Caros sócios e Profissionais de Saúde de todo o Brasil

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1 Editorial Caros sócios e Profissionais de Saúde de todo o Brasil A data do XIII Congresso Brasileiro de Controle de Infecção e Epidemiologia Hospitalar, que acontecerá em Santos de 7 a 10 de novembro de 2012, está se aproximando. Essa será uma oportunidade ímpar para ampliar o conhecimento, trocar ideias e experiências. O congresso será também um momento de reflexão sobre a direção que o controle e prevenção das IRAS está tomando no mundo e em particular no Brasil. Serão abordadas questões como acreditação, o papel do usuário e do governo, legislação, divulgação de taxas, entre outras. Serão apresentados e discutidos os principais guias e recomendações da área, e os melhores artigos publicados nos últimos anos na área médica, de microbiologia e de enfermagem, sempre com um olhar crítico e construtivo. Não faltará espaço para as novas tecnologias. Na última década houve um avanço incrível na área de prevenção e controle das IRAS. Novas metodologias vêm sendo aplicadas, por exemplo, na microbiologia, como Maldi- Tolf, Microarray e Ion torrente, que identificam rapidamente o agente e seus genes de virulência e resistência. Detectar rapidamente o mecanismo de resistência é uma premissa importante para definir estratégias de Sumário Editorial...1 Aconteceu...2 De Interesse...4 Destaque...4 e 6 Calendário de eventos...7 controle e prevenção de patógenos multirresistentes. A incorporação de informatização no dia a dia do hospital é outro avanço tecnológico extremamente útil para o controle e prevenção das IRAS. Entretanto, nem tudo é tecnologia. Medidas simples e baratas, como higiene das mãos e educação continuada, são custo-efetivas e fundamentais para o controle e prevenção das IRAS. Sabe-se atualmente que muitas IRAS podem ser prevenidas, principalmente aquelas cuja patogênese está diretamente associada à qualidade do cuidado ao paciente, como a infecção de corrente sanguínea relacionada a cateter venoso central e a infecção de trato urinário relacionada a sonda vesical. O impacto da redução ou prevenção das IRAS é inestimável, com redução importante da morbidade e custo hospitalar. No Brasil, várias experiências exitosas já foram relatadas em congressos prévios e resultaram em estudos publicados. Portanto, um espaço especial foi destinado à apresentação de temas livres e pôsteres, para que possamos trocar ideias e experiências de sucesso (e também insucessos) e crescermos juntos na prevenção e controle das IRAS. Finalmente, acontecerá pela primeira vez no Brasil o curso da Society of Healthcare Epidemiology (SHEA). Este ampliará mais ainda o horizonte daqueles que já trabalham na área e será a oportunidade para os jovens profissionais de saúde fortalecerem os seus conhecimentos de epidemiologia. Contamos com a participação de vocês. Dra. Silvia Figueiredo Costa Presidente do Congresso, CRM-SP

2 Aconteceu Campanha sobre higiene das mãos Roberto Loffel No Hospital do Coração (HCor), o Serviço e Controle de Infecção Hospitalar (SCIH) contratou o grupo teatral Lúdica Eventos para apresentar a peça O ataque da bactéria. A divulgação da campanha ocorreu nos dias 17 e 18 de maio e foi feita em todos os setores da instituição por um colaborador que se fantasiou de produto alcoólico. A campanha Mãos limpas, consciência tranquila aconteceu nos dia 21 e 22 de maio e contou com as seguintes estratégias: banners e estações de produto alcoólico nas principais entradas da instituição, apresentações teatrais in loco e em auditórios, distribuição de folheto informativo ressaltando a importância e a técnica da higiene das mãos, bottom e amostras de álcool gel. Todo o evento foi fotografado e um painel para exposição das fotos está sendo preparado para a divulgação. Grupo teatral Lúdica se apresenta na campanha Mãos limpas, consciência tranquila. Enfa. Karoline Mello Gama, COREN-SP Enfa. Priscila Fermada da Silva, COREN-SP Enfermeiras do Serviço de Controle de Infecção do HCor. Christian Pelaes Profissionais reunidos para a campanha Em terra ou nas alturas... Higienizar as mãos será sempre uma prática segura. 