Avaliação da Aprendizagem Escolar

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1 CURSO: PÓS-GRADUAÇÃO LATO SENSU DOCÊNCIA SUPERIOR Avaliação da Aprendizagem Escolar Tânia Maria Marques de Souza UCAM RJ 2002

2 Avaliação da Aprendizagem Escolar Por Tânia Maria Marques de Souza Professora orientadora: Mestre Fabiane Muniz Monografia: Apresentada em cumprimento às exigências do curso de pós-graduação para obtenção do grau de especialista em Docência do Ensino Superior.

3 AGRADECIMENTOS A todas as pessoas que desde a minha infância, foram suporte à construção da minha personalidade. Muitos são os que me lembro e tantos outros que se lembram de mim. A cada correção e a cada elogio... Obrigada

4 Aprenda-se a fazer fazendo. Os mecanismos não detêm os aprendizes das suas artes com especulações teóricas, mas põem-nos imediatamente a trabalhar, para que aprendam a fabricar fabricando, a esculpir esculpindo, a pintar pintando, a dançar dançando, etc. Portanto, também nas escolas, deve aprender-se a escrever escrevendo, a raciocinar raciocinando, etc., para que as escolas não sejam senão oficinas onde se trabalha fervidamente. Assim, finalmente, pelos bons resultados da prática, todos experimentarão a verdade o provérbio: fazendo aprendendo a fazer. (Comênio)

5 R E S U M O A avaliação escolar implica uma reflexão crítica sobre a prática pedagógica. Durante o cotidiano escolar tanto o aluno quanto o professor e a própria instituição, estão sendo constantemente avaliados. A avaliação não é para ser vista como algo a ser medido e sim o encontro de reais necessidades de desenvolvimento das potencialidades do ser humano. A avaliação de aprendizagem deverá acontecer durante todo o tempo de atuação do educando na escola. É através dele que se pode verificar a prática avaliativa. Na avaliação é preciso colocar em funcionamento a capacidade intelectual, as habilidades, sentimentos, paixões, idéias e ideologias. Nessas relações estão implícitos não só aspectos pessoais, mas também aqueles adquiridos em suas relações sociais.

6 SUMÁRIO INTRODUÇÃO... 1 CAPÍTULO I Porquê avaliar?... 2 CAPÍTULO II Coerência na avaliação... 4 CAPÍTULO III O que os teóricos pensam sobre avaliação?... 6 CAPÍTULO IV Opção entre avaliação classificatória e avaliação diagnóstica... 8 CAPÍTULO V A LDB e a avaliação CAPÍTULO VI A prova como instrumento de avaliação Como via de mão única e suas conseqüências CAPÍTULO VII A sala de aula CONCLUSÃO REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS... 15

7 INTRODUÇÃO Nos capítulos deste trabalho de conclusão de curso foram abordados vários pontos que considero importantes na avaliação da aprendizagem escolar, pois este tema sempre me chamou muita atenção tanto como aluno, quanto como educadora. Sempre questionei muito a avaliação da Aprendizagem Escolar, por achar que a mesma envolve todo o Sistema Educacional, inclusive objetivos do processo pedagógico, ou seja, que tipo de ser humano estamos auxiliando a se formar? Ao avaliar estamos considerando de forma consciente certas metas? Acredito que a avaliação deve ser utilizada em prol da construção de uma sociedade mais humanitária, assim libertando o ser humano para que o mesmo possa realizar seus potenciais. Questiono constantemente a forma como vem sendo trabalhada a questão da avaliação na escola, pois percebo que há uma confusão muito grande entre avaliação e nota do aluno. Acredito que a nota é apenas uma exigência formal do Sistema Educacional, porém qual é o verdadeiro objetivo da avaliação? Visto que ela vai se dá o tempo inteiro, através de toda a atuação do aluno na escola, e sem ela seria impossível acompanhar o desenvolvimento do educando e reorientá-lo de forma a ajudá-lo a vencer dificuldades que venham surgir. Já que os testes tradicionais ou mesmo as provas individuais, realizadas sem consultas, são insuficientes ou até mesmo inadequadas para avaliar o educando, creio que a avaliação deve gerar por ela própria novas situações de aprendizagem, assim, o objetivo da avaliação deve Ter um caráter positivo, isto é, foca aquilo que o aluno já é capaz de fazer em vez daquilo que ele ainda não sabe. Essa avaliação deve acontecer num ambiente de transparência e confiança, no qual as críticas e sugestões passam a ser encaradas como naturais, e que os alunos possam procurar o professor para mostrar uma versão preliminar e que após analisado pelo professor, o trabalho seja devolvido ao aluno com sugestões para ser repensado e melhorado. Considero de extrema importância que seja realizado o que é mais, fundamental, ou seja, a interpretação de dados e idéias, a capacidade de produzir explicação e conclusões próprias. A autora

