OS MECANISMOS DE COESÃO EM CAMPANHAS DE SAÚDE

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "OS MECANISMOS DE COESÃO EM CAMPANHAS DE SAÚDE"

Transcrição

1 OS MECANISMOS DE COESÃO EM CAMPANHAS DE SAÚDE Kleiton Cassemiro do Nascimento¹ DLLEM / UFRN RESUMO Este trabalho tem como objetivo fazer uma análise dos mecanismos de coesão adotados em textos de campanhas de saúde avaliando em qual gênero textual essas campanhas estão inseridas para justificar a adoção ou não de determinados mecanismos coesivos. O objeto de estudo adotado foi o texto da Campanha Nacional de Vacinação para Eliminação da Rubéola no Brasil. Toda a pesquisa foi fundamentada nos conceitos de Mecanismos de Coesão defendidos por Koch (1999) e Antunes (2005), e nos conceitos de Gênero Textual de Koch (2006), Brait (2005), Bakhtin (2000) e Marcuschi (2002). Sabendo-se que a função do texto escrito em uma campanha de saúde é levar a informação a um maior número de pessoas de maneira compreensiva para que se sintam confortáveis em aderir à campanha, então esse texto deve ser claro, sem margens para confusões ou interpretações dúbias. Como resultado desta pesquisa identificamos a ocorrência constante da repetição e a ausência de mecanismos como a elipse, com o intuito de evitar interpretações divergentes do conteúdo apresentado na campanha. Ao final deste trabalho chegamos à conclusão de que, para cada gênero textual adotado, são diferentes as formas como são colocados os mecanismos de coesão. No caso do objeto de nosso estudo, verificamos que quanto mais clara a forma de apresentar uma campanha como a da vacinação contra a rubéola, maior será o acesso do público a mesma. Palavras-chave: mecanismos de coesão, coesão lexical, gênero textual, campanha de vacinação 1. INTRODUÇÃO A coesão dentro de um texto contribui diretamente para o seu entendimento, para dar sentido ao mesmo. Alguns autores distinguem a coesão da coerência textual e de fato alguns textos onde não ocorrem elementos de coesão ainda possuem coerência. Exemplos disso podem ser vistos no estudo de Koch (1999) sobre coesão, mas ela deixa claro que mesmo sendo verdade que a coesão não constitui condição necessária para que um texto seja um texto, não é menos verdade que o uso de elementos coesivos dará ao mesmo maior legibilidade. Segundo Antunes (2005), a coesão é a propriedade pela qual se cria e se sinaliza toda espécie de ligação, de laço, que dá ao texto unidade de sentido ou unidade temática. Apenas conhecer o significado das palavras isoladamente no texto não é garantia do seu entendimento global. Dessa forma a função da coesão é exatamente a de promover a continuidade do texto (...) para que não se perca o fio da unidade que garante a sua interpretabilidade (ANTUNES, 2005). ¹ Graduando do primeiro período do curso de Letras Francês do DLLEM/UFRN. 1 Orientação: Professora Dra. Sulemi Fabiano Campos/UFRN/GETED

2 Neste trabalho procura-se fazer uma análise dos mecanismos de coesão adotados em textos de campanhas de saúde avaliando em qual gênero textual essas campanhas estão inseridas para justificar a adoção ou não de determinados mecanismos coesivos. O objeto de estudo adotado foi o texto da Campanha Nacional de Vacinação para Eliminação da Rubéola no Brasil de Espera-se identificar mecanismos que possibilitem uma maior clareza na apresentação do texto. Estes mecanismos foram estudados nos trabalhos de Antunes (2005) e Koch (1999). Também foi necessário um estudo sobre os gêneros do discurso para poder identificar em qual gênero o objeto de estudo se encontra e que tipos de mecanismos são normalmente usados neste gênero. 2. OS MECANISMOS DE COESÃO Os mecanismos de coesão textual, segundo Koch (1999), dizem respeito a todos os processos de sequencialização que asseguram [...] uma ligação lingüística significativa entre os elementos [...] de um texto. Dentro do texto analisado procurouse identificar alguns dos cinco tipos de mecanismos de coesão: referência (pessoal, demonstrativa, comparativa), substituição (nominal, verbal, frasal), elipse (nominal, verbal, frasal), conjunção (aditiva, adversativa, causal, temporal) e coesão lexical (repetição, sinonímia, hiperonímea). Alguns destes mecanismos não são ocorrentes na campanha estudada pelo simples fato de serem susceptíveis a interpretações ambíguas, como, por exemplo, a elipse, elemento usado para omitir um item lexical, um sintagma, uma oração ou todo um enunciado, facilmente recuperáveis pelo contexto (KOCH, 1999, p. 22). Na figura 01 abaixo, extraída do texto da campanha de vacinação do Ministério de Saúde contra a rubéola de 2008, está destacado um exemplo do uso da referência demonstrativa. Figura 1 - Exemplo de referência demonstrativa - campanha contra rubéola - p.10 Orientação: Professora Dra. Sulemi Fabiano Campos/UFRN/GETED 2

3 Neste exemplo pode-se observar o uso de uma referência endofórica anafórica, que tem esse nome, pois, segundo Koch (1999), o referente mapa encontra-se dentro do próprio texto portanto endofórico, e antes do item coesivo (anafórica) que nesse exemplo é representado por um pronome demonstrativo nestes. Exemplos de substituição não foram encontrados dentro do texto em estudo. Ao invés deste mecanismo foram usados outros tipos que causam menos confusão durante a leitura do texto. A elipse, elemento usado para omitir um item lexical, um sintagma, uma oração ou todo um enunciado, facilmente recuperáveis pelo contexto (KOCH, 1999, p. 22), aparece poucas vezes ao longo do material da campanha. Talvez pelo fato da possível ambigüidade que esse mecanismo pode gerar. Nas vezes em que a elipse é usada o referente está perto, normalmente no período anterior, o que facilita a sua identificação como é mostrados nos exemplos que estão nas figuras 02 e 03 abaixo. Figura 2 - Exemplo de elipse - campanha de vacinação contra rubéola - p. 7 Figura 3 - Exemplo de elipse - campanha de vacinação contra rubéola - p. 8 Na figura 02 pode-se ver que a palavra rubéola é omitida na frase seguinte Clinicamente ( ) é caracterizada. Na figura 03 essa mesma omissão ocorre com o referente da campanha na frase O lançamento ( ) será no dia Nos dois exemplos percebe-se claramente qual é o referente, ficando, desta forma, clara a informação. A conjunção (ou conexão) permite estabelecer relações significativas específicas entre elementos ou orações do texto (KOCH,1999, p. 22). Ela aparece Orientação: Professora Dra. Sulemi Fabiano Campos/UFRN/GETED 3

4 diversas vezes ao longo do texto da campanha como pode-se ver nos exemplos de conjunção adversativa e temporal respectivamente das figuras 04 e 05 a seguir. Figura 4 - Exemplo de conjunção adversativa - campanha de vacinação contra rubéola - p. 16,17 Figura 5 - Exemplo de conjunção temporal - campanha de vacinação contra rubéola - p. 17 A coesão lexical é o mecanismo mais usado ao longo do texto em estudo, principalmente a repetição, dando, desta forma, maior clareza na informação ao enfatizar palavras-chave da campanha. As figuras 06 e 07 a seguir extraem dois exemplos do texto onde é encontrada a coesão lexical na forma de repetição do sintagma. Orientação: Professora Dra. Sulemi Fabiano Campos/UFRN/GETED 4

5 Figura 6 - Exemplo de coesão lexical por repetição - p. 7 Figura 7 - Exemplo de coesão lexical por repetição - p. 17 NASCIMENTO, Os mecanismos de coesão em campanhas de saúde, saúde, 2011 Orientação: Professora Dra ra. Sulemi Fabiano Campos/UFRN/GETED 5

