obrigação dele a medida do PC. PC nos prontuários. a. Nenhuma, pois a importância da medida do PC é

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "obrigação dele a medida do PC. PC nos prontuários. a. Nenhuma, pois a importância da medida do PC é"

Transcrição

1 CRESCIMENTO Conceito aumento do tamanho corporal. Cada tecido e cada órgão do nosso corpo cresce de acordo com um padrão e velocidades próprios. 4 tipos de crescimento: crescimento geral somático - ganhos de peso e estatura crescimento neural, crescimento linfóide, crescimento genital.

2

3 Você é o médico da equipe em que Stephany Giovana, hoje com 3 anos, é acompanhada desde os primeiros dias. Revendo o prontuário de Stephany, você percebe que o perímetro cefálico foi medido por 3 vezes até os 6 meses com boa velocidade de crescimento. Sua atitude em relação a este fato é: a. Nenhuma, pois a importância da medida do PC é mesmo até os 6 meses de vida. b. Discutir a questão com o enfermeiro da equipe, pois é obrigação dele a medida do PC. c. Brigar com a chefia da unidade, pois não há gráfico de PC nos prontuários. d. Elabore a alternativa correta

4 CRESCIMENTO Crescimento neural Perímetro cefálico 1º ano aumenta aproximadamente 12 cm (2-2- 2; 1-1-1; 1; 0,5). Desaceleração posterior 1º ao 3º ano 0,25/mês. Até o 6º ano 1 cm/ano

5 ? Marilene trouxe Breno para ser vacinado, mas aproveita a visita para falar com Rita (a auxiliar de enfermagem que estava na sala de vacinas) acerca de sua preocupação com a moleira de Breno, que hoje está com 6 meses. Marilene diz que a moleira do menino já fechou. Preocupação de Marilene x Preocupação da equipe

6

7 Crescimento do SNC: Fontanelas Bregmática (anterior): Ao nascimento: 3-6 cm (maior diâmetro) Fechamento: 9-18 meses Avaliar sempre:tensão e abaulamento

8 Você é a enfermeira da equipe em que Patrícia, hoje com 7 anos, é acompanhada desde os primeiros dias. Rosa, mãe de Patrícia, diz que a menina continua dormindo de boca aberta e roncando muito para dormir. Sua equipe já encaminhou Patricia para investigação com o otorrino há 2 anos, ele disse que era carne esponjosa e marcou retorno em 4 meses, mas Rosa nunca mais conseguiu agendar esta consulta. Sua atitude em relação ao quadro de Patrícia é: a. Ouvir com atenção a queixa de Rosa, sem contudo interferir, pois este é um diagnóstico médico. b. Discutir com a chefia da unidade o atraso no agendamento das consultas com especialistas. c. Reclamar com Rosa que deveria ter sido mais pró-ativa no caso de sua filha. d. Elabore a alternativa correta

9 CRESCIMENTO GERAL SOMÁTICO Processo que se inicia na concepção e persiste até o final da adolescência (termina quando não há ganho por mais de 6 meses). Bom indicador de saúde O peso é um indicador sensível em curto prazo, e o comprimento, em longo prazo.

10 CRESCIMENTO Os fatores genéticos tornam-se mais importantes com o tempo: 0 aos 18-24m = condições neonatais, >24 meses = potencial genético.

11 CRESCIMENTO Influenciado por fatores intrínsecos e extrínsecos. Fatores pré-natais Fatores pós-natais Fatores ambientais

12 Fatores Pré-natais Intervalo interpartal, Paridade, Estado nutricional materno, Idade materna, Doenças na gestação e prévias.

13 Fatores Pré-natais Importância do pré-natal Importância do peso ao nascer A restrição de crescimento intra-uterino (RCIU) expressa-se nas dimensões ao nascer; Fator comprometedor do crescimento pósnatal

14 CRESCIMENTO Período intrauterino - maior velocidade de crescimento Até 20 semanas cresce cerca de 10cm a cada 4 semanas. A partir de 30 semanas, há predominância do aumento de peso.

15 CRESCIMENTO DEFINIÇÕES NO RECEM-NASCIDO

16 CRESCIMENTO Termo: : 37 a 42 semanas de gestação Pré-termo: : <37 semanas de gestação Pós-termo: : >42 semanas de gestação AIG: : entre p10-95 PIG:<p10 GIG:>p95 Baixo peso: : <2500g Muito baixo peso: : <1500g Extremo baixo peso: : <1000g

17 Fatores Pós-natais Principais fatores do crescimento nos primeiros 5 anos de vida. Indivíduos com a mesma idade podem apresentar vulnerabilidade diferente de acordo com suas condições de vida. Tendência Secular do Crescimento: Velocidade de maturação Altura final

18 ? Fernando é trazido por sua mãe, Edinalva para uma consulta de rotina. Fernando está com 1 ano e 6 meses e Edinalva está preocupada, pois Fernando sempre comeu muito bem e de uns tempos para cá está mais inapetente, dando mais trabalho para se alimentar. Preocupação de Edinalva x Preocupação da equipe

19 Velocidade de Crescimento

20 CRESCIMENTO Primeiro estirão - 0 a 2 anos Primeiro ano - cresce em torno de 24cm e ganha aproximadamente 6.000g. Segundo ano - cresce em torno de 12cm e ganha aproximadamente 2.500g. Entre 2 e 3 anos cresce 8 centímetros. Entre 3 e 4 anos - 7 centímetros Dos 4 anos até o início da puberdade - 4 a 6 centímetros ao ano. Entre os 3 e os 10 anos, as crianças apresentam um ganho de 2,5 a 3,0 quilos de peso por ano.