8 CAPÍTULO I PORQUÊ AVALIAR? A avaliação é uma reflexão sobre o nível de quantidade do trabalho escolar tanto do professor como dos alunos. A avaliação é uma tarefa complexa que não se resume à realização de provas e atribuições de notas. Segundo o professor Cipriano Carlos Luckesi, a avaliação é uma apreciação qualitativa sobre dados relevantes do processo de Ensino da Aprendizagem que auxilia o professor a tomar decisões dobre o seu trabalho. Os dados relevantes se referem às várias manifestações das situações didáticas, nas quais o professor e os alunos estão empenhados em atingir os objetivos do ensino. A apreciação qualitativa desses dados, através de análise de provas, exercícios, respostas dos alunos, realizações de tarefas, permite uma tomada de decisões para o que ser feito. Durante o cotidiano escolar tanto o aluno quanto o professor e a própria instituição de ensino, estão sendo constantemente avaliados, pois um depende do outro para o bom desenvolvimento da aula e dos conteúdos propostos. Portanto devemos conceber a avaliação como um instrumento de crescimento do ensino aprendizagem. Desta forma, não devemos aceitar a avaliação como instrumento de punição ou rejeição, como algo dissociado do processo educativo no seu todo, como julgamento de resultados de uma ação mecânica, isto porque as pessoas a serem envolvidas nesse processo serão vistas como aqueles que pensam e que apenas memorizam. Assim sendo, a avaliação da aprendizagem escolar deverá ser feita constantemente, porém com uma proposta de humanização crescente em que as pessoas envolvidas no mesmo se construam como indivíduos críticos, capazes de construir a própria identidade, compreendendo seus valores e sabendo que a avaliação é uma prática necessária para o próprio crescimento de cada um. A avaliação escolar pode ser utilizada como instrumento de poder e controle, a serviço da passividade, do autoritarismo, da competição, do individualismo, do consumismo, ou a serviço da construção de uma sociedade solidária que liberte o indivíduo para que o mesmo realize seus potenciais e, ao mesmo tempo, leve em conta os vínculos entre as pessoas e a integração da comunidade humana no ambiente natural. A avaliação não deve Ter um fim em si mesma e muito menos instrumento de coerção ou controle de aluno. Por quê avaliar? Porque a avaliação implica uma reflexão crítica sobre a prática pedagógica, pois é através dela que se pode identificar dificuldades e avanços. Cabe ao professor utilizá-la com instrumento que lhe auxilie a questionar constantemente suas propostas de ensino.

9 O uso correto da avaliação tonará flexível o processo ensino aprendizagem e facilitará o redirecionamento da prática. A decisão sobre o que fazer para superação das dificuldades que possam surgir, de forma a vencê-las. O objetivo maior da avaliação é realmente o acompanhamento do desenvolvimento do educando dentro do ensino aprendizagem, para isso é necessário que haja a avaliação, porém é importante ressaltar que essa avaliação deverá acontecer durante todo o tempo de atuação do educando na escola, de forma que não seja confundido avaliação com nota, pois sabemos que as provas escritas no final do mês ou bimestre, não fornece condições de avaliar o progresso que o aluno tenha alcançado.