2 As Infecções Relacionadas à Assistência à Saúde (IRAS) afetam centenas de milhões de pessoas em todo o mundo. Sua ocorrência é multifatorial, sendo que cerca de 70% dos episódios podem ser evitados com a adesão às medidas de prevenção. A Higiene das Mãos (HM) é considerada a principal medida para reduzir as IRAS. Embora esta ação seja simples, a falta de conformidade entre os profissionais de saúde continua sendo um problema em todo o mundo. A maioria dos serviços de saúde já tem políticas bem estabelecidas, assim como realiza programas de treinamento regulares nesta área. No entanto, manter completa adesão dos profissionais da saúde à higiene das mãos durante todos os cuidados aos pacientes é difícil de sustentar. A Organização Mundial da Saúde (OMS) faz uma campanha mundial de HM para melhoria da adesão desde Todos os anos, nós da UCIH tentamos fazer um evento inovador para reafirmar a importância da HM. Neste ano, unindo o espírito aventureiro ao profissionalismo e interesse em combater as IRAS, foi lançada uma campanha de conscientização referente à HM literalmente nas alturas. Criando o slogan Em terra ou nas alturas... Higienizar as Mãos sempre será uma Prática Segura, o Logotipo da campanha de higienização das mãos. Christian Pelaes

3 Uma programação especial em comemoração ao Dia Mundial de Lavagem de Mãos, celebrado em 5 de maio, teve início mais cedo no Instituto de Infectologia Emílio Ribas (IIER), unidade da Secretaria de Estado da Saúde de São Paulo referência nacional em tratamento de doenças infectocontagiosas, na capital paulista. O hospital estadual iniciou algumas ações educativas para alertar principalmente os profissionais de saúde, bem como os pacientes sobre a forma correta e segura de higienizar as mãos e evitar o contágio de doenças. A programação contou com a apresentação teatral do grupo Lúdica, que visitou os setores do Instituto para ensinar os passos da higienização correta das mãos. O grupo se apresentou no anfiteatro da unidade. A equipe da Comissão do Controle de Infecção Hospitalar (CCIH) do Instituto, responsável pela campanha, também reforçou as orientações com a disponibilização de um guia com 10 passos para a limpeza adequada das mãos. Segundo o responsável pelo CCIH, infectologista Nilton Cavalcante, o hábito de lavar as mãos é o primeiro procedimento clínico básico para qualquer profissional de saúde. Ele explica que mãos limpas ajudam a evitar a propagação das doenças e diminuem o risco de infecção hospitalar. Essa campanha contribuiu para aumentar a segurança Divulgação na assistência hospitalar e fortaleceu um hábito essencial de higiene que pode evitar complicações no quadro de saúde dos pacientes internados no hospital, esclarece. Enf. Adriana Maria da Costa e Silva CCIH Instituto de Infectologia Emílio Ribas. COREN-SP O Grupo de teatro Lúdica durante apresentação da peça no IIER. Enf. Christian Pelaes salta de paraquedas para divulgar a campanha. enfermeiro controlador de infecções Christian Emmanuel da Silva Pelaes saltou de paraquedas nos céus de Boituva/SP, junto à equipe profissional da escola de paraquedismo Queda Livre, vestindo uma camiseta personalizada, na qual expressou todo o seu entusiasmo na divulgação da importância de se aderir a essa prática eficiente, eficaz e de baixo custo para a prevenção das IRAS. Christian também aproveitou a ocasião para homenagear todos os enfermeiros, profissionais de enfermagem, controladores de infecção e todas as mamães pelo seu dia. Todo o salto foi gravado, editado e postado nas redes sociais como Higiene das Mãos_Brasil 2012, com legenda em Português (Youtube, Facebook, Orkut e Picasa). Segue o link de acesso: youtube/aba6dm_clge A campanha foi lançada nas dependências do Instituto do Coração - InCor e para falar sobre o assunto, a UCIH trouxe a enfermeira Dra. Julia Kawagoe e na sequência foi exibido o vídeo informativo. O público presente se mostrou bastante empolgado e ainda concorreu a um brinde especial sorteado no final do evento. Enf. Christian Pelaes Enfermeiro do Controle de Infecção do InCor. COREN-SP Maurício Graki 3