21 ? Marcelo tem 13 anos. Vem em consulta de rotina agendada pela ACS. Marcelo está envergonhado, mas no final relata que veio à consulta, porque acha que deve ter algum problema, pois seus amigos todos já estão desenvolvidos e ele nem bigode tem ainda. Preocupação de Marcelo x Preocupação da equipe

22 CRESCIMENTO Puberdade 2º estirão. Na menina é mais precoce entre 9 e 11 anos Ocorre cerca de 2 anos antes do que nos meninos; É menos amplo. Diferença média de 13 centímetros entre a estatura do homem e a da mulher.

23 CRESCIMENTO Estirão Meninas Inicia-se com a telarca (9 a 11 anos) Velocidade: 8 a 9 cm/ano Desaceleração após a menarca Há aceleração do ganho de peso cerca de 6 meses antes.

24 CRESCIMENTO Estirão Meninos Inicio da Puberdade 11 a 13 anos Velocidade: 10 cm/ano Desaceleração após estágio (Tanner - G4) Coincidência entre os picos de peso e estatura

25 CRESCIMENTO alvo genético Meninos: estatura da mãe + estatura do pai /- 8,5 2 Meninas: estatura da mãe + estatura do pai /- 8,5 2

26 Crescimento Puberal: Crit Critérios rios Evolutivos de Tanner Crescimento genital Quiescente até 8 a 10 anos de idade Critérios Evolutivos de Tanner M = crescimento do tecido mamário P = modificação da pilificação G = crescimento genital masculino.

27 Estadiamento puberal Sexo masculino Volume testicular Pubarca Forma do genital Sexo feminino Telarca Pubarca Menarca Marshal & Tanner

28 Telarca

29 Pubarca

30 Genital

31 CRESCIMENTO - Avaliação HISTÓRIA CLÍNICA HISTÓRIA ALIMENTAR EXAME FÍSICO ANTROPOMETRIA

32 CRESCIMENTO Avaliação clínica Pré-natal ANAMNESE Condições de nascimento Morbidade pregressa Alimentação pregressa e atual Uso de medicações Desenvolvimento neuropsicomotor Antecedentes Familiares Condições de vida Dados pregressos

33 CRESCIMENTO - Avaliação Durante o 1º semestre Principalmente nos 1ºs 3 meses. Ganho de peso diário. Ganho de peso diário 1º trimestre: g/dia, 2º trimestre: 20 g/dia, 3º trimestre: 15 g/dia PREMATUROS: USAR IDADE CORRIGIDA PELO MENOS ATÉ 1 ANO.

34 Antropometria Medidas peso, altura (comprimento ou estatura),perímetro cefálico. Índice combinação de medidas peso/idade, estatura/idade. Indicador uso dos índices ou medidas para interpretações clínicas - peso/idade e estado nutricional do lactente (Gomez). Waterlow, Z-escore.

35 Novas Curvas de Crescimento OMS

36 NOVAS CURVAS DE CRESCIMENTO - OMS Histórico: 1993 constatação de problemas nos padrões anteriores. Combinação de estudo longitudinal entre o nascimento e 24 meses e estudo transversal de crianças entre 18 e 71 meses

37 NOVAS CURVAS DE CRESCIMENTO - OMS CRITÉRIOS DE INCLUSÃO INDIVIDUAIS Ausência de problemas de saúde, socioeconômicos, limitadores do crescimento Mães não fumantes Mães dispostas a amamentar Gravidez não gemelar Nascimento a termo Ausência de morbidade significativa

38 NOVAS CURVAS DE CRESCIMENTO - OMS O novo padrão representa o crescimento infantil normal sob condições ambientais ótimas. Países participantes: Brasil Pelotas EUA Gana Índia Omã Noruega

39 Avaliação do Crescimento CONCLUSÕES Medidas isoladas de peso e altura têm valor relativo na avaliação do crescimento. Importante: AVALIAR A EVOLUÇÃO AO LONGO DO TEMPO.

40 IMPORTANTE Detecção precoce de desacelerações (retificação da curva ou curva de inclinação descendente). Processos agudos (peso) x crônicos (peso, estatura)

SAÚDE DA CRIANÇA II. Saúde da criança II: crescimento e desenvolvimento. Aprimore - BH. Professora : EnfªDarlene Carvalho

SAÚDE DA CRIANÇA II. Saúde da criança II: crescimento e desenvolvimento. Aprimore - BH. Professora : EnfªDarlene Carvalho SAÚDE DA CRIANÇA II Saúde da criança II: crescimento e desenvolvimento Aprimore - BH Professora : EnfªDarlene Carvalho (DARLLENECARVALHO@YAHOO.COM.BR) PAISC PROGRAMA INTEGRAL DE SAÚDE À CRIANÇA Controle

Leia mais

CRESCIMENTO NORMAL E PATOLÓGICO. CLARICE BORSCHIVER PROFa SUBSTITUTA PEDIATRIA

CRESCIMENTO NORMAL E PATOLÓGICO. CLARICE BORSCHIVER PROFa SUBSTITUTA PEDIATRIA CRESCIMENTO NORMAL E PATOLÓGICO CLARICE BORSCHIVER PROFa SUBSTITUTA PEDIATRIA Luís Felipe, 13 anos, foi encaminhado ao ambulatório porque, segundo sua mãe, desde os 6 anos não estava crescendo. Comia pouco,

Leia mais

Incorporação da curvas de crescimento da Organização Mundial da Saúde de 2006 e 2007 no SISVAN

Incorporação da curvas de crescimento da Organização Mundial da Saúde de 2006 e 2007 no SISVAN Ministério da Saúde Secretaria de Atenção à Saúde Departamento de Atenção Básica Coordenação-Geral da Política de Alimentação e Nutrição Incorporação da curvas de crescimento da Organização Mundial da

Leia mais

PUBERDADE E SUAS MUDANÇAS CORPORAIS

PUBERDADE E SUAS MUDANÇAS CORPORAIS PUBERDADE E SUAS MUDANÇAS CORPORAIS Texto extraído do artigo: FERRIANI, M. G. C. & SANTOS, G. V. B. Adolescência: Puberdade e Nutrição. Revista Adolescer, Cap. 3 (http://www.abennacional.org.br/revista/cap3.2.html.

