Caros sócios e Profissionais de Saúde de todo o Brasil

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "Caros sócios e Profissionais de Saúde de todo o Brasil"

Transcrição

1 Editorial Caros sócios e Profissionais de Saúde de todo o Brasil A data do XIII Congresso Brasileiro de Controle de Infecção e Epidemiologia Hospitalar, que acontecerá em Santos de 7 a 10 de novembro de 2012, está se aproximando. Essa será uma oportunidade ímpar para ampliar o conhecimento, trocar ideias e experiências. O congresso será também um momento de reflexão sobre a direção que o controle e prevenção das IRAS está tomando no mundo e em particular no Brasil. Serão abordadas questões como acreditação, o papel do usuário e do governo, legislação, divulgação de taxas, entre outras. Serão apresentados e discutidos os principais guias e recomendações da área, e os melhores artigos publicados nos últimos anos na área médica, de microbiologia e de enfermagem, sempre com um olhar crítico e construtivo. Não faltará espaço para as novas tecnologias. Na última década houve um avanço incrível na área de prevenção e controle das IRAS. Novas metodologias vêm sendo aplicadas, por exemplo, na microbiologia, como Maldi- Tolf, Microarray e Ion torrente, que identificam rapidamente o agente e seus genes de virulência e resistência. Detectar rapidamente o mecanismo de resistência é uma premissa importante para definir estratégias de Sumário Editorial...1 Aconteceu...2 De Interesse...4 Destaque...4 e 6 Calendário de eventos...7 controle e prevenção de patógenos multirresistentes. A incorporação de informatização no dia a dia do hospital é outro avanço tecnológico extremamente útil para o controle e prevenção das IRAS. Entretanto, nem tudo é tecnologia. Medidas simples e baratas, como higiene das mãos e educação continuada, são custo-efetivas e fundamentais para o controle e prevenção das IRAS. Sabe-se atualmente que muitas IRAS podem ser prevenidas, principalmente aquelas cuja patogênese está diretamente associada à qualidade do cuidado ao paciente, como a infecção de corrente sanguínea relacionada a cateter venoso central e a infecção de trato urinário relacionada a sonda vesical. O impacto da redução ou prevenção das IRAS é inestimável, com redução importante da morbidade e custo hospitalar. No Brasil, várias experiências exitosas já foram relatadas em congressos prévios e resultaram em estudos publicados. Portanto, um espaço especial foi destinado à apresentação de temas livres e pôsteres, para que possamos trocar ideias e experiências de sucesso (e também insucessos) e crescermos juntos na prevenção e controle das IRAS. Finalmente, acontecerá pela primeira vez no Brasil o curso da Society of Healthcare Epidemiology (SHEA). Este ampliará mais ainda o horizonte daqueles que já trabalham na área e será a oportunidade para os jovens profissionais de saúde fortalecerem os seus conhecimentos de epidemiologia. Contamos com a participação de vocês. Dra. Silvia Figueiredo Costa Presidente do Congresso, CRM-SP

2 Aconteceu Campanha sobre higiene das mãos Roberto Loffel No Hospital do Coração (HCor), o Serviço e Controle de Infecção Hospitalar (SCIH) contratou o grupo teatral Lúdica Eventos para apresentar a peça O ataque da bactéria. A divulgação da campanha ocorreu nos dias 17 e 18 de maio e foi feita em todos os setores da instituição por um colaborador que se fantasiou de produto alcoólico. A campanha Mãos limpas, consciência tranquila aconteceu nos dia 21 e 22 de maio e contou com as seguintes estratégias: banners e estações de produto alcoólico nas principais entradas da instituição, apresentações teatrais in loco e em auditórios, distribuição de folheto informativo ressaltando a importância e a técnica da higiene das mãos, bottom e amostras de álcool gel. Todo o evento foi fotografado e um painel para exposição das fotos está sendo preparado para a divulgação. Grupo teatral Lúdica se apresenta na campanha Mãos limpas, consciência tranquila. Enfa. Karoline Mello Gama, COREN-SP Enfa. Priscila Fermada da Silva, COREN-SP Enfermeiras do Serviço de Controle de Infecção do HCor. Christian Pelaes Profissionais reunidos para a campanha Em terra ou nas alturas... Higienizar as mãos será sempre uma prática segura. 2 As Infecções Relacionadas à Assistência à Saúde (IRAS) afetam centenas de milhões de pessoas em todo o mundo. Sua ocorrência é multifatorial, sendo que cerca de 70% dos episódios podem ser evitados com a adesão às medidas de prevenção. A Higiene das Mãos (HM) é considerada a principal medida para reduzir as IRAS. Embora esta ação seja simples, a falta de conformidade entre os profissionais de saúde continua sendo um problema em todo o mundo. A maioria dos serviços de saúde já tem políticas bem estabelecidas, assim como realiza programas de treinamento regulares nesta área. No entanto, manter completa adesão dos profissionais da saúde à higiene das mãos durante todos os cuidados aos pacientes é difícil de sustentar. A Organização Mundial da Saúde (OMS) faz uma campanha mundial de HM para melhoria da adesão desde Todos os anos, nós da UCIH tentamos fazer um evento inovador para reafirmar a importância da HM. Neste ano, unindo o espírito aventureiro ao profissionalismo e interesse em combater as IRAS, foi lançada uma campanha de conscientização referente à HM literalmente nas alturas. Criando o slogan Em terra ou nas alturas... Higienizar as Mãos sempre será uma Prática Segura, o Logotipo da campanha de higienização das mãos. Christian Pelaes

3 Uma programação especial em comemoração ao Dia Mundial de Lavagem de Mãos, celebrado em 5 de maio, teve início mais cedo no Instituto de Infectologia Emílio Ribas (IIER), unidade da Secretaria de Estado da Saúde de São Paulo referência nacional em tratamento de doenças infectocontagiosas, na capital paulista. O hospital estadual iniciou algumas ações educativas para alertar principalmente os profissionais de saúde, bem como os pacientes sobre a forma correta e segura de higienizar as mãos e evitar o contágio de doenças. A programação contou com a apresentação teatral do grupo Lúdica, que visitou os setores do Instituto para ensinar os passos da higienização correta das mãos. O grupo se apresentou no anfiteatro da unidade. A equipe da Comissão do Controle de Infecção Hospitalar (CCIH) do Instituto, responsável pela campanha, também reforçou as orientações com a disponibilização de um guia com 10 passos para a limpeza adequada das mãos. Segundo o responsável pelo CCIH, infectologista Nilton Cavalcante, o hábito de lavar as mãos é o primeiro procedimento clínico básico para qualquer profissional de saúde. Ele explica que mãos limpas ajudam a evitar a propagação das doenças e diminuem o risco de infecção hospitalar. Essa campanha contribuiu para aumentar a segurança Divulgação na assistência hospitalar e fortaleceu um hábito essencial de higiene que pode evitar complicações no quadro de saúde dos pacientes internados no hospital, esclarece. Enf. Adriana Maria da Costa e Silva CCIH Instituto de Infectologia Emílio Ribas. COREN-SP O Grupo de teatro Lúdica durante apresentação da peça no IIER. Enf. Christian Pelaes salta de paraquedas para divulgar a campanha. enfermeiro controlador de infecções Christian Emmanuel da Silva Pelaes saltou de paraquedas nos céus de Boituva/SP, junto à equipe profissional da escola de paraquedismo Queda Livre, vestindo uma camiseta personalizada, na qual expressou todo o seu entusiasmo na divulgação da importância de se aderir a essa prática eficiente, eficaz e de baixo custo para a prevenção das IRAS. Christian também aproveitou a ocasião para homenagear todos os enfermeiros, profissionais de enfermagem, controladores de infecção e todas as mamães pelo seu dia. Todo o salto foi gravado, editado e postado nas redes sociais como Higiene das Mãos_Brasil 2012, com legenda em Português (Youtube, Facebook, Orkut e Picasa). Segue o link de acesso: youtube/aba6dm_clge A campanha foi lançada nas dependências do Instituto do Coração - InCor e para falar sobre o assunto, a UCIH trouxe a enfermeira Dra. Julia Kawagoe e na sequência foi exibido o vídeo informativo. O público presente se mostrou bastante empolgado e ainda concorreu a um brinde especial sorteado no final do evento. Enf. Christian Pelaes Enfermeiro do Controle de Infecção do InCor. COREN-SP Maurício Graki 3

