Os Riscos Relacionados às Modalidades de Pagamento Internacional para o Exportador

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1 Os Riscos Relacionados às Modalidades de Pagamento Internacional para o JOÃO VITOR CAMPACI Gestor de Negócios Internacionais, UNIMEP REGINA CELIA FARIA SIMÕES Professora Dra., Coordenadora do MBA em Comércio Exterior, UNIMEP Resumo: O presente artigo mostra os riscos relacionados às modalidades de pagamento internacional para o exportador. O artigo apresenta os riscos existentes no comércio internacional, as principais modalidades de pagamento internacional, detalhando as principais vantagens e desvantagens relacionadas a cada modalidade. Este trabalho tem como objetivo apresentar as modalidades de pagamento internacional e identificar a melhor modalidade de pagamento ao exportador brasileiro, ou seja, a modalidade mais segura. A conclusão deste artigo destaca a modalidade de pagamento antecipado como a mais segura para o exportador, e a carta de crédito irrevogável e confirmada como sendo a segunda modalidade mais segura para o exportador no mercado. Mas é importante lembrar que, para cada operação, há uma modalidade de pagamento, cujos riscos devem ser analisados minuciosamente, assim como as vantagens e desvantagens, a fim de se adotar a melhor forma de pagamento para a operação. Palavras-chave: Pagamentos Internacionais, riscos. Abstract: The present article approaches the risks related to the modalities of international payment for the exporter. The article presents the risks existing in international trade, the main modalities of international payment, detailing the most importamt advantages and disadvantages related to each modality. The goal of this study is to present the modalities of international payments and to identify the best and safest modality of payment for the Brazilian exporter. The conclusion of the present article points out that the Advanced Payment is the safest modality for the exporter, being the Irrevocable and Confirmed Letter of Credit the second most secure modality in the market. However, it is important to remember that of each transaction there is a modality of payment, which must be analyzed critically for its risks, advantages and disadvantages, in order to adopt the best mode of payment for the transaction. Keywords: International payments, risks 1. Introdução Neste artigo serão abordadas e discutidas as principais modalidades de pagamento internacional, suas respectivas vantagens e desvantagens e os riscos existentes no comércio internacional. O tema pesquisado foi escolhido com o intuito de propiciar aos empresários brasileiros, tanto exportadores quanto aos que ainda não exportam, conhecimentos básicos, procedimentos e técnicas das modalidades de pagamentos inter- 56 Rev. de Negócios Internacionais, Piracicaba, 3(5):56-61, 2005

2 nacionais, análise dos riscos iminentes no comércio internacional, a fim de fornecer ao exportador brasileiro a melhor forma de pagamento, ou seja, a forma de pagamento que lhe traga menores riscos e maiores garantias de recebimento. O objetivo aqui é mostrar que as modalidades de pagamentos internacionais, análise de risco, vantagens e desvantagens para o exportador brasileiro são tão importantes quanto as demais áreas do processo de exportação (negociação, documentos necessários, despacho, entre outras), pois são elas que contribuirão para a finalização do processo. O artigo também arrisca propor soluções para ambas as partes (exportador/importador), e prevenir alguns incidentes como inadimplências e perdas do exportador. Hoje em dia há um grande número de pequenas e médias empresas capacitadas para a exportação, as quais deixam de exportar, pois seus dirigentes acreditam que o mercado internacional seja inseguro, por desconhecerem as modalidades de pagamentos internacionais, suas respectivas vantagens e desvantagens, e os riscos existentes no mercado. Assim, pretende-se, de forma específica, sintetizar uma pesquisa que teve como enfoque: a) Resgatar as principais modalidades de pagamentos internacionais, apresentando seus respectivos conceitos e características; b) Apresentar os riscos existentes no cenário internacional; c) Apresentar os riscos, vantagens e desvantagens em cada modalidade de pagamento. Ao longo deste artigo, procurar-se-á responder as seguintes questões: quais são os riscos existentes no mercado internacional? Quais são as modalidades de pagamento na exportação? Qual a modalidade mais segura? E, ainda, quais os riscos para o exportador/ importador nas diferentes modalidades de pagamento? Como prever o índice de inadimplência? Este artigo foi desenvolvido com base em levantamento bibliográfico. A coleta de dados foi realizada em jornais, livros, revistas, Internet e outros meios de comunicação. Após concluída a coleta, os dados foram analisados e dispostos no texto para melhor interpretação. 