ANÁLISE ERGONÔMICA DO PROCESSO DE PRODUÇÃO DE DUAS INDÚSTRIAS DE LATICÍNIOS DO SERTÃO CENTRAL

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "ANÁLISE ERGONÔMICA DO PROCESSO DE PRODUÇÃO DE DUAS INDÚSTRIAS DE LATICÍNIOS DO SERTÃO CENTRAL"

Transcrição

1 UNIVERSIDADE FEDERAL RURAL DO SEMI-ÁRIDO CAMPUS ANGICOS DEPARTAMENTO DE CIÊNCIAS EXATAS, TECNOLÓGICAS E HUMANAS CURSO DE BACHARELADO EM CIÊNCIA E TECNOLOGIA ADJA KARLA RUFINO DE SOUZA ANÁLISE ERGONÔMICA DO PROCESSO DE PRODUÇÃO DE DUAS INDÚSTRIAS DE LATICÍNIOS DO SERTÃO CENTRAL ANGICOS-RN 2013

2 ADJA KARLA RUFINO DE SOUZA ANÁLISE ERGONÔMICA DO PROCESSO DE PRODUÇÃO DE DUAS INDÚSTRIAS DE LATICÍNIOS DO SERTÃO CENTRAL Monografia apresentada a Universidade Federal Rural do Semi-Árido UFERSA, Campus Angicos para obtenção de título de bacharel em ciência e tecnologia. Orientadora: Prof a. M.Sc. Fabrícia Nascimento de Oliveira ANGICOS RN 2013

3

4 Profº. M.Sc. Wellington Barbosa do Nascimento Junior Segundo membro

5 AGRADECIMENTOS Primeiramente a DEUS, que é meu porto seguro, meu guia, o centro e o fundamento de tudo em minha vida, por me dar forças, discernimento e orientação durante toda essa jornada. Aos meus pais, Antonio Rufino de Souza e Maria de Fátima Muniz de Souza. Ambos serão responsáveis por cada sucesso obtido e cada degrau avançado em da minha vida. Durante todos esses anos vocês foram pra mim um grande exemplo de força, de coragem, e perseverança. Vocês são e sempre serão meu maior porto seguro, meu maior exemplo de vitória, meus heróis e simplesmente aqueles que mais amo. Obrigada por estarem sempre comigo. A minha irmã Ayanne Débora Rufino de Souza por todo incentivo, apoio e cumplicidade. Obrigada por você existir perto de mim! Ao meu noivo, Montyalle silva ferreira, companheiro de todas as horas, por todo amor e compreensão e paciência. Graças a sua presença foi mais fácil passar por todos os momentos de desanimo e cansaço. Te amo! A minha avó Maria Auxiliadora Muniz de Souza, meus avôs Pedro Virginio de Souza e Manuel Barbosa filho e minha tia Maria das Graças Muniz de Souza, por todo incentivo, apoio e carinho! A minha orientadora, professora Fabrícia Nascimento de Oliveira, por sua disponibilidade, pelos seus importantes ensinamentos e por toda dedicação e apoio dispensados no auxilio da concretização deste trabalho. Muito obrigada! A meus amigos da universidade Evelly Michelly, Felipe Emanuel, Luiz Antônio, Tereza Noêmia e Glicéria Emiliana, por todo companherismo e pela ajuda constante em toda essa jornada. A todos os trabalhadores das duas empresas estudadas por terem fornecido dados fundamentais para o desenvolvimento desta pesquisa. A colaboração de vocês foi essencial para a realização deste trabalho. Enfim, a todos que direta ou indiretamente fizeram parte da minha formação, o meu muito obrigada.

6 Não confunda derrotas com fracasso nem vitórias com sucesso. Na vida de um campeão sempre haverá algumas derrotas, assim como na vida de um perdedor sempre haverá vitórias. A diferença é que, enquanto os campeões crescem na derrotas, os perdedores se acomodam com nas vitórias. Roberto Shinyashiki

7 RESUMO As atividades desenvolvidas no setor de produção de laticínios, que de modo geral deixam os trabalhadores expostos a atividades que exigem, por muitas vezes, esforços intensos e repetitivos tornando-os assim susceptíveis a lesões, doenças ocupacionais, ou ainda acidentes do trabalho. Em virtude disso, o presente estudo tem o objetivo de realizar uma análise ergonômica dos postos de trabalho mais afetados durante a etapa da produção de duas empresas localizadas no sertão central. Tendo em vista que as consequências causadas por esses desvios ergonômicos podem influenciar diretamente no ritmo de produção, a ergonomia atua de forma a adequar o ambiente de trabalho ao operário e suas necessidades. Deste modo se realizou um estudo de caso em duas empresas de laticínios localizadas no sertão central, sendo aplicados formulários com todos os trabalhadores envolvidos no processo de produção do referido setor. O formulário constou de perguntas relacionadas às características sociodemográficas do trabalhador, ao cansaço e dores sentidas durante ou após a execução do trabalho, as características das atividades desenvolvidas, às pausas, as condições do ambiente de trabalho as quais estão expostos e as lesões sofridas pelos funcionários em decorrência da atividade. Através interpretação desses dados, pode-se constatar que a maioria dos trabalhadores relatam sentir cansaço (60% na empresa 1 e 44,44% na empresa 2) e dores (60% na empresa 1 e 66,67% na empresa 2) durante ou após a execução de suas atividade. Os membros que mais apresentaram queixas em relação às dores foram: na empresa 1 pescoço 20%, braços direito 20%,braço esquerdo 20% e nas costas 40%.Já na empresa 2, 100% dos funcionários citaram as costas como o membro mais atingido. Com relação à tarefa, 100% da empresa 1 e 88,89 % da empresa 2 a caracterizou como repetitiva e 100% dos funcionários das duas empresas a definiu como monótona, porém, 80% dos funcionários da empresa 1 e 66,67 % da empresa 2 citaram que não trabalham em um ritmo muito rápido para executar suas atribuições. Quando questionados sobre as condições do ambiente as queixas do trabalhador são com relação à temperatura, 100% da empresa 1 e 44,44% da empresa 2 a consideram quente, e ao ruído, onde 80% da empresa 1 e 77,78% na empresa 2 o classificam como alto. Através da análise dessas informações pode se perceber que, os funcionários executam suas atividades, na sua grande maioria, de pé, utilizando-se de postura inadequada, em tarefas que exigem esforços intensos e repetitivos. Com isto, norteando-se pelo embasamento legal disposto na norma regulamentadora NR-17 Ergonomia, foram propostas possíveis soluções ou melhorias para os problemas diagnosticados. Palavras chave: Derivados do leite. NR-17. Posturas inadequadas. Posto de trabalho.

