AFRF Avalie o acerto das afirmações adiante e marque com V as verdadeiras e com F as falsas; em seguida, marque a opção correta.

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "AFRF 2002 - Avalie o acerto das afirmações adiante e marque com V as verdadeiras e com F as falsas; em seguida, marque a opção correta."

Transcrição

1 Professor Eduardo Newman 1

2 Generalidade: todas as pessoas se encontram no âmbito de incidência do IR É permitida a concessão de isenções a todos que se encontram em certa situação (ex.: rendimentos aposentadoria ou pensão pagos a maiores de 65 anos) Universalidade: todas as rendas sujeitam-se se ao IR É permitida a concessão de isenções para algumas rendas (ex.: ganho de capital de bens de pequeno valor) Progressividade: alíquota maior à medida que aumenta a BC de Instituição e majoração do IR se sujeitam anterioridade anual, mas não se submetem anterioridade mínima (noventena) CF, art. 150, 1º à à IR tem fato gerador complexivo, em regra Súmula STF nº. 584: Ao imposto de renda calculado sobre os rendimentos do ano base aplica-se a lei vigente no exercício financeiro em que deve ser apresentada a declaração (irretroatividade imprópria) 2

3 AFRF Avalie o acerto das afirmações adiante e marque com V as verdadeiras e com F as falsas; em seguida, marque a opção correta. ( ) O princípio da anterioridade tributária não pode ser afastado por meio de emenda constitucional, ainda que em relação a um imposto determinado, não constante da enumeração excetuada no próprio texto constitucional original. ( ) O princípio da irretroatividade protege de alterações a tributação dos lucros apurados no período-base a ser encerrado em data futura. ( ) É inconstitucional a cobrança de imposto sobre movimentação financeira que atinja indiscriminadamente todas as aplicações, no ponto em que atinja as realizadas por Estados e Municípios, por exemplo (imunidade recíproca), sendo portanto inválido o 2º do art. 2º da Emenda Constitucional nº 3, de 18 de março de a) V, V, V b) V, V, F c) V, F, V d) F, F, F e) F, V, F ESAF (ATRFB 2009) Entre outras limitações ao poder de tributar, que possuem os entes políticos, temos a de cobrar tributos em relação a fatos geradores ocorridos antes do início da vigência da lei que os houver instituído ou aumentado. Sobre essa limitação, analise os itens a seguir, classificando-osos como verdadeiros ou falsos. Depois, escolha a opção que seja adequada às suas respostas: I. a irretroatividade da lei tributária vem preservar o passado da atribuição de novos efeitos tributários, reforçando a própria garantia da legalidade, porquanto resulta na exigência de lei prévia, evidenciando-se como instrumento de otimização da segurança jurídica ao prover uma maior certeza do direito; II. o Supremo Tribunal Federal tem como referência, para análise da irretroatividade, o aspecto temporal da hipótese de incidência, ou seja, o momento apontado pela lei como sendo aquele em que se deve considerar ocorrido o fato gerador; III. a mesma lei que rege o fato é também a única apta a reger os efeitos que ele desencadeia, como a sujeição passiva, extensão da responsabilidade, base de cálculo, alíquotas, deduções, compensações e correção monetária, por exemplo; IV. a lei instituidora ou majoradora de tributos tem de ser, como regra, prospectiva; admite-se, porém, a sua retroatividade imprópria. a) Todos os itens estão corretos. b) Estão corretos apenas os itens I, II e III. c) Estão corretos apenas os itens I, III e IV. d) Estão corretos apenas os itens I, II e IV. e) Estão corretos apenas os itens I e III. 3

4 Renda: Capital, Trabalho ou Trabalho + Capital Irrelevância da denominação Incide sobre rendimentos percebidos no exterior por residentes no Brasil ou por empresas brasileiras Lei deve disponibilidade... estabelecer o momento Proventos: Demais acréscimos patrimoniais da Rendimentos do capital: aluguéis, aplicações financeiras, royalties etc. Rendimentos do trabalho: salário, honorários, pró-labore etc. Rendimentos do trabalho+capital: lucro percebido pelo sócio-gerente etc. Proventos: aposentadorias, pensões, ganhos de capital, prêmios de loteria, doações, acréscimo patrimonial sem origem... 4

5 DISPONIBILIDADE ECONÔMICA: decorre do recebimento do valor que se vem a acrescentar ao patrimônio do contribuinte. DISPONIBILIDADE JURÍDICA: decorre do simples crédito desse valor, do qual o contribuinte passa a juridicamente dispor, embora este não lhe esteja ainda nas mãos. Pessoas Brasil Pessoas exterior físicas físicas domiciliadas domiciliadas ou ou residentes residentes no no Qualquer renda ou ganho auferido no Brasil por não-residente sofre tributação (ex.: salário de empregado expatriado; ganho na BOVESPA por investidor estrangeiro) 5

6 Aquisição de renda (regime de caixa) disponibilidade econômica da Não incide sobre indenizações ex.: férias não- gozadas, dano moral, licença-prêmio não-gozada Súmula STJ 136, PDV Súmula STJ 215 Há 3 modalidades de tributação: Exclusiva na fonte (CTN, art. 45, único) Definitiva Ajuste anual 6

7 Os principais rendimentos exclusiva na fonte são os seguintes: sujeitos à tributação Rendimentos de não-residentes pagos por pessoa jurídica 13º salário Rendimentos de aplicações financeiras Prêmios de loteria. Nestes casos, a retenção na fonte só ocorre nos pagamentos efetuados por pessoa jurídica FATO GERADOR: pagamento, efetuado por pessoa jurídica a pessoa física, de rendimento sujeito à tributação exclusiva na fonte. QUANDO OCORRE O FG: data do pagamento. ONDE OCORRE O FG: domicílio da fonte pagadora, no Brasil. 7

8 SUJEITOS PASSIVOS Contribuinte: pessoas físicas residentes no Brasil ou domiciliadas no exterior. Responsável: pagamento pessoa jurídica que efetuou o ALÍQUOTA: tabela progressiva mensal (ex.: 13º salário) ou alíquotas específicas (ex.: rendimentos de não-residentes [15% ou 25%]; aplicações financeiras [regra: 15%]) BASE DE CÁLCULO: valor pago à pessoa física 8

9 TABELA PROGRESSIVA MENSAL BC MENSAL ALÍQUOTA Até R$ 1.566,61 - De R$ 1.566,62 até R$ 2.347,85 7,5% De R$ 2.347,86 até R$ 3.130,51 15% De R$ 3.130,52 até R$ 3.911,63 22,5% Acima de RS 3.911,63 27,5% Principais rendimentos: Rendimentos de não-residentes pagos por pessoa física Ganhos de capital na alienação de bens ou direitos de qualquer natureza (abrange ganhos de capital de bens no exterior possuídos por residentes no Brasil - há isenção para bens de pequeno valor) Ganhos no mercado de renda variável (abrange os ganhos auferidos, por residente no Brasil, em bolsas de valores de qualquer local do mundo isenção vendas mensais de até R$ 20 mil). A própria pessoa física deve efetuar o recolhimento no prazo de pagamento 9

10 FATO GERADOR : PF auferir renda ou ganho, decorrente de operações realizadas com pessoa física ou jurídica, sujeito à tributação definitiva. QUANDO OCORRE O FG: data do auferimento da renda. ONDE OCORRE O FG: todo o planeta (para os não-residentes, é apenas o Brasil)!!!! Vide art. 3º, 4º, da Lei nº /88 ( 4º A tributação independe da denominação dos rendimentos, títulos ou direitos, da localização, condição jurídica ou nacionalidade da fonte, da origem dos bens produtores da renda, e da forma de percepção das rendas ou proventos, bastando, para a incidência do imposto, o benefício do contribuinte por qualquer forma e a qualquer título). CRITÉRIO PESSOAL SUJEITO PASSIVO: pessoas físicas residentes no Brasil ou domiciliadas no exterior, estas últimas apenas em relação aos sujeitos à tributação definitiva. rendimentos auferidos no Brasil ALÍQUOTA: alíquotas específicas BASE DE CÁLCULO: renda / ganho de capital auferida(o) pela pessoa física 10

11 Em regra, todos os rendimentos percebidos por pessoa física residente no Brasil sujeitam-sese ao ajuste anual. Exemplos: Rendimentos decorrentes do trabalho assalariado (salário, férias etc), exceto 13º salário Salário indireto (veículos, aluguel de imóvel etc) Remuneração de contribuintes individuais, qualificados como tal na legislação diretor de S/A etc) previdenciária (autônomo, Resgate de benefícios de previdência complementar sócio-gerente, RECOLHIMENTO NO CURSO DO ANO-CALENDÁRIO Rendimentos recebidos de PJ: PJ deve efetuar a retenção na fonte, com base na tabela progressiva mensal, que pode ser definitiva para alguns rendimentos (ex.: 13º salário) Rendimentos recebidos de PF ou de fonte situada no exterior: a própria PF que auferiu a renda deve efetuar o recolhimento mensal do IRPF devido (carnê-leão) 11

