15/06/2012. Executado pela Comissão de Cães de Utilidade FCI

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "15/06/2012. Executado pela Comissão de Cães de Utilidade FCI"

Transcrição

1 Executado pela Comissão de Cães de Utilidade FCI Franz Jansen (Holanda) Guenter Diegel (Alemanha) Wilfried Schaepermeier (Alemanha) Edgar Scherkl (Alemanha) Pierre Wahlsstroem (Suiça) Vons Van den Bosh (Bélgica) Robert Markschlaeger (Austria) In Memoriam Aprovado pelo Comitê Geral do FCI em 13/04/2011 em Roma, Itália. Substitui todas as regras e regulamentos anteriores. Vigente a partir de 01/01/2012. Por mais de anos o cão tem sido, de várias formas, companheiro da humanidade. Bastaria esta já longa e, por vezes dependente relação, para que sejamos responsáveis pelo bem estar dos nossos cães. Decorre desta meritória e inquestionável responsabilidade, que tanto o treinamento físico quanto a saúde psicológica dos nossos cães sejam prioridades, incluindo sua socialização no âmbito comunitário. Por conta da evolução tecnológica da humanidade, muitas das atividades que eram atribuídas aos cães o deixaram de ser. Por este motivo, provas como BH, FH (Testes de Faro) e STP (Testes de Busca de Objetos) são importantes por trazerem os cães ao contato com as pessoas e por lhes permitirem a exercitação e a realização de tarefas que lhes eram habituais e prazerosas no passado. Qualquer um que se dedique a praticar esportes com cães deve entender que a harmoniosa relação entre a pessoa e o cão é fundamental. O objetivo de todo treinamento é levar o cão a fazer o que desejamos que ele faça de uma forma que seja compreensível para ele. É assim que a harmoniosa relação manifesta sua importância, nos permitindo compreender o mundo dos cães de modo a aproveitar suas capacidades. Permanece nossa responsabilidade ética criar e treinar nossos cães de forma humana, responsável e profissional, seguindo os reconhecidos e estabelecidos métodos da ciência comportamental aplicada às peculiaridades de cada raça. Para atendimento de qualquer dos objetivos do treinamento é importante jamais se valer do uso da força, buscando métodos positivos para o cão e rejeitando técnicas, procedimentos ou equipamentos que não sejam aqueles preconizados pelos procedimentos estabelecidos. Obviamente, desnecessário dizer que o uso de medicamentos ou o emprego de crueldade de qualquer natureza são aspectos banidos e inadmissíveis. Cada pessoa deve apreender as capacidades do seu cão, o que demanda sensibilidade e atenção. Exigir do cão algum trabalho incompatível com suas habilidades contradiz todos os níveis éticos de nossa consciência. Apenas aquele que assume a responsabilidade de ser verdadeiro amigo do seu cão terá um exemplar da raça capacitado a participar das provas de forma saudavelmente competitiva. 1

2 A partir de 01/01/2012 os termos SchH, VPG, CT, etc., serão substituídos por IPO que possuirá novas modalidades dentro do que se passará a chamar Regras do IPO. Provas oficiais com graduação / título: BH...Prova de Cão Acompanhante (antigo CAc): obediência em campo e teste em vias públicas. Passar na prova de BH é pré-requisito para todas as categorias. *Otítulo BH não é válido para participação na classe Trabalho em exposições: para tal, o cão deve possuir um título com a sigla IPO, conforme descrito adiante. IPO I / II / III...Prova Internacional de Cão de Utilidade (antigo CT 1-3) 3 seções: faro, obediência e proteção, níveis 1 a 3 Provas oficiais com graduação / título: (continuação) FH I / II...Prova de Cão de Faro (antigo CF) - faro avançado, níveis 1 e 2 IPO-FH...Prova Internacional de Cão de Faro: duas pistas de FH II executadas em dois dias IPO-VO...Prova Internacional de Cão de Utilidade preliminar para IPO I opcional possui 3 seções: faro, obediência e proteção IPO ZTP...Prova Internacional de Aptidão para Criação / Reprodução StPr I / II /III...Prova de Indicação de Objeto / Artigo 2

3 Categorias promocionais: APr I / II / III...Prova de Cão de Utilidade-A níveis 1 a 3: OBEDIÊNCIA e PROTEÇÃO, isto é, seções B e C (semelhante ao antigo CT A), níveis 1 a 3. FPr I / II / III...Somente FARO nível 1, 2 e 3 (mesmo regulamento do IPO). UPr I / II / III...Somente OBEDIÊNCIA nível 1, 2 e 3 (mesmo regulamento do IPO). SPr I / II / III...Somente PROTEÇÃO nível 1, 2 e 3 (mesmo regulamento do IPO). Os testes APr, FPr, UPr e SPr podem ser efetuados como propostos, mas não valem graduação ou título. Por esse motivo, o condutor pode escolher o nível a se apresentar, não sendo mandatório executar na seqüência de 1 a 3. São categorias promocionais, servindo de suplementação ao número de participantes. * Não são permitidos eventos possuindo somente testes de proteção. Categoria Idade mínima Categoria Idade mínima BH / IPO-VO 15 Meses IPO 1 18 Meses IPO ZTP 18 Meses IPO 2 19 Meses FPr Meses IPO 3 20 Meses UPr Meses FH 1 18 Meses SPr Meses FH 2 18 Meses StPr Meses IPO-FH 20 Meses 3

4 O título de um cão deverá sempre ser obtido através de uma prova oficial, e somente uma titulação por prova é permitida. Exceção passa a ser feita para BH, IPO I ou FH I desde que os títulos sejam adquiridos em dias distintos de uma mesma prova. Exemplo: BH em um sábado e IPO I no domingo. A nota mínima para graduação passa a ser 70 pontos em cada seção, incluindo a de proteção (C). A importância do teste de temperamento é enfatizada no novo regulamento. O cão é avaliado antes, durante, após a prova, dentro e fora do campo e durante a cerimônia de encerramento. O cão deve aceitar ser tocado pelo juiz. O juiz deve apresentar comportamento natural e evitar qualquer sinal de provocação. 4

5 Apenas um livreto de prova por cão deverá ser emitido. O condutor deverá apresentar comprovação de filiação em uma entidade filiada a FCI (Fédération Cynologique Internationale) junto com o livreto de prova. Novo conteúdo do livreto: Nome, raça e identificação do cão (tatuagem, microchip) Avaliação do TSB / IAR passa a fazer parte do livreto, assim como pontuações e conceitos Nome e assinatura do juiz e do diretor de prova Nome e endereço do proprietário a razão da desqualificação necessita ser registrada no livreto de prova em casos de desqualificações toda a pontuação alcançada será anulada, assim como pontuações de outras seções. conceitos e pontuações não serão registrados no livreto de prova 5

6 Mudanças Principais O mínimo numero de cães para uma prova de BH é de 4 cães, exceção feita quando existam outros níveis inscritos de categorias com graduação, totalizando o mínimo de 4 (quatro). Antes dos comandos de exercícios em movimento o condutor deverá fazer uma pausa para então emitir o comando. Sentar durante a marcha: após 10 a 15 passos o condutor pausa, comanda sentar e segue por mais 15 passos, virando então para o cão. Deitar em marcha com chamado: após 10 a 15 passos o condutor pausa e comanda deitar continuando por mais 30 passos. Distração O cão necessita permanecer na posição enquanto o outro cão executa os exercícios de obediência de nº 1 a 4. Se o cão sair de posição por mais de 3 metros antes do exercício 2 ter sido completado sua avaliação será 0. Caso o cão saia de posição depois do exercício 2 ter sido completado, 3 pontos serão debitados. FARO SEÇÃO A 6

