Texto base para discussão na Jornada Pedagógica julho/2009 O PLANO DE ENSINO: PONTE ENTRE O IDEAL E O REAL 1

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "Texto base para discussão na Jornada Pedagógica julho/2009 O PLANO DE ENSINO: PONTE ENTRE O IDEAL E O REAL 1"

Transcrição

1 Texto base para discussão na Jornada Pedagógica julho/2009 O PLANO DE ENSINO: PONTE ENTRE O IDEAL E O REAL 1 É comum hoje entre os educadores o desejo de, através da ação docente, contribuir para a construção de uma sociedade democrática, justa e solidária. No entanto, muitos ainda não se deram conta do tipo de opção teórico pedagógica que os levará à efetivação deste propósito. Na maioria das vezes, o modelo pedagógico assumido, no planejamento e na sala de aula, valoriza, sobretudo os conteúdos e conhecimentos a ser transmitido, o que caracteriza ainda entre nós a educação tradicional. Nestes moldes, o ato de planejar tem sido restrito à organização do ensino para que o aluno adquira conhecimentos, bastando para isso que sejam determinados de maneira específica, os objetivos, as condições do ensino e os critérios de avaliação. Sob a influência de um planejamento normativo, onde os objetivos e estratégias são formulados a partir de um quadro teórico desvinculado do contexto, a ação docente vai se desenvolvendo sem que o professor se dê conta dos diferentes tipos de influência que sofre, de ordem pedagógica técnica, filosófica e política. Outro fator a ser considerado é o desconhecimento de como as instituições educacionais, em seu cotidiano, incluindo o ensino, reproduzem mecanismos de discriminação, controle social, consumismo, injustiça e competição, que caracterizam a sociedade atual. O PLANO DE ENSINO ARTICULADO COM O PLANO GLOBAL DA ESCOLA Para uma ação docente pautada na reflexão ação reflexão, o plano de ensino não se esgota nele mesmo, mas apoia se numa opção de sociedade, de pessoa e de educação articulado com o plano global da escola. Nessa perspectiva o que fazer na sala de aula não é uma questão meramente didática, pois se aprofunda na reflexão sobre o próprio papel da escola, sobre a relevância dos conteúdos e sobre a atuação do professor. Assim o plano de 1 Texto extraído do livro Dialogando com a Escola de autoria de Ana Maria Bezerra de Almeida (et. al.), Fortaleza, Edições Demócrito Rocha, 2002.

2 ensino pode ser encarado como elemento concretizador do que é definido no plano global da escola. Para tanto é imprescindível a compreensão de que isso só será possível a partir das mudanças de caráter amplo, envolvendo toda a realidade escolar. Nesse sentido é necessário aclarar uma teoria educacional para a constituição de um referencial teórico comum, capaz de manter a organização e a coerência entre os elementos de mudança a ser realizada. Isso não pode ser feito sem que sejam considerados os componentes socioculturais e as preocupações práticas e normativas que apontem para intervenções na realidade. Esses componentes apresentam se como parte integrante do plano global, em que, de forma coletiva e em primeiro lugar, é construído um marco referencial que explicita a visão da comunidade educativa a respeito da realidade (marco situacional); a realidade que se pretende com o trabalho desenvolvido na escola (marco doutrinal) e a opção que se faz da educação e de escola, capaz de viabilizar a realidade pretendida (marco operativo). (Gandin, 1985). Tendo sido elaborado o marco referencial, o passo seguinte é a construção conjunta do diagnóstico, onde se faz um juízo sobre a realidade da escolar, partindo do questionamento a respeito da distância entre a realidade escolar e as opções feitas no marco operativo, ou ainda, até que ponto as vivências escolares estão facilitando ou dificultando a aproximação com a visão de homem e de sociedade colocada no marco doutrinal. Dessa dinâmica resulta a definição de várias necessidades a serem trabalhados nos objetivos, nas políticas e nas metas, que fazem parte do corpo do plano global, como os cronogramas das atividades escolares. Esse modelo de elaboração do plano global é sugerido por GANDIN (1985) no livro Planejamento como prática Educativa. Na proposta pedagógica é definida a filosofia educacional, a visão de homem e de sociedade e a opção de educação para a qual deverão convergir todos os planos setoriais, como também o plano didático de cada professor. À luz da proposta educativa, deverão ser elencados os conteúdos a serem trabalhadas, a metodologia de ensino e as formas de avaliação da aprendizagem escolar. A construção coletiva, a ampla divulgação e a constante retomada do plano global tornam se essências para o envolvimento e compromisso de todos os responsáveis pelo trabalho a ser desenvolvido na escola, isso tendo em vista que

3 Toda a prática tem um componente ideológico, em conseqüência, as decisões, a execução e planejamento do fazer pedagógico estarão comprometidos com os pressupostos que dinamizam e sustentam essas ações. (SILVA e BOHN, 1986:43) Na descrição do modelo de elaboração do planejamento participativo, feita anteriormente, percebe se o caráter político do projeto pedagógico, em especial no marco referencial, onde, com os olhos na realidade, é elaborado um marco doutrinal, no qual se projeta a sociedade pretendida com o trabalho que se desenvolve na escola, e, mais ainda, são feitas opções com relação à educação e a escola capazes de viabilizar a referida sociedade, como utopia, no marco doutrinal. Percebe se nesse tipo de proposta pedagógica, uma projeção do que se pretende com o trabalho escolar. Aí está a dimensão política, aliada À pedagógica, tendo em vista a intervenção na realidade. ELABORAR PLANO NUMA DIMENSÃO COLETIVA A elaboração coletiva de planos supõe a existência de um grupo, num processo de construção de idéias e de práticas, supõe ainda que cada pessoa realize tarefas concretizando os valores e princípios propostos coletivamente. Trata se, pois, do engajamento dos setores inerentes à escola e dos professores articularem seus planos de trabalho com o plano global da escola. No caso da escola onde não há um plano global torna se necessário os professores e demais servidores que a compõem (supervisão, orientação educacional, secretaria) definirem um referencial de apoio, contendo em sua estrutura uma visão de sociedade e de pessoa humana, valores e princípios que se desejam com o trabalho pedagógico a ser desenvolvido. Por isso, uma das dificuldades a se considerar no redimensionamento da ação docente é essa falta de planos globais nas escolas, já que sem uma âncora, as relações educativas passam a ser exercidas num vazio conceitual que atribui ao papel do professor um caráter reducionista. Assim, conclui se que o plano de ensino, que dimensiona a ação docente, não pode ser tratado de forma isolada dos demais elementos curriculares e do plano global da instituição, o

4 que comprometeria o processo educacional escolar. A prática docente deve, pois, estar ancorada na proposta pedagógica do estabelecimento de ensino, no paradigma de educação assumido pela instituição, no regimento escolar, na filosofia da escola e nos demais elementos de caráter teórico e metodológico que caracterizam o plano global. Ancorar o plano de ensino no plano global da escola é ressignificar o ato de ensinar atribuindo lhe o caráter transformador. Nessa perspectiva, também os elementos do plano assumem um novo significado: os objetivos delimitados para a disciplina ultrapassarão o âmbito instrucional e servirão como meio para que os macro objetivos, definidos no plano global escolar, sejam alcançados; as metodologias serão dimensionadas de modo a favorecer o desenvolvimento de pessoas críticas e participativas, priorizando o envolvimento dos alunos e a livre expressão de idéias; a ênfase sobre os conteúdos será substituída pela relevância desses no sentido de propiciar a leitura da própria realidade na qual os educandos estão inseridos; a avaliação será somente dirigida para que o aluno obtenha uma nota, mas assumirá um caráter diagnóstico, revelador de como os alunos estão interagindo com os conteúdos propostos, no sentido de fazê los avançar no próprio processo educacional, como sujeito e parte de um grupo. Trata se, pois, de assumir com convicção as opções do plano global, vivenciando no cotidiano da sala de aula estratégias e atitudes capazes de aproximar o real do ideal. Para isto, torna se imprescindível que se trabalhe de forma planejada, coletivamente, ampliando se a participação, também dos educandos, na definição dos objetivos, das metodologias, dos recursos didáticos e das formas de avaliação. É assim que, através do ato de planejar, os professores adquirem instrumentos para reinventarem a escola. O PLANO DE ENSINO É necessária a compressão de que o plano de ensino só se concretiza considerando se a realidade da sala de aula e as possibilidades dos alunos. É no plano que se pensa em formas de motivar os alunos, aproveitando temas de relevância social e assuntos que fazem parte do seu cotidiano. É essencial também desmitificar o planejamento como um documento que só serve para a gaveta, colocando se em evidência o seu papel em se tratando de preparar o trabalho docente. É nessa perspectiva que planejar deixa de ser um ato chato, burocrático e

