O Pequeno Trevo e os Amigos da Rua

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1 O Pequeno Trevo e os Amigos da Rua De Pedro Santos de Oliveira Versão COMPLETA Por Pedro Santos de Oliveira Ilustrações de Luis de Lacerda Estrela PLIP

2 O Pequeno Trevo e os Amigos da Rua O Pequeno Trevo está feliz com os seus novos amigos. Desde o primeiro momento em que o encontraram no bosque, nunca mais o largaram e passou a ser uma companhia inseparável. Especialmente para o Tomé, que orgulhosamente o leva para todo o lado, no bolso da camisa, na pala do boné ou mesmo junto à campainha da bicicleta. Na rua onde mora o Tomé e os seus amigos, todos conhecem o Pequeno Trevo das quatro folhas. Há até alguns adultos que já tiraram fotografias ao lado dele, só para conseguirem ter mais sorte. Mas o que estas pessoas não sabem, é que não

3 basta tirar fotografias ao lado de um trevo de quatro folhas para se ter sorte. Aliás, o segredo da sorte está muito bem guardado no coração de cada um dos amigos da rua. Todos sabem o que é preciso fazer para ter a melhor sorte do mundo. E não é com fotografias. Certa vez, logo nos primeiros dias, quando estavam todos a jogar às escondidas, o Tomé subiu a uma velha árvore para se esconder e caiu, juntamente com um ramo, dentro da Casa dos Muros Altos. - Ai que não vamos voltar a ver o nosso amigo! Dizem que dali ninguém volta! Nunca lá tinham entrado, mas todos tinham ouvido dizer que na Casa dos Muros Altos vivia um homem magro, muito alto,

4 com barbas brancas, que guardava coisas velhas e não gostava nada de crianças. O melhor é fugir! Vamos todos para casa! Quando todos se preparavam para deixar o amigo Tomé e o Pequeno Trevo entregues à sua sorte, ouviuse um enorme portão a abrir. - Onde é que estão os amigos deste trevo de quatro folhas? Preciso da vossa ajuda para tirar os ramos de uma árvore de cima de um menino! Afinal, e pelo tom de voz calmo, rouco, mas meigo, o Homem das Barbas Brancas não parecia ser assim tão mau como diziam. Os amigos da rua voltaram-se para o portão e viram um homem alto, com o cabelo e a barba tão brancos como a lua-cheia.

5 Usava um boné verde, com a pala para trás, e na mão segurava, cuidadosamente, o que parecia ser uma flor um pouco maltratada. - Vejam! É o Pequeno Trevo! - Ele salvou o nosso amigo! Vamos também ajudar o Tomé! Confiantes, perderam o medo, correram portão adentro e todos juntos, em trabalho de equipa, levantaram o grande ramo partido. Lá de baixo saiu o Tomé, com a t- shirt rasgada e um pouco dorido, mas sem nenhuma ferida. Era tanta a alegria que todos o abraçaram. - Ai, não apertem! Obrigado, mas não apertem! - Tomé! Tens de agradecer é ao Homem das Barbas Brancas! Ele é que te salvou! Acariciando o Pequeno Trevo ainda um pouco

6 combalido na sua grande mão, limpa, forte e calejada de tanto trabalho, o Homem das Barbas Brancas ajoelhou-se e entregou-o ao Tomé. - Não! Têm é de agradecer a este vosso pequeno e corajoso amigo! Ele é que pediu ajuda ao vento. Sem medo veio até mim, apontou para onde tinha caído o Tomé, e disse-me que na rua estavam os amigos, que de certeza nos viriam ajudar! E foi assim que todos começaram a perceber como se conquistava a tal sorte do trevo das quatro folhas. A partir desse dia, o Pequeno Trevo e os amigos da rua começaram a dividir as suas habituais brincadeiras, como o jogo da bola ou do avião, com outras bem giras que o Homem das Barbas Brancas lhes foi ensinando. Aos sábados de manhã,

7 juntam-se em frente ao portão da Casa dos Muros Altos para serem recebidos pelo seu simpático anfitrião, que adora mostrar às crianças como se deve respeitar a natureza. É um espaço mágico, onde as plantas, os pássaros, as minhocas e os esquilos vivem livres, mas de forma equilibrada, na companhia de mil objetos usados, que ganham ali uma nova vida. Tudo tem a sua utilidade e nada é desperdiçado. - Olhem ali aqueles capacetes no alto daquela árvore! Que fixe! Para que servem? São os abrigos das rolas! O Pequeno Trevo participa em tudo com muita atenção e sente-se cada vez mais especial. Pois ao mesmo tempo que vê a irmã natureza ser tão

8 respeitada, também sente que ela ganha todos os dias novos amigos. As crianças tocam instrumentos musicais feitos de latas de tinta e colheres já sem brilho. Fazem corridas com carros de mão feitos de alguidares e rodas de carrinhos de bebé. Comem morangos que tinham plantado em vasos feitos de garrafas de plástico e até observam os ninhos com binóculos feitos de tubos. Constroem pequenos barcos de restos de cortiça com velas de pano usado, que navegam por entre os canais de telhas velhas, que recolhem as águas da chuva. Não há limites para a imaginação e o tempo passa sempre num instante. E quando chega a hora de ir embora, todos recordam como tudo começou, como aprendem

9 tanto com o Homem das Barbas Brancas e a sorte que têm por ter um amigo de quatro folhas que lhes mudou a vida para sempre.

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