8 LISTA DE GRÁFICOS Gráfico 1 - Partes do corpo que os trabalhadores relatam ser mais atingidos pela execução das atividades no setor de produção Gráfico 2 - Opinião dos trabalhados em relação à atividade desenvolvida quanto à repetitividade Gráfico 3 - Opinião dos trabalhadores em relação à temperatura do ambiente de trabalho Gráfico 4 - Opinião dos trabalhadores com relação aos níveis de ruído do ambiente de trabalho Gráfico 5 - Lesões decorrentes das atividades desenvolvidas no setor de produção de duas indústrias de laticínios localizadas no sertão central... 45

9 LISTA DE FIGURAS Figura 1 - Descrição das atividades desenvolvidas durante a realização do trabalho Figura 2 - Esquema das atividades realizadas nas duas empresas em duas empresas de laticínios localizadas no sertão central Figura 3 - Sequenciamento das atividades recepção, pasteurização e empacotamento/embalagem Figura 4 - Sequenciamento do processo de recepção do leite em duas empresas de laticínios localizadas no sertão central Figura 5 - Processo de pasteurização do leite Figura 6 - Máquina empacotadora da empresa Figura 7 - Máquina empacotadora na empresa Figura 8 - Equipamento utilizado para engarrafar a manteiga Figura 9 - Trabalhador realizando atividades na etapa de empacotamento/embalagem Figura 10 - Pilhas formadas na empresa 2, para posterior armazenamento Figura 11 - Movimentos realizados durante o processo de engarrafamento da manteiga... 40

10 LISTA DE ABREVIATURAS E SIGLAS ABERGO Associação Brasileira de Ergonomia. AET Análise Ergonômica do Trabalho. BPF Boas Práticas de Fabricação. CLT Consolidação das Leis do Trabalho. DORT Distúrbios osteomusculares relacionados ao trabalho. EMBRAPA - Empresa Brasileira de pesquisa agropecuária IBGE Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística. IEA Associação Internacional de Ergonomia. LER Lesões por Esforços Repetitivos. NR Norma Regulamentadora. PIB Produto Interno Bruto. UFERSA Universidade Federal Rural do Semi-Árido.

11 SUMÁRIO 1 INTRODUÇÃO REVISÃO DE LITERATURA ERGONOMIA ERGONOMIA NO PROCESSO DE FÁBRICAÇÃO DA INDÚSTRIA DE LATICINIO PRINCIPAIS RISCOS ERGONÔMICOS NO PROCESSO DE PRODUÇÃO DA INDÚSTRIA DE LATICÍNIOS Postura Trabalho repetitivo Transportar/ levantar/empurrar cargas Trabalho sentado Trabalho com inclinação Temperatura Ambiente térmico quente Ambiente térmico frio Ruído ANÁLISE ERGONÔMICA DO TRABALHO (AET) ANÁLISE DA DEMANDA ANÁLISE DA TAREFA ANÁLISE DA ATIVIDADE METODOLOGIA ETAPAS DO ESTUDO TIPO E MÉTODO UTILIZADO NA PESQUISA POPULAÇÃO E AMOSTRA COLETA DE DADOS ANÁLISE DOS DADOS RESULTADOS E DISCUSSÕES CARACTERIZAÇÃO DAS EMPRESAS... 27

12 4.2 CARACTERIZAÇÃO GERAL DOS TRABALHADORES ENVOLVIDOS NA PRODUÇÃO DO SETOR DE LATICINIOS DE DUAS EMPRESAS LOCALIZADAS NO SERTÃO CENTRAL CARACTERIZAÇÃO DA ATIVIDADE Atividades comuns às duas empresas Recepção do leite Processo de pasteurização Embalagem/empacotamento (Leite/ Iogurte/ Bebida Láctea) Atividades realizadas somente na empresa Manteiga de garrafa ANÁLISE DOS POSTOS DE TRABALHO Posto 1: Embalagem/empacotamento Trabalho em pé Repetitividade Trabalho com inclinação do tronco Posto 2: Armazenamento Levantar, transportar manualmente e/ou empurrar cargas Posto 3: Preparação e engarrafamento da manteiga Trabalho sentado Repetitividade Trabalho com torção do tronco Análise geral dos postos I, II e III ANÁLISE DO AMBIENTE DE TRABALHO Temperatura Ruído LESÕES DECORRENTES DA ATIVIDADE REFERÊNCIAS APÊNDECE A FORMULÁRIO APÊNDICE B TERMO DE CONSENTIMENTO... 55

13 12 1 INTRODUÇÃO A indústria de laticínios ocupa lugar de destaque em nível mundial por ser geradora de produto básico para nutrição e saúde humana (FONTENELLE, 2006). O nosso país é tradicionalmente um grande produtor de leite. A atividade, já ocupa posição de destaque no cenário econômico nacional, e é, atualmente, uma das principais atividades do agronegócio brasileiro. Em 2009, o país produziu 29,1 bilhões de litros de leite, gerando renda de R$ 18,6 bilhões, o que corresponde a 11,2% do valor gerado pela agropecuária brasileira e 76,3% do valor gerado pela pecuária. (IBGE, apud EMBRAPA, 2011). O setor de laticínios ocupa uma posição significativa no setor de fabricação de produtos alimentícios. Proença (1997) afirma que, o setor de produção de alimentos se diferencia dos demais pelo fato de trabalhar com produtos que necessitam de tecnologias especificas, uma vez que o alimento tem vida útil de curta duração, além de estarem susceptíveis a imprevistos climáticos, da produção ao processamento, tornando-se dependente de controles de qualidade cada vez mais rigorosos. A indústria de alimentos tem priorizado a busca pela qualidade dos produtos, atendendo rigorosamente a legislação de higiene e boas práticas de fabricação. Essa mesma atenção, no geral, não é dada as condições de trabalho as quais os empregados estão expostos. De modo geral eles estão expostos a atividades que exigem, por muitas vezes, esforços intensos e repetitivos que os tornam susceptíveis a lesões, doenças ocupacionais, ou ainda, acidentes do trabalho. (RODRIGUES et al., 2008). Tendo em vista que esses fatores podem influenciar diretamente no ritmo de produção, a ergonomia pode ser utilizada como uma forma de adequar o ambiente de trabalho ao operário e a suas necessidades. Segundo Iida (2005), a ergonomia pode ser definida como o estudo da adaptação do trabalho ao homem, tendo o trabalho uma concessão ampla, incluindo não apenas aqueles executados com máquinas e equipamentos, mas toda a situação que envolve o homem e uma atividade produtiva, tanto no ambiente físico como nos aspetos organizacionais. A ergonomia atua possibilitando que o trabalho seja bem dimensionado, otimizando a sua eficácia e ao mesmo tempo permitindo a saúde e prevenção de certas doenças ocupacionais. Ela procura a transformação das condições de trabalho pela valorização dos fatores humanos da organização. A busca da melhoria da qualidade e do aumento da produtividade sem a consideração destes fatores pode representar um retorno ao taylorismo, ou seja, o uso dos princípios do gerenciamento científico. (FRANCO, 1995).

14 13 Levando-se em consideração, que a implementação da ergonomia traz benefícios tanto para empresa, através de um aumento na produtividade, como para o trabalhador, percebe-se que o assunto é de suma importância para a sociedade como um todo. Devido à relevância do tema se fez necessário à realização de um estudo na acerca do mesmo, através de uma análise ergonômica. Assim, a proposta do presente trabalho foi de realizar uma análise ergonômica do processo de produção de duas cooperativas de laticínios localizadas no sertão central para identificar, diagnosticar, e propor a resolução de problemas que afetam a saúde, segurança, satisfação e eficiência dos trabalhadores. Nesta análise será abordada a situação geral dos postos de trabalho, identificando assim, as principais falhas ergonômicas ocorridas nos mesmos.