12 FATO GERADOR : aquisição, por PF, de disponibilidade econômica de renda ou de proventos de qualquer natureza não sujeitos à tributação exclusiva na fonte ou definitiva. QUANDO OCORRE O FG: encerramento do ano-calendário. ONDE OCORRE O FG: todo planeta! (art. 3º, 4º, Lei 7.713/88) SUJEITO PASSIVO: pessoas físicas residentes no Brasil ALÍQUOTA: tabela progressiva anual BASE DE CÁLCULO: total das rendas e proventos percebidos no ano-calendário, excetuados os rendimentos isentos ou sujeitos à tributação definitiva ou exclusiva, sendo permitida a dedução única (declaração simplificada = R$ 20% do valor dos rendimentos tributáveis na declaração, limitado a R$ ,36) ou as seguintes deduções (declaração completa): * INSS ou PCCS * Livro Caixa * Pensão Alimentícia * Previdência Privada * Dependentes (valor fixo) * Despesas Médicas, sem limite. * Despesas com educação (ensino básico até cursos de especialização com limite) 12

13 TABELA PROGRESSIVA ANUAL BC MENSAL ALÍQUOTA Até R$ ,32 - De R$ ,33 até R$ ,00 7,5% De R$ ,01 até R$ ,56 15% De R$ ,57 até R$ ,80 22,5% Acima de RS ,80 27,5% Principais rendimentos isentos: Lucros e dividendos distribuídos Doações e heranças (já há incidência do ITCMD) Poupança Ganhos de capital na alienação de bens de pequeno valor Seguro-desemprego 13

14 Os depósitos bancários de origem incomprovada caracterizam omissão de rendimentos, sendo possível a utilização dos dados da CPMF para apurar a existência destes depósitos (LC 105, arts. 5º e 6º) AFRF Relativamente ao imposto de renda, assinale a afirmação correta. a) A Constituição determina que o imposto de renda seja informado pelo critério de que aquele que ganhe mais deverá pagar de imposto uma proporção maior do que aquele que ganhe menos. b) A renda e os proventos de qualquer natureza percebidos no País por residentes ou domiciliados no exterior ou a eles equiparados não estão sujeitos ao imposto em razão do princípio da extraterritorialidade. c) No caso de rendimentos percebidos em dinheiro a título de alimentos ou pensões em cumprimento de acordo homologado judicialmente ou decisão judicial, inclusive alimentos provisionais ou provisórios, verificando-se a incapacidade civil do alimentado, não há incidência do imposto. d) Em razão do princípio da universalidade da tributação, a ajuda de custo destinada a atender às despesas com transporte, frete e locomoção do beneficiado e seus familiares, em caso de remoção de um município para outro, está sujeita ao imposto. e) A tributação dos rendimentos recebidos por residentes ou domiciliados no Brasil que prestem serviços a embaixadas, repartições consulares, missões diplomáticas ou técnicas não está sujeita à legislação brasileira, por força da Convenção de Viena sobre Relações Diplomáticas. 14

15 AFRFB Para os efeitos do imposto de renda, o percebido na alienação de bens imóveis considera-se. Já a importância paga a título de aluguel, remetida, creditada, empregada ou entregue ao contribuinte, produzido por bens imóveis é denominada. Um(a), na linguagem tributária, é o valor percebido independentemente de ser produzido pelo capital ou o trabalho do contribuinte. a) rendimento...rendimento de capital...ganho imobiliário...sinecura b) provento...rendimento imobiliário...provento predial...provento c) rendimento...rendimento de capital...ganho imobiliário...prebenda d) ganho...ganho de capital...rendimento de capital...sinecura e) ganho...ganho de capital...rendimento de capital... provento Responsabilidade pessoal (sucessores e espólio) Responsabilidade de terceiros (atuação ou omissão indevidas + impossibilidade da exigência no contribuinte: responsabilidade solidária ; ou excesso responsabilidade pessoal) de Pais, tutores e curadores poderes ou infração de lei: Declaração conjunta: bens do menor só respondem até o limite de sua renda Administradores de bens de terceiros Inventariante 15

16 SP elegeu domicílio S Dificulta ou impossibilita a arrecadação ou fiscalização N Domicílio Tributário é o eleito N S PF: residência habitual ou, sendo esta incerta ou desconhecida, o centro habitual da atividade PJDPrivado: local da sede ou de cada estabelecimento, para os FG nele ocorridos PJDPúblico: repartição no território da entidade tributante É possível a aplicação destas regras??? Domicílio tributário é o local da situação dos bens ou da ocorrência dos atos ou fatos que deram origem à obrigação N Domicílio Tributário S Regra RIR: residência habitual do sujeito passivo ou do procurador ou representante de residentes ou domiciliados no exterior (tem que comunicar alteração à RFB......) PF que exerce profissão ou função particular ou pública: onde a profissão ou função for desempenhada Pluralidade de residências: eleição do domicílio (pode haver recusa do domicílio eleito......) PAF (Decreto nº , art. 23, 4º) º): Endereço postal fornecido para fins cadastrais Endereço eletrônico atribuído pelo Fisco, desde que autorizado pelo sujeito passivo 16

17 Regra: Lançamento por homologação (DIRPF constitui o crédito tributário......) Exceção: Lançamento de ofício (apenas para os valores não confessados em DIRPF......) RIR/99, art. 2º, 2º. O imposto será devido à medida em que os rendimentos e ganhos de capital forem percebidos, sem prejuízo estabelecido no art. 85 (ajuste anual) do ajuste 17

18 Disponibilidade jurídica de renda = Lucro contábil (regime de competência), ajustado (Lucro [INCLUI LUCROS AUFERIDOS NO EXTERIOR] Real) Pode ser adotada sistemática simplificada de apuração do lucro tributável (Lucro Presumido), inclusive com regime de caixa Não sendo possível determinar o lucro, o Fisco / contribuinte deve arbitrar o seu montante (Lucro Arbitrado) Lucros no exterior: Rendimentos e ganhos de capital Lucros de filiais Lucros decorrentes de participações societárias, inclusive de coligadas e controladas Momento apuração controlada... da do ocorrência lucro do pela fato coligada gerador: ou 18

19 Pessoas jurídicas, registradas ou não (SCP e consórcios não têm personalidade jurídica......) Empresas em liquidação, falência ou recuperação judicial Filiais de PJ com sede no exterior Comitente domiciliado no exterior, quando operação realizada no Brasil Empresas individuais EIRELI Incorporador PF PF que habitualmente realiza atividade econômica que visa lucro Sucessores de incorporação e cisão) direito (transformação, fusão, Sucessores de fato (sócio que continua a exploração da mesma atividade irregularmente) de empresa extinta, regular ou Aquisição de fundo de comércio, exceto na alienação judicial em falência ou recuperação judicial (integral ou subsidiária) Terceiros (arts. 134 e 135 do CTN) 19

20 Único estabelecimento: o lugar da situação deste Pluralidade de estabelecimentos: à opção da pessoa jurídica, o lugar onde se achar o estabelecimento centralizador das suas operações ou a sede da empresa dentro do País Obrigações em que incorra como fonte pagadora: o lugar do estabelecimento que pagar, creditar, entregar, remeter ou empregar rendimento sujeito ao imposto no regime de tributação na fonte. Residente no exterior: estabelecimento do procurador ou representante ALTERAÇÃO DO DOMICÍLIO: COMUNICAÇÃO À RFB EM ATÉ 30 DIAS 20

21 Lucro contábil, ajustado (Lucro Real) Pode ser adotada sistemática simplificada de apuração do lucro tributável (Lucro Presumido) Não sendo possível determinar o lucro, o Fisco deve arbitrar o seu montante (Lucro Arbitrado) Lucro Real Lucro Presumido Lucro Arbitrado Simples Nacional 21

22 Lucro Real: corresponde ao lucro líquido ajustado pelas adições, exclusões e compensações previstas na legislação tributária Contas Valores em R$ Lucro líquido do exercício antes do IR ,00 e após CS Adições (+) ,00 Exclusões (-) ,00 Subtotal (result. Fiscal antes comp ,00 Prejuízo) (=) Compensação de prejuízos (-) ,00 Lucro Real do trimestre (=) ,00 Provisão para Imposto de Renda (=) ,00 Lucro líquido: contabilidade vigente em 31/12/ regime de competência (livros obrigatórios......) Adições: despesas indedutíveis Ex.: depreciação contábil acima do limite do Fisco; preços de transferência Exclusões: receitas não tributáveis Ex.: equivalência patrimonial Compensação: prejuízos fiscais Limite: 30% do Lucro Real (vedação: mudança de controle e ramo de atividade) 22

23 R E C E I T A O P E R A C I O N A L B R U T A ( V e n d a s d e M e r c a d o r i a s e P r e s t a ç ã o d e S e r v i ç o s ) ( - ) D E D U Ç Õ E S D A R E C E I T A B R U T A D e v o lu ç õ e s d e V e n d a s A b a t i m e n t o s I m p o s t o s e C o n t r i b u i ç õ e s I n c i d e n t e s s o b r e V e n d a s = R E C E I T A O P E R A C I O N A L L Í Q U I D A ( - ) C U S T O S D A S V E N D A S ( C u s t o d a s M e r c a d o r i a s V e n d i d o s e d o s S e r v i ç o s P r e s t a d o s ) = R E S U L T A D O O P E R A C I O N A L B R U T O ( - ) D E S P E S A S O P E R A C I O N A I S ( e x. : d e s p e s a s a d m i n s t r a t i v a s ) ( - ) D E S P E S A S F I N A N C E I R A S L Í Q U I D A S O U T R A S R E C E I T A S E D E S P E S A S R e s u lt a d o d a E q u i v a lê n c i a P a t r i m o n i a l V e n d a d e B e n s e D i r e i t o s d o A t i v o N ã o C i r c u la n t e ( - ) C u s t o d a V e n d a d e B e n s e D i r e i t o s d o A t i v o N ã o C i r c u la n t e = R E S U L T A D O O P E R A C I O N A L A N T E S D O I R E D A C S L L ( - ) P r o v i s ã o p a r a I m p o s t o d e R e n d a e C o n t r i b u i ç ã o S o c i a l S o b r e o L u c r o = L U C R O L Í Q U I D O A N T E S D A S P A R T I C I P A Ç Õ E S ( - ) D e b ê n t u r e s, E m p r e g a d o s, P a r t i c i p a ç õ e s d e A d m i n i s t r a d o r e s, P a r t e s B e n e f i c i á r i a s, F u n d o s d e A s s i s t ê n c i a e P r e v i d ê n c i a p a r a E m p r e g a d o s ( = ) R E S U L T A D O L Í Q U I D O D O E X E R C Í C I O Custos Aquisição (não inclui impostos recuperáveis) CMV = EI + C EF Subavaliação do estoque final: aumenta o CMV e diminui o lucro... Produção (aquisição + salário do pessoal produção + depreciação + amortização + exaustão) CPV = EI + C + MOD + GGF - EF da 23