6 Outros exemplos de coesão lexical aparecem ao longo do texto, em alguns casos fazendo uso da hiperonímia como pode-se ver no trecho apresentado na figura 08 a seguir, onde o termo doença é usado no lugar do sintagma rubéola. Figura 8 - Exemplo de coesão lexical por hiperonímia - p SOBRE O GÊNERO De acordo com Rosa (2007, p.11) os gêneros são os inúmeros textos empíricos que circulam num dado contexto sócio-histórico dotados de conteúdo temático, estilo, composição e propósitos característicos.... Na voz de Bakhtin (2000; p. 301) eles são O querer dizer do locutor se realiza acima de tudo na escolha de um gênero do discurso. O gênero onde o texto em estudo se insere é a campanha. E o tipo predominante de texto usado nessa campanha é a sequência injuntiva. Um determinado gênero pode ter diversos tipos de textos, segundo Marcuschi (2002), sendo estes a narração, argumentação, exposição, descrição, injunção, etc. De acordo com Rosa (2007) as sequências injuntivas são frequentemente usadas em camanhas e panfletos de saúde. As ações de linguagem instauradas por textos de natureza injuntiva objetivam, em geral, orientar as pessoas para a realização de determinadas tarefas e/ou normatizar práticas sociais (ROSA, 2007, p. 11). Ao longo de todo texto da campanha podemos ver como estas sequencias são colocadas através de questões destacadas em vermelho conforme apresentado no trecho da figura 09 a seguir. Orientação: Professora Dra. Sulemi Fabiano Campos/UFRN/GETED 6

7 Figura 9 - Exemplo da sequencia injuntiva aplicada na campanha... O segredo da coesão textual está precisamente na habilidade demonstrada em fazer essa costura ou tessitura das sequências tipológicas como uma armação de base, ou seja, uma malha infraestrutural do texto. Como tais, os gêneros são uma espécie de armadura comunicativa geral preenchida por sequências tipológicas de base que podem ser bastante heterogêneas, mas relacionadas entre si... (MARCUSCHI, 2002; p. 27) Esta citação de Marcuschi (2002) resume bem a importância da coesão dentro de um gênero como a campanha, adotado no texto em estudo, onde a costura feita de forma correta entre as partes do texto é primordial para o bom entendimento daquilo que é informado para o leitor. 4. CONSIDERAÇÕES FINAIS Verificou-se ao longo deste estudo a preocupação dos autores do texto da campanha em usar mecanismos de coesão que possibilitem uma maior clareza no momento da sua leitura. A escolha predominante da coesão lexical, principalmente através do uso da repetição, deve-se à natureza do material que tem por finalidade atingir um maior número de pessoas com sua informação. Pode-se concluir que esta repetição aparece para dar uma maior ênfase em informações que são primordiais para o bom entendimento da campanha. Textos como esse, de grande circulação nacional, que foi estudado aqui não podem e não são escritos aleatoriamente. Percebe-se nele uma grande preocupação com a maneira que as informações serão ligadas e seqüenciadas sem deixar ambigüidades ou dúvidas para o leitor final. Orientação: Professora Dra. Sulemi Fabiano Campos/UFRN/GETED 7

8 5. REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS BAKHTIN, Mikhail; Estética da criação verbal, trad. Maria Ermantina Galvão, 3ª ed., São Paulo: Martins Fontes, 2000 ANTUNES, Irandé; Lutar com palavras: Coesão e Coerência, São Paulo: Parábola, 2005 KOCH, Ingedore Grungeld Villaça; A coesão textual; ed. Contexto; 12 edição; 1999 (Repensando a Língua Portuguesa). BRAIT, Beth; Bakhtin: conceitos-chave; São Paulo: Contexto, 2005 MARCUSCHI, Luiz.; Gêneros textuais: definição e funcionalidade. In. DIONÍSIO, Ângela P.; MACHADO, Anna R.; BEZERRA, Maria Auxiliadora. (Orgs.). Gêneros textuais & ensino. Rio de Janeiro: Lucerna, p ROSA, Adriana L. T. da; No comando, a sequência injuntiva! In. DIONÍSIO, Ângela P.; BESERRA, Normanda da Silva. (Orgs.). Tecendo textos, construindo experiências. Rio de Janeiro: Lucerna, p MINISTÉRIO DA SAÚDE; Organizando a vacinação: subsídios para as equipes locais Campanha Nacional de Vacinação para Eliminação da Rubéola no Brasil, 2008; Brasília: Série B. Textos Básicos de Saúde. 32p. Orientação: Professora Dra. Sulemi Fabiano Campos/UFRN/GETED 8

RESENHA DE COHESION IN ENGLISH,

RESENHA DE COHESION IN ENGLISH, BORBA, Valquíria C. Machado. Resenha de Cohesion in English, de Halliday & Hassan. Revista Virtual de Estudos da Linguagem ReVEL. V. 4, n. 6, março de 2006. ISSN 1678-8931 [www.revel.inf.br]. RESENHA DE

Leia mais

A IMPORTÂNCIA DA COESÃO E DA COERÊNCIA EM NOSSOS TEXTOS

A IMPORTÂNCIA DA COESÃO E DA COERÊNCIA EM NOSSOS TEXTOS A IMPORTÂNCIA DA COESÃO E DA COERÊNCIA EM NOSSOS TEXTOS Áurea Maria Bezerra Machado (UNIGRANRIO) goldenmary@ig.com.br Márcio Luiz Corrêa Vilaça (UNIGRANRIO) 20 professorvilaca@gmail.com 1. Introdução O

Leia mais

P L A N O D E E N S I N O

P L A N O D E E N S I N O Curso: Bacharelados e Tecnológicos Disciplina: Redação e Expressão Oral Ano/Semestre: 2013/1 Carga Horária: 72 horas Créditos: 04 Professor(a)/Titulação: Viviane Viebrantz Herchmann Mestre (viviane@ibgen.com.br)

Leia mais

OS CRITÉRIOS DE CORREÇÃO para a REDAÇÃO do ENEM

OS CRITÉRIOS DE CORREÇÃO para a REDAÇÃO do ENEM Disciplina Curso Profª Série REDACÃO Ensino Médio Silvia Zanutto 3º Lembre-se: ESTUDO APROVAÇÃO SUCESSO OS CRITÉRIOS DE CORREÇÃO para a REDAÇÃO do ENEM Aluno,LEIA COM ATENÇÃO! Na redação, o ENEM avalia

Leia mais

Reflexões sobre a Língua Portuguesa. Kátia França

Reflexões sobre a Língua Portuguesa. Kátia França Reflexões sobre a Língua Portuguesa Kátia França Níveis de aprendizagem dos alunos Abaixo do básico: os alunos demonstram que não desenvolveram as habilidades básicas requeridas para o nível de escolaridade

Leia mais

O USO DO IMPERATIVO NAS PROPAGANDAS DE CRÉDITO. PALAVRAS-CHAVE: propaganda; argumentação; verbo no imperativo; sequência injuntiva.

O USO DO IMPERATIVO NAS PROPAGANDAS DE CRÉDITO. PALAVRAS-CHAVE: propaganda; argumentação; verbo no imperativo; sequência injuntiva. O USO DO IMPERATIVO NAS PROPAGANDAS DE CRÉDITO Diana de Oliveira MENDONÇA 1 Maíra Dévely Silva BORGES 2 Sunamita Sâmela Simplício da SILVA 3 Departamento de Línguas e Literaturas Estrangeiras Modernas/UFRN

Leia mais

A COESÃO TEXTUAL NA OBRA DE MURILO MENDES

A COESÃO TEXTUAL NA OBRA DE MURILO MENDES A COESÃO TEXTUAL NA OBRA DE MURILO MENDES Roseli Cabral Calil (Unifran) Juscelino Pernambuco (Unifran) Introdução Esta pesquisa terá como objetivo analisar a construção dos versos desse poeta, buscando

Leia mais

Redação: critérios de correção dos exames da Fuvest, Unicamp, Unesp e Enem. FUVEST e UNESP

Redação: critérios de correção dos exames da Fuvest, Unicamp, Unesp e Enem. FUVEST e UNESP Singular-Anglo Vestibulares Professora Natália Sanches Redação: critérios de correção dos exames da Fuvest, Unicamp, Unesp e Enem. Retirado do site oficial do vestibular. FUVEST e UNESP Na correção, três

Leia mais

Professora Verônica Ferreira PROVA CESGRANRIO 2012 CAIXA ECONÔMICA FEDERAL TÉCNICO BANCÁRIO

Professora Verônica Ferreira PROVA CESGRANRIO 2012 CAIXA ECONÔMICA FEDERAL TÉCNICO BANCÁRIO Professora Verônica Ferreira PROVA CESGRANRIO 2012 CAIXA ECONÔMICA FEDERAL TÉCNICO BANCÁRIO 1 Q236899 Prova: CESGRANRIO - 2012 - Caixa - Técnico Bancário Disciplina: Português Assuntos: 6. Interpretação

Leia mais

ESCOLA BÁSICA FERNANDO CALDEIRA Currículo de Português. Departamento de Línguas. Currículo de Português - 7º ano

ESCOLA BÁSICA FERNANDO CALDEIRA Currículo de Português. Departamento de Línguas. Currículo de Português - 7º ano Departamento de Línguas Currículo de Português - Domínio: Oralidade Interpretar discursos orais com diferentes graus de formalidade e complexidade. Registar, tratar e reter a informação. Participar oportuna

Leia mais

ANÁLISE DE COMPREENSÃO DE TEXTO ESCRITO EM LÍNGUA INGLESA COM BASE EM GÊNEROS (BIOGRAFIA).

