INTEGRAÇÃO FINANCEIRA NA CADEIA DE SUPRIMENTOS SUPPLY CHAIN FINANCE. Vanessa Saavedra

Save this PDF as:
 WORD  PNG  TXT  JPG

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "INTEGRAÇÃO FINANCEIRA NA CADEIA DE SUPRIMENTOS SUPPLY CHAIN FINANCE. Vanessa Saavedra"

Transcrição

1 INTEGRAÇÃO FINANCEIRA NA CADEIA DE SUPRIMENTOS SUPPLY CHAIN FINANCE Vanessa Saavedra

2 Este artigo é parte do resultado alcançado por meio da pesquisa de Supply Chain Finance (SCF), que tem como tema Integração Financeira na Cadeia de Suprimentos. O SCF representa a combinação de alternativas tecnológicas e de financiamento que integram compradores, fornecedores e instituições financeiras com o objetivo de viabilizar projetos, reduzir os custos de captação de recursos e aumentar a oferta de capital de giro no âmbito das cadeias de suprimentos. Os principais fatores que estruturam o conceito de SCF são a necessidade cada vez maior de capital de giro, associada ao amadurecimento do conceito de Supply Chain Management (SCM), uma modelagem de negócios que, em geral, vem sendo utilizada para fazer referência aos aspectos de integração e coordenação dos principais processos das empresas e de suas interfaces, desde o fornecedor ao cliente final. Tal conceito foi introduzido em organizações dos mais variados portes, sendo apontado como elemento-chave para explicar as vantagens de produtos e empresas frente aos concorrentes diretos. Durante a pesquisa, foram entrevistados executivos de 67 empresas industriais e de serviços pertencentes a 15 setores da economia, a destacar: Agroindustrial, Alimentos, Autoindústria, Eletroeletrônico, Farmacêutico, Higiene e Limpeza, Máquinas e Equipamentos, Papel e Celulose, Químico, Siderurgia e Metalurgia, Vestuário e Têxtil, Cooperativas Agroindustriais, Distribuição, Engenharia, Locação de Equipamentos. Nos últimos anos, o conceito de gerenciamento da cadeia de suprimentos amadureceu. Esse conceito era anteriormente caracterizado exclusivamente pela otimização das funções logísticas, como gestão de estoques, planejamento de demanda, transporte e armazenagem. No entanto, pode-se também contribuir para a redução de custos, dadas as oportunidades de maximização da produtividade e de eliminação dos desperdícios. Isso impacta diretamente no aumento da qualidade de produtos e serviços, da confiabilidade e da flexibilidade dos processos logísticos, além de atribuir maior velocidade às operações. IMPLANTAÇÃO DO SCF NO BRASIL No que concerne à implantação do conceito de SCF no Brasil, constatou-se nesta pesquisa que, apesar de mais novo que o SCM, o conceito de SCF já é conhecido, porém em estágio inicial de implantação. Observou-se que 60% das

3 empresas já aplicam o conceito. Desse grupo, apenas 22% dos respondentes declararam que praticam o SCF com formalização total enquanto que a maior parte, 78% dos respondentes, ainda está em processo de formalização. Já o percentual de empresas multinacionais que declararam utilizar o SCF foi de 62% contra 57% das empresas nacionais. O conceito também é mais aplicado nas indústrias, que detêm a parcela de 65%, enquanto no setor de serviços 44% das empresas aplicam o conceito. Setores com maior exigência de nível de serviço, tanto em relação ao cliente final quanto por parte dos fornecedores, como Alimentos e Vestuário e Têxtil, são os que mais adotam o conceito de SCF. DIFICULTADORES DE IMPLANTAÇÃO DO SCF Para todos os segmentos de empresas da pesquisa, identificou-se como principal dificultador para a implantação do conceito a falta de informações a tempo disponível para planejamento do fluxo de caixa. É importante destacar também que uma parcela significativa dos respondentes, principalmente os que representam as empresas de serviços, apontou as deficiências nas soluções apresentadas pelas instituições financeiras como dificultadores para a atuação da área. No que tange à automação para gestão dos processos financeiros, fator considerado o maior dificultador para empresas que ainda não implantaram o SCF, a existência de Enterprise Resource Planning (ERP) é considerado um aspecto básico. Isso foi confirmado pela pesquisa, ao se identificar que 97% das empresas respondentes já possuem a ferramenta implantada. Entretanto, o uso de Eletronic Data Interchange (EDI) e de soluções automatizadas de pagamentos é encontrado em apenas 50% das organizações.

4 ADOÇÃO DE EQUIPES MULTIFUNCIONAIS Uma estratégia apontada pelas empresas que adotaram o conceito para contornar os problemas de colaboração entre a área Financeira e as outras é a utilização de grupos multifuncionais, que passam a liderar os programas de integração financeira. O resultado da pesquisa mostra que, quanto maior o grau de evolução na implantação da integração financeira na cadeia de suprimentos, maior é o uso de equipes multifuncionais para liderar esta frente, uma vez que tal prática possibilita a otimização do capital de giro e a redução de custos na cadeia de suprimentos. PRIORIDADES DAS ÁREAS FINANCEIRAS É importante observar que, frente à possibilidade de implantação do conceito de SCF, as empresas devem estabelecer as suas prioridades financeiras. Há empresas que não pretendem implantar tal conceito por atravessarem momento de grande pressão de caixa associada a elevadas despesas financeiras. Para elas, o melhor caminho seria a aproximação com bancos. O contrário acontece com as empresas que estão em processo inicial de implantação do conceito de integração financeira na cadeia, pois compreendem que o estreitamento do relacionamento com clientes e fornecedores é essencial para a redução dos custos de produção. Para as empresas que ainda pretendem implantar o conceito de SCF nos próximos três anos, e estão operando com margens baixas, aumentar os relacionamentos com instituições financeiras não é mais prioridade, uma vez que já estão bem estabelecidas e, em alguns casos, as taxas são muito altas ou as empresas já superaram seus limites de endividamento. Por fim, a prioridade financeira das empresas que já implantaram o SCF, com formalização parcial ou total, é a redução de custos, viabilizada principalmente pela flexibilização de regras junto aos parceiros da cadeia de suprimentos, sobretudo, com os clientes. RELACIONAMENTO COM CLIENTES E FORNECEDORES Ao adotarem o conceito de SCF, as empresas optam por estabelecer ou não uma comunicação formal com clientes e fornecedores. Os principais objetivos indicados para compartilhar informações com as demais entidades da cadeia de suprimentos são a necessidade de antecipar prazos de recebimento, no caso de clientes, e a ampliação de prazos de pagamentos, no caso de fornecedores. Entretanto, mesmo considerando as organizações com maior grau de evolução