24 Despesas Operacionais Nem todas despesas operacionais são dedutíveis... Dedutibilidade: necessária, usual e normal às atividades da empresa e à manutenção da respectiva fonte produtora Provisões: indedutibilidade, salvo previsão legal expressa (férias e 13º salário) Tributos: dedutíveis pelo regime de competência, exceto com exigibilidade suspensa Despesas Operacionais Juros sobre o Capital Próprio (JCP), calculado com base na TJLP: dedutibilidade, com limites: Lucro antes de IR > JCP ou Lucros acumulados e reservas de lucros > 2 x JCP JCP: retenção na fonte (15%) 24

25 Despesas Financeiras Líquidas (ou Receitas Financeiras Líquidas) Inclui variações cambiais Opcionalmente, as variações cambiais podem ser tributadas pelo regime de caixa Livros obrigatórios Livros Diário (registrado) e Razão SPED Livro de Registro de Inventário Livro de Registro de Entradas Livro de Registro Permanente de Estoque (imóveis) Livro de Movimentação de Combustíveis (postos) LALUR 25

26 LALUR (não é registrado......) Lançar os ajustes do Lucro Líquido (Parte A) Transcrever a demonstração do Lucro Real (Parte A) Controlar prejuízos fiscais (Parte B) Despesas excedentes para serem deduzidas em períodos seguintes (Parte B) Principais empresas obrigadas ao Lucro Real: Receita total, no ano anterior, > R$ 48 milhões Bancos e demais financeiras (inclusive arrendamento mercantil, seguradoras e previdência privada aberta) Fruição de benefícios fiscais Factoring 26

27 Periodicidade de Apuração Trimestral Anual Pagamento de estimativas mensais (lucro calculado em função da receita bruta da empresa) Pagamento das estimativas pode ser suspenso ou reduzido com a apuração do lucro real até o período de apuração É uma forma opcional de tributação (algumas empresas são obrigadas ao Lucro Real......) simplificada A opção é irretratável (pagamento do 1º DARF) A escrituração contábil pode ser substituída pelo Livro Caixa... Período de Apuração: trimestral 27

28 Apuração do Lucro Presumido Receita Bruta x % = Lucro sobre a Receita Bruta (+) Valores diferidos constantes do LALUR (+) Ganhos de Capital (+) Outras Receitas e Rendimentos Tributáveis (=) Lucro Presumido Receita Bruta: Receita da venda de bens e prestação de serviços (caixa ou competência) Sem vendas canceladas, descontos incondicionais e IPI 28

29 Percentuais de presunção de lucro: Revenda de Combustíveis: 1,6% Comércio: 8% Transporte: 16% Serviços: 32% Valores Diferidos constantes do LALUR: Valores diferidos: tributação protraída no tempo (ex.: receita de variações cambiais diferidas para a tributação pelo regime de caixa) 29

30 Principais Outras Receitas e Rendimentos Tributáveis: Receita de locação, quando este não for o objeto da empresa Rendimentos de aplicações financeiras Juros sobre o Capital Próprio Lucro real sem escrituração regular Evidentes indícios de fraude na escrituração Ausência de apresentação da escrituração Livros contábeis e demais livros obrigatórios (Lucro Real) Livro caixa e demais livros obrigatórios (Lucro Presumido) Opção indevida pelo lucro presumido Opção do contribuinte pelo arbitramento do lucro, desde que conhecida a receita bruta... 30

31 Receita Bruta Conhecida: o lucro arbitrado é obtido pela soma das seguintes parcelas: 1. Valor resultante da aplicação dos percentuais de presunção de lucro (variáveis conforme o tipo de atividade), acrescidos de 20% 2. Ganhos nos mercados de renda fixa e variável 3. Ganhos de capital 4. Outras receitas não-operacionaisoperacionais 5. Lucros e rendimentos do exterior Lucro arbitrado = Receita Bruta não-conhecida: o lucro arbitrado é obtido pela soma das seguintes parcelas: 1. Arbitramento do lucro operacional por meios indiretos (ex.: 40% do ativo; 150% do lucro real do ano anterior etc) 2. Ganhos nos mercados de renda fixa e variável 3. Ganhos de capital 4. Outras receitas não-operacionaisoperacionais 5. Lucros e rendimentos do exterior Lucro arbitrado =

32 Saldo credor de caixa Falta de emissão de NF Falta de escrituração de pagamentos Passivo fictício Depósitos bancários sem origem comprovada!!! Utilização dos dados da CPMF para apurar a existência destes depósitos (LC 105, arts. 5º e 6º) Imunidade: norma constitucional afasta a competência tributária (é uma não-incidência constitucionalmente qualificada) Pode ser objetiva (livros), subjetiva (EBAS) ou mista (ITR sobre pequenas glebas, exploradas por certa pessoa) Isenção: lei tributária afasta a incidência que regularmente ocorreria Não-incidência: situações que poderiam ser tributadas, mas a lei não as abarcou 32

33 Não-incidência Incidência + Isenção Incidência Barreira - CF Imunidade Moldura: contém a materialidade do tributo Ganho de capital na desapropriação de imóvel para fins de reforma agrária (CF, art. 184, 5º) Templos de qualquer culto Instituições de educação, sem fins lucrativos Instituições de assistência social, sem fins lucrativos (EBAS) Partidos políticos e suas fundações Entidades sindicais de trabalhadores Imunidade recíproca???? 33

34 Atividade Econômica Serviços Públicos Outras atividades estatais (ex.: Seguridade Social) Não há imunidade Monopólio??? NÃO IMUNIDADE (exceto desvio de finalidade de autarquia ou fundação pública) SIM IMUNIDADE Não há imunidade São exercidas pelo Estado, autarquias ou fundações Condições básicas para o gozo da imunidade (exceto reforma agrária e recíproca): Não distribuir patrimônio ou rendas Aplicar os recursos no Brasil Manter escrituração contábil 34

35 Condições extras para o gozo da imunidade (apenas para EBAS e instituições de educação): Prestar os serviços e não ter finalidade lucrativa Não remunerar dirigentes Apresentar Declaração Anual de Rendimentos e manter documentos por 5 anos Destinar seu patrimônio a entidade similar, no caso de extinção Entidades científicas filantrópicas, recreativas, Associações civis, sem fins lucrativos culturais ou ISENAÇÃO NÃO ABRANGE RENDIMENTOS DE APLICAÇÕES CAPITAL FINANCEIRAS E GANHOS DE 35

36 Condições para o gozo da isenção: Não remunerar dirigentes Exceto dirigente empregado de OSCIP e OS Aplicar os recursos em seus objetivos sociais Manter contabilidade Apresentar Declaração Anual de Rendimentos e manter documentos por 5 anos Entidades de previdência privada fechada Entidades de previdencia sem fins lucrativos Bolsa de Mercadorias e Valores Fundo Garantidor de Crédito 36

37 Incentivos Fiscais de Redução e Destinação do IR: Fundos de Investimento Regionais (destinação) PAT (redução) FUMCAD (destinação) Destinação para atividades culturais, audiovisuais e cinematográficas A lei pode estabelecer retenção na fonte (CTN, art. 45, único) RESPONSABILIDADE TRIBUTÁRIA 37

38 Serviços caracterizadamente de natureza profissional (ex.: advocacia, arquitetura, medicina etc): 1,5% Pagamento efetuado por PJ ligada: tabela progressiva Limpeza, Conservação, Segurança, Vigilância e Locação de Mão-de-obra: 1% Mediação de Negócios, Propaganda e Publicidade: 1,5% Recolhimento pela própria agência... Cooperativas de trabalho: 1,5% Pagamentos efetuados por órgãos públicos: presunção de lucro x 15% Lucros distribuídos dos anos-calendário de 1994 e 1995: 15% Distribuição de lucros a partir de 1996: isenção 38

39 Lucro Real Trimestral (regra) ou Anual Lucro Presumido: trimestral Lucro Arbitrado: trimestral Alíquota Geral: 15% Adicional: 10% (apenas para a parcela do lucro que exceder à multiplicação de R$ ,00 pelo número de meses do respectivo período de apuração) 39

40 Regra: Lançamento por homologação (DCTF constitui o crédito tributário......) Exceção: Lançamento de ofício (apenas para os valores não confessados em DCTF......) 40

IMPOSTO DE RENDA E PROVENTOS DE QUALQUER NATUREZA

IMPOSTO DE RENDA E PROVENTOS DE QUALQUER NATUREZA IMPOSTO DE RENDA E PROVENTOS DE QUALQUER NATUREZA Nasceu em 1799 na Inglaterra, sendo recebido em 1913 nos EUA. No Brasil, em 1867, o visconde de Jequitinhonha propôs a cobrança do imposto, e encontrou

