de serviços contábeis, qualidade em serviços e conteúdos de educação continuada; 2) compromisso de observância de princípios

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1 Coração cresce de todo lado. Tudo cabe Guimarães Rosa Campez Contabilidade em busca da qualidade no 5º ano do PQEC A demanda pelos serviços contábeis tornou-se mais sofisticada, e clientes cada vez mais exigentes passaram a esperar uma qualidade e uma eficácia dos nossos serviços. Devido à evolução no mercado, a concorrência, a busca pela melhoria, E a satisfação do cliente, procuramos pelo Certificado do PQEC. Mas o que é PQEC? Desenvolvido especialmente com o intuito de valorizar as empresas contábeis e a progredir na qualidade dos seus serviços, buscando uma melhoria continua o PQEC que é "Programa de Qualidade das Empresas Contábeis", concede aos associados do SESCON-SP e da AESCON-SP uma certificação voltada a atestar o cumprimento de dois requisitos básicos: 1) compromisso com a qualidade dos serviços, através da participação do titular, sócios e colaboradores em programa educacional voltado à gestão das empresas de serviços contábeis, qualidade em serviços e conteúdos de educação continuada; 2) compromisso de observância de princípios éticos e de responsabilidade materializados em normas do PQEC e submissão ao Conselho de Mediação e Arbitragem do programa. Objetivos do PQEC Incentivar o associado à melhoria contínua de seus serviços e processos; Capacitação/qua-lificação permanente das equipes; Valorização das empresas contábeis comprometidas com a qualidade e a ética; Criação de um diferencial de mercado para as empresas participantes; Conscientização do mercado e da sociedade da importância da qualidade dos serviços contábeis. Para obtenção da certificação o parti- cipante deverá cumprir durante o exercício da pré-certificação as atividades previstas no quadro de requisitos aprovado pela Coordenação do PQEC, entre outros cursos, palestras, centro de estudos,que prevê avaliação de adequação às necessidades dos clientes e às exigências dos serviços e dos processos envolvidos na sua geração e cumprimento de conteúdo educacional. É COM ORGULHO QUE RECEBEMOS PELO 5º ANO SEGUIDO O SELO DE QUALIDADE PQEC HORÁRIO DE FUNCIONAMENTO: DE SEGUNDA A SEXTA FEIRA DAS 8H00 ÀS 17H30

2 2 FEDERAL Venda de ações acima de R$ 20 mil por mês pode pagar Imposto de Renda MARCOS CÉZARI - FOLHA ON LINE O contribuinte que negocia ações em Bolsa poderá ter de pagar Imposto de Renda. O pagamento (ou não) depende de haver ganho (ou perda) sobre a venda. Pelas regras do fisco, quem vender mais de R$ 20 mil em ações em um mês terá de calcular se teve ganho ou perda. Em caso de ganho com a venda, será preciso pagar 15% do ganho à Receita (no caso de operações day-trade, ou seja, compra e venda no mesmo dia, o imposto é de 20%). O pagamento tem de ser feito até o último dia útil do mês seguinte ao da venda. Se alguém vende, por exemplo, por R$ 21 mil um lote de ações (pode ser de uma ou mais empresas) que custou R$ 17 mil, teve ganho de R$ Sobre ele terá de recolher 15%, ou R$ 600, por meio de Darf com o código 6015, segundo Rogério Bezerra Ramos, consultor de IR da IOB. Se a mesma venda foi feita com um lote de ações que custou R$ 23 mil, não há ganho. Nesse caso, houve perda de R$ e não há imposto a pagar. A perda será compensada com ganhos em vendas no mês seguinte (ou meses seguintes). Um lote que custou R$ 16 mil e que foi vendido por R$ 19 mil também não pagará nada. Nesse caso, embora haja ganho de R$ 3.000, ele é isento porque a venda não alcançou R$ 20 mil. Assim, na declaração, esses R$ serão lançados na linha 04 (dentro da subtela - linha A) da ficha Rendimentos isentos e não tributáveis, diz Ramos. Se fez 12 dessas vendas por ano, lançaria R$ 36 mil. O contribuinte que obteve ganho em um ou mais meses do ano terá de preencher a ficha Renda Variável que está dentro do programa da declaração. Sistemas - Com a popularização das aplicações na Bolsa e a maior fiscalização da Receita, algumas das principais corretoras do país decidiram criar sistemas para ajudar os clientes a pagar o imposto. Isso vem sendo feito porque muitos investidores desconhecem as regras e, na hora de prestar contas ao fisco, acabam tendo problemas. O desconhecimento das regras pode tanto levar a declaração à malha fina como também fazer o contribuinte perder dinheiro. Um exemplo: um contribuinte compra lote de ações por R$ 10 mil e vende, meses depois, por R$ 21 