4 De Interesse Site APECIH de cara nova! Com o propósito de manter os nossos associados atualizados e imbuídos de conhecimento, a atual Diretoria da APECIH fez uma revisão do site. O novo site será coordenado por uma comissão composta por membros da Diretoria que periodicamente farão a manutenção e atualização do conteúdo a ser divulgado. O novo site contempla as seguintes alterações: 1. Informações individualizadas: neste espaço cada associado receberá um login e senha, para que tenha acesso à documentação nominal, assim como informações confidenciais. 2. Abas de acesso: localizadas no topo da página, contemplam os seguintes tópicos: a apecih, aulas, vagas de trabalho, legislação, links, galeria e fale conosco, serão condensadas e agrupadas. 3. Banner interativo: traz chamadas, atualizações, imagens e temáticas relacionadas à prevenção e controle das infecções associadas à assistência à saúde. 4. Destaques: espaço destinado à postagem de notícias, publicações e agenda. 5. Links: consulta pública, associação ou atualização de dados e o baixe arquivos atualizados em PDF. Como em qualquer modificação há possibilidade de ajustes, mas faremos o possível para que não ocorram prejuízos aos nossos visitantes. Agradecimento: À Empresa CNPH, que tem nos auxiliado na construção e atualização do site. Enf. Aurivan Andrade de Lima Enfermeiro do Gerenciamento de Leitos da Santa Casa de São Paulo, Coordenador do Curso de Especialização em CIH da Santa Casa de São Paulo. COREN-SP Destaque O evento de lançamento da monografia contou com um momento de descontração, onde pudemos refletir sobre as precauções, de forma engraçada e compartilhando boas risadas. O grupo Lúdica Comunicação Teatral surpreende ao tratar os temas da prevenção e controle de infecção de forma engraçada, porém corretamente embasados nos conceitos teóricos. Portanto, só poderíamos agradecer a esta parceria e indicar os serviços desses profissionais para os nossos colegas controladores de infecção. Contato (11)

5 * no valor do curso está inclusa a taxa de inscrição no congresso Suíça Suíça Alemanha Reino Unido Uruguay Israel Patrocínio Ouro:

6 Destaque Precauções específicas: Unidade de Neonatologia e Pediatria No dia 5 de maio a APECIH realizou o lançamento do Manual de Precauções e Isolamento 2ª edição revisada e ampliada. Entre as diversas atividades houve uma sessão interativa voltada para as precauções específicas na Unidade de Neonatologia e Pediatria. A sessão foi embasada em perguntas que causam dúvidas no dia a dia do Serviço de Controle de Infecção. Após a apresentação de cada pergunta o público realizou a votação e desta forma pode compartilhar sua prática e opinião sobre o assunto. Em seguida as palestrantes comentaram as respostas e justificaram as alternativas consideradas corretas. Tendo em vista o resultado positivo dessa sessão, resolvemos compartilhar nesta edição algumas perguntas e respostas discutidas no evento: Recém-Nascido (RN) que se encontra em berço e inicia sinais de gripe e resultado positivo para Vírus Sincicial Respiratório (VSR). Qual a melhor conduta para prevenir transmissão do vírus na Unidade? Tendo em vista que o VSR é altamente contagioso e a transmissão ocorre através da inoculação viral da nasofaringe e mucosa ocular, esse RN deve permanecer, se possível, em incubadora. Institui-se precaução de contato e no momento em que há risco para aerossolização do vírus, como, por exemplo, na aspiração de secreção