓDULO 1 ANÁLISE DE BALANÇOS MÓDULO 1 Índice Análise Vertical e Análise Horizontal...3 1. Introdução...3 2. Objetivos e técnicas de análise...4 3. Análise vertical...7 3.1 Cálculos da análise vertical do balanço

Leia mais

COMITÊ DE PRONUNCIAMENTOS CONTÁBEIS PRONUNCIAMENTO TÉCNICO CPC 08. Custos de Transação e Prêmios na Emissão de Títulos e Valores Mobiliários

COMITÊ DE PRONUNCIAMENTOS CONTÁBEIS PRONUNCIAMENTO TÉCNICO CPC 08. Custos de Transação e Prêmios na Emissão de Títulos e Valores Mobiliários COMITÊ DE PRONUNCIAMENTOS CONTÁBEIS PRONUNCIAMENTO TÉCNICO CPC 08 Custos de Transação e Prêmios na Emissão de Títulos e Valores Mobiliários Correlação às Normas Internacionais de Contabilidade IAS 39 partes

Leia mais

GPME Prof. Marcelo Cruz

GPME Prof. Marcelo Cruz GPME Prof. Marcelo Cruz Política de Crédito e Empréstimos Objetivos Compreender os tópicos básicos da administração financeira. Compreender a relação da contabilidade com as decisões financeiras. Compreender

Leia mais

ANALISE DAS DEMONSTRAÇÕES CONTÁBEIS. Prof. Mário Leitão

ANALISE DAS DEMONSTRAÇÕES CONTÁBEIS. Prof. Mário Leitão ANALISE DAS DEMONSTRAÇÕES CONTÁBEIS Prof. Mário Leitão Estrutura das Demonstrações Financeiras A análise das demonstrações financeiras exige conhecimento do que representa cada conta que nela figura. Há

Leia mais

CONHECIMENTOS ESPECÍFICOS» ADMINISTRAÇÃO FINANCEIRA «

CONHECIMENTOS ESPECÍFICOS» ADMINISTRAÇÃO FINANCEIRA « CONHECIMENTOS ESPECÍFICOS» ADMINISTRAÇÃO FINANCEIRA «21. O sistema de intermediação financeira é formado por agentes tomadores e doadores de capital. As transferências de recursos entre esses agentes são

Leia mais

DFP - Demonstrações Financeiras Padronizadas - 31/12/2012 - COMPANHIA DE BEBIDAS DAS AMÉRICAS-AMBEV Versão : 1. Composição do Capital 1

DFP - Demonstrações Financeiras Padronizadas - 31/12/2012 - COMPANHIA DE BEBIDAS DAS AMÉRICAS-AMBEV Versão : 1. Composição do Capital 1 Índice Dados da Empresa Composição do Capital 1 Proventos em Dinheiro 2 DFs Individuais Balanço Patrimonial Ativo 4 Balanço Patrimonial Passivo 6 Demonstração do Resultado 9 Demonstração do Resultado Abrangente

Leia mais

A G Ê N C I A N A C I O N A L D E E N E R G I A E L É T R I C A. Módulo 9: Concessionárias de Transmissão. S u b m ó d u l o 9. 8

A G Ê N C I A N A C I O N A L D E E N E R G I A E L É T R I C A. Módulo 9: Concessionárias de Transmissão. S u b m ó d u l o 9. 8 A G Ê N C I A N A C I O N A L D E E N E R G I A E L É T R I C A Módulo 9: Concessionárias de Transmissão S u b m ó d u l o 9. 8 M e t o d o l o g i a d e c á l c u l o de p r e ç o t e t o d a R e c e

Leia mais

ADMINISTRAÇÃO FINANCEIRA DE LONGO PRAZO

ADMINISTRAÇÃO FINANCEIRA DE LONGO PRAZO Administração Financeira de Longo Prazo Faculdade de Tecnologia Senac-RS 1 ADMINISTRAÇÃO FINANCEIRA DE LONGO PRAZO ÍNDICE I Risco e Retorno... 03 II Exercícios Risco e Retorno... 11 III Custo do Capital...