mil. O ganho de capital é de R$ 11 mil. Como vendeu mais de R$ 20 mil, terá de pagar R$ (15% sobre os R$ 11 mil). Se tivesse vendido só R$ 15 mil num mês e R$ no outro, não pagaria nada e ainda teria ganho de R$ 11 mil. Nos últimos anos, a Receita passou a apertar o cerco aos investidores. Para isso, foi criado o recolhimento na fonte de 0,005% sobre todas as transações com ações (esse imposto é pago independentemente de o valor ser superior ou não a R$ 20 mil e de o contribuinte ter ganho ou perda). Como as corretoras informam a retenção à Receita, é preciso ficar atento na hora de negociar e declarar ações para não ser surpreendido pelo fisco. Restituições do IR 2010 começam em 15 de junho; veja calendário A Receita Federal divulgou nesta quinta-feira o calendário de restituições do Imposto de Renda da Pessoa Física 2010, ano-base O primeiro lote de pagamentos sai no dia 15 de junho, seguido por seis lotes mensais, até 15 de dezembro. A ordem de liberação das restituições obedecerá à forma como foi feita a apresentação à Receita. Quem entregou a declaração pela internet terá prioridade, seguido dos que declararam em disquete, ficando por último os que apresentaram através de formulário. Os idosos continuam recebendo prioritariamente as restituições, obedecendo também à ordem de como fizeram a entrega da declaração. Veja as datas abaixo: 1º lote, em 15 de junho de º lote, em 15 de julho de º lote, em 16 de agosto de º lote, em 15 de setembro de º lote, em 15 de outubro de º lote, em 16 de novembro de º lote, em 15 de dezembro de 2010 Empresas devem fazer certificação digital até 30 de junho KARLA SANTANA MAMONA Empresas optantes pelo lucro presumido têm até 30 de junho para fazer a comunicação de dados à Receita Federal por meio de certificação digital. Para fazer a certificação digital, é necessário ter um cartão magnético que conserva os dados cadastrais na Receita. Esse cartão pode ser obtido por meio de agentes credenciados pelo ITI (Instituto Nacional de Tecnologia). Os nove agentes que podem fazer a certificação digital são: Receita Federal, Serpro (Serviço Federal de Processamento de Dados), Imprensa Oficial, Casa da Moeda, AC-JUS (Autoridade Certificadora da Justiça), ACPR (Autoridade Certificadora da Presidência da República), Serasa, CEF ( Caixa Econômica Federal), OAB (Ordem dos Advogados do Brasil), Imprensa Oficial de São Paulo e Certisign. Valor estimado - Conforme publicado pela Agência Brasil, a Fenacon (Federação Nacional das Empresas Contábeis, de Assessoramento, Perícia, Informações e Pesquisas) estima que o valor da certificação digital, com validade de dois anos, é de R$ 200,00. O presidente da entidade, Valdir Pietrobon, afirmou ainda que a certificação digital é uma forma segura e simplificada de prestar informações ao Fisco e gerar documentos para empresas e clientes. Sobre a certificação digital - A certificação digital é uma identidade eletrônica da pessoa jurídica que permite efetuar pagamentos, estabelecer parcelas para cobranças de impostos, solicitar certidão negativa, emitir nota fiscal eletrônica e obter documentos sobre a situação fiscal. Desde do ano passado, a certificação digital é utilizada pelas empresas optantes pelo lucro real. Segundo a Fenacon, existe a possibilidade de que se estabeleça a mesma exigência de certificação para as MPEs (Micro e Pequenas Empresas) em Fonte: InfoMoney

3 No futuro, Receita poderá preencher a declaração pelo contribuinte ALEXANDRO MARTELLO Já pensou receber sua declaração de Imposto de Renda pronta do governo, que já compilou as informações, enviando para você o documento pronto, para conferência? De acordo com o subsecretário de Fiscalização do órgão, Marcos Vinicius Neder, é o que deve ocorrer em um futuro não muito distante no Brasil. Está caminhando para isso. Não tão longe. Não quero dar uma data porque depois vem a cobrança, disse ele, informando que a Receita reúne uma quantidade de dados cada vez maior, o que permitirá que, no futuro, o processo de acerto das contas com o Leão fique bem mais simples no país. De acordo com Neder, o sistema já é adotado em países como a Espanha. [O país] apresenta a declaração do contribuinte. Eu tenho as despesas médicas e já posso dizer mais ou menos qual o imposto do contribuinte. Se ele concordar, só entrega a declaração para mim, explicou. O subsecretário informou que a Receita já cruza hoje informações sobre renda, investimentos em bolsa, gastos com cartões de crédito e dados