Tony Honorato. Elementos para uma história do poder na instituição escolar no esforço civilizador brasileiro. (PUC/SP - pós-graduando)

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1 Tony Honorato. Elementos para uma história do poder na instituição escolar no esforço civilizador brasileiro. (PUC/SP - pós-graduando) Resumo: A problemática a ser abordada neste ensaio é: de que maneira a instituição escolar se apresenta como um aspecto fundamental para a compreensão do esforço civilizador da sociedade brasileira no período entre o final do século XIX e início do século XXI. A história do poder na instituição escolar mais precisamente da Escola Complementar à Escola Sud Mennucci de Piracicaba interior do Estado de São Paulo pode apontar, por meio do crescente processo de inter-relação pessoal e da introdução de diferentes capitais culturais, tensões permitindo uma leitura do processo civilizador brasileiro. Palavras-chave: História, Poder, Instituição Escolar e Civilização. Enquanto instituição histórica e socialmente configurada, a escola vem nos chamando atenção na busca de entender como o seu crescente processo de inter-relação pessoal apresenta se como uma questão relevante para a compreensão das relações de poder no seu cenário e no esforço civilizador 1 da sociedade brasileira. Na instituição escolar particularmente na Escola Complementar instalada em , na cidade de Piracicaba, interior do Estado de São Paulo, que em passou a se denominar Escola Normal Primária e, posteriormente, em 1945 recebeu o nome de um dos seus alunos, Sud Mennucci 4 pode-se inicialmente notar o crescente processo de inter-relação pessoal por meio do aumento de alunos matriculados, como ilustram os documentos: Escola Complementar Estiveram presentes tambem todos os alumnos e alumnas matriculados na Escola em numero superior a 60. (JORNAL A GAZETA DE PIRACICABA. 22/04/1897. negrito nosso) 1 Para a concepção de processo civilizador, ancorou-se em: Norbert Elias (1993 e 1994). 2 Como destacou o jornal A Gazeta de Piracicaba de 22/05/1897, a cerimônia de instalação da Escola Complementar de Piracicaba foi realizada pelos republicanos no dia 21 de abril de NENE. Mario A. [Org.]. Almanak documentário. Editado por João M. Fonseca. Piracicaba, p Segundo o Jornal de Piracicaba (23/04/1972), o Decreto Lei de n , de 01/03/1945, atribuía ao ilustre Sud Mennucci a homenagem de patrono da Escola Normal de Piracicaba. Conforme Elias Neto, Sud Mennucci [...] foi um dos mais completos intelectuais piracicabano do século XX. Nascido em 20 de janeiro de 1892, Sud fez o curso primário no Grupo Escolar Moraes Barros. Formou-se pela então Escola Complementar [...] Iniciou o magistério em Piracicaba, Cravinhos e Dourado, todas cidades do Estado de São Paulo. Participou da equipe que reorganizou a Escola de Aprendizes Marinheiro em Belém do Pará. (1913/14) Fundou o Ginásio Paulistano, chefiou o recenseamento escolar do Estado de São Paulo em Foi delegado regional de ensino em Campinas, organizou e realizou o recenseamento escolar do antigo Distrito Federal em 1927 e, em 1931, foi nomeado diretor da Imprensa Oficial. Por duas vezes, foi diretor do Departamento de Educação paulista. Foi relator e crítico literário do jornal O Estado de São Paulo e redator do Correio Paulistano, colaborando com inúmeros jornais e revistas. Foi membro da Academia Paulista de Letras e escreveu livros de grande repercussão. (ELIAS NETO, Cecílio. Almanaque 2000: memorial de Piracicaba século XX. Piracicaba: IHGP; Jornal de Piracicaba; UNIMEP. 2000, p. 195)