5 da integração financeira na cadeia de suprimentos, em 85% dos casos, a comunicação é informal. PROJETOS PARA MELHORIA DA INTEGRAÇÃO FINANCEIRA NA CADEIA À medida que as empresas avançam com a implantação do SCF, começam a ser previstos projetos de melhoria na integração financeira da cadeia. De acordo com a pesquisa, no entanto, apenas 39% das empresas respondentes declararam já possuírem projetos de melhoria definidos. Dentre as melhorias tratadas, citam-se novas tecnologias de informação e melhorias de processos, como dashboards e novos módulos de ERPs, com 40% das intenções, e o uso de novas soluções financeiras, apontadas por apenas 7% dos respondentes. O baixo número de empresas interessadas no uso de novas soluções financeiras mostra que o relacionamento com instituições financeiras é satisfatório. Neste sentido, 80% das empresas industriais e 67% das empresas de serviço pesquisadas declaram que tal relacionamento é de parceria e não apenas de prestação de serviços. Das soluções voltadas para financiamento de capital de giro, as mais utilizadas são as tradicionais, como adiantamento sobre contratos de câmbio, financiamento de insumos, adiantamento sobre contratos de exportação e financiamento de estoques, como pode ser visto no gráfico a seguir. A prioridade ao uso de tais soluções indica o foco na otimização do capital de giro da própria empresa e não de fornecedores e clientes ao longo da cadeia, parte essencial do SCF. Por outro lado, as soluções mais sofisticadas e voltadas para a redução do capital de giro das demais interfaces, como securitização de recebíveis e Fundos de Investimentos em Direitos Creditórios (FIDCs), ainda são pouco difundidas e adotadas.

6 Observa-se, portanto, que dentro de uma tendência global de desintermediação bancária na captação de recursos, os instrumentos financeiros apontados abrem grandes oportunidades para as empresas. Com eles, através do mercado de capitais, torna-se possível a estruturação de operações que aproximam investidores das empresas. CONSIDERAÇÕES FINAIS O conceito do SCF vem sendo cada vez mais adotado pelas empresas, que pretendem intensificar os esforços e aprofundar a implantação. Apesar das dificuldades, principalmente no que concerne à falta de informações para planejamento do fluxo de caixa, as empresas mais avançadas já obtiveram ganhos relacionados ao capital de giro e deslocaram seus esforços para outras demandas como, por exemplo, a redução de custos, aproximando-se da realidade das instituições norte-americanas e europeias. Vanessa Saavedra Mestre em Engenharia de Produção na COPPE/UFRJ e Engenheira Elétrica pela UFRJ. Especialização em Logística Empresarial pelo COPPEAD. Sócia do IEG, com forte atuação em Projetos de Inteligência de Mercado e condução de Benchmark nas áreas de Logística, Compras/ Suprimentos, Processos e Gestão Empresarial.

7 CONTATO Avenida Nilo Peçanha, 50 - Centro Rio de Janeiro - RJ CEP: /2895

Um olhar sobre a implantação do conceito de integração financeira na cadeia de suprimentos das organizações.

Um olhar sobre a implantação do conceito de integração financeira na cadeia de suprimentos das organizações. Supply Chain Finance 2011 Supply Chain Finance 2011 3 Supply Chain Finance 2011 Um olhar sobre a implantação do conceito de integração financeira na cadeia de suprimentos das organizações. Autor: Vanessa

Leia mais

Sistemas de Informações Gerenciais. da Cadeia de Suprimento ao ERP e ao CRM

Sistemas de Informações Gerenciais. da Cadeia de Suprimento ao ERP e ao CRM Sistemas de Informações Gerenciais da Cadeia de Suprimento ao ERP e ao CRM Empresa digital 2 Sistema Integrado de Gestão e-commerce e empresas parceiras Compras BACK OFFICE FRONT OFFICE SCM - Supply Chain

Leia mais

Sistemas de Informação Gerenciais

Sistemas de Informação Gerenciais Sistemas de Informação Gerenciais Seção 2.2 Sistemas Empresariais: ERP SCM 1 Sistema empresarial Constitui uma estrutura centralizada para uma organização e garante que as informações possam ser compartilhadas

Leia mais

Sistemas Integrados de Gestão

Sistemas Integrados de Gestão Sistemas Integrados de Gestão SISTEMAS INTEGRADOS Uma organização de grande porte tem muitos tipos diferentes de Sistemas de Informação que apóiam diferentes funções, níveis organizacionais e processos

Leia mais

Ensino, Pesquisa e Consultoria em Gestão CSC 4.0: ALÉM DOS CUSTOS DAS TRANSAÇÕES. Caio Fiuza.

Ensino, Pesquisa e Consultoria em Gestão CSC 4.0: ALÉM DOS CUSTOS DAS TRANSAÇÕES. Caio Fiuza. Ensino, Pesquisa e Consultoria em Gestão CSC 4.0: ALÉM DOS CUSTOS DAS TRANSAÇÕES Caio Fiuza Nos últimos 10 anos, a gestão das áreas de apoio nas grandes organizações brasileiras vem passando por importantes

Leia mais

Integração a favor da produtividade

Integração a favor da produtividade Integração a favor da produtividade Estudo aponta que o gerenciamento da cadeia de suprimentos ganha cada vez mais relevância nas empresas brasileiras O todo é maior que a soma das partes. Essa frase resume

Leia mais

Programa de Desenvolvimento de Fornecedores. Implementação nas empresas do Brasil. Instituto de Logística e Supply Chain

Programa de Desenvolvimento de Fornecedores. Implementação nas empresas do Brasil. Instituto de Logística e Supply Chain Programa de Desenvolvimento de Fornecedores Implementação nas empresas do Brasil 2011 Instituto de Logística e Supply Chain Apresentação Procurando entender em que estágio a prática de implementação de

Leia mais

Aplicativos Integrados. Profa. Dra. Ellen Francine Barbosa PAE Lívia Castro Degrossi

Aplicativos Integrados. Profa. Dra. Ellen Francine Barbosa PAE Lívia Castro Degrossi Aplicativos Integrados Profa. Dra. Ellen Francine Barbosa PAE Lívia Castro Degrossi Aplicativos Integrados ERP (Enterprise Resource Planning) CRM (Consumer Relationship Management) SCM (Supply Chain Management)

Leia mais

ADMINISTRAÇÃO DE SISTEMAS DE INFORMAÇÃO. Lista de Exercícios 02. Luiz Leão

ADMINISTRAÇÃO DE SISTEMAS DE INFORMAÇÃO. Lista de Exercícios 02. Luiz Leão Luiz Leão luizleao@gmail.com http://www.luizleao.com Exercício 01 Conceitue e-business e quais o seu principal objetivo? Exercício 01 Resposta Conceitue e-business e quais o seu principal objetivo? É todo

Leia mais

Sistemas ERP (Enterprise Resource Planning)

