A COMPREENSÃO DO TRABALHO PEDAGÓGICO EM UMA REDE DE INTER- RELAÇÕES: FRANQUIA ESCOLAR.

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1 A COMPREENSÃO DO TRABALHO PEDAGÓGICO EM UMA REDE DE INTER- RELAÇÕES: FRANQUIA ESCOLAR. Jefferson Antonio do Prado, Universidade Estadual Júlio de Mesquita Filho Campus de Rio Claro SP. I Introdução Este trabalho visa realizar uma pesquisa preliminar sobre em que medida as tensões no espaço e no tempo da sala de aula (a estrutura organizacional, os pressupostos, os valores, as condições e metodologia de trabalho, os horários das aulas, as disciplinas, o nome da escola, a rede pela qual se vincula, e em especial o material apostilado sistematizado), que se apresenta também como um dos suportes configurados nas teias e tramas de relações de uma escola particular franqueada no município de Leme - SP, instrumentalizam o olhar do professor auxiliando na compreensão de sua atividade docente. Como estas relações se constroem nas malhas de inter-relação e de que forma o professor percebe se a prática pedagógica relacional de sua atividade pode ou não ser compreendida nestas tensões interdependentes, que se configura no conjunto de exigências adotado pela rede de franquia escolar. As discussões a serem abordadas se fundam na proposição de questões indicativas para se pensar uma educação pautada em princípios democráticos, a qual tem como objetivo fundamental formar o cidadão. Tendo isto em vista, a compreensão da atividade pedagógica pelo professor e os processos constitutivos a ela associado não pode ser entendida como uma capacidade independente de seus processos formativos. Assim, se constitui, necessariamente, nas situações escolares, nos contextos culturais, o que sugere o entrelaçamento dos mecanismos particulares com os vividos e construídos socialmente. Quando se transpõe esta discussão, tratando-se da atividade docente, entende-se que ela não pode ser compreendida como o resultado de um movimento que ocorre exclusivamente na esfera individual, pressupondo, pois, passar por processos formativos e profissionais. A compreensão da atividade pedagógica abrange, portanto, uma dimensão cujo compromisso se firma acima de tudo, no campo profissional. A formação do cidadão tem sido palavra de ordem em educação, postulada por educadores e autoridades políticas, que colocam a constituição da cidadania como a veia central da formação. Contudo, embora existam iniciativas para que a escola se fortaleça e construa suas balizas em princípios democráticos, uma educação que constitua a prática da liberdade e vise a formação do cidadão para o exercício da democracia, tem seus limites históricos. A nossa história é caracterizado por aquilo que Paulo Freire denominou de inexperiência democrática, reforçada por um tipo de educação que não integra o homem num impulso de democratização,...ditamos regras. Não trocamos idéias. Discursamos aulas. Não debatemos ou discutimos temas. Trabalhamos sobre o