ANÁLISE DE COMPREENSÃO DE TEXTO ESCRITO EM LÍNGUA INGLESA COM BASE EM GÊNEROS (BIOGRAFIA). ANÁLISE DE COMPREENSÃO DE TEXTO ESCRITO EM LÍNGUA INGLESA COM BASE EM GÊNEROS (BIOGRAFIA). Alinne da Silva Rios Universidade do Sagrado Coração, Bauru/SP e-mail: alinnerios@hotmail.com Profa. Ms. Leila

Leia mais

Anais do X Seminário de Iniciação Científica SóLetras CLCA UENP/CJ - ISSN 18089216 UM MODELO DIDÁTICO/TEÓRICO DO GÊNERO REDAÇÃO DE VESTIBULAR

Anais do X Seminário de Iniciação Científica SóLetras CLCA UENP/CJ - ISSN 18089216 UM MODELO DIDÁTICO/TEÓRICO DO GÊNERO REDAÇÃO DE VESTIBULAR UM MODELO DIDÁTICO/TEÓRICO DO GÊNERO REDAÇÃO DE VESTIBULAR Marta Aline Buckta (G-CLCA-UENP/CJ) Marilúcia dos Santos Domingos Striquer (Orientadora CLCA-UENP/CJ) Introdução Motivada pelo desejo e pela necessidade,

Leia mais

Cadernos do CNLF, Vol. XIII, Nº 04

Cadernos do CNLF, Vol. XIII, Nº 04 A INTERCULTURALIDADE E SEUS REFLEXOS NA PRODUÇÃO DE TEXTOS DE ALUNOS DESCENDENTES DE POMERANOS Tatiani Ramos (UFES) tateletras@yahoo.com.br INTRODUÇÃO Segundo Costa Val (1997), o texto é uma unidade de

Leia mais

UNIVERSIDADE ESTADUAL PAULISTA JÚLIO DE MESQUITA FILHO Câmpus de Bauru

UNIVERSIDADE ESTADUAL PAULISTA JÚLIO DE MESQUITA FILHO Câmpus de Bauru UNESP UNIVERSIDADE ESTADUAL PAULISTA JÚLIO DE MESQUITA FILHO Câmpus de Bauru Curso: Licenciatura em Pedagogia Departamento: Educação-FC IDENTIFICAÇÃO Código: 4419 Disciplina: CONTEÚDOS E METODOLOGIA DO

Leia mais

OPERADORES ARGUMENTATIVOS: AS MARCAS DE ARGUMENTAÇÃO NO GÊNERO NOTÍCIA ONLINE

OPERADORES ARGUMENTATIVOS: AS MARCAS DE ARGUMENTAÇÃO NO GÊNERO NOTÍCIA ONLINE 25 a 28 de Outubro de 2011 ISBN 978-85-8084-055-1 OPERADORES ARGUMENTATIVOS: AS MARCAS DE ARGUMENTAÇÃO NO GÊNERO NOTÍCIA ONLINE André William Alves de Assis 1 RESUMO: Como participantes do processo comunicativo,

Leia mais

GÊNERO CARTA DO LEITOR: ANÁLISE LINGUÍSTICA DE TEXTOS PRODUZIDOS POR ALUNOS DE 4ª SÉRIE

GÊNERO CARTA DO LEITOR: ANÁLISE LINGUÍSTICA DE TEXTOS PRODUZIDOS POR ALUNOS DE 4ª SÉRIE GÊNERO CARTA DO LEITOR: ANÁLISE LINGUÍSTICA DE TEXTOS PRODUZIDOS POR ALUNOS DE 4ª SÉRIE SPONCHIADO, Márcia Roehsig (Professora do Ensino Fundamental) 1 JUNG, Mariza Martins de Jesus (PG - UNIOESTE) 2 RESUMO:

Leia mais

PLANO DE CURSO REFERENCIAL LÍNGUA PORTUGUESA/GESTAR 6ª SÉRIE (7º ANO)

PLANO DE CURSO REFERENCIAL LÍNGUA PORTUGUESA/GESTAR 6ª SÉRIE (7º ANO) PLANO DE CURSO REFERENCIAL LÍNGUA PORTUGUESA/GESTAR 6ª SÉRIE (7º ANO) Processo Avaliativo Unidade Didática PRIMEIRA UNIDADE Competências e Habilidades Aperfeiçoar a escuta de textos orais - Reconhecer

Leia mais

PLANO DE CARREIRA DA FISCALIZAÇÃO MUNICIPAL PROGRAMAS DAS PROVAS CARGOS DE ENSINO SUPERIOR

PLANO DE CARREIRA DA FISCALIZAÇÃO MUNICIPAL PROGRAMAS DAS PROVAS CARGOS DE ENSINO SUPERIOR PLANO DE CARREIRA DA FISCALIZAÇÃO MUNICIPAL PROGRAMAS DAS PROVAS CARGOS DE ENSINO SUPERIOR CARGO: FISCAL DE SAÚDE PÚBLICA I PROVAS COMUNS ÀS FUNÇÕES DE FISCAL DE SAÚDE PÚBLICA E FISCAL DE SAÚDE PÚBLICA/FARMACÊUTICO.

Leia mais

PRODUÇÃO TEXTUAL VIRTUAL: CONTRIBUIÇÕES E IMPLICAÇÕES DOS VERIFICADORES E EDITORES DE TEXTOS

PRODUÇÃO TEXTUAL VIRTUAL: CONTRIBUIÇÕES E IMPLICAÇÕES DOS VERIFICADORES E EDITORES DE TEXTOS PRODUÇÃO TEXTUAL VIRTUAL: CONTRIBUIÇÕES E IMPLICAÇÕES DOS VERIFICADORES E EDITORES DE TEXTOS Autor Júnior Alves Feitosa Faculdades Integradas de Patos Alvesjunior338@gmail.com coutora Prof.ª Ms.Maria do

Leia mais

A SUBSTITUIÇÃO HIPERONÍMICA: O PAPEL ARTICULADOR NA CONTINUIDADE DO TEXTO

A SUBSTITUIÇÃO HIPERONÍMICA: O PAPEL ARTICULADOR NA CONTINUIDADE DO TEXTO A SUBSTITUIÇÃO HIPERONÍMICA: O PAPEL ARTICULADOR NA CONTINUIDADE DO TEXTO Amanda Luiza Vizoto de Oliveira Jhonatas Garagnani de Souza Juliano Cesar Teixeira Paula Fernanda Leite de Carvalho Robson Aparecido

Leia mais

SITUAÇÃO DE PRODUÇÃO DA RESENHA NO ENSINO SUPERIOR

SITUAÇÃO DE PRODUÇÃO DA RESENHA NO ENSINO SUPERIOR RESENHA Neste capítulo, vamos falar acerca do gênero textual denominado resenha. Talvez você já tenha lido ou elaborado resenhas de diferentes tipos de textos, nas mais diversas situações de produção.