4 De Interesse Site APECIH de cara nova! Com o propósito de manter os nossos associados atualizados e imbuídos de conhecimento, a atual Diretoria da APECIH fez uma revisão do site. O novo site será coordenado por uma comissão composta por membros da Diretoria que periodicamente farão a manutenção e atualização do conteúdo a ser divulgado. O novo site contempla as seguintes alterações: 1. Informações individualizadas: neste espaço cada associado receberá um login e senha, para que tenha acesso à documentação nominal, assim como informações confidenciais. 2. Abas de acesso: localizadas no topo da página, contemplam os seguintes tópicos: a apecih, aulas, vagas de trabalho, legislação, links, galeria e fale conosco, serão condensadas e agrupadas. 3. Banner interativo: traz chamadas, atualizações, imagens e temáticas relacionadas à prevenção e controle das infecções associadas à assistência à saúde. 4. Destaques: espaço destinado à postagem de notícias, publicações e agenda. 5. Links: consulta pública, associação ou atualização de dados e o baixe arquivos atualizados em PDF. Como em qualquer modificação há possibilidade de ajustes, mas faremos o possível para que não ocorram prejuízos aos nossos visitantes. Agradecimento: À Empresa CNPH, que tem nos auxiliado na construção e atualização do site. Enf. Aurivan Andrade de Lima Enfermeiro do Gerenciamento de Leitos da Santa Casa de São Paulo, Coordenador do Curso de Especialização em CIH da Santa Casa de São Paulo. COREN-SP Destaque O evento de lançamento da monografia contou com um momento de descontração, onde pudemos refletir sobre as precauções, de forma engraçada e compartilhando boas risadas. O grupo Lúdica Comunicação Teatral surpreende ao tratar os temas da prevenção e controle de infecção de forma engraçada, porém corretamente embasados nos conceitos teóricos. Portanto, só poderíamos agradecer a esta parceria e indicar os serviços desses profissionais para os nossos colegas controladores de infecção. Contato (11)

5 * no valor do curso está inclusa a taxa de inscrição no congresso Suíça Suíça Alemanha Reino Unido Uruguay Israel Patrocínio Ouro:

6 Destaque Precauções específicas: Unidade de Neonatologia e Pediatria No dia 5 de maio a APECIH realizou o lançamento do Manual de Precauções e Isolamento 2ª edição revisada e ampliada. Entre as diversas atividades houve uma sessão interativa voltada para as precauções específicas na Unidade de Neonatologia e Pediatria. A sessão foi embasada em perguntas que causam dúvidas no dia a dia do Serviço de Controle de Infecção. Após a apresentação de cada pergunta o público realizou a votação e desta forma pode compartilhar sua prática e opinião sobre o assunto. Em seguida as palestrantes comentaram as respostas e justificaram as alternativas consideradas corretas. Tendo em vista o resultado positivo dessa sessão, resolvemos compartilhar nesta edição algumas perguntas e respostas discutidas no evento: Recém-Nascido (RN) que se encontra em berço e inicia sinais de gripe e resultado positivo para Vírus Sincicial Respiratório (VSR). Qual a melhor conduta para prevenir transmissão do vírus na Unidade? Tendo em vista que o VSR é altamente contagioso e a transmissão ocorre através da inoculação viral da nasofaringe e mucosa ocular, esse RN deve permanecer, se possível, em incubadora. Institui-se precaução de contato e no momento em que há risco para aerossolização do vírus, como, por exemplo, na aspiração de secreção respiratória, complementa-se com precaução de gotículas. Sempre que possível o RN deverá permanecer em sala privativa com coorte de profissionais. O VSR sobrevive por horas no ambiente e nas mãos dos profissionais. Além disso, apresenta um período de excreção de 3 a 8 dias, podendo durar semanas em RN extremo prematuro. Sempre que possível deve-se realizar a pesquisa do vírus para retirar as precauções instituídas. Outro fator importante para prevenção de transmissão é evitar que profissionais e visitantes circulem na Unidade com quadros gripais. No período de inverno esta situação é muito comum e o SCIH deve, juntamente com o Gestor da Unidade, criar normas que evitem a circulação do vírus na Unidade. Mãe de gemelares inicia prática de Canguru na UTI Neonatal. O primeiro gemelar apresenta infecção por MRSA. Preocupado com risco de transmissão para RN saudável devo interromper a prática do Canguru? Se possível mantenha o método canguru. A literatura apresenta diversas referências que comprovam o benefício desta prática no desenvolvimento do RN. Durante a visita os pais iniciam sempre o contato com o RN sem infecção e finalizam a visita pelo bebê infectado, não retornando ao outro gemelar. Na questão do canguru, uma opção para evitar a transmissão será realizar o canguru do RN infectado exclusivamente com o pai. Pela proximidade do RN, ele poderá utilizar máscara cirúrgica na tentativa de evitar colonização nasal (Recomendação sem referência na literatura). Nas situações em que a mãe estiver amamentando os gemelares, segue-se a mesma recomendação que o canguru. Inicia amamentação pelo RN não infectado, sendo o infectado o último a ser amamentado. Nesta situação a mãe poderá utilizar máscara cirúrgica durante o contato com ambos. Gestante realiza cesárea na vigência de uma virose gastrointestinal. Onde deverá permanecer o RN? Na fase aguda, o risco de transmissão para o RN é muito importante. Além disso, muitas vezes a mãe não apresenta condições físicas para cuidar do seu bebê. Sendo assim, o RN permanece no berçário completamente isolado, até que a mãe apresente melhoras dos sintomas. A amamentação fica interrompida nesse período. O RN recebe fórmula. Nas situações em que houver condições, a mãe pode realizar ordenha no quarto e o leite deverá ser pasteurizado. Quando houver melhora do quadro e a mãe apresentar condições de cuidar do bebê, o RN deverá permanecer em alojamento conjunto, não retornando mais para o berçário. Como proceder à investigação dos contactantes de varicela em enfermaria de pediatria? A varicela representa especial problema nas enfermarias de pediatria, devido à sua alta infectividade e elevada incidência. O contágio ocorre a partir de 2 dias antes do aparecimento do exantema e o período de incubação é em média de 14 dias, podendo chegar a 21 dias. Na ocorrência de um caso de varicela na enfermaria, as seguintes medidas devem ser iniciadas: Criança infectada: deve-se instituir as precauções específicas (aerossóis + contato), caso o paciente não possa ter alta imediatamente. Essas precauções devem ser mantidas até que todas as lesões estejam em fase de crosta. Avaliação de comunicantes - são considerados comunicantes: pacientes em um mesmo quarto (de 2 a 4 leitos) ou em camas contíguas na enfermaria, pacientes que brincaram no mesmo recinto ou tiveram contato íntimo por no mínimo 1 hora. Os considerados comunicantes (pacientes e profissionais de saúde) devem ser avaliados em relação a seu status imunológico 6