10 CAPÍTULO II COERÊNCIA NA AVALIAÇÃO Ensinar e aprender envolvem comportamentos intimamente relacionados, onde as ações de um provocam ou desencadeiam as do outro. Professor e aluno afetam-se mutuamente. Cada um desses elementos, aluno e professor- vem para a sala de aula com uma bagagem própria, ou seja, cada um traz consigo uma história pessoal, valores, interesses, necessidades, dificuldades. Costuma ser o professor o desencadeador desse processo interpessoal, estimulando situações como pergunta, resposta, problema, solução, exposição, discussão. Ele é o mediador entre o sujeito (aluno) que deseja conhecer e a verdade (informação) a ser conhecida. Professor e alunos se interagem em níveis de relações humanas. Toda relação humana supõe comunicação, diálogo. A medida que o diálogo é aberto, franco a distância é diminuída, o relacionamento interpessoal é facilitado, trazendo como conseqüência a melhoria da aprendizagem. É importante lembrar que a comunicação é um processo dinâmico e não mecânico, o significa que não consiste apenas na emissão e recepção de mensagens deliberadas. Assim, por exemplo ao mesmo tempo o professor está comunicando, ele está recebendo e processando toda a classe de sensações interna e externa, acontecendo a mesma coisa com os alunos. Como nos coloca Affonso Romano de Sant Anna em seu discurso O professor pensa ensinar o que sabe, o que recolheu dos livros e da vida. Mas o aluno aprende do professor não necessariamente o que o outro quer ensinar, mas aquilo que quer aprender. Assim o aluno pode aprender o avesso ou diferente do que o professor ensinou, ou aquilo que o mestre nem sabe que ensinou, mas o aluno reteve. O professor, por isso, ensina também o que não quer, algo de que não se dá conta e passa silenciosamente pelos gestos e paredes da sala. O aluno aprende também, o que está nas entrelinhas. Se por um lado, a matéria, o conteúdo pode ser esquecido, por outro lado, o clima das aulas, as conversas formais, as horas tristes ou alegres compartilhadas, os valores vinculados durante este convívio, certamente serão lembradas, até muitos e muitos anos depois, ou por toda vida, porque marcaram profundamente aquele educando. Ao adentrarmos uma sala de aula, muitas vezes nos perguntamos: o que venho eu fazer aqui? O que eu espero deles e o que eles esperam de mim? A palavra do professor é universo riquíssimo, que abre um campo de possibilidades indefinidas. A construção do conhecimento é um processo interativo e, portanto, social. Nessa interação, são transmitidos e assimilados conhecimentos, idéias são trocadas, opiniões são expressas, experiências são compartilhadas, modos de ver e conhecer o mundo e os seres são manifestados, valores vinculados.

