UNIVERSIDADE ESTADUAL DE SANTA CRUZ PRÓ-REITORIA DE PESQUISA E PÓS-GRADUAÇÃO

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1 UNIVERSIDADE ESTADUAL DE SANTA CRUZ PRÓ-REITORIA DE PESQUISA E PÓS-GRADUAÇÃO Análise discursivo-argumentativa do jornal impresso: ethos e pathos na construção da identificação com o leitor na primeira página do jornal Coordenador/ Eduardo Lopes Piris Autor(es)/ Eduardo Lopes Piris Equipe/ Eduardo Lopes Piris Área de conhecimento/cnpq: Linguística, Letras e Artes Tempo de execução: 24 meses. Local de execução: UESC Ilhéus 24/05/2010

2 2 RESUMO Este projeto de pesquisa visa à análise discursivo-argumentativa das primeiras páginas das edições de abril de 1964 dos jornais Correio da Manhã e O Globo, focalizando a construção da identidade discursiva desses jornais na polêmica instaurada em torno da deposição do presidente João Goulart e da instalação do regime militar no Brasil a partir de abril de As análises voltam-se para a descrição do ethos e do pathos discursivos construídos nas primeiras páginas das edições de abril de 1964 do Correio da Manhã e d O Globo. Os procedimentos teóricometodológicos desta pesquisa definem-se pela compreensão do interdiscurso como objeto de estudo; pela análise da interrelação dos gêneros jornalísticos no hipergênero primeira página jornalística; pela consideração da relação ethos/pathos; pelo estudo das marcas enunciativas e da cenografia para análise do ethos; pelo cenário passional como noção de descrição do pathos. Espera-se, ao final, apresentar formulações teóricas sobre categorias de análise para apuração do ethos e do pathos, bem como mostrar seus resultados por meio de análise de corpus constituído a partir de arquivo. Palavras-chave: discurso jornalístico, gêneros do jornal, ethos, pathos INTRODUÇÃO Este projeto de pesquisa filia-se à perspectiva discursivo-argumentativa, que se localiza na articulação entre a análise do discurso proposta por Maingueneau (1984, 1987, 1991, 1994) e a teoria da argumentação desenvolvida por Plantin (1996, 2008) e Amossy (2006, 2007). No Brasil, esta linha de pesquisa é também representada pelo trabalho de Lineide Mosca (2007). O objeto de estudo desta pesquisa consiste na relação interdiscursiva entre duas formações discursivas constituídas de maneira diametralmente opostas, chamadas de (i) apoiadores e de (ii) opositores ao novo regime. No entanto, tal objeto só poderá ser apreendido por meio da análise de enunciados efetivamente produzidos em um dado contexto sócio-histórico. Desse modo, foram eleitas para análise as edições de abril de 1964 dos jornais Correio da Manhã e O Globo, mais especificamente suas primeiras páginas.

3 3 No que concerne às categorias de análise, concebemos o efeito de sentido de identificação como (i) estratégia de argumentação e (ii) elemento de construção da identidade discursiva do jornal. Assim, ambos os aspectos serão contemplados por meio da análise da relação ethos/pathos, a fim de compreender o modo de dizer, de ser, de sentir, de se comportar e de se colocar na esfera de atividade jornalística, para, finalmente, concluir sobre o tipo de jornalismo praticado em torno dos fatos políticos reunidos sob o historiônimo Golpe de 64. As causas e as consequências do Golpe de 64 figuram como um tema frequentemente tratado por estudiosos de várias áreas. São notáveis os trabalhos dos historiadores Thomas Elliot Skidmore (1975; 1988), René Dreifuss (1981) e Nelson Werneck Sodré (1984); dos sociólogos e cientistas políticos Florestan Fernandes (1986) e Moniz Luiz Alberto Bandeira (1997); dos analistas do discurso José Luiz Fiorin (1988) e Freda Indursky (1997); entre outros pesquisadores que deixamos de citar, mas que se dedicaram, de alguma forma, a esse tema, correlacionando-o com suas respectivas áreas de estudo e contribuindo com publicações significativas. OBJETIVOS O objetivo geral desta pesquisa é apurar o ethos e o pathos do Correio da Manhã e d O Globo, bem como os efeitos de sentido provocados por essas duas noções no discurso jornalístico, observando aí como a identidade discursiva desses jornais constituem-se a partir do diálogo com duas formações discursivas constitutivamente controversas: apoiadores e opositores ao golpe de estado de Em síntese, os objetivos específicos da pesquisa são: 1- Confirmar e ressaltar os traços da dimensão subjetiva do discurso jornalístico; 2- Formular categorias de análise para depreensão do ethos e do pathos discursivos; 3- Mostrar os efeitos do pathos no processo de construção do ethos; 4- Verificar a relação entre a dimensão subjetiva do discurso (ethos e pathos) e o posicionamento discursivo dos jornais; 5- Levantar as características do hipergênero primeira página dos jornais sob análise.

