Processos de consumo em redes sociais: o aplicativo Likestore

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "Processos de consumo em redes sociais: o aplicativo Likestore"

Transcrição

1 Teresa Cristina Santos Rebello Mestranda em Design - Universidade Anhembi Morumbi São Paulo SP Resumo Nos últimos anos, percebeu-se um crescimento no acesso à internet no mundo todo e a participação de grande parte de seus usuários em redes sociais como Orkut, Facebook, Twitter, etc., que proporcionam o compartilhamento de ideias e experiências, e a criação de vínculos em torno de interesses comuns, traduzidos em relacionamentos pessoais, formais e informais. O contexto comunicacional e também cultural dessas redes, atraiu a atenção de marcas que viram nesse espaço, mais uma forma de dialogar com seus consumidores e, mais recentemente, de vender seus produtos e serviços, configurando um contexto de interação social com a possibilidade de consumo do e-commerce. O presente artigo tem como proposta apresentar o aplicativo LikeStore, uma plataforma independente de e- commerce dentro do Facebook, como forma de justificar uma nova experiência de compra por parte dos usuários dessa rede, moldada por estratégias para envolvêlo de uma forma mais integrada com as marcas ali presentes. Palavras-chave: redes sociais, consumo, e-commerce, LikeStore. 402

2 Introdução Nos últimos anos, percebeu-se um crescimento do acesso à internet no mundo todo, e, a participação de grande parte de seus usuários nas chamadas redes sociais, como Orkut, Facebook, Myspace, Twitter, Linkedin, dentre outras. Essas redes sociais proporcionam a seus usuários o compartilhamento de ideias e experiências e a criação de vínculos em torno de interesses comuns, traduzidos em relacionamentos pessoais, formais e informais. Este contexto comunicacional e, portanto, cultural, atraiu a atenção de marcas, que viram nas redes sociais mais uma forma de dialogar e interagir com seus consumidores. Mais recentemente, o desenvolvimento de aplicativos vem tornando possível vender produtos e serviços dentro dessas redes, configurando um contexto de interação social com a possibilidade de consumo. Esta estratégia, denominada social commerce, emprega ferramentas colaborativas de redes sociais para auxiliar no processo de consumo de produtos e serviços online. Castells (1999, p.78-79) já afirmava no final da década de 1990, que as tecnologias da informação iriam remodelar a base material da sociedade em ritmo acelerado e que as redes interativas de computadores cresceriam exponencialmente, criando novas formas e canais de comunicação, moldando a vida e, ao mesmo tempo, reconfigurando-se pela convergência entre mídias. Nesse sentido, para o autor, a sociedade vem se constituindo pelo exercício de acesso à informação como matéria-prima; da flexibilidade das organizações e instituições em processos reversíveis de modificação; da capacidade de reconfiguração, tornando possível reprogramar-se devido às constantes mudanças; e, a lógica das redes, implantando materialmente processos e organizações. Saad (2003, p.23) já afirmava que, estudar os impactos de uma inovação tecnológica de ruptura e propor formas de atuação empresarial adequadas para fazer desta inovação um componente de competitividade, exige uma boa dose de adaptabilidade de pesquisadores, estrategistas e empresários. Segundo a autora, estamos tratando de uma ambiente em constante mudança: tecnológica e de produtos e serviços; um ambiente que vivencia velocidade e instantaneidade. Ugarte (2008), por sua vez, discorre sobre como a mudança na estrutura da informação marcada pelo surgimento das ferramentas pessoais de computação (os computadores pessoais) e de uma rede global distribuída de comunicações (a internet), que conectou milhões de computadores hierarquicamente iguais, contribuiu para uma nova distribuição de poder, fase que ele denominou Era das Redes Distribuídas. Para o autor as redes distribuídas são um sistema pluriárquico, onde ninguém depende de ninguém para fazer circular mensagens, ou seja, não há hierarquia e que, quanto mais membros existem em uma rede, maior valor ela terá para um não-membro, conferindo consequentemente 403

3 maior valor ao produto (UGARTE, 2008, p.40-43). o que ele chama de Efeito Rede. Sobre isso, Sibilia (2008, p.21) chama atenção para o rápido crescimento da rede social Facebook em seus três primeiros anos de vida, o que levou a Microsoft a comprar, em 2007, 1,6% de seu capital, justificando a transação pelo potencial que o crescente número de usuários do serviço representava em termos publicitários. Neste sentido, a estratégia do Facebook estaria em converter cada usuário da rede em um eficaz instrumento de marketing para dezenas de companhias que vendem produtos e serviços na internet. Para a autora, isso permitiria o monitoramento das transações comerciais realizadas pelos usuários da grande comunidade virtual. Seria então uma nova forma de conexão e compartilhamento de informações, permitindo aos usuários manterem seus amigos melhor informados sobre seus interesses, além de servir como referência confiável para a compra de algum produto. Seguindo a tendência que sugere o engajamento dos indivíduos em um processo de promoção da marca que potencialize o próprio consumo, em maio de 2011, é lançado um aplicativo de e-commerce para o Facebook, o LikeStore[1], tornando possível vender produtos e serviços nessa rede, unindo a força da interação entre amigos nas redes sociais, com o poder de conversão de vendas do e-commerce. Nesse sentido, o presente artigo tem como proposta apresentar o aplicativo LikeStore como forma de justificar uma nova experiência de compra para os usuários da rede social Facebook, moldada por estratégias para envolvê-lo de uma forma mais integrada com as marcas e empresas presentes na rede, no sentido de firmar um maior elo de afinidades entre as partes. As Redes Sociais Os anos 1990, marcados pelas redes digitais de comunicação, configuraram um processo de interconexão crescente no qual as pessoas passaram a ter acesso simultâneo a diversas mensagens, individualizadas ou coletivas, em diversos meios. Nesse sentido, as redes sociais proporcionaram mudanças culturais na maneira como interconectados, nos construímos, interagimos e nos comunicamos; nos expressamos; e, nos apresentamos para o mundo. Este processo de comunicação, contínuo e colaborativo entre seus usuários demandou uma nova postura de atualização por parte das empresas que devem saber fazer uso das informações que circulam ali de forma efetiva na geração de ideias criativas e inovação para os negócios. Segundo Jenkins (2008, p.47) ver um anúncio e comprar um produto já não basta, assim, uma empresa deve convidar o público para entrar na comunidade da marca. Para Spyer (2007), as redes sociais como são conhecidas hoje, teriam sido uma evolução dos sites de relacionamento, populares até o final dos anos 1990, que ajudavam as pessoas a encontrar parceiros. Essas redes 404

4 teriam surgido para atender a demanda por relacionamentos em outros níveis como o profissional e o social, ou ainda, por temas de interesse específico. Para o autor, a característica diferenciadora dos novos social networking services é que eles não se limitaram a cruzar informações para aproximar desconhecidos com potencial de relacionamento, mas também oferecer possibilidades de reconstrução social na internet, potencializando a rede de familiares, amigos e colegas. Nesse sentido, O programa funciona como uma agenda de endereços coletiva: cada usuário cria seu perfil preenchendo um formulário e, a partir daí, procura conhecidos que também estejam cadastrados no sistema. Na medida em que você encontra essas pessoas, pode convidá-las a fazer parte da sua rede de contatos, que funciona como uma caderneta de endereços: uma relação de nomes de conhecidos e suas informações pessoais, com a diferença de que essas cadernetas se interconectam permitindo que uma pessoa explore a lista de conhecidos das outras (SPYER, 2007, p.71). Recuero (2009, p.24) também evoca reflexões sobre as mudanças que a internet trouxe para a sociedade contemporânea. Para a autora, a mais significativa é a possibilidade de expressão e sociabilização através das ferramentas de comunicação mediada pelo computador. As pessoas envolvidas na rede, nomeada de atores pela autora, em processos de construção, interação e comunicação com outros atores, deixam rastros ou pistas que permitem o reconhecimento dos padrões de suas conexões e a visualização de suas redes sociais. Para Recuero (2009), uma rede social é definida como o conjunto de dois elementos: de atores (pessoas, grupos ou instituições) e de suas conexões (interações e laços sociais). Neste sentido, os atores nas suas representações (seja um blog, um perfil no Orkut, um fotolog, etc.) ou construções identitárias (considerando que nem sempre eles são discerníveis), vão moldar as estruturas sociais através da interação e da constituição de laços sociais (RECUERO, 2009, p.24-25). A partir da observação dessas interações, é possível perceber elementos como o grau de intimidade entre os interagentes, a natureza do capital social trocado e outras informações que auxiliam na percepção da força do laço que une cada par, demonstrando que os laços sociais ajudam a identificar e compreender a estrutura de determinada rede social (IBIDEM, p.43). Percebe-se então, as redes sociais como fluxos informacionais que refletem a conexão em rede proposta por Castells (1999); uma outra forma de interação social; uma outra mídia, na qual a informação circula, é filtrada e repassada; conectada à conversação, onde é debatida, discutida, gerando a possibilidade de outras formas de organização social baseadas em interesses das coletividades (RECUERO, 2011, p.15-16). 405

