A legitimação acadêmica do campo do jornalismo empresarial

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "A legitimação acadêmica do campo do jornalismo empresarial"

Transcrição

1 Comunicação e mercado A legitimação acadêmica do campo do jornalismo empresarial Academic legitimation of the business journalistic area Suzi Garcia Hantke Mestre em Ciências da Comunicação pela ECA-USP Resumo Este artigo resgata como se deu a legitimação acadêmica do campo do jornalismo empresarial. O primeiro trabalho sobre o tema realizado no Brasil foi desenvolvido por Francisco Gaudêncio Torquato do Rego. Sua tese Comunicação na empresa e o jornalismo empresarial: visão crítica e tentativa de elaboração de um modelo para as publicações internas, defendida em 1973, na Universidade de São Paulo, sistematizou conceitos teóricos sobre a área. Torquato levou à academia uma questão da vivência da profissão, delimitou tecnicamente o campo do jornalismo empresarial e o vinculou à prática jornalística. Palavras-chave: jornalismo empresarial, comunicação organizacional, legitimação acadêmica. Abstract This article retrieves how the academic legitimation occurred in the area of business journalism. The first work on the subject made in Brazil was developed by Francisco Gaudêncio Torquato do Rego. His thesis Comunicação na empresa e o jornalismo empresarial: visão crítica e tentativa de elaboração de um modelo para as publicações internas (Communication in the company and business journalism: a critical vision and an attempt to elaborate a model for internal publications), defended in 1973 at São Paulo University, systematized theoretical concepts on the area. Torquato raised at the academy a question of the profession quotidian, delimited the business journalistic area and associated it to the journalistic practice. Key words: business journalism, organizational communication, academic legitimation. Resumen Este artículo rescata cómo se dio la legitimación académica del campo del periodismo empresarial. El primer trabajo sobre el tema realizado en Brasil lo desarrolló Francisco Gaudêncio Torquato do Rego. Su tesis Comunicación en la empresa y el periodismo empresarial: visión crítica e intento de elaboración de un modelo para las publicaciones internas, defendida en 1973, en la Universidad de São Paulo, sistematizó conceptos teóricos sobre el área. Torquato llevó a la academia una cuestión de la vivencia de la profesión, delimitó técnicamente el campo del periodismo empresarial y el vínculo a la práctica periodística. Palabras clave: periodismo empresarial, comunicación organizacional, legitimación académica.

2 A legitimação acadêmica do campo do jornalismo... Introdução N o início dos anos 1970, os jornais e revistas empresariais pairavam sob um domínio misto, em que relações públicas, jornalistas e até profissionais de recursos humanos reivindicavam para si a responsabilidade pela produção de tais materiais editoriais. Coube ao jornalista, professor e pesquisador Francisco Gaudêncio Torquato do Rego sistematizar conceitualmente o campo, definindo-o como pertencente à área do jornalismo. O resgate desse momento, cerne do presente artigo, faz parte de nossa dissertação de mestrado, defendida em abril de 2006 na Escola de Comunicações e Artes da Universidade de São Paulo: A pioneira trajetória de Gaudêncio Torquato na pesquisa comunicacional brasileira 1. A dissertação permitiu destacar um dos traços que melhor caracteriza a trajetória de Gaudêncio Torquato: uma constante preocupação em viabilizar o diálogo entre academia e mercado, ora transformando questões profissionais em estudos acadêmicos, ora levando aprendizados teóricos para a vivência profissional. Sua tese de doutorado Comunicação na empresa e o jornalismo empresarial: visão crítica e tentativa de elaboração de um modelo para as publicações internas 2, desenvolvida na Escola de Comunicações e Artes da Universidade de São Paulo, exemplifica essa intenção do jornalista. Com a pesquisa, Gaudêncio Torquato levou à academia uma questão da vivência da profissão, delimitando tecnicamente o campo do jornalismo empresarial e vinculando-o à prática jornalística. O trabalho foi defendido em 1973, sob orientação de Rolando Morel Pinto, professor da Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas da USP. Em entrevista concedida para nossa dissertação, o jornalista lembrou o processo de desenvolvimento da tese: 1 A dissertação retoma a trajetória de Gaudêncio Torquato em quatro momentos: a infância do jornalista, a fase na grande imprensa, a atuação como pesquisador e docente e a migração para o marketing político. 2 Gaudêncio Torquato. Comunicação na empresa e o jornalismo empresarial: visão crítica e tentativa de elaboração de um modelo para as publicações internas. 3 Gaudêncio Torquato. Entrevista concedida a Suzi Garcia Hantke. O Morel fez uma boa orientação no sentido da organização da tese, mas deixando, evidentemente, que eu tivesse toda a liberdade para definir o escopo conceitual. Eu me lembro que discutimos muito sobre o objeto da tese, como cercar esse objeto. Na verdade, eu tinha nas mãos um vasto cenário conceitual e eu queria partir de toda uma visão da teoria da comunicação até chegar ao jornalismo empresarial e às vezes eu me perdia. O Morel dizia: precisa limitar mais esse corpo, não fique querendo abarcar o mundo. Aliás, um conselho que todos nós, doutores, passamos a dar a nossos orientandos. Eu me lembro que a preocupação fundamental dele na época era esta: que eu restringisse o objeto para não me perder naquele emaranhado conceitual 3. O interesse em levar para a academia as preocupações sobre as fronteiras do campo do jornalismo empresarial foi insuflado pelo contexto vivenciado pelas escolas de comunicação. Havia, na época, uma necessidade premente de formar massa crítica qualificada a prosseguir com os cursos de pós-graduação. Com a tese de Gaudêncio Torquato, o assunto tornou-se, pela primeira vez no país, objeto de estudo em uma universidade. O pioneirismo trouxe consigo dificuldades inerentes. Além da ausência de referências nacionais sobre o tema, o jornalista teve de enfrentar a resistência C o m m u n i c a r e 98

3 Suzi Garcia Hantke dos próprios docentes da Universidade de São Paulo e dos profissionais de relações públicas. Sua hipótese de que o jornalismo empresarial integrava o grande campo do jornalismo abriu uma disputa conceitual com a área de relações públicas, particularmente com seu formulador principal na época, o professor Cândido Teobaldo de Souza Andrade 4. Paralelamente à disputa entre jornalismo e relações públicas, a escolha do objeto de estudo da tese também revelou outra polêmica: a vinculação do jornalismo empresarial como uma atividade subserviente ao sistema de economia de mercado. Para compreender as razões desse entendimento é preciso fazer um recorte histórico. A década de 1970 foi marcada por forte maniqueísmo ideológico, alimentado pelos regimes ditatoriais da América Latina. No Brasil, em particular, as universidades assumiram um papel de resistência política ao regime militar, num embate representado por duas opções opostas, o sistema de economia de mercado e o socialista. As empresas simbolizavam, nesse contexto, a vinculação ao primeiro. A ausência de pesquisas sobre comunicação organizacional é explicada em grande parte por esse cenário. Tocar nesse assunto significava, nos meios acadêmicos, beneficiar o capitalismo empresarial. Por isso as iniciativas foram pessoais e isoladas 5. Gaudêncio Torquato encontrou resistência de alunos e professores. Para implantar a disciplina de jornalismo empresarial nos cursos de graduação em Comunicação Social, precisou, segundo suas palavras, lutar como um kamikaze 6. Na verdade, eu tive a coragem de trabalhar o conceito de jornalismo empresarial quando as pessoas diziam: esse é o jornalismo vendido ao capitalismo. Que idéia é essa? Como se o jornalismo que se exercesse dentro do sistema capitalista não fosse ele todo capitalista. Eu dizia na época aos alunos: qual a diferença de trabalhar num jornal de empresa e num grande jornal? Vocês vão pegar em armas num grande jornal? O grande 4 O professor Cândido Teobaldo é considerado o principal sistematizador da área de Relações Públicas no Brasil. Foi o primeiro a receber, na Universidade de São Paulo, o título de doutor em comunicação (Relações Públicas) com a defesa, em 1973, da tese Relações públicas e o interesse público. 5 Margarida K. Krohling Kunsch. Relações públicas e modernidade: novos paradigmas na comunicação organizacional, p Gaudêncio Torquato. O risco da incompetência. In: Revista da Comunicação Empresarial, p Gaudêncio Torquato. Entrevista concedida a Suzi Garcia Hantke. jornal é também um jornal que pertence a uma empresa privada. Ele tem uma função de utilidade pública, mas, na verdade, ele está servindo também ao grande sistema econômico, político, está inserido nele. E foi assim que eu fui quebrando as resistências, enfrentando grupos radicais 7. O contexto que Gaudêncio Torquato enfrentou sinaliza a importância de seu pioneirismo. Na introdução da tese, está relatada a intenção do autor de sistematizar conceitos sobre as publicações empresariais baseando-se na teoria do jornalismo. Além de delimitações teóricas, a tese trazia uma proposta adicional: gerar um modelo para ser utilizado na prática pelas empresas. Gaudêncio Torquato fez um levantamento para identificar as características das publicações empresariais brasileiras da época, o que lhe permitiu apontar o grupo das publicações internas como o majoritário. A análise é aprofundada para as publicações pertencentes a esse grupo. As questões propostas pelo diagrama de Harold Lasswell ( quem diz o quê, em qual canal, para quem, com que efeito ) serviram como diretrizes para o jornalista preparar um diagnóstico dos fatores determinantes da qualidade e da eficácia das publicações, que podem ser resumidos da seguinte forma: Quem: indica o controle da publicação (qual departamento dentro da empresa é o responsável pelas publicações); O quê: diz respeito à análise de conteúdo; Volume 6 - Nº 1-1º sem