respiratória, complementa-se com precaução de gotículas. Sempre que possível o RN deverá permanecer em sala privativa com coorte de profissionais. O VSR sobrevive por horas no ambiente e nas mãos dos profissionais. Além disso, apresenta um período de excreção de 3 a 8 dias, podendo durar semanas em RN extremo prematuro. Sempre que possível deve-se realizar a pesquisa do vírus para retirar as precauções instituídas. Outro fator importante para prevenção de transmissão é evitar que profissionais e visitantes circulem na Unidade com quadros gripais. No período de inverno esta situação é muito comum e o SCIH deve, juntamente com o Gestor da Unidade, criar normas que evitem a circulação do vírus na Unidade. Mãe de gemelares inicia prática de Canguru na UTI Neonatal. O primeiro gemelar apresenta infecção por MRSA. Preocupado com risco de transmissão para RN saudável devo interromper a prática do Canguru? Se possível mantenha o método canguru. A literatura apresenta diversas referências que comprovam o benefício desta prática no desenvolvimento do RN. Durante a visita os pais iniciam sempre o contato com o RN sem infecção e finalizam a visita pelo bebê infectado, não retornando ao outro gemelar. Na questão do canguru, uma opção para evitar a transmissão será realizar o canguru do RN infectado exclusivamente com o pai. Pela proximidade do RN, ele poderá utilizar máscara cirúrgica na tentativa de evitar colonização nasal (Recomendação sem referência na literatura). Nas situações em que a mãe estiver amamentando os gemelares, segue-se a mesma recomendação que o canguru. Inicia amamentação pelo RN não infectado, sendo o infectado o último a ser amamentado. Nesta situação a mãe poderá utilizar máscara cirúrgica durante o contato com ambos. Gestante realiza cesárea na vigência de uma virose gastrointestinal. Onde deverá permanecer o RN? Na fase aguda, o risco de transmissão para o RN é muito importante. Além disso, muitas vezes a mãe não apresenta condições físicas para cuidar do seu bebê. Sendo assim, o RN permanece no berçário completamente isolado, até que a mãe apresente melhoras dos sintomas. A amamentação fica interrompida nesse período. O RN recebe fórmula. Nas situações em que houver condições, a mãe pode realizar ordenha no quarto e o leite deverá ser pasteurizado. Quando houver melhora do quadro e a mãe apresentar condições de cuidar do bebê, o RN deverá permanecer em alojamento conjunto, não retornando mais para o berçário. Como proceder à investigação dos contactantes de varicela em enfermaria de pediatria? A varicela representa especial problema nas enfermarias de pediatria, devido à sua alta infectividade e elevada incidência. O contágio ocorre a partir de 2 dias antes do aparecimento do exantema e o período de incubação é em média de 14 dias, podendo chegar a 21 dias. Na ocorrência de um caso de varicela na enfermaria, as seguintes medidas devem ser iniciadas: Criança infectada: deve-se instituir as precauções específicas (aerossóis + contato), caso o paciente não possa ter alta imediatamente. Essas precauções devem ser mantidas até que todas as lesões estejam em fase de crosta. Avaliação de comunicantes - são considerados comunicantes: pacientes em um mesmo quarto (de 2 a 4 leitos) ou em camas contíguas na enfermaria, pacientes que brincaram no mesmo recinto ou tiveram contato íntimo por no mínimo 1 hora. Os considerados comunicantes (pacientes e profissionais de saúde) devem ser avaliados em relação a seu status imunológico 6