5 O Brasil é um dos dez países que mais acessam redes sociais, de acordo com pesquisa realizada em abril de 2010 pelo IBOPE Inteligência em parceria com a Worldwide Independent Network of Market Research (WIN)[2]. Os resultados mostram que 87% dos internautas brasileiros acessam redes sociais, com tendência de crescimento, já que 20% da população pretende entrar no mundo das redes sociais num futuro próximo. Já o levantamento da empresa comscore [3] aponta o Brasil como o quinto país do mundo no uso das redes sociais. Na comparação entre os meses de julho de 2009 e julho de 2010 o país teve crescimento de 47% no acesso a esse tipo de site (de milhões para milhões de visitantes únicos) [4].Esses dados chamam a atenção das empresas que enxergam nas redes sociais uma oportunidade de mercado, mas que, mesmo assim, demandam alguns cuidados, já que estar presente nelas significa entrar em território ainda pouco conhecido; uma adaptação a outras formas de diálogo e conversação com seus consumidores; e, um indicativo para outras formas de serviços, marketing, publicidade e vendas, agora mais direcionados e conversacionais, considerando que estes consumidores estão em rede, curtindo, comentando, discutindo, participando, compartilhando e comprando. O Social Commerce Com a diversificação dos suportes comunicacionais, das técnicas e modos de contato e de relacionamento com o consumidor, facilitados pelas tecnologias digitais e mapeados na internet, um varejista deixou de ter somente a loja de vizinhança como concorrente para enfrentar muitos outros. Essa diversificação fez surgir o varejo sem loja, por exemplo, tendo o comércio eletrônico como um de seus expoentes. Para dar conta dessas mudanças, uma empresa, independente de seu porte, passou a atuar em multicanais de vendas, com o objetivo de atender seus consumidores onde quer que eles estejam, da forma mais conveniente, através de abordagens mais diversificadas, de discursos mais específicos (segmentados), se fazendo mais presente no seu cotidiano. Jenkins (2008) concorda que o comportamento do consumidor é outro a partir dessas mudanças. Para ele, Se os antigos consumidores eram tidos como passivos, os novos consumidores são ativos. Se os antigos consumidores eram previsíveis e ficavam onde mandavam que ficassem, os novos consumidores são migratórios, demonstrando uma declinante lealdade a redes ou a meios de comunicação. Se os antigos consumidores eram indivíduos isolados, os novos consumidores são mais conectados socialmente. Se o trabalho de consumidores de mídia já foi silencioso e invisível, os novos 406

6 consumidores agora são barulhentos e públicos (JENKINS, 2008, p.45). Percebe-se que os consumidores se tornaram mais vulneráveis, curiosos e exploradores graças à grande quantidade de informação disponível na rede, o que também gerou insegurança, devido às dificuldades de escolha, de conhecimento, de orientação, de familiaridade e de confiança diante de ofertas sempre renovadas e modificadas. Como forma de minimizar essas dificuldades, o consumidor passou a recorrer à internet para checar a opinião de outros consumidores sobre determinada marca, produto ou serviço, no intuito de tomar uma decisão de compra mais acertada, endossada e validada por alguém com quem compartilhe interesses, valores e opiniões. Segundo Spyer (2007, p.148), graças à internet, o consumidor tem encontrado formas para contra-argumentar a opinião especializada sobre produtos, que muitas vezes reflete somente os interesses dos fabricantes. Segundo o autor, a ideia se popularizou principalmente com a Amazon. com [5], que desde o início estimula seus usuários a compartilharem opiniões com a comunidade compradora. É sabido que, na situação de compra, o consumidor age em decorrência de várias influências de ordem interna e externa, que se combinam, se excluem e se somam, no intuito de criar nele, uma atitude favorável em relação a uma marca, produto, serviço ou ideia. Para Kotler e Armstrong (2000, p.77), essas influências podem ser de ordem psicológica, pessoal, social e cultural. Kotler e Keller (2006) colocam que, dentre outros fatores, o comportamento do consumidor é influenciado sobremaneira por fatores sociais, como grupos de referência, família, papéis sociais e status. Para Churchill e Peter (2000, p.160), os grupos de referência são aqueles grupos de pessoas que influenciam os pensamentos, os sentimentos e o comportamento do consumidor. Segundo Kotler (1998) existem os grupos de afinidade denominados primários e secundários. Os grupos primários são constituídos pela família, pelos amigos, pelos vizinhos e pelos colegas de trabalho; com estes grupos a pessoa interage mais continuamente e informalmente. Já os grupos secundários são constituídos pela religião, sindicatos e profissões, os quais tendem a ser mais formais e exigem interação menos contínua (KOTLER,1998, p.177). Levando em consideração essas definições, percebe-se a importância que os grupos de referência têm sobre o comportamento das pessoas envolvidas, já que influenciam a auto-imagem e constituem referência para as mesmas. Essa curadoria ou o endosso de uma marca, produto ou serviço que acontece hoje nas redes sociais digitais, também sugere uma nova experiência de compra, moldada por estratégias para envolver o consumidor de uma forma mais integrada com a marca. 407

7 Nesse sentido, ganha força um tipo de transação comercial, inserido nas redes sociais digitais, o Social Commerce (fusão dos termos social media + e.commerce); uma vertente do comércio eletrônico (e-commerce) que emprega ferramentas colaborativas de redes sociais para auxiliar no processo de consumo de produtos e serviços online. Segundo Marsden (2010), o social commerce teria como principais vantagens a monetização da mídia social, a otimização das vendas online e a inovação do modelo de negócio. Sugere, portanto, um reforço na conscientização sobre a descoberta de um produto, um acelerador na seleção do mesmo e um ativador de defesa, já que funciona como um referencial a outros consumidores. Ainda segundo o autor, o social commerce apresenta duas estratégias principais: ajudar as pessoas a se conectarem aos lugares onde elas compram (como o exemplo da Amazon, que convida seus usuários a opinar e discutir sobre produtos em seu próprio site de e-commerce), bem como ajudálas a comprar nos lugares onde estão conectadas (como, por exemplo, a rede americana de eletrônicos Best Buy, com uma plataforma de vendas dentro do Facebook) (MARSDEN, 2010, p.2). Considera-se então, que o social commerce ajuda na conquista de novos consumidores para impulsionar vendas (já que tem acesso à rede de amigos dos clientes); diminui a distância entre clientes e empresa (já que a venda é baseada na recomendação de pessoas que conhecemos, acompanhamos e/ou confiamos); maximiza o tempo dos usuários e a troca de experiências entre eles; reduz os riscos de uma compra inadequada; além de propor soluções baseadas em interesses comuns (IBIDEM, p.7). Segundo o relatório Webshoppers 23ª edição elaborado pela e-bit, foram faturados R$ 14,8 bilhões em vendas de bens de consumo no e-commerce brasileiro em 2010, o que significou um acréscimo de 40% comparado aos R$ 10,6 bilhões registrados em Em 2010, mais de 23 milhões de consumidores fizeram, ao menos, uma compra online, com 40 milhões de pedidos em todo território nacional. No primeiro semestre de 2011, a estimativa é de um faturamento em torno de R$ 8,8 bilhões, valor maior que todo o faturamento do ano de 2008, que foi de R$ 8,2 bilhões. Esses dados apontam que as pessoas de fato vêm fazendo compras online, nas mais variadas categorias de produtos. O mesmo relatório aponta que os itens mais vendidos em 2010 foram eletrodomésticos (14%), livros, assinaturas de revistas e jornais (12%), saúde, beleza e medicamentos (12%), informática (11%), e eletrônicos (7%). Uma outra pesquisa [6] realizada com 679 brasileiros entre abril e maio de 2011 pela Oh! Panel para o Mercado Livre e divulgada em 30 de junho no site da Revista Veja, aponta que 56% dos usuários de internet no Brasil já usam as redes sociais na hora de adquirir produtos e serviços, fato que corrobora com as tendências aqui apontadas. Além disso, cerca de seis em cada dez usuários de internet do país realizam pesquisas nas redes sociais antes de comprar produtos e serviços. 72,8% dos entrevistados disseram confiar mais na recomendação dos amigos presentes em redes 408

8 como Facebook, Twitter e Orkut, do que na análise de um especialista. A boa notícia para as empresas que investem ou que pretendem investir em mídias sociais é de que 40% dos brasileiros entrevistados acompanham a atuação de suas marcas favoritas nas redes para conhecer novos produtos (81%) e encontrar novas ofertas (75,6%). Também nos Estados Unidos, um relatório [7] recém divulgado pela Barkley em parceria com o Boston Consulting Group constatou que a geração denominada millennial ou geração Y [8], na sua grande maioria, precisa da ajuda de amigos e familiares antes de tomar qualquer decisão de compra, inclusive em qual restaurante comer. Eles usam as redes sociais e a tecnologia móvel para recolher essas opiniões. O estudo apontou que 68% deles não irão tomar uma decisão importante sem consultar sua rede de contatos primeiramente. Motivadas por estes indicadores, muitas empresas, principalmente as de pequeno porte, vêm utilizando o Facebook, considerada a maior rede social do mundo [9], para interagir com seus consumidores, divulgar suas ações e promover sua marca, produtos, serviços e ideias, devido, muitas vezes, à escassez de recursos financeiros para investir em outras mídias e manter seus websites atualizados, o que demanda mão-de-obra especializada e, por conseguinte, cara e nem sempre acessível. Nesse sentido, o Facebook disponibilizou para seus usuários brasileiros, a partir de maio de 2011, um aplicativo de e-commerce denominado LikeStore, para explorar as possibilidades do social commerce, tornando possível vender produtos e serviços nessa rede, unindo a força da interação entre amigos nas redes sociais, com o poder de conversão de vendas do e-commerce. O aplicativo LikeStore Manovich (2008, p.2) já afirmava que, no final do século XX, o homem adicionou uma nova dimensão à sua cultura: a dimensão do software e de seus aplicativos desempenhando um papel central na formação de elementos materiais e nas estruturas imateriais que constituem a cultura. O autor chama a atenção para as empresas de TI (tecnologia da informação) que, mais do que produtos ou serviços, produzem softwares e o contexto dos aplicativos, ferramentas, plataformas, etc., que atuam no centro da economia, da cultura, da vida social e da política em todo o mundo. Para Preece, Rogers e Sharp (2005) Com os desenvolvimentos tecnológicos nos anos 1990 (redes, computação móvel e sensores infravermelhos), a criação de uma diversidade de aplicativos para todas as pessoas tornou-se uma possibilidade real. Todos os aspectos da vida de um indivíduo (em casa, em movimento, no 409