2. Discussão e Resultados 2.1. Modalidades de Pagamento Internacional Segundo Ratti (2001) e Fernandes (1987), no comércio exterior são utilizadas quatro modalidades de pagamento: a) remessa antecipada; b) remessa sem saque; c) cobrança; e d) crédito documentário (carta de crédito). Remessa Antecipada ou Pagamento Antecipado: é a modalidade de pagamento com a qual o importador paga o valor da transação antes mesmo que ela seja realizada, ou seja, ele paga pela sua importação antes que ela ocorra, com o intuito de fornecer ao exportador os meios necessários para a fabricação do produto a ser exportado. É o pagamento realizado antes do embarque da mercadoria. Essa modalidade não é muito utilizada no comércio exterior, pois ela oferece um alto risco ao importador, pois o exportador, já com o dinheiro em mãos, poderá deixar de enviar a mercadoria por motivos de acidentes ou até mesmo por má-fé. Remessa sem Saque: de acordo com Fernandes (1987), na remessa sem saque, o importador, após receber a mercadoria e todos os documentos de embarque, efetua o pagamento, ou seja, a remessa de divisas. O importador recebe diretamente do exportador os documentos de embarque (sem saque), promove o desembaraço da mercadoria na alfândega e, posteriormente, providencia a remessa da quantia respectiva para o exterior (RATTI, 2001). Nesta modalidade de pagamento, o exportador deve confiar plenamente no importador, pois o pagamento somente será realizado após o importador estar de posse da mercadoria. Portanto o exportador fica sem nenhuma garantia de recebimento do valor da transação. Cobrança: segundo Fernandes (1987), a cobrança é uma modalidade com alto risco na operação. Mas, para diminuir o risco, é feita uma garantia, com o aval do banco no exterior nos saques emitidos contra o importador. Após o embarque, o exportador entrega os respectivos documentos da exportação ao seu banco local, que remeterá os documentos e um saque Rev. de Negócios Internacionais, Piracicaba, 3(5):56-61,

3 contra o importador ao banco do importador no exterior. A cobrança pode ser à vista ou a prazo. A cobrança à vista é quando o importador só retira os documentos do banco após o pagamento total da operação. Quando o banco do importador recebe os documentos, ele os registra para cobrança e avisa o importador que deverá liquidar o saque para receber os documentos e, então, tomar posse da mercadoria. Assim que é liquidada a transação, o banco do importador remete as divisas ao banco do exportador. Já a cobrança a prazo ocorre quando o importador só retira os documentos se aceitar os saques com vencimento futuro, ficando estes em poder do banco para cobrança. Crédito Documentário ou Carta de Crédito: é a modalidade de pagamento mais segura para ambas as partes (exportador/importador). Trata-se de um contrato de compra e venda de mercadoria com cláusulas garantidas por um banco, ou seja, o exportador tem a garantia de que receberá o pagamento após comprovar a sua exportação, e o importador tem a garantia de que receberá a mercadoria e que o pagamento só será realizado após a comprovação da exportação, nos devidos termos do contrato. Nesta modalidade de pagamento, o importador é responsável pela abertura (emissão), da carta de crédito, a emissão é feita no banco do importador e é emitida em favor do exportador no exterior. A carta de crédito deve conter todos os termos e cláusulas do contrato de compra e venda internacional (importação e exportação) e deve conter todas as responsabilidades de ambas as partes e também informações sobre a documentação exigida, valor do crédito, prazo de validade do embarque, porto de embarque e de destino discriminação da mercadoria, etc. Neste tipo de contrato, há algumas cláusulas que fortalecem as garantias para o exportador. Essas cláusulas são (LUNARDI, 2000): Irrevogável essa cláusula determina que a carta de crédito só poderá ser alterada com o consentimento e a aceitação do exportador. Intransferível o banco só poderá pagar ao beneficiário original. Confirmado que dá ao exportador o direito de ter mais de um banco garantidor, pois caso um banco não inspire confiança ao exportador, este poderá exigir que outro banco renomado se responsabilize pelo crédito. A carta de crédito pode, também, apresentar a red clause, que é muito utilizada no comércio internacional. A red clause oferece ao exportador o pagamento antecipado da transação, mas essa operação só pode ocorrer quando o importador confiar plenamente no exportador. Cabe ainda lembrar que, no comércio exterior, existem as cartas de créditos especiais que são utilizadas como garantias bancárias em diversas operações Análise de Riscos Os riscos afetam diretamente as operações de compra e venda, entre um país e outro, pois em alguns casos os exportadores podem perder dinheiro, e até mesmo falir a sua empresa. Os riscos, além de representarem perda (de dinheiro, falência), também podem representar perda de negócios, pois os exportadores, por desconhecerem os métodos de se prevenir, as vantagens e desvantagens oferecidas em cada modalidade de pagamento, acabam embutindo no preço do produto uma margem que seria para compensar o risco da operação, tornando, assim, o seu produto mais caro, sem competitividade, comprometendo os negócios e as vendas da empresa. De acordo com Lunardi (2000), uma das maiores dificuldades encontradas no comércio internacional é a de unir de forma harmoniosa os interesses de ambas a partes, importadores e exportadores. Dessa forma, no cenário internacional, podem ocorrer imprevistos que prejudicam a relação entre as partes. Esses imprevistos podem ser falhas no pagamento ou na entrega, cargas incompletas ou danificadas, atrasos, entre outros. A partir do momento em que esses imprevistos podem ocorrer, as partes envolvidas precisam estar atentas e preparadas para evitar, ou ao menos amenizar a situação. Para isso, elas devem buscar informações sobre seus clientes para poder avaliar antes de fechar um contrato, ou conceder algum tipo de crédito. A partir do momento em que uma empresa se insere no comércio internacional, ela automaticamente está sujeita a riscos comerciais, riscos 58 Rev. de Negócios Internacionais, Piracicaba, 3(5):56-61, 2005

4 de ordem política, e risco técnico ou de qualificação profissional (LUNARDI, 2000). Riscos Comerciais: os riscos comerciais referem-se somente aos riscos representados pela pessoa do comerciante (importador/exportador), ou um banco. Esses riscos podem ser representados pela incapacidade do importador de honrar seus compromissos, ou até mesmo má-fé para tirar vantagens do exportador. Riscos Políticos: como o próprio nome já diz, o risco político está relacionado com a política exterior do país do exportador/importador. Para isso, as partes devem estar atentas aos fatores políticos e econômicos do seus clientes/fornecedores, pois não há nada a ser feito nesses casos. Esses riscos são representados pela moratória decretada pelo país do importador, situação na qual o país suspende a saída de divisas para o exterior, impedindo assim que bancos e importadores possam honrar seus compromissos no exterior; e também pode ser representado quando o país suspende a exportação/importação de determinados bens ou serviços, levando em consideração boicotes econômicos aos países compradores/vendedores, e um possível desabastecimento no mercado interno. Risco técnico ou de qualificação profissional: esse tipo de risco ocorre quando as operações são negociadas com comerciantes que não possuem conhecimentos de suas empresas, de seus negócios, portanto não saberão administrálos. Para conter esse risco é preciso uma avaliação completa e minuciosa não só da empresa, mas também de seus dirigentes. Riscos extraordinários: de acordo com Castro (2001), no cenário internacional existem os riscos extraordinários, que abrangem os fenômenos naturais (terremotos, vulcões em erupção, furacões, enchentes), que prejudicam a situação econômica do país, devido ao estrago sócio-econômico que causam; e outros fatores dessa ordem podem ser as guerras (civil, estrangeira), e as revoluções. Nesse contexto, fica difícil prever alguns desses riscos com uma certa antecedência, a fim de realizar ou não uma operação. Conhecendo os riscos existentes no mercado internacional, vimos que não podemos evitá-los, mas