Ser jornalista no Brasil Identidade profissional e formação acadêmica

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "Ser jornalista no Brasil Identidade profissional e formação acadêmica"

Transcrição

1 Ser jornalista no Brasil Identidade profissional e formação acadêmica

2 Fernanda Lima Lopes Ser jornalista no Brasil Identidade profissional e formação acadêmica

3 Direção editorial: Claudiano Avelino dos Santos Produção editorial: AGWM Artes Gráficas Impressão e acabamento: PAULUS Dados Internacionais de Catalogação na Publicação (CIP) (Câmara Brasileira do Livro, SP, Brasil) Lopes, Fernanda Lima Ser jornalista no Brasil : identidade profissional e formação acadêmica / Fernanda Lima Lopes. São Paulo : Paulus, (Coleção Temas de Comunicação) Bibliografia. ISBN Comunicação de massa 2. Imprensa 3. Jornalismo 4. Jornalismo Brasil História 5. Jornalismo como profissão I. Título. II. Série CDD-079 Índices para catálogo sistemático: 1. Jornalismo 079 1ª- Edição, 2013 PAULUS 2013 Rua Francisco Cruz, São Paulo (Brasil) Tel. (11) Fax (11) editorialpaulus.com.br ISBN

4 Índice Introdução... 7 Primeira Parte CONCEITOS PARA ESTUDAR A IDENTIDADE JORNALÍSTICA Conceitos de identidade Conceitos de jornalismo Dimensão gnoseológica dimensão político-discursiva: o caráter retórico do jornalismo dimensão formal-funcional: a atualidade e a periodicidade Segunda Parte JORNALISTAS NO BRASIL: UMA VISÃO CRONOLÓGICA SOBRE ENSINO E PROFISSÃO Primórdios do ensino de jornalismo no Brasil : Primeiras ideias, discussões e iniciativas : Momento de profissionalização do jornalismo... 67

5 4. Jornalista formado: obrigatoriedade do diploma e formação universitária nas décadas de 1960 a O diploma se torna obrigatório O curso de comunicação e o jornalismo como habilitação Saberes, valores e fazeres do jornalismo da ditadura à democratização Discussão sobre o diploma na década de 1980: polarização Jornalismo: ensino superior e cenário profissional na transição do século XX para o XXI Posições e opiniões sobre a formação do jornalista Profissão e mercado de trabalho para o jornalista no Brasil Identidade jornalística no mundo das tecnologias digitais Terceira Parte O JORNALISTA CONTEMPORÂNEO EM PAUTA: ANÁLISE DOS DEBATES DO INÍCIO DO SÉCULO XXI SOBRE DIPLOMA E FORMAÇÃO UNIVERSITÁRIA NO BRASIL discussões contemporâneas sobre a obrigatoriedade do diploma Estratégias retóricas na disputa judicial sobre o diploma Construção identitária pela exploração retórica do ethos As primeiras diretrizes curriculares para o curso de jornalismo no Brasil ALGUMAS PALAVRAS FINAIS REFERÊNCIAS LISTA DE ABREVIATURAS

6 Introdução Quem pode ser identificado como jornalista no Brasil, hoje? Certamente aquele homem na televisão, trajado de terno e gravata, com expressão de seriedade, sentado atrás de uma bancada, falando sobre o atentado terrorista do outro lado do mundo. E também aquele outro, igualmente engrava tado, direcionando o microfone e fazendo perguntas ao deputado acusado de corrupção. E ainda aquele amontoado de pessoas umas carregando gravadores; outras, câmeras de filmar; outras, máquinas fotográficas superpoderosas no estádio de futebol, em volta de um técnico que acaba de perder a copa do mundo. É fácil listá-los entre os que trabalham com jornalismo no rádio, na televisão, nos jornais impressos, nas revistas, nos sites e portais de informação na internet. São repórteres, edito res, redatores, fotógrafos, cinegrafistas, colunistas, chefes de redação, âncoras, produtores... Essa lista é uma resposta medianamente satisfatória à pergunta quem é jornalista?, pois, apoiando-se em funções e atividades laborais, reverbera convicções hegemonicamente difundidas e socialmente partilhadas acerca da(s) imagem(ns) sustentada(s) por esses indi víduos agrupados sob o rótulo de jornalistas. Os exemplos, no entanto, são apenas um reflexo pálido daquilo que o senso comum não teria dificuldade em definir como jornalismo, mas não respondem conceitualmente à pergunta sobre a identi dade do jornalista no Brasil contemporâneo. 7 Ser jornalista no Brasil

7 8 Minha busca por respostas acerca da identidade de um grupo de agentes sociais que ocupa um lugar privilegiado no ambiente midiático tem raízes em minha própria trajetória como jornalista. Quando terminei a faculdade, amigos e parentes faziam brincadeiras, dizendo que, em breve, iriam me ver na televisão! Eu não havia definido exatamente o que faria, mas saí à procura do meu primeiro emprego e de minha autonomia financeira. A realidade brasileira dos primeiros anos do século XXI deixava transparecer algumas consequências negativas da implementação de um modelo econômico neoliberal, como, por exemplo, a informalidade e as altas taxas de desemprego em vários setores. Especificamente na área de jornalismo, os meios de comunicação tradicionais (principais jornais, rádios e redes de televisão) não pareciam muito interessados em abrir vagas de forma significativa. Ouvia-se dizer de novos campos em mídias menores, como jornais de bairro e rádios comunitárias. Em geral, ofereciam muitas chances de aplicar os conhecimentos acadêmicos, mas não representavam retornos suficientes para o início de uma vida financeiramente independente. Outros espaços bastante disputados eram as assessorias de imprensa, pouco reconhecidas entre os parentes e amigos da jornalista recém- -formada, mas bastante promissoras em termos de emprego. As possibilidades de trabalho jornalístico com a internet ainda pareciam ser um campo nebuloso, sem perspectivas rentáveis muito concretas naquele momento, mas, em menos de dez anos, esse cenário já estaria reconfigurado. Outro fator de dificuldade no mercado de trabalho dessa época, e que tenderia a ficar ainda mais evidente, era a enorme concorrência entre os profissionais. Junto comigo, centenas de novos jornalistas concluíam a graduação a cada semestre no Brasil. As cidades grandes, capitais e regiões metropolitanas estavam ficando abarrotadas de profissionais bem-qualificados e cheios de títulos, cursos e aperfeiçoamentos. A busca por um diferencial tornara-se exigência implícita. Em cidades de pequeno e médio porte, poucas organizações possuíam departamentos de comunicação ou algum serviço de assessoria, não oferecendo vagas para jornalistas em seus quadros. A imprensa

8 (se houvesse), quase sempre de um único dono ligado a interesses políticos, dava emprego a pessoas não formadas, geralmente apenas com o ensino médio (o antigo 2º- grau), gente da antiga ou celebridades regionais, conhecidas apenas em pequenos círculos sociais das redondezas. Em cidades como essas, apenas um ou outro veículo de comunicação começava a contratar jornalistas formados, mantendo, muitas vezes, o salário bastante abaixo do piso da categoria estabelecido pelo sindicato. Quem não quisesse aceitar a remuneração, que fosse embora (como eu fiz em uma emissora de TV do interior mineiro, que me ofereceu trabalho de quarenta horas semanais em troca de experiência e salário zero). Mesmo diante desse quadro, eu acompanhava a abertura de mais cursos de comunicação em faculdades particulares de cidades médias e pequenas. Em meio às inquietações pessoais e refletindo sobre o presente e o futuro da profissão que eu escolhera, decidi desenvolver uma pesquisa acadêmica sobre o assunto, dedicando-me a abordar mais sistematicamente as observações que eu vinha fazendo nos últimos anos. Tal investigação foi desenvolvida ao longo de seis anos 1, na Escola de Comunicação da Universidade Federal do Rio de Janeiro. Ali pude estreitar, em meu próprio trabalho, as relações inseparáveis que são travadas pelo pensar e pelo fazer; busquei engendrar teoria e prática, fazendo-as inter-relacionar e produzir bons frutos tanto para um lado quanto para outro. Sem prolongar o relato de minha trajetória e escapando de fazer desta introdução uma espécie de autobiografia, ressalto que a descrição de trechos de minha experiência profissional teve como objetivo pintar um quadro sobre a vida de muitos jornalistas contemporâneos a mim, além de ilustrar mudanças de âmbito macrossociológico no que diz respeito ao jornalismo no Brasil no início do século XXI. Nesta publicação, que abarca parte dos resultados das pesquisas que realizei, procuro, acima de tudo, trazer a público o 9 Ser jornalista no Brasil 1. As reflexões deste livro têm como pano de fundo os estudos encadeados por dois grandes projetos acadêmicos: uma dissertação de mestrado (2007) e uma tese de doutorado (2012).

9 10 amadurecimento de reflexões sobre a temática dos jornalistas brasileiros da contemporaneidade. Editar um volume construído a partir do conteúdo de dois trabalhos acadêmicos foi uma opção que permitiu articular um fio condutor comum, além de estratégia que possibilitou costurar ideias que foram aprimoradas nesse percurso. Depois de releituras e revisões, optei por dividir este livro em três partes: a primeira, de cunho mais teórico, que vai trabalhar com os conceitos de jornalismo e de identidade; a segunda, que obedece a uma ordem cronológica de processos envolvendo o ensino de jornalismo e a profissionalização dessa atividade no Brasil; e a última, que trata de questões relativas à formação do jornalista na primeira década do século XXI, incluindo a polêmica sobre a obrigatoriedade do diploma de jornalismo. O eixo do ensino tem figurado como mote temático para pesquisas empíricas que venho realizando no meu percurso acadêmico 2. Imagens, representações, sentidos, crenças acerca dos traços identitários do jornalista reverberaram nas vozes de diferentes atores sociais que se envolvem em debates sobre esse teor. Com efeito, tanto diploma quanto o próprio curso superior estão cercados de instabilidades no que diz respeito à força deles na construção da identidade dos jornalistas brasileiros. Este livro demonstra que, ao longo da história da imprensa no país, esses dois elementos foram postos em xeque durante situações de questionamento, reformas educacionais e curriculares, investidas políticas e jurídicas em torno deles; enfim, momentos que refletem oscilações no poder simbólico de ambos nos processos identitários desse grupo. É curioso notar que, ao contrário de algumas profissões tradicionais como as de médico, advogado, engenheiro, as prerrogativas profissionais do bacharel em jornalismo estão constantemente sob tensão, sendo insistentemente problematizadas. Tal observação levou, então, às seguintes reflexões: 2. Minha pesquisa de doutorado focalizou tanto a polêmica do diploma de jornalista quanto a proposta das primeiras diretrizes curriculares específicas para o curso de jornalismo. Já a investigação do mestrado analisou materiais recolhidos para as discussões sobre Conselho Federal de Jornalismo.

10 por que a formação acadêmica do jornalista é tão questionada? Ora, de modo geral, em qualquer área de saber ou atividade profissional um diplomado é mais bem visto e tem mais credibilidade que um técnico. Aquele que cola grau recebe um título, um do cumento proveniente de uma instituição, a qual reconhece e atesta que ele passou por uma formação capaz de lhe dar competência para atuar na profissão escolhida. O diploma e o curso superior têm, portanto, uma reconhecida autoridade. Entretanto, no caso do jornalismo, o questionamento sobre a necessidade (ou não) da posse de um diploma para exercer o ofício, bem como o teor da formação para esse profissional são assuntos extremamente controversos. É intrigante pensar que o mesmo tipo de polêmica não ocorre em outros campos profissionais para os quais a formação superior é tida como essencial. Mas, afinal, por que isso sucede? Qual o sentido dessa discussão? Quais são os fatores e motivos que fazem com que o debate tenha se configurado de uma dada maneira e não de outra? Em países como França, Inglaterra, Portugal e Estados Unidos, não obstante se embasem em modelos diferentes de jornalismo, o diploma para o exercício profissional não é exigido, embora as universidades possuam cursos de jornalismo e participem de discussões sobre essa formação acadêmica. Quais são, então, as diferenças do Brasil para esses países? O que torna a questão do diploma e do curso superior tão pronunciada no cenário nacional? Que fatores contribuem para que esse conflito seja tão intenso e insistente? E mais especificamente: quais foram as formas assumidas pelo debate no país desde o início do século XX até o começo do XXI? O que, em cada época, contribuiu para que o ensino do jornalismo tenha suscitado tanta polêmica? Em suma: por que e como a questão do diploma e do curso superior de jornalismo constitui um problema no Brasil? A investigação acerca dos processos de construção de identidades profissionais é um caminho promissor na busca de respostas para tais perguntas. No Brasil, um fenômeno crucial para se entender a produção de sentidos para as relações 11 Ser jornalista no Brasil

11 12 trabalhistas e para os próprios trabalhadores é o corporativismo, profundamente marcado pela trajetória da intervenção do Estado nas relações sociais de trabalho (Boschi, 1991; Castro, 1991; Santos, 1994). Neste livro, ficará em evidência que as entidades de classe dos jornalistas, desde que nasceram, esti veram imersas nas discussões sobre educação especializada para essa categoria profissional. Além disso, os vínculos associativos contribuíram para que, em alguns momentos, determinadas posturas e discursos diante das questões do diploma e do ensino estivessem atreladas a outros processos de construção identitária. Nesse sentido, a noção de corporativismo, ainda que não seja tratada diretamente, vai permanecer subjacente ao presente esforço em observar atores, discursos e contextos que ajudem a explicar por que o jornalista brasileiro acabou se forjando de determinado modo e não de outro. Além dos sindicatos, muitos outros atores sociais ajudam a constituir a identidade do jornalista. Sendo o diploma um mecanismo de autoridade que confere às universidades e à comunidade acadêmica o poder de definir perfis ao formar os jornalistas, entram em tensão outros grupos do mercado de trabalho, do poder público, dos empresários da mídia; enfim, outros atores sociais que também querem ter algum poder e acesso à construção de um profissional com um capital simbólico tão importante na sociedade. Em relação ao diploma, durante os quarenta anos compreendidos entre 1969 e 2009, a lei brasileira definiu que apenas os graduados em jornalismo poderiam exercer o ofício de jornalista. O mecanismo legal investiu, pois, o diploma de significativo peso na definição de quem podia ou não ser reconhecido como membro daquele grupo. Contudo, à parte a força da lei, muitos continuaram a considerar que diploma não era decisivo para a identificação dos jornalistas, ou seja, o Decreto 972/69 firmou momentaneamente uma das estacas na borda da fronteira, mas não apagou nem conteve a polêmica. Assim, mais uma vez os questionamentos surgem: por que a necessidade do diploma traz tanta controvérsia quando se trata dos jornalistas enquanto isso não sucede com algumas outras categorias profissionais?

12 Acredita-se que isso sucede porque, em primeiro lugar, a medicina e as engenharias, profissões das áreas de biológicas e exatas respectivamente, estão amplamente ancoradas em uma tradição cientificista que prima pela valorização dos cálculos, dos números, das estatísticas, dos experimentos comprovados em laboratório. Já o jornalismo, discursa sobre o cotidiano do mundo e, vivenciado no cotidiano do público, não apresenta essa aura científica. Para grande número de pessoas é difícil enxergar o jornalismo como uma ciência, porque ele, ainda que trate de temas científicos ou de fatos distantes, está perto das pessoas e promove um jeito aparentemente simples de aproximação com a realidade. Não obstante essa característica que faz o jornalismo soar como não científico, há um grupo de pesquisadores empenhado em demonstrar que existe especificidade científica do conhecimento jornalístico. Tal posição não encontra consenso na comunidade acadêmica nem no senso comum. Os que acreditam nisso fazem um esforço ferrenho para defender sua posição. Um dos maiores desafios para se sustentar a ideia da cientificidade do jornalismo repousa sobre o fato de que a comunicação, duplamente ferramenta e produto do trabalho do jornalista, é inerente ao ser humano. A princípio, ninguém precisa fazer um curso para ser capaz de se comunicar ou de fazer um relato sobre o que viu ou ouviu. É nessa linha de raciocínio que se desenvolve o argumento dos que dizem que não é preciso diploma para se exercer o jornalismo. Estes acreditam que uma pessoa bem informada, culta, que lê muito e tem habilidade com a escrita tem qualidades suficientes para exercer a profissão. A discussão sobre os argumentos favoráveis ou contrários ao diploma é longa, cheia de pesos e contrapesos. Ela perpassa toda a história da formação universitária do jornalista, tendo apresentado, ao longo do tempo, uma vasta gama de argumentos, posicionamentos, interesses, envolvimento de atores sociais, movimentações estratégicas, deslocamentos de opiniões. Como se verá ao longo deste livro, sobretudo na segunda parte, desde o alvorecer das ideias de se criar escolas de jornalismo 13 Ser jornalista no Brasil

13 14 existe uma disputa entre os favoráveis à formação superior específica e aqueles que creem que o jornalista não se faz nos bancos da escola, mas sim no ofício diário. Tudo isso será desenvolvido aos poucos e a apresentação sistemática das disputas será retomada em outra oportunidade. Por ora, o que se pretende mostrar é que, em face de atividades profissionais como a medicina e a engenharia, a crença na cientificidade ou no monopólio de saberes associado à posse do diploma é, para o jornalismo, uma questão problemática e controversa. Para além do embate sobre o diploma, as discussões estão amplificadas no que concerne à formação escolar dos jornalistas, de um modo geral. Existe um vigoroso e perene ânimo para se opinar sobre o que seria bom para a edu cação desses trabalhadores de viés mais intelectual. A tensão entre teoria e prática e eventuais acirramentos de um antagonismo que não deveria existir é o ponto nevrálgico que perpassa toda a história do ensino de jornalismo no Brasil. De maneira abrangente e rápida, é aceitável afirmar que, embora haja diversas nuances e complexidades, os conflitos revelam uma tensão entre as correntes que tendem a valorizar uma formação mais humanística, filosófica e abrangente e as que dão mais ênfase aos fazeres jornalísticos, privilegiando o ensino das práticas e mesmo teorizando sobre elas. Tanto na polêmica do diploma quanto nos debates sobre o curso superior existe uma variedade de posicionamentos, além de diferentes atores sociais que opinam sobre os aspectos particulares concernentes a cada um deles. Sem esquecer que muitos critérios concorrem para o reconhecimento da atividade de jornalismo e, consequentemente, dos jornalistas no país, esses dois momentos foram escolhidos para serem privilegiados neste livro. Ambos representam balizadores relevantes para a construção de certa imagem para o jornalista brasileiro (às vezes fragilizados por questionamentos). Mas, mais do que isso, diploma e ensino superior são instâncias que conseguiram aglomerar, em diferentes circunstâncias, discussões frutíferas acerca dessa mesma identidade. Exatamente por isso é que se apresentaram como ricos campos de análise das tensões e

14 movimentos que não se restringiram às temáticas do canudo e da formação universitária, mas que abarcaram variados sentidos que rodeiam e perpassam a identidade do jornalista brasileiro. Em virtude disso, podem ser considerados mais arena do que atores nas lutas em torno dos sentidos para os jornalistas e, em grande medida, para a própria atividade jornalística no país. É válido pontuar que a dimensão conflituosa não torna o diploma e o curso superior objetos de estudo menos nobres quando se tem em vista uma pesquisa sobre identidade. Pelo contrário, tal como mostra George Simmel (1964), o conflito deve ser tomado positivamente pelo pesquisador cujas preocupações se voltam para os modos como um grupo constitui suas fronteiras. Assim, considera-se que são extremamente estimulantes à investigação as situações em que os sentidos que permeiam a identidade desse profissional estão em disputa. Como se verá desenvolvido nos capítulos, há momentos em que a constante tensão dá lugar a embates mais acirrados, seja por força de fatos históricos, seja por influência de atores sociais. Nesses momentos, ficam mais evidentes os valores, representações, memórias e outros elementos de construção identitária, o que é oportuno para a pesquisa e análise. Não é demais colocar em destaque o fato de que, embora haja uma clara opção pelo eixo da formação nesta reflexão crítica sobre a identidade do jornalista brasileiro, âmbitos além do educacional estão invariavelmente envolvidos na construção de saberes e conhecimentos em jornalismo. Mesmo que a coluna vertebral do texto deste livro seja o ensino, vale deixar claro que tal opção metodológica não exclui, de modo algum, o âmbito dos fazeres, que pode se relacionar à empresa jornalística tradicional (televisão, rádio, jornal, revistas etc.) ou a qualquer espaço, até mesmo virtual, em que aparece algum tipo de atuação jornalística. Também considera o âmbito em que os jornalistas se organizam, por exemplo, suas associações de classes, incluindo, para efeito de análise mais sistemática, sindicatos tanto patronais como de empregados. Abarca, ainda, uma esfera mais ampla, que é a própria sociedade. É imprescindível que se considerem alguns atores desse espaço onde os 15 Ser jornalista no Brasil

15 16 produtos jornalísticos circulam e, ao mesmo tempo, onde o jornalista se relaciona com suas fontes e com outros atores sociais com quem estabelece vínculos de poder. É preciso fazer outro esclarecimento vital para que as reflexões deste trabalho sejam compreendidas de modo amplo, pois assim foram elaboradas. Mesmo tratando de temas polêmicos, como os casos da obrigatoriedade do diploma e das diretrizes curriculares para o curso de jornalismo, as pesquisas que embasam esta publicação nunca se destinaram a tomar partido nos debates. Isso porque aprofundar a discussão sobre diploma e curso superior tendo em vista a investigação da identidade jornalística não significa enveredar pela argumentação que defenda ou ataque pontos de vista, mas mostrar como, por que, por quem, com que propósitos, sob que condições são construídas as diferentes e variadas opiniões sobre a formação do jornalista no Brasil. Como lembra Pierre Bourdieu (1996), o conhecimento sociológico alerta sobre o fato de que não há gratuidade ou arbitrariedade naquilo que os agentes sociais realizam, isto é, seus atos, suas condutas têm uma razão de ser. Assim, quando um pesquisador se propõe a entender a identidade de um agente social, deve cuidar de investigar razões, interesses e motivações que estão para além daquilo que é tornado explícito nas falas ou nas formas óbvias de apresentação de si. Para isso, deve exercer um esforço analítico que seja capaz de superar a situação de illusio presente nos jogos sociais, ou seja, posicionar-se de modo que não caia na tentação de assumir um compromisso com a causa pleiteada pelo indivíduo ou grupo em questão, mas detectar os modos e situações em que ações, interações e dizeres operam na construção das fronteiras identitárias. A proposta de revisão das diretrizes curriculares, em 2008, e a elaboração delas em 2009, bem como o fim da obrigatoriedade do diploma de jornalista, em 2009, são definições concretas para o campo jornalístico e também para os jornalistas. A complexidade da teia em que se emaranham tais fenômenos abrange jogos de poder e interações entre diferentes agentes sociais, os quais estão permeados de imagens, entendimentos,

16 crenças, posturas, aproximações e distanciamentos em relação ao universo jornalístico já objetivados e naturalizados por esses mesmos jogos de poder e interações sociais. Ao mesmo tempo, novos entendimentos, crenças, posturas, sentidos vão sendo produzidos e negociados no momento da interação e nas dinâmicas das relações de poder que estão em jogo. Os jogos sociais, segundo Bourdieu (1996), abrigam os participantes, e estes, na medida em que estão completamente imersos no jogo, crendo na importância e na validade daquele jogo e seguindo as regras sem contestá-las, estão vivenciando a illusio, que nada mais é que essa ausência de questionamento. Numa situação de illusio nada soa estranho, tudo parece muito evidente, e a coerência das atitudes, das estratégias, reside em funcionar em consonância com as regras do jogo. Assim, os habitantes da Jornalistolândia estão convencidos dos papéis que representam, das bandeiras que levantam, das causas que defendem, ainda que se posicionem em polos contrários no embate de opiniões. No esforço metodológico de olhar para os discursos dos atores sociais em disputa na questão do diploma de jornalista, a percepção dos gestos e falas movidos por interesses conscientes deve vir acompanhada do cuidado em perceber aquilo que está para além do cálculo racional, ou seja, aquilo que está dissolvido na illusio, mas que também funciona como motivador das estratégias dos agentes. E, nesse movimento, certamente a preocupação histórica, que busca conexões contextuais e causais, dá sua contribuição teórica e metodológica para que congruências e permanências, bem como rupturas e transformações graduais, sejam compreendidas. Como se sabe, esses agentes sociais ocupam um lugar privilegiado no ambiente midiático. A mídia, por sua vez, em todas as manifestações discursivas, tecnológicas, exerce um papel central de organização e significação social no mundo contem - porâneo. No Brasil e no mundo, já não se pode dissociar a vida das cidades e grande parte das formas de relacionamento humano dos meios de comunicação (tradicionais e novos). É o quarto bios, organização da sociedade em que as relações 17 Ser jornalista no Brasil

17 18 estão configuradas com base em tecnointerações e sob a força propulsora e dominadora do mercado (Sodré, 2002). Este livro aborda temáticas que são caras ao campo da comunicação. Ao expor partes de pesquisas realizadas sobre esse agente específico o jornalista, também abrange processos comunicativos mais amplos. Sabemos que o jornalista possui um poder de fala que, de algum modo, lhe foi outorgado. O discurso que ele faz circular nos meios de comunicação e na sociedade está autorizado a ocupar o lugar que tem; e, mais do que isso, é esperado dos jornalistas que eles produzam esse mesmo discurso. Ao estudar a identidade do jornalista brasileiro contemporâneo, o presente texto também acaba promovendo, em algum momento, reflexões acerca dos processos de produção, troca, circulação simbólica no espaço social e das mudanças culturais encabeçadas pelas transformações nos sistemas comunicativos. Nesse sentido, entender quem são os jornalistas também ajuda a compreender o que eles fazem, como eles fazem e que significado esse fazer possui para a sociedade em que vivemos.

Marx, Durkheim e Weber, referências fundamentais

Marx, Durkheim e Weber, referências fundamentais INTRODUÇÃO À sociologia Marx, Durkheim e Weber, referências fundamentais introdução à S Maura Pardini Bicudo Véras O CIO LO GIA Marx, Durkheim e Weber, referências fundamentais Direção editorial Claudiano

Leia mais

Proposta Curricular do Estado de São Paulo para a Disciplina de Sociologia

Proposta Curricular do Estado de São Paulo para a Disciplina de Sociologia Proposta Curricular do Estado de São Paulo para a Disciplina de Ensino Médio Elaborar uma proposta curricular para implica considerar as concepções anteriores que orientaram, em diferentes momentos, os

Leia mais

PROJETO POLÍTICO-PEDAGÓGICO: CONSTRUÇÃO COLETIVA DO RUMO DA ESCOLA

PROJETO POLÍTICO-PEDAGÓGICO: CONSTRUÇÃO COLETIVA DO RUMO DA ESCOLA PROJETO POLÍTICO-PEDAGÓGICO: CONSTRUÇÃO COLETIVA DO RUMO DA ESCOLA Luís Armando Gandin Neste breve artigo, trato de defender a importância da construção coletiva de um projeto político-pedagógico nos espaços

Leia mais

A FORMAÇÃO DE SUJEITOS CRÍTICOS NO ENSINO SUPERIOR: UM POSSÍVEL CAMINHO PARA A TRANSFORMAÇÃO SOCIAL. Marijara de Lima Monaliza Alves Lopes

A FORMAÇÃO DE SUJEITOS CRÍTICOS NO ENSINO SUPERIOR: UM POSSÍVEL CAMINHO PARA A TRANSFORMAÇÃO SOCIAL. Marijara de Lima Monaliza Alves Lopes A FORMAÇÃO DE SUJEITOS CRÍTICOS NO ENSINO SUPERIOR: UM POSSÍVEL CAMINHO PARA A TRANSFORMAÇÃO SOCIAL Marijara de Lima Monaliza Alves Lopes FACULDADE ALFREDO NASSER INSTITUTO SUPERIOR DE EDUCAÇÃO III PESQUISAR

Leia mais

FORMAÇÃO PEDAGÓGICA DE DOCENTES NO ENSINO SUPERIOR

FORMAÇÃO PEDAGÓGICA DE DOCENTES NO ENSINO SUPERIOR FORMAÇÃO PEDAGÓGICA DE DOCENTES NO ENSINO SUPERIOR As transformações sociais no final do século passado e início desse século, ocorridas de forma vertiginosa no que diz respeito aos avanços tecnológicos

Leia mais

O advento das mídias sociais digitais e o mercado de trabalho para o profissional de relações públicas

O advento das mídias sociais digitais e o mercado de trabalho para o profissional de relações públicas O advento das mídias sociais digitais e o mercado de trabalho para o profissional de relações públicas Julie Caroline de Alcântara Universidade do Sagrado Coração, Bauru/SP E-mail: juliealcantara.31@gmail.com

Leia mais

REFORMA UNIVERSITÁRIA: contribuições da FENAJ, FNPJ e SBPJor. Brasília, outubro de 2004

REFORMA UNIVERSITÁRIA: contribuições da FENAJ, FNPJ e SBPJor. Brasília, outubro de 2004 REFORMA UNIVERSITÁRIA: contribuições da FENAJ, FNPJ e SBPJor Brasília, outubro de 2004 FEDERAÇÃO NACIONAL DOS JORNALISTAS FENAJ http://www.fenaj.org.br FÓRUM NACIONAL DOS PROFESSORES DE JORNALISMO - FNPJ

Leia mais

PROPOSTA DE EMENDA À CONSTITUIÇÃO Nº, DE 2009

PROPOSTA DE EMENDA À CONSTITUIÇÃO Nº, DE 2009 PROPOSTA DE EMENDA À CONSTITUIÇÃO Nº, DE 2009 Acrescenta o art. 220-A à Constituição Federal, para dispor sobre a exigência do diploma de curso superior de comunicação social, habilitação jornalismo, para

Leia mais

DA TEORIA À PRÁTICA: UMA ANÁLISE DIALÉTICA

DA TEORIA À PRÁTICA: UMA ANÁLISE DIALÉTICA DA TEORIA À PRÁTICA: UMA ANÁLISE DIALÉTICA JURUMENHA, Lindelma Taveira Ribeiro. 1 Universidade Regional do Cariri URCA lindelmafisica@gmail.com FERNANDES, Manuel José Pina 2 Universidade Regional do Cariri

Leia mais

1 O texto da Constituição Federal de 1988 diz: Art. 7. São direitos dos trabalhadores urbanos e

1 O texto da Constituição Federal de 1988 diz: Art. 7. São direitos dos trabalhadores urbanos e 1 Introdução A presente pesquisa tem como objeto de estudo a inserção da pessoa com deficiência física no mercado de trabalho. Seu objetivo principal é o de compreender a visão que as mesmas constroem

Leia mais

difusão de idéias AS ESCOLAS TÉCNICAS SE SALVARAM

difusão de idéias AS ESCOLAS TÉCNICAS SE SALVARAM Fundação Carlos Chagas Difusão de Idéias dezembro/2006 página 1 AS ESCOLAS TÉCNICAS SE SALVARAM Celso João Ferretti: o processo de desintegração da educação atingiu em menor escala as escolas técnicas.

Leia mais

CENTRO BRASILEIRO DE REFERÊNCIA EM TECNOLOGIA SOCIAL INSTITUTO DE TECNOLOGIA SOCIAL

CENTRO BRASILEIRO DE REFERÊNCIA EM TECNOLOGIA SOCIAL INSTITUTO DE TECNOLOGIA SOCIAL CENTRO BRASILEIRO DE REFERÊNCIA EM TECNOLOGIA SOCIAL INSTITUTO DE TECNOLOGIA SOCIAL Curso: Tecnologia Social e Educação: para além dos muros da escola Resumo da experiência de Avaliação do Programa "Apoio

Leia mais

Fragmentos do Texto Indicadores para o Desenvolvimento da Qualidade da Docência na Educação Superior.

Fragmentos do Texto Indicadores para o Desenvolvimento da Qualidade da Docência na Educação Superior. Fragmentos do Texto Indicadores para o Desenvolvimento da Qualidade da Docência na Educação Superior. Josimar de Aparecido Vieira Nas últimas décadas, a educação superior brasileira teve um expressivo

Leia mais

FORMAÇÃO PLENA PARA OS PROFESSORES

FORMAÇÃO PLENA PARA OS PROFESSORES Fundação Carlos Chagas Difusão de Idéias dezembro/2006 página 1 FORMAÇÃO PLENA PARA OS PROFESSORES Bernardete Gatti: o país enfrenta uma grande crise na formação de seus professores em especial, de alfabetizadores.

Leia mais

Projeto Pedagógico Institucional PPI FESPSP FUNDAÇÃO ESCOLA DE SOCIOLOGIA E POLÍTICA DE SÃO PAULO PROJETO PEDAGÓGICO INSTITUCIONAL PPI

Projeto Pedagógico Institucional PPI FESPSP FUNDAÇÃO ESCOLA DE SOCIOLOGIA E POLÍTICA DE SÃO PAULO PROJETO PEDAGÓGICO INSTITUCIONAL PPI FUNDAÇÃO ESCOLA DE SOCIOLOGIA E POLÍTICA DE SÃO PAULO PROJETO PEDAGÓGICO INSTITUCIONAL PPI Grupo Acadêmico Pedagógico - Agosto 2010 O Projeto Pedagógico Institucional (PPI) expressa os fundamentos filosóficos,

Leia mais

O SERVIÇO SOCIAL NA UNIVERSIDADE CASTELO BRANCO: ENSINO, PESQUISA E EXTENSÃO NA CONSTRUÇÃO DE UM PROJETO DE CIDADANIA.

O SERVIÇO SOCIAL NA UNIVERSIDADE CASTELO BRANCO: ENSINO, PESQUISA E EXTENSÃO NA CONSTRUÇÃO DE UM PROJETO DE CIDADANIA. O SERVIÇO SOCIAL NA UNIVERSIDADE CASTELO BRANCO: ENSINO, PESQUISA E EXTENSÃO NA CONSTRUÇÃO DE UM PROJETO DE CIDADANIA. Profa. Elizabeth Rodrigues Felix 1 I- INTRODUÇÃO Com dezoito anos de existência, o

Leia mais

RICARDO JORGE PINTO: «O jornalista vai perder o monopólio da informação»

RICARDO JORGE PINTO: «O jornalista vai perder o monopólio da informação» RICARDO JORGE PINTO: «O jornalista vai perder o monopólio da informação» José Lapa 3º Ano do Curso de Comunicação Social Ricardo Jorge Pinto, Director do Expresso para a região norte, veio à ESEV proferir

Leia mais

Precisamos fortalecer cada vez mais nossa profissão. Através dos conselhos e de uma nova regulamentação!

Precisamos fortalecer cada vez mais nossa profissão. Através dos conselhos e de uma nova regulamentação! Resultado da pesquisa feita no dia 10/03/2014, através do Site do Conselho Regional de Relações Públicas 4ª Região, a respeito da Lei 6601/13. Foi disponibilizado uma enquete, com a seguinte pergunta:

Leia mais

Módulo 1. Introdução. 1.1 O que é EAD?

Módulo 1. Introdução. 1.1 O que é EAD? Módulo 1. Introdução Cada vez mais o mundo social e do trabalho necessitam de sujeitos capazes de fazer a diferença através de suas ações e atitudes. A utilização do ambiente virtual, como meio de interação

Leia mais

Desigualdade e desempenho: uma introdução à sociologia da escola brasileira

Desigualdade e desempenho: uma introdução à sociologia da escola brasileira Desigualdade e desempenho: uma introdução à sociologia da escola brasileira Maria Lígia de Oliveira Barbosa Belo Horizonte, MG: Argvmentvm, 2009, 272 p. Maria Lígia de Oliveira Barbosa, que há algum tempo

Leia mais

FORMAÇÃO DOCENTE: ASPECTOS PESSOAIS, PROFISSIONAIS E INSTITUCIONAIS

FORMAÇÃO DOCENTE: ASPECTOS PESSOAIS, PROFISSIONAIS E INSTITUCIONAIS FORMAÇÃO DOCENTE: ASPECTOS PESSOAIS, PROFISSIONAIS E INSTITUCIONAIS Daniel Silveira 1 Resumo: O objetivo desse trabalho é apresentar alguns aspectos considerados fundamentais para a formação docente, ou

Leia mais

medida. nova íntegra 1. O com remuneradas terem Isso é bom

medida. nova íntegra 1. O com remuneradas terem Isso é bom Entrevista esclarece dúvidas sobre acúmulo de bolsas e atividadess remuneradas Publicada por Assessoria de Imprensa da Capes Quinta, 22 de Julho de 2010 19:16 No dia 16 de julho de 2010, foi publicada

Leia mais

CIDADANIA: o que é isso?

CIDADANIA: o que é isso? CIDADANIA: o que é isso? Autora: RAFAELA DA COSTA GOMES Introdução A questão da cidadania no Brasil é um tema em permanente discussão, embora muitos autores discutam a respeito, entre eles: Ferreira (1993);

Leia mais

Tribunal do Trabalho da Paraíba 13ª Região

Tribunal do Trabalho da Paraíba 13ª Região Tribunal do Trabalho da Paraíba 13ª Região Apresentação 1.Identificação do órgão:tribunal do Trabalho da Paraíba/ Assessoria de Comunicação Social 2.E-mail para contato:rdaguiar@trt13.jus.br, rosa.jp@terra.com.br

Leia mais

PROJETO DE INTERVENÇÃO PEDAGÓGICA NA ESCOLA

PROJETO DE INTERVENÇÃO PEDAGÓGICA NA ESCOLA PROJETO DE INTERVENÇÃO PEDAGÓGICA NA ESCOLA O que é o Projeto de Intervenção Pedagógica? O significado de projeto encontrado comumente nos dicionários da Língua Portuguesa está associado a plano de realizar,

Leia mais

NÚCLEO DE EDUCAÇÃO MATEMÁTICA E ENSINO DE FÍSICA E AS NOVAS TECNOLOGIAS NA FORMAÇÃO DE PROFESSORES

NÚCLEO DE EDUCAÇÃO MATEMÁTICA E ENSINO DE FÍSICA E AS NOVAS TECNOLOGIAS NA FORMAÇÃO DE PROFESSORES NÚCLEO DE EDUCAÇÃO MATEMÁTICA E ENSINO DE FÍSICA E AS NOVAS TECNOLOGIAS NA FORMAÇÃO DE PROFESSORES Edson Crisostomo dos Santos Universidade Estadual de Montes Claros - UNIMONTES edsoncrisostomo@yahoo.es

Leia mais

Resenha. Interesses Cruzados: A produção da cultura no jornalismo brasileiro (GADINI, Sérgio Luiz. São Paulo: Paulus, 2009 Coleção Comunicação)

Resenha. Interesses Cruzados: A produção da cultura no jornalismo brasileiro (GADINI, Sérgio Luiz. São Paulo: Paulus, 2009 Coleção Comunicação) Resenha Interesses Cruzados: A produção da cultura no jornalismo brasileiro (GADINI, Sérgio Luiz. São Paulo: Paulus, 2009 Coleção Comunicação) Renata Escarião PARENTE 1 Parte do resultado da tese de doutoramento

Leia mais

CONSELHO DE CLASSE DICIONÁRIO

CONSELHO DE CLASSE DICIONÁRIO CONSELHO DE CLASSE O Conselho de Classe é um órgão colegiado, de cunho decisório, presente no interior da organização escolar, responsável pelo processo de avaliação do desempenho pedagógico do aluno.

Leia mais

ABCEducatio entrevista Sílvio Bock

ABCEducatio entrevista Sílvio Bock ABCEducatio entrevista Sílvio Bock Escolher uma profissão é fazer um projeto de futuro A entrada do segundo semestre sempre é marcada por uma grande preocupação para todos os alunos que estão terminando

Leia mais

A CAPES : quais ambições para a pesquisa em Letras e Linguística?

A CAPES : quais ambições para a pesquisa em Letras e Linguística? A CAPES : quais ambições para a pesquisa em Letras e Linguística? Universidade de São Paulo benjamin@usp.br Synergies-Brésil O Sr. foi o representante da Letras junto à CAPES. O Sr. poderia explicar qual

Leia mais

Pesquisa com Professores de Escolas e com Alunos da Graduação em Matemática

Pesquisa com Professores de Escolas e com Alunos da Graduação em Matemática Pesquisa com Professores de Escolas e com Alunos da Graduação em Matemática Rene Baltazar Introdução Serão abordados, neste trabalho, significados e características de Professor Pesquisador e as conseqüências,

Leia mais

ENSINAR CIÊNCIAS FAZENDO CIÊNCIA

ENSINAR CIÊNCIAS FAZENDO CIÊNCIA ENSINAR CIÊNCIAS FAZENDO CIÊNCIA Antonio Carlos Pavão Quero saber quantas estrelas tem no céu Quero saber quantos peixes tem no mar Quero saber quantos raios tem o sol... (Da canção de João da Guabiraba

Leia mais

PRÁTICAS E PERSPECTIVAS DE DEMOCRACIA NA GESTÃO EDUCACIONAL

PRÁTICAS E PERSPECTIVAS DE DEMOCRACIA NA GESTÃO EDUCACIONAL PRÁTICAS E PERSPECTIVAS DE DEMOCRACIA NA GESTÃO EDUCACIONAL Coleção EDUCAÇÃO SUPERIOR Coordenação editorial: Claudenir Módolo Alves Metodologia Científica Desafios e caminhos, Osvaldo Dalberio / Maria

Leia mais

Presidência da República Casa Civil Secretaria de Administração Diretoria de Gestão de Pessoas Coordenação Geral de Documentação e Informação

Presidência da República Casa Civil Secretaria de Administração Diretoria de Gestão de Pessoas Coordenação Geral de Documentação e Informação Presidência da República Casa Civil Secretaria de Administração Diretoria de Gestão de Pessoas Coordenação Geral de Documentação e Informação Coordenação de Biblioteca 17 Discurso após a cerimónia de assinatura

Leia mais

As 11 dúvidas mais frequentes

As 11 dúvidas mais frequentes As 11 dúvidas mais frequentes Deyse Campos Assessora de Educação Infantil dcampos@positivo.com.br Frequentemente recebemos solicitações de professores de escolas que estão utilizando o Sistema Positivo

Leia mais

ED WILSON ARAÚJO, THAÍSA BUENO, MARCO ANTÔNIO GEHLEN e LUCAS SANTIGO ARRAES REINO

ED WILSON ARAÚJO, THAÍSA BUENO, MARCO ANTÔNIO GEHLEN e LUCAS SANTIGO ARRAES REINO Entrevista Cláudia Peixoto de Moura Nós da Comunicação tendemos a trabalhar com métodos qualitativos, porque, acredito, muitos pesquisadores desconhecem os procedimentos metodológicos quantitativos ED

Leia mais

OS SABERES NA FORMAÇÃO DO PROFESSOR DE MATEMÁTICA. Cleber Luiz da Cunha 1, Tereza de Jesus Ferreira Scheide 2

OS SABERES NA FORMAÇÃO DO PROFESSOR DE MATEMÁTICA. Cleber Luiz da Cunha 1, Tereza de Jesus Ferreira Scheide 2 Encontro de Ensino, Pesquisa e Extensão, Presidente Prudente, 22 a 25 de outubro, 2012 1029 OS SABERES NA FORMAÇÃO DO PROFESSOR DE MATEMÁTICA Cleber Luiz da Cunha 1, Tereza de Jesus Ferreira Scheide 2

Leia mais

Instituto de Educação

Instituto de Educação Instituto de Educação Universidade de Lisboa Oferta Formativa Pós-Graduada Mestrado em Educação Especialização: História da Educação (Regime a Distância) Edição Instituto de Educação da Universidade de

Leia mais

Reflexões sobre as dificuldades na aprendizagem de Cálculo Diferencial e Integral

Reflexões sobre as dificuldades na aprendizagem de Cálculo Diferencial e Integral III Mostra de Pesquisa da Pós-Graduação PUCRS Reflexões sobre as dificuldades na aprendizagem de Cálculo Diferencial e Integral Marcelo Cavasotto, Prof.ª Dra. Ruth Portanova (orientadora) Mestrado em Educação

Leia mais

MIDIA E INCLUSÃO: RELATO DE EXPERIÊNCIAS DE UMA PESSOA COM DEFICIÊNCIA VISUAL RESUMO. Fabiana Fator Gouvêa Bonilha Rede Anhanguera de Comunicação

MIDIA E INCLUSÃO: RELATO DE EXPERIÊNCIAS DE UMA PESSOA COM DEFICIÊNCIA VISUAL RESUMO. Fabiana Fator Gouvêa Bonilha Rede Anhanguera de Comunicação MIDIA E INCLUSÃO: RELATO DE EXPERIÊNCIAS DE UMA PESSOA COM DEFICIÊNCIA VISUAL Fabiana Fator Gouvêa Bonilha Rede Anhanguera de Comunicação fabiana.ebraille@gmail.com RESUMO No presente trabalho, tenciona-se

Leia mais

como fazer um planejamento pastoral

como fazer um planejamento pastoral josé carlos pereira como fazer um planejamento pastoral paroquial e diocesano Direção editorial: Claudiano Avelino dos Santos Assistente editorial: Jacqueline Mendes Fontes Revisão: Iranildo Bezerra Lopes

Leia mais

José Fernandes de Lima Membro da Câmara de Educação Básica do CNE

José Fernandes de Lima Membro da Câmara de Educação Básica do CNE José Fernandes de Lima Membro da Câmara de Educação Básica do CNE Cabe a denominação de novas diretrizes? Qual o significado das DCNGEB nunca terem sido escritas? Educação como direito Fazer com que as

Leia mais

Os sindicatos de professores habituaram-se a batalhar por melhores salários e condições de ensino. Também são caminhos trilhados pelas lideranças.

