Apostila de História 19 Colônia Portuguesa na América (Brasil Colônia) 1.0 Gradativa Tomada de Posse

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1 Apostila de História 19 Colônia Portuguesa na América (Brasil Colônia) 1.0 Gradativa Tomada de Posse Bula Inter Coetera: 100 léguas de distância de Cabo Verde; A parte esquerda da Bula era da Espanha, e a parte direita de Portugal. Tratado de Tordesilhas: 370 léguas de distância de Cabo Verde; A parte esquerda do Tratado era da Espanha, e a parte direita de Portugal. Desinteresse português Suposta ausência de metais preciosos e de especiarias; Única preocupação Garantir a posse diante das investidas européias; 1501: Gaspar de Lemos 1ª Expedição exploradora: Nomeou diversas localidades litorâneas; Confirmou a existência do pau-brasil Tingimento de tecidos. 1503: Gonçalo Coelho 2ª Expedição exploradora: Fundou feitorias no litoral fluminense Armazenagem de madeira e mantimentos: Administrados pelos feitores; Fortificações que garantiam a posse portuguesa; Núcleos colonizadores. Estanco Monopólio real sobre a posse portuguesa; Escambo Troca de pau-brasil por produtos manufaturados de pouco valor; : Cristóvão Jacques Expedições militares: Combater contrabandistas estrangeiros. 1530: Crise do comércio com o Oriente Colonização de terras; 1532: Martim Afonso de Souza 1ª Expedição colonizadora: Trouxe homens, sementes, animais e ferramentas agrícolas; Amplos poderes Capitão-Mor; Expedições para dentro do território; Foz do rio da Prata: Combater a influência espanhola; Aprisionar navios franceses. Distribuição de sesmarias (lotes de terra). 1532: Fundação das vilas de São Vicente e Santo Anuréa da Borda do Campo.

2 2.0 Projeto Agrícola Domínio monopolista metropolitano: Posse e exploração colonial; Administração e fiscalização. Inviabilização da mão-de-obra indígena a longo prazo e em grande escala: População pouco numerosa; Extermínio na faixa litorânea; Epidemias em contato com os europeus; Morte pelo trabalho forçado; Desarticulação de sua economia de subsistência; Fugas para o interior; Luta dos jesuítas contra a escravização dos índios. Cultivo de cana-de-açúcar Aparente ausência de metais preciosos: Alta lucratividade do açúcar. D. Henrique Expansão do c8ultivo da cana-de-açúcar: Instalação do engenho da Ilha de Madeira; Avanço das técnicas de cultivo; Mão de obra escrava África. Aproximação de Portugal e Holanda Capital necessário para o empreendimento agrícola brasileiro; Escravização na África Negra: Catequese Infidelidade ao cristianismo; Tráfico negreiro: altamente lucrativo. 3.0 Instalações Açucareiras 1610: 400 engenhos açucareiros O lucro do açúcar ultrapassou a atividade mineradora do mundo; Sistema de economia Plantation: Monocultura; Latifúndio; Exportação. Grande concentração de engenhos no Nordeste; Engenho: Alguns casos: 5 mil moradores; Grandes propriedades de terra doados de sesmarias: Impediu a formação de uma classe camponesa; Impediu o desenvolvimento do mercado interno. Florestas Madeira; Plantação de cana; Casa grande: Residência da família do senhor de engenho e agregados; Sede de administração. Capela; Senzala Alojamento dos escravos; Fábrica do açúcar (engenho propriamente dito):

3 Moenda; Casa de purgar; Casa das caldeiras. 4.0 Apogeu e Crise do Açúcar Século XVI-XVII Brasil torna-se o maior produtor de açúcar do mundo; Maior beneficiado: holandeses Responsáveis pelas etapas de refinação e comercialização; O lucro representava 1/3 do valor do açúcar vendido; Guerra de independência entre os Países Baixos (Holanda) e Espanha: Holanda produz açúcar em suas próprias colônias, concorrendo em melhores condições com o produto brasileiro; Queda do preço, entre , à 1/3 do seu valor. Baixa das leis pragmáticas Proibição de produtos estrangeiros; Estimulação da produção do tabaco e da busca de drogas do sertão; Tratado de Methuen (1703): Abrir o reino português para a entrada de produtos manufaturados ingleses, e o reino inglês para a entrada de vinhos portugueses; Desigualdade financeira Consumia-se mais produtos manufaturados que vinhos; Crescentes dificuldades econômicas de Portugal. 5.0 Atividades Complementares Atividades secundárias ou acessórias Exportação e subsistência; Mandioca: Base da alimentação dos escravos; Imposta pelos senhores de engenho Desrespeitada pelos proprietários. Fumo: Bahia; Moeda de troca no comércio de negros escravos nas regiões africanas; Segunda maior receita de exportação agrícola da colônia; Dedicava-se aos segmentos menos poderosos da sociedade. Aguardente e rapadura: Importante na troca de escravos africanos Litoral de São Vicente. Algodão: Maranhão; Roupas de escravos; Mais tarde Exportação. Pecuária: Força motriz dos engenhos; Meio de transporte; Alimento; Couro; Trabalhadores livres: mestiços de indígenas e negros Mobilidade social; Criação extensiva;

