11 COMÉRCIO EXTERIOR

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1 SPUn RSP ertificação/14.º ertame plicação: OMÉRIO XTRIOR Nas questões a seguir, marque, para cada uma, a única opção correta, de acordo com o respectivo comando. Para as devidas marcações, use a Folha de Respostas, único documento válido para a correção das suas respostas. QUSTÃO 1 om o livre comércio sendo apregoado pelas teorias econômicas, observa-se que alguns governos procuram controlar o comércio internacional de seu país reduzindo ou até mesmo impedindo a entrada de produtos ou serviços estrangeiros em seu território. epara-se com notícias de governos elevando o imposto de importação de determinado produto, definindo cotas para importação de outro ou impondo exigências de licenças e certificados para comercialização de algum tipo de bem ou serviço. Negócios Internacionais. omércio xterior OMX. rasília: Universidade orporativa anco do rasil (com adaptações). onsiderando que barreiras comerciais trazem entraves na circulação comercial de bens e serviços entre países, os governos, ao editarem restrições quantitativas ou políticas de valoração aduaneira, estão praticando barreiras tarifárias. majoração tributária. equivalência comercial. barreiras não tarifárias. equivalência concorrencial. QUSTÃO 2 primeira edição dos Incoterms ocorreu em 1936 e, de tempos em tempos, são publicadas novas versões, de modo a refletir as mudanças nas práticas de comércio. mais recente é a de 2010, que está em vigor desde 1º de janeiro de Uma vez definidos os Incoterms, o vendedor sabe precisamente o local e o momento em que cessa sua responsabilidade, seus riscos e seus custos para a movimentação de mercadorias; e o comprador sabe exatamente quando e onde os riscos e custos ficam sob sua responsabilidade. i s p o n í v e l e m : <http://www.comexbrasil.gov.br/conteudo/ver/cha ve/incoterms/menu/192>. cesso em: Na versão atual (2010) dos Incoterms, editada pela âmara de omércio Internacional de Paris (I), foram extintos, na última versão do grupo, os termos T e P, existentes na versão de 2000, e foram criados os termos F, S, Q e U. existem treze termos, divididos em quatro grupos: grupo (chegada); grupo F (transporte principal não pago); grupo (transporte principal pago); e grupo (chegada). são cinco termos, no grupo, que definem as responsabilidades na chegada: F, S, Q, U e P; enquanto que, na versão de 2000, este grupo contava com apenas três termos: T, P e P. existem onze termos, que são empregados em operações que utilizarão os modais aquaviários (marítimo, fluvial ou lacustre) e os que podem ser utilizados por qualquer modal de transporte, inclusive transporte multimodal. considera-se o termo FO (free on board), em que a entrega (de vendedor para o comprador) é caracterizada quando a mercadoria cruza a amurada da embarcação, enquanto que, na versão anterior, a "entrega" era caracterizada quando a mercadoria estivesse a bordo do navio no porto de embarque. QUSTÃO 3 tesouraria do anco do rasil observa que, em determinado momento do dia, 1,00 dólar está sendo cotado a 0,7229 euro no mercado à vista de Frankfurt e a 0,7235 euro, no mesmo momento, no mercado à vista de Nova York. Rapidamente o banco efetua uma operação para aproveitar a diferença entre as cotações dos dois mercados. e acordo com o texto, a operação relatada foi de swap. hedge. arbitragem. câmbio futuro. câmbio travado. QUSTÃO 4 Os países de regiões próximas ou com interesses semelhantes muitas vezes sentem a necessidade de estabelecer associações entre si, com regras privilegiadas e atuação conjunta no mercado internacional. Tais associações, conhecidas como blocos econômicos, são qualificadas, pela teoria de comércio exterior, segundo denominações específicas, diferenciando-se conforme o nível de seu processo de integração. LUZ, R. Relações conômicas Internacionais. 3. ed. Rio de Janeiro: lsevier, 2011, p om relação aos diferentes tipos de blocos econômicos, suas origens, conceitos e características, tem-se que a livre circulação de fatores de produção no mercado comum é ausente, embora haja livre comércio de bens. a falta de equalização das políticas nacionais dos países membros é uma característica das uniões econômicas. os países membros de uniões aduaneiras cobram tarifas de importação diferentes no comércio com países fora do bloco, ainda que não imponham barreiras ao comércio dentro do bloco. as zonas preferenciais são consideradas um estágio intermediário entre a zona de livre comércio e a união aduaneira, ainda que não se caracterizem, formalmente, como fase de integração. a união europeia é o mais antigo dos blocos econômicos, tendo como motivação inicial, mais do que propósitos econômicos, o interesse de preservar as gerações futuras do flagelo da guerra. 1