2 Eschola Complementar A matricula actual é de 114 alumnos, sendo 52 na secção masculina e 62 na secção feminina. (ALMANAK DE PIRACICABA , p negrito nosso) Escola Normal Primaria O anno findo com uma matricula de 306 alumnos, assim distribuídos: 27 no 1 anno masculino; 52 no 1 anno feminino; 27 alumnas no 1 anno supplementaar; 36 no 2 anno masculino; 45 no 2 anno feminino; 16 alumnas no 2 anno suplementar; 16 no 3 anno masculino; 37 no 3 anno feminino; 23 no 4 anno masculino, e 27 no 4 anno feminino. É director da Escola o snr. Prof. Honorato Faustino de Oliveira. (ALMANAK: PIRACICABA S. PAULO BRASIL. 1914, p negrito nosso) Escola Normal Conta hoje a Escola Normal com 574 alumnos distribuidos nas suas séries. (ALMANAK DOCUMENTÁRIO. 1936, p negrito nosso) Escola Sud Mennucci O Instituto de Educação Sud Mennucci, tendo na direção o Prof. Benedito Evangelista Costa, conta com 1910 alunos do curso secundário, sendo três classes do curso normal, com 80 alunos. (JORNAL DE PIRACICABA. 23/04/1972. negrito nosso) Escola Estadual Sud Mennucci Atualmente, a escola que é freqüentada por 2000 alunos e cerca de 300 que cursam o Telecurso 2.000, é modelo de ensino profissional na formação de professores, através do curso magistério. (JORNAL O DEMOCRATA. 30/05/1997. negrito nosso) Observa-se um aumento significativo de aproximadamente 64 vezes o número de alunos matriculados, no período entre a Escola Complementar de 1897 e a Escola Estadual Sud Mennucci de Certamente, este processo histórico de 100 anos de acesso dos alunos às referidas instituições escolares, foi recebendo ingerência dos acontecimentos educacionais, políticos, econômicos, urbanos e sociais construídos pelos indivíduos ao longo da história da sociedade brasileira. O que nos evoca atenção, neste momento, é o fato do aumento da população escolar, poder indicar possibilidades de investigação científica do crescente processo de inter-releção pessoal, provocador de diferentes e especificas configurações no cotidiano escolar, onde aflorariam relações de poder típicas do estágio civilizacional pelo qual a cidade de Piracicaba e o estado brasileiro passaram. Vejamos presumíveis relações de poder na esfera da instituição escolar: Escola Complementar - Realizou-se hontem ao meio dia a installação da Escola Complementar, que funcciona sob a direcção do sr. Antonio Alves Aranha. Estiveram presentes a cerimonia entre outros cidadãos Dr. Paulo de Moraes, Presidente da Câmara, Joaquim André de Sampaio, Intendente Municipal, Dr.

3 Francisco Morato, Dr. Antonio Pinto, João Manoel de Moraes Sampaio, Benedicto Côrte Brilho Inspector Litterario, Mello Cotrim, Director do nosso grupo escolar, Jorge Guimarães, Director do grupo escolar de Itú, Coronel Aquilino José Pacheco, José Gomes Marques, Collector, Vivente do Amaral Mello, Tomaz da Silva Moraes, José da Silva, 1 Tabellião, Belizário Gonzaga, Francisco do Amaral, Ribeiro de Magalhães, Rafael Cantinho Filho, Dr. Antonio de Moraes e outros cujos nomes não recordamos. (JORNAL A GAZETA DE PIRACICABA. 22/04/1897) Nesta específica configuração as relações de poder surgiriam na criação e valorização da Escola Complementar de Piracicaba como um dos símbolos republicano da instrução e da intelligentsia paulista. Formar professores para produzir e transmitir os novos padrões de conduta exigidos pelo início da metropolização, da industrialização e dos avanços tecnológicos, era fundamental para distinguir o homem novo do modo de vida extremamente rural do passado e subscrever o progresso contemporâneo, dado pelo ideal de civilidade republicano. Para o modelo de civilidade republicana, instituir escolas poderia ser expressão de poder! Nota-se na cerimônia de instalação da Escola Complementar o reconhecimento, por parte da imprensa, da participação das ilustres autoridades republicanas. Destacam-se, em especial, Jorge Guimarães, Diretor do Grupo Escolar de Itu que era um dos emblemas da instrução paulista na Primeira República, e o Presidente da Câmara Dr. Paulo de Moraes Barros, filho de Manoel de Moraes Barros, Senador da República e irmão do Prudente José de Moraes Barros, Presidente do Brasil. Lembrou ainda, o jornal A Gazeta de Piracicaba de 22/04/1897, a presença do influente político Dr. Paulo de Moraes Barros como condutor do cerimonial de instalação da escola a convite do Diretor Sr. Antonio Alves Aranha. Segundo José Luis Simões 5, os cerimoniais escolares envolviam rituais que exaltavam o trabalho de autoridades ou membros das elites. As elites da cidade valorizavam os cerimoniais, quer seja prestigiando as festividades pela presença física ou oferecendo ou recebendo algum tipo de homenagem das autoridades que administravam as instituições de ensino. Como, por exemplo, em 1901 destaque-se presidindo a solenidade de diplomação dos alunos da Escola Complementar de Piracicaba, o ex-presidente da República, líder perrepista e morador da cidade, Prudente de Moraes. 6 5 SIMÕES, José Luis. Escolas para as elites, cadeias para os vadios: relatos da imprensa piracicabana ( ). Piracicaba, Tese de Doutorado. Faculdade de Educação, Universidade Metodista de Piracicaba. p Jornal de Piracicaba, 01/12/1901.