7 (considerados como imunes aqueles com história documentada de vacina ou histórico de doença). Conduta frente aos comunicantes: A vacinação pós-exposição está indicada para controle de surto em ambiente hospitalar, nos comunicantes suscetíveis imunocompetentes maiores de 1 ano de idade, preferencialmente nas 72 horas após o contágio. A VZIG é indicada para pacientes contactantes imunodeprimidos e deve ser aplicada o mais rapidamente possível após o contato, no máximo em 96 horas. Medidas de precauções: Para os pacientes que nunca apresentaram a doença, deve ser iniciada a precaução para aerossóis a partir do 8º ao 21º dia após a exposição; se o paciente recebeu VZIG, a mesma deve ser estendida até o 28º dia. Quais são as precauções necessárias para crianças com quadro de coqueluche? O agente etiológico da coqueluche é a Bordetella pertussis, sendo o período de incubação de 7 a 10 dias (média 5-21 dias), raramente, até 42 dias. O período de transmissão se estende de 5 dias após o contato com um doente (final do período de incubação) até 3 semanas após o início dos acessos de tosse típicos da doença (fase paroxística). Nos lactentes menores de 6 meses, a transmissibilidade pode prolongar-se por até 4 a 6 semanas após o início da tosse. A profilaxia pós-exposição é indicada em até 3 semanas após o contato. Os pacientes com diagnóstico de coqueluche devem ser mantidos sob precauções de gotículas até 5 dias após o início da terapia eficaz. Dra. Camila de Almeida Silva, CRM-SP Enf. Sandra Regina Baltieri, COREN-SP SCIH Hospital e Maternidade Santa Joana. Calendário de Eventos Data Curso Instituição Local Informações 10-21/9/2012 XLV - Curso Básico de Introdução ao Controle de Infecção Hospitalar 26 a 28/7/2012 8º Simpósio Internacional de Esterilização e CIH 7 a 10/11/2012 XIII Congresso Brasileiro de Controle de Infecção e Epidemiologia Hospitalar APECIH São Paulo SOBECC São Paulo/SP APECIH Santos/SP Presidente: Luci Corrêa Vice-presidente: Maria Clara Padoveze 1º Secretária: Claudia Vallone Silva 2ª Secretária: Paula Marques de Vidal 3ª Secretária: Adriana Maria da Silva Felix 1ª Tesoureira: Vera Lúcia Borrasca Domingues da Silva 2ª Tesoureira: Lourdes das Neves Miranda 3ª Tesoureiro: Ícaro Boszczowski Associação Paulista de Epidemiologia e Controle de Infecção Relacionada à Assistência à Saúde - APECIH Endereço: Rua Itapeva, conj Bela Vista - CEP São Paulo - SP Tel/Fax: (11) O jornal da APECIH é uma publicação trimestral dirigida particularmente aos associados e editada pela diretoria, sob coordenação da Comissão de Divulgação. DIRETORIA DA APECIH - Triênio: Suplentes: Adriana Maria da Costa e Silva e Mirian de Freitas Dal Ben Corradi Conselho fiscal efetivo: Daniel Wagner de Castro Lima Santos, Adenilde Andrade da Silva e Márcia Valadão Albernaz Conselho fiscal suplente: Gladys Villas Bôas do Prado, Sandra Regina Baltieri e Aurivan Andrade de Lima Comissão de Divulgação (Jornal): Adriana Maria da Silva Felix, Aurivan Andrade de Lima, Claudia Vallone Silva e Paula Marques de Vidal. (Site): Aurivan Andrade de Lima, Gladys Villas Bôas do Prado e Lourdes das Neves Miranda Comissão Científica: Adriana Maria da Costa e Silva, Daniel Wagner de Castro Lima Santos, Maria Clara Padoveze, Mirian de Freitas Dal Ben Corradi e Sandra Regina Baltieri Comissão de Regionais: Márcia Valadão Albernaz Publicação produzida pela Office Editora e Publicidade Ltda. Diretor Responsável: Nelson dos Santos Jr. - Diretora Executiva: Waléria Barnabá - Diretor de Arte: Roberto E. A. Issa - Publicidade: Rodolfo B. Faustino e Denise Gonçalves - Jornalista Responsável: Cynthia de Oliveira Araujo (MTb ) - Redação: Flávia Lo Bello, Luciana Rodriguez e Eduardo Ribeiro - Gerente de Produção Gráfica: Roberto Barnabá - Coordenação: Adriana Pimentel Cruz - Departamento Jurídico: Martha Maria de Carvalho Lossurdo (OAB/SP ). Office Editora e Publicidade Ltda - Rua General Eloy Alfaro, Chácara Inglesa - CEP São Paulo - SP - Brasil - Tel.: (11) com.br. É proibida a reprodução total ou parcial dos artigos sem autorização dos autores e da editora. Os pontos de vista aqui expressos refletem a experiência e as opiniões dos autores. Os conceitos aqui emitidos são de responsabilidade dos autores e não refletem necessariamente a opinião da editora. (05012B) 7

8

Desde a primeira CCIH do Brasil, criada em 1963, no Hospital

Desde a primeira CCIH do Brasil, criada em 1963, no Hospital Editorial APECIH - 25 Anos Desde a primeira CCIH do Brasil, criada em 1963, no Hospital Ernesto Dornelles, em Porto Alegre, até o início dos anos 80, poucos hospitais brasileiros tinham essas comissões,

Leia mais

Editorial. Sumário. Prezados Associados,

Editorial. Sumário. Prezados Associados, Editorial Prezados Associados, O XIII Congresso Brasileiro de Controle de Infecção e Epidemiologia Hospitalar se aproxima. A Comissão Organizadora e a Apecih vêm trabalhando intensamente para promover

Leia mais

CCIH/SCIH: a Enfermagem à frente da prevenção de infecções hospitalares

CCIH/SCIH: a Enfermagem à frente da prevenção de infecções hospitalares freeimages.com CCIH/SCIH: a Enfermagem à frente da prevenção de infecções hospitalares A adesão dos profissionais de saúde e o envolvimento de pacientes e familiares nas medidas de prevenção reduzem o

Leia mais

Relatório de Gestão da CCIH

Relatório de Gestão da CCIH Relatório de Gestão da CCIH 1 - Apresentação A Comissão de Controle de Infecção Hospitalar CCIH é formada por membros executores -01 enfermeira, 01 farmacêutica e 01 infectologista e consultoresrepresentantes

Leia mais

Editorial. Sumário. Editorial... 1 Entrevista... 2 Ciência e Prática... 4 Painel do Sócio... 5 Aconteceu... 6 Calendário de Eventos...

Editorial. Sumário. Editorial... 1 Entrevista... 2 Ciência e Prática... 4 Painel do Sócio... 5 Aconteceu... 6 Calendário de Eventos... Editorial Sumário Editorial... 1 Entrevista... 2 Ciência e Prática... 4 Painel do Sócio... 5 Aconteceu... 6 Calendário de Eventos... 7 O último número de nosso boletim informativo trouxe dois artigos descrevendo

Leia mais

HOSPITAL DE CLÍNICAS UFPR

HOSPITAL DE CLÍNICAS UFPR HOSPITAL DE CLÍNICAS UFPR HC UFPR COMITÊ DE INFLUENZA SUÍNA 27 de abril DIREÇÃO DE ASSISTÊNCIA SERVIÇO DE EPIDEMIOLOGIA INFECTOLOGIA CLÍNICA - ADULTO E PEDIÁTRICA SERVIÇO DE CONTROLE DE INFECÇÃO HOSPITALAR

Leia mais

Prevenção e Controle de Infecção em Situações Especiais: Pacientes em atendimento domiciliar. Enfª. Viviane Silvestre

Prevenção e Controle de Infecção em Situações Especiais: Pacientes em atendimento domiciliar. Enfª. Viviane Silvestre Prevenção e Controle de Infecção em Situações Especiais: Pacientes em atendimento domiciliar Enfª. Viviane Silvestre O que é Home Care? Metas Internacionais de Segurança do Paciente Metas Internacionais

Leia mais

Informe Técnico - SARAMPO nº2 /2010 Atualização da Situação Epidemiológica

Informe Técnico - SARAMPO nº2 /2010 Atualização da Situação Epidemiológica 1 SECRETARIA DE ESTADO DA SAÚDE COORDENADORIA DE CONTROLE DE DOENÇAS CENTRO DE VIGILÂNCIA EPIDEMIOLÓGICA PROF. ALEXANDRE VRANJAC Av. Dr. Arnaldo, 351-6º andar SP/SP CEP: 01246-000 Fone: (11)3082-0957 Fax:

Leia mais

Centro de Prevenção e Controle de Doenças CCD Núcleo Municipal de Controle de Infecção Hospitalar - NMCIH

Centro de Prevenção e Controle de Doenças CCD Núcleo Municipal de Controle de Infecção Hospitalar - NMCIH Centro de Prevenção e Controle de Doenças CCD ALERTA EPIDEMIOLÓGICO I Influenza Suína ABRIL 2009 Definição de caso 1-Caso suspeito de infecção humana pelo vírus da influenza suína A (H1N1). Apresentar

Leia mais

1- O que é infecção hospitalar? Para fins de classificação epidemiológica, a infecção hospitalar é toda infecção adquirida durante a internação

1- O que é infecção hospitalar? Para fins de classificação epidemiológica, a infecção hospitalar é toda infecção adquirida durante a internação 1- O que é infecção hospitalar? Para fins de classificação epidemiológica, a infecção hospitalar é toda infecção adquirida durante a internação hospitalar (desde que não incubada previamente à internação)