Sistemas ERP (Enterprise Resource Planning) Sistemas ERP (Enterprise Resource Planning) O que significa ERP? ERP - Enterprise Resource Planning (Planejamento de Recursos Empresariais) são sistemas de informações que integram todos os dados e processos

Leia mais

Cadeia de Suprimentos. Aula 1. Contextualização. O que é Supply Chain Management? Prof. Luciano José Pires

Cadeia de Suprimentos. Aula 1. Contextualização. O que é Supply Chain Management? Prof. Luciano José Pires Cadeia de Suprimentos Aula 1 Contextualização Prof. Luciano José Pires O que é Supply Chain Management? Atual e futuro A Logística é uma das atividades econômicas mais antigas e também um dos conceitos

Leia mais

ANEXO 01 (Conteúdo do EXIN Administração Graduação Executiva- Campus Mossoró) 6ª SÉRIE

ANEXO 01 (Conteúdo do EXIN Administração Graduação Executiva- Campus Mossoró) 6ª SÉRIE DISCIPLINAS DA SÉRIE DISCIPLINAS DAS SÉRIES ANTERIORES ANEXO 01 (Conteúdo do EXIN 2016.2 Administração Graduação Executiva- Campus Mossoró) 6ª SÉRIE GESTÃO ESTRATEGICA GESTÃO FINANCEIRA AVANÇADA LOGISTICA

Leia mais

Logística Empresarial

Logística Empresarial Logística Empresarial Profª Esp. Mônica Suely Guimarães de Araujo Conceito Logística são os processos da cadeia de suprimentos (supply chain) que planejam, estruturam e controlam, de forma eficiente e

Leia mais

Brochura - Panorama ILOS

Brochura - Panorama ILOS Brochura - Panorama ILOS c Custos Logísticos no Brasil - 2017 - Apresentação O tema custos é uma preocupação recorrente dos executivos de logística no Brasil. Por isso, de dois em dois anos, o ILOS vai

Leia mais

Módulo 5 Fortalecimento de Vínculos Comerciais. Criação de vínculos comerciais verticais e horizontais. cadeia e estratégia.

Módulo 5 Fortalecimento de Vínculos Comerciais. Criação de vínculos comerciais verticais e horizontais. cadeia e estratégia. Módulo 5 Fortalecimento de Vínculos Comerciais Criação de vínculos comerciais verticais e horizontais Módulos Delimitação do projeto Análise da cadeia e estratégia Implementação Monitoria 0 Decisão sobre

Leia mais

Administração de Materiais e Recursos Patrimoniais

Administração de Materiais e Recursos Patrimoniais Administração de Materiais e Recursos Patrimoniais Gestão de Compras Antes da Primeira Guerra Mundial papel burocrático Década de 70 crise do petróleo Insumos raros e preços em alta Cenário de dúvidas

Leia mais

Universidade de São Paulo. Faculdade de Economia, Administração e Contabilidade Departamento de Contabilidade e Atuária EAC FEA - USP

Universidade de São Paulo. Faculdade de Economia, Administração e Contabilidade Departamento de Contabilidade e Atuária EAC FEA - USP Universidade de São Paulo Faculdade de Economia, Administração e Contabilidade Departamento de Contabilidade e Atuária EAC FEA - USP AULA 10 Supply Chain Management (SCM) Prof. Dr. Joshua Onome Imoniana

Leia mais

Programa Operações Logísticas e Supply Chain ESPM/SENAI-MS. Manual do Curso

Programa Operações Logísticas e Supply Chain ESPM/SENAI-MS. Manual do Curso Programa Operações Logísticas e Supply Chain ESPM/SENAI-MS Manual do Curso São Paulo Educação Executiva 2017 Apresentação Oferece aos profissionais, que atuam nas indústrias e serviços, visão ampla de

Leia mais

Quem somos. Porque ABCCorp? Referencias

Quem somos. Porque ABCCorp? Referencias 1 Quem somos 2 Porque ABCCorp? 3 Referencias Trabalhamos como você! Experiência não somente acadêmica, sobre o teu segmento; Entendemos suas expectativas Valorizamos e garantimos o teu investimento com

Leia mais

FAMEBLU Engenharia Civil

FAMEBLU Engenharia Civil Disciplina LOGÍSTICA EMPRESARIAL FAMEBLU Engenharia Civil Aula 6: Cadeia de Abastecimento Logística Interna na Construção Civil Supply Chain Management Professor: Eng. Daniel Funchal, Esp. Cadeia de Abastecimento

Leia mais

Programa Operações Logísticas e Supply Chain MANUAL DO CURSO

Programa Operações Logísticas e Supply Chain MANUAL DO CURSO Programa Operações Logísticas e Supply Chain MANUAL DO CURSO ESPM/Senai-MS - 2017 Apresentação Oferece aos profissionais, que atuam nas indústrias e serviços, visão ampla de questões e desafios à gestão

Leia mais

Artigo publicado. na edição 17. www.revistamundologistica.com.br. Assine a revista através do nosso site. julho e agosto de 2010

Artigo publicado. na edição 17. www.revistamundologistica.com.br. Assine a revista através do nosso site. julho e agosto de 2010 Artigo publicado na edição 17 Assine a revista através do nosso site julho e agosto de 2010 www.revistamundologistica.com.br :: artigo 2010 Práticas Logísticas Um olhar sobre as principais práticas logísticas

Leia mais

Gestão da Produção Logística

Gestão da Produção Logística UNIESP Campus Butantã Gestão da Produção Logística LOGÍSTICA EMPRESARIAL SUPPLY CHAIN MANAGEMENT GESTÃO DE DEPÓSITOS OPERADOR LOGÍSTICO ORGANIZAÇÃO PAULISTANA EDUCACIONAL E CULTURAL FACULDADE DE EDUCAÇÃO

Leia mais

Brochura - Panorama ILOS Operadores Logísticos e Ferrovias Os Melhores na Percepção de seus Usuários

Brochura - Panorama ILOS Operadores Logísticos e Ferrovias Os Melhores na Percepção de seus Usuários Brochura - Panorama ILOS Operadores Logísticos e Ferrovias Os Melhores na Percepção de seus Usuários - 2015 - Apresentação O mercado de operadores logísticos no Brasil vem crescendo junto com a economia

Leia mais

ADMINISTRAÇÃO DE SISTEMAS DE INFORMAÇÃO Apresentação do Plano de Ensino. Luiz Leão

ADMINISTRAÇÃO DE SISTEMAS DE INFORMAÇÃO Apresentação do Plano de Ensino. Luiz Leão Luiz Leão luizleao@gmail.com http://www.luizleao.com Quem sou eu? Site: http://www.luizleao.com Introdução Para aprender a Gerir, Conceber, Desenvolver, Testar, avaliar a qualidade, avaliar a segurança,

Leia mais

Apresentação. Atenção:

Apresentação. Atenção: 100 95 75 25 5 0 capa_azul2009 Tuesday, December 02, 2008 11:50:46 AM Apresentação Este Panorama Logístico tem como tema a, e traz análises sobre as experiências e expectativas das empresas com relação

