UNIVERSIDADE ESTADUAL DO OESTE DO PARANÁ - UNIOESTE CENTRO DE CIÊNCIAS SOCIAIS APLICADAS CCSA CURSO DE PÓS-GRADUAÇÃO EM GESTÃO DAS ORGANIZAÇÕES

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "UNIVERSIDADE ESTADUAL DO OESTE DO PARANÁ - UNIOESTE CENTRO DE CIÊNCIAS SOCIAIS APLICADAS CCSA CURSO DE PÓS-GRADUAÇÃO EM GESTÃO DAS ORGANIZAÇÕES"

Transcrição

1 0 UNIVERSIDADE ESTADUAL DO OESTE DO PARANÁ - UNIOESTE CENTRO DE CIÊNCIAS SOCIAIS APLICADAS CCSA CURSO DE PÓS-GRADUAÇÃO EM GESTÃO DAS ORGANIZAÇÕES SANDRA DA SILVA BAILL GESTÃO DA QUALIDADE DE VIDA NO TRABALHO (QVT): O CASO DA LM TELECOMUNICAÇÕES FOZ DO IGUAÇU 2007

2 1 SANDRA DA SILVA BAILL GESTÃO DA QUALIDADE DE VIDA NO TRABALHO (QVT): O CASO DA LM TELECOMUNICAÇÕES FOZ DO IGUAÇU 2007

3 2 SANDRA DA SILVA BAILL GESTÃO DE RECURSOS HUMANOS COM FOCO NA MELHORIA CONTÍNUA DA QUALIDADE DE VIDA NO TRABALHO (QVT) Este trabalho foi julgado e aprovado para obtenção do Grau de Especialista no Curso de Pós-Graduação em Gestão das Organizações da Universidade Estadual do Oeste do Paraná. Foz do Iguaçu, 25 de junho de Prof. Ms. Liliana Cwikla Marilene Wespianski Orientadora UNIOESTE Prof. MsC. Mauro José Ferreira Cury Banca Examinadora UNIOESTE Prof. Dr. Amarildo Jorge da Silva Banca Examinadora UNIOESTE

4 3 Dedico este trabalho ao Antonio Carlos da Silva (Peralta), a quem eu amo muito, por ser o meu porto seguro em todos os momentos. Aos meus filhos Bruna e Junior que foram a razão de sua continuidade. E ao meu amigo Amarildo Jorge da Silva, pois em muitos momentos de fraqueza, foi quem deu motivação para continuar meus estudos, se espelhando nele e conhecendo a sua história, acredito ainda, que somente vivemos o que queremos, nosso amanhã, é reflexo de hoje, meu muito obrigado Amarildo.

5 4 Porque melhor é a sabedoria do que as jóias; e de tudo o que se deseja nada se pode comparar com ela. (Bíblia Sagrada - Provérbio 8:11)

6 5 AGRADECIMENTOS Ao Senhor Jesus, por iluminar os meus caminhos. Aos meus pais Alcides e Cleuza, pela vida e pela valiosa contribuição dada para a minha formação. Ao corpo docente do Curso de Especialização, em especial ao Prof. Dr. Amarildo Jorge da Silva, pelo apoio e incentivo. Aos professores e colegas do curso, principalmente aqueles que colaboraram com sua valiosa participação para o desenvolvimento deste estudo.

7 6 RESUMO BAILL, Sandra da Silva. Gestão da Qualidade de Vida no Trabalho (QVT): o caso da LM Telecomunicações de Foz do Iguaçu. 70f. Monografia. (Especialização em Gestão das Organizações), Programa de Pós-graduação do Centro de Ciências Sociais Aplicadas (CCSA) da Universidade Estadual do Oeste do Paraná (UNIOESTE), Foz do Iguaçu. Este estudo tem como temática a Gestão da Qualidade de Vida no Trabalho (QVT): O Caso da LM Telecomunicações. O contexto de estudo referese a empresa Lm Telecomunicações, caracterizando um estudo de caso. O objetivo principal da monografia é desenvolver e ampliar a gestão da QVT. O trabalho constitui-se em, a priori conhecer como vem sendo exercida e desempenhada a tarefa do GRH, e a posteriori, partiu-se para visitas, com intuito de desenvolver e esclarecer processos de melhoria. Os dados foram analisados de forma descritiva evidenciando a problemática e estabelecendo a partir daí as soluções para o desempenho qualitativo e quantitativo da organização. E, como resultado alcançou-se o esperado, pois durante o levantamento dos problemas, foi sugeridas algumas mudanças mencionadas na páginas a seguir, na qual foi implementada. Conclui-se que com a colaboração de todos e isto inclui público interno e empregador, há a possibilidade de criar um planejamento de QVT, e alcançar os objetivos, mesmos que não são os mesmos, pois o colaborador ao entrar numa empresa almeja tal objetivo e a empresa outro, pois juntos terão mais motivações para trilhar conquistas. Palavras-chave: Gestão de RH. Qualidade. Trabalhador.

8 7 Abstract Baill, Sandra da Silva. Management of Human of the Quality of Life at the Work (QLWP): the case of the Lm Telecomunicacoes de Foz. 90f. Monograph. (Specialization in Management of the Organizations), Program the Post-gradation on Center Science Sociable to Apply (CSSA) of the University State on West Paraná (UNIOESTE), Foz do Iguaçu. This study has as thematic the Management of Quality of Life at the Work Place (QLWP). The case of the Company - Lm Telecommuniccoes. The study context refers to the Company Lm Telecomunicacoes figuring as the study of a case. The main objective of the monograph is to develop and extend the management of the QLWP. The work was done first to know how the MHR has developed his tasks, then secondly to visit the place with the purpose to develop and to clarify improvement knowledge. These data were analyzed in a descriptive way to form the problematic, establishing from there the solutions to develop the qualitative and quantitative performance of the organization and, as a result, we reached the goal we expected; considering that through the study of the problems, suggestions for a change were given, see them added in the following pages. We came to the conclusion that with the cooperation of all the staff employees and employers, there is a possibility to create a plan of QLWP, reaching the goals, even if they aren t the same, because when the cooperator gets a job in a firm, he desires one thing while the firm itself desires another, so together they will have more motivation to conquer success. Word-key: Management HR. Quality. Worker.

9 8 SUMÁRIO 1 INTRODUÇÃO TEMÁTICA E PROBLEMÁTICA DE PESQUISA DELIMITAÇÃO DO ESTUDO O PROBLEMA PRESSUPOSTOS JUSTIFICATIVA OBJETIVOS Objetivo Geral Objetivos Específicos A ORGANIZAÇÃO OBJETO DE ESTUDO 14 2 FUNDAMENTAÇÃO TEÓRICA História da Função de Recursos Humanos As Pessoas e as Organizações Administração de Recursos Humanos 20 3 QUALIDADE DE VIDA DO TRABALHADOR Qualidade de vida no trabalho: um conceito e prática instrumentais Perfil patológico e qualidade do trabalho: as diferentes explicações Mudanças e conseqüência do não planejamento da QVT 35 4 MÉTODO DE PESQUISA DELINEAMENTO DA PESQUISA ETAPAS DA PESQUISA COLETA, TRATAMENTO E ANÁLISE DOS DADOS Tipos de Dados Técnicas de Coleta de Dados Dados Primários Dados Secundários 39 5 ANÁLISE E COMPREENSÃO DOS DADOS OBTIDOS O DESENVOLVIMENTOS DA PESQUISA 41

10 A Importância da Qualidade de Vida no Trabalho e sua influência nos serviços prestados por cada colaborador Resultado da Pesquisa Fadiga Má iluminação Ventilação Percepção após dados levantados 43 6 Outras recomendações advindas do estudo 44 7 Considerações Finais 47 8 REFERÊNCIAS 66

11 10 1 INTRODUÇÃO Sabe-se que a gestão focada em tarefas tem causado muito desconforto ao ser humano. Por isso resolveu-se abordar o tema com maior profundidade. O presente estudo também discute os aspectos normativos, contidos na Norma Regulamentadora 17, a NR-17 (anexo 02), que deve assegurar a saúde do trabalhador, tendo como pano de fundo a qualidade de vida e qualidade de vida no trabalho. O ambiente cada vez mais dinâmico das empresas requer muitas vezes mais do que um gerente de recursos humanos e sim um gestor, destinado à apresentação dos procedimentos técnicos para sua gestão e um planejamento da Qualidade de Vida dos seus trabalhadores. Prever o futuro dos recursos humanos, assim como o de qualquer outra coisa, não constitui tarefa fácil. Pode-se argumentar, no entanto que o ambiente organizacional externo e interno, requer a cada dia, mais pessoal qualificado, como por exemplo um profissional de recursos humanos mais dinâmico e voltado para a globalização, em organizações que experimentam altos níveis de tecnologia de produção, que se direcionam para um mercado bem mais exigente e que empregam pessoas com elevados níveis, e o principal, almejam qualidade de vida a todos que fazem parte das organizações. Diante de uma sociedade, onde as organizações estão passando por grandes transformações, existe a necessidade de se buscar soluções para aumentar sua eficácia e sobreviver no mercado cada vez mais competitivo. Para que isso ocorra é fundamental que as empresas encontrem ou criem maneiras de fazer com que seus colaboradores, se comprometam, queiram aprender e se dediquem àquilo que fazem, com mais entusiasmo, para que com isso possam atingir os resultados esperados, por sinal cada vez mais desafiadores. A cada dia do novo milênio percebe-se que, os contínuos impactos no mundo do trabalho, o aumento da velocidade da comunicação e, mais uma vez o estresse presente como grande desconforto e ameaça à vida no trabalho, representam questões a ser geridas pela ARH. Vive-se em sociedade, não como opção, mas como imposição, em virtude de nossa própria condição de ser humano. A pessoa isolada, totalmente independente dos outros, é uma abstração, não existe. Poderia dizer que nosso viver só é possível