11 Limitar o estudo à dimensão cognitiva é fragmentá-lo. As três dimensões: social, afetiva, cognitiva, não se excluem, antes coexistem em todos os momentos. Para que o aluno facilite a aprendizagem faz-se necessário que o professor quem avalia, entenda que o aluno é um ser humano imperfeito, dotado de sentimentos e potencialidade, e que ele professor, deverá ter convicção de seu papel na construção do conhecimento dos que estão convivendo com ele devendo ser flexível, capaz de adaptar a programação à situações diversas, perceber que há explicações diferenciadas para um mesmo fenômeno, ajudar o aluno a descobrir os interrelacionamentos do conteúdo, relacionar a unidade com experiência do aluno, favorecer situações nas quais o aluno se sinta à vontade para expressar seus aprendizados, variar a composição dos grupos de estudo, evitar que poucos alunos monopolizem a discussão, buscar solução conjunta dos problemas com a própria turma, respeitar as diferenças de opinião, usar vocabulário claro, expressar aprovação pelo aluno diante de seus esforços, mostrando o quanto o aluno poderá desenvolver com suas experiências datadas de cada dia, seu crescimento pessoal diante de si e da sociedade, contribuindo para o seu aperfeiçoamento, ser o melhor que pode ser, satisfazendo as expectativas de sua construção pessoal, junto a coletividade. O professor deve preocupar-se com a coerência entre o que ele aplica no dia-adia com seus alunos e o que cobra deles nas avaliações. É importante que haja continuidade entre o que é feito em sala de aula e o que se cobra nos testes, visto que ambos fazem parte de um mesmo processo. Caso não se obtenha os resultados esperados na avaliação, cabe ao professor estudar as causas para tal resultado. Pois o problema poderá estar no tipo de conteúdo desenvolvido na metodologia de ensino que foi empregada, ou até mesmo na própria forma utilizada para avaliar, ou então em algum outro aspecto. Acontecido isso é de suma importância buscar os fatores determinantes do processo, e a partir daí procurar perceber onde deve-se reformular. O professor deverá integrar aos seus procedimentos a observação e o registro de atitudes, valores e interesses dos seus alunos. É muito importante o incentivo por parte do professor a auto-superação, a competição de cada aluno com ele mesmo, mais do que com colegas. Deixar com que Os alunos trabalhem o tempo todo em classe em um ritmo de cooperação e de troca. Pois é sempre muito bom a valorização da aprendizagem em grupo, visto que o ser humano é educado para viver em sociedade, e sendo educado desta forma estará melhor preparado para o exercício da cidadania. É importante que o professor no dia-a-dia dos seus alunos dê aulas participativas nas quais os alunos possam se sentir à vontade para emitirem suas opiniões, levantarem hipóteses, criticarem, para que assim os mesmos possam construir novos conceitos e buscar novas informações, transformando-se em indivíduos críticos, capazes de construir seus próprios valores. Não se trata, porém de eliminar as provas escritas, pois estando bem formulados com certeza irão medir a fixação dos conteúdos desenvolvidos.

12 CAPÍTULO III O QUE OS TEÓRICOS PENSAM SOBRE AVALIAÇÃO? Discutir sobre avaliação, segundo Paulo Freire, consiste em debater sobre a auto avaliação ou avaliação recíproca e permanente da prática educativa, entre professores e alunos a fim de saberem quais são suas dificuldades e quais os seus progressos. Em nossa sociedade o processo avaliativo não é feito com transparência e sim sob espaço para se fugir da realidade. Freinet preocupava-se em pôr em evidência o colorido da vida, a sala de aula, espaço tão desvalorizado e de relevada importância, onde se inicia um trabalho alicerçando suas ocupações pedagógicas e a realização concreta do processo ensino aprendizagem. Não se deve pensar, porém, que a avaliação significa atribuição de notas dadas ao aluno, nem tão pouco significa que o educando deve estudar para obter nota ou alcançar objetivos determinados pelos educadores. A contribuição do professor será mais eficaz se houver na escola um projeto político pedagógico onde toda a equipe, voltada para uma reflexão conjunta, venha participar no sentido de se elaborar o mesmo, com o propósito de que seja executado e acompanhado num todo. Sem esta ação não haverá uma avaliação qualitativa. É preciso haver uma análise do processo educativo sem se prender aos resultados das provas e exames apresentados. A avaliação, portanto, não é para ser vista como algo a ser medido e sim como algo para se ensinar. Cabe aqui esclarecer que a utilização das provas devem servir como ameaça para disciplinar os alunos e nem para que eles temam os educadores. Urge se desconsiderar tal situação visto que prova não mede a capacidade de ninguém mas sim, uma avaliação que deva contribuir para os avanços e os progressos do aluno, até porque é ele quem realmente conhece sua própria experiência. Portanto, as produções livres do aluno e sua própria expressão tendem a progredir mediante uma estrutura manifestada na própria sala de aula. Comênius: As provas ou exames ao trabalho são considerados meios estimulantes ao trabalho intelectual do aluno. O educador não está impedido de assim proceder mas, tem o dever de traçar objetivos que façam o educando estar atento às suas atividades. Roger: Os critérios de avaliação externos podem contribuir para o desajustamento do educando. Ele deve assumir responsabilidades que venham controlar sua aprendizagem. O aluno tem o direito de definir critérios e aplicá-los para uma avaliação concreta e segura dos objetivos que se pretendem atingir.

