Escola ES/3 Dos Carvalhos Março 2007 Geografia A - 10

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1 Análise da notícia Lisboa mais pobre Trabalho Realizado por: Ana Luísa nº2 Maria Elisa nº16 Mariana nº18 Marta Daniela nº19 10ºD 1

2 Título da Notícia Lisboa mais pobre Data de edição da notícia Setembro de 2006 Autor da notícia João Silvestre Jornal que publicou a notícia Expresso Natureza da notícia Económica Localizar a notícia no espaço Lisboa Tempo actualidade. Conceitos a Reter Regiões: Grande extensão de terreno; divisões de administração militar de um país; zona; território que pelas suas características se distingue dos outros; NUT: (Nomenclaturas de Unidades Territoriais, para fins estatísticos). As NUT s surgiram da necessidade da União Europeia arrumar a casa dos seus Estados membros, em termos de estatísticas e de distribuição de fundos. As unidades territoriais estão divididas em três patamares a NUT de nível I corresponde a um país, a de nível II a uma região (como Lisboa e Vale do Tejo) e as NUT III às sub-regiões (Lezíria e Médio Tejo, por exemplo). PIB (produto interno bruto): representa a soma (em valores monetários) de todos os bens e serviços finais produzidos em uma determinada região (qual seja, países, estados, cidades), durante um período (mês, trimestre, ano,). O PIB é um dos indicadores mais utilizados na macroeconomia com o objectivo, de mensurar a actividade económica de uma região. Na contagem do PIB, considera-se apenas bens e serviços finais, excluindo da conta todos os bens de consumo de intermediário. Isso é feito com o intuito de evitar o problema da dupla contagem, quando valores gerados na cadeia de produção aparecem contados duas vezes na soma do PIB. Ranking: Classificação; Lista oficial que, de acordo com determinados critérios, estabelece uma classificação do tema em estudo. Fundos comunitários: FEDER Fundo Europeu de Desenvolvimento Regional FEOGA Fundo Europeu de Orientação e Garantia Agrícola FEOGA-O Fundo Europeu de Orientação e Garantia Agrícola secção Orientação Financiamento privado - Fontes de financiamento recursos públicos europeus, nacionais, regionais e locais FORAL Programa de Formação para as Autarquias Locais FSE Fundo Social Europeu Fundo de coesão - Fundos autónomos - Fundos comunitários - Fundos estruturais - Península: porção de terra cercada de água por todos os lados, excepto por um. 2

3 Quadro de Referência Estratégica Nacional (QREN): O Quadro de Referência Estratégico Nacional assume como grande desígnio estratégico a qualificação dos portugueses e das portuguesas, valorizando o conhecimento, a ciência, a tecnologia e a inovação, bem como a promoção de níveis elevados e sustentados de desenvolvimento económico e sóciocultural e de qualificação territorial, num quadro de valorização da igualdade de oportunidades e, bem assim, do aumento da eficiência e qualidade das instituições públicas. Pobreza: estado ou qualidade de pobre; falta de recursos; escassez; 3

4 Resumo da Notícia Escola ES/3 Dos Carvalhos Entre 2001 e 2003, Lisboa foi a região Europeia que mais empobreceu. A riqueza média por habitante diminuiu significativamente, este recuo reflectiu-se no fraco desempenho dos portugueses que consequentemente se traduziu na economia durante o período referido. Bruxelas foi a cidade melhor classificada, com 3 vezes o PIB por habitante diante da média na E.U. Também desta forma qualificadas estão Luxemburgo, Paris, Londres e Hamburgo que apresentam os níveis de riqueza per capita acima do dobro da média. Das regiões maiores da Europa destacam-se quatro zonas Gregas a crescer mais de dez pontos acima da média. Apesar de tudo, Lisboa continua a ser a zona mais rica de Portugal. Na lista feita referente a 2001 e a 2003, foram também consideradas que as regiões do Algarve, Norte e centro apresentaram igualmente diminuições do PIB. Das regiões das NUT s II, correspondentes ás áreas de Coordenação Regional, o Alentejo está entre as regiões menos afectadas. Mesmo assim perdeu 6 pontos percentuais em relação á média Europeia. No arquipélago dos Açores a queda do PIB foi maior em relação à Madeira, afastando-se assim da média da Europa entre o período de 2001 e As sete regiões portuguesas e apenas uma espanhola é que divergiram da média Europeia. Esta visível comparação deve-se ao dinamismo da economia espanhola, que ao contrário da Portuguesa, apresentou taxas de crescimento acima dos 3 % nos últimos anos. 4