Leia mais

ORIENTAÇÕES PARA O ATENDIMENTO À SAÚDE DA ADOLESCENTE

ORIENTAÇÕES PARA O ATENDIMENTO À SAÚDE DA ADOLESCENTE ORIENTAÇÕES PARA O ATENDIMENTO À SAÚDE DA ADOLESCENTE No atendimento à saúde de adolescente, alguns pontos devem ser considerados na abordagem clínica, destacando-se o estabelecimento do vínculo de confiança

Leia mais

Crescimento e desenvolvimento são desacelerantes: o primeiro ano de vida é o período de maior crescimento e desenvolvimento após o nascimento.

Crescimento e desenvolvimento são desacelerantes: o primeiro ano de vida é o período de maior crescimento e desenvolvimento após o nascimento. 27 de fevereiro de 2009. Apostila 02 Crescimento e desenvolvimento Crescimento e desenvolvimento Crescimento é característica de organismos jovens, ou seja, de crianças. Crescimento é o mais sensível indicador

Leia mais

Desenvolvimento Infantil. Prof. Orlando A. Pereira Pediatria e Puericultura FCM - UNIFENAS

Desenvolvimento Infantil. Prof. Orlando A. Pereira Pediatria e Puericultura FCM - UNIFENAS Desenvolvimento Infantil Prof. Orlando A. Pereira Pediatria e Puericultura FCM - UNIFENAS Uma sociedade desenvolvida é o resultado de sua atenção ao desenvolvimento da criança, que por sua vez, é o único

Leia mais

ORIENTAÇÕES PARA O ATENDIMENTO À SAÚDE DO ADOLESCENTE

ORIENTAÇÕES PARA O ATENDIMENTO À SAÚDE DO ADOLESCENTE ORIENTAÇÕES PARA O ATENDIMENTO À SAÚDE DO ADOLESCENTE No atendimento à saúde de adolescente, alguns pontos devem ser considerados na abordagem clínica, destacando-se o estabelecimento do vínculo de confiança

Leia mais

CRESCIMENTO E DESENVOLVIMENTO DO ADOLESCENTE

CRESCIMENTO E DESENVOLVIMENTO DO ADOLESCENTE CRESCIMENTO E DESENVOLVIMENTO DO ADOLESCENTE Nas últimas duas décadas, a atenção à saúde do adolescente vem se tornando uma prioridade em muitos países. Contudo, ainda falta muito para que os programas

Leia mais

Dietoterapia infantil I Avaliação nutricional da criança

Dietoterapia infantil I Avaliação nutricional da criança Dietoterapia infantil I Avaliação nutricional da criança Sávia Madalena Moura Vieira Elizabeth Machado Duarte Especialistas em Nutrição Clínica Setembro - 2008 Objetivos Ao fim desta discussão, deve estar

Leia mais

Crescimento CINEANTROPOMETRIA. Elementos do Crescimento. Desenvolvimento

Crescimento CINEANTROPOMETRIA. Elementos do Crescimento. Desenvolvimento Crescimento CINEANTROPOMETRIA CRESCIMENTO E DESENVOLVIMENTO Prof. Paulo Sergio Chagas Gomes, Ph.D. O ser humano gasta em torno de 30% da sua vida crescendo Dificuldades em analisar o crescimento dificuldade

Leia mais

M E D I D A D O P E S O. _ Identificar as gestantes com déficit nutricional ou sobrepeso, no início da gestação;

M E D I D A D O P E S O. _ Identificar as gestantes com déficit nutricional ou sobrepeso, no início da gestação; M E D I D A D O P E S O OBJETIVO: Avaliar o aumento do peso durante a gestação Para: _ Identificar as gestantes com déficit nutricional ou sobrepeso, no início da gestação; _ Detectar as gestantes com

Leia mais

PUBERDADE. Fase fisiológica com duração de 2 a 5 anos, durante a qual ocorre a maturação sexual

PUBERDADE. Fase fisiológica com duração de 2 a 5 anos, durante a qual ocorre a maturação sexual Puberdade PUBERDADE Transição entre a infância e a vida adulta Transformações físicas e psíquicas complexas Fase fisiológica com duração de 2 a 5 anos, durante a qual ocorre a maturação sexual Desenvolvimento

Leia mais

Adrenarca. O que é Puberdade? Puberdade Normal: Diagnóstico Clínico e Laboratorial. Gonadarca - Eixo Gonadotrófico. GnRH. GnRH

Adrenarca. O que é Puberdade? Puberdade Normal: Diagnóstico Clínico e Laboratorial. Gonadarca - Eixo Gonadotrófico. GnRH. GnRH O que é? Normal: Diagnóstico Clínico e Laboratorial Vinicius Nahime Brito Unidade de Endocrinologia do Desenvolvimento HCFMUSP É o período de transição entre a infância e a vida adulta, no qual ocorrem

Leia mais

Reflexões sobre Amamentação e Ganho de Peso de Crianças Pequenas

Reflexões sobre Amamentação e Ganho de Peso de Crianças Pequenas Reflexões sobre Amamentação e Ganho de Peso de Crianças Pequenas Ana Júlia Colameo Apresentação elaborada para o seminário Amamentar às Segundas, agosto de 2013 Desenvolvimento infantil: É a transformação

Leia mais

Avaliação do estado nutricional das crianças beneficiárias do Bolsa Família. - Projeto CadSISVAN -

Avaliação do estado nutricional das crianças beneficiárias do Bolsa Família. - Projeto CadSISVAN - Avaliação do estado nutricional das crianças beneficiárias do Bolsa Família - Projeto CadSISVAN - Bolsa Família e Atenção Básica à Saúde Condicionalidades de Saúde PBF REDUÇÃO DE INIQUIDADES Garantia do

