PLANO DE NEGÓCIO, O QUE É?

Save this PDF as:
 WORD  PNG  TXT  JPG

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "PLANO DE NEGÓCIO, O QUE É?"

Transcrição

1 PLANO DE NEGÓCIO

2 P l a n o d e N e g ó c i o é u m documento capaz de mostrar toda a viabilidade e estratégias do negócio, do ponto de vista e s t r u t u r a l, a d m i n i s t r a t i v o, estratégico, mercadológico, técnico, operacional e financeiro. PLANO DE NEGÓCIO, O QUE É?

3 PARA QUE SERVE? Entender e estabelecer as diretrizes para o seu negócio Gerenciar, de forma eficaz a empresa e tomar decisões acertadas Monitorar e tomar ações corretivas Captar recursos junto a bancos, governo, SEBRAE, investidores, capitalistas Identificar oportunidades e transformá-las em diferencial competitivo Estabelecer uma comunicação interna eficaz na empresa e convencer o público externo(fornecedores, parceiros, clientes, bancos, investidores, associações etc.

4 O que os investidores analisam? Conceito do negócio, isto é, necessidades dos clientes, grupos de clientes e como atender a esta necessidade ; Características do novo negócio e do setor, particularmente o seu potencial de lucro e crescimento O r i g i n a l i d a d e d o e m p r e e n d i m e n t o, diferenciação e estratégia competitiva em relação aos concorrentes Necessidades financeiras, fluxo de caixa, bem como o prazo de retorno do investimento Credibilidade e qualidade da equipe gerencial, refletidas na sua experiência e qualidade do plano de negócio.

5 VISÃO GERAL DO PLANO DE NEGÓCIO CAPA SUMÁRIO S U M Á R I O E X E C U T I V O 1 Descrição da empresa 2 3 Produtos e serviços Análises Mercado /Estratégica 4 Estratégias de Marketing 5 6 Plano Operacional Plano RH 7 8 Plano Financeiro Anexos ESTRUTURA 1 PÁGINA 101 DO PLT EMPREENDEDORISMO

6 CAPA A capa, apesar de não parecer, é uma das partes mais importantes do plano de negócios, pois é a primeira parte que é visualizada por quem lê o plano de negócios, devendo, portanto, ser feita de maneira limpa e com informações necessárias e pertinentes.

7 SUMÁRIO O Sumário deve conter o titulo de cada seção do plano de negócio e a respectiva página. Qualquer editor de textos permite a confecção automática de sumários e tabelas de conteúdo bastante apresentáveis.

8 SUMÁRIO EXECUTIVO O Sumário Executivo sintetiza os diversos módulos do Plano de Negócio; Seu objetivo é oferecer ao leitor, de forma objetiva e resumida, uma visão geral do negócio, as estratégias propostas e os principais resultados a serem alcançados.

9 ITENS DO SUMÁRIO EXECUTIVO Declaração da missão Declaração da visão Propósitos gerais e específicos do negócio, objetivos e metas Estratégias de marketing Processo de produção Equipe gerencial e Investimentos e retornos financeiros

10 DESCRIÇÃO DA EMPRESA Histórico, crescimento, faturamento nos últimos anos, razão social, impostos, estrutura organizacional e legal, Localização, parcerias, serviços terceirizados etc.

11 PRODUTOS E SERVIÇOS Descrição dos produtos e serviços(características e benefícios), Como são produzidos?, Quais recursos são utilizados? O ciclo de vida e os fatores tecnológicos envolvidos?, Se detém marca ou patente

12 ANÁLISE DE MERCADO Características dos clientes, segmentação de mercado, localização, se há sazonalidade e como agir, análise da concorrência e participação no mercado

13 ANÁLISE ESTRATÉGICA V isão, missão, oportunidades, ameaças, fortalezas e fraquezas, objetivos e metas do negócio.

14 ESTRATÉGIA DE MARKETING Mostrar como a empresa pretende vender seu produto e serviço e conquistar os clientes, manter os interesses dos mesmos e aumentar a demanda. Métodos de comercialização,diferenciais competitivos, políticas de preços, canais de distribuição, estratégias promocionais e projeção de vendas.

15 PLANO OPERACIONAL Sistema de produção e ou comercialização, equipamentos e máquinas necessários, layout, funcionários e terceirização

16 PLANO RECURSOS HUMANOS Estrutura organizacional, políticas de recursos humanos(descrição dos cargos, recrutamento, seleção, treinamento e desenvolvimento, avaliação de desempenho, remuneração e benefícios), Gastos com folha de pagamento

17 PLANO FINANCEIRO Valor do capital inicial (Giro + Investimentos), Demonstração de resultados (DRE), análise do ponto de equilíbrio(pe), Fluxo de Caixa, Balanço Patrimonial, Indicadores financeiros, Prazo de retorno sobre o investimento inicial(payback) e Taxa interna de retorno(tir)

18 Bibliografia D ORNELAS, Jose Carlos Assis. Empreendedorismo: transformando idéias em negócios. 3ª ed. São Paulo: Elsevier, 2008.

PLANO DE NEGÓCIOS. Emerson Carlos Baú Msc Ciências Econômicas

PLANO DE NEGÓCIOS. Emerson Carlos Baú Msc Ciências Econômicas PLANO DE NEGÓCIOS Emerson Carlos Baú Msc Ciências Econômicas O QUE É PLANO DE NEGÓCIO? Um Plano de Negócio é um documento que descreve os objetivos de um negócio e quais passos devem ser dados para que

Leia mais

Profa. Cleide de Freitas. Unidade II PLANO DE NEGÓCIOS

Profa. Cleide de Freitas. Unidade II PLANO DE NEGÓCIOS Profa. Cleide de Freitas Unidade II PLANO DE NEGÓCIOS O que vimos na aula anterior Ideias e Oportunidades Oportunidades x Experiência de mercado O que é um plano de negócios? Identificação e análise de