Leia mais

Contmatic - Escrita Fiscal

Contmatic - Escrita Fiscal Lucro Presumido: É uma forma simplificada de tributação onde os impostos são calculados com base num percentual estabelecido sobre o valor das vendas realizadas, independentemente da apuração do lucro,

Leia mais

ARQUIVO ATUALIZADO ATÉ 31/12/2011

ARQUIVO ATUALIZADO ATÉ 31/12/2011 ARQUIVO ATUALIZADO ATÉ 31/12/2011 Pagamento do Imposto 001 Como e quando deve ser pago o imposto apurado pela pessoa jurídica? 1) Para as pessoas jurídicas que optarem pela apuração trimestral do imposto

Leia mais

IRPF Imposto de Renda da. Nathália Ceia Março 2011

IRPF Imposto de Renda da. Nathália Ceia Março 2011 IRPF Imposto de Renda da Pessoa Física Nathália Ceia Março 2011 Programa Aula 1 1. Princípios Gerais 2. Fato Gerador 3. Características 4. Contribuinte e Responsável Programa Aula 2 5. Alíquotas e Formas

Leia mais

CURSO DE EXTENSÃO ESPECIALISTA EM TRIBUTOS E CONTRIBUIÇÕES FEDERAIS (PIS, COFINS, IRPJ, IRPF, CSLL) PROGRAMA

CURSO DE EXTENSÃO ESPECIALISTA EM TRIBUTOS E CONTRIBUIÇÕES FEDERAIS (PIS, COFINS, IRPJ, IRPF, CSLL) PROGRAMA CURSO DE EXTENSÃO ESPECIALISTA EM TRIBUTOS E CONTRIBUIÇÕES FEDERAIS (PIS, COFINS, IRPJ, IRPF, CSLL) 1. MÓDULO DE IMPOSTO DE RENDA PROGRAMA TRIBUTAÇÃO DAS PESSOAS FÍSICAS CONTRIBUINTES E RESPONSÁVEIS PESSOAS

Leia mais

RENDIMENTOS DO TRABALHO NÃO-ASSALARIADO E ASSEMELHADOS

RENDIMENTOS DO TRABALHO NÃO-ASSALARIADO E ASSEMELHADOS PROGRAMA CURSO DE EXTENSÃO EM TRIBUTOS E CONTRIBUIÇÕES FEDERAIS - (PIS, COFINS, IRPJ, IRPF, CSLL) 1. MÓDULO DE IMPOSTO DE RENDA TRIBUTAÇÃO DAS PESSOAS FÍSICAS CONTRIBUINTES E RESPONSÁVEIS PESSOAS FÍSICAS

Leia mais

SIEEESP - SEMINÁRIO JURIDICO EDUCACIONAL. Tributação das Instituições de Ensino Particulares Perspectivas e Medidas. Wagner Eduardo Bigardi 27/05/2014

SIEEESP - SEMINÁRIO JURIDICO EDUCACIONAL. Tributação das Instituições de Ensino Particulares Perspectivas e Medidas. Wagner Eduardo Bigardi 27/05/2014 SIEEESP - SEMINÁRIO JURIDICO EDUCACIONAL Tributação das Instituições de Ensino Particulares Perspectivas e Medidas Wagner Eduardo Bigardi 27/05/2014 Sistema Tributário Nacional Conjunto de regras jurídicas

Leia mais

Cape contabilidade LUCRO REAL

Cape contabilidade LUCRO REAL 1. CONCEITO LUCRO REAL No regime do lucro real o Imposto de Renda devido pela pessoa jurídica é calculado sobre o valor do lucro líquido contábil ajustado pelas adições, exclusões e compensações prescritas

Leia mais

Objetivo. Conteúdo. Imposto de Renda Pessoa Física. Rendimentos recebidos acumuladamente Palestra TRT 6ª Região

Objetivo. Conteúdo. Imposto de Renda Pessoa Física. Rendimentos recebidos acumuladamente Palestra TRT 6ª Região Imposto de Renda Pessoa Física Rendimentos recebidos acumuladamente Palestra TRT 6ª Região Alexandre de Moraes Rego AFRFB DRF Recife Objetivo Divulgação da nova sistemática de tributação do Imposto de

Leia mais

IRPJ. Lucro Presumido

IRPJ. Lucro Presumido IRPJ Lucro Presumido 1 Características Forma simplificada; Antecipação de Receita; PJ não está obrigada ao lucro real; Opção: pagamento da primeira cota ou cota única trimestral; Trimestral; Nada impede

Leia mais

Parte I. Profa. Alessandra Brandão

Parte I. Profa. Alessandra Brandão Parte I Profa. Alessandra Brandão Princípios Informadores Gerais Legalidade Criado por lei ordinária federal Anterioridade Não se sujeita aos 90 dias IrretroaLvidade Súmula 584 do STF: se houve alteração

Leia mais

Imunidade O PIS e a Cofins não incidem sobre as receitas decorrentes de exportação (CF, art. 149, 2º, I).

Imunidade O PIS e a Cofins não incidem sobre as receitas decorrentes de exportação (CF, art. 149, 2º, I). Comentários à nova legislação do P IS/ Cofins Ricardo J. Ferreira w w w.editoraferreira.com.br O PIS e a Cofins talvez tenham sido os tributos que mais sofreram modificações legislativas nos últimos 5

Leia mais

IR: Fato Gerador CONTABILIDADE INTERMEDIÁRIA

IR: Fato Gerador CONTABILIDADE INTERMEDIÁRIA IR: Fato Gerador CONTABILIDADE INTERMEDIÁRIA TÓPICO: LEGISLAÇÃO FISCAL CONCEITOS GERAIS LUCRO REAL CTN [art. 43]: Aquisição da Disponibilidade Econômica ou Jurídica de Renda* ou Proventos de qualquer natureza**.

Leia mais

Elaborado e apresentado por:

Elaborado e apresentado por: A CONSTRUÇÃO CIVIL E AS REGRAS INTERNACIONAIS DE CONTABILIDADE - ALTERAÇÕES CONTÁBEIS E TRIBUTÁRIAS: LEIS 11.638/2007, 11.941/2009 e 12.973/2014 UMA VISÃO CONTÁBIL E TRIBUTÁRIA Elaborado e apresentado

Leia mais

IMPOSTO DE RENDA E PROVENTOS DE QUALQUER NATUREZA

IMPOSTO DE RENDA E PROVENTOS DE QUALQUER NATUREZA Instituições de Direito Profª Doutora Ideli Raimundo Di Tizio p 31 IMPOSTO DE RENDA E PROVENTOS DE QUALQUER NATUREZA A origem desse imposto se encontra na Grã-Bretanha, onde seus precursores foram, no

Leia mais

Lucro Presumido. SECAT/DRF Florianópolis Contadoria Judicial da JFSC Florianópolis, 15.10.2013.

Lucro Presumido. SECAT/DRF Florianópolis Contadoria Judicial da JFSC Florianópolis, 15.10.2013. Lucro Presumido SECAT/DRF Florianópolis Contadoria Judicial da JFSC Florianópolis, 15.10.2013. IRPJ CF/88, artigo 153 Compete à União instituir impostos sobre: III - renda e proventos de qualquer natureza

Leia mais

Retenção de Impostos e Contribuições

Retenção de Impostos e Contribuições Retenção de Impostos e Contribuições COMO A FONTE PAGADORA DEVE DESCONTAR: IR PIS/PASEP COFINS CSLL ISS INSS Resumo do conteúdo: IR Fonte Assalariados / Pro Labore IR Fonte Terceiros e Não Assalariados

Leia mais

Principais Aspectos da Regulação da Lei 12.973/14

Principais Aspectos da Regulação da Lei 12.973/14 Principais Aspectos da Regulação da Lei 12.973/14 pela IN 1.515/14 Julio Chamarelli Sócio de Consultoria Tributária da KPMG jcepeda@kpmg.com.br Sergio André Rocha Professor Adjunto de Direito Financeiro

Leia mais

Sumário. Agradecimentos Apresentação Siglas e abreviaturas. Título 1 Aspectos constitucionais e normas gerais do imposto de renda 1

Sumário. Agradecimentos Apresentação Siglas e abreviaturas. Título 1 Aspectos constitucionais e normas gerais do imposto de renda 1 Sumário Agradecimentos Apresentação Siglas e abreviaturas XIX XXI XXIII Título 1 Aspectos constitucionais e normas gerais do imposto de renda 1 Capítulo 1 Disciplina constitucional do imposto de renda

Leia mais

ANEXO I IMPOSTO SOBRE A RENDA DAS PESSOAS JURÍDICAS (IRPJ) ANEXO II IMPOSTO DE RENDA RETIDO NA FONTE (IRRF) Item Código/ Variação

ANEXO I IMPOSTO SOBRE A RENDA DAS PESSOAS JURÍDICAS (IRPJ) ANEXO II IMPOSTO DE RENDA RETIDO NA FONTE (IRRF) Item Código/ Variação 1 ANEXO I IMPOSTO SOBRE A RENDA DAS PESSOAS JURÍDICAS (IRPJ) Item Código/ Variação Periodicidade Período de Apuração do Fato Denominação Gerador 1 0220/01 Tr i m e s t r a l A partir do 1º trimestre de