5 desvinculado do chão da sala de aula. Por isso, o primeiro é sempre a definição de objetivos coerentes com interesses e possibilidades dos alunos, em seguida são definidos os meios para alcançá los, as metodologias, técnicas, recursos didáticos, tempo e formas de avaliação. São esses elementos que também vão dar suporte para que o professor realize a reflexão sobre a sua prática, daí a importância de se fazer registros sobre as experiências bem sucedidas, sobre as dificuldades encontradas sobre o nível do envolvimento dos alunos. É essa reflexão que irá permitir o planejamento ser reelaborado, atribuindo lhe um caráter dinâmico e aberto a novas possibilidades. O plano de ensino elaborado no início das aulas pode servir como um documento pronto a ser apresentado à escola, no entanto, o planejamento é um ato contínuo, sempre pensado e elaborado de acordo com o interesse e a dinâmica da turma. O plano de ensino é, pois, a base para o planejamento de aulas, daquilo que será realizado cotidianamente. Planejar, no entanto, não é um ato isolado, e preciso que o professor se perceba como alguém que integra um grupo que tem em comum o próprio contexto escolar e os objetivos educacionais a ele pertinentes. Daí a importância das reuniões para planejamento, da conversa com o coordenador pedagógico, que tem como função ajudar o professor a tornar o seu plano coerente com a proposta político pedagógica da escola. Aproveitar as reuniões para discutir com colegas, para definir atividades também é muito útil. Na realidade, em nosso país, muito professores precisam trabalhar em várias escolas para garantir a sobrevivência, por isso nem sempre um plano detalhado é possível. No entanto, planejar é necessário. Um professor sem um plano de aula é como um navegador sem uma carta náutica, à deriva, sem saber aonde ir nem em qual porto ancorar. Muitos professores já perceberam que planejar não significa empregar tempo detalhando aspectos do plano, e conseguem realizar seu planejamento em poucos minutos, já que o plano de ensino tem uma vinculação efetiva com o que irá ser vivenciado no decorrer do ano escolar. Com um plano de ensino bem definido, restará ao professor planejar diariamente, considerando apenas os ajustes em termos de material didático, procedimento metodológico, textos e outros, de acordo com o que a dinâmica da sala de aula for manifestando. É essa flexibilidade do planejamento que permite à avaliação cumprir o seu papel como reguladora

6 do processo de aprendizagem, já que as dificuldades manifestadas pelos alunos nas avaliações retomar os conteúdos ou variar a metodologia. A avaliação passa a ser concebida como um instrumento a serviço de quem ensina e de quem aprende, fornecendo subsídios para o planejamento do professor e para a orientação dos estudos dos alunos. É interessante também reservar tempo para pesquisa, para a busca de informações em várias fontes, em especial em periódicos destinados aos profissionais da educação. A partir das pesquisas e leituras, o professor poderá ampliar as possibilidades didáticas e o seu material de apoio, bem como terá acesso a novos conhecimentos que irão enriquecer o seu referencial teórico metodológico e a compressão de seu papel como educador. Enfim, reforçar a convicção de que o ato de ensinar inicia se bem antes do início da aula, através do planejamento, e continua depois, através do movimento de reflexão sobre a ação e da redefinição de novos caminhos. Referência Bibliográfica GANDIN, Danilo. Escola e transformação social. Petrópolis, Vozes, GANDIN, Danilo. Planejamento como prática educativa. São Paulo, Edições Loyola, DALMAS, Angelo. Planejamento participativo na escola. Petropólis, Vozes, DEMO, Pedro. Particpação e conquista. São Paulo, Cortez, VIANNA, Ilca Oliveira de Almeida. Planejamento participativo na escola. São Paulo, EPE, Interagindo com a prática é considerado? 1. Em que aspectos do seu plano de ensino o projeto político pedagógico de sua escola 2. Para você, qual o significado do plano de ensino? 3. O seu plano de ensino tem relação efetiva com o seu trabalho em sala de aula.

7 4. Como você realiza o planejamento diário? Que dificuldades encontra? Que aspectos do planejamento considera positivo? 5. Em que medida o seu plano de ensino colabora para a qualificação dos processos de ensino e aprendizagem? Diferença entre planejamento e plano Este é apenas um detalhe. Mas ele pode ter algumas implicações importantes no desenvolvimento do nosso trabalho. Por isso é bom clarear a diferença. Chamamos de planejamento o processo de tomada de decisões sobre a ação. Processo que num planejamento coletivo envolve busca de informações, elaboração de propostas, encontros de discussão, reuniões de decisão, avaliação permanente. Chamamos de plano o documento onde se registra por escrito, segundo um determinado roteiro, as decisões tomadas no processo de planejamento. É feito para ajudar a memória do processo. Passa a ser papel que se consulta durante a realização da ação. Importante: Nem sempre o roteiro que se usa para elaborar um plano é o mesmo que se utiliza para desenvolver a discussão. O registro costuma ser posterior e geralmente é tarefa de uma equipe ou pessoa. Fonte: O que é planejamento e qual a sua importância, Movimento dos Trabalhadores Rurais sem Terra, Porto Alegre, Janeiro de 1995, Coletiva Nacional de Educação)

8

1.3. Planejamento: concepções

1.3. Planejamento: concepções 1.3. Planejamento: concepções Marcelo Soares Pereira da Silva - UFU O planejamento não deve ser tomado apenas como mais um procedimento administrativo de natureza burocrática, decorrente de alguma exigência

Leia mais

EDUCADOR INFANTIL E O PROCESSO FORMATIVO NA CONSTRUÇÃO DE ATORES REFLEXIVOS DA PRÁTICA PEDAGÓGICA

EDUCADOR INFANTIL E O PROCESSO FORMATIVO NA CONSTRUÇÃO DE ATORES REFLEXIVOS DA PRÁTICA PEDAGÓGICA GT-1 FORMAÇÃO DE PROFESSORES EDUCADOR INFANTIL E O PROCESSO FORMATIVO NA CONSTRUÇÃO DE ATORES REFLEXIVOS DA PRÁTICA PEDAGÓGICA RESUMO Maria de Lourdes Cirne Diniz Profa. Ms. PARFOR E-mail: lourdinhacdiniz@oi.com.br

Leia mais

Projeto Político-Pedagógico Estudo técnico de seus pressupostos, paradigma e propostas

Projeto Político-Pedagógico Estudo técnico de seus pressupostos, paradigma e propostas Projeto Político-Pedagógico Estudo técnico de seus pressupostos, paradigma e propostas Introdução A Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional afirma que cabe aos estabelecimentos de ensino definir

Leia mais

A RELAÇÃO ENTRE A GESTÃO ADOTADA NA ESCOLA E A CONSTRUÇÃO DO PROJETO POLÍTICO PEDAGÓGICO

A RELAÇÃO ENTRE A GESTÃO ADOTADA NA ESCOLA E A CONSTRUÇÃO DO PROJETO POLÍTICO PEDAGÓGICO A RELAÇÃO ENTRE A GESTÃO ADOTADA NA ESCOLA E A CONSTRUÇÃO DO PROJETO POLÍTICO PEDAGÓGICO Maribel Manfrim Rohden PUCPR Ana Maria Eyng PUCPR Este trabalho apresenta a reflexão desenvolvida num projeto de

Leia mais

COLÉGIO ESTADUAL PEDRO ARAÚJO NETO Ensino Fundamental e Médio PLANO DE TRABALHO PEDAGÓGICO

COLÉGIO ESTADUAL PEDRO ARAÚJO NETO Ensino Fundamental e Médio PLANO DE TRABALHO PEDAGÓGICO Secretaria de Estado da Educação Estado do Paraná Núcleo Regional de Educação de União da Vitória COLÉGIO ESTADUAL PEDRO ARAÚJO NETO Ensino Fundamental e Médio Rua Presidente Kennedy, 200 Fone: (42) 3552

Leia mais

CONSELHO DE CLASSE DICIONÁRIO

CONSELHO DE CLASSE DICIONÁRIO CONSELHO DE CLASSE O Conselho de Classe é um órgão colegiado, de cunho decisório, presente no interior da organização escolar, responsável pelo processo de avaliação do desempenho pedagógico do aluno.