Leia mais

+ PLANO DE NEGÓCIO = SUCESSO. Prof.ª Regis luiz gomes

+ PLANO DE NEGÓCIO = SUCESSO. Prof.ª Regis luiz gomes EMPREENDEDORISMO + PLANO DE NEGÓCIO = SUCESSO Prof.ª Regis luiz gomes PLANO DE NEGÓCIO O QUE É? É UM CONJUNTO DE INFORMAÇÕES QUE PERMITEM AO EMPREENDEDOR DECIDIR COM MAIS SEGURANÇA SOBRE O NEGÓCIO,

Leia mais

Santa Casa Fundada. Inaugurada em 1826

Santa Casa Fundada. Inaugurada em 1826 Santa Casa Fundada em 1803 Inaugurada em 1826 PERFIL Organização Irmandade da Santa Casa de Misericórdia de Porto Alegre Instituição de direito privado, filantrópica, de ensino e assistência social, reconhecida

Leia mais

CURSO DE SUPERIOR DE TECNOLOGIA EM DESIGN DE MODA Autorizado pela Portaria nº 433 de 21/10/2011 DOU de 24/10/2011 PLANO DE CURSO

CURSO DE SUPERIOR DE TECNOLOGIA EM DESIGN DE MODA Autorizado pela Portaria nº 433 de 21/10/2011 DOU de 24/10/2011 PLANO DE CURSO CURSO DE SUPERIOR DE TECNOLOGIA EM DESIGN DE MODA Autorizado pela Portaria nº 433 de 21/10/2011 DOU de 24/10/2011 Componente Curricular: Ética e Empreendedorismo Código: Pré-requisito: Período Letivo:

Leia mais

Sumário. Apresentação da sexta edição, xv. 1 Introdução, 1

Sumário. Apresentação da sexta edição, xv. 1 Introdução, 1 Sumário Apresentação da sexta edição, xv 1 Introdução, 1 2 O Processo Empreendedor, 7 A revolução do empreendedorismo, 8 O empreendedorismo no Brasil, 15 Análise histórica do surgimento do empreendedorismo,

Leia mais

Conceito de Plano de Negócio e seu uso como ferramenta de planeamento e gestão.

Conceito de Plano de Negócio e seu uso como ferramenta de planeamento e gestão. Conceito de Plano de Negócio e seu uso como ferramenta de planeamento e gestão. Direcção de Desenvolvimento Agrário DIRDEA Msc. Eng. Agrónoma Elielda Fernandes elieldafernandes@sodepacangola.com Como ser

Leia mais

PRÁTICA PROFISSIONAL (PP) I e II (TCC I e II) ESTRUTURA DO PLANO DE NEGÓCIOS

PRÁTICA PROFISSIONAL (PP) I e II (TCC I e II) ESTRUTURA DO PLANO DE NEGÓCIOS PRÁTICA PROFISSIONAL (PP) I e II (TCC I e II) ESTRUTURA DO PLANO DE NEGÓCIOS Disciplinas: 254CD-04 Projeto de Negócios (TCC I - Via Empreendedora/240h) 254PN-04 Plano de Negócios (TCC II - Via Empreendedora/240h)

Leia mais

Tipos de Indicadores. Conceito. O que medir... 25/08/2016

Tipos de Indicadores. Conceito. O que medir... 25/08/2016 Tipos de Indicadores 1 Conceito Características mensuráveis de processos, produtos ou serviços, utilizadas pela organização para acompanhar, avaliar e melhorar o seu desempenho ; OS INDICADORES NECESSITAM

Leia mais

MODELO DE PLANO DE NEGÓCIO

MODELO DE PLANO DE NEGÓCIO MODELO DE PLANO DE NEGÓCIO 1 Informações sobre os sócios, pois são responsáveis pela proposta do negócio. Caso ocorra necessidade, inserir mais campos, linhas ou colunas. Sócio 1 - Nome: RG: Órgão Emissor:

Leia mais

MODELO DE PLANO DE NEGÓCIO

MODELO DE PLANO DE NEGÓCIO MODELO DE PLANO DE NEGÓCIO 1 Informações sobre os sócios, pois são responsáveis pela proposta do negócio. Caso ocorra necessidade, inserir mais campos, linhas ou colunas. Sócio 1 - Nome: Sócio 2 - Nome:

Leia mais

EMPREENDEDORISMO PLANOS DE NEGÓCIO

EMPREENDEDORISMO PLANOS DE NEGÓCIO EMPREENDEDORISMO PLANOS DE NEGÓCIO PROF. MS CARLOS WILLIAM DE CARVALHO PLANO DE NEGÓCIO Apesar de recente no Brasil, o uso de Planos de Negócio tradicional ganhou destaque nos EUA ainda na década de 1960,

Leia mais

ADMINISTRAÇÃO E PLANEJAMENTO ESTRATÉGICO

ADMINISTRAÇÃO E PLANEJAMENTO ESTRATÉGICO Capítulos 4, 5, 6 e 7 Estratégias de nível empresarial, da unidade de negócio e funcional - Depois que a organização delineou sua missão, objetivos gerais e específicos, a alta administração pode formular

Leia mais

ANEXO 01 (Conteúdo do EXIN Administração - Campus Mossoró) 3ª SÉRIE

ANEXO 01 (Conteúdo do EXIN Administração - Campus Mossoró) 3ª SÉRIE ANEXO 01 (Conteúdo do EXIN 2016.2 Administração - Campus Mossoró) 3ª SÉRIE DISCIPLINAS DA SÉRIE GESTÃO DA INFORMAÇÃO E TECNOLOGIA GESTÃO DE PESSOAS DIREITO EMPRESARIAL E TRABALHISTA CONTABILIDADE Os recursos

Leia mais

O que é planejamento estratégico?

