Dirigin~o n088a aten~io.specificamente para as atividades de vocabulario, observemos que t~08 08 autores programsm exercicios vlsando,

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "Dirigin~o n088a aten~io.specificamente para as atividades de vocabulario, observemos que t~08 08 autores programsm exercicios vlsando,"

Transcrição

1 A anal i e.ele~ao de exercicios propostos PA ra 0 enaino-aprendizagem do vocabulario, no primeiro grau, permitem-nos apontar varios problemas de lingua. Dentre.les, apenas a sinonimia sera objeto de noss~ aten ~ao. Esse aspecto, a que nos restringimos, evidencia falhas coneeituaie e teorico-metodologicas responsa~. veis, em grande parte, pela ma forma~ao de nossos alunos em lingua materna. As falhas c9nceituais levam os alunos a crer numa identidade de significado~ de diferentes unidades lexicaie por simples associa~oes no contexto~ Quanto aos aspectos teorico-metodologicos. os exercicios nao possibilit~m a percep~ao do lexico da lingua como "urnsistema de conceitos estruturado por diferentes rela~oes de oposi~ao". Quanto a pedagogia utilizada pelos autores, nao e suficientemente eficaz para que 0 aprendiz venha a dominar as palavras consideradas essenciais em eitua~oes de vida corrente. A partir do exame de nove cole~oes didatieas destinadas ao ensino de lingua portuguesa nesse n.ivel de eseolaridade, verificamos que, entre elas, nao existem diferen~as eignificativas quanto aos conteudos abordados. Tambem no que ee refere a organiza~ao das li~oes. apresen tam sem.lhan~as, podendo a disposi~ao dos conteudos ser representada pelos itens que seguem, registrando-se, is vezes, pequenas varia~oes. sao partes das li~oes: texto para leitura, exercicios de vocabulario do texto, interpreta~ao do texto, gramatica e/ou atividades de gramatica e redacwao. Acrescente-se que e normal ofereeerem as coletaneae, ao final de cada volume destinado as diferentes series, um glossa rio, sob a rubriea Pequeno vocabulario. Voeabulario, Glossario ou, ate mesmo, Dicionario.

2 Dirigin~o n088a aten~io.specificamente para as atividades de vocabulario, observemos que t~08 08 autores programsm exercicios vlsando, exclusivemente, 40 en tendimento dos textos de leitura. Not.~se, entretanto, que Dino Preti e Domingues Paschoal Cegalla se <liistinguem dos demais autores consultados. 0 primeiro registra expli citamente (na apresenta~ao de sua obra. aos professores) a preoeupa~ao com a adequa~ao do uso do vocabulario e nece~ sidade de sua amplia~ao. Ao prestigiar a norma culta, 0 autor visa ao aprimoramento cultural do aluno e a sua melhor inte9ra~ao na comunidade em que vive, atraves do uso efieiente da lingua. Tendo em vista a necessidade de adaq ta~ao da linguagem aos diferentes grupos sociais, seleeiq na e trabalha com textos numa perspectiva sociolinguistica. Conforme a li~ao e a aerie apresenta alguns exercicios como jogos de significa~ao, entre outros, a fim de promover a aquisi~ao de vocabulario, pela retomada das p~ lavras estudadas nas li~oes. Predominam, entretanto, em sua cole~ao, atividades de reconstru~ao de frases como substitui~ao de palavras por sinonimos a serem pesquisados no chamado "Pequeno vocabulario" do livro ou em diciq narios da lingua. Esse autor enfatiza constantemente 0 papel do contexto na determina;ao do significado das palavras, pois seu principal objetivo tambem e 0 entendimen to do texto. 0 segundo autor, Domingos Paschosl Cegalla, com a mesma finalidade apontada, explora 0 vocabulario quanta a observa~ao da significado e das disponibilidades de uso das palsvras, oferecendo grande quantidade de exe~ cieios. Lembramos, aqui, porem, que a escola deve propiciar ao educando 0 dominio de urn lexico fundamental e garantir-ihe condic;oes de enriquece-io, com vistas a urn desempenho linguistico eficiente nas diferentes situa~o.s discursivas. Entretanto, as atividades propostas pelo material didatico oferecido aos alunos pelos mais diversos autores sao inadequadas para tais fins.

3 16g~os, Se atentarmos para os aspectos teorico-metodo- c!jefl:'ont.r~nos-.mo., logo de in cio, COlli a falta de ~limit.~io de um vocsbulario fundamental, a eer dominado. pelos a\u~. durante 0 processo ensino-aprendizagem de sua lingua. Alem de nao haver previsao de um lexico basico e de sua amplia~ao gradual, inexiste qualquer preq cupacao pele fixa~ao e uso das palavras estud~das para a compreensao de textos. Apos realizados os exerc1cios, as unidades ling~isticas trabalhadas. por sele~ao intuitiva do autor, nao sac retomadas em outras li~oes. A aquisi/wiio vocabular, se ocorrer, torna-ae entao um fate meramente acidental. Assim, os fatores psicologicos como a motiva- /Wao, a aten~io, a perce~io e a memoriza~ao das palavras. indispens8veis ao bom desempenho do locutor na sele~ao vocabular e posterior elabora~ao de seu discurso. nao sac prestigiados. o trabalho can 0 vocabulc!rio acaba por reduzirse a exercicios dos seguintes tipos: - reescrever frases substituindo a palavr a ou express&::' sublinhada por sinonimo ou palavra equivalente: C.R.H. 2 s.-p.22 "Menino. nao bata nos mais fracos". surre D.P. 5!I.-p.95 ". encostando-se;' janela para esconder encardida". suja A.H. 6"s.-p.10 ". segredo nao ~.muito espa<,;o". ocnpa A.M.C.G. 5 s.-p.57 "Por fora sou branquinho". chrinho H.S.-l... 6"s.-p.192 "A diferen a teria algum efeito na resultado pessoas que lidam com... trabalham resistencia rea ao

4 C.R.M. 28a.-p.83 A.M. 68a.-p.18 A.M.C.G. 58a.-p.34 K.5. -.L. 68s.-p.85 K.5. - A.C.L.P. 58s.-p.78 - fo~r freaes para pr r pal.vra. ou expresao e~ 0 seo.entido que ocorr DO texto: enjoar: apontar: cuidar : ordeno : porventura : favorito cantoria astuto 8 8 a.-p.125 arbitrario D.P.D. 51s.-p.47 C.R.It. 38a.-p.8 obtinba maloca matreira virtude.: VOCABUUaIO enjoei: cansei apontando: aparecendo cuida: t~a conta indi.pen.aveia: realiza: essencial teceu tinham vindo peixe-cochorro - identificar entre os sianificados oferecidos pelo autor, aquele que e adequado as palavras em destaque nas frases do exerclcio: Observat;io: uaar aa palavraa da esquerda do vocabulario. "Assustadoa, os porquinbos desataram a correr". "Eles comet;aram a rir e retrucaram que nao tinham llledo. VOCABULARlo: reco.endou: aconselbou desatara. : comet;ara. retrucaram: responderam fantasiado: vestido de Neste caso, ha as seguintes varia~oes na apresenta~io dab exercicios: A.M.C.G. 78s.-p.122 Copie as palavras do texto que de: contagiadoa arremessadob exterminador Indicar 0 sentido da palavre deatacada: "Voce que presuncosamente, pretende imitar..." paeientemente vaidosamente resignada mente

5 R."-L. 7Ia.-p.5S C.R.M. 2 I a.-p.158 S. e8. Sls.-p.78 A palavr.,,!li!llllaclo pod. tar doia altlltidoa: a) ciabarril. cbeia. a.tist.ito; b) ~ito b ta4e. rete.t.lado. blge que.eatido fai empr.gada no texto~ "0.enbGr Rodrigue. pelita o. dentea. repilpado n~ cadeira de balan~o. "Retire do texto palavra. que tenha. ~s.eguinte. daaiticadoa: a) que tam valor; que vale muito; nio e comum; que tem pouco". relacionar palavras da coluna da esquerrla com.eua ai aoni-o. e. raramente com seus antanimos. da coluna da direita. Relacione a palavra com all seus Ilinammos: Pindora === <aem filii inliaito SO teve origem proveio. nodieantigo do BraaiI dunaa neblin. elga ~ gondo,la.. especi. de baia.aleva~oea de areia r.aa~ nevoa ---:;;:."'= plantinha. cola do ur angra tipo de embarca~ao finta~. '"'-'endemoniado aqulnbo ~~ eapantar poaa o ~~. dribler afuaentar~~-"=----~ adrontar-ile acovardar-a 'ordinario Observa-se, contudo, que as palavras estudadas nem aempre podem ser consideradas as mais usuais entre os utentes da lingua em situa~o~s de vida corrente, quer se trate de lingua oral, quer de lingua escrita. Ex.: ~ QigA, guitute" gondola,,spectro,~, senescincia, retesado, fagote, dlamantinas, rebrilham, aboiados, frui- ~,,stridular, ulular etc. As unidades lexicais, trabalhadas apenas no momento em que sao necessarias para 0 entendimento de te!.. to, nio sio geralmente exploradas quanto as possibilidades de U80 oferecidas pelo sistema. Esses tipos de exercicio. 801icitam do aluno neo mais que 0 reconhecimento ou identificac;ao do significado da palavra na frase, le-