imobiliários, entre outros. Quando eu boto um nomezinho, tudo o que a Receita sabe sobre ele aparece. A informática é uma grande aliada neste aspecto. Tudo o que é possível cruzar. Dados dos contribuintes - Segundo o subsecretário, a Declaração de Serviços Médicos (Dmed), que deverá conter informações de pagamentos recebidos por pessoas jurídicas prestadoras de serviços de saúde e operadoras de planos privados de assistência à saúde, é um dos passos desse projeto. A Dmed começará a ser entregue em Com a Dmed, já teremos a informação dos médicos, disse ele, lembrando que a Receita também já possui, por meio da Dirf (Declaração do Imposto de Renda Retido na Fonte), informações sobre os rendimentos dos contribuintes. É com base nas informações que recebe sobre os rendimentos dos contribuintes que a Receita vem permitindo a retificação da declaração pela internet. Hoje, caso o contribuinte tenha deixado de informar alguma fonte pagadora que tenha informado os dados corretamente ao órgão, ele é lembrado pelo sistema, que lhe informa exatamente o que faltou em sua prestação de contas. As operações em bolsa de valores, de acordo com Nader, também estão sob maior escrutínio. Agora temos acesso aos dados da bolsa de valores e, com alguns softwares novos, conseguimos calcular quando [os investidores] tinham de pagar de imposto, e as corretoras estão recomendando que as pessoas se regularizem. Também estamos tendo acesso sobre quem são os cotistas dos fundos de investimentos; antes não tínhamos essa informação. Procedimentos - Neder explicou que, para implementar o projeto de preencher o IR pelo contribuinte, a Receita ainda tem de melhorar alguns procedimentos. A própria Dmed passará por um processo de modernização. A Dmed não cobre todas as despesas médicas. As informações de pessoas físicas [ainda não estão inclu- ídas], exemplifica. Ainda em 2010, informou o subsecretário de Fiscalização, a Receita Federal também vai efetuar melhorias na forma de entrega da Dirf pelas empresas. Entre a empresa entregar a Dirf e o comprovante de retenção na fonte [para seus funcionários], tem uma diferença de data. Às vezes, houve alguma alteração, e [o empresário] não retifica isso. Com o novo projeto da Dirf, será um documento único, disse. De acordo com o subsecretário, essa diferença de datas resulta em um grande contingente de contribuintes na malhafina. Malha-fina - Neder também ressaltou que o órgão quer pegar todo mundo que está errado. Mas não queremos incomodar quem está certo. Se conseguirmos pegar aqueles que estão errados, estamos trabalhando bem. E aí todo mundo vai pagar. Segundo o subsecretário da Receita, a melhora dos controles da Receita Federal, aliada com a possibilidade de regularização pela internet, deve diminuir a malhafina neste ano e nos subsequentes. Em 2009, cerca de 1 milhão de pessoas caíram na malha-fina para verificação de informações prestadas. Hoje em dia, com código de acesso e consultas pela internet, o contribuinte entra lá e sai da malha. A gente não tem por objetivo aumentar o número de malha. Por meio dos cruzamentos, a Receita está conseguindo identificar com mais precisão aqueles que estão errando, disse Neder. 3

4 Receita aumenta controle sobre setor de bebidas alcoólicas Setor de vinhos é o principal contemplado com as exigências da nova legislação A Receita Federal do Brasil informa a publicação no Diário Oficial da União de hoje (19/04), da Instrução Normativa RFB nº 1.026, que altera a legislação tributária relativa ao Registro Especial a ao Selo de Controle a que estão submetidos os produtores, engarrafadores, cooperativas, estabelecimentos comerciais atacadistas e importadores de bebidas alcoólicas. A nova legislação prevê a ampliação dos produtos, de fabricação nacional ou estrangeira, que estão obrigados ao Registro Especial e ao Selo de Controle. Com as mudanças a RFB aumenta os seus instrumentos de fiscalização no combate ao comércio ilegal desses produtos. Os contribuintes que passaram a ter a obrigação do Registro Especial devem atender aos seguintes requisitos: Dispor de instalações industriais adequadas ao tipo de atividade (produtor ou engarrafador); Estar em dia com todas as suas obrigações fiscais, tanto a pessoa jurídica como seus sócios, diretores, administradores, gerentes e procuradores (Regularidade Fiscal); Possuir registro no Ministério da Agricultura; Ter capital social mínimo de R$ ,00, se for importadora. As empresas que já estão inscritas no Registro