Leia mais

NOSSO GUIA DO ADVOGADO CONTRIBUINTE

NOSSO GUIA DO ADVOGADO CONTRIBUINTE NOSSO GUIA DO ADVOGADO CONTRIBUINTE NOSSO GUIA DO ADVOGADO CONTRIBUINTE O conteúdo deste guia foi elaborado para orientar os advogados registrados que buscam a OAB para esclarecer suas dúvidas em relação

Leia mais

ASSUNTOS CONTÁBEIS EXEMPLOS DE APURAÇÃO DO IRPJ - LUCRO REAL. Balancete encerrado em 31.08.2007

ASSUNTOS CONTÁBEIS EXEMPLOS DE APURAÇÃO DO IRPJ - LUCRO REAL. Balancete encerrado em 31.08.2007 SUPERAVIT - Boletim Eletrônico Fiscal Consultoria TRIBUTÁRIA: (84) 3331-1310 E-Mail: jorge@superavitcontabil@com.br MSN: superavit.contabil@hotmail.com SITE: www.superavitcontabil.com.br ASSUNTOS CONTÁBEIS

Leia mais

CARGA TRIBUTÁRIA ANO 2013

CARGA TRIBUTÁRIA ANO 2013 CARGA TRIBUTÁRIA ANO 2013 INFORMAÇÕES GERAIS Pessoa Jurídica Lucro Real Tributação com base no lucro efetivo demonstrado através do livro diário de contabilidade (obrigatório) 1. Empresas obrigadas à apuração

Leia mais

ARQUIVO ATUALIZADO ATÉ 31/12/2012 Capitulo IX - Resultados não operacionais 2013

ARQUIVO ATUALIZADO ATÉ 31/12/2012 Capitulo IX - Resultados não operacionais 2013 ARQUIVO ATUALIZADO ATÉ 31/12/2012 Capitulo IX - Resultados não operacionais 2013 001 O que se entende por receitas e despesas não operacionais? Receitas e despesas não operacionais são aquelas decorrentes

Leia mais

LEI N 12.973/14 (CONVERSÃO DA MP N 627/13) ALTERAÇÕES RELEVANTES NA LEGISLAÇÃO TRIBUTÁRIA FEDERAL

LEI N 12.973/14 (CONVERSÃO DA MP N 627/13) ALTERAÇÕES RELEVANTES NA LEGISLAÇÃO TRIBUTÁRIA FEDERAL LEI N 12.973/14 (CONVERSÃO DA MP N 627/13) ALTERAÇÕES RELEVANTES NA LEGISLAÇÃO TRIBUTÁRIA FEDERAL A Lei n 12.973/14, conversão da Medida Provisória n 627/13, traz importantes alterações à legislação tributária

Leia mais

O QUE É A RETENÇÃO NA FONTE?

O QUE É A RETENÇÃO NA FONTE? SUMÁRIO I O QUE É A RETENÇÃO NA FONTE? I.1 - RESPONSABILIDADE TRIBUTÁRIA... 23 II SERVIÇOS PRESTADOS POR PESSOAS JURÍDICAS II.1 - IRRF - SERVIÇOS PRESTADOS POR PESSOAS JURÍDICAS... 29 II.1.1 - Hipóteses

Leia mais

http://www.receita.fazenda.gov.br/prepararimpressao/imprimepagina.asp

http://www.receita.fazenda.gov.br/prepararimpressao/imprimepagina.asp Page 1 of 7 Instrução Normativa SRF nº 213, de 7 de outubro de 2002 DOU de 8.10.2002 Dispõe sobre a tributação de lucros, rendimentos e ganhos de capital auferidos no exterior pelas pessoas jurídicas domiciliadas

Leia mais

DA CONTRIBUIÇÃO PARA O PIS/PASEP E COFINS

DA CONTRIBUIÇÃO PARA O PIS/PASEP E COFINS O PRESIDENTE DA REPÚBLICA, LEI Nº 9.718, DE 27 DE NOVEMBRO DE 1998. Altera a Legislação Tributária Federal. Faço saber que o Congresso Nacional decreta e eu sanciono a seguinte Lei: Art. 1º Esta Lei aplica-se

Leia mais

b) receberam rendimentos isentos, não tributáveis ou tributados exclusivamente na fonte, cuja soma tenha sido superior a R$ 40.

b) receberam rendimentos isentos, não tributáveis ou tributados exclusivamente na fonte, cuja soma tenha sido superior a R$ 40. Vitória/ES, 23 de fevereiro de 2013. ORIENTAÇÕES PARA DECLARAÇÃO DO IRPF 2013 A partir do dia 1º março a Receita Federal começa a receber a Declaração de Ajuste Anual do Imposto de Renda Pessoa Física.

Leia mais

ARQUIVO ATUALIZADO ATÉ 31/12/2012. Capítulo XIV - Lucro Arbitrado 2013

ARQUIVO ATUALIZADO ATÉ 31/12/2012. Capítulo XIV - Lucro Arbitrado 2013 ARQUIVO ATUALIZADO ATÉ 31/12/2012 Capítulo XIV - Lucro Arbitrado 2013 001 O que é lucro arbitrado? O arbitramento de lucro é uma forma de apuração da base de cálculo do imposto de renda utilizada pela

Leia mais

DOING BUSINESS IN BRAZIL. 19 DE JUNHO Lisboa. RFF & Associados Preto Advogados

DOING BUSINESS IN BRAZIL. 19 DE JUNHO Lisboa. RFF & Associados Preto Advogados DOING BUSINESS IN BRAZIL 19 DE JUNHO Lisboa RFF & Associados Preto Advogados Raquel Elita Alves Preto - Graduada em Direito pela Faculdade de Direito da Universidade de São Paulo (USP), com especialização

Leia mais

ATO DECLARATÓRIO EXECUTIVO CODAC Nº - 99,

ATO DECLARATÓRIO EXECUTIVO CODAC Nº - 99, ATO DECLARATÓRIO EXECUTIVO CODAC Nº - 99, DE 29 DE DEZEMBRO DE 2011(DOU de 02/01/2012) Dispõe sobre o preenchimento da Declaração de Débitos e Créditos Tributários Federais (DCTF), em relação a fatos geradores

Leia mais

Art.187... IV o lucro ou prejuízo operacional, as receitas e despesas não operacionais;... c Publicada no DOU de 27-12-1995. c Súm. nº 584 do STF.

Art.187... IV o lucro ou prejuízo operacional, as receitas e despesas não operacionais;... c Publicada no DOU de 27-12-1995. c Súm. nº 584 do STF. LEI N o 9.249, DE 26 DE DEZEMBRO DE 1995 Altera a legislação do imposto de renda das pessoas jurídicas, bem como da contribuição social sobre o lucro líquido, e dá outras providências. c Publicada no DOU

Leia mais

ARQUIVO ATUALIZADO ATÉ 31/12/2011

ARQUIVO ATUALIZADO ATÉ 31/12/2011 ARQUIVO ATUALIZADO ATÉ 31/12/2011 001 Quais são as pessoas jurídicas contribuintes da CSLL? Todas as pessoas jurídicas domiciliadas no País e as que lhes são equiparadas pela legislação do imposto sobre

Leia mais

IMPOSTO DE RENDA PESSOA JURÍDICA

IMPOSTO DE RENDA PESSOA JURÍDICA IMPOSTO DE RENDA PESSOA JURÍDICA FORMAS DE TRIBUTAÇÃO DAS PESSOAS JURÍDICAS - Lucro Real - Lucro Presumido - Lucro Arbitrado - Simples Nacional 1 LUCRO REAL É o resultado (lucro ou prejuízo) do período

Leia mais

Perguntas Frequentes - Tributação

Perguntas Frequentes - Tributação 1. Tributação do Ganho de Capital Perguntas Frequentes - Tributação 1.1 - Como é feita a tributação dos ganhos obtidos com a alienação de ações? A tributação é feita em bases mensais, ou seja: o ganho

Leia mais

Confira os critérios para retenção do Imposto de Renda sobre aluguéis e royalties

Confira os critérios para retenção do Imposto de Renda sobre aluguéis e royalties ALUGUÉIS Retenção do Imposto Confira os critérios para retenção do Imposto de Renda sobre aluguéis e royalties A legislação tributária prevê que constituem rendimento bruto sujeito ao Imposto de Renda

Leia mais

O QUE É IRPF? Imposto Sobre a Renda Pessoa Física

O QUE É IRPF? Imposto Sobre a Renda Pessoa Física O QUE É IRPF? Imposto Sobre a Renda Pessoa Física O QUE É DAA? É a Declaração de Imposto de Renda Anual Denominada - Declaração de Ajuste Anual ÓRGÃOS REGULADORES Receita Federal do Brasil Procuradoria

Leia mais

Instrução Normativa RFB nº 1.397, de 16 de setembro de 2013

Instrução Normativa RFB nº 1.397, de 16 de setembro de 2013 Instrução Normativa RFB nº 1.397, de 16 de setembro de 2013 DOU de 17.9.2013 Dispõe sobre o Regime Tributário de Transição (RTT) instituído pelo art. 15 da Lei nº 11.941, de 27 de maio de 2009. O SECRETÁRIO

Leia mais

LUCRO PRESUMIDO. Regulamentado pelo Decreto 3000/1999 Regulamento do IR Arts. 516 a 528

LUCRO PRESUMIDO. Regulamentado pelo Decreto 3000/1999 Regulamento do IR Arts. 516 a 528 LUCRO PRESUMIDO Regulamentado pelo Decreto 3000/1999 Regulamento do IR Arts. 516 a 528 O QUE É O LUCRO PRESUMIDO É uma forma optativa, que tem a finalidade de facilitar o pagamento do IRPJ, sem ter que