4 4 JUSTIFICATIVAS Tendo em vista os trabalhos supracitados que trataram do Golpe de 1964, esta pesquisa se pretende original no sentido de abranger aí uma questão ainda não explorada: analisar a dimensão subjetiva do discurso jornalístico sobre o golpe militar brasileiro de 1964, focalizando, especificamente, o ethos e o pathos produzidos nos discursos do Correio da Manhã e d O Globo, a fim de compreender a imagem que cada jornal oferece de si ao seu leitor e as emoções que lhes são apresentadas a fim de levá-los a se reconhecer dentro de um ou de outro posicionamento discursivo a respeito do que se entendeu sobre o golpe naquele abril de Outro aspecto que motiva nossa pesquisa remete à questão da construção da hegemonia de um discurso que, nesse caso, sustentou um regime de exceção e o manteve no poder por vinte e um anos. De modo algum podemos negar que o clima de tensão instalado pelo uso da força consiste no aspecto mais terrível e vergonhoso de toda a campanha repressiva do período ditatorial, no entanto também é preciso ter em conta que, ao lado dessa ação deliberadamente celerada, desenvolveu-se, na esteira do processo de desestabilização do governo de João Goulart, uma prática discursiva empenhada em justificar o putsch e desqualificar a resistência subsistente. É nessa perspectiva que o desenvolvimento de pesquisas em torno desse assunto no âmbito das ciências da linguagem se mostra relevante. Em suma, trata-se de reconhecer não só a importância, como também a necessidade de compreender os processos de construção do discurso de legitimação e estabelecimento de um novo regime, assim como os de sua resistência. No que tange à constituição do corpus, a escolha dos jornais O Globo e Correio da Manhã se justifica em razão de ambos pertencerem ao que se chama de grande imprensa, ou seja, têm grande tiragem e circulação nacional. Ademais, o Correio da Manhã se apresenta abertamente como um jornal combativo, ao contrário de O Globo, que se mostra mais alinhado ao establishment. E essa já é uma primeira grade que orientará nossos estudos sobre o ethos desses discursos, uma vez que poderíamos supor já de antemão que o Correio da Manhã apresentaria um ethos combativo, ao passo que os discursos de O Globo construiriam um ethos mais contemporizador. Mas, como chegar a tais conclusões? É aí que nossa pesquisa se mostra relevante, pois, ao