4 A legitimação acadêmica do campo do jornalismo... Para quem: relacionado ao grupo atingido pela comunicação (público interno, externo ou misto); Canal: delimita a natureza da publicação (boletim, jornal ou revista) e suas peculiaridades, como periodicidade e utilização de gêneros jornalísticos; Efeitos: permite a aferição do impacto da publicação. Inovação terminológica Cabe à comunicação, segundo ele, reunir as diversas partes que integram uma corporação Antes de partir para a delimitação da natureza técnica do jornalismo empresarial, o jornalista faz, na tese, uma breve explanação sobre o posicionamento da comunicação dentro de uma estrutura organizacional. Gaudêncio Torquato fundamenta-se em uma bibliografia quase exclusivamente internacional para identificar o papel da comunicação em uma empresa: proporcionar condições para que sejam atingidas as metas organizacionais. Cabe à comunicação, segundo ele, reunir as diversas partes que integram uma corporação entendimento que expressa a adoção da visão sistêmica. Uma organização dialoga com três sistemas: a. Sistema ambiental: onde estão inseridos os padrões sociais, culturais, políticos e econômicos ambiente de atuação; b. Sistema competitivo: que agrupa a estrutura industrial do ambiente, o relacionamento e os tipos de relação entre a produção e o consumo ambiente de competição; c. Sistema organizacional: que se refere às suas próprias estruturas internas, com objetivos, programas e políticas ambiente interno de organização 8. A comunicação permite que uma empresa receba informações dos três sistemas e, simultaneamente, as dissemine entre eles. Para ampliar a compreensão dessa função, o jornalista detalha como as informações podem ser transmitidas, explicando a diferença entre canais formais (instrumentos oficiais) e informais (expressões livres dos trabalhadores); fluxos de informação (vertical, horizontal e lateral); métodos (visuais, auditivos e visual/auditivo); e seus respectivos veículos. A segunda parte da tese é reservada à contextualização do jornalismo empresarial. É retomado o surgimento das publicações de empresas, valendo-se de bibliografia que inclui autores como Berlo, Canfield, Weiss, Chaumely, Cutlip e Center. Apenas sete autores nacionais, entre os doze que aparecem nas referências bibliográficas, têm papel de destaque como fonte: Whitaker Penteado, Cândido Teobaldo, Martha Alves D Azevedo, Roberto Paula Leite, Luiz Beltrão, Juarez Bahia e Marques de Melo expressão de mais uma limitação imposta pelo pioneirismo da tese. Um entendimento recorrente entre os autores é a vinculação das publicações de empresas especialmente as externas como veículos de relações públicas 9. A área de relações públicas era entendida como a responsável pelas publicações empresariais voltadas ao público externo. Já as revistas e os jornais de empresa dirigidos ao público interno, eram disputados pelos departamentos de relações industriais, de pessoal e de vendas. Gaudêncio Torquato identifica que a divisão de responsabilidades e a multiplicação de públicos alimentavam a imprecisão terminológica, permitindo a disseminação de termos como imprensa de empresa, imprensa industrial e periodismo industrial. Outra expressão muito em voga 8 Gaudêncio Torquato. Op. cit., p Gaudêncio Torquato. Op. cit., p. 36. C o m m u n i c a r e 100

5 Suzi Garcia Hantke na época era house-organ herança dos primeiros anos das publicações de empresa dos Estados Unidos e criado inicialmente para designar publicações externas, ao contrário do que a tradução literal e o uso consagrado poderiam indicar. Para desvincular as publicações empresariais do campo até então dominante as relações públicas, o jornalista estrutura a ligação com o jornalismo: É preciso que as relações públicas considerem que o processo de produção das publicações empresariais, partindo dos seus objetivos, passando pela análise de características técnicas e chegando até a etapa final da distribuição e os conseqüentes efeitos que elas provocam, comprove sua natureza jornalística. Estudadas sob o prisma do jornalismo, também uma atividade de comunicação, as publicações empresariais encontram sua definitiva sistematização 10. Na defesa de que as publicações empresariais são de natureza jornalística, são aplicados os seguintes argumentos: 1. O jornalismo é uma atividade de comunicação de massa por se dirigir a uma audiência ampla, anônima e heterogênea e ser pública, rápida e efêmera. As publicações de empresa se enquadram nesses parâmetros por possuir audiência heterogênea (seus públicos apresentam variações em relação ao nível cultural, de instrução e idade) e anônima em relação ao comunicador. 2. As matérias jornalísticas se enquadram em quatro grandes gêneros jornalísticos: interpretativo, opinativo, informativo e de entretenimento. Esses mesmos gêneros estão presentes nas publicações empresariais. 3. O jornalismo é definido, segundo Otto Groth, por quatro características: periodicidade, atualidade, difusão e universalidade. Essas mesmas características podem ser encontradas nas publicações de empresa, que seguem uma periodicidade determinada, apresentam assuntos da atualidade da empresa, escolhidos para ser difundidos pela amplitude de interesses que despertam. Ao identificar a paridade das características do jornalismo com as encontradas em revistas e jornais de empresas, Gaudêncio Torquato destaca que cada um dos itens (universalidade, periodicidade, atualidade e difusão) assume, no jornalismo empresarial, significado específico. A periodicidade, por exemplo, pode abarcar intervalos mais espaçados que os tradicionalmente adotados no jornalismo, e a universalidade abrange os assuntos relevantes sob o ponto de vista da empresa, excluindo os que não lhe são interessantes, mesmo que importantes para o público-leitor 11. Toda essa similaridade sustenta a terminologia defendida na tese para identificar o que se pratica nos jornais e revistas empresariais: jornalismo empresarial. Dessas diferenças foram extraídas as principais características, da época, de cada um dos veículos: Boletim Periodicidade: intervalos menos espaçados entre as edições, já que o seu produto básico é a notícia. Atualidade: mais apropriado para as informações imediatas que precisam chegar com urgência junto ao público. Universalidade: por seu reduzido número de páginas, o boletim é o canal que apresenta menor variedade temática. Difusão: exige o mais rápido sistema de difusão. 10 Gaudêncio Torquato. Op. cit., p Gaudêncio Torquato. Op. cit., p. 85. Volume 6 - Nº 1-1º sem

6 A legitimação acadêmica do campo do jornalismo... Jornal Essas mesmas características podem ser encontradas nas publicações de empresa Periodicidade: a periodicidade do jornal de empresa deve estar situada entre a periodicidade do boletim e a da revista. Periodicidade média. Atualidade: a atualidade do seu conteúdo deve ser mantida pela periodicidade. Os fatos devem ser tratados de forma a não perder a atualidade durante o intervalo entre as edições. Presta-se também ao jornalismo de interpretação, de opinião e de entretenimento, gêneros que dão às matérias um caráter atemporal. Difusão: o seu esquema de difusão deve completar-se entre a etapa final de produção de uma edição e o início da programação de outra edição. Revista Periodicidade: por seu conteúdo essencialmente interpretativo e por seu grande número de páginas, apresenta intervalos mais espaçados entre as edições. Atualidade: evita, na medida do possível, informações urgentes, imediatas e apresenta sobretudo um conteúdo de interesse permanente. Universalidade: o número de páginas amplia o universo de conteúdo, sendo o veículo que oferece maior volume temático. Difusão: por sua natureza técnica e por seu conteúdo interpretativo, permite um esquema de difusão mais demorado 12. A construção do modelo para publicações internas Amparado pela definição da natureza jornalística das publicações empresariais e pela pesquisa que indicou as características do jornalismo empresarial do início dos anos 1970, Gaudêncio Torquato dedicou o quinto capítulo da tese à construção do modelo para publicações internas. Dentro do sistema organizacional, a publicação interna assume feições de um programa com poderosas repercussões junto ao trinômio organização decisão comportamento. Permite um fluxo de comunicações nos dois sentidos (vertical e horizontal), retratando o sistema integral da empresa e ajudando a organização interna; permite que a cúpula empresarial avalie as capacidades e atitudes da comunidade, criando as condições para que a direção tome decisões seguras em relação a ela e ao próprio sistema; reflete os comportamentos recíprocos assumidos pela empresa e pelos empregados 13. Resumidamente, o modelo proposto trata dos seguintes tópicos: Porte da empresa: uma comunidade entre a pessoas já justifica o investimento para a produção de uma publicação interna. O jornalista ressalva, porém, que, mesmo em empresas cuja população esteja entre mil e dois mil funcionários, veículos internos trazem efeitos positivos. Responsabilidade pela publicação: o responsável pela publicação deve ser um jornalista profissional, que idealmente seria subordinado à presidência da empresa. Natureza do canal: o jornal interno é apontado como o canal mais adequado por ser um veículo típico do gênero informativo e de periodicidade média. O jornalista chega, inclusive, a estabelecer o formato mais indicado: o tablóide (27 x 37 cm), justificado por sua facilidade de manuseio e leitura. Conteúdo: as informações estão, no modelo, divididas em duas categorias: sobre a 12 Gaudêncio Torquato. Op. cit., p Gaudêncio Torquato. Op. cit., p C o m m u n i c a r e 102