12 11 na convivência. Para alcançar nossos objetivos, tem-se como condição necessária o realizar dentro de um meio social. Sabe-se que o ser humano está destinado a uma constante interação com os outros, a concordar ou discordar de alguém, o que sem dúvida gera conflitos, tensões, estresse. Freqüentemente, convive-se com pessoas de temperamentos diferentes daqueles que se espera em nosso projeto de vida, normalmente no cotidiano das empresas, esse fato configura-se um desafio à sobrevivência do modo de ser, pensar e de manter nosso bem-estar biológico, psicológico e social. Além disso, ter de cumprir metas, executar tarefas e atender a funções nem sempre compatíveis com os desejos profissionais e, ao mesmo tempo, cultivar nossa saúde a fim de evitar doenças, diminuindo a produtividade e lucratividade, ficando assim, disposto a ser retirados do quadro funcional a qualquer momento, não é uma tarefa muito fácil. Diferentemente de outros riscos ocupacionais, em geral relacionados a trabalhos específicos, o estresse associa-se de formas variadas a todos os tipos de trabalho, prejudicando não só a saúde, mas também o desempenho dos trabalhadores. Constatou-se por meio de leituras no que diz respeito a este assunto, nos Estados Unidos e na Europa, o estresse já representa uma das principais causas de incapacitação entre estresse ocupacional e doenças cardiovasculares, hipertensão, úlcera péptica, doenças inflamatórias intestinais e até mesmo, distúrbios osteomusculares relacionados ao trabalho, os quais representa, no Brasil, uma das principais causas de pedidos de afastamento do trabalho ao sistema previdenciário. Avaliar a presença do estresse nos locais de trabalho, entretanto, não é uma tarefa simples. A complexidade do fenômeno tem levado à formulação de uma multiplicidade de conceitos e modelos de análise que, postos à prova, ainda demonstram fragilidades. Outro fator que é citado, pois tanto o trabalho repetitivo, como o burocratizado, inibem as possibilidades de criatividade. Nada pode ser inovado, nada é novo, nada pode ser criado. A rotina massacra as possibilidades e as necessidades de transformações do trabalhador, pelo fato principal da destruição primeiramente do seu lado psicológico. O resultado é que o trabalhador fica com sua auto-estima diminuída, o trabalho não é percebido como importante ou interessante, o trabalhador não sente

13 12 que seu esforço é socialmente reconhecido, e não há reforço de sua identidade por meio de sua práxis. Não é difícil perceber tudo isso como uma ameaça à dignidade humana, pois são justamente essas necessidades, que se caracterizam pela ausência, que devem ser satisfeitas no local de trabalho. Por isso a importância da gestão de recursos humanos, para que não se tenha mais empregados ou funcionários, e sim cooperadores e parceiros. Considerando o exposto, esse estudo tem o propósito de responder a seguinte pergunta de pesquisa: Como o stress ocupacional tem afetado a qualidade de vidas das pessoas no ambiente organizacional? 1.1 TEMÁTICA E A PROBLEMÁTICA DE PESQUISA As últimas décadas do século XX foram palco de grandes transformações, inovações tecnológicas, processo de globalização, avanços significativos no meio a produção, mas principalmente as crescentes disparidades e desigualdades da nossa sociedade moldaram um panorama triste e desolador. A QVT deveria ser considerada como uma gestão dinâmica porque as organizações e as pessoas mudam constantemente, e é contingencial porque depende da realidade de cada empresa no contexto em que está inserida. Além disso, pouco resolve atentar-se apenas para fatores físicos, pois aspectos sociais e psicológicos interferem igualmente na satisfação dos indivíduos em situação de trabalho, sem deixar de considerar os aspectos tecnológicos da organização do próprio trabalho, sem deixar de considerar os aspectos tecnológicos da organização do próprio trabalho, que, em conjunto, afetam a cultura e interferem no clima organizacional com reflexos na produtividade e na insatisfação dos empregados. 1.2 DELIMITAÇÃO DO ESTUDO O estudo tem como objetivo abordar o conceito da qualidade de vida no trabalho como fator favorável para a melhoria ou continuidade da qualidade na oferta de serviços.

14 O PROBLEMA A cada dia do novo milênio percebe-se que, os contínuos impactos no mundo do trabalho, o aumento da velocidade da comunicação e, mais uma vez o estresse presente como grande desconforto e ameaça à vida no trabalho, representam questões a ser geridas pela ARH. O estudo realizado na LM Telecomunicações, conforme tema já descrito anteriormente, e após análise de informações e documentos, evidenciou alguns problemas que comprometem o bom andamento do processo, podendo vir causar danos no futuro, onde propõe-se soluções para fortalecer a qualidade de vida no trabalho. 1.4 PRESSUPOSTOS Uma provável solução para uma melhoria da qualidade de vida do trabalhador da organização em estudo só será possível a partir do momento em que se buscar a valorização do bem mais valioso que ela possui, isto é, o seu capital humano, com vista também na valorização da coletividade. Pois, o trabalho em equipe garante resultados mais positivos, desde que se respeite a individualidade e as limitações de cada colaborador. 1.5 JUSTIFICATIVA Atualmente as pessoas vêm sendo vistas pelas organizações como um insumo, isto é, como um recurso a ser administrado. Apesar das grandes transformações nas organizações da produção, os conceitos sobre gestão de pessoas e sua transformação em práticas gerenciais têm ainda como principal fio condutor o controle sobre as pessoas. As organizações vêm passando por grandes transformações, isto inclui basicamente a globalização, na qual tanto no contexto interno e externo exige delas inúmeras mudanças. Estas passam às organizações, seus produtos ou seus mercados instabilidade, mas afetam principalmente seus padrões comportamentais ou culturais e seus padrões políticos ou relações internas e externas de poder. Essas mudanças não são de natureza episódica, mas contínuos na vida da empresa (FISCHER, 1992).

15 14 Por isto a necessidade de uma nova forma de pensar a gestão de pessoas, abrindo caminho para um novo modelo de gestão. 1.6 OBJETIVOS Os seguintes objetivos compõem o escopo desse estudo, para que se possa desenvolver e ampliar a gestão da QVT Objetivo Geral Estudar e avaliar processos que envolvem a empresa para proporcionar qualidade de vida no ambiente de trabalho aos clientes internos, evitando assim, doenças ocupacionais, mais especificamente o estresse Objetivos Específicos: Para atingir o objetivo geral, elegeu-se os seguintes objetivos específicos: a) propor medidas visando à gestão centrada nas pessoas; b) identificar e detectar falhas na gestão da QVT e de pessoal; c) descrever os fatores que afetam a QV do trabalhador; d) propor medidas de gestão visando a melhoria contínua da QVT. 1.7 A ORGANIZAÇÃO OBJETO DE ESTUDO Para o desenvolvimento desta pesquisa escolheu-se a Loja de Foz do Iguaçu da empresa LM Telecomunicações Ltda., que é uma empresa franqueada da BRASIL Telecom. A Loja não possui um Departamento de Recursos Humanos e, conseqüentemente todo e qualquer processo deste setor é mediado através do suporte do departamento localizado em Londrina. Este trabalho constitui-se da captação de dados dos funcionários, por meio de entrevistas, além da elaboração de propostas, que objetivam a adoção de novas estratégias ou a readequação de estratégias já existentes, de modo a propiciar saúde e conforto ao trabalhador, de caráter preventivo das doenças ocupacionais, eliminando as causas ou amenizando-as, manutenção da saúde e controle do ambiente de trabalho.

16 15 A LM Telecomunicações Ltda. é uma empresa constituída por três sócios sendo o empresário Roberto Moreno Filho, o sócio majioritário. A empresa está sediada em Londrina e possui filiais no Rio Grande do Sul e nas cidades do Paraná: Curitiba, Maringá, Cascavel, Ponta Grossa, Foz do Iguaçu e Cambé. A LM trabalha com a franquia da empresa de telecomunicações BRASIL Telecom, e é o único agente autorizado da BRASIL Telecom, com várias lojas franqueadas. Esta relação de parceria já perdura por vários anos. No mercado de Foz do Iguaçu a empresa está instalada há cerca de sete anos, sempre trabalhando com telefonia fixa, e atendendo o cliente de modo limitado, pois caso haja algum serviço mais complexo é solicitado ao cliente que entre em contato com o call center, em que ele tem que gerar um protocolo. Há nove meses a Loja está sediada na Rua Edmundo de Barros, 240 no antigo prédio da TELEPAR. A partir da mudança na sede, novas metas estão sendo traçadas. Atualmente, na cidade de Foz do Iguaçu existem outros 06 (seis) concorrentes, agentes autorizados da BRASIL Telecom, porém a Loja da LM é a única a oferecer um portfólio completo de serviços, incluindo telefonia fixa e móvel, ADSL, venda de cartões telefônicos, telefones públicos e computadores com acesso à internet para os clientes. A LM não possui missão, visão e foco formalizados, porém, para a Gerente da Loja de Foz do Iguaçu, Márcia Uetzig, estes podem ser definidos, em nível local, da seguinte maneira: Missão: Proporcionar ao cliente de Foz do Iguaçu maior comodidade, ao oferecer, em um mesmo espaço, uma gama de produtos e serviços variados, que supra suas necessidades de telefonia. Visão: Tornar-se referência de tecnologia em telefonia geral na região de Foz do Iguaçu Foco: Fortalecer-se no mercado local, tendo como diferencial o fato de ser a única Loja completa na cidade. Objetivo: Ultrapassar as metas mensais impostas pela BRASIL Telecom Neste sentido, a visão que Márcia Uetzig definiria para a LM Telecomunicações é fortalecer-se e conquistar novos mercados, de modo a tornarse uma multinacional.