15 14 2 REVISÃO DE LITERATURA 2.1 ERGONOMIA A palavra ergonomia vem das palavras gregas ergos que significa trabalho e nomos, estudo ou leis naturais. (BRITO, 2002). Em 1857 o termo ergonomia foi utilizado, pela primeira vez, pelo polonês W. Jastrzebowski que publicou um artigo intitulado ensaio de ergonomia e ciência do trabalho baseadas nas leis objetivas da ciência da natureza. (MARTINS; LAUGENI, 2005). A Associação Internacional de Ergonomia (IEA, 2000) adotou o seguinte conceito: ergonomia (ou fatores humanos) é uma disciplina científica relacionada ao entendimento das interações entre os seres humanos e outros elementos ou sistemas, e à aplicação de teorias, princípios, dados e métodos a projetos a fim de aperfeiçoar o bem estar humano e o desempenho global do sistema. Os ergonomistas contribuem para o planejamento, projeto e a avaliação de tarefas, postos de trabalho, produtos, ambientes e sistemas de modo a torná-los compatíveis com as necessidades, habilidades e limitações das pessoas. A Associação Brasileira de Ergonomia ABERGO, define ergonomia como a ciência das interações do homem com a tecnologia, a organização e o ambiente com o propósito de melhorar projetos e de forma não dissociada e integrada a segurança, o conforto e bem-estar das atividades do homem. (ABERGO, 2008). De acordo com Iida (2005), a ergonomia iniciou-se com o homem pré-histórico. Com a necessidade de sobreviver e de se proteger, inconscientemente, passou a aplicar princípios da ergonomia, ao fazer seus utensílios, como meio de armazenagem, se defender e abater animais. A ergonomia surgiu em função da ânsia do ser humano de cada vez mais, despender de menos esforços físico e mental nas suas atividades diárias. Ela tem sido considerada como fator importante no aumento da produtividade, influenciando na qualidade do produto, bem como na qualidade de vida dos trabalhadores na medida em que, a mesma é aplicada com a finalidade de melhorar as condições ambientais, visando à interação com o homem. (IIDA, 2005). A ergonomia pode ser definida como o estudo da adaptação do trabalho ao homem, tendo o trabalho uma concepção ampla, incluindo não apenas aqueles executados com máquinas e equipamentos, mas toda a situação que envolve o homem e uma atividade produtiva, tanto no ambiente físico como nos aspetos organizacionais. (IIDA, 2005).

16 15 Essa ciência é um agregado de conhecimentos científicos que, dentre suas possibilidades, proporciona adaptação do trabalho ao homem, reduzindo de maneira eficiente os problemas relacionados com a saúde e a segurança dos trabalhadores. Esta constitui uma parte importante, mas não exclusiva da melhoria das condições de trabalho, aumentando sua produtividade e diminuindo o risco de acidentes. (FALZON, 2007). Segundo Couto (2007) o entendimento ergonômico visa adaptar os instrumentos, as tarefas, condições desenvolvidas e o próprio ambiente de trabalho, procurando um ajuste mútuo entre o ser humano e seu ambiente de trabalho de forma confortável, produtiva e segura, buscando sempre adaptar o trabalho as pessoas. Em alguns locais de trabalho, observa-se que o homem tem que se adaptar a processos inadequados a ele. A ergonomia desponta com uma proposta inversa a esta, ou seja, adequar os processos ao homem. (ROSSO; OKUMURA, 2007). A implantação da ergonomia deve ter como base o ser humano, com respeito ao homem no trabalho, visando alcançar não apenas a melhoria na produção, e sim a melhoria na qualidade de vida do trabalhador. (MONTEIRO et al., 2009). Segundo sugerem Rosso e Okumura (2007), a ergonomia baseia-se no uso de conhecimentos para auxiliar o trabalho humano, sendo este por meio de tecnologias que facilitem o uso e que proporcionem conforto e segurança, sem que haja dano na produtividade do trabalho, colocando o processo de forma sistemática e eficiente, tanto para o homem quanto para as tecnologias utilizadas. Para eliminar as causas dos atos inseguros, a ergonomia deve atuar na adaptação do trabalho do homem, diminuindo assim as ocorrências de acidentes. A produção é a principal finalidade do trabalho, já o objetivo da ergonomia é produzir com segurança. A produtividade dos empregados deve ser estimulada em conjunto com os princípios de saúde e segurança, eliminando-se os fatores de risco relacionados aos acidentes de trabalho e prevenindo a ocorrência destes incidentes. (BATISTOTE, 2011). 2.2 ERGONOMIA NO PROCESSO DE FÁBRICAÇÃO DA INDÚSTRIA DE LATICINIO A indústria de alimentos sempre desempenhou um importante papel na economia brasileira, representando uma das mais tradicionais estruturas produtivas existentes no país. Com um faturamento de R$ 291,6 bilhões em 2009, essa indústria contribuiu com quase 10% PIB - Produto Interno Bruto do Brasil.(RODRIGUES, 2010).

17 16 Dentre os diversos setores da indústria alimentícia o setor de laticínios encontra-se entre as quatro principais. Estima-se que a participação dos laticínios no faturamento total da indústria de alimentos seja de aproximadamente 10%. (RODRIGUES, 2010). As empresas de laticínios são locais destinados ao beneficiamento de leite e produção de seus derivados. Elas são de grande contribuição para o desenvolvimento da região, pois estão presentes em diversos municípios, gerando empregos e diversificando a economia. O aspecto da segurança do produto é sempre um fator determinante para a indústria de alimentos, pois qualquer problema pode comprometer a saúde do consumidor. (FIGUEREIDO; COSTA NETO, 2001). A qualidade do produto se dá, devido aos cuidados com a segurança do alimento, que é estabelecida de acordo com a BPF- Normas de Higiene e Boas Práticas de Fabricação. (VIALTA et al., 2002). O setor de produção de alimentos se difere dos demais por trabalhar com produtos que necessitam de tecnologias bastante específicas, visto que o alimento tem vida útil de curta duração, além de estarem mais susceptíveis aos imprevistos climáticos, desde a produção ao processamento, dependendo diretamente de controles de qualidade cada vez mais rigorosos (PROENÇA, apud SANTANA, 1997). Percebe-se nesse setor, que apesar dos rigorosos cuidados direcionados a qualidade do produto o mesmo não ocorre com relação às condições de conforto e segurança dos trabalhadores. Segundo Couto (1995) a adoção de posturas inadequadas assumidas para a realização de determinados trabalhos, associados com outros fatores de risco existentes no posto de trabalho constituem-se, numa das maiores causas de afastamento do trabalho e sofrimento humano. 2.3 PRINCIPAIS RISCOS ERGONÔMICOS NO PROCESSO DE PRODUÇÃO DA INDÚSTRIA DE LATICÍNIOS. Santana (2002), através de seu estudo sobre a melhoria da produtividade de uma unidade de alimentação e nutrição através do uso da ergonomia, observou que a execução do trabalho requer um esforço físico intenso, associado a um elevado grau de atenção, devido à complexidade do serviço e às exigências de padrões de qualidade higiênico-sanitários e de atendimento, além de movimentos repetitivos, levantamento e transporte de cargas. Além disso, esse autor observou que os funcionários usavam inapropriadamente o corpo como apoio durante o levantamento e transporte de cargas, principalmente na hora de pico. Também foi constatado grande número de ocorrências de absenteísmos, causando sobrecarga