5 Estabelecer relações entre a notícia analisada e o interesse da mesma no âmbito dos conteúdos do programa A notícia reflecte o fraco desempenho de Portugal no que respeita ao PIB, em relação aos países pertencentes da União Europeia. Um dos objectivos da U.E é consolidar a estabilidade económica, podendo desta forma promover a coesão económica e social, favorecendo e investindo na criação de emprego. Actualmente, o nível de instrução e qualificação da população portuguesa, é baixo relativamente aos países da U.E. Perante tal facto Portugal deveria apostar mais no sector terciário e no uso de novas tecnologias para conseguir obter mais produtividade e melhores resultados, ao contrário do que tem estado a acontecer; aumentar o grau de escolaridade obrigatória até pelo menos ao 12º ano para melhorar a qualidade de instrução e qualificação da população portuguesa. Desta forma o QREN (Quadro de Referência Estratégico Nacional) pode contribuir para que o fosso entre os países ricos e países pobres diminua: Este desígnio estratégico, para conseguir assegurar uma estabilidade económicosocial, tem a ajuda e apoio dos Fundos Estruturais e do Fundo de Coesão. Há três domínios específicos que o QREN valoriza: - O potencial humano; - Os factores de competitividade da economia; - A valorização do território. A Agenda Operacional para o Potencial Humano, congrega o conjunto das intervenções visando a promoção das qualificações escolares e profissionais dos portugueses e a promoção do emprego e da inclusão social, bem como as condições para a valorização da igualdade de género e da cidadania plena. Esta Agenda integra as seguintes grandes vertentes de intervenção: - Qualificação Inicial, - Adaptabilidade e Aprendizagem ao Longo da Vida, - Gestão e Aperfeiçoamento Profissional, - Formação Avançada para a Competitividade, - Apoio ao Empreendedorismo e à Transição para a Vida Activa, - Cidadania, Inclusão e Desenvolvimento Social - Promoção da Igualdade de Género. Agenda Operacional para os Factores de Competitividade, que abrange as intervenções que visam estimular a qualificação do tecido produtivo, por via da inovação, do desenvolvimento tecnológico e do estímulo do empreendedorismo, bem como da melhoria das diversas componentes da envolvente da actividade empresarial, com relevo 5

6 para a redução dos custos públicos de contexto. Esta Agenda compreende, como principais vectores de intervenção, Estímulos à Produção do Conhecimento e Desenvolvimento Tecnológico, Incentivos à Inovação e Renovação do Modelo Empresarial e do Padrão de Especialização, Instrumentos de Engenharia Financeira para o Financiamento e Partilha de Risco na Inovação, Intervenções Integradas para a Redução dos Custos Públicos de Contexto, Acções Colectivas de Desenvolvimento Empresarial, Estímulos ao Desenvolvimento da Sociedade da Informação, Redes e Infra-estruturas de Apoio à Competitividade Regional e, ainda, Acções Integradas de Valorização Económica dos Territórios menos Competitivos. Agenda Operacional para a Valorização do Território que, visando dotar o país e as suas regiões e sub-regiões de melhores condições de atractividade para o investimento produtivo e de condições de vida para as populações, abrange as intervenções de natureza infra-estrutural e de dotação de equipamentos essenciais à qualificação dos territórios e ao reforço da coesão económica, social e territorial. Esta Agenda acolhe como principais domínios de intervenção o Reforço da Conectividade Internacional, das Acessibilidades e da Mobilidade, a Protecção e Valorização do Ambiente, a Política de Cidades e, ainda, as Redes de Infra-estruturas e Equipamentos para a Coesão Territorial e Social. ( ) Bibliografia ( ) 6

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