7 Suzi Garcia Hantke empresa e sobre os empregados. O índice indicado é de 30 a 40% de matérias institucionais e de 60 a 70% de matérias de interesse da comunidade. Escolha dos assuntos: o jornalista sugere a realização de uma pesquisa para conhecer as características do público-leitor: quantidade, estado civil, sexo, formação escolar, entre outros pontos. Paralelamente à pesquisa, o editor deve percorrer todas as áreas da empresa para conhecer de perto o grupo. Esse segundo tipo de pesquisa permite a aferição direta do comportamento da comunidade 14. Gêneros jornalísticos: Gaudêncio Torquato indica a porcentagem mais adequada de cada gênero jornalístico: 40% de matérias interpretativas, 30% do gênero opinativo, 20% do gênero informativo e 10% de matérias de entretenimento. A predominância do gênero interpretativo é justificada pela necessidade da interpretação dos acontecimentos para a comunidade. (...) A simples constatação de fatos (gênero informativo) pode gerar o desinteresse 15. Captação de informações: no modelo proposto, os empregados devem participar do planejamento da publicação. Alguns representantes do corpo da empresa têm o papel de correspondentes, responsáveis por levar informações ao editor. O fluxo de comunicação assume, portanto, características integradoras 16. Estrutura editorial: a proporção indicada é de 60 a 70% de texto e 30 a 40% de ilustrações e espaço branco. O modelo sistematizado por Gaudêncio Torquato inclui ainda muitos outros detalhes, como cronograma de produção, linguagem a ser adotada e forma de distribuição. Considerações finais A defesa da tese foi realizada em 6 de julho de 1973, com banca formada pelos professores Dino Pretti, José Marques de Melo e Cândido Teobaldo. Dez anos depois, em 1984, a pesquisa foi transformada em livro e publicada pela Summus Editorial com o título Jornalismo empresarial: teoria e prática. Desde então a obra é uma referência obrigatória nas escolas de jornalismo do país, o que prova a importância da pioneira tese de Gaudêncio Torquato para a sistematização teórica do jornalismo empresarial no país. 14 Gaudêncio Torquato. Op. cit., p Gaudêncio Torquato. Op. cit., p Gaudêncio Torquato. Op. cit., p Referências bibliográficas ANDRADE, Cândido Teobaldo de Souza. Para entender relações públicas. São Paulo: Biblos, BUENO, Wilson da Costa. O jornalismo como disciplina científica: a contribuição de Otto Groth. São Paulo: ECA-USP, KUNSCH, Margarida K. Krohling. Relações públicas e modernidade: novos paradigmas na comunicação organizacional. São Paulo: Summus, MARQUES DE MELO, José. História do pensamento comunicacional. São Paulo: Paulus, TORQUATO, Gaudêncio. Comunicação na empresa e o jornalismo empresarial: visão crítica e tentativa de elaboração de um modelo para as publicações internas. São Paulo: ECA-USP, Tese. (Doutorado em Comunicação Social).. Jornalismo empresarial, teoria e prática. São Paulo: Summus, Comunicação empresarial, comunicação institucional: conceitos, estratégias, sistemas, estrutura, planejamento e técnicas. São Paulo: Summus, Volume 6 - Nº 1-1º sem

A legitimação acadêmica do campo do jornalismo empresarial. Fonte: Suzi Garcia Hantke

A legitimação acadêmica do campo do jornalismo empresarial. Fonte: Suzi Garcia Hantke A legitimação acadêmica do campo do jornalismo empresarial Fonte: Suzi Garcia Hantke anos 1970, os jornais e revistas empresariais pairavam sob um domínio misto, em que relações públicas, jornalistas e

Leia mais

NOTÍCIA INSTITUCIONAL: IMAGEM INSTITUCIONAL

NOTÍCIA INSTITUCIONAL: IMAGEM INSTITUCIONAL NOTÍCIA INSTITUCIONAL: IMAGEM INSTITUCIONAL RESUMO Caroline Ferreira 1 O objetivo deste artigo é falar sobre Noticia institucional e o interesse cada vez maior das empresas em cuidar da sua imagem institucional.

Leia mais

O gerenciamento da Comunicação Organizacional

O gerenciamento da Comunicação Organizacional O gerenciamento da Comunicação Organizacional Hilbert Reis Comunicação Social Jornalismo UFOP Pesquisador PIP/UFOP Índice 1 Otimização da comunicação integrada 1 2 Estratégias, planejamentos e a gestão

Leia mais

Margarida Maria Krohling Kunsch, entrevistada desta edição da Revista Comunicação & Informação, é uma das principais pesquisadoras

Margarida Maria Krohling Kunsch, entrevistada desta edição da Revista Comunicação & Informação, é uma das principais pesquisadoras Entrevista Margarida Kunsch Margarida Maria Krohling Kunsch, entrevistada desta edição da Revista Comunicação & Informação, é uma das principais pesquisadoras no campo das relações públicas e da comunicação

Leia mais

Comunicação estratégica como diferencial competitivo para as organizações Um estudo sob a ótica de Administradores e Relações Públicas

Comunicação estratégica como diferencial competitivo para as organizações Um estudo sob a ótica de Administradores e Relações Públicas Comunicação estratégica como diferencial competitivo para as organizações Um estudo sob a ótica de Administradores e Relações Públicas Ana Carolina Trindade e-mail: carolinatrindade93@hotmail.com Karen

Leia mais

Gestão estratégica em comunicação organizacional e relações públicas

Gestão estratégica em comunicação organizacional e relações públicas Gestão estratégica em comunicação organizacional e relações públicas Margarida M. Krohling Kunsch Introdução No âmbito de uma sociedade cada vez mais complexa, reserva-se à comunicação um papel de crescente

Leia mais

Bianca Arantes dos Santos 2 Célio José Losnak 3

Bianca Arantes dos Santos 2 Célio José Losnak 3 Cultura, história e gastronomia: análise de enquadramento do jornalismo gastronômico 1 RESUMO Bianca Arantes dos Santos 2 Célio José Losnak 3 O texto parte de uma pesquisa que tem como proposta realizar

Leia mais

COMPOSTO DE MARKETING NA ABORDAGEM DAS UNIDADES DE INFORMAÇÃO

COMPOSTO DE MARKETING NA ABORDAGEM DAS UNIDADES DE INFORMAÇÃO COMPOSTO DE MARKETING NA ABORDAGEM DAS UNIDADES DE INFORMAÇÃO CALDAS, Rosângela Formentini Departamento de Ciência da Informação UNESP/Marília A definição de marketing ainda permanece enquanto uma discussão

Leia mais

A CAPES : quais ambições para a pesquisa em Letras e Linguística?