7 (considerados como imunes aqueles com história documentada de vacina ou histórico de doença). Conduta frente aos comunicantes: A vacinação pós-exposição está indicada para controle de surto em ambiente hospitalar, nos comunicantes suscetíveis imunocompetentes maiores de 1 ano de idade, preferencialmente nas 72 horas após o contágio. A VZIG é indicada para pacientes contactantes imunodeprimidos e deve ser aplicada o mais rapidamente possível após o contato, no máximo em 96 horas. Medidas de precauções: Para os pacientes que nunca apresentaram a doença, deve ser iniciada a precaução para aerossóis a partir do 8º ao 21º dia após a exposição; se o paciente recebeu VZIG, a mesma deve ser estendida até o 28º dia. Quais são as precauções necessárias para crianças com quadro de coqueluche? O agente etiológico da coqueluche é a Bordetella pertussis, sendo o período de incubação de 7 a 10 dias (média 5-21 dias), raramente, até 42 dias. O período de transmissão se estende de 5 dias após o contato com um doente (final do período de incubação) até 3 semanas após o início dos acessos de tosse típicos da doença (fase paroxística). Nos lactentes menores de 6 meses, a transmissibilidade pode prolongar-se por até 4 a 6 semanas após o início da tosse. A profilaxia pós-exposição é indicada em até 3 semanas após o contato. Os pacientes com diagnóstico de coqueluche devem ser mantidos sob precauções de gotículas até 5 dias após o início da terapia eficaz. Dra. Camila de Almeida Silva, CRM-SP Enf. Sandra Regina Baltieri, COREN-SP SCIH Hospital e Maternidade Santa Joana. Calendário de Eventos Data Curso Instituição Local Informações 10-21/9/2012 XLV - Curso Básico de Introdução ao Controle de Infecção Hospitalar 26 a 28/7/2012 8º Simpósio Internacional de Esterilização e CIH 7 a 10/11/2012 XIII Congresso Brasileiro de Controle de Infecção e Epidemiologia Hospitalar APECIH São Paulo SOBECC São Paulo/SP APECIH Santos/SP Presidente: Luci Corrêa Vice-presidente: Maria Clara Padoveze 1º Secretária: Claudia Vallone Silva 2ª Secretária: Paula Marques de Vidal 3ª Secretária: Adriana Maria da Silva Felix 1ª Tesoureira: Vera Lúcia Borrasca Domingues da Silva 2ª Tesoureira: Lourdes das Neves Miranda 3ª Tesoureiro: Ícaro Boszczowski Associação Paulista de Epidemiologia e Controle de Infecção Relacionada à Assistência à Saúde - APECIH Endereço: Rua Itapeva, conj Bela Vista - CEP São Paulo - SP Tel/Fax: (11) O jornal da APECIH é uma publicação trimestral dirigida particularmente aos associados e editada pela diretoria, sob coordenação da Comissão de Divulgação. DIRETORIA DA APECIH - Triênio: Suplentes: Adriana Maria da Costa e Silva e Mirian de Freitas Dal Ben Corradi Conselho fiscal efetivo: Daniel Wagner de Castro Lima Santos, Adenilde Andrade da Silva e Márcia Valadão Albernaz Conselho fiscal suplente: Gladys Villas Bôas do Prado, Sandra Regina Baltieri e Aurivan Andrade de Lima Comissão de Divulgação (Jornal): Adriana Maria da Silva Felix, Aurivan Andrade de Lima, Claudia Vallone Silva e Paula Marques de Vidal. (Site): Aurivan Andrade de Lima, Gladys Villas Bôas do Prado e Lourdes das Neves Miranda Comissão Científica: Adriana Maria da Costa e Silva, Daniel Wagner de Castro Lima Santos, Maria Clara Padoveze, Mirian de Freitas Dal Ben Corradi e Sandra Regina Baltieri Comissão de Regionais: Márcia Valadão Albernaz Publicação produzida pela Office Editora e Publicidade Ltda. Diretor Responsável: Nelson dos Santos Jr. - Diretora Executiva: Waléria Barnabá - Diretor de Arte: Roberto E. A. Issa - Publicidade: Rodolfo B. Faustino e Denise Gonçalves - Jornalista Responsável: Cynthia de Oliveira Araujo (MTb ) - Redação: Flávia Lo Bello, Luciana Rodriguez e Eduardo Ribeiro - Gerente de Produção Gráfica: Roberto Barnabá - Coordenação: Adriana Pimentel Cruz - Departamento Jurídico: Martha Maria de Carvalho Lossurdo (OAB/SP ). Office Editora e Publicidade Ltda - Rua General Eloy Alfaro, Chácara Inglesa - CEP São Paulo - SP - Brasil - Tel.: (11) com.br. É proibida a reprodução total ou parcial dos artigos sem autorização dos autores e da editora. Os pontos de vista aqui expressos refletem a experiência e as opiniões dos autores. Os conceitos aqui emitidos são de responsabilidade dos autores e não refletem necessariamente a opinião da editora. (05012B) 7

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