Leia mais

ARQUIVO ATUALIZADO ATÉ 31/12/2013 Capitulo VI IRPJ - Lucro Real 2014

ARQUIVO ATUALIZADO ATÉ 31/12/2013 Capitulo VI IRPJ - Lucro Real 2014 ARQUIVO ATUALIZADO ATÉ 31/12/2013 Capitulo VI IRPJ - Lucro Real 2014 001 O que se entende por lucro real e lucro tributável? Para fins da legislação do imposto de renda, a expressão lucro real significa

Leia mais

Imposto de Renda Pessoa Física 2015

Imposto de Renda Pessoa Física 2015 Imposto de Renda Pessoa Física 2015 1 IRPF É um imposto federal brasileiro que incide sobre todas as pessoas que tenham obtido um ganho acima de um determinado valor mínimo. Anualmente este contribuinte

Leia mais

Instrução Normativa SRF nº 588, de 21 de dezembro de 2005

Instrução Normativa SRF nº 588, de 21 de dezembro de 2005 Instrução Normativa SRF nº 588, de 21 de dezembro de 2005 DOU de 26.12.2005 Dispõe sobre a tributação dos planos de benefício de caráter previdenciário, Fapi e seguros de vida com cláusula de cobertura

Leia mais

Matéria elaborada com base na legislação vigente em: 14.08.2012.

Matéria elaborada com base na legislação vigente em: 14.08.2012. PIS E COFINS DAS INSTITUIÇÕES FINANCEIRAS Matéria elaborada com base na legislação vigente em: 14.08.2012. Sumário: 1 ENTIDADES FINANCEIRAS 2 - DA ALÍQUOTA 3 - DA BASE DE CÁLCULO 3.1 Receitas Incorridas

Leia mais

1.1.2.07.001 Empréstimos a empregados 1.1.2.07.002 Empréstimos a terceiros 1.1.2.08 Tributos a Compensar 1.1.2.08.001 IR Retido na Fonte a Compensar

1.1.2.07.001 Empréstimos a empregados 1.1.2.07.002 Empréstimos a terceiros 1.1.2.08 Tributos a Compensar 1.1.2.08.001 IR Retido na Fonte a Compensar A seguir um modelo de Plano de Contas que poderá ser utilizado por empresas comerciais, industriais e prestadoras de serviços, com as devidas adaptações: 1 Ativo 1.1 Ativo Circulante 1.1.1 Disponível 1.1.1.01

Leia mais

RECEITA FEDERAL Coordenação-Geral de Estudos Econômico- Tributários, Previsão e Análise da Arrecadação

RECEITA FEDERAL Coordenação-Geral de Estudos Econômico- Tributários, Previsão e Análise da Arrecadação RECEITA FEDERAL Coordenação-Geral de Estudos Econômico- Tributários, Previsão e Análise da Arrecadação ESTATÍSTICAS TRIBUTÁRIAS Consolida DIPJ 2006 Consolidação da Declaração do Imposto de Renda das Pessoas

Leia mais

Fornecedores. Fornecedores de Serviços (passivo. circulante) Salários e ordenados a pagar. Pró-labore (resultado) Caixa

Fornecedores. Fornecedores de Serviços (passivo. circulante) Salários e ordenados a pagar. Pró-labore (resultado) Caixa V Pagamento de fornecedores Retenção de IRF sobre serviços Retenção de IRF sobre salários Pró-labore Integralização de capital em dinheiro Integralização de capital em bens Depreciação ICMS sobre vendas

Leia mais

São contribuintes do Imposto de Renda Pessoa Jurídica (IRPJ):

São contribuintes do Imposto de Renda Pessoa Jurídica (IRPJ): 1. ASPECTOS GERAIS DA TRIBUTAÇÃO DO IRPJ São contribuintes do Imposto de Renda Pessoa Jurídica (IRPJ): I as pessoas jurídicas; II as empresas individuais. As disposições tributárias do IR aplicam-se a

Leia mais

FACULDADE CIDADE VERDE CURSO DE ESPECIALIZAÇÃO EM CONTABILIDADE E CONTROLADORIA TURMA 2009

FACULDADE CIDADE VERDE CURSO DE ESPECIALIZAÇÃO EM CONTABILIDADE E CONTROLADORIA TURMA 2009 FACULDADE CIDADE VERDE CURSO DE ESPECIALIZAÇÃO EM CONTABILIDADE E CONTROLADORIA TURMA 2009 RELATÓRIO DE PLANEJAMENTO TRIBUTÁRIO: UM ESTUDO DE CASO EM EMPRESA QUE ATUA NO RAMO DE SITUADA NO MUNICÍPIO DE

Leia mais

ARQUIVO ATUALIZADO ATÉ 31/12/2011

ARQUIVO ATUALIZADO ATÉ 31/12/2011 ARQUIVO ATUALIZADO ATÉ 31/12/2011 001 O que se entende por lucro real e lucro tributável? Para fins da legislação do imposto de renda, a expressão lucro real significa o próprio lucro tributável, e distingue

Leia mais

AULA 10 - PIS E COFINS

AULA 10 - PIS E COFINS AULA 10 - PIS E COFINS O PIS É A CONTRIBUIÇÃO PARA O PROGRAMA DE INTEGRAÇÃO SOCIAL. A COFINS ÉA CONTRIBUIÇÃO PARA O FINANCIAMENTO DA SEGURIDADE SOCIAL. FATO DO PIS E DA COFINS SÃO OS MESMOS: a)a RECEITA

Leia mais

CAPÍTULO V COFINS CONTRIBUIÇÃO PARA FINANCIAMENTO DA SEGURIDADE SOCIAL

CAPÍTULO V COFINS CONTRIBUIÇÃO PARA FINANCIAMENTO DA SEGURIDADE SOCIAL CAPÍTULO V COFINS CONTRIBUIÇÃO PARA FINANCIAMENTO DA SEGURIDADE SOCIAL Criada pela Lei Complementar nº 70/91, esta contribuição sofreu importantes alterações a partir da competência fevereiro de 1999,

Leia mais

III - DEFINIÇÃO DE OBRA AUDIOVISUAL SEGUNDO A LEI Nº 8.401/92, ART. 2o, I

III - DEFINIÇÃO DE OBRA AUDIOVISUAL SEGUNDO A LEI Nº 8.401/92, ART. 2o, I Lei do Audiovisual I - FUNDAMENTAÇÃO LEGAL Criado pela Lei 8.685, de 20.07.93 Regulamentação através do Decreto nº 974, de 08.11.93 Limite para Pessoa Jurídica deduzir do Imposto de Renda alterado de 1%

Leia mais

Amortização de ágio ou deságio somente influenciará o resultado quando da alienação do investimento

Amortização de ágio ou deságio somente influenciará o resultado quando da alienação do investimento Conheça o tratamento fiscal aplicável ao ágio e ao deságio apurados na aquisição dos investimentos avaliados pelo Método de Equivalência Patrimonial - MEP AVALIAÇÃO DE INVESTIMENTOS - Ágio ou Deságio na

Leia mais

ENTIDADES IMUNES E ISENTAS APURAÇÃO DOS IMPOSTOS E CONTRIBUIÇÕES OBRIGAÇÕES ACESSÓRIAS

ENTIDADES IMUNES E ISENTAS APURAÇÃO DOS IMPOSTOS E CONTRIBUIÇÕES OBRIGAÇÕES ACESSÓRIAS ENTIDADES IMUNES E ISENTAS APURAÇÃO DOS IMPOSTOS E CONTRIBUIÇÕES OBRIGAÇÕES ACESSÓRIAS CONSIDERAÇÕES INICIAIS: Colaboração do AFRFB Nilo Carvalho Supervisor do Plantão Fiscal da Receita Federal do Brasil

Leia mais

IRPF 2014 CARTILHA IR 2014

IRPF 2014 CARTILHA IR 2014 IRPF 2014 CARTILHA IR 2014 A MAPFRE Previdência desenvolveu para os participantes de plano de previdência complementar PGBL (Plano Gerador de Benefício Livre), FGB Tradicional (Fundo Gerador de Benefício)

Leia mais

CARGA TRIBUTÁRIA ANO 2012

CARGA TRIBUTÁRIA ANO 2012 CARGA TRIBUTÁRIA ANO 2012 Orientações Básicas INFORMAÇÕES GERAIS PESSOA JURÍDICA 1) DCTF : (Declaração de Débitos e Créditos Tributários Federais) ATENÇÃO! Apresentação MENSAL obrigatória pelas Pessoas

Leia mais

EXTINÇÃO DA PESSOA JURÍDICA Aspectos Tributários

EXTINÇÃO DA PESSOA JURÍDICA Aspectos Tributários EXTINÇÃO DA PESSOA JURÍDICA Aspectos Tributários Sumário 1. Conceito 2. Procedimentos Fiscais na Extinção 2.1 - Pessoa Jurídica Tributada Com Base no Lucro Real 2.2 - Pessoa Jurídica Tributada Com Base

Leia mais

Guia de Declaração de IRPF 2011. Ano-calendário 2010. Previdência. IR 2010 Prev e Cp_v2

Guia de Declaração de IRPF 2011. Ano-calendário 2010. Previdência. IR 2010 Prev e Cp_v2 Guia de Declaração de IRPF 2011 Ano-calendário 2010 Previdência IR 2010 Prev e Cp_v2 Quem é obrigado a declarar? Está obrigada a apresentar a Declaração de Ajuste Anual do Imposto sobre a Renda referente