Leia mais

Precaução padrão e Isolamento

Precaução padrão e Isolamento Precaução padrão e Isolamento Precauções de Isolamento no Perioperatório Enf Dra.Valeska Stempliuk IEP/HSL Pontos importantes Modos de transmissão de patógenos Por que isolar? Quem deve saber que o paciente

Leia mais

GERENCIANDO O HOME CARE Utilizando os indicadores de desempenho para a melhor tomada de decisão. CONTROLE DE INFECÇÃO DOMICILIAR

GERENCIANDO O HOME CARE Utilizando os indicadores de desempenho para a melhor tomada de decisão. CONTROLE DE INFECÇÃO DOMICILIAR GERENCIANDO O HOME CARE Utilizando os indicadores de desempenho para a melhor tomada de decisão. CONTROLE DE INFECÇÃO DOMICILIAR Dra Carla Guerra Médica Infectologista Pronep-SP Patrocínio: Realização:

Leia mais

USO PRÁTICO DOS INDICADORES DE IRAS: SUBSIDIANDO O TRABALHO DA CCIH HOSPITAIS COM UTI

USO PRÁTICO DOS INDICADORES DE IRAS: SUBSIDIANDO O TRABALHO DA CCIH HOSPITAIS COM UTI USO PRÁTICO DOS INDICADORES DE IRAS: SUBSIDIANDO O TRABALHO DA CCIH HOSPITAIS COM UTI Débora Onuma Médica Infectologista INTRODUÇÃO O que são Indicadores? 1. Indicador é uma medida quantitativa que pode

Leia mais

Isolamento. HISTÓRICO 1983: Guia de Isolamento do CDC. 1987: Precauções Universais. 1987: Isolamento de Substâncias Corpóreas

Isolamento. HISTÓRICO 1983: Guia de Isolamento do CDC. 1987: Precauções Universais. 1987: Isolamento de Substâncias Corpóreas Isolamento HISTÓRICO 1983: Guia de Isolamento do CDC Isolamento Categoria Específico Isolamento Doença Específico 1987: Precauções Universais 1987: Isolamento de Substâncias Corpóreas 1996: Novo Guia de

Leia mais

FUNDAMENTOS DA ENFERMAGEM ENFª MARÍLIA M. VARELA

FUNDAMENTOS DA ENFERMAGEM ENFª MARÍLIA M. VARELA FUNDAMENTOS DA ENFERMAGEM ENFª MARÍLIA M. VARELA INFECÇÃO As infecções são doenças que envolvem bactérias, fungos, vírus ou protozoários e sua proliferação pode ser vista quando o paciente tem os sintomas,

Leia mais

Modelo de Plano de Ação

Modelo de Plano de Ação Modelo de Plano de Ação Para a implementação da Estratégia Multimodal da OMS para a Melhoria da Higiene das Mãos Introdução O Modelo de Plano de Ação é proposto para ajudar os representantes de estabelecimentos

Leia mais

Controle da infecção hospitalar no Estado de São Paulo. Cilmara Polido Garcia

Controle da infecção hospitalar no Estado de São Paulo. Cilmara Polido Garcia Controle da infecção hospitalar no Estado de São Paulo Cilmara Polido Garcia Períodos de 1855 N. de soldados admitidos no hospital N. (%) de soldados que morreram Janeiro a março 10.283 3354 (33) Abril

Leia mais

ALERTA SARAMPO Atualização da Situação Epidemiológica, Setembro 2014:

ALERTA SARAMPO Atualização da Situação Epidemiológica, Setembro 2014: ALERTA SARAMPO Atualização da Situação Epidemiológica, Setembro 2014: O Estado de São Paulo reforça a recomendação para que todos os GVE mantenham os municípios de sua área de abrangência em TOTAL ALERTA

Leia mais

REGIMENTO INTERNO DA COMISSÂO DE CONTROLE DE INFECÇÃO HOSPITALAR (CCIH) E SERVIÇO DE CONTROLE DE INFECÇÃO HOSPITALAR (SCIH) DO HU/UFJF

REGIMENTO INTERNO DA COMISSÂO DE CONTROLE DE INFECÇÃO HOSPITALAR (CCIH) E SERVIÇO DE CONTROLE DE INFECÇÃO HOSPITALAR (SCIH) DO HU/UFJF REGIMENTO INTERNO DA COMISSÂO DE CONTROLE DE INFECÇÃO HOSPITALAR (CCIH) E SERVIÇO DE CONTROLE DE INFECÇÃO HOSPITALAR (SCIH) DO HU/UFJF CAPÍTULO I DA DENOMINAÇÃO Artigo 1º Atendendo à Portaria de número

Leia mais

CARACTERÍSTCAS DOS ATENDIMENTOS AOS PACIENTES COM GRIPE H1N1 EM UM SERVIÇO DE REFERÊNCIA

CARACTERÍSTCAS DOS ATENDIMENTOS AOS PACIENTES COM GRIPE H1N1 EM UM SERVIÇO DE REFERÊNCIA 25 a 28 de Outubro de 2011 ISBN 978-85-8084-055-1 CARACTERÍSTCAS DOS ATENDIMENTOS AOS PACIENTES COM GRIPE H1N1 EM UM SERVIÇO DE REFERÊNCIA Regina Lúcia Dalla Torre Silva 1 ; Marcia helena Freire Orlandi

Leia mais

Nota Técnica Varicela 2012

Nota Técnica Varicela 2012 Prefeitura da Cidade do Rio de Janeiro Secretaria Municipal de Saúde e Defesa Civil Subsecretaria de Promoção, Atenção Primária e Vigilância em Saúde Superintendência de Vigilância em Saúde Coordenação

Leia mais

Relatório de Gestão da CCIH

Relatório de Gestão da CCIH Relatório de Gestão da CCIH 1 - Apresentação A Comissão de Controle de Infecção Hospitalar CCIH é formada por membros executores -01 Enfermeira, 01 Farmacêutica e 01 Medico Infectologista e consultores-representantes

Leia mais

ALERTA SARAMPO Atualização da Situação Epidemiológica Estado de São Paulo, Maio 2014:

ALERTA SARAMPO Atualização da Situação Epidemiológica Estado de São Paulo, Maio 2014: ALERTA SARAMPO Atualização da Situação Epidemiológica Estado de São Paulo, Maio 2014: Definição de caso suspeito de sarampo: Todo paciente que, independente da idade e da situação vacinal, apresentar febre

Leia mais

ASSUNTO: Ponto de Situação da Gripe A (H1N1) em Portugal

ASSUNTO: Ponto de Situação da Gripe A (H1N1) em Portugal Lisboa, 27 de Julho de 2009 CIRCULAR Nº 59/2009 (SF) RF/MS/RC ASSUNTO: Ponto de Situação da Gripe A (H1N1) em Portugal Caro Associado, Junto enviamos memorandum elaborado no seguimento da reunião do Conselho

Leia mais

Dia mundial de luta contra a Aids

Dia mundial de luta contra a Aids Editorial O último trimestre do ano teve entre os focos da mídia uma avalanche sobre a superbactéria. A KPC revelou de maneira pouco sutil a dificuldade do país em lidar com ameaças microbiológicas, mesmo

Leia mais

ANEXO I TERMO DE COMPROMISSO DE APOIO À ASSISTÊNCIA HOSPITALAR

ANEXO I TERMO DE COMPROMISSO DE APOIO À ASSISTÊNCIA HOSPITALAR ANEXO I TERMO DE COMPROMISSO DE APOIO À ASSISTÊNCIA HOSPITALAR Pelo presente termo de compromisso, de um lado a Secretaria de Estado da Saúde do Estado do Rio de Janeiro/ Fundo Estadual de Saúde, com endereço

Leia mais

GRIPE sempre deve ser combatida

GRIPE sempre deve ser combatida GRIPE sempre deve ser combatida Aviária Estacional H1N1 SAZONAL suína GRIPE = INFLUENZA Que é a INFLUENZA SAZONAL? É uma doença própria do ser humano e se apresenta principalmente durante os meses de inverno

Leia mais

Lembrete... Higiene das mãos com álcool: efetiva para todos os agentes? Métodos de avaliação microbiológica. In vitro Ex vivo In vivo Estudos clínicos