13 Piaget: O conhecimento inicia-se no indivíduo no dado momento em que sua comunicação é aplicada. Em Piaget, a avaliação jamais é usada para medir. Uma avaliação de qualidade deve ser feita de variadas formas, onde o aluno venha expressar-se e reproduzir suas atividades livremente. Paulo Freire: Segundo Paulo Freire, a avaliação consiste na auto avaliação da prática educativa entre professores e alunos. Qualquer processo avaliativo que se dedica dar prosseguimento como uma técnica a ser confundida diante de uma situação, passa a não Ter sentido pois, tanto professor quanto aluno devem saber sobre suas dificuldades e seus progressos. Tomando posse de tais pensamentos percebemos contudo, que o processo avaliativo deveria ser feito com transparência visto que as atuais teorias pedagógicas prometem ir de encontro às reais necessidades do aluno, contribuindo para o desenvolvimento do mesmo. Entendemos que só se torna possível considerar uma avaliação, como de qualidade, se ultrapassar as maneiras arcaicas e autoritárias de avaliar, que muitas das vezes nos valemos delas para atuarmos em sal de aula. Devemos procurar ir mais além; buscando meios qualitativos para se obter uma fonte inesgotável e permitante, atuando sempre coletivamente.

14 CAPÍTULO IV OPÇÃO ENTRE AVALIAÇÃO CLASSIFICATÓRIA E AVALIAÇÃO DIAGNÓSTICA Em uma mesma Instituição de ensino é possível observar que os professores nem sempre trabalham da mesma maneira. Essa diferenciação pode ser observada na forma de avaliar ou medir a aprendizagem dos alunos. Provas são simplesmente corrigidas, entregues e anotados os resultados nos diários ou é feita uma correção identificando questões que apresentaram maior dificuldade de compreensão e suas causas (interpretação dos textos alunos ou má formulação do texto-professor), os trabalhos de pesquisas apresentam postura crítica dos alunos sobre determinado assunto ou são cópias fiéis de produções existentes. Como reconhecer o seu modelo de avaliação? Todos os métodos são construídos a partir de teorias da educação que traduzem diferentes concepções de homem, de sociedade, de educação, de trabalho pedagógico e de trabalho docente. A escolha portanto, não é feita aleatoriamente, não é neutra nem arbitrária, sem critérios, está diretamente relacionada ao conceito que temos de relação ensino-aprendizagem. As situações de avaliação que são utilizadas no processo educativo devem estar pautadas nos seguintes questionamentos: o porquê da avaliação; quem é avaliado; o que é avaliado; quando é avaliado; como é avaliado; quem avalia; quem define a maneira como a avaliação deve ser e como é apresentado o resultado da avaliação. A partir dessas colocações a organização da avaliação apontará para a opção entre avaliação classificatória ou avaliação diagnóstica. Na avaliação classificatória, visão mecanista da educação, o professor com a máxima autoridade é o controlador do saber na sala de aula, cabendo aos alunos, passivamente aceitar o que é colocado como um conhecimento preestabelecido e definido quem ensina e quem aprende ou não, estimulando a competição pela comparação de notas, objetivando o passar de ano, pela dependência constante do buscar saber o que se espera que se saiba, sem o educando dar tudo de si. Gandin (1987) fez a seguinte comparação à avaliação classificatória aquela feita pelo agricultor que separa, ao final da colheita, as laranjas boas das ruins. A avaliação diagnóstica, atende a concepção sóciointernacionalista de educação, passando a ver o educando como sujeito, de sua própria aprendizagem. Vygotsky, com pesquisas realizadas em países da antiga União Soviética, apresenta que todo indivíduo tem nível de desenvolvimento real, constituindo o que é capaz de fazer sozinho. A vida oferecerá problemas a resolver cujas experiências e hipóteses sobre o assunto apresentam desafios para buscar soluções. portanto a

