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1 Práticas Recomendadas - SOBECC 5ª Edição 2009 CAPÍTULO I CENTRO CIRURGICO 1. INTRODUÇÃO RECOMENDAÇÕES PARA ARQUITETURA E ÁREA FÍSICA DO CENTRO CIRÚRGICO Configuração física do Centro Cirúrgico Centro Cirúrgico em corredor único Centro Cirúrgico em corredor duplo Centro Cirúrgico em corredor periférico Instalações do Centro Cirúrgico Centro Cirúrgico Ambulatorial e Centro Cirúrgico não Ambulatorial Alvará de funcionamento e autoridades sanitárias RECURSOS HUMANOS NO CENTRO CIRÚRGICO Dimensionamento de pessoal Cálculo de pessoal baseado na estrutura do serviço Enfermeiro Atribuições do Enfermeiro Coordenador Atividades do Enfermeiro Coordenador relacionadas ao funcionamento da unidade Atividades técnico-administrativas do Enfermeiro Coordenador Atividades assistenciais do Enfermeiro Coordenador Atividades de administração de pessoal do Enfermeiro Coordenador Atribuições do Enfermeiro Assistencial Técnico de Enfermagem Atribuições do Técnico de Enfermagem no Centro Cirúrgico Auxiliar de Enfermagem Atribuições do Auxiliar de Enfermagem no Centro Cirúrgico Instrumentador Cirúrgico Atribuições do Instrumentador Cirúrgico Auxiliar-administrativo RECOMENDAÇÕES PARA O CONTROLE DE INFECÇÃO NO AMBIENTE CIRÚRGICO Introdução Fisiopatogenia Fontes de microrganismos causadores de infecções do sítio cirúrgico Agentes infecciosos causadores da infecção do sítio cirúrgico Fatores de predisposição Critérios de definição de infecção do sítio cirúrgico Recomendações para prevenção de infecções do sítio cirúrgico BIOSSEGURANÇA Introdução Definição Recomendações Ergonomia Equipamento de Proteção Individual (EPI) Descarte de materiais Preparação para situação de emergências e catástrofes Riscos elétricos e de incêndio... 48

2 Líquidos voláteis Radiação Laser Quimioterápicos Alergia ao látex Estresse e burnout Considerações finais RECOMENDAÇÕES PARA LIMPEZA EM CENTRO CIRÚRGICO Introdução Limpeza das áreas não restritas e semirrestritas Limpeza das áreas restritas Sala de operações Sala de pré-operatório e recuperação anestésica Manuseio de material perfurocortante SALA DE OPERAÇÕES: MONTAGEM, DESMONTAGEM E CIRCULAÇÃO Introdução Montagem da sala de operações Circulação da sala de operações Desmontagem da sala de operações Recomendações Montagem da sala cirúrgica Circulação da sala cirúrgica Desmontagem da sala cirúrgica SISTEMATIZAÇÃO DA ASSISTÊNCIA DE ENFERMAGEM Introdução Consulta de enfermagem Histórico de enfermagem Exame físico Diagnóstico de enfermagem Prescrição de enfermagem Evolução de enfermagem Sistema de Assistência de Enfermagem Perioperatória Recomendações para a viabilização do processo Fases do Sistema de Assistência de Enfermagem Perioperatória Período transoperatório Período pós-operatório Recomendações para atuação do enfermeiro na aplicação da SAEP ª Fase: Recomendações para avaliação do enfermeiro no pré-operatório imediato ª Fase: Recomendações para avaliação do enfermeiro no transoperatório e no intraoperatório ª FASE: Recomendações para avaliação do enfermeiro no pós-operatório Recomendações gerais para o período pós-operatório Recomendações para aplicação da SAEP POSIÇÃO DO PACIENTE PARA O PROCESSO CIRÚRGICO Introdução Aspectos relevantes relacionados à posição do paciente para a cirurgia Recomendações para a adequada posição cirúrgica Trendelenburg: decúbito dorsal, com céfalo-declive de 30 a 45 e flexão dos joelhos a Recomendações para mudança de posição do paciente... 88