5 5 adotar um procedimento metodológico voltado à descrição, preocupa-se em deslindar os mecanismos linguísticos e discursivos de construção do ethos e do pathos, sempre com base em análise de corpus. Do ponto de vista teórico, embora a noção de ethos esteja ocupando espaço demasiadamente expressivo nas modernas teorias da linguagem, entendemos que há uma lacuna no que tange à discussão mais acurada sobre os problemas que acabamos de levantar. Em síntese, a raiz de tais problemas encontra-se num mesmo ponto: na articulação entre a retórica, a argumentação e o discurso. Se nos detivermos apenas aos trabalhos 1 situados na Análise do Discurso que se apropriam dessa noção originalmente retórica, notaremos equívocos dos mais variados graus na passagem do texto aristotélico aos atuais quadros de Análise do Discurso. O ethos é confundido com a imagem de personagens ou de terceiros que não o enunciador de seu próprio discurso; o ethos é confundido com a ideia de estereótipo, quando se diz o ethos professoral de x ; o ethos é confundido com a noção de estilo, quando se pronuncia a máxima ethos é estilo. É por essas razões que insistimos em aprofundar a discussão sobre essas questões, sobretudo a natureza do ethos. Quanto ao pathos (especificamente o pathos), essa noção começa a figurar entre alguns trabalhos inspirados nas teorias da argumentação (Chaïm Perelman, Christian Plantin, Michel Meyer, entre outros) e na análise do discurso encaminhada por Patrick Charaudeau. Acreditamos que podemos aproveitar, de algum modo, todas essas contribuições, para, enfim, começar a trabalhar com a noção de pathos também no seio da AD (mais especificamente no quadro teórico formulado por Maingueneau no que toca à noção de ethos), conduzindo, assim, um trabalho que se justifica em nome de uma coerência teórica. 1 Os trabalhos de Maingueneau (1997, 2001), os artigos reunidos por Ruth Amossy (2005) e publicados sob o título de Imagens de si no discurso: a construção do ethos, bem como aqueles organizados por Ana Raquel Motta & Luciana Salgado (2008) sob o título Ethos discursivo.

6 6 REVISÃO DE LITERATURA A concepção de um modelo teórico-metodológico que articule discurso, retórica e argumentação é uma tendência relativamente recente nas Ciências da Linguagem, pois, se os estudos retóricos, as teorias da argumentação e a Análise do Discurso são disciplinas que, tradicionalmente, procuram definir bem seus limites e suas fronteiras, há trabalhos que se propõem, justamente, a estabelecer pontos de contatos entre tais disciplinas. A retórica viveu um longo período de desprestígio e somente foi recuperada na Modernidade. O Tratado da argumentação - A nova retórica de Perelman & Olbrechts- Tyteca (1996[1958]) revitalizou a abordagem de uma argumentação sobre o verossímil, ou seja, uma argumentação que busca convencer seu auditório no âmbito da negociação. Tal obra associa a retórica à argumentação. Posteriormente, Plantin (1996) distingue a argumentação em duas acepções: (i) orientação dirigida a uma conclusão, em que se analisa a propriedade semântica da frase, considerada fora de contexto; (ii) fato de discurso, associada à prática da linguagem em contexto. Nessa segunda acepção, o autor relaciona as noções de argumentação e de discurso, tal como assumidas por este projeto de pesquisa. Não obstante a essa segunda concepção de argumentação, mas inserido num quadro de análise do discurso, Maingueneau (1994, p.265) afirma que quando o analista do discurso se volta para a argumentação, não é com a intenção de estabelecer o modelo dos processos de validação, mas de relacioná-los a um gênero do discurso histórica e socialmente situado. Alinhando-se a essas colocações, Amossy (2007) adota igualmente uma perspectiva de estudo da argumentação e do discurso que relaciona a fala a um lugar social e a instâncias institucionais. No Brasil, destacam-se os trabalhos de Lineide Salvador Mosca (1990, 1997, 2007), que, ao liderar o Grupo de Estudos de Retórica e Argumentação (GERAR), conduz uma linha de pesquisa que associa retórica, argumentação e discurso, considerando o contexto sócio-histórico de emergência dos discursos examinados. Nessa esteira, desenvolvemos nossa pesquisa, procurando refletir sobre categorias de análise que viabilizem a depreensão de discursos manifestados por meio