A CAPES : quais ambições para a pesquisa em Letras e Linguística? A CAPES : quais ambições para a pesquisa em Letras e Linguística? Universidade de São Paulo benjamin@usp.br Synergies-Brésil O Sr. foi o representante da Letras junto à CAPES. O Sr. poderia explicar qual

Leia mais

O advento das mídias sociais digitais e o mercado de trabalho para o profissional de relações públicas

O advento das mídias sociais digitais e o mercado de trabalho para o profissional de relações públicas O advento das mídias sociais digitais e o mercado de trabalho para o profissional de relações públicas Julie Caroline de Alcântara Universidade do Sagrado Coração, Bauru/SP E-mail: juliealcantara.31@gmail.com

Leia mais

Estado da Arte: Diálogos entre a Educação Física e a Psicologia

Estado da Arte: Diálogos entre a Educação Física e a Psicologia Estado da Arte: Diálogos entre a Educação Física e a Psicologia Eixo temático 1: Fundamentos e práticas educacionais Telma Sara Q. Matos 1 Vilma L. Nista-Piccolo 2 Agências Financiadoras: Capes / Fapemig

Leia mais

TAMANHO DAS FOLHAS - DEMONSTRATIVOS

TAMANHO DAS FOLHAS - DEMONSTRATIVOS TAMANHO DAS FOLHAS - DEMONSTRATIVOS INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA DO AMAZONAS IFAM CAMPUS HUMAITÁ CURSO DE... NOME DO(A) DISCENTE TÍTULO DA PESQUISA HUMAITÁ AM ANO EM QUE O TRABALHO

Leia mais

Política de Comunicação do Serviço Federal de Processamento de Dados (Serpro) - PCS

Política de Comunicação do Serviço Federal de Processamento de Dados (Serpro) - PCS Política de Comunicação do Serviço Federal de Processamento de Dados (Serpro) - PCS POLÍTICA DE COMUNICAÇÃO DO SERVIÇO FEDERAL DE PROCESSAMENTO DE DADOS (SERPRO) - PCS A Política de Comunicação do Serviço

Leia mais

A GESTÃO ESCOLAR E O PROCESSO DE DEMOCRATIZAÇÃO DA ESCOLA PÚBLICA

A GESTÃO ESCOLAR E O PROCESSO DE DEMOCRATIZAÇÃO DA ESCOLA PÚBLICA A GESTÃO ESCOLAR E O PROCESSO DE DEMOCRATIZAÇÃO DA ESCOLA PÚBLICA Shirlei de Souza Correa - UNIVALI 1 Resumo: No contexto educacional pode-se considerar a gestão escolar como recente, advinda das necessidades

Leia mais

EMENTAS DAS DISCIPLINAS

EMENTAS DAS DISCIPLINAS EMENTAS DAS DISCIPLINAS CURSO DE GRADUAÇÃO DE ADMINISTRAÇÃO Nome da disciplina Evolução do Pensamento Administrativo I Estudo da administração, suas áreas e funções, o trabalho do administrador e sua atuação;

Leia mais

Propaganda para reforçar a identidade, ou melhorar a reputação.

Propaganda para reforçar a identidade, ou melhorar a reputação. PROPAGANDA COPORATIVA O que é? A propaganda corporativa pode ser definida como uso pago da mídia com fins de beneficiar a imagem da empresa como um todo, e não somente de seus produtos ou serviços. Uma

Leia mais

ARTIGOS AÇÕES MOTIVACIONAIS

ARTIGOS AÇÕES MOTIVACIONAIS ARTIGOS AÇÕES MOTIVACIONAIS ÍNDICE em ordem alfabética: Artigo 1 - ENDOMARKETING: UMA FERRAMENTA ESTRATÉGICA PARA DESENVOLVER O COMPROMETIMENTO... pág. 2 Artigo 2 - MOTIVANDO-SE... pág. 4 Artigo 3 - RECURSOS

Leia mais

EMENTAS DAS DISCIPLINAS

EMENTAS DAS DISCIPLINAS EMENTAS DAS DISCIPLINAS CURSO DE GRADUAÇÃO DE ADMINISTRAÇÃO Evolução de Pensamento Administrativo I Estudo da administração, suas áreas e funções, o trabalho do administrador e sua atuação; a evolução

Leia mais

EMENTAS - MATRIZ CURRICULAR - 2016

EMENTAS - MATRIZ CURRICULAR - 2016 EMENTAS - MATRIZ CURRICULAR - 2016 901491 - EVOLUÇÃO DO PENSAMENTO ADMINISTRATIVO I Estudo da administração, suas áreas e funções, o trabalho do administrador e sua atuação; a evolução da teoria organizacional

Leia mais

Sumário. Apresentação...7

Sumário. Apresentação...7 Sumário Apresentação................................7 1. CONCEITOS BÁSICOS.........................11 Delimitação de funções..................... 12 2. ORIGENS E DESENVOLVIMENTO...................21 3.

Leia mais

CURSOS PRECISAM PREPARAR PARA A DOCÊNCIA

CURSOS PRECISAM PREPARAR PARA A DOCÊNCIA Fundação Carlos Chagas Difusão de Idéias novembro/2011 página 1 CURSOS PRECISAM PREPARAR PARA A DOCÊNCIA Elba Siqueira de Sá Barretto: Os cursos de Pedagogia costumam ser muito genéricos e falta-lhes um

Leia mais

Texto base para discussão na Jornada Pedagógica julho/2009 O PLANO DE ENSINO: PONTE ENTRE O IDEAL E O REAL 1

Texto base para discussão na Jornada Pedagógica julho/2009 O PLANO DE ENSINO: PONTE ENTRE O IDEAL E O REAL 1 Texto base para discussão na Jornada Pedagógica julho/2009 O PLANO DE ENSINO: PONTE ENTRE O IDEAL E O REAL 1 É comum hoje entre os educadores o desejo de, através da ação docente, contribuir para a construção

Leia mais

Plano de Comunicação para o Hospital Infantil Varela Santiago¹

Plano de Comunicação para o Hospital Infantil Varela Santiago¹ Plano de Comunicação para o Hospital Infantil Varela Santiago¹ José Alves de SOUZA² Maria Stella Galvão SANTOS³ Universidade Potiguar (UnP ), Natal, RN RESUMO Este Plano de Comunicação refere-se a um estudo

Leia mais

Política e Comunicação - A comunicação com pensamento

Política e Comunicação - A comunicação com pensamento Política e Comunicação - A comunicação com pensamento Onde o comunicador não é considerado protagonista da história da organização, não pode haver comunicação eficaz. Paulo Nassar No mundo da comunicação

Leia mais

Mostra de Projetos 2011. Folhinha SSS

Mostra de Projetos 2011. Folhinha SSS Mostra de Projetos 2011 Folhinha SSS Mostra Local de: Cornélio Procópio. Categoria do projeto: Projetos finalizados. Nome da Instituição/Empresa: Escola Municipal Sebastião Severino da Silva. Cidade: Itambaracá

Leia mais

COMISSÃO PRÓPRIA DE AVALIAÇÃO DA FACULDADE ARAGUAIA RELATÓRIO FINAL DE AUTO-AVALIAÇÃO DO CURSO DE PEDAGOGIADA CPA DA FACULDADE ARAGUAIA

COMISSÃO PRÓPRIA DE AVALIAÇÃO DA FACULDADE ARAGUAIA RELATÓRIO FINAL DE AUTO-AVALIAÇÃO DO CURSO DE PEDAGOGIADA CPA DA FACULDADE ARAGUAIA COMISSÃO PRÓPRIA DE AVALIAÇÃO DA FACULDADE ARAGUAIA RELATÓRIO FINAL DE AUTO-AVALIAÇÃO DO CURSO DE PEDAGOGIADA CPA DA FACULDADE ARAGUAIA 2013/01 a 2013/02 SUMÁRIO APRESENTAÇÃO... 3 1. Diagnóstico geral

Leia mais

Processos Gerenciais

Processos Gerenciais UNIVERSIDADE PAULISTA CURSO SUPERIOR DE TECNOLOGIA Projeto Integrado Multidisciplinar III e IV Processos Gerenciais Manual de orientações - PIM Curso Superior de Tecnologia em Processos Gerenciais. 1.

Leia mais

7 CONCLUSÕES A presente dissertação teve como objetivo identificar e compreender o processo de concepção, implantação e a dinâmica de funcionamento do trabalho em grupos na produção, utilizando, para isso,

Leia mais

A experiência da Assessoria de Comunicação dos grupos de Educação Tutorial na UFJF 1

A experiência da Assessoria de Comunicação dos grupos de Educação Tutorial na UFJF 1 A experiência da Assessoria de Comunicação dos grupos de Educação Tutorial na UFJF 1 Isabela LOURENÇO 2 Caio Cardoso de QUEIROZ 3 Francisco José Paoliello PIMENTA 4 Universidade Federal de Juiz de Fora,

Leia mais

Ora, é hoje do conhecimento geral, que há cada vez mais mulheres licenciadas, com mestrado, doutoramentos, pós-docs e MBA s.