7 FARO SEÇÃO A Objetos valem 21 pontos IPO I IPO II IPO III Primeiro objeto deve ser colocado a distancia mínima de 100 passos do inicio da pista. Um passo = 60 / 70 centímetros! Objetos antes e depois de ângulos devem cumprir distância mínima de 20 passos FARO SEÇÃO A O juiz e o marcador de pista devem acompanhar o cão e o condutor fora da pista e a distancia de 10 metros Agradar o cão é permitido durante o IPO I, mas no IPO II e III somente quando o cão localiza o objeto. O condutor pode optar agradar seu cão uma única vez, antes ou depois de ele, condutor, mostrar o objeto. Não mais avaliação de BOM sem indicação de objeto. 7

8 OBEDIÊNCIA - SEÇÃO B Mudanças Principais Ênfase na importância do cão se apresentar durante todos os exercícios demonstrando alegria, disponibilidade e a necessária concentração em seu condutor (foco). Atitude alta do cão deve ser acompanhada por eficiência na execução dos exercícios. Importância de uma correta condução em todos os momentos, mesmo entre exercícios, é apontada. Uma correta e esportiva postura do condutor também se torna necessária. Apresentação ao juiz: IPO I: Se apresenta ao juiz com o cão na guia IPO II / III: Se apresenta ao juiz com o cão sem guia, que foi retirada no momento da entrada no campo Condução IPO I IPO II IPO III Em todos os exercícios de comandos em movimento, sem chamado a distância (sentar IPO 1 a 3 e parar/stay IPO 2), os condutores passarão a dar apenas 15 (quinze) passos após executar o comando. Nos outros exercícios com o chamado a distância, 30 (trinta) passos continuam sendo dados após execução do comando. 8

9 Obediência - Seção B Halter: para receber pontuação nos saltos o cão necessita executar no mínimo 1 (um) salto e completar a parte de retornar o halter. A seção B é anulada caso o cão se recuse a entregar o halter após 3 comandos. Em casos de re lançamentos de halter por erro do condutor, é necessário que o cão permaneça na posição de sentado, se seguir o condutor a seção será anulada. O condutor deve manter sua posição até o final de qualquer dos exercícios de halter de uma prova. OBEDIÊNCIA - SEÇÃO B HALTER (OBSTACULO VERTICAL E RAMPA) Pular na ida e volta, pegando, trazendo e entregando o halter impecavelmente 15 pontos Não pular na ida ou na volta, mas pegando e trazendo o halter impecavelmente: 10 pontos Pular e voltar impecavelmente, mas sem o halter: 0 pontos 9

10 Voraus - Em Frente Possíveis faltas agora regulamentadas: 2º comando de deitar: desconta-se 1,5 pontos 3º comando de deitar: desconta-se 2,5 pontos O cão não deita após 3 (três) comandos: desconta-se 3,5 pontos Outras situações (cão retorna ao condutor, cão sai mas pára antes do final...): o exercício é anulado MUDANÇAS PRINCIPAIS OBEDIÊNCIA - SEÇÃO B Distração A distração de um cão e a seção de obediência do outro cão em campo necessitam iniciar-se simultaneamente. Em caso do cão se afastar da sua posição por mais de 3 (três) metros, o exercício será anulado. O exercício também será anulado em caso do cão sair de sua posição antes dos seguintes exercícios do outro cão em campo: Nº 3 para IPO I Nº 4 para IPO II Nº 6 para IPO III 10

11 Proteção - Seção C GENERALIDADES SEÇÃO C Apresentação ao Juiz IPO I - Cão na guia, só é retirada na posição inicial da Revista de Biombos IPO II - Cão na guia para se apresentar e retirada para condução em direção a posição inicial da Revista de Biombos IPO III - Cão sem guia, retirada na entrada do campo 11

12 GENERALIDADES SEÇÃO C Em provas com mais de 6 cães participantes dois figurantes são necessários Imediatamente após o encerramento da Seção C é necessário que o condutor conduza o cão a distancia de 3 a 5 passos do juiz e do figurante para colocação da guia GENERALIDADES SEÇÃO C Um figurante poderá conduzir um cão no mesmo evento em que estiver trabalhando, desde que previamente coordenado entre o diretor e o juiz da prova É o único momento em que alternar um figurante é permitido dentro da rotina de prova O modo pelo qual o condutor desarma o figurante é uma opção do condutor TERCEIRO COMANDO = 1 PERMITIDO + 2 EXTRAS 12

13 Generalidades - Seção C A avaliação de TSB / IAR é extremamente importante dentro das características buscadas para finalidade de criação. Essa avaliação não influencia na pontuação ou na colocação do cão na prova, mas, devido a sua importância passa a ser registrado no Livreto de Trabalho. Avaliações : PRONUNCIADO SUFICIENTE PRESENTE AUSENTE TSB Triebveranlagung = Impulso Selbstsicherheit = Auto confiança Belastbarkeit = Resistência ao stress / pressão Seção C - REVISTA DE BIOMBOS Iniciar na posição básica. Cão sempre em movimento e a frente de seu condutor. Voltar para seu condutor ou para a posição básica resulta no término da seção. 13

14 Seção C - REVISTA DE BIOMBOS Agora mais desenvolvida a ideia de como deve ser feita uma revista. Faltas a serem penalizadas: - Não assumir uma atenta e calma posição básica no início do exercício - Comandos adicionais verbais ou visuais - Não manter a linha do meio imaginária - Não manter o ritmo/passo normal - Abrir a revista, não passar junto ao biombo - Biombos não revistados ou não atentamente revistados Seis biombos devem sempre ser montados em campo de prova, seja para IPO I, IPO II ou IPO III Linha central 14

15 SEÇÃO C - Late & Revista A avaliação é dividida em duas partes: o vigiar (5 pontos) e o latir (5 pontos). Vigiar Penalizações: - Incomodar o figurante, empurrar, pular, pegar forte na manga Revista Penalizações: - Latido fraco (2 pontos), latido descontínuo (2 pontos), não latir mesmo mostrando intensidade e atenção (5 pontos) Altamente insatisfatório: a) cão caminha para o condutor na sua chegada ao biombo; b) cão vem para o condutor antes de ser chamado; IPO 1: É permitido ao condutor retirar o cão no biombo. SEÇÃO C - FUGA Simultaneo ao ok do juiz para o figurante executar a fuga, o condutor comanda verbalmente o cão: - Palavras como pega, peck ou similares não serão aceitas - Sugestões: vai, voran, go Em caso de não existência do comando, um ponto será deduzido do exercício. 15

16 Seção C - FUGA Direção da fuga Figurante 5 Passos aa Cão Área designada : 3 passos PROTEÇÃO - SEÇÃO C - FASE DE TRANSIÇÃO O conceito da fase de transição é introduzido e sua importância é enfatizada: - Após a parada do figurante, em um breve hiato de tempo antes do comando LARGA o cão deve manter sua mordida calma e cheia. Cabe ao condutor dar o comando dentro deste hiato de tempo. 16

17 PROTEÇÃO SEÇÃO C - LANÇADO Posição do cão e condutor sempre entre os biombos 1 e 2 O figurante sairá sempre do biombo nº 6 IPO I: o cão é liberado a 30 / 40 passos da chegada do figurante IPO II: o cão é liberado a 40 / 50 passos da chegada do figurante IPO III: o cão é liberado a 40 / 50 passos da chegada do figurante Após a parada do figurante deve haver uma Fase de Transição entre a luta e o larga. 17

Anexo: Diretrizes do ADRK (Clube Alemão da Raça Rottweiler) para uma prova de aptidão para reprodução (ZTP)

Anexo: Diretrizes do ADRK (Clube Alemão da Raça Rottweiler) para uma prova de aptidão para reprodução (ZTP) Anexo: Diretrizes do ADRK (Clube Alemão da Raça Rottweiler) para uma prova de aptidão para reprodução (ZTP) Índice: 1 Da finalidade 2 Da realização 3 Do reconhecimento 4 Das condições prévias 5 Da data

Leia mais

DIRETRIZES para a Prova Internacional do Cão de Utilidade e para a Prova Internacional do Cão de Faro da FCI

DIRETRIZES para a Prova Internacional do Cão de Utilidade e para a Prova Internacional do Cão de Faro da FCI (FEDERAÇÃO CINOLÓGICA INTERNACIONAL (FCI) 13, Place Albert 1er, B - 6530 Thuin (Belgique), tel: fax ++32.71.59.12.38, fax: ++32.71.59.22.29, internet: http://www.fci.be DIRETRIZES para a Prova Internacional

Leia mais

Parâmetros ADP para Criação

Parâmetros ADP para Criação Parâmetros ADP para Criação NORMAS PARA O CRIADOR: 1.- O criador terá de ser associado da Associação Dobermann de Portugal 2.- O criador cumprirá e respeitará as normas de criação da Associação Dobermann

Leia mais

REGULAMENTO DE PROVAS DE R.C.I.