7 7 dos mais diversos domínios sociais e gêneros discursivos, a fim de ampliar o alcance do enfoque teórico-metodológico dito discursivo-argumentativo. Assim, em nosso mestrado, defendemos o exame acurado do ethos com base em elementos linguísticos e discursivos (dêixis, modalização, discurso citado, cenografia). A pesquisa teve seus desdobramentos e, desde 2007, estamos trabalhando com as noções de ethos e de pathos em gêneros do jornal. Trata-se de duas noções herdadas da antiga retórica por diferentes disciplinas das modernas Ciências da Linguagem. Cada abordagem enfatiza um aspecto do ethos e do pathos retórico. As teorias argumentativas exploram o caráter persuasivo dessas noções, enquanto as teorias discursivas realçam as suas dimensões social, histórica e interacional. Tendo em vista que o discurso é um objeto multifacetado, porque provido de todas essas características, o ethos e o pathos se oferecem como noções apropriadas a uma orientação de trabalho voltada ao diálogo entre as disciplinas supracitadas. Este projeto desenvolve, portanto, a abordagem discursivoargumentativa, focalizando as noções de ethos e pathos no discurso jornalístico. METODOLOGIA OU MATERIAL E MÉTODOS A pesquisa será conduzida com base em fontes bibliográficas (livros, teses, artigos, etc.) e, para constituição do corpus, nas seguintes fontes documentais: O Globo e Correio da Manhã, edições de 01/04/1964 a 30/04/1964. O material foi reproduzido por meio de processo de microfilmagem dos originais pertencentes ao acervo da Biblioteca Nacional e, posteriormente, digitalizados pelo IEB-USP (Instituto de Estudos Brasileiros). No que diz respeito aos procedimentos de análise dos dados, esta pesquisa procederá à análise do ethos e do pathos no discurso jornalístico, examinando os seguintes pontos: O contexto sócio-histórico da produção discursiva dos jornais sob análise; Os discursos alheios que perpassam e constituem os discursos do jornal; Os papéis sociais dos participantes da comunicação; Os gêneros de discurso encontrados nesse jornal; O suporte, a paginação, a relação entre a materialidade verbal e visual, etc.;

8 8 Estilo de linguagem: recursos linguísticos e discursivos recorrentes; Os elementos que formam a situação de enunciação; As instâncias subjetivas do discurso: figuras que recobrem o enunciador e o co-enunciador, bem como as demais instâncias delegadas pelo enunciador; A relação identitária entre os participantes da comunicação: processos de identificação entre jornal e leitor que revelam o tipo de jornal e de leitor. VIABILIDADE Do ponto de vista financeiro, o projeto não gera custos, uma vez que as fontes bibliográficas encontram-se disponíveis em bibliotecas universitárias e o material já fora devidamente levantado e tratado. Quanto ao tempo para execução desta pesquisa, 24 (vinte e quatro) meses é tempo suficiente para a conclusão do projeto, pois já estão cumpridas as etapas de composição e tratamento do corpus, de levantamento e documentação das fontes bibliográficas, de construção de grande parte dos pressupostos teóricos, de estudo piloto, restando apenas a discussão dos dados obtidos e a comprovação da proposta teórica. Assim, o atual estágio da pesquisa permite afirmar a viabilidade da execução deste projeto. RESULTADOS ESPERADOS O contato superficial com a totalidade do corpus da pesquisa nos permite aventar a hipótese de que, ao longo do mês de abril de 1964, O Globo irá firmar sua posição favorável ao novo regime, ao passo que nesse mesmo período o Correio da Manhã irá construir gradativamente uma identificação mais forte com o discurso contrário ao novo regime. A previsão é que as análises reforcem a hipótese de dois posicionamentos discursivos distintos, ou seja, duas formações discursivas constitutivamente controversas e, assim, dois ethé localizados em pontos opostos de um mesmo continuum axiológico construído com base nas crenças e nos valores estabelecidos pela polêmica em torno do Golpe de 64. E isso tem consequências no que diz respeito à construção da identificação do jornal com o seu leitor, um dos principais argumentos do discurso jornalístico.

