INSTITUTO ETHOS DE EMPRESAS E RESPONSABILIDADE SOCIAL DEMONSTRAÇÕES FINANCEIRAS. 31 de dezembro de 2003 e Índice

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2 INSTITUTO ETHOS DE EMPRESAS E RESPONSABILIDADE SOCIAL DEMONSTRAÇÕES FINANCEIRAS Índice Parecer dos Auditores Independentes...1 Demonstrações Financeiras Auditadas Balanços Patrimoniais...2 Demonstrações do Superávit...3 Demonstrações das Mutações do Patrimônio Líquido...4 Demonstrações das Origens e Aplicações de Recursos...5 Notas Explicativas às Demonstrações Financeiras...6

3 1

4 BALANÇOS PATRIMONIAIS ATIVO Circulante Caixa e bancos Aplicações financeiras Contas a receber Permanente Imobilizado Total do ativo PASSIVO Circulante Conta garantida Contas a pagar Projetos a executar Obrigações trabalhistas e sociais Obrigações fiscais Patrimônio líquido Patrimônio social Superávit do exercício Total do passivo e do patrimônio líquido As notas explicativas são parte integrante das demonstrações financeiras. 2

5 DEMONSTRAÇÕES DO SUPERÁVIT Exercícios findos em Receita operacional bruta Receitas de projetos Receitas de contribuições Doações de imobilizado Custos de projetos, contribuições e serviços ( ) ( ) Superávit bruto Receitas (despesas) operacionais Despesas de depreciação (98.803) (62.284) Receitas financeiras líquidas Superávit operacional Resultado não operacional (21.975) ( ) Superávit do exercício As notas explicativas são parte integrante das demonstrações financeiras. 3

6 DEMONSTRAÇÕES DAS MUTAÇÕES DO PATRIMÔNIO LÍQUIDO Exercícios findos em Patrimônio Social Superávit do exercício Total Saldos em 31 de dezembro de Incorporação do superávit do exercício anterior ( ) - Superávit do exercício Saldos em 31 de dezembro de Incorporação do superávit do exercício anterior ( ) - Superávit do exercício Saldos em 31 de dezembro de As notas explicativas são parte integrante das demonstrações financeiras. 4

7 DEMONSTRAÇÕES DE ORIGENS E APLICAÇÕES DE RECURSOS Exercícios findos em ORIGENS DE RECURSOS Das operações: Superávit do exercício Despesas que não afetam o capital circulante: Depreciações Baixa de bens do ativo imobilizado Total das origens de recursos APLICAÇÕES DE RECURSOS Acréscimo de ativo imobilizado Total das aplicações dos recursos Aumento do capital circulante líquido Variação do capital circulante líquido Ativo circulante: No final do exercício No início do exercício Passivo circulante: No final do exercício No início do exercício Aumento do capital circulante líquido As notas explicativas são parte integrante das demonstrações financeiras. 5

8 NOTAS EXPLICATIVAS ÀS DEMONSTRAÇÕES FINANCEIRAS 1. Contexto Operacional O Instituto destina-se a fomentar o desenvolvimento da cidadania empresarial, sensibilizando essa classe numa perspectiva local e global, a fim de assumir a promoção do desenvolvimento econômico com responsabilidade social. O Instituto é uma Organização de Sociedade Civil de Interesse Público, sem fins lucrativos e goza de imunidade tributária. As doações, subvenções e contribuições recebidas são registradas como receita, conforme estabelece a Lei 9.790, de 23 de março de As receitas de projetos referem-se basicamente a patrocínios, doações de fundações do exterior e taxa de inscrição em conferência anual, com o intuito de fomentar sua finalidade social. 2. Base de Preparação das Demonstrações Financeiras e Principais Práticas Contábeis As demonstrações financeiras do Instituto são elaboradas com observância das disposições contidas nas Normas Brasileiras de Contabilidade do Conselho Federal de Contabilidade. As principais práticas contábeis adotadas são as seguintes: a) Apuração do resultado As receitas e as despesas são contabilizadas por regime de competência. b) Aplicações financeiras São compostas basicamente por quotas de fundos de investimento financeiro, contabilizadas pelo custo de aquisição, acrescido dos rendimentos apropriados diariamente até a data do balanço. 6

9 NOTAS EXPLICATIVAS ÀS DEMONSTRAÇÕES FINANCEIRAS--Continuação 2. Base de Preparação das Demonstrações Financeiras e Principais Práticas Contábeis--Continuação c) Imobilizado O imobilizado é avaliado pelo custo de aquisição ou doação, menos depreciação acumulada. As depreciações são calculadas pelo método linear levando em consideração o prazo de vida útil dos bens, conforme taxas anuais descritas na Nota 4. d) Imposto de renda e contribuição social O Instituto, em razão de não ter fins lucrativos, não está sujeito ao recolhimento do imposto de renda e da contribuição social sobre o superávit apurado em função de gozar de imunidade tributária. e) Superávits ou déficits apurados no exercício Os superávits ou déficits apurados são transferidos para a conta de resultados incorporados no patrimônio social. 3. Aplicações Financeiras Fundos de aplicações financeiras Outras aplicações Do montante de aplicações financeiras em, R$ e R$ , respectivamente, estão compromissados com gastos a incorrer em projetos com patrocínios específicos, como detalhado na Nota 6. 7

10 NOTAS EXPLICATIVAS ÀS DEMONSTRAÇÕES FINANCEIRAS--Continuação 4. Imobilizado Taxas anuais de Depreciação Líquido depreciação Custo acumulada Móveis e utensílios 10% Instalações 10% Equipamentos de informática 20% Software 20% Linhas telefônicas Marcas e patentes Total Obrigações Trabalhistas e Sociais Impostos sobre a folha de pagamento Provisão de férias e encargos Projetos a Executar Refere-se a gastos a incorrer em projetos com patrocínios específicos já recebidos no exercício e que serão realizados no exercício subseqüente, como segue: Projeto 2 Conferência Projeto 6 Prêmio Ethos de Jornalismo Projeto 15 Ethos Valor III Projeto 18 Sebrae Projeto 20 Rede Jornalistas Projeto 21 Ethos / IAF (Publicações) Projeto 24 Publicações Projeto 25 InternEthos Projeto 31 Relações Governamentais Projeto 38 Seminários Regionais (IAF) Projeto 39 Políticas Públicas

11 NOTAS EXPLICATIVAS ÀS DEMONSTRAÇÕES FINANCEIRAS--Continuação 7. Resultado Não Operacional Em 1º de janeiro de 2002, o Instituto Ethos doou parte de seu acervo de bens do ativo imobilizado para o Instituto Akatu, organização não-governamental, sem fins lucrativos, criada em 15 de março de 2001 com a missão de educar para o consumo consciente, informando, sensibilizando, instrumentando, mobilizando e animando cidadãos para que assimilem, nos seus comportamentos e atitudes, o conceito e a prática do consumo consciente.. O efeito desta doação, líquido de depreciação, está apresentado na demonstração do superávit do exercício sob a rubrica de resultados não operacionais, no montante de R$

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