Leia mais

Novas curvas de avaliação de crescimento infantil adotadas pelo MS

Novas curvas de avaliação de crescimento infantil adotadas pelo MS Texto de apoio ao curso de Especialização Atividade física adaptada e saúde Prof. Dr. Luzimar Teixeira Novas curvas de avaliação de crescimento infantil adotadas pelo MS Em 2006 foi lançada pela Organização

Leia mais

Vigilância do crescimento e desenvolvimento saudáveis

Vigilância do crescimento e desenvolvimento saudáveis Vigilância do crescimento e desenvolvimento saudáveis VD ao RN e Família Principais objetivos da primeira VD: OBS relações familiares Facilitar o acesso aos serviços de saúde Fortalecer vínculos da fam

Leia mais

2 PARTE 1 Crescimento

2 PARTE 1 Crescimento 2 PARTE 1 Crescimento 2002. Ministério da Saúde É permitida a reprodução parcial ou total desta obra, desde que citada a fonte. Série Cadernos de Atenção Básica; n. 11 DAB Série A. Normas e Manuais Técnicos

Leia mais

PROTOCOLO DE ATENDIMENTO: mulheres em idade fértil, gestantes, puérperas e bebês com microcefalia

PROTOCOLO DE ATENDIMENTO: mulheres em idade fértil, gestantes, puérperas e bebês com microcefalia PROTOCOLO DE ATENDIMENTO: mulheres em idade fértil, gestantes, puérperas e bebês com microcefalia Boletim Epidemiológico de Microcefalia (até 5 de dezembro) 1.761 casos suspeitos 14 estados 422 municípios

Leia mais

SEMIOLOGIA PEDIÁTRICA

SEMIOLOGIA PEDIÁTRICA SEMIOLOGIA PEDIÁTRICA A CONSULTA PEDIÁTRICA CONSTA DE QUATRO PARTES 1.Anamnese 2.Exame físico 3.Hipóteses diagnóstica 4. Conduta Roteiro da Anamnese 1.Identificação: Nome, idade, data nascimento, sexo,

Leia mais

Profa Clea Rodrigues Leone Área Técnica Saúde da Criança e do Adolescente CODEPPS-SMS CRESCIMENTO DE RECÉM-NASCIDOS DE MUITO BAIXO PESO

Profa Clea Rodrigues Leone Área Técnica Saúde da Criança e do Adolescente CODEPPS-SMS CRESCIMENTO DE RECÉM-NASCIDOS DE MUITO BAIXO PESO Profa Clea Rodrigues Leone Área Técnica Saúde da Criança e do Adolescente CODEPPS-SMS CRESCIMENTO DE RECÉM-NASCIDOS DE MUITO BAIXO PESO CRESCIMENTO RN - PT Padrão variável I.G. e P. nascimento Meio ambiente

Leia mais

SAÚDE DO ESCOLAR. Profa.Andrea Polo Galante

SAÚDE DO ESCOLAR. Profa.Andrea Polo Galante SAÚDE DO ESCOLAR Profa.Andrea Polo Galante CENTRO UNIVERSITÁRIO SÃO CAMILO Missão Promover o desenvolvimento do ser humano por meio da educação e da saúde, segundo os valores camilianos. Ser uma organização

Leia mais

NORMAS TÉCNICAS PARA BANCOS DE LEITE HUMANO:

NORMAS TÉCNICAS PARA BANCOS DE LEITE HUMANO: NORMAS TÉCNICAS PARA BANCOS DE LEITE HUMANO: DOADORAS BLH-IFF/NT- 09.04 - Triagem, Seleção e Acompanhamento BLH-IFF/NT- 10.04 - Filho da Doadora: Acompanhamento FEV 2004 BLH-IFF/NT- 09.04 Doadoras: Triagem,

Leia mais

Pesquisa Nacional de Saúde

Pesquisa Nacional de Saúde Diretoria de Pesquisas Coordenação de Trabalho e Rendimento Pesquisa Nacional de Saúde 21/08/15 Histórico INVESTIGAÇÃO DO TEMA SAÚDE... 1998 2003 2008 2013 PNAD Características da PNS Pesquisa Domiciliar

Leia mais

RELATO DE EXPERIÊNCIA: ADOLESCENTES E ATIVIDADE SEXUAL PRECOCE EM UMA UNIDADE DE SAÚDE NA ZONA OESTE RJ

RELATO DE EXPERIÊNCIA: ADOLESCENTES E ATIVIDADE SEXUAL PRECOCE EM UMA UNIDADE DE SAÚDE NA ZONA OESTE RJ Revista Eletrônica Novo Enfoque, ano 2013, v. 17, n. 17, p. 134 138 RELATO DE EXPERIÊNCIA: ADOLESCENTES E ATIVIDADE SEXUAL PRECOCE EM UMA UNIDADE DE SAÚDE NA ZONA OESTE RJ PORTO, Adriana Vianna Costa 1

Leia mais

PROGRAMA MÃE CORUJA DO IPOJUCA

PROGRAMA MÃE CORUJA DO IPOJUCA PROGRAMA MÃE CORUJA DO IPOJUCA Às gestantes do Ipojuca O Programa Mãe Coruja é uma grande conquista das mulheres de Pernambuco. E no Ipojuca, um avanço da administração municipal em busca de melhor assistir,

Leia mais

Crescimento e desenvolvimento puberal na adolescência. Growth and puberal development in adolescence

Crescimento e desenvolvimento puberal na adolescência. Growth and puberal development in adolescence Seção Aprendendo Rev Med (São Paulo). 2010 abr.-jun.;89(2):70-5. Crescimento e desenvolvimento puberal na adolescência Growth and puberal development in adolescence Benito Lourenço 1, Lígia Bruni Queiroz

Leia mais

15 minutos de... BAIXA ESTATURA

15 minutos de... BAIXA ESTATURA 15 minutos de... BAIXA ESTATURA Definição de baixa estatura = conceito gráfico Avaliação do crescimento depende de outros fatores... Dois irmãos adolescentes procuram o pediatra para saber porque a altura