Leia mais

PANORAMA. Custos Logísticos no Brasil

PANORAMA. Custos Logísticos no Brasil PANORAMA ILOS Custos Logísticos no Brasil 2014 APRESENTAÇÃO O tema custos é uma preocupação recorrente dos executivos de logística no Brasil. Por isso, de dois em dois anos, o ILOS vai a campo para trazer

Leia mais

INTRODUÇÃO À LOGISTICA

INTRODUÇÃO À LOGISTICA INTRODUÇÃO À LOGISTICA Danillo Tourinho Sancho da Silva, MSc VAMOS NOS CONHECER Danillo Tourinho Sancho da Silva, M.Sc Bacharel em Administração, UNEB Especialista em Gestão da Produção e Logística, SENAI

Leia mais

ANEXO 01 (Conteúdo do EXIN Administração - Campus Mossoró) 3ª SÉRIE

ANEXO 01 (Conteúdo do EXIN Administração - Campus Mossoró) 3ª SÉRIE ANEXO 01 (Conteúdo do EXIN 2016.2 Administração - Campus Mossoró) 3ª SÉRIE DISCIPLINAS DA SÉRIE GESTÃO DA INFORMAÇÃO E TECNOLOGIA GESTÃO DE PESSOAS DIREITO EMPRESARIAL E TRABALHISTA CONTABILIDADE Os recursos

Leia mais

A p r e s e n t a ç ã o

A p r e s e n t a ç ã o A p r e s e n t a ç ã o Dando continuidade à coleção "Panorama Logístico" - conjunto de relatórios que trazem resultados detalhados de pesquisas desenvolvidas pelo Centro de Estudos em Logística - apresentamos

Leia mais

RAD 1504 Gestão da Qualidade I. Profa. Márcia Mazzeo Grande Pro. Erasmo José Gomes

RAD 1504 Gestão da Qualidade I. Profa. Márcia Mazzeo Grande Pro. Erasmo José Gomes RAD 1504 Gestão da Qualidade I Profa. Márcia Mazzeo Grande Pro. Erasmo José Gomes A era da qualidade acabou? Modismo ou Modelo de Gestão? Panorama atual Elevado número de recalls Requisitos de qualidade

Leia mais

Revisão bibliográfica

Revisão bibliográfica 2. Revisão bibliográfica Neste capítulo será descrito o conceito de compras, seu desenvolvimento e papel nas organizações. 2.1. Compras: Desenvolvimento e evolução De acordo com Axelsson, Rozemeijer e

Leia mais

Sistemas de Informação Gerenciais

Sistemas de Informação Gerenciais Sistemas de Informação Gerenciais Seção 1.2 Conceitos e perspectivas em SI Seção 1.3 Classificação dos SI 1 EMPRESA E TECNOLOGIA 2 Contexto Já perceberam que as empresas no mundo moderno estão relacionadas

Leia mais

GST0045 GESTÃO DA CADEIA DE SUPRIMENTO Aula 06: Níveis de Serviços e Estratégias Logísticas

GST0045 GESTÃO DA CADEIA DE SUPRIMENTO Aula 06: Níveis de Serviços e Estratégias Logísticas GST0045 GESTÃO DA CADEIA DE SUPRIMENTO Aula 06: Níveis de Serviços e Estratégias Logísticas Níveis de Serviços e Estratégias Logísticas Ao final desta aula o aluno deverá ser capaz de: Conhecer os fatores-chaves

Leia mais

TECNÓLOGO EM AGROINDÚSTRIA ITINERÁRIO FORMATIVO

TECNÓLOGO EM AGROINDÚSTRIA ITINERÁRIO FORMATIVO TECNÓLOGO EM AGROINDÚSTRIA Módulo Básico I 3 Módulo Específico II 365 h Beneficiamento e Industrialização de Grãos Toxicologia dos Alimentos Sistemas Agroindustriais Alimentares Sistemas de Armazenamento

Leia mais

TECNÓLOGO EM AGROINDÚSTRIA ITINERÁRIO FORMATIVO

TECNÓLOGO EM AGROINDÚSTRIA ITINERÁRIO FORMATIVO TECNÓLOGO EM AGROINDÚSTRIA Química geral e Inorgânica Noções de Logística Módulo Básico I 3 Módulo Específico II 365 h Beneficiamento e Industrialização de Grãos Toxicologia dos Alimentos Sistemas Agroindustriais

Leia mais

Jornal do Commercio

Jornal do Commercio Jornal do Commercio http://goo.gl/ajf8bz Revista Logweb http://goo.gl/nbbsr8 Revista Logística Site da Abralog http://goo.gl/0ikh6i Site da revista Tecnologística http://goo.gl/4toa2r Newsletter Tecnologística

Leia mais

Pós-graduação em Engenharia de Produção

Pós-graduação em Engenharia de Produção Pós-graduação em Engenharia de Produção Sistemas de Informação na Produção Agenda Apresentação Ementa Objetivos Metodologia Critérios de Avaliação Cronograma previsto Sistemas de Informação na Produção

Leia mais

QuallyCred. Tempo é dinheiro! Por isso, nosso atendimento é elogiado.

QuallyCred. Tempo é dinheiro! Por isso, nosso atendimento é elogiado. QuallyCred Tempo é dinheiro! Por isso, nosso atendimento é elogiado. QuallyCred F O M E N T O M E R C A N T I L MISSÃO Somos uma empresa comercial que atua na compra de títulos recebíveis, gerando recursos

Leia mais

CADEIA DE VALOR E LOGÍSTICA A LOGISTICA PARA AS EMPRESAS CADEIA DE VALOR 09/02/2016 ESTRATÉGIA COMPETITIVA. (Alves Filho, 99)

CADEIA DE VALOR E LOGÍSTICA A LOGISTICA PARA AS EMPRESAS CADEIA DE VALOR 09/02/2016 ESTRATÉGIA COMPETITIVA. (Alves Filho, 99) CADEIA DE VALOR E LOGÍSTICA Danillo Tourinho Sancho da Silva, MSc A LOGISTICA PARA AS EMPRESAS CADEIA DE VALOR ESTRATÉGIA COMPETITIVA é o conjunto de planos, políticas, programas e ações desenvolvidos

Leia mais

CSC 4.0: ALÉM DOS CUSTOS DAS TRANSAÇÕES. Por Caio Fiuza

CSC 4.0: ALÉM DOS CUSTOS DAS TRANSAÇÕES. Por Caio Fiuza CSC 4.0: ALÉM DOS CUSTOS DAS TRANSAÇÕES Por Caio Fiuza Nos últimos 10 anos, a gestão das áreas de apoio nas grandes organizações brasileiras vem passando por importantes transformações. A principal delas