REGULAMENTO DE PROVAS DE R.C.I. CAPÍTULO I REALIZAÇÃO DE PROVAS Artigo 1 Organizações As Associações ou Clubes, que pretendam organizar provas, terão que estar filiadas no CPC, devem dirigir o seu pedido ao CPC 4ª Comissão Subcomissão

Leia mais

Submissão de Trabalhos. Período: Observações importantes:

Submissão de Trabalhos. Período: Observações importantes: Submissão de Trabalhos Período: Observações importantes: 1. Leia atentamente os Eixos Temáticos para saber em qual o seu trabalho se enquadra. É possível que seu trabalho se enquadre em mais de um Eixo

Leia mais

PASTOR ALEMÃO CLUBE DE PORTUGAL

PASTOR ALEMÃO CLUBE DE PORTUGAL PASTOR ALEMÃO CLUBE DE PORTUGAL Regulamento para Provas de BH (Prova para cães de companhia) Condições gerais A idade mínima de admissão é 15 meses. Com a conclusão da prova não se darão resultados por

Leia mais

Regulamento de Concurso Internacional Excerto relativo aos Ajudantes (outrora designados por Homens de Ataque ou Figurantes)

Regulamento de Concurso Internacional Excerto relativo aos Ajudantes (outrora designados por Homens de Ataque ou Figurantes) Regulamento de Concurso Internacional Excerto relativo aos Ajudantes (outrora designados por Homens de Ataque ou Figurantes) Em vigor em Janeiro de 2003 Particularidades do Ajudante A) - Condições para

Leia mais

Experimentação Esportiva

Experimentação Esportiva Experimentação Esportiva Aula 4 Criando um Plano Rio 2016 Versão 1.0 Objetivos 1 Conhecer um passo a passo para trabalhar com a categorização de esportes. 2 Identificar sugestões de planejamento para as

Leia mais

Regulamento Prova de Maneabilidade da Raça Mangalarga Versão 2014

Regulamento Prova de Maneabilidade da Raça Mangalarga Versão 2014 Associação Brasileira de Criadores de Cavalos da Raça Mangalarga Avenida Francisco Matarazzo, 455 Pavilhão 04 Dr. Fausto Simões São Paulo / SP CEP 05001 300 Tel. 11 3673 9400 Fax: 11 3862 1864 www.cavalomangalarga.com.br

Leia mais

Código de Conduta Ética

Código de Conduta Ética Código de Conduta Ética Afonso França Engenharia - 23 Detalha as normas de conduta esperadas pela Afonso França Engenharia de seus profissionais. A Afonso França tem e dissemina princípios que devem nortear

Leia mais

S E G U R A N Ç A H O G A NR E L A T Ó R I O S COMPORTAMENTO RELACIONADO À SEGURANÇA NO AMBIENTE DE TRABALHO. Relatório para: Tal Fulano

S E G U R A N Ç A H O G A NR E L A T Ó R I O S COMPORTAMENTO RELACIONADO À SEGURANÇA NO AMBIENTE DE TRABALHO. Relatório para: Tal Fulano S E L E C I O N A R D E S E N V O L V E R L I D E R A R H O G A NR E L A T Ó R I O S S E G U R A N Ç A COMPORTAMENTO RELACIONADO À SEGURANÇA NO AMBIENTE DE TRABALHO Relatório para: Tal Fulano Identificação:

Leia mais

TUTORIAL PARA SUBMISSÃO DE TRABALHOS

TUTORIAL PARA SUBMISSÃO DE TRABALHOS TUTORIAL PARA SUBMISSÃO DE TRABALHOS Prezados autores, Este tutorial foi elaborado para auxilia-lo no processo de submissão de trabalhos ao XIX Congresso Brasileiro de Ciências do Esporte e VI Congresso

Leia mais

Triathlon Faculdades FKB. Regulamento Geral

Triathlon Faculdades FKB. Regulamento Geral DAS DISPOSIÇÕES PRELIMINARES Triathlon Faculdades FKB Regulamento Geral Art. 1 Este Regulamento Geral é o conjunto de disposições que regem a 1ª Prova de Triathlon Faculdades FKB 2011 e implica obediência

Leia mais

Manual de Pedido de Matrícula em Disciplinas pelo Q-Acadêmico WEB

Manual de Pedido de Matrícula em Disciplinas pelo Q-Acadêmico WEB Manual de Pedido de Matrícula em Disciplinas pelo Q-Acadêmico WEB Área Responsável Implantação Preparado por: Leonardo Moulin Franco 27 de maio de 2009 Revisão 00 TABELA DE REVISÃO DESTE MANUAL REVISÃO

Leia mais

Universidade Federal do Rio Grande do Sul Escola de Administração Comissão de Graduação em Administração RESOLUÇÃO Nº 04/2010

Universidade Federal do Rio Grande do Sul Escola de Administração Comissão de Graduação em Administração RESOLUÇÃO Nº 04/2010 RESOLUÇÃO Nº 04/2010 A COMISSÃO DE GRADUAÇÃO EM ADMINISTRAÇÃO Comgrad/ADM, em reunião realizada no dia 02 de junho de 2010, tendo em vista a Resolução nº 24/2006 [e 50/2009] do Conselho de Ensino, Pesquisa

Leia mais

Condições Gerais de Uso Cartão Rendimento Visa TravelMoney

Condições Gerais de Uso Cartão Rendimento Visa TravelMoney Condições Gerais de Uso Cartão Rendimento Visa TravelMoney BANCO RENDIMENTO S/A, com sede na Av. Brigadeiro Faria Lima, 2.092, 19ºandar, São Paulo, Capital, inscrito no C.N.P.J. sob no. 68.900.810/0001-38,

Leia mais

SKYRUNNING PORTUGAL. Candidaturas ao calendário de provas de Skyrunning em 2016. Introdução

SKYRUNNING PORTUGAL. Candidaturas ao calendário de provas de Skyrunning em 2016. Introdução Candidaturas ao calendário de provas de Skyrunning em 2016 Introdução Existem muitas corridas que utilizam a montanha como terreno de jogo. Contudo, nem todas dispõem de um espírito Skyrunning que é transmitido

Leia mais

III TORNEIO DE BASQUETE 3 x 3 MASCULINO E FEMININO CEFER - USP RIBEIRÃO PRETO - 2015

III TORNEIO DE BASQUETE 3 x 3 MASCULINO E FEMININO CEFER - USP RIBEIRÃO PRETO - 2015 III TORNEIO DE BASQUETE 3 x 3 MASCULINO E FEMININO CEFER - USP RIBEIRÃO PRETO - 2015 I - OBJETIVOS: Incentivar a integração de todos como também valorizar e estimular a prática esportiva, como fator de

Leia mais

PROCESSO SELETIVO SIMPLIFICADO MUNICIPAL SEMSA / BONFIM Nº 001/2015 COMISSÃO DO PROCESSO SELETIVO SIMPLIFICADO EDITAL PARA PROVA DE CAPACITAÇÃO FÍSICA