6 vando a um comportamento mecaniciste em relalwio 80 l'.t co. Tal 8titude exclui qualquer raciocinio logic:o, villltq que a determinslwio de um significado pt eupoe 0 conhec:imento doe elementos con.t~tutivos da s~9nifica~io de. palavras, ou oe elementos do sistema da lingua que determinam a constitui~io e a fun~io dos lexemas que depoie eona tituirio 0 texto. (vile18, 1979). He de se considerar ainda 0 problema da conee! tua~io de sio8nimo apresentado como palavras com 0 mesmo sentido, ou com sentidos aproximados. 5e ver~ficarmos os exerc1cios formulados, concluiremos rapidamente que aos alunos, muitas vezes, nao se solicitam sinonimos e sim explica~io do sentido das palavras destacadas, como ocor- C.R.M. 2"s.-p.10 A.M. 6"s.-p.10 M.R. S"s.-p.S8 H.S. - P. 7"s.-p.186 H.S.- A.C.L.P. 8"s.-p.178 S. e B. S"s.-p.9 Esereva novamente as frases substituindo em destaque por um sinonimo: Dona Sonia comprou 0 material escolar de... livros. cadernos. lapis etc. Papai sempre gosta de dormir sesta. deitar um poueo depois do almo~o No assoalho do navio havia.. conves As gavetas de baixo eram fora do comum. muito espeeiais o garoto jornaleiro nasee nos suburbioa. brota arredorea da cidade n08 eortic08. habita~oe8 eoletivas dos pobres o banco emprest8 0 ~ de Cz$ ate a quantia maxima "t evidente que,uma situa~ao historiea tem milenarmente subjugado. durante seculo8 Conseguimo8 8urpreender 0 inimigo a noite. apanhar de improvi~o Era um menino forte. de eara bexigosa,. eheia de bexigas

7 n.p.c. 5 lj.'~.125 o p"tor.1";0 pre,o ne corrente. cio polici.l Da.j~ forma, tomo sa parcebe claremente, 81em de neo se trabalhar 0 lexico no eixo paradigmatico e, posteriormente, no eixo sintagmatico, colocando-o no universo do discurso, transmite-se ao aluno uma falsa no~ao de sinomimia num desrespeito total aos principios de lexicologia. Hetodologicamente, e preciso considerar 0 conhecimento do que e uma palavra e 0 seu significado em n1 vel de lingua/competencia para, em seguida, determinarmos seu significado em cada caso particular; A.eim, consideram-.e primeiro os aeus significados como elementos integrados do lexica e do sistema da lingua e depois suas possibilidades funcionais, pots e 0 lexema, forma basica da lingua, que fundamenta as possiveis formas do discurso ~.todos os possiveis significados das palavras. "A palavra lexica (Wortform) e um elemento do discurso, ou atualiza~ao de cada uma das possibilidedes da forma basica no uso concreto condicionado pelo respectivo contexto". (Vilela, 1979). A partir desta postura teorica, podemos afirmar que os exercicios de vocabulario, baseados na interpreta~ao dos textos. conforme constam nas obras analisg das, nao possibilitam e exate determina~ao do significad~ das palevres, pois essa determine~io pressupoe conhecimen to dos seus elementos constitutivos. Esses elementos do lexema nao se podem extrair apenas de" um determinaoo texto, sao antes elementos do sistema da lingua. Sentimos entio que 0 significado lexical e autonomo e devera ser tratado autonomamente. (Coseriu, 1968, apud Vilela, 1979). Esse principio de lexematica e completamente ignljrado pelos nossoe autores, que induzem os alunoe a interiorizar falsos conceitos em lingua. Os estudantes nio sio estimulados para a percep~ao de tra~os semicos comuns entre 0 sentido de lexemas que se aproxima~. nem para a percep~ao de tra~os semicos diferentes,

8 que estabelecem a distin~ao entre eles, a fim de entenderem as rela~oes sinonimicas e antonlmicas. Com re~peito a significa~ao lexical nao sao ~onsiderados 08 p~"~!pio. da funcionalidade, oposi~io, sistematicidade e neut~.l~z~ ~ao, ignora-se simplesmente a existencia das campos 1 1:' cais. verifica-se, entretanto, a partir do expo.to, que estas no~oes sao imprescindlveis aos ~utores de livro. di daticos, para que se evitem as formula~oes de fals&s eonceitos, confor~e vem ocorrendo. Por esse motivo, torna-se necessario fornecer aos educandos metodos e tecnicas que lhes permitam melhorar a compreensao dos fenomenos da lingua, para que possam usa-la de forma eficiente e adequada. Pressupoe-:-seque 0 ensino do vocabul,hio conduza a urnlexico fundamental, a condi~oes de enriquece- 10, para que 0 aluno possa aplica-lo adequadamente em suas produ~oes textuais e se torne capaz de atribuir-lhe os sentidos previstos pelos autores em diferentes contextob. siglas A.M. A.M.C.G. C.R.M. D.P. D.P.C. - obra didatica n" 4 - obr. did.tic. n l 2 - obr. did.tica n" 3 - obr. did.tica n" 6 - obra didatica n" I H.5.- A.C.L.P - obra did.tica n" 7 H.S. -.L. - obr. didatic. II" B M.P. - obra didaltic. no 5 5. e B. - obra did.tica n" 9 Referenda Bibliografica: VIJ.EIA,HBrlo. Estruturas le.ucas do port\!gui!s. Coinbra, Alm!dina, Obras Did8tiC8!: l.qi;aua, IlaDinp Paschoal.!lora de Call1nicp. sbo Paulo, Nacional. 51 a 81 serie. 2.GJEDES, AnaMaria de C. et alii. Palavra e Af;io. Porrogues: Recep;faoe produ<;aode ~ tos. sbo Paulo, Ed. do Brasil. 5" a 8" serie. 3.MAR'1OS, C10der e MES:JJlTA, Roberto Melo. Call1nicaeao e Expressoo. sbo Paulo, Ed.Saraiva. 3" e 41 serie. 4.MASSAOO, AWde. PortuguE!s.Construindo a linguagem. Textos. R.edlll;OO.Grmtica. sbo Paulo, IBEP. 5" a 81 serie. 5.PRAm, Marilda. Reflexlio e koo lid Lingua Portuguesa. sao Paulo. Ed.doBrasii. 51 a 8" serie. 6.PREJ:I, nino. Portugues Oral e Escrito. Novas li~. sbo Paulo, Fd.Nacional. 5" a 811li rie. 7.SARGENl'IK, Henninio G. Atividades de Call1nicacoo Em Lingua Portuguesa. sbo Paulo,IBEP. 51 a 8" e8ri.e. 8.. Palavras, Texto. Gr tica. Redlll;80. sbo Paulo, IBEP. S" a 8" serie. 9.SIQJEIRA& Bml'<Jll. Call1nic8<;80e E!g!ressao. S80 Paulo. lbep. 5" a 8" serie.

o meu trabalho e resultante das reflexoes que

o meu trabalho e resultante das reflexoes que A APRENDIZAGEM DE LfNGUA PORTUGUESA NA 5~ S~- RIE DO ENSINO DE PRIMEIRO GRAU: UMA EXPERIBNCIA E PRIN- CfPIOS PARA UMA PROPOSTA DE ENSINO. Esta comunicacao pretende expor as linhas gerais de minha dissertacao

Leia mais

Informação Prova de Equivalência à Frequência

Informação Prova de Equivalência à Frequência Básico Informação Prova de Equivalência à Frequência INGLÊS (LE I) Prova escrita e oral Prova 21 2015 do Ensino Básico 1. Introdução O presente documento visa divulgar as características da prova de exame

Leia mais

o PORTUGU S FUNDA'1ENTAL: Uli VOCABULARIO BAsICO DA LINGUA

o PORTUGU S FUNDA'1ENTAL: Uli VOCABULARIO BAsICO DA LINGUA o PORTUGU S FUNDA'1ENTAL: Uli VOCABULARIO BAsICO DA LINGUA Maria Tereza C.Biderman,UNESP,Araraquara A metodologia para a recolha dos materiais do PORTU- GU S FUNDMiENTAL (PF) e a analise dos dados basearam-se