Leia mais

ATIVIDADES DISCURSIVAS 2 E POSSIBILIDADES DE RESPOSTAS

ATIVIDADES DISCURSIVAS 2 E POSSIBILIDADES DE RESPOSTAS ATIVIDADES DISCURSIVAS 2 E NED Núcleo de Estudos Dirigidos ED 2/ED Comunicação e Expressão /2012/2 Prof. Cleuber Cristiano de Sousa ATIVIDADE DISCURSIVA 2 Habilidade: ED 2: Compreender e expressar Temáticas

Leia mais

REFORÇO ESCOLAR EM LÍNGUA PORTUGUESA

REFORÇO ESCOLAR EM LÍNGUA PORTUGUESA REFORÇO ESCOLAR EM LÍNGUA PORTUGUESA Bruna de Oliveira Nobre 1 Introdução Através do PIBID - Programa de Iniciação a Docência, que leva os alunos da graduação a terem um conhecimento prévio da escola e

Leia mais

CONCURSO PÚBLICO 01/2011 RESPOSTA AOS RECURSOS DA PROVA DE REDAÇÃO

CONCURSO PÚBLICO 01/2011 RESPOSTA AOS RECURSOS DA PROVA DE REDAÇÃO CONCURSO PÚBLICO 01/2011 RESPOSTA AOS RECURSOS DA PROVA DE REDAÇÃO Inscrição: 15602625057-3 (Liminar) - MANTIDA de dissertação, cujos critérios de análise estavam descritos no edital de abertura que rege

Leia mais

Os Gêneros Discursivos: uma perspectiva dialógica de ensino de língua portuguesa no Ensino Fundamental

Os Gêneros Discursivos: uma perspectiva dialógica de ensino de língua portuguesa no Ensino Fundamental - SEPesq Os Gêneros Discursivos: uma perspectiva dialógica de ensino de língua portuguesa no Ensino Fundamental Renata Faria A. Silva da Rosa Mestranda Letras/Linguística PPGL PUCRS renata.faria@acad.pucrs.br

Leia mais

RETIFICAÇÃO DO EDITAL DE PRESIDENTE FIGUEIREDO-AM Nº 001 DE 02 DE MARÇO DE 2015.

RETIFICAÇÃO DO EDITAL DE PRESIDENTE FIGUEIREDO-AM Nº 001 DE 02 DE MARÇO DE 2015. RETIFICAÇÃO DO EDITAL DE PRESIDENTE FIGUEIREDO-AM Nº 001 DE 02 DE MARÇO DE 2015. A Prefeitura Municipal de Presidente Figueiredo-AM torna Público, para conhecimento dos interessados que o EDITAL 001/2015,

Leia mais

LINGUAGENS, CÓDIGOS E SUAS TECNOLOGIAS

LINGUAGENS, CÓDIGOS E SUAS TECNOLOGIAS MANDE BEM NA REDAÇÃO! PARA COMEÇAR! Fonte: Guia do Participante, ENEM, 2013, p.7. TIPOLOGIA TEXTUAL Fonte: Guia do Participante, ENEM, 2013, p.16. (Anexo) RECONHECENDO O CAMPO... 1998 - Viver e aprender

Leia mais

EXAME DE PROFICIÊNCIA EM LÍNGUA PORTUGUESA CURSO DE DIREITO - 2014 EDITAL N.º

EXAME DE PROFICIÊNCIA EM LÍNGUA PORTUGUESA CURSO DE DIREITO - 2014 EDITAL N.º EXAME DE PROFICIÊNCIA EM LÍNGUA PORTUGUESA CURSO DE DIREITO - 2014 EDITAL N.º /2013 O Reitor do Centro Universitário de Ensino Superior do Amazonas, no uso de suas atribuições e tendo em vista o disposto

Leia mais

1º ANO. Atividades Acadêmico-Científico-Culturais 20. Pesquisa e construção do Conhecimento/ Sociologia

1º ANO. Atividades Acadêmico-Científico-Culturais 20. Pesquisa e construção do Conhecimento/ Sociologia 1º ANO 1º básica Leitura e produção de textos/filosofia Pesquisa e construção do Conhecimento/ Sociologia Língua Portuguesa I Noções Básicas de Língua Portuguesa A gramática e sua subdivisão As relações

Leia mais

O que fazer com o Trabalho de Conclusão de Curso? Como conduzir? Esta na sua área de domínio?

O que fazer com o Trabalho de Conclusão de Curso? Como conduzir? Esta na sua área de domínio? Prof. Angela Santos O que fazer com o Trabalho de Conclusão de Curso? Como conduzir? Esta na sua área de domínio? TCC DE CUNHO BIBLIOGRÁFICO Introdução P.Metodológicos Problema e Hipóteses Justificativa

Leia mais

Autorizado pela Portaria nº 276, de 30/05/15 DOU de 31/03/15

Autorizado pela Portaria nº 276, de 30/05/15 DOU de 31/03/15 C U R S O D E E N G E N H A R I A C I V I L Autorizado pela Portaria nº 276, de 30/05/15 DOU de 31/03/15 Componente Curricular: PORTUGUÊS INSTRUMENTAL Código: ENG. 000 Pré-requisito: ----- Período Letivo:

Leia mais

O USO DE GÊNEROS DO DISCURSO EM LIVROS DIDÁTICOS DE LÍNGUA PORTUGUESA (LDP) PALAVRAS-CHAVE: livro didático; produção textual; gêneros do discurso

O USO DE GÊNEROS DO DISCURSO EM LIVROS DIDÁTICOS DE LÍNGUA PORTUGUESA (LDP) PALAVRAS-CHAVE: livro didático; produção textual; gêneros do discurso O USO DE GÊNEROS DO DISCURSO EM LIVROS DIDÁTICOS DE LÍNGUA PORTUGUESA (LDP) BERNARDES, Janima 1 FABIANO, Sulemi 2 RESUMO: O presente trabalho tem como objetivo verificar a abordagem feita a cerca da produção

Leia mais

Ajuda ao SciEn-Produção 1. 1. O Artigo Científico da Pesquisa Experimental

Ajuda ao SciEn-Produção 1. 1. O Artigo Científico da Pesquisa Experimental Ajuda ao SciEn-Produção 1 Este texto de ajuda contém três partes: a parte 1 indica em linhas gerais o que deve ser esclarecido em cada uma das seções da estrutura de um artigo cientifico relatando uma

Leia mais

PED LÍNGUA PORTUGUESA ORIENTAÇÕES ACADÊMICAS

PED LÍNGUA PORTUGUESA ORIENTAÇÕES ACADÊMICAS PED LÍNGUA PORTUGUESA ORIENTAÇÕES ACADÊMICAS Prezado aluno, O maior diferencial deste projeto pedagógico é o desenvolvimento da autonomia do estudante durante sua formação. O currículo acadêmico do seu

Leia mais

ALUNOS LEITORES E REDATORES: O JORNAL MURAL EM SALA DE AULA PIBID/LETRAS 1

ALUNOS LEITORES E REDATORES: O JORNAL MURAL EM SALA DE AULA PIBID/LETRAS 1 ALUNOS LEITORES E REDATORES: O JORNAL MURAL EM SALA DE AULA PIBID/LETRAS 1 COSTA, Juliana Melo da; GONÇALVES, Luana Iensen 2 ; RANGEL, Eliane de Fátima Manenti 3 1 Trabalho financiado pela CAPES via o

Leia mais

EMENTAS DAS DISCIPLINAS

EMENTAS DAS DISCIPLINAS S DAS DISCIPLINAS CURSO DE GRADUAÇÃO DE SECRETARIADO EXECUTIVO TRILÍNGUE DISCIPLINA: COMUNICAÇÃO E EXPRESSÃO Leitura e compreensão de textos. Gêneros textuais. Linguagem verbal e não verbal. Linguagem

Leia mais

ARTICULAÇÃO TEM-REMA NO MANIFESTO: CONSIDERAÇÕES PARA O EXERCÍCIO DA CIDADANIA Flavia Galloulckydio (UERJ) flaviakydio@gmail.com

ARTICULAÇÃO TEM-REMA NO MANIFESTO: CONSIDERAÇÕES PARA O EXERCÍCIO DA CIDADANIA Flavia Galloulckydio (UERJ) flaviakydio@gmail.com XVIII CONGRESSO NACIONAL DE LINGUÍSTICA E FILOLOGIA ARTICULAÇÃO TEM-REMA NO MANIFESTO: CONSIDERAÇÕES PARA O EXERCÍCIO DA CIDADANIA Flavia Galloulckydio (UERJ) flaviakydio@gmail.com RESUMO Este trabalho

Leia mais

LEIA ATENTAMENTE AS INSTRUÇÕES

LEIA ATENTAMENTE AS INSTRUÇÕES ZERO Instruções REDAÇÃO Você deve desenvolver seu texto em um dos gêneros apresentados nas propostas de redação. O tema é único para as três propostas. O texto deve ser redigido em prosa. A fuga do tema

Leia mais

Palavras-chave: gêneros textuais, resenha crítica, ensino, leitura e produção textual

Palavras-chave: gêneros textuais, resenha crítica, ensino, leitura e produção textual RESENHA CRÍTICA NO ENSINO DE LÍNGUA PORTUGUESA: PRÁTICAS DE ANÁLISE E PRODUÇÃO DE TEXTOS Valdisnei Martins de CAMPOS Letras - CAC/UFG; valdis_martins@hotmail.com Erislane Rodrigues RIBEIRO Letras - CAC/UFG;

Leia mais

COESÃO COERÊNCIA. É um dos meios que garante a unidade semântica e a organização de um enunciado.