PROCESSO SELETIVO SIMPLIFICADO MUNICIPAL SEMSA / BONFIM Nº 001/2015 COMISSÃO DO PROCESSO SELETIVO SIMPLIFICADO EDITAL PARA PROVA DE CAPACITAÇÃO FÍSICA PROCESSO SELETIVO SIMPLIFICADO MUNICIPAL SEMSA / BONFIM Nº 001/2015 COMISSÃO DO PROCESSO SELETIVO SIMPLIFICADO EDITAL PARA PROVA DE CAPACITAÇÃO FÍSICA 1. Participarão desta etapa os candidatos aprovados/classificados

Leia mais

1 Regras dos Esportes de Verao da Special Olympics Basketball BASQUETEBOL

1 Regras dos Esportes de Verao da Special Olympics Basketball BASQUETEBOL 1 BASQUETEBOL As Regras Oficiais da Special Olympics devem governar todas as competições de Basquete da Special Olympics. Como um programa de esportes internacional, a Special Olympics criou estas regras

Leia mais

TERMO DE REFERENCIA. Prestação de Serviços de Treinamento para Atendimento a Usuários de TIC

TERMO DE REFERENCIA. Prestação de Serviços de Treinamento para Atendimento a Usuários de TIC TERMO DE REFERENCIA Prestação de Serviços de Treinamento para Atendimento a Usuários de TIC 1. OBJETO Contratação de empresa para prestação de serviço(s) de treinamento para os servidores da área de atendimento

Leia mais

FORMAÇÃO SÓLIDA E BENEFÍCIOS PARA VOCÊ

FORMAÇÃO SÓLIDA E BENEFÍCIOS PARA VOCÊ A FUNCEX E O ENSINO A DISTÂNCIA Milhões de pessoas aderiram ao Ensino a Distância no Brasil, e a Funcex, acompanhando esta tendência, desenvolveu sua plataforma de ensino para disponibilizar os treinamentos

Leia mais

MINUTA RESOLUÇÃO Nº... /2014, DE.. DE... DE 2014.

MINUTA RESOLUÇÃO Nº... /2014, DE.. DE... DE 2014. MINUTA RESOLUÇÃO Nº... /2014, DE.. DE... DE 2014. Regulamenta a avaliação de desempenho funcional dos Servidores Técnico-Administrativos da Fundação Universidade Regional de Blumenau - FURB prevista na

Leia mais

A Proposta da IAAF 03. Campeonato para 13-15 anos de idade 03. Formato da Competição 04. Organização da Competição 05.

A Proposta da IAAF 03. Campeonato para 13-15 anos de idade 03. Formato da Competição 04. Organização da Competição 05. Índice: A Proposta da IAAF 03 Campeonato para 3-5 anos de idade 03 Formato da Competição 04 Organização da Competição 05 Resultados 06 Arbitragem necessária para o Evento 07 Preparação do Equipamento Necessário

Leia mais

ATIVIDADES COMPLEMENTARES

ATIVIDADES COMPLEMENTARES ATIVIDADES COMPLEMENTARES 2011 ATIVIDADES COMPLEMENTARES 1. APRESENTAÇÃO Este documento apresenta um conjunto geral de normas e orientações sobre as Atividades Complementares dos Cursos da FAECE (Faculdade

Leia mais

Assessoria de Imprensa e Comunicação

Assessoria de Imprensa e Comunicação PORTARIA 74/06 - SMG Assessoria de Imprensa e Comunicação Dispõe sobre os critérios e procedimentos para valoração e apuração dos pontos relativos à capacitação e participação em atividades realizadas

Leia mais

LEIS DO JOGO DE RUGBY INFANTIL (M11 / M12 / M13 / M14)

LEIS DO JOGO DE RUGBY INFANTIL (M11 / M12 / M13 / M14) LEIS DO JOGO DE RUGBY INFANTIL (M11 / M12 / M13 / M14) 2012 Introdução Rugby é um esporte com contato físico que tem como filosofia básica para sua prática a lealdade, além do respeito aos rivais, companheiros,

Leia mais

REGULAMENTO GERAL DE ESTÁGIOS

REGULAMENTO GERAL DE ESTÁGIOS REGULAMENTO GERAL DE ESTÁGIOS Dispõe sobre os estágios realizados pelos discentes do Instituto de Educação, Ciência e Tecnologia de Minas Gerais - IFMG, em cumprimento da Lei nº 11.788, de 25 de setembro

Leia mais

REGULAMENTO DAS ATIVIDADES COMPLEMENTARES DO CURSO DE ADMINISTRAÇÃO

REGULAMENTO DAS ATIVIDADES COMPLEMENTARES DO CURSO DE ADMINISTRAÇÃO REGULAMENTO DAS ATIVIDADES COMPLEMENTARES DO CURSO DE ADMINISTRAÇÃO Estabelece normas operacionais para acompanhamento e registro das Atividades Complementares. O Colegiado do Curso de Administração da

Leia mais

NORMA DE AVALIAÇÃO DE DESENVOLVIMENTO FUNCIONAL - NOR 312

NORMA DE AVALIAÇÃO DE DESENVOLVIMENTO FUNCIONAL - NOR 312 MANUAL DE GESTÃO DE PESSOAS COD. 300 ASSUNTO: AVALIAÇÃO DE DESENVOLVIMENTO FUNCIONAL COD: NOR 312 APROVAÇÃO: Resolução DIREX Nº 009/2012 de 30/01/2012 NORMA DE AVALIAÇÃO DE DESENVOLVIMENTO 1/17 ÍNDICE

Leia mais

Processo de Solicitação de Viagem GENS S.A. Manual do Colaborador

Processo de Solicitação de Viagem GENS S.A. Manual do Colaborador Processo de Solicitação de Viagem GENS S.A. Manual do Colaborador 1 Apresentação Apresentamos o Processo de Viagens GENS Manual do Colaborador. Este Manual é parte integrante do Processo de Viagens GENS.

Leia mais

XXVII COPA NORDESTE DE CICLISMO - 2015

XXVII COPA NORDESTE DE CICLISMO - 2015 CONFEDERAÇÃO BRASILEIRA DE CICLISMO XXVII COPA NORDESTE DE CICLISMO - 2015 Art. 1º - REGULAMENTO OBJETIVO Com o objetivo de desenvolver e difundir o ciclismo em toda a Região Nordeste, bem como proporcionar

Leia mais

NR-35 TRABALHO EM ALTURA

NR-35 TRABALHO EM ALTURA 35.1. Objetivo e Campo de Aplicação NR-35 TRABALHO EM ALTURA Publicação D.O.U. Portaria SIT n.º 313, de 23 de março de 2012 27/03/12 35.1.1 Esta Norma estabelece os requisitos mínimos e as medidas de proteção

Leia mais

A 6ª EcoRunner Corrida e Caminhada pelo Meio Ambiente de Bauru/2014 Etapa Água.

A 6ª EcoRunner Corrida e Caminhada pelo Meio Ambiente de Bauru/2014 Etapa Água. REGULAMENTO OFICIAL A 6ª EcoRunner Corrida e Caminhada pelo Meio Ambiente de Bauru/2014 Etapa Água. Local: Recinto Mello de Moraes. Avenida Comendador José da Silva Martha,q 36 - Bauru/SP A prova será

Leia mais

RESOLUÇÃO N o 38 de 30/12/2011 - CAS

RESOLUÇÃO N o 38 de 30/12/2011 - CAS RESOLUÇÃO N o 38 de 30/12/2011 - CAS O Conselho Acadêmico Superior (CAS), no uso de suas atribuições conferidas pelo Estatuto da Universidade Positivo (UP), dispõe sobre as normas acadêmicas dos cursos

Leia mais

Manual de Atividades Complementares

Manual de Atividades Complementares CENTRO UNIVERSITÁRIO NEWTON PAIVA INSTITUTO DE CIÊNCIAS EXATAS CURSO DE SISTEMAS DE INFORMAÇÃO Manual de Atividades Complementares Belo Horizonte 1 Prezado(a) aluno(a): Este é o Manual de Atividades Complementar

Leia mais

Normas das Atividades Complementares do Curso de Ciência da Computação

Normas das Atividades Complementares do Curso de Ciência da Computação Normas das Atividades Complementares do Curso de Ciência da Computação 1. Apresentação As atividades complementares são consideradas parte integrante do Currículo do Curso de Bacharelado em Ciência da

Leia mais

AUDITORIA INTERNA DA ATLAS

AUDITORIA INTERNA DA ATLAS AUDITORIA INTERNA DA ATLAS A auditoria interna serve à administração como meio de identificação de que todos os processos internos e políticas definido pela ATLAS, assim como sistemas contábeis e de controle

Leia mais

MINISTÉRIO DO TRABALHO E EMPREGO SECRETARIA DE INSPEÇÃO DO TRABALHO DEPARTAMENTO DE SEGURANÇA E SAÚDE NO TRABALHO

MINISTÉRIO DO TRABALHO E EMPREGO SECRETARIA DE INSPEÇÃO DO TRABALHO DEPARTAMENTO DE SEGURANÇA E SAÚDE NO TRABALHO MINISTÉRIO DO TRABALHO E EMPREGO SECRETARIA DE INSPEÇÃO DO TRABALHO DEPARTAMENTO DE SEGURANÇA E SAÚDE NO TRABALHO Trata-se de proposta de texto para criação de Norma Regulamentadora sobre Trabalho em Altura

Leia mais

I N E D I Instituto Nacional de Ensino a Distância. Cursos Profissionalizantes CURSO TÉCNICO EM TRANSAÇÕES IMOBILIÁRIAS REGULAMENTO PARA BRASÍLIA/DF

I N E D I Instituto Nacional de Ensino a Distância. Cursos Profissionalizantes CURSO TÉCNICO EM TRANSAÇÕES IMOBILIÁRIAS REGULAMENTO PARA BRASÍLIA/DF CURSO TÉCNICO EM TRANSAÇÕES IMOBILIÁRIAS REGULAMENTO PARA BRASÍLIA/DF E A D IMPORTANTE: O ESTÁGIO É MATÉRIA OBRIGATÓRIA. PORTANTO, DE- VE SER FEITO DENTRO DO PERÍODO DO CURSO. APRESENTAÇÃO A competitividade

Leia mais

CONCURSO PÚBLICO DE ADMISSÃO AO CURSO DE FORMAÇÃO DE OFICIAIS DO CORPO DE BOMBEIROS MILITAR DO ESTADO DO RIO GRANDE DO NORTE

CONCURSO PÚBLICO DE ADMISSÃO AO CURSO DE FORMAÇÃO DE OFICIAIS DO CORPO DE BOMBEIROS MILITAR DO ESTADO DO RIO GRANDE DO NORTE GOVERNO DO ESTADO DO RIO GRANDE DO NORTE SECRETARIA DE ESTADO DA SEGURANÇA PÚBLICA E DA DEFESA SOCIAL CORPO DE BOMBEIROS MILITAR DIRETORIA DE ADMINISTRAÇÃO GERAL CENTRO DE RECURSOS HUMANOS CONCURSO PÚBLICO

Leia mais

O Júri da Competição será formado pelo Controlador COLPAR, Diretor do Campeonato, Juiz Chefe e Chefes de Delegação estrangeira presente;

O Júri da Competição será formado pelo Controlador COLPAR, Diretor do Campeonato, Juiz Chefe e Chefes de Delegação estrangeira presente; 1. FINALIDA E DATA Regulamentar as atividades a serem desenvolvidas para e no Campeonato Brasileiro de Pilotagem de Velames 2015, que será realizado no Centro Nacional de Pára-quedismo, cidade de Boituva,

Leia mais

ASSOCIAÇÃO DE FUTEBOL DE COIMBRA

ASSOCIAÇÃO DE FUTEBOL DE COIMBRA ASSOCIAÇÃO DE FUTEBOL DE COIMBRA CONSELHO DE ARBITRAGEM GUIA DO OBSERVADOR DO CRONOMETRISTA FUTSAL EDIÇÃO - 2008 2 da A F Coimbra COMPILAÇÃO: COMISSÃ0 DE APOIO TÉCNIC0 DE FUTSAL 2 3 OBSERVADORES DE CRONOMETRISTA

Leia mais

BOLETIM INFORMATIVO TÉCNICO LIBERAÇÃO DE ATUALIZAÇÃO - CORDILHEIRA VERSÃO 2

BOLETIM INFORMATIVO TÉCNICO LIBERAÇÃO DE ATUALIZAÇÃO - CORDILHEIRA VERSÃO 2 BOLETIM INFORMATIVO TÉCNICO LIBERAÇÃO DE ATUALIZAÇÃO - CORDILHEIRA VERSÃO 2 CORDILHEIRA RECURSOS HUMANOS 2.93A 1- Adequada a rotina Módulos\ Férias\ Férias Normais para calcular as férias em dobro quando

Leia mais

1. Motivação para o sucesso (Ânsia de trabalhar bem ou de se avaliar por uma norma de excelência)

1. Motivação para o sucesso (Ânsia de trabalhar bem ou de se avaliar por uma norma de excelência) SEREI UM EMPREENDEDOR? Este questionário pretende estimular a sua reflexão sobre a sua chama empreendedora. A seguir encontrará algumas questões que poderão servir de parâmetro para a sua auto avaliação

Leia mais

Critérios de Avaliação de Educação Física. Agrupamento de Escola de Caneças

Critérios de Avaliação de Educação Física. Agrupamento de Escola de Caneças Critérios de Avaliação de Educação Física Agrupamento de Escola de Caneças 2014/2015 CRITÉRIOS DE AVALIAÇÃO 2º CICLO DO ENSINO BÁSICO A avaliação dos alunos do 2º ciclo do ensino básico na disciplina de

Leia mais

REGULAMENTO DAS ATIVIDADES COMPLEMENTARES DA UNIDADE UNIVERSITÁRIA DE PALMEIRAS DE GOIÁS

REGULAMENTO DAS ATIVIDADES COMPLEMENTARES DA UNIDADE UNIVERSITÁRIA DE PALMEIRAS DE GOIÁS UNIVERSIDADE ESTADUAL DE GOIÁS Unidade Universitária de Palmeiras de Goiás Rua S-7, s/ nº _ Setor Sul_ Palmeiras de Goiás-GO Fone/ Fax: (64) 3571-1198 (64) 3571-1173 REGULAMENTO DAS ATIVIDADES COMPLEMENTARES

Leia mais

Procedimento Institucional Gestão de EPI

Procedimento Institucional Gestão de EPI Tipo de Documento Procedimento Institucional Título do Documento Equipamento de Proteção Individual Elaborado por Paulo Sérgio Bigoni Área Relacionada Saúde e Segurança do Trabalhador Processo ESTRUTURAÇÃO

Leia mais

Estado do Rio de Janeiro Prefeitura Municipal de Barra Mansa Gabinete do Prefeito

Estado do Rio de Janeiro Prefeitura Municipal de Barra Mansa Gabinete do Prefeito DECRETO Nº 6567, DE 20 DE JULHO DE 2011 Ementa: Regulamenta a Lei Municipal n.º 3.147/2000 alterada pela Lei n.º 3.413/2003 e revoga o Decreto n.º 3.651/2001. atribuições de seu cargo, O PREFEITO MUNICIPAL

Leia mais

Art. 02 Este Regulamento Geral é o conjunto das disposições que regem as modalidades que integram a COPA SENAI 2010.