2 2 educando. Não trabalhamos com ele. É uma prática pautada no poder sobre os alunos e não com os alunos (Freire,1996a,p.105). Deste fato, a ausência de uma prática pedagógica mais democratizada, o que, na sua extensão pode ser entendida como uma prática democratizadora, impede a construção de um a atividade relacional tanto no que se refere à ação do professor, tanto no que diz respeito à ação do aluno. Tal fato torna-se uma via de mão dupla, pois da mesma forma que a inexperiência democrática não possibilita a construção de uma atividade relacional, o indivíduo que não a desenvolve também não fortalece mecanismo individuais e sociais que se estabelecem numa relação de interdependências. Assim sendo, há que se reconhecer o sujeito na relação com as experiências coletivas, pois são as vivências, as iniciativas, as decisões oportunizadas pelos contextos sociais nos quais se está inserido, assim como as relações interdependentes que se estabelecem nestes contextos, que vão permitindo a constituição de práticas pedagógicas. Desta maneira, o estar na escola, como professor, em uma instituição particular franqueada, torna possível uma verificação preliminar sobre que valoração apreciativa, balizada na compreensão do trabalho docente o professor tem exercido sobre ele pela rede de franquia, bem como atentar para a atividade iminentemente relacional que se configuram nas teias de inter-relação do docente que circula o espaço de uma instituição privada franqueada, uma vez que o exercício de sua atividade pedagógica também é mediado pelo material apostilado utilizado, que pode ser considerado, tal como já mencionei, um dos suportes no espaço e no tempo da sala de aula. Assim, trato como hipótese que estes perpasses de valoração trazem embutida a transferência e a transformação de um mecanismo de poder em relação à compreensão da atividade pedagógica do sujeito professor, mediado por um conjunto de exigências, dentre eles o material apostilado configurado nas instituições escolares particulares franqueadas nas quais estão inscritos, e que funciona hoje em especial, nas redes particulares de ensino, como tenho observado, através da noção de franquia 1 escolar que se perpetua como uma rede de relações interdependentes. Entendo que, no contexto histórico-sociológico, a rede de relações à qual se configuram as escolas particulares franqueadas, é tragada por uma poderosa teia de interdependências nas quais as instituições particulares estão inscritas (Elias, 2001), balizando-se também na relação do professor enquanto sujeito atuante. Assim, tendo em vista os interesses voltados para o campo da Educação, as questões aqui tratadas relacionam-se com a escola, sua política, prática e teorização pedagógica, manifestas nas relações de poder que se configuram na escola particular simulada a uma rede de franquia. Essa rede se ramifica no proprietário da escola, no aluno, e no professor que está submetido ao poder do empregador e à 1 Sistema pelo qual o detentor de uma marca registrada licencia firmas independentes para fabricação ou venda de produtos com tal marca, sob certas condições.

3 3 vontade e ao poder da apostila, que é a materialização da franquia. Tal franquia, ao conferir uma grife (nome) à escola, embute também todo um conjunto de exigências que configuram e acompanha a grade curricular, os horários das aulas, as disciplinas, os textos utilizados, os autores citados, entre outros. Acredito que a relação entre proprietário da escola, mantenedor e, em especial, o pacote pedagógico, apresenta-se como suporte o qual permite analisar os mecanismos de poder configurados nas relações estabelecidas na atividade docente nestas instituições escolares, visto que suponho a atividade intelectual e moral do professor pelo material sistematizado apostilado, são, por hipótese, pautadas em relações as quais podem separar os que pensam dos que executam. II - Justificativa Desde 2001 sou formado em Letras e venho atuando como professor de Português, mais especificamente com aulas de técnicas de redação nos primeiros, segundos e terceiros anos do Ensino Médio e cursinho pré-vestibular, com salas de aproximadamente 40 alunos. Lecionando em uma escola particular, no município de Rio Claro SP, percebo que, a exemplo da escola onde trabalho, é comum a compra de uma franquia que implica num pacote que contém: o nome da escola, a rede a qual ela se vincula, a metodologia de trabalho, grade curricular e o material pedagógico apostilado. Como professor da escola, da cidade citadas acima, cujos alunos são jovens, com idade variável de 15 a 21 anos, tenho observado, entre outras coisas, que o ensino atual de redação apostilado, em especial, reduz os textos a gêneros, numa tipologia extremamente pedagógica (narrativa, descritiva, argumentativa), concentrando-se as aulas e o material didático na exposição das fases de cada seqüência, principalmente da argumentação, com o gênero escolar dissertação, definido como um texto composto de introdução (dado), desenvolvimento (justificativa) e conclusão. Na escola, que leciono na cidade de Rio Claro - SP, os alunos citados se preparam para enfrentar o vestibular e daí não poder desprezar as condições de produção de textos, marcada, a priori, pela pressão social e familiar sobre eles. A proposta de produção da redação é sugerida, pela instituição escolar, com um tema determinado ao gênero do texto, e como já citei anteriormente, numa tipologia extremamente pedagógica. Como se trata de uma atividade simulada, visto que o material utilizado advém de uma franquia, a avaliação se aproxima das condições de produção do vestibular, em que o aluno dispõe de uma hora e quinze minutos aproximadamente para elaborar e compor seu texto. Aqui, observo, parece-nos que o professor acumula as instruções de correção do simulado, que diz como há que se corrigi-los, da forma como é oferecido, ou seja, critérios já determinados pela franquia escolar o que revela um conjunto de conhecimentos postos em circulação na nossa sociedade a propósito de