9 lazer e no trabalho, sozinho, com a família ou os amigos) começaram a ser melhoradas e estendidas projetando-se e integrando várias combinações de tecnologias computacionais. Novas formas de aprender, comunicar, trabalhar, descobrir e viver começaram a ser pensadas (PREECE, ROGERS e SHARP, 2005, p.30). O LikeStore é um desses aplicativos, uma plataforma independente de e-commerce dentro do Facebook, que tornou possível vender produtos e serviços diretamente das páginas dessa rede social. Segundo informações da empresa[10], o aplicativo apresenta como principais funcionalidades o fato de que toda a experiência ocorre dentro da fan page[11] da loja no Facebook e que cada venda efetuada é divulgada no mural[12] do comprador, ampliando a divulgação da loja, já que, mesmo sem comprar, os usuários podem curtir as ofertas e compartilhá-las em seus murais. O aplicativo disponibiliza ainda, um gerenciador para controle de estoque e gestão de pedidos em tempo real e assegura transações seguras para seus usuários através do MoiP Pagamentos (desenvolvido pela MoiP, empresa integradora de meios de pagamento), que servirá como um caixa para realizar os pagamentos feitos pela rede social, possibilitando uma análise por parte do vendedor na hora da compra, que poderá verificar de maneira rápida, se há algum risco em determinada transação comercial[13]. Já para o comprador, a ferramenta dá a opção de parcelamento nas principais bandeiras de cartões de crédito, além da opção de pagamento com boleto bancário ou débito em conta corrente. Segundo o diretor e idealizador do serviço, Gabriel Borges, inicialmente serão firmadas parcerias com marcas estratégicas para acostumar o consumidor brasileiro à ideia de comprar dentro de uma rede social, para, em um segundo momento, disponibilizar o serviço às demais empresas interessadas, que poderão transformar suas fan pages em uma vitrine de produtos, acrescentando a ela, descrições e imagens. Os usuários também poderão compartilhar compras que foram feitas, o que vai gerar buzz[14], que é a grande característica das redes sociais[15]. A tecnologia e a arquitetura empregadas no projeto foram concebidas considerando evoluções futuras do aplicativo e integrações com outras redes sociais, além de customizações para futuros clientes que queiram se integrar à loja. Para Spyer (2007, p.96-97), a arquitetura da informação indica a maneira de organização da informação no espaço segundo um padrão que permite a busca e a recuperação de dados específicos. Nesse sentido, ela facilita a navegação do usuário. Para o autor, um website é composto por páginas e links dispostos em uma hierarquia que facilite a movimentação do usuário pelo espaço. 410

10 Nesse sentido, o desenvolvimento de um ambiente hipermidiático sugere o mapeamento das áreas de navegação para determinação dessa hierarquia da informação. O conceito de usabilidade, exercitado no contexto do Design de Interação[16], vem assegurar que um produto seja eficaz no seu uso, eficiente, seguro, útil, agradável, fácil de aprender, memorizar e de usar, sempre sob a perspectiva do usuário. O designer deve pensar na distribuição e formato dos elementos constituintes de cada página do website, pensando nos diversos contextos em que serão acessados: se no monitor de um computador, ou na tela pequena de um celular, por exemplo. Nesse sentido, ele projeta ou adapta um logotipo para a versão online, estabelece padrão de cores e cria o look and feel (aparência e sensação de uso) (SPYER, 2007, p.97). A partir de algumas figuras que ilustram o tutorial de instalação do LikeStore, pretende-se fazer uma análise referente a usabilidade e design do aplicativo, sob a ótica de Preece, Rogers e Sharp (2005), no tocante a seus princípios mais comuns: visibilidade, feedback, restrições, mapeamento, consistência e affordance. A visibilidade, para as autoras, deve deixar as funções visíveis para que o usuário saiba como proceder, como por exemplo, no painel de um carro sabemos que botões acionar para ligar o pisca-alerta, os faróis, etc. Na interação com o aplicativo LikeStore, percebeu-se que sua visibilidade é adequada, considerando que os controles para as diferentes operações são claramente visíveis (figura1). Figura 1: Visibilidade do Painel de Controle do aplicativo LikeStore (Foto: Reprodução/Camila Porto) Fonte: 411

11 um-e-commerce-dentro-do-facebook.html. O feedback, relacionado ainda ao conceito de visibilidade, refere-se ao retorno de informações a respeito de que ação foi feita e do que foi realizado, permitindo à pessoa continuar a atividade. Na interação com o aplicativo, o feedback, se mostrou tátil e visual, já que o usuário clica nas opções desejadas em cada um dos passos dados para a criação da loja online. Figura 2: Feedback referente a alteração do nome da aba Minha Loja (Foto: Reprodução/Camila Porto) Fonte: O conceito de restrição, por sua vez, refere-se à determinação das formas de se delimitar o tipo de interação que pode ocorrer em determinado momento. A ideia deste princípio é restringir as ações dos usuários somente às permitidas naquele estágio da atividade, impedindo que ele selecione opções incorretas e erre. Na interação com o aplicativo, percebemos que alguns ícones ficam apagados, demonstrando que não serão utilizados naquela etapa da operação, situação que também pode ser observada na figura 2. Já o mapeamento refere-se à relação entre os controles e seus efeitos no mundo, como as setas utilizadas para representar o movimento para cima ou para baixo do cursor em um teclado de computador. A consistência, por sua vez, refere-se a projetar interfaces de modo que tenham operações semelhantes para a utilização de tarefas similares. Elas seguem regras, tais como o uso da mesma operação para selecionar todos os objetos, como, por exemplo, clicar sempre com o botão esquerdo do mouse para realizar operações. Na interação com o aplicativo, o mapeamento e a consistência, por sua vez, foram considerados adequados, já que seguem os padrões pré- 412

12 concebidos em tarefas similares. E, por fim, o affordance, que é um termo utilizado para se referir a um atributo de um objeto que permite às pessoas saber como utilizá-lo. A ideia é dar uma pista sobre o objeto, no intuito de facilitar a interação, através de, por exemplo, botões, ícones, links e barras de rolagem (PREECE, ROGERS E SHARP, 2005, p.43-47). Na interação com o aplicativo, consideramos o affordance adequado, já que o aplicativo é de fácil entendimento por parte do usuário, através de botões, links e ícones que indicam o que este deve fazer em cada uma das etapas de implantação da fan page. A figura 3 demonstra o uso, por exemplo, de botões que indicam a ação que o usuário deve fazer para criar a associação com o aplicativo. Figura 3: Confirmação da associação de página (Foto: Reprodução/Camila Porto) Fonte: Considerações Finais É inegável que o surgimento e a difusão da internet expandiram os horizontes das pessoas a partir do momento que elas encontraram motivos e menos dificuldades para acessar e compartilhar informação. O crescente número de usuários barateia o acesso à tecnologia e expande o alcance da rede, fatores que chamam a atenção das empresas, que enxergam nas redes sociais, uma outra forma de interagir com seus consumidores, configurando-se, nesse sentido, como mais uma oportunidade de mercado. Porém, o assunto não pode ser tratado como um modismo, demandando por parte das empresas, investimentos em pesquisas qualitativas e técnicas de observação de usuários em ação nesse ambiente, um território ainda pouco conhecido e explorado. Precisa-se 413

13 levar em conta que os consumidores passaram por transformações - principalmente da segunda metade do século XX até nossos dias - que os deixaram mais vulneráveis em relação às suas escolhas, curiosos e exploradores frente a tantas marcas e opções. São agentes dessas transformações e não meros observadores, se configurando como autores e atores de suas próprias escolhas de consumo. São consumidores que querem e precisam ser estimulados, requisitados e seduzidos pelas marcas, ao invés de serem simplesmente informados como acontecia no passado. Eles querem outras experiências, sejam elas de vida, de compra ou outras, e, nesse sentido, estratégias são moldadas para envolvê-los de uma forma mais integrada com as marcas, firmando um maior elo de afinidades entre as partes. Todos esses fatores somados, exigem uma outra postura por parte das empresas, que devem se orientar para uma comunicação mais transmidiática; para a adequação do discurso e do diálogo em cada um dos suportes comunicacionais onde estiver presente, no intuito de potencializar os pontos de contato com o consumidor, o que também vai demandar outras técnicas de vendas e outros tipos de abordagens. Além disso, com o acesso facilitado ao ferramental tecnológico (em especial aos softwares e seus aplicativos), outras experiências são passíveis de acontecer com estes consumidores e, nesse sentido, o aplicativo LikeStore reflete a solicitação de um mercado que quer comprar de um jeito diferente, amparado pelas opiniões e interesses de amigos e grupos de interesse, configurando-se como uma outra experiência de compra na contemporaneidade. Notas [1] Fonte: Acesso em 28/06/2011. [2] Brasil está entre os dez países que mais acessam redes sociais. Disponível em <http://www. ibope.com.br> Data de publicação: 23/07/2010. Acesso em 25 de julho de [3] Empresa de pesquisa de mercado que fornece dados de marketing e serviços para as maiores empresas da Internet. [4] Disponível em Acesso em 26/09/2010. [5] Amazon.com é uma empresa de comércio eletrônico dos Estados Unidos da América, com sede em Seattle, Estado de Washington. Foi uma das primeiras companhias com alguma relevância a vender produtos na Internet. Fonte: Acesso em 31/07/2011. [6] Fonte: Acesso em 28/07/2011. [7] Acesso em 28/07/2011. [8] Geração de pessoas nascidas após 1980, época de grandes avanços tecnológicos e prosperidade econômica. Os pais, não querendo repetir o abandono das gerações anteriores, encheram-os de presentes, atenções e atividades, fomentando a autoestima de seus filhos. Eles cresceram vivendo em ação, estimulados por atividades, fazendo tarefas múltiplas. Acostumados a conseguirem o que 414