Art. 02 Este Regulamento Geral é o conjunto das disposições que regem as modalidades que integram a COPA SENAI 2010. COPA SENAI 2010 REGULAMENTO GERAL SESI SENAI - SP 2010 REGULAMENTO GERAL FASE INTERCLASSES I DOS OBJETIVOS Art. 01 A COPA SENAI 2010, tem por finalidade o bem estar e a integração do aluno perante a sociedade

Leia mais

OPERADORA ON-LINE Manual de funcionamento do sistema para agente de viagens

OPERADORA ON-LINE Manual de funcionamento do sistema para agente de viagens OPERADORA ON-LINE Manual de funcionamento do sistema para agente de viagens v.1.0 RUA DR. LIRÁUCIO GOMES, 55 CAMBUÍ CAMPINAS SP Índice Como entrar no sistema...3 Tela inicial do sistema...3 Iniciando um

Leia mais

3x3 Regras do Jogo. quadra se alguma for utilizada podem ser adaptadas ao espaço disponível

3x3 Regras do Jogo. quadra se alguma for utilizada podem ser adaptadas ao espaço disponível 3x3 Regras do Jogo As Regras do Jogo de Basquete Oficiais da FIBA são válidas para todas as situações de jogo não especificamente mencionadas nestas Regras do Jogo 3x3. Art. 1 Quadra e Bola O jogo será

Leia mais

1.1.1 SECRETARIA DE ESTADO DO MEIO AMBIENTE

1.1.1 SECRETARIA DE ESTADO DO MEIO AMBIENTE 1.1.1 SECRETARIA DE ESTADO DO MEIO AMBIENTE GABINETE DO SECRETÁRIO GA PUBLICADA NO DOE DE 12-1-213 SEÇÃO I PÁG 46-5 RESOLUÇÃO SMA Nº 97, DE 1 DE OUTUBRO DE 213 O SECRETÁRIO DE ESTADO DO MEIO AMBIENTE,

Leia mais

Além dos cadastros básicos Financeiro

Além dos cadastros básicos Financeiro Além dos cadastros básicos Financeiro Até agora vimos como cadastrar algumas informações básicas para a utilização do CIAF, enquanto cadastramos estas informações também treinamos o modo de utilização

Leia mais

RESOLUÇÃO N. 03/2014

RESOLUÇÃO N. 03/2014 RESOLUÇÃO N. 03/2014 Regulamenta os Trabalhos de Conclusão de Curso de Graduação e de Pós-Graduação da Faculdade Palotina O DIRETOR GERAL da Faculdade Palotina, no uso de suas atribuições legais e regimentais,

Leia mais

Análise do Ambiente estudo aprofundado

Análise do Ambiente estudo aprofundado Etapa 1 Etapa 2 Etapa 3 Etapa 4 Etapa 5 Disciplina Gestão Estratégica e Serviços 7º Período Administração 2013/2 Análise do Ambiente estudo aprofundado Agenda: ANÁLISE DO AMBIENTE Fundamentos Ambientes

Leia mais

CIRCUITO TREINO * O fator especificador do circuito será a qualidade física visada e o desporto considerado.

CIRCUITO TREINO * O fator especificador do circuito será a qualidade física visada e o desporto considerado. CIRCUITO TREINO * O CT é um método polivalente adequado a realizar tanto a preparação cardiopulmonar como a neuromuscular. É, por isto, largamente empregado no treinamento desportivo pela economia de tempo

Leia mais

Engenharia de Software II: Criando o cronograma do projeto. Prof. Msc Ricardo Britto DIE-UFPI rbritto@ufpi.edu.br

Engenharia de Software II: Criando o cronograma do projeto. Prof. Msc Ricardo Britto DIE-UFPI rbritto@ufpi.edu.br Engenharia de Software II: Criando o cronograma do projeto Prof. Msc Ricardo Britto DIE-UFPI rbritto@ufpi.edu.br Sumário Definição das atividades. Sequenciamento das atividades. Estimativa de recursos

Leia mais

NR 35 Trabalho em Altura

NR 35 Trabalho em Altura Professor Flávio Nunes NR 35 Trabalho em Altura CLT: Art.200 www.econcursando.com.br 1 35.1. Objetivo e Campo de Aplicação 35.1.1 Esta Norma estabelece os requisitos mínimos e as medidas de proteção para

Leia mais

Regulamento Copa Cemil de Ciclismo 2015

Regulamento Copa Cemil de Ciclismo 2015 Regulamento Copa Cemil de Ciclismo 2015 Regulamento Particular da Competição Na ausência de item especifico para um determinado assunto neste regulamento particular, a organização considera como referencia

Leia mais

Histórico da Revisão. Data Versão Descrição Autor

Histórico da Revisão. Data Versão Descrição Autor Sistema de Gerenciamento de Loja - SIGEL Documento de Visão Versão 1.0.0 Histórico da Revisão Data Versão Descrição Autor 13/01/2011 0.1 Versão preliminar do levantamento de requisitos funcionais e não

Leia mais

Regulamento Individual de cada Jogo JOGO LOUCO

Regulamento Individual de cada Jogo JOGO LOUCO Regulamento Individual de cada Jogo JOGO LOUCO OBJECTIVO: Efetuar um percurso de ida e volta, num total de cerca de 40 metros, no menor tempo possível. PARTICIPANTES: 6 elementos de cada Equipa. DESENVOLVIMENTO:

Leia mais

MANUAL PARA APRESENTAÇÃO DE PROJETOS SOCIAIS. Junho, 2006 Anglo American Brasil

MANUAL PARA APRESENTAÇÃO DE PROJETOS SOCIAIS. Junho, 2006 Anglo American Brasil MANUAL PARA APRESENTAÇÃO DE PROJETOS SOCIAIS Junho, 2006 Anglo American Brasil 1. Responsabilidade Social na Anglo American Brasil e objetivos deste Manual Já em 1917, o Sr. Ernest Oppenheimer, fundador

Leia mais

ROTEIRO BÁSICO PARA GERAR FOLHA DE PAGAMENTO

ROTEIRO BÁSICO PARA GERAR FOLHA DE PAGAMENTO ROTEIRO BÁSICO PARA GERAR FOLHA DE PAGAMENTO Nas páginas seguintes, você terá uma visão geral dos recursos disponíveis e das funções que o Persona pode automatizar. Sem entrar em detalhes, você saberá

Leia mais

6 Considerações Finais

6 Considerações Finais 6 Considerações Finais Este capítulo apresenta as conclusões deste estudo, as recomendações gerenciais e as recomendações para futuras pesquisas, buscadas a partir da análise dos casos das empresas A e

Leia mais

Comitê Gestor Institucional de Formação Inicial e Continuada de Profissionais do Magistério da Educação Básica

Comitê Gestor Institucional de Formação Inicial e Continuada de Profissionais do Magistério da Educação Básica Comitê Gestor Institucional de Formação Inicial e Continuada de Profissionais do Magistério da Educação Básica CHAMADA PÚBLICA PARA SELEÇÃO DE COORDENADOR PEDAGÓGICO PARA O CURSO DE ESPECIALIZAÇÃO GESTÃO

Leia mais

Unicamp Universidade Estadual de Campinas. Normas para o Trabalho de Conclusão de Curso

Unicamp Universidade Estadual de Campinas. Normas para o Trabalho de Conclusão de Curso Unicamp Universidade Estadual de Campinas FT - Faculdade de Tecnologia Limeira - SP Normas para o Trabalho de Conclusão de Curso Revisão 2012 I Objetivo Artigo 1. O objetivo do Trabalho de Conclusão de

Leia mais

F E D E R A Ç Ã O P O R T U G U E S A D E C A N O A G E M REGULAMENTO DE VELOCIDADE

F E D E R A Ç Ã O P O R T U G U E S A D E C A N O A G E M REGULAMENTO DE VELOCIDADE F E D E R A Ç Ã O P O R T U G U E S A D E C A N O A G E M REGULAMENTO DE VELOCIDADE Em vigor a partir de 27 de Janeiro de 2010 INDICE 1. CAMPEONATO NACIONAL DE REGATAS EM LINHA... 3 2. DEFINIÇÃO... 3 3.