Leia mais

A IMPORTÂNCIA DA LEITURA PARA A PRODUÇÃO TEXTUAL

A IMPORTÂNCIA DA LEITURA PARA A PRODUÇÃO TEXTUAL A IMPORTÂNCIA DA LEITURA PARA A PRODUÇÃO TEXTUAL REBECCA TAVARES DE MELO TOSCANO DE BRITO (UNIVERSIDADE FEDERAL DA PARAÍBA). Resumo Nos dias atuais a prática da leitura está se tornando cada vez mais rara

Leia mais

ALFABETIZAÇÃO E LETRAMENTO: TECENDO RELAÇÕES COM O PENSAMENTO DE PAULO FREIRE

ALFABETIZAÇÃO E LETRAMENTO: TECENDO RELAÇÕES COM O PENSAMENTO DE PAULO FREIRE ALFABETIZAÇÃO E LETRAMENTO: TECENDO RELAÇÕES COM O PENSAMENTO DE PAULO FREIRE Marcia Aparecida Alferes 1 Resumo O presente texto pretende refletir sobre a definição dos conceitos de alfabetização e letramento,

Leia mais

- A palavra combinada em ora~ao(oes) - sintaxe. latina. Nossos primeiros gramaticos optam por descrever

- A palavra combinada em ora~ao(oes) - sintaxe. latina. Nossos primeiros gramaticos optam por descrever CLAUDI 0 PUC/Sp CAMPOS - A palavra isolada - morfologia - A palavra combinada em ora~ao(oes) - sintaxe. - Considera~oes Nossa gramatica originou-se da gramatica latina. Nossos primeiros gramaticos optam

Leia mais

INSTRUÇÕES GERAIS SOBRE A PROVA. Esta prova é constituída por duas partes, separadas por um intervalo de 30 minutos. 1.ª Parte (45 minutos)

INSTRUÇÕES GERAIS SOBRE A PROVA. Esta prova é constituída por duas partes, separadas por um intervalo de 30 minutos. 1.ª Parte (45 minutos) PA-LP 3 INSTRUÇÕES GERAIS SOBRE A PROVA Esta prova é constituída por duas partes, separadas por um intervalo de 30 minutos. 1.ª Parte (45 minutos) Durante este tempo, vais ler, com muita atenção, um texto

Leia mais

HISTÓRIAS EM QUADRINHOS: RELAÇÃO ENTRE FALA E ESCRITA

HISTÓRIAS EM QUADRINHOS: RELAÇÃO ENTRE FALA E ESCRITA HISTÓRIAS EM QUADRINHOS: RELAÇÃO ENTRE FALA E ESCRITA Janaína Antunes Nunes 1 Rodrigo Divino E. da Silva 2 Orientação: Prof. Ms. Artarxerxes T.T. Modesto RESUMO: Este artigo pretende analisar nas histórias

Leia mais

IV Seminário de Iniciação Científica

IV Seminário de Iniciação Científica O BOM PROFESSOR DE LÍNGUA ESTRANGEIRA E A SUA RELAÇÃO COM OS MÉTODOS DE ENSINO Ângela Cristina de Jesus Jancitsky 1 ; Marília Moreira de Souza 1 ; Pollyanna Morais Espíndola 2 ; Ms. Marcelo da Silva Pericoli

Leia mais

A ESCOLA E O LIVRO INFANTIL NA FORMAÇÃO DO GOSTO LITERÁRIO

A ESCOLA E O LIVRO INFANTIL NA FORMAÇÃO DO GOSTO LITERÁRIO A ESCOLA E O LIVRO INFANTIL NA FORMAÇÃO DO GOSTO LITERÁRIO Sílvia Cristina Fernandes Paiva 1 Ana Arlinda Oliveira 2 A leitura literária na escola Podemos afirmar que a leitura é fundamental para construção

Leia mais

Capítulo 7. Questionário de Avaliação da Prova

Capítulo 7. Questionário de Avaliação da Prova Capítulo 7 Questionário de Avaliação da Prova EXAME NACIONAL DE CURSOS Sempre buscando o aprimoramento do Exame Nacional de Cursos, mecanismo integrante do Sistema Nacional de Avaliação do Ensino Superior,

Leia mais

RESOLUÇÃO DE PROBLEMAS X METODOLOGIA DE ENSINO: COMO TRABALHAR A MATEMÁTICA A PARTIR DA RESOLUÇÃO DE PROBLEMAS?

RESOLUÇÃO DE PROBLEMAS X METODOLOGIA DE ENSINO: COMO TRABALHAR A MATEMÁTICA A PARTIR DA RESOLUÇÃO DE PROBLEMAS? RESOLUÇÃO DE PROBLEMAS X METODOLOGIA DE ENSINO: COMO TRABALHAR A MATEMÁTICA A PARTIR DA RESOLUÇÃO DE PROBLEMAS? Angelita de Souza Leite Universidade do Estado da Bahia angel_lita_4@hotmail.com Maria Cristina

Leia mais

UNIVERSITY OF SWAZILAND SUPPLEMENTARY EXAMINATION, 2012 LANGUAGE & LINGUISTIC IV IDE-PT202 THREE (3) HOURS

UNIVERSITY OF SWAZILAND SUPPLEMENTARY EXAMINATION, 2012 LANGUAGE & LINGUISTIC IV IDE-PT202 THREE (3) HOURS UNIVERSITY OF SWAZILAND SUPPLEMENTARY EXAMINATION, 2012 TITLE OF PAPER LANGUAGE & LINGUISTIC IV COURSE NUMBER IDE-PT202 TIME ALLOWED THREE (3) HOURS INSTRUCTIONS 1. ANSWER ALL QUESTIONS. 2. DO NOT WRITE

Leia mais

BAILLY, Danielle. Elements de didactique des langues. Paris: Les langues Modernes, 1984. BESSE, Henri & PORQUIER, Remy. Grammaires et didactique des

BAILLY, Danielle. Elements de didactique des langues. Paris: Les langues Modernes, 1984. BESSE, Henri & PORQUIER, Remy. Grammaires et didactique des ABSTRACT: The objective of this paper is to discuss the way linguistic knowledge should be transmitted to language teachers, pointing to the necessary modifications and to the difficulties found in this

Leia mais

PLANO DE CURSO REFERENCIAL LÍNGUA PORTUGUESA/GESTAR 6ª SÉRIE (7º ANO)

PLANO DE CURSO REFERENCIAL LÍNGUA PORTUGUESA/GESTAR 6ª SÉRIE (7º ANO) PLANO DE CURSO REFERENCIAL LÍNGUA PORTUGUESA/GESTAR 6ª SÉRIE (7º ANO) Processo Avaliativo Unidade Didática PRIMEIRA UNIDADE Competências e Habilidades Aperfeiçoar a escuta de textos orais - Reconhecer

Leia mais

7 Educação lingüística: uma proposta para o ensino de língua portuguesa

7 Educação lingüística: uma proposta para o ensino de língua portuguesa 7 Educação lingüística: uma proposta para o ensino de língua portuguesa As críticas ao ensino tradicional de língua portuguesa não são recentes. Nos anos trinta, Olavo Bilac já se posicionava contra o

Leia mais

CENTRO UNIVERSITÁRIO DE CARATINGA

CENTRO UNIVERSITÁRIO DE CARATINGA CENTRO UNIVERSITÁRIO DE CARATINGA RELAÇÃO DE RESUMOS DE MONOGRAFIAS E ARTIGOS DE PÓS- GRADUAÇÃO Lato sensu Curso: Língua Inglesa/2003 - Érika Nunes Martins Simões Formação do Professor de - Sheila Andrade

Leia mais

o neologismo alogen~tico consiste do

o neologismo alogen~tico consiste do DlPRUTIMOSINCLESESNA IMPRENSABRASILBlRAB NA PORTUCUESA 1- IntroducAo Entre os estudos ja realizados sobre emprestimos lingiiisticos estrangeiros,.encontramse os trabalhos de lexicologia de BARBOSA(1981).