Ora, é hoje do conhecimento geral, que há cada vez mais mulheres licenciadas, com mestrado, doutoramentos, pós-docs e MBA s. Bom dia a todos e a todas, Não é difícil apontar vantagens económicas às medidas de gestão empresarial centradas na igualdade de género. Em primeiro lugar, porque permitem atrair e reter os melhores talentos;

Leia mais

OS PROCESSOS DE TRABALHO DO SERVIÇO SOCIAL EM UM DESENHO CONTEMPORÂNEO

OS PROCESSOS DE TRABALHO DO SERVIÇO SOCIAL EM UM DESENHO CONTEMPORÂNEO OS PROCESSOS DE TRABALHO DO SERVIÇO SOCIAL EM UM DESENHO CONTEMPORÂNEO Karen Ramos Camargo 1 Resumo O presente artigo visa suscitar a discussão acerca dos processos de trabalho do Serviço Social, relacionados

Leia mais

PROJETO DE PESQUISA INICIAÇÃO CIENTÍFICA FONTES DO JORNALISMO IMPRESSO EM CAMPO GRANDE

PROJETO DE PESQUISA INICIAÇÃO CIENTÍFICA FONTES DO JORNALISMO IMPRESSO EM CAMPO GRANDE Gerson Luiz Martins PROJETO DE PESQUISA INICIAÇÃO CIENTÍFICA FONTES DO JORNALISMO IMPRESSO EM CAMPO GRANDE A contribuição da Reportagem, Assessorias e Agências para a formação do jornal diário. Equipe

Leia mais

O PAPEL DO PSICÓLOGO NA GESTÃO DE RECURSOS HUMANOS DAS ORGANIZAÇÕES

O PAPEL DO PSICÓLOGO NA GESTÃO DE RECURSOS HUMANOS DAS ORGANIZAÇÕES O PAPEL DO PSICÓLOGO NA GESTÃO DE RECURSOS HUMANOS DAS ORGANIZAÇÕES CHAVES, Natália Azenha Discente do Curso de Psicologia da Faculdade de Ciências da Saúde FASU/ACEG GARÇA/SP BRASIL e-mail: natalya_azenha@hotmail.com

Leia mais

EMENTAS DAS DISCIPLINAS DO PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM ADMINISTRAÇÃO MESTRADO e DOUTORADO

EMENTAS DAS DISCIPLINAS DO PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM ADMINISTRAÇÃO MESTRADO e DOUTORADO 1 EMENTAS DAS DISCIPLINAS DO PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM ADMINISTRAÇÃO MESTRADO e DOUTORADO MESTRADO: A) DISCIPLINAS OBRIGATÓRIAS DAS LINHAS 1 e 2: Organizações e Estratégia e Empreendedorismo e Mercado

Leia mais

Unidade de Projetos. Grupo Temático de Comunicação e Imagem. Termo de Referência para desenvolvimento da gestão de Marcas Setoriais.

Unidade de Projetos. Grupo Temático de Comunicação e Imagem. Termo de Referência para desenvolvimento da gestão de Marcas Setoriais. Unidade de Projetos de Termo de Referência para desenvolvimento da gestão de Marcas Setoriais Branding Agosto de 2009 Elaborado em: 3/8/2009 Elaborado por: Apex-Brasil Versão: 09 Pág: 1 / 8 LÍDER DO GRUPO

Leia mais

Universidade de Brasília Faculdade de Economia, Administração, Contabilidade e Ciência da Informação e Documentação Departamento de Ciência da

Universidade de Brasília Faculdade de Economia, Administração, Contabilidade e Ciência da Informação e Documentação Departamento de Ciência da Universidade de Brasília Faculdade de Economia, Administração, Contabilidade e Ciência da Informação e Documentação Departamento de Ciência da Informação e Documentação Disciplina: Planejamento e Gestão

Leia mais

2012 Copyright. Curso Agora Eu Passo - Todos os direitos reservados ao autor. Tribunais Gestão de Pessoas Questões Giovanna Carranza

2012 Copyright. Curso Agora Eu Passo - Todos os direitos reservados ao autor. Tribunais Gestão de Pessoas Questões Giovanna Carranza 2012 Copyright. Curso Agora Eu Passo - Todos os direitos reservados ao autor. Tribunais Gestão de Pessoas Questões Giovanna Carranza 01. Conceitualmente, recrutamento é: (A) Um conjunto de técnicas e procedimentos

Leia mais

Fragmentos do Texto Indicadores para o Desenvolvimento da Qualidade da Docência na Educação Superior.

Fragmentos do Texto Indicadores para o Desenvolvimento da Qualidade da Docência na Educação Superior. Fragmentos do Texto Indicadores para o Desenvolvimento da Qualidade da Docência na Educação Superior. Josimar de Aparecido Vieira Nas últimas décadas, a educação superior brasileira teve um expressivo

Leia mais

Clipping: medindo a presença da Embrapa Soja na mídia em 2008

Clipping: medindo a presença da Embrapa Soja na mídia em 2008 Clipping: medindo a presença da Embrapa Soja na mídia em 2008 CRUSIOL, P.H.T. 1 ; DINIZ, L.B.S. 1 ; NASCIMENTO, L.L. 2 1 Universidade Estadual de Londrina UEL, pedroc@ cnpso.embrapa.br, lilian@cnpso.embrapa.br;

Leia mais

Cotas Pra Quê? 1. PALAVRAS-CHAVE: Documentário; Educação; Sistema de Cotas; Ensino Superior.

Cotas Pra Quê? 1. PALAVRAS-CHAVE: Documentário; Educação; Sistema de Cotas; Ensino Superior. Cotas Pra Quê? 1 Sarah Rocha MARTINS 2 Luan Barbosa OLIVEIRA 3 Camilla Alves Ribeiro PAES LEME 4 Instituto de Ensino Superior de Rio Verde, Rio Verde, Goiás RESUMO Este documentário foi planejado e desenvolvido

Leia mais

Aula 2: Projeto de pesquisa

Aula 2: Projeto de pesquisa 1 Metodologia da Pesquisa Científica Aula 2: Projeto de pesquisa 1 O projeto de pesquisa O projeto de pesquisa é a base da organização do seu trabalho de pesquisa. Ao elaborar o projeto você organiza suas

Leia mais

Mídias sociais como apoio aos negócios B2C

Mídias sociais como apoio aos negócios B2C Mídias sociais como apoio aos negócios B2C A tecnologia e a informação caminham paralelas à globalização. No mercado atual é simples interagir, aproximar pessoas, expandir e aperfeiçoar os negócios dentro

Leia mais

DA TEORIA À PRÁTICA: UMA ANÁLISE DIALÉTICA

DA TEORIA À PRÁTICA: UMA ANÁLISE DIALÉTICA DA TEORIA À PRÁTICA: UMA ANÁLISE DIALÉTICA JURUMENHA, Lindelma Taveira Ribeiro. 1 Universidade Regional do Cariri URCA lindelmafisica@gmail.com FERNANDES, Manuel José Pina 2 Universidade Regional do Cariri

Leia mais

DEPARTAMENTO DE CIÊNCIAS HUMANAS CURSO DE SERVIÇO SOCIAL PLANO DE ESTÁGIO CURRICULAR OBRIGATÓRIO PARA ESTUDANTES DO CURSO DE SERVIÇO SOCIAL

DEPARTAMENTO DE CIÊNCIAS HUMANAS CURSO DE SERVIÇO SOCIAL PLANO DE ESTÁGIO CURRICULAR OBRIGATÓRIO PARA ESTUDANTES DO CURSO DE SERVIÇO SOCIAL DEPARTAMENTO DE CIÊNCIAS HUMANAS CURSO DE SERVIÇO SOCIAL PLANO DE ESTÁGIO CURRICULAR OBRIGATÓRIO PARA ESTUDANTES DO CURSO DE SERVIÇO SOCIAL INTRODUÇÃO O estágio curricular obrigatório é aquele definido

Leia mais

Pesquisa Semesp 2009. Índice de Imagem e Reputação

Pesquisa Semesp 2009. Índice de Imagem e Reputação Pesquisa Semesp 2009 Índice de Imagem e Reputação Uma ferramenta estratégica para a qualidade de mercado Desvendar qual é a real percepção de seus públicos estratégicos com relação à atuação das instituições

Leia mais

7 COMUNICAÇÃO INTERNA / ADMINISTRATIVA

7 COMUNICAÇÃO INTERNA / ADMINISTRATIVA 40 7 COMUNICAÇÃO INTERNA / ADMINISTRATIVA Examinando a Comunicação Organizacional podemos observar que a Comunicação Mercadológica está voltada para o relacionamento entre a empresa e o público externo

Leia mais

Comunicação Empresarial

Comunicação Empresarial Comunicação Empresarial MBA em Gestão Empresarial MBA em Logística MBA em Recursos Humanos MBA em Gestão de Marketing Prof. Msc Alice Selles 24/11 Aula inicial apresentação e visão geral do módulo. Proposição

Leia mais

O PROJETO DE PESQUISA CIENTÍFICA E SUA APLICAÇÃO

O PROJETO DE PESQUISA CIENTÍFICA E SUA APLICAÇÃO O PROJETO DE PESQUISA CIENTÍFICA E SUA APLICAÇÃO Objetivos: Apresentar a estrutura básica de um projeto de pesquisa com vistas a sua elaboração FACULDADES INTEGRADAS DE BAURU GESTÃO DA COMUNICAÇÃO MERCADOLÓGICA

Leia mais

CURSO DE ADMINISTRAÇÃO. Concepção do Curso de Administração

CURSO DE ADMINISTRAÇÃO. Concepção do Curso de Administração CURSO DE ADMINISTRAÇÃO Concepção do Curso de Administração A organização curricular do curso oferece respostas às exigências impostas pela profissão do administrador, exigindo daqueles que integram a instituição

Leia mais

2 - Sabemos que a educação à distância vem ocupando um importante espaço no mundo educacional. Como podemos identificar o Brasil nesse contexto?