Especial não precisam apresentar novo pedido de registro, mas devem atualizar os seus dados até 31 de agosto de O cronograma de implantação das novas medidas é o seguinte: Até 10/06/2010 apresentação pelas empresas, para a DRF ou Defis de sua jurisdição, da previsão de consumo de selos de controle para 2010; Até 31/08/2010 apresentação do pedido de Registro Especial ou atualização dos dados dos contribuintes já inscritos no referido registro; A partir de 1º/11/ obrigatoriedade de utilização dos selos de controle pelos produtores e importadores; e A partir de 1º/07/2011 os atacadistas e varejistas só poderão comercializar produtos com selo de controle Execução fiscal recai sobre sócio-gerente A execução fiscal recairá sobre o sócio-gerente de empresa dissolvida irregularmente. Esse é o entendimento de nova súmula editada pelo Superior Tribunal de Justiça pacificando entendimento sobre a dissolução de empresas que deixam de funcionar em seus domicílios fiscais e não comunicam essa mudança de modo oficial. Isso passa a ser considerado irregular. A súmula, de número 435, ficou com a seguinte redação: Presume-se dissolvida irregularmente a empresa que deixar de funcionar no seu domicílio fiscal, sem comunicação aos órgãos competentes, legitimando o redirecionamento da execução fiscal para o sócio-gerente. Como as súmulas compreendem a síntese de um entendimento reiterado do tribunal sobre determinado assunto, a pacificação do entendimento a esse respeito servirá como orientação para as demais instâncias da Justiça, daqui por diante. Com informações da Assessoria de Imprensa do Superior Tribunal de Justiça. Fonte: Consultor Jurídico Contribuinte com lucro em imóvel pode ter isenção Ao se vender um imóvel, caso haja ganho de capital, ou seja, a pessoa vendeu por um preço mais caro do que pagou, é preciso pagar imposto de 15%. Diante do aquecimento do setor imobiliário, muitas são as dúvidas relacionadas ao tema. Ao se vender um imóvel, caso haja ganho de capital, ou seja, a pessoa vendeu por um preço mais caro do que pagou, é preciso pagar imposto de 15%. Há, no entanto, alguns casos de isenção na apuração do lucro sobre a venda de imóvel realizado pela pessoa física, explica Meire Poza, sócia da Arbor Contábil. O primeiro deles é se o imóvel foi adquirido antes de 1969 e é vendido. Nesse caso, o investidor está isento de apurar o imposto, independentemente do valor de compra e de venda. O segundo é se o imóvel foi adquirido entre 1969 e 1988, quando é possível realizar a depreciação do bem. Meire diz que um programa da Receita chamado Programa de Apuração dos Ganhos de Capital faz todo o cálculo da depreciação conforme as informações fornecidas pelo contribuinte. O terceiro caso de isenção é se o valor do imóvel vendido é inferior a R$ 440 mil. O contribuinte também não precisará apurar os ganhos desde que esse bem seja o imóvel da pessoa e ele não tiver sido negociado nos últimos cinco anos (Instrução Normativa 84, artigo 29º, inciso I). Outro caso de isenção foi estabelecido em junho de Se a pessoa física vendeu um imóvel residencial e usou todo o dinheiro para comprar um outro imóvel, ele está isento de pagar imposto sobre ganhos de capital desde que a aquisição desse novo bem seja feita em até 180 dias da venda do primeiro imóvel. Nesse caso, a regra não está limitada ao único imóvel residencial. O aquecimento do setor de imóveis fez com que muita gente buscasse financiamento em bancos para a aquisição de uma casa ou apartamento ou mesmo usasse os recursos do fundo de garantia. No caso de imóvel adquirido com o fundo de garantia, o valor do FGTS deve ser informado em Rendimentos Isentos e Não Tributáveis, explica Meire. Já a dívida do financiamento realizado via Sistema Financeiro de Habitacional (SFH) não precisa ser informada, diz a executiva. Mas atenção: se a declaração do casal não é em conjunto, os bens comuns deverão ser relacionados na declaração de um ou do outro cônjuge. E na coluna histórico do bem, deve-se informar todos os dados referente à aquisição, diz Meire. Ela lembra também que não se deve esquecer de mencionar na declaração o CPF do cônjuge para demonstrar que o bem foi adquirido pelos rendimentos de ambos. 4