O que é planejamento estratégico? O que é planejamento estratégico? Um dos fatores de sucesso das empresas é possuir um bom planejamento. Mas o que é planejamento? Nós planejamos diariamente, planejamos nossas atividades, nossas finanças,

Leia mais

Gestão de Pessoas MÓDULO II

Gestão de Pessoas MÓDULO II O DIFERENCIAL É O TALENTO HUMANO: Gestão de Pessoas MÓDULO II Prof. Ms. Fábio Lúcio Gomes fabiodobu@gmail.com Administração de RH Abrange o conjunto de técnicas e instrumentos que permitem às organizações

Leia mais

PDG Programa Desenvolvimento Gerencial. Rede de Revendedores Pneus de Carga

PDG Programa Desenvolvimento Gerencial. Rede de Revendedores Pneus de Carga PDG Programa Desenvolvimento Gerencial Rede de Revendedores Pneus de Carga Para quem este Programa está direcionado? Gerentes do Departamento de Pneus de Carga Michelin Futuros Sucessores da Representação

Leia mais

Projeto Na Medida MICROEMPRESA. Palestra de sensibilização Na Medida PARA MICROEMPRESÁRIOS. Competências Gerais. Modalidade. Formato.

Projeto Na Medida MICROEMPRESA. Palestra de sensibilização Na Medida PARA MICROEMPRESÁRIOS. Competências Gerais. Modalidade. Formato. Projeto Na Medida PARA MICROEMPRESÁRIOS Palestra de sensibilização Na Medida Compreender a relevância do papel dos micro e pequenos empresários na economia brasileira e a necessidade da adoção das melhores

Leia mais

APÊNDICE A CARO (A) EMPRESÁRIO (A):

APÊNDICE A CARO (A) EMPRESÁRIO (A): APÊNDICE A CARO (A) EMPRESÁRIO (A): ESTA ENTREVISTA FAZ PARTE DE UMA PESQUISA (DIAGNÓSTICO ORGANIZACIONAL) ACADÊMICA DESENVOLVIDA NA DISCIPLINA DE PLANEJAMENTO ESTRATÉGICO MINISTRADA PELO PROFESSOR ROBERTO

Leia mais

QUADRO DE DISCIPLINAS

QUADRO DE DISCIPLINAS QUADRO DE DISCIPLINAS Disciplinas 1 Horas- Aula 2 1. Fundamentos do Gerenciamento de Projetos 24 2. Gerenciamento do Escopo em Projetos 24 3. Gerenciamento da Qualidade em Projetos 12 4. Gerenciamento

Leia mais

Plano de Trabalho Docente Ensino Técnico

Plano de Trabalho Docente Ensino Técnico Plano de Trabalho Docente 2016 Ensino Técnico Plano de Curso nº 246 aprovado pela portaria Cetec nº 181 de 26/09/2013 Etec Paulino Botelho Código: 091 Município: São Carlos Eixo Tecnológico: Gestão e Negócios

Leia mais

Indicadores de Desempenho

Indicadores de Desempenho Indicadores de Desempenho 1 Conceito Características mensuráveis de processos, produtos ou serviços, utilizadas pela organização para acompanhar, avaliar e melhorar o seu desempenho. OS INDICADORES NECESSITAM

Leia mais

19/10/2016. Liderança em custo. Processo de administração estratégica. Estratégias corporativas. Duas estratégias corporativas genéricas

19/10/2016. Liderança em custo. Processo de administração estratégica. Estratégias corporativas. Duas estratégias corporativas genéricas Liderança em custo Prof. Francisco César Vendrame Processo de administração estratégica Análise externa Missão Objetivos Escolha da estratégia Implementação da estratégia Vantagem competitiva Análise interna

Leia mais

COMUNICADO. 1. Ambiente de Negócios 1.2 Contexto dos Pequenos Negócios no Brasil 1.3 Políticas públicas de apoio aos Pequenos Negócios

COMUNICADO. 1. Ambiente de Negócios 1.2 Contexto dos Pequenos Negócios no Brasil 1.3 Políticas públicas de apoio aos Pequenos Negócios COMUNICADO O SEBRAE NACIONAL Serviço de Apoio às Micro e Pequenas Empresas, por meio da Universidade Corporativa SEBRAE, comunica que, na prova, serão avaliados conhecimentos conforme as áreas descritas

Leia mais

Organização da Disciplina. Auditoria em Recursos Humanos. Aula 1. Contextualização

Organização da Disciplina. Auditoria em Recursos Humanos. Aula 1. Contextualização Auditoria em Recursos Humanos Aula 1 Prof. Me. Elizabeth Franco Organização da Disciplina Aula 01 A administração de recursos humanos área em desenvolvimento Aula 02 A origem e a evolução da auditoria

Leia mais

PROFESSOR RINALDO LIMA AUDITORIA EM RECURSOS HUMANOS OBJETIVOS ANÁLISE DA CONSULTORIA PREMISSAS PARA CONSULTORIA

PROFESSOR RINALDO LIMA AUDITORIA EM RECURSOS HUMANOS OBJETIVOS ANÁLISE DA CONSULTORIA PREMISSAS PARA CONSULTORIA PROFESSOR RINALDO LIMA Graduado em Ciências e Matemática e Especializado em Reengenharia e Qualidade Total e Engenharia de Telecomunicações. rinaldo@unopar.br AUDITORIA EM RECURSOS HUMANOS OBJETIVOS Aula

Leia mais

ACADEMIA JACAREZINHO Maio/2009 Charles Pantoja Esteves Administrador de Empresas / Analista de Sistemas

ACADEMIA JACAREZINHO Maio/2009 Charles Pantoja Esteves Administrador de Empresas / Analista de Sistemas ACADEMIA JACAREZINHO Maio/2009 Charles Pantoja Esteves Administrador de Empresas / Analista de Sistemas S - Strenghts - Pontos Fortes W - Weaknesses - Pontos Fracos O - Opportunities - Oportunidades T

Leia mais

Componente Curricular: Gestão e Marketing em Serviços de Beleza. Pré-requisito: -

Componente Curricular: Gestão e Marketing em Serviços de Beleza. Pré-requisito: - CURSO SUPERIOR DE TECNOLÓGIA EM ESTÉTICA E COSMÉTICA A u t o r i z a d o p e l a P o r t a r i a M E C n º 4 3 3 d e 2 1. 1 0. 1 1, D O U d e 2 4. 1 0. 1 1 Componente Curricular: Gestão e Marketing em

Leia mais

Sumário. Parte I - O contexto de gestão de pessoas 1. Parte 11- Recrutamento e seleção 35