14 querem, não se sujeitam às tarefas subalternas de início de carreira e lutam por salários ambiciosos desde cedo. Uma de suas características atuais é a utilização de aparelhos de alta tecnologia, como telefones celulares de última geração, os chamados smartphones (telefones inteligentes), para muitas outras finalidades além de apenas fazer e receber ligações como é característico das gerações anteriores. Fonte: Acesso em 31/07/2011. [9] Fonte: Acesso em 28/07/2011. [10] Fonte: Acesso em 28/06/2011. [11] Segundo o Facebook, uma fan page é uma interface específica para a divulgação de uma empresa, marca, banda, etc. em redes sociais. Ao realizar a criação é possível escolher o objetivo dela, conseguindo assim, melhor segmentação do público que deseja alcançar. Fonte: publicidadenainternet.andaxi.com/como-ter-uma-fan-page-do-facebook-alias-o-que-e-fanpage/. Acesso em 01/08/2011. [12] Tradução literal de bulletin board e se refere ao objeto comum nas escolas e nas faculdades, usado pela comunidade de alunos, professores e administração para se comunicarem entre si por meio de recados escritos presos sobre uma superfície perfurável. O mural na web cumpre essa função a comunicação grupal mas se diferencia do físico porque além de disseminar informação, possibilita que a audiência dialogue entre si a partir dos anúncios (SPYER, 2007, p.46) [13] A rede social espera realizar cerca de 150 mil transações no primeiro ano de suas operações no país, com um compra média estimada de R$ 120 por usuário, gerando R$ 18 milhões em movimentações financeiras Fonte: likestore-e-loja-virtual-dentro-do-facebook. Acesso em 01/08/2011. [14] Tradução livre: Burburinho. [15] Acesso em 01/08/2011. [16] Design de produtos interativos que fornecem suporte às atividades cotidianas das pessoas, seja no lar ou no trabalho (PREECE, ROGERS E SHARP, 2005, p.24). Referências CASTELLS, Manuel. A Sociedade em Rede A Era da Informação: economia, sociedade e cultura. Volume 1, 4ª edição. São Paulo: Paz e Terra, CHURCHILL JUNIOR, Gilbert A.; PETER, J. Paul. Marketing: criando valor para os clientes. São Paulo: Saraiva, ebit. Webshoppers. 23ª edição JENKINS, Henry. Cultura da Convergência. São Paulo: Ed. Aleph,

15 KOTLER, Philip. Administração de Marketing: análise, planejamento, implementação e controle. 5ª edição. São Paulo: Atlas, 1998., Philip; ARMSTRONG, Gary. Introdução ao Marketing. 4ª edição. Rio de Janeiro: LTC, 2000., Philip; KELLER, Kevin Lane. Administração de Marketing. 12ª edição. São Paulo: Pearson Prentice Hall, MANOVICH, Lev. Software takes command. Novembro, Disponível em <http://lab. softwarestudies.com/2008/11/softbook.html>. Acesso em janeiro, MARSDEN, Paul. Social Commerce: Monetizando as mídias sociais. Unique Digital, MEDEIROS, Maurício. Retail do Futuro Como será? Usefashion Journal, ano 7, n.78, Ago, PREECE, Jenny; ROGERS, Yvonne; SHARP, Helen. Design da Interação: além da interação homemcomputador. Porto Alegre: Bookman, RECUERO, Raquel. Redes sociais na Internet. Porto Alegre: Sulina, 2009., Raquel. A Nova Revolução: as Redes são as Mensagens. In: BRAMBILLA, Ana (org.). Para Entender as Mídias Sociais. Creative Commons, SAAD, Beth. Estratégias para a mídia digital: Internet, informação e comunicação. São Paulo: Ed. SENAC São Paulo, SIBILIA, Paula. O Show do Eu. Rio de Janeiro: Nova Fronteira, SPYER, Juliano. Conectado o que a internet fez com você e o que ela pode fazer com ela. Rio de Janeiro: Jorge Zahar Editor, UGARTE, David de. El Poder de las Redes. Barcelona: El Cobre,

7 Passos Para a Criação de Uma Boa Loja Virtual. Índice

7 Passos Para a Criação de Uma Boa Loja Virtual. Índice 2 Índice Introdução... 3 Passo 1 Entender o que é Venda Online e E-commerce... 4 Passo 2 Entender o Mercado de Comércio Eletrônico... 5 Passo 3 Canais de Venda... 6 Passo 4 Como identificar uma Boa Plataforma

Leia mais

Número de pessoas com acesso à internet passa de 120 milhões

Número de pessoas com acesso à internet passa de 120 milhões MÍDIA KIT INTERNET Número de pessoas com acesso à internet passa de 120 milhões Segundo pesquisa da Nielsen IBOPE, até o 1º trimestre/2014 número 18% maior que o mesmo período de 2013. É a demonstração

Leia mais

Comércio na internet: muito mais que e-commerce

Comércio na internet: muito mais que e-commerce Comércio na internet: muito mais que e-commerce Sophia Mind A Sophia Mind Pesquisa e Inteligência de Mercado é a empresa do grupo de comunicação feminina Bolsa de Mulher voltada para pesquisa e inteligência

Leia mais

Bleez Agência Digital... 3. Quem sou eu... 4. Introdução... 5. Quanto o ecommerce cresceu no Brasil... 7. Quem está comprando no ecommerce...

Bleez Agência Digital... 3. Quem sou eu... 4. Introdução... 5. Quanto o ecommerce cresceu no Brasil... 7. Quem está comprando no ecommerce... Sumário Bleez Agência Digital... 3 Quem sou eu... 4 Introdução... 5 Quanto o ecommerce cresceu no Brasil... 7 Quem está comprando no ecommerce... 10 Por que os brasileiros estão comprando mais... 12 O

Leia mais

Mídias sociais nas empresas O relacionamento online com o mercado

Mídias sociais nas empresas O relacionamento online com o mercado Mídias sociais nas empresas O relacionamento online com o mercado Maio de 2010 Conteúdo Introdução...4 Principais conclusões...5 Dados adicionais da pesquisa...14 Nossas ofertas de serviços em mídias sociais...21

Leia mais

Resumo. Palavras-chave: twitter; ferramenta; planejamento; Greenpeace.

Resumo. Palavras-chave: twitter; ferramenta; planejamento; Greenpeace. O Twitter Como Ferramenta de Divulgação Para As Empresas: Um Estudo De Caso do GREENPEACE 1 Jonathan Emerson SANTANA 2 Gustavo Guilherme da Matta Caetano LOPES 3 Faculdade Internacional de Curitiba - FACINTER

Leia mais

Texto: Cinco pontos sobre redes sociais na Internet. Análise:

Texto: Cinco pontos sobre redes sociais na Internet. Análise: Texto: Cinco pontos sobre redes sociais na Internet Por Raquel Recuero Análise: Introdução: Ao longo da história do homem contemporâneo tivemos diversos avanços nas chamadas tecnologias de comunicação,

Leia mais

O que é comércio eletrônico?

O que é comércio eletrônico? COMÉRCIO ELETRÔNICO O que é comércio eletrônico? O comércio eletrônico ou e-commerce é a compra e venda de mercadorias ou serviços por meio da Internet, onde as chamadas Lojas Virtuais oferecem seus produtos

Leia mais

PROFISSIONAL. Por que o Comércio Eletrônico em Multicanais é Fundamental para o Sucesso do seu Negócio On-line

PROFISSIONAL. Por que o Comércio Eletrônico em Multicanais é Fundamental para o Sucesso do seu Negócio On-line EDIÇÃO Nº 05 GRÁTIS FOTOGRAFIA PROFISSIONAL SOLUÇÕES PARA IMAGENS DE PRODUTO QUE CONQUISTARAM OS LÍDERES DO COMÉRCIO ELETRÔNICO Por que o Comércio Eletrônico em Multicanais é Fundamental para o Sucesso

Leia mais

Aula 1: Introdução à Disciplina Fonte: Plano de Aula Oficial da Disciplina

Aula 1: Introdução à Disciplina Fonte: Plano de Aula Oficial da Disciplina Programação para Internet Rica 1 Aula 1: Introdução à Disciplina Fonte: Plano de Aula Oficial da Disciplina Objetivo: Identificar os princípios que se destacam como características da Web 2.0. INTRODUÇÃO

Leia mais

SITES E BLOGS CONSTRUINDO A SUA MARCA

SITES E BLOGS CONSTRUINDO A SUA MARCA SITES E BLOGS CONSTRUINDO A SUA MARCA Paula Junqueira 7º CONGRESSO RIO DE EDUCAÇÃO CONSTRUINDO A SUA MARCA A marca é o ativo mais importante, independente do tamanho de sua empresa. As mídias sociais são

Leia mais

Influência da internet nas decisões de compra femininas

Influência da internet nas decisões de compra femininas Influência da internet nas decisões de compra femininas Sophia Mind A Sophia Mind Pesquisa e Inteligência de Mercado é a empresa do grupo de comunicação feminina Bolsa de Mulher voltada para pesquisa e

Leia mais

*Todos os direitos reservados.