5 O futuro das empresas familiares Falta de profissionalismo e de habilidade dos herdeiros pode por fim ao negócio; conselho de administração e assessoria especializados ajudam na sucessão As empresas familiares têm grande importância econômica no Brasil, abrangendo cerca de 85% do universo das companhias nacionais. Pesquisas apontam, porém, que 70% do total não resistem à morte do fundador, somente 30% passam da segunda geração e apenas um pequeno número vai além da terceira geração. A falta de profissionalização e a inabilidade para lidar com conflitos internos são alguns dos problemas que afetam a sobrevivência dessas empresas. Muitas (empresas) tem um líder visionário, que conseguiu vislumbrar um negócio à frente do seu tempo. Mas isso não é hereditário e as empresas podem não ter um herdeiro com essas características. E se não existe alguém na família com expertise suficiente, as chances de insucesso são muito grandes, avalia Adriana Maria André, professora do MBA de gestão estratégica da Fundação Getúlio Vargas (FGV), de São Paulo. Ela afirma que as companhias familiares devem ter uma cúpula administrativa profissionalizada por meio da formação de um conselho, composto tanto por membros da família quanto por profissionais de fora - executivos com experiência administrativa. É fundamental, segundo a professora, que o processo de sucessão seja iniciado antes da morte do fundador. E se a sucessão for ficar realmente com a família, há que se discutir e analisar qual membro (da família) é o mais adequado (para conduzir os negócios), observa. Adriana adverte que as decisões baseadas somente no feeling diminuem as chances de perenidade do negócio. Ela cita como exemplo bem-sucedido de empresa familiar de grande porte no Brasil o Grupo Pão de Açúcar, conduzido por Abílio Diniz. Na opinião da professora, no mercado atual uma empresa familiar precisa, antes de tudo, de um diferencial competitivo, levando em conta as necessidades de inovação. As características da cultura brasileira, conforme Adriana, também têm influência sobre os índices de insucesso das empresas familiares. De um modo, geral, os brasileiros não são tão rígidos com a educação dos filhos, enquanto que em alguns países europeus os filhos já são preparados para entrar no negócio da família desde que nascem, considera. Pai rico, filho nobre, neto pobre Para Domingos Ricca, consultor especializado em empresas familiares de pequeno e médio porte, em São Paulo, a sucessão é um momento delicado na história de qualquer negócio. Se os objetivos do filho forem os mesmos do pai, o processo se torna mais fácil. Caso contrário, o conflito se instala e pode abalar a harmonia familiar e afetar o futuro da empresa, diz. Ele afirma que em um negócio que tem como base a unidade familiar é preciso considerar três perspectivas: a família, a empresa e a propriedade. O herdeiro deve entender a empresa (não necessariamente gerenciá-la), administrar as posses e vivenciar a unidade familiar. Ricca também defende que o processo de sucessão seja iniciado antes da morte do fundador e propõe a formação de um conselho de administração com assessoria de profissionais especializados. Este conselho vai reunir possíveis sócios e herdeiros, evitando que as decisões do negócio sejam discutidas pela família em casa. O consultor diz, no entanto, que em primeiro lugar a família deve definir um caminho a seguir para depois procurar ajuda no processo de sucessão. Definido o caminho, a empresa pode convocar profissionais de finanças, planejamento, recursos humanos e investimentos, que depois também podem se tornar conselheiros por um período de um ano, por exemplo, avalia. A conduta, segundo Ricca, vai ajudar na perpetuação do negócio num mercado cada vez mais competitivo. Por experiência na área, o consultor afirma que os conflitos de ego e poder são comuns em empresas familiares e se agravam na terceira geração. Em geral, há mais desgaste por causa da influência de noras e genros. A profissionalização do processo sucessório, segundo Ricca, vai determinar se o futuro de uma empresa familiar seguirá o ditado pai rico, filho nobre, neto pobre. Um negócio a caminho da quarta geração A P.B. Lopes - concessionária Scania, com matriz em Londrina, é um exemplo de negócio familiar bem-sucedido que chegou à terceira geração. A empresa nasceu com o nome de Irmãos Lopes, em 1950, capitaneada pelo espanhol José Lopez Lopez. Embora não tenham seguido exatamente o que diz a cartilha de consultores sobre sucessão em empresas familiares, os Lopes já estão encaminhando o negócio para a quarta geração. A terceira geração assumiu a empresa familiar por opção. O princípio sempre foi o respeito pela habilidade de cada um. Estamos dando continuidade à uma visão empreendedora (iniciada pelo avô) e agregando outros valores. O papel da nova geração é trazer o novo ao negócio, diz Daniela. Nunca há imposição. Quando precisamos tomar decisão que envolve patrimônio, por exemplo, formamos colegiado (entre a família) para conversar, destaca Rodrigo. Eles dizem, porém, que não há conselho administrativo formado. Pedro Lopes é o diretor-presidente da empresa e, por tradição, é sempre consultado sobre as principais decisões. Para que a quarta geração seja agregada ao mundo dos negócios, a família criou um programa de sucessão, que consiste em visitas organizadas às empresas, com envolvimento no dia a dia. O primeiro a trilhar esse caminho será o neto mais velho, José Pedro, 11 anos. Vamos começar com doses homeopáticas. O que aconteceu de forma natural com a gente (terceira geração), vamos sistematizar com eles (quarta geração), conta Daniela. (G.M.) Fonte: Agora-SP 5

6 Os principais desafios das empresas brasileiras com a retomada da economia Entre os desafios estão a qualificação da equipe, a otimização dos recursos e a identificação de oportunidades O ano de 2010 marca a retomada da economia no mundo todo, mas os desafios para as empresas brasileiras ainda são muitos. Dólar baixo, concorrência desleal com a China e alta competitividade do mercado são alguns dos fatores que os executivos do país vão ter que enfrentar. Nesse cenário, a qualificação da equipe, a otimização dos recursos e a identificação de oportunidades são algumas das ações propostas pela consultoria empresarial ProGeps. O impacto do dólar baixo na balança comercial do Brasil traz um efeito danoso ao nosso mercado e ao emprego, afirma Elzo Guarnieri, presidente da ProGeps. Com as receitas de exportações reduzidas e os preços de produtos importados mais competitivos, as empresas nacionais precisam rever suas matrizes de custos e identificar claramente processos sem valor agregado, indica. Guarnieri cita que atividades internas, custos com fretes, níveis de estoques, gastos com manutenção não produtiva e investimentos que não atingiram o retorno esperado precisam ser repensados. Antes de reagir às conseqüências, é preciso trabalhar em soluções com muita determinação e de forma antecipada, complementa. Apesar da tendência de crescimento nas exportações de commodities, os produtos com valor agregado enfrentam uma concorrência desleal com a China, impactando fortemente nas empresas brasileiras. Na última década, tivemos uma enorme retomada na capacidade de compra da população, com as classes menos favorecidas inseridas no mercado consumidor, diz Guarnieri. Nosso parque industrial teve que se modernizar, mas ainda carece de muito investimento para minimizar o impacto dos produtos chineses, além de ter que lidar com a grande carga tributária no Brasil, analisa. Com a retomada da economia, os recursos disponibilizados estão mais seletivos, e as decisões sobre novos investimentos estão sendo mais bem pensadas, tomadas em colegiado. A regra é maximizar os investimentos já realizados antes de pensar em novos, além de rever os níveis de retorno planejados com aquilo que está sendo obtido, aponta Guarnieri. Investimentos na capacidade de produção levam, em primeiro momento, à elevação de custos fixos, e isto gera desequilíbrio de curto prazo. Assim, é preciso planejar com muita racionalidade investimentos em capacidade, pois ajustes necessários nos custos fixos irão se tornar menos flexíveis, completa. Confira as principais linhas de ação indicadas no cenário atual segundo a ProGeps: Qualificação da equipe comercial - Equipes necessitam estar tecnicamente preparadas para uma boa argumentação comercial. O treinamento para atendimento na venda e na pós-venda precisa ser intenso, já que esse é um dos principais alvos de insatisfação de clientes. Otimização dos recursos disponíveis - Durante os anos 80 e 90, muito foi feito pela otimização, flexibilização e capacitação de recursos humanos e materiais. Agora, é necessário uma melhor preparação dos profissionais para o relacionamento interpessoal, além de treinamento para que entendam as expectativas da clientela e a surpreendam com alternativas criativas que solucionem seus anseios. Gestão objetiva - Os modelos de gestão atuais levaram as empresas a tomarem decisões em colegiado, o que pode ocasionar grande lentidão. Assim, é fundamental que presidentes e CEOs entendam que seus cargos pressupõem o estímulo à diversidade de opiniões entre seus subordinados, sem que isso os imobilize e comprometa a agilidade na tomada de decisões. Identificação de oportunidades - As empresas devem incentivar seus quadros funcionais a buscar oportunidades e melhorias nos processos de trabalho, já que esses têm a seu dispor cerca de 80% dos ativos. Assim, sua atuação pode gerar lucro ou prejuízo, independentemente das idéias de executivos e estrategistas. A maioria das ins- tituições apresenta áreas problemáticas, e muitas permanecem ao longo do tempo, sendo até consideradas parte da cultura. Esse é o maior exemplo do conformismo gerencial. Mudanças precisam ser encaradas e conduzidas com determinação, foco, prioridade, planejamento adequado e sustentabilidade. É o caminho a seguir. Vale-transporte pago em dinheiro não é remuneração, define o supremo tribunal federal Fabio Medeiros e Marcel Satomi (*) 1. Não incide contribuição previdenciária sobre o pagamento de vale-transporte em dinheiro pelo empregador. Este foi o entendimento, por maioria de votos, do Plenário do Supremo Tribunal Federal (STF), que, no último dia 10 de março, julgou o Recurso Extraordinário (RE) nº interposto pelo Unibanco. Segundo votou o Ministro Relator, Sr. Eros Grau, em valetransporte ou em moeda o pagamento feito pelo banco não afeta o caráter não salarial do benefício. 2. A polêmica é antiga. Por um lado, ao regulamentar a Lei que instituiu o vale-transporte (Lei 7.418/1985), o art. 5º do Decreto /1987, avançou em matéria não prevista em Lei, ao estabelecer que: Art. 5º. É vedado ao empregador substituir o Vale-Transporte por antecipação em dinheiro ou qualquer outra forma de pagamento, ressalvado o disposto no parágrafo único deste artigo. (grifos nossos) 3. Por outro lado, a Lei 8.212/1991 diz que não integra a base de cálculo da contribuição previdenciária a parcela recebida a título de vale-transporte, na forma da legislação própria (art. 28, 9º, alínea f ). Na prática, a Receita Federal do Brasil se utiliza desse art. 5º do Decreto /1987 como a legislação própria a ser seguida e tem autuado as empresas que não consideram o vale-transporte pago em dinheiro como verba tributável. (*) integrantes da área trabalhista e previdenciária de MACHADO ASSOCIADOS ADVOGADOS E CONSULTORES 6

7 ESTADUAL Administração de crédito acumulado do ICMS agora é eletrônica Novo sistema dispensa a ida do contribuinte ao posto fiscal para resolver questões relativas ao crédito acumulado do ICMS O Sistema Eletrônico de Gerenciamento do Crédito Acumulado (e-credac), criado para administrar o crédito acumulado do Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Prestação de Serviços (ICMS), começou a funcionar neste mês. A ferramenta permite que tanto os pedidos dos contribuintes como sua análise pelo Fisco sejam feitos via digital. De acordo com a Secretaria da Fazenda, a operação do sistema dispensa o contribuinte de comparecer ao posto fiscal para resolver questões relativas ao crédito acumulado do ICMS. Além disso, há segurança quanto à autoria e à autenticida- de dos atos executados, pois o acesso ao serviço é efetuado mediante certificação digital (e-cnpj ou e-cpf). Uma das inovações introduzidas diz respeito aos pedidos de apropriação de crédito acumulado gerado. Antes, o contribuinte apresentava o requerimento em formulário de papel, com os respectivos anexos e comprovantes, no posto fiscal ao qual está vinculado. Agora, o pedido é feito apenas de forma eletrônica. Todos os papéis foram substituídos por arquivos digitais com formato padronizado. Outra mudança ocorreu na transferência do crédito acumulado. Antes era exigida a emissão de nota fiscal e o comparecimento do remetente e do destinatário aos postos fiscais, para a obtenção dos vistos mediante carimbo. No e-credac, todas as etapas do pedido de transferência são realizadas por meio eletrônico. As movimentações referentes ao crédito acumulado são registradas em uma espécie de conta-corrente eletrônica do contribuinte. O sistema funciona como o internet banking das instituições financeiras. É possível até mesmo a emissão de extratos de movimentação. Fonte: Governo do estado de São Paulo CARTÃO DO CNPJ, E CONHECIMENTO DO QUADRO SOCIETÁRIO Para seu conhecimento e orientação, informamos que o Comprovante de Inscrição e Situação Cadastral da sua empresa no CNPJ Cadastro Nacional da Pessoa Jurídica, emitido pela Secretaria da Receita Federal do Brasil, pode ser obtido e impresso mediante acesso à página na Internet daquele Órgão, como segue: PessoaJuridica/CNPJ/cnpjreva/ Cnpjreva_Solicitacao.asp Para conhecer o QUADRO SOCIETÁRIO que consta no Cadastro Nacional da Pessoa Jurídica da Secretaria da Receita Federal, de qualquer empresa, basta indicar o nº do CNPJ e acessar: pessoajuridica/cnpj/fcpj/link097.asp Havendo qualquer dificuldade para obtenção dos documentos acima, nossos Departamentos estarão à sua inteira disposição para ajudálos, como sempre. 7