18 17 nos funcionários não ausentes, os quais tinham que trabalhar em ritmo acelerado e fazer horas extras para cobrir as faltas. Isto causava cansaço, dores e posteriores ausências no trabalho Postura Durante a jornada laboral, o trabalhador pode assumir diferentes posições e ativar diferentes músculos. Para aliviar problemas causados posturas prolongadas, podem-se incluir no decorrer da realização das atividades, maneiras de alterná-las, como por exemplo, realizando rotatividade das tarefas. (IIDA, 2005). O quadro 1 mostra algumas posturas típicas de trabalho e os riscos de dores que estas podem provocar. Quadro 1 - Localização das dores no corpo, provocadas por posturas inadequadas. Posturas Riscos de dores Em pé Sentado sem encosto Assento muito alto Assento muito baixo Braços esticados Pegas inadequadas de ferramentas Punhos em posição não neutra Rotação do corpo Ângulo inadequado assento/ encosto Superfície de trabalho muito alta ou muito baixa Fonte: Iida (2005) Pé e pernas (varizes) Músculos extensores do dorso Parte inferior das pernas, joelhos e pés Dorso e pescoço Ombros e braços Antebraços Punhos Coluna vertebral Músculos dorsais Coluna vertebral, cintura escapular. Segundo Iida (2005), a posição parada em pé, é altamente fatigante por ser uma postura estática e, por isso mesmo, encontra maiores resistências para o coração bombear sangue para os extremos do corpo. As pessoas que executam trabalhos dinâmicos e em pé, geralmente apresentam menos fadiga do que aquelas que permanecem estáticas ou com mínima movimentação. O trabalho usando as mãos e os braços também podem causar dores ou desconfortos, caso sejam realizados em longos períodos e com posturas inadequadas. O punho quando fica muito tempo inclinado, pode ocasionar inflamação dos nervos, resultando em dores e sensações de formigamento nos dedos. (DUL; WEERDMEESTER, 2004).

19 18 Trabalhos com repetitividade favorecem ao desencadeamento de DORT/LER (Distúrbios Osteomusculares Relacionados ao Trabalho / Lesões por Esforços Repetitivos) Trabalho repetitivo Segundo Iida (2005), o trabalho repetitivo reduz a vigilância e tende a provocar erros e acidentes. Tudo isso se reflete na baixa qualidade da produção, aumento de absenteísmo e rotatividade. Os métodos muito simples e altamente repetitivos tem a desvantagem de exigir sempre a contração dos mesmos músculos, acumulando a fadiga localizada. Aumentando-se a variedade de tarefas, essa fadiga poderá ser melhor distribuída. Ainda segundo a mesma autora, trabalhadores envolvidos em tarefas de pouco significado e com excesso de controles, sentem-se angustiados porque parece que seu trabalho nunca termina por mais que se esforcem. A combinação de trabalho monótono e repetitivo com a alta carga de estresse mental exige uma continua mobilização das reservas bioquímicas, que, a longo prazo, afetam adversamente o estado geral da saúde do trabalhador.(johansson et al.,1976) Transportar/ levantar/empurrar cargas O transportar/levantar/ empurrar cargas são tarefas comuns à rotina do ser humano, seja no contexto industrial ou nas atividades domésticas. Mas, deve-se ter um cuidado especial na execução dessas atividades, pois, as mesmas podem trazer consequências graves à saúde do trabalhador. O manuseio de cargas deve ser considerado um trabalho pesado, principalmente na etapa de levantamento. Um dos principais problemas do manuseamento é o desgaste dos discos intervertebrais. (GRANDJEAN, 1998). Esses discos ficam localizados entre os ossos das vértebras e são responsáveis pelo movimento da coluna. As doenças relacionadas à coluna são umas das causas para que os trabalhadores se ausentem do seu local de trabalho, dando origem em muitos casos a invalidez precoce. A movimentação manual de cargas pode causar danos cumulativos e deteriorar gradativamente o sistema esquelético e muscular, devido a atividades contínuas de movimentação e elevação de objetos. (OSHA, 2007). O transporte manual de cargas deve seguir determinados princípios para prevenir futuras doenças, como por exemplo, transportar cargas simétricas, usar meios auxiliares,

20 19 colocar a carga próxima do corpo ou coloca-la na vertical. Além disso, é necessário conhecer a capacidade humana máxima para levantar e transportar cargas, para que as tarefas e as máquinas sejam corretamente dimensionadas dentro desses limites. (IIDA, 2005). Na constituição brasileira, o Artigo 198 da CLT diz: É de 60 kg (sessenta quilogramas) o peso máximo que um empregado pode remover individualmente, ressalvadas as disposições especiais relativas ao trabalho do menor e da mulher (BRASIL, 1978, p.46). De acordo com a Norma Regulamentadora n 17 (NR-17), no que se refere ao levantamento, transporte e descarga individual de materiais, sendo esta manual ou por meio de vagonetes, carros de mão ou qualquer outro aparelho mecânico, não deverá ser exigido do trabalhador que o mesmo transporte pesos que comprometam a sua saúde ou segurança, sendo este esforço compatível com a sua força. Ainda no contexto desta norma, para as cargas não leves, os funcionários devem receber treinamento ou instruções satisfatórias de métodos de trabalho, com o objetivo de salvaguardar a saúde e prevenir acidentes. (BRASIL, 1990) Trabalho sentado A posição sentada exige atividade muscular do dorso e do ventre para manter - se. Praticamente todo o peso do corpo é suportado pela pele que cobre o osso ísquio, nas nádegas. (IIDA, 2005). Quando a condição de trabalho sentado não está correta pode haver com facilidade a ocorrência de lombalgias. Em sua obra, Kroemer e Grandjean (2005) citam os prós e os contras do trabalho sentado. Segundo o autor, o trabalho nessas condições proporciona ao trabalhador, uma maior estabilidade da postura da parte superior do corpo, redução do consumo de energia, menor demanda do sistema circulatório e tira o peso das pernas do trabalhador. Estas vantagens opõem-se algumas desvantagens: o sentar prolongado leva a flacidez dos músculos abdominais e a curvatura da coluna vertebral, o que é desfavorável para os órgãos da digestão e da respiração. Trabalhar sentado traz conforto, porém, como foi visto, costuma ocasionar alguns problemas. O principal problema envolve a coluna vertebral e os músculos das costas, que em varias posturas sentadas não só não são aliviados, mas, de diferentes maneiras são sobrecarregados. (KROEMER; GRANDJEAN, 2005).

21 trabalho com inclinação As inclinações de tronco, em função da intensidade dos movimentos podem contribuir para o surgimento de distúrbios na coluna vertebral, sendo a dor lombar considerada a principal causa de absenteísmo ocupacional. (KSAM, 2003). Uma inclinação de 30 do tronco para frente pode aumentar em mais de 70% a carga atuante entre os discos intervertebrais. (PERES et al., 2001) Temperatura Na indústria de alimentos, uma série de atividade profissionais submetem os trabalhadores a ambientes que apresentam condições térmicas diferentes daquelas a que o organismo humano esta habitualmente acostumado. Estes profissionais ficam expostos a frio e a calor intenso os quais podem comprometer seriamente a sua saúde. (BRITO et al., 2008). Têm sido várias as pesquisas tanto em laboratório como no campo, para demonstrar a relação entre conforto térmico e o desempenho do trabalhador. Os resultados destas pesquisas não conduziram a conclusões definitivas, mas mostraram que havia uma clara tendência de desconforto, causado por ambientes considerados quentes ou frios. Este desconforto pode causar uma redução significativa do desempenho. (KRÜGER; DUMKE, 2001) Ambiente térmico quente O homem que trabalha em ambientes expostos a altas temperaturas sofre de fadiga, seu rendimento diminui, ocorrem erros de percepção e raciocínio e aparecem sérias perturbações psicológicas que podem conduzir a esgotamentos e prostrações. (SAAD, 1981) Ambiente térmico frio As baixas temperaturas, por sua vez, têm influência nas habilidades motoras. As mãos quando expostas ao frio, apresentam prejuízos do tato e da movimentação das articulações, tornando o trabalho mais lento e podendo aumentar os erros e acidentes. (COUTO apud VIEIRA, 1997).