4 Outra configuração de manifestação de poder na instituição escolar a ser pesquisada, foi identificada quando uma ex-aluna relata ao Jornal de Piracicaba: A gente se falava pelas janelas, pois havia um muro no pátio que separava meninos e meninas, conta Diva. Dona Diva tem muitas recordações do Sud. As melhores, diz ela, que garante ter sido aluna organizada [...] [...] não esquece de professores como Sílvio de Aguiar Souza, de Português, que exigia que todos os seus alunos decorassem um soneto por semana [...] Das aulas que teve com aquele que viria a ser seu sogro, o professor de Física Hélio Penteado de Castro, ao pito que levou do diretor Fausto Lex por estar de uniforme fora dos domínios da escola [...] A educação hoje é um fracasso; tenho pena das crianças, lamenta a professora [...] (JORNAL DE PIRACICABA. 26/06/2005) A depoente Diva, 82 anos de idade, professora de Música aposentada, se formou docente de ensino primário pela Escola Sud Mennucci em Ao relatar suas memórias, ela ilustra que as manifestações de poder na configuração escolar nasceriam na arquitetura da escola, na relação professor-aluno-conteúdo e na advertência do diretor em razão do uniforme. Na arquitetura, a simetria da planta responderia à separação obrigatória dos sexos. Esta composição arquitetônica poderia indicar a crença no poder da escola em civilizar, moralizar, disciplinar, vigiar e conformar a ordem social do espaço de encontro de estudantes submetidos ao império da autoridade e da anulação das diferenças sexuais. O poder também estaria ajustado aos cânones do conteúdo escolar, expressos na relação entre professor-aluno. A obrigatoriedade de decorar um soneto por semana, como lembra a depoente ter decorado a Última Flor do lácio de Olavo Bilac, seria mais um dispositivo residual da racionalidade pedagógica de um projeto conformador afinado ao ideal de civilidade estadonovista. No Estado Novo o legado de Getúlio Vargas foi especialmente à construção de uma institucionalidade para a cultura, ao mesmo tempo em que tratou da elaboração de um projeto civilizacional voltado para a identidade brasileira. Enquanto se constituía a modernidade cultural e a identidade brasileira, Memórias do cárcere, de Graciliano Ramos, significou um documento pungente e ilustrativo do outro lado da modernização cultural getulista, que prendia e exilava os intelectuais oposicionistas. Outro destaque, é que o cidadão estadonovista deveria receber uma forte instrução em cultura geral. Essa, no caso da professora Diva, lhe atribuiria competências de orientar a formação de um maior contingente de mão-de-obra para as novas atividades abertas pelo mercado