17 16 2 FUNDAMENTAÇÃO TEÓRICA Para Gil (1999, p. 19), o ser humano valendo-se de suas capacidades, procura conhecer o mundo que o rodeia. Com o passar dos anos, o mercado vem exigindo mais das organizações e para que a concorrência ocorra há necessidade de todos que fazem parte dela estarem realmente vestindo a camisa da empresa, desde do alto escalão até o menor cooperador. Assim, toda pesquisa tem sua fundamentação no processo de conhecimento do ser, da sociedade e das relações existentes em seu meio, sejam pessoais ou organizacionais. É por meio de pesquisas com validade, coerência, integridade e veracidade, que seguiu-se os procedimentos metodológicos com a finalidade de bem emprega-lo no processo de pesquisa. Pode-se afirmar que se configura uma pesquisa social, a sua essência que é basicamente quantitativa, uma vez que, utiliza técnicas estatística, onde implica a construção de inquéritos por questionário. Portanto, o caráter quantitativo deste trabalho ficará comprovado, visto que, dar-se-á sob as implicações existentes entre o desempenho de organizações e produtividade como já citado e, tem também como principal enfoque os cooperadores das organizações, vivendo bem, tanto no âmbito profissional e familiar, pois tudo se integra e ambos tem que estarem certos, para que o bem estar prevaleça, isto é, utilizando-se a metodologia científica, permite a obtenção de novos conhecimentos no campo da realidade social (GIL, 1999, p119). O tema mencionado é de interesse da autora, visto que já possui conhecimento na área, pois na graduação a monografia foi defendida com o tema Higiene e Segurança do Trabalho. Desde o advento da industrialização, os estudos voltados ao aumento do processo produtivo nas empresas têm gradativamente focado o ser humano. Nos estudos de Tempos e Movimentos de Taylor, é comparado a uma máquina, e o aumento da produtividade dependia apenas da racionalização de seus movimentos durante a execução das tarefas repetitivas. Com o crescente aumento da complexidade das tarefas, grande competitividade e considerável aumento do processo produtivo, os seres humanos tornaram-se parte fundamental deste processo.

18 17 Com a globalização da economia, máquinas e tecnologia já não são fatores diferenciadores entre as empresas, restando às pessoas este papel. Considerando que as necessidades são complexas, individuais e mudam ao longo da vida, cabe aos administradores compreenderem esta complexa sistemática e a manipulação de suas variáveis para melhor obtenção de resultados. Segundo vários estudiosos, discutir e valorizar ações relativas às políticas de recursos humanos, faz a diferença no processo de gestão de empresas, ficando evidente que a qualidade das relações interpessoais reflete no sucesso da organização. As empresas que esperam a efetiva contribuição de seus funcionários no alcance dos resultados do negócio devem cuidar para que eles estejam motivados e satisfeitos no ambiente de trabalho, quanto maior for a expectativa que os dirigentes têm da participação dos funcionários, maior será a necessidade de garantir um excelente clima organizacional. Neste contexto surge a pesquisa de clima organizacional, um instrumento voltado para a análise do ambiente interno, com a finalidade de retratar os aspectos que configuram o comportamento motivacional dos funcionários, por meio da apuração de seus pontos fortes, deficiências e expectativas. Através do diagnóstico levantado com a pesquisa, a empresa pode implementar medidas e alternativas práticas que aumentem a satisfação no desempenho das funções. 2.1 História da Função de Recursos Humanos De acordo com Montana e Charnov (1998), durante o final do século XVIII, o mundo presenciou a evolução de uma economia agrária de trabalho em casa para uma economia industrial que despontava. Com a revolução industrial em 1870, o novo modo de trabalhar envolvia participar em apenas uma etapa do produto acabado em oposição ao velho modo, no qual se era responsável pelo produto total. Esse novo ambiente criou a divisão do trabalho e a necessidade da administração de pessoas no cenário organizacional. O período entre 1900 e 1940 foi de crescimento e desenvolvimento de grandes organizações, e de seus programas para o pessoal, a criação de muitas leis especiais e o surgimento de princípios da ciência social para guiar a administração dos recursos humanos. Um dos mais importantes contribuintes para a administração

19 18 nessa fase foi o fundador da Administração Científica, Frederick W. Taylor. Ele introduziu métodos como os estudos de tempo e ação, salários incentivadores e medidas de eficiência técnica. Como relatou no seu livro Shop Management, cada homem deve aprender como abrir mão de seu próprio modo particular de fazer as coisas, ajustar seus métodos para os muitos padrões novos, se acostumar a receber e a obedecer instruções que envolvam detalhes, grandes ou pequenos, os quais, no passado, foram deixados para o seu próprio julgamento. Outro nome na história da Administração Científica foi Henri Fayol, formulando a doutrina administrativa que passou a ser conhecida como fayolismo. Essa doutrina atribuiu aos subordinados uma capacidade técnica, que se exprime nos princípios: conhecer, prever, organizar, comandar, coordenar e controlar. Fayol afirmava que para diminuir os custos, a produção deveria ser em massa, em grande quantidade, e aparelhada com tecnologia capaz de desenvolver ao máximo a produtividade dos operários. A partir de 1920 ocorreram vários desenvolvimentos no campo da administração de recursos humanos. Um dos estudos mais famosos foi a experiência de Hawthorne, conduzida por Helton Mayo e seus parceiros. O propósito era determinar o efeito dos fatores físicos (tais como horas de trabalho e período de descanso) na produtividade. O estudo descobriu que fatores informais (tais como o ambiente social e os grupos de trabalho informais) podiam ter um impacto maior ou igual na produtividade. Este estudo serviu de base para os programas sociais, tais como recreação, benefício para o funcionário e aconselhamento As Pessoas e as Organizações As organizações são constituídas basicamente de pessoas. Até pouco tempo atrás, as pessoas eram tratadas como objetos e recursos produtivos, da mesma forma como se fossem máquinas ou equipamentos de trabalho, como meros agentes passivos da administração. Contudo, o moderno modelo de gestão procura tratar as pessoas como pessoas e, conseqüentemente, como importante recurso organizacional, rompendo a maneira tradicional de tratá-las. As pessoas passam a maior parte do tempo trabalhando ou vivendo dentro das organizações. As organizações são constituídas de pessoas e, por outro lado, elas constituem para as pessoas um meio pelo qual podem alcançar muitos e

20 19 variados objetivos pessoais, com o mínimo de custo, de tempo, de esforço e de conflito, os quais não poderiam ser alcançados apenas através do esforço individual. Para Chiavenato (2003), as pessoas apresentam profundas diferenças individuais, cada uma tem a sua própria personalidade, a sua história, seus conhecimentos e habilidades, seus objetivos e motivações e suas limitações. Assim, a integração entre o indivíduo e a organização não é um problema recente, Max Weber levantou a hipótese de que as organizações interferem na personalidade do indivíduo, através da imposição de regras e procedimentos capazes de despersonalizar o relacionamento das pessoas. Contudo, percebeu-se a existência de interesses antagônicos entre o trabalhador, a organização e as necessidades de buscar a harmonia voltada às relações humanas. Para superar as limitações individuais, as pessoas se agrupam e, deste modo, formam organizações com o intuito de alcançar objetivos comuns. Partindo deste pressuposto, tanto os indivíduos como as organizações têm seus objetivos a serem alcançados, então as organizações recrutam e selecionam seus recursos humanos para que por meio deles alcancem seus objetivos organizacionais. Chiavenato (2002, p.114) afirma que os indivíduos quando são recrutados e selecionados, têm objetivos pessoais que lutam para atingir e, muitas vezes, servem-se da organização para atingi-los. Organizacionais O que as organizações pretendem alcançar: lucro, produtividade, qualidade, redução de custos, participação de mercado, satisfação do cliente etc. OBJETIVOS Individuais O que as pessoas pretendem alcançar: salário, benefícios sociais, segurança, estabilidade no emprego e crescimento profissional. FONTE: Chiavenato (2002, p 114). Nesta desta percepção, o relacionamento entre as pessoas e as organizações nem sempre é satisfatório, pois os objetivos que as organizações procuram alcançar

21 20 e os objetivos que cada indivíduo deseja atingir, podem não ser o mesmo e muitas vezes geram um relacionamento conflitante. De acordo com Chiavenato (2002), para as organizações alcançarem eficientemente seus objetivos, elas tendem a desenvolver nos indivíduos um sentimento de frustração e uma curta perspectiva de permanência nas organizações. Barnard (apud CHIAVENATO, 2002) faz uma distinção entre eficiência e eficácia quanto aos resultados da interação entre o indivíduo e a organização, quando comenta que, toda pessoa deve ser eficiente para satisfazer as necessidades individuais, mas também deve ser eficaz para alcançar os objetivos da organização. Nesta perspectiva, é preciso ser eficaz para proporcionar resultados positivos na organização e eficiente para progredir pessoalmente na vida e, desta forma, alcançar os objetivos organizacionais e os objetivos individuais Administração de Recursos Humanos A Administração de Recursos Humanos (ARH) é perfeitamente aplicável a qualquer tipo ou tamanho de organização. Os assuntos normalmente tratados em ARH referem-se a uma multiplicidade enorme de campos de conhecimento: trata-se em aplicação e interpretação de testes psicológicos e entrevista, de tecnologia de aprendizagem individual e de mudança organizacional, nutrição e alimentação, medicina e enfermagem, serviço social, plano de carreiras, desenho de cargos e da organização, satisfação no trabalho, absenteísmo e salários e encargos sociais, mercado, lazer, incêndios, disciplina e atitudes, interpretação de leis de trabalho, eficiência e eficácia, estatísticas e registros, transporte para o pessoal, responsabilidade no nível de supervisão, auditoria, e um sem-números de assuntos extremamente diversificados. A ARH produz profundo impacto nas pessoas e nas organizações. A qualidade da maneira como as pessoas são geridas na organização é um aspecto crucial na competitividade organizacional. A ARH significa conquistar e manter pessoas na organização, trabalhando e dando o máximo de si, com uma atitude positiva e favorável. Representa todas aquelas coisas não só grandiosas que