Leia mais

Processos Gestão do Projeto Político-Pedagógico

Processos Gestão do Projeto Político-Pedagógico Processos Gestão do Projeto Político-Pedagógico Apoio Parceria Coordenação Técnica Iniciativa Duas dimensões da gestão educacional Processos de Gestão Pedagógica Processos da Gestão Administrativa e Financeira

Leia mais

8. O OBJETO DE ESTUDO DA DIDÁTICA: O PROCESSO ENSINO APRENDIZAGEM

8. O OBJETO DE ESTUDO DA DIDÁTICA: O PROCESSO ENSINO APRENDIZAGEM CORRENTES DO PENSAMENTO DIDÁTICO 8. O OBJETO DE ESTUDO DA DIDÁTICA: O PROCESSO ENSINO APRENDIZAGEM Se você procurar no dicionário Aurélio, didática, encontrará o termo como feminino substantivado de didático.

Leia mais

OFICINA DE LÍNGUA PORTUGUESA COMO MEDIAÇÃO DA EDUCAÇÃO PROFISSIONAL NOS CURSOS SUBSEQÜENTES DO IFRN - CAMPUS NATAL/CIDADE ALTA

OFICINA DE LÍNGUA PORTUGUESA COMO MEDIAÇÃO DA EDUCAÇÃO PROFISSIONAL NOS CURSOS SUBSEQÜENTES DO IFRN - CAMPUS NATAL/CIDADE ALTA OFICINA DE LÍNGUA PORTUGUESA COMO MEDIAÇÃO DA EDUCAÇÃO PROFISSIONAL NOS CURSOS SUBSEQÜENTES DO IFRN - CAMPUS NATAL/CIDADE ALTA Dayvyd Lavaniery Marques de Medeiros Professor do IFRN Mestrando do PPGEP

Leia mais

A COLABORAÇÃO NA PESQUISA ETNOGRÁFICA: O DIÁLOGO ENTRE ESCOLA E UNIVERSIDADE

A COLABORAÇÃO NA PESQUISA ETNOGRÁFICA: O DIÁLOGO ENTRE ESCOLA E UNIVERSIDADE A COLABORAÇÃO NA PESQUISA ETNOGRÁFICA: O DIÁLOGO ENTRE ESCOLA E UNIVERSIDADE Autora: Lorena Valin Mesquita Universidade do Estado do Rio de Janeiro (UERJ) - lm_valin@hotmail.com Coautora: Roberta Souza

Leia mais

REGULAMENTO NÚCLEO DE APOIO PEDAGÓGICO/PSICOPEDAGÓGICO NAP/NAPP. Do Núcleo de Apoio Pedagógico/Psicopedagógico

REGULAMENTO NÚCLEO DE APOIO PEDAGÓGICO/PSICOPEDAGÓGICO NAP/NAPP. Do Núcleo de Apoio Pedagógico/Psicopedagógico REGULAMENTO NÚCLEO DE APOIO PEDAGÓGICO/PSICOPEDAGÓGICO NAP/NAPP Capítulo I Do Núcleo de Apoio Pedagógico/Psicopedagógico Art. 1º O Núcleo de Apoio Pedagógico/Psicopedagógico- NAP/NAPP do Centro de Ensino

Leia mais

GUIA DE IMPLEMENTAÇÃO DO CURRICULO ANO 2 - APROFUNDAMENTO

GUIA DE IMPLEMENTAÇÃO DO CURRICULO ANO 2 - APROFUNDAMENTO ESTRUTURA GERAL DOS ROTEIROS DE ESTUDOS QUINZENAL Os roteiros de estudos, cujo foco está destacado nas palavras chaves, estão organizados em três momentos distintos: 1º MOMENTO - FUNDAMENTOS TEÓRICOS -

Leia mais

A ARTE NA FORMAÇÃO CONTÍNUA DE PROFESSORES DO ENSINO FUNDAMENTAL: EM BUSCA DE UMA PRAXE TRANSFORMADORA

A ARTE NA FORMAÇÃO CONTÍNUA DE PROFESSORES DO ENSINO FUNDAMENTAL: EM BUSCA DE UMA PRAXE TRANSFORMADORA A ARTE NA FORMAÇÃO CONTÍNUA DE PROFESSORES DO ENSINO FUNDAMENTAL: EM BUSCA DE UMA PRAXE TRANSFORMADORA Sumaya Mattar Moraes Mestranda na Área de Linguagem e Educação da FEUSP Esta pesquisa coloca em pauta

Leia mais

Projeto. Supervisão. Escolar. Adriana Bührer Taques Strassacapa Margarete Zornita

Projeto. Supervisão. Escolar. Adriana Bührer Taques Strassacapa Margarete Zornita Projeto de Supervisão Escolar Adriana Bührer Taques Strassacapa Margarete Zornita Justificativa O plano de ação do professor pedagogo é um guia de orientação e estabelece as diretrizes e os meios de realização

Leia mais

CURSOS PRECISAM PREPARAR PARA A DOCÊNCIA

CURSOS PRECISAM PREPARAR PARA A DOCÊNCIA Fundação Carlos Chagas Difusão de Idéias novembro/2011 página 1 CURSOS PRECISAM PREPARAR PARA A DOCÊNCIA Elba Siqueira de Sá Barretto: Os cursos de Pedagogia costumam ser muito genéricos e falta-lhes um

Leia mais

CINEMA PEDAGÓGICO COMO INTERVENÇÃO PARA PRÁTICA DOCENTE. Elaine Fernanda Dornelas de Souza

CINEMA PEDAGÓGICO COMO INTERVENÇÃO PARA PRÁTICA DOCENTE. Elaine Fernanda Dornelas de Souza Encontro de Ensino, Pesquisa e Extensão, Presidente Prudente, 22 a 25 de outubro, 2012 721 CINEMA PEDAGÓGICO COMO INTERVENÇÃO PARA PRÁTICA DOCENTE Elaine Fernanda Dornelas de Souza Serviço Nacional de

Leia mais

PROJETO PEDAGÓGICO DO ENSINO FUNDAMENTAL E MÉDIO

PROJETO PEDAGÓGICO DO ENSINO FUNDAMENTAL E MÉDIO PROJETO PEDAGÓGICO DO ENSINO FUNDAMENTAL E MÉDIO APRESENTAÇÃO O Projeto Político Pedagógico da Escola foi elaborado com a participação da comunidade escolar, professores e funcionários, voltada para a

Leia mais

O Projeto Político Pedagógico. Norteadores para uma Gestão Democrática na Escola: PPP e Regimento Escolar

O Projeto Político Pedagógico. Norteadores para uma Gestão Democrática na Escola: PPP e Regimento Escolar O Projeto Político Pedagógico Norteadores para uma Gestão Democrática na Escola: PPP e Regimento Escolar 1 A sua escola possui uma Proposta Pedagógica (ou Projeto Político Pedagógico - PPP? Em caso afirmativo,

Leia mais

AVALIAÇÃO INSTITUCIONAL: ELEMENTOS PARA DISCUSSÃO 1

AVALIAÇÃO INSTITUCIONAL: ELEMENTOS PARA DISCUSSÃO 1 AVALIAÇÃO INSTITUCIONAL: ELEMENTOS PARA DISCUSSÃO 1 Sandra M. Zákia L. Sousa 2 As demandas que começam a ser colocadas no âmbito dos sistemas públicos de ensino, em nível da educação básica, direcionadas

Leia mais

Palavras-chave: Escola, Educação Física, Legitimidade e cultura corporal.

Palavras-chave: Escola, Educação Física, Legitimidade e cultura corporal. A ORGANIZAÇÃO DO TRABALHO PEDAGÓGICO DA EDUCAÇÃO FÍSICA NA ESCOLA MUNICIPAL RECANTO DO BOSQUE: LIMITES E POSSIBILIDADES PARA UMA INTERVENÇÃO PEDAGÓGICA A PARTIR DO SUBPROJETO DA EDUCAÇÃO FÍSICA DA ESEFFEGO/UEG.

Leia mais

PROJETO POLÍTICO-PEDAGÓGICO NA ESCOLA DA EDUCAÇÃO BÁSICA: POSSIBILIDADES E LIMITES

PROJETO POLÍTICO-PEDAGÓGICO NA ESCOLA DA EDUCAÇÃO BÁSICA: POSSIBILIDADES E LIMITES PROJETO POLÍTICO-PEDAGÓGICO NA ESCOLA DA EDUCAÇÃO BÁSICA: POSSIBILIDADES E LIMITES Antônio Cabral Neto Universidade Federal do Rio Grande do Norte Brasil cabranl@ufrnet.br Maria Doninha de Almeida Universidade

Leia mais

Algumas contribuições para a construção do projeto político pedagógico na escola 1

Algumas contribuições para a construção do projeto político pedagógico na escola 1 FALA PEDAGOGIA Algumas contribuições para a construção do projeto político pedagógico na escola 1 Daniela Erani Monteiro Will O Projeto Político Pedagógico (PPP), há alguns anos, está na pauta de discussões

Leia mais

CONCEPÇÕES DE AVALIAÇÃO SUBJACENTES AS PRÁTICAS PEDAGÓGICAS DE PROFESSORES DE EDUCAÇÃO FÍSICA

CONCEPÇÕES DE AVALIAÇÃO SUBJACENTES AS PRÁTICAS PEDAGÓGICAS DE PROFESSORES DE EDUCAÇÃO FÍSICA CONCEPÇÕES DE AVALIAÇÃO SUBJACENTES AS PRÁTICAS PEDAGÓGICAS DE PROFESSORES DE EDUCAÇÃO FÍSICA Andrelino Costa FERREIRA (UEPB/SEE-PB) Priscila Raposo ANANIAS (CESED/SEE- PB) Profª Drª Francisca Pereira

Leia mais

GUIA DE SUGESTÕES DE AÇÕES PARA IMPLEMENTAÇÃO E ACOMPANHAMENTO DO PROGRAMA DE INTERVENÇÃO PEDAGÓGICA

GUIA DE SUGESTÕES DE AÇÕES PARA IMPLEMENTAÇÃO E ACOMPANHAMENTO DO PROGRAMA DE INTERVENÇÃO PEDAGÓGICA GUIA DE SUGESTÕES DE AÇÕES PARA IMPLEMENTAÇÃO E ACOMPANHAMENTO DO PROGRAMA DE INTERVENÇÃO PEDAGÓGICA ALFABETIZAÇÃO NO TEMPO CERTO NAs REDES MUNICIPAIS DE ENSINO SECRETARIA DE ESTADO DE EDUCAÇÃO DE MINAS

Leia mais

Secretaria Municipal da Educação e Cultura - SMEC SALVADOR MAIO/2003

Secretaria Municipal da Educação e Cultura - SMEC SALVADOR MAIO/2003 Secretaria Municipal da Educação e Cultura - SMEC ATRIBUIÇÕES DOS GESTORES ESCOLARES DA REDE PÚBLICA MUNICIPAL DE ENSINO VERSÃO PRELIMINAR SALVADOR MAIO/2003 Dr. ANTÔNIO JOSÉ IMBASSAHY DA SILVA Prefeito

Leia mais

MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO

MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO Secretaria de Educação a Distância SEED Departamento de Regulação e Supervisão da Educação a Distância Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira Inep

Leia mais

TEXTO PRODUZIDO PELA GERÊNCIA DE ENSINO FUNDAMENTAL COMO CONTRIBUIÇÃO PARA O DEBATE

TEXTO PRODUZIDO PELA GERÊNCIA DE ENSINO FUNDAMENTAL COMO CONTRIBUIÇÃO PARA O DEBATE TEXTO PRODUZIDO PELA GERÊNCIA DE ENSINO FUNDAMENTAL COMO CONTRIBUIÇÃO PARA O DEBATE Avaliação institucional: potencialização do processo ensino e aprendizagem A avaliação institucional é uma prática recente

Leia mais

A Interdisciplinaridade como Metodologia de Ensino INTRODUÇÃO

A Interdisciplinaridade como Metodologia de Ensino INTRODUÇÃO A Interdisciplinaridade como Metodologia de Ensino O bom professor é o que consegue, enquanto fala trazer o aluno até a intimidade do movimento de seu pensamento. Paulo Freire INTRODUÇÃO A importância

Leia mais

Instrumento para revisão do Projeto Político Pedagógico

Instrumento para revisão do Projeto Político Pedagógico SECRETARIA DE ESTADO DE EDUCAÇÃO DE MINAS GERAIS SUBSECRETARIA DE DESENVOLVIMENTO DA EDUCAÇÃO BÁSICA SUPERINTENDÊNCIA DE DESENVOLVIMENTO DO ENSINO MÉDIO SUPERINTENDÊNCIA DE EDUCAÇÃO INFANTIL E FUNDAMENTAL

Leia mais

A colaboração, a investigação e a reflexão contínuas são os pilares que podem

A colaboração, a investigação e a reflexão contínuas são os pilares que podem A colaboração, a investigação e a reflexão contínuas são os pilares que podem sustentar esta aspiração. 2. COMO CONCRETIZAR A MUDANÇA O Projecto Educativo de Escola (PEE) pode constituir um instrumento

Leia mais

REFLEXÕES SOBRE A PRÁTICA DE ENSINO EM UM CURSO DE FORMAÇÃO DE PROFESSORES DE MATEMÁTICA A DISTÂNCIA

REFLEXÕES SOBRE A PRÁTICA DE ENSINO EM UM CURSO DE FORMAÇÃO DE PROFESSORES DE MATEMÁTICA A DISTÂNCIA REFLEXÕES SOBRE A PRÁTICA DE ENSINO EM UM CURSO DE FORMAÇÃO DE PROFESSORES DE MATEMÁTICA A DISTÂNCIA Telma Aparecida de Souza Gracias Faculdade de Tecnologia Universidade Estadual de Campinas/UNICAMP telmag@ft.unicamp.br

Leia mais

DIRETRIZES GERAIS DO ESTÁGIO SUPERVISIONADO DO CURSO DE PEDAGOGIA

DIRETRIZES GERAIS DO ESTÁGIO SUPERVISIONADO DO CURSO DE PEDAGOGIA DIRETRIZES GERAIS DO ESTÁGIO SUPERVISIONADO DO CURSO DE PEDAGOGIA INTRODUÇÃO O Estágio Curricular foi criado pela Lei 6.494, de 7 de dezembro de 1977 e regulamentado pelo Decreto 87.497, de 18 de agosto

Leia mais

FORMAÇÃO CONTINUADA EM SERVIÇO DE PROFESSORAS DA EDUCAÇÃO INFANTIL: UMA PESQUISA-INTERVENÇÃO EM ESCOLA DO MUNICÍPIO DE SÃO PAULO.

FORMAÇÃO CONTINUADA EM SERVIÇO DE PROFESSORAS DA EDUCAÇÃO INFANTIL: UMA PESQUISA-INTERVENÇÃO EM ESCOLA DO MUNICÍPIO DE SÃO PAULO. 1 FORMAÇÃO CONTINUADA EM SERVIÇO DE PROFESSORAS DA EDUCAÇÃO INFANTIL: UMA PESQUISA-INTERVENÇÃO EM ESCOLA DO MUNICÍPIO DE SÃO PAULO. Autora: MERLI, Angélica de Almeida - UNINOVE - angel.almeida@uninove.edu.br

Leia mais

FÓRUM: MEIO DE INTERAÇÃO NA EAD

FÓRUM: MEIO DE INTERAÇÃO NA EAD 1 FÓRUM: MEIO DE INTERAÇÃO NA EAD Elisangela Lunas Soares UNICESUMAR Centro Universitário Cesumar elisangela.soares@unicesumar.edu.br Alvaro Martins Fernandes Junior UNICESUMAR Centro Universitário Cesumar

Leia mais

A divulgação desta apresentação por Cd-Rom e no Web site do programa Educação do Instituto do Banco Mundial e feita com a autorização do autor.

A divulgação desta apresentação por Cd-Rom e no Web site do programa Educação do Instituto do Banco Mundial e feita com a autorização do autor. A divulgação desta apresentação por Cd-Rom e no Web site do programa Educação do Instituto do Banco Mundial e feita com a autorização do autor. A ESCOLA PRECISA SER VISTA COMO UMA UNIDADE FUNDAMENTAL PARA

Leia mais

FORMAÇÃO DOCENTE: ASPECTOS PESSOAIS, PROFISSIONAIS E INSTITUCIONAIS

FORMAÇÃO DOCENTE: ASPECTOS PESSOAIS, PROFISSIONAIS E INSTITUCIONAIS FORMAÇÃO DOCENTE: ASPECTOS PESSOAIS, PROFISSIONAIS E INSTITUCIONAIS Daniel Silveira 1 Resumo: O objetivo desse trabalho é apresentar alguns aspectos considerados fundamentais para a formação docente, ou

Leia mais

de Ciências do Ambiente e Sustentabilidade na Amazônia

de Ciências do Ambiente e Sustentabilidade na Amazônia Anais do I Seminário Internacional de Ciências do Ambiente e Sustentabilidade na Amazônia A CONTRIBUIÇÃO DA DIDÁTICA CRÍTICA NA INTERLIGAÇÃO DE SABERES AMBIENTAIS NO PROCESSO DE FORMAÇÃO DE PROFESSORES

Leia mais

REUNIÃO DE COORDENADORES DATA: 03/03/11 HORÁRIO: 7h30 LOCAL: CENFOP ( SALA DA UAB) ABORDAGEM DO ENCONTRO: PLANEJAMENTO

REUNIÃO DE COORDENADORES DATA: 03/03/11 HORÁRIO: 7h30 LOCAL: CENFOP ( SALA DA UAB) ABORDAGEM DO ENCONTRO: PLANEJAMENTO PREFEITURA MUNICIPAL DE IPATINGA-MG SECRETARIA MUNICIPAL DE EDUCAÇÃO SME CENTRO DE FORMAÇÃO PEDAGÓGICA CENFOP REUNIÃO DE COORDENADORES DATA: 03/03/11 HORÁRIO: 7h30 LOCAL: CENFOP ( SALA DA UAB) ABORDAGEM

Leia mais

Secretaria Municipal de Educação SP. 144 Assessor Pedgógico. 145. Consultar o Caderno Balanço Geral da PMSP/SME, l992.

Secretaria Municipal de Educação SP. 144 Assessor Pedgógico. 145. Consultar o Caderno Balanço Geral da PMSP/SME, l992. PAULO FREIRE: A GESTÃO COLEGIADA NA PRÁXIS PEDAGÓGICO-ADMINISTRATIVA Maria Nilda de Almeida Teixeira Leite, Maria Filomena de Freitas Silva 143 e Antonio Fernando Gouvêa da Silva 144 Neste momento em que

Leia mais

Proposta de curso de especialização em Educação Física com ênfase em Esporte Educacional e projetos sociais em rede nacional.

Proposta de curso de especialização em Educação Física com ênfase em Esporte Educacional e projetos sociais em rede nacional. Proposta de curso de especialização em Educação Física com ênfase em Esporte Educacional e projetos sociais em rede nacional. JUSTIFICATIVA Esporte Educacional & Projetos Sociais Esporte como meio de inclusão

Leia mais

Formação continuada: a educação municipal de Bauru/SP

Formação continuada: a educação municipal de Bauru/SP Formação continuada: a educação municipal de Bauru/SP Prof.ª Dra. Vera Mariza Regino Casério e-mail: veracaserio@bauru.sp.gov.br Prof.ª Esp. Fernanda Carneiro Bechara Fantin e-mail: fernandafantin@bauru.sp.gov.br

Leia mais

O Trabalho Coletivo na Escola

O Trabalho Coletivo na Escola O Trabalho Coletivo na Escola Profa. Dra. Myrtes Alonso 1. A gestão da escola: uma relação pedagógico-administrativa Antes de ingressarmos propriamente no tema enunciado, devemos ter bem claro os modernos

Leia mais

Palavras-Chave: Projeto Político-Pedagógico; Prática Pedagógica; Currículo Interdisciplinar; Proposta Pedagógica.

Palavras-Chave: Projeto Político-Pedagógico; Prática Pedagógica; Currículo Interdisciplinar; Proposta Pedagógica. A PRÁTICA PEDAGÓGICA DO LICEU ESCOLA DE ARTES E OFÍCIOS MESTRE RAIMUNDO CARDOSO: UM ESTUDO AVALIATIVO JUNTO A PROFESSORES E ALUNOS *Alcemir Pantoja Rodrigues ** Arlete Marinho Gonçalves Universidade do

Leia mais

EDUCAÇÃO E CIDADANIA: OFICINAS DE DIREITOS HUMANOS COM CRIANÇAS E ADOLESCENTES NA ESCOLA

EDUCAÇÃO E CIDADANIA: OFICINAS DE DIREITOS HUMANOS COM CRIANÇAS E ADOLESCENTES NA ESCOLA EDUCAÇÃO E CIDADANIA: OFICINAS DE DIREITOS HUMANOS COM CRIANÇAS E ADOLESCENTES NA ESCOLA Autores: FIGUEIREDO 1, Maria do Amparo Caetano de LIMA 2, Luana Rodrigues de LIMA 3, Thalita Silva Centro de Educação/

Leia mais

PEDAGOGO QUESTÕES DE PROVAS DE CONCURSOS PÚBLICOS DO MAGISTÉRIO

PEDAGOGO QUESTÕES DE PROVAS DE CONCURSOS PÚBLICOS DO MAGISTÉRIO PEDAGOGO 01. Um pedagogo que tem como pressuposto, em sua prática pedagógica, a concepção de que o aluno é o centro do processo e que cabe ao professor se esforçar para despertar-lhe a atenção e a curiosidade,

Leia mais

ESTÁGIO DOCENTE DICIONÁRIO

ESTÁGIO DOCENTE DICIONÁRIO ESTÁGIO DOCENTE Ato educativo supervisionado realizado no contexto do trabalho docente que objetiva a formação de educandos que estejam regularmente frequentando cursos e/ou programas de formação de professores

Leia mais

Formação de professores do Ensino Médio

Formação de professores do Ensino Médio Formação de professores do Ensino Médio Etapa I Caderno VI Pacto Nacional pelo Fortalecimento do Ensino Médio A Avaliação no Ensino Médio Ocimar Alavarse Gabriel Gabrowski Mediadora: Viviane Aparecida

Leia mais

REALIZAÇÃO DE TRABALHOS INTERDISCIPLINARES GRUPOS DE LEITURA SUPERVISIONADA (GRULES)

REALIZAÇÃO DE TRABALHOS INTERDISCIPLINARES GRUPOS DE LEITURA SUPERVISIONADA (GRULES) REALIZAÇÃO DE TRABALHOS INTERDISCIPLINARES GRUPOS DE LEITURA SUPERVISIONADA (GRULES) 1 APRESENTAÇÃO Este manual é um documento informativo visando orientar a comunidade acadêmica quanto ao processo de

Leia mais

ESTRATÉGIAS NA EDUCAÇÃO DE JOVENS E ADULTOS NA PERSPECTIVA DAS NOVAS TECNOLOGIAS

ESTRATÉGIAS NA EDUCAÇÃO DE JOVENS E ADULTOS NA PERSPECTIVA DAS NOVAS TECNOLOGIAS 1 ESTRATÉGIAS NA EDUCAÇÃO DE JOVENS E ADULTOS NA PERSPECTIVA DAS NOVAS TECNOLOGIAS INTRODUÇÃO Marilda Coelho da Silva marildagabriela@yahoo.com.br Mestrado Profissional Formação de Professores UEPB As

Leia mais

em partilhar sentido. [Gutierrez e Prieto, 1994] A EAD pode envolver estudos presenciais, mas para atingir seus objetivos necessita

em partilhar sentido. [Gutierrez e Prieto, 1994] A EAD pode envolver estudos presenciais, mas para atingir seus objetivos necessita II. COMPETÊNCIAS E HABILIDADES A assessoria pedagógica não consiste em transmitir certezas, mas em partilhar sentido. [Gutierrez e Prieto, 1994] A EAD pode envolver estudos presenciais, mas para atingir

Leia mais

Orientações para o Projeto Político Pedagógico PPP

Orientações para o Projeto Político Pedagógico PPP Orientações para o Projeto Político Pedagógico PPP Pensar e construir o Projeto Político-Pedagógico é refletir, numa primeira instância, sobre questões fundamentais que assegurem uma visão de totalidade

Leia mais

OFICINA PEDAGÓGICA DE PLANEJAMENTO PARTICIPATIVO DO CURSO DE ENFERMAGEM DAS FACULDADES INTA

OFICINA PEDAGÓGICA DE PLANEJAMENTO PARTICIPATIVO DO CURSO DE ENFERMAGEM DAS FACULDADES INTA 1 OFICINA PEDAGÓGICA DE PLANEJAMENTO PARTICIPATIVO DO CURSO DE ENFERMAGEM DAS FACULDADES INTA Maria Adelane Monteiro da Silva Antonia Eliana de Araújo Aragão Keila Maria de Azevedo Ponte Lourdes Claudênia

Leia mais

Planejamento na Educação Musical Infantil

Planejamento na Educação Musical Infantil Planejamento na Educação Musical Infantil Ricardo Dourado Freire Universidade de Brasília freireri@unb.br Sandra Ferraz Freire Universidade de Brasília sandra.ferraz@gmail.com Sumário: O processo de planejamento

Leia mais

Suas atividades terão como horizonte a escola, de modo particular, a escola em que você atua!

Suas atividades terão como horizonte a escola, de modo particular, a escola em que você atua! PROJETO-INTERVENÇÃO O curso de formação de gestores escolares que estamos realizando orientase por dois eixos básicos: a) a educação compreendida como direito social a ser suprido pelo Estado; b) a gestão

Leia mais

Catálogo do Curso de Educação Ambiental Dimensões da Sustentabilidade na Escola

Catálogo do Curso de Educação Ambiental Dimensões da Sustentabilidade na Escola Catálogo do Curso de Educação Ambiental Dimensões da Sustentabilidade na Escola 1. Dados Gerais 1. Área Temática: Educação Ambiental 2. Nome do curso: Educação Ambiental: Dimensões da Sustentabilidade

Leia mais

O PEDAGOGO E O CONSELHO DE ESCOLA: UMA ARTICULAÇÃO NECESSÁRIA

O PEDAGOGO E O CONSELHO DE ESCOLA: UMA ARTICULAÇÃO NECESSÁRIA O PEDAGOGO E O CONSELHO DE ESCOLA: UMA ARTICULAÇÃO NECESSÁRIA SANTOS *, Josiane Gonçalves SME/CTBA josiane_2104@hotmail.com Resumo Os tempos mudaram, a escola mudou. Refletir sobre a escola na contemporaneidade

Leia mais

MODELOS ORGANIZATIVOS DE ENSINO E APRENDIZAGEM: UMA PROPOSTA PARA A FORMAÇÃO CONTINUADA DE PROFESSORES DE MATEMÁTICA

MODELOS ORGANIZATIVOS DE ENSINO E APRENDIZAGEM: UMA PROPOSTA PARA A FORMAÇÃO CONTINUADA DE PROFESSORES DE MATEMÁTICA MODELOS ORGANIZATIVOS DE ENSINO E APRENDIZAGEM: UMA PROPOSTA PARA A FORMAÇÃO CONTINUADA DE PROFESSORES DE MATEMÁTICA Jaqueline Oliveira Silva Ribeiro SESI-SP josr2@bol.com.br Dimas Cássio Simão SESI-SP

Leia mais

PLANO DE AÇÃO - 2014

PLANO DE AÇÃO - 2014 PREFEITURA MUNICIPAL DE QUIXADÁ SECRETARIA MUNICIPAL DA EDUCAÇÃO SUPERINTENDÊNCIA DE DESENVOLVIMENTO PEDAGÓGICO PLANO DE AÇÃO - 2014 MISSÃO Assessorar as Regionais Educacionais, fortalecendo o processo

Leia mais

SECRETARIA DE ESTADO DA EDUCAÇÃO COORDENADORIA DE ENSINO DO INTERIOR DIRETORIA DE ENSINO REGIÃO DE ITAPETININGA

SECRETARIA DE ESTADO DA EDUCAÇÃO COORDENADORIA DE ENSINO DO INTERIOR DIRETORIA DE ENSINO REGIÃO DE ITAPETININGA EDITAL nº 01 /2015 A Direção da EE Cel. Fernando Prestes, torna pública a abertura de inscrição para professores interessados em exercer a FUNÇÃO DE PROFESSOR COORDENADOR para o segmento do Ensino Médio,

Leia mais

PROJETO POLÍTICO-PEDAGÓGICO: CONSTRUÇÃO COLETIVA DO RUMO DA ESCOLA

PROJETO POLÍTICO-PEDAGÓGICO: CONSTRUÇÃO COLETIVA DO RUMO DA ESCOLA PROJETO POLÍTICO-PEDAGÓGICO: CONSTRUÇÃO COLETIVA DO RUMO DA ESCOLA Luís Armando Gandin Neste breve artigo, trato de defender a importância da construção coletiva de um projeto político-pedagógico nos espaços

Leia mais

A AVALIAÇÃO EM CONTEXTO DIFERENCIADO PARA EDUCAÇÃO INFANTIL

A AVALIAÇÃO EM CONTEXTO DIFERENCIADO PARA EDUCAÇÃO INFANTIL A AVALIAÇÃO EM CONTEXTO DIFERENCIADO PARA EDUCAÇÃO INFANTIL JOSÉ MATEUS DO NASCIMENTO zenmateus@gmail.com POLIANI SANTOS DA SILVA poliany_mme@hotmail.com MARIA AUXILIADORA DOS SANTOS MARINHO Campus IV(CCAE)

Leia mais

REGULAMENTO DE ESTÁGIO CURRICULAR SUPERVISIONADO DO CURSO DE LICENCIATURA EM FÍSICA

REGULAMENTO DE ESTÁGIO CURRICULAR SUPERVISIONADO DO CURSO DE LICENCIATURA EM FÍSICA MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO SECRETARIA DE EDUCAÇÃO SUPERIOR INSTITUTO FEDERAL DO PARANÁ CÂMPUS TELÊMACO BORBA REGULAMENTO DE ESTÁGIO CURRICULAR SUPERVISIONADO DO CURSO DE LICENCIATURA EM FÍSICA Telêmaco Borba,

Leia mais

Implantação de um Programa de Educação Continuada em Bioterismo do Ceca/Fiocruz.

Implantação de um Programa de Educação Continuada em Bioterismo do Ceca/Fiocruz. Implantação de um Programa de Educação Continuada em Bioterismo do Ceca/Fiocruz. Objeto Desenvolver Projeto para a implementação de um Programa de Educação Continuada em Bioterismo no Cecal. Introdução:

Leia mais

FACULDADE PITÁGORAS CAMPUS MACEIÓ PROJETO DA COMISSÃO PRÓPRIA DE AVALIAÇÃO - CPA. Maceió, 2013.

FACULDADE PITÁGORAS CAMPUS MACEIÓ PROJETO DA COMISSÃO PRÓPRIA DE AVALIAÇÃO - CPA. Maceió, 2013. PROJETO DA COMISSÃO PRÓPRIA DE AVALIAÇÃO - CPA Maceió, 2013. SUMÁRIO APRESENTAÇÃO 1. HISTÓRICO DO GRUPO 2. DIREÇÃO 3. MISSÃO INSTITUCIONAL 4. VISÃO INSTITUCIONAL 5. FACULDADE PITÁGORAS 6. A COMISSÃO PRÓPRIA

Leia mais

O SERVIÇO SOCIAL NA UNIVERSIDADE CASTELO BRANCO: ENSINO, PESQUISA E EXTENSÃO NA CONSTRUÇÃO DE UM PROJETO DE CIDADANIA.

O SERVIÇO SOCIAL NA UNIVERSIDADE CASTELO BRANCO: ENSINO, PESQUISA E EXTENSÃO NA CONSTRUÇÃO DE UM PROJETO DE CIDADANIA. O SERVIÇO SOCIAL NA UNIVERSIDADE CASTELO BRANCO: ENSINO, PESQUISA E EXTENSÃO NA CONSTRUÇÃO DE UM PROJETO DE CIDADANIA. Profa. Elizabeth Rodrigues Felix 1 I- INTRODUÇÃO Com dezoito anos de existência, o

Leia mais

Síntese do plano de atuação da CPA- ciclo avaliativo 2008/2010

Síntese do plano de atuação da CPA- ciclo avaliativo 2008/2010 Síntese do plano de atuação da CPA- ciclo avaliativo 2008/2010 O trabalho da CPA/PUCSP de avaliação institucional está regulamentado pela Lei federal nº 10.861/04 (que institui o SINAES), artigo 11 e pelo

Leia mais

A EDUCAÇÃO DO CAMPO E AS PRÁTICAS PEDAGÓGICAS NAS ESCOLAS DO ASSENTAMENTO SÃO FRANCISCO III.SOLÂNEA/PB.

A EDUCAÇÃO DO CAMPO E AS PRÁTICAS PEDAGÓGICAS NAS ESCOLAS DO ASSENTAMENTO SÃO FRANCISCO III.SOLÂNEA/PB. A EDUCAÇÃO DO CAMPO E AS PRÁTICAS PEDAGÓGICAS NAS ESCOLAS DO ASSENTAMENTO SÃO FRANCISCO III.SOLÂNEA/PB. Otaciana da Silva Romão (Aluna do curso de especialização em Fundamentos da Educação UEPB), Leandro

Leia mais

A ORGANIZAÇÃO DO TRABALHO PEDAGÓGICO COMO PRINCÍPIO EDUCATIVO NA FORMAÇÃO DE PROFESSORES

A ORGANIZAÇÃO DO TRABALHO PEDAGÓGICO COMO PRINCÍPIO EDUCATIVO NA FORMAÇÃO DE PROFESSORES A ORGANIZAÇÃO DO TRABALHO PEDAGÓGICO COMO PRINCÍPIO EDUCATIVO NA FORMAÇÃO DE Universidade Estadual De Maringá gasparin01@brturbo.com.br INTRODUÇÃO Ao pensarmos em nosso trabalho profissional, muitas vezes,

Leia mais

Instituto de Humanidades e Letras. Curso: Pedagogia

Instituto de Humanidades e Letras. Curso: Pedagogia Instituto de Humanidades e Letras Curso: Pedagogia AVALIAÇÃO Avaliamos cotidianamente as diversas ações de pessoas que nos envolvem, o desempenho de instituições e nossas próprias condutas. Nesse sentido,