2 SPUn RSP ertificação/14.º ertame plicação: 2014 QUSTÃO 5 No atual cenário competitivo, os governos e organismos internacionais de fomento buscam desenvolver mecanismos para proporcionar trocas comerciais mais justas, removendo ou amenizando barreiras comerciais de forma a possibilitar oportunidades de negócio, principalmente para países em processo de desenvolvimento. s barreiras comerciais podem ser tarifárias e não tarifárias, sendo que as não tarifárias são mais difíceis de serem identificadas, pois não são explicitamente declaradas como barreiras nos acordos internacionais. QUSTÃO 7 âmara de omércio xterior (amex) é um órgão integrante do onselho de Governo da Presidência da República que tem por objetivo a formulação, adoção, implementação e coordenação de políticas e atividades relativas ao comércio exterior de bens e serviços, incluindo o turismo. É atribuição de competência da amex i s p o n í v e l e m : <http://www.camex.gov.br/conteudo/exibe/area/1/ menu/67/%20mx>. cesso em: i s p o n í v e l e m : <http://www.mdic.gov.br/sistemas_web/aprendex/default/ index/conteudo/id/28>. cesso em: s barreiras comerciais classificadas como tarifárias são as taxas e alíquotas que incidirem sobre a importação de produtos e o sobrepreço nas taxas aduaneiras. restrições baseadas em exigências de padrões de segurança ou em função da origem do produto. proibições de importações em caráter geral ou seletivo e a exigência de depósitos compulsórios. licenças baseadas em restrições quantitativas (cotas de importação) e em padrões técnicos. restrições baseadas em regulamentos sanitários, fitossanitários, de saúde e ambientais. QUSTÃO 6 O onselho Monetário Nacional, na regulamentação do mercado de câmbio e dos capitais internacionais, em geral, atribui ao anco entral do rasil (acen) competência para disciplinar, por meio da expedição de circulares, aspectos complementares necessários à execução do disposto em seus atos normativos, notadamente questões de ordem técnica ou operacional. fixar a alíquota do imposto de importação, observados os compromissos internacionais do rasil, notadamente, no âmbito da Organização Mundial do omércio (OM) e do Mercosul. estabelecer impostos de importação excepcionais, com vistas a neutralizar temporariamente os efeitos de práticas desleais de comércio de determinado país ou grupo de países. supervisionar a observância de acordos e convênios relativos ao comércio exterior, de natureza bilateral, regional ou multilateral, pelo rasil. efetuar os pagamentos relativos à cobertura de garantias contratadas junto ao Fundo de Garantia à xportação. conduzir os processos de investigação relacionados aos temas de defesa comercial e salvaguardas. QUSTÃO 8 venda no exterior de excedentes de produção proporcionou, desde a antiguidade, desenvolvimento econômico para as nações que os detinham. No mundo contemporâneo, o processo de exportação que pode ser definido como remessa de bens nacionais ou nacionalizados para outro território aduaneiro, após cumprimento de exigências legais e comerciais tem fundamental importância na geração de divisas que financiam o crescimento e o desenvolvimento dos países exportadores. isponível em: <http://www.bcb.gov.br/?usnorm>. cesso em: No âmbito da regulamentação do acen acerca do mercado de câmbio e dos capitais internacionais, compete à ircular n.º 3.690, de 16 de dezembro de 2013, urso de omércio xterior OMX. rasília: Universidade orporativa anco do rasil, p É efetivamente uma motivação que justifica os processos de exportação a dispor sobre o registro de capitais estrangeiros. regulamentar a classificação das operações no mercado de câmbio. disciplinar o funcionamento do onvênio de Pagamentos e réditos Recíprocos (R). estabelecer condições para o investimento de não residentes no mercado de capitais do rasil. determinar os procedimentos para o ingresso de capital estrangeiro no país e para a remessa de capital brasileiro para o exterior, nos termos do disposto na Resolução n.º 3.568, de 29 de maio de obtenção de recursos no exterior não disponíveis no mercado local, como produtos que necessitem terra e condições climáticas adequadas, desenvolvimento tecnológico, fatores de produção mais econômicos, etc. motivação política, como a relacionada a políticas governamentais de aquisição de produtos em países com baixa capacidade produtiva. estratégia governamental para forçar preços mais competitivos que os fornecedores locais, evitando desabastecimento. obtenção de recursos financeiros para pagamento das importações necessárias à vida econômica do país. atratividade do mercado local por produtos estrangeiros. 2