22 21 provocam euforia e entusiasmo, como também aquelas coisas muito pequenas e numerosas, que frustram ou impacientam, ou que alegram e satisfazem, mas que levam as pessoas a desejar permanecer na organização. Os objetivos da ARH derivam da organização inteira. Toda organização tem como um dos seus principais objetivos a criação e distribuição de algum produto (como um bem de produção ou de consumo), ou de algum serviço (como uma atividade especializada), para isso a ARH deve considerar os objetivos pessoais dos participantes. Os principais objetivos da ARH são: a) criar, manter e desenvolver um contingente de recursos humanos com habilidades e motivação para realizar os objetivos da organização; b) criar, manter e desenvolver condições organizacionais de aplicação, desenvolvimento e satisfação plena dos recursos humanos, e alcance dos objetivos individuais; c) alcançar eficiência e eficácia através dos recursos humanos disponíveis. Para Motta e Vasconcellos (2002), a expressão ARH está sendo deixada de lado pela expressão Gestão de Pessoas ou ainda Gestão de Talentos Humanos. Estudos recentes mostram que o modelo instrumental de Gestão de Pessoas, que valoriza um perfil gerencial mais conservador e burocrático, está sendo progressivamente substituído pelo modelo político, em que o papel do gerente é o de promover a participação e o debate. O gerente deste último modelo é visto como um árbitro, que após ouvir as diversas partes tem a responsabilidade final pela solução a ser adotada. A capacidade de coordenar debates e gerir conflitos e relações interpessoais passa a ser cada vez mais valorizada.

Faculdade Internacional de Curitiba MBA em Planejamento e Gestão Estratégica Mapas Estratégicos Prof. Adriano Stadler

Faculdade Internacional de Curitiba MBA em Planejamento e Gestão Estratégica Mapas Estratégicos Prof. Adriano Stadler Faculdade Internacional de Curitiba MBA em Planejamento e Gestão Estratégica Mapas Estratégicos Prof. Adriano Stadler AULA 5 - PERSPECTIVA DE APRENDIZADO E CRESCIMENTO Abertura da Aula Uma empresa é formada

Leia mais

INTRODUÇÃO À GESTÃO DE PESSOAS Comparativo entre idéias

INTRODUÇÃO À GESTÃO DE PESSOAS Comparativo entre idéias FACULDADE GOVERNADOR OZANAM COELHO PÓS-GRADUAÇÃO EM GESTÃO DE PESSOAS INTRODUÇÃO À GESTÃO DE PESSOAS Comparativo entre idéias ALINE GUIDUCCI UBÁ MINAS GERAIS 2009 ALINE GUIDUCCI INTRODUÇÃO À GESTÃO DE

Leia mais

Caderno Prudentino de Geografia, Presidente Prudente, n.32, v.2, p.367-373, ago./dez.2010 RESENHA:

Caderno Prudentino de Geografia, Presidente Prudente, n.32, v.2, p.367-373, ago./dez.2010 RESENHA: RESENHA: PINTO, Geraldo Augusto. A organização do trabalho no século 20: taylorismo, fordismo e toyotismo. 2.ed. São Paulo: Expressão Popular, 2010. 88p. Rogério Gerolineto FONSECA Graduando do curso de

Leia mais

Os Sistema de Administração de Gestão de Pessoas

Os Sistema de Administração de Gestão de Pessoas Os Sistema de Administração de Gestão de Pessoas As pessoas devem ser tratadas como parceiros da organização. ( Como é isso?) Reconhecer o mais importante aporte para as organizações: A INTELIGÊNCIA. Pessoas:

Leia mais

Administração de Pessoas

Administração de Pessoas Administração de Pessoas MÓDULO 14: QUALIDADE DE VIDA NO TRABALHO E RELAÇÕES SINDICAIS 14.1 O processo de segurança e qualidade de vida O processo de segurança é o que visa estabelecer disciplina e segurança,

Leia mais

ADMINISTRAÇÃO. Tema : Fundamentos da Administração 1 Aula Conceitos da Administração História da Administração Funções do Administrador

ADMINISTRAÇÃO. Tema : Fundamentos da Administração 1 Aula Conceitos da Administração História da Administração Funções do Administrador ADMINISTRAÇÃO Tema : Fundamentos da Administração 1 Aula Conceitos da Administração História da Administração Funções do Administrador O que devemos.. Tirar todas as dúvidas a qualquer momento Participar

Leia mais

Colégio Estadual Juracy Rachel Saldanha Rocha Técnico em Administração Comportamento Organizacional Aílson José Senra Página 1

Colégio Estadual Juracy Rachel Saldanha Rocha Técnico em Administração Comportamento Organizacional Aílson José Senra Página 1 Página 1 COMPORTAMENTO ORGANIZACIONAL As pessoas que supervisionam as atividades das outras e que são responsáveis pelo alcance dos objetivos nessas organizações são os administradores. Eles tomam decisões,

Leia mais

Palavras-Chave: Organizações, Colaboradores, Recursos, Gestão de Pessoas

Palavras-Chave: Organizações, Colaboradores, Recursos, Gestão de Pessoas DA ADMINISTRAÇÃO DE RECURSOS HUMANOS À GESTAO DE PESSOAS Josiane de C. Aparecida Lacerda 1, Renata Valentina Bigolotti 2, Nivaldo Carleto 3 1 Fatec-Taquaritinga. Gestão do Agronegócio. Taquaritinga-SP

Leia mais

A importância do RH na empresa

A importância do RH na empresa A importância do RH na empresa O modo pelo qual seus funcionários se sentem é o modo pelo qual os seus clientes irão se sentir." Karl Albrecht Infelizmente, muitas empresas ainda simplificam o RH à função

Leia mais

1 Introdução 1.1. Problema de Pesquisa

1 Introdução 1.1. Problema de Pesquisa 1 Introdução 1.1. Problema de Pesquisa A motivação, satisfação e insatisfação no trabalho têm sido alvo de estudos e pesquisas de teóricos das mais variadas correntes ao longo do século XX. Saber o que

Leia mais

A IMPORTÂNCIA DA QUALIDADE DE VIDA PARA O TRABALHADOR NA GRÁFICA E EDITORA BRASIL

A IMPORTÂNCIA DA QUALIDADE DE VIDA PARA O TRABALHADOR NA GRÁFICA E EDITORA BRASIL FACULDADES INTEGRADAS DO PLANALTO CENTRAL Aprovadas pela Portaria SESu/MEC Nº. 368/08 (DOU 20/05/2008) CURSO DE ADMINISTRAÇÃO A IMPORTÂNCIA DA QUALIDADE DE VIDA PARA O TRABALHADOR NA GRÁFICA E EDITORA

Leia mais

A área de recursos humanos é o filtro da empresa, a porta de entrada de todas as companhias. (Reinaldo Passadori)

A área de recursos humanos é o filtro da empresa, a porta de entrada de todas as companhias. (Reinaldo Passadori) TATIANA LOPES 2012 A área de recursos humanos é o filtro da empresa, a porta de entrada de todas as companhias. (Reinaldo Passadori) PLANEJAMENTO: é uma ferramenta administrativa, que possibilita perceber

Leia mais

Com isso, Nadler e Lawler (1983, p.22-24) realizaram definições evolutivas da Qualidade de Vida no Trabalho:

Com isso, Nadler e Lawler (1983, p.22-24) realizaram definições evolutivas da Qualidade de Vida no Trabalho: Qualidade de vida no trabalho, saúde e segurança no trabalho: reflexões e interseções O presente artigo trata da Qualidade de Vida no Trabalho, bem como sua origem e evolução histórica, aspectos conceituais

Leia mais

1.3. Planejamento: concepções

1.3. Planejamento: concepções 1.3. Planejamento: concepções Marcelo Soares Pereira da Silva - UFU O planejamento não deve ser tomado apenas como mais um procedimento administrativo de natureza burocrática, decorrente de alguma exigência

Leia mais

DISCIPLINAS TEORIA DAS ORGANIZAÇÕES:

DISCIPLINAS TEORIA DAS ORGANIZAÇÕES: DISCIPLINAS TEORIA DAS ORGANIZAÇÕES: A Teoria das Organizações em seu contexto histórico. Conceitos fundamentais. Abordagens contemporâneas da teoria e temas emergentes. Balanço crítico. Fornecer aos mestrandos

Leia mais

Padrões de Competências para o Cargo de Coordenador Pedagógico

Padrões de Competências para o Cargo de Coordenador Pedagógico Padrões de Competências para o Cargo de Coordenador Pedagógico O Coordenador Pedagógico é o profissional que, na Escola, possui o importante papel de desenvolver e articular ações pedagógicas que viabilizem

Leia mais

Um breve histórico sobre a psicologia organizacional e as possíveis atuações do psicólogo nesta área.