Leia mais

AS RELAÇÕES DE ENSINO E APRENDIZAGEM NA EDUCAÇÃO

AS RELAÇÕES DE ENSINO E APRENDIZAGEM NA EDUCAÇÃO AS RELAÇÕES DE ENSINO E APRENDIZAGEM NA EDUCAÇÃO A DISTÂNCIA E O TRABALHO DO TUTOR COMO MEDIADOR DO CONHECIMENTO SOEK, Ana Maria (asoek@bol.com.br) Universidade Federal do Paraná (UFPR) - Brasil HARACEMIV,

Leia mais

UNIVERSIDADE ESTADUAL DO CENTRO OESTE UNICENTRO CURSO DE MÍDIAS NA EDUCAÇÃO KARINA DE NAZARÉ DA COSTA MARTINS PROFESSOR: PAULO GUILHERMITE

UNIVERSIDADE ESTADUAL DO CENTRO OESTE UNICENTRO CURSO DE MÍDIAS NA EDUCAÇÃO KARINA DE NAZARÉ DA COSTA MARTINS PROFESSOR: PAULO GUILHERMITE UNIVERSIDADE ESTADUAL DO CENTRO OESTE UNICENTRO CURSO DE MÍDIAS NA EDUCAÇÃO KARINA DE NAZARÉ DA COSTA MARTINS PROFESSOR: PAULO GUILHERMITE O USO DA INTERNET NO PROCESSO EDUCACIONAL: O DESAFIO PARA OS PROFESSORES

Leia mais

X Encontro Nacional de Escolas de Governo

X Encontro Nacional de Escolas de Governo X Encontro Nacional de Escolas de Governo Painel Cursos de pós-graduação nas escolas de governo A experiência da Enap na oferta de cursos de pós-graduação lato sensu Carmen Izabel Gatto e Maria Stela Reis

Leia mais

RELATO DO PROJETO OBSERVATÓRIO DA EDUCAÇÃO. GT 06 Formação de professores de Matemática: práticas, saberes e desenvolvimento profissional

RELATO DO PROJETO OBSERVATÓRIO DA EDUCAÇÃO. GT 06 Formação de professores de Matemática: práticas, saberes e desenvolvimento profissional RELATO DO PROJETO OBSERVATÓRIO DA EDUCAÇÃO GT 06 Formação de professores de Matemática: práticas, saberes e desenvolvimento profissional Maria Madalena Dullius, madalena@univates.br Daniela Cristina Schossler,

Leia mais

EDUCAÇÃO DO CAMPO: Interfaces teóricas e políticas na formação do professor

EDUCAÇÃO DO CAMPO: Interfaces teóricas e políticas na formação do professor EDUCAÇÃO DO CAMPO: Interfaces teóricas e políticas na formação do professor Juliana Graciano Parise 1 Eliane de Lourdes Felden 2 Resumo: O trabalho apresenta uma experiência de ensino articulado à pesquisa

Leia mais

DIRETRIZES DA EDUCAÇÃO A DISTÂNCIA NO SISTEMA INTEGRADO DE FORMAÇÃO DA MAGISTRATURA DO TRABALHO - SIFMT

DIRETRIZES DA EDUCAÇÃO A DISTÂNCIA NO SISTEMA INTEGRADO DE FORMAÇÃO DA MAGISTRATURA DO TRABALHO - SIFMT DIRETRIZES DA EDUCAÇÃO A DISTÂNCIA NO SISTEMA INTEGRADO DE FORMAÇÃO DA MAGISTRATURA DO TRABALHO - SIFMT 1 SUMÁRIO 1. APRESENTAÇÃO 2. CENÁRIO PROFISSIONAL 3. CONCEPÇÃO DA APRENDIZAGEM E METODOLOGIA 4. ESTRATÉGIAS

Leia mais

O PAPEL DO GESTOR COMO MULTIPLICADOR

O PAPEL DO GESTOR COMO MULTIPLICADOR Programa de Capacitação PAPEL D GESTR CM MULTIPLICADR Brasília 12 de maio de 2011 Graciela Hopstein ghopstein@yahoo.com.br Qual o conceito de multiplicador? Quais são as idéias associadas a esse conceito?

Leia mais

iniciais: relato de uma experiência de parceria

iniciais: relato de uma experiência de parceria A formação do professor de ciências para as séries iniciais: relato de uma experiência de parceria Profa. Dra. Maria Candida Muller Professora dos cursos de Pedagogia e Análise de Sistemas Centro Universitário

Leia mais

UNIDADE II METODOLOGIA DO FORMAÇÃO PELA ESCOLA

UNIDADE II METODOLOGIA DO FORMAÇÃO PELA ESCOLA UNIDADE II METODOLOGIA DO FORMAÇÃO PELA ESCOLA Quando focalizamos o termo a distância, a característica da não presencialidade dos sujeitos, num mesmo espaço físico e ao mesmo tempo, coloca se como um

Leia mais

SEMI-PRESENCIALIDADE NO ENSINO SUPERIOR: ALGUNS RESULTADOS DESSA MODALIDADE NA FGF

SEMI-PRESENCIALIDADE NO ENSINO SUPERIOR: ALGUNS RESULTADOS DESSA MODALIDADE NA FGF 1 SEMI-PRESENCIALIDADE NO ENSINO SUPERIOR: ALGUNS RESULTADOS DESSA MODALIDADE NA FGF Fortaleza CE Junho/2009 Karla Angélica Silva do Nascimento - Faculdade Integrada da Grande Fortaleza karla@fgf.edu.br

Leia mais

ANÁLISE DOS ASPECTOS TEÓRICO METODOLÓGICOS DO CURSO DE FORMAÇÃO CONTINUADA DE CONSELHEIROS MUNICIPAIS DE EDUCAÇÃO

ANÁLISE DOS ASPECTOS TEÓRICO METODOLÓGICOS DO CURSO DE FORMAÇÃO CONTINUADA DE CONSELHEIROS MUNICIPAIS DE EDUCAÇÃO ANÁLISE DOS ASPECTOS TEÓRICO METODOLÓGICOS DO CURSO DE FORMAÇÃO CONTINUADA DE CONSELHEIROS MUNICIPAIS DE EDUCAÇÃO Andrelisa Goulart de Mello Universidade Federal de Santa Maria andrelaizes@gmail.com Ticiane

Leia mais

A IMPORTÂNCIA DOS FUNCIONÁRIOS NO PROCESSO EDUCATIVO NAS ESCOLAS

A IMPORTÂNCIA DOS FUNCIONÁRIOS NO PROCESSO EDUCATIVO NAS ESCOLAS A IMPORTÂNCIA DOS FUNCIONÁRIOS NO PROCESSO EDUCATIVO NAS ESCOLAS Carine Ferreira Machado Virago 1 Carla Cristiane Costa 2 Resumo: A nova conjuntura educacional, voltada especialmente a uma educação integral

Leia mais

2.5 AVALIAÇÃO NA EDUCAÇÃO INFANTIL

2.5 AVALIAÇÃO NA EDUCAÇÃO INFANTIL 2.5 AVALIAÇÃO NA EDUCAÇÃO INFANTIL Para que a Educação Infantil no município de Piraquara cumpra as orientações desta Proposta Curricular a avaliação do aprendizado e do desenvolvimento da criança, como

Leia mais

O PEDAGOGO ENQUANTO GESTOR ESCOLAR: UM ESTUDO BIBLIOGRÁFICO SOBRE AS ATRIBUIÇÕES PROFISSIONAIS

O PEDAGOGO ENQUANTO GESTOR ESCOLAR: UM ESTUDO BIBLIOGRÁFICO SOBRE AS ATRIBUIÇÕES PROFISSIONAIS O PEDAGOGO ENQUANTO GESTOR ESCOLAR: UM ESTUDO BIBLIOGRÁFICO SOBRE AS ATRIBUIÇÕES PROFISSIONAIS Kely-Anee de Oliveira Nascimento Graduanda em Pedagogia - UFPI Patrícia Sara Lopes Melo Mestre em Educação

Leia mais

NÚCLEO DE APOIO DIDÁTICO E METODOLÓGICO (NADIME)

NÚCLEO DE APOIO DIDÁTICO E METODOLÓGICO (NADIME) NÚCLEO DE APOIO DIDÁTICO E METODOLÓGICO (NADIME) Palmas 2010 1. Apresentação O Núcleo de Apoio Didático e Metodológico NADIME é o órgão da Faculdade Católica do Tocantins responsável pela efetivação da

Leia mais

PROJETO POLÍTICO PEDAGÓGICO: A construção do Projeto Político Pedagógico contribuindo com a realidade da Escola.