*Todos os direitos reservados. *Todos os direitos reservados. A cada ano, as grandes empresas de tecnologia criam novas ferramentas Para o novo mundo digital. Sempre temos que nos renovar para novas tecnologias, a Karmake está preparada.

Leia mais

Este documento provê informação atualizada, e simples de entender, para o empreendedor que precisa iniciar ou avaliar suas operações online.

Este documento provê informação atualizada, e simples de entender, para o empreendedor que precisa iniciar ou avaliar suas operações online. Os segredos dos negócios online A Internet comercial está no Brasil há menos de 14 anos. É muito pouco tempo. Nesses poucos anos ela já mudou nossas vidas de muitas maneiras. Do programa de televisão que

Leia mais

Relatório de Consumo de Conteúdo Profissional 2014

Relatório de Consumo de Conteúdo Profissional 2014 Relatório de Consumo de Conteúdo Profissional 2014 A ascensão dos Revolucionários de Conteúdo: uma análise minuciosa sobre os principais usuários que consomem conteúdo no LinkedIn e como os profissionais

Leia mais

Sumário Aspectos Básicos... 3 Como Empresas usam o Facebook... 3 Introdução ao Facebook... 4 Criando um Cadastro... 5 Confirmando E-mail...

Sumário Aspectos Básicos... 3 Como Empresas usam o Facebook... 3 Introdução ao Facebook... 4 Criando um Cadastro... 5 Confirmando E-mail... FACEBOOK Sumário Aspectos Básicos... 3 Como Empresas usam o Facebook... 3 Introdução ao Facebook... 4 Criando um Cadastro... 5 Confirmando E-mail... 8 Características do Facebook... 10 Postagens... 11

Leia mais

SISTEMÁTICA WEBMARKETING

SISTEMÁTICA WEBMARKETING SISTEMÁTICA WEBMARKETING Breve descrição de algumas ferramentas Sobre o Webmarketing Web Marketing é uma ferramenta de Marketing com foco na internet, que envolve pesquisa, análise, planejamento estratégico,

Leia mais

Negócios inovadores, experiências e Insights no e-commerce. Inovações e Insights e-commerce

Negócios inovadores, experiências e Insights no e-commerce. Inovações e Insights e-commerce Negócios inovadores, experiências e Insights no e-commerce. Apresentação @JoaoKepler O Vendedor Na Era Digital Todos nós vendemos alguma coisa. Principalmente Imagem. Processo de Vendas O processo de vendas,

Leia mais

MARKETING NA INTERNET

MARKETING NA INTERNET MARKETING NA INTERNET HUGO HOCH CONSULTOR DE MARKETING ER. BAURU SEBRAE-SP hugoh@sebraesp.com.br Marketing na Internet O que é? o Marketing na Internet, também referido como: i-marketing, web marketing,

Leia mais

Integração com a Mídia Social

Integração com a Mídia Social Guia rápido sobre... Integração com a Mídia Social Neste guia... Vamos mostrar como integrar seu marketing com as mídias sociais para você tirar o maior proveito de todo esse burburinho online! Nós ajudamos

Leia mais

MANUAL DO MOODLE VISÃO DO ALUNO

MANUAL DO MOODLE VISÃO DO ALUNO MANUAL DO MOODLE VISÃO DO ALUNO Desenvolvido por: Patricia Mariotto Mozzaquatro SUMÁRIO 1 INTRODUÇÃO....03 2 O AMBIENTE MOODLE......03 2.1 Quais as caixas de utilidade que posso adicionar?...04 2.1.1 Caixa

Leia mais

Panorama do e-commerce tendências e expectativas.

Panorama do e-commerce tendências e expectativas. Panorama do e-commerce tendências e expectativas. As marcas BuscaPé atuam em toda a cadeia de valores do e-commerce na América Latina Ciclo de Compras PERCEPÇÃO INTERESSE DECISÃO AÇÃO PÓS-VENDA REVENDA

Leia mais

Uma solução completa para sua estrátegia de SOCIAL MEDIA HELLO WORLD!

Uma solução completa para sua estrátegia de SOCIAL MEDIA HELLO WORLD! Uma solução completa para sua estrátegia de SOCIAL MEDIA HELLO WORLD! SocialSuite Rua Claudio Soares, 72-16 andar +55 11 3032 1982 São Paulo - SP Brasil Introdução Esse material foi desenvolvido pela equipe

Leia mais

Atividade Capitulo 6 - GABARITO

Atividade Capitulo 6 - GABARITO Atividade Capitulo 6 - GABARITO 1. A Internet é uma força motriz subjacente aos progressos em telecomunicações, redes e outras tecnologias da informação. Você concorda ou discorda? Por quê? Por todos os

Leia mais

APRESENTAÇÃO COMERCIAL. www.docpix.net

APRESENTAÇÃO COMERCIAL. www.docpix.net APRESENTAÇÃO COMERCIAL www.docpix.net QUEM SOMOS Somos uma agência digital full service, especializada em desenvolvimento web, de softwares e marketing online. A Docpix existe desde 2010 e foi criada com

Leia mais

Guia Prático. Volume I. Comportamento

Guia Prático. Volume I. Comportamento Guia Prático Volume I Comportamento On-line Manter-se bem informado para gerenciar seu consultório ou clínica da melhor maneira possível é fundamental para o sucesso. Dessa forma, além de obter um resultado

Leia mais

Documentação. Programa de Evolução Contínua Versão 1.74

Documentação. Programa de Evolução Contínua Versão 1.74 Documentação Programa de Evolução Contínua Versão 1.74 Sumário Resumo das Novidades... 3 Configuração das Novidades... 5 PagSeguro Transparente... 5 Integração PayU Latam... 6 Integração Marketplaces B2W...

Leia mais

Estudo Hábitos. Hábitos de uso e comportamento dos internautas nas mídias sociais e como as empresas podem melhorar sua atuação nas redes

Estudo Hábitos. Hábitos de uso e comportamento dos internautas nas mídias sociais e como as empresas podem melhorar sua atuação nas redes Estudo Hábitos 2012 Hábitos de uso e comportamento dos internautas nas mídias sociais e como as empresas podem melhorar sua atuação nas redes O estudo O Estudo Hábitos é realizado anualmente pela E.life

Leia mais

Ambientação ao Moodle. João Vicente Cegato Bertomeu

Ambientação ao Moodle. João Vicente Cegato Bertomeu Ambientação ao Moodle João Vicente Cegato Bertomeu AMBIENTAÇÃO A O MOODLE E S P E C I A L I Z A Ç Ã O E M SAUDE da FAMILIA Sumário Ambientação ao Moodle 21 1. Introdução 25 2. Histórico da EaD 25 3. Utilizando

Leia mais

Sistemas Enturma: Manual de Ferramentas do Usuário

Sistemas Enturma: Manual de Ferramentas do Usuário versão do manual: 1 1 Apresentação A evolução da tecnologia vem provocando uma revolução no ensino. O acesso à Internet e a disseminação do uso do computador vêm mudando a forma de produzir, armazenar

Leia mais

E-COMMERCE E COMÉRCIO FÍSICO 1 *

E-COMMERCE E COMÉRCIO FÍSICO 1 * E-COMMERCE E COMÉRCIO FÍSICO 1 * Antonio Wilson Nogueira Filgueiras UEMG Unidade Carangola Henrique Santos Pinheiro UEMG Unidade Carangola Márcio Ferreira dos Passos UEMG Unidade Carangola Rogério de Oliveira

Leia mais

O comércio eletrônico (e-commerce) é um setor em crescimento CONSUMIDORES (EM MILHÕES) 23,4 18,7 R$ 328 R$ 335 R$ 373 R$ 350 R$ 342 R$ 350

O comércio eletrônico (e-commerce) é um setor em crescimento CONSUMIDORES (EM MILHÕES) 23,4 18,7 R$ 328 R$ 335 R$ 373 R$ 350 R$ 342 R$ 350 ARTESANATO BOLETIM COMÉRCIO ELETRÔNICO O comércio eletrônico (e-commerce) é um setor em crescimento Em 2012, o faturamento foi de R$ 22,5 bilhões no Brasil, e de aproximadamente R$ 28 bilhões em 2013.

Leia mais

Comércio eletrônico 05/05/15. Objetivos de estudo. Qual o papel do e- commerce nos negócios e quais as aplicações mais importantes?

Comércio eletrônico 05/05/15. Objetivos de estudo. Qual o papel do e- commerce nos negócios e quais as aplicações mais importantes? Escola Superior de Gestão e Tecnologia Comércio eletrônico Mercados digitais, mercadorias digitais Prof. Marcelo Mar3ns da Silva Objetivos de estudo Qual o papel do e- commerce nos negócios e quais as

Leia mais

REDES SOCIAIS: Oportunidade de diálogo com a comunidade

REDES SOCIAIS: Oportunidade de diálogo com a comunidade REDES SOCIAIS: Oportunidade de diálogo com a comunidade Prof. Thiago Costa facebook.com/thicosta @thicosta thicosta@gmail.com www.profthiagocosta.wordpress.com www.evcom.com.br QUEM É O NOVO LEITOR? Online

Leia mais

We! Shop. Loja Virtual. Design Gráfico Webdesign E-commerce Social Media Marketing Digital SEO. contato@wedesign.net.br www.wedesign.net.