2 - Sabemos que a educação à distância vem ocupando um importante espaço no mundo educacional. Como podemos identificar o Brasil nesse contexto? A EDUCAÇÃO À DISTÂNCIA E O FUTURO Arnaldo Niskier 1 - Qual a relação existente entre as transformações do mundo educacional e profissional e a educação à distância? A educação à distância pressupõe uma

Leia mais

Gestão do Conhecimento A Chave para o Sucesso Empresarial. José Renato Sátiro Santiago Jr.

Gestão do Conhecimento A Chave para o Sucesso Empresarial. José Renato Sátiro Santiago Jr. A Chave para o Sucesso Empresarial José Renato Sátiro Santiago Jr. Capítulo 1 O Novo Cenário Corporativo O cenário organizacional, sem dúvida alguma, sofreu muitas alterações nos últimos anos. Estas mudanças

Leia mais

I Seminário Nacional de Controle Social A sociedade no acompanhamento da gestão pública Brasília, 25, 26 e 27 de Set/2009

I Seminário Nacional de Controle Social A sociedade no acompanhamento da gestão pública Brasília, 25, 26 e 27 de Set/2009 I Seminário Nacional de Controle Social A sociedade no acompanhamento da gestão pública Brasília, 25, 26 e 27 de Set/2009 Observatório da Educação participação e controle da sociedade civil nas políticas

Leia mais

Apresentação da FAMA

Apresentação da FAMA Pós-Graduação Lato Sensu CURSO DE ESPECIIALIIZAÇÃO 444 horras/aulla 1 Apresentação da FAMA A FAMA nasceu como conseqüência do espírito inovador e criador que há mais de 5 anos aflorou numa família de empreendedores

Leia mais

Comunicação em jogo: a relação entre as mudanças organizacionais e as atividades lúdicas

Comunicação em jogo: a relação entre as mudanças organizacionais e as atividades lúdicas Comunicação em jogo: a relação entre as mudanças organizacionais e as atividades lúdicas Tainah Schuindt Ferrari Veras Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita Filho, Bauru/SP e-mail: tainah.veras@gmail.com

Leia mais

Os Veículos de Comunicação Dirigida da Embrapa Soja

Os Veículos de Comunicação Dirigida da Embrapa Soja Os Veículos de Comunicação Dirigida da Embrapa Soja FERREIRA, L.L. 1, GALERANI, G.S.M. 2, 1 Universidade Estadual de Londrina UEL, Cx. Postal 6001 CEP 86051-990 - Londrina - PR, 2 Embrapa Soja O profissional

Leia mais

resgate de um processo pedagógico autônomo, de qualidade e que também podem somar-se às problematizações e às reflexões que se realizam nos

resgate de um processo pedagógico autônomo, de qualidade e que também podem somar-se às problematizações e às reflexões que se realizam nos RESUMO PDI PLANO DE DESENVOLVIMENTO INSTITUCIONAL, PPI PROJETO PEDAGÓGICO INSTITUCIONAL E PPC PROJETO PEDAGÓGICO DE CURSO, ENTRE O DITO E O FEITO ESTUDOS DE CASO MÚLTIPLOS / IES/ RS BRASIL 2007/2008. Autora

Leia mais

COMUNICAÇÃO. Relações Públicas: teoria, contexto e relacionamentos

COMUNICAÇÃO. Relações Públicas: teoria, contexto e relacionamentos Catálogo 2010 2011 COMUNICAÇÃO Relações Públicas: teoria, contexto e relacionamentos Destinado a profissionais, estudantes e professores das áreas de comunicação e relações públicas, o livro traz um compilado

Leia mais

O turismo e os recursos humanos

O turismo e os recursos humanos Introdução O turismo e os recursos humanos Belíssimas praias, dunas, cachoeiras, cavernas, montanhas, florestas, falésias, rios, lagos, manguezais etc.: sem dúvida, o principal destaque do Brasil no setor

Leia mais

ESTUDO DA IMPORTÂNCIA DO PLANEJAMENTO ESTRATÉGICO PARA O COMÉRCIO VAREJISTA LUCIMEIRI CEZAR ANDRÉ

ESTUDO DA IMPORTÂNCIA DO PLANEJAMENTO ESTRATÉGICO PARA O COMÉRCIO VAREJISTA LUCIMEIRI CEZAR ANDRÉ ESTUDO DA IMPORTÂNCIA DO PLANEJAMENTO ESTRATÉGICO PARA O COMÉRCIO VAREJISTA LUCIMEIRI CEZAR ANDRÉ Acadêmica de Administração Geral na Faculdade Metropolitana de Maringá /PR - 2005 RESUMO: A atividade comercial

Leia mais

CURSO SUPERIOR DE TECNOLOGIA EM MARKETING PROJETO INTEGRADOR

CURSO SUPERIOR DE TECNOLOGIA EM MARKETING PROJETO INTEGRADOR CURSO SUPERIOR DE TECNOLOGIA EM MARKETING PROJETO INTEGRADOR PROJETO INTEGRADOR 1. INTRODUÇÃO Conforme as diretrizes do Projeto Pedagógico dos Cursos Superiores de Tecnologia da Faculdade Unida de Suzano

Leia mais

A pluralidade das relações públicas

A pluralidade das relações públicas A pluralidade das relações públicas Carolina Frazon Terra Introdução Sétima colocada no ranking "As profissões do futuro" segundo a Revista Exame de 13 de abril de 2004, as relações públicas se destacam

Leia mais

Utilize o roteiro abaixo como mapa para elaboração do projeto. Organizado o conjunto, amplie as partes que requerem detalhamento.

Utilize o roteiro abaixo como mapa para elaboração do projeto. Organizado o conjunto, amplie as partes que requerem detalhamento. Utilize o roteiro abaixo como mapa para elaboração do projeto. Organizado o conjunto, amplie as partes que requerem detalhamento. ROTEIRO PARA ELABORAÇÃO DE PROJETO DE PESQUISA Título provisório (uma expressão

Leia mais

RESPONSABILIDADE SOCIAL NO CENÁRIO EMPRESARIAL ¹ JACKSON SANTOS ²

RESPONSABILIDADE SOCIAL NO CENÁRIO EMPRESARIAL ¹ JACKSON SANTOS ² RESPONSABILIDADE SOCIAL NO CENÁRIO EMPRESARIAL ¹ JACKSON SANTOS ² A Responsabilidade Social tem sido considerada, entre muitos autores, como tema de relevância crescente na formulação de estratégias empresarias

Leia mais

Métodos e Técnicas de Pesquisas ARTIGO CIENTÍFICO. Professor Adm. Walter Martins Júnior CRA-PR 15.063

Métodos e Técnicas de Pesquisas ARTIGO CIENTÍFICO. Professor Adm. Walter Martins Júnior CRA-PR 15.063 Métodos e Técnicas de Pesquisas ARTIGO CIENTÍFICO Professor Adm. Walter Martins Júnior CRA-PR 15.063 ALGUMAS REGRAS 2 não deixe para a última hora escreva leia alguns relatórios ou resumos faça um esboço

Leia mais

Projeto Político-Pedagógico Estudo técnico de seus pressupostos, paradigma e propostas

Projeto Político-Pedagógico Estudo técnico de seus pressupostos, paradigma e propostas Projeto Político-Pedagógico Estudo técnico de seus pressupostos, paradigma e propostas Introdução A Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional afirma que cabe aos estabelecimentos de ensino definir

Leia mais

Texto para Coluna do NRE-POLI na Revista Construção e Mercado Pini Novembro 2014

Texto para Coluna do NRE-POLI na Revista Construção e Mercado Pini Novembro 2014 Texto para Coluna do NRE-POLI na Revista Construção e Mercado Pini Novembro 2014 PLANEJAMENTO ESTRATÉGICO EM EMPRESAS DE CONSTRUÇÃO CIVIL DE MÉDIO PORTE NO BRASIL. Elisabete Maria de Freitas Arquiteta