5 industrial. Desta forma, a instituição escolar representaria um poder da nação que se almejava construir, o vir a ser de uma civilização que buscava vir a tornar-se. Já o depoente Jairo Ribeiro de Mattos 72 anos, ex-aluno do Curso Primário, Ginásio, Colegial e Normal da Escola Sud Mennucci ( ) e fundador da Associação dos Exalunos, Ex-funcionários e Amigos da Escola Sud Mennucci recordou sua professora da primeira série, Maria Aparecida Nucci de Oliveira, que o alfabetizou: Eu ficava no quarto lugar na fila do intervalo, mas um dia peguei o primeiro. Ela me puxou pela orelha e mandou voltar. Nunca mais furei a fila na minha vida. Segundo Mattos, ele sempre esteve envolvido com o movimento jovem da escola, como diretor de clubinhos ou representante de alunos. E ainda lembra que foi na escola que aprendeu palavras de ordem como obediência, e assim o relatou: Nós já chegávamos ao Tiro de Guerra sabendo das atividades. 7 Mattos vivenciou provavelmente na Escola Sud Mennucci da cidade Piracicaba/SP, a transição do modelo educacional do Estado Novo ( ) para o da Nova República ( ). No sistema escolar as formas de poder e de comportamentos também podem alterar conforme as transformações da sociedade. Isto é, da educação pautada nos comportamentos típicos do regime da caserna, para a constituição educacional liberal-democrática a qual possibilitava até a organização de movimento estudantil no interior da instituição escolar como aponta o discurso de Mattos. Para Marly Therezinha Germano Perecin 8, O Sud Mennucci teve uma responsabilidade muito grande na formação das elites pensantes de Piracicaba. Espero que esse ensaio sirva de reflexão para ex-alunos e alunos, e para que estes façam jus à grandeza da escola, estudem e respeitem seus mestres, como faziam os estudantes do passado, afirma a historiadora. Para ela, os professores são os heróis anônimos da educação no presente. (JORNAL DE PIRACICABA. 19/06/2005) O respeito à instituição e aos professores fortaleceria o cultivo da escola como símbolo de status e prestigio social, e, consecutivamente, oportunidades de poder por meio da formação de seres pensantes. Na memória de Perecin, a instituição escolar ocupava posição fundamental na 7 Jornal de Piracicaba, 10/07/ A professora e historiadora Marly Perecin é ex-aluna do Sud Mennucci (formada pelo curso de magistério da instituição) e professora secundária aposentada da escola. É graduada pela Faculdade de História da PUC de Campinas (Pontifícia Universidade Católica de Campinas) e fez mestrado na PUC de São Paulo. Na USP (Universidade de São Paulo), realizou doutorado na área de educação com a tese, Os passos do saber: a Escola Agrícola Prática Luiz de Queiroz, publicada em 2004 pela Edusp. (Jornal de Piracicaba, 19/07/2005)

6 sociedade, provavelmente em posição superior a que se encontra na atualidade, afinal, para ela os professores são os heróis anônimos da educação do presente. Partimos da proposição que a instituição escolar hoje não figuraria como símbolo de status e prestígio social da mesma forma que o relato de Marly Perecin propõe. Os documentos discutidos nos sugerem que no modo de vida da civilização hodierna o nível de complexidade das interrelações pessoais ampliou-se e, por conseguinte, as relações de poder adquiririam configurações diversificadas. O desenvolvimento econômico, tecnológico, social, as novas redes de interdependências, enfim, as mudanças na estrutura social dos indivíduos ao longo da história auxiliariam na criação de espaços alternativos de acesso às fontes de poder e prestígio social, inimagináveis no passado. Como nos instigam a refletir os documentos: A escola é da comunidade. Nunca a frase foi mais apropriada. A comunidade, aquela junto da escola é responsável por ela. Não se pense que é o governo, qual quer que seja, municipal, estadual, nada, é a comunidade, esta sim, tem que entender que sem ela, comunidade, a escola não subsista. (JORNAL DIÁRIO POPULAR, 28/05/1997) Alunos da Escola Sud Mennucci ameaçaram uma professora da instituição, porque ela falou que eles não eram dignos de estudar na renomada escola pela falta de respeito e de disciplina. (JORNAL DE PIRACICABA, 02/08/2000) Você conhece o Sud, a Escola Sud Mennucci que fica ali em baixo na rua XV. É, a gente pulava lá de sábado e domingo para anda (de skate). Nossa, quando chegava o dia de aula estava tudo detonado, porque estragava, assim, a escada ralava um pouco, pegava umas carteiras deixava lá fora para pode pular. (HONORATO. 2005, p. 19) A invasão dos skatistas, a ameaça dos alunos e a presença da comunidade, de modo geral, podem representar a introdução no ambiente escolar de capitais culturais 9 não comandados pelo pedagógico stricto sensu e podem simbolizar que em determinadas configurações os indivíduos questionariam o poder soberano da instituição escolar em função dos novos acessos às fontes de poder. Isto possibilitaria pensar que os alunos, os skatistas, a comunidade, entre outros, detêm 9 Capital cultural pode ser entendido por competência técnica ou específica (diplomas, códigos culturais, domínio lingüístico, bons modos etc.), que é tão útil quanto o capital econômico (bens financeiros, patrimônios etc.) na determinação e na reprodução das posições sociais. O acúmulo desigual do capital cultural justifica as diferenças de estratégia conduzida por cada ator social: como ele apreende as situações e se acomoda a elas, ou como ele se exclui. O capital cultural pode existir sob três formas: no estado incorporado; no estado objetivado e no estado institucionalizado. Mais detalhes ver: BOURDIEU, Pierre. Os três estados do capital cultural. In: NOGUEIRA, Maria Alice; CATANI, Afrânio [orgs.]. Escritos de educação. Petrópolis/RJ: Vozes, p