4 4 como um texto deve ser estruturado e que se baseia nas mais recentes teorias da linguagem, como por exemplo, a Lingüística Textual, a Análise do Discurso entre outras, tidas como teorias contemporâneas, apenas treinando os educandos no desempenho de destrezas (Freire,1996b,p.15) favorecendo mais uma repetição de conhecimentos e uma reprodução de idéias. No tocante a isto, pode parecer que a atividade pedagógica do docente seja reduzida à zero, porque a autoridade da apostila é maior que a do professor, pautadas em relações às quais separam os que pensam dos que executam, uma vez que o material apostilado poderia tornar refém o sujeito professor. Entretanto, supõe-se que, por hipótese, o material apostilado não reduz a atividade pedagógica do professor, uma vez que tal atividade eminentemente relacional é fator constituído nas interações com os outros, visto que ela não é possível sem democracia, pois as relações sociais baseadas na cooperação, (com intercâmbios de pontos de vista), situando a formação moral como um processo que é constituído por meio de estágios sucessivos, são imprescindíveis para a constituição da autonomia (Piaget,1994,p.298); e não um fator constituído ou desconstituído aleatoriamente pelo método sistematizado apostilado. Daí a importância de observarmos e verificarmos nas relações de configuração de uma escola particular franqueada, que compreensão tem o professor de sua atividade pedagógica ao ser mediado também pelo material apostilado utilizado, como esta atividade pedagógica se dá na compreensão deste docente, como é constituído dentro das relações pedagógicas, o porquê, qual a sua intenção, e como ela está interdependentemente (Elias, 2001) ligadas nas relações de poder (Foucault, 1979), ao sujeito professor na rede de franquia enquanto espaço institucional. III Referencial Teórico Venho trabalhando com as obras de Elias (2001) quanto aos estudos da categoria de poder e suas relações de interdependências, na medida em ele se apresenta como suporte teórico para esta pesquisa, bem como outros autores da filosofia e da educação como, Foucault(1979), Bourdieu(1975) e outros. Em Elias, (1994,p.13-14), estamos sempre lidando com a noção de indivíduo dentro de uma reflexão mais ampla que é a relação entre indivíduo e sociedade. Elias concebe a sociedade como uma rede de funções que as pessoas exercem, umas sobre as outras interdependentemente. O que Elias diz sobre a sociedade vale também para as instituições, organizações e grupos da sociedade, dentre elas a escola, como espaço institucional. Em qualquer grupo de pessoas no qual o indivíduo participe estará integrado na rede de funções própria desse grupo. O nível de interdependência entre os indivíduos participantes e, ao mesmo tempo os níveis de individualização variam de grupo para grupo e dependem do grau de complexidade do mesmo.