Leia mais

MINISTÉRIO DA SAÚDE. vírus ZIKA. Informações ao Público

MINISTÉRIO DA SAÚDE. vírus ZIKA. Informações ao Público MINISTÉRIO DA SAÚDE vírus ZIKA Informações ao Público Brasília DF 2015 PÚBLICO EM GERAL Prevenção/Proteção Cuidados Observe o aparecimento de sinais e sintomas de infecção por vírus zika (manchas vermelhas

Leia mais

Desenvolvimento Estaturo-Ponderal da Criança

Desenvolvimento Estaturo-Ponderal da Criança Desenvolvimento Estaturo-Ponderal da Criança Introdução O crescimento e desenvolvimento da criança é um assunto pelo qual os pais manifestam especial interesse, uma vez que frequentemente são geradas dúvidas

Leia mais

AUMENTO DRAMÁTICO DO INTERESSE E PARTICIPAÇÃO DE CRIANÇAS NO ESPORTE DE ALTO NÍVEL

AUMENTO DRAMÁTICO DO INTERESSE E PARTICIPAÇÃO DE CRIANÇAS NO ESPORTE DE ALTO NÍVEL AUMENTO DRAMÁTICO DO INTERESSE E PARTICIPAÇÃO DE CRIANÇAS NO ESPORTE DE ALTO NÍVEL NECESSIDADE DO MELHOR CONHECIMENTO EM ÁREAS COMO: CRESCIMENTO NORMAL, DESENVOLVIMENTO, EFEITOS DO EXERCÍCIO EM CRIANÇAS

Leia mais

RESTRIÇÃO DE CRESCIMENTO FETAL

RESTRIÇÃO DE CRESCIMENTO FETAL RESTRIÇÃO DE CRESCIMENTO FETAL José de Arimatéa Barreto DEFINIÇÃO Para evitar correlação com função mental anormal, atualmente, o termo preferido é restrição de crescimento fetal (RCF), em substituição

Leia mais

Universidade Aberta do SUS. Saúde da Família. Atenção Integral à Saúde da Criança Enfermagem 2ª edição

Universidade Aberta do SUS. Saúde da Família. Atenção Integral à Saúde da Criança Enfermagem 2ª edição Universidade Aberta do SUS Especialização Multiprofissional em Saúde da Família Eixo III - A Assistência na Atenção Básica Atenção Integral à Saúde da Criança Enfermagem 2ª edição GOVERNO FEDERAL Presidente

Leia mais

A IMPORTÂNCIA DO PRÉ-NATAL

A IMPORTÂNCIA DO PRÉ-NATAL A IMPORTÂNCIA DO PRÉ-NATAL Programa BemVindo - www.bemvindo.org.br A OMS - Organização Mundial da Saúde diz que "Pré-Natal" é conjunto de cuidados médicos, nutricionais, psicológicos e sociais, destinados

Leia mais

Autor(es) MARIANA APARECIDA RODRIGUES. Co-Autor(es) MARCIA ALVES DE MATOS MARIANA RODRIGUES UBICES. Orientador(es) ANGELA MARCIA FOSSA. 1.

Autor(es) MARIANA APARECIDA RODRIGUES. Co-Autor(es) MARCIA ALVES DE MATOS MARIANA RODRIGUES UBICES. Orientador(es) ANGELA MARCIA FOSSA. 1. 7º Simpósio de Ensino de Graduação AVALIAÇÃO DO RISCO PARA MORTALIDADE PÓS-NEONATAL EM UMA UNIDADE BÁSICA DE SAÚDE DE PIRACICABA, INTERIOR DO ESTADO DE SÃO PAULO Autor(es) MARIANA APARECIDA RODRIGUES Co-Autor(es)

Leia mais

CARACTERÍSTICAS SOCIOECONÔMICAS DOS NEONATOS PREMATUROS NASCIDOS NO HOSPITAL UNIVERSITÁRIO DO OESTE DO PARANÁ H.U.O.P.

CARACTERÍSTICAS SOCIOECONÔMICAS DOS NEONATOS PREMATUROS NASCIDOS NO HOSPITAL UNIVERSITÁRIO DO OESTE DO PARANÁ H.U.O.P. CARACTERÍSTICAS SOCIOECONÔMICAS DOS NEONATOS PREMATUROS NASCIDOS NO HOSPITAL UNIVERSITÁRIO DO OESTE DO PARANÁ H.U.O.P. Luana Muriel Casarolli 1 Aneline Maria Ruedell Juliana Montijo Pinto Rosa Déborah

Leia mais

Para realizar a Avaliação Nutricional de Crianças de 5 a 10 anos, usa-se 3 parâmetros: estaturapara- idade, peso- para- idade e IMC para idade.

Para realizar a Avaliação Nutricional de Crianças de 5 a 10 anos, usa-se 3 parâmetros: estaturapara- idade, peso- para- idade e IMC para idade. Angela Teodósio da Silva Graduanda de Nutrição Universidade Federal de Santa Catarina Bolsista PET- Saúde Nutrição Orientação de Avaliação Nutricional para crianças e adolescentes: Orientação Nutricional

Leia mais

Diretoria de Pesquisas. Pesquisa de Orçamentos Familiares 2008-2009. crianças, adolescentes e adultos no Brasil

Diretoria de Pesquisas. Pesquisa de Orçamentos Familiares 2008-2009. crianças, adolescentes e adultos no Brasil Diretoria de Pesquisas Coordenação de Trabalho e Rendimento Gerência da Pesquisa de Orçamentos Familiares Pesquisa de Orçamentos Familiares 2008-2009 Antropometria e estado nutricional de crianças, adolescentes

Leia mais

Sumário. Data: 06/12/2013 NT 245 /2013. Medicamento x Material Procedimento Cobertura