3 SPUn RSP ertificação/14.º ertame plicação: 2014 QUSTÃO 9 onsidere a situação hipotética em que um país quebra patentes de firmas de outro país, passando sua indústria a produzir bens similares sem o pagamento de quaisquer royalties às firmas prejudicadas. LUZ, R. Relações conômicas Internacionais. 3. ed. Rio de Janeiro: lsevier, 2011, p Tomando-se a situação descrita e considerando-se os acordos administrados pela Organização Mundial do omércio (OM), tem-se que o país, embora possa retaliar comercialmente o país, não conta com a proteção de acordo específico relativo à propriedade intelectual no âmbito da OM. o país pode recorrer à OM na defesa das patentes de suas empresas, cabendo ao país, se condenado, restaurar mencionados direitos. a eventual retaliação do país deve se limitar, de acordo com as regras da OM, a quebra de patentes das firmas do país. o país, com esta ação, está violando o acordo sobre barreiras técnicas ao comércio, administrado pela OM. a situação descrita representa violação do acordo sobre regras de origem, administrado pela OM. QUSTÃO 10 O Regulamento duaneiro (R) disciplina, entre outros aspectos, os impostos de importação e de exportação, assim como demais impostos, taxas e contribuições devidos na importação de bens do exterior para o rasil. i s p o n í v e l e m : <http://www.receita.fazenda.gov.br/legislacao/ecretos/ 2009/dec6759.htm>. cesso em: Nos termos do R, estão isentos dos impostos de importação QUSTÃO 11 iversos acordos econômicos, em seus mais variados estágios, prosperam entre os países do continente americano. O cordo Norte-mericano de Livre omércio (Nafta) pode ser considerado, em termos de volume de bens transacionados e das economias que engloba, o mais próspero entre eles. ssociação Latino-mericana de Integração (ladi), por outro lado, embora apresente objetivos ambiciosos em seu ato constitutivo, ainda se afasta do objetivo previsto em seu acordo de constituição. LUZ, R. Relações conômicas Internacionais. 3. ed. Rio de Janeiro: lsevier, 2011, p cerca das características e dos objetivos dos blocos econômicos destacados, aponta-se a convergência da ladi para uma zona de livre comércio, conforme previsto em seu tratado de constituição. uniformidade das barreiras tarifárias da ladi, a despeito de diferenças no nível de desenvolvimento dos países membros. ausência de barreiras às remessas de capital entre os países integrantes do Nafta, muito embora se trate de uma zona de livre comércio. eliminação das barreiras não tarifárias como um dos objetivos a serem alcançados ao término do processo de integração previsto no Nafta. impossibilidade de livre movimentação de trabalhadores entre os países integrantes da ladi, mesmo quando concluído o processo de integração previsto em seu ato constitutivo. QUSTÃO 12 evolução do relacionamento econômico entre os países se dá normalmente de forma lenta e gradual, de maneira que cada novo estágio incorpora os acordos da(s) etapa(s) anterior(es) e avança em novas concessões mútuas. urso de omércio xterior OMX. rasília: Universidade orporativa anco do rasil, p os produtos estrangeiros enviados como amostra gratuita, de qualquer valor, tipo ou quantidade. os bens estrangeiros enviados como presentes somente quando o valor atribuído for superior a 5 mil dólares. as mercadorias estrangeiras, em trânsito aduaneiro de passagem, que tenham sido acidentalmente destruídas. as mercadorias estrangeiras destruídas, sob o controle aduaneiro, ainda que com ônus para a secretaria de fazenda nacional. as embarcações construídas no rasil, quando retornam ao país em nome de empresa diferente daquela a qual se destinaram em sua transferência original. sequência que melhor denomina as diversas configurações de blocos econômicos, em ordem crescente de complexidade, é zona de livre comércio, união aduaneira, mercado comum, integração econômica total e união econômica. zona de livre comércio, mercado comum, união econômica, união aduaneira e integração econômica total. zona de livre comércio, união econômica, mercado comum, união aduaneira e integração econômica total. zona de livre comércio, mercado comum, união aduaneira, união econômica e integração econômica total. zona de livre comércio, união aduaneira, mercado comum, união econômica e integração econômica total. 3