Leia mais

H E A D - O F F I C E : B R A N C H - O F F I C E

H E A D - O F F I C E : B R A N C H - O F F I C E Nossa história Fundada em 1994 Soluções rápidas e eficientes para comércio exterior, tais como: desembaraço aduaneiro, gestão de operações internacionais e agenciamento de cargas. 1994 1999 B R AN C H

Leia mais

TECNÓLOGO EM AGROINDÚSTRIA ITINERÁRIO FORMATIVO

TECNÓLOGO EM AGROINDÚSTRIA ITINERÁRIO FORMATIVO TECNÓLOGO EM AGROINDÚSTRIA Módulo Básico I 3 Módulo Específico II 365 h Beneficiamento e Industrialização de Grãos Toxicologia dos Alimentos Sistemas Agroindustriais Alimentares Sistemas de Armazenamento

Leia mais

Sistemas Informatizados de Gestão de Empresas (ERP) LES Economia e Administração de Sistemas de Produção Agroindustriais

Sistemas Informatizados de Gestão de Empresas (ERP) LES Economia e Administração de Sistemas de Produção Agroindustriais Sistemas Informatizados de Gestão de Empresas (ERP) LES 0202 - Economia e Administração de Sistemas de Produção Agroindustriais Referência principal O BRIEN, J. A.; MARAKAS, G. M. Administração de sistemas

Leia mais

Engenharia de Processos Oscar F. T Paulino

Engenharia de Processos Oscar F. T Paulino 17 Seminário Brasileiro Industrial 27/10/2016 Engenharia de Processos Oscar F. T Paulino Engenharia de Processos - Conceitos Campo de atividades que utiliza os conhecimentos das Ciências básicas (Matemática,

Leia mais

Sistema de informação integrada. Ana Paula Domingos

Sistema de informação integrada. Ana Paula Domingos Sistema de informação integrada Ana Paula Domingos ERP (ENTERPRISE RESOURCE PLANNING * ) Os sistemas integrados de gestão, ou ERP (Enterprise Resource Planning) são apresentados algumas vezes como solução

Leia mais

Brochura - Panorama ILOS Condomínios Logísticos no Brasil A visão dos operadores logísticos

Brochura - Panorama ILOS Condomínios Logísticos no Brasil A visão dos operadores logísticos Brochura - Panorama ILOS Condomínios Logísticos no Brasil A visão dos operadores logísticos - 2013 - Apresentação Impulsionado pelo aumento do consumo e pela necessidade das empresas em investirem na atividade

Leia mais

FCM Outsourcing VIABILIZANDO SOLUÇÕES IDEAIS PARA VOCÊ PORQUE A MELHOR IMPRESSÃO É A QUE FICA! 1 de 12

FCM Outsourcing VIABILIZANDO SOLUÇÕES IDEAIS PARA VOCÊ PORQUE A MELHOR IMPRESSÃO É A QUE FICA! 1 de 12 FCM Outsourcing VIABILIZANDO SOLUÇÕES IDEAIS PARA VOCÊ PORQUE A MELHOR IMPRESSÃO É A QUE FICA! 1 de 12 FCM Outsourcing Quem Somos História Missão, Visão, Valores Cases de Sucesso Produtos e Soluções Outsourcing

Leia mais

V FÓRUM DA INDÚSTRIA AUTOMOBILÍSTICA

V FÓRUM DA INDÚSTRIA AUTOMOBILÍSTICA Information Analytics Expertise 28 ABRIL 2014 V FÓRUM DA INDÚSTRIA AUTOMOBILÍSTICA Automotive Business Paulo Cardamone, Managing Director, Advisory Services IHS Automotive / ALL RIGHTS RESERVED Inovar

Leia mais

CAMINHOS DA INOVAÇÃO NA INDÚSTRIA GAÚCHA PRONEX PROGRAMA DE APOIO A NÚCLEOS DE EXCELÊNCIA

CAMINHOS DA INOVAÇÃO NA INDÚSTRIA GAÚCHA PRONEX PROGRAMA DE APOIO A NÚCLEOS DE EXCELÊNCIA Dado que as atividades de inovação podem estar tanto reunidas como espalhadas pelas mais diversas áreas da empresa, concentramos nossa atenção em quatro áreas: (1) Desenvolvimento, (2) Operações, (3) Administração,

Leia mais

SONDAGEM ESPECIAL 71% 79% 88% 80% possuem Sistema de Gestão Ambiental 67% 84% Maioria das indústrias faz gestão ambiental MEIO AMBIENTE

SONDAGEM ESPECIAL 71% 79% 88% 80% possuem Sistema de Gestão Ambiental 67% 84% Maioria das indústrias faz gestão ambiental MEIO AMBIENTE SONDAGEM ESPECIAL Ano 8 Número 2 setembro de 2010 www.cni.org.br MEIO AMBIENTE Maioria das indústrias faz gestão ambiental 71% 79% das empresas adotam procedimentos gerenciais associados à gestão ambiental.

Leia mais

4) ESTRUTURA CURRICULAR E CARGA HORÁRIA

4) ESTRUTURA CURRICULAR E CARGA HORÁRIA GESTÃO ESTRATÉGICA DE EMPRESAS 1) OBJETIVO O objetivo do MBA é dotar os participantes de todos os instrumentos necessários para tomar as decisões fundamentais de investimento e inovação e levá-la à prática

Leia mais

MBA em GESTÃO ESTRATÉGICA DE EMPRESAS

MBA em GESTÃO ESTRATÉGICA DE EMPRESAS MBA em GESTÃO ESTRATÉGICA DE EMPRESAS 1) OBJETIVO O objetivo do MBA é dotar os participantes de todos os instrumentos necessários para tomar as decisões fundamentais de investimento e inovação e levá-

Leia mais

SISTEMAS DE INFORMAÇÃO GERENCIAL

SISTEMAS DE INFORMAÇÃO GERENCIAL SISTEMAS DE INFORMAÇÃO GERENCIAL Sistemas ERP, CRM e SCM 2017 Tipos de Sistemas de Informação Vimos anteriormente que os diversos Sistemas de Informação presentes em uma empresa podem ser vistos sob diferentes

Leia mais

VANTAGEM COMPETITIVA

VANTAGEM COMPETITIVA Universidade Federal de Santa Maria Centro de Tecnologia Programa de Pós-GraduaP Graduação em Engenharia de Produção VANTAGEM COMPETITIVA Disciplina: Inovação e estratégia empresarial para competitividade

Leia mais

Curso de Engenharia de Produção

Curso de Engenharia de Produção Curso de Engenharia de Produção Apresentação 2015 Prof. Dr. Carlos Fernando Jung carlosfernandojung@gmail.com Nosso Negócio Produtividade Rentabilidade Melhoria Contínua Otimização de Produtos e Processos

Leia mais

Capítulo 01 Principais Versões do Ecossistema

Capítulo 01 Principais Versões do Ecossistema Capítulo 01 Principais Versões do Ecossistema Principais Versões do Ecossistema Além da versão ECC, o ecossistema da companhia possui outras 23 versões. Para cada tipo e tamanho de negócio existe uma solução

Leia mais

O TEMPO PODE ATÉ PASSAR, MAS UMA FORMAÇÃO DE QUALIDADE FICA PARA SEMPRE.