Sumário. Data: 06/12/2013 NT 245 /2013. Medicamento x Material Procedimento Cobertura NT 245 /2013 Solicitante: Ilmo Dr RODRIGO DIAS DE CASTRO Juiz de Direito Comarca de Campestre Data: 06/12/2013 Medicamento x Material Procedimento Cobertura Número do processo: 0023168-04.2013.8.13.0110

Leia mais

CRESCIMENTO E DESENVOLVIMENTO INFANTIL. Drª. Simone Travi Canabarro Enfermeira

CRESCIMENTO E DESENVOLVIMENTO INFANTIL. Drª. Simone Travi Canabarro Enfermeira CRESCIMENTO E DESENVOLVIMENTO INFANTIL Drª. Simone Travi Canabarro Enfermeira CRESCIMENTO Refere-se ao aumento do organismo, que se processa de forma harmônica em todas as partes, mas não ocorre com o

Leia mais

Apresentação nortear os profissionais da atenção à saúde

Apresentação nortear os profissionais da atenção à saúde Apresentação Este Protocolo visa a nortear os profissionais da atenção à saúde, por meio de orientações e diretrizes para as ações de prevenção da infecção pelo vírus Zika em mulheres em idade fértil e

Leia mais

PERFIL NUTRICIONAL DE PRÉ - ESCOLARES E ESCOLARES DE UMA INSTITUIÇÃO FILANTRÓPICA DA CIDADE DE MARINGÁ, PR

PERFIL NUTRICIONAL DE PRÉ - ESCOLARES E ESCOLARES DE UMA INSTITUIÇÃO FILANTRÓPICA DA CIDADE DE MARINGÁ, PR ISBN 978-85-61091-05-7 Encontro Internacional de Produção Científica Cesumar 27 a 30 de outubro de 2009 PERFIL NUTRICIONAL DE PRÉ - ESCOLARES E ESCOLARES DE UMA INSTITUIÇÃO FILANTRÓPICA DA CIDADE DE MARINGÁ,

Leia mais

Modelando o controle do crescimento humano

Modelando o controle do crescimento humano Modelando o controle do crescimento humano Marília Zabel (1) ; Ana Luiza Hein (2) ; Vitória Raissa Prada Fronza (3) (1) Mestranda do Programa de Pós-Graduação em Educação Matemática da Universidade Estadual

Leia mais

Momento II. ASF Região Sul. Assistência integral à saúde do recém-nascido e da criança. Prof. Dra. Ana Cecília Lins Sucupira

Momento II. ASF Região Sul. Assistência integral à saúde do recém-nascido e da criança. Prof. Dra. Ana Cecília Lins Sucupira Momento II ASF Região Sul Assistência integral à saúde do recém-nascido e da criança Prof. Dra. Ana Cecília Lins Sucupira CICLO DE VIDA DA CRIANÇA O ciclo de vida da criança compreende um ser que vivencia

Leia mais

ORIENTAÇÕES SOBRE O ACOMPANHAMENTO DO CRESCIMENTO E DESENVOLVIMENTO INFANTIL (PUERICULTURA)

ORIENTAÇÕES SOBRE O ACOMPANHAMENTO DO CRESCIMENTO E DESENVOLVIMENTO INFANTIL (PUERICULTURA) ORIENTAÇÕES SOBRE O ACOMPANHAMENTO DO CRESCIMENTO E DESENVOLVIMENTO INFANTIL (PUERICULTURA) I- Introdução O acompanhamento do crescimento e desenvolvimento, do nascimento até os 5 anos de idade, é de fundamental

Leia mais

Nome Nº Turma Data / /20. Avaliação NS S SB EX

Nome Nº Turma Data / /20. Avaliação NS S SB EX Teste Avaliação Ciências Naturais 9º Ano Nome Nº Turma Data / /20 Classificação Competências Conhecimento Raciocínio Comunicação (Língua Materna) Avaliação NS S SB EX Cotação % Professor(a) Enc. de Educação

Leia mais

Elementos para suporte na Decisão Clínica e organização da atenção na Área de Saúde da Mulher

Elementos para suporte na Decisão Clínica e organização da atenção na Área de Saúde da Mulher PRÊMIO POR INOVAÇÃO E QUALIDADE 1 Identificação Título Implantação da linha de cuidado em Saúde da Mulher na USF Hidrolândia Área temática Elementos para suporte na Decisão Clínica e organização da atenção

Leia mais

AVALIAÇÃO DO CRESCIMENTO NOS PRIMEIROS ANOS DE VIDA

AVALIAÇÃO DO CRESCIMENTO NOS PRIMEIROS ANOS DE VIDA AVALIAÇÃO DO CRESCIMENTO NOS PRIMEIROS ANOS DE VIDA Lilian dos Santos Rodrigues Sadeck Introdução O seguimento ambulatorial dos recém-nascidos (RN), iniciando até 7 dias após a alta hospitalar, é importante

Leia mais

Data: 27/03/2014. NTRR 54/2014 a. Medicamento x Material Procedimento Cobertura

Data: 27/03/2014. NTRR 54/2014 a. Medicamento x Material Procedimento Cobertura NTRR 54/2014 a Solicitante: Secretaria da segunda vara da comarca de Caeté Número do processo: 0004453-75.2014 Data: 27/03/2014 Medicamento x Material Procedimento Cobertura Réu: Comarca de Caeté e Estado

Leia mais

PUBERDADE NORMAL E ANORMAL

PUBERDADE NORMAL E ANORMAL PUBERDADE NORMAL E ANORMAL José María Aragüés Serviço de Endocrinologia, Hospital Santa Maria. Hospital CUF Infante Santo, Lisboa Abril de 2009 PUBERDADE MASCULINA Conjunto de modificações que levam a

Leia mais

Caderneta de Saúde do(a) Adolescente

Caderneta de Saúde do(a) Adolescente Caderneta de Saúde do(a) Adolescente Dentre as ações do Ministério da saúde da área técnica da saúde do adolescente e do jovem, encontra-se a Caderneta da Saúde do(a) Adolescente (2009). portalsaude.saude.gov.br

Leia mais

Declaração da OMS sobre Taxas de Cesáreas

Declaração da OMS sobre Taxas de Cesáreas Declaração da OMS sobre Taxas de Cesáreas Os esforços devem se concentrar em garantir que cesáreas sejam feitas nos casos em que são necessárias, em vez de buscar atingir uma taxa específica de cesáreas.