Leia mais

8) Qual o papel da administradora?

8) Qual o papel da administradora? 1) Como funciona o consórcio? R= Consórcio é um sistema que reúne em grupo pessoas físicas e/ou jurídicas com interesse comum para compra de bens ou serviços, por meio de autofinanciamento, onde o valor

Leia mais

REGULAMENTO DO PROGRAMA DE FORMAÇÃO PARA CAPACITAÇÃO DE CAPITAL HUMANO EM LÍNGUA INGLESA DO PORTO DIGITAL

REGULAMENTO DO PROGRAMA DE FORMAÇÃO PARA CAPACITAÇÃO DE CAPITAL HUMANO EM LÍNGUA INGLESA DO PORTO DIGITAL REGULAMENTO DO PROGRAMA DE FORMAÇÃO PARA CAPACITAÇÃO DE CAPITAL HUMANO EM LÍNGUA INGLESA DO PORTO DIGITAL 1. APRESENTAÇÃO Este regulamento apresenta as regras e os critérios estabelecidos pelo Núcleo de

Leia mais

Regulamento da Prova de Certificação ABS-BR

Regulamento da Prova de Certificação ABS-BR ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE SOMMELIERS-BRASIL Regulamento da Prova de Certificação ABS-BR A Prova de Certificação de Sommeliers ABS-Brasil visa certificar o Sommelier Candidato dentro dos mais rígidos padrões

Leia mais

Futebol de Precisão. Livro Oficial

Futebol de Precisão. Livro Oficial Futebol de Precisão Livro Oficial T O D O S O S D I R E I T O S R E S E R V A D O S. 2 0 1 5. P R O I B I D A A R E P R O D U Ç Ã 0 P A R C I A L O U T O T A L D E S T E D O C U M E N T O. EM C A S O D

Leia mais

REGULAMENTO DA PROMOÇÃO COMERCIAL MODALIDADE INCENTIVO

REGULAMENTO DA PROMOÇÃO COMERCIAL MODALIDADE INCENTIVO REGULAMENTO DA PROMOÇÃO COMERCIAL MODALIDADE INCENTIVO NOME DA PROMOÇÃO: LC CAP - A SORTE QUE VOCÊ PRECISA PERÍODO DA PROMOÇÃO: 01/09/2013 à 31/12/2013 1ª PRORROGAÇÃO: 01/01/2014 à 30/04/2014 A PROMOÇÃO

Leia mais

Regulação, supervisão e avaliação do Ensino Superior: Perguntas Frequentes. 1

Regulação, supervisão e avaliação do Ensino Superior: Perguntas Frequentes. 1 Regulação, supervisão e avaliação do Ensino Superior: Perguntas Frequentes. 1 1. Quais são os tipos de instituições de ensino superior? De acordo com sua organização acadêmica, as instituições de ensino

Leia mais

PROGRAMA PRONTIDÃO ESCOLAR PREVENTIVA. Rota de Fuga e Análise de Riscos. Maj. QOBM Fernando Raimundo Schunig

PROGRAMA PRONTIDÃO ESCOLAR PREVENTIVA. Rota de Fuga e Análise de Riscos. Maj. QOBM Fernando Raimundo Schunig PROGRAMA PRONTIDÃO ESCOLAR PREVENTIVA Rota de Fuga e Análise de Riscos Maj. QOBM Fernando Raimundo Schunig 2010 É um mapa que representa, através de símbolos apropriados, o trajeto a ser seguido pelo indivíduo

Leia mais

INSTRUÇÃO NORMATIVA Nº 03, de 14 de abril de 2014.

INSTRUÇÃO NORMATIVA Nº 03, de 14 de abril de 2014. INSTRUÇÃO NORMATIVA Nº 03, de 14 de abril de 2014. Regulamenta o Programa de Concessão de Bolsas para a Participação dos Estudantes do Câmpus Restinga em Atividades Curriculares Externas. O Diretor Geral

Leia mais

Pedagogia LICENCIATURA

Pedagogia LICENCIATURA CURSO DE LICENCIATURA EM PEDAGOGIA Portaria de Reconhecimento nº. 286 de 21 de dezembro de 2012 ROTEIRO DE ORGANIZAÇÃO DO CADERNO DE ESTÁGIO SUPERVISIONADO I EDUCAÇÃO INFANTIL Pedagogia LICENCIATURA CURSO

Leia mais

REGULAMENTO DE ESTÁGIO CURRICULAR SUPERVISIONADO DO CURSO DE ADMINISTRAÇÃO DA FACULDADES DEL REY

REGULAMENTO DE ESTÁGIO CURRICULAR SUPERVISIONADO DO CURSO DE ADMINISTRAÇÃO DA FACULDADES DEL REY REGULAMENTO DE ESTÁGIO CURRICULAR SUPERVISIONADO DO CURSO DE ADMINISTRAÇÃO DA FACULDADES DEL REY Sumário Título I... 3 Das disposições Preliminares... 3 Título II... 4 Caracterização do Estágio... 4 Capítulo

Leia mais

VALÊNCIAS FÍSICAS. 2. VELOCIDADE DE DESLOCAMENTO: Tempo que é requerido para ir de um ponto a outro o mais rapidamente possível.

VALÊNCIAS FÍSICAS. 2. VELOCIDADE DE DESLOCAMENTO: Tempo que é requerido para ir de um ponto a outro o mais rapidamente possível. VALÊNCIAS FÍSICAS RESISTÊNCIA AERÓBICA: Qualidade física que permite ao organismo executar uma atividade de baixa para média intensidade por um longo período de tempo. Depende basicamente do estado geral

Leia mais

MANUAL DE ATIVIDADES COMPLEMENTARES

MANUAL DE ATIVIDADES COMPLEMENTARES ORIENTAÇÕES GERAIS MANUAL DE ATIVIDADES COMPLEMENTARES NOME: CURSO: NÚMERO: TURMA: ORIENTAÇÕES DE ATIVIDADES COMPLEMENTARES O que são atividades complementares? São componentes curriculares que possibilitam

Leia mais

Basquete 3x3 Tour Nacional Etapas Regionais/FINAL 2013

Basquete 3x3 Tour Nacional Etapas Regionais/FINAL 2013 Basquete 3x3 Tour Nacional Etapas Regionais/FINAL 2013 REGRAS As Regras do Jogo de Basquete Oficiais da FIBA são válidas para todas as situações de jogo não especificamente mencionadas nestas Regras do

Leia mais

GUIA DO FORMANDO. Ética e Deontologia Profissional do Psicólogo

GUIA DO FORMANDO. Ética e Deontologia Profissional do Psicólogo GUIA DO FORMANDO Índice Enquadramento... pág. 3 Descrição do Curso... Destinatários... Objetivos de aprendizagem... Estrutura e Duração do Curso... Autor... Metodologia Pedagógica... Avaliação e Certificação...