22 Ruído O nível de ruído também é outro parâmetro de grande relevância a ser analisado em indústrias de laticínios uma vez que nelas estão presentes diversas fontes causadoras deste distúrbio. A presença de ruídos no ambiente de trabalho pode provocar danos ao aparelho auditivo e até mesmo a surdez. (LAVILLE, apud TOMAZ et al., 2000). Segundo Dul e Weerdmeester (2004) a presença de ruídos elevados pode perturbar ou provocar lesões irreversíveis ao aparelho auditivo, mesmo os ruídos relativamente baixos podem provocar interferência nas comunicações e redução da concentração. 2.4 ANÁLISE ERGONÔMICA DO TRABALHO (AET) Segundo a legislação brasileira na Norma Regulamentadora 17, para avaliar a adaptação das condições de trabalho às características psicofisiológicas dos trabalhadores, cabe ao empregador realizar a análise ergonômica do trabalho, devendo a mesma abordar, no mínimo, as condições de trabalho. (BRASIL, 2011). Segundo Couto (1995) a análise procura mostrar uma situação global da tarefa, abrangendo, dentre outros fatores: o posto de trabalho, as pressões, a carga cognitiva, a densidade e a organização do trabalho, o modo operatório, os ritmos e as posturas. Assim, ela não se limita tão só ao posto, mas verifica, também, as características do ambiente (principalmente quanto ao conforto térmico, conforto acústico e iluminação), [...] do método de trabalho, [...] do sistema de trabalho e análise cognitiva do trabalho. De acordo com Santos e Fialho (1997) e Iida (2005) o método da AET visa aplicar os conhecimentos da ergonomia para analisar, diagnosticar e corrigir uma situação real de trabalho. Conforme Tonial e Ulbricht (2005), os resultados da AET possibilitam realizar diagnósticos antecipados de determinada postura que podem induzir as queixas de dores musculoesqueléticas, que quando percebidas, tornam possível a prescrição de medidas preventivas, no sentido de melhorar a qualidade de vida no trabalho e reduzir limitações ocupacionais geradas por dores. Santos e Fialho (1997) propõem um esquema metodológico para AET, que se inicia com o levantamento de um problema, seguido da análise das condições de trabalho e a análise das situações comportamentais do homem frente ao trabalho desenvolvido. Com o resultado

Prof. Gustavo Suriani de Campos Meireles, M.Sc.

Prof. Gustavo Suriani de Campos Meireles, M.Sc. Pontifícia Universidade Católica de Goiás Departamento de Engenharia Curso de Graduação em Engenharia de Produção ENG 1090 Introdução à Engenharia de Produção Prof. Gustavo Suriani de Campos Meireles,

Leia mais

Biomecânica. A alavanca inter-resistente ou de 2º grau adequada para a realização de esforço físico, praticamente não existe no corpo humano.

Biomecânica. A alavanca inter-resistente ou de 2º grau adequada para a realização de esforço físico, praticamente não existe no corpo humano. Biomecânica Parte do conhecimento da Ergonomia aplicada ao trabalho origina-se no estudo da máquina humana. Os ossos, os músculos, ligamentos e tendões são os elementos dessa máquina que possibilitam realizar

Leia mais

A importância da Ergonomia Voltada aos servidores Públicos

A importância da Ergonomia Voltada aos servidores Públicos A importância da Ergonomia Voltada aos servidores Públicos Fisioterapeuta: Adriana Lopes de Oliveira CREFITO 3281-LTT-F GO Ergonomia ERGONOMIA - palavra de origem grega, onde: ERGO = trabalho e NOMOS

Leia mais

NORMA REGULAMENTADORA NR 17

NORMA REGULAMENTADORA NR 17 NORMA REGULAMENTADORA NR 17 NORMA REGULAMENTADORA - NR 17 ERGONOMIA 17.1. Esta Norma Regulamentadora visa a estabelecer parâmetros que permitam a adaptação das condições de trabalho às características

Leia mais

ERGONOMIA. FACCAMP Tecnologia em Segurança no Trabalho Profº Vitorino

ERGONOMIA. FACCAMP Tecnologia em Segurança no Trabalho Profº Vitorino FACCAMP Tecnologia em Segurança no Trabalho Profº Vitorino O que é ergonomia? (e não ergonometria e muito menos ergologia) Adaptação do trabalho ao ser humano: O trabalho tem todo um pano de fundo de sofrimento:

Leia mais

Ergonomia Corpo com Saúde e Harmonia

Ergonomia Corpo com Saúde e Harmonia Ergonomia Corpo com Saúde e Harmonia Dr. Leandro Gomes Pistori Fisioterapeuta CREFITO-3 / 47741-F Fone: (16) 3371-4121 Dr. Paulo Fernando C. Rossi Fisioterapeuta CREFITO-3 / 65294 F Fone: (16) 3307-6555

Leia mais

SEGURANÇA E SAÚDE NO TRABALHO. Prevenção das Lesões por Esforços Repetitivos L E R

SEGURANÇA E SAÚDE NO TRABALHO. Prevenção das Lesões por Esforços Repetitivos L E R SEGURANÇA E SAÚDE NO TRABALHO Prevenção das Lesões por Esforços Repetitivos L E R O QUE SÃO AS LESÕES POR ESFORÇOS REPETITIVOS LER são doenças do trabalho provocadas pelo uso inadequado e excessivo do

Leia mais

LER/DORT. www.cpsol.com.br

LER/DORT. www.cpsol.com.br LER/DORT Prevenção através s da ergonomia DEFINIÇÃO LER: Lesões por Esforços Repetitivos; DORT: Doenças Osteomusculares Relacionadas ao Trabalho; São doenças provocadas pelo uso inadequado e excessivo

Leia mais

O IMPACTO DO PROGRAMA DE GINÁSTICA LABORAL NO AUMENTO DA FLEXIBILIDADE

O IMPACTO DO PROGRAMA DE GINÁSTICA LABORAL NO AUMENTO DA FLEXIBILIDADE O IMPACTO DO PROGRAMA DE GINÁSTICA LABORAL NO AUMENTO DA FLEXIBILIDADE UM ESTUDO QUANTO À APLICABILLIDADE DO PROGRAMA PARA COLETORES DE LIXO DO MUNICÍPIO DE NITERÓI ALESSANDRA ABREU LOUBACK, RAFAEL GRIFFO

Leia mais

Gestão do Risco Ergonômico 6º SENSE. Nadja de Sousa Ferreira, MD PhD Médica do Trabalho

Gestão do Risco Ergonômico 6º SENSE. Nadja de Sousa Ferreira, MD PhD Médica do Trabalho Gestão do Risco Ergonômico 6º SENSE Nadja de Sousa Ferreira, MD PhD Médica do Trabalho Objetivo Objetivo Apresentar os conceitos científicos sobre o Risco Ergonômico e sua relação com o corpo humano. Fazer