COESÃO COERÊNCIA. É um dos meios que garante a unidade semântica e a organização de um enunciado. 1. COESÃO 1.1. O que é? É um dos meios que garante a unidade semântica e a organização de um enunciado. Dito de forma mais simples: a coesão textual tem a ver com a maneira como se processa a ligação entre

Leia mais

Alfabetizar e promover o ensino da linguagem oral e escrita por meio de textos.

Alfabetizar e promover o ensino da linguagem oral e escrita por meio de textos. Alfabetizar e promover o ensino da linguagem oral e escrita por meio de textos. Daiane Pacheco-USC pedagogia - daiaspacheco@gmail.com; Carla Viviana-USC pedagogia- vivianamaximino@hotmail.com; Kelly Rios-USC

Leia mais

OBJETIVOS 3º TRIMESTRE ENSINO MÉDIO

OBJETIVOS 3º TRIMESTRE ENSINO MÉDIO Ano: 3º ANO Disciplina: História Professor Responsável: Wladson Quiozine OBJETIVOS 3º TRIMESTRE ENSINO MÉDIO 1. Retomar os aspectos essenciais do conteúdo programático da disciplina de História do Ensino

Leia mais

INTERTEXTUALIDADE INTERGÊNEROS NA PUBLICIDADE

INTERTEXTUALIDADE INTERGÊNEROS NA PUBLICIDADE INTERTEXTUALIDADE INTERGÊNEROS NA PUBLICIDADE LILIAN DE PINHO BOTELHO (PONTIFÍCIA UNIVERSIDADE CATÓLICA DE SÃO PAULO - PUCSP). Resumo INTERTEXTUALIDADE INTERGÊNEROS NA PUBLICIDADE Lilian de Pinho BOTELHO

Leia mais

CONTEÚDO PROGRAMÁTICO. LÍNGUA PORTUGUESA (Para todos os cargos)

CONTEÚDO PROGRAMÁTICO. LÍNGUA PORTUGUESA (Para todos os cargos) CONTEÚDO PROGRAMÁTICO LÍNGUA PORTUGUESA (Para todos os cargos) 1. Identificação de informações pontuais no texto. 2. Uso da língua padrão em gêneros textuais na modalidade escrita (pontuação, ortografia,

Leia mais

PRODUÇÃO TEXTUAL NA INTERNET? - ANÁLISE DO BLOG CAPRICHO PAPO DE AMIGA

PRODUÇÃO TEXTUAL NA INTERNET? - ANÁLISE DO BLOG CAPRICHO PAPO DE AMIGA ISBN 978-85-61091-05-7 Encontro Internacional de Produção Científica Cesumar 27 a 30 de outubro de 2009 PRODUÇÃO TEXTUAL NA INTERNET? - ANÁLISE DO BLOG CAPRICHO PAPO DE AMIGA Gislaine Gracia Magnabosco

Leia mais

CURSO DE CIÊNCIAS CONTÁBEIS Autorizado pela Portaria no 1.393 de 04/07/01 DOU de 09/07/01 Componente Curricular: Português Instrumental

CURSO DE CIÊNCIAS CONTÁBEIS Autorizado pela Portaria no 1.393 de 04/07/01 DOU de 09/07/01 Componente Curricular: Português Instrumental CURSO DE CIÊNCIAS CONTÁBEIS Autorizado pela Portaria no 1.393 de 04/07/01 DOU de 09/07/01 Componente Curricular: Português Instrumental Código: CTB - 112 Pré-requisito: - Período Letivo: 2015.2 Professor:

Leia mais

MECANISMOS DE TEXTUALIZAÇÃO: análise dos mecanismos de conexão, coesão nominal e verbal em artigos científicos

MECANISMOS DE TEXTUALIZAÇÃO: análise dos mecanismos de conexão, coesão nominal e verbal em artigos científicos Rios Eletrônica- Revista Científica da FASETE ano 8 n. 8 dezembro de 2014 MECANISMOS DE TEXTUALIZAÇÃO: análise dos mecanismos de conexão, coesão nominal e verbal em artigos científicos Professor do Instituto

Leia mais

Serviço de Apoio às Micro e Pequenas Empresas do Maranhão SEBRAE/MA

Serviço de Apoio às Micro e Pequenas Empresas do Maranhão SEBRAE/MA ANEXO I DEMONSTRATIVO DOS CARGOS, REQUISITOS, JORNADA DE TRABALHO, VENCIMENTOS E NÚMERO DE CADASTROS RESERVA 1. Analista Técnico I Nível 1 CÓD PÓLO / MUNICÍPIOS REQUISITOS JORNADA DE TRABALHO (semanal)

Leia mais

Escola Básica da Madalena Grelha de Conteúdos PORTUGUÊS 7º ano Ano letivo 2015 2016 ORALIDADE LEITURA / EDUCAÇÃO LITERÁRIA 1º PERÍODO CONTEÚDOS

Escola Básica da Madalena Grelha de Conteúdos PORTUGUÊS 7º ano Ano letivo 2015 2016 ORALIDADE LEITURA / EDUCAÇÃO LITERÁRIA 1º PERÍODO CONTEÚDOS Escola Básica da Madalena Grelha de Conteúdos PORTUGUÊS 7º ano Ano letivo 2015 2016 1º PERÍODO CONTEÚDOS ORALIDADE Elementos constitutivos do texto publicitário. Ouvinte. Informação. Princípios reguladores

Leia mais

MAPA DE CONCEITOS: O ENSINO DA LÍNGUA PORTUGUESA

MAPA DE CONCEITOS: O ENSINO DA LÍNGUA PORTUGUESA MAPA DE CONCEITOS: O ENSINO DA LÍNGUA PORTUGUESA Liomar Costa de Queiroz (UFRN) GT 02 Formação de Professores A nossa pesquisa: O conhecimento Lingüístico dos professores de 1º a 4º níveis do Ensino Fundamental:

Leia mais

Considerações iniciais

Considerações iniciais A produção do gênero textual relatório pelo aluno pesquisador no âmbito do Projeto Bolsa Alfabetização Ana Paula P. R. Germanos Fátima Aparecida de Souza Este trabalho é resultado de pesquisa acerca da

Leia mais

ANÁLISE DOS TERMOS DE DESIGNAÇÃO PARA INCLUSÃO EDUCACIONAL NO WEBJORNALISMO

ANÁLISE DOS TERMOS DE DESIGNAÇÃO PARA INCLUSÃO EDUCACIONAL NO WEBJORNALISMO ANÁLISE DOS TERMOS DE DESIGNAÇÃO PARA INCLUSÃO EDUCACIONAL NO WEBJORNALISMO PALAVRAS-CHAVE: Análise, Educação, Inclusão. Lucas Lameira Martins RESUMO Este artigo tem como objetivo apresentar um trabalho

Leia mais

ELABORAÇÃO DO ARTIGO CIENTÍFICO

ELABORAÇÃO DO ARTIGO CIENTÍFICO ELABORAÇÃO DO ARTIGO CIENTÍFICO ORIENTAÇÕES BÁSICAS ESTRUTURA DO ARTIGO Regra geral um artigo possui a seguinte estrutura: 1.Título 2. Autor (es) 3. Resumo e Abstract 4. Palavras-chave; 5. Conteúdo (Introdução,

Leia mais

ENSINO FUNDAMENTAL. Sondagem 2014 6º ANO. Língua Portuguesa

ENSINO FUNDAMENTAL. Sondagem 2014 6º ANO. Língua Portuguesa ENSINO FUNDAMENTAL O processo de sondagem Colégio Sion busca detectar, no aluno, pré-requisitos que possibilitem inseri-lo adequadamente no ano pretendido. As disciplinas de Língua Portuguesa e são os