9 9 REFERÊNCIAS AMOSSY, Ruth (Org.). Imagens de si no discurso: a construção do ethos. Trad. Dilson Ferreira da Cruz, Fabiana Komesu e Sírio Possenti. São Paulo: Contexto, AMOSSY, Ruth. L'argumentation dans le discours. Discours politique, literature d idées, fiction. 2 e ed. Paris: Armand Colin, AMOSSY, Ruth. O lugar da argumentação na análise do discurso: abordagens e desafios contemporâneos. Trad. Adriana Zavaglia. Filologia e linguística portuguesa, SP, n.9, p , AQUINO, Maria Aparecida de. Censura, Imprensa, Estado Autoritário ( ): o exercício cotidiano da dominação e da resistência O Estado de São Paulo e Movimento. Bauru: EDUSC, ARISTÓTELES. Retórica. Trad. Manuel Alexandre Júnior, Paulo Farmhouse Alberto e Abel do Nascimento Pena. Lisboa: Imprensa Nacional Casa da Moeda, AUTHIER-REVUZ, Jaqueline. Heterogeneidade mostrada e heterogeneidade constitutiva: elementos para uma abordagem do outro no discurso. In: Entre a transparência e a opacidade: um estudo enunciativo do sentido. Rev.Trad.Leci Borges Barbisan et al. Porto Alegre: Edipucrs, p BAKHTIN, Mikhail. Os gêneros do discurso. In: Estética da criação verbal. Trad. Paulo Bezerra. São Paulo: Martins Fontes, p BARTHES, Roland. A Retórica Antiga. In: COHEN, Jean et al. Pesquisas de Retórica. Trad. Leda Pinto Mafra Iruzun. Petrópolis: Vozes, p BONINI, Adair. Os gêneros do jornal: o que aponta a literatura da área de comunicação no Brasil? Linguagem em (dis)curso, Tubarão, SC, v. 4, n. 1, p , jul./dez

10 10 BONINI, Adair. Os gêneros do jornal. Questões de pesquisa e ensino. In: KARWOSKI, Acir Mário; GAYDECZKA, Beatriz; BRITO, Karim Siebeneicher. Gêneros textuais: reflexões e ensino. 2.ed. Rio de Janeiro: Lucerna, p BRANDÃO, Helena Hatsue Nagamine. Introdução à Análise do Discurso. 2.ed.rev. Campinas: Editora da Unicamp, CHARAUDEAU, Patrick. Une problématisation discursive de l émotion: à propos des effets de pathémisation à la television. In : PLANTIN, Christian; DOURY, Marianne; TRAVERSO, Véronique (Éds). Les émotions dans les interactions. Lyon: Presses Universitaires Lyon, CHARAUDEAU, Patrick. Pathos e discurso político. In: MACHADO, Ida Lúcia; MENEZES, William; MENDES, Emília. As emoções no discurso. Rio de Janeiro: Lucerna, p DECLERCQ, Gilles. L art d argumenter: structures rhétoriques et littéraires. Paris: Editions Universitaires, DITTRICH, Ivo José. Lingüística e Jornalismo: dos sentidos à argumentação. Cascavel: Edunioeste, DREIFUSS, René Armand. 1964: A conquista do Estado: ação política, poder e golpe de classe. 2. ed. Trad. Else Ribeiro Pires Vieira (superv.). Petrópolis, Vozes, FIORIN, José Luiz. O regime de 1964: discurso e ideologia. São Paulo: Atual, INDURSKY, Freda. A fala dos quartéis e outras vozes. Campinas: Ed.Unicamp, MACHADO, Ida Lúcia; MENEZES, William; MENDES, Emília. (orgs.). As emoções no discurso. Rio de Janeiro: Lucerna, MAINGUENEAU, Dominique. Lecture, incorporation et monde éthique. Études de Linguistique Appliquée (Éla), Paris, n.119, p , juil./sept

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13 13 PIRIS, Eduardo Lopes. A dimensão subjetiva do discurso jornalístico: o ethos e o pathos nos editoriais do Correio da Manhã e d O Globo sobre a deposição de João Goulart. In: GARCIA, B.R.V.; CUNHA, C.L.; PIRIS, E.L.; FERRAZ, F.S.M.; GONÇALVES SEGUNDO, P.R. (Orgs.). Análises do Discurso: o diálogo entre as várias tendências na USP. São Paulo: Paulistana Editora, ISBN Disponível em: PLANTIN, Christian. L argumentation. Paris : Seuil, PLANTIN, Christian. A argumentação: história, teorias, perspectivas. Trad. Marcos Marcionilo. São Paulo: Parábola, 2008 [Original: L Argumentation Histoire, théories, perspectives. Paris: PUF, 2005]. PLEBE, Armando. Breve história da retórica antiga. Trad. Gilda Naécia Maciel de Barros. São Paulo: Editora Pedagógica Universitária, PLEBE, Armando & EMANUELE, Pietro. Manual de Retórica. Trad. Eduardo Brandão. São Paulo: Martins Fontes, ROBRIEUX, Jean-Jacques. Éléments de Rhétorique et d Argumentation. Paris: Dunod, SKIDMORE, Thomas Elliot. Brasil: de Castelo a Tancredo, Rio de Janeiro: Paz e Terra, SODRÉ, Nelson Wernek. Vida e morte da ditadura: vinte anos de autoritarismo no Brasil. Petrópolis: Vozes, SODRÉ, Nelson Wernek. História da Imprensa no Brasil. 4.ed. São Paulo: Mauad, 1999.