Sumário. Parte I - O contexto de gestão de pessoas 1. Parte 11- Recrutamento e seleção 35 Sumário Parte I - O contexto de gestão de pessoas 1 Capítulo 1: Planejamento estratégico de pessoal 3 Evolução histórica da gestão de pessoas 3 Missão, visão, objetivos e estratégia organizacional 7 Planejamento

Leia mais

MARKETING INTERNACIONAL

MARKETING INTERNACIONAL MARKETING INTERNACIONAL Aula 05 Marketing Internacional e Global objetivos, funções, gráficos. E-mail: frentzen@labmundo.org MARKETING INTERNACIONAL Processo que visa otimizar os recursos e focar os objetivos

Leia mais

CURSO: ADMINISTRAÇÃO

CURSO: ADMINISTRAÇÃO CURSO: ADMINISTRAÇÃO EMENTAS - 2016.1 1º PERÍODO DISCIPLINA: MATEMÁTICA APLICADA A ADMINISTRAÇÃO Equações do primeiro e segundo graus com problemas. Problemas aplicando sistemas; sistemas com três incógnitas

Leia mais

Responsabilidade da Direção

Responsabilidade da Direção 5 Responsabilidade da Direção A gestão da qualidade na realização do produto depende da liderança da alta direção para o estabelecimento de uma cultura da qualidade, provisão de recursos e análise crítica

Leia mais

Ementas. Certificate in Business Administration CBA

Ementas. Certificate in Business Administration CBA Ementas Certificate in Business Administration CBA Agosto 2012 Módulo Fundamental Administração Financeira EMENTA: Disciplina desenvolve a capacidade de contribuição para as decisões gerenciais aplicando

Leia mais

Ambiente de Marketing

Ambiente de Marketing Ambiente de Marketing Mercado: Mercado deve ser definido com base na existência de uma necessidade; Se não há necessidade, não há mercado; Condições básicas para que exista um mercado: Que o consumidor

Leia mais

CADEIA DE VALOR E LOGÍSTICA A LOGISTICA PARA AS EMPRESAS CADEIA DE VALOR 09/02/2016 ESTRATÉGIA COMPETITIVA. (Alves Filho, 99)

CADEIA DE VALOR E LOGÍSTICA A LOGISTICA PARA AS EMPRESAS CADEIA DE VALOR 09/02/2016 ESTRATÉGIA COMPETITIVA. (Alves Filho, 99) CADEIA DE VALOR E LOGÍSTICA Danillo Tourinho Sancho da Silva, MSc A LOGISTICA PARA AS EMPRESAS CADEIA DE VALOR ESTRATÉGIA COMPETITIVA é o conjunto de planos, políticas, programas e ações desenvolvidos

Leia mais

ANÁLISE DE MERCADO E COMPETITIVIDADE

ANÁLISE DE MERCADO E COMPETITIVIDADE Plano de negócios Implantação do Empreendimento. Para implantar o site Bem na Foto na sua região de atuação o fotógrafo credenciado precisa de equipamento fotográfico profissional, veículo próprio, computador

Leia mais

ADMINISTRAÇÃO G5. 1º A 2016 (2 sem) Noturno. Central. Teorias da Administração. Teorias da Administração

ADMINISTRAÇÃO G5. 1º A 2016 (2 sem) Noturno. Central. Teorias da Administração. Teorias da Administração ADMINISTRAÇÃO G5 1º A 2016 (2 sem) Noturno Língua Portuguesa Matemática Teorias da Sociologia e Política Psicologia Aplicada Língua Portuguesa Matemática Teorias da Sociologia e Política Psicologia Aplicada

Leia mais

Curso de Administração Trabalho Integrado. Roteiro 2010/1 1º., 3º. e 5º. semestres 1. INTRODUÇÃO

Curso de Administração Trabalho Integrado. Roteiro 2010/1 1º., 3º. e 5º. semestres 1. INTRODUÇÃO Curso de Administração Trabalho Integrado Roteiro 2010/1 1º., 3º. e 5º. semestres 1. INTRODUÇÃO Trabalhar a interdisciplinaridade tem sido um desafio para muitos cursos de graduação. Outra questão é a

Leia mais

As visões de Negócio. Analista de Negócio 3.0. Segundo Módulo: Parte 2

As visões de Negócio. Analista de Negócio 3.0. Segundo Módulo: Parte 2 Segundo Módulo: Parte 2 As visões de Negócio 1 Quais são visões de Negócio? Para conhecer o negócio o Analista de precisa ter: - Visão da Estratégia - Visão de Processos (Operação) - Visão de Valor da

Leia mais

5. ANÁLISE E ESTRATÉGIA AMBIENTAL 5.1. CADEIA DE VALOR

5. ANÁLISE E ESTRATÉGIA AMBIENTAL 5.1. CADEIA DE VALOR 176 5. ANÁLISE E ESTRATÉGIA AMBIENTAL 5.1. CADEIA DE VALOR O escopo competitivo estabelecido por uma organização corresponde ao campo em que a mesma irá atuar: produtos, segmentos, grau de integração vertical

Leia mais

Capital Humano. Programa de Desenvolvimento em. Um novo Mercer College para você!

Capital Humano. Programa de Desenvolvimento em. Um novo Mercer College para você! Programa de Desenvolvimento em Capital Humano Um novo College para você! O College mudou para se adequar à sua necessidade e de sua empresa. Muito mais completo e flexível, nosso programa apresenta os

Leia mais

Carlos Augusto de Oliveira. Inovação da Tecnologia, do Produto e do Processo

Carlos Augusto de Oliveira. Inovação da Tecnologia, do Produto e do Processo Carlos Augusto de Oliveira Inovação da Tecnologia, do Produto e do Processo Prefácio........................................................................ 19 1. O Planejamento da Qualidade.....................................................