Leia mais

3 o ano Ensino Fundamental Data: / / Revisão de Língua Portuguesa Nome: CONHEÇA A HISTÓRIA DO PAPAI NOEL

3 o ano Ensino Fundamental Data: / / Revisão de Língua Portuguesa Nome: CONHEÇA A HISTÓRIA DO PAPAI NOEL 3 o ano Ensino Fundamental Data: / / Revisão de Língua Portuguesa Nome: Leia este texto para resolver as questões propostas. CONHEÇA A HISTÓRIA DO PAPAI NOEL Era uma vez um menino chamado Nicolau. Os pais

Leia mais

Informação Prova de Equivalência à Frequência da disciplina de FRANCÊS

Informação Prova de Equivalência à Frequência da disciplina de FRANCÊS Informação Prova de Equivalência à Frequência da disciplina de FRANCÊS Prova 16 2015 3º Ciclo do Ensino Básico Despacho normativo n.º 6-A/2015 1. Introdução O presente documento visa divulgar as características

Leia mais

AS CONCEPÇÕES DE LINGUAGEM E O ENSINO DA LÍNGUA MATERNA. Roberta da Silva 1. João Cabral de Melo Neto, Rios sem discurso.

AS CONCEPÇÕES DE LINGUAGEM E O ENSINO DA LÍNGUA MATERNA. Roberta da Silva 1. João Cabral de Melo Neto, Rios sem discurso. AS CONCEPÇÕES DE LINGUAGEM E O ENSINO DA LÍNGUA MATERNA Roberta da Silva 1 Quando um rio corta, corta-se de vez o discurso-rio de água que ele fazia; cortado, a água se quebra em pedaços, em poços de água,

Leia mais

OLIVEIRA, Luciano Amaral. Coisas que todo professor de português precisa saber: a teoria na prática. São Paulo: 184 Parábola Editorial, 2010.

OLIVEIRA, Luciano Amaral. Coisas que todo professor de português precisa saber: a teoria na prática. São Paulo: 184 Parábola Editorial, 2010. Resenha OLIVEIRA, Luciano Amaral. Coisas que todo professor de português precisa saber: a teoria na prática. São Paulo: 184 Parábola Editorial, 2010. Leticia Macedo Kaeser * leletrasufjf@gmail.com * Aluna

Leia mais

AGRUPAMENTO DE ESCOLAS CAROLINA MICHAËLIS

AGRUPAMENTO DE ESCOLAS CAROLINA MICHAËLIS Conhecimentos e Competências Saber, Saber Fazer Atitudes e Comportamentos Saber Estar 2º e 3º Ciclos do Ensino Básico Ano Letivo 2013/2014 Os professores dos grupos disciplinares de línguas estrangeiras

Leia mais

Marcos de Aprendizagem de Língua Inglesa

Marcos de Aprendizagem de Língua Inglesa PREFEITURA MUNICIPAL DE SALVADOR Secretaria Municipal da Educação e Cultura SMEC Coordenação de Ensino e Apoio Pedagógico CENAP Marcos de Aprendizagem de Língua Inglesa Ciclo de Aprendizagem I e II MARCOS

Leia mais

Contribuição das Áreas da Linguística para a Organização da Informação. Disciplina: Fundamentos da Organização da Informação Profª: Lilian Alvares

Contribuição das Áreas da Linguística para a Organização da Informação. Disciplina: Fundamentos da Organização da Informação Profª: Lilian Alvares Contribuição das Áreas da Linguística para a Organização da Informação Disciplina: Fundamentos da Organização da Informação Profª: Lilian Alvares GRUPO 4 Alunos: Ernesto João Mallen Luziaro Michel Zane

Leia mais

COIlVERGIBCIAS LIRGUfSTICAS EM EMfLIA FERREIRO E PAULO FREIRE. A metodologia Paulo Freireana de alfabetiza~&o, h&

COIlVERGIBCIAS LIRGUfSTICAS EM EMfLIA FERREIRO E PAULO FREIRE. A metodologia Paulo Freireana de alfabetiza~&o, h& COIlVERGIBCIAS LIRGUfSTICAS EM EMfLIA FERREIRO E PAULO FREIRE 978 Olympio Correa de Mendon~a - UNESP - Assis Onaide Schwartz - P.G. UNESP - Assis A metodologia Paulo Freireana de alfabetiza~&o, h& trinta

Leia mais

PALAVRAS-CHAVE: Linguagem oral dominada, Representação escrita, Sistema simbólico.

PALAVRAS-CHAVE: Linguagem oral dominada, Representação escrita, Sistema simbólico. 7.00.00.00-0 - CIÊNCIAS HUMANAS 7.08.00.00-6 Educação A APRENDIZAGEM DA LEITURA E DA ESCRITA: A LINGUAGEM ORAL DOMINADA E SUA CORRELAÇÃO COM A APRENDIZAGEM DA ESCRITA GIOVANNA GAGGINI RODON Curso de Pedagogia

Leia mais

O ENSINO DO GÊNERO TEXTUAL CARTA NAS AULAS DE LÍNGUA MATERNA Cassia Regina Teixeira (UERJ) kassiarteixeira@hotmail.com

O ENSINO DO GÊNERO TEXTUAL CARTA NAS AULAS DE LÍNGUA MATERNA Cassia Regina Teixeira (UERJ) kassiarteixeira@hotmail.com O ENSINO DO GÊNERO TEXTUAL CARTA NAS AULAS DE LÍNGUA MATERNA Cassia Regina Teixeira (UERJ) kassiarteixeira@hotmail.com 1. Introdução Ao longo de toda a história e apesar de toda a tecnologia, a escrita

Leia mais

UNIVERSIDADE FEDERAL DE PERNAMBUCO. Relatório Perfil Curricular

UNIVERSIDADE FEDERAL DE PERNAMBUCO. Relatório Perfil Curricular PERÍODO: 1º LE733- COMPREENSÃO E PRODUÇÃO DE TEXTO EM LÍNGUA PORTUGUESA Fórmula: LE003 LE003- LINGUA PORTUGUESA 3 LEITURA E PRODUÇÃO DE TEXTOS. ANÁLISE DE ESTRUTURAS BÁSICAS DA LÍNGUA PORTUGUESA. SINTAXE

Leia mais

Plano de Trabalho Docente 2013. Ensino Técnico

Plano de Trabalho Docente 2013. Ensino Técnico Plano de Trabalho Docente 2013 Ensino Técnico ETEC Professor Massuyuki Kawano Extensão E.E Índia Vanuíre Código: 136 Município: Tupã Eixo Tecnológico: Informação e Comunicação Habilitação Profissional:

Leia mais

UNIVERSIDADE FEDERAL DE PERNAMBUCO. Relatório Perfil Curricular

UNIVERSIDADE FEDERAL DE PERNAMBUCO. Relatório Perfil Curricular CICLO GERAL OU CICLO BÁSICO AR081- FOLCLORE BRASILEIRO OBRIGATÓRIO 1 30 30 60 3 Fórmula: AR280 AR280- FOLCLORE BRASILEIRO FOLCLORE, ORIGENS, CAMPOS DE ATUAÇÃO E INTERLIGAÇÃO COM OUTRAS CIÊNCIAS, INFLUÊNCIA

Leia mais

LEITURA EM LÍNGUA ESPANHOLA NA EDUCAÇÃO DE JOVENS E ADULTOS: COMPREENSÃO E EXPRESSÃO CRIATIVA

LEITURA EM LÍNGUA ESPANHOLA NA EDUCAÇÃO DE JOVENS E ADULTOS: COMPREENSÃO E EXPRESSÃO CRIATIVA LEITURA EM LÍNGUA ESPANHOLA NA EDUCAÇÃO DE JOVENS E ADULTOS: COMPREENSÃO E EXPRESSÃO Instituto Federal Farroupilha Câmpus Santa Rosa ledomanski@gmail.com Introdução Ler no contexto mundial globalizado

Leia mais

Redação: critérios de correção dos exames da Fuvest, Unicamp, Unesp e Enem. FUVEST e UNESP

Redação: critérios de correção dos exames da Fuvest, Unicamp, Unesp e Enem. FUVEST e UNESP Singular-Anglo Vestibulares Professora Natália Sanches Redação: critérios de correção dos exames da Fuvest, Unicamp, Unesp e Enem. Retirado do site oficial do vestibular. FUVEST e UNESP Na correção, três

Leia mais

PLANEJAMENTO ANUAL LÍNGUA INGLESA ESCOLA: PROFESSOR: /DISCILPLINA: LÍNGUA INGLESA CICLO DE APRENDIZAGEM: / ANO: PERÍODO

PLANEJAMENTO ANUAL LÍNGUA INGLESA ESCOLA: PROFESSOR: /DISCILPLINA: LÍNGUA INGLESA CICLO DE APRENDIZAGEM: / ANO: PERÍODO PLANEJAMENTO ANUAL LÍNGUA INGLESA ESCOLA: PROFESSOR: /DISCILPLINA: LÍNGUA INGLESA CICLO DE APRENDIZAGEM: / ANO: PERÍODO HABILIDADES CONTEÚDOS ORIENTAÇÂO DIDÁTICA Listening RECURSO AVALIAÇÃO Ouve e entende