14 14 CRONOGRAMA DE ATIVIDADES (discriminar por ano) ANO 1 ATIVIDADES Revisão da transcrição dos dados Investigação teórica sobre o hipergênero e descrição da primeira página jornalística Análise de corpus: edições de 2 a 4 de abril de 1964 Apresentação dos resultados parciais em eventos acadêmicos Análise de corpus: edições de 5 a 7 de abril de 1964 Análise de corpus: edições de 8 e 9 de abril de 1964 ANO 2 ATIVIDADES Análise de corpus: edições de 10 a 15 de abril de 1964 Análise de corpus: edições de 16 a 22 de abril de 1964 Análise de corpus: edições de 23 a 30 de abril de 1964 Verificação das hipóteses e reavaliação das formulações teóricas Apresentação dos resultados parciais em eventos acadêmicos Redação do relatório de pesquisa Conclusão e entrega do relatório de pesquisa

15 OBS.: O orçamento do projeto deve ser elaborado trimestralmente para cada ano. Não incluir bolsistas de iniciação científica ORÇAMENTO RESUMIDO RECURSOS FINANCEIROS POR TRIMESTRE PROGRAMAÇÃO FÍSICA a11) Caracterização da Despesa 1º T 2º T 3º T 4º T Total 00 DESPESA DE CUSTEIO 14 Diárias 30 Material de Consumo 33 Passagens e Locomoção 35 Serviços de Consultoria 36 Serviços de Terceiros P. Física 39 Serviços de Terceiros P. Jurídica DESPESA DE CAPITAL 42 Obras (Construção) 52 Aquisição de Livros 52 Aquisição Equipamentos e Outros TOTAL DA PROPOSTA a12) Nome (s) Entidade (s) a12-1) Participação a12-2) Fonte a12-3) Em R$ Financiadora (s): a12-i) UESC Proponente a12-ii) Concedente Total RESUMO DA PROPOSTA FINANCEIRA Total Em R$ Total da Despesa

16 16 ORÇAMENTO DETALHADO RECURSOS FINANCEIROS POR TRIMESTRE PROGRAMAÇÃO FÍSICA CARACTERIZAÇÃO DA DESPESA Rubrica Diárias - Servidores da UESC Unidade Quant R$ Unit Total Diária Diária Diária SUB-TOTAL Rubrica =Material de Consumo - Finalidade: Unidade Quant R$ Unit Total SUB-TOTAL Rubrica =Passagens - Finalidade: Terrestre (Roteiro): Unidade Quant R$ Unit Total Aérea (Roteiro): SUB-TOTAL Rubrica =Serv.Terceiros P.Física - Finalidade: Unidade Quant R$ Unit Total SUB-TOTAL Rubrica =Serv.Terceiros P.Jurídica - Finalidade: Unidade Quant R$ Unit Total SUB-TOTAL Rubrica Equip. e Mat.Permanente - Unidade Quant R$ Unit Total

17 17 Finalidade: SUB-TOTAL TOTAL DA DESPESA Unidade Unidade Unidade Unidade

18 EQUIPE: Nome Titulação Departamento Dedicação ao projeto h/semana Eduardo Lopes Piris Mestre DLA 6 PLANO DE ATIVIDADE DE CADA COMPONENTE DA EQUIPE Reportar-se ao cronograma de atividades. Data 24/05/2010 Nome do Coordenador do Projeto Eduardo Lopes Piris Ass. Nome do Diretor do Departamento Samuel Leandro Oliveira de Mattos Ass.

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