Lembrete... Higiene das mãos com álcool: efetiva para todos os agentes? Métodos de avaliação microbiológica. In vitro Ex vivo In vivo Estudos clínicos Elementos essenciais na HM Higiene das mãos com álcool: efetiva para todos os agentes? Enf. Julia Yaeko Kawagoe - H. Israelita Albert Einstein Integridade da pele; Atividade antimicrobiana: microbiota

Leia mais

Medidas de Precaução

Medidas de Precaução Medidas de Precaução INFLUENZA A (H1N1) Gerência-Geral de Tecnologia em Serviços de Saúde GGTES/Anvisa Medidas de Precaução Precaução Padrão Precauções Baseadas na Transmissão: contato gotículas aerossóis

Leia mais

Risco Biológico. A ocorrência do evento danoso está ligado à :

Risco Biológico. A ocorrência do evento danoso está ligado à : RISCO BIOLÓGICO Risco Biológico A ocorrência do evento danoso está ligado à : 1) Existência ou não de medidas preventivas Níveis de Biossegurança. 2) Existência ou não de medidas preventivas que garantam

Leia mais

Monitoramento e Gestão de Risco Sanitário os desafios do SNVS para o usuário que é sujeito, cidadão e cliente

Monitoramento e Gestão de Risco Sanitário os desafios do SNVS para o usuário que é sujeito, cidadão e cliente Monitoramento e Gestão de Risco Sanitário os desafios do SNVS para o usuário que é sujeito, cidadão e cliente 15 Encontro da Rede Sentinela - Fórum Internacional de Monitoramento e Gestão do Risco Sanitário

Leia mais

Gripe por Influenza A H1N1 *

Gripe por Influenza A H1N1 * CONSELHO REGIONAL DE ENFERMAGEM DE SÃO PAULO São Paulo, maio de 2009. Gripe por Influenza A H1N1 * Informações básicas O que é Gripe por Influenza A H1N1? A gripe por Influenza A H1N1 (Suína) é uma doença

Leia mais

Estabelecimentos de Saúde/Infec

Estabelecimentos de Saúde/Infec Secretaria Estadual de Saúde Centro Estadual de Vigilância em Saúde Divisão de Vigilância Sanitária Núcleo de Vigilância em Estabelecimentos de Saúde/Infec Ana Luiza Rammé Ana Carolina Kraemer Roberta

Leia mais

- ESCOLA SUPERIOR GALLAECIA -

- ESCOLA SUPERIOR GALLAECIA - - ESCOLA SUPERIOR GALLAECIA - Plano de Contingência Gripe A Ano lectivo 2009/2010 Acções a organizar na preparação de um Plano de Contingência para uma eventual pandemia de gripe. Inquérito aos Estudantes

Leia mais

METÓDOS DE MENSURAÇÃO DA QUALIDADE DA LIMPEZA

METÓDOS DE MENSURAÇÃO DA QUALIDADE DA LIMPEZA OFICINA O AMBIENTE E A AQUISIÇÃO DE INFECÇÃO METÓDOS DE MENSURAÇÃO DA QUALIDADE DA LIMPEZA Marcela Diab Luiz Líder Hotelaria Hospital São Francisco Em outubro de 2013, devido ao alto índice de colonização

Leia mais

Qualidade e Segurança do Paciente: A perspectiva do Controle de Infecção. Paula Marques Vidal APECIH Hospital São Camilo Unidade Pompéia

Qualidade e Segurança do Paciente: A perspectiva do Controle de Infecção. Paula Marques Vidal APECIH Hospital São Camilo Unidade Pompéia Qualidade e Segurança do Paciente: A perspectiva do Controle de Infecção Paula Marques Vidal APECIH Hospital São Camilo Unidade Pompéia Tópicos 1. CCIH no Brasil 2. CCIH e a Segurança do Paciente: Qual

Leia mais

Precauções Padrão. Precaução Padrão

Precauções Padrão. Precaução Padrão Precauções Padrão Precaução Padrão Por todos os profissionais para todos os pacientes, na presença de risco de contato com sangue; fluidos corpóreos, secreções e excreções (exceção: suor); pele com solução

Leia mais

COMISSÃO DE CONTROLE DE INFECÇÃO HOSPITALAR SERVIÇO DE CONTROLE DE INFECÇÃO HOSPITALAR ROTINA DE CONTROLE DE VETORES NO AMBIENTE HOSPITALAR

COMISSÃO DE CONTROLE DE INFECÇÃO HOSPITALAR SERVIÇO DE CONTROLE DE INFECÇÃO HOSPITALAR ROTINA DE CONTROLE DE VETORES NO AMBIENTE HOSPITALAR 1 COMISSÃO DE CONTROLE DE INFECÇÃO HOSPITALAR SERVIÇO DE CONTROLE DE INFECÇÃO HOSPITALAR ROTINA DE CONTROLE DE VETORES NO AMBIENTE HOSPITALAR Flávia Valério de Lima Gomes Enfermeira da CCIH / SCIH Jair

Leia mais

Gripe A (H1N1) de origem suína

Gripe A (H1N1) de origem suína Gripe A (H1N1) de origem suína A gripe é caracterizada como uma doença infecciosa com alto potencial de contagio causado pelo vírus Influenza. Este vírus apresenta três tipos, sendo eles o A, B e C. Observam-se

Leia mais

Plano de Prevenção de Riscos de Acidentes com Materiais Perfuro Cortantes. HOSPITAL...

Plano de Prevenção de Riscos de Acidentes com Materiais Perfuro Cortantes. HOSPITAL... Plano de Prevenção de Riscos de Acidentes com Materiais Perfuro Cortantes. Baseado na NR 32 Segurança e Saúde no Trabalho em Serviços de Saúde Portaria N 1.748 de 30 de Agosto de 2011. HOSPITAL... Validade

Leia mais

Ocorrências de casos humanos de influenza suína no México e EUA Informe do dia 26.04.09, às 13h

Ocorrências de casos humanos de influenza suína no México e EUA Informe do dia 26.04.09, às 13h Ministério da Saúde Gabinete Permanente de Emergências em Saúde Pública ALERTA DE EMERGÊNCIA DE SAÚDE PÚBLICA DE IMPORTÂNCIA INTERNACIONAL Ocorrências de casos humanos de influenza suína no México e EUA

Leia mais

CURSO DE ATUALIZAÇÃO. Gestão das Condições de Trabalho e Saúde dos Trabalhadores da Saúde

CURSO DE ATUALIZAÇÃO. Gestão das Condições de Trabalho e Saúde dos Trabalhadores da Saúde CURSO DE ATUALIZAÇÃO Gestão das Condições de Trabalho e Saúde dos Trabalhadores da Saúde Promoção da Saúde do Trabalhador da Saúde: conscientização acerca do uso de luvas e higienização das mãos pelos

Leia mais

RELATÓRIO ANUAL DAS ATIVIDADES DESENVOLVIDAS / 2014. Convênio Municipal Secretaria de Desenvolvimento Social

RELATÓRIO ANUAL DAS ATIVIDADES DESENVOLVIDAS / 2014. Convênio Municipal Secretaria de Desenvolvimento Social RELATÓRIO ANUAL DAS ATIVIDADES DESENVOLVIDAS / 2014 Convênio Municipal Secretaria de Desenvolvimento Social Entidade: Grupo de Pesquisa e Assistência ao Câncer Infantil Endereço: Rua Antônio Miguel Pereira

Leia mais

CONTROLE DA INFECÇÃO HOSPITALAR É DEFICIENTE EM MAIS DE 90% DOS HOSPITAIS DE SÃO PAULO

CONTROLE DA INFECÇÃO HOSPITALAR É DEFICIENTE EM MAIS DE 90% DOS HOSPITAIS DE SÃO PAULO CONTROLE DA INFECÇÃO HOSPITALAR É DEFICIENTE EM MAIS DE 90% DOS HOSPITAIS DE SÃO PAULO 13/04/2009 Levantamento inédito sobre a situação do controle da infecção hospitalar realizado pelo Conselho Regional

Leia mais

É uma doença respiratória aguda, causada pelo vírus A (H1N1).