Leia mais

Márcia de Matos, Acadêmica Ana Regina de Aguiar Dutra, Dra. INTRODUÇÃO

Márcia de Matos, Acadêmica Ana Regina de Aguiar Dutra, Dra. INTRODUÇÃO PROJETO DE UMA FERRAMENTA PARA A COLETA E TRANSPORTE DE LIXO A SER UTILIZADA PELOS GARIS NOS MORROS DE FLORIANÓPOLIS, A PARTIR DAS METODOLOGIAS ERGONÔMICAS E DE DESENVOLVIMENTO DE PRODUTO. Márcia de Matos,

Leia mais

COMPORTAMENTO SEGURO

COMPORTAMENTO SEGURO COMPORTAMENTO SEGURO A experiência demonstra que não é suficiente trabalhar somente com estratégias para se conseguir um ambiente de trabalho seguro. O ideal é que se estabeleça a combinação de estratégias

Leia mais

Avaliação ergonômica dos postos de trabalho dos funcionários de uma lavanderia industrial área industrial

Avaliação ergonômica dos postos de trabalho dos funcionários de uma lavanderia industrial área industrial Avaliação ergonômica dos postos de trabalho dos funcionários de uma lavanderia industrial área industrial Paolo Cinque Pequini (Faculdade Área 1) ppeqhini@cpunet.com.br Carlos Brasileiro (Faculdade Área

Leia mais

NR 17 - ERGONOMIA. Portaria 3.214, de 08 de junho de 1978 06/07

NR 17 - ERGONOMIA. Portaria 3.214, de 08 de junho de 1978 06/07 NR 17 - ERGONOMIA Portaria 3.214, de 08 de junho de 1978 06/07 Esta Norma Regulamentadora visa a estabelecer parâmetros que permitam a adaptação das condições de trabalho às características psicofisiológicas

Leia mais

ERGONOMIA Notas de Aula - Graduação

ERGONOMIA Notas de Aula - Graduação ERGONOMIA Notas de Aula - Graduação Análise Ergonômica do Trabalho - AET Ponto 02 Mario S. Ferreira Março, 2010 CONCEITUAÇÃO Análise Ergonômica do Trabalho Intervenção, no ambiente de trabalho, para estudo

Leia mais

A Segurança consiste na responsabilidade de saber e agir da maneira correta.

A Segurança consiste na responsabilidade de saber e agir da maneira correta. Segurança do Trabalho É o conjunto de medidas que versam sobre condições específicas de instalações do estabelecimento e de suas máquinas visando à garantia do trabalhador contra riscos ambientais e de

Leia mais

Processamento do Iogurte Gordo Sólido

Processamento do Iogurte Gordo Sólido Escola Superior Agrária De Coimbra Processamento Geral dos Alimentos Processamento do Iogurte Gordo Sólido Trabalho realizado por: Pedro Sá nº20603025 Ana Oliveira nº 20603030 Lénia Belas nº 20603031 Elisabete

Leia mais

LER/DORT. Dr. Rodrigo Rodarte

LER/DORT. Dr. Rodrigo Rodarte LER/DORT Dr. Rodrigo Rodarte Há dois lados em todas as questões (Pitágoras, 410 445 a.c.) Definição: As L.E.R. são Lesões por Esforços Repetitivos (definição mais antiga) A D.O.R.T. (conhecidas como doenças

Leia mais

AVALIAÇÃO ERGONÔMICA: APLICAÇÃO DO MÉTODO OWAS EM UMA LOJA DE CALÇADOS

AVALIAÇÃO ERGONÔMICA: APLICAÇÃO DO MÉTODO OWAS EM UMA LOJA DE CALÇADOS AVALIAÇÃO ERGONÔMICA: APLICAÇÃO DO MÉTODO OWAS EM UMA LOJA DE CALÇADOS Mariana de Barros Cruz Pereira Mota (UCAM) marianamota01@hotmail.com Mayara Ribeiro Castilho (UCAM) mayararc2005@hotmail.com Leandro

Leia mais

METALÚRGICA LTDA PROGRAMA DE ERGONOMIA RECIFE (PE) JULHO / 2010

METALÚRGICA LTDA PROGRAMA DE ERGONOMIA RECIFE (PE) JULHO / 2010 METALÚRGICA LTDA PROGRAMA DE ERGONOMIA RECIFE (PE) JULHO / 2010 PROERGO julho/2010 Pág. 1/7. I N D I C E 1. - APRESENTAÇÃO 2. - OBJETIVO 3. - INTRODUÇÃO 4. - EMPRESA BENEFICIADA 5. - CAMPO DE APLICAÇÃO

Leia mais

Higiene do Trabalho. Higiene, Ergonomia e Segurança do Trabalho ERGONOMIA. Programa de Higiene do Trabalho GESTÃO DE PESSOAS. 3o bimestre / 2013

Higiene do Trabalho. Higiene, Ergonomia e Segurança do Trabalho ERGONOMIA. Programa de Higiene do Trabalho GESTÃO DE PESSOAS. 3o bimestre / 2013 GESTÃO DE PESSOAS CEFET-MG / DIVINÓPOLIS 3o bimestre / 2013 Prof. MSc. Antônio Guimarães Campos Higiene, Ergonomia e Segurança do Trabalho Higiene do Trabalho Conjunto de normas e procedimentos que visa

Leia mais

P Ú B L I C O I N T E R N O

P Ú B L I C O I N T E R N O Apresentação O Banrisul valoriza seus colaboradores por entender que estes são a essência do negócio. A promoção da qualidade de vida e da segurança dos funcionários é uma prática constante que comprova

Leia mais

Postura. As posturas prolongadas podem prejudicar os músculos e as articulações.

Postura. As posturas prolongadas podem prejudicar os músculos e as articulações. Postura A postura é, freqüentemente, determinada pela natureza da tarefa ou do posto de trabalho. Um porteiro de hotel tem uma postura estática, enquanto um carteiro passa a maior parte do tempo andando.

Leia mais

Adaptação do trabalho às pessoas.

Adaptação do trabalho às pessoas. NR- 17 Estabelece parâmetros que permitam a adaptação das condições de trabalho às características psicofisiológicas dos trabalhadores, de modo a proporcionar um máximo de conforto, segurança e desempenho

Leia mais

P Ú B L I C O I N T E R N O

P Ú B L I C O I N T E R N O Apresentação O Banrisul valoriza seus colaboradores por entender que estes são a essência do negócio. A promoção da qualidade de vida e da segurança dos funcionários é uma prática constante que comprova

Leia mais

Análise de fatores ergonômicos em um salão de beleza da cidade de Horizontina.

Análise de fatores ergonômicos em um salão de beleza da cidade de Horizontina. Análise de fatores ergonômicos em um salão de beleza da cidade de Horizontina. Diana Michele Pilz (FAHOR) dp000682@fahor.com.br Ricardo Muller (FAHOR) rm000820@fahor.com.br Luciéli Della Flora (FAHOR)

Leia mais

Condições de Trabalho

Condições de Trabalho NR-17 Ergonomia OBJETIVO Visa a estabelecer parâmetros que permitam a adaptação das condições de trabalho às características psicofisiológicas dos trabalhadores, de modo a proporcionar um máximo de conforto,

Leia mais

Global Training. The finest automotive learning

Global Training. The finest automotive learning Global Training. The finest automotive learning Cuidar da saúde com PREFÁCIO O Manual de Ergonomia para o Motorista que você tem em agora em mãos, é parte de um programa da Mercedes-Benz do Brasil para

Leia mais

Faculdade de Ciências Médicas da Santa Casa XXXVI CURSO DE ESPECIALIZAÇÃO EM MEDICINA DO TRABALHO. Clique para editar os estilos do texto

Faculdade de Ciências Médicas da Santa Casa XXXVI CURSO DE ESPECIALIZAÇÃO EM MEDICINA DO TRABALHO. Clique para editar os estilos do texto Faculdade de Ciências Médicas da Santa Casa Clique para editar os estilos do texto de São Paulo XXXVI CURSO DE ESPECIALIZAÇÃO EM MEDICINA DO TRABALHO 2015 1 Faculdade de Ciências Médicas da Santa Casa

Leia mais

ERGONOMIA - Adaptação das Condições de Trabalho. Matéria atualizada com base na legislação vigente em: 18/12/2012. Sumário:

ERGONOMIA - Adaptação das Condições de Trabalho. Matéria atualizada com base na legislação vigente em: 18/12/2012. Sumário: ERGONOMIA - Adaptação das Condições de Trabalho Matéria atualizada com base na legislação vigente em: 18/12/2012. Sumário: 1 - Introdução 2 - Conceito e Objetivo 3 - Análise Ergonômica do Trabalho 3.1

Leia mais

Ergonomia é o estudo do. relacionamento entre o homem e o seu trabalho, equipamento e ambiente, e. particularmente a aplicação dos

Ergonomia é o estudo do. relacionamento entre o homem e o seu trabalho, equipamento e ambiente, e. particularmente a aplicação dos ERGONOMIA ERGONOMIA relacionamento entre o homem e o seu trabalho, equipamento e ambiente, e conhecimentos de anatomia, fisiologia e psicologia na solução dos problemas surgidos deste relacionamento. Em

Leia mais

Norma Regulamentadora NR 17

Norma Regulamentadora NR 17 Norma Regulamentadora NR 17 17.1. Esta Norma Regulamentadora visa estabelecer parâmetros que permitam a adaptação das condições de trabalho às características psicofisiológicas dos trabalhadores, de modo

Leia mais

Qualidade de vida laboral

Qualidade de vida laboral Qualidade de vida laboral Qualidade de vida laboral INTRODUÇÃO: Prevenir doenças ocupacionais (DORT Distúrbios Osteomusculares Relacionados ao Trabalho / LER Lesões por Esforços Repetitivos) decorrentes

Leia mais

QUALIDADE DE VIDA NO TRABALHO UTILIZANDO A GINÁSTICA LABORAL

QUALIDADE DE VIDA NO TRABALHO UTILIZANDO A GINÁSTICA LABORAL QUALIDADE DE VIDA NO TRABALHO UTILIZANDO A GINÁSTICA LABORAL Alessandra Prado de Souza, Ana Eliza Gonçalves Santos, Jaciara Nazareth Campos Palma, Karine Aparecida Silvério, Leonardo Ferreira, Matheus

Leia mais

Uma Definição: "Estudo entre o homem e o seu trabalho, equipamentos e meio ambiente".

Uma Definição: Estudo entre o homem e o seu trabalho, equipamentos e meio ambiente. ERGONOMIA: palavra de origem grega. ERGO = que significa trabalho NOMOS = que significa regras Uma Definição: "Estudo entre o homem e o seu trabalho, equipamentos e meio ambiente". Tríade básica da Ergonomia:

Leia mais

TRABALHADOR NA ORDENHA MANUAL

TRABALHADOR NA ORDENHA MANUAL TRABALHADOR NA ORDENHA MANUAL CONSELHO DELIBERATIVO DO SENAR Presidente do Conselho Deliberativo João Martins da Silva Júnior Secretário Executivo Daniel Klüppel Carrara Chefe do Departamento de Educação

Leia mais

Intervir na organização do trabalho.

Intervir na organização do trabalho. Intervir na organização do trabalho. "Sistema Ambiente" tem um módulo para examinar as condições mais precisamente ergonômico. O método permite a definição de parâmetros objetivos de medição de cada ponto

Leia mais

VALÊNCIAS FÍSICAS. 2. VELOCIDADE DE DESLOCAMENTO: Tempo que é requerido para ir de um ponto a outro o mais rapidamente possível.

VALÊNCIAS FÍSICAS. 2. VELOCIDADE DE DESLOCAMENTO: Tempo que é requerido para ir de um ponto a outro o mais rapidamente possível. VALÊNCIAS FÍSICAS RESISTÊNCIA AERÓBICA: Qualidade física que permite ao organismo executar uma atividade de baixa para média intensidade por um longo período de tempo. Depende basicamente do estado geral

Leia mais

Adaptação do trabalho ao homem. Pessoas diferentes Capacidades físicas e mentais diferentes.

Adaptação do trabalho ao homem. Pessoas diferentes Capacidades físicas e mentais diferentes. Adaptação do trabalho ao homem. Pessoas diferentes Capacidades físicas e mentais diferentes. Tarefas que exijam elevada acuidade visual Visão desfocada e sensação de olhos a arder. Teclar de forma incorrecta

Leia mais

DISTÚRBIOS OSTEOMUSCULARES RELACIONADOS AO TRABALHO EM PROFISSIONAIS DA LIMPEZA

DISTÚRBIOS OSTEOMUSCULARES RELACIONADOS AO TRABALHO EM PROFISSIONAIS DA LIMPEZA DISTÚRBIOS OSTEOMUSCULARES RELACIONADOS AO TRABALHO EM PROFISSIONAIS DA LIMPEZA ROSEMARA SANTOS DENIZ AMARILLA (1), BRUNO BORSATTO (2), RODRIGO EDUARDO CATAI (3) (1) Mestrado em Engenharia Civil / UTFPR

Leia mais

ANÁLISE ERGONÔMICA DO TRABALHO

ANÁLISE ERGONÔMICA DO TRABALHO AET, Estuda uma situação de trabalho visando adaptá-la ao homem a partir da análise das condições técnicas, ambientais e organizacionais, buscando revelar as diferenças entre os trabalhos formal e o real.

Leia mais

AS VARIAÇÕES DE EXERCÍCIOS FÍSICOS APLICADOS NAS SESSÕES DE GINÁSTICA LABORAL

AS VARIAÇÕES DE EXERCÍCIOS FÍSICOS APLICADOS NAS SESSÕES DE GINÁSTICA LABORAL AS VARIAÇÕES DE EXERCÍCIOS FÍSICOS APLICADOS NAS SESSÕES DE GINÁSTICA LABORAL Junior, A. C. de J. Sebastião, J. S. Pimentel, E. S. Moreira, R. S. T.. RESUMO A área da ginástica laboral vem crescendo bastante

Leia mais

COLETA DE DADOS PROFA. ENIMAR JERÔNIMO WENDHAUSEN

COLETA DE DADOS PROFA. ENIMAR JERÔNIMO WENDHAUSEN COLETA DE DADOS PROFA. ENIMAR JERÔNIMO WENDHAUSEN Objetivo da aula Conhecer os instrumentos de coleta de dados, suas vantagens e limitações. Caminhos Para a Obtenção de Dados Pesquisa em ciências sociais

Leia mais

Segurança e Higiene do Trabalho. Volume XIX Gestão da Prevenção. Guia Técnico. um Guia Técnico de O Portal da Construção. www.oportaldaconstrucao.

Segurança e Higiene do Trabalho. Volume XIX Gestão da Prevenção. Guia Técnico. um Guia Técnico de O Portal da Construção. www.oportaldaconstrucao. Guia Técnico Segurança e Higiene do Trabalho Volume XIX Gestão da Prevenção um Guia Técnico de Copyright, todos os direitos reservados. Este Guia Técnico não pode ser reproduzido ou distribuído sem a expressa

Leia mais

Institucional Serviços Especialidades Laboratórios Conveniados Treinamentos Clientes Localização

Institucional Serviços Especialidades Laboratórios Conveniados Treinamentos Clientes Localização 1º FORUM LISTER DE SAÚDE E SEGURANÇA NO TRABALHO GESTÃO DE SAÚDE E SEGURANÇA DO TRABALHO Antônio Sampaio Diretor Técnico INTRODUÇÃO Institucional Serviços Especialidades Laboratórios Conveniados Treinamentos

Leia mais

O Dimensionamento do Centro de Produção

O Dimensionamento do Centro de Produção O Dimensionamento do Centro de Produção (posto de trabalho) ANTROPOMETRIA estudo e sistematização das medidas físicas do corpo humano. ANTROPOMETRIA ESTÁTICA - refere-se a medidas gerais de segmentos corporais,

Leia mais

ERGONOMIA: CONSIDERAÇÕES RELEVANTES PARA O TRABALHO DE ENFERMAGEM

ERGONOMIA: CONSIDERAÇÕES RELEVANTES PARA O TRABALHO DE ENFERMAGEM ERGONOMIA: CONSIDERAÇÕES RELEVANTES PARA O TRABALHO DE ENFERMAGEM ROSÂNGELA MARION DA SILVA 1 LUCIMARA ROCHA 2 JULIANA PETRI TAVARES 3 O presente estudo, uma pesquisa descritiva bibliográfica, tem por

Leia mais

Relaxar a musculatura dos braços. Entrelace os dedos de ambas as mãos com suas palmas para cima e levante os braços por 10 segundos.

Relaxar a musculatura dos braços. Entrelace os dedos de ambas as mãos com suas palmas para cima e levante os braços por 10 segundos. por Christian Haensell A flexibilidade do corpo e das juntas é controlada por vários fatores: estrutura óssea, massa muscular, tendões, ligamentos, e patologias (deformações, artroses, artrites, acidentes,

Leia mais

FORTALECENDO SABERES EDUCAÇÃO FÍSICA DINÂMICA LOCAL INTERATIVA CONTEÚDO E HABILIDADES DESAFIO DO DIA. Aula 3.1 Conteúdo: Atividade física preventiva.

FORTALECENDO SABERES EDUCAÇÃO FÍSICA DINÂMICA LOCAL INTERATIVA CONTEÚDO E HABILIDADES DESAFIO DO DIA. Aula 3.1 Conteúdo: Atividade física preventiva. CONTEÚDO E HABILIDADES FORTALECENDO SABERES DESAFIO DO DIA Aula 3.1 Conteúdo: Atividade física preventiva. 2 CONTEÚDO E HABILIDADES FORTALECENDO SABERES DESAFIO DO DIA Habilidades: Entender os benefícios

Leia mais

Palavras Chave: Fisioterapia preventiva do trabalho; LER/DORT; acidente de trabalho, turnover.

Palavras Chave: Fisioterapia preventiva do trabalho; LER/DORT; acidente de trabalho, turnover. A eficácia da fisioterapia preventiva do trabalho na redução do número de colaboradores em acompanhamento no ambulatório de fisioterapia de uma indústria de fios têxteis Rodrigo Mendes Wiczick (UTFPR)rodrigo_2006@pg.cefetpr.br

Leia mais

Gestão Ergonômica e Programas de Ergonomia na Empresa

Gestão Ergonômica e Programas de Ergonomia na Empresa Gestão Ergonômica e Programas de Ergonomia na Empresa Ms. João Eduardo de Azevedo Vieira Fisioterapeuta (PUC-PR / 2000) Esp. Fisiologia do Exercício e do Desporto (IBPEX / 2001) Esp. Fisioterapia do Trabalho

Leia mais

TRABALHADOR NA APLICAÇÃO DE AGROTÓXICOS

TRABALHADOR NA APLICAÇÃO DE AGROTÓXICOS TRABALHADOR NA APLICAÇÃO DE AGROTÓXICOS CONSELHO DELIBERATIVO DO SENAR Presidente do Conselho Deliberativo João Martins da Silva Júnior Secretário Executivo Daniel Klüppel Carrara Chefe do Departamento

Leia mais

NR 35 - GESTÃO DA SEGURANÇA E SAÚDE NO TRABALHO (PROPOSTA DE TEXTO)

NR 35 - GESTÃO DA SEGURANÇA E SAÚDE NO TRABALHO (PROPOSTA DE TEXTO) NR 35 - GESTÃO DA SEGURANÇA E SAÚDE NO TRABALHO (PROPOSTA DE TEXTO) Objeto, princípios e campo de aplicação 35.1 Esta Norma Regulamentadora - NR estabelece princípios e requisitos para gestão da segurança

Leia mais

LAUDO ERGONÔMICO DE TRABALHO ERGONOMIA NR-17

LAUDO ERGONÔMICO DE TRABALHO ERGONOMIA NR-17 LAUDO ERGONÔMICO DE TRABALHO ERGONOMIA NR-17 1. IDENTIFICAÇÃO DA EMPRESA Razão Social: Caixa Econômica Federal Endereço: Setor SBS Quadra 4 Bloco A Lote 3 e 4 Asa Sul Brasília/ DF CEP 70.092-900 CNPJ:

Leia mais

A GINÁSTICA LABORAL COMO FERRAMENTA PARA A MELHORIA DA QUALIDADE DE VIDA NO SETOR DE COZINHA EM RESTAURANTES

A GINÁSTICA LABORAL COMO FERRAMENTA PARA A MELHORIA DA QUALIDADE DE VIDA NO SETOR DE COZINHA EM RESTAURANTES A GINÁSTICA LABORAL COMO FERRAMENTA PARA A MELHORIA DA QUALIDADE DE VIDA NO SETOR DE COZINHA EM RESTAURANTES Alexandre Crespo Coelho da Silva Pinto Fisioterapeuta Mestrando em Engenharia de Produção UFSC

Leia mais

NR7, NR9, NR17 - PROGRAMAS. Adriano Fernandes da Silva Lucas dos Reis Furtado Natália Barrios da Vila

NR7, NR9, NR17 - PROGRAMAS. Adriano Fernandes da Silva Lucas dos Reis Furtado Natália Barrios da Vila NR7, NR9, NR17 - PROGRAMAS Alunos: Adriano Fernandes da Silva Lucas dos Reis Furtado Natália Barrios da Vila NR 7 PCMSO - PROGRAMA DE CONTROLE MÉDICO DE SAÚDE OCUPACIONAL Esta Norma Regulamentadora - NR

Leia mais

NR 15 - ATIVIDADES E OPERAÇÕES INSALUBRES ANEXO N.º 3 - CALOR PROPOSTA DE TEXTO NORMATIVO

NR 15 - ATIVIDADES E OPERAÇÕES INSALUBRES ANEXO N.º 3 - CALOR PROPOSTA DE TEXTO NORMATIