UNIVERSIDADE TUIUTÍ DO PARANÁ - UTP WILIAM FRIZANCO NORMATIZAÇÃO DA AVIAÇÃO AGRÍCOLA: OPERAÇÃO E CUIDADOS

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1 UNIVERSIDADE TUIUTÍ DO PARANÁ - UTP WILIAM FRIZANCO NORMATIZAÇÃO DA AVIAÇÃO AGRÍCOLA: OPERAÇÃO E CUIDADOS CURITIBA 2008

2 WILIAM FRIZANCO NORMATIZAÇÃO DA AVIAÇÃO AGRÍCOLA: OPERAÇÃO E CUIDADOS Monografia (Trabalho de Conclusão de Curso) apresentada ao Curso Superior de Tecnologia em Pilotagem Comercial de Aeronaves, da Faculdade de Ciências Aeronáuticas da Universidade Tuiutí do Paraná, como requisito parcial para a obtenção do grau de Tecnólogo em Pilotagem Comercial de Aeronaves. Orientador: Prof. MSc. José Dimas Novais Patriota. CURITIBA 2008

3 RESUMO O objetivo principal do estudo é levantar, conhecer e disponibilizar a informação sobre aspectos das normas, relacionados com a operação do vôo na aviação agrícola, bem como, sobre os cuidados necessários. O trabalho envolveu o estudo e análise das normas da aviação agrícola sendo está é uma das mais arriscadas atividades do piloto, pois envolve situações precárias relacionadas com vários aspectos, dentre eles, o terreno, as condições climáticas, o estresse físico, o espaço de vôo, infra-estrutura de manutenção, dentre outras. Para realizar o estudo foram pesquisadas referências em biblioteca especializada, sites de governo e sites de empresas que prestam serviço aeroagrícola. Como resultados do estudo das normas aplicadas à aviação agrícola, foram apresentados comentários aos pontos importantes e, por fim, as conclusões a que se chegaram. Palavras-chave: normas de vôo agrícola; aviação agrícola; operação de vôo agrícola.

4 ABSTRACT The main objective of the study is raising, known and provide information on aspects of standards related to the operation of the flight in aviation agriculture, as well as on the necessary care. The work involved the study and analysis of the standards of aviation and agriculture is one of the most hazardous activities of the pilot, because it involves precarious situations related to various aspects, among them, terrain, weather conditions, the physical stress, the space flight, maintenance of infrastructure, among others. To conduct the study had been investigated in reference library specialist, sites of government sites and companies providing service aeroagrícola. As results of the study of the standards applied to agricultural aviation, were submitted comments on important points and, finally, the conclusions reached. Key words: standards of agricultural flight; agricultural aviation; operation of agricultural flight.

5 LISTA DE FIGURAS FIGURA 1 - Clóvis Candiota FIGURA 2 - Pulverização aérea...20 FIGURA 3 O avião agrícola deve operar distante de locais habitados...25 FIGURA 4 - Acidente com avião agrícola FIGURA 5 - Avião agrícola acidentado em São Sepé, na localidade de Tupanci FIGURA 6 - Especificação técnica do avião agrícola KA FIGURA 7 - Ficha técnica do avião agrícola KA FIGURA 8 - Planta de um pátio de descontaminação...32 FIGURA 9 - Modelo de relatório operacional...34 FIGURA 10 Painel com DGPS (Differencial Global Positioning System)...35 FIGURA 11 - Equipamentos de moderno sistema de tríplice lavagem...36 FIGURA 12 Modelo de Requerimento de Autorização para Prestação de Serviços Aeroagrícolas...38 FIGURA 13 Modelo de Formulário de Relatório Mensal de atividades aeroagrícolas FIGURA 14 - Aeronave agrícola combatendo um incêndio FIGURA 15 - Grade curricular de Cursos de Coordenadores e Executores em Aviação Agrícola FIGURA 16 - Abrigo das aeronaves FIGURA 17 - Pátio de descontaminação de aeronaves agrícolas FIGURA 18 Infra-estrutura de empresa que presta serviços aeroagrícolas....49

6 LISTA DE QUADROS QUADRO 1 Legislação e Normas QUADRO 2 Necessidades operacionais identificadas para a atividade aeroagrícola...48

7 LISTA DE SIGLAS ANAC ATZ BHC CREA CTR DAC DGPS FAO GERAC IAC IBGE IMA MAER MAPA MD ONU PIB RBHA SFA SINDAG UBV VFR - Agência Nacional de Aviação Civil. - Zona de Trafego Aéreo. - Inseticida organoclorado (Hexaclorocicloexano ou Lindane). - Conselho Regional de Engenharia e Arquitetura. - Zona de Controle. - Departamento de Aviação Civil. - Differencial Global Positioning System. - Food and Agricultural Organization. - Gerências Regionais de Aviação Civil. - Instrução da Aviação Civil. - Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística. - Instrução do Ministério da Aeronáutica. - Ministério da Aeronáutica. - Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento. - Ministério da Defesa - Organização das Nações Unidas. - Produto Interno Bruto. - Regulamento Brasileiro de Homologação Aeronáutica. - Superintendência Federal de Agricultura. - Sindicato Nacional de Empresas de Aviação Agrícola. - Ultra Baixo Volume (técnica de aplicação aeroagricola). - Regras de Vôo Visual.

8 SUMÁRIO 1 INTRODUÇÃO E JUSTIFICATIVA CONTEXTUALIZAÇÃO JUSTIFICATIVA FORMULAÇÃO DO PROBLEMA OBJETIVOS GERAIS E ESPECÍFICOS OBJETIVO GERAL OBJETIVOS ESPECÍFICOS METODOLOGIA APLICADA FUNDAMENTAÇÃO TEÓRICA A AVIAÇÃO AGRÍCOLA NO BRASIL LEGISLAÇÃO APLICADA NO SETOR DA AVIAÇÃO AGRÍCOLA; UTILIZAÇÃO DA AVIAÇÃO AGRÍCOLA BENEFÍCIOS DA APLICAÇÃO AÉREA...20 a) Vantagens da aplicação aérea NORMAS DE SEGURANÇA DE VÔO APLICADAS NA AVIAÇÃO AEROAGRÍCOLA ASPECTOS DE SEGURANÇA NA AVIAÇÃO AGRÍCOLA...23 a) Equipamentos de segurança (RBHA 137)...23 b) Operações em zona de tráfego de aeródromo e zona de controle (RBHA 137)...23 c) Não observância do circuito de tráfego de aeródromo...24 d) Operações sobre áreas pouco habitadas ou desabitadas...24 e) Operações sobre áreas densamente povoadas (RBHA 137)...25 f) Procedimento para abatimento de ruído (RBHA 137)...26 g) Condições atmosféricas para operações agrícolas (RBHA 137 e IAC )...26 h) Comunicação de acidentes aeronáuticos (RBHA 137)...26

9 i) Aeronave acidentada...28 j) Agente de segurança de vôo MANUAL DE SERVIÇO DE AVIAÇÃO AGRÍCOLA PILOTO PREPARADO PELO MINISTÉRIO DA AGRICULTURA, PECUÁRIA E ABASTECIMENTO (MAPA)...29 a) Autorização para atividades aeroagrícolas...30 b) Organização das áreas de pouso e decolagem e pátios...31 c) Atividades operacionais relatório...33 d) Cuidados operacionais na aplicação aérea...35 e) Recomendações de segurança para o piloto e operações simuladas...37 f) Mudanças de local das atividades aeroagrícolas...37 g) Fiscalização das atividades aeroagrícolas...39 h) Relatório Mensal de Atividades Aeroagrícolas...39 i) Relatório Mensal para as Atividades de Combate a Incêndio...40 j) Requisitos a serem observados por Instituições de Ensino...41 k) Recomendações finais da Instrução Normativa ANÁLISE E RESULTADOS IDENTIFICAÇÃO DOS PROBLEMAS OPERACIONAIS ESPECÍFICOS NA ÁREA DE AVIAÇÃO AGRÍCOLA...46 a) Necessidades operacionais identificadas no estudo da norma IT-02 (01/08) ESTUDO DO MANUAL DE SERVIÇO DE AVIAÇÃO AGRÍCOLA PILOTO, PREPARADO PELO MINISTÉRIO DA AGRICULTURA, PECUÁRIA E ABASTECIMENTO (MAPA) PARA CONHECER AS CONDIÇÕES DE PRESTAÇÃO DO SERVIÇO CONCLUSÕES E RECOMENDAÇÕES CONCLUSÕES RECOMENDAÇÕES...53 REFERÊNCIAS...55

10 10 1 INTRODUÇÃO proposto. Na seqüência está apresentada a contextualização e a justificativa, para o trabalho 1.1 CONTEXTUALIZAÇÃO O trabalho tratará sobre as normas da atividade voltada para a aviação agrícola. Tendo em vista que a atividade agrícola é uma das mais importantes no Brasil, e que contribui expressivamente para o Produto Interno Bruto (PIB). E, nesta área, o uso da aviação agrícola está crescendo cada vez mais. Com o aumento da produção agrícola brasileira nos últimos anos, está ocorrendo também um aumento do uso de serviços especializados em aviação agrícola. Revistas especializadas e artigos na internet mostram que houve um crescimento substancial nas vendas de aeronaves para esse tipo de uso. Porém o uso do avião na agricultura é uma das mais arriscadas atividades do piloto, pois envolve situações precárias relacionadas com vários aspectos, dentre eles, o terreno, as condições climáticas, o estresse físico, o espaço de vôo, infra-estrutura de manutenção, dentre outras. Conforme Cabral (2008), [...] o SINDAG (Sindicato Nacional de Empresas de Aviação Agrícola) estima que a frota nacional de aeronaves agrícola seja de aviões, a segunda maior do mundo, atrás apenas dos Estados Unidos [...]. Como se vê é importante tratar sobre aspectos que envolvem a aviação agrícola. Por outro lado, além dos cuidados tradicionais de aplicação da segurança de vôo, na área da aviação agrícola existem outros pontos que merecem cuidados quanto a uso dos equipamentos e produtos químicos, por exemplo.

11 JUSTIFICATIVA Uma das justificativas para realizar o trabalho é que possibilitará disponibilizar o acesso as informações sobre os aspectos das normas de operações no uso do avião em serviços agrícolas, bem como chamará a atenção sobre os cuidados a serem observados, conforme indicado nas normas específicas. Isto é importante porque o uso do avião na agricultura é uma operação das mais arriscadas para o piloto, devido às condições e situações de risco decorrentes de vários aspectos, como o relevo do terreno, as condições climáticas, o estresse físico, o espaço de vôo, a infra-estrutura de manutenção e outros. O trabalho também é importante porque alertará sobre os riscos envolvidos na operação do avião utilizado em atividades agrícolas.

12 12 2 FORMULAÇÃO DO PROBLEMA O uso do avião na agricultura para ter sucesso, não depende apenas da aeronave, pois existem diversos fatores que influenciam a atividade do piloto aeroagrícola nas operações de vôo. Um destes fatores, primordiais, é a infra-estrutura que ocupa um papel importante nestas operações. Aspectos operacionais, tais como, onde são estocados os agrotóxicos, o aproveitamento dos produtos lançados pelo avião sobre as lavouras, também podem afetar a segurança relacionada com acidentes ou incidentes. As condições da operação do avião podem implicar em desperdícios de material durante a pulverização das plantações. Este problema é percebido pelos administradores da produção rural, que se utilizam de serviços da aviação agrícola. Os gestores das empresas de aviação agrícola, os pilotos aeroagrícolas e os administradores da produção rural devem estar cientes das normas relacionados com as atividades, nesta área. A pergunta a ser respondida pelo trabalho é: Dentro das normas, quais os fatores da atividade que envolvem os serviços da aviação agrícola e quais os cuidados a serem observados?

13 13 3 OBJETIVOS GERAIS E ESPECÍFICOS A seguir estão apresentados os objetivos gerais e específicos do trabalho. 3.1 OBJETIVO GERAL O objetivo principal do estudo é levantar a informação sobre aspectos das normas, relacionados com a operação do vôo na aviação agrícola, bem como os cuidados necessários na área do aeródromo. 3.2 OBJETIVOS ESPECÍFICOS Os objetivos específicos do trabalho são os seguintes: Levantar a legislação vigente, relacionada com o uso do avião na agricultura; Apresentar os aspectos relacionados com a atividade que implicam na segurança do vôo; Verificar como as normas influenciam no trabalho do piloto, relacionado com o aproveitamento dos produtos lançados pelo avião sobre as lavouras; Descrever como a falta do conhecimento e/ou da aplicação das normas também afeta a segurança de vôo, relacionada com acidentes ou incidentes aéreos; Propor uma lista de itens a serem observados na aviação agrícola.

14 14 4 METODOLOGIA APLICADA Para a realização do estudo, serão pesquisadas referências (livros, revistas e periódicos) em bibliotecas especializadas e na internet: em sites de governo e sites de empresas especializadas em prestação de serviços de aviação agrícola. Como resultado do estudo das normas aplicadas à aviação agrícola, serão apresentados comentários aos pontos importantes, particularmente, os que envolvem a operação da aviação agrícola. Os seguintes passos nortearam o desenvolvimento da pesquisa: a) Levantamento da bibliografia de interesse do tema; b) Análise da bibliografia e preparo dos textos usados na elaboração do trabalho; c) Identificação dos problemas operacionais específicos na área de aviação agrícola, relacionadas com as normas; d) Análise do manual de serviço de aviação agrícola piloto preparado pelo Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA) para conhecer as condições de prestação do serviço; e) Análise do Código Brasileiro de Aeronáutica (Lei 7.565, de 19/12/1986) e do Regulamento Brasileiro de Homologação Aeronáutica No. 137 de 1999 e Portaria 190 de 2001; f) Identificação dos itens de segurança e cuidados previstos nas normas referentes ao trabalho da aviação agrícola; g) Elaboração a conclusão e as recomendações decorrentes do trabalho.

15 15 5 FUNDAMENTAÇÃO TEÓRICA Para a fundamentação teórica do trabalho foram pesquisadas referências em biblioteca especializadas e na internet, em sites de governo e de empresas que prestam serviços de aviação agrícola. Foram abordados tópicos referentes a aviação agrícola no BRASIL; legislação aplicada no setor da aviação agrícola incluindo a autorização para atividades aeroagrícolas; organização das áreas de pouso e decolagem e pátios; atividades operacionais; cuidados operacionais na aplicação aérea; recomendações de segurança para o piloto e operações simuladas; mudanças de local das atividades aeroagrícolas; fiscalização das atividades aeroagrícolas; relatório mensal de atividades aeroagrícolas; relatório mensal para as atividades de combate a incêndio; requisitos a serem observados por Instituições de Ensino; cursos de coordenadores e executores em aviação agrícola; recomendações finais do RBHA Regulamento Brasileiro de Homologação Aeronáutica 137. Também foi abordado sobre os equipamentos de segurança previstos no RBHA 137; operações em zona de tráfego de aeródromo e zona de controle bem como, sobre as recomendações de operações sobre áreas pouco habitadas ou desabitadas; operações sobre áreas densamente povoadas; procedimento para abatimento de ruído; condições atmosféricas para operações agrícolas; comunicação de acidentes aeronáuticos e agente de segurança de vôo. 5.1 A AVIAÇÃO AGRÍCOLA NO BRASIL A aviação agrícola é uma atividade que envolve serviço especializado que vem crescendo no Brasil. Deste modo é importante destacar sua história, como está regulamentada e as tendências futuras. De acordo com Couto (2008): A aviação agrícola foi inventada pelo agente florestal alemão Alfred Zimmermann em 29/03/1911 mas só teve aplicação comercial nos EUA, em Nessa ocasião, o inseticida era jogado do avião por um 2o. passageiro, de um saco. As técnicas modernas de aplicação, como a do Baixo-Volume (10 a 30 l/ha) só iniciaram a partir de O 1o. avião projetado especificamente para uso agrícola foi o AG-1, desenvolvido em 1950 nos EUA [...].

16 16 Segundo AGROLINK (2008), a definição de aviação agrícola esta relacionado a um serviço especializado, cuja regulamentação está a cargo do Ministério da Agricultura, da Pecuária e do Abastecimento (MAPA) e pelo Ministério da Aeronáutica (MAER). A aviação agrícola teve seu começo em 19 de agosto de 1947 na região de Pelotas no Rio Grande do Sul, havia relatos de pragas de gafanhotos que estavam ameaçando grande parte do plantio na época. Clóvis Candiota, um piloto civil na época é considerado o Patrono da Aviação Agrícola, voou a aeronave MUNIZ M-9 de fabricação nacional, motores de 190 hp que suportava cerca de 100 kg com uma autonomia de 4 horas de vôo, tendo auxílio do engenheiro agrônomo Leôncio Fortelles. Desde então, o dia 19 de agosto foi decretado o Dia Nacional da Aviação Agrícola. A aviação agrícola, oficialmente foi reconhecida no Brasil pelo DL No.917. de 07/10/1969, regulamentado pelo Decreto No de 22/12/1981. A Figura 1 detalha Clóvis Candiota no seu vôo para acabar com os gafanhotos e quando se deu início ao uso do avião nas atividades agrícolas. FIGURA 1 - Clóvis Candiota. FONTE: Agrolink (2008). Em 1950, o avião foi utilizado para pulverizar o inseticida organoclorado Hexaclorocicloexano ou Lindane (BHC), hoje um produto químico de uso proibido, nas culturas de café. Segundo Agrolink (2008), [...] Nessa mesma época foram criadas as "Patrulhas de Tratamento Aéreo" do Ministério da Agricultura (PATAE) [...]. Em 1956, um avião biplano Stearman foi usado para realizar aplicações aéreas para

17 17 controle do mal de Sigatoka (doença que afeta principalmente a bananicultura). A empresa Sociedade Agrícola Mambú, trouxe do Equador a tecnologia de aplicação, pois lá já era utilizada no controle da Sigatoka. Para esta aplicação foi preciso fazer adaptações na aeronave, colocando um [...] tambor de 200 litros no assento traseiro, uma bomba centrífuga eólica e dois pulverizadores fabricados pela própria empresa. Conseguiram na época ótimos resultados no controle fitossanitário do mal de Sigatoka com essa tecnologia desenvolvida [...], debelando aquela doença das culturas de banana. Antes da criação da EMBRAER em 1969, um avião de pequeno porte já vinha sendo usado pela empresa Seara Defesa Agrícola Vegetal Ltda., que criou a tecnologia de aplicação aérea UBV (Ultra Baixo Volume), especializada para aplicações de culturas de algodão (PORTAL, 2008). A aviação agrícola se desenvolveu mais, porém, na década de 1980, seu uso entrou em decadência pela falta de tecnologia (AGROLINK, 2008). No início da década de 90, começou um ligeiro crescimento nos trabalhos de aplicação aérea de agroquímicos acompanhando o grande desenvolvimento das culturas da soja e do algodão no cerrado dos Estados do Mato Grosso e Goiás. No final da década de 90 muitas novas tecnologias começaram a ser utilizadas pela aviação agrícola no Brasil. Novas pontas de pulverização foram desenvolvidas, novas barras de pulverização aerodinâmicas, aperfeiçoamento dos equipamentos nacionais e o GPS. De todas essas novas tecnologias foi o GPS a que mais se destacou, pois funcionou como um certificado de garantia de boa aplicação e, com certeza, foi responsável pelo fechamento de muitos contratos de aplicação aérea com muitos produtores [...] (AGROLINK, 2008). Atualmente, o Brasil, tem mais de aviões agrícolas em operação. O mercado potencial, segundo AGROLINK (2008), para essas aeronaves é de unidades. Esse mercado refere-se às áreas agrícolas atualmente exploradas, não levando em consideração as áreas potenciais com possibilidades de exploração. Sabe-se que o Estado do Mato Grosso tem aproximadamente 60% do potencial de áreas agrícolas para serem exploradas pelas extensivas culturas da soja e do algodão. Pode-se observar nos próximos anos um grande desenvolvimento de novas tecnologias na área de aplicação com aeronaves agrícolas no Brasil. Empresas fabricantes de aviões agrícolas e equipamentos do Brasil e de outros países estarão, buscando esse grande mercado potencial da aviação agrícola no Brasil que existe ainda a ser conquistado.

18 LEGISLAÇÃO APLICADA NO SETOR DA AVIAÇÃO AGRÍCOLA; Segundo o relatório do Projeto de Lei Nº 740, de 2003, o setor de aviação agrícola é um dos setores mais regulamentados, na área do agronegócio, no Brasil. A aviação agrícola é regulamentada pelo MAPA - Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, pela regulamentação do Comando da Aeronáutica e pelo Departamento de Aviação Civil (DAC). Também regulamenta a atividade os Conselhos Regionais de Engenharia, de Arquitetura e de Agronomia (BRASIL, 2003). Embora esse projeto tenha sido rejeitado, é importante considerar que ele relaciona as principais normas e legislação cabível na aviação agrícola, conforme listado a seguir. Normas gerais: Lei nº 7.565, de 19 de dezembro de 1986 Dispõe sobre o Código Brasileiro de Aeronáutica; Decreto-Lei nº 917, de 7 de outubro de 1969 Dispõe sobre o emprego da Aviação Agrícola no País e dá outras providências; Decreto nº , de 22 de dezembro de 1981 Regulamenta o Decreto- Lei nº 917, de 07 de outubro de 1969, que dispõe sobre o emprego da aviação agrícola no País e dá outras providências. Normas no âmbito específico do Ministério da Agricultura: Portaria nº 009, do Ministério da Agricultura, de 23 de março de 1983 estabelece Normas Técnica e de Trabalho; Portaria nº 96, do Ministério da Agricultura, de 16 de outubro de 1991; Portaria SDR/Ministério da Agricultura nº 5, de 20 de julho de 1994; Portaria SDR/Ministério da Agricultura nº 47 de 24 de novembro de 1995; Portaria SDR/Ministério da Agricultura nº 3, de 6 de fevereiro de Reedita o Manual de Fiscalização da Aviação Agrícola ; Portaria SARC/Ministério da Agricultura nº 436, de 14 de dezembro de 2000 adota o Planejamento Operacional e Relatório de Aplicação para as operações aeroagrícolas. Normas no âmbito específico do Comando da Aeronáutica: Portaria nº 6, de 15/1/68; Portaria nº 17/GM5, de 19/2/68;

19 19 Portaria nº 1.019/GM5, de 27/8/80; R.B.H.A nº 137, de dezembro de 1988 e reeditado em 1999; Portaria nº 190/GC-5, de 20 de março de 2001; Portaria nº 890/GC-5, de 26 de novembro de 2001 altera a Portaria 190/GC-5, de 20 de março de Como se verifica, existem várias normas e isto exige muito conhecimento técnico e de legislação, tanto pelo piloto, quanto pelos usuários da aviação agrícola. 5.3 UTILIZAÇÃO DA AVIAÇÃO AGRÍCOLA Com relação ao uso da aviação agrícola, o MAPA e o MD - Ministério da Defesa, através da ANAC, são os responsáveis pela regulamentação, pois a atividade agrícola e a aviação agrícola são serviços especializados (REVISTA DA MADEIRA, 2008, p.106) O uso do avião para fins agrícolas iniciou-se em todo o mundo de maneira empírica, com equipamentos improvisados, nos mais variados tipos de aeronaves, fruto das emergências provocadas por ataques inesperados de gafanhotos, lagartas ou outros insetos Aviões de uso militar ou de treinamento básico foram os primeiros a serem adaptados para aplicação de inseticidas [...] (REVISTA DA MADEIRA, 2008). Os principais serviços que podem ser executados por um avião agrícola inclui, dentre outros, os seguintes: - Pulverização de plantações; - Controle de pragas em cultivos; - Aplicação de fertilizantes; - Execução de semeaduras; - Apoio ao combate a incêndios; - Controle de vetores. Como se vê, são variadas as possibilidades de uso da aviação agrícola e, no Brasil, devido à grande extensão territorial, este tipo de avião serve também para apoiar em outras áreas, tais como, transporte de medicamentos (veterinários ou não) e pequenas quantidades de insumos agrícolas.

20 BENEFÍCIOS DA APLICAÇÃO AÉREA Conforme a Revista da Madeira (2008, p.110), a aplicação aérea pode ser utilizada em substituição ou em complemento aos veículos terrestres podendo empregar os produtos mais convenientes e seguros. O grande benefício da aplicação aérea está na rapidez, pois pode pulverizar mais de 5 milhões de metros quadrados por hora. Além de permitir maior uniformidade e acesso à áreas inatingíveis por outros veículos terrestres (pátios, terrenos baldios, áreas alagadiças, etc.) (REVISTA DA MADEIRA, 2008). Como se vê, o emprego da aviação agrícola tem possibilidades novas com ganhos para todos os setores, tanto para empresários, pilotos, órgãos de governo estaduais, prefeituras municipais, fazendeiros, empresas de reflorestamento e outras. Conforme Oeste (2008), outros benefícios da avião agrícola diz respeito à rapidez, eficiência, preço e praticidade. Nas aplicações aéreas a principal vantagem é a rapidez e precisão. Outro ponto é a produtividade, pois mais de 100 há podem ser pulverizados a cada hora de trabalho. Pode ser considerado vantagem também, o fato do avião poder atuar após uma chuva o que não acontece com equipamentos terrestres, devido à umidade do terreno. A Figura 2, a seguir, mostra um avião agrícola pulverizando uma plantação. FIGURA 2 - Pulverização aérea. FONTE: Oeste (2008).

21 21 Um dos grandes problemas é o prejuízo causado pelas máquinas agrícolas que amassam ou esmagam o plantio durante a aplicação dos insumos. Calcula-se que essa perda é de 6% a 10 % da produção total (OESTE, 2008). a) Vantagens da aplicação aérea Dentre as vantagens da aplicação aérea destacam-se: a) As aeronaves têm uma adequada calibração e seus equipamentos têm maior precisão. Isto leva a uma eficiência, pois é provida de monitores e equipamentos como sistemas de balizamento com auxilio do DGPS e cronômetros, dentre outros. As aeronaves agrícolas por cobrirem o terreno de modo muito mais uniforme do que equipamentos terrestres convencionais possuem um ponto positivo porque não existe o contato direto com o solo, evitando a transmissão de pragas e sementes de ervas daninhas para outras regiões, como ocorre com os equipamentos terrestres convencionais; b) Há possibilidade de utilização dessas aeronaves para o uso de fungicidas no controle de doenças no cultivo, provendo um melhor aproveitamento na colheita. O terreno praticamente sempre plano não afeta o vôo das aeronaves proporcionando fácil aplicações que vem melhorando seus métodos de aplicação a cada safra. Uma alternativa para o agricultor que não puder manter uma pista adequada na sua área pode terceirizar os serviços e, assim, economizar em recursos de manutenção e obter mais lucro. 5.5 NORMAS DE SEGURANÇA DE VÔO APLICADAS NA AVIAÇÃO AEROAGRÍCOLA No estudo da bibliografia foram identificadas as normas e regulamentos que tratam sobre aviação aeroagrícola. Para se ter uma idéia, sem esgotar a relação de leis e normas o Quadro 1, a seguir, apresenta as principais normas, bem como a finalidade correspondente, agrupando as normas

22 22 gerais, as normas no âmbito específico do MAPA e as normas no âmbito específico do Comando da Aeronáutica. TIPO LEI / NORMA / REGULAMENTO FINALIDADE Código Brasileiro de Aeronáutica, Lei nº Disciplinar todas as atividades aeronáuticas. 7565, de 19 de dezembro de 1986 Regulamento Brasileiro de Homologação Aeronáutica RBHA 137 Disciplina as "Operações Aeroagrícolas". Este regulamento estabelece, também, normas para expedição de certificados de operador aeroagrícola. NORMAS GERAIS NORMAS NO ÂMBITO ESPECÍFICO DO MINISTÉRIO DA AGRICULTURA NORMAS NO ÂMBITO ESPECÍFICO DO COMANDO DA AERONÁUTICA Portaria nº 381/GM5, de 01 de junho de Lei nº 7.565, de 19 de dezembro de Decreto-Lei nº 917, de 7 de outubro de Decreto nº , de 22 de dezembro de Portaria nº 009, do Ministério da Agricultura, de 23 de março de 1983 Portaria nº 96, do Ministério da Agricultura, de 16 de outubro de Portaria SDR/Ministério da Agricultura nº 5, de 20 de julho de Portaria SDR/Ministério da Agricultura nº 47 de 24 de novembro de Portaria SDR/Ministério da Agricultura nº 3, de 6 de fevereiro de 1997 Portaria SARC/Ministério da Agricultura nº 436, de 14 de dezembro de 2000 Portaria nº 6, de 15/1/68 Portaria nº 17/GM5, de 19/2/68 Portaria nº 1.019/GM5, de 27/8/80 R.B.H.A nº 137, de dezembro de 1988 e reeditado em Portaria nº 190/GC-5, de 20 de março de Portaria nº 890/GC-5, de 26 de novembro de 2001 QUADRO 1 Legislação e Normas. FONTE: Elaborado a partir de BRASIL (2008). Dispõe sobre o Sistema de Segurança de Vôo de Aviação Civil SEGVÔO. Dispõe sobre o Código Brasileiro de Aeronáutica Dispõe sobre o emprego da Aviação Agrícola no País e dá outras providências. Regulamenta o Decreto-Lei nº 917, de 07 de outubro de 1969, que dispõe sobre o emprego da aviação agrícola no País e dá outras providências. Estabelece Normas Técnica e de Trabalho. Altera a portaria SNAD nº 009, de 23 de março de 1983, que dispõe sobre as Normas Técnicas e de Trabalho da Aviação Agrícola. Revogada pela Instrução Normativa nº 2 de 03/01/2008. Reedita o Manual de Fiscalização da Aviação Agrícola. Adota o Planejamento Operacional e Relatório de Aplicação para as operações aeroagrícolas. Altera a Portaria 190/GC-5, de 20 de março de Para destacar os aspectos relacionados com a segurança de vôo na aviação agrícola, o item a seguir apresenta uma análise da RBHA 137- OPERAÇÕES AEROAGRÍCOLAS, que foi aprovado pela Portaria Nº 454/DGAC de 08 de julho de 1999, publicada no DOU Nº 139, DE 22 DE JULHO DE 1999, incluindo a emenda , no que diz respeito aos

23 23 equipamentos de segurança e as recomendações, referentes à segurança de vôo de aeronaves agrícolas. 5.6 ASPECTOS DE SEGURANÇA NA AVIAÇÃO AGRÍCOLA A seguir estão apresentados, na forma de tópicos, aspectos de segurança, a serem observados na aviação agrícola, segundo o RBHA-137 (1999) e, também, os aspectos gerais de segurança aplicáveis, segundo a RBHA 91 - Regulamento Brasileiro de Homologação Aeronáutica que trata sobre as Regras Gerais de Operação para Aeronaves Civis (RBHA-91, 2003) e segundo a IMA Instrução do Ministério da Aeronáutica, que trata sobre as Regras do Ar e Serviço de Tráfego Aéreo (IMA , 1999),. a) Equipamentos de segurança (RBHA 137) Os pilotos aeroagrícolas devem usar os equipamentos mínimos de proteção para aplicações no cultivo. Tais equipamentos são cintos e/ou suspensórios de segurança, convenientemente ajustados pelo piloto e vistoriados pela manutenção. Além disso, deve-se utilizar máscara com filtro para evitar inalar produtos tóxicos, capacete de proteção anti choque com abafadores de ruído e com viseira, calçados de couro e macacão de mangas compridas anti chamas. b) Operações em zona de tráfego de aeródromo e zona de controle (RBHA 137) Outro critério de segurança, a ser observado em aeronaves aeroagrícola, é que elas não podem entrar em áreas ATZ (Zona de Trafego Aéreo) e CTR (Zona de Controle), a não ser

24 24 que tenha autorização da torre de controle com jurisdição na área e que possam manter comunicação com mesmos. Em aeródromos destinados aos vôos aeroagricolas é obrigatório haver uma torre de controle a não ser que as condições meteorologias afirmem que é possível realizar vôos VFR (Regras de Vôo Visual). c) Não observância do circuito de tráfego de aeródromo (RBHA 137, RBHA 91 e IMA ) Mesmo com o previsto no RBHA 91 e IMA , o piloto em comando de uma aeronave que realiza operações aeroagrícolas, pode desviar-se do trajeto de tráfego de um aeródromo, desde que autorizado pela torre de controle (RBHA-137, 1999). Caso o aeródromo não tenha torre de controle, o piloto em comando da aeronave pode desviar-se do circuito de tráfego, segundo a emenda da RBHA 137, publicada no DOU 235 de 7 de dezembro de 2000, nas seguintes situações: a) Obtiver concordância do administrador do aeródromo; b) Exceto em emergência, decolagens e pousos não forem realizados em pátios, pistas de táxi e outras áreas do aeródromo não previstas para tais manobras; e c) A aeronave permanecer afastada, dando passagem às aeronaves que estiverem dentro do circuito de tráfego do aeródromo. d) Operações sobre áreas pouco habitadas ou desabitadas (RBHA 137, RBHA 91 e IMA ) Em conformidade com o previsto no RBHA 137, RBHA 91 e IMA , o aeronauta durante as aplicações dos produtos e procedimentos de vôo, que estiver distante de regiões habitadas, poderá fazer vôos abaixo de 500 pés acima do solo. A Figura 3, a seguir mostra uma aeronave agrícola operando longe de locais habitados, conforme prevê a norma.

25 25 FIGURA 3 O avião agrícola deve operar distante de locais habitados FONTE: Agricultura (2008) Pode voar em distâncias menores que 250 metros de: habitantes, veículos e construções, desde que tais procedimentos não afetem a segurança dos mesmos. e) Operações sobre áreas densamente povoadas (RBHA 137) Aeronaves agrícolas contendo produtos químicos não devem sobrevoar sobre áreas muito povoadas para não ocorrer riscos de contaminação. A não ser em casos de controle de vetores 1. 1 Vetores são transmissores de doenças.

26 26 f) Procedimento para abatimento de ruído (RBHA 137) Segundo a RBHA 137 (Emenda , publicada no D.O.U. No. 235 de 07/12/2000), para minimizar os ruídos das aeronaves agrícolas devera atender as seguintes exigências: (a) Minimizar o uso de potência máxima; (b) Evitar o sobrevôo de locais sensíveis a ruído como hospitais, templos religiosos, escolas, asilos, jardins zoológicos, hipódromos, criação de animais, reservas biológicas, etc. g) Condições atmosféricas para operações agrícolas (RBHA 137 e IAC ) Não serão permitidos vôos aeroagrícolas 30 minutos após o por do sol e 30 minutos antes no nascer do sol a menos que pelo GERAC (Gerências Regionais de Aviação Civil) da região com a concordância da IAC (instrução da aviação civil que trata sobre vôo agrícola noturno) dê a autorização. Também não serão autorizadas operações aeroagrícolas em espaço aéreo não controlado que não apresentam as condições mínimas de visibilidade de 2,5 Km, com teto mínimo de 500 pés acima do solo. Caso tenha espaço aéreo controlado deverá ter a devida aprovação do controle de tráfego aéreo da região, independente de fatores meteorológicos. h) Comunicação de acidentes aeronáuticos (RBHA 137) Qualquer pessoa tem a obrigação de comunicar para uma autoridade publica caso tenha conhecimento de algum acidente aeronáutico e/ou partes de fuselagens. A Figura 4, a seguir, mostra um acidente com um avião agrícola no Estado do Mato Grosso do Sul, ocorrido em 24 de Janeiro de 2008.

27 27 FIGURA 4 - Acidente com avião agrícola. FONTE: Noticias (2008). Pode se dizer que, na aviação agrícola, o grau de risco de acidentes é alto em função das características da operação aérea. A seguir descreve-se uma notícia do Jornal Gazeta de Caçapava, de 14/02/2008 (GAZETA, 2008), disponível em indicando mais um acidente com avião agrícola. [...] Monomotor agrícola sobrevoava plantação de arroz quando chocou no solo. O piloto agrícola Crissiano Rosa da Silva, 30 anos, morreu no final da tarde de quarta-feira, quando o avião monomotor que ele pilotava caiu, por volta das 17h30min, no meio de uma lavoura de arroz em São Sepé, na localidade de Tupanci, a cerca de 45 quilômetros da cidade. Ontem, peritos do Centro Regional de Investigação e Prevenção de Acidentes Aeronáuticos (Ceripa) foram até o local da queda para fazer a perícia na aeronave, que ficou destroçada sobre a lavoura e foi isolada pela Brigada Militar. Os técnicos da Aeronáutica tentarão apontar o que teria provocado a queda. Segundo informações da Polícia Civil de São Sepé, o piloto chegou a ser encontrado com vida por funcionários da mesma empresa em que ele trabalhava. O grupo que trabalharia em terra teria saído em busca do colega porque suspeitou que tivesse ocorrido algo de errado no vôo dele devido à demora do piloto em retornar à área de pouso. A manobra rotineira seria feita repetidamente em intervalos de sete em sete minutos para reabastecer o avião com uréia, defensivo agrícola que estava sendo pulverizado sobre a lavoura de arroz. O resgate Ao entrar na lavoura, os funcionários encontraram o avião caído e o piloto jogado em outro ponto do campo, a cerca de 500 metros de uma estrada de chão, ainda vivo e consciente. Segundo publicou o portal ZeroHora.com, o gerente da C.J Aéreo Agrícola de São Pedro do Sul para quem a vítima trabalhava, acusou o Corpo de Bombeiros de Santa Maria por negligência no socorro.o gerente Leandro Bressan contou que a empresa teria acionado os bombeiros tão logo recebeu informações sobre o acidente. Porém, o socorro não apareceu. Uma ambulância da Unimed foi direcionada da cidade às 19h30min até o local para fazer o resgate e chegou à área às 20h05min, poucos minutos depois de o piloto morrer, passadas mais de duas horas da queda.o capitão responsável pelos bombeiros não deu entrevista, mas informou que averiguaria o caso, conforme o portal. Nascido em Rosário do Sul, Crissiano Rosa da Silva foi levado para a cidade natal na tarde de ontem para ser velado e sepultado. [...]

28 28 A Figura 5 mostra a foto do acidente mencionado na Gazeta (2008). FIGURA 5 - Avião agrícola acidentado em São Sepé, na localidade de Tupanci. FONTE: Gazeta (2008). No caso dos operadores de aviação agrícola é preciso comunicar as Gerências Regionais de Aviação Civil (GERAC) qualquer acidente ou incidente que chegar ao seu conhecimento, envolvendo aeronaves de sua propriedade ou de terceiros durante suas atividades. i) Aeronave acidentada Não podem ser removidos objetos, restos ou a carga da aeronave, a não ser com o propósito de salvar vidas. Só poderá ser removido algo da aeronave com a presença da devida autoridade aeronáutica.

29 29 j) Agente de segurança de vôo Cada operador aeroagricola deve contratar uma pessoa devidamente apta para atuar como Agente de Segurança de Vôo. É de grande importância que o piloto da aviação agrícola esteja preparado para as diferenças que existem na sua área de atuação e para os aspectos de segurança e equipamentos necessários, que são bem diferentes da área de atuação do piloto comercial. 5.7 MANUAL DE SERVIÇO DE AVIAÇÃO AGRÍCOLA PILOTO PREPARADO PELO MINISTÉRIO DA AGRICULTURA, PECUÁRIA E ABASTECIMENTO (MAPA) Neste item do estudo será apresentada a análise da INSTRUÇÃO NORMATIVA Nº 2, DE 3 DE JANEIRO DE 2008 (MAPA, 2008), por se tratar de um dos documentos legais mais importantes aplicados em serviços de aviação agrícola. Em 3 de janeiro de 2008 o MAPA aprovou a INSTRUÇÃO NORMATIVA Nº 2, DE 3 DE JANEIRO DE IT No. 02 (01/08) - que contêm as normas técnicas e operacionais de segurança sobre pistas de pouso, equipamentos, produtos químicos, operações e entidades de ensino a respeito da aero agricultura. Ressaltando, assim, a importância aos bens materiais, cuidados com as pessoas e com a proteção ao meio ambiente. Na seqüência está apresentada uma interpretação textual resumida de cada um dos artigos, parágrafos e incisos da IT No. 02 (01/08), colocada, para melhor entendimento, sob a forma de subitens.

30 30 a) Autorização para atividades aeroagrícolas Segundo a IT No. 02 (01/08), constante em MAPA(2008), o emprego de atividades aeroagrícola só serão autorizadas aeronaves homologadas pela autoridade aeronáutica. A Figura 6, a seguir, mostra um exemplo de especificações técnicas de um avião agrícola. FIGURA 6 - Especificação técnica do avião agrícola KA-01. FONTE: Pulverizador (2008). Equipamentos como de pulverização nas aeronaves devem ser como os modelos sancionados pelo MAPA, o mesmo acontece com suas instalações, que devem ser vistoriadas pela Agência Nacional de Aviação Civil (ANAC). Como ilustração, a Figura 7, a seguir, exibe uma ficha de especificações técnicas do Avião Agrícola KA-01 da Kraüss Aeronáutica (PULVERIZADOR, 2008).

31 31 FIGURA 7 - Ficha técnica do avião agrícola KA-01. FONTE: Pulverizador (2008). Os equipamentos devem ser instalados por operadores habilitados pela autoridade aeronáutica desde que tenham previa aprovação pelo MAPA. b) Organização das áreas de pouso e decolagem e pátios As empresas que tiverem interesse em implantar uma aérea de pouso e decolagem devem estar cientes dos regulamentos previstos em vigor para tais áreas, conforme será mostrado mais adiante, neste estudo.

32 32 As empresas devem informar a localização geográfica da aérea de pouso, bem como, não devem armazenar produtos agrotóxicos no local, caso seja em um aeródromo publico (não utilizado apenas para atividades aeroagrícolas). E, em caso de necessidade de estocar tais produtos, devem ser observadas as normas de proteção à saúde e ao meio ambiente. O pátio onde são lavados os produtos e a aeronave agrícola deverá estar em lugar seguro para não haver problemas em relação às operações aeronáuticas e contaminações. Na construção deve-se ter uma medição do lençol freático e, caso houver, deverá ter no mínimo um metro e meio de distancia até a superfície. A Figura 8, a seguir, mostra a planta de um pátio de descontaminação. FIGURA 8 - Planta de um pátio de descontaminação. FONTE: MAPA (2008).

33 33 Embalagens já utilizadas de agrotóxicos devem sofrer uma tríplice lavagem e devem ser recebidas pelo contratante, conforme as especificações previstas pela legislação. O tamanho do pátio de descontaminação deve ser, no mínimo, do tamanho do tipo de aeronave utilizada, deverá suportar o peso, ter material que evite infiltrações, não poderá sofrer muita dilatação por temperaturas, ter inclinação de três por cento e ter dois metros de acréscimo a mais na largura e no comprimento. Devem ser construídos reservatórios de decantação, ozonizador e evaporação da água para o tratamento das sobras que restarem da lavagem da aeronave e dos agrotóxicos. Os métodos na preparação de tais reservatórios deve atender as normas do MAPA. c) Atividades Operacionais Relatório Em relação às atividades operacionais deverá ser elaborado um relatório de operações igual ao modelo previsto na norma que contenha o nome da empresa, número de registro no MAPA, nome do contratante, tipo de serviço a ser desempenhado, que tipo de plantio a ser tratado (soja, algodão e etc.), quantidade em hectare a ser estabelecido, informações sobre o agrotóxico utilizado, volume de adjuvante (propriedades que modificam a formula) quando utilizado, informação sobre o volume em relação em litros por hectare, detalhes dos métodos das aplicações ( altura do vôo, largura do raio de aplicação do produto, temperatura máxima, mapeamento da região entre outros parâmetros), prefixo da aeronave a ser utilizada, indicar instrumentos utilizados e os demais preenchimentos, conforme o modelo do Anexo I da IT Nº 2 (01/08), descrito na Figura 9, a seguir.

34 34 FIGURA 9 - Modelo de relatório operacional. FONTE: Anexo I de MAPA (2008). Ao final do relatório devem constar as assinaturas e registros do técnico agropecuário, do piloto agrícola, proprietário da área ou seu representante. E ao final das aplicações aero agrícolas pelo engenheiro agrônomo.

35 35 Nas atividades aeroagrícolas de campo, um técnico agropecuário com curso de aviação agrícola terá que acompanhar as operações no intuito de manter um padrão de qualidade e segurança. Em caso de utilização de DGPS (Differencial Global Positioning System) durante as aplicações devera ser registrada junto ao relatório de operações e em caminhada a empresa onde terá que arquivá-la em um prazo no máximo de dois anos. A seguir está mostrado, na Figura 10, um painel de avião agrícola equipado com DGPS (Differencial Global Positioning System). FIGURA 10 Painel com DGPS (Differencial Global Positioning System). FONTE: PULVESUL (2008). d) Cuidados operacionais na aplicação aérea Em seguida, a IT No. 02 (01/08) orienta que, durante as observações na aérea de aplicação é preciso averiguar os povoamentos, agrupamento de animais e mananciais de captação e abastecimento de água. Deve-se ter uma distância de 250 a 500 metros desses

36 36 locais. Caso sejam violados esses limites, será de inteira responsabilidade da empresa aplicadora arcar com os danos na aérea afetada. Só serão aplicados fertilizantes e sementes em áreas a menos de 500 metros, se não conter agrotóxicos e, mesmo assim, deve-se avisar os moradores com antecedência. Na continuidade, a norma ainda prevê que as aeronaves agrícolas que utilizem produtos químicos não devem sobrevoar áreas habitadas. A Figura 11, a seguir, mostra equipamentos misturadores de aço inox, equipados com um sistema de tríplice lavagem, que aproveitam melhor os produtos químicos utilizados. FIGURA 11 - Equipamentos de moderno sistema de tríplice lavagem FONTE: Serrana (2008). Em áreas de operação aeroagrícola devem estar sempre em locais de fácil acesso, números de telefones de emergências, tais como hospitais e centros de informação toxicológicos e, onde haver manipulação de produtos químicos, devem estar disponíveis extintores de incêndio, material para lavagem, e um kit de primeiro socorros.

37 37 e) Recomendações de segurança para o piloto e operações simuladas A IT No. 02 (01/08), ainda recomenda que o piloto deverá usar capacete, cinto de segurança e vestimentas para proteção química. A equipe em terra com contato com esses produtos também deverão ter vestimentas apropriadas de proteção. A responsabilidade do fornecimento das vestimentas é do empregador. Um dos métodos para garantir a segurança das operações é elaborar um simulado ou mesmo real. Neste caso, deve-se ter a prévia autorização da Superintendência Federal de Agricultura (SFA) no respectivo Estado. A solicitação deve ser formulada em um prazo com antecedência de quinze dias. Para simular as operações, deverão ser utilizados líquidos ou sólidos que não tenham composição tóxica. Em caso de caráter real (demonstração da aplicação), na simulação poderão ser utilizados produtos que melhor convier, desde que sejam homologados e utilizados da mesma maneira prevista pelo órgão do MAPA. f) Mudanças de local das atividades aeroagrícolas Outro procedimento para os pilotos da aviação agrícola trata sobre mudança de localidade. Neste caso, a MAPA (2008) destaca que deve ser preenchido um formulário para obter autorização do órgão SFA na sua respectiva região e isto deve ser feito com cinco dias de antecedência. Os dados solicitados constam da Figura 12, onde está descrito um modelo do formulário REQUERIMENTO DE AUTORIZAÇÃO PARA PRESTAÇÃO DE SERVIÇOS AEROAGRÍCOLAS. Dentre os dados a serem informados, constam: o nome, o CPF, o CNPJ (quando for o caso), número de registro no MAPA, localidade e telefone da nova sede, escritório e base operacional, nome do engenheiro agrônomo. Em anexo deve ser colocado cópias da carteira do Conselho Regional e Arquitetura (CREA) e de responsabilidade técnica (ART), período de seus serviços, nome do técnico agropecuário cursado em aviação agrícola, informações sobre a operação envolvida, prefixo da aeronave, que tipo de cultivo será tratado.

38 38 Em locais que necessitem de auxilio para combates de incêndio é possível fazer as operações sem a prévia autorização do MAPA. Porém, deverá ser comunicado posteriormente. Outras exigências que dizem respeito à atividade aeroagrícola é em relação a mudanças de localidade das empresas, operações e\ou membros da empresa tais alterações deveram ser comunicadas ao MAPA e registradas em cartório, e deve ser observado o prazo máximo de trinta dias. MODELO DE REQUERIMENTO DE AUTORIZAÇÃO PARA PRESTAÇÃO DE SERVIÇOS AEROAGRÍCOLAS SENHOR (nome da autoridade competente da SFA / MAPA na Unidade da Federação) SUPERINTENDENTE FEDERAL DE AGRICULTURA NO ESTADO DE... O abaixo assinado, atendendo os dispositivos das Normas Técnicas e de Trabalho, instituída pelo Decreto nº , de 11/12/81, vem pelo presente requerer a V.Sa. Autorização para Prestação de Serviços Aeroagrícolas no Estado de..., (instruí-lo com as informações e os respectivos documentos): 1 - Nome empresarial: CPF/CNPJ:...IE: Registro no MAPA nº: Endereço (sede): Município/UF:...CEP: Tel/fax/ endereço eletrônico: Município(s) em que atuará: Período de atuação:.../.../... a.../.../ Tipo de Serviço e culturas a serem tratadas: Nome do Engenheiro Agrônomo, responsável técnico da Empresa: Nome do(s) Técnico(s) Agropecuário(s), executor(es) com CEAA Prefixos das aeronaves a utilizar: Endereço e telefone da Base Operacional: Coordenadas Geográficas: Endereço e Telefone do Escritório na jurisdição dos trabalhos: Contaremos com o apoio do Pátio de Descontaminação de aeronaves localizado na pista situada no seguinte endereço..., conforme contrato ou autorização de uso, em anexo. Encaminhamos, também, cópia da carteira do CREA, CPF e da ART/CREA/UF, do engenheiro agrônomo, responsável técnico da empresa, e do(s) técnico(s) em agropecuária com CEAA. Documentos Anexos: a) Cópia do contrato ou autorização de uso do pátio de descontaminação. b) Cópia da carteira do CREA, CPF e ART/CREA/UF, do Estado da jurisdição dos trabalhos, do engenheiro agrônomo, responsável técnico da empresa. c) Cópia da carteira do CREA, CPF e ART/CREA/UF, do Estado da jurisdição dos trabalhos, dos técnicos em agropecuária executores com CEAA, da empresa. Nestes Termos Pede Deferimento de de Identificação e assinatura do requerente ou representante legal FIGURA 12 Modelo de Requerimento de Autorização para Prestação de Serviços Aeroagrícolas. FONTE: MAPA(2008).

39 39 Este relatório operacional deverá estar sempre acessível na base de operações durante todo o seu tempo de vigor. g) Fiscalização das atividades aeroagrícolas Quanto à fiscalização, a empresa aeroagricola não tem o direito de decidir se a fiscalização deve ou não vistoriar suas áreas. É fator obrigatório que haja a fiscalização, a juízo dos órgãos fiscalizadores, conforme previsto na IT No. 02 (01/08), para verificar a segurança das operações (MAPA, 2008). Na fiscalização, os fiscais do MAPA irão conferir os seguintes itens: a) Registro da empresa no MAPA; b) Vigência do contrato de trabalho do engenheiro agrônomo responsável pelas atividades e formulários de responsabilidade técnica do cargo do CREA (Conselho Regional de Engenharia e Arquitetura); c) Certificação do técnico agropecuário com curso de executor em aviação agrícola; d) Relatórios operacionais e copias de mapas da aplicação do DGPS (Differencial Global Positioning System), caso for utilizado durante as explicações; e) Relatório mensal de atividade da empresa, cópia das carteiras dos pilotos agrícolas, documentos das aeronaves agrícolas, histórico dos alunos somente para as instituições de ensino. h) Relatório Mensal de Atividades Aeroagrícolas De acordo com a IT No. 02 (01/08), as empresas de aviação agrícola (pessoa física ou jurídica), devem apresentar a cada mês o denominado RELATÓRIO MENSAL DAS ATIVIDADES. A Figura 13 descreve o formulário.

40 40 FIGURA 13 Modelo de Formulário de Relatório Mensal de atividades aeroagrícolas. FONTE: MAPA(2008). Os campos apresentados no modelo devem informar: nome, endereço, município onde as atividades foram prestadas, data, número de registro do MAPA, sigla da unidade da federação (UF), nome do cultivo em que realizou os serviços, quantidade de hectares durante as aplicações desse cultivo e ao final da coluna relatar o somatório durante o mês do mesmo, produtos utilizados ( sendo que para fertilizantes deve-se acrescentar as siglas S para sólidos e L para líquidos). Na coluna outros são para operações como peixamentos 2 de rios ou semeadura de pastagens e ao lado o prefixo da aeronave do formulário. Ao final do formulário deverá haver o local, data e assinaturas do respectivo diretor e engenheiro agrônomo da empresa, assim esclarecido no artigo 14, 2º, do Decreto nº , de i) Relatório Mensal para as Atividades de Combate a Incêndio Em atividade de combate ao fogo deverá ser usado o mesmo formulário para relatórios mensais (Figura 9), com os seguintes cuidados no seu preenchimento: na coluna cultura deixa-se em branco, em hectares devem ser informadas somente as horas de vôo e na coluna em relação aos produtos utilizados deverá ser deixado em branco e utilizar a coluna destinada 2 Peixamento é um termo utilizado para repovoamento de rios.

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