O TEMPO PODE ATÉ PASSAR, MAS UMA FORMAÇÃO DE QUALIDADE FICA PARA SEMPRE. PROGRAMAÇÃO DE CURSOS TÉCNICOS 2º semestre de 2017 UNIÃO DA VITÓRIA O TEMPO PODE ATÉ PASSAR, MAS UMA FORMAÇÃO DE QUALIDADE FICA PARA SEMPRE. CURSOS TÉCNICOS SENAC. A HORA DE INVESTIR NO SEU FUTURO É AGORA.

Leia mais

Gestão da Inovação Tecnológica em Empresas Brasileiras. Ruy Quadros. FEI Semana da Qualidade

Gestão da Inovação Tecnológica em Empresas Brasileiras. Ruy Quadros. FEI Semana da Qualidade FEI Semana da Qualidade Gestão da Inovação Tecnológica em Empresas Brasileiras Ruy Quadros GEMPI - Grupo de Estudos de Empresas e Inovação DPCT/IG/UNICAMP São Paulo, 06.08.2008 Apresentação 1. Pesquisa

Leia mais

16/02/2010. MSe. Paulo Cesar C. Rodrigues Mestre em Engenharia de Produção

16/02/2010. MSe. Paulo Cesar C. Rodrigues Mestre em Engenharia de Produção MSe. Paulo Cesar C. Rodrigues paulo.rodrigues@usc.br Mestre em Engenharia de Produção A logística integrada envolve o gerenciamento de informações, transporte, estoque, armazenamento, manuseio de materiais

Leia mais

GST0045 GESTÃO DA CADEIA DE SUPRIMENTO Aula 07: Tecnologia da Informação

GST0045 GESTÃO DA CADEIA DE SUPRIMENTO Aula 07: Tecnologia da Informação GST0045 GESTÃO DA CADEIA DE SUPRIMENTO Aula 07: Tecnologia da Informação Tecnologia da Informação Ao final dessa aula o aluno deverá conhecer: Informações e cadeia de suprimentos; Níveis da cadeia de suprimentos

Leia mais

SSC0120- Sistemas de Informação Gerenciamento de Processos de Negócio e Sistemas de Informação

SSC0120- Sistemas de Informação Gerenciamento de Processos de Negócio e Sistemas de Informação SSC0120- Sistemas de Informação Gerenciamento de Processos de Negócio e Sistemas de Informação Simone Senger Souza ICMC/2017 Desafios da Empresa: Como adequar a empresa para tirar vantagem competitiva

Leia mais

FIDC: Fundo de Investimento em Direitos Creditórios

FIDC: Fundo de Investimento em Direitos Creditórios FIDC: Fundo de Investimento em Direitos Creditórios Silverado Asset Management Maio de 2010 Introdução FIDC Fundo de investimento que destina parcela preponderante de seu patrimônio líquido l para aplicação

Leia mais

Ementas. Certificate in Business Administration CBA

Ementas. Certificate in Business Administration CBA Ementas Certificate in Business Administration CBA Agosto 2012 Módulo Fundamental Administração Financeira EMENTA: Disciplina desenvolve a capacidade de contribuição para as decisões gerenciais aplicando

Leia mais

Gestão Empresarial ERP

Gestão Empresarial ERP Gestão Empresarial ERP O sistema de Gestão Empresarial da Senior, testado e aprovado por nossos clientes, oferece soluções que simplificam as decisões para fazer sua empresa crescer e ser ainda mais competitiva

Leia mais

PESQUISA REALIZADA COM OS PARTICIPANTES DO 15º SEMINÁRIO NACIONAL DE GESTÃO DE PROJETOS

PESQUISA REALIZADA COM OS PARTICIPANTES DO 15º SEMINÁRIO NACIONAL DE GESTÃO DE PROJETOS PESQUISA REALIZADA COM OS PARTICIPANTES DO 15º SEMINÁRIO NACIONAL DE GESTÃO DE PROJETOS APRESENTAÇÃO O perfil do profissional de projetos CENÁRIO Pesquisa realizada durante o 15 Seminário Nacional de Gestão

Leia mais

RESPONSABILIDADE SOCIAL CORPORATIVA NA GESTÃO DA CADEIA LOGÍSTICA

RESPONSABILIDADE SOCIAL CORPORATIVA NA GESTÃO DA CADEIA LOGÍSTICA RESPONSABILIDADE SOCIAL CORPORATIVA NA GESTÃO DA CADEIA LOGÍSTICA Coordenadoria de Economia Mineral Diretoria de Geologia, Mineração e Transformação Mineral Premissas do Desenvolvimento Sustentável Economicamente

Leia mais

PLANO DE RELACIONAMENTO NTO COM OS AGENTES PARA DESENVOLVIMENTO DE TEMAS RELACIONADOS À PREVISÃO E ACOMPANHAMENTO DA CARGA - CRIAÇÃO DE COMISSÃO

PLANO DE RELACIONAMENTO NTO COM OS AGENTES PARA DESENVOLVIMENTO DE TEMAS RELACIONADOS À PREVISÃO E ACOMPANHAMENTO DA CARGA - CRIAÇÃO DE COMISSÃO PLANO DE RELACIONAMENTO NTO COM OS AGENTES PARA DESENVOLVIMENTO DE TEMAS RELACIONADOS À PREVISÃO E ACOMPANHAMENTO DA CARGA - CRIAÇÃO DE COMISSÃO DE ESTUDOS DE PREVISÃO E ACOMPANHAMENTO DA CARGA - CEPAC

Leia mais

Marcelo Ferreira. Consultor de Lean Printing Manufatura Enxuta da Indústria Gráfica

Marcelo Ferreira. Consultor de Lean Printing Manufatura Enxuta da Indústria Gráfica Especialista do Segmento Gráfico Marcelo Ferreira Consultor de Lean Printing Manufatura Enxuta da Indústria Gráfica Conhecimentos práticos e teóricos de toda a cadeia produtiva, administrativa e de custeio

Leia mais

A UTILIZAÇÃO DO SISTEMA MRP COMO FATOR COMPETITIVO NA ORGANIZAÇÃO

A UTILIZAÇÃO DO SISTEMA MRP COMO FATOR COMPETITIVO NA ORGANIZAÇÃO A UTILIZAÇÃO DO SISTEMA MRP COMO FATOR COMPETITIVO NA ORGANIZAÇÃO Thais Fernandes BARRILARI* Fabiana Serralha Miranda de PÁDUA** RESUMO essencial para o planejamento e controle da produção. Esta pesquisa