Leia mais

VII JOGOS DOS APOSENTADOS FENACEF 2016

VII JOGOS DOS APOSENTADOS FENACEF 2016 REGULAMENTO TÉCNICO CANASTRA Art. 1º. O torneio de Canastra do VII JOGOS FENACEF, será realizado de acordo com as regras estabelecidas pela FENACEF no Regulamento Geral do VII JOGOS FENACEF, combinado

Leia mais

Treinamento de. Linx Pos

Treinamento de. Linx Pos Treinamento de caixa Linx Pos Será instalados no terminal da loja, o ícone, conforme imagem abaixo: Linx POS ÍNDICE Abertura de caixa e leitura X Lançamentos Cancelamento de itens Consulta preços no ato

Leia mais

Centros de Autossuficiência da Estaca. Guia para Líderes do Sacerdócio que Desejam Estabelecer um Centro de Autossuficiência em Sua Estaca

Centros de Autossuficiência da Estaca. Guia para Líderes do Sacerdócio que Desejam Estabelecer um Centro de Autossuficiência em Sua Estaca Centros de Autossuficiência da Estaca Guia para Líderes do Sacerdócio que Desejam Estabelecer um Centro de Autossuficiência em Sua Estaca Visão Geral Centros de Autossuficiência Metropolitano Sob a direção

Leia mais

PARECER N.º 28/CITE/2005

PARECER N.º 28/CITE/2005 PARECER N.º 28/CITE/2005 Assunto: Parecer prévio nos termos do n.º 1 do artigo 45.º do Código do Trabalho e dos artigos 79.º e 80.º da Lei n.º 35/2004, de 29 de Julho Processo n.º 26 FH/2005 I OBJECTO

Leia mais

ESTRUTURA DAS NORMAS DE SEGURANÇA DA INFORMAÇÃO E COMUNICAÇÃO

ESTRUTURA DAS NORMAS DE SEGURANÇA DA INFORMAÇÃO E COMUNICAÇÃO 01/IN01/CGSIC/IFTM 00 - / /2013 29/08/2013 1/6 ORIGEM Esta é uma norma complementar à Política de Segurança da Informação e Comunicação (POSIC), a qual foi elaborada pela Diretoria de Tecnologia de Informação

Leia mais

LEI COMPLEMENTAR Nº 383/2010, de 26 de abril de 2010.

LEI COMPLEMENTAR Nº 383/2010, de 26 de abril de 2010. LEI COMPLEMENTAR Nº 383/2010, de 26 de abril de 2010. Procedência: Poder Executivo Natureza: Projeto de Lei Complementar nº 1022/2009 DOM - Edição nº 224 de 30.04.2010 Fonte: CMF/Gerência de Documentação

Leia mais

QUESTIONÁRIO DE DIAGNÓSTICO ORGANIZACIONAL - "QDO" 5. ALGUNS ESCLARECIMENTOS SOBRE QDO

QUESTIONÁRIO DE DIAGNÓSTICO ORGANIZACIONAL - QDO 5. ALGUNS ESCLARECIMENTOS SOBRE QDO QUESTIONÁRIO DE DIAGNÓSTICO ORGANIZACIONAL - "QDO" 1. FOLHA DE RESULTADOS DO QDO 2. PERFIL E INTERPRETAÇÃO DO D.O. 3. FUNDAMENTAÇÃO 4. INTERPRETAÇÃO DO DIAGNÓSTICO 5. ALGUNS ESCLARECIMENTOS SOBRE QDO 6.

Leia mais

SEGURANÇA DO TRABALHO

SEGURANÇA DO TRABALHO MANUAL DE ESTÁGIO SEGURANÇA DO TRABALHO Aluno (a): Curso: Nº: Turma: Telefones: Residencial Celular E-mail: 1. APRESENTAÇÃO O Estágio Profissional supervisionado constitui um dos requisitos mínimos obrigatórios

Leia mais

1. Avaliação de impacto de programas sociais: por que, para que e quando fazer? (Cap. 1 do livro) 2. Estatística e Planilhas Eletrônicas 3.

1. Avaliação de impacto de programas sociais: por que, para que e quando fazer? (Cap. 1 do livro) 2. Estatística e Planilhas Eletrônicas 3. 1 1. Avaliação de impacto de programas sociais: por que, para que e quando fazer? (Cap. 1 do livro) 2. Estatística e Planilhas Eletrônicas 3. Modelo de Resultados Potenciais e Aleatorização (Cap. 2 e 3

Leia mais

Índice O programa Os cursos A adaptação dos conteúdos O novo Convênio O novo programa Cronograma Parcerias locais Montagem das turmas

Índice O programa Os cursos A adaptação dos conteúdos O novo Convênio O novo programa Cronograma Parcerias locais Montagem das turmas Manual Índice 1. O programa 2. Os cursos 3. A adaptação dos conteúdos 4. O novo Convênio 5. O novo programa 6. Cronograma 7. Parcerias locais 8. Montagem das turmas 9. Definição dos cursos 10. Liberação

Leia mais

R E S O L U Ç Ã O. Fica alterado o Regulamento de Estágio Supervisionado do Curso de Psicologia, do. São Paulo, 26 de abril de 2012.

R E S O L U Ç Ã O. Fica alterado o Regulamento de Estágio Supervisionado do Curso de Psicologia, do. São Paulo, 26 de abril de 2012. RESOLUÇÃO CONSEACC/SP 04/2012 ALTERA O REGULAMENTO DE ESTÁGIO SUPERVISIONADO DO CURSO DE PSICOLOGIA, DO CAMPUS SÃO PAULO DA UNIVERSIDADE SÃO FRANCISCO USF. A Presidente do Conselho Acadêmico de Campus

Leia mais

zūmo Série 300 Manual de Início Rápido Julho 2013 190-01457-54_0C Impresso em Taiwan

zūmo Série 300 Manual de Início Rápido Julho 2013 190-01457-54_0C Impresso em Taiwan zūmo Série 300 Manual de Início Rápido Julho 2013 190-01457-54_0C Impresso em Taiwan Como começar AVISO Consulte no guia Informações Importantes de Segurança e do Produto, na embalagem, os avisos relativos

Leia mais

NORMA DE ESTÁGIO PROBATÓRIO PARA SERVIDOR DOCENTE DA UNIFEI

NORMA DE ESTÁGIO PROBATÓRIO PARA SERVIDOR DOCENTE DA UNIFEI 1 NORMA DE ESTÁGIO PROBATÓRIO PARA SERVIDOR DOCENTE DA UNIFEI UNIVERSIDADE FEDERAL DE ITAJUBÁ Normatiza o Estágio Probatório de Docentes no âmbito da Universidade Federal de Itajubá. O CONSELHO DE ENSINO,

Leia mais

Feminino 2ª Divisão 2010_11. FASE FINAL APURADOS (1º ao 6º LUGAR) REGULAMENTO DA COMPETIÇÃO

Feminino 2ª Divisão 2010_11. FASE FINAL APURADOS (1º ao 6º LUGAR) REGULAMENTO DA COMPETIÇÃO Campeonato Nacional Feminino 2ª Divisão 2010_11 FASE FINAL APURADOS (1º ao 6º LUGAR) REGULAMENTO DA COMPETIÇÃO A. Clubes Apurados B. Modelo Competitivo C. Marcação de Jogos D. Arbitragem E. Inscrição das

Leia mais

Circular NPJ nº 01/2008:

Circular NPJ nº 01/2008: Rio de Janeiro, 14 de março de 2008. Circular NPJ nº 01/2008: Apresenta o funcionamento do Núcleo de Prática Jurídica e do Escritório Modelo. Estimados Alunos, Essa circular visa ao esclarecimento do funcionamento

Leia mais

Disseminadores de Educação Fiscal. Regulamento do Curso. Escola de Administração Fazendária ESAF

Disseminadores de Educação Fiscal. Regulamento do Curso. Escola de Administração Fazendária ESAF Disseminadores de Educação Fiscal Regulamento do Curso Escola de Administração Fazendária ESAF REGULAMENTO CAPÍTULO I DA NATUREZA E DOS OBJETIVOS DO CURSO Art. 1º A Escola de Administração Fazendária ESAF

Leia mais

NR.35 TRABALHO EM ALTURA

NR.35 TRABALHO EM ALTURA NR.35 TRABALHO EM ALTURA Objetivo e Campo de Aplicação Esta Norma estabelece os requisitos mínimos e as medidas de proteção para o trabalho em altura, envolvendo o planejamento, a organização e a execução,

Leia mais