Leia mais

MATERIAL DE DIVULGAÇÃO DA EDITORA MODERNA

MATERIAL DE DIVULGAÇÃO DA EDITORA MODERNA MATERIAL DE DIVULGAÇÃO DA EDITORA MODERNA LOGOTIPO MACMILLAN BRASIL Utilização colorido; preto/branco e negativo Professor, nós, da Editora Moderna, temos como propósito uma educação de qualidade, que

Leia mais

PROVA DE EQUIVALÊNCIA À FREQUÊNCIA DE INGLÊS

PROVA DE EQUIVALÊNCIA À FREQUÊNCIA DE INGLÊS PEF 367 PROVA DE EQUIVALÊNCIA À FREQUÊNCIA DE INGLÊS TIPO DE PROVA DURAÇÃO Teórico/prática 90 Minutos (escrita) +25 Minutos (oral) X Escrita Com tolerância de 30 minutos X Oral X Sem tolerância 11º ANO

Leia mais

Aula8 HETEROGENEIDADE DISCURSIVA: OS MODOS DE REPRESENTAÇÃO DO OUTRO NO DISCURSO. Eugênio Pacelli Jerônimo Santos Flávia Ferreira da Silva

Aula8 HETEROGENEIDADE DISCURSIVA: OS MODOS DE REPRESENTAÇÃO DO OUTRO NO DISCURSO. Eugênio Pacelli Jerônimo Santos Flávia Ferreira da Silva Aula8 HETEROGENEIDADE DISCURSIVA: OS MODOS DE REPRESENTAÇÃO DO OUTRO NO DISCURSO META Discutir a heterogeneidade discursiva como constitutiva da linguagem. OBJETIVOS Ao final desta aula, o aluno deverá:

Leia mais

FACULDADE DE DIREITO UNIVERSIDADE PRESBITERIANA MACKENZIE

FACULDADE DE DIREITO UNIVERSIDADE PRESBITERIANA MACKENZIE PLANO DE AULA 1º sem 2010 PROFESSOR: DANIELLA BASSO BATISTA PINTO Disciplina: GRAMÁTICA TEXTUAL Etapa: ()1ª () 2ª ()3ª (X)4ª Turmas: (X) F 1. OBJETIVOS: Gramática Textual: Conceito, Concepções e sua divisão.

Leia mais

Sumário. Parte I As exigências básicas das provas discursivas

Sumário. Parte I As exigências básicas das provas discursivas Sumário Prefácio à 2 a edição, revista e atualizada Apresentação XVII XXI Parte I As exigências básicas das provas discursivas Introdução 2 I. Itens mais gerais estipulados pelas bancas 2 II. Dois editais

Leia mais

Admissão de alunos 2016

Admissão de alunos 2016 Tradição em Excelência Admissão de alunos 2016 CONTEÚDOS PROGRAMÁTICOS 8⁰ ANO ENSINO FUNDAMENTAL II CIÊNCIAS 1. ORIGEM DA TERRA 1.1. Origem da vida no Planeta Terra (principais teorias). 1.2. Fósseis,

Leia mais

O uso dos gêneros textuais na alfabetização: crenças que norteiam a prática docente

O uso dos gêneros textuais na alfabetização: crenças que norteiam a prática docente O uso dos gêneros textuais na alfabetização: crenças que norteiam a prática docente BARCELOS-COELHO, Lenir de Jesus 155* BUENO, Ivonete 156** RESUMO: No contexto atual são patentes as dificuldades relacionadas

Leia mais

(IM)PACTOS DA/COM A LEITURA LITERÁRIA NA FORMAÇÃO CONTINUADA DE PROFESSORES ALFABETIZADORES Fernanda de Araújo Frambach UFRJ

(IM)PACTOS DA/COM A LEITURA LITERÁRIA NA FORMAÇÃO CONTINUADA DE PROFESSORES ALFABETIZADORES Fernanda de Araújo Frambach UFRJ (IM)PACTOS DA/COM A LEITURA LITERÁRIA NA FORMAÇÃO CONTINUADA DE PROFESSORES ALFABETIZADORES Fernanda de Araújo Frambach UFRJ Resumo O presente trabalho objetiva apresentar uma pesquisa em andamento que

Leia mais

Resenha temática: do posicionamento autoral (papel de autor) à produção do gênero acadêmico

Resenha temática: do posicionamento autoral (papel de autor) à produção do gênero acadêmico Resenha temática: do posicionamento autoral (papel de autor) à produção do gênero acadêmico Eveline Mattos Tápias-Oliveira Vera Lúcia Batalha de Siqueira Renda Maria do Carmo Souza de Almeida Maria de

Leia mais

A CATEGORIA DE PESSOA NO TEXTO JORNALÍSTICO: UMA ANÁLISE DA SUBJETIVIDADE NA LINGUAGEM

A CATEGORIA DE PESSOA NO TEXTO JORNALÍSTICO: UMA ANÁLISE DA SUBJETIVIDADE NA LINGUAGEM 1 A CATEGORIA DE PESSOA NO TEXTO JORNALÍSTICO: UMA ANÁLISE DA SUBJETIVIDADE NA LINGUAGEM Keila de Quadros Schermack Universidade de Passo Fundo/UPF keila.quadros@terra.com.br Mestrado em Letras RESUMO:

Leia mais

1. Linguagens e Códigos; 2. Raciocínio Lógico e Matemática; 3. Leitura e Interpretação de Textos; 4. Atualidades.

1. Linguagens e Códigos; 2. Raciocínio Lógico e Matemática; 3. Leitura e Interpretação de Textos; 4. Atualidades. ANEXO I - PROGRAMA DAS PROVAS DE CONHECIMENTOS GERAIS E DE REDAÇÃO Prova (Todos os Cursos) Trabalhando em consonância com as diretrizes curriculares nacionais, o UNIFEMM entende que as avaliações do processo

Leia mais

SEQUÊNCIA DIDÁTICA SOBRE ARTIGO DE OPINIÃO : UM OLHAR INCLUSIVO E UM SER MAIS CIDADÃO

SEQUÊNCIA DIDÁTICA SOBRE ARTIGO DE OPINIÃO : UM OLHAR INCLUSIVO E UM SER MAIS CIDADÃO 11. CONEX Apresentação Oral Resumo Expandido 1 ÁREA TEMÁTICA: ( ) COMUNICAÇÃO ( ) CULTURA ( ) DIREITOS HUMANOS E JUSTIÇA ( X ) EDUCAÇÃO ( ) MEIO AMBIENTE ( ) SAÚDE ( ) TRABALHO ( ) TECNOLOGIA SEQUÊNCIA

Leia mais

PROVA DE LÍNGUA PORTUGUESA (Acesso aos mestrados profissionalizantes) 2.ª chamada

PROVA DE LÍNGUA PORTUGUESA (Acesso aos mestrados profissionalizantes) 2.ª chamada INSTITUTO POLITÉCNICO DE LISBOA ESCOLA SUPERIOR DE EDUCAÇÃO DE LISBOA 2015 PROVA DE LÍNGUA PORTUGUESA (Acesso aos mestrados profissionalizantes) 2.ª chamada CRITÉRIOS DE CLASSIFICAÇÃO I. Leitura (80 )

Leia mais

COMPETÊNCIAS E HABILIDADES NA PRÁTICA ESCRITA: Trabalhando com a redação do ENEM

COMPETÊNCIAS E HABILIDADES NA PRÁTICA ESCRITA: Trabalhando com a redação do ENEM COMPETÊNCIAS E HABILIDADES NA PRÁTICA ESCRITA: Trabalhando com a redação do ENEM Mayara Myrthes Henriques Santos Universidade Estadual da Paraíba, mayara.mhs@gmail.com RESUMO: O processo de ensino e aprendizagem

Leia mais

PLANEJAMENTO ANUAL / TRIMESTRAL 2013 Conteúdos Habilidades Avaliação

PLANEJAMENTO ANUAL / TRIMESTRAL 2013 Conteúdos Habilidades Avaliação Produção textual COLÉGIO LA SALLE BRASÍLIA Disciplina: Língua Portuguesa Trimestre: 1º Tipologia textual Narração Estruturação de um texto narrativo: margens e parágrafos; Estruturação de parágrafos: início,

Leia mais

* Tempo = 45minutos Grupo 300 Página 1 de 8

* Tempo = 45minutos Grupo 300 Página 1 de 8 Conteúdos Objectivos/Competências a desenvolver Tempo* Estratégias Recursos Avaliação Apresentação: Turma e professor Programa Critérios de avaliação Normas de funcionamento Conhecer os elementos que constituem

Leia mais

REDAÇÃO DISSERTAÇÃO AULA 5. Professora Sandra Franco

REDAÇÃO DISSERTAÇÃO AULA 5. Professora Sandra Franco REDAÇÃO AULA 5 Professora Sandra Franco DISSERTAÇÃO 1. Definição de Dissertação. 2. Roteiro para dissertação. 3. Partes da dissertação. 4. Prática. 5. Recomendações Gerais. 6. Leitura Complementar. 1.

Leia mais

A IMPORTÂNCIA DA LEITURA PARA A PRODUÇÃO TEXTUAL

A IMPORTÂNCIA DA LEITURA PARA A PRODUÇÃO TEXTUAL A IMPORTÂNCIA DA LEITURA PARA A PRODUÇÃO TEXTUAL REBECCA TAVARES DE MELO TOSCANO DE BRITO (UNIVERSIDADE FEDERAL DA PARAÍBA). Resumo Nos dias atuais a prática da leitura está se tornando cada vez mais rara

Leia mais

ENSINO DOS GÊNEROS ORAIS FORMAIS EM LÍNGUA PORTUGUESA. Palavras-chave: Ensino; Competência comunicativa; Língua Portuguesa.

ENSINO DOS GÊNEROS ORAIS FORMAIS EM LÍNGUA PORTUGUESA. Palavras-chave: Ensino; Competência comunicativa; Língua Portuguesa. ENSINO DOS GÊNEROS ORAIS FORMAIS EM LÍNGUA PORTUGUESA Bianca Alves LEHMANN (G-UFPel) 1 Resumo: A oralidade é pouco trabalhada em sala de aula, pois há a crença de que todos os falantes dominam os usos

Leia mais

Métodos e Técnicas de Pesquisas ARTIGO CIENTÍFICO. Professor Adm. Walter Martins Júnior CRA-PR 15.063

Métodos e Técnicas de Pesquisas ARTIGO CIENTÍFICO. Professor Adm. Walter Martins Júnior CRA-PR 15.063 Métodos e Técnicas de Pesquisas ARTIGO CIENTÍFICO Professor Adm. Walter Martins Júnior CRA-PR 15.063 ALGUMAS REGRAS 2 não deixe para a última hora escreva leia alguns relatórios ou resumos faça um esboço

Leia mais

O diálogo entre a notícia de jornal e o editorial no espaço biblioteca: a apropriação do conhecimento Sandro Luís da Silva (PUC/SP-FATEC-Americana)

O diálogo entre a notícia de jornal e o editorial no espaço biblioteca: a apropriação do conhecimento Sandro Luís da Silva (PUC/SP-FATEC-Americana) 1 O diálogo entre a notícia de jornal e o editorial no espaço biblioteca: a apropriação do conhecimento Sandro Luís da Silva (PUC/SP-FATEC-Americana) Resumo: Esta comunicação compartilha um relato de experiência

Leia mais

MATERIAL DE DIVULGAÇÃO DA EDITORA MODERNA

MATERIAL DE DIVULGAÇÃO DA EDITORA MODERNA MATERIAL DE DIVULGAÇÃO DA EDITORA MODERNA LOGOTIPO MACMILLAN BRASIL Utilização colorido; preto/branco e negativo Professor, nós, da Editora Moderna, temos como propósito uma educação de qualidade, que

Leia mais

LÍNGUA PORTUGUESA Módulo Geral

LÍNGUA PORTUGUESA Módulo Geral Módulo Geral CONCURSO: Ministério do Trabalho e Emprego CARGO: Auditor-Fiscal do Trabalho PROFESSOR: Pablo Jamilk Este curso é protegido por direitos autorais (copyright), nos termos da Lei n.º 9.610/1998,

Leia mais

TRABALHANDO COM O GÊNERO TEXTUAL HISTÓRIA EM QUADRINHOS NO ENSINO DE LÍNGUAS ESTRANGEIRAS

TRABALHANDO COM O GÊNERO TEXTUAL HISTÓRIA EM QUADRINHOS NO ENSINO DE LÍNGUAS ESTRANGEIRAS TRABALHANDO COM O GÊNERO TEXTUAL HISTÓRIA EM QUADRINHOS NO ENSINO DE LÍNGUAS ESTRANGEIRAS Erida Souza Lima 1 Eixo temático: Educação e Ensino de Ciências Humanas e Sociais Resumo: Os gêneros textuais vêm

Leia mais

Sequências Didáticas para o ensino de Língua Portuguesa: objetos de aprendizagem na criação de tirinhas

Sequências Didáticas para o ensino de Língua Portuguesa: objetos de aprendizagem na criação de tirinhas Sequências Didáticas para o ensino de Língua Portuguesa: objetos de aprendizagem na criação de tirinhas Manoela Afonso UNESP - Campus Bauru-SP manoela_afonso@hotmail.com Comunicação Oral Pesquisa Concluída

Leia mais

Redação no ENEM: considerações preliminares e propostas passadas

Redação no ENEM: considerações preliminares e propostas passadas Redação no ENEM: considerações preliminares e propostas passadas Neste texto, vamos delinear o que se espera do participante do ENEM na situação específica de produção de textos. Para isso, nada melhor

Leia mais

UNIVERSIDADE DE SÃO PAULO FACULDADE DE FILOSOFIA, LETRAS E CIÊNCIAS HUMANAS Departamento de Letras Clássicas e Vernáculas

UNIVERSIDADE DE SÃO PAULO FACULDADE DE FILOSOFIA, LETRAS E CIÊNCIAS HUMANAS Departamento de Letras Clássicas e Vernáculas UNIVERSIDADE DE SÃO PAULO FACULDADE DE FILOSOFIA, LETRAS E CIÊNCIAS HUMANAS Departamento de Letras Clássicas e Vernáculas DISCIPLINA: Atividades de Estágio em Língua Portuguesa (Licenciatura em Letras)

Leia mais

PALAVRAS-CHAVE: Leitura. Escrita. Perspectiva sócio-cognitiva e interativa.

PALAVRAS-CHAVE: Leitura. Escrita. Perspectiva sócio-cognitiva e interativa. LEITURA E ESCRITA COMO PROCESSO: UMA PROPOSTA PEDAGÓGICA NA PERSPECTIVA SÓCIO-COGNITIVA E INTERATIVA Marta Oliveira Barros¹ Josias Silvano Barros² ORIENTADORA: Dra. Maria de Lourdes da Silva Leandro³ RESUMO

Leia mais

EXPECTATIVAS DE APRENDIZAGEM PORTUGUESA DE LÍNGUA. Anos Iniciais do Ensino Fundamental (1º ao 5º ano) MARÇO

EXPECTATIVAS DE APRENDIZAGEM PORTUGUESA DE LÍNGUA. Anos Iniciais do Ensino Fundamental (1º ao 5º ano) MARÇO EXPECTATIVAS DE APRENDIZAGEM DE LÍNGUA PORTUGUESA MARÇO 2013 Expectativas de Aprendizagem de Língua Portuguesa dos anos iniciais do Ensino Fundamental 1º ao 5º ano Anos Iniciais do Ensino Fundamental (1º

Leia mais

PROGRAMA DE NIVELAMENTO REGULAMENTO E NORMAS

PROGRAMA DE NIVELAMENTO REGULAMENTO E NORMAS PROGRAMA DE NIVELAMENTO REGULAMENTO E NORMAS Taquaritinga - SP 1 Conteúdo TÍTULO I... 1 DO REGULAMENTO DO PROGRAMA DE NIVELAMENTO... 1 CAPÍTULO I... 1 DO NIVELAMENTO... 1 CAPÍTULO II... 2 DO PROGRAMA DE

Leia mais

ANÁLISE COMPARATIVA DOS RECURSOS COESIVOS NAS PROPAGANDAS DA BOMBRIL

ANÁLISE COMPARATIVA DOS RECURSOS COESIVOS NAS PROPAGANDAS DA BOMBRIL ANÁLISE COMPARATIVA DOS RECURSOS COESIVOS NAS PROPAGANDAS DA BOMBRIL Flávia Barbosa Ilidio Luciana Garcia Monica M. M. Trindade Vinicius Ezau da Silva Michelle Ap.dos Santos Jenyffer S. S. Pereira (G-CLCA-UENP/C