Leia mais

Prof. Edison Barlem ebarlem@gmail.com

Prof. Edison Barlem ebarlem@gmail.com Prof. Edison Barlem ebarlem@gmail.com Educação do olhar enxergar entender AÇÃO compreender entender textos e Condicionantes da Saúde da cria sistemas cidade meio ambiente idoso família pré-natal saúde

Leia mais

Classificação Nutricional em Pediatria

Classificação Nutricional em Pediatria Classificação Nutricional em Pediatria Segundo a Organização Mundial da Saúde, o termo desnutrição energético-protéica engloba um grupo de condições patológicas resultantes da falta concomitante de calorias

Leia mais

Avaliação da unidade Pontuação: 7,5 pontos

Avaliação da unidade Pontuação: 7,5 pontos Avaliação da unidade Pontuação: 7,5 pontos QUESTÃO 01 (1,5 ponto) As principais mudanças no corpo de uma pessoa ocorrem na adolescência. É nesta fase que as meninas e os meninos desenvolvem o amadurecimento

Leia mais

Perfil nutricional de crianças de 6 a 10 anos de idade das escolas municipais na cidade de Picos/PI.

Perfil nutricional de crianças de 6 a 10 anos de idade das escolas municipais na cidade de Picos/PI. Perfil nutricional de crianças de 6 a 10 anos de idade das escolas municipais na cidade de Picos/PI. Professor Assistente da Universidade Federal do Piauí Gilvo de Farias Júnior Nutricionistas: Francilany

Leia mais

Minha filha está ficando uma moça!

Minha filha está ficando uma moça! Minha filha está ficando uma moça! A UU L AL A O que faz as meninas se transformarem em mulheres? O que acontece com seu corpo? Em geral, todos nós, homens e mulheres, somos capazes de lembrar muito bem

Leia mais

Mario Julio Franco. Declaração de conflito de interesse

Mario Julio Franco. Declaração de conflito de interesse Mario Julio Franco Declaração de conflito de interesse Não recebi qualquer forma de pagamento ou auxílio financeiro de entidade pública ou privada para pesquisa ou desenvolvimento de método diagnóstico

Leia mais

Desenvolvimento e crescimento humano

Desenvolvimento e crescimento humano Desenvolvimento e crescimento humano da concepção à puberdade Lília Maria de Azevedo Moreira SciELO Books / SciELO Livros / SciELO Libros MOREIRA, LMA. Desenvolvimento e crescimento humano: da concepção

Leia mais

OUTUBRO. um mes PARA RELEMBRAR A IMPORTANCIA DA. prevencao. COMPARTILHE ESSA IDEIA.

OUTUBRO. um mes PARA RELEMBRAR A IMPORTANCIA DA. prevencao. COMPARTILHE ESSA IDEIA. OUTUBRO ROSA ^ um mes PARA RELEMBRAR A IMPORTANCIA DA ~ prevencao. COMPARTILHE ESSA IDEIA. ~ ^ O movimento popular internacionalmente conhecido como Outubro Rosa é comemorado em todo o mundo. O nome remete

Leia mais

Puberdade Normal. Mª Joana Santos, Olinda Marques Serviço de Endocrinologia - Hospital de Braga

Puberdade Normal. Mª Joana Santos, Olinda Marques Serviço de Endocrinologia - Hospital de Braga Puberdade Normal Mª Joana Santos, Olinda Marques Serviço de Endocrinologia - Hospital de Braga Definição Fase do processo contínuo de desenvolvimento, que vai desde o início dos primeiros sinais pubertários

Leia mais

e Conduta Imediata CRESCIMENTO INTRA-UTERINO RESTRITO ( C.I.U.R. )

e Conduta Imediata CRESCIMENTO INTRA-UTERINO RESTRITO ( C.I.U.R. ) Simpósio Diagnóstico de Risco no Pré-natal e Conduta Imediata CRESCIMENTO INTRA-UTERINO RESTRITO ( C.I.U.R. ) Rosilene da Silveira Betat Hospital Materno Infantil Presidente Vargas Medicina Fetal Gestaçã

Leia mais

Avaliação antropométrica de crianças

Avaliação antropométrica de crianças Avaliação antropométrica de crianças Sylvia do Carmo Castro Franceschini Taís Cristina Araújo Magalhães Fabiana de Cássia Carvalho de Oliveira Viçosa Agosto, 2010 Peso: início da vida perda de peso fisiológica

Leia mais

Clampeamento do cordão umbilical: qual o momento ideal?

Clampeamento do cordão umbilical: qual o momento ideal? Clampeamento do cordão umbilical: qual o momento ideal? XI Encontro Nacional de Aleitamento Materno 2010/Santos - SP Sonia Venancio PqC VI - Instituto de Saúde/SES/SP soniav@isaude.sp.gov.br Polêmica A

Leia mais

de 10 a 19 anos completos. (OMS)

de 10 a 19 anos completos. (OMS) ADOLESCÊNCIA de 10 a 19 anos completos. (OMS) adolescência começa com a primeira manifestação da puberdade e termina no momento em que o desenvolvimento físico está quase concluído. (English, 1958) http://www.efdeportes.com/efd149/crescimento-fisico-de-criancas-de-10-a-14-anos.htm

Leia mais

ABORDAGEM INICIAL DA BAIXA ESTATURA PARA O PEDIATRA GERAL: REVISÃO DE LITERATURA

ABORDAGEM INICIAL DA BAIXA ESTATURA PARA O PEDIATRA GERAL: REVISÃO DE LITERATURA Hospital do Servidor Público Municipal ABORDAGEM INICIAL DA BAIXA ESTATURA PARA O PEDIATRA GERAL: REVISÃO DE LITERATURA THALITA FONSECA LIMA SÃO PAULO 2011 THALITA FONSECA LIMA ABORDAGEM INICIAL DA BAIXA