4 SPUn RSP ertificação/14.º ertame plicação: 2014 QUSTÃO 13 s linhas de crédito para as importações denominadas uyer s redit são uma excelente opção para os importadores, pois o agente financeiro paga ao fornecedor à vista e recebe o valor financiado no final do prazo pactuado na operação de crédito. Trata-se de um dos serviços mais relevantes que o anco do rasil presta a seus clientes importadores. urso de omércio xterior OMX. rasília: Universidade orporativa anco do rasil, p Quanto às formas de financiamento das importações denominadas uyer s redit, contempla-se a linha de financiamento denominada esconto a forfait, do anco do rasil, é operacionalizada por agência externa e voltada para o importador da mercadoria, que recebe à vista o valor devido e providencia a quitação após cumpridos os termos do acordo entre as partes. linhas especiais específicas para a aquisição de bens de capital, produtos agropecuários e certos produtos industrializados, nos financiamentos de longo prazo, mas tais operações devem ser registradas e autorizadas pelo anco entral do rasil, por meio do sistema de informações do anco entral do rasil (Sisbacen). financiamentos de curto ou de longo prazos, sendo que, nos de curto prazo (até 360 dias), os recursos são contratados diretamente de um banco no exterior para financiar o importador, e, nos de longo prazo (acima de 360 dias), os recursos são repassados por um banco no exterior ao importador, com intermediação do anco do rasil. uma boa opção para obtenção de bens de capital no exterior, novos ou usados, que são as versões internacionais do arrendamento mercantil ou leasing doméstico, a saber: o operacional, em que o bem é totalmente amortizado e a assistência técnica fica por conta da arrendatária; e o financeiro, em que se paga até 90% do custo, em até 75% da vida útil do bem. operações amparadas em: crédito documentário (documento de crédito condicionado ao cumprimento de todas as exigências do acordo); cobrança de importação (documentação encaminhada diretamente do exportador ao importador para desembaraço e pagamento) e remessa direta (documentos de embarque encaminhados via rede bancária para as providências de desembaraço e pagamento pelo importador). QUSTÃO 14 O Programa de Financiamento às xportações (Proex) é o mecanismo oficial do Governo Federal de apoio às exportações brasileiras, disponibilizando crédito aos exportadores a custos compatíveis com os praticados no mercado internacional. om relação ao Proex, verifica-se que omércio xterior: Negócios Internacionais. rasília: Universidade orporativa do anco do rasil, 2014, p o programa disponibiliza duas modalidades de crédito: o financiamento e a equalização. as linhas de crédito vinculadas ao programa sujeitam-se a limite de contratação, não inferior a 100 mil reais. as operações de crédito vinculadas ao programa, em todas as suas modalidades, estão disponíveis nos bancos públicos e privados. o programa permite o recebimento à vista das vendas a prazo feitas para o exterior, situação na qual é sensibilizado o limite de crédito do cliente exportador. as taxas e comissões cobradas no âmbito do programa podem variar a critério da instituição repassadora, respeitado o limite máximo definido pelo Ministério do esenvolvimento, Indústria e omércio xterior (MI). QUSTÃO 15 s barreiras comercial, ostensivas ou dissimuladas têm sido importantes fatores inibidores do fluxo das transações comerciais internacionais. mbora não haja uma definição precisa para barreira comercial, ela pode ser entendida como qualquer lei, regulamento, política, medida ou prática governamental que imponha restrições ao comércio exterior. i s p o n í v e l e m : <http://www.mdic.gov.br/sistemas_web/aprendex/default/ind ex/conteudo/id/28>. cesso em: s principais categorias, atualmente, de barreiras comerciais protecionistas, presentes no comércio internacional, são as barreiras tarifárias, que tratam de tarifas de importações, taxas diversas, barreiras técnicas e valoração aduaneira; e as barreiras não tarifárias, que incluem restrições quantitativas, licenciamento de importação, procedimentos alfandegários, medidas antidumping, medidas compensatórias, subsídios, medidas de salvaguarda e medidas sanitárias e fitossanitárias. as barreiras tarifárias, que tratam de tarifas de importações, taxas diversas e valoração aduaneira; e as barreiras não tarifárias, que incluem restrições quantitativas, licenciamento de importação, procedimentos alfandegários, medidas antidumping, medidas compensatórias, subsídios, medidas de salvaguarda e medidas sanitárias e fitossanitárias. as barreiras tecnológicas, que incluem dificuldades de utilização/manutenção de bens de alta tecnologia; as barreiras burocráticas, que incluem dificuldades com regras aduaneiras complexas; e as barreiras de