Fatores humanos na identificação de perigos e avaliação de riscos

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1 Fatores humanos na identificação de perigos e avaliação de riscos Marcello Guimarães Couto, M.Sc. HGB Consultoria e Gestão Ltda. Resumo Este artigo aborda os novos requisitos normativos referentes à consideração de fatores humanos na avaliação de riscos de segurança e saúde ocupacional. Palavras-chave Segurança e saúde ocupacional. Gestão de riscos. Análise de riscos. Fatores humanos. Gerenciamento de riscos. Abstract This article approaches new standard requirements concerning to taking into account human behavior during risk assessment and hazard identification. Key words Occupational health and safety. Risk management. Risk assessment. Human behavior. Risk management. 1

2 1- Introdução Mesmo sem perceber, a avaliação de risco faz parte do dia-a-dia das pessoas, estando presente tanto nas atividades mais corriqueiras quanto nas mais complexas. Avaliamos riscos a todo momento, desde que acordamos até adormecer (e em muitas vezes em nossos sonhos também). Vale à pena dirigir acima do limite de velocidade permitido para chegar cinco ou dez minutos antes? Será que há problema em não colocar o cinto de segurança, já que vou andar apenas dois quarteirões? Deixo o guarda-chuva em casa para evitar carregá-lo o dia todo sem utilidade, caso não chova? No ambiente industrial, onde os processos podem atingir níveis de complexidade altos por muitas vezes, faz-se necessária uma metodologia mais robusta de identificação de perigos e danos e avaliação de riscos, com objetivo de identificar quais atividades estão ligadas a riscos importantes a fim de gerenciá-los adequadamente, quer seja reduzindo a probabilidade de ocorrência do dano ou sua gravidade, caso o evento materialize o perigo em dano. Por muitos anos as metodologias predominantes de análise de riscos buscaram evitar ao máximo a subjetividade, tentando adotar métodos quantitativos de avaliação de riscos que conduziam a um resultado final que caracterizava a classe do risco. Entretanto, por melhor que seja, qualquer método adotado apresentará pontos vulneráveis e, como a análise é conduzida por seres humanos, estará sempre sujeita a uma margem de erro. Este artigo tem por propósito apresentar os diferentes requisitos e diretrizes normativas referentes a fatores humanos na avaliação de riscos, ou seja, a visão moderna (traduzida nas principais normas de segurança e saúde no trabalho e/ou análise de riscos recentemente publicadas ou revisadas) sobre a influência que o ser humano tem, por exemplo, com seu comportamento, na nota final do risco ou em sua alteração após a adoção de medidas de controle. 2 - Delimitação do estudo Este artigo não tem por objetivo apresentar uma metodologia para considerar fatores humanos na avaliação de riscos, mas sim trabalhar os conceitos de forma a promover o entendimento do que são. 2

3 3 - Termos e definições Perigo Fonte, situação ou ato com potencial para provocar danos ao ser humano em termos de lesão ou doença (3.8), ou uma combinação destas. (BS 0HSAS 18001:2007) Identificação de perigo Processo de reconhecimento de que existe um perigo (3.8) e definição de suas características. (BS OHSAS 18001:2007). Risco Segundo a norma BS OHSAS 18001:2007, risco é a Combinação da probabilidade de ocorrência de um evento ou exposição(ões) perigosa(s) com a gravidade da lesão ou doença (3.8) que pode ser ocasionada pelo evento ou exposição(ões). (BS 0HSAS 18001:2007) Já a norma ABNT NBR 18001:2007 define risco como Probabilidade de ocorrer um evento não desejado, que pode se transformar em dano à saúde, integridade das pessoas, materiais e ambiente de trabalho. (ABNT NBR 18801:2010) Por outro lado, a norma ABNT NBR ISO define risco como efeito da incerteza nos objetivos... NOTA 4 O risco é muitas vezes expresso em termos de uma combinação de conseqüências de um evento (incluindo mudanças nas circunstâncias) e a probabilidade (2.21) de ocorrência associada. 3