3 10. RECOMENDAÇÕES PARA AQUISIÇÃO DE EQUIPAMENTOS E ARTIGOS NO CENTRO CIRÚRGICO Introdução Recomendações RECOMENDAÇÕES PARA UTILIZAÇÃO DE EQUIPAMENTOS CIRÚRGICOS Recomendações gerais Bisturi elétrico Bisturi elétrico monopolar Recomendações para utilização do bisturi elétrico monopolar: Bisturi elétrico bipolar Bisturi ultrassônico Recomendações para utilização do bisturi ultrassônico Bisturi de argônio Recomendações para a utilização do bisturi de argônio Gerador de radiofrequência Recomendações para utilização do gerador de radiofrequência Gerador de radiofrequência para somnoplastia (Somnus) Laser Tipos de laser Classificação do laser Recomendações para utilização laser Aspirador cirúrgico ultrassônico Recomendações para utilização do aspirador ultrassônico Equipamentos de videocirurgia Sistema de luz Microcâmeras Insufladores Recomendações para utilização dos equipamentos de videocirurgia Morcelador Recomendações para utilização do morcelador Shaver Recomendações para utilização do shaver Garrote pneumático Recomendações para utilização do garrote pneumático Equipamentos de radiologia Recomendações para utilização de equipamentos de radiologia ANESTESIA: TIPOS, RISCOS, MEDICAÇÕES E EQUIPAMENTOS Introdução Tipos de anestesia Anestesia geral Bloqueios regionais Anestesia raquideana, intradural, bloqueio subaracnóideo ou raquianestesia Anestesia epidural, peridural ou extradural Bloqueio caudal Bloqueio de nervos periféricos Anestesia regional intravenosa Anestesia local Máscara laríngea Assistência de enfermagem Principais medicações utilizadas em anestesia Anestésicos inalatórios Anestésicos intravenosos Aparelho de anestesia

4 13. HIPERTERMIA MALIGNA - HM Conceito Drogas seguras e inseguras na HM Protocolo de atendimento da HM Tratamento da HM na fase aguda Tratamento da HM na fase tardia Recomendações TERAPIA ANTINEOPLÁSICA EM CENTRO CIRÚRGICO Introdução Utilização da quimioterapia antineoplásica Como proceder no caso de contaminação ou derramamento do quimioterápico Quimioterapia e Centro Cirúrgico Quimioterapia intraperitoneal hipertérmica Quimioembolização Perfusão isolada de membro e infusão de membro Precauções padrão para quimioterapia em Centro Cirúrgico CONSIDERAÇÕES FINAIS

5 CAPÍTULO II RECUPERAÇÃO PÓS-ANESTÉSICA 1. INTRODUÇÃO ÁREA FÍSICA RECURSOS HUMANOS Enfermeiro assistencial Atividades do enfermeiro assistencial Técnico de Enfermagem Atividades do Técnico de Enfermagem Auxiliar administrativo Atividades do auxiliar administrativo ADMISSÃO DO PACIENTE E ASSISTÊNCIA DE ENFERMAGEM Recomendações para a assistência de Enfermagem Recomendações para admissão do paciente na SRPA Índice de Aldrete e Kroulik Índice de Steward Escala de sedação de Ramsey Alta da SRPA COMPLICAÇÕES NA RECUPERAÇÃO PÓS-ANESTÉSICA Dor Assistência de Enfermagem na abordagem da dor Complicações respiratórias Hipóxia Obstrução das vias aéreas superiores Hipoventilação Apnéia pós-operatória Pneumotórax / hemotórax / hemopneumotórax Aspiração do conteúdo gástrico Broncoespasmo Recomendações para a prevenção de complicações respiratórias Complicações cardiovasculares Hipotensão arterial Recomendações na hipotensão Hipertensão arterial sistêmica (HAS) Recomendações na HAS Disritmias cardíacas Taquicardia sinusal Causas Recomendações na taquicardia sinusal Bradicardia sinusal Causas Recomendações na bradicardia Choque hipovolêmico Recomendações na hipovolemia Complicações renais Oliguria Recomendações na oliguria Poliuria Recomendações na poliuria