Leia mais

2ª edição Ampliada e Revisada. Capítulo 5 Balanço Patrimonial

2ª edição Ampliada e Revisada. Capítulo 5 Balanço Patrimonial 2ª edição Ampliada e Revisada Capítulo Balanço Patrimonial Tópicos do Estudo Introdução Representação gráfica. Ativo. Passivo. Patrimônio Líquido. Outros acréscimos ao Patrimônio Líquido (PL) As obrigações

Leia mais

Gerdau S.A. e Metalúrgica Gerdau S.A. Em 31 de dezembro de 2011 e 2010

Gerdau S.A. e Metalúrgica Gerdau S.A. Em 31 de dezembro de 2011 e 2010 54 RELATÓRIO ANUAL GERDAU 2011 DEMONSTRAÇÕES FINANCEIRAS RESUMIDAS Gerdau S.A. e Metalúrgica Gerdau S.A. Em 31 de dezembro de 2011 e 2010 GERDAU S.A. e empresas controladas BALANÇOS PATRIMONIAIS CONSOLIDADOS

Leia mais

Cap. V Produtos Financeiros

Cap. V Produtos Financeiros 5.1 CDB/RDB Cap. V Produtos Financeiros Prof. Uérito Cruz Um banco anuncia pagar 22,6% a.a. para aplicação em CDB de sua emissão. É projetada uma inflação de 7,2% a.a. e o mercado trabalha como taxa referencial

Leia mais

3. Pronunciamento Técnico CPC 03 Demonstração dos Fluxos de Caixa

3. Pronunciamento Técnico CPC 03 Demonstração dos Fluxos de Caixa TÍTULO : PLANO CONTÁBIL DAS INSTITUIÇÕES DO SISTEMA FINANCEIRO NACIONAL - COSIF 1 3. Pronunciamento Técnico CPC 03 Demonstração dos Fluxos de Caixa Aplicação 1 - As instituições financeiras e demais instituições

Leia mais

4º E 5º PERIODOS CIENCIAS CONTABEIS PROF NEUSA. 1- A empresa Brasil S/A apresenta inicialmente os seguintes saldos contábeis:

4º E 5º PERIODOS CIENCIAS CONTABEIS PROF NEUSA. 1- A empresa Brasil S/A apresenta inicialmente os seguintes saldos contábeis: 4º E 5º PERIODOS CIENCIAS CONTABEIS PROF NEUSA Exercícios: 1- A empresa Brasil S/A apresenta inicialmente os seguintes saldos contábeis: Banco 100.000 Duplicatas a receber 80.000 Financiamentos 80.000

Leia mais

PODER JUDICIÁRIO FEDERAL JUSTIÇA FEDERAL DE PRIMEIRO GRAU Seção Judiciária do Rio Grande do Norte Rua Dr. Lauro Pinto, nº 245, Lagoa Nova, Natal/RN

PODER JUDICIÁRIO FEDERAL JUSTIÇA FEDERAL DE PRIMEIRO GRAU Seção Judiciária do Rio Grande do Norte Rua Dr. Lauro Pinto, nº 245, Lagoa Nova, Natal/RN PODER JUDICIÁRIO FEDERAL JUSTIÇA FEDERAL DE PRIMEIRO GRAU Seção Judiciária do Rio Grande do Norte Rua Dr. Lauro Pinto, nº 245, Lagoa Nova, Natal/RN PROCESSO SELETIVO PARA ESTÁGIO REMUNERADO EM CIÊNCIAS

Leia mais

1.1 Demonstração dos Fluxos de Caixa

1.1 Demonstração dos Fluxos de Caixa 1 Exercícios de Fixação (Questões de concurso) 1.1 Demonstração dos Fluxos de Caixa 1.1.1 Concurso para AFRF 2000 prova de contabilidade avançada - Questão 15 ENUNCIADO 15- Aplicações em Investimentos

Leia mais

Análise das Demonstrações Contábeis

Análise das Demonstrações Contábeis Análise das Demonstrações Contábeis Prof. José MANOEL da Costa As demonstrações contábeis para usuário externo, publicadas aos usuários em geral, como já visto, são publicadas conforme princípios e normas

Leia mais

CONTABILIDADE GERAL E GERENCIAL

CONTABILIDADE GERAL E GERENCIAL CONTABILIDADE GERAL E GERENCIAL AULA 03: ESTRUTURA DAS DEMONSTRAÇÕES CONTÁBEIS TÓPICO 03: ORIGEM E EVOLUÇÃO HISTÓRICA DA QUALIDADE A DRE tem por objetivo evidenciar a situação econômica de uma empresa,

Leia mais

Pindyck & Rubinfeld, Capítulo 15, Mercado de Capitais::REVISÃO

Pindyck & Rubinfeld, Capítulo 15, Mercado de Capitais::REVISÃO Pindyck & Rubinfeld, Capítulo 15, Mercado de Capitais::REVISÃO 1. Uma empresa utiliza tecidos e mão-de-obra na produção de camisas em uma fábrica que foi adquirida por $10 milhões. Quais de seus insumos