Um breve histórico sobre a psicologia organizacional e as possíveis atuações do psicólogo nesta área. Um breve histórico sobre a psicologia organizacional e as possíveis atuações do psicólogo nesta área. A história da psicologia organizacional é uma criação do século XX, com seu inicio no final do século

Leia mais

Administração e Gestão de Pessoas

Administração e Gestão de Pessoas Administração e Gestão de Pessoas Aula Gestão de Pessoas Prof.ª Marcia Aires www.marcia aires.com.br mrbaires@gmail.com Percepção x trabalho em equipe GESTÃO DE PESSOAS A Gestão de Pessoas é responsável

Leia mais

ANEXO B CONTEXTUALIZAÇÃO DA PROMOÇÃO DA SAÚDE EM MODELO DE GESTÃO ORGANIZACIONAL DE ALTO DESEMPENHO

ANEXO B CONTEXTUALIZAÇÃO DA PROMOÇÃO DA SAÚDE EM MODELO DE GESTÃO ORGANIZACIONAL DE ALTO DESEMPENHO ANEXO B CONTEXTUALIZAÇÃO DA PROMOÇÃO DA SAÚDE EM MODELO DE GESTÃO ORGANIZACIONAL DE ALTO DESEMPENHO Autoria: Elaine Emar Ribeiro César Fonte: Critérios Compromisso com a Excelência e Rumo à Excelência

Leia mais

O PEDAGOGO NAS ORGANIZAÇÕES

O PEDAGOGO NAS ORGANIZAÇÕES O PEDAGOGO NAS ORGANIZAÇÕES KOWALCZUK, Lidiane Mendes Ferreira - PUCPR lidianemendesf@gmail.com VIEIRA, Alboni Marisa Dudeque Pianovski - PUCPR alboni@alboni.com Eixo Temático: Formação de Professores

Leia mais

PSICOLOGIA DO TRABALHO E PSICANÁLISE: UMA POSSIBILIDADE DE COMPREENSÃO DO SOFRIMENTO PSÍQUICO

PSICOLOGIA DO TRABALHO E PSICANÁLISE: UMA POSSIBILIDADE DE COMPREENSÃO DO SOFRIMENTO PSÍQUICO 1 PSICOLOGIA DO TRABALHO E PSICANÁLISE: UMA POSSIBILIDADE DE COMPREENSÃO DO SOFRIMENTO PSÍQUICO Daniele Almeida Duarte Mariana Devito Castro Francisco Hashimoto Resumo: É fato que o indivíduo, quando é

Leia mais

EMPREENDEDORISMO. Outubro de 2014

EMPREENDEDORISMO. Outubro de 2014 #5 EMPREENDEDORISMO Outubro de 2014 ÍNDICE 1. Apresentação 2. Definição 3. Empreendedorismo: necessidade ou oportunidade? 4. Características do comportamento empreendedor 5. Cenário brasileiro para o empreendedorismo

Leia mais

GESTÃO ESTRATÉGICA DE PESSOAS

GESTÃO ESTRATÉGICA DE PESSOAS GESTÃO ESTRATÉGICA DE PESSOAS Prof.ª Giselle Reis Brandão IEC - PUC Minas ALGUNS CONCEITOS IMPORTANTES: ADM. DE RECURSOS HUMANOS: As pessoas vistas como recursos, no sentido de instrumentos, meios para

Leia mais

Desenvolvimento de pessoas.

Desenvolvimento de pessoas. Desenvolvimento de pessoas. 2.2 FORMULAÇÃO DE UM PROGRAMA DE DESENVOLVIMENTO DE PESSOAS Gestão de Pessoas (Antonio Carlos Gil) e Gestão de Pessoas (Idalberto Chiavenato) "Se ensinardes alguma coisa a um

Leia mais

Palavra chave: Capital Humano, Gestão de Pessoas, Recursos Humanos, Vantagem Competitiva.

Palavra chave: Capital Humano, Gestão de Pessoas, Recursos Humanos, Vantagem Competitiva. COMPREENDENDO A GESTÃO DE PESSOAS Karina Fernandes de Miranda Helenir Celme Fernandes de Miranda RESUMO: Este artigo apresenta as principais diferenças e semelhanças entre gestão de pessoas e recursos

Leia mais

2 SIGNIFICADO DA ADMINISTRAÇÃO

2 SIGNIFICADO DA ADMINISTRAÇÃO 2 SIGNIFICADO DA ADMINISTRAÇÃO 2.1 IMPORTÂNCIA DA ADMINISTRAÇÃO Um ponto muito importante na administração é a sua fina relação com objetivos, decisões e recursos, como é ilustrado na Figura 2.1. Conforme

Leia mais

Gestão de pessoas. Gestão de pessoas

Gestão de pessoas. Gestão de pessoas Gestão de pessoas Prof. Dr. Alexandre H. de Quadros Gestão de pessoas Gestão de pessoas ou administração de RH? Uma transformação das áreas e de seus escopos de atuação; Houve mudança ou é somente semântica;

Leia mais

A influência das Equipes Auto Gerenciáveis na autonomia e na motivação: um estudo de caso na empresa PepsiCo

A influência das Equipes Auto Gerenciáveis na autonomia e na motivação: um estudo de caso na empresa PepsiCo A influência das Equipes Auto Gerenciáveis na autonomia e na motivação: um estudo de caso na empresa PepsiCo Adilson dos Santos Pereira adilson.pereira01@terra.com.br 1 Alexandre Dutra Pereira alexandre.dutra@pepsico.com

Leia mais

Auditoria Interna na gestão de pessoas: identificação de pontos fortes e fracos na política de recursos humanos

Auditoria Interna na gestão de pessoas: identificação de pontos fortes e fracos na política de recursos humanos Auditoria Interna na gestão de pessoas: identificação de pontos fortes e fracos na política de recursos humanos Letícia Baggio (UTFPR) leticia@uniao.edu.br Isaura Alberton de Lima, Dra (UTFPR) alberton@utfpr.edu.br

Leia mais

INSTITUTO BRASILEIRO DO MEIO AMBIENTE E DOS RECURSOS NATURAIS RENOVÁVEIS. Políticas de Gestão de Pessoas do Ibama COMISSÃO PORTARIA Nº 248/07 P

INSTITUTO BRASILEIRO DO MEIO AMBIENTE E DOS RECURSOS NATURAIS RENOVÁVEIS. Políticas de Gestão de Pessoas do Ibama COMISSÃO PORTARIA Nº 248/07 P INSTITUTO BRASILEIRO DO MEIO AMBIENTE E DOS RECURSOS NATURAIS RENOVÁVEIS Políticas de Gestão de Pessoas do Ibama COMISSÃO PORTARIA Nº 248/07 P Deliberações Resumo 1ª reunião: papéis, procedimentos gerais

Leia mais

APÊNDICE A QUESTIONÁRIO APLICADO AOS GESTORES

APÊNDICE A QUESTIONÁRIO APLICADO AOS GESTORES 202 INSTRUÇÕES DE PREENCHIMENTO ALGUNS COMENTÁRIOS ANTES DE INICIAR O PREENCHIMENTO DO QUESTIONÁRIO: a) Os blocos a seguir visam obter as impressões do ENTREVISTADO quanto aos processos de gestão da Policarbonatos,

Leia mais

PSICOLOGIA ORGANIZACIONAL

PSICOLOGIA ORGANIZACIONAL PSICOLOGIA ORGANIZACIONAL Qualidade de Vida no Trabalho O conceito de QVT é muito abrangente, e precisa ser definido com clareza, uma vez que as posições profissionais dos trabalhadores dentro de uma organização

Leia mais

GLOSSÁRIO. Atividade: ação, em geral repetitiva, que permite gerar um determinado produto (bens e serviços), estendendo-se por tempo indeterminado.

GLOSSÁRIO. Atividade: ação, em geral repetitiva, que permite gerar um determinado produto (bens e serviços), estendendo-se por tempo indeterminado. GLOSSÁRIO Accountability: obrigação de prestar contas. Responsabilização. Envolve não apenas a transparência dos processos como também a definição de responsabilidades e identificação dos responsáveis.

Leia mais

Sejam Bem Vindos! Disciplina: Gestão de Pessoas 1 Prof. Patrício Vasconcelos. *Operários (1933) Tarsila do Amaral.

Sejam Bem Vindos! Disciplina: Gestão de Pessoas 1 Prof. Patrício Vasconcelos. *Operários (1933) Tarsila do Amaral. Sejam Bem Vindos! Disciplina: Gestão de Pessoas 1 Prof. Patrício Vasconcelos *Operários (1933) Tarsila do Amaral. A Função Administrativa RH É uma função administrativa compreendida por um conjunto de

Leia mais

Escola das relações humanas: Sociologia nas Organizações. Prof Rodrigo Legrazie

Escola das relações humanas: Sociologia nas Organizações. Prof Rodrigo Legrazie Escola das relações humanas: Sociologia nas Organizações Prof Rodrigo Legrazie Escola Neoclássica Conceitua o trabalho como atividade social. Os trabalhadores precisam muito mais de ambiente adequado e

Leia mais

PRODUÇÃO CIENTIFICA SOBRE A SAÚDE DO TRABALHADOR: UMA PESQUISA BIBLIOGRÁFICA

PRODUÇÃO CIENTIFICA SOBRE A SAÚDE DO TRABALHADOR: UMA PESQUISA BIBLIOGRÁFICA PRODUÇÃO CIENTIFICA SOBRE A SAÚDE DO TRABALHADOR: UMA PESQUISA BIBLIOGRÁFICA Neide Tiemi Murofuse 1 Rejane Rodrigues da Silva 2 INTRODUÇÃO: A área da Saúde do Trabalhador surge no contexto do Movimento

Leia mais

Capítulo 6 Resolução de problemas com sistemas de informação

Capítulo 6 Resolução de problemas com sistemas de informação Capítulo 6 Resolução de problemas com sistemas de informação RESUMO DO CAPÍTULO Este capítulo trata do processo de resolução de problemas empresariais, pensamento crítico e etapas do processo de tomada

Leia mais

QUALIDADE DE VIDA NO TRABALHO: O DESAFIO DAS ORGANIZAÇÕES. CARDOSO, Sandra Regina 1. BERVIQUE, Janete de Aguirre 2

QUALIDADE DE VIDA NO TRABALHO: O DESAFIO DAS ORGANIZAÇÕES. CARDOSO, Sandra Regina 1. BERVIQUE, Janete de Aguirre 2 QUALIDADE DE VIDA NO TRABALHO: O DESAFIO DAS ORGANIZAÇÕES CARDOSO, Sandra Regina 1 BERVIQUE, Janete de Aguirre 2 RESUMO Este artigo tem por finalidade apresentar fatores que influenciam na qualidade de

Leia mais

Lider coach: Uma nova abordagem para a gestão de pessoas. Orlando Rodrigues.