Leia mais

introdução ao marketing - gestão do design

introdução ao marketing - gestão do design introdução ao marketing - gestão do design Universidade Presbiteriana Mackenzie curso desenho industrial 3 pp e pv profa. dra. teresa riccetti Fevereiro 2009 A gestão de design, o management design, é

Leia mais

1. Esta Política Institucional de Comunicação e Marketing do Sicoob:

1. Esta Política Institucional de Comunicação e Marketing do Sicoob: 1. Esta Política Institucional de Comunicação e Marketing do Sicoob: a) visa estabelecer diretrizes sistêmicas aplicáveis à execução do Planejamento Estratégico em vigência, no que se refere às ações de

Leia mais

Administração e Organização - Gestão Competências

Administração e Organização - Gestão Competências Administração e Organização - Gestão Competências Prof. Dr. Marco Antonio Pereira marcopereira@usp.br Principais Processos de Gestão de Processos de Agregar Processos de Aplicar Processsos de Recompensar

Leia mais

Informações sobre os Roteiros

Informações sobre os Roteiros Informações sobre os Roteiros O MakeMoney traz roteiros especialmente desenvolvidos para elaboração de Planos de Negócios, Estudos de Viabilidade e Planos de Inovação e Competitividade. Este documento

Leia mais

PROJECTO CRIAR EMPRESA

PROJECTO CRIAR EMPRESA PROJECTO CRIAR EMPRESA Plano de Negócios Pedro Vaz Paulo 1. PROJECTO CRIAR EMPRESA 1. Projecto Definição 1. Âmbito do negócio 2. Inovação 3. Concorrência 4. Análise SWOT 5. Plano de Negócios 2. PLANO DE

Leia mais

CONCURSO DE IDEIAS. Já tens uma ideia? Vamos agora preencher o formulário?

CONCURSO DE IDEIAS. Já tens uma ideia? Vamos agora preencher o formulário? CONCURSO DE IDEIAS Já tens uma ideia? Vamos agora preencher o formulário? Identificação dos promotores e professores Os promotores é quem desenvolve o projeto VOCÊS! Identifiquem os dados de todos os elementos

Leia mais

Desenvolvimento de Negócios. Planejamento Estratégico Legal: da concepção à operacionalização Competências necessárias para o Gestor Legal

Desenvolvimento de Negócios. Planejamento Estratégico Legal: da concepção à operacionalização Competências necessárias para o Gestor Legal Desenvolvimento de Negócios Planejamento Estratégico Legal: da concepção à operacionalização Competências necessárias para o Gestor Legal Gestão Estratégica Para quê? Por Quê? Para fazer acontecer e trazer

Leia mais

Objetivo e Benefícios de um Plano de Marketing

Objetivo e Benefícios de um Plano de Marketing AULA 14 Marketing Objetivo e Benefícios de um Plano de Marketing Objetivo - Estabelecer todas as bases para a ação no mercado. Benefícios - Explorar uma oportunidade oferecida pelo mercado. - Integrar

Leia mais

ARRANJO PRODUTIVO LOCAL DE MÓVEIS TUBULARES EM IGUATU 1

ARRANJO PRODUTIVO LOCAL DE MÓVEIS TUBULARES EM IGUATU 1 ARRANJO PRODUTIVO LOCAL DE MÓVEIS TUBULARES EM IGUATU 1 1. Localização (discriminação): Município de Iguatu. 2. Natureza da Atividade: Móveis Tubulares. 3. Idade do Arranjo A empresa pioneira está no mercado

Leia mais

ANÁLISE ESTRATÉGICA. Análise SWOT

ANÁLISE ESTRATÉGICA. Análise SWOT ANÁLISE ESTRATÉGICA Análise SWOT 1 SWOT Integra o planejamento estratégico. Ferramenta utilizada pós definição da visão, missão e valores da organização. Pode ser feita por indivíduos ou por equipes. Inicia-se

Leia mais

APLICAÇÃO DO BPM PARA REESTRUTURAÇÃO DO PORTFÓLIO DE SERVIÇOS DA APEX-BRASIL

APLICAÇÃO DO BPM PARA REESTRUTURAÇÃO DO PORTFÓLIO DE SERVIÇOS DA APEX-BRASIL APLICAÇÃO DO BPM PARA REESTRUTURAÇÃO DO PORTFÓLIO DE SERVIÇOS DA APEX-BRASIL BPM Congress Brasília, 27 de novembro de 2012. Carlos Padilla, CBPP, Assessor da Gerência de Negócios. PANORAMA DA APEX-BRASIL

Leia mais

Tema 3. Planejamento Estratégico na Administração Pública. Ricardo Naves Rosa

Tema 3. Planejamento Estratégico na Administração Pública. Ricardo Naves Rosa Tema 3 Planejamento Estratégico na Administração Pública Ricardo Naves Rosa Planejamento Estratégico na Administração Pública Balanced Scorecard Ricardo Naves Rosa Gerente de Gestão Estratégica - AGR Engenheiro

Leia mais

FACULDADE SUMARÉ PLANO DE ENSINO

FACULDADE SUMARÉ PLANO DE ENSINO 1 FACULDADE SUMARÉ PLANO DE ENSINO Curso: (curso/habilitação) Ciências Contábeis Disciplina: Carga Horária: (horas/semestre) 50 aulas Semestre Letivo / Turno: 7º Semestre Professor: Período: Ementa da

Leia mais

Gestão Estratégica A BATALHA DE KURSK. Aula 6 Estratégia Competitiva. Prof. Dr. Marco Antonio Pereira

Gestão Estratégica A BATALHA DE KURSK. Aula 6 Estratégia Competitiva. Prof. Dr. Marco Antonio Pereira Gestão Estratégica Aula 6 Estratégia Competitiva Prof. Dr. Marco Antonio Pereira marcopereira@usp.br A BATALHA DE KURSK 1 Modelo de Porter As 5 forças Competitivas Estratégias Genéricas Propósito da Empresa

Leia mais

Seminário GVcev. Supermercados: Estratégia de Pricing FUGINDO DA CONCORRÊNCIA DE PREÇOS. Thomaz Yazima

Seminário GVcev. Supermercados: Estratégia de Pricing FUGINDO DA CONCORRÊNCIA DE PREÇOS. Thomaz Yazima Seminário GVcev Supermercados: Estratégia de Pricing FUGINDO DA CONCORRÊNCIA DE PREÇOS Thomaz Yazima Em uma reunião de Diretoria... Vamos abaixar os preços para acompanhar os movimentos da concorrência