Leia mais

As técnicas mais difundidas para avaliar propostas de investimentos são:

As técnicas mais difundidas para avaliar propostas de investimentos são: 18 CAPÍTULO 1 INVESTIMENTO A LONGO PRAZO (continuação) 2. Técnicas de Orçamento de Capital 2.1 Técnicas de análise de Orçamento de Capital As técnicas de análise de orçamentos de capital são utilizadas

Leia mais

A Importância do Plano Financeiro no Plano de Negócios

A Importância do Plano Financeiro no Plano de Negócios A Importância do Plano Financeiro no Plano de Negócios Vanessa da Silva Sidônio vanessa_sidonio@hotmail.com Professor Heber Lavor Moreira heber@peritocontador.com.br Trabalho da Disciplina Administração

Leia mais

Basicamente, o relatório de fluxo de caixa deve ser segmentado em três grandes áreas:

Basicamente, o relatório de fluxo de caixa deve ser segmentado em três grandes áreas: CASHFLOW OU FLUXO DE CAIXA 1. CONCEITO É um demonstrativo que reflete dinamicamente o fluxo do disponível da empresa, em um determinado período de tempo. 2. FINALIDADES 2.1. Evidenciar a movimentação dos

Leia mais

1-DEMONSTRATIVOS CONTÁBEIS BÁSICOS 1.1 OBJETIVO E CONTEÚDO

1-DEMONSTRATIVOS CONTÁBEIS BÁSICOS 1.1 OBJETIVO E CONTEÚDO 2 -DEMONSTRATIVOS CONTÁBEIS BÁSICOS. OBJETIVO E CONTEÚDO Os objetivos da Análise das Demonstrações Contábeis podem ser variados. Cada grupo de usuários pode ter objetivos específicos para analisar as Demonstrações

Leia mais

1 Fundamentos de Avaliação de Projetos 1

1 Fundamentos de Avaliação de Projetos 1 Sumário Prefácio xiii 1 Fundamentos de Avaliação de Projetos 1 A EMPRESA 6 CUSTO DE OPORTUNIDADE 8 PROJETO DE INVESTIMENTO 9 VALOR DO PROJETO 10 LUCRO ECONÔMICO DO PROJETO 14 VALOR PRESENTE LÍQUIDO DO

Leia mais

Logística Prof. Kleber dos Santos Ribeiro. Contabilidade. História. Contabilidade e Balanço Patrimonial

Logística Prof. Kleber dos Santos Ribeiro. Contabilidade. História. Contabilidade e Balanço Patrimonial Logística Prof. Kleber dos Santos Ribeiro Contabilidade e Balanço Patrimonial Contabilidade É a ciência teórica e prática que estuda os métodos de cálculo e registro da movimentação financeira e patrimônio

Leia mais

Administração Financeira: princípios,

Administração Financeira: princípios, Administração Financeira: princípios, fundamentos e práticas brasileiras Ana Paula Mussi Szabo Cherobim Antônio Barbosa Lemes Jr. Claudio Miessa Rigo Material de apoio para aulas Administração Financeira:

Leia mais

AVALIAÇÃO de INVESTIMENTOS

AVALIAÇÃO de INVESTIMENTOS SÉRIE FINANÇAS NA PRÁTICA AVALIAÇÃO de INVESTIMENTOS ADRIANO LEAL BRUNI Respostas dos Exercícios Extras Respostas dos exercícios extras 1 Adriano Leal Bruni SÉRIE FINANÇAS NA PRÁTICA Avaliação de investimentos

Leia mais

Pessoal, a seguir comentamos as questões referentes ao cargo de Analista área Contabilidade do CNMP. Tomei como base o Caderno de Prova Tipo 004.

Pessoal, a seguir comentamos as questões referentes ao cargo de Analista área Contabilidade do CNMP. Tomei como base o Caderno de Prova Tipo 004. Analista CNMP Contabilidade Pessoal, a seguir comentamos as questões referentes ao cargo de Analista área Contabilidade do CNMP. Tomei como base o Caderno de Prova Tipo 004. De maneira geral, foi uma prova

Leia mais

CONTABILIDADE AVANÇADA CAPÍTULO 1: DEMONSTRAÇÃO DAS ORIGENS E APLICAÇÕES DE RECURSOS

CONTABILIDADE AVANÇADA CAPÍTULO 1: DEMONSTRAÇÃO DAS ORIGENS E APLICAÇÕES DE RECURSOS CONTABILIDADE AVANÇADA CAPÍTULO 1: DEMONSTRAÇÃO DAS ORIGENS E APLICAÇÕES DE RECURSOS 1.1 - CONCEITO A Demonstração das Origens e Aplicações de recursos (DOAR) deixou de ser obrigatória por força da lei