6 Retenção urinária Recomendações para retenção urinária Complicações térmicas Hipotermia Recomendações na hipotermia Hipertemia Recomendações na hipertermia Náuseas e vômitos Recomendações em caso de náuseas e vômitos Soluço Recomendações em caso de soluço Distensão abdominal Recomendações na distensão abdominal Alterações neurológicas Demora na recuperação da consciência Recomendações em caso de demora na recuperação da consciência Bloqueio neuromuscular Recomendações no bloqueio neuromuscular Alterações da glicemia Recomendações em alterações glicêmicas RECOMENDAÇÕES PARA O PLANEJAMENTO DA ASSISTÊNCIA DE ENFERMAGEM NA SRPA Intervenções de Enfermagem na RA ACOMPANHANTE OU FAMILIAR NA RECUPERAÇÃO PÓS-ANESTÉSICA Recomendações para envolver a família na SRPA Alta para a unidade de destino Passagem de plantão para o setor de origem Recomendações para a alta do paciente para sua unidade de origem RECOMENDAÇÕES DE ALTA PARA O DOMICÍLIO Recomendações para a alta domiciliar do paciente

7 CAPÍTULO III CENTRO DE MATERIAL E ESTERILIZAÇÃO 1. INTRODUÇÃO ATIVIDADES DESENVOLVIDAS NO CME RECURSOS HUMANOS NO CME Enfermeiro Divisão das atividades desenvolvidas pelos enfermeiros do CME Atividades de coordenação da unidade Atividades técnico-administrativas Atividades de administração de pessoal Técnico de Enfermagem Auxiliar de Enfermagem Atividades do Técnico de Enfermagem/Auxiliar de Enfermagem em CME Auxiliar-administrativo VALORES DO PROFISSIONAL ENFERMEIRO VALORES DOS DEMAIS MEMBROS DA EQUIPE DE ENFERMAGEM ÁREA FÍSICA DO CME Ambientes de apoio Localização Dinâmica e fluxo no CME Aspectos construtivos CRITÉRIOS MÍNIMOS RECOMENDADOS PARA PROCESSAMENTO DOS PRODUTOS PARA SAÚDE Definição e objetivos Classificação dos artigos segundo o potencial de transmissão de infecção Artigos críticos Artigos semicríticos Artigos não-críticos Outros conceitos importantes nas recomendações de processamento Reprocessamento Reesterilização Serviço de saúde Produto médico LIMPEZA DE PRODUTOS PARA SAÚDE Introdução Definição Objetivos Morte microbiana Qualidade da água Introdução Recomendações de tratamento de água para limpeza de produtos para saúde Recomendações para melhorar a qualidade da água e do vapor

8 8.6. Seleção de produtos de limpeza para produtos para saúde Detergentes Detergentes enzimáticos Definição Recomendações para o uso de detergentes enzimáticos Detergentes alcalinos Benefícios Detergentes e desincrustantes Definição Recomendações para o uso de detergentes e desincrustantes Métodos de limpeza de produtos para saúde Limpeza manual Definição Recomendações para a limpeza manual Limpeza automatizada Definição Tipos de equipamentos para a limpeza de produtos para saúde Lavadora ultrassônica Lavadora esterilizadora Lavadora termodesinfetadora Lavadora de descarga Lavadora pasteurizadora Lavadora de túnel Lavadora de endoscópios Recomendações para a limpeza automatizada Limpeza manual versus limpeza automatizada Verificação da eficácia de limpeza Controle microbiológico Controle químico Controle visual da limpeza dos produtos para saúde Validação do processo de limpeza automatizada Recomendações para a limpeza de instrumental cirúrgico e de outros produtos de uso geral Instrumental cirúrgico Introdução Fatores que danificam os instrumentais Ciclo do instrumental cirúrgico Recomendações para a limpeza de instrumental cirúrgico Cuidados específicos com o instrumental cirúrgico Tipos de corrosão do instrumental cirúrgico Como determinar se um instrumental está corroído ou manchado Tipos de manchas no instrumental cirúrgico Recomendações para a manutenção da qualidade do instrumental cirúrgico Artigos endoscópicos Definição Recomendações para limpeza de videocirurgia Microcâmera Cabos ópticos Telescópios ou óptica (rígidos) Morcelador Shaver