Leia mais

EDITAL SENAI SESI DE INOVAÇÃO 2013

EDITAL SENAI SESI DE INOVAÇÃO 2013 EDITAL SENAI SESI DE INOVAÇÃO 2013 Plano de Negócios (Max 20 pág. sem anexos) Dados gerais do projeto 1. Resumo do Projeto; Descrever de maneira sucinta do que se trata o projeto. 2. Objetivo do Projeto;

Leia mais

NÚCLEO DE DESENVOLVIMENTO EMPRESARIAL 2014

NÚCLEO DE DESENVOLVIMENTO EMPRESARIAL 2014 NÚCLEO DE DESENVOLVIMENTO EMPRESARIAL 2014 WORKSHOPS CH DATA HORÁRIO INVESTIMENTO CONTEÚDO 1. Mudança nas relações com clientes em vendas. 2. Vendedor consultor: Gestor de negócio. 3. Planejamento em vendas.

Leia mais

3. CNAE E FATURAMENTO: 3.1. CNAE Principal (Código e Descrição da Atividade Econômica Principal, conforme CNPJ):

3. CNAE E FATURAMENTO: 3.1. CNAE Principal (Código e Descrição da Atividade Econômica Principal, conforme CNPJ): BNDES/GOIÁSFOMENTO CARTA-CONSULTA 1. RESUMO DA OPERAÇÃO PROPOSTA: 1.1. Sobre a Empresa 1.1.1. Empresa/Proponente: 1.1.2. Objetivo Social: 1.1.3. Localização do Empreendimento Proposto (município): 1.2.

Leia mais

O Plano de Negócios Fabiano Marques

O Plano de Negócios Fabiano Marques O Plano de Negócios Fabiano Marques Um negócio bem planejado terá mais chances de sucesso que aquele sem planejamento, na mesma igualdade de condições. (Dornelas, 2005) O termo empreendedorismo está naturalmente

Leia mais

EXPANSÃO DAS OPERAÇÕES INTERNACIONAIS

EXPANSÃO DAS OPERAÇÕES INTERNACIONAIS EXPANSÃO DAS OPERAÇÕES INTERNACIONAIS A Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (Apex-Brasil) atua para promover os produtos e serviços brasileiros no exterior e atrair investimentos

Leia mais

APRENDA A FORMAR PREÇO DE VENDA. 08 a 11 de outubro de a 12 de novembro de 2016

APRENDA A FORMAR PREÇO DE VENDA. 08 a 11 de outubro de a 12 de novembro de 2016 APRENDA A FORMAR PREÇO DE VENDA 08 a 11 de outubro de 2014 09 a 12 de novembro de 2016 Missão do Sebrae Competitividade Perenidade Sobrevivência Evolução Orientar na implantação e no desenvolvimento de

Leia mais

Você pode pensar que pode, ou pensar que não pode, em ambos os casos você está certo.

Você pode pensar que pode, ou pensar que não pode, em ambos os casos você está certo. Plano de negócios Plano de Negócios o que é? Você pode pensar que pode, ou pensar que não pode, em ambos os casos você está certo. Henry Ford Plano de Negócios o que é? O Plano de Negócios é um instrumento

Leia mais

ANEXO III - EDITAL Nº. 05/2016 DESCRIÇÃO DO NEGÓCIO TÍTULO DO PROJETO

ANEXO III - EDITAL Nº. 05/2016 DESCRIÇÃO DO NEGÓCIO TÍTULO DO PROJETO ANEXO III - EDITAL Nº. 05/2016 DESCRIÇÃO DO NEGÓCIO TÍTULO DO PROJETO 1. APRESENTAÇÃO GERAL DA EMPRESA: Histórico da empresa; Missão, Visão, Valores; Fonte da ideia (máximo 20 linhas) 2. APRESENTAÇÃO DO

Leia mais

Quanto aos Métodos Quantitativos utilizados, temos: Modelo de Localização

Quanto aos Métodos Quantitativos utilizados, temos: Modelo de Localização 4. Conclusão Nesta conclusão são apresentadas às características principais do negócio Cargill, a motivação do Estudo Logístico e os Métodos utilizados, assim como os Resultados obtidos com o Estudo Logístico,

Leia mais

Como Vender Mais e Melhor

Como Vender Mais e Melhor Como Vender Mais e Melhor 08 a 11 de outubro de 2014 09 a 12 de novembro de 2016 OBJETIVO Este curso visa proporcionar ao participante a competência para identificar oportunidades de mercado e saber aproveitá-las,

Leia mais

PR Ministério da Educação

PR Ministério da Educação PLANO DE NEGÓCIOS SIMPLIFICADO Obs.: este formulário deverá ser entregue após a realização do Curso sobre Elaboração de Plano de Negócios que está previsto para fevereiro e março de 2013. A FUTURA EMPRESA

Leia mais

UNIVERSIDADE ESTADUAL DE GOIÁS UNIDADE UNIVERSITÁRIA DE CIÊNCIAS SÓCIO-ECONÔMICAS E HUMANAS DE ANÁPOLIS

UNIVERSIDADE ESTADUAL DE GOIÁS UNIDADE UNIVERSITÁRIA DE CIÊNCIAS SÓCIO-ECONÔMICAS E HUMANAS DE ANÁPOLIS 1- EMENTA Os novos desafios do mercado decorrentes da globalização e das mudanças tecnológicas; o desenvolvimento do conceito de e seus objetivos; ambiente de ; mercado-alvo; sistema de informações de

Leia mais

Estruturação de um Sistema de Informações Contábeis

Estruturação de um Sistema de Informações Contábeis Estruturação de um Sistema de Informações Contábeis Por José Luís Carneiro - www.jlcarneiro.com - Características gerais Objetivos Suporte à Contabilidade Gerencial (Controladoria) Suporte à tomada de

Leia mais

TGM Tecnologia de Gestão Martins

TGM Tecnologia de Gestão Martins 1 O Que é TGM Tecnologia Gestão Martins? 2 Rentabilidade - 3 Central de Atendimento TGM O que é TGM? Tecnologia de Gestão Martins. É uma área da UMV Universidade Martins do Varejo, através do uso de tecnologia,