We! Shop. Loja Virtual. Design Gráfico Webdesign E-commerce Social Media Marketing Digital SEO. contato@wedesign.net.br www.wedesign.net. We! Shop Loja Virtual Design Gráfico Webdesign E-commerce Social Media Marketing Digital SEO contato@wedesign.net.br contato@wedesign.net.br 01 A plataforma WE! SHOP Plataforma de e Commerce do WE! SHOP

Leia mais

MONITORAMENTO E GOOGLE PLUS. Leonardo Alvez Letícia Chibior Patrick Miguel Ruth Derevecki Samara Bark / / 4MA

MONITORAMENTO E GOOGLE PLUS. Leonardo Alvez Letícia Chibior Patrick Miguel Ruth Derevecki Samara Bark / / 4MA MONITORAMENTO E GOOGLE PLUS Leonardo Alvez Letícia Chibior Patrick Miguel Ruth Derevecki Samara Bark / / 4MA MONITORAMENTO As empresas sabem que o planejamento digital, gestão de conteúdo, anúncios, campanhas

Leia mais

E-books. Guia completo de como criar uma Página no Facebook. Sebrae

E-books. Guia completo de como criar uma Página no Facebook. Sebrae E-books Sebrae Marketing e Vendas Guia completo de como criar uma Página no Facebook Como começar Criando uma Página Conhecendo a Página Configurações iniciais Estabelecendo conversas Autor Felipe Orsoli

Leia mais

O mercado de e-commerce e como torná-lo mais rentável usando o marketing digital. Julia Lopes - gerente de parcerias de canais

O mercado de e-commerce e como torná-lo mais rentável usando o marketing digital. Julia Lopes - gerente de parcerias de canais O mercado de e-commerce e como torná-lo mais rentável usando o marketing digital Julia Lopes - gerente de parcerias de canais Dados de e-commerce no Brasil dimensionando o mercado Faturamento do e-commerce

Leia mais

REDES SOCIAIS PARA PEQUENAS EMPRESAS

REDES SOCIAIS PARA PEQUENAS EMPRESAS REDES SOCIAIS PARA PEQUENAS EMPRESAS Entenda a importância da utilização das Redes Sociais para a sua pequena empresa e conheça os fundamentos necessários para obter resultados positivos com a sociabilidade.

Leia mais

F-COMMERCE A REVOLUÇÃO DAS LOJAS VIRTUAIS NO FACEBOOK

F-COMMERCE A REVOLUÇÃO DAS LOJAS VIRTUAIS NO FACEBOOK F-COMMERCE A REVOLUÇÃO DAS LOJAS VIRTUAIS NO FACEBOOK Com o crescimento das mídias sociais, uma modalidade de vendas online que vem ganhando força é o F-commerce, termo usado para definir o comércio eletrônico

Leia mais

Criando presença com as páginas do Facebook

Criando presença com as páginas do Facebook Páginas do 1 Criando presença com as páginas do Sua Página Todos os dias, milhões de pessoas em todo o mundo acessam o para se conectar com amigos e compartilhar coisas que gostam. Este guia foi desenvolvido

Leia mais

Como aumentar as vendas do seu e-commerce. Marcos Bueno Fundador e CEO Akatus Meios de Pagamento

Como aumentar as vendas do seu e-commerce. Marcos Bueno Fundador e CEO Akatus Meios de Pagamento Como aumentar as vendas do seu e-commerce Marcos Bueno Fundador e CEO Akatus Meios de Pagamento 2013 O e-commerce se prepara para um crescimento histórico 2000 Banda larga chega ao Brasil. É lançado no

Leia mais

CONHECENDO E CONCEITUANDO SISTEMAS DE INFORMAÇÃO

CONHECENDO E CONCEITUANDO SISTEMAS DE INFORMAÇÃO CONHECENDO E CONCEITUANDO SISTEMAS DE INFORMAÇÃO Franco Vieira Sampaio 1 Atualmente a informática está cada vez mais inserida no dia a dia das empresas, porém, no início armazenavam-se os dados em folhas,

Leia mais

Social Media. Criação Personalização Gerenciamento.

Social Media. Criação Personalização Gerenciamento. Criação Personalização Gerenciamento. A Cafuné Design trabalha com as principais mídias e plataformas digitais do momento: Facebook, Twiiter, Instagram, Youtube e LinkedIn. Novas ferramentas de mídia social

Leia mais

5 Coisas que você deve saber sobre a ExactTarget Marketing Cloud

5 Coisas que você deve saber sobre a ExactTarget Marketing Cloud 5 Coisas que você deve saber sobre a ExactTarget Marketing Cloud Aprimore a jornada de seus clientes com a plataforma de marketing digital 1:1 líder de mercado 5 Coisas que você deve saber sobre a ExactTarget

Leia mais

RELATÓRIO DO GOMOMETER

RELATÓRIO DO GOMOMETER RELATÓRIO DO GOMOMETER Análise e conselhos personalizados para criar sites mais otimizados para celular Inclui: Como os clientes de celular veem seu site atual Verificação da velocidade de carregamento

Leia mais

COMÉRCIO ELETRÔNICO UM BREVE HISTÓRICO

COMÉRCIO ELETRÔNICO UM BREVE HISTÓRICO UM BREVE HISTÓRICO COMÉRCIO ELETRÔNICO O comércio sempre existiu desde que surgiram as sociedades. Ele é dito como o processo de comprar, vender e trocar produtos e serviços. Inicialmente praticado pelos

Leia mais

COMO CONQUISTAR CLIENTES COM APLICATIVOS PARA CELULAR

COMO CONQUISTAR CLIENTES COM APLICATIVOS PARA CELULAR COMO CONQUISTAR CLIENTES COM APLICATIVOS PARA CELULAR CONTEÚDO 1 2 3 4 5 6 Por que as empresas precisam estar conectadas ao mundo mobile Como os aplicativos mobile podem atrair mais clientes. Como os aplicativos

Leia mais

Uso estratégico do Facebook Como sua empresa pode explorar a rede social ao máximo

Uso estratégico do Facebook Como sua empresa pode explorar a rede social ao máximo Uso estratégico do Facebook Como sua empresa pode explorar a rede social ao máximo www.talk2.com.br 03 Introdução 3 05 06 07 10 10 12 20 CONSTRUÇÃO DE ESTRATÉGIAS 2.1Facebook e a predileção pelas marcas

Leia mais

FACULDADE DE TECNOLOGIA SENAC GOIÁS GESTÃO DA TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO ANTÔNIO TAVARES PEREIRA ROMILSON BARSANULFO DA SILVA

FACULDADE DE TECNOLOGIA SENAC GOIÁS GESTÃO DA TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO ANTÔNIO TAVARES PEREIRA ROMILSON BARSANULFO DA SILVA FACULDADE DE TECNOLOGIA SENAC GOIÁS GESTÃO DA TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO ANTÔNIO TAVARES PEREIRA ROMILSON BARSANULFO DA SILVA A IMPORTÂNCIA DAS REDES SOCIAIS PARA A COMUNICAÇÃO EMPRESARIAL COMUNICAÇÃO EMPRESARIAL

Leia mais

Comércio Eletrônico AULA 06. Sistemas para Internet. Professora Ms Karen Reis

Comércio Eletrônico AULA 06. Sistemas para Internet. Professora Ms Karen Reis Comércio Eletrônico AULA 06 Professora Ms Karen Reis 2011 Sistemas para Internet 1 APRESENTAÇÃO ESTUDOS DE ESTUDOS DE CASOS B2B B2C B2G G2C G2G C2C 2 Os emarketplaces podem ser classificados em verticais

Leia mais

Comércio Eletrônico NEGÓCIOS NA INTERNET. Oséias Gomes Komunike EmpresaClick / LojistaOnline

Comércio Eletrônico NEGÓCIOS NA INTERNET. Oséias Gomes Komunike EmpresaClick / LojistaOnline Comércio Eletrônico NEGÓCIOS NA INTERNET Oséias Gomes Komunike EmpresaClick / LojistaOnline OPORTUNIDADES Divulgar, vender e lucrar na internet O QUE SIGNIFICA TER UM COMÉRCIO ELETRÔNICO? VANTAGENS DO

Leia mais

Workshop de Yammer. Guia de Introdução

Workshop de Yammer. Guia de Introdução Workshop de Yammer Guia de Introdução Por que usar o Yammer? A tecnologia evolui A comunicação é a mesma # users Time spent online A revolução da tecnologia das comunicações Por conta da tecnologia móvel,

Leia mais

Aula 7 Aplicações e questões do Comércio Eletrônico.