Leia mais

Lucro Real, Lucro Presumido e Simples Nacional

Lucro Real, Lucro Presumido e Simples Nacional Lucro Real, Lucro Presumido e Simples Nacional 24 de Janeiro de 2014 LÚCIO DA CUNHA FERNANDES Presidente QUAL A IMPORTÂNCIA DE CONHECER AS FORMAS DE TRIBUTAÇÃO? Reconhecer a opção que mais se adeque a

Leia mais

CONTABILIDADE TRIBUTÁRIA LUCRO REAL POR ESCRITURAÇÃO

CONTABILIDADE TRIBUTÁRIA LUCRO REAL POR ESCRITURAÇÃO CONTABILIDADE TRIBUTÁRIA CONTABILIDADE TRIBUTÁRIA LUCRO REAL POR ESCRITURAÇÃO Prof. Emanoel Truta CONTABILIDADE TRIBUTÁRIA Conceito Ramo da contabilidade responsável pelo gerenciamento dos tributos incidentes

Leia mais

DRF - Goiânia Imposto de Renda Pessoa Física

DRF - Goiânia Imposto de Renda Pessoa Física DRF - Goiânia Imposto de Renda Pessoa Física Normas Gerais IN SRF nº 1.500/2014 e 1.545/2014 Obrigado a declarar Está obrigada a apresentar a Declaração de Ajuste Anual do Imposto de Renda referente ao

Leia mais

Parecer Consultoria Tributária de Segmentos Adoção Inicial a Lei nº 12.973/2014 contabilização mantida em subcontas

Parecer Consultoria Tributária de Segmentos Adoção Inicial a Lei nº 12.973/2014 contabilização mantida em subcontas Adoção Inicial a Lei nº 12.973/2014 contabilização mantida em subcontas 24/09/2014 Sumário Título do documento 1. Questão... 3 2. Normas apresentadas pelo cliente... 3 3. Análise da Legislação... 4 3.1

Leia mais

IRPF 2015 Imposto de Renda Pessoa Física

IRPF 2015 Imposto de Renda Pessoa Física CIRCULAR Nº 13/2015 São Paulo, 23 de Fevereiro de 2015. IRPF 2015 Imposto de Renda Pessoa Física Ano-Base 2014 Prezado cliente, No dia 03 de fevereiro de 2015 a Receita Federal publicou a Instrução Normativa

Leia mais

ARQUIVO ATUALIZADO ATÉ 29/11/2011

ARQUIVO ATUALIZADO ATÉ 29/11/2011 ARQUIVO ATUALIZADO ATÉ 29/11/2011 Recolhimento Espontâneo 001 Quais os acréscimos legais que incidirão no caso de pagamento espontâneo de imposto ou contribuição administrado pela Secretaria da Receita

Leia mais

Sigla Descrição do Tributo/Contribuição Código. Devida na Importação Decorrente da Comercialização no Mercado Interno

Sigla Descrição do Tributo/Contribuição Código. Devida na Importação Decorrente da Comercialização no Mercado Interno CÓDIGO DE GUIAS Códigos para Preenchimento do DARF Sigla Descrição do Tributo/Contribuição Código CIDE COMBUSTÍVEIS CIDE ROYALTIES Devida na Importação Decorrente da Comercialização no Mercado Interno

Leia mais

DECLARAÇÃO DE IMPOSTO DE RENDA 2015 DETALHES A OBSERVAR

DECLARAÇÃO DE IMPOSTO DE RENDA 2015 DETALHES A OBSERVAR DECLARAÇÃO DE IMPOSTO DE RENDA 2015 DETALHES A OBSERVAR Muito embora não seja uma novidade, já que a maioria das pessoas estejam obrigadas a entregar a Declaração de Imposto de Renda, trazemos aqui alguns

Leia mais

AGENDA DAS OBRIGAÇÕES FEDERAIS PARA AGOSTO DE 2014. c) multa ou qualquer vantagem por rescisão de contratos.

AGENDA DAS OBRIGAÇÕES FEDERAIS PARA AGOSTO DE 2014. c) multa ou qualquer vantagem por rescisão de contratos. Até dia Obrigação AGENDA DAS OBRIGAÇÕES FEDERAIS PARA AGOSTO DE 2014 Histórico ocorridos no período de 21 a 31.07.2014, incidente sobre rendimentos de (art. 70, I, letra "b", da Lei nº 11.196/2005 ): 5

Leia mais

IMPOSTO DE RENDA IMPOSTO DE RENDA PESSOA FÍSICA

IMPOSTO DE RENDA IMPOSTO DE RENDA PESSOA FÍSICA IMPOSTO DE RENDA IMPOSTO DE RENDA PESSOA FÍSICA IMPOSTO l ELEMENTOS DO IMPOSTO: INCIDÊNCIA FATO GERADOR PERÍODO DE APURAÇÃO BASE DE CÁLCULO ALÍQUOTA INCIDÊNCIA l IRPF - É o imposto que incide sobre o produto

Leia mais

CONCEITO DE RENDA DO PONTO DE VISTA JURÍDICO-TRIBUTÁRIO, PRESSUPÕE SER RENDA;

CONCEITO DE RENDA DO PONTO DE VISTA JURÍDICO-TRIBUTÁRIO, PRESSUPÕE SER RENDA; DOS IMPOSTOS (CONTINUAÇÃO) IMPOSTO SOBRE RENDA E PROVENTOS DE QUALQUER NATUREZA ENCONTRA-SE PREVISTO NO ARTIGO 153, INCISO III, DA C.F.. CONCEITO DE RENDA DO PONTO DE VISTA JURÍDICO-TRIBUTÁRIO, PRESSUPÕE

Leia mais

ABDE Associação Brasileira de Desenvolvimento

ABDE Associação Brasileira de Desenvolvimento TAX ABDE Associação Brasileira de Desenvolvimento Ativo diferido de imposto de renda da pessoa jurídica e de contribuição social sobre o lucro líquido aspectos fiscais e contábeis Outubro de 2014 1. Noções

Leia mais

Agenda Tributária: de 12 a 18 de fevereiro de 2015

Agenda Tributária: de 12 a 18 de fevereiro de 2015 Agenda Tributária: de 12 a 18 de fevereiro de 2015 Dia: 13 CIDE - Combustíveis - 9331 Contribuição de Intervenção no Domínio Econômico incidente sobre a comercialização de petróleo e seus derivados, gás

Leia mais

Sigrid Kersting Chaves. IRPJ e CSLL

Sigrid Kersting Chaves. IRPJ e CSLL Sigrid Kersting Chaves IRPJ e CSLL PLANEJAMENTO TRIBUTÁRIO IRPJ CSLL CTN: Art. 43. O imposto, de competência da União, sobre a renda e proventos de qualquer natureza tem como fato gerador a aquisição da

Leia mais

IRPF 2012 Cartilha IR 2012

IRPF 2012 Cartilha IR 2012 IRPF 2012 Cartilha IR 2012 A MAPFRE Previdência desenvolveu para os participantes de plano de previdência complementar PGBL (Plano Gerador de Benefício Livre), FGB Tradicional (Fundo Gerador de Benefício)

Leia mais

A RELEVÂNCIA DA EVIDENCIAÇÃO DO CRÉDITO TRIBUTÁRIO DECORRENTE DE ADIÇÕES INTERTEMPORAIS E DE PREJUÍZO FISCAL NAS DEMONSTRAÇÕES CONTÁBEIS

A RELEVÂNCIA DA EVIDENCIAÇÃO DO CRÉDITO TRIBUTÁRIO DECORRENTE DE ADIÇÕES INTERTEMPORAIS E DE PREJUÍZO FISCAL NAS DEMONSTRAÇÕES CONTÁBEIS IDENTIFICAÇÃO DO TRABALHO TÍTULO: A RELEVÂNCIA DA EVIDENCIAÇÃO DO CRÉDITO TRIBUTÁRIO DECORRENTE DE ADIÇÕES INTERTEMPORAIS E DE PREJUÍZO FISCAL NAS DEMONSTRAÇÕES CONTÁBEIS AUTOR: JOSÉ ANTONIO DE FRANÇA

Leia mais

INSTRUÇÃO NORMATIVA Nº 497 SRF, DE 24/01/2005 (DO-U, DE 09/02/2005)

INSTRUÇÃO NORMATIVA Nº 497 SRF, DE 24/01/2005 (DO-U, DE 09/02/2005) INSTRUÇÃO NORMATIVA Nº 497 SRF, DE 24/01/2005 (DO-U, DE 09/02/2005) Dispõe sobre plano de benefício de caráter previdenciário, Fapi e seguro de vida com cláusula de cobertura por sobrevivência e dá outras

Leia mais

Tabela de Fatos - DCA 2014

Tabela de Fatos - DCA 2014 Tabela de Fatos - DCA 2014 Element siconfi-cor:p1.0.0.0.0.00.00 siconfi-cor:p1.1.0.0.0.00.00 siconfi-cor:p1.1.1.0.0.00.00 siconfi-cor:p1.1.1.1.0.00.00 siconfi-cor:p1.1.1.1.1.00.00 siconfi-cor:p1.1.1.1.2.00.00

Leia mais

Plano de Contas Referencial da Secretaria da Receita Federal 1 de 32

Plano de Contas Referencial da Secretaria da Receita Federal 1 de 32 Plano de Contas Referencial da Secretaria da Receita Federal 1 de 32 Plano de Contas Referencial da Secretaria da Receita Federal após a Lei 11638/07 Quando informado o registro: as instituições sujeitas

