Introdução. Capitais Internacionais

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1 Capitais Internacionais e Mercado de Câmbio no Brasil Atualizado em fevereiro de

2 Introdução O tratamento aplicável aos fluxos de capitais e às operações de câmbio acompanhou as conjunturas econômicas vividas pelo Brasil, que atravessou períodos de dificuldades e restrições. A estrutura regulatória passou por importantes modificações nos últimos anos, permitindo atualmente transferências do e para o exterior sem necessidade de autorização prévia do Banco Central do Brasil, observados os princípios da legalidade, fundamentação econômica e do respaldo documental. Capitais Internacionais De acordo com a legislação e regulamentação brasileira, os capitais internacionais se dividem em capitais estrangeiros no País e capitais brasileiros no exterior. Os capitais estrangeiros no País são registrados no Banco Central, de forma declaratória e individualizada, no prazo máximo de 30 dias do ingresso no País, em moeda estrangeira ou nacional, em bens ou serviços. Já os capitais brasileiros no exterior se sujeitam a declaração anual ao Banco Central. Tanto o registro no Banco Central quanto a declaração anual têm por propósito o acompanhamento dos fluxos de ingresso e saída desses capitais, assim como a permanente avaliação dos seus estoques. Capitais Estrangeiros no Brasil Por vários anos, o registro do capital estrangeiro esteve sujeito a exame prévio por parte do Banco Central, a partir do qual era expedido certificado em papel comprovando o registro, que se constituía em documento hábil à efetivação de transferências do e para o exterior. A partir de 1996 iniciou-se o processo de substituição do registro autorizativo para a atual forma de registro declaratório, que não requer exames prévios e autorizações específicas do Banco Central. A lei básica que ampara os capitais estrangeiros no País ingressados em moeda estrangeira, bens e serviços é a Lei n 4.131, de É possível, também, a realização de investimentos em moeda nacional e no mercado financeiro e de capitais, ao amparo de outros instrumentos normativos, na forma comentada no presente documento. Consideram-se capitais estrangeiros para os efeitos da Lei os bens, as máquinas e os equipamentos ingressados no Brasil que sejam destinados à produção de bens ou de serviços, bem como os recursos financeiros ou monetários introduzidos no País para aplicação em atividades econômicas. Em ambas as hipóteses, referido capital deve pertencer a pessoas físicas ou jurídicas residentes, domiciliadas ou com sede no 2

3 exterior. É assegurado ao capital estrangeiro tratamento jurídico idêntico ao capital nacional, proibida qualquer discriminação não prevista em lei. Há disposições que devem ser observadas com relação a investimentos estrangeiros em setores específicos da economia, como é o caso dos investimentos em instituições financeiras, em energia nuclear, propriedade e administração de jornais, revistas e demais publicações, assim como em redes de rádio e televisão, entre outros. Maiores informações sobre tais disposições podem ser obtidas na página do Ministério das Relações Exteriores, no seguinte endereço: O registro do capital estrangeiro ingressado no País é feito por meio eletrônico, diretamente no Sisbacen - Sistema de Informações Banco Central, no sistema de Registro Declaratório Eletrônico (RDE). As instruções para fins desse registro estão disponíveis na internet, no endereço opção Sisbacen. Os capitais estrangeiros são registrados em módulos específicos do sistema, de acordo com a sua classificação, ou seja, investimento direto, créditos externos (empréstimos, financiamentos de importação com prazo superior a 360 dias), contratos de assistência técnica, royalties e assemelhados, e aplicações no mercado financeiro e de capitais portfólio. São também passíveis de registro os contratos de garantia prestada por organismos internacionais em operações de crédito interno. Para cada registro é gerado um número de RDE, que passa a ser de utilização obrigatória nas operações de câmbio relativas às remessas ao exterior em pagamento de principal, retorno de capital, juros, lucros e dividendos, cursados diretamente da rede bancária autorizada a operar no mercado de câmbio. Não há necessidade de qualquer exame ou de autorização prévia do Banco Central do Brasil para fins de realização das remessas. As normas sobre capitais internacionais estão disponíveis no endereço opção câmbio e capitais estrangeiro, inclusive traduzidas para o idioma inglês. Investimento Direto O investimento externo direto é regulamentado pela Circular do Banco Central n 2.997, de O registro deve ser efetuado pelo representante, no País, da empresa receptora do investimento externo direto e do investidor não residente, conforme instruções contidas no endereço opção Câmbio e Capitais Estrangeiros/Manuais/Manuais do Registro Eletrônico/RDE-IED Manual do Declarante. 3

4 Investimento em Portfólio O investimento no mercado financeiro e de capitais é regulamentado pela Resolução do Conselho Monetário Nacional n 2.689, de 2000, e pelas Circulares do Banco Central n e n 2.975, ambas de Tanto os investidores institucionais quanto os investidores individuais podem investir no Brasil. Os investidores não residentes podem fazer aplicações nos mesmos produtos disponíveis aos investidores domésticos. Para fazer aplicações no País, o investidor residente no exterior precisa nomear representante, que ficará responsável pela prestação de informações e registros junto ao Banco Central e à Comissão de Valores Mobiliários. Se o representante for pessoa física ou jurídica não financeira, o investidor deve nomear, também, instituição autorizada a funcionar pelo Banco Central para ser co-responsável pelo cumprimento das obrigações do representante. A nomeação deverá estar formalizada em contrato de representação. Créditos Externos Os créditos externos são regulamentados pela Resolução do Conselho Monetário Nacional n 2.770, de 2000, e pela Circular do Banco Central n 3.027, de O registro de uma operação no módulo ROF deve ser providenciado no Sisbacen, pelo devedor, através da internet ou pela rede Serpro, caso o titular seja importador cadastrado no Sistema Integrado de Comércio Exterior - SISCOMEX. O registro pode também ser realizado por instituição financeira em nome do devedor, conforme instruções contidas no endereço opção Sisbacen, opção Câmbio e Capitais Estrangeiros/Manuais/Manuais do Registro Eletrônico/RDE-ROF Manual do Declarante. As operações envolvendo entidades do setor público federal, estadual e municipal, quando autorizadas, estão sujeitas à prévia manifestação favorável da Secretaria do Tesouro Nacional. Capitais Brasileiros no Exterior As aplicações no exterior por pessoa física ou jurídica residente, domiciliada ou com sede no Brasil são livres, observada a legalidade da transação, tendo como base a fundamentação econômica e as responsabilidades definidas na respectiva documentação. As transferências financeiras relativas a aplicações no exterior por instituições autorizadas a funcionar pelo Banco Central do Brasil e por fundos de qualquer natureza devem observar as disposições do Conselho Monetário Nacional e, de 4

5 acordo com as respectivas áreas de competência, regulamentação específica do Banco Central do Brasil e da Comissão de Valores Mobiliários. Anualmente, as pessoas físicas e jurídicas residentes, domiciliadas ou com sede no Brasil, que possuam valores de qualquer natureza, ativos em moeda, bens e direitos fora do território nacional, devem declará-los ao Banco Central do Brasil (Resolução do Conselho Monetário Nacional n 3.540, de 2008). Mercado de Câmbio no Brasil Nos últimos anos, o mercado de câmbio brasileiro vem passando por importantes modificações no sentido de uma maior desburocratização. Em 2005, foi implantada nova filosofia cambial no País, no que diz respeito à regulamentação e aos procedimentos operacionais. Até aquele ano, as transferências ao exterior somente podiam ser cursadas diretamente na rede bancária se estivessem contempladas de forma detalhada na regulamentação do Banco Central. A assunção de compromissos no exterior que pudessem resultar em solicitações de transferências de recursos para o exterior necessitava de prévia manifestação favorável do Banco Central. As operações que não estivessem claramente contempladas na regulamentação também necessitavam de exame, caso a caso, pelo Banco Central. Além disso, até então, a regulamentação indicava os procedimentos a serem observados e, na maioria dos casos, discriminava os documentos necessários à realização das operações. Toda essa carga burocrática foi eliminada pela Resolução nº 3.265, de 2005, do Conselho Monetário Nacional, que estabeleceu a livre negociação entre os agentes autorizados a operar em câmbio e seus clientes, sem limitação de valor e natureza e sem qualquer autorização prévia do Banco Central. Em resumo, todas as operações de câmbio passaram a ser permitidas, desde que observada a legalidade da transação, tendo como base a fundamentação econômica das operações e as responsabilidades definidas na respectiva documentação. A regulamentação cambial brasileira estabelece que todas as operações de câmbio são realizadas com instituições autorizadas a operar no mercado de câmbio no País pelo Banco Central, diretamente ou por meio de instituições conveniadas. Os bancos e a Caixa Econômica Federal podem ser autorizados a realizar qualquer tipo de operação de câmbio. As sociedades de crédito, financiamento e investimento, as corretoras de câmbio ou de títulos e valores mobiliários e as distribuidoras de títulos e valores mobiliários podem ser autorizadas a realizar operações de forma limitada. Todas as operações de câmbio são formalizadas pelo uso de formulário definido pelo Banco Central do Brasil, denominado contrato de câmbio, que é registrado no Sisbacen, permitindo a identificação dos clientes, a natureza e o valor da operação, entre outras informações. Nas operações de até US$ 3 mil, ou seu equivalente em outras moedas são dispensadas a formalização do contrato de câmbio e a documentação que ampara o negócio, mantida a obrigatoriedade de registro da operação no Sisbacen e de identificação do cliente. 5

6 Os residentes e domiciliados no exterior podem ter contas em reais nos bancos autorizados a operar em câmbio no Brasil. As contas em moeda estrangeira no País somente são admitidas em situações específicas, para residentes e não residentes. A Lei n , de 2006, flexibilizou os procedimentos cambiais aplicáveis às operações de comércio exterior, prevendo que os exportadores nacionais pudessem manter receitas de exportação no exterior. A Resolução n 3.548, de 2008, do Conselho Monetário Nacional, permite que os exportadores mantenham no exterior 100% das receitas auferidas com suas exportações. Assim como as disponibilidades no exterior constituídas via transferência financeira diretamente do País, os recursos de exportação podem ser usados para liquidação de compromissos externos em nome do exportador, sem qualquer tipo de autorização adicional por parte do Banco Central do Brasil, sendo, no entanto, vedada a realização de empréstimo ou mútuo de qualquer natureza com esses recursos. A Resolução n 3.568, de 2008, do Conselho Monetário Nacional, permitiu que, para operações de até US$ 3 mil, as instituições integrantes do SFN autorizadas a operar no mercado de câmbio contratem, mediante convênio e sem prévia anuência do Banco Central: i) pessoas jurídicas em geral para negociar a realização de transferências unilaterais; ii) pessoas jurídicas cadastradas no Ministério do Turismo como prestadores de serviços turísticos remunerados, para realização de operações de compra e de venda de moeda estrangeira em espécie, cheques ou cheques de viagem; e iii) instituições financeiras e demais instituições autorizadas a funcionar pelo Banco Central do Brasil, não autorizadas a operar no mercado de câmbio, para realização de transferências unilaterais e compra e venda de moeda estrangeira em espécie, cheques ou cheques de viagem. Essa medida possibilita a abertura de novos pontos de atendimento para operações de pequeno valor, sendo visível o alcance social da nova regulamentação que permite a ampliação da capilaridade do mercado de câmbio para atendimento de operações de câmbio manual e transferências internacionais, de pequeno valor. As agências de turismo e os meios de hospedagem de turismo que ainda possuam autorização para operar no mercado de câmbio deverão operar pelo sistema de convênio até maio de A Resolução n também permitiu que os bancos autorizados a operar no mercado de câmbio no Brasil (exceto os de desenvolvimento) e a Caixa Econômica Federal realizem operações de câmbio com bancos do exterior, recebendo e entregando, em contrapartida à liquidação da operação, reais em espécie. Além disso, houve elevação para US$ 50 mil dos limites das operações realizadas por sociedades de crédito, financiamento e investimento, sociedades corretoras de títulos e valores mobiliários, sociedades distribuidoras de títulos e valores mobiliários e sociedades corretoras de câmbio, para: i) operações de câmbio simplificado de importação e exportação, sendo o limite anterior de US$ 20 mil; ii) operações de transferências do e para o exterior, de natureza financeira, não sujeitas ou vinculadas a registro no Banco Central do Brasil, sendo o limite anterior de US$ 10 mil. 6

7 Referida resolução também eliminou a exigência de devolução ao exterior de ordem de pagamento não negociada no prazo de 90 dias, mantida a faculdade de sua negociação de forma integral ou parcelada, sendo obrigação da instituição receptora da ordem avisar imediatamente o beneficiário da chegada da ordem. Não há, portanto, qualquer restrição nas transferências financeiras do e para o exterior, as quais são conduzidas diretamente na rede bancária autorizada, sem interferência do Banco Central do Brasil. Incluem-se, entre essas operações, aquelas realizadas por pessoas físicas e jurídicas residentes e domiciliadas no País, para fins de constituição de disponibilidades em bancos no exterior. A regulamentação sobre o assunto está no Regulamento do Mercado de Câmbio e Capitais Internacionais (RMCCI), disponível no endereço No caso de exportações e importações, devem ser observadas as condições registradas no Sistema Integrado de Comércio Exterior - Siscomex. Informações sobre esse sistema estão disponíveis na endereço do Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior - MDIC (http://www.mdic.gov.br). 7

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