Leia mais

A DESCODIFICAÇÃO NA PRÁTICA PEDAGÓGICA

A DESCODIFICAÇÃO NA PRÁTICA PEDAGÓGICA A DESCODIFICAÇÃO NA PRÁTICA PEDAGÓGICA Henrique Innecco Longo e-mail: hlongo@civil.ee.ufrj.br Universidade Federal do Rio de Janeiro, Departamento de Mecânica Aplicada e Estruturas Escola de Engenharia,

Leia mais

difusão de idéias Atenção ao olhar crítico dos professores

difusão de idéias Atenção ao olhar crítico dos professores Fundação Carlos Chagas Difusão de Idéias outubro/2008 página 1 Atenção ao olhar crítico dos professores Maria Malta Campos: Há uma enorme demanda reprimida por creches nas periferias das grandes cidades,

Leia mais

TELEMEDICINA:NOVAS TECNOLOGIAS NO ENSINO SUPERIOR

TELEMEDICINA:NOVAS TECNOLOGIAS NO ENSINO SUPERIOR TELEMEDICINA:NOVAS TECNOLOGIAS NO ENSINO SUPERIOR Alessandra R. M. de Castro-HE-UFPEL/FAU 1 Resumo: O presente estudo trata do relato de experiência a partir de uma nova tecnologia, denominada telemedicina,

Leia mais

Administração de Pessoas por COMPETÊNCIAS

Administração de Pessoas por COMPETÊNCIAS Administração de Pessoas por COMPETÊNCIAS Adm.Walter Lerner 1.Gestão,Competência e Liderança 1.1.Competências de Gestão Competências Humanas e Empresariais são Essenciais Todas as pessoas estão, indistintamente,

Leia mais

Ensino Técnico Integrado ao Médio FORMAÇÃO GERAL. Ensino Médio. Etec. Etec: Professor Massuyuki Kawano

Ensino Técnico Integrado ao Médio FORMAÇÃO GERAL. Ensino Médio. Etec. Etec: Professor Massuyuki Kawano Ensino Técnico Integrado ao Médio FORMAÇÃO GERAL Ensino Médio Etec Etec: Professor Massuyuki Kawano Código: 136 Município: Tupã Área de conhecimento: Ciências Humanas e Suas Tecnologias Componente Curricular:

Leia mais

FUNDAMENTOS DA ADMINISTRAÇÃO. Prof.: Daniela Pedroso Campos

FUNDAMENTOS DA ADMINISTRAÇÃO. Prof.: Daniela Pedroso Campos FUNDAMENTOS DA ADMINISTRAÇÃO Prof.: Daniela Pedroso Campos Objetivo Geral: Compreender o que é Administração, o que os administradores fazem e quais os princípios, as técnicas e as ferramentas que direcionam

Leia mais

Unidade II FUNDAMENTOS HISTÓRICOS, TEÓRICOS E METODOLÓGICOS DO SERVIÇO SOCIAL. Prof. José Junior

Unidade II FUNDAMENTOS HISTÓRICOS, TEÓRICOS E METODOLÓGICOS DO SERVIÇO SOCIAL. Prof. José Junior Unidade II FUNDAMENTOS HISTÓRICOS, TEÓRICOS E METODOLÓGICOS DO SERVIÇO SOCIAL Prof. José Junior O surgimento do Serviço Social O serviço social surgiu da divisão social e técnica do trabalho, afirmando-se

Leia mais

ORIENTAÇÕES SOBRE O CONTEÚDO DO PROJETO

ORIENTAÇÕES SOBRE O CONTEÚDO DO PROJETO ORIENTAÇÕES SOBRE O CONTEÚDO DO PROJETO ESCOLHA DO TEMA - Seja cauteloso na escolha do tema a ser investigado. Opte por um tema inserido no conteúdo programático da disciplina pela qual teve a maior aptidão

Leia mais

POSSIBILIDADES NA AÇÃO DIAGNÓSTICA PARA PESQUISA EXTERNA EM RELAÇÕES PÚBLICAS

POSSIBILIDADES NA AÇÃO DIAGNÓSTICA PARA PESQUISA EXTERNA EM RELAÇÕES PÚBLICAS POSSIBILIDADES NA AÇÃO DIAGNÓSTICA PARA PESQUISA EXTERNA EM RELAÇÕES PÚBLICAS Cleon Gostinski RESUMO Bacharel em Comunicação Social, Mestre em Administração de Empresas pela UFRGS; Docente da Faculdade

Leia mais

1 MINUTA DO PLANO DE COMUNICAÇÃO E PARTICIPAÇÃO SOCIAL

1 MINUTA DO PLANO DE COMUNICAÇÃO E PARTICIPAÇÃO SOCIAL 1 MINUTA DO PLANO DE COMUNICAÇÃO E PARTICIPAÇÃO SOCIAL 1.1 APRESENTAÇÃO O Plano de Comunicação e Participação Social subsidiará a elaboração do Plano Diretor de Mobilidade Urbana, criando as bases para

Leia mais

CIDADANIA: o que é isso?

CIDADANIA: o que é isso? CIDADANIA: o que é isso? Autora: RAFAELA DA COSTA GOMES Introdução A questão da cidadania no Brasil é um tema em permanente discussão, embora muitos autores discutam a respeito, entre eles: Ferreira (1993);

Leia mais

SITUAÇÃO DE PRODUÇÃO DA RESENHA NO ENSINO SUPERIOR

SITUAÇÃO DE PRODUÇÃO DA RESENHA NO ENSINO SUPERIOR RESENHA Neste capítulo, vamos falar acerca do gênero textual denominado resenha. Talvez você já tenha lido ou elaborado resenhas de diferentes tipos de textos, nas mais diversas situações de produção.

Leia mais

Wesley Vaz, MSc., CISA

Wesley Vaz, MSc., CISA Wesley Vaz, MSc., CISA Objetivos Ao final da palestra, os participantes deverão ser capazes de: Identificar e compreender os princípios do Cobit 5; Identificar e conhecer as características dos elementos

Leia mais

RESULTADOS E EFEITOS DO PRODOCÊNCIA PARA A FORMAÇÃO CONTINUADA DOS PROFESSORES DO INSTITUTO FEDERAL DE ALAGOAS RESUMO

RESULTADOS E EFEITOS DO PRODOCÊNCIA PARA A FORMAÇÃO CONTINUADA DOS PROFESSORES DO INSTITUTO FEDERAL DE ALAGOAS RESUMO RESULTADOS E EFEITOS DO PRODOCÊNCIA PARA A FORMAÇÃO CONTINUADA DOS PROFESSORES DO INSTITUTO FEDERAL DE ALAGOAS Elisabete Duarte de Oliveira e Regina Maria de Oliveira Brasileiro Instituto Federal de Alagoas

Leia mais

O CURRÍCULO NA PERSPECTIVA DO RECONSTRUCIONISMO SOCIAL

O CURRÍCULO NA PERSPECTIVA DO RECONSTRUCIONISMO SOCIAL O CURRÍCULO NA PERSPECTIVA DO RECONSTRUCIONISMO SOCIAL Resumo Fabiana Antunes Machado 1 - UEL/PR Rosana Peres 2 - UEL/PR Grupo de trabalho - Comunicação e Tecnologia Agência Financiadora: Capes Objetiva-se

Leia mais

Master in Management for Human Resources Professionals

Master in Management for Human Resources Professionals Master in Management for Human Resources Professionals Em colaboração com: Master in Management for Human Resources Professionals Em colaboração com APG Um dos principais objectivos da Associação Portuguesa

Leia mais

Experiência: Centro de Pesquisas do HCPA: inovando a gestão da pesquisa por meio de laboratórios compartilhados

Experiência: Centro de Pesquisas do HCPA: inovando a gestão da pesquisa por meio de laboratórios compartilhados Experiência: Centro de Pesquisas do HCPA: inovando a gestão da pesquisa por meio de laboratórios compartilhados Hospital de Clínicas de Porto Alegre Administração Central Responsável: Sérgio Carlos Eduardo

Leia mais

decisões tomadas. Euchner e Ries (2013) argumentam, entretanto, que é difícil implementar o planejamento tradicional e a previsão de resultados em

decisões tomadas. Euchner e Ries (2013) argumentam, entretanto, que é difícil implementar o planejamento tradicional e a previsão de resultados em 1 Introdução Não é recente a preocupação das empresas em buscar uma vantagem competitiva, de forma a gerar mais valor para os seus clientes do que os concorrentes por meio da oferta de produtos ou serviços

Leia mais

Comunicação Institucional. Curso de Administração SECAL Administração Mercadologica - 2. ano. Profa Msc Monalisa Rodrigues Zoldan

Comunicação Institucional. Curso de Administração SECAL Administração Mercadologica - 2. ano. Profa Msc Monalisa Rodrigues Zoldan Comunicação Institucional Curso de Administração SECAL Administração Mercadologica - 2. ano Profa Msc Monalisa Rodrigues Zoldan COMUNICAÇÃO INSTITUCIONAL É a estratégia de posicionamento da marca que define

Leia mais

Para a citação deste material como referência, favor seguir conforme abaixo:

Para a citação deste material como referência, favor seguir conforme abaixo: Para a citação deste material como referência, favor seguir conforme abaixo: ALVARELI, Luciani Vieira Gomes. Novo roteiro para elaboração do projeto de trabalho de graduação. Cruzeiro: Centro Paula Souza,

Leia mais

Aula 09 - Remuneração por competências: uma alavanca para o capital intelectual

Aula 09 - Remuneração por competências: uma alavanca para o capital intelectual Aula 09 - Remuneração por competências: uma alavanca para o capital intelectual Objetivos da aula: Estudar a remuneração por habilidades; Sistematizar habilidades e contrato de desenvolvimento contínuo.

