ANÁLISE DA EFICACIA DO USO DA CINESIOTERAPIA NO TRATAMENTO PÓS OPERATÓRIO DE LESÃO DO LIGAMENTO CRUZADO ANTERIOR ESTUDO DE CASO

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1 1 ANÁLISE DA EFICACIA DO USO DA CINESIOTERAPIA NO TRATAMENTO PÓS OPERATÓRIO DE LESÃO DO LIGAMENTO CRUZADO ANTERIOR ESTUDO DE CASO MARTINS, L.C.: ANDOLFATO, K.R. Resumo: A lesão do ligamento cruzado anterior (LCA) é a mais comum das lesões da articulação do joelho, geralmente acomete jovens do sexo masculino e atletas. O estudo objetiva analizar a eficacia do uso da cinesioterapia no pósoperatorio da lesão de LCA. O estudo trata-se de um estudo de caso com um paciente do sexo feminino, submetido a 35 sessões de fisioterapia. O resultado foi muito satisfatório, deixando em evidencia a eficacia da cinesioterapia no tratamento de pós-operatorio de LCA. Palavras-Chave: Ligamento Cruzado Anterior, Cinesioterapia, Joelho. Abstract: The lesion of the Anterior Cruciate Ligament (ACL) is the most common lesions of the knee joint, usually affects young males and athletes. The study aims to analyze the effectiveness of the use of Kinesitherapy in the post-operative period of ACL lesion. The study deals with a case study with a female patient submitted to 35 sessions of physiotherapy. The result was very satisfactory, leaving evidence of the effectiveness of Kinesitherapy in the treatment of postoperative of ACL. Keywords: Anterior Cruciate Ligament, Knee, Kinesitherapy Introdução: As lesões da articulação do joelho são comuns porque o joelho é uma articulação móvel que sustenta peso e sua estabilidade depende quase que inteiramente de seus ligamentos e músculos associados. (MORRE; DALLEY; 2001; p.556).

2 2 Segundo Amatuzzi (2004), a lesão do ligamento cruzado anterior é uma lesão do jovem que pratica esporte. O mecanismo mais frequente de lesão é o trauma torcional. Nesses casos, o corpo gira em rotação externa sobre o membro inferior apoiado no solo. O outro mecanismo da lesão do LCA, mais raro, é a hiperextensão do joelho sem apoio, chamado de chute no ar, o qual pode determinar o aparecimento da lesão isolada do ligamento. O tratamento através da cinesioterapia abrange os sistemas neuromusculoesqueletico e também circulatório, que por meio de movimentos ou exercícios ativos ou passivos tem como finalidade o ganho de amplitude de movimento, flexibilidade, ganho de força muscular, o retorno as atividades de vida diária do individuo, entre outras. O objetivo do trabalho foi avaliar a eficácia do uso da cinesioterapia na reabilitação de pacientes pós-operatório de Ligamento Cruzado Anterior, graduando ganho de amplitude de movimento, flexibilidade, força muscular e o retorno às atividades de vida diária do paciente. Referenciais teórico-metodológicos: O modelo de pesquisa apresentado refere-se a um estudo de caso de um paciente do sexo feminino, 35 anos de idade, com 15 dias de pós-operatório de ligamento cruzado anterior do joelho esquerdo. Foram realizados três atendimentos semanais, com duração de 50 minutos em cada sessão, somando um numero de 35 sessões. Os atendimentos foram realizados nas dependências Clinica Escola de Fisioterapia e Nutrição Dra. Sônia Gusman, da Faculdade de Apucarana FAP e também nas dependências da Fisioclinica de Apucarana. No período de avaliação da paciente, a mesma foi informada sobre os objetivos da pesquisa em questão, e assinou um termo de consentimento livre e esclarecido. Para avaliação da paciente foi utilizado uma ficha de avaliação que fora desenvolvida pela pesquisadora junto de seu orientador. Ainda na avaliação foi utilizado um goniômetro da marca fibra cirúrgica para avaliação da amplitude de movimento, e uma fita métrica para aferir a perimetria dos membros inferiores

3 3 com intuito de ter um grau comparativo na avaliação com relação a reavaliação da paciente que foi realizada no ultimo dia de atendimento da mesma. Todos os atendimentos foram realizados pela pesquisadora do trabalho sob supervisão de seu orientador. Durante todos os atendimentos foi utilizado apenas métodos da cinesioterapia, a principio focando o ganho de amplitude de movimento (ADM), através de alongamentos e de exercícios ativos, e mobilizações da patela, e o ganho de força muscular (FM), a principio com exercícios isométricos de quadríceps e uso de caneleiras para fortalecimento de flexores, extensores, adutores e abdutores de quadril, flexores e extensores de joelho, primeiramente utilizando peso de 0,5Kg evoluindo ate chegar ao peso de 4 Kg, também no inicio foi realizado fortalecimentos de dorsiflexores e plantiflexores com faixa elástica da marca Thera Band da cor laranja, todos os exercícios de ADM e FM foram realizados respeitando o período de cirurgia da paciente, e foram incluídos aos poucos exercícios descargas de peso bipodal e unipodal, e treinos de propriocepção e marcha. Conclusão: Ao final das 35 sessões de atendimento fisioterapeutico com a paciente, verificaram-se importantes ganhos na amplitude de movimento (ADM), flexibilidade, força muscular (FM), e uma volta consideravelmente rápida as atividades de vida diária. Tendo tido como base a avaliação inicial e final da paciente os ganhos foram evidentes. O ganho de ADM no joelho esquerdo da paciente ficou evidenciado como mostrado na figura 1. Na tabela 1 podemos ver os resultados da avaliação inicial e final da perimetria do MIE, comprovando um ganho de massa muscular desde o inicio dos atendimentos com a paciente ate o dia da sua avaliação final. Após a realização do trabalho, pode se concluir a eficácia do uso da cinesioterapia na reabilitação de lesão do ligamento cruzado anterior, tendo em vista o ganho de ADM, FM, flexibilidade e a volta da paciente nas atividades de vida diária.

4 4 Goneometria de Joelho Esquerdo Avaliação Final Avaliação Inicial 0 Flexão Inicial Flexão Final Extensão Inicial Extensão Final Esquerdo Fig.1 - Resultados da Goneometria inicial e final de ADM do joelho TABELA 1 Perimetria inicial e final do Membro Inferior Esquerdo Ponto de referencia bordo Avaliação Inicial Avaliação Final superior e inferior da Patela 5 Centímetros acima Centímetros acima Centímetros acima 49, centímetros abaixo centímetros abaixo 35,5 33,5 15 centímetros abaixo 24,5 20 Referências: AMATUZZI, Marcos Martins. Joelho: Articulação Central dos Membros Inferiores. São Paulo: Rocca, 2004.

5 5 MOORE, K. L..; DALLEY, A. F. Anatomia orientada para clínica. 4. ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2001.

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