Leia mais

Resumo de Contabilidade Geral

Resumo de Contabilidade Geral Ricardo J. Ferreira Resumo de Contabilidade Geral 4ª edição Conforme a Lei das S/A, normas internacionais e CPC Rio de Janeiro 2010 Copyright Editora Ferreira Ltda., 2008-2009 1. ed. 2008; 2. ed. 2008;

Leia mais

Fornecedores. Fornecedores de Serviços (passivo. circulante) Salários e ordenados a pagar. Pró-labore (resultado) Caixa

Fornecedores. Fornecedores de Serviços (passivo. circulante) Salários e ordenados a pagar. Pró-labore (resultado) Caixa V Pagamento de fornecedores Retenção de IRF sobre serviços Retenção de IRF sobre salários Pró-labore Integralização de capital em dinheiro Integralização de capital em bens Depreciação ICMS sobre vendas

Leia mais

Objetivos 29/09/2010 BIBLIOGRAFIA. Administração Financeira I UFRN 2010.2 Prof. Gabriel Martins de Araújo Filho. Tópicos BALANÇO DE TAMANHO COMUM

Objetivos 29/09/2010 BIBLIOGRAFIA. Administração Financeira I UFRN 2010.2 Prof. Gabriel Martins de Araújo Filho. Tópicos BALANÇO DE TAMANHO COMUM Objetivos Administração Financeira I UFRN 2010.2 Prof. Gabriel Martins de Araújo Filho A EMPRESA NO MODELO DO BALANÇO PATRIMONIAL: análise das demonstrações financeiras Compreender a importância da padronização

Leia mais

Como elaborar o fluxo de caixa pelo método indireto? - ParteII

Como elaborar o fluxo de caixa pelo método indireto? - ParteII Como elaborar o fluxo de caixa pelo método indireto? - ParteII Montando o fluxo de caixa pelo método indireto Situações especiais na montagem do fluxo de caixa Caso prático completo Como utilizar os quadros

Leia mais

Tabela de Fatos - DCA 2014

Tabela de Fatos - DCA 2014 Tabela de Fatos - DCA 2014 Element siconfi-cor:p1.0.0.0.0.00.00 siconfi-cor:p1.1.0.0.0.00.00 siconfi-cor:p1.1.1.0.0.00.00 siconfi-cor:p1.1.1.1.0.00.00 siconfi-cor:p1.1.1.1.1.00.00 siconfi-cor:p1.1.1.1.2.00.00

Leia mais

CURSO DE CONTABILIDADE INTRODUTÓRIA

CURSO DE CONTABILIDADE INTRODUTÓRIA www.editoraferreira.com.br CURSO DE CONTABILIDADE INTRODUTÓRIA Professor Humberto Fernandes de Lucena 6.1. Balanço Patrimonial Desde o início de nosso curso, vimos tratando sobre Balanço Patrimonial apenas

Leia mais

GESTÃO FINANCEIRA para FICAR NO Azul

GESTÃO FINANCEIRA para FICAR NO Azul GESTÃO FINANCEIRA para ficar no azul índice 03 Introdução 04 Capítulo 1 O que é gestão financeira? 06 Capítulo 2 Gestão financeira e tomada de decisões 11 13 18 Capítulo 3 Como projetar seu fluxo financeiro

Leia mais

219 Ciências Contábeis

219 Ciências Contábeis UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARANÁ PROCESSO DE OCUPAÇÃO DE VAGAS REMANESCENTES NÚCLEO DE CONCURSOS Edital n 06/2015 UOVR/COPAP/NC/PROGRAD / UFPR Prova Objetiva 18/10/2015 219 Ciências Contábeis INSTRUÇÕES

Leia mais

FAPAN Faculdade de Agronegócio de Paraíso do Norte

FAPAN Faculdade de Agronegócio de Paraíso do Norte BALANÇO PATRIMONIAL 1. CRITÉRIO DE DISPOSIÇÃO DAS CONTAS NO ATIVO E NO PASSIVO (ART. 178 DA LEI 6.404/76): a. No ativo, as contas serão dispostas em ordem decrescente de grau de liquidez dos elementos

Leia mais

CONHECIMENTOS ESPECÍFICOS

CONHECIMENTOS ESPECÍFICOS Nas questões de 31 a 60, marque, para cada uma, a única opção correta, de acordo com o respectivo comando. Para as devidas marcações, use a folha de respostas, único documento válido para a correção das