Aula 7 Aplicações e questões do Comércio Eletrônico. Aula 7 Aplicações e questões do Comércio Eletrônico. TENDÊNCIAS NO COMÉRCIO ELETRÔNICO Atualmente, muitos negócios são realizados de forma eletrônica não sendo necessário sair de casa para fazer compras

Leia mais

E-commerce 2013. @JoaoKepler. l e-commerce 2013 l

E-commerce 2013. @JoaoKepler. l e-commerce 2013 l E-commerce 2013 @JoaoKepler Showrooming OminiChannel Delivery (WebPickup e entrega) Behavior Social Media (SAC, Mkt, Metrica, monitoramento, engajamento, leeds e vendas) E-commerce o e-commerce não é mais

Leia mais

COMÉRCIO ELETRÔNICO: MERCADOS DIGITAIS, MERCADORIAS DIGITAIS. Capítulo 9 L&L Paulo C. Masiero 2º. Semestre 2011

COMÉRCIO ELETRÔNICO: MERCADOS DIGITAIS, MERCADORIAS DIGITAIS. Capítulo 9 L&L Paulo C. Masiero 2º. Semestre 2011 COMÉRCIO ELETRÔNICO: MERCADOS DIGITAIS, MERCADORIAS DIGITAIS Capítulo 9 L&L Paulo C. Masiero 2º. Semestre 2011 UM BANHO DE LOJA NOS SITES DA GAP Problema: Concorrência pesada, site difícil de usar (excesso

Leia mais

www.artesanatoja.com

www.artesanatoja.com GANHE DINHEIRO COM UMA LOJA VIRTUAL Conheça os principais veículos de vendas online utilizados por artesãos na internet e saiba como é fácil ter uma loja online para ganhar dinheiro já! Sempre que produzimos

Leia mais

A confluência dos vídeos e a Internet

A confluência dos vídeos e a Internet WHITEPAPER A confluência dos vídeos e a Internet Por que sua empresa deveria investir em vídeos em 2013 e como a Construção Civil pode utilizar os vídeos como diferencial competitivo. 1 Saiba como os vídeos

Leia mais

Facebook Analytics: Como mensurar e otimizar a presença da sua empresa no Facebook

Facebook Analytics: Como mensurar e otimizar a presença da sua empresa no Facebook Marketing Digital de resultado para Médias e Pequenas Empresas Facebook Analytics: Como mensurar e otimizar a presença da sua empresa no Facebook Ferramentas e experimentos para conseguir melhores resultados

Leia mais

NOTAS DE AULA - TELECOMUNICAÇÕES

NOTAS DE AULA - TELECOMUNICAÇÕES NOTAS DE AULA - TELECOMUNICAÇÕES 1. Conectando a Empresa à Rede As empresas estão se tornando empresas conectadas em redes. A Internet e as redes de tipo Internet dentro da empresa (intranets), entre uma

Leia mais

Fundamentos do Comércio Eletrônico

Fundamentos do Comércio Eletrônico Administração e Finanças Uniban Notas de Aula Comércio (e-commerce) Prof. Amorim Fundamentos do Comércio Comércio Mais do que a mera compra e venda de produtos on-line. Engloba o processo on-line inteiro:

Leia mais

MANUAL DE MEMBRO COMUNIDADE DO AMIGO

MANUAL DE MEMBRO COMUNIDADE DO AMIGO SUMÁRIO Efetuando o Login na comunidade... 3 Esqueceu sua senha?... 3 Página Principal... 4 Detalhando o item Configurações... 5 Alterar Foto... 5 Alterar Senha... 5 Dados Pessoais... 6 Configurações de

Leia mais

UNIDADE II Conhecendo o Ambiente Virtual de Aprendizagem

UNIDADE II Conhecendo o Ambiente Virtual de Aprendizagem UNIDADE II Conhecendo o Ambiente Virtual de Aprendizagem 2.1 Introdução Caro Pós-Graduando, Nesta unidade, abordaremos o Ambiente Virtual de Aprendizagem (AVA) que será utilizado no curso: o Moodle. Serão

Leia mais

Estratégia e Regras do Negócio: E-Commerce. O que é e-commerce?

Estratégia e Regras do Negócio: E-Commerce. O que é e-commerce? E-Commerce O que é e-commerce? Comércio electrónico ou e-commerce é um conceito aplicável a qualquer tipo de negócio ou transação comercial que implique a transferência de informação através da Internet.

Leia mais

O / 4 FAIXA ETÁRIA SEXO 1.5% 0.2% 6.1% 0.2% 13.5% 25.8% 52.6% 407 entrevistas foram realizadas nos dias 27 e 28 de janeiro de 2010. Feminino.

O / 4 FAIXA ETÁRIA SEXO 1.5% 0.2% 6.1% 0.2% 13.5% 25.8% 52.6% 407 entrevistas foram realizadas nos dias 27 e 28 de janeiro de 2010. Feminino. A TERCEIRA EDIÇÃO DA CAMPUS PARTY BRASIL, REALIZADA EM SÃO PAULO ENTRE OS DIAS 25 E 31 DE JANEIRO DE 2010, REUNIU QUASE 100 MIL PARTICIPANTES PARA DISCUTIR AS TENDÊNCIAS DA INTERNET E DAS MÍDIAS DIGITAIS.

Leia mais

Apostila. Comércio Eletrônico. e-commerce. Professor: Edson Almeida Junior. Comércio Eletrônico

Apostila. Comércio Eletrônico. e-commerce. Professor: Edson Almeida Junior. Comércio Eletrônico Apostila Comércio Eletrônico e-commerce Professor: Edson Almeida Junior Material compilado por Edson Almeida Junior Disponível em http://www.edsonalmeidajunior.com.br MSN: eajr@hotmail.com E-Mail: eajr@hotmail.com

Leia mais

.net. Convidar. Eventos e Convites. www.convidar.net

.net. Convidar. Eventos e Convites. www.convidar.net www.convidar.net.net Convidar Eventos e Convites Convidar.net Eventos e Convites Junho/2013 Anuncie no Convidar.Net e receba mais visitas no seu site Capa ------------------------------------------------

Leia mais

efagundes com Curso Online sobre Comércio Eletrônico Eduardo Mayer Fagundes

efagundes com Curso Online sobre Comércio Eletrônico Eduardo Mayer Fagundes Curso Online sobre Comércio Eletrônico Eduardo Mayer Fagundes 1 Programa do Curso 1. Os consumidores 2. A Tecnologia 3. Marketing Digital 4. Logística 5. Meios de Pagamento 2 O Consumidor O objetivo do

Leia mais

*** Os serviços de redes sociais mais utilizados no setor público

*** Os serviços de redes sociais mais utilizados no setor público [O livro baseia-se em entrevistas exploratórias realizadas entre 2009 e 2011 com diretores de agências e departamentos do Poder Executivo do governo federal americano, com profissionais de TI que trabalham

Leia mais

Como cultivar leads do Comitê de TI

Como cultivar leads do Comitê de TI BRASIL Como cultivar leads do Comitê de TI O marketing está ajudando ou atrapalhando? Confiança + Credibilidade devem ser CONQUISTADAS O profissional de marketing moderno conhece a importância de cultivar

Leia mais

Portal Contador Parceiro

Portal Contador Parceiro Portal Contador Parceiro Manual do Usuário Produzido por: Informática Educativa 1. Portal Contador Parceiro... 03 2. Acesso ao Portal... 04 3. Profissionais...11 4. Restrito...16 4.1 Perfil... 18 4.2 Artigos...

Leia mais

Centro de Agricultura Alternativa CAA Manual do Usuário do Portal Ypadê Balaio Digital Tecnologia em Gestão Ltda ME. Manual do Usuário Portal Ypadê

Centro de Agricultura Alternativa CAA Manual do Usuário do Portal Ypadê Balaio Digital Tecnologia em Gestão Ltda ME. Manual do Usuário Portal Ypadê Centro de Agricultura Alternativa CAA Manual do Usuário Portal Ypadê Montes Claros, 16 de Julho de 2011 Revisão 3 Sumário 1. Apresentação do portal e escopo deste documento... 2 2. Acessando o Portal Ypadê...

Leia mais

7 dicas rápidas de marketing digital para você sair na frente! MARKETING DIGITAL

7 dicas rápidas de marketing digital para você sair na frente! MARKETING DIGITAL DICAS PARA DIVULGAR SUA EMPRESA E AUMENTAR AS VENDAS NO FIM DE ANO 7 dicas rápidas de marketing digital para você sair na frente! MARKETING DIGITAL Sumário Apresentação Capítulo 1 - Crie conteúdo de alta

Leia mais

Facebook Analytics: Como mensurar e otimizar a presença da sua empresa no Facebook

Facebook Analytics: Como mensurar e otimizar a presença da sua empresa no Facebook Marketing Digital de resultado para Médias e Pequenas Empresas Facebook Analytics: Como mensurar e otimizar a presença da sua empresa no Facebook Ferramentas e experimentos para conseguir melhores resultados

Leia mais

O QUE É AUTOMAÇÃO DE MARKETING?

O QUE É AUTOMAÇÃO DE MARKETING? O QUE É AUTOMAÇÃO DE MARKETING? AUTOMAÇÃO DE MARKETING AJUDA A Fechar mais negócios Atrair mais potenciais clientes Entregue mais clientes já qualificados para a equipe de vendas e feche mais negócios

Leia mais

3 As Mídias Sociais como Ferramentas de Marketing

3 As Mídias Sociais como Ferramentas de Marketing 26 3 As Mídias Sociais como Ferramentas de Marketing O surgimento das mídias sociais está intimamente ligado ao fenômeno da geração de conteúdo pelo usuário e ao crescimento das redes sociais virtuais

Leia mais

GANHE DINHEIRO FACIL GASTANDO APENAS ALGUMAS HORAS POR DIA

GANHE DINHEIRO FACIL GASTANDO APENAS ALGUMAS HORAS POR DIA GANHE DINHEIRO FACIL GASTANDO APENAS ALGUMAS HORAS POR DIA Você deve ter em mente que este tutorial não vai te gerar dinheiro apenas por você estar lendo, o que você deve fazer e seguir todos os passos

Leia mais

Marcel Ayres Diretor de Planejamento. Twitter @MarcelAyres Linkedin Meadiciona Renata Cerqueira Diretora de Monitoramento Online. Twitter @renatacbc

Marcel Ayres Diretor de Planejamento. Twitter @MarcelAyres Linkedin Meadiciona Renata Cerqueira Diretora de Monitoramento Online. Twitter @renatacbc Marcel Ayres Diretor de Planejamento. Também faz parte, como pesquisador, do Grupo de Pesquisa em Interações, Tecnologias Digitais e Sociedade. Desenvolve pesquisas sobre Realidade Aumentada, Mídias Digitais

Leia mais

MARKETING NAS REDES SOCIAIS. Carlos Henrique Cangussu (Discente do 2º ano do curso de Administração das Faculdades Integradas de Três Lagoas AEMS)