Leia mais

PLANO DE CURSO. Formação para Profissionais. PORTUGAL ANGOLA MOÇAMBIQUE CABO VERDE SÃO TOMÉ E PRÍNCIPE BRASIL

PLANO DE CURSO. Formação para Profissionais.  PORTUGAL ANGOLA MOÇAMBIQUE CABO VERDE SÃO TOMÉ E PRÍNCIPE BRASIL PLANO DE CURSO PORTUGAL ANGOLA MOÇAMBIQUE CABO VERDE SÃO TOMÉ E PRÍNCIPE BRASIL Formação para Profissionais + 2.000 Cursos Disponíveis A Melhor e Maior Oferta de Formação em Portugal + 1.300 Cursos na

Leia mais

Brochura - Panorama ILOS

Brochura - Panorama ILOS Brochura - Panorama ILOS Customer Service Avaliação do Serviço de Distribuição das Indústrias de ALIMENTOS PERECÍVEIS - 2015 - Apresentação A pesquisa "Customer Service: Avaliação do Serviço de Distribuição

Leia mais

LOGÍSTICA DE DISTRIBUIÇÃO GESTÃO DE LOGÍSTICA

LOGÍSTICA DE DISTRIBUIÇÃO GESTÃO DE LOGÍSTICA LOGÍSTICA DE DISTRIBUIÇÃO GESTÃO DE LOGÍSTICA PERGUNTA O que entendo por Logística? E qual sua importância para as empresas no cenário atual? Porque estudar Logística? EVOLUÇÃO Logística Uma função essencial

Leia mais

Fusões e Aquisições. Reestruturação Financeira e Societária. Áreas de Atuação Lagoa Projetos

Fusões e Aquisições. Reestruturação Financeira e Societária. Áreas de Atuação Lagoa Projetos 1 Áreas de Atuação Lagoa Projetos Fusões e Aquisições - Avaliação econômico-financeira - Modelagem da operação de compra e/ou venda - Análise de oportunidades de investimento - Identificação de potenciais

Leia mais

Gerenciamento da Cadeia de Suprimentos

Gerenciamento da Cadeia de Suprimentos Gerenciamento da Cadeia de Suprimentos Prof. Me. Érico Pagotto Aula 05 Combinando oferta e demanda O principal objetivo da SCM é: Equilibrar oferta e demanda No entanto há inúmeros fatores de imprevisibilidade:

Leia mais

Logística E gerenciamento da cadeia de abastecimento

Logística E gerenciamento da cadeia de abastecimento Logística E gerenciamento da cadeia de abastecimento Conceitos básicos Logística e Varejo Entendendo a cadeia de abastecimento integrada OBJETIVOS Os conceitos, definições e importância da cadeia de abastecimento;

Leia mais

1º SEMESTRE 2º SEMESTRE

1º SEMESTRE 2º SEMESTRE 1º SEMESTRE 7ECO003 ECONOMIA DE EMPRESAS I Organização econômica e problemas econômicos. Demanda, oferta e elasticidade. Teoria do consumidor. Teoria da produção e da firma, estruturas e regulamento de

Leia mais

Autor(es) ELVIS PRATTI. Orientador(es) ALEXANDRE TADEU SIMON. Apoio Financeiro FAPIC/UNIMEP. 1. Introdução

Autor(es) ELVIS PRATTI. Orientador(es) ALEXANDRE TADEU SIMON. Apoio Financeiro FAPIC/UNIMEP. 1. Introdução 18º Congresso de Iniciação Científica GESTÃO DA CADEIA DE SUPRIMENTOS (SCM): UMA ANÁLISE EXPLORATÓRIA EM EMPRESAS DO COMPLEXO SUCROALCOOLEIRO NA REGIÃO DE PIRACICABA Autor(es) ELVIS PRATTI Orientador(es)

Leia mais

2 A Logística História da Logística

2 A Logística História da Logística 2 A Logística 2.1. História da Logística Segundo Neves (2005), a origem da palavra logística vem do grego LOGISTIKOS, do qual o latim LOGISTICUS é derivado, ambos significando cálculo e raciocínio no sentido

Leia mais

Arezzo&Co s Investor Day

Arezzo&Co s Investor Day Arezzo&Co s Investor Day Tecnologia da informação aplicada ao varejo Kurt Richter Diretor de TI 1 Plano estratégico O plano estratégico de TI está bastante alinhado com a visão de longo prazo da Companhia

Leia mais

Áreas preferenciais de orientação de Trabalho de Formatura

Áreas preferenciais de orientação de Trabalho de Formatura Áreas preferenciais de orientação de Trabalho de Formatura PROFESSOR Afonso Carlos Correa Fleury Alberto Wunderler Ramos Álvaro Euzébio Hernandez ÁREA Organização do Trabalho Tecnologia, Organização de

Leia mais

62 ESPECIAL SONDAGEM

62 ESPECIAL SONDAGEM Indicadores CNI SONDAGEM 6 ESPECIAL China Perda de mercado doméstico em razão da concorrência com importados da China atinge 16% da indústria A concorrência com a China no mercado doméstico é sentida por

Leia mais

67% das empresas exportadoras que concorrem com produtos chineses perdem clientes

67% das empresas exportadoras que concorrem com produtos chineses perdem clientes SONDAGEM ESPECIAL Ano 9 Número 1 fevereiro de 2011 www.cni.org.br Especial China 67% das empresas exportadoras que concorrem com produtos chineses perdem clientes das empresas que competem com 45% 52%

Leia mais

SISTEMA FIEP. Nosso I é de Indústria

SISTEMA FIEP. Nosso I é de Indústria SISTEMA FIEP Nosso I é de Indústria Vídeo de 1:35 SISTEMA INDÚSTRIA LIDERADO PELA CNI SISTEMA INDÚSTRIA 2 Colégio SESI Internacional + 4.000 Colaboradores + 90 Unidades 7 Institutos SENAI de Tecnologia

Leia mais

UNIVERSIDADE BANDEIRANTE DE SÃO PAULO. Disciplina: Gestão Econômica e Obras Públicas Versão: 2011

UNIVERSIDADE BANDEIRANTE DE SÃO PAULO. Disciplina: Gestão Econômica e Obras Públicas Versão: 2011 UNIVERSIDADE BANDEIRANTE DE SÃO PAULO Curso: Engenharia Civil Campus: Osasco Disciplina: Gestão Econômica e Obras Públicas Versão: 2011 Curva ABC História Notas de Aula 1 do Prof. Samir Tanios Hamzo 2

Leia mais

Gestão Estratégica da Informação

Gestão Estratégica da Informação Gestão Estratégica da Informação Agosto/2015 Prof. Ms. Marcel Oda Novo Ambiente de Negócios Competição global Mais e mais qualidade requerida Achatamento de hierarquia nas empresas Velocidade mudanças

Leia mais

Unidade V - Aplicações Empresariais

Unidade V - Aplicações Empresariais Luiz Leão luizleao@gmail.com http://www.luizleao.com Conteúdo Programático ERP - Enterprise Resource Planning CRM - Customer Relationship Management SCM - Supply Chain Management ERP ERP Enterprise Resource

Leia mais

Estruturando e Gerindo Atividades de P&D nas Empresas

Estruturando e Gerindo Atividades de P&D nas Empresas VIII CONFERÊNCIA ANPEI DE INOVAÇÃO TECNOLÓGICA Estruturando e Gerindo Atividades de P&D nas Empresas Ruy Quadros GEMPI - Grupo de Estudos de Empresas e Inovação DPCT/IG/UNICAMP Belo Horizonte, 20.05.2008

Leia mais

BPM ECM. Gestão conteúdo. GED e Workflow. Governança Corporativa. Processos. Estratégico. Capacitação. Treinamentos. Gerenciamento.