existem algumas maneiras de se prevenir contra eles. É recomendado que o exportador, antes de aceitar qualquer proposta, realize uma análise de seus clientes no exterior, fazendo uma ficha cadastral com informações a respeito da capacidade de solvência da empresa importadora, um histórico de pagamentos, para conhecer se o importador tem tradição e inspira confiança nos negócios. Também é importante estar ciente da situação econômica-financeira do país do importador e das relações internacionais entre os países envolvidos (exportador/importador). Muitas vezes, ainda, é preciso buscar apoio de terceiros, entidades bancárias, para que as transações sejam cumpridas corretamente Vantagens e Desvantagens das Modalidades de Pagamento De acordo com nosso estudo, podemos analisar que as principais modalidades de pagamento oferecem vantagens e desvantagens a ambas as partes, importador/exportador. Há modalidades que só favorecem o exportador, e modalidades que só favorecem o importador. No primeiro caso, o importador deve evitar este tipo de modalidade, assim como no segundo caso, o exportador deve também evitar, pois todas as partes devem tomar cuidados para não ficarem expostas aos riscos, e sem garantias, para evitar prejuízos e complicações com as autoridades monetárias. Na modalidade de pagamento antecipado somente o exportador recebe vantagens, pois ele recebe o valor total ou parcial da mercadoria antes mesmo de embarcá-la ao exterior, resultando assim em um alto risco para o importador, que corre o risco de pagar pela mercadoria e não recebê-la, ou recebê-la danificada. Outra vantagem ao exportador é que o pagamento antecipado, muitas vezes, funciona como investimentos, meios necessários para a produção, sem o qual o exportador não seria capaz de atender o pedido do importador. Para o exportador, esse pagamento antecipado é muito mais vantajoso do que fazer empréstimos no mercado interno, onde ele pagaria elevadas taxas de juros, e também é mais viável que o Adiantamento do Contrato de Câmbio (ACC). Esta modalidade de pagamento oferece a desvantagem de não ser muito utilizada no mercado internacional, pois o importador fi- Rev. de Negócios Internacionais, Piracicaba, 3(5):56-61,

5 ca sem garantias de que receberá a mercadoria em conformidade com o pedido. A modalidade de remessa sem saque não oferece vantagens ao exportador, pois ele envia todos os documentos diretamente ao importador, que por sua vez só deverá pagar após estar de posse da mercadoria. Neste caso, o exportador fica sem nenhuma garantia de recebimento, e para utilizar esta modalidade ele deve ter plena confiança em seu cliente. A cobrança à vista não apresenta muitas vantagens ao exportador, pois ele corre o risco de que o importador desista da mercadoria, após a mercadoria ter sido embarcada pelo exportador. Nesses casos, o exportador tem que arcar com despesas de armazenagem no exterior, até encontrar outro comprador, ou remeter a mercadoria de volta para o seu país, o que geraria um alto custo. A cobrança a prazo também não traz vantagens ao exportador, pois o importador pode não aceitar os saques com vencimento futuro, e até mesmo não os pagar na data do vencimento. Neste caso, o exportador pode protestar os saques emitidos contra o importador, mas para o exportador não é viável, pois esse processo é demorado e ele teria que protestar no país do importador gerando altos custos com advogados e viagens ao exterior. A carta de crédito é um documento que traz vantagens ao exportador, pois o exportador tem a garantia, realizada por um banco, de que irá receber após entregar os documentos que comprovem a exportação. Este documento também traz desvantagens ao exportador, pois qualquer erro ou incoerência nos documentos, por parte do exportador, pode comprometer o recebimento do exportador. Já para o importador, a carta de crédito traz desvantagens, pois como é um documento caro, aumenta as despesas do importador, visto que o responsável pela sua abertura é o importador. Sempre que houver a necessidade de escolher uma modalidade de pagamento, é preciso analisar as vantagens e desvantagens, caso a caso, a fim de que se opte pela modalidade mais adequada para cada situação. A seguir, a Figura 1 demonstra as principais vantagens e desvantagens de cada modalidade para cada parte envolvida: PAGAMENTO ANTECIPADO Isenção dos custos de cobrança, do risco de insolvência do