confiabilidade, que envolvem operações financeiras internacionais, como forma de salvaguardar vendedores e compradores. as barreiras de comunicação, que incluem as barreias idiomáticas e até diferenças de fuso horário; as barreiras culturais, envolvendo diferentes usos e costumes, que podem dificultar as transações comerciais; e as barreiras ideológicas e religiosas, que incluem diferentes ideologias, dogmas e orientações religiosas. as barreiras geográficas, que tratam das dificuldades logísticas relacionadas à localização dos mercados; as barreiras legais, que incluem as diferenças do ordenamento jurídico próprio de cada país; e as barreiras cambiais, envolvendo diferenças das normas cambiais, taxas e cotação de moedas estrangeiras. 4

5 SPUn RSP ertificação/14.º ertame plicação: 2014 QUSTÃO 16 gestão das transações comerciais internacionais brasileiras está a cargo de dois ministérios: o Ministério do esenvolvimento, Indústria e omércio xterior (MI), encarregado pela formulação da política de comércio exterior brasileira e do controle das negociações; e o Ministério da Fazenda (MF), responsável pelo controle tanto aduaneiro (fiscalização da entrada e saída de bens) como cambial das transações. urso de omércio xterior OMX. rasília: Universidade orporativa anco do rasil, p Os órgãos governamentais intervenientes no comércio exterior brasileiro, vinculados ao MF e encarregados da execução da política econômica, são a Receita Federal do rasil (RF), que regulamenta e registra as operações cambiais; e o anco entral do rasil (acen), encarregado de fiscalizar os locais alfandegados, emitir as autorizações para entrada e saída de mercadorias e cobrar os impostos devidos. a Receita Federal do rasil (RF), encarregada de fiscalizar os locais alfandegados, emitir as autorizações para entrada e saída de mercadorias e cobrar os impostos devidos; e o anco entral do rasil (acen), que regulamenta e registra as operações cambiais. a Receita Federal do rasil (RF); o anco entral do rasil (acen); e o Ministério do esenvolvimento, Indústria e omércio xterior (MI), por meio de seus órgãos vinculados a âmara de omércio xterior (amex) e a Secretaria de omércio xterior (Secex). a Secretaria de ssuntos Internacionais (Sain), encarregada de representar o rasil junto aos demais países, blocos econômicos e organismos internacionais no que se refere ao comércio e investimentos externos; e o anco entral do rasil (acen), que regulamenta e registra as operações cambiais. a Secretaria de ssuntos Internacionais (Sain), encarregada de representar o rasil junto aos demais países, blocos econômicos e organismos internacionais no que se refere ao comércio e investimentos externos; e a Receita Federal do rasil (RF), responsável por fiscalizar os locais alfandegados, emitir as autorizações para entrada e saída de mercadorias e cobrar os impostos devidos. QUSTÃO 17 O financiamento das operações de comércio exterior tem sido um excelente instrumento de indução do desenvolvimento da capacidade exportadora brasileira. Tais financiamentos visam preponderantemente auxiliar na elaboração e comercialização dos produtos e serviços destinados ao mercado externo. urso de omércio xterior OMX. rasília: Universidade orporativa anco do rasil, p m relação às linhas de créditos disponíveis nas exportações brasileiras, identifica-se que o Proex é uma linha de crédito com recursos próprios do anco do rasil, que visa proporcionar às exportações brasileiras de bens e serviços condições de financiamento semelhantes às do mercado internacional. os recursos aplicados nos financiamentos à exportação podem ter origem pública e, nesse caso, as principais linhas de crédito são o Proex, operado pelo anco do rasil, e o NS- Finame, do anco Nacional de esenvolvimento conômico e Social (NS). os instrumentos garantidores das operações de financiamento aceitas no comércio exterior são: aval, fiança bancária, carta de crédito, créditos documentários, seguro de crédito, aval do governo ou de bancos oficiais do país importador, FG e garantias bancárias internacionais. os recursos privados, geralmente captados no exterior, também podem ser utilizados para financiar as exportações; e as principais linhas são: o, criado para auxiliar o processo de produção da mercadoria, e o, voltado para facilitar o processo de comercialização da mercadoria no exterior. o Proex é um programa de apoio creditício em duas modalidades: Proex financiamento, disponível em qualquer instituição financeira; e o Proex qualização, em que os juros pagos pelo exportador são parcialmente custeados pelo governo para que as mercadorias sejam competitivas no mercado