Lider coach: Uma nova abordagem para a gestão de pessoas. Orlando Rodrigues. Lider coach: Uma nova abordagem para a gestão de pessoas. Orlando Rodrigues. Ao longo da historia da Administração, desde seus primórdios, a partir dos trabalhos de Taylor e Fayol, muito se pensou em termos

Leia mais

FACULDADE REDENTOR NUCLEO DE APOIO EMPRESARIAL CURSO DE ADMINISTRAÇÃO

FACULDADE REDENTOR NUCLEO DE APOIO EMPRESARIAL CURSO DE ADMINISTRAÇÃO FACULDADE REDENTOR NUCLEO DE APOIO EMPRESARIAL CURSO DE ADMINISTRAÇÃO Justificativa: As transformações ocorridas nos últimos anos têm obrigado as organizações a se modificarem constantemente e de forma

Leia mais

MBA Gestão de Negócios e Pessoas

MBA Gestão de Negócios e Pessoas PROJETO PEDAGÓGICO CURSO DE PÓS-GRADUAÇÃO LATO SENSU Nome do Curso MBA Gestão de Negócios e Pessoas Área de Conhecimento Ciências Sociais Aplicadas Nome do Coordenador do Curso e Breve Currículo: Prof.

Leia mais

MATRIZ CURRICULAR DO CURSO SUPERIOR DE TECNOLOGIA EM GESTÃO DE RECURSOS HUMANOS Válida para os acadêmicos ingressantes a partir de 2010/1

MATRIZ CURRICULAR DO CURSO SUPERIOR DE TECNOLOGIA EM GESTÃO DE RECURSOS HUMANOS Válida para os acadêmicos ingressantes a partir de 2010/1 Matriz Curricular aprovada pela Resolução nº 18/09-CONSUNI, de 1º de dezembro de 2009. MATRIZ CURRICULAR DO CURSO SUPERIOR DE TECNOLOGIA EM GESTÃO DE RECURSOS HUMANOS Válida para os acadêmicos ingressantes

Leia mais

PT03 - Qualidade de vida no trabalho (QVT)

PT03 - Qualidade de vida no trabalho (QVT) PT03 - Qualidade de vida no trabalho (QVT) BIBLIOGRAFIA Oliveira, Aristeu de. Manual de Salários e Benefícios. 1. ed. São Paulo : Atlas, 2006. Cap. 20 pág. 71 a 73. MAXIMIANO, Antonio César Amaru. Teoria

Leia mais

RRelevância do curso. OObjetivo do curso. FFundamentação Teórica: ATENDIMENTO E POSTURA NO AMBIENTE DE TRABALHO. Público-alvo

RRelevância do curso. OObjetivo do curso. FFundamentação Teórica: ATENDIMENTO E POSTURA NO AMBIENTE DE TRABALHO. Público-alvo Vigilantes, vigias, porteiros ou interessados em ingressar nessas funções. A empresa que presta serviços de vigilância tem a grande preocupação de manter a segurança de seu cliente, mas também de não receber

Leia mais

USP/EACH Gestão Ambiental ACH 113 Princípios de Administração. 2/2012. Profa. Dra. Sylmara Gonçalves Dias

USP/EACH Gestão Ambiental ACH 113 Princípios de Administração. 2/2012. Profa. Dra. Sylmara Gonçalves Dias USP/EACH Gestão Ambiental ACH 113 Princípios de Administração 2/2012. Profa. Dra. Sylmara Gonçalves Dias Evolução da Administração e as Escolas Clássicas Anteriormente XVIII XIX 1895-1911 1916 1930 Tempo

Leia mais

CULTURA ORGANIZACIONAL - MODELO DE GESTÃO OU NOVA DOMINAÇÃO?

CULTURA ORGANIZACIONAL - MODELO DE GESTÃO OU NOVA DOMINAÇÃO? CULTURA ORGANIZACIONAL - MODELO DE GESTÃO OU NOVA DOMINAÇÃO? Artigo apresentado à universidade Estácio de Sá como requisito para avaliação de conclusão do curso de pós-graduação em gestão estratégica de

Leia mais

A Prevenção de Doenças Ocupacionais na Gestão de Qualidade Empresarial

A Prevenção de Doenças Ocupacionais na Gestão de Qualidade Empresarial A Prevenção de Doenças Ocupacionais na Gestão de Qualidade Empresarial 2 Alessandra Maróstica de Freitas A Prevenção de Doenças Ocupacionais na Gestão de Qualidade Empresarial ALESSANDRA MARÓSTICA DE FREITAS

Leia mais

QUALIDADE DE VIDA NO TRABALHO: NO NÍVEL OPERADORES UMA ABORDAGEM ERGONÔMICA DOS NOVOS SISTEMAS DE PRODUÇÃO

QUALIDADE DE VIDA NO TRABALHO: NO NÍVEL OPERADORES UMA ABORDAGEM ERGONÔMICA DOS NOVOS SISTEMAS DE PRODUÇÃO QUALIDADE DE VIDA NO TRABALHO: NO NÍVEL OPERADORES UMA ABORDAGEM ERGONÔMICA DOS NOVOS SISTEMAS DE PRODUÇÃO Maria Aparecida da Silva santos, mestranda -PGMEC Universidade federal do Paraná/ Setor de Tecnologia

Leia mais

FAR - FACULDADE ALMEIDA RODRIGUES PÓS-GRADUAÇÃO LATO-SENSU CURSO GESTÃO DE PESSOAS EMENTA. Conteúdo Programático

FAR - FACULDADE ALMEIDA RODRIGUES PÓS-GRADUAÇÃO LATO-SENSU CURSO GESTÃO DE PESSOAS EMENTA. Conteúdo Programático FAR - FACULDADE ALMEIDA RODRIGUES PÓS-GRADUAÇÃO LATO-SENSU CURSO GESTÃO DE PESSOAS EMENTA Conteúdo Programático Módulo I 1) Teoria das Organizações Imagens das Organizações como Paradigmas Científicos

Leia mais

PESQUISA DE CLIMA MOTIVACIONAL

PESQUISA DE CLIMA MOTIVACIONAL PESQUISA DE CLIMA MOTIVACIONAL Relatório e Análise 2005 Introdução: ``Para que a Construtora Mello Azevedo atinja seus objetivos é necessário que a equipe tenha uma atitude vencedora, busque sempre resultados

Leia mais

SISTEMAS DE REMUNERAÇÃO

SISTEMAS DE REMUNERAÇÃO SISTEMAS DE REMUNERAÇÃO ESTRATÉGIAS DE REMUNERAÇÃO REMUNERAÇÃO ESTRATÉGICA É O USO INTELIGENTE DAS VÁRIAS FORMAS DE REMUNERAÇÃO, CUJO CONJUNTO ESTABELECE UM FORTE VÍNCULO COM A NOVA REALIDADE DAS ORGANIZAÇÕES

Leia mais

O PAPEL DO PSICÓLOGO NA GESTÃO DE RECURSOS HUMANOS DAS ORGANIZAÇÕES

O PAPEL DO PSICÓLOGO NA GESTÃO DE RECURSOS HUMANOS DAS ORGANIZAÇÕES O PAPEL DO PSICÓLOGO NA GESTÃO DE RECURSOS HUMANOS DAS ORGANIZAÇÕES CHAVES, Natália Azenha Discente do Curso de Psicologia da Faculdade de Ciências da Saúde FASU/ACEG GARÇA/SP BRASIL e-mail: natalya_azenha@hotmail.com

Leia mais

TÍTULO: O PAPEL DA LIDERANÇA NA MOTIVAÇÃO DENTRO DO AMBIENTE ORGANIZACIONAL UM ESTUDO NA EMPRESA VISÃO DIGITAL 3D E-COMMERCE

TÍTULO: O PAPEL DA LIDERANÇA NA MOTIVAÇÃO DENTRO DO AMBIENTE ORGANIZACIONAL UM ESTUDO NA EMPRESA VISÃO DIGITAL 3D E-COMMERCE TÍTULO: O PAPEL DA LIDERANÇA NA MOTIVAÇÃO DENTRO DO AMBIENTE ORGANIZACIONAL UM ESTUDO NA EMPRESA VISÃO DIGITAL 3D E-COMMERCE CATEGORIA: CONCLUÍDO ÁREA: CIÊNCIAS SOCIAIS APLICADAS SUBÁREA: ADMINISTRAÇÃO

Leia mais

Teorias da Administração

Teorias da Administração Teorias da Administração Cronologia das teorias da administração 1903 Administração Científica 1903 Teoria Geral da Administração 1909 Teoria da Burocracia 1916 Teoria Clássica da Administração 1932 Teoria

Leia mais

SEMINÁRIO NACIONAL DE SERVIÇO SOCIAL NA PREVIDÊNCIA SOCIAL

SEMINÁRIO NACIONAL DE SERVIÇO SOCIAL NA PREVIDÊNCIA SOCIAL SEMINÁRIO NACIONAL DE SERVIÇO SOCIAL NA PREVIDÊNCIA SOCIAL SERVIÇO SOCIAL E A SAÚDE DO TRABALHADOR: ATUAÇÃO NO BENEFÍCIO POR INCAPACIDADE Profª Drª: Jussara Maria Rosa Mendes Professora do Curso de Serviço

Leia mais

Administração de Recursos Humanos

Administração de Recursos Humanos Administração de Recursos Humanos Profª Ma. Máris de Cássia Ribeiro Vendrame O que é a Administração de Recursos Humanos? Refere-se às práticas e às políticas necessárias para conduzir os aspectos relacionados

Leia mais

Qualidade de Vida no Trabalho

Qualidade de Vida no Trabalho 1 Qualidade de Vida no Trabalho Alessandra Cristina Rubio¹ Thiago Silva Guimarães² Simone Cristina Fernandes Naves³ RESUMO O presente artigo tem como tema central a Qualidade de Vida no Trabalho, com um

Leia mais

ANÁLISE DAS FERRAMENTAS DE CONTROLE GERENCIAL PARA MELHORIA DA PERFORMANCE EMPRESARIAL. Prof. Elias Garcia egarcia@unioeste.br