4 Juntamente com a extração de drogas do sertão, foi levada juntamente com os bandeirantes e na busca de metais preciosos. 6.0 Sociedade Aristocrática; Mobilidade social quase que inexistente Concentração de terras, renda e escravos; Patriarcal; Escravista; Senhor do engenho: Dono do engenho; Grande prestígio social. Senhores obrigados ou lavradores de cana: Senhor sem instalações de fabricação de açúcar; Eram obrigados a utilizarem a fábrica do açúcar do engenho mais próximo, pagando com metade do açúcar obtido; Prestígio social e influência política Câmaras municipais. Sociedade Patriarcal Mulheres administravam as casas e o trabalho escravo doméstico; Pessoas livres: Feitores, Capatazes, militares, padres, artesãos, comerciantes; Atividades complementares do engenho; Núcleos urbanos. Escravos: Base econômica da sociedade; Responsáveis por quase todo o trabalho na colônia. 7.0 Escravos Generalização do trabalho escravo no Brasil: Inviabilização da mão de obra indígena; Assiento Direito de explorar o tráfico negreiro cedido pelo rei em troca de pagamento. Os portugueses capturavam os negros promovendo guerras entre tribos; os vencedores negociavam os negros derrotados por fumo, tecido, cachaça, armas, jóias e vidros; Holocausto Negro : Tumbeiros: Porões dos navios negreiros; Superlotação; Longa duração de viagem; Condições insalubres; Mortalidade estimada em 20%. Número de vítimas envolvendo escravos transportados e negros que resistiram às incursões européias = Dobro ou triplo dos escravos deslocados para a América. Negros sudaneses Bahia;

5 Negros Bantos Pernambuco, Minas Gerais, Rio de Janeiro. 7.1 Resistência Atos de Rebeldia; Tentativa de assassinato de feitores e senhores; Suicídios; Fugas Quilombos (Comunidades negras livres); Revolta dos Malés Quilombo de Palmares Comunidade auto-suficiente; 20 mil habitantes; Estimulava o desejo de liberdade e a formação de outros quilombos; 1694: Bandeirante paulista Domingos Jorge Belho Destruiu o quilombo; Zumbi: Líder de Palmares; Um dos poucos heróis brasileiros; Preso e morto em 20 de Novembro de 1695 Dia da Consciência Negra. 8.0 Capitanias Hereditárias e Governadores Gerais Doação de largas faixas de terra aos Capitães-Donatários, regulamentada pelas cartas de doação e forais; Deveres do Donatário: Colonizar a capitania; Fundar vilas; Proteger a terra e seus colonos dos ataques de nativos e estrangeiros Construir navios e fortes; Garantir o estanco; Preservar à Coroa 20% do valor obtido em metais preciosos, porventura descobertos, e o dízimo (10% dos 20%). Direitos do Donatário: Explorar as riquezas; Conceder sesmarias; Herdar a terra. Encarregados do Governador-Geral: Regimento Geral Primeiro conjunto de medidas do Brasil Colonial; Provedor-Mor Finanças; Capitão-Mor Segurança; Ouvidor-Mor Justiça. Ao todo: 15 Capitanias: São Vicente e Bahia Prosperaram, mais falharam; Pernambuco Prosperou. Primeiro Governador-Geral Tomé de Souza ( ) Salvador, Bahia; Duarte da Costa: Ineficiência administrativa:

6 Atrito entre colonos e jesuítas contrários à escravização; Invasão de huguenotes franceses e nativos Fundação da colônia França Antártica; Desentendimento com o Bispo Sardinha. Mem de Sá: Intensificação dos aldeamentos indígenas (missões) Ampliar a catequese, diminuindo os conflitos entre colonos e jesuítas; Aculturação indígena; Disseminação de doenças na população nativa; Restabelecimento das relações com o bispado Moralização (proibição de jogos, vadiagem e vícios); Aliança com Estácio de Sá e os jesuítas Expulsão dos franceses; Fundação da cidade São Sebastião, Rio de Janeiro (1565); Morte de Estácio de Sá e Mem de Sá Divisão da administração da colônia entre dois Governadores-Gerais: D. Luís de Brito (capital: Salvador) e D. Antônio Salema (capital: Rio de Janeiro). 9.0 Administração e Poderes Locais Unificação da colônia Lourenço da Veiga ( ); Nova divisão entre Maranhão mais Pará (capital: Belém) e Brasil (capital: Salvador; 1763: Rio de Janeiro); 1640: Título de Vice Rei em lugar do Governador-Geral; Substituição das capitanias hereditárias reais por particulares; Tropas de linha: Efetivo regular e profissional em armas; Milícias Força auxiliar sem remuneração da população urbana; Ordenanças População masculina em condição física e idade apropriada. Câmaras municipais: Homens bons Grandes proprietários de terras; Pouca participação da população na administração. Dízimo Décima parte de qualquer produção Domínio Espanhol no Brasil ( ) Morte do rei de Portugal D. Sebastião; Morte do Cardeal D. Henrique; Invasão espanhola em Portugal União Ibérica; Poucas mudanças significativas: Substituição da metrópole; Abolição, na prática, do Tratado de Tordesilhas Estimulação da busca de metais preciosos. Envolvimento da Espanha em conflitos militares na Europa: Inglaterra, França e Países Baixos realizaram várias invasões no Brasil; Enfraquecimento da economia lusitana. Movimento de restauração da economia Duque de Bargança:

7 1640: Duque de Bargança coroado rei de Portugal co o título de D. João IV Dinastia Bargança; Intensificação da exploração e da administração colonial: Criação do Conselho Ultramarino; Eliminação progressiva das capitanias particulares; Primeiras manifestações contra a autoridade metropolitana.

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