Leia mais

Introdução: Mercado Financeiro

Introdução: Mercado Financeiro Introdução: Mercado Financeiro Prof. Nilton TÓPICOS Sistema Financeiro Nacional Ativos Financeiros Mercado de Ações 1 Sistema Financeiro Brasileiro Intervém e distribui recursos no mercado Advindos de

Leia mais

SHOPPING POPULAR DE CANOAS/RS

SHOPPING POPULAR DE CANOAS/RS SHOPPING POPULAR DE CANOAS/RS Análise Econômica e Financeira Este relatório, elaborado pela Projeobra Engenharia Ltda., apresenta a análise econômica e financeira da implantação de um Shopping Popular

Leia mais

ANÁLISE DE INVESTIMENTOS EM EMPREENDIMENTOS IMOBILIÁRIOS

ANÁLISE DE INVESTIMENTOS EM EMPREENDIMENTOS IMOBILIÁRIOS S EM EMPREENDIMENTOS IMOBILIÁRIOS Banco de Dados Análise de Investimentos Aspectos Econômicos e Financeiros de Empreendimentos Imobiliários Data: 23/maio/2014 1. Objetivo SUMÁRIO 2. Incorporação Imobiliária

Leia mais

Lista de exercício nº 4* Fluxos de caixa não uniformes, inflação, juros reais e nominais

Lista de exercício nº 4* Fluxos de caixa não uniformes, inflação, juros reais e nominais Lista de exercício nº 4* Fluxos de caixa não uniformes, inflação, juros reais e nominais 1. Calcule o Valor Presente Líquido do fluxo de caixa que segue, para as taxas de desconto de 8% a.a., 10% a.a.

Leia mais

Ciências Econômicas. 4.2 Mercado de Capitais. Marcado Financeiro e de Capitais (Aula-2015/10.16) 16/10/2015. Prof. Johnny 1

Ciências Econômicas. 4.2 Mercado de Capitais. Marcado Financeiro e de Capitais (Aula-2015/10.16) 16/10/2015. Prof. Johnny 1 UNIVERSIDADE COMUNITÁRIA DA REGIÃO DE CHAPECÓ Ciências Econômicas Mercado de Capitais Tributações Relatórios Professor : Johnny Luiz Grando Johnny@unochapeco.edu.br 4.2 Mercado de Capitais 4.3.1 Conceitos

Leia mais

Introdução. Este arquivo compõe a coletânea Mega Cursos - www.megacursos.com.br -

Introdução. Este arquivo compõe a coletânea Mega Cursos - www.megacursos.com.br - Curso de Matemática financeira Introdução Este arquivo compõe a coletânea Mega Cursos - www.megacursos.com.br - AULA 1: Definições O que são juros? Por que variam tanto? Risco. Inflação - ilusão de remuneração.

Leia mais

CRITÉRIOS / Indicadores

CRITÉRIOS / Indicadores CRITÉRIOS / Indicadores A lista de conceitos desta MELHORES E MAIORES Os valores usados nesta edição são expressos em reais de dezembro de 2014. A conversão para dólares foi feita, excepcionalmente, com

Leia mais

REDE DE ENSINO LFG AGENTE E ESCRIVÃO PF Disciplina: Noções de Contabilidade Prof. Adelino Correia Aula nº09. Demonstração de Fluxo de Caixa

REDE DE ENSINO LFG AGENTE E ESCRIVÃO PF Disciplina: Noções de Contabilidade Prof. Adelino Correia Aula nº09. Demonstração de Fluxo de Caixa REDE DE ENSINO LFG AGENTE E ESCRIVÃO PF Disciplina: Noções de Contabilidade Prof. Adelino Correia Aula nº09 Demonstração de Fluxo de Caixa Demonstração de Fluxo de Caixa A partir de 28.12.2007 com a publicação

Leia mais

Fundo de Investimento Imobiliário Península (Administrado pelo Banco Ourinvest S.A.) Demonstrações financeiras em 31 de dezembro de 2009 e de 2008 e

Fundo de Investimento Imobiliário Península (Administrado pelo Banco Ourinvest S.A.) Demonstrações financeiras em 31 de dezembro de 2009 e de 2008 e Fundo de Investimento Imobiliário Península Demonstrações financeiras em 31 de dezembro de 2009 e de 2008 e parecer dos auditores independentes 2 3 Balanços patrimoniais em 31 de dezembro Ativo 2009 2008

Leia mais