É uma doença respiratória aguda, causada pelo vírus A (H1N1). INFLUENZA (GRIPE) SUÍNA INFLUENZA SUÍNA É uma doença respiratória aguda, causada pelo vírus A (H1N1). Assim como a gripe comum, a influenza suína é transmitida, principalmente, por meio de tosse, espirro

Leia mais

Treinamento para os Núcleos de Epidemiologia

Treinamento para os Núcleos de Epidemiologia Treinamento para os Núcleos de Epidemiologia Módulo 04 Coqueluche 21 e 22 de maio de 2014 Salvador, Ba Maria do Carmo Campos Lima GT DTP/DIVEP/SESAB COQUELUCHE ASPECTOS LEGAIS Arts. 7º e 8º, da Lei nº

Leia mais

TEXTO BÁSICO PARA SUBSIDIAR TRABALHOS EDUCATIVOS NA SEMANA DE COMBATE À DENGUE 1

TEXTO BÁSICO PARA SUBSIDIAR TRABALHOS EDUCATIVOS NA SEMANA DE COMBATE À DENGUE 1 TEXTO BÁSICO PARA SUBSIDIAR TRABALHOS EDUCATIVOS NA SEMANA DE COMBATE À DENGUE 1 A Dengue A dengue é uma doença infecciosa de origem viral, febril, aguda, que apesar de não ter medicamento específico exige

Leia mais

Ministério da Saúde esclarece as principais dúvidas sobre a doença e apresenta recomendações para viajantes internacionais.

Ministério da Saúde esclarece as principais dúvidas sobre a doença e apresenta recomendações para viajantes internacionais. Ministério da Saúde esclarece as principais dúvidas sobre a doença e apresenta recomendações para viajantes internacionais. Fonte: Agência Fiocruz 1. Há casos de influenza A (H1N1) no Brasil? Não. Até

Leia mais

Campanha Previna-se: encare a pneumonia de peito aberto traz Regina Duarte como madrinha

Campanha Previna-se: encare a pneumonia de peito aberto traz Regina Duarte como madrinha Campanha Previna-se: encare a pneumonia de peito aberto traz Regina Duarte como madrinha Aliança entre SBPT, SBIm, SBI e SBGG, com o apoio da Pfizer, busca alertar a população sobre as doenças pneumocócicas

Leia mais

IMUNOBIOLÓGICOS UTILIZADOS NA UNIDADE NEONATAL

IMUNOBIOLÓGICOS UTILIZADOS NA UNIDADE NEONATAL USO DE IMUNOBIOLÓGICOS NA ENFERMAGEM UNIDADE NEONATAL Rotinas Assistenciais da Maternidade-Escola da Universidade Federal do Rio de Janeiro A garantia da imunização por meio das vacinas básicas disponibilizadas

Leia mais

Para a obtenção de informações complementares, poderá ainda consultar os seguintes links da Direcção Geral de Saúde: A AICOPA LINHA DE SAÚDE AÇORES

Para a obtenção de informações complementares, poderá ainda consultar os seguintes links da Direcção Geral de Saúde: A AICOPA LINHA DE SAÚDE AÇORES Diversos Circular n.º 72/2009 15 de Julho de 2009 Assunto: Gripe A (H1N1) Algumas considerações importantes. Caro Associado: Considerando a nova estirpe de vírus da Gripe A (H1N1), e perante o seu risco

Leia mais

Doenças que necessitam de Precaução Aérea. TB pulmonar ou laríngea bacilífera Varicela / Herpes Zoster Sarampo

Doenças que necessitam de Precaução Aérea. TB pulmonar ou laríngea bacilífera Varicela / Herpes Zoster Sarampo O que isolar? Doenças que necessitam de Precaução Aérea TB pulmonar ou laríngea bacilífera Varicela / Herpes Zoster Sarampo TB pulmonar ou laríngea bacilífera Avaliação para TB Critérios para isolar Ser

Leia mais

CARTILHA ELETRÔNICA INFLUENZA A (H1N1) INFORMAÇÃO E PREVENÇÃO PARA AS ESCOLAS

CARTILHA ELETRÔNICA INFLUENZA A (H1N1) INFORMAÇÃO E PREVENÇÃO PARA AS ESCOLAS CARTILHA ELETRÔNICA INFLUENZA A (H1N1) INFORMAÇÃO E PREVENÇÃO PARA AS ESCOLAS ORIENTAÇÃO AOS PEDAGOGOS Todas as informações constantes nesta cartilha devem ser levadas ao conhecimento de todos os alunos,

Leia mais

Secretaria de Saúde PROTOCOLO PARA A PREVENÇÃO DA TRANSMISSÃO DO HIV PARA ACIDENTES OCUPACIONAIS UBERABA, 2011

Secretaria de Saúde PROTOCOLO PARA A PREVENÇÃO DA TRANSMISSÃO DO HIV PARA ACIDENTES OCUPACIONAIS UBERABA, 2011 PROTOCOLO PARA A PREVENÇÃO DA TRANSMISSÃO DO HIV PARA ACIDENTES OCUPACIONAIS UBERABA, 2011 INDICE Introdução... 3 1) Definição da sorologia para HIV do paciente-fonte... 4 2) Locais de atendimento ao acidentado...

Leia mais

O papel da CCIH no Processamento de Roupas de Serviços de Saúde

O papel da CCIH no Processamento de Roupas de Serviços de Saúde O papel da CCIH no Processamento de Roupas de Serviços de Saúde A Portaria MS nº 2616/98 define a Infecção Hospitalar (IH) como sendo aquela adquirida após a admissão do paciente e que se manifesta durante

Leia mais

Check-list Procedimentos de Segurança

Check-list Procedimentos de Segurança Check-list Procedimentos de Segurança 1. Cultura de Segurança 1.1 1.2 Existe um elemento definido como responsável pelas questões da segurança do doente Promove o trabalho em equipa multidisciplinar na

Leia mais

Diretrizes da Comissão Regional de Imagem e Comunicação Dos Escoteiros do Brasil. Região do Rio Grande do Sul

Diretrizes da Comissão Regional de Imagem e Comunicação Dos Escoteiros do Brasil. Região do Rio Grande do Sul Diretrizes da Comissão Regional de Imagem e Comunicação Dos Escoteiros do Brasil Após um mais de ano de trabalho e experiências adquiridas a CRIC apresenta à diretoria regional as diretrizes que regem

Leia mais

Dimensão Segurança do Doente. Check-list Procedimentos de Segurança

Dimensão Segurança do Doente. Check-list Procedimentos de Segurança 1. 1.1 1.2 Cultura de Segurança Existe um elemento(s) definido(s) com responsabilidade atribuída para a segurança do doente Promove o trabalho em equipa multidisciplinar na implementação de processos relativos

Leia mais

Contribuição da Comissão de Controle de Infecção Hospitalar para a Segurança do Paciente

Contribuição da Comissão de Controle de Infecção Hospitalar para a Segurança do Paciente Contribuição da Comissão de Controle de Infecção Hospitalar para a Segurança do Paciente Paula Marques Vidal Hospital Geral de Carapicuíba- OSS Grupo São Camilo Abril -2013 TÓPICOS CCIH no Brasil Trabalho

Leia mais

Modelo de Gestão Metas Internacionais: Times Internacionais Setoriais CAROCCINI TP, RIBEIRO JC

Modelo de Gestão Metas Internacionais: Times Internacionais Setoriais CAROCCINI TP, RIBEIRO JC Modelo de Gestão Metas Internacionais: Times Internacionais Setoriais CAROCCINI TP, RIBEIRO JC 1- Introdução O propósito das Metas Internacionais de Segurança do Paciente é promover melhorias específicas

Leia mais

3º Encontro de Esterilização. A importância da Higienização de Mãos e a Segurança do Paciente

3º Encontro de Esterilização. A importância da Higienização de Mãos e a Segurança do Paciente 3º Encontro de Esterilização A importância da Higienização de Mãos e a Segurança do Paciente DRA. DEBORA OTERO MÉDICA INFECTOLOGISTA - CCIH HOSPITAL FEDERAL DE IPANEMA HEMORIO Total de vidas perdidas por

Leia mais

Palavras-chave: saúde - glaucoma - prevenção - qualidade de vida - responsabilidade social.