ANÁLISE DAS FERRAMENTAS DE CONTROLE GERENCIAL PARA MELHORIA DA PERFORMANCE EMPRESARIAL. Prof. Elias Garcia egarcia@unioeste.br ANÁLISE DAS FERRAMENTAS DE CONTROLE GERENCIAL PARA MELHORIA DA PERFORMANCE EMPRESARIAL Prof. Elias Garcia egarcia@unioeste.br Prof. Elias Garcia Bacharel em Ciências Contábeis 1988 Especialização em Contabilidade

Leia mais

Clima organizacional e o desempenho das empresas

Clima organizacional e o desempenho das empresas Clima organizacional e o desempenho das empresas Juliana Sevilha Gonçalves de Oliveira (UNIP/FÊNIX/UNESP) - jsgo74@uol.com.br Mauro Campello (MC Serviços e Treinamento) - mcampello@yahoo.com Resumo Com

Leia mais

Qualidade de vida no trabalho e saúde/doença. Quality working life and health/illness

Qualidade de vida no trabalho e saúde/doença. Quality working life and health/illness 151 Qualidade de vida no trabalho e saúde/doença Quality working life and health/illness ARTIGO ARTICLE Francisco Antônio de Castro Lacaz 1 Abstract Using as starting point the discussion of many concepts

Leia mais

Professora Débora Dado. Prof.ª Débora Dado

Professora Débora Dado. Prof.ª Débora Dado Professora Débora Dado Prof.ª Débora Dado Planejamento das aulas 7 Encontros 19/05 Contextualizando o Séc. XXI: Equipes e Competências 26/05 Competências e Processo de Comunicação 02/06 Processo de Comunicação

Leia mais

Gestão escolar: revendo conceitos

Gestão escolar: revendo conceitos Gestão escolar: revendo conceitos Myrtes Alonso É um equívoco pensar que o desempenho da escola se expressa apenas nos resultados da aprendizagem obtidos nas disciplinas e que é fruto exclusivo do trabalho

Leia mais

Por que fazer Gestão de Pessoas?

Por que fazer Gestão de Pessoas? Por que fazer Gestão de Pessoas? A U L A Metas da aula Descrever a importância das pessoas na organização; demonstrar os diversos significados do termo administração de Recursos Humanos; apresentar os

Leia mais

QUALIDADE DE VIDA, QUALIDADE DE VIDA NO TRABALHO E A NR-17: PARA ALÉM DO APENAS LEGAL

QUALIDADE DE VIDA, QUALIDADE DE VIDA NO TRABALHO E A NR-17: PARA ALÉM DO APENAS LEGAL QUALIDADE DE VIDA, QUALIDADE DE VIDA NO TRABALHO E A NR-17: PARA ALÉM DO APENAS LEGAL Marco Antonio Salles Rosa Universidade Estadual de Ponta Grossa (UEPG); Centro Federal de Educação Tecnológica do Paraná

Leia mais

Qual a melhor forma de fazer um determinado trabalho?

Qual a melhor forma de fazer um determinado trabalho? A abordagem típica da Escola da Administração Científica é a ênfase nas tarefas; Objetivava a eliminação dos desperdícios e elevar os níveis de produtividade Frederick W. Taylor (1856-1915): Primeiro período

Leia mais

Como integrar R&S com treinamento em call center

Como integrar R&S com treinamento em call center 1 Como integrar R&S com treinamento em call center Já abordamos em outros artigos temas complexos em call center como a formação de cultura organizacional, o perfil do profissional de call center, sistemas

Leia mais

XIX CONGRESSO DE PÓS-GRADUAÇÃO DA UFLA 27 de setembro a 01 de outubro de 2010

XIX CONGRESSO DE PÓS-GRADUAÇÃO DA UFLA 27 de setembro a 01 de outubro de 2010 COMPETITIVIDADE SOB A ÓTICA DAS CINCO FORÇAS DE PORTER: UM ESTUDO DE CASO DA EMPRESA OXIFOR OXIGÊNIO FORMIGA LTDA JUSSARA MARIA SILVA RODRIGUES OLIVEIRA 1, LÍVIA COUTO CAMBRAIA 2 RESUMO: Neste trabalho,

Leia mais

Business & Executive Coaching - BEC

Business & Executive Coaching - BEC IAC International Association of Coaching Empresas são Resultados de Pessoas José Roberto Marques - JRM O Atual Cenário no Mundo dos Negócios O mundo dos negócios está cada vez mais competitivo, nesse

Leia mais

TREINAMENTO COMO FERRAMENTA ESTRATÉGICA PARA O CRESCIMENTO ORGANIZACIONAL.

TREINAMENTO COMO FERRAMENTA ESTRATÉGICA PARA O CRESCIMENTO ORGANIZACIONAL. TREINAMENTO COMO FERRAMENTA ESTRATÉGICA PARA O CRESCIMENTO ORGANIZACIONAL. André Murilo de Souza Cavalcante Resumo: Este artigo estuda as etapas do treinamento e suas características, Desta maneira, o

Leia mais

PESQUISA DE CLIMA ORGANIZACIONAL UTILIZANDO O MÉTODO SURVEY, COM OS COLABORADORES DE UMA EMPRESA DO RAMO DA CONTRUÇÃO CIVIL

PESQUISA DE CLIMA ORGANIZACIONAL UTILIZANDO O MÉTODO SURVEY, COM OS COLABORADORES DE UMA EMPRESA DO RAMO DA CONTRUÇÃO CIVIL PESQUISA DE CLIMA ORGANIZACIONAL UTILIZANDO O MÉTODO SURVEY, COM OS COLABORADORES DE UMA EMPRESA DO RAMO DA CONTRUÇÃO CIVIL Julia Ferreira de Moraes (EEL-USP) moraes.julia@hotmail.com Everton Azevedo Schirmer

Leia mais

INDICADORES ETHOS. De Responsabilidade Social Empresarial Apresentação da Versão 2000

INDICADORES ETHOS. De Responsabilidade Social Empresarial Apresentação da Versão 2000 INDICADORES ETHOS De Responsabilidade Social Empresarial Apresentação da Versão 2000 Instrumento de avaliação e planejamento para empresas que buscam excelência e sustentabilidade em seus negócios Abril/2000

Leia mais

2012 Copyright. Curso Agora Eu Passo - Todos os direitos reservados ao autor. Tribunais Gestão de Pessoas Questões Giovanna Carranza

2012 Copyright. Curso Agora Eu Passo - Todos os direitos reservados ao autor. Tribunais Gestão de Pessoas Questões Giovanna Carranza 2012 Copyright. Curso Agora Eu Passo - Todos os direitos reservados ao autor. Tribunais Gestão de Pessoas Questões Giovanna Carranza 01. Conceitualmente, recrutamento é: (A) Um conjunto de técnicas e procedimentos

Leia mais

XVI SEMINÁRIO DE PESQUISA DO CCSA ISSN 1808-6381

XVI SEMINÁRIO DE PESQUISA DO CCSA ISSN 1808-6381 GESTÃO DE PESSOAS APLICADA ÀS UNIDADES DE INFORMAÇÃO 1 Mailza Paulino de Brito e Silva Souza 2 Sandra Pontual da Silva 3 Sara Sunaria Almeida da Silva Xavier 4 Orientadora: Profª M.Sc. Luciana Moreira

Leia mais

As Teorias da Administração em foco: de Taylor a Drucker

As Teorias da Administração em foco: de Taylor a Drucker As Teorias da Administração em foco: de Taylor a Drucker O presente artigo busca destacar as principais contribuições teóricas que definiram a linha evolutiva da Administração que se desenvolveu desde

Leia mais

O Monitoramento e a Tutoria como Promotor da Aprendizagem

O Monitoramento e a Tutoria como Promotor da Aprendizagem O Monitoramento e a Tutoria como Promotor da Aprendizagem Dr. Rubem Mário F. Vargas - engenharia- rvargas@pucrs.br Dra Marilú F.Medeiros - educação- marilu@pucrs.br Dra Maria Bernadette P.Herrlein - educação-

Leia mais

Evanir Soares da Fonseca

Evanir Soares da Fonseca CURSO DE ATUALIZAÇÃO Gestão das Condições de Trabalho e Saúde dos Trabalhadores da Saúde AÇÕES DE COMBATE AO ESTRESSE: PROMOÇÃO DA QUALIDADE DE VIDA DOS TRABALHADORES DA SAÚDE DE PARACATU - MG Evanir Soares

Leia mais

A COORDENAÇÃO E A GESTÃO DE CURSO DE SISTEMAS DE INFORMAÇÃO: Um estudo de caso em faculdade privada RESUMO

A COORDENAÇÃO E A GESTÃO DE CURSO DE SISTEMAS DE INFORMAÇÃO: Um estudo de caso em faculdade privada RESUMO A COORDENAÇÃO E A GESTÃO DE CURSO DE SISTEMAS DE INFORMAÇÃO: Um estudo de caso em faculdade privada Wesley Antônio Gonçalves 1 RESUMO O MEC, ao apontar padrões de qualidade da função de coordenador de

Leia mais

AVALIAÇÃO DE DESEMPENHO: O OLHAR DOS EMPREGADOS NUMA SOCIEDADE DE ECONOMIA MISTA

AVALIAÇÃO DE DESEMPENHO: O OLHAR DOS EMPREGADOS NUMA SOCIEDADE DE ECONOMIA MISTA AVALIAÇÃO DE DESEMPENHO: O OLHAR DOS EMPREGADOS NUMA SOCIEDADE DE ECONOMIA MISTA Esse trabalho consiste numa pesquisa acerca dos sentidos que os empregados atribuem ao Sistema de Avaliação de Desempenho

Leia mais

Módulo 11 Socialização organizacional

Módulo 11 Socialização organizacional Módulo 11 Socialização organizacional O subsistema de aplicação de recursos humanos está relacionado ao desempenho eficaz das pessoas na execução de suas atividades e, por conseguinte, na contribuição

Leia mais

Campanha Nacional de Escolas da Comunidade Mantenedora da Faculdade Cenecista de Campo Largo

Campanha Nacional de Escolas da Comunidade Mantenedora da Faculdade Cenecista de Campo Largo Ementas das Disciplinas 1. Teorias Administrativas e a Gestão Escolar - 30 horas Ementa: Gestão Educacional conceitos, funções e princípios básicos. A função administrativa da unidade escolar e do gestor.