Os sindicatos de professores habituaram-se a batalhar por melhores salários e condições de ensino. Também são caminhos trilhados pelas lideranças. TEXTOS PARA O PROGRAMA EDUCAR SOBRE A APRESENTAÇÃO DA PEADS A IMPORTÂNCIA SOBRE O PAPEL DA ESCOLA Texto escrito para o primeiro caderno de formação do Programa Educar em 2004. Trata do papel exercido pela

Leia mais

EDUCAÇÃO PERMANENTE DESAFIOS NO CONTEXTO ATUAL

EDUCAÇÃO PERMANENTE DESAFIOS NO CONTEXTO ATUAL EDUCAÇÃO PERMANENTE DESAFIOS NO CONTEXTO ATUAL JOSÉ INÁCIO JARDIM MOTTA ESCOLA NACIONAL DE SAÚDE PÚBLICA Fundação Oswaldo Cruz Curitiba 2008 EDUCAÇÃO PERMANENTE UM DESAFIO EPISTÊMICO Quando o desejável

Leia mais

DIREITOS HUMANOS, JUVENTUDE E SEGURANÇA HUMANA

DIREITOS HUMANOS, JUVENTUDE E SEGURANÇA HUMANA DIREITOS HUMANOS, JUVENTUDE E SEGURANÇA HUMANA FARIAS, Maria Lígia Malta ¹ SOUSA, Valéria Nicolau de ² TANNUSS, Rebecka Wanderley ³ Núcleo De Cidadania e Direitos Humanos/ PROEXT RESUMO O Projeto de Extensão

Leia mais

EDUCAÇÃO E CIDADANIA: OFICINAS DE DIREITOS HUMANOS COM CRIANÇAS E ADOLESCENTES NA ESCOLA

EDUCAÇÃO E CIDADANIA: OFICINAS DE DIREITOS HUMANOS COM CRIANÇAS E ADOLESCENTES NA ESCOLA EDUCAÇÃO E CIDADANIA: OFICINAS DE DIREITOS HUMANOS COM CRIANÇAS E ADOLESCENTES NA ESCOLA Autores: FIGUEIREDO 1, Maria do Amparo Caetano de LIMA 2, Luana Rodrigues de LIMA 3, Thalita Silva Centro de Educação/

Leia mais

ASSESSORIA DE IMPRENSA 1 Felipe Plá Bastos 2

ASSESSORIA DE IMPRENSA 1 Felipe Plá Bastos 2 ASSESSORIA DE IMPRENSA 1 Felipe Plá Bastos 2 RESUMO: O presente trabalho tem como objetivo saber como é desenvolvido o trabalho de Assessoria de Imprensa, sendo um meio dentro da comunicação que através

Leia mais

RODA DE CONVERSA SOBRE PROFISSÕES

RODA DE CONVERSA SOBRE PROFISSÕES RODA DE CONVERSA SOBRE PROFISSÕES Kátia Hatsue Endo Unesp hatsueendo@yahoo.com.br Daniela Bittencourt Blum - UNIP danibittenc@bol.com.br Catarina Maria de Souza Thimóteo CEETEPS - catarinamst@netonne.com.br

Leia mais

JOGO DE PALAVRAS OU RELAÇÕES DE SENTIDOS? DISCURSOS DE LICENCIANDOS SOBRE EDUCAÇÃO AMBIENTAL NA PRODUÇÃO DE TEXTOS EM UMA AVALIAÇÃO

JOGO DE PALAVRAS OU RELAÇÕES DE SENTIDOS? DISCURSOS DE LICENCIANDOS SOBRE EDUCAÇÃO AMBIENTAL NA PRODUÇÃO DE TEXTOS EM UMA AVALIAÇÃO JOGO DE PALAVRAS OU RELAÇÕES DE SENTIDOS? DISCURSOS DE LICENCIANDOS SOBRE EDUCAÇÃO AMBIENTAL NA PRODUÇÃO DE TEXTOS EM UMA AVALIAÇÃO Tatiana Galieta (Universidade do Estado do Rio de Janeiro) Introdução

Leia mais

PROPAGANDA INSTITUCIONAL

PROPAGANDA INSTITUCIONAL 1 www.oxisdaquestao.com.br PROPAGANDA INSTITUCIONAL Praga da mentira sustentada com dinheiro público Texto de CARLOS CHAPARRO O Brasil que nos é vendido pela comunicação institucional dos governos federal,

Leia mais

Palavras-chave: Aquecimento global, Mídias, Tecnologias, Ecossistema.

Palavras-chave: Aquecimento global, Mídias, Tecnologias, Ecossistema. Aquecimento Global e Danos no Manguezal Pernambucano SANDRA MARIA DE LIMA ALVES 1 - sandrali@bol.com.br RESUMO Este artigo procura enriquecer a discussão sobre o fenômeno do aumento da temperatura na terra

Leia mais

EDUCAÇÃO DO CAMPO: Interfaces teóricas e políticas na formação do professor

EDUCAÇÃO DO CAMPO: Interfaces teóricas e políticas na formação do professor EDUCAÇÃO DO CAMPO: Interfaces teóricas e políticas na formação do professor Juliana Graciano Parise 1 Eliane de Lourdes Felden 2 Resumo: O trabalho apresenta uma experiência de ensino articulado à pesquisa

Leia mais

RELATO DE ESTÁGIO PEDAGÓGICO VOLUNTÁRIO NA DISCIPLINA DE FUNDAMENTOS HISTÓRICOS DA EDUCAÇÃO

RELATO DE ESTÁGIO PEDAGÓGICO VOLUNTÁRIO NA DISCIPLINA DE FUNDAMENTOS HISTÓRICOS DA EDUCAÇÃO RELATO DE ESTÁGIO PEDAGÓGICO VOLUNTÁRIO NA DISCIPLINA DE FUNDAMENTOS HISTÓRICOS DA EDUCAÇÃO Elaine Cristina Penteado Koliski (PIBIC/CNPq-UNICENTRO), Klevi Mary Reali (Orientadora), e-mail: klevi@unicentro.br

Leia mais

Teste sua empregabilidade

Teste sua empregabilidade Teste sua empregabilidade 1) Você tem noção absoluta do seu diferencial de competência para facilitar sua contratação por uma empresa? a) Não, definitivamente me vejo como um título de cargo (contador,

Leia mais

OS SABERES DOS PROFESSORES

OS SABERES DOS PROFESSORES OS SABERES DOS PROFESSORES Marcos históricos e sociais: Antes mesmo de serem um objeto científico, os saberes dos professores representam um fenômeno social. Em que contexto social nos interessamos por

Leia mais

Objetivo Promover reflexões acerca da identidade, do papel e das atribuições das equipes pedagógicas do IFTM, visando à construção coletiva de ações

Objetivo Promover reflexões acerca da identidade, do papel e das atribuições das equipes pedagógicas do IFTM, visando à construção coletiva de ações Objetivo Promover reflexões acerca da identidade, do papel e das atribuições das equipes pedagógicas do IFTM, visando à construção coletiva de ações a serem implementadas nos câmpus do Instituto. A identidade

Leia mais

resgate de um processo pedagógico autônomo, de qualidade e que também podem somar-se às problematizações e às reflexões que se realizam nos

resgate de um processo pedagógico autônomo, de qualidade e que também podem somar-se às problematizações e às reflexões que se realizam nos RESUMO PDI PLANO DE DESENVOLVIMENTO INSTITUCIONAL, PPI PROJETO PEDAGÓGICO INSTITUCIONAL E PPC PROJETO PEDAGÓGICO DE CURSO, ENTRE O DITO E O FEITO ESTUDOS DE CASO MÚLTIPLOS / IES/ RS BRASIL 2007/2008. Autora

Leia mais

CURSOS PRECISAM PREPARAR PARA A DOCÊNCIA

CURSOS PRECISAM PREPARAR PARA A DOCÊNCIA Fundação Carlos Chagas Difusão de Idéias novembro/2011 página 1 CURSOS PRECISAM PREPARAR PARA A DOCÊNCIA Elba Siqueira de Sá Barretto: Os cursos de Pedagogia costumam ser muito genéricos e falta-lhes um

Leia mais

Texto para Coluna do NRE-POLI na Revista Construção e Mercado Pini Novembro 2014

Texto para Coluna do NRE-POLI na Revista Construção e Mercado Pini Novembro 2014 Texto para Coluna do NRE-POLI na Revista Construção e Mercado Pini Novembro 2014 PLANEJAMENTO ESTRATÉGICO EM EMPRESAS DE CONSTRUÇÃO CIVIL DE MÉDIO PORTE NO BRASIL. Elisabete Maria de Freitas Arquiteta

Leia mais

Ensino de Artes Visuais à Distância

Ensino de Artes Visuais à Distância 1 Ensino de Artes Visuais à Distância Bárbara Angelo Moura Vieira Resumo: Através de uma pesquisa, realizada em meio ao corpo docente da Escola de Belas Artes da Universidade Federal de Minas Gerais, as

Leia mais

X SEMINÁRIO NACIONAL. Programa ABC na Educação Científica. 08 a 10 de outubro de 2014. Ilhéus - Bahia

X SEMINÁRIO NACIONAL. Programa ABC na Educação Científica. 08 a 10 de outubro de 2014. Ilhéus - Bahia X SEMINÁRIO NACIONAL Programa ABC na Educação Científica 08 a 10 de outubro de 2014 Ilhéus - Bahia O Ensino de Ciências na Bahia I (Sessão 5) Prof. Dr. José Fernando Moura Rocha Instituto de Física - UFBA

Leia mais

João Goulart organizou a reforma agrária, direito ao voto, intervenção estatal e economia de regulamentação de remessas de lucro ao exterior.

João Goulart organizou a reforma agrária, direito ao voto, intervenção estatal e economia de regulamentação de remessas de lucro ao exterior. Resenha Crítica CARA MILINE Soares é arquiteta e doutora em Design pela Faculdade de Arquitetura e Urbanismo na Universidade de São Paulo (FAU-USP). É autora do ensaio já publicado: Móveis Brasileiros

Leia mais

Conheça também! As demais disciplinas desta coleção nas páginas 4, 8, 32, 36, 72 e 90.

Conheça também! As demais disciplinas desta coleção nas páginas 4, 8, 32, 36, 72 e 90. porta aberta Nova edição Geografia 2º ao 5º ano O estudo das categorias lugar, paisagem e espaço tem prioridade nesta obra. 25383COL05 Conheça também! As demais disciplinas desta coleção nas páginas 4,

Leia mais

princípios jurídicos e éticos em Tomás de Aquino

princípios jurídicos e éticos em Tomás de Aquino princípios jurídicos e éticos em Tomás de Aquino Coleção FILOSOFIA DO DIREITO Coordenação editorial: Claudenir Módolo Alves / Claudiano Avelino dos Santos Introdução crítica ao direito: Em busca do equilíbrio

Leia mais

Ensino Técnico Integrado ao Médio FORMAÇÃO GERAL. Ensino Médio. Etec. Etec: Professor Massuyuki Kawano

Ensino Técnico Integrado ao Médio FORMAÇÃO GERAL. Ensino Médio. Etec. Etec: Professor Massuyuki Kawano Ensino Técnico Integrado ao Médio FORMAÇÃO GERAL Ensino Médio Etec Etec: Professor Massuyuki Kawano Código: 136 Município: Tupã Área de conhecimento: Ciências Humanas e Suas Tecnologias Componente Curricular:

Leia mais

Revisitando os Desafios da Web: Como Avaliar Alunos Online

Revisitando os Desafios da Web: Como Avaliar Alunos Online Revisitando os Desafios da Web: Como Avaliar Alunos Online Neide Santos neide@ime.uerj.br 2º Seminário de Pesquisa em EAD Experiências e reflexões sobre as relações entre o ensino presencial e a distância

Leia mais

SAC: Fale com quem resolve

SAC: Fale com quem resolve SAC: Fale com quem resolve A Febraban e a sociedade DECRETO 6523/08: UM NOVO CENÁRIO PARA OS SACs NOS BANCOS O setor bancário está cada vez mais consciente de seu papel na sociedade e deseja assumi-lo

Leia mais

atual 8.500. meta: 6.300, cortar: 25%

atual 8.500. meta: 6.300, cortar: 25% atual 8.500. meta: 6.300, cortar: 25% Este artigo foi encomendado, originalmente, para tratar de assessoria de imprensa para Prefeituras Municipais revelando uma dificuldade, muito comum entre os jornalistas,

Leia mais

COMPETÊNCIAS PARA A EMPREGABILIDADE NAS ORGANIZAÇÕES

COMPETÊNCIAS PARA A EMPREGABILIDADE NAS ORGANIZAÇÕES t COMPETÊNCIAS PARA A EMPREGABILIDADE NAS ORGANIZAÇÕES Joaquim Domingos Maciel Faculdade Sumaré joaquim.mackim@gmail.com RESUMO: Este artigo pretende alertar estudantes e profissionais para a compreensão

Leia mais

O PERCURSO FORMATIVO DOS DOCENTES QUE ATUAM NO 1º. CICLO DE FORMAÇÃO HUMANA

O PERCURSO FORMATIVO DOS DOCENTES QUE ATUAM NO 1º. CICLO DE FORMAÇÃO HUMANA O PERCURSO FORMATIVO DOS DOCENTES QUE ATUAM NO 1º. CICLO DE FORMAÇÃO HUMANA Profª. Ms. Marilce da Costa Campos Rodrigues - Grupo de estudos e pesquisas em Política e Formação Docente: ensino fundamental

Leia mais

EDUCADOR INFANTIL E O PROCESSO FORMATIVO NA CONSTRUÇÃO DE ATORES REFLEXIVOS DA PRÁTICA PEDAGÓGICA

EDUCADOR INFANTIL E O PROCESSO FORMATIVO NA CONSTRUÇÃO DE ATORES REFLEXIVOS DA PRÁTICA PEDAGÓGICA GT-1 FORMAÇÃO DE PROFESSORES EDUCADOR INFANTIL E O PROCESSO FORMATIVO NA CONSTRUÇÃO DE ATORES REFLEXIVOS DA PRÁTICA PEDAGÓGICA RESUMO Maria de Lourdes Cirne Diniz Profa. Ms. PARFOR E-mail: lourdinhacdiniz@oi.com.br

Leia mais

FORMAÇÃO DE PROFESSORES QUE ENSINAM MATEMÁTICA

FORMAÇÃO DE PROFESSORES QUE ENSINAM MATEMÁTICA FORMAÇÃO DE PROFESSORES QUE ENSINAM MATEMÁTICA Fabiana de Jesus Oliveira União de Ensino do Sudoeste do Paraná fabiana@unisep.edu.br Diversas são as pesquisas que têm mostrado que o ensino encontra-se

Leia mais

ATUAÇÃO DO TRADUTOR E INTÉRPRETE DE LÍNGUA DE SINAIS/ LÍNGUA PORTUGUESA NO IES 1

ATUAÇÃO DO TRADUTOR E INTÉRPRETE DE LÍNGUA DE SINAIS/ LÍNGUA PORTUGUESA NO IES 1 ATUAÇÃO DO TRADUTOR E INTÉRPRETE DE LÍNGUA DE SINAIS/ LÍNGUA PORTUGUESA NO IES 1 FILIETAZ, Marta R. Proença, martafilietaz@hotmail.com Face à emergência da obrigatoriedade legal da presença do intérprete

Leia mais

EXPLORANDO ALGUMAS IDEIAS CENTRAIS DO PARÂMETROS CURRICULARES NACIONAIS ENSINO FUNDAMENTAL. Giovani Cammarota

EXPLORANDO ALGUMAS IDEIAS CENTRAIS DO PARÂMETROS CURRICULARES NACIONAIS ENSINO FUNDAMENTAL. Giovani Cammarota UNIVERSIDADE FEDERAL DE VIÇOSA DEPARTAMENTO DE MATEMÁTICA PRÁTICA DE ENSINO DE MATEMÁTICA III EXPLORANDO ALGUMAS IDEIAS CENTRAIS DO PARÂMETROS CURRICULARES NACIONAIS ENSINO FUNDAMENTAL Giovani Cammarota

Leia mais

Rede Jovem de Cidadania, programa de TV de Acesso público. Alexia Melo. Clebin Quirino. Michel Brasil. Gracielle Fonseca. Rafaela Lima.

Rede Jovem de Cidadania, programa de TV de Acesso público. Alexia Melo. Clebin Quirino. Michel Brasil. Gracielle Fonseca. Rafaela Lima. Rede Jovem de Cidadania, programa de TV de Acesso público Alexia Melo Clebin Quirino Michel Brasil Gracielle Fonseca Rafaela Lima Satiro Saone O projeto Rede Jovem de Cidadania é uma iniciativa da Associação

Leia mais

Educação bilíngüe intercultural entre povos indígenas brasileiros

Educação bilíngüe intercultural entre povos indígenas brasileiros Educação bilíngüe intercultural entre povos indígenas brasileiros Maria do Socorro Pimentel da Silva 1 Leandro Mendes Rocha 2 No Brasil, assim como em outros países das Américas, as minorias étnicas viveram

Leia mais

PRIMEIRO SEMESTRE. Fundamentos Teóricometodológicos SUB-TOTAL 360 TOTAL 360

PRIMEIRO SEMESTRE. Fundamentos Teóricometodológicos SUB-TOTAL 360 TOTAL 360 PRIMEIRO SEMESTRE Teórica Fundamentos da Comunicação e do Jornalismo Comunicação em Língua Portuguesa I Teoria da Comunicação Sociologia da Comunicação Introdução à Economia Fundamentos Epistemológicos

Leia mais

Avaliação institucional e reformulação do currículo de Jornalismo diante de Diretrizes Curriculares indefinidas

Avaliação institucional e reformulação do currículo de Jornalismo diante de Diretrizes Curriculares indefinidas Avaliação institucional e reformulação do currículo de Jornalismo diante de Diretrizes Curriculares indefinidas Viviane Borelli Coordenadora do curso de Comunicação Social Jornalismo da UFSM Márcia Franz

Leia mais

Estado da Arte: Diálogos entre a Educação Física e a Psicologia

Estado da Arte: Diálogos entre a Educação Física e a Psicologia Estado da Arte: Diálogos entre a Educação Física e a Psicologia Eixo temático 1: Fundamentos e práticas educacionais Telma Sara Q. Matos 1 Vilma L. Nista-Piccolo 2 Agências Financiadoras: Capes / Fapemig

Leia mais

QUALIFICAÇÃO DA ÁREA DE ENSINO E EDUCAÇÃO PERMANENTE EM SAÚDE: FORMAÇÃO PEDAGÓGICA PARA PROFISSIONAIS DE SERVIÇOS DE SAÚDE

QUALIFICAÇÃO DA ÁREA DE ENSINO E EDUCAÇÃO PERMANENTE EM SAÚDE: FORMAÇÃO PEDAGÓGICA PARA PROFISSIONAIS DE SERVIÇOS DE SAÚDE QUALIFICAÇÃO DA ÁREA DE ENSINO E EDUCAÇÃO PERMANENTE EM SAÚDE: FORMAÇÃO PEDAGÓGICA PARA PROFISSIONAIS DE SERVIÇOS DE SAÚDE Há amplo consenso nas categorias profissionais da saúde, em especial na categoria

Leia mais

Como resultado da preparação desse I Workshop foram formalizadas orientações básicas para formatação de um projeto cultural que seguem abaixo.

Como resultado da preparação desse I Workshop foram formalizadas orientações básicas para formatação de um projeto cultural que seguem abaixo. ORIENTAÇÕES PARA ELABORAÇÃO DE PROJETO CULTURAIS A Fundação Cultural do Estado da Bahia tem como missão fomentar o desenvolvimento das Artes Visuais, Dança, Música, Teatro, Circo, Audiovisual, Culturas

Leia mais

A ESCOLHA PROFISSIONAL: UMA ESCUTA DO SOFRIMENTO PSIQUÍCO DE ADOLESCENTES DAS ESCOLAS PÚBLICAS E PARTICULARES DA CIDADE DE PRESIDENTE PRUDENTE SP.