internacional. QUSTÃO 18 s artas de Garantias são operações em que o anco do rasil se solidariza com o cliente em riscos por ele assumido. Viabilizam a exportação de bens e serviços brasileiros e possibilitam ao cliente a participação em concorrências internacionais. Oferecem segurança e tranquilidade para o cumprimento do contrato comercial. lém disso, possibilitam o recebimento de pagamentos antecipados e garantem credibilidade internacional para a empresa. i s p o n í v e l e m : <http://www.bb.com.br/portalbb/page44,107,2943,9,1,1,2.bb?codigomenu=135&codigoret=2449& bread=1_5>. cesso em: s modalidades de garantias internacionais denominadas id ond, Performance ond e Refundment ond asseguram frete, mercadoria e pagamento. importação, exportação e seguro. oferta, cumprimento e reembolso. incoterms, importação e exportação. compra e venda, transporte e seguro. 5

6 SPUn RSP ertificação/14.º ertame plicação: 2014 QUSTÃO 19 União uropeia especifica, em regulamentos internos, características de comprimento e espessura de determinados frutos para a comercialização no mercado europeu. Tais normativos, ao criarem impedimentos à livre circulação de mercadorias, podem ser qualificados como uma modalidade de barreira comercial não tarifária. LUZ, R. Relações conômicas Internacionais. 3. ed. Rio de Janeiro: lsevier, 2011, p e acordo com o texto, o tipo de barreira comercial não tarifária apresentada corresponde à barreira social. técnica. sanitária. ecológica. fitossanitária. QUSTÃO 20 O Mercado omum do Sul (Mercosul) foi instituído pelo Tratado de ssunção, assinado em 26 de março de 1991 por rgentina, rasil, Paraguai e Uruguai, e tem o objetivo de promover o desenvolvimento desses quatro países, mediante a conformação de um espaço econômico ampliado e, consequentemente, uma inserção mais competitiva na economia internacional. LUZ, R. Relações conômicas Internacionais. 3. ed. Rio de Janeiro: lsevier, 2011, p (com adaptações). m relação ao Mercosul, identifica-se como sua característica a maior proximidade, em seu estágio atual de integração, com uma união aduaneira, apesar de seu acordo constitutivo prever o estabelecimento de um mercado comum. a vedação à utilização de cláusulas de salvaguarda pelos países membros, ainda que para a defesa de indústrias afetadas negativamente pelo processo de integração. a harmonização das políticas macroeconômicas dos países membros, em observância ao seu acordo constitutivo. a tarifa externa comum, que atinge a totalidade dos produtos do comércio extrabloco. a integração de novos países associados, tais como hile, olívia e olômbia. QUSTÃO 21 Nos contratos de compra e venda internacional de mercadorias, além de constarem as cláusulas necessárias, convém incluir cláusulas específicas em relação aos produtos que estão sendo comercializados, bem como as cláusulas aleatórias que buscam salvaguardar os contratantes no caso de qualquer ocorrência que independa de suas vontades, acontecida na vigência do contrato. Para substituir um contrato comercial, utiliza-se um documento para representar a negociação da operação comercial que tem por finalidade firmar o compromisso de compra e venda entre as partes. sse documento é denominado conhecimento de embarque. certificado de origem. fatura comercial. fatura proforma. packing list. QUSTÃO 22 isponível em: <http://www.normaslegais.com.br/juridico/comprae-venda-internacional-3.html>. cesso em: Secretaria da Receita Federal do rasil (RF) é um órgão subordinado ao Ministério da Fazenda, responsável pela administração dos tributos de competência da União, inclusive os incidentes sobre o comércio exterior, prevenindo e combatendo atos ilícitos relacionados ao comércio internacional. s regras sobre o tema estão consolidadas no seu guia dos Procedimentos duaneiros de xportação e Importação. i s p o n í v e l e m <http://www.receita.fazenda.gov.br/manua isweb/exportacao/>. cesso em: quivale a uma regra válida do guia dos Procedimentos duaneiros de xportação e Importação o impedimento, no rasil, do livre curso da moeda estrangeira, obrigando as pessoas físicas ou jurídicas a comprarem ou venderem moedas estrangeiras exclusivamente nas casas de câmbio legalmente autorizadas pelo anco entral do rasil. a efetuação do ingresso e da saída de moeda estrangeira correspondente ao recebimento das exportações e ao pagamento das importações mediante a celebração e liquidação de contrato de câmbio a ser firmado exclusivamente junto ao anco entral do rasil. o registro, no Sistema Integrado de omércio xterior (Siscomex), do ontrato de âmbio, que é o instrumento firmado entre o vendedor e o comprador de moedas estrangeiras e no qual se definem as características completas das operações e as condições sob as quais se realizam. a obrigatoriedade do pagamento, na importação, ser processado em consonância com os dados constantes na I registrada no Siscomex ou na documentação da operação comercial, no caso de ainda não estar disponível a I, considerando-se que o contravalor em moeda nacional deve ser levado a débito de conta titulada pelo comprador ou pago exclusivamente em espécie. a liquidação do contrato, na exportação, mediante a entrega de moeda estrangeira ou de documento que a represente ao banco com o qual tenha sido celebrado o contrato de câmbio, considerando-se que o recebimento em moeda nacional decorrente da exportação deve ocorrer mediante crédito do correspondente contravalor em conta titulada pelo comprador ou acolhimento de cheque de emissão do banco, nominativo ao exportador, cruzado e não endossável. 6

7 SPUn RSP ertificação/14.º ertame plicação: 2014 QUSTÃO 23 Visando ao apoio e à coordenação das relações comercias e financeiras, os governos criaram diversos organismos internacionais, cada qual com funções e objetivos específicos. Na área de fomento e desenvolvimento, destacam-se o anco Interamericano de esenvolvimento (I) e o anco Internacional de Reconstrução e esenvolvimento (IR). LUZ, R. Relações conômicas Internacionais. 3. ed. Rio de Janeiro: lsevier, 2011, p cerca das funções, dos objetivos e das formas de atuação do IR e do I, verifica-se que o fornecimento de subsídios aos produtos das economias em desenvolvimento, como forma de ampliar a sua participação no comércio internacional, encontra-se entre as funções do IR. está, entre os objetivos do IR, facilitar o investimento de capitais para fins produtivos, inclusive para restaurar as economias destruídas ou desorganizadas pela guerra. o IR tem como foco o financiamento de projetos privados de desenvolvimento de médio e de longo prazos, atuando no segmento público por meio de subsidiárias. estão impedidos de se tornarem membros do I os países fora do continente americano. o I não atua por meio de subsidiárias para a concessão de financiamentos. QUSTÃO 24 O Ministério da Fazenda (MF) é o órgão que cuida da formulação e execução da política econômica. ntre os diversos organismos que compõem a sua estrutura, dois, em especial, têm relação mais direta com as atividades de exportação e importação: um com função de natureza fiscalizadora e controladora a Receita Federal do rasil (RF), outro de natureza normativa e executiva o anco entral do rasil (acen). omércio xterior: Negócios Internacionais. rasília: Universidade orporativa do anco do rasil, 2014, p Na estrutura organizacional do comércio exterior brasileiro está estabelecido que a manutenção dos registros dos contratos de câmbio compete à RF. concessão da declaração simplificada de exportação compete ao acen. fiscalização do fluxo financeiro das exportações, das importações e a manutenção de recursos no exterior cabe à RF. verificação dos registros das operações financeiras, tais como a entrada de capital externo e afretamentos cabe à RF. emissão do omprovante de xportação (), mediante ofício protocolizado pela Receita Federal, para fins de controle e estatística do balanço de pagamentos, cabe ao acen. QUSTÃO 25 m uma área de livre comércio, o regime de origem assume uma função preponderante e suas exigências de conteúdo regional podem servir para maximizar o desvio de comércio, principalmente por parte do país mais industrializado. i s p o n í v e l e m : <http://www.ipea.gov.br/portal/images/stories/p Fs/Ts/td_0841.pdf>. cesso em: O fator preponderante na busca pela integração de uma zona de livre comércio é o sistema geral de preferência. a eliminação de desvio de comércio. o sistema global de preferências comerciais. a eliminação de barreiras tarifárias e não tarifárias. a eliminação de circulação de produtos concorrentes. QUSTÃO 26 O anco entral do rasil (acen) é uma das importantes entidades vinculadas ao comércio exterior brasileiro. s autorizações de movimentação de moedas estrangeiras, reguladas pelo acen, podem ser diretas, ou seja, por meio de decisões pontuais, sob demanda, ou indiretas, quando as situações já estiverem previstas em seus normativos, não necessitando de consulta para serem realizadas. i s p o n í v e l e m : <http://www.bcb.gov.br/pre/bc_atende/port/expimp.asp# 1>. cesso em: (com adaptações). e acordo com as normas emitidas pelo acen, corresponde a uma regra válida das operações no mercado de câmbio relativas às importações brasileiras de mercadorias e serviços a obrigatoriedade de reter no país, em favor dos beneficiários, os valores em moeda estrangeira correspondentes a comissões sobre importações brasileiras devidas a agentes, representantes, concessionários e/ou distribuidores residentes no país. antecipação facultativa do pagamento de importação registrada para pagamento a prazo de até 360 dias, observada a regulamentação de competência de outros órgãos, em especial do Ministério das Relações xteriores (MR). efetuação do pagamento da importação em qualquer moeda, observando-se que, quando for em reais, os valores envolvidos devem guardar correlação paritária compatível com as cotações praticadas pelo mercado internacional. efetuação do pagamento de importação brasileira em moeda nacional mediante transferência internacional em reais para crédito à conta corrente do legítimo credor. proibição de se realizar os pagamentos de importação mediante utilização de cartão de crédito internacional emitido no país. 7

8 SPUn RSP ertificação/14.º ertame plicação: 2014 QUSTÃO 27 e acordo com o Tratado de Maastricht, o objetivo da União uropeia é a promoção do progresso econômico e social, equilibrado e sustentável, mediante a criação de um espaço sem fronteiras internas; o reforço da coesão econômica e social; e o estabelecimento de uma união econômica e monetária. QUSTÃO 29 mbora tanto a Organização Mundial do omércio (OM) como a âmara de omércio Internacional (I) atuem, em certo grau, na regulação de temas atinentes ao comércio exterior, diferem os organismos, significativamente, em relação às suas formas de atuação e objetivos. LUZ, R. Relações conômicas Internacionais. 3. ed. Rio de Janeiro: lsevier, 2011, p. 25 e 121. sse bloco econômico caracteriza-se LUZ, R. Relações conômicas Internacionais. 3. ed. Rio de Janeiro: lsevier, 2011, p pela eleição indireta dos membros de seu parlamento. pela impossibilidade de adoção de outra moeda que não o euro. por uma união econômica perfeita, em seu estágio atual de integração. por descartar, para a adoção do euro, a imposição de limites em relação à política fiscal dos países membros. por uma autoridade monetária supranacional, responsável por definir e executar a sua política monetária. QUSTÃO 28 Um grupo de trabalho está encarregado de elaborar o curso de finanças internacionais para a universidade corporativa da empresa. Foi solicitado aos membros desse grupo que apresentassem exemplos de investimentos estrangeiros diretos (I), para serem registrados no módulo I do sistema de Registro eclaratório letrônico (R-I). os exemplos apresentados, equivale a um investimento estrangeiro direto no país om respeito aos objetivos e funções da OM e da I, identificase que a I tem, entre as suas atribuições, a fiscalização das políticas comerciais dos países a ela associados, em atuação complementar a da OM. a I mantém linhas especiais de financiamento à exportação dos países associados, capitalizadas com recurso do Fundo Monetário Internacional (FMI). a OM disponibiliza aos países membros tribunal arbitral para solução de controvérsias comerciais e de outros assuntos que impactem o comércio exterior. a OM tem como uma de suas funções servir como órgão de apoio, permitindo aos países-membros consultas técnicas em matéria de comércio internacional. a OM presta consultoria quanto à legislação internacional de todas as áreas que possam afetar o comércio internacional, tal como os mercados de capital, de seguros e bancário. QUSTÃO 30 onsolidação das Portarias Secex reúne, em um único documento, todas as normas e procedimentos aplicáveis às operações de comércio exterior. No documento, estão descritos os procedimentos, orientações e instruções do Ministério do esenvolvimento Indústria e omércio xterior (MI) sobre exportação, importação e o uso do Siscomex. omércio xterior: Negócios Internacionais. rasília: Universidade orporativa do anco do rasil, 2014, p a remessa de juros para a matriz, sediada no exterior. ste documento de consolidação a captação de recursos no exterior com a emissão de títulos. o recebimento antecipado de exportação da matriz sediada no disciplina a política de subsídio ao comércio exterior. é conhecido também como Tratamento dministrativo. exterior. estabelece regimes cambiais diferenciados para bens o crédito concedido por uma filial, sediada no país, a uma filial brasileira. o crédito concedido pela matriz, sediada no exterior, a uma importados. dispõe sobre o financiamento ao produtor rural, quando a produção se destina à exportação. estabelece procedimentos operacionais para a contratação de filial brasileira. operação de câmbio pelos exportadores. 8

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