8 AGENDA DE OBRIGAÇÕES MAIO quarta Transmissão Eletronica Dados sobre Combustiveis Transportador Revendedor Retalhista - TRR 05 - quarta ICMS - De acordo com o CPR (consultar tabela) sexta Salários dos funcionários 07 - sexta GFIP/FGTS - Transmissão Eletrônica e recolhimento 07 - sexta CAGED - Transmissão Eletrônica 14- sexta ICMS - Diferença de alíquotas (compras de outros estados) Simples Nacional 14 - sexta Retenção de Pis Cofins e CSLL (Apuração ref. A segunda quinzena do Mês anterior) 17 - segunda INSS/GPS - carnê ( facultativo e empregado doméstico) 17 - segunda ISS - % sobre o faturamento bruto de serviços prestados 17 - segunda SINTEGRA (mensal); Obrigações Interestaduais e GRF quinta GPS/INSS - Empregados, sobre folha de Pagamento-Cont Individuais/Autonomos /Empresarios 20 - quinta IRRF (mensal) - ref. Fatos geradores 20 - quinta Simples Nacional 25 - terça COFINS - 3% sobre o faturamento bruto 25 - terça COFINS (não cumulativo): Lucro Real (7,60% da apuração débito/crédito) 25 - terça PIS - Lucro Presumido/Entidades (0,65% s/faturamento bruto mensal; 1,0% s/salários) 25 - terça PIS (não cumulativo): Lucro Real (1,65% da apuração débito/crédito) 25 - terça IPI 31 - segunda Retenção de Pis Cofins e CSLL ( Apuração ref. A primeira quinzena do Mês ) 31- segunda IRPJ - Lucro Real, Estimado Mensal e Lucro Presumido ( Trimestral ) 31 - segunda IRPF (carnê leão) - (consultar a tabela progressiva) 31 - segunda DIF Bebidas ; Cigarros e DNF Papel Imune 31 - segunda Contribuição Social - Lucro Real, Estimado Mensal e Lucro Presumido 31 - segunda REFIS, PAES e parcelamento simplificado para optantes e PAEX 31 - segunda ICMS / ST ICMS MENSAL - Consultar o código prazo de recolhimento ( CPR ) Atenção - Os impostos com vencimentos aos SÁBADOS, DOMINGOS E FERIADOS, deverão ter antecipado os pagamentos Poupança TR/Taxa Referencial BTN + TR (cheia) Dólar Fiscal EUA/ Compra Débitos Federais - SELIC TJLP UPC/ Unid. Padr. Capital UFESP COTAÇÕES E INDICADORES ECONÔMICOS (%) (%) (%) (%a.a.) fev/10 0,5000% 0,0000 1,5365 1,7703 (15/01) 1,00% 6,00% 21,82 16,42 mar/10 0,5796% 0,0792% 1,5365 1,8662 (12/02) 1,00% 6,00% 21,82 16,42 abr/10 0,5000% 0,0000 1,5377 1,7636 (15/03) 1,00% 6,00% 21,82 16,42 mai/10 0,5513% 0,0510% 1,5377 1,7475 (15/04) 1,00% 6,00% 21,82 16,42 TABELA INSS Faixas Alíquota s/cpmf c/cpmf Até R$1.024, Até R$1.708, Até R$3.416, TABELA SALÁRIO FAMÍLIA Até R$ 531,12 R$ 27,24 Até R$ 798,30 R$ 19,19 FERIADOS de janeiro Ano Novo 20 de janeiro Dia de São Sebastião Feriado Municipal 02 de abril Sexta-feira da Paixão Feriado Municipal Religioso 21 de abril Tiradentes 01 de maio Dia do Trabalho 03 de junho Corpus Christi Feriado Municipal Religioso 19 de junho Aniversário da Cidade Feriado Municipal 09 de julho Revolução Constitucionalista Feriado Estadual 07 de setembro Independência do Brasil 12 de outubro Nossa Senhora Aparecida 02 de novembro Finados 15 de novembro Proclamação da República Tabela do Imposto de Renda Retido na Fonte Aplicável (Salários, Pró-labore, Alugueis e demais rendimentos) a Partir de Janeiro de 2010 A elaboração da folha de pagamento para salários pagos no quinto dia útil de janeiro, será com base na nova tabela de IRRF. Havendo retenção na fonte, cuidado especial deve ser tomado, para não incorrer em erro nos cálculos desta retenção, visto que o IRRF aplicável para os rendimentos pagos em janeiro, será com base na tabela nova. BASE DE CÁLCULO EM R$ ALÍQUOTA % PARCELA A DEDUZIR DO IMPOSTO EM R$ Até 1.499,15 isento - De 1.499,16 até 2.246,75 7,5 112,43 De 2.246,76 até 2.995, ,94 De 2.995,71 até 3.743,19 22,5 505,62 Acima de 3.743,19 27,5 692,78 Dependente = R$ 150,69 ÍNDICES FIPE IGP-DI IGP-M INPC FIPE IGP-DI IGP-M INPC REAJUSTE DE ALUGUEL E OUTROS CONTRATOS ACUMULADO % ATÉ MARÇO/ 10 Trimestr 2,43 2,76 2,78 2,31 ACUMULADO % ATÉ ABRIL/ 10 Trimestr 1,47 2,46 2,92 2,16 Quadrim 2,61 2,64 2,51 2,55 Quadrim 2,83 3,50 3,56 3,05 Semestr 3,16 2,67 2,66 3,18 Semestr 3,30 3,45 3,40 3,68 Anual 4,97 2,26 1,94 5,30 Anual 5,05 2,95 2,88 5,49 8

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