BPM ECM. Gestão conteúdo. GED e Workflow. Governança Corporativa. Processos. Estratégico. Capacitação. Treinamentos. Gerenciamento. Portfólio Produtos e serviços Revisão: 17/05/2016 BPM ECM Gestão de conteúdo Gerenciamento de Processos Governança Corporativa de processos e atividades GED e Workflow Processos Gerenciamento de Projetos

Leia mais

MBA GESTÃO EMPRESARIAL. CARGA HORÁRIA: 600 horas. DURAÇÃO: 22 meses. COORDENAÇÃO: Prof. Dr. Almir Ferreira de Sousa Prof. Dr. Adelino De Bortoli Neto

MBA GESTÃO EMPRESARIAL. CARGA HORÁRIA: 600 horas. DURAÇÃO: 22 meses. COORDENAÇÃO: Prof. Dr. Almir Ferreira de Sousa Prof. Dr. Adelino De Bortoli Neto MBA GESTÃO EMPRESARIAL CARGA HORÁRIA: 600 horas DURAÇÃO: 22 meses COORDENAÇÃO: Prof. Dr. Almir Ferreira de Sousa Prof. Dr. Adelino De Bortoli Neto 1 O melhor MBA Gestão Empresarial do Brasil, concebido

Leia mais

CURSO: ENGENHARIA DE PRODUÇÃO EMENTAS º PERÍODO

CURSO: ENGENHARIA DE PRODUÇÃO EMENTAS º PERÍODO CURSO: ENGENHARIA DE PRODUÇÃO EMENTAS - 2016.1 1º PERÍODO DISCIPLINA: INTRODUÇÃO AO CÁLCULO DISCIPLINA: FUNDAMENTOS DE FÍSICA DISCIPLINA: REPRESENTAÇÃO GRÁFICA DISCIPLINA: INTRODUÇÃO À ENGENHARIA DISCIPLINA:

Leia mais

A Digitalização da Manufatura. Renato Leite Desenvolvimento de Mercado Industry Symposium, November, 2016

A Digitalização da Manufatura. Renato Leite Desenvolvimento de Mercado Industry Symposium, November, 2016 A Digitalização da Manufatura Renato Leite Desenvolvimento de Mercado Industry Symposium, November, 2016 Restricted Siemens AG 2016 Realize innovation. Agenda Como Possibilitar a Inovação A Digitalização

Leia mais

GST0045 GESTÃO DA CADEIA DE SUPRIMENTO Aula 01: Gestão das Cadeias de Suprimentos

GST0045 GESTÃO DA CADEIA DE SUPRIMENTO Aula 01: Gestão das Cadeias de Suprimentos GST0045 GESTÃO DA CADEIA DE SUPRIMENTO Aula 01: Gestão das Cadeias de Suprimentos Objetivos O aluno deverá ser capaz de: Entender os principais conceitos de Cadeia de Suprimentos Conhecer a origem da Cadeia

Leia mais

Programa SENAI de Apoio à Competitividade da Indústria Brasileira

Programa SENAI de Apoio à Competitividade da Indústria Brasileira Programa SENAI de Apoio à Competitividade da Indústria Brasileira SENAI Departamento Nacional Brasília, de Novembro de 204 Bilhões US$ FOB Desenvolvimento da Balança Comercial Brasileira Déficit recorde

Leia mais

Linhas de Investimento Baixa emissão de carbono Suinocultura

Linhas de Investimento Baixa emissão de carbono Suinocultura Linhas de Investimento Baixa emissão de carbono Suinocultura Eng. Agr. Leandro Capuzzo Banco do Brasil S/A #interna Pré-requisitos para o crédito Ø Cadastro atualizado Ø Verificação de situações impeditivas

Leia mais

Capacitação da Indústria. Nacional e Perspectivas de. Ampliação do Fornecimento. Local de Bens e Serviços para o. Setor de Óleo e Gás

Capacitação da Indústria. Nacional e Perspectivas de. Ampliação do Fornecimento. Local de Bens e Serviços para o. Setor de Óleo e Gás Capacitação da Indústria Nacional e Perspectivas de Ampliação do Fornecimento Local de Bens e Serviços para o Setor de Óleo e Gás 1 Agentes Governamentais Indústria Nacional Operadoras de P&G Missão Maximizar

Leia mais

CS&OP Certified Sales and Operations Planning Professional

CS&OP Certified Sales and Operations Planning Professional O Workshop de S&OP Em mercados competitivos o profissional que dominar o processo de S&OP possuirá grande diferencial estratégico e vantagem competitiva no ambiente de negócios. Neste cenário onde os clientes

Leia mais

Aumentando a Produtividade e Reduzindo os Custos da Fábrica. Antonio Cabral

Aumentando a Produtividade e Reduzindo os Custos da Fábrica. Antonio Cabral Aumentando a Produtividade e Reduzindo os Custos da Fábrica Antonio Cabral acabral@maua.br Roteiro Desafio; Sistemas; O custo e o valor do controle de processo; Mapeamento; Principais indicadores usados

Leia mais

PROCESSO DE DESENVOLIMENTO DE PRODUTO

PROCESSO DE DESENVOLIMENTO DE PRODUTO PROCESSO DE DESENVOLIMENTO DE PRODUTO VISÃO GERAL DAS ABORDAGENS DE DESENVOLVIMENTO DE PRODUTOS Desenvolvimento Seqüencial Metodologia de projeto Engenharia e análise de valores Prototipagem rápida Engenharia

Leia mais

Oportunidades e desafios para gestão de compras com a possível retomada da economia brasileira

Oportunidades e desafios para gestão de compras com a possível retomada da economia brasileira Webinar Oportunidades e desafios para gestão de compras com a possível retomada da economia brasileira São Paulo, 28 de Setembro de 2017 Procurement Business School 2017 Direitos Reservados Nenhuma parte

Leia mais