Leia mais

AULAS PRÁTICAS DA DISCIPLINA DE EPIDEMIOLOGIA II

AULAS PRÁTICAS DA DISCIPLINA DE EPIDEMIOLOGIA II AULAS PRÁTICAS DA DISCIPLINA DE EPIDEMIOLOGIA II 1. Objetivos das aulas práticas 1.1 Gerais Ser capaz de, através do cadastramento, detectar problemas, pensar nas causas destes problemas e propor soluções

Leia mais

JUSTIFICATIVA DA INCLUSÃO DA DISCIPLINA NA CONSTITUIÇÃO DO CURRÍCULO

JUSTIFICATIVA DA INCLUSÃO DA DISCIPLINA NA CONSTITUIÇÃO DO CURRÍCULO FACULDADES INTEGRADAS TERESA D ÁVILA LORENA - SP Curso: Enfermagem Disciplina: Enfermagem Saúde da Criança e do Adolescente Ano letivo 2011 Série 3º Ano Carga Horária Total h/a T 90 h/a P 54 h/a En. Cl.

Leia mais

Avaliação Nutricional

Avaliação Nutricional Avaliação Nutricional Prof a Renato Marques 5 o período de Enfermagem Importância e conceitos da Avaliação Nutricional ESTADO NUTRICIONAL Definição Condição de saúde de um indivíduo, influenciada pelo

Leia mais

Mostra de Projetos 2011

Mostra de Projetos 2011 Mostra de Projetos 2011 A enfermagem atuando na prevenção da saúde do adolescente propondo a redução das DST Doenças Sexualmente Transmissíveis e Minimizando os números de Gravidez na Adolescência. Mostra

Leia mais

A importância da primeira infância

A importância da primeira infância A importância da primeira infância Cesar Victora Professor Emérito da Universidade Federal de Pelotas Presidente da Associação Epidemiológica Internacional Perito em Nutrição Infantil da Organização Mundial

Leia mais

RELATO DE EXPERIÊNCIA DA APLICAÇÃO DA SISTEMATIZAÇÃO DE ENFERMAGEM COM RECÉM-NASCIDO EM MÉTODO CANGURU

RELATO DE EXPERIÊNCIA DA APLICAÇÃO DA SISTEMATIZAÇÃO DE ENFERMAGEM COM RECÉM-NASCIDO EM MÉTODO CANGURU RELATO DE EXPERIÊNCIA DA APLICAÇÃO DA SISTEMATIZAÇÃO DE ENFERMAGEM COM RECÉM-NASCIDO EM MÉTODO CANGURU SOARES, Marília Freitas Elias 1 MOREIRA, Michele Pontes 2 SILVA, Emanuele Nascimento 3 SILVA, Eliana

Leia mais

Obesidade infantil: fatores de risco e intervenções de enfermagem pertinentes

Obesidade infantil: fatores de risco e intervenções de enfermagem pertinentes Obesidade infantil: fatores de risco e intervenções de enfermagem pertinentes REVISÃO Cristiane Matos da Silva Aluna do Curso de Graduação em Enfermagem. Cláudia Polubriaginof Docente do Curso de Graduação

Leia mais

FATORES DE RISCOS OBSTÉTRICOS E NEONATAIS PARA OCORRÊNCIA DE PREMATURIDADE NO MUNICÍPIO DE MARINGÁ-PR

FATORES DE RISCOS OBSTÉTRICOS E NEONATAIS PARA OCORRÊNCIA DE PREMATURIDADE NO MUNICÍPIO DE MARINGÁ-PR 25 a 28 de Outubro de 2011 ISBN 978-85-8084-055-1 FATORES DE RISCOS OBSTÉTRICOS E NEONATAIS PARA OCORRÊNCIA DE PREMATURIDADE NO MUNICÍPIO DE MARINGÁ-PR Willian Augusto de Melo 1 ; Francislaine Men Castellini

Leia mais

Supervisão geral: Ana Beatriz Vasconcellos (CGAN/ DAB/ SAS/ MS)

Supervisão geral: Ana Beatriz Vasconcellos (CGAN/ DAB/ SAS/ MS) 2011 Ministério da Saúde. Todos os direitos reservados. É permitida a reprodução parcial ou total desta obra, desde que citada a fonte e que não seja para venda ou qualquer fim comercial. A responsabilidade

Leia mais

ANEXO IV INDICADORES ESTRATÉGICOS PARA A REDE CEGONHA

ANEXO IV INDICADORES ESTRATÉGICOS PARA A REDE CEGONHA ANEXO IV INDICADORES ESTRATÉGICOS PARA A REDE CEGONHA OBJETIVO: MONITORAMENTO E AVALIAÇÃO DA IMPLANTAÇÃO E QUALIFICAÇÃO DA REDE CEGONHA NOME DO INDICADOR DEFINIÇÃO INTERPRETAÇÃO MÉTODO DE CÁLCULO cadastradas

Leia mais

Comparação de Medidas de Idade Gestacional

Comparação de Medidas de Idade Gestacional Universidade de São Paulo Faculdade de Saúde Pública Comparação de Medidas de Idade Gestacional Marcia Furquim de Almeida FSP-USP Ana Maria Rigo Silva CCS-UEL Gizelton Pereira Alencar FSP-USP Tiemi Matsuo

Leia mais

7ª série / 8º ano 2º bimestre U. E. 10

7ª série / 8º ano 2º bimestre U. E. 10 7ª série / 8º ano 2º bimestre U. E. 10 Tipos de reprodução Reprodução é a capacidade que os seres vivos têm de gerar descendentes da mesma espécie. A união dos gametas é chamada fecundação, ou fertilização,

Leia mais