MARKETING NAS REDES SOCIAIS. Carlos Henrique Cangussu (Discente do 2º ano do curso de Administração das Faculdades Integradas de Três Lagoas AEMS) 1 MARKETING NAS REDES SOCIAIS Angela de Souza Brasil (Docente Esp. Faculdades Integradas de Três Carlos Henrique Cangussu Daniel Barbosa Maia Elisandra Inês Peirot Schneider Marcelo Da Silva Sivestre Tiago

Leia mais

Sumário Executivo. Objetivos

Sumário Executivo. Objetivos Brasil Sumário Executivo As mídias sociais estão se tornando uma parte central de como os consumidores descobrem e avaliam informações. Quando os Mass Affluent se relacionam com instituições financeiras

Leia mais

AGÊNCIA VIRTUAL SAP GUIA DE INTRODUÇÃO

AGÊNCIA VIRTUAL SAP GUIA DE INTRODUÇÃO GUIA DE INTRODUÇÃO CONTEÚDO Introduction 3 Como Começar 5 Como Criar Campanhas E Material Promocional 8 Como Personalizar E Executar Uma Campanha Pré- Empacotada 10 Como Criar Suas Próprias Campanhas 12

Leia mais

Como alavancar seus negócios com a Internet

Como alavancar seus negócios com a Internet Como alavancar seus negócios com a Internet 1 2 OBJETIVOS Entender a revolução que a internet trouxe para a vida e os negócios. Compreender o novo consumidor e como suas posturas nos afetam. 3 Dados da

Leia mais

Nosso Planeta Mobile: Brasil

Nosso Planeta Mobile: Brasil Nosso Planeta Mobile: Brasil Como entender o usuário de celular Maio de 2013 1 Resumo executivo Os smartphones se tornaram indispensáveis para nosso cotidiano. A difusão dos smartphones atinge 26 % da

Leia mais

MARKETING DIGITAL E E-BUSINESS AULA III ESTRATÉGIAS DO MARKETING DIGITAL PROF. M. SC. JOSUÉ VITOR MBA EM MARKETING ESTRATÉGICO

MARKETING DIGITAL E E-BUSINESS AULA III ESTRATÉGIAS DO MARKETING DIGITAL PROF. M. SC. JOSUÉ VITOR MBA EM MARKETING ESTRATÉGICO MBA EM MARKETING ESTRATÉGICO MARKETING DIGITAL E E-BUSINESS AULA III ESTRATÉGIAS DO MARKETING DIGITAL PROF. M. SC. JOSUÉ VITOR josuevitor16@gmail.com @josuevitor Marketing Digital Como usar a internet

Leia mais

TÍTULO: MARKETING DIGITAL, ESTRATÉGIA FUNDAMENTAL PARA O CRESCIMENTO DAS EMPRESAS.

TÍTULO: MARKETING DIGITAL, ESTRATÉGIA FUNDAMENTAL PARA O CRESCIMENTO DAS EMPRESAS. Anais do Conic-Semesp. Volume 1, 2013 - Faculdade Anhanguera de Campinas - Unidade 3. ISSN 2357-8904 TÍTULO: MARKETING DIGITAL, ESTRATÉGIA FUNDAMENTAL PARA O CRESCIMENTO DAS EMPRESAS. CATEGORIA: CONCLUÍDO

Leia mais

Mas como você gera sua lista de e-mail? Listei abaixo algumas das formas de construir uma lista de email marketing eficaz;

Mas como você gera sua lista de e-mail? Listei abaixo algumas das formas de construir uma lista de email marketing eficaz; E-mail marketing, muitas vezes considerada uma forma de marketing pessoal, é uma das mais valiosas ferramentas de web marketing, uma das mais visadas e mais focada pelos marqueteiros. Vamos nos concentrar

Leia mais

COMÉRCIO ELETRÔNICO E MERCADO VIRTUAL - OPORTUNIDADE PARA AS MICRO, PEQUENAS E MÉDIAS EMPRESAS

COMÉRCIO ELETRÔNICO E MERCADO VIRTUAL - OPORTUNIDADE PARA AS MICRO, PEQUENAS E MÉDIAS EMPRESAS 1 COMÉRCIO ELETRÔNICO E MERCADO VIRTUAL - OPORTUNIDADE PARA AS MICRO, PEQUENAS E MÉDIAS EMPRESAS ARAÚJO, Railda, ARLINDA, Nathane, CRISTINA, Carla, LUIZ, Jorge, QUIRINO, Marcelo, SERJONE, Ludmila RESUMO

Leia mais

G3 COMMERCE G3 COMMERCE G3 COMMERCE G3 COMMERCE www.lojavirtualg3.com.br. G3 COMMERCE

G3 COMMERCE G3 COMMERCE  G3 COMMERCE G3 COMMERCE www.lojavirtualg3.com.br. G3 COMMERCE O aumento da concorrência e necessidade de otimizar o tempo por grande parte dos consumidores acelerou e dinamizou consideravelmente as formas e mecanismos de divulgação e comercialização dos mais diversos

Leia mais

apresentação iagente shop

apresentação iagente shop apresentação iagente shop Rua Sport Clube São José, 54 506. Porto Alegre Rio Grande do Sul CEP: 91030-510 Fone: (51) 3398.7638 e-mail: www.iagenteshop.com.br www.iagente.com.br Data: 01 de Abril de 2009

Leia mais

O marketing e a área de comercialização no universo do varejo digital

O marketing e a área de comercialização no universo do varejo digital Soluções SAP for Retail O marketing e a área de comercialização no universo do varejo digital Entrevista com a Retail Systems Research Quando as influências digitais tornaram-se parte importante nas empresas

Leia mais

APTRA PASSPORT DA NCR. Um núcleo empresarial para captura remota de depósitos

APTRA PASSPORT DA NCR. Um núcleo empresarial para captura remota de depósitos APTRA PASSPORT DA NCR Um núcleo empresarial para captura remota de depósitos Uma maneira melhor para os seus clientes depositarem cheques Bancos e instituições financeiras continuam a enfrentar os desafios

Leia mais

A compra de TI e as redes sociais

A compra de TI e as redes sociais Solicitada por A compra de TI e as redes sociais Como as redes sociais transformaram o processo de compras B2B e as melhores práticas para adaptar as suas estratégias de marketing à nova realidade BRASIL

Leia mais

Perspectivas do E-Commerce Brasileiro

Perspectivas do E-Commerce Brasileiro Perspectivas do E-Commerce Brasileiro Perspectivas do E-Commerce Brasileiro 78 Milhões de usuários de internet no Brasil Tíquete médio de compras pela web em 2011 foi de R$ 350,00 São mais de 3.000 de

Leia mais

Como inovar e conquistar novas vendas e novos compradores. Marcos Cavagnoli CEO + Co-Founder da Koin

Como inovar e conquistar novas vendas e novos compradores. Marcos Cavagnoli CEO + Co-Founder da Koin Como inovar e conquistar novas vendas e novos compradores Marcos Cavagnoli CEO + Co-Founder da Koin BATE-PAPO Números do E-commerce Brasileiro Sobre o faturamento: R$ 49,8 bilhões em 2015 (crescimento

Leia mais

10 regras para o sucesso dos seus concursos no Facebook

10 regras para o sucesso dos seus concursos no Facebook Livro branco 10 regras para o sucesso dos seus concursos no Facebook 07/ 2014 www.kontestapp.com Introdução Facebook se tornou incontestavelmente a rede social mais popular do mundo. Com 1 bilhão de usuários

Leia mais

PERFIL DOS USUÁRIOS DE E-COMMERCE EM GUAÍBA

PERFIL DOS USUÁRIOS DE E-COMMERCE EM GUAÍBA PERFIL DOS USUÁRIOS DE E-COMMERCE EM GUAÍBA João Antonio Jardim Silveira 1 Amilto Muller ¹ Luciano Fagundes da Silva ¹ Luis Rodrigo Freitas ¹ Marines Costa ¹ RESUMO O presente artigo apresenta os resultados

Leia mais

Por Eliseu Barreira Junior MÍDIAS SOCIAIS PARA EMPRESAS. Business-to-Business

Por Eliseu Barreira Junior MÍDIAS SOCIAIS PARA EMPRESAS. Business-to-Business Por Eliseu Barreira Junior MÍDIAS SOCIAIS PARA EMPRESAS Business-to-Business À primeira vista, a conexão entre mídias sociais e empresas que fazem negócios com outras empresas (Business-to-Business) não

Leia mais

As Comunidades Virtuais e a Produção do Capital Social: 1 Uma análise sob a comunidade Lollapalooza Brasil

As Comunidades Virtuais e a Produção do Capital Social: 1 Uma análise sob a comunidade Lollapalooza Brasil As Comunidades Virtuais e a Produção do Capital Social: 1 Uma análise sob a comunidade Lollapalooza Brasil Samira NOGUEIRA 2 Márcio Carneiro dos SANTOS 3 Universidade Federal do Maranhão, São Luís, MA

Leia mais

Quem é Ana Luiza Cunha?

Quem é Ana Luiza Cunha? Apresentação WSI Quem é a WSI? Fundada em 1995 Nascimento da Internet 1.100 Consultores de Marketing Digital 81 países 12 grandes Centros de Produção Receita estimada da rede: acima de US$160 milhões Parceiros:

Leia mais

Conceitos de Sistemas de Informação

Conceitos de Sistemas de Informação Conceitos de Sistemas de Informação Prof. Miguel Damasco AEDB 1 Objetivos da Unidade 1 Explicar por que o conhecimento dos sistemas de informação é importante para os profissionais das empresas e identificar

Leia mais