Leia mais

PROVA 358. (Dec.- Lei n.º 139/2012, de 5 de julho) 2014/2015 1.ª e 2.ª Fases

PROVA 358. (Dec.- Lei n.º 139/2012, de 5 de julho) 2014/2015 1.ª e 2.ª Fases PROVA 358 INFORMAÇÃO - PROVA DE EQUIVALÊNCIA À FREQUÊNCIA INGLÊS Formação Específica Anual 12.º Ano (Dec.- Lei n.º 139/2012, de 5 de julho) 2014/2015 1.ª e 2.ª Fases Provas Escrita e Oral Cursos Científico-

Leia mais

Prova Escrita de Francês

Prova Escrita de Francês Exame Final Nacional do Ensino Secundário Prova Escrita de Francês 11.º Ano de Escolaridade Continuação bienal Decreto-Lei n.º 139/2012, de de julho Prova 17/1.ª Fase Critérios de Classificação 7 Páginas

Leia mais

INFORMAÇÃO PROVA DE EQUIVALÊNCIA À FREQUÊNCIA INGLÊS LE I (2 anos) 2015

INFORMAÇÃO PROVA DE EQUIVALÊNCIA À FREQUÊNCIA INGLÊS LE I (2 anos) 2015 MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO E CIÊNCIA INFORMAÇÃO PROVA DE EQUIVALÊNCIA À FREQUÊNCIA INGLÊS LE I (2 anos) 2015 Prova 06 / 2015 --------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------

Leia mais

Aprovação do curso e Autorização da oferta. PROJETO PEDAGÓGICO DE CURSO FIC em Espanhol Básico. Parte 1 (solicitante)

Aprovação do curso e Autorização da oferta. PROJETO PEDAGÓGICO DE CURSO FIC em Espanhol Básico. Parte 1 (solicitante) MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO SECRETARIA DE EDUCAÇÃO PROFISSIONAL E TECNOLÓGICA INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA DE SANTA CATARINA Aprovação do curso e Autorização da oferta PROJETO PEDAGÓGICO

Leia mais

EMENTÁRIO DAS DISCIPLINAS DO CURSO DE LETRAS INGLÊS E LITERATURAS DE LÍNGUA INGLESA (Currículo iniciado em 2010)

EMENTÁRIO DAS DISCIPLINAS DO CURSO DE LETRAS INGLÊS E LITERATURAS DE LÍNGUA INGLESA (Currículo iniciado em 2010) EMENTÁRIO DAS DISCIPLINAS DO CURSO DE LETRAS INGLÊS E LITERATURAS DE LÍNGUA INGLESA (Currículo iniciado em 2010) COMPREENSÃO E PRODUÇÃO ORAL EM LÍNGUA INGLESA I C/H 102 (2358) intermediário de proficiência

Leia mais

Agrupamento de Escolas de Terras de Bouro

Agrupamento de Escolas de Terras de Bouro Informação Prova de Equivalência à Frequência INGLÊS Abril 2015 2ºCiclo do Ensino Básico (Decreto-Lei n.º 139/2012, de 5 de julho) Prova 06/2015 Tipo de Prova: Escrita e Oral Duração: 90 minutos + 15 minutos

Leia mais

INSTITUTO DE CIÊNCIAS HUMANAS E SOCIAIS DEPARTAMENTO DE LETRAS E COMUNICAÇÃO

INSTITUTO DE CIÊNCIAS HUMANAS E SOCIAIS DEPARTAMENTO DE LETRAS E COMUNICAÇÃO AA 285 ESTÁGIO SUPERVISIONADO I LÍNGUA PORTUGUESA NO 6º E 7º ANOS DO ENSINO FUNDAMENTAL Língua Portuguesa. Elaborar propostas de trabalho com diferentes gêneros textuais que contemplem também textos literários.

Leia mais

Informação-Exame de Equivalência à disciplina de: INGLÊS (LE I) Prova Oral e Prova Escrita

Informação-Exame de Equivalência à disciplina de: INGLÊS (LE I) Prova Oral e Prova Escrita Informação-Exame de Equivalência à disciplina de: INGLÊS (LE I) Prova Oral e Prova Escrita 2º Ciclo do Ensino Básico Ano letivo de 2011/12 1. Introdução O presente documento visa divulgar as características

Leia mais

Plano de Trabalho Docente 2015. Ensino Técnico

Plano de Trabalho Docente 2015. Ensino Técnico Plano de Trabalho Docente 2015 Ensino Técnico ETEC Monsenhor Antônio Magliano Código: 088 Município:Garça Eixo Tecnológico: Mecatrônica Habilitação Profissional: Técnico em Mecatrônica Qualificação: Técnico

Leia mais

Revista Eletrônica Acolhendo a Alfabetização nos Países de Língua Portuguesa ISSN: 1980-7686 suporte@mocambras.org Universidade de São Paulo Brasil

Revista Eletrônica Acolhendo a Alfabetização nos Países de Língua Portuguesa ISSN: 1980-7686 suporte@mocambras.org Universidade de São Paulo Brasil Revista Eletrônica Acolhendo a Alfabetização nos Países de Língua Portuguesa ISSN: 1980-7686 suporte@mocambras.org Universidade de São Paulo Brasil Hernandes Santos, Amarílis Alfabetização na inclusão

Leia mais

O resumo Se procurares num dicionário o verbo resumir encontrarás uma definição semelhante a esta: dizer em poucas palavras o que se disse ou escreveu mais extensivamente; condensar. Sendo uma forma de

Leia mais

INSTITUTO DE CIÊNCIAS HUMANAS E SOCIAIS DEPARTAMENTO DE LETRAS E COMUNICAÇÃO

INSTITUTO DE CIÊNCIAS HUMANAS E SOCIAIS DEPARTAMENTO DE LETRAS E COMUNICAÇÃO AA 285 ESTÁGIO SUPERVISIONADO I LÍNGUA PORTUGUESA NO 6º E 7º ANOS DO ENSINO FUNDAMENTAL Língua Portuguesa. Elaborar propostas de trabalho com diferentes gêneros textuais que contemplem também textos literários.

Leia mais

MARCAS DA NARRATIVA ORAL EM NARRATIVAS ESCRITAS DE CRIANQAS EM IDADE ESCOLAR MARIA ROSA PETRONI - UFMT/CUR

MARCAS DA NARRATIVA ORAL EM NARRATIVAS ESCRITAS DE CRIANQAS EM IDADE ESCOLAR MARIA ROSA PETRONI - UFMT/CUR MARCAS DA NARRATIVA ORAL EM NARRATIVAS ESCRITAS DE CRIANQAS EM IDADE ESCOLAR MARIA ROSA PETRONI - UFMT/CUR o objetivo deste artigo e apontar a influencia e as consequencias do discurso oral no comportamento

Leia mais

português língua não materna (a2) Dezembro de 2013

português língua não materna (a2) Dezembro de 2013 Informação prova final / Exame Final Nacional português língua não materna (a2) Dezembro de 2013 Prova 63/93/739 2014 6.º Ano, 9.º Ano ou 12.º Ano de Escolaridade O presente documento divulga as características

Leia mais

10.1 Objetivos, Conceitos e Funções. Os obje ti vos prin ci pais do con tro le orça men tá rio são: Responsabilidade pelo Controle Orçamentário

10.1 Objetivos, Conceitos e Funções. Os obje ti vos prin ci pais do con tro le orça men tá rio são: Responsabilidade pelo Controle Orçamentário Capítulo 10 Controle Orçamentário Essa etapa acon te ce após a exe cu ção das tran sa ções dos even tos eco nô mi cos pre vis - tos no plano orça men tá rio. Não se con ce be um plano orça men tá rio sem

Leia mais

LUDENS 2011: jogos e brincadeiras na matemática i. Palavras-chaves: lúdico na matemática, jogo, ensino da matemática.

LUDENS 2011: jogos e brincadeiras na matemática i. Palavras-chaves: lúdico na matemática, jogo, ensino da matemática. LUDENS 2011: jogos e brincadeiras na matemática i Palavras-chaves: lúdico na matemática, jogo, ensino da matemática. Justificativa A Matemática faz parte do cotidiano das pessoas. Nas diversas atividades

Leia mais

CAMPOS LEXICOS DOS FALARES RURAIS DE GOIÁS, MATO GROSSO, MINAS GERAIS E SÃO PAULO.

