O segredo do rio. Turma 4 3º/4º anos EB1/JI da Póvoa de Lanhoso. Trabalho realizado no âmbito do PNL. (Plano Nacional de Leitura)

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1 Turma 4 3º/4º anos EB1/JI da Póvoa de Lanhoso Ano Lectivo 2009/2010 O segredo do rio Trabalho realizado no âmbito do PNL (Plano Nacional de Leitura)

2 Era uma vez um rapaz que morava numa casa no campo. A casa era pequena e branca. Tinha uma chaminé muito alta por onde saía o fumo da lareira, que estava sempre acesa no Inverno e que servia para cozinhar e para aquecer a casa. Lá fora havia um pomar com árvores de frutos. As árvores eram de várias espécies e havia sempre fruta fresca durante todo o ano.

3 O sítio preferido do rapaz era o ribeiro, um braço do rio que passava perto da aldeia. A água era transparente e óptima para beber. As pessoas da aldeia próxima bebiam daquela água, cozinhavam com ela e pescavam no rio e por isso tinham muito cuidado para não sujar o rio, deitando lixo ou outras coisa lá para dentro. O rapaz aprendera lá a nadar e passava lá todos os dias de Verão a tomar banho.

4 Nas noites de Verão, antes de ir para a cama, vinha refrescar-se com a brisa fresca que vinha do ribeiro. Deitava-se de costas na areia e ficava a olhar as estrelas.

5 Certa tarde, o rapaz estava deitado de bruços na pequena praia de areia, distraído a fazer construções com pedras e ramos de árvores. De repente, ouviu um ruído e viu um enorme peixe vermelho a saltar. Ao cair dentro de água salpicou com água até onde o rapaz estava.

6 O rapaz ficou quieto de medo. Nunca tinha visto um peixe daquele tamanho e a falar com uma voz estranha. Era uma carpa. O peixe contou-lhe que vivia num aquário de um rapaz da sua idade. Estava sempre a dar-lhe comida e por isso cresceu muito. Como conversava muito com ele, conseguiu aprender a língua das pessoas. Uma vez que foi ficando tão grande, foi deitado num rio muito grande e chegou àquele ribeiro.

7 O rapaz ficou preocupado porque não poderia tomar banho, mas os dois tornaram-se grandes amigos e aprenderam a brincar juntos. Chegou o Verão e a mãe autorizou-o a tomar banho no rio. Mergulhavam dentro de água, o rapaz agarrava-se à cauda do peixe e este levava-o até ao fundo do rio.

8 Passou o Verão, veio o Outono e não havia sinais de chuva. O sol continuou. Não havia alimentos para alimentar os animais e os celeiros estavam vazios. A preocupação dos pais era uma realidade. Uma noite, o rapaz ouviu a mãe dizer ao pai que nem tudo estava perdido. Tinha visto uma carpa gigantesca no ribeiro. Se fosse pescada, daria comida para vários meses O rapaz ficou aterrorizado e sem saber o que fazer. Se avisasse o peixe e ele fugisse, ficava sem o seu amigo e sem comida. Se o pai pescasse a carpa, não seria capaz de comer o seu amigo.

9 Nessa mesma noite, o rapaz foi ter com o peixe, contando-lhe a conversa que ouviu aos pais. A despedida dos dois amigos foi rápida e triste. O rapaz chorou e o peixe prometeu-lhe que o visitava no Verão, se não fosse viver para muito longe. O rapaz não voltou ao rio e a sua vida parecia-lhe completamente vazia.

10 Tinham passado duas semanas desde que o peixe se fora embora. Numa noite de Lua cheia, o menino olhou para o ribeiro e avistou um remoinho de água. Esfregou os olhos e teve logo a certeza que era o seu amigo peixe. Vestiu-se e dirigiu-se rapidamente ao ribeiro. Quando se encontraram, o peixe disse-lhe que conseguira arranjar comida no porão de um barco encalhado.

11 O peixe contou que primeiro estendeu uma grande rede e depois colocou lá dentro todas as latas de conserva. Com ajuda de duas raposas puxaram a rede durante onze dias e onze noites, e só paravam quando a maré estava a encher. O rapaz ficou a pensar nas duas raposas e então combinaram que, quando fosse Lua Nova, acendia-se uma fogueira. Elas viriam e os quatro dançariam à volta da fogueira. No dia seguinte o rapaz contou o sucedido aos pais. Era mesmo um peixe inteligente, muito amigo e que não se podia matar nem expulsar quem os salvou da fome.

12 Os pais não queriam acreditar. Havia latas de atum, de sardinhas, de carne, de tomate, de feijão, de legumes, de fruta. Quando tudo ficou arrumado, rapidamente concordaram em deixar o peixe lá a viver. E a primeira coisa que o pai fez, foi colocar uma tabuleta de madeira, que espetou à beira do rio: Proibido pescar neste local. No dia seguinte, o rapaz também fez uma tabuleta que colocou ao lado da outra: Este rio tem um segredo e esse segredo é só meu.

13 Trabalho realizado no âmbito do PNL (Plano Nacional de Leitura) Turma 4 3º/4º anos EB1/JI da Póvoa de Lanhoso Ano Lectivo 2009/2010

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