Palavras-chave: saúde - glaucoma - prevenção - qualidade de vida - responsabilidade social. Projeto Glaucoma Mostra Local de: Londrina Categoria do projeto: I Projetos em Andamento (projetos em execução atualmente) Nome da Instituição/Empresa: Hoftalon - Centro de Estudo e Pesquisa da Visão Cidade:

Leia mais

PREVENÇÃO DE INFECÇÃO DO TRATO URINÁRIO ASSOCIADA ÀSONDA VESICAL: UMA ABORDAGEM PRÁTICA

PREVENÇÃO DE INFECÇÃO DO TRATO URINÁRIO ASSOCIADA ÀSONDA VESICAL: UMA ABORDAGEM PRÁTICA PREVENÇÃO DE INFECÇÃO DO TRATO URINÁRIO ASSOCIADA ÀSONDA VESICAL: UMA ABORDAGEM PRÁTICA IRAS As infecções relacionadas à assistência à saúde (IRAS) consistem em eventos adversos ainda persistentes nos

Leia mais

E-books. Guia completo de como criar uma Página no Facebook. Sebrae

E-books. Guia completo de como criar uma Página no Facebook. Sebrae E-books Sebrae Marketing e Vendas Guia completo de como criar uma Página no Facebook Como começar Criando uma Página Conhecendo a Página Configurações iniciais Estabelecendo conversas Autor Felipe Orsoli

Leia mais

HIV. O vírus da imunodeficiência humana HIV-1 e HIV-2 são membros da família Retroviridae, na subfamília Lentividae.

HIV. O vírus da imunodeficiência humana HIV-1 e HIV-2 são membros da família Retroviridae, na subfamília Lentividae. A Equipe Multiprofissional de Saúde Ocupacional da UDESC lembra: Dia 01 de dezembro é dia mundial de prevenção à Aids! Este material foi desenvolvido por alunos do Departamento de Enfermagem da Universidade

Leia mais

Aplicação de Programa de Controle de Tuberculose Nosocomial no Instituto de Infectologia Emílio Ribas

Aplicação de Programa de Controle de Tuberculose Nosocomial no Instituto de Infectologia Emílio Ribas Aplicação de Programa de Controle de Tuberculose Nosocomial no Instituto de Infectologia Emílio Ribas Instituto de Infectologia Emílio Ribas Referência em doenças infecciosas, com 230 leitos (60% para

Leia mais

As infecções que transtornam nosso dia a dia: coqueluche, influenza, varicela, tuberculose. Há esperança?

As infecções que transtornam nosso dia a dia: coqueluche, influenza, varicela, tuberculose. Há esperança? 18ª Jornada de Controle de Infecção Hospitalar - Hospital São Francisco As infecções que transtornam nosso dia a dia: coqueluche, influenza, varicela, tuberculose. Há esperança? Denise Brandão de Assis

Leia mais

Nota Técnica Conjunta SESA N 02/2014 1

Nota Técnica Conjunta SESA N 02/2014 1 Nota Técnica Conjunta SESA N 02/2014 1 Assunto: Fluxo para solicitação, distribuição e dispensação do medicamento Palivizumabe para o tratamento profilático do Vírus Sincicial Respiratório (VSR) no Estado

Leia mais

REDE NACIONAL DE MONITORAMENTO DA RESISTÊNCIA MICROBIANA EM SERVIÇOS DE SAÚDE REDE RM NOVO TERMO DE ADESÃO

REDE NACIONAL DE MONITORAMENTO DA RESISTÊNCIA MICROBIANA EM SERVIÇOS DE SAÚDE REDE RM NOVO TERMO DE ADESÃO REDE NACIONAL DE MONITORAMENTO DA RESISTÊNCIA MICROBIANA EM SERVIÇOS DE SAÚDE REDE RM NOVO TERMO DE ADESÃO Atribuições dos participantes da Rede RM 1) Gestor dos Hospitais Colaboradores da Rede RM Indicar

Leia mais

Declaração da OMS sobre Taxas de Cesáreas

Declaração da OMS sobre Taxas de Cesáreas Declaração da OMS sobre Taxas de Cesáreas Os esforços devem se concentrar em garantir que cesáreas sejam feitas nos casos em que são necessárias, em vez de buscar atingir uma taxa específica de cesáreas.

Leia mais

ANEXO ROTEIRO DE INSPEÇÃO DO PROGRAMA DE CONTROLE DE INFECÇÃO HOSPITALAR

ANEXO ROTEIRO DE INSPEÇÃO DO PROGRAMA DE CONTROLE DE INFECÇÃO HOSPITALAR 1 OBJETIVO: ANEXO ROTEIRO DE INSPEÇÃO DO PROGRAMA DE CONTROLE DE INFECÇÃO HOSPITALAR Este Roteiro estabelece a sistemática para a avaliação do cumprimento das ações do Programa de Controle de Infecção

Leia mais

UNIMED SEMPRE PRESENTE SIMONE MARIA CASTELLANO

UNIMED SEMPRE PRESENTE SIMONE MARIA CASTELLANO UNIMED SEMPRE PRESENTE SIMONE MARIA CASTELLANO UNIMED SEMPRE PRESENTE Frase de efeito: Ações de Promoção à Saúde: para melhorar é preciso participar! Equipe Multiprofissional Diretor de Recursos Próprios

Leia mais

INSTITUTO DE MEDICINA INTEGRAL PROFº FERNANDO FIGUEIRA - IMIP

INSTITUTO DE MEDICINA INTEGRAL PROFº FERNANDO FIGUEIRA - IMIP INSTITUTO DE MEDICINA INTEGRAL PROFº FERNANDO FIGUEIRA - IMIP Complexo Hospitalar - Hospital Filantrópico - Área 69.000 m² - 10 prédios - 1.143 leitos - 101 leitos de UTI NHE (VEH / GRSH / CCIH) COMISSÕES

Leia mais

FICHA TÉCNICA. Cálculo de Medicação e Segurança do Paciente na Administração de Medicamentos

FICHA TÉCNICA. Cálculo de Medicação e Segurança do Paciente na Administração de Medicamentos FICHA TÉCNICA Cálculo de Medicação e Segurança do Paciente na Administração de Medicamentos Saiba como realizar cálculos, preparo, diluição e transformação de soluções medicamentosas, bem como as metas

Leia mais

Moodle - Tutorial para Alunos

Moodle - Tutorial para Alunos Moodle - Tutorial para Alunos por Prof. Maurício Lima 1 agosto de 2010 Objetivo Este documento apresenta aos alunos da Faculdade Novos Horizontes os primeiros passos na utilização do pacote Moodle. Trata-se

Leia mais

Vigilância epidemiológica da infecção

Vigilância epidemiológica da infecção Vigilância epidemiológica da infecção Maria Teresa Neto UCIN, Hospital de Dona Estefânia CCIH, Hospital de Dona Estefânia Coordenadora do Programa Nacional de Vigilância Epidemiológica das Infecções em

Leia mais

Programas de Acreditação Hospitalar ajudam ou atrapalham o SCIH?

Programas de Acreditação Hospitalar ajudam ou atrapalham o SCIH? Programas de Acreditação Hospitalar ajudam ou atrapalham o SCIH? Dra. Cláudia Mangini Hospital Municipal de SJC Hospital vivalle Controle de Infecção Hospitalar e Sistemas de Acreditação Traçar um paralelo

Leia mais

Moodle - Tutorial para Professores

Moodle - Tutorial para Professores Moodle - Tutorial para Professores por Prof. Maurício Lima 1 agosto de 2010 Objetivo Este documento apresenta aos professores da Faculdade Novos Horizontes os primeiros passos na utilização do pacote Moodle.