Leia mais

Resumo de Contabilidade Geral

Resumo de Contabilidade Geral Ricardo J. Ferreira Resumo de Contabilidade Geral 4ª edição Conforme a Lei das S/A, normas internacionais e CPC Rio de Janeiro 2010 Copyright Editora Ferreira Ltda., 2008-2009 1. ed. 2008; 2. ed. 2008;

Leia mais

Especial Imposto de Renda 2015

Especial Imposto de Renda 2015 Especial Imposto de Renda 2015 01. Durante o ano de 2014 contribuí para a Previdência Social como autônoma. Como devo fazer para deduzir esses valores? Qual campo preencher? Se pedirem CNPJ, qual devo

Leia mais

CARGA TRIBUTÁRIA ANO 2011

CARGA TRIBUTÁRIA ANO 2011 CARGA TRIBUTÁRIA ANO 2011 Orientações Básicas INFORMAÇÕES GERAIS PESSOA JURÍDICA 1) DCTF : (Declaração de Débitos e Créditos Tributários Federais) ATENÇÃO! Apresentação MENSAL obrigatória pelas Pessoas

Leia mais

RENDIMENTOS TRIBUTÁVEIS RECEBIDOS DE PESSOA FÍSICA E DO EXTERIOR PELOS DEPENDENTES

RENDIMENTOS TRIBUTÁVEIS RECEBIDOS DE PESSOA FÍSICA E DO EXTERIOR PELOS DEPENDENTES IDENTIFICAÇÃO DO CONTRIBUINTE Nome: ESMERALDA ROCHA Data de Nascimento: 19/02/1964 Título Eleitoral: 0153835060116 Houve mudança de endereço? Sim Um dos declarantes é pessoa com doença grave ou portadora

Leia mais

1. Imposto sobre a renda e proventos de qualquer natureza. 1.1.3. Decreto n. 3000, de 1999 (Regulamento do IR)

1. Imposto sobre a renda e proventos de qualquer natureza. 1.1.3. Decreto n. 3000, de 1999 (Regulamento do IR) UNIDADE III Tributação sobre a renda 1. Imposto sobre a renda e proventos de qualquer natureza 1.1. Legislação 1.1.1. Constituição 1.1.2. CTN (arts. 43 a 45) 1.1.3. Decreto n. 3000, de 1999 (Regulamento

Leia mais

GUIA DE TRIBUTAÇÃO OPERACIONAL V1. 04_2012

GUIA DE TRIBUTAÇÃO OPERACIONAL V1. 04_2012 GUIA DE TRIBUTAÇÃO OPERACIONAL V1. 04_2012 O objetivo deste material é prestar ao investidor uma formação básica de conceitos e informações que possam auxiliá-lo na tomada de decisões antes da realização

Leia mais

Presidência da República Casa Civil Subchefia para Assuntos Jurídicos

Presidência da República Casa Civil Subchefia para Assuntos Jurídicos Presidência da República Casa Civil Subchefia para Assuntos Jurídicos MEDIDA PROVISÓRIA Nº 206, DE 6 DE AGOSTO 2004. Altera a tributação do mercado financeiro e de capitais, institui o Regime Tributário

Leia mais

O novo regramento dos lucros no exterior: controladas e coligadas. Daniele Souto Rodrigues Mestre PUC/SP e doutoranda USP

O novo regramento dos lucros no exterior: controladas e coligadas. Daniele Souto Rodrigues Mestre PUC/SP e doutoranda USP O novo regramento dos lucros no exterior: controladas e coligadas Daniele Souto Rodrigues Mestre PUC/SP e doutoranda USP Contexto anterior à MP 627/2013 Aspecto espacial Territorialidade (Lei n. 4506/64)

Leia mais

Presidência da República Casa Civil Subchefia para Assuntos Jurídicos

Presidência da República Casa Civil Subchefia para Assuntos Jurídicos ADVERTÊNCIA Informamos que os textos das normas constantes deste material são digitados ou digitalizados, não sendo, portanto, textos oficiais. São reproduções digitais de textos publicados na internet

Leia mais

OAB 140º - 1ª Fase Extensivo Final de Semana Disciplina: Direito Tributário Professor Alessandro Spilborghs Data: 10/10/2009

OAB 140º - 1ª Fase Extensivo Final de Semana Disciplina: Direito Tributário Professor Alessandro Spilborghs Data: 10/10/2009 TEMAS ABORDADOS EM AULA Aula 2: Princípios (continuação), Imunidade Tributaria. I. PRINCÍPIOS 1. Irretroatividade - Art. 150, III a CF A Lei Tributária não se aplica há fatos geradores anteriores a data

Leia mais

Parte I INTRODUÇÃO À CONTABILIDADE TRIBUTÁRIA: CONCEITOS, PRINCÍPIOS E NORMAS BÁSICAS, 3

Parte I INTRODUÇÃO À CONTABILIDADE TRIBUTÁRIA: CONCEITOS, PRINCÍPIOS E NORMAS BÁSICAS, 3 Apresentação, xxv Prefácio à 12a Edição, xxvii Introdução, 1 Parte I INTRODUÇÃO À CONTABILIDADE TRIBUTÁRIA: CONCEITOS, PRINCÍPIOS E NORMAS BÁSICAS, 3 1 Contabilidade Tributária, 5 1.1 Conceito, 5 1.1.1

Leia mais

Atividade Rural Demonstrativo da Atividade Rural Obrigatoriedade de preenchimento

Atividade Rural Demonstrativo da Atividade Rural Obrigatoriedade de preenchimento ATIVIDADE RURAL Demonstrativo da Atividade Rural Obrigatoriedade de preenchimento 1. Apurou resultado positivo da atividade rural, em qualquer montante e desde que esteja obrigado a apresentar a DAA; 2.

Leia mais

CHEGOU A HORA DE ACERTARMOS AS CONTAS COM O LEÃO.

CHEGOU A HORA DE ACERTARMOS AS CONTAS COM O LEÃO. Porto Alegre, 17 de fevereiro de 2012 Sr. Cliente: CHEGOU A HORA DE ACERTARMOS AS CONTAS COM O LEÃO. No período de 01 de março até 30 de abril de 2012, a RFB estará recepcionando as Declarações do Imposto

Leia mais

IMPOSTO DE RENDA DAS PESSOAS JURÍDICAS pag. 1 LUCRO REAL

IMPOSTO DE RENDA DAS PESSOAS JURÍDICAS pag. 1 LUCRO REAL IMPOSTO DE RENDA DAS PESSOAS JURÍDICAS pag. 1 LUCRO REAL 1 - CONCEITO É a base de cálculo do imposto sobre a renda apurada segundo registros contábeis e fiscais efetuados sistematicamente de acordo com

Leia mais

IMPOSTO DE RENDA E A CONTRIBUIÇÃO SOCIAL

IMPOSTO DE RENDA E A CONTRIBUIÇÃO SOCIAL Universidade de São Paulo - USP MESTRADO EM CONTROLADORIA E CONTABILIDADE IMPOSTO DE RENDA E A CONTRIBUIÇÃO SOCIAL Mestrandos: Edson José Ferreira Lima Héber Lavor Moreira Tadeu Manoel Rodrigues de Araújo

Leia mais

MEI MICROEMPREENDEDOR INDIVIDUAL

MEI MICROEMPREENDEDOR INDIVIDUAL MEI MICROEMPREENDEDOR INDIVIDUAL Conheça as condições para recolhimento do Simples Nacional em valores fixos mensais Visando retirar da informalidade os trabalhadores autônomos caracterizados como pequenos

Leia mais

IRPJ - REAVALIAÇÃO DE BENS BASE LEGAL PARA O PROCEDIMENTO DE AVALIAÇÃO DE BENS

IRPJ - REAVALIAÇÃO DE BENS BASE LEGAL PARA O PROCEDIMENTO DE AVALIAÇÃO DE BENS Page 1 of 14 IRPJ - REAVALIAÇÃO DE BENS BASE LEGAL PARA O PROCEDIMENTO DE AVALIAÇÃO DE BENS A Lei 6.404/76 (também chamada Lei das S/A), em seu artigo 8 º, admite a possibilidade de se avaliarem os ativos

Leia mais

BOLETIM Novembro/2013 Extraordinário nº 56

BOLETIM Novembro/2013 Extraordinário nº 56 BOLETIM Novembro/2013 Extraordinário nº 56 Medida Provisória nº 627/13 Imposto de Renda da Pessoa Jurídica - Tributação em Bases Universais Com o advento da Lei nº 9.249, de 26 de dezembro de 1995, teve

Leia mais

EXERCÍCIOS DE AVALIAÇÃO

EXERCÍCIOS DE AVALIAÇÃO EXERCÍCIOS DE AVALIAÇÃO Planejamento Tributário Setembro de 2011 QUESTÃO 1 - RESPONDA AS QUESTÕES APRESENTADAS A SEGUIR: I - Cite algumas situações em que a pessoa jurídica estará obrigada à tributação

Leia mais

Imposto de Renda. Conceito de Renda: - Constituição Federal. - Código Tributário Nacional

Imposto de Renda. Conceito de Renda: - Constituição Federal. - Código Tributário Nacional Imposto de Renda Conceito de Renda: - Constituição Federal Art. 153. Compete à União instituir impostos sobre: (...) III- renda e proventos de qualquer natureza; - Código Tributário Nacional Art. 43. O

Leia mais