Leia mais

NOÇÕES DE ORGANIZAÇÃO E GESTÃO DE PESSOAS

NOÇÕES DE ORGANIZAÇÃO E GESTÃO DE PESSOAS NOÇÕES DE ORGANIZAÇÃO E GESTÃO DE PESSOAS Concurso para agente administrativo da Polícia Federal Profa. Renata Ferretti Central de Concursos NOÇÕES DE ORGANIZAÇÃO E GESTÃO DE PESSOAS 1. Organizações como

Leia mais

MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO SECRETARIA DE EDUCAÇÃO PROFISSIONAL E TECNOLÓGICA INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA DO RIO GRANDE DO SUL

MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO SECRETARIA DE EDUCAÇÃO PROFISSIONAL E TECNOLÓGICA INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA DO RIO GRANDE DO SUL MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO SECRETARIA DE EDUCAÇÃO PROFISSIONAL E TECNOLÓGICA INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA DO RIO GRANDE DO SUL CÂMPUS CANOAS PROJETO PEDAGÓGICO CURSO FIC PRONATEC Canoas

Leia mais

LIVRO O GERENTE INTERMEDIÁRIO Autor: Wellington Moreira

LIVRO O GERENTE INTERMEDIÁRIO Autor: Wellington Moreira LIVRO O GERENTE INTERMEDIÁRIO Autor: Wellington Moreira Manual de Sobrevivência dos Gestores, Supervisores, Coordenadores e Encarregados que atuam nas Organizações Brasileiras Capítulo 2 O Gestor Intermediário

Leia mais

QUALIDADE DE VIDA NAS ORGANIZAÇÕES

QUALIDADE DE VIDA NAS ORGANIZAÇÕES 1 QUALIDADE DE VIDA NAS ORGANIZAÇÕES Alguns pesquisadores brasileiros que se destacaram por seus trabalhos sobre Qualidade de Vida no Trabalho (QVT) consideram que só recentemente a abordagem da Qualidade

Leia mais

GESTÃO ESTRATÉGICA DE PESSOAS FATOR CHAVE DE SUCESSO PARA AS ORGANIZAÇÕES.

GESTÃO ESTRATÉGICA DE PESSOAS FATOR CHAVE DE SUCESSO PARA AS ORGANIZAÇÕES. 1 GESTÃO ESTRATÉGICA DE PESSOAS FATOR CHAVE DE SUCESSO PARA AS ORGANIZAÇÕES. Alessandra Cristina Rubio¹ Regina Aparecida de Alcântara Gonzaga 1 Thiago Silva Guimarães³ RESUMO É notória e cada vez mais

Leia mais

MUDANÇA CULTURAL NAS ORGANIZAÇÕES

MUDANÇA CULTURAL NAS ORGANIZAÇÕES 1 MUDANÇA CULTURAL NAS ORGANIZAÇÕES Wainy Indaiá Exaltação Jesuíno 1 Marco Antônio 2 Resumo O objetivo deste trabalho é demonstrar a importância da análise do clima organizacional para mudança da cultura

Leia mais

A POSSIBILIDADE DE ATUAÇÃO DO PEDAGOGO NA CONTEMPORANEIDADE

A POSSIBILIDADE DE ATUAÇÃO DO PEDAGOGO NA CONTEMPORANEIDADE A POSSIBILIDADE DE ATUAÇÃO DO PEDAGOGO NA CONTEMPORANEIDADE Ana Paula Moura da Silva (UNEAL / SENAI-AL) Israel Silva de Macêdo (SENAI-AL, UNIAFRA, FRM) Resumo Esta pesquisa apresenta uma reflexão sobre

Leia mais

Estratégias em Tecnologia da Informação. Planejamento Estratégico Planejamento de TI

Estratégias em Tecnologia da Informação. Planejamento Estratégico Planejamento de TI Estratégias em Tecnologia da Informação Capítulo 7 Planejamento Estratégico Planejamento de TI Material de apoio 2 Esclarecimentos Esse material é de apoio para as aulas da disciplina e não substitui a

Leia mais

Evolução dos sistemas ERP nas empresas

Evolução dos sistemas ERP nas empresas Evolução dos sistemas ERP nas empresas Aloísio André dos Santos (ITA) aloisio@mec.ita.br João Murta Alves (ITA) murta@mec.ita.br Resumo Os sistemas ERP são considerados uma evolução dos sistemas de administração

Leia mais

A QUESTÃO DA MOTIVAÇÃO E DESMOTIVAÇÃO PRESENTES NO COTIDIANO DOS COLABORADORES DE UMA INSTITUIÇÃO DE ENSINO SUPERIOR

A QUESTÃO DA MOTIVAÇÃO E DESMOTIVAÇÃO PRESENTES NO COTIDIANO DOS COLABORADORES DE UMA INSTITUIÇÃO DE ENSINO SUPERIOR A QUESTÃO DA MOTIVAÇÃO E DESMOTIVAÇÃO PRESENTES NO COTIDIANO DOS COLABORADORES DE UMA INSTITUIÇÃO DE ENSINO SUPERIOR Resumo O presente artigo aborda de forma qualitativa e quantitativa os fatores motivacionais

Leia mais

MBA EM DESENVOLVIMENTO DE PESSOAS COM ÊNFASE EM COMPETÊNCIAS

MBA EM DESENVOLVIMENTO DE PESSOAS COM ÊNFASE EM COMPETÊNCIAS MBA EM DESENVOLVIMENTO DE PESSOAS COM ÊNFASE EM COMPETÊNCIAS O programa irá capacitá-lo a interagir em um contexto empresarial de inúmeras transformações e mudanças, desenvolvendo competências para conhecer,

Leia mais

MOTIVAÇÃO: A MOLA PROPULSORA DA GESTÃO DE PESSOAS RESUMO

MOTIVAÇÃO: A MOLA PROPULSORA DA GESTÃO DE PESSOAS RESUMO MOTIVAÇÃO: A MOLA PROPULSORA DA GESTÃO DE PESSOAS RESUMO Considerando que o ser humano é formado por características de personalidade únicas e complexas, o seu comportamento no trabalho e em outros lugares,

Leia mais

Articulando saberes e transformando a prática

Articulando saberes e transformando a prática Articulando saberes e transformando a prática Maria Elisabette Brisola Brito Prado Na sociedade do conhecimento e da tecnologia torna-se necessário repensar o papel da escola, mais especificamente as questões

Leia mais

Motivação. O que é motivação?

Motivação. O que é motivação? Motivação A motivação representa um fator de sobrevivência para as organizações, pois hoje é um dos meios mais eficazes para atingir objetivos e metas. Além de as pessoas possuírem conhecimento, habilidades

Leia mais

3 ORIGENS E CONCEITUAÇÃO DA ERGONOMIA

3 ORIGENS E CONCEITUAÇÃO DA ERGONOMIA De acordo com dados da Ergonomics Research Society, Inglaterra, a Ergonomia é o estudo do relacionamento entre o homem e o seu trabalho, equipamento e ambiente, e particularmente a aplicação dos conhecimentos

Leia mais

Pós-graduação lato sensu.

Pós-graduação lato sensu. MBA Desenvolvimento e Gestão de Pessoas Pós-graduação lato sensu 1 MBA Desenvolvimento e Gestão de Pessoas Curso de Especialização Pós-Graduação lato sensu PROGRAMA DE EDUCAÇÃO CONTINUADA CURSO DE PÓS-GRADUAÇÃO

Leia mais

QUALIDADE PROFISSIONAL: A IMPORTÂNCIA DE SE INVESTIR EM PESSOAS

QUALIDADE PROFISSIONAL: A IMPORTÂNCIA DE SE INVESTIR EM PESSOAS QUALIDADE PROFISSIONAL: A IMPORTÂNCIA DE SE INVESTIR EM PESSOAS Juliana Tiemi KATO 1 Orientador: Prof. Haroldo Cesar ALESSI 2 Resumo: Com a revolução tecnológica, em particular no campo da informação (computador,

Leia mais

CAPACITAÇÃO E DESENVOLVIMENTO DE PESSOAS: O TREINAMENTO E DESENVOLVIMENTO PESSOAL DENTRO DAS ORGANIZAÇÕES

CAPACITAÇÃO E DESENVOLVIMENTO DE PESSOAS: O TREINAMENTO E DESENVOLVIMENTO PESSOAL DENTRO DAS ORGANIZAÇÕES CAPACITAÇÃO E DESENVOLVIMENTO DE PESSOAS: O TREINAMENTO E DESENVOLVIMENTO PESSOAL DENTRO DAS ORGANIZAÇÕES Aline Martins Mendes Luciano José Vieira Franco Luis Guilherme Esteves Leocádio Sônia Madali Bosêja

Leia mais

Construção das Políticas Públicas processos, atores e papéis

Construção das Políticas Públicas processos, atores e papéis Construção das Políticas Públicas processos, atores e papéis Agnaldo dos Santos Pesquisador do Observatório dos Direitos do Cidadão/Equipe de Participação Cidadã Apresentação O Observatório dos Direitos

Leia mais

Gestão de Pessoas: Retrospectiva Histórica

Gestão de Pessoas: Retrospectiva Histórica Glaucia Falcone Fonseca O objetivo dessa aula é que você conheça as quatro grandes correntes existentes com relação ao tema gestão de pessoas. (Glaucia Falcone Fonseca) 1 Vimos na aula passada o que é

Leia mais