Leia mais

EDITAL PARA SELEÇÃO DE ACADÊMICOS PARA A LIGA ACADÊMICA ACRIANA DE ENFERMAGEM EM TRANSPLANTES

EDITAL PARA SELEÇÃO DE ACADÊMICOS PARA A LIGA ACADÊMICA ACRIANA DE ENFERMAGEM EM TRANSPLANTES EDITAL PARA SELEÇÃO DE ACADÊMICOS PARA A LIGA ACADÊMICA ACRIANA DE ENFERMAGEM EM TRANSPLANTES A (LAAET), fundada em 23 de Setembro de 2011, afiliada à Universidade Federal do Acre, Grupo HEPATO, Central

Leia mais

PRECAUÇÕES NO SERVIÇO

PRECAUÇÕES NO SERVIÇO PRECAUÇÕES NO SERVIÇO CCIH DE SAÚDE Rotinas Assistenciais da Maternidade-Escola da Universidade Federal do Rio de Janeiro A disseminação de infecção dentro do hospital depende de três elementos: uma fonte

Leia mais

SESSÃO I. APRESENTAÇÃO POSTER

SESSÃO I. APRESENTAÇÃO POSTER SESSÃO I. APRESENTAÇÃO POSTER 1. Riscos e causas de contaminação na Central de Material de Juliana Santos Andrade Esterilização: uma análise teórico-reflexiva 2. Biossegurança e Higienização das mãos:

Leia mais

HIGIENIZAÇÃO DAS MÃOS

HIGIENIZAÇÃO DAS MÃOS HIGIENIZAÇÃO DAS MÃOS HOSPITAL DE CLÍNICAS DE PORTO ALEGRE LORIANE KONKEWICZ CCIH Hospital de Clínicas de Porto Alegre Hospital de Clínicas de Porto Alegre HOSPITAL DE CLÍNICAS DE PORTO ALEGRE Hospital

Leia mais

Rotina para Prevenção de Transmissão de Tuberculose Nosocomial

Rotina para Prevenção de Transmissão de Tuberculose Nosocomial MINISTÉRIO DA SAÚDE SECRETARIA DE ATENÇÃO À SAÚDE HOSPITAL FEDERAL DE BONSUCESSO COMISSÃO DE CONTROLE DE INFECÇÃO HOSPITALAR ROTINA A13 elaborada em 09/12/2010 Rotina para Prevenção de Transmissão de Tuberculose

Leia mais

1. ACESSO AO SISTEMA. LOGIN E SENHA Para ter acesso ao painel administrativo de seu site, acesse o link: http://atualiza.urldosite.com.

1. ACESSO AO SISTEMA. LOGIN E SENHA Para ter acesso ao painel administrativo de seu site, acesse o link: http://atualiza.urldosite.com. Manual de uso 1. ACESSO AO SISTEMA LOGIN E SENHA Para ter acesso ao painel administrativo de seu site, acesse o link: http://atualiza.urldosite.com.br Após acessar o link acima, favor digitar seu LOGIN

Leia mais

Informe sobre a gripe causada pelo novo vírus Influenza A/H1N1

Informe sobre a gripe causada pelo novo vírus Influenza A/H1N1 Informe sobre a gripe causada pelo novo vírus Influenza A/H1N1 DOCUMENTO PARA O PÚBLICO EM GERAL Coordenação: Sociedade Brasileira de Infectologia (SBI) Associação Médica Brasileira (AMB) Apoio e participação:

Leia mais

INFECÇÃO DA CORRENTE SANGUÍNEA

INFECÇÃO DA CORRENTE SANGUÍNEA INFECÇÃO DA CORRENTE SANGUÍNEA Enfª Marcia Daniela Trentin Serviço Municipal de Controle de Infecção Esta aula foi apresentada na Oficina de Capacitação para a utilização do Sistema Formsus na notificação

Leia mais

1. CONCEITOS E OBJETIVOS DA VIGILÂNCIA EPIDEMIOLÓGICA

1. CONCEITOS E OBJETIVOS DA VIGILÂNCIA EPIDEMIOLÓGICA 1. CONCEITOS E OBJETIVOS DA VIGILÂNCIA EPIDEMIOLÓGICA A VIGILÂNCIA EPIDEMIOLÓGICA SEGUNDO A LEI 8.080, DE 1990, QUE INSTITUIU O SISTEMA ÚNICO DE SAÚDE (SUS), PODE SER DEFINIDA COMO: O CONJUNTO DE AÇÕES

Leia mais

Drª Viviane Maria de Carvalho Hessel Dias Infectologista Presidente da Associação Paranaense de Controle de Infecção Hospitalar 27/09/2013

Drª Viviane Maria de Carvalho Hessel Dias Infectologista Presidente da Associação Paranaense de Controle de Infecção Hospitalar 27/09/2013 Drª Viviane Maria de Carvalho Hessel Dias Infectologista Presidente da Associação Paranaense de Controle de Infecção Hospitalar 27/09/2013 Conceitos Básicos Organismo Vivo Conceitos Básicos Organismo Vivo

Leia mais

Diante da pandemia de influenza A (H1N1) e com base no conhecimento atual sobre a disseminação mundial deste novo vírus, o Comitê Estadual de

Diante da pandemia de influenza A (H1N1) e com base no conhecimento atual sobre a disseminação mundial deste novo vírus, o Comitê Estadual de Diante da pandemia de influenza A (H1N1) e com base no conhecimento atual sobre a disseminação mundial deste novo vírus, o Comitê Estadual de Enfrentamento da Influenza A H1N1 elaborou esta cartilha com

Leia mais

ESTUDO DE CASO MATERNIDADE DO HOSPITAL UNIVERSITÁRIO ANTÔNIO PEDRO

ESTUDO DE CASO MATERNIDADE DO HOSPITAL UNIVERSITÁRIO ANTÔNIO PEDRO INSTITUTO DE SAÚDE DA COMUNIDADE DEPARTAMENTO DE PLANEJAMENTO EM SAÚDE PLANEJAMENTO E GERÊNCIA EM SAÚDE II ESTUDO DE CASO MATERNIDADE DO HOSPITAL UNIVERSITÁRIO ANTÔNIO PEDRO Professores: Dra. Luciana Alves

Leia mais

V Jornada. Brasileira de. Queimaduras. 06 a 09 de Junho de 2007. Hotel Parque dos Coqueiros - Aracaju-SE

V Jornada. Brasileira de. Queimaduras. 06 a 09 de Junho de 2007. Hotel Parque dos Coqueiros - Aracaju-SE V Jornada Brasileira de Queimaduras 06 a 09 de Junho de 2007 Hotel Parque dos Coqueiros - Aracaju-SE Apresentação A Jornada Brasileira de Queimaduras será realizada entre os dias 07 e 09 de junho de 2007,

Leia mais

1.1. PROTOCOLO DE IDENTIFICAÇÃO E MONITORAMENTO DE CONTACTANTES DE CASOS DE DOENÇA PELO VÍRUS EBOLA (DVE)

1.1. PROTOCOLO DE IDENTIFICAÇÃO E MONITORAMENTO DE CONTACTANTES DE CASOS DE DOENÇA PELO VÍRUS EBOLA (DVE) 1.1. PROTOCOLO DE IDENTIFICAÇÃO E MONITORAMENTO DE CONTACTANTES DE CASOS DE DOENÇA PELO VÍRUS EBOLA (DVE) ATUALIZAÇÃO: VERSÃO 11-27 DE OUTUBRO DE 2014 7.2.1. Introdução A detecção de casos suspeitos de

Leia mais

Bactéria que causou infecção em jovem é encontrada em ar-condicionado

Bactéria que causou infecção em jovem é encontrada em ar-condicionado Veículo: Tribuna do Brasil Data: 02/02/2009 Seção: Brasil Pág.: 10 Nutricionista continua internada com infecção Bactéria que causou infecção em jovem é encontrada em ar-condicionado A nutricionista Aline

Leia mais

[SITE FÁCIL CDL MANUAL DO USUÁRIO]

[SITE FÁCIL CDL MANUAL DO USUÁRIO] Câmara de Dirigentes Lojistas [SITE FÁCIL CDL MANUAL DO USUÁRIO] Sumário 1. Controle de versão... 3 2. Objetivo... 4 3. Site fácil... 4 4. Acessando o sistema de gestão de conteúdo (SGC)... 5 5. Páginas

Leia mais

PLANEJANDO A GRAVIDEZ

PLANEJANDO A GRAVIDEZ dicas POSITHIVAS PLANEJANDO A GRAVIDEZ Uma pessoa que vive com HIV/aids pode ter filhos biológicos? Pode. As pessoas que vivem com HIV/aids não devem abandonar seus sonhos, incluindo o desejo de construir

Leia mais

SINAIS REMOTO + TRANSMISSÃO DE DADOS + CONSULTA WEB

SINAIS REMOTO + TRANSMISSÃO DE DADOS + CONSULTA WEB SISTEMA NACIONAL DE INFORMAÇÃO PARA O CONTROLE DE INFECÇÕES EM SERVIÇOS DE SAÚDE SINAIS REMOTO + TRANSMISSÃO DE DADOS + CONSULTA WEB GERÊNCIA DE INVESTIGAÇÃO E PREVENÇÃO DAS INFECÇÕES E DOS EVENTOS ADVERSOS

Leia mais