CAMPOS LEXICOS DOS FALARES RURAIS DE GOIÁS, MATO GROSSO, MINAS GERAIS E SÃO PAULO. CAMPOS LEXICOS DOS FALARES RURAIS DE GOIÁS, MATO GROSSO, MINAS GERAIS E SÃO PAULO. Gisele Martins SIQUEIRA (Mestranda FL/UFG) Gisele.msiqueira@gmail.com Maria Suelí de AGUIAR (FL/UFG) aguiarmarias@gamil.com

Leia mais

Administração Central Unidade de Ensino Médio e Técnico - Cetec. Ensino Técnico

Administração Central Unidade de Ensino Médio e Técnico - Cetec. Ensino Técnico Plano de Trabalho Docente 2013 Ensino Técnico Etec Massuyuki Kawano Código: 136 Município: Tupã Eixo Tecnológico: Ambiente e Segurança Habilitação Profissional: Técnica de Nível Médio de Técnico em Farmácia

Leia mais

INFORMAÇÃO- EXAME EXAME DE EQUIVALÊNCIA À FREQUÊNCIA INGLÊS 3º CICLO DO ENSINO BÁSICO 2012

INFORMAÇÃO- EXAME EXAME DE EQUIVALÊNCIA À FREQUÊNCIA INGLÊS 3º CICLO DO ENSINO BÁSICO 2012 AGRUPAMENTO DE ESCOLAS DE PINHEIRO ESCOLA BÁSICA E SECUNDÁRIA INFORMAÇÃO- EXAME EXAME DE EQUIVALÊNCIA À FREQUÊNCIA INGLÊS 3º CICLO DO ENSINO BÁSICO 2012 1. INTRODUÇÃO O presente documento visa divulgar

Leia mais

(1) Ha muita cadeira na sala. (2) Tres cafes por favor.

(1) Ha muita cadeira na sala. (2) Tres cafes por favor. ABSTRACT: Following the tradition of English grammar, some authors have distinguished between count and non-count nouns in Portuguese. The present paper resumes this discussion and develops the hypothesis

Leia mais

O DISCURSO SOBRE A OBRIGAÇÃO EM APRENDER UMA LÍNGUA ESTRANGEIRA

O DISCURSO SOBRE A OBRIGAÇÃO EM APRENDER UMA LÍNGUA ESTRANGEIRA O DISCURSO SOBRE A OBRIGAÇÃO EM APRENDER UMA LÍNGUA ESTRANGEIRA ROGERIA DE AGUIAR (UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARANÁ). Resumo Este trabalho tem por objetivo verficar, em uma perspectiva da Análise do Discurso

Leia mais

48 Os professores optaram por estudar a urbanização, partindo dos espaços conhecidos pelos alunos no entorno da escola. Buscavam, nesse projeto, refletir sobre as características das moradias existentes,

Leia mais

FORMAÇÃO DE PROFESSORES DE MATEMÁTICA E MODELAGEM MATEMÁTICA: MUDANÇAS NA PRÁTICA PEDAGÓGICA E NO DESENVOLVIMENTO PROFISSIONAL RESUMO

FORMAÇÃO DE PROFESSORES DE MATEMÁTICA E MODELAGEM MATEMÁTICA: MUDANÇAS NA PRÁTICA PEDAGÓGICA E NO DESENVOLVIMENTO PROFISSIONAL RESUMO FORMAÇÃO DE PROFESSORES DE MATEMÁTICA E MODELAGEM MATEMÁTICA: MUDANÇAS NA PRÁTICA PEDAGÓGICA E NO DESENVOLVIMENTO PROFISSIONAL Edvard Luiz da Silva Filho, edvardluiz@folha.com.br - FMU, Brasil. RESUMO

Leia mais

Inglês 1ª / 2ª Fase 2014

Inglês 1ª / 2ª Fase 2014 INFORMAÇÃO PROVA DE EQUIVALÊNCIA À FREQUÊNCIA Inglês 1ª / 2ª Fase 2014 Prova 06 2014 6.º Ano de Escolaridade - 2.º Ciclo do Ensino Básico PROVA ESCRITA 50% 1. Objeto de avaliação, caraterísticas e estrutura

Leia mais

INFORMAÇÃO - PROVA DE EQUIVALÊNCIA À FREQUÊNCIA FRANCÊS

INFORMAÇÃO - PROVA DE EQUIVALÊNCIA À FREQUÊNCIA FRANCÊS INFORMAÇÃO - PROVA DE EQUIVALÊNCIA À FREQUÊNCIA FRANCÊS 2015 3.º CICLO DO ENSINO BÁSICO (Decreto-Lei n.º 139/2012, de 5 de julho)» INTRODUÇÃO O presente documento visa divulgar as características da prova

Leia mais

O alfabeto A B C D E F G H I J K L M N O P Q R S T U V X Z ( W, Y)

O alfabeto A B C D E F G H I J K L M N O P Q R S T U V X Z ( W, Y) O alfabeto A B C D E F G H I J K L M N O P Q R S T U V X Z ( W, Y) Sons das palavras juntas : Nha Nhe Nho Nhi Ao Aos Aoes Ae Conversacao - Oi Maria como vao as coisas? - Ora pois vao muito bem e com tu

Leia mais

Agrupamento de Escolas de Porto de Mós Informação-Prova de Equivalência à Frequência

Agrupamento de Escolas de Porto de Mós Informação-Prova de Equivalência à Frequência Prova de Equivalência à Frequência de Inglês (Escrita + Oral) Prova Código 06-2015 2º Ciclo do Ensino Básico - 6ºano de escolaridade 1. Introdução O presente documento visa divulgar as características

Leia mais

Linguística Aplicada ao ensino de Língua Portuguesa: a oralidade em sala de aula (Juliana Carvalho) A Linguística Aplicada (LA) nasceu há mais ou menos 60 anos, como uma disciplina voltada para o ensino

Leia mais

PALAVRAS-CHAVE: PNLD, livro didático, língua estrangeira, gênero.

PALAVRAS-CHAVE: PNLD, livro didático, língua estrangeira, gênero. PNLD 2011: ANÁLISE DE UMA COLEÇÃO DE LIVRO DIDÁTICO DE INGLÊS Universidade Federal de Goiás Programa de Pós-Graduação em Letras e Linguística Mestranda: Maria Letícia Martins Campos FERREIRA mleticiaf@hotmail.com

Leia mais

AGRUPAMENTO DE ESCOLAS DE MÉRTOLA

AGRUPAMENTO DE ESCOLAS DE MÉRTOLA AGRUPAMENTO DE ESCOLAS DE MÉRTOLA ESCOLA EB 2,3/ES DE S. SEBASTIÃO CRITÉRIOS GERAIS de AVALIAÇÃO do DEPARTAMENTO de LÍNGUAS LÍNGUA ESTRANGEIRA INGLÊS / FRANCÊS I. 2º Ciclo Inglês Biénio 2015/2017 Domínios

Leia mais

O CONTATO COM A PEDAGOGIA DA ALTERNÂNCIA ATRAVÉS DO ESTÁGIO SUPERVISIONADO DO CURSO DE LETRAS

O CONTATO COM A PEDAGOGIA DA ALTERNÂNCIA ATRAVÉS DO ESTÁGIO SUPERVISIONADO DO CURSO DE LETRAS O CONTATO COM A PEDAGOGIA DA ALTERNÂNCIA ATRAVÉS DO ESTÁGIO SUPERVISIONADO DO CURSO DE LETRAS Clauden William Martins 1 Marina Bertani Gazola 2 Gisele Giandoni Wolkoff 3 Márcia Oberderfer Consoli 4 Maria

Leia mais

INFORMAÇÃO - PROVA DE EQUIVALÊNCIA À FREQUÊNCIA INGLÊS

INFORMAÇÃO - PROVA DE EQUIVALÊNCIA À FREQUÊNCIA INGLÊS INFORMAÇÃO - PROVA DE EQUIVALÊNCIA À FREQUÊNCIA INGLÊS 201 3.º CICLO DO ENSINO BÁSICO (Decreto-Lei n.º 139/2012, de de julho)» INTRODUÇÃO O presente documento visa divulgar as características da prova

Leia mais

INGLÊS LE I Código 21 abril 2015

INGLÊS LE I Código 21 abril 2015 PROVA DE EQUIVALÊNCIA À FREQUÊNCIA INGLÊS LE I Código 21 abril 2015 9º Ano de escolaridade (Decreto Lei 139/ 2012, de 05 de julho) O presente documento divulga informação relativa à prova de equivalência

Leia mais

Ministério da Educação Secretaria de Educação Básica Diretoria de Apoio a Gestão Educacional

Ministério da Educação Secretaria de Educação Básica Diretoria de Apoio a Gestão Educacional Ministério da Educação Secretaria de Educação Básica Diretoria de Apoio a Gestão Educacional Pacto Nacional pela Alfabetização na Idade Certa Slides produzidos a partir do caderno: Currículo no ciclo de

Leia mais

AGRUPAMENTO ESCOLAS DE REDONDO Escola Básica e Secundária Dr. Hernâni Cidade. INGLÊS Abril de 2015 PROVA 06 2º Ciclo do Ensino Básico

AGRUPAMENTO ESCOLAS DE REDONDO Escola Básica e Secundária Dr. Hernâni Cidade. INGLÊS Abril de 2015 PROVA 06 2º Ciclo do Ensino Básico AGRUPAMENTO ESCOLAS DE REDONDO Escola Básica e Secundária Dr. Hernâni Cidade INFORMAÇÃO PROVA DE EQUIVALÊNCIA À FREQUÊNCIA (ORAL E ESCRITA) INGLÊS Abril de 2015 PROVA 06 2º Ciclo do Ensino Básico I. INTRODUÇÃO

Leia mais

SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARÁ CONSELHO SUPERIOR DE ENSINO, PESQUISA E EXTENSÃO RESOLUÇÃO N. 3.931, DE 22 DE JANEIRO DE 2010

SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARÁ CONSELHO SUPERIOR DE ENSINO, PESQUISA E EXTENSÃO RESOLUÇÃO N. 3.931, DE 22 DE JANEIRO DE 2010 SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARÁ CONSELHO SUPERIOR DE ENSINO, PESQUISA E EXTENSÃO RESOLUÇÃO N. 3.931, DE 22 DE JANEIRO DE 2010 Aprova o Projeto Pedagógico do Curso de Licenciatura em

Leia mais

CENTRO UNIVERSITÁRIO ESTÁCIO RADIAL DE SÃO PAULO SÍNTESE DO PROJETO PEDAGÓGICO DE CURSO 1

CENTRO UNIVERSITÁRIO ESTÁCIO RADIAL DE SÃO PAULO SÍNTESE DO PROJETO PEDAGÓGICO DE CURSO 1 SÍNTESE DO PROJETO PEDAGÓGICO DE CURSO 1 CURSO: Letras MISSÃO DO CURSO O curso de Licenciatura em Letras do Centro Universitário Estácio Radial de São Paulo tem o compromisso de promover no estudante um

Leia mais

EMENTÁRIO LETRAS EaD INGLÊS

EMENTÁRIO LETRAS EaD INGLÊS EMENTÁRIO LETRAS EaD INGLÊS 1ª FASE LLE 931 Introdução aos Estudos da Linguagem Total h/a Introdução aos conceitos de língua e língua(gem); características da língua(gem) humana; a complexidade da língua(gem)

Leia mais

rio,gramática e funções a partir de textos em inglês DISAL Editora / Mark G. Nash & Willians R. Ferreira (2010) Sejam bem-vindos!

rio,gramática e funções a partir de textos em inglês DISAL Editora / Mark G. Nash & Willians R. Ferreira (2010) Sejam bem-vindos! Sejam bem-vindos!.:: DISAL / São Paulo, 18 de junho, 2010 ::. Estrutura da apresentação: 1) Contexto de produção de Real English 2) Apresentação do livro 3) Destaques 4) Sugestões de como melhor explorar

Leia mais

P L A N O D E E N S I N O

P L A N O D E E N S I N O Curso: Bacharelados e Tecnológicos Disciplina: Redação e Expressão Oral Ano/Semestre: 2013/1 Carga Horária: 72 horas Créditos: 04 Professor(a)/Titulação: Viviane Viebrantz Herchmann Mestre (viviane@ibgen.com.br)

Leia mais

PLANO DE TRABALHO DOCENTE 2º Semestre/2014. Ensino Técnico. Professor: ELZA CEDRO DE ANDRADE

PLANO DE TRABALHO DOCENTE 2º Semestre/2014. Ensino Técnico. Professor: ELZA CEDRO DE ANDRADE PLANO DE TRABALHO DOCENTE º Semestre/04 Ensino Técnico Código: 06 ETEC ANHANQUERA Município: Santana de Parnaíba Componente Curricular: Inglês Instrumental Eixo Tecnológico: Ambiente, saúde e segurança

Leia mais

A PROPOSTA DE ENSINO DE LÍNGUA ESTRANGEIRA DOS PCN E SUA TRANSPOSIÇÃO ENTRE OS PROFESSORES DE INGLÊS DE ARAPIRACA

A PROPOSTA DE ENSINO DE LÍNGUA ESTRANGEIRA DOS PCN E SUA TRANSPOSIÇÃO ENTRE OS PROFESSORES DE INGLÊS DE ARAPIRACA Revista Eletrônica de Educação de Alagoas - REDUC ISSN 2317-1170 V. 01, N. 02 (2013) A PROPOSTA DE ENSINO DE LÍNGUA ESTRANGEIRA DOS PCN E SUA TRANSPOSIÇÃO ENTRE OS PROFESSORES DE INGLÊS DE ARAPIRACA Patrícia

Leia mais

ROTEIRO DE RECUPERAÇÃO DE HISTÓRIA

ROTEIRO DE RECUPERAÇÃO DE HISTÓRIA ROTEIRO DE RECUPERAÇÃO DE HISTÓRIA Nome: Nº 6ºAno Data: / /2015 Professor: Nota: (valor: 1,0) 2º semestre Neste semestre, sua média foi inferior a 6,0 e você não assimilou os conteúdos mínimos necessários.

Leia mais

ALFABETIZAÇÃO DE ESTUDANTES SURDOS: UMA ANÁLISE DE ATIVIDADES DO ENSINO REGULAR

ALFABETIZAÇÃO DE ESTUDANTES SURDOS: UMA ANÁLISE DE ATIVIDADES DO ENSINO REGULAR ALFABETIZAÇÃO DE ESTUDANTES SURDOS: UMA ANÁLISE DE ATIVIDADES DO ENSINO REGULAR INTRODUÇÃO Raquel de Oliveira Nascimento Susana Gakyia Caliatto Universidade do Vale do Sapucaí (UNIVÁS). E-mail: raquel.libras@hotmail.com

Leia mais

Padrões de Competências para o Cargo de Professor Alfabetizador

Padrões de Competências para o Cargo de Professor Alfabetizador Padrões de Competências para o Cargo de Professor Alfabetizador Alfabetização de Crianças O Professor Alfabetizador é o profissional responsável por planejar e implementar ações pedagógicas que propiciem,

Leia mais

LETRAMENTO E SUAS IMPLICAÇÕES PARA O ENSINO DE LÍNGUA MATERNA Angela Kleiman (2007)

LETRAMENTO E SUAS IMPLICAÇÕES PARA O ENSINO DE LÍNGUA MATERNA Angela Kleiman (2007) LETRAMENTO E SUAS IMPLICAÇÕES PARA O ENSINO DE LÍNGUA MATERNA Angela Kleiman (2007) Disciplina: Seminário de Leituras Orientadas em Linguística Aplicada Professoras: Graciela Hendges e Désirée Motta-Roth

Leia mais

LINGUAGEM: O COMPLEXO JOGO DAS MUDANÇAS SOCIAIS

LINGUAGEM: O COMPLEXO JOGO DAS MUDANÇAS SOCIAIS LINGUAGEM: O COMPLEXO JOGO DAS MUDANÇAS SOCIAIS Aline Almeida de Araújo 1 RESUMO A sociolinguística estuda as variações do meio social, procura entender e explicar as várias maneiras de expressão dos falantes.