4 Ao comparar as três definições percebe-se que em comum temos os fatores probabilidade de ocorrência de um evento e a sua gravidade, caso ocorra. Fator de risco Fator intrinsecamente suscetível de causar danos à saúde, integridade das pessoas, materiais e ambiente do trabalho. (ABNT NBR 18801:2010) Avaliação de risco Processo de avaliação de risco(s) (3.21) proveniente(s) de perigo(s) levando em conta a adequação de qualquer controle existente e decidindo se o risco é ou não aceitável. (BS OHSAS 18001:2007) Controle de risco Implementação de ações para reduzir a probabilidade de ocorrência de um fato negativo referente à SST (ABNT NBR 18801:2010) 4 - Requisitos e diretrizes normativas A norma BS OHSAS 18001:2007 estabelece, em seu requisito 4.3.1, que os procedimentos para a identificação de perigos e para a avaliação de riscos deve(m) levar em consideração:... c) o comportamento humano, capacidades e outros fatores humanos já a norma ABNT NBR 18801:2010 estabelece em seu requisito Identificação, avaliação e controle de riscos: A organização deve estabelecer, implementar e manter procedimentos para a identificação, avaliação de riscos e efetivação adequada dos controles necessários. 4

5 Os procedimentos para a identificação e avaliação de riscos devem levar em conta:... c) aspectos comportamentais, qualificação, capacitação, habilitação e outros fatores humanos. Por outro lado, a norma ABNT NBR ISO estabelece, em sua seção 3 - Princípios: Para a gestão de riscos ser eficaz, convém que uma organização, em todos os níveis, atenda aos princípios abaixo descritos.... h) A gestão de riscos considera fatores humanos e culturais. A gestão de riscos reconhece as capacidades, percepções e intenções do pessoal interno e externo que podem facilitar ou dificultar a realização dos objetivos da organização. Portanto, ao analisar os requisitos das duas primeiras normas e a diretriz da terceira, pode-se concluir que em todos os casos há menção ao fator humano na avaliação/gestão de riscos. De fato, até mesmo pela sua própria natureza (normas de requisitos), as BS OHSAS e ABNT NBR são mais claras e diretas em seu texto. Ao analisá-las fica evidente a necessidade de se considerar: - Comportamento, capacidade e outros fatores humanos (OHSAS 18001) e -Aspectos comportamentais, qualificação, capacitação, habilitação e outros fatores humanos. (NBR 18801). 5

6 Pode-se perceber ao analisar ambos os textos acima que o requisito da norma brasileira contempla as exigências da norma britânica e ainda é mais abrangente, pois remete à habilitação. Independente desta diferença fica claro que a organização, ao definir sua metodologia de identificação de perigos e danos e avaliação de riscos deve considerar os fatores humanos. Muitas empresas, ao fazerem a migração de seus sistemas de gestão de segurança e saúde da antiga OHSAS 18001:1999 para a, na época recente, BS OHSAS 18001:2007 tiveram dificuldades em aplicar este requisito de maneira satisfatória, pela falta de entendimento de como fazê-lo. De fato, as empresas que hoje buscam atendimento à norma Brasileira (18801) também estão vivenciando esta dificuldade. Mas afinal o que de fato seriam estes fatores humanos? Como considerá-los na metodologia de identificação e análise de riscos, tão tradicionalmente focada em métodos quantitativos e sujeita a uma cultura que busca sempre fugir da subjetividade? Como medir o fator humano? Estas questões ainda não estão plenamente respondidas, mas ao longo do tempo soluções satisfatórias têm sido adotadas. 5 - Fatores humanos entendendo o que são e sua influência na metodologia de avaliação de riscos. Tomando-se por base as diretrizes da norma BS OHSAS 18002:2010 tem-se que Fatores humanos, como capacidades, comportamentos e limitações, têm que ser levados em consideração [ver item c) da seção da OHSAS 18001:2007] ao se avaliar os perigos e riscos dos processos, equipamentos e ambientes de trabalho. 6