importador; Recursos a custo mais baixo; Assume o risco de variação cambial; Variação do custo de matérias primas importadas; Risco de gravames tributários. Transferência do risco de variação do preço do bem ao exportador; Garantia de um fornecedor cativo. Desencaixe de capital de giro antecipadamente ao embarque do bem; Assume os riscos políticos/comerciais; Atrasos por contingenciamento da exportação do produto. REMESSA SEM SAQUE Isenção/redução de despesas bancárias; Maior agilidade na tramitação de documentos. Assume o risco de inadimplência do importador. Isenção de despesas bancárias; Recebimento de mercadoria sem aceite/ pagamento da cambial; Maior agilidade na tramitação de documentos. Risco de extravio de documentação. COBRANÇA DOCUMENTÁRIA Garantia de que a mercadoria só será entregue ao importador, após este aceitar ou pagar o saque. Assume o custo bancário da operação; Assume o risco de inadimplência do importador. Intermediação da operação/tramitação de documentos, via banco, reduzindo-se o risco de extravio. Liberação da mercadoria somente após o pagamento/aceite do saque. CARTA DE CRÉDITO Garantia do recebimento do valor da exportação, ao cumprir os termos e condições da carta de crédito. Qualquer discrepância da carta de crédito, mesmo que irrelevante, inviabiliza o recebimento das divisas da exportação. Pagamento da operação somente quando cumpridos os termos e condições da carta de crédito. Assume o custo real da carta de crédito; Pagamento da importação, apenas contra os documentos em boa ordem da operação comercial. Fonte: APRENDENDO..., Figura 1. Vantagens e Desvantagens (Por Modalidades e Agentes) 60 Rev. de Negócios Internacionais, Piracicaba, 3(5):56-61, 2005

6 3. Considerações Finais Este artigo-síntese analisou o tema dos riscos relacionados às modalidades de pagamento internacinal ao exportador. As modalidades de pagamento internacionais, como o próprio nome já diz, são as formas de serem efetuados os pagamentos/recebimentos de exportação/importação tanto de produtos quanto de contratação de serviços. As modalidades de pagamento internacionais são semelhantes às do mercado interno. Algumas diferenças entre elas podem ser visualizadas na questão dos riscos. Pôde-se notar que a melhor modalidade, ou seja, a mais segura e com maiores benefícios ao exportador, é a modalidade de pagamento antecipado, pois não oferece nenhum risco ao exportador. Depois da modalidade de pagamento antecipado, podemos destacar que a carta de crédito irrevogável e confirmada é a segunda modalidade mais segura. É importante lembrar que o exportador nem sempre consegue um pagamento antecipado, e nem mesmo uma carta de crédito irrevogável confirmada, devido ao risco na primeira modalidade e ao custo para o importador na segunda. REFERÊNCIAS APRENDENDO A EXPORTAR. Disponível em < Acesso em: 05 jun CASTRO, José Augusto de. Financiamentos a exportação e seguro de crédito. São Paulo: Aduaneiras, FERNANDES, Denise Maria. Exportação: Roteiro Básico para Comércio Exterior. São Paulo: Atlas, E, em muitos casos, alguns exportadores perdem negócios por só trabalharem com estas modalidades, pois os importadores procuram no mercado por melhores condições de compra, isto é, melhores ofertas, custos baixos, maiores prazos de pagamento e menores riscos. Devido a esse fator, o exportador também não pode utilizar as modalidades de cobrança a prazo ou remessa sem saque, gerando assim uma vantagem competitiva no mercado, de maior prazo de pagamento, custos baixos, e ficar exposto ao risco de não recebimento. Para escolher a melhor modalidade, recomendamos que seja feita uma análise de todas as modalidades de pagamentos, das vantagens e desvantagens, dos riscos e custos, para cada operação. Mediante este estudo, entendemos que uma maior segurança ao exportador implica em um maior risco ao importador, e vice-versa. Essa análise poderá viabilizar o negócio com sucesso, ou gerar uma maior discussão e até mesmo acabar com o negócio. Durante o processo, o exportador deve estar ciente das garantias existentes no mercado, pois podem ser a salvação para a negociação. LUNARDI, Angelo Luiz. Operações de Câmbio e Pagamentos Internacionais No Comércio Exterior. São Paulo: Aduaneiras, RATTI, Bruno. Comércio Internacional e Câmbio. São Paulo: Aduaneiras, Rev. de Negócios Internacionais, Piracicaba, 3(5):56-61,

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