Leia mais

Ensino da Estatística na Educação Básica: Ferramenta Computacional como proposta para o processo pedagógico

Ensino da Estatística na Educação Básica: Ferramenta Computacional como proposta para o processo pedagógico Ensino da Estatística na Educação Básica: Ferramenta Computacional como proposta para o processo pedagógico José Carlos Coelho Saraiva 1 GD6 Educação Matemática, Tecnologias Informáticas e Educação à Distância

Leia mais

REGIMENTO INTERNO DO NÚCLEO DE PÓS-GRADUAÇÃO, PESQUISA E EXTENSÃO DO INSTITUTO SALESIANO DE FILOSOFIA

REGIMENTO INTERNO DO NÚCLEO DE PÓS-GRADUAÇÃO, PESQUISA E EXTENSÃO DO INSTITUTO SALESIANO DE FILOSOFIA REGIMENTO INTERNO DO NÚCLEO DE PÓS-GRADUAÇÃO, PESQUISA E EXTENSÃO DO INSTITUTO SALESIANO DE FILOSOFIA CAPÍTULO I DO CONCEITO E OBJETIVOS Art. 1º. O Núcleo de Pós-Graduação, Pesquisa e Extensão, doravante

Leia mais

EXPLORANDO ALGUMAS IDEIAS CENTRAIS DO PARÂMETROS CURRICULARES NACIONAIS ENSINO FUNDAMENTAL. Giovani Cammarota

EXPLORANDO ALGUMAS IDEIAS CENTRAIS DO PARÂMETROS CURRICULARES NACIONAIS ENSINO FUNDAMENTAL. Giovani Cammarota UNIVERSIDADE FEDERAL DE VIÇOSA DEPARTAMENTO DE MATEMÁTICA PRÁTICA DE ENSINO DE MATEMÁTICA III EXPLORANDO ALGUMAS IDEIAS CENTRAIS DO PARÂMETROS CURRICULARES NACIONAIS ENSINO FUNDAMENTAL Giovani Cammarota

Leia mais

14 --------- Como redigir o projeto de pesquisa? 14. 1.2 Identificação

14 --------- Como redigir o projeto de pesquisa? 14. 1.2 Identificação 14 --------- Como redigir o projeto de pesquisa? 14. 1.2 Identificação Nesta primeira parte são apresentados os dados essenciais à identificação do projeto, quais sejam: a) título e subtítulo (se houver);

Leia mais

SNPTEE SEMINÁRIO NACIONAL DE PRODUÇÃO E TRANSMISSÃO DE ENERGIA ELÉTRICA GRUPO XV GRUPO DE ESTUDO DA GESTÃO DA TECNOLOGIA, DA INOVAÇÃO E DA EDUCAÇÃO

SNPTEE SEMINÁRIO NACIONAL DE PRODUÇÃO E TRANSMISSÃO DE ENERGIA ELÉTRICA GRUPO XV GRUPO DE ESTUDO DA GESTÃO DA TECNOLOGIA, DA INOVAÇÃO E DA EDUCAÇÃO SNPTEE SEMINÁRIO NACIONAL DE PRODUÇÃO E TRANSMISSÃO DE ENERGIA ELÉTRICA GTE 28 14 a 17 Outubro de 2007 Rio de Janeiro - RJ GRUPO XV GRUPO DE ESTUDO DA GESTÃO DA TECNOLOGIA, DA INOVAÇÃO E DA EDUCAÇÃO MODELO

Leia mais

Patrocínio Institucional Parceria Apoio

Patrocínio Institucional Parceria Apoio Patrocínio Institucional Parceria Apoio InfoReggae - Edição 70 A ONG brasileira está em crise? 06 de fevereiro de 2015 O Grupo AfroReggae é uma organização que luta pela transformação social e, através

Leia mais

POLÍTICA DE COMUNICAÇÃO E ENGAJAMENTO COM PÚBLICOS DE INTERESSE DAS EMPRESAS ELETROBRAS

POLÍTICA DE COMUNICAÇÃO E ENGAJAMENTO COM PÚBLICOS DE INTERESSE DAS EMPRESAS ELETROBRAS POLÍTICA DE COMUNICAÇÃO E ENGAJAMENTO COM PÚBLICOS DE INTERESSE DAS Versão 2.0 09/02/2015 Sumário 1 Objetivo... 3 1.1 Objetivos Específicos... 3 2 Conceitos... 4 3 Princípios... 5 4 Diretrizes... 5 4.1

Leia mais

CONSIDERAÇÕES SOBRE O PROCESSO DE ENSINO APRENDIZAGEM DO ESPORTE NA ESCOLA POR MEIO DE UM ESTUDO DE CASO

CONSIDERAÇÕES SOBRE O PROCESSO DE ENSINO APRENDIZAGEM DO ESPORTE NA ESCOLA POR MEIO DE UM ESTUDO DE CASO CONSIDERAÇÕES SOBRE O PROCESSO DE ENSINO APRENDIZAGEM DO ESPORTE NA ESCOLA POR MEIO DE UM ESTUDO DE CASO FINCK, Silvia Christina Madrid (UEPG) 1 TAQUES, Marcelo José (UEPG) 2 Considerações iniciais Sabemos

Leia mais

UNIVERSIDADE DO VALE DO RIO DOS SINOS - UNISINOS CIÊNCIAS DA COMUNICAÇÃO CURSO DE RELAÇÕES PÚBLICAS. Daniela Valdez Rodrigues

UNIVERSIDADE DO VALE DO RIO DOS SINOS - UNISINOS CIÊNCIAS DA COMUNICAÇÃO CURSO DE RELAÇÕES PÚBLICAS. Daniela Valdez Rodrigues UNIVERSIDADE DO VALE DO RIO DOS SINOS - UNISINOS CIÊNCIAS DA COMUNICAÇÃO CURSO DE RELAÇÕES PÚBLICAS Daniela Valdez Rodrigues A RELAÇÃO DO MARKETING DE RELACIONAMENTO COM RELAÇÕES PÚBLICAS São Leopoldo

Leia mais

PRÁTICA PROFISSIONAL INTEGRADA: Uma estratégia de integração curricular

PRÁTICA PROFISSIONAL INTEGRADA: Uma estratégia de integração curricular PRÁTICA PROFISSIONAL INTEGRADA: Uma estratégia de integração curricular Daiele Zuquetto Rosa 1 Resumo: O presente trabalho objetiva socializar uma das estratégias de integração curricular em aplicação

Leia mais

INFORMAÇÃO EM RELAÇÕES PÚBLICAS a pesquisa empírica em Portais Corporativos

INFORMAÇÃO EM RELAÇÕES PÚBLICAS a pesquisa empírica em Portais Corporativos INFORMAÇÃO EM RELAÇÕES PÚBLICAS a pesquisa empírica em Portais Corporativos Cláudia Peixoto de Moura Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul PUCRS E-mail: cpmoura@pucrs.br Resumo do Trabalho:

Leia mais

OFICINA DE LÍNGUA PORTUGUESA COMO MEDIAÇÃO DA EDUCAÇÃO PROFISSIONAL NOS CURSOS SUBSEQÜENTES DO IFRN - CAMPUS NATAL/CIDADE ALTA

OFICINA DE LÍNGUA PORTUGUESA COMO MEDIAÇÃO DA EDUCAÇÃO PROFISSIONAL NOS CURSOS SUBSEQÜENTES DO IFRN - CAMPUS NATAL/CIDADE ALTA OFICINA DE LÍNGUA PORTUGUESA COMO MEDIAÇÃO DA EDUCAÇÃO PROFISSIONAL NOS CURSOS SUBSEQÜENTES DO IFRN - CAMPUS NATAL/CIDADE ALTA Dayvyd Lavaniery Marques de Medeiros Professor do IFRN Mestrando do PPGEP

Leia mais