A ESCOLHA PROFISSIONAL: UMA ESCUTA DO SOFRIMENTO PSIQUÍCO DE ADOLESCENTES DAS ESCOLAS PÚBLICAS E PARTICULARES DA CIDADE DE PRESIDENTE PRUDENTE SP. A ESCOLHA PROFISSIONAL: UMA ESCUTA DO SOFRIMENTO PSIQUÍCO DE ADOLESCENTES DAS ESCOLAS PÚBLICAS E PARTICULARES DA CIDADE DE PRESIDENTE PRUDENTE SP Joselene Lopes Alvim A ESCOLHA PROFISSIONAL: UMA ESCUTA

Leia mais

Rousseau e educação: fundamentos educacionais infantil.

Rousseau e educação: fundamentos educacionais infantil. Rousseau e educação: fundamentos educacionais infantil. 1 Autora :Rosângela Azevedo- PIBID, UEPB. E-mail: rosangelauepb@gmail.com ²Orientador: Dr. Valmir pereira. UEPB E-mail: provalmir@mail.com Desde

Leia mais

MÓDULO 5 O SENSO COMUM

MÓDULO 5 O SENSO COMUM MÓDULO 5 O SENSO COMUM Uma das principais metas de alguém que quer escrever boas redações é fugir do senso comum. Basicamente, o senso comum é um julgamento feito com base em ideias simples, ingênuas e,

Leia mais

UMA HISTÓRIA CULTURAL DE ISRAEL

UMA HISTÓRIA CULTURAL DE ISRAEL UMA HISTÓRIA CULTURAL DE ISRAEL Coleção Palimpsesto Coordenação editorial: Prof. Dr. Paulo Nogueira O caminho do Cordeiro: representação e construção de identidade no Apocalipse de João, Valtair Afonso

Leia mais

MODELOS ORGANIZATIVOS DE ENSINO E APRENDIZAGEM: UMA PROPOSTA PARA A FORMAÇÃO CONTINUADA DE PROFESSORES DE MATEMÁTICA

MODELOS ORGANIZATIVOS DE ENSINO E APRENDIZAGEM: UMA PROPOSTA PARA A FORMAÇÃO CONTINUADA DE PROFESSORES DE MATEMÁTICA MODELOS ORGANIZATIVOS DE ENSINO E APRENDIZAGEM: UMA PROPOSTA PARA A FORMAÇÃO CONTINUADA DE PROFESSORES DE MATEMÁTICA Jaqueline Oliveira Silva Ribeiro SESI-SP josr2@bol.com.br Dimas Cássio Simão SESI-SP

Leia mais

PRÊMIO OAB-GO DE JORNALISMO EDITAL

PRÊMIO OAB-GO DE JORNALISMO EDITAL PRÊMIO OAB-GO DE JORNALISMO EDITAL 1. DOS OBJETIVOS DO PRÊMIO O Prêmio OAB-GO de Jornalismo é um concurso jornalístico instituído pela Seção de Goiás da Ordem dos Advogados do Brasil para premiar matérias

Leia mais

MANUAL DO ALUNO EM DISCIPLINAS NA MODALIDADE A DISTÂNCIA

MANUAL DO ALUNO EM DISCIPLINAS NA MODALIDADE A DISTÂNCIA MANUAL DO ALUNO EM DISCIPLINAS NA MODALIDADE A DISTÂNCIA ORIENTAÇÕES PARA OS ESTUDOS EM EDUCAÇÃO A DISTÂNCIA Caro (a) Acadêmico (a), Seja bem-vindo (a) às disciplinas ofertadas na modalidade a distância.

Leia mais

FUNDAÇÃO MINERVA CULTURA ENSINO E INVESTIGAÇÃO CIENTÍFICA NOTA EXPLICATIVA

FUNDAÇÃO MINERVA CULTURA ENSINO E INVESTIGAÇÃO CIENTÍFICA NOTA EXPLICATIVA NOTA EXPLICATIVA DA AQUISIÇÃO DE COMPETÊNCIAS NO ÂMBITO DO 1º CICLO DE ESTUDOS DO CURSO DE LICENCIATURA/MESTRADO INTEGRADO EM ARQUITECTURA, CONDUCENTE AO GRAU DE LICENCIADO EM CIÊNCIAS DA ARQUITECTURA.

Leia mais

FORMAÇÃO MATEMÁTICA EM CURSOS DE PEDAGOGIA EM DOIS TEMPOS: UM ESTUDO

FORMAÇÃO MATEMÁTICA EM CURSOS DE PEDAGOGIA EM DOIS TEMPOS: UM ESTUDO FORMAÇÃO MATEMÁTICA EM CURSOS DE PEDAGOGIA EM DOIS TEMPOS: UM ESTUDO Thiago Tavares Borchardt Universidade Federal de Pelotas thiago tb@hotmail.com Márcia Souza da Fonseca Universidade Federal de Pelotas

Leia mais

O EXERCÍCIO PROFISSIONAL DA ÁREA TECNOLÓGICA NO SISTEMA CONFEA/CREA

O EXERCÍCIO PROFISSIONAL DA ÁREA TECNOLÓGICA NO SISTEMA CONFEA/CREA O EXERCÍCIO PROFISSIONAL DA ÁREA TECNOLÓGICA NO SISTEMA CONFEA/CREA O PAPEL DOS CONSELHOS PROFISSIONAIS Parecer CNE/CES n 20/2002 Não cabe ao órgão profissional definir condições de funcionamento de cursos

Leia mais

4 Metodologia. 4.1. Primeira parte

4 Metodologia. 4.1. Primeira parte 4 Metodologia [...] a metodologia inclui as concepções teóricas de abordagem, o conjunto de técnicas que possibilitam a apreensão da realidade e também o potencial criativo do pesquisador. (Minayo, 1993,

Leia mais

ARQUITETURA E URBANISMO

ARQUITETURA E URBANISMO ADMINISTRAÇÃO OBJETIVANDO O APERFEIÇOAMENTO, DA CIÊNCIA DA ADMINISTRAÇÃO, O ARQUITETURA E URBANISMO PROMETO NO EXERCÍCIO DA ATIVIDADE INERENTE À PRÁTICA DA ARQUITETURA E URBANISMO, RESPEITAR OS PRINCÍPIOS

Leia mais

48 Os professores optaram por estudar a urbanização, partindo dos espaços conhecidos pelos alunos no entorno da escola. Buscavam, nesse projeto, refletir sobre as características das moradias existentes,

Leia mais

Tecnologia em. Design Gráfico

Tecnologia em. Design Gráfico Tecnologia em Design Gráfico Tecnologia em Design Gráfico CARREIRA O Curso Superior de Tecnologia em Design Gráfico oferece oportunidade para o trabalho profissional em diversas profissões relacionadas

Leia mais

introdução Trecho final da Carta da Terra 1. O projeto contou com a colaboração da Rede Nossa São Paulo e Instituto de Fomento à Tecnologia do

introdução Trecho final da Carta da Terra 1. O projeto contou com a colaboração da Rede Nossa São Paulo e Instituto de Fomento à Tecnologia do sumário Introdução 9 Educação e sustentabilidade 12 Afinal, o que é sustentabilidade? 13 Práticas educativas 28 Conexões culturais e saberes populares 36 Almanaque 39 Diálogos com o território 42 Conhecimentos

Leia mais

ENSINO FUNDAMENTAL DE NOVE ANOS: que lugar é este?

ENSINO FUNDAMENTAL DE NOVE ANOS: que lugar é este? Universidade do Sul de Santa Catarina UNISUL maria.schlickmann@unisul.br Palavras iniciais... As reflexões que apresento neste texto são um recorte de estudo que venho realizando na minha tese de doutorado.

Leia mais

Realização: Programa de Pós-Graduação em Sociologia Política da UFSC, em convênio com a Federação Nacional dos Jornalistas FENAJ

Realização: Programa de Pós-Graduação em Sociologia Política da UFSC, em convênio com a Federação Nacional dos Jornalistas FENAJ Realização: Programa de Pós-Graduação em Sociologia Política da UFSC, em convênio com a Federação Nacional dos Jornalistas FENAJ Apoio: Fórum Nacional de Professores de Jornalismo FNPJ Associação Brasileira

Leia mais

UNIVERSIDADE ESTADUAL DO RIO GRANDE DO SUL UNIDADADE LITORAL NORTE/OSÓRIO GRADUAÇÃO EM PEDAGOGIA - LICENCIATURA

UNIVERSIDADE ESTADUAL DO RIO GRANDE DO SUL UNIDADADE LITORAL NORTE/OSÓRIO GRADUAÇÃO EM PEDAGOGIA - LICENCIATURA UNIVERSIDADE ESTADUAL DO RIO GRANDE DO SUL UNIDADADE LITORAL NORTE/OSÓRIO GRADUAÇÃO EM PEDAGOGIA - LICENCIATURA CLAINES KREMER GENISELE OLIVEIRA EDUCAÇÃO AMBIENTAL: POR UMA PERSPECTIVA DE RELAÇÕES ENTRE

Leia mais

Planejamento didático para o ensino de Surdos na perspectiva bilíngue. Vinicius Martins Flores Universidade Luterana do Brasil ULBRA

Planejamento didático para o ensino de Surdos na perspectiva bilíngue. Vinicius Martins Flores Universidade Luterana do Brasil ULBRA Planejamento didático para o ensino de Surdos na perspectiva bilíngue. Vinicius Martins Flores Universidade Luterana do Brasil ULBRA Resumo: O presente trabalho apresenta uma análise, que se originou a

Leia mais