9 Instrumentais para videocirurgias Limpeza manual dos instrumentais de videocirugias no Centro Cirúrgico Limpeza manual dos instrumentais de videocirugias no CME Limpeza automatizada: termodesinfetadora ou lavadora ultrassônica para canulados Endoscópios flexíveis Introdução Garantia da qualidade Limpeza e desinfecção manual de endoscópios flexíveis Limpeza e desinfecção automatizada de endoscópios flexíveis Artigos de assistência respiratória Definição Recomendações para a limpeza de artigos de assistência respiratória Limpeza manual Limpeza automatizada Motores, serras e aparelhos elétricos, pneumáticos e com bateria Definição Recomendações para a limpeza de motores, serras e aparelhos elétricos, pneumáticos e com bateria Equipamentos pneumáticos Equipamentos elétricos Equipamentos com bateria Artigos tubulares Definição Recomendações para a limpeza de artigos tubulares Recomendações gerais para a limpeza de produtos para saúde DESINFECÇÃO DE PRODUTOS PARA SAÚDE Desinfecção Objetivo Fatores que afetam a desinfecção Educação e treinamento Classificação da desinfecção Desinfecção de alto nível Desinfecção de nível intermediário Desinfecção de baixo nível Saneantes Aspectos legais Definição de artigos,pois é segundo Portaria Desinfetantes Desinfetantes hospitalares para artigos semicríticos Comprovação da eficácia Microrganismos para a avaliação da ação antimicrobiana Avaliação toxicológica Rotulagem Testes microbiológicos Consenso Características para seleção de agentes químicos Fatores que influenciam na eficácia dos agentes químicos Precauções na utilização dos agentes químicos Métodos de desinfecção

10 Desinfecção por processo físico Desinfecção química Aspectos de segurança Seleção do agente desinfetante Monitoramento da solução desinfetante Recomendações para desinfetantes Desinfecção manual Desinfecção automatizada Aspectos normativos Monitoramento do processo de desinfecção Pasteurização Definição Parâmetros do processo Indicação de uso Mecanismo de ação Ciclo de pasteurização Recomendações para pasteurização Vantagens e desvantagens PREPARO E EMPACOTAMENTO DE PRODUTOS PARA SAÚDE Definição Objetivo Recomendações para o preparo e o empacotamento de produtos para saúde SELEÇÃO DE EMBALAGENS PARA OS PRODUTOS PARA SAÚDE Características das embalagens: Objetivo Tipos de embalagem Tecido de algodão Problemas no uso de embalagem de tecido Recomendações para o uso de embalagem de tecido Embalagem composta de papel grau cirúrgico e filme laminado Papel grau cirúrgico encrespado conhecido como papel crepado Papel kraft Filmes transparentes Tyvek Lâminas de alumínio e caixas metálicas Sistema de contêineres rígidos Vantagens do uso de contêineres rígidos: Vidros refratários Não-tecido spunbonded / meltblown / spunbonded (SMS) Recomendações para a seleção de embalagens PROCESSOS DE ESTERILIZAÇÃO DE PRODUTOS PARA SAÚDE Definição Tipos de processos de esterilização Processos físicos Esterilização por vapor saturado sob pressão Definição Tipos de autoclave

11 Mecanismo de ação Parâmetros do processo Monitoramento do processo Vantagens Desvantagens Recomendações para a esterilização de produtos para saúde por vapor saturado sob pressão Esterilização rápida (flash sterilization) Definição Mecanismo de ação Parâmetros do processo Recomendações para a esterilização de produtos para saúde por ciclo flash Esterilização por calor seco Definição Mecanismo de ação Parâmetros do processo Monitoramento do processo Recomendações para a esterilização de produtos para saúde por calor seco Esterilização por cobalto Definição Mecanismo de ação Risco de exposição ambiental Parâmetros do processo Monitoramento do processo Vantagens Desvantagens Recomendações para esterilização de produtos para saúde por cobalto Processos físico-químicos Esterilização por vapor de baixa temperatura com formaldeído gasoso (VBTF) Definição Mecanismo de ação Toxicidade Parâmetros do processo Fases da esterilização por VBTF Monitoramento do processo de esterilização Vantagens Desvantagens Recomendações para a esterilização de produtos para saúde por VBTF Esterilização por óxido de etileno (ETO) Definição Mecanismo de ação Toxicidade Parâmetros do processo Monitoramento do processo Vantagens Desvantagens Cuidados especiais no manuseio de produtos para saúde esterilizados por óxido de etileno que devem ser seguidos: Recomendações para a esterilização de artigos por óxido de etileno Esterilização por plasma de peróxido de hidrogênio