5 5 Em Contreras, estas relações do indivíduo no espaço coletivo, não estão configuradas apenas à capacidade individual que depende apenas de mecanismos intrínsecos à pessoa, ela se constrói no processo, nas situações sociais a partir das quais as pessoas se conduzem. Quando se transpõem estas discussões, tratando mais especificamente, da compreensão da atividade docente, entende-se que ele não pode ser concebido como o resultado de um movimento que ocorre exclusivamente na esfera individual, pressupondo, pois, passar por processos formativos que possibilitem a constituição de uma atividade pedagógica docente, pessoal e que se firma, acima de tudo, no campo profissional. Nesta perspectiva, a compreensão da atividade pedagógica é vista como um processo de emancipação o que quer dizer que ela é percebida como um processo coletivo que visa a transformação das condições institucionais e sociais de ensino. Em outras palavras, trata-se de um processo cuja busca se constitui numa ação consciente e transformadora no que diz respeito à efetivação do processo de ensino e aprendizagem, pois;... só compreendendo as circunstâncias (...) e as conseqüências dos processos que se colocam em andamento pode o professor construir e reconstruir sua atuação autônoma, aquela que reflete sua compreensão da situação e suas possibilidades de defender nela suas convicções profissionais (Contreras,2002, p.199). Nesta mesma direção, temos em Freire que a atividade pedagógica é constitutivo do professor, eminentemente relacional, e que ela é coletiva. Não há como conceber a atividade pedagógica de um indivíduo isolado. Desse ângulo, se se respeita a natureza do ser humano, o ensino dos conteúdos não pode dar-se alheio à formação moral do educando (Freire,1996b,p.37). O respeito à individualidade é crucial no processo relacional, e consequentemente na atividade pedagógica por ser essa uma exigência ética convergente com a liberdade. No tocante às categorias de poder nas relações das instituições particulares franqueadas, e na problemática do sujeito na visão de Foucault (1995), o que emerge prontamente refere-se à seguinte questão: Como as práticas pedagógicas se articulam com o saber e com as manifestações do poder? ; por que estudar o poder, onde às questões do sujeito se inclui, e como se exerce o poder. IV - Objetivos Objetivo Geral: Verificar na relação cotidiana configuracional de uma escola particular franqueada, que compreensão o professor tem investido sobre ele referente a sua atividade pedagógica, uma vez que o exercício de sua prática docente também é mediado pelo material pedagógico utilizado da franquia escolar, que pode ser considerado como um dos fios das teias nas redes de inter-relação que se formam.

6 6 Objetivos Específicos: - Verificar como, no interior do funcionamento e estrutura da instituição privada franqueada, as relações pedagógicas do professor, se estabelece de fato, em especial nos docentes de Língua Portuguesa e que trabalham diretamente com técnica de redação nos terceiros anos do ensino médio e cursinho pré-vestibular cujo intuito, mediado pelo material apostilado, é preparar o aluno para o vestibular, como esta relação pedagógica é articulada ou não, como ela se dá em sua compreensão, o porquê, qual sua intenção, e como ela está interdependentemente ligada nas configurações da relação de poder na rede de franquia e escolar enquanto espaço institucional. - Como o exercício das práticas pedagógicas destes docentes é mediado pelo material apostilado, uma vez que por hipótese o professor acumula a instrução de correção do material tal como ele é oferecido, cujo critério determinado pela franquia revela um conjunto de conhecimentos postos em circulação a propósito de como um texto deve ser estruturado e que ao basearem-se nas mais recentes teorias da linguagem, como a Lingüística Textual, a Análise do Discurso, entre outras tidas como teorias contemporâneas, considera o material apostilado como chave de correção nas atividades das aulas, exercícios, produção de textos, simulados e provas. - Como este profissional docente compreende de que maneira a estrutura organizacional, os pressupostos, os valores e as condições de seu trabalho interferem ou não nas práticas educativas - profissionais que este docente tem exercido sobre ele pela rede franquia escolar. - De que forma as tensões interdependentes no espaço e no tempo da sala de aula configuradas pelo conjunto de exigência adotado pela rede de franquia escolar, instrumentaliza o olhar do professor na compreensão de sua atividade docente eminentemente relacional, uma vez que tais tensões podem capturar a prática pedagógica consideradas hipoteticamente tentáculos articuladores do indivíduo balizados nas manifestações do controle, do saber e do poder. V - Metodologia Pretendo por meio da pesquisa qualitativa coletar e avaliar o seguinte material empírico: Por se tratar de uma escola particular franqueada do município de Leme, no interior de São Paulo, pretendo dela extrair o seguinte corpus:

7 7 - Entrevistas com os professores de Língua Portuguesa mais especificamente os docentes de técnicas de redação, sendo que eles trabalham diretamente junto aos alunos com produção de textos nos primeiros, segundos, terceiros anos do Ensino Médio e cursinho prévestibular. Quanto à indicação da escola selecionada para a pesquisa na cidade de Leme, o critério de escolha se deu pelo fato de nunca ter mantido com ela vínculo empregatício. Meu intuito é, no estudo de caso, verificar como no interior do funcionamento e estrutura desta escola, as relações pedagógicas docentes se estabelecem de fato, como elas são articuladas ou não e como se configuram na compreensão do professor, também no que diz respeito ao material pedagógico, uma vez que, suponho, talvez pacote apostilado sistematizado adotado, pode configurar-se como um mecanismo de controle do indivíduo. No que concerne à indicação para a pesquisa junto aos profissionais de Língua Portuguesa, em especial os docentes que atuam como professor de Técnicas de Redação nos terceiros anos e cursinho pré-vestibular, a escolha se deu pelo fato dos professores nesta disciplina manterem com os alunos um maior número de aulas, uma vez que as atividades de produções de textos, propostas pela instituição particular franqueada, se aproximam das condições de produção do vestibular, propostas estas em que o aluno dispõe de uma hora e quinze minuto para elaborar e compor seu texto. Na condução das entrevistas a intenção é saber nas relações de configuração da instituição escolar franqueada, que compreensão de trabalho pedagógico o professor de Língua Portuguesa tem investido sobre ele no tocante também ao material didático utilizado, que se apresenta também como um dos suportes pedagógicos nas redes de inter-relação. Entender como este docente compreende sua atividade pedagógica, o que é autonomia para ele e o que pensa disto, uma vez que ela também se trata de um dos fios das teias de inter-relação, que vai se constituindo nas tensões do espaço e do tempo na sala de aula, em sua atividade eminentemente relacional. Observar e perceber se este profissional docente compreende como a estrutura organizacional, os pressupostos, os valores e as condições de seu trabalho interferem ou não nas práticas educativas - profissionais balizadas na compreensão de trabalho pedagógico, segundo sua visão como professor. - Análise do material didático sistematizado utilizado (apostila), em especial as de Língua Portuguesa, e a partir dela observar os conteúdos oferecidos e trabalhados, os procedimentos didáticos, as atividades de fixação, e as formas de avaliação.

8 - Aprofundar os estudos bibliográficos, tais como o estudo das categorias das relações de interdependências, citados Elias (2001) e que serviram de suporte teórico para composição deste projeto. - Aprofundar os estudos bibliográficos, em especial, de outros autores, no que concerne o estudo das categorias nas relações de poder, e como ela se dá. Neste caso a intenção é verificar e perceber na configuração da instituição escolar franqueada como a compreensão da atividade pedagógica que o professor tem investido sobre ele, se estabelece, bem como analisar o que o sujeito professor pensa disto frente ao material pedagógico apostilado que utiliza, o qual se trata como um dos suportes pedagógicos que pode auxiliar na compreensão da atividade docente. 8

9 9 Referências Bibliográficas CAMPILONGO, A. M. A Noção de Sujeito em Michel Foucault. In: Educação, Subjetividade e Poder. Porto Alegre, n.6, v.6, p.63-72, BOURDIEU, P. e PASSERON, J.C. A Reprodução. Rio de Janeiro: Francisco Alves, CONTRERAS, J. Autonomia de Professores. São Paulo: Editora Cortez, 2002 ELIAS, N. A Sociedade de Corte. Rio de Janeiro: Editora J.Z.E, A Sociedade dos Indivíduos. Rio de Janeiro: Editora J.Z.E, O Processo Civilizador. Rio de Janeiro: Editora J.Z.E, Os Estabelecidos e os Outsiders. Rio De Janeiro: Editora J.Z.E, FREIRE, Paulo. Educação como prática de liberdade. 22.ed. Rio de Janeiro: Paz e Terra, 1996a.. Pedagogia da Autonomia: saberes necessários à prática educativa. São Paulo: Paz e Terra, 1996b. FISCHER, Rosa M. Bueno. Foucault e o desejável conhecimento do sujeito. In: Educação e Realidade, Perspectivas sobre o Sujeito. Porto Alegre, v.24, n.1, jan/jun1999, pp FOUCAULT, M. A Ordem do Discurso. São Paulo: Loyola, p.2-38, Microfísica do poder. Organização e tradução: Roberto Machado, Rio de Janeiro: Graal, O sujeito e o poder. In: RABINOW & DREYFUS. Op.cit, Apêndice, p.231, Vigiar e Punir. 22ª Edição. Petrópolis: Vozes, PIAGET, Jean. O Juízo moral na criança. São Paulo: Summus, 1994.

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