PROJETO POLÍTICO PEDAGÓGICO: A construção do Projeto Político Pedagógico contribuindo com a realidade da Escola. PROJETO POLÍTICO PEDAGÓGICO: A construção do Projeto Político Pedagógico contribuindo com a realidade da Escola. Viviane Kalil Fadel Plombon * PUCPR Resumo Para que ocorra um trabalho de qualidade em uma

Leia mais

A FORMAÇÃO DE PROFESSORES PARA A INCLUSÃO DOS ALUNOS NO ESPAÇO PEDAGÓGICO DA DIVERSIDADE 1

A FORMAÇÃO DE PROFESSORES PARA A INCLUSÃO DOS ALUNOS NO ESPAÇO PEDAGÓGICO DA DIVERSIDADE 1 A FORMAÇÃO DE PROFESSORES PARA A INCLUSÃO DOS ALUNOS NO ESPAÇO PEDAGÓGICO DA DIVERSIDADE 1 Rita Vieira de Figueiredo 2 Gosto de pensar na formação de professores (inspirada no poema de Guimarães) Rosa

Leia mais

Alcance e flexibilidade nem sempre oferecidos pelo ensino presencial.

Alcance e flexibilidade nem sempre oferecidos pelo ensino presencial. Alcance e flexibilidade nem sempre oferecidos pelo ensino presencial. Nos programas e cursos da Educação a Distância da Escola Nacional de Saúde Pública Sergio Arouca (EAD/ ENSP), a formação dos profissionais

Leia mais

PROJETO DE INTERVENÇÃO PEDAGÓGICA NA ESCOLA

PROJETO DE INTERVENÇÃO PEDAGÓGICA NA ESCOLA PROJETO DE INTERVENÇÃO PEDAGÓGICA NA ESCOLA O que é o Projeto de Intervenção Pedagógica? O significado de projeto encontrado comumente nos dicionários da Língua Portuguesa está associado a plano de realizar,

Leia mais

Mudanças de atitudes e de concepções e o papel das tecnologias da informação e comunicação

Mudanças de atitudes e de concepções e o papel das tecnologias da informação e comunicação Mudanças de atitudes e de concepções e o papel das tecnologias da informação e comunicação Lígia Cristina Bada Rubim [ligiarubim@uol.com.br] Maria Elisabette Brisola Brito Prado [beprado@terra.com.br]

Leia mais

Articulando saberes e transformando a prática

Articulando saberes e transformando a prática Articulando saberes e transformando a prática Maria Elisabette Brisola Brito Prado Na sociedade do conhecimento e da tecnologia torna-se necessário repensar o papel da escola, mais especificamente as questões

Leia mais

Apresentação do Professor. Pesquisa e Prática Profissional: A Escola. Ementa. Organização da Disciplina. Teleaula 1

Apresentação do Professor. Pesquisa e Prática Profissional: A Escola. Ementa. Organização da Disciplina. Teleaula 1 Pesquisa e Prática Profissional: A Escola Teleaula 1 Profa. Me. Marinice Natal Apresentação do Professor Graduação Pedagogia Especialização Metodologia do Ensino Superior Mestrado - Educação Ementa A Escola

Leia mais

Objetivo Promover reflexões acerca da identidade, do papel e das atribuições das equipes pedagógicas do IFTM, visando à construção coletiva de ações

Objetivo Promover reflexões acerca da identidade, do papel e das atribuições das equipes pedagógicas do IFTM, visando à construção coletiva de ações Objetivo Promover reflexões acerca da identidade, do papel e das atribuições das equipes pedagógicas do IFTM, visando à construção coletiva de ações a serem implementadas nos câmpus do Instituto. A identidade

Leia mais

Projeto Pedagógico Institucional PPI FESPSP FUNDAÇÃO ESCOLA DE SOCIOLOGIA E POLÍTICA DE SÃO PAULO PROJETO PEDAGÓGICO INSTITUCIONAL PPI

Projeto Pedagógico Institucional PPI FESPSP FUNDAÇÃO ESCOLA DE SOCIOLOGIA E POLÍTICA DE SÃO PAULO PROJETO PEDAGÓGICO INSTITUCIONAL PPI FUNDAÇÃO ESCOLA DE SOCIOLOGIA E POLÍTICA DE SÃO PAULO PROJETO PEDAGÓGICO INSTITUCIONAL PPI Grupo Acadêmico Pedagógico - Agosto 2010 O Projeto Pedagógico Institucional (PPI) expressa os fundamentos filosóficos,

Leia mais

CURSO DE FORMAÇÃO FILOSOFIA PARA CRIANÇAS E JOVENS A COMUNIDADE DE INVESTIGAÇÃO. Local de realização: Escola Secundária José Estêvão - AVEIRO

CURSO DE FORMAÇÃO FILOSOFIA PARA CRIANÇAS E JOVENS A COMUNIDADE DE INVESTIGAÇÃO. Local de realização: Escola Secundária José Estêvão - AVEIRO CURSO DE FORMAÇÃO FILOSOFIA PARA CRIANÇAS E JOVENS A COMUNIDADE DE INVESTIGAÇÃO Local de realização: Escola Secundária José Estêvão - AVEIRO Registo: CCPFC/ACC-76907/14, Nº Créditos: 1, Válida até: 10-02-2017

Leia mais

PROGRAMA Disciplina: Estágio Supervisionado I OBJETIVOS

PROGRAMA Disciplina: Estágio Supervisionado I OBJETIVOS UNIVERSIDADE DE PERNAMBUCO UPE CAMPUS PETROLINA PROGRAMA Disciplina: Estágio Supervisionado I Código da Disciplina: Obrigatória: Sim Eletiva: Não Carga Horária Semestral: 90 Número de Créditos: 03 Pré-requisito:

Leia mais

ELEMENTOS DA PRÁTICA PEDAGÓGICA. A Organização do Trabalho Pedagógico da Escola

ELEMENTOS DA PRÁTICA PEDAGÓGICA. A Organização do Trabalho Pedagógico da Escola ELEMENTOS DA PRÁTICA PEDAGÓGICA A Organização do Trabalho Pedagógico da Escola Tudo o que os alunos e alunas aprendem mediante um modelo de ensino e aprendizagem específico é determinado por variáveis

Leia mais

Eixo Temático 4 : Formação de professores e práticas pedagógicas PROFESSORES AUTÔNOMOS: UTILIZANDO FERRAMENTAS TECNOLÓGICAS COMO RECURSO PEDAGÓGICO

Eixo Temático 4 : Formação de professores e práticas pedagógicas PROFESSORES AUTÔNOMOS: UTILIZANDO FERRAMENTAS TECNOLÓGICAS COMO RECURSO PEDAGÓGICO Eixo Temático 4 : Formação de professores e práticas pedagógicas PROFESSORES AUTÔNOMOS: UTILIZANDO FERRAMENTAS TECNOLÓGICAS COMO RECURSO PEDAGÓGICO RESUMO Arlam Dielcio Pontes da Silva UFRPE/UAG Gerciane

Leia mais

Educação bilíngüe intercultural entre povos indígenas brasileiros

Educação bilíngüe intercultural entre povos indígenas brasileiros Educação bilíngüe intercultural entre povos indígenas brasileiros Maria do Socorro Pimentel da Silva 1 Leandro Mendes Rocha 2 No Brasil, assim como em outros países das Américas, as minorias étnicas viveram

Leia mais

A REFLEXÃO CRÍTICA NA FORMAÇÃO DE PROFESSORES: Entre Práticas e Saberes. Alciane Gonçalves Barbosa - Graduanda em Pedagogia/UFPI

A REFLEXÃO CRÍTICA NA FORMAÇÃO DE PROFESSORES: Entre Práticas e Saberes. Alciane Gonçalves Barbosa - Graduanda em Pedagogia/UFPI A REFLEXÃO CRÍTICA NA FORMAÇÃO DE PROFESSORES: Entre Práticas e Saberes Alciane Gonçalves Barbosa - Graduanda em Pedagogia/UFPI Maria Antonia Alves Lima Graduanda em Pedagogia /UFPI Bárbara Maria Macedo

Leia mais

Movimento Nossa São Paulo Outra Cidade. Gestão Democrática

Movimento Nossa São Paulo Outra Cidade. Gestão Democrática Movimento Nossa São Paulo Outra Cidade Gestão Democrática Diagnóstico Em agosto de 2002, o Fórum de Educação da Zona Leste promoveu o 2º seminário Plano Local de Desenvolvimento Educativo. Realizado no

Leia mais