Leia mais

MBA em Gestão Empreendedora Curso de Especialização Lato Sensu

MBA em Gestão Empreendedora Curso de Especialização Lato Sensu MBA em Gestão Empreendedora Curso de Especialização Lato Sensu Introdução à Educação a Distância (EAD); Inovação e Empreendedorismo; Políticas Públicas em Educação; Gestão de Processos; Gestão Estratégica;

Leia mais

ENCADEAMENTO PRODUTIVO. Luiz Barretto - Presidente

ENCADEAMENTO PRODUTIVO. Luiz Barretto - Presidente ENCADEAMENTO PRODUTIVO Luiz Barretto - Presidente MISSÃO DO SEBRAE Promover a competividade e o desenvolvimento sustentável dos pequenos negócios e fomentar o empreendedorismo para fortalecer a economia

Leia mais

ARRANJO PRODUTIVO LOCAL DE DOCES EM TABULEIRO DO NORTE 1

ARRANJO PRODUTIVO LOCAL DE DOCES EM TABULEIRO DO NORTE 1 ARRANJO PRODUTIVO LOCAL DE DOCES EM TABULEIRO DO NORTE 1 1. Localização (discriminação): Município de Tabuleiro do Norte. 2. Natureza da Atividade: Produção de doces 3. Idade do arranjo A maioria das empresas

Leia mais

Alimentos Júnior Sociedade Civil em Tecnologia e Consultoria da Universidade Federal de Viçosa Departamento de Tecnologia de Alimentos II (DTA II)

Alimentos Júnior Sociedade Civil em Tecnologia e Consultoria da Universidade Federal de Viçosa Departamento de Tecnologia de Alimentos II (DTA II) Assessor Estratégico O Assessor Estratégico tem como função a elaboração do Planejamento Estratégico, análise e controle de indicadores e metas gerenciais e estratégicas, controle e acompanhamento dos

Leia mais

Professor Roberto César. O que é qualidade?

Professor Roberto César. O que é qualidade? O que é qualidade? O que é qualidade? Século XX até o início dos anos 50 Sinônimo de perfeição técnica Década de 50 - Juran Satisfação do cliente quanto a adequação do cliente ao uso Feugenbaum (1986)

Leia mais

Aula 2 Partes Interessadas. Rosely Gaeta

Aula 2 Partes Interessadas. Rosely Gaeta Aula 2 Partes Interessadas Rosely Gaeta Definição São os indivíduos e grupos capazes de afetar e serem afetados pelos resultados estratégicos alcançados e que possuam reivindicações aplicáveis e vigentes

Leia mais

Plano de Trabalho Docente Ensino Técnico

Plano de Trabalho Docente Ensino Técnico Plano de Trabalho Docente 2016 Ensino Técnico Plano de Curso nº 246 aprovado pela portaria Cetec nº 181 de 26/09/2013 Etec Paulino Botelho Extensão Esterina Placco Código: 091 Município: São Carlos Eixo

Leia mais

O poder de atração das centrais de negócios

O poder de atração das centrais de negócios O poder de atração das centrais de negócios Por Adriano Arthur Dienstmann E-book Gratuito Operadores independentes A associação de operadores independentes em centrais de negócios tem como objetivo aumentar

Leia mais

Núcleo de Apoio ao Planejamento e Gestão da Inovação. Junho de 2006

Núcleo de Apoio ao Planejamento e Gestão da Inovação. Junho de 2006 Núcleo de Apoio ao Planejamento e Gestão da Inovação Junho de 2006 NUGIN: Núcleo de Gestão da Inovação Missão Promover a geração de ambientes inovadores, fomentando e apoiando as empresas na gestão da

Leia mais

Como utilizar a margem de contribuição para tomar decisão quando existe limitação na capacidade produtiva

Como utilizar a margem de contribuição para tomar decisão quando existe limitação na capacidade produtiva Como utilizar a margem de contribuição para tomar decisão quando existe! Revendo o conceito de margem de contribuição! Existência de limitação na capacidade de produção! Margem de contribuição e fator

Leia mais

Capítulo 13 - A Análise SWOT

Capítulo 13 - A Análise SWOT Capítulo 13 - A Análise SWOT O objetivo da SWOT é definir estratégias para manter pontos fortes, reduzir a intensidade de pontos fracos, aproveitando oportunidades e protegendo-se de ameaças.(vana, Monteiro

Leia mais

Apoio à Inovação. Novembro 2009

Apoio à Inovação. Novembro 2009 Apoio à Inovação Novembro 2009 Agenda O BNDES Inovação Política de Inovação do BNDES Instrumentos de Apoio à Inovação Linhas Programas Fundos Produtos Prioridades 1950 1960 1970 1980 1990 Infra-estrutura

Leia mais

dialeto design de estratégia

dialeto design de estratégia Portfólio studi dialeto design de estratégia O Studio Dialeto é uma empresa especializada em design estratégico com foco para o segmento de serviços. Desenvolve suas propostas através de etapas de trabalho

Leia mais

Declaração de Posicionamento da Eletrobras Eletronuclear

Declaração de Posicionamento da Eletrobras Eletronuclear Declaração de Posicionamento da Eletrobras Eletronuclear Declaração de Posicionamento da Eletrobras Eletronuclear Missão Atuar nos mercados de energia de forma integrada rentável e sustentável. Visão Em

Leia mais

Objetivos desta aula. Noções de Marketing 21/10/09

Objetivos desta aula. Noções de Marketing 21/10/09 Noções de Marketing 21/10/09 Atendimento. Marketing em empresas de serviços. Marketing de relacionamento. Segmentação de mercado e segmentação do setor bancário. Propaganda e Promoção. Satisfação, Valor

Leia mais

Morgan Stanley. Estrutura de Gerenciamento do Risco de Liquidez

Morgan Stanley. Estrutura de Gerenciamento do Risco de Liquidez Morgan Stanley Estrutura de Gerenciamento do Risco de Liquidez Título Estrutura de Gerenciamento do Risco de Liquidez Data de Vigência: 2015 Proprietário Tesouraria Corporativa Aprovação Diretor Financeiro