Leia mais

ATIVIDADES DE DESENHO COMO PROPOSTA DE AVALIAÇÃO DIAGNÓSTICA: AS EXPECTATIVAS DE CRIANÇAS APRENDENDO INGLÊS

ATIVIDADES DE DESENHO COMO PROPOSTA DE AVALIAÇÃO DIAGNÓSTICA: AS EXPECTATIVAS DE CRIANÇAS APRENDENDO INGLÊS ATIVIDADES DE DESENHO COMO PROPOSTA DE AVALIAÇÃO DIAGNÓSTICA: AS EXPECTATIVAS DE CRIANÇAS APRENDENDO INGLÊS Hidemi Senno (Letras Inglês/UEL/Pibid/Capes) Ingrid Carvalho (Letras Inglês/UEL/Pibid/Capes)

Leia mais

POR UM ENSINO DE LÍNGUA PORTUGUESA CONTEXTUALIZADO

POR UM ENSINO DE LÍNGUA PORTUGUESA CONTEXTUALIZADO 1 POR UM ENSINO DE LÍNGUA PORTUGUESA CONTEXTUALIZADO SOUSA, Grazielle de Jesus Leal de 1 RESUMO O ensino de língua portuguesa ainda é visto por muitas pessoas como um ensino mecânico, cheio de regras e

Leia mais

Ensino Técnico Integrado ao Médio

Ensino Técnico Integrado ao Médio Ensino Técnico Integrado ao Médio FORMAÇÃO GERAL Ensino Médio ETEC Mairiporã Eixo Tecnológico: Gestão e Negócios Habilitação Profissional: Nível Médio de Técnico em Contabilidade Qualificação: Sem habilitação

Leia mais

Exame unificado de acesso (Línguas e Matemática) às 4 Instituições do Ensino Superior (2017)

Exame unificado de acesso (Línguas e Matemática) às 4 Instituições do Ensino Superior (2017) Exame unificado de acesso (Línguas e Matemática) às 4 Instituições do Ensino Superior (2017) Português B 澳 門 四 高 校 聯 合 入 學 考 試 ( 語 言 科 及 數 學 科 )2017 Exame unificado de acesso (Línguas e Matemática) às

Leia mais

Informação-Prova de Equivalência à Frequência

Informação-Prova de Equivalência à Frequência Informação-Prova de Equivalência à Frequência ENSINO SECUNDÁRIO PROVA ESCRITA E ORAL Prova de Equivalência à Frequência de Espanhol, 11º ano (Iniciação) Prova 375 (ter como referência quadro III do Desp.Norm.5/2013)

Leia mais

Fundação Carmelitana Mário Palmério - FUCAMP Faculdade de Ciências Humanas e Sociais - FACIHUS Educação de qualidade ao seu alcance

Fundação Carmelitana Mário Palmério - FUCAMP Faculdade de Ciências Humanas e Sociais - FACIHUS Educação de qualidade ao seu alcance SUBPROJETO DE LETRAS PORTUGUÊS/ESPANHOL O ensino da língua espanhola no contexto da escola pública INTRODUÇÃO Este plano procura articular-se de forma integrada com o plano de trabalho institucional, que

Leia mais

GRAMÁTICA PORTUGUESA 1 (Sintaxe-Semântica)

GRAMÁTICA PORTUGUESA 1 (Sintaxe-Semântica) FACULTADE DE FILOLOXÍA DEPARTAMENTO DE FILOLOXÍA GALEGA GRAMÁTICA PORTUGUESA 1 (Sintaxe-Semântica) José Luís Forneiro Pérez GUÍA DOCENTE E MATERIAL DIDÁCTICO 2015/2016 FACULTADE DE FILOLOXÍA. DEPARTAMENTO

Leia mais

Plano de Ensino IDENTIFICAÇÃO. Jairo de Oliveira EMENTA

Plano de Ensino IDENTIFICAÇÃO. Jairo de Oliveira EMENTA Plano de Ensino IDENTIFICAÇÃO EIXO TECNOLÓGICO: Turismo, Hospitalidade e Lazer CURSO: Técnico em Hospedagem FORMA/GRAU:( X )integrado ( )subsequente ( ) concomitante ( ) bacharelado ( ) licenciatura (

Leia mais

O USO DA FORMA VOCÊ NO NORTE DE MINAS GERAIS Maria do Socorro Vieira Coelho (UniMontes) soccoelho@hotmail.com

O USO DA FORMA VOCÊ NO NORTE DE MINAS GERAIS Maria do Socorro Vieira Coelho (UniMontes) soccoelho@hotmail.com O USO DA FORMA VOCÊ NO NORTE DE MINAS GERAIS Maria do Socorro Vieira Coelho (UniMontes) soccoelho@hotmail.com 1. Introdução Neste artigo trata-se, sob a perspectiva sociolinguística variacionista, a alternativa

Leia mais

TEATRO COMO FERRAMENTA PARA ENSINO/APRENDIZAGEM DE LÍNGUA ESPANHOLA: RELATO DE EXPERIÊNCIA 1

TEATRO COMO FERRAMENTA PARA ENSINO/APRENDIZAGEM DE LÍNGUA ESPANHOLA: RELATO DE EXPERIÊNCIA 1 TEATRO COMO FERRAMENTA PARA ENSINO/APRENDIZAGEM DE LÍNGUA ESPANHOLA: RELATO DE EXPERIÊNCIA 1 Kaio César Pinheiro da Silva Raquel Espínola Oliveira de Oliveira Thais Fernandes da Silva Cristina Bongestab

Leia mais

COMO ABORDAR O TEMA ACESSIBILIDADE EM SALA DE AULA

COMO ABORDAR O TEMA ACESSIBILIDADE EM SALA DE AULA COMO ABORDAR O TEMA ACESSIBILIDADE EM SALA DE AULA Fabiane Caron Novaes 1 Roberta Aparecida Diadio 2 Resumo: Considerando as recomendações contidas no referencial teórico dos Parâmetros Curriculares Nacionais

Leia mais

Questionário sobre o Ensino de Leitura

Questionário sobre o Ensino de Leitura ANEXO 1 Questionário sobre o Ensino de Leitura 1. Sexo Masculino Feminino 2. Idade 3. Profissão 4. Ao trabalhar a leitura é melhor primeiro ensinar os fonemas (vogais, consoantes e ditongos), depois as

Leia mais

Colégio dos Santos Anjos Avenida Iraí, 1330 Planalto Paulista www.colegiosantosanjos.g12.br A Serviço da Vida por Amor

Colégio dos Santos Anjos Avenida Iraí, 1330 Planalto Paulista www.colegiosantosanjos.g12.br A Serviço da Vida por Amor Colégio dos Santos Anjos Avenida Iraí, 1330 Planalto Paulista www.colegiosantosanjos.g12.br A Serviço da Vida por Amor Curso: Nome do (a) Aluno (a): Ano: 3º Componente Curricular: Língua Portuguesa Professor

Leia mais

Sumário. 1. Criar condições favoráveis para uma aprendizagem bem-sucedida 23. Introdução 11. Os marcos teóricos de referência 14

Sumário. 1. Criar condições favoráveis para uma aprendizagem bem-sucedida 23. Introdução 11. Os marcos teóricos de referência 14 Sumário Introdução 11 Os marcos teóricos de referência 14 Eixos didáticos convergentes 16 Anexo 1. Memória viva 19 Anexo 2. Algumas datas 22 1. Criar condições favoráveis para uma aprendizagem bem-sucedida

Leia mais

Transtornos de Aprendizagem

Transtornos de Aprendizagem Transtornos de Aprendizagem Web conferencista: Fga Maristella Abdala O ato de aprender ocorre no SNC - Complexa rede de funções: sensitivo-sensorial, motora-práxica, afetiva, cognitiva e coordenação -

Leia mais

1 Introdução. 1.1 Apresentação do tema

1 Introdução. 1.1 Apresentação do tema 1 Introdução 1.1 Apresentação do tema Segundo Basílio (1987), as principais funções do léxico são a representação conceitual e o fornecimento de unidades básicas para a construção dos enunciados. Para

Leia mais

Palavras-chave: Leitura. Oralidade. (Re)escrita. Introdução

Palavras-chave: Leitura. Oralidade. (Re)escrita. Introdução 12. CONEX Apresentação Oral Resumo Expandido 1 ÁREA TEMÁTICA: ( ) COMUNICAÇÃO ( ) CULTURA ( ) DIREITOS HUMANOS E JUSTIÇA (X ) EDUCAÇÃO ( ) MEIO AMBIENTE ( ) SAÚDE ( ) TRABALHO ( ) TECNOLOGIA OS TEXTOS

Leia mais

EXPRESSÃO ESCRITA. O Sumário aqui presente é a continuação do que desenvolvemos na aula anterior: 1. Introdução. 2.

EXPRESSÃO ESCRITA. O Sumário aqui presente é a continuação do que desenvolvemos na aula anterior: 1. Introdução. 2. EXPRESSÃO ESCRITA Sejam bem-vindos à segunda videoaula de Expressão Escrita. Sou a Maj Anna Luiza professora de Português da Seção de Idiomas da ECEME. Esta aula se destina a você, aluno do CP/ECEME e

Leia mais

Língua portuguesa: ultrapassar fronteiras, juntar culturas

Língua portuguesa: ultrapassar fronteiras, juntar culturas Reflexões sobre a metalinguagem de aquisição, aprendizagem e ensino do português para falantes de outras línguas Maria Francisca XAVIER 1 Maria José GROSSO 2 Katia de Abreu CHULATA 3 RESUMO O estudo da

Leia mais