Leia mais

EXTENSÃO UNIVERSITÁRIA E POLÍTICAS PÚBLICAS SOCIAIS

EXTENSÃO UNIVERSITÁRIA E POLÍTICAS PÚBLICAS SOCIAIS EXTENSÃO UNIVERSITÁRIA E POLÍTICAS PÚBLICAS SOCIAIS Flávio Pereira DINIZ (FCS UFG / diniz.fp@gmail.com) 1 Dijaci David de OLIVEIRA (FCS UFG / dijaci@gmail.com) 2 Palavras-chave: extensão universitária;

Leia mais

UMA EXPERIÊNCIA DOCENTE COM ALUNOS DO ENSINO FUNDAMENTAL II: A CONFIGURAÇÃO DA COMPETÊNCIA CRÍTICA NA PRODUÇÃO DA RESENHA ESCOLAR

UMA EXPERIÊNCIA DOCENTE COM ALUNOS DO ENSINO FUNDAMENTAL II: A CONFIGURAÇÃO DA COMPETÊNCIA CRÍTICA NA PRODUÇÃO DA RESENHA ESCOLAR UMA EXPERIÊNCIA DOCENTE COM ALUNOS DO ENSINO FUNDAMENTAL II: A CONFIGURAÇÃO DA COMPETÊNCIA CRÍTICA NA PRODUÇÃO DA RESENHA ESCOLAR Hermano Aroldo Gois Oliveira (UFCG/PIBID/LETRAS); Jackson Cícero França

Leia mais

Círculo Fluminense de Estudos Filológicos e Linguísticos

Círculo Fluminense de Estudos Filológicos e Linguísticos O PAPEL DA HIBRIDIZAÇÃO DE GÊNEROS NA PUBLICIDADE Juliely Veiga Gomes (UFV) julielyveiga@gmail.com Dayane Sávia Monteiro (UFV) dayanesavia@yahoo.com.br RESUMO Este trabalho visa investigar a manifestação

Leia mais

HABILIDADES E DETALHAMENTO DAS HABILIDADES

HABILIDADES E DETALHAMENTO DAS HABILIDADES Conteúdo Básico Comum (CBC) de Língua Portuguesa do Ensino Fundamental do 6º ao 9º ano Nas páginas a seguir, os tópicos de conteúdo e suas respectivas habilidades aparecem em negrito; os subtópicos e o

Leia mais

EDUCAÇÃO A DISTÂNCIA: MARCAS DE INTERATIVIDADE EM MATERIAIS DIDÁTICOS

EDUCAÇÃO A DISTÂNCIA: MARCAS DE INTERATIVIDADE EM MATERIAIS DIDÁTICOS EDUCAÇÃO A DISTÂNCIA: MARCAS DE INTERATIVIDADE EM MATERIAIS DIDÁTICOS Ariana Barbosa de Melo Oliveira Borges 1 ; Maria Virgínia Leal 2 1 Estudante do Curso de Letras. CAC UFPE; E-mail: arilinaborges@hotmail.com,

Leia mais

Ementário do curso de Design de Moda Grade 2011/1

Ementário do curso de Design de Moda Grade 2011/1 1 1 INTRODUÇÃO AO DESIGN DE MODA Terminologias e conceitos da área. Contextualização e processo de moda. Mercado. Ciência e. 2 LEITURA E PRODUÇÃO DE TEXTO Leitura analítica e crítica. Gêneros textuais.

Leia mais

INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO CIÊNCIA E TECNOLOGIA DE SÃO PAULO PLANO DE ENSINO. Modalidade de Ensino: Componente Curricular: Comunicação e Linguagem

INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO CIÊNCIA E TECNOLOGIA DE SÃO PAULO PLANO DE ENSINO. Modalidade de Ensino: Componente Curricular: Comunicação e Linguagem 1 IDENTIFICAÇÃO Curso: INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO CIÊNCIA E TECNOLOGIA DE SÃO PAULO Licenciatura em Química Componente Curricular: Comunicação e Linguagem PLANO DE ENSINO Modalidade de Ensino: Superior

Leia mais

PORTUGUÊS PARA CONCURSOS

PORTUGUÊS PARA CONCURSOS PORTUGUÊS PARA CONCURSOS Sumário Capítulo 1 - Noções de fonética Fonema Letra Sílaba Número de sílabas Tonicidade Posição da sílaba tônica Dígrafos Encontros consonantais Encontros vocálicos Capítulo 2

Leia mais

PROGRAMAS PARA OS CANDIDATOS A VAGAS 2016 3 o Ano Ensino Fundamental

PROGRAMAS PARA OS CANDIDATOS A VAGAS 2016 3 o Ano Ensino Fundamental 3 o Ano Textos Ler, entender e interpretar contos infantis e textos informativos. Gramática Será dada ênfase à aplicação, pois ela é entendida como instrumento para que o aluno se expresse de maneira adequada

Leia mais

UNIVERSIDADE PRESBITERIANA MACKENZIE

UNIVERSIDADE PRESBITERIANA MACKENZIE Unidade Universitária: Centro de Ciências Biológicas e da Saúde Curso: Nutrição Disciplina: Comunicação e Marketing Professor(es): Élida Jacomini Nunes, Juliana Masami Morimoto Carga horária: 4 horas-aula/semana

Leia mais

PROJETOS DE LETRAMENTO, SEQUÊNCIAS DIDÁTICAS E PRÁTICAS DE LETRAMENTO: INSTRUMENTOS (INTER)MEDIADORES PARA A ORGANIZAÇÃO DO TRABALHO DO PROFESSOR

PROJETOS DE LETRAMENTO, SEQUÊNCIAS DIDÁTICAS E PRÁTICAS DE LETRAMENTO: INSTRUMENTOS (INTER)MEDIADORES PARA A ORGANIZAÇÃO DO TRABALHO DO PROFESSOR PROJETOS DE LETRAMENTO, SEQUÊNCIAS DIDÁTICAS E PRÁTICAS DE LETRAMENTO: INSTRUMENTOS (INTER)MEDIADORES PARA A ORGANIZAÇÃO DO TRABALHO DO PROFESSOR Thassiana Reis Félix (PG-UEL) Maria IlzaZirondi (UEL) Resumo:

Leia mais

CONCURSO PÚBLICO COMPANHIA DE PROCESSAMENTO DE DADOS DO MUNICÍPIO DE GOIÂNIA COMDATA EDITAL N.º 001/07 PROGRAMAS DAS PROVAS CARGOS DE ENSINO MÉDIO

CONCURSO PÚBLICO COMPANHIA DE PROCESSAMENTO DE DADOS DO MUNICÍPIO DE GOIÂNIA COMDATA EDITAL N.º 001/07 PROGRAMAS DAS PROVAS CARGOS DE ENSINO MÉDIO PROGRAMAS DAS PROVAS CARGOS DE ENSINO MÉDIO LÍNGUA PORTUGUESA - PROVA COMUM A TODOS OS CARGOS DE ENSINO MÉDIO 1 Interpretação textual Metáfora, metonímia, ambigüidade, ironia, denotação e conotação, pontos

Leia mais

Entre a oração principal e a objetiva direta: um possível papel sintático-discursivo da conjunção integrante

Entre a oração principal e a objetiva direta: um possível papel sintático-discursivo da conjunção integrante Entre a oração principal e a objetiva direta: um possível papel sintático-discursivo da conjunção integrante Resumo: Profª. Drª. Lúcia Deborah Ramos de Araujo i (UERJ/CPII/UNESA) Pós-graduando Felipe de

Leia mais

A CONSTRUÇÃO DO TEXTO COESÃO E COERÊNCIA TEXTUAIS CONCEITO DE TÓPICO 1 Maria Lúcia Mexias Simon mmexiassimon@yahoo.com.

A CONSTRUÇÃO DO TEXTO COESÃO E COERÊNCIA TEXTUAIS CONCEITO DE TÓPICO 1 Maria Lúcia Mexias Simon mmexiassimon@yahoo.com. A CONSTRUÇÃO DO TEXTO COESÃO E COERÊNCIA TEXTUAIS CONCEITO DE TÓPICO 1 Maria Lúcia Mexias Simon mmexiassimon@yahoo.com. A CONSTRUÇÃO DO TEXTO A noção de texto é central na lingüística textual e na teoria

Leia mais