Leia mais

Sumário resumido. As origens da competição e do pensamento estratégico. Aplicação dos fundamentos da estratégia. Gestão competitiva do conhecimento

Sumário resumido. As origens da competição e do pensamento estratégico. Aplicação dos fundamentos da estratégia. Gestão competitiva do conhecimento Sumário resumido Fundamentos da Estratégia e da Competição CAPÍTULO 1 EVOLUÇÃO DO PENSAMENTO ESTRATÉGICO As origens da competição e do pensamento estratégico PROCESSO DE PLANEJAMENTO ESTRATÉGICO Aplicação

Leia mais

SUMÁRIO EXECUTIVO. 1 a ) Facilitar o entendimento do projeto, ao apresentar brevemente os principais tópicos, cenários, empresa e negócio;

SUMÁRIO EXECUTIVO. 1 a ) Facilitar o entendimento do projeto, ao apresentar brevemente os principais tópicos, cenários, empresa e negócio; SUMÁRIO EXECUTIVO O Sumário Executivo é a apresentação do projeto de empreendimento e, por isso, deve ser capaz de comunicar, esclarecer e cativar o leitor. Apresenta duas importantes funções: 1 a ) Facilitar

Leia mais

Empreendendo com Sucesso

Empreendendo com Sucesso FCV FACULDADE CIDADE VERDE CRISTIANO DE JESUS BALLEJO Empreendendo com Sucesso Maringá-PR 2009 CRISTIANO DE JESUS BALLEJO Empreendendo com Sucesso Projeto apresentado para avaliação na disciplina de Seminários

Leia mais

Sumário. Nota Sobre os Autores, XV Prefácio I, XVII Prefácio II, XIX

Sumário. Nota Sobre os Autores, XV Prefácio I, XVII Prefácio II, XIX Sumário Nota Sobre os Autores, XV Prefácio I, XVII Prefácio II, XIX Parte I Cenários Contemporâneos em Marketing, 1 1 Marketing e Vantagem Competitiva, 3 Prof. André Giovanini Antas 1.1 Introdução, 4 1.2

Leia mais

Planejamento Estratégico Conselho Moveleiro. Resultados

Planejamento Estratégico Conselho Moveleiro. Resultados Planejamento Estratégico Conselho Moveleiro Resultados PROPÓSITO DO CONSELHO Articular a indústria moveleira para obter: sucesso, excelência, qualificação e informação. Articular de politicas e ações estratégicas

Leia mais

Gestão de Portfólio de Projetos de Inovação VERSÃO EXECUTIVA. José Renato Santiago

Gestão de Portfólio de Projetos de Inovação VERSÃO EXECUTIVA. José Renato Santiago Gestão de Portfólio de Projetos de Inovação VERSÃO EXECUTIVA José Renato Santiago Conceito de Inovação... Um deles É o meio através do qual um espírito empreendedor cria novos recursos de produção de riqueza

Leia mais

Ensinando Estratégia utilizando um Estudo de Caso

Ensinando Estratégia utilizando um Estudo de Caso MÓDULO 1 Ensinando Estratégia utilizando um Estudo de Caso Unidade de Ensino: Análise da Estratégia O Modelo de Porter Análise Estratégica Declaração de Visão e Missão do Negócio Análise do Ambiente Externo

Leia mais

Planejamento Estratégico Prático e Eficaz para Prestadores de Serviços Jurídicos

Planejamento Estratégico Prático e Eficaz para Prestadores de Serviços Jurídicos Planejamento Estratégico Prático e Eficaz para Prestadores de Serviços Jurídicos Sérgio Fadel sfadel@maxpromo.com.br Blog: administracaonaadvocacia.wordpress.com Onde estão as oportunidades? Quem deve

Leia mais

Estrategias para Busca de Emprego

Estrategias para Busca de Emprego Estrategias para Busca de Emprego Apresentação Atualmente o problema de desemprego atinge a todos. Não importa se é homem, mulher, jovem, adulto, se tem ou não experiência nem o seu nível de qualificação,

Leia mais

Conjunto de elementos interdependentes, ou um todo organizado, ou partes que interagem, formando um todo unitário e complexo

Conjunto de elementos interdependentes, ou um todo organizado, ou partes que interagem, formando um todo unitário e complexo Sistemas de Informações Gerenciais A Empresa e os Sistemas de Informação Conceito de Sistemas Conjunto de elementos interdependentes, ou um todo organizado, ou partes que interagem, formando um todo unitário

Leia mais

ESTRUTURA DE GERENCIAMENTO DE CAPITAL Resolução 3.988/2011. Área Responsável: Risco de Crédito e Capital Gerência de Capital

ESTRUTURA DE GERENCIAMENTO DE CAPITAL Resolução 3.988/2011. Área Responsável: Risco de Crédito e Capital Gerência de Capital ESTRUTURA DE GERENCIAMENTO DE CAPITAL Área Responsável: Risco de Crédito e Capital Gerência de Capital Sumário RELATÓRIO DE ACESSO PÚBLICO ESTRUTURA DE GERENCIAMENTO DE CAPITAL... 3 1. INTRODUÇÃO... 3

Leia mais

1ª Jornada Internacional da Gestão Pública. O caso MDIC. BRASÍLIA (DF), 13 de março de 2013

1ª Jornada Internacional da Gestão Pública. O caso MDIC. BRASÍLIA (DF), 13 de março de 2013 1ª Jornada Internacional da Gestão Pública O caso MDIC BRASÍLIA (DF), 13 de março de 2013 ANTECEDENTES INÍCIO DE 2011 Contexto de mudança de Governo; Necessidade de diagnóstico organizacional; Alinhamento

Leia mais

POR QUE FEIRAS EM TEMPOS DE CRISE?

POR QUE FEIRAS EM TEMPOS DE CRISE? POR QUE FEIRAS EM TEMPOS DE CRISE? Ligia Amorim Diretora geral da NürnbergMesse Brasil 1ª vice-presidente do capítulo América Latina da UFIthe Global Association of the Exhibition Industry. Vice-presidente

Leia mais