12 Definição Mecanismo de ação Toxicidade Vantagens Desvantagens Parâmetros do processo Fases de esterilização por plasma de peróxido de hidrogênio Recomendações para a esterilização de produtos para saúde por plasma de peróxido de hidrogênio Monitoramento do processo de esterilização RECOMENDAÇÕES PARA O ARMAZENAMENTO E A DISTRIBUIÇÃO DOS ARTIGOS ESTERILIZADOS Definição e objetivos Recomendações para o armazenamento e a distribuição dos artigos esterilizados MONITORAMENTO DOS PROCESSOS DE ESTERILIZAÇÃO Monitoramento mecânico Vantagens do monitoramento mecânico por instrumento eletrônico Monitoramento químico Classificação dos indicadores químicos Características de cada classe dos indicadores químicos Controles microbiológicos Indicadores de primeira geração Indicadores de segunda geração Indicadores de terceira geração Testes para avaliar a penetração do agente esterilizante Recomendação para realização de testes Bowie e Dick em autoclaves com sistema de pré-vácuo Confecção do pacote conforme padrão AAMI Ferramentas de monitoramento: POR QUE É TESTADO O PROCESSO DE ESTERILIZAÇÃO A VAPOR? POR QUE SE FAZ O TESTE DE BOWIE&DICK? POR QUE SE DEVE TER ATENÇÃO À PRESENÇA DE AR OU DE GASES NÃO CONDENSÁVEIS (NCG)? POR QUE UTILIZAR MONITORES FÍSICOS? POR QUE SÃO TÃO IMPORTANTES TODAS ESTAS MEDIÇÕES? POR QUE USAR TANTOS TIPOS DE MONITORES PARA UM CICLO? POR QUE USAR FITA INDICADORA NO LADO EXTERNO DE UM PACOTE? POR QUE UTILIZAR INDICADORES QUÍMICOS INTERNOS? POR QUE UTILIZAR INDICADORES BIOLÓGICOS?

13 23. CONTROLE E DOCUMENTAÇÃO DOS PROCESSOS DE ESTERILIZAÇÃO Definição Tipos de registro Quanto aos processos de esterilização Quanto à manutenção do equipamento Recomendações para o controle e a documentação dos processos de esterilização VALIDAÇÃO DOS PROCESSOS DE ESTERILIZAÇÃO DE PRODUTOS PARA SAÙDE Definição Objetivos da validação Etapas da validação Qualificação do projeto Qualificação da instalação Qualificação da operação de esterilização Qualificação do desempenho do equipamento Recomendações para a validação dos processos de esterilização Requalificação e revalidação dos processos de esterilização Recomendações VALIDAÇÃO DOS PROCESSOS DE ESTERILIZAÇÃO POR CALOR SECO REPROCESSAMENTO DE ARTIGOS DE USO ÚNICO Legislação sobre reprocessamento de materiais médicos no Brasil Elaboração, validação e implantação de protocolos de reprocessamento de artigos de uso único Critérios a serem analisados para a tomada de decisão quanto ao reprocessamento de artigos de uso único TERCEIRIZAÇÃO DOS SERVIÇOS DE ESTERILIZAÇÃO Definição Objetivo Recomendações para a terceirização da esterilização PRODUTO RECALL Recall de produtos para saúde processados em uma instituição médico-hospitalar Políticas e procedimentos Quando realizar o recall Como fazer um recall Como evitar um recall Recalls de produtos para saúde, notificações e alertas de segurança Resumo INDICADORES DE QUALIDADE PARA AVALIAÇÃO DO TRABALHO EM CME Indicadores para limpeza de produtos para saúde Indicadores para área de preparo e acondicionamento de produtos para saúde ANEXOS

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