7 poder e se revelam membros de segmentos com padrões de condutas diferenciados dos rigorosos controles que, primeiramente, são impostos pelos gestores escolares aos seus inferiores. Considerações finais: Ao perscrutar algumas configurações, desde a Escola Complementar até a Escola Estadual Sud Mennucci, percebe-se que as relações de poder podem variar do extremo autoritarismo ao mais alto grau de participação de todos no processo decisório. Nota-se, inicialmente por meio das manifestações de poder, o papel fundamental assumido pelo desenho das tensões entre indivíduos para compreensão da produção de códigos de condutas identificados na boa sociedade e na concepção de civilidade de uma época. O desenvolvimento das instituições educacionais brasileiras representaria a busca de progresso e modernidade para nação. A educação institucionalizada e a civilidade surgiriam e seguiriam, não como processos excludentes e independentes sem influência mútua, mas sim como elementos interdependentes. O crescente processo de inter-relação pessoal e a introdução de novos capitais culturais não ordenados pelo pedagógico stricto sensu, podem colaborar com a identificação de tensões entre os indivíduos na configuração escolar para apontar um possível nível de relações de poder peculiar do processo civilizador brasileiro em específicos momentos históricos. Portanto, um dos desafios da construção das histórias de poder localiza-se em observar os novos acessos às fontes de poder em particulares configurações humanas. Referências bibliográficas: - ALMANAK DE PIRACICABA ALMANAK: PIRACICABA S. PAULO BRASIL BOURDIEU, Pierre. Os três estados do capital cultural. In: NOGUEIRA, Maria Alice; CATANI, Afrânio [orgs.]. Escritos de educação. Petrópolis/RJ: Vozes, p ELIAS, Norbert. O processo civilizador: formação do estado e civilização. Rio de Janeiro: Jorge Zahar, v 2. - ELIAS, Norbert. O processo civilizador: uma história dos costumes. Rio de Janeiro: Jorge Zahar v 1. - ELIAS NETO, Cecílio. Almanaque 2000: memorial de Piracicaba século XX. Piracicaba: IHGP; Jornal de Piracicaba; UNIMEP HONORATO, Tony. A tribo skatista e a instituição escolar: o poder escolar em uma perspectiva sociológica. Piracicaba, Dissertação de Mestrado. Faculdade de Educação. Universidade Metodista de Piracicaba. 208f. - JORNAL A GAZETA DE PIRACICABA. 22/04/1897.

8 - JORNAL A GAZETA DE PIRACICABA DE 22/05/ JORNAL DE PIRACICABA. 23/04/ JORNAL DE PIRACICABA, 01/12/ JORNAL DE PIRACICABA, 02/08/ JORNAL DE PIRACICABA. 19/06/ JORNAL DE PIRACICABA. 26/06/ JORNAL DE PIRACICABA, 10/07/ JORNAL DIÁRIO POPULAR, 28/05/ JORNAL O DEMOCRATA. 30/05/ NENE. Mario A. [Org.]. Almanak documentário. Editado por João M. Fonseca. Piracicaba, PERECIN, Marly Therezinha Germano. A educação pública no interior do Estado de São Paulo: a Escola Sud Mennucci de Piracicaba. In: Jornal de Piracicaba. Caderno Movimento História. 19/06/2005; 26/06/2005; 03/07/2005; 10/07/ SIMÕES, José Luis. Escolas para as elites, cadeias para os vadios: relatos da imprensa piracicabana ( ). Piracicaba, Tese de Doutorado. Faculdade de Educação, Universidade Metodista de Piracicaba.

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