7 Convém que os fatores sejam considerados sempre que houver uma interface humana, levando em conta questões como facilidade de uso, potencial para erros operacionais, tensão do operador (grau de stress comentário do autor) e fadiga do usuário. Ao considerar os fatores humanos, o processo da organização para a identificação de perigos deveria levar em consideração os seguintes itens e suas interações: Natureza do trabalho (arranjo físico do local de trabalho, informações do operador, carga de trabalho, trabalho físico, padrões de trabalho), Ambiente (calor, iluminação, ruído, qualidade do ar), Comportamento humano (temperamento, hábitos, atitude), Capacidades psicológicas (cognição, atenção), Capacidades fisiológicas (biomecânica, antropometria / variação física das pessoas). Portanto, como fatores humanos podem ser considerados não apenas o comportamento das pessoas (elemento subjetivo como disciplina, temperamento, iniciativa, postura, hábitos) como também o contexto do trabalhador (ambiente de trabalho, stress e tensão), ambiente fora do trabalho (problemas em casa, saúde de familiares, dívidas, etc), fatores ambientais (calor, frio, ruído), e as capacidades psicológicas (visão em túnel e/ou visão periférica, capacidade de concentração) como as capacidades fisiológicas (disposição e vigor físico, resistência, etc.) e limitações (físicas ou psicológicas) como fobias, medos, traumas, deficiências ou desvantagens físicas. Ressalte-se a visão moderna de segurança do trabalho com foco em todos estes fatores citados acima, reconhecendo que todos os protocolos e procedimentos de segurança e todos os equipamentos de proteção utilizados na empresa não serão suficientes para evitar um acidente se o trabalhador estiver sem condições físicas, psicológicas ou comportamentais de trabalhar. Por estes motivos a gestão moderna de riscos de segurança e saúde no trabalho deve considerar o ser humano como um todo, e não apenas a partir do momento em que inicia sua 7

8 jornada de trabalho. Ao considerar estes fatores humanos a empresa vai avaliar temas como, por exemplo: - qual o ambiente familiar do funcionário? Está tendo problemas em casa? Tem algum familiar doente? - como é o dia-a-dia do trabalhador na empresa? Há muita pressão por metas? As pessoas estão constantemente apressadas em cumprir prazos, negligenciando protocolos de segurança? Há carga excessiva de trabalho? Stress? - como anda a saúde e tranqüilidade financeira do mesmo? Está com dívidas, constantemente preocupado? Os pensamentos e atenção estão desviados para problemas de fora da empresa? - o temperamento/perfil do trabalhador é compatível com a função? Há limitações físicas ou psicológicas para o trabalho? Quais são seus medos, angustias paradigmas e fobias? Tem alguma dificuldade física? - o trabalhador apresenta problemas de vício (jogos, bebida, drogas, dentre outros) que possam colocá-lo em risco dentro da empresa ou fora dela ou que possam debilitar sua capacidade de concentração e física? - qual o apetite para o risco do trabalhador? Qual o seu perfil acidentário? Quanto maior o grau de risco da atividade, mais importante a pessoa ter um perfil cuidadoso, cumpridor de regras e procedimentos. 6 - Conclusão Conforme dito anteriormente, o presente artigo não tem por objetivo apresentar uma metodologia para considerar fatores humanos na avaliação de riscos, mas sim trabalhar os conceitos de forma a promover o entendimento do que são. Em que pesem todos os esforços das últimas décadas em transformar a análise de riscos em matéria objetiva e quantitativa, a gestão moderna de riscos e de segurança e saúde no trabalho reconhece que elementos subjetivos como principalmente os fatores humanos podem originar novos perigos ou agravar ou grau de risco dos já existentes. 8

9 O simples fato de uma medida de controle ser aplicada gera na pessoa um certo relaxamento quanto ao risco, podendo causar um comportamento mais permissivo, menos atento, o que por si só seria suficiente para aumentar o grau de risco novamente (intrinsecamente). Para tanto, faça a seguinte pergunta a um grupo de pessoas próximas: como você dirigiria seu carro se o mesmo não tivesse, hoje, cinto de segurança, freio ABS ou Air Bag? O simples fato de sabermos que estes dispositivos estão sendo utilizados nos faz aceitar situações mais arriscadas, como, por exemplo, velocidades maiores. Este comportamento muda novamente o grau de risco. Conclui-se que a análise de riscos é uma disciplina dinâmica e em constante evolução, que deve mesclar critérios subjetivos e objetivos, quantitativos e qualitativos, e que deve considerar o ser humano como um todo, em todos os aspectos, não apenas no ambiente de trabalho ao desempenhar suas funções, até a hora de bater o ponto e ir para casa. Referências bibliográficas - ABNT, 2010, NBR 18801, Sistema de gestão da segurança e saúde no trabalho - requisitos. Rio de Janeiro: ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS, ABNT, 2010, NBR ISO 31000, Gestão de riscos - princípios e diretrizes. Rio de Janeiro: ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS, ADAMS, JOHN. Risco. 1ª Ed. São Paulo: Ed. SENAC, p. - BSI, 2007, BS OHSAS 18001, Sistemas de gestão da saúde e segurança no trabalho requisitos: BRITISH STANDARDS INSTITUTE,

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