15 escola deve oferecer conhecimentos já construídos socialmente e que provoquem a produção de novos conceitos, em um constante recriar. Nessa concepção a avaliação não pode centrar-se no produto, mas no processo, em primeiro plano, avaliando e reavaliando não só pelos professores ou a instituição de uma forma geral mas sobretudo pelo próprio educando. A complexibilidade de processo envolve uma rede de relações em que flexibiliza-se o mestre do aprendiz e é utilizada por quem acredita que o der humano é sempre capaz de crescer, e o professor percebe que não é mero transmissor de conhecimentos e que o aluno não é espectador e sim construtor do crescimento pessoal e da coletividade. Se o ditado popular diz que errar é humano então nossas falhas devem converger em ensinamentos de aperfeiçoamento. Ter um conceito de avaliação só é possível quando se pensa a própria prática, buscando os fundamentos que sustentam a aprendizagem. Pressupõe reflexão, diálogo, conosco e com os outros. É uma construção conjunta.

16 CAPÍTULO V A LDB E A AVALIAÇÃO Quando o desenvolvimento das aulas planejadas pelo professor, não satisfaz as expectativas do educando é comum considerações dos mesmos como meros espectadores e não seres participativos do processo de construção do conhecimento esse transmitido pelas gerações anteriores não será reflexivo ( analisando e incorporado) a novas ações e opções do fazer e de dar sentido a continuidade do processo educativo. Quando ao contrário o próprio aluno avalia ele prossegue, estabelecendo as mudanças que valem a pena para si no presente e no futuro. Existem questões básicas a serem questionadas quando se elabora o repensar sobre a avaliação escolar O que avaliar? Para que avaliar? Quando avaliar? Como avaliar? Quem avalia? são questões estruturais na formação de um plano de avaliação. A partir dessas perguntas é possível revitalizar o sistema de avaliação da escola inserido no projeto político pedagógico, no plano diretor da escola ou mesmo no cotidiano da sala de aula, colocando em prática o desenvolvimento de uma avaliação democrática e participativa. A Lei n.º 9.394/96 ( Lei de Diretrizes e Bases da Educação). Quando trata da avaliação da educação básica no artigo 24, inciso V, diz que A verificação do rendimento escolar observará os seguintes critérios: a) avaliação contínua e cumulativa do desempenho do aluno, com prevalência dos aspectos qualitativos sobre os quantitativos e dos resultados ao longo do período sobre os de eventuais provas finais; b) possibilidade de aceleração de estudos para alunos com atraso escolar; c) possibilidade de avanço nos cursos e nas séries mediante verificação do aprendizado; d) aproveitamento de estudos concluídos com êxito; e) obrigatoriedade de estudos de recuperação, de preferência paralelos ao período letivo para os casos de baixo rendimento escolar, e serem disciplinados pelas instituições de ensino em seus regimentos. A partir das perguntas básicas apresentadas, relacionadas as recomendações da Lei, a instituição escolar direcionará sua prática avaliativa, que não poderá ser puramente individualizada pelas estratégias pessoais de cada professor, e sim, está intimamente acoplada ao regimento escolar e ao projeto político pedagógico relacionada ao que determina a Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional. Se no entanto, a sua escola não possui nenhum desses documentos, mobilize os seus membros ao organiza-los para melhor apoio didático-pedagógico e desempenho de suas funções profissionais.

17 CAPÍTULO VI A PROVA COMO INSTRUMENTO DE AVALIAÇÃO, COMO VIA DE MÃO ÚNICA E SUAS CONSEQUÊNCIAS A prova tem sido utilizada nas escolas como instrumento de avaliação. Embora sendo esta uma prática questionável é imprescindível que o professor reflita sobre o seu real objetivo como instrumento de avaliação e perceba como ela vem sendo praticada desrespeitosamente. Vimos muitas das vezes que a prova tem sida aplicada como uma arma contra a indisciplina, a falta de atenção e de estímulo em sala de aula. Ele passa, desta forma, a ter caráter e mais coercitivo do que avaliativo. Devemos ter outra visão dessa forma de avaliar e se libera dessa preocupação e aprovar ou reprovar mediante provas ou testes porque, já é de nosso conhecimento que são eles considerados apenas como um recurso a mais. Ora, se a avaliação deve ser vista como elemento de crescimento e apoio do educando, assim sendo os meios para se avaliar devem servir exclusivamente para solucionar os problemas, detectar as dificuldades, criatividade e capacidade intelectual do aluno. Fazer da prova um mecanismo disciplinar é ato errôneo, é postura autoritária do educador que, com intenções ultrapassadas se colocam diante dos estudantes usando seus recursos perversos e ameaçadores. No jogo da avaliação, tanto aluno quanto professor devem ser avaliados. Entretanto, nunca se coloca na posição para ser avaliado e nem tão pouco suas atitudes demonstram interesse para uma avaliação de si. É preciso pois, procurar despertar atenção do aluno, buscando nova forma de avaliação para estimular seu raciocínio lógico e questionar sobre os métodos e técnicas que estão sendo empregadas para não se deter com a utilização dos instrumentos cadastrados da expressão e criatividade do aluno. É pois o momento de repensar e de se tomar iniciativas frente ao instrumento ora questionado, sem se opor aos reais objetivos, da avaliação escolar. A avaliação deve ocorrer no dia-a-dia. O cotidiano, portanto, é o instrumento de dosar tal postura a que relatada, sendo ele a mola propulsora e o eixo central de todo esse processo que tem caráter avaliativo no sentido de ir de encontro à individualidade do aluno, seu desenvolvimento e sua capacidade de interpretação. Os critérios usados pelo professor devem facilitar a construção do conhecimento do aluno, a fim de promovê-lo às séries posteriores, sem gerar-lhe traumas e por conseguinte levá-la a abandonar a escola. Se a prova não deve ser usada com caráter competitivo, cabe ao professor ao analisar o resultado da ação na construção das respostas, sem se esquecer da real significação do processo avaliativo entre professor e aluno.

18 CAPÍTULO VII A SALA DE AULA Considerando que a sala é o lugar onde ocorre o processo ensino aprendizagem é notório disser que mesmo a falta de assistência ao professor, ele vem ocupando e desempenhando relevante papel na sociedade. É a sala de aula um espaço de suam importância, onde o professor e o aluno iniciam seu trabalho, partindo de uma transformação, cujo objetivo é de alicerçar as bases pedagógicas. A atuação do professor em sala de aula deve partir de um princípio que vise conduzi-lo as necessidades de ser vencer os desafios e conhecer melhor os seus alunos, tomando como base o comprometimento político feito com sigo mesmo e com os alunos. Avaliar o processo de ensino aprendizagem é diagnosticar todos os itens abordado e transmitidos dia-a-dia em sala de aula e não na aplicação de provas e teste, quando, afinal, o aluno não prestou atenção ou não participou das atividades durante as aulas. Em sala de aula o professor deve dar atenção especial ao educando, de maneira a traze-lo à participar dos trabalho de classe devendo ter o de não inibi-lo e impedi-lo de avançar, aproveitando o máximo possível de suas potencialidades. O professor deve estar sempre estimulando a classe e convencendo-a a ser desenvolver gradativamente, pois não é acumulando conteúdos curriculares que o saber é colocado em evidência. Portanto, a cada conteúdo exposto a avaliação deverá acontecer. O professor dentro de sua sala de aula deve se voltar mais para ser um orientador, porque o educando já vem com sua bagagem própria. Não é o professor o centro das atenções e sim o aluno. Deve o educador usar um bom senso para conquistar a atenção e ser considerado por todos um líder no sentido positivo. Se o educador não despertar o prazer de transmitir o conhecimento seus alunos também não se sentiram motivados. Assim sendo, tanto a escola, quanto o professor e o aluno sairão perdendo. O dia a dia numa sala de aula não deve ser de punição e controle de comportamento do aluno a todo tempo. Devemos observar que esta é uma das grandes causas da evasão escolar. É importante a utilização mais eficaz de novos recursos, no sentido de se favorecer o crescimento dinâmico no indivíduo, no tocante à transmissão dos conteúdos curriculares. A unidade ensinar/ aprender evolui-se a todo instante e, enquanto não chegar no auge desejado o professor deve ir cultivando a inteligência do aluno e desenvolvendo-a cada dia como num passe de mágica pois, enquanto o aluno aprende determinada tarefa, novas habilidades são desenvolvidas e, consequentemente suas possibilidades cognitivas vão aumentando até o ponto de estruturar-se e obter outras oportunidades para novas aprendizagens.

19 CONCLUSÃO Ao elaborar tal trabalho sobre a avaliação, chego a conclusão que o professor deve ser um eterno estudante pois, educadores de renome propõe sempre variados processos avaliativos, associados à prática e à teoria, visto que tais associações são necessárias para o perfeito desempenho do processo educativo. A ação do professor quanto à forma de avaliação, deve ser auto-avaliar-se como não há receituário avaliativo, cada educador deverá, individualmente, optar por sua forma de avaliação, devendo ele oferecer aos alunos conteúdos com a finalidade de propiciar o desenvolvimento de suas potencialidades. Numa avaliação não devemos Ter posturas tradicionais cuja função era a de verificar se os objetivos foram alcançados, nem tão pouco cumprir ordens administrativas. Avaliar é mais do que isso: é necessário que a avaliação esteja presente durante todo processo em que ambos (professor e aluno) participem de tal momento para alcançar o aluno na aprendizagem. Se ensinar é construir conhecimentos, o professor deve organizar sua atividade pedagógica de acordo com a ideologia. Portanto, a avaliação deve estar presente em todo processo. Funções da avaliação - Auxiliar o aluno a ir em busca de novos caminhos. - Ajudar o aluno a se auto conhecer e a se auto analisar. O professor deverá Ter sua ação transformadora em todas as ocasiões. Deve ele criar condições e estimular os alunos a construírem novos conhecimentos. Avaliar não é medir o conhecimento do aluno. Avaliar não é observar se o aluno aprendeu. Avaliar não é testar se o aluno consegui alcançar as atividades propostas. Avaliar é uma ação conjunta onde os alunos e professores partem ao encontro das necessidades mais urgentes, buscando dessa forma a satisfação recíproca da conquista de algo. Objetivos - diagnosticar a situação, fazendo da avaliação um mecanismo de desenvolvimento autônomo. - Aproveitar toda bagagem do aluno e mostrar os passos seguintes para que ele venha progredir. Para que uma avaliação seja perfeita, é necessária a realização de trabalho de pesquisa com produção de relatórios orais ou escritos. O trabalho poderá ser

20 individual ou em grupo com finalidade de desenvolver os temas sugeridos pelo professor, que irá agir como um orientador na realização das tarefas construtores de existência humana. Ela deve ser vista como uma obra pedagógica verdadeira para não cair no conceito do faz de conta que avalia e se aprende. Educar nossas crianças e jovens na liberdade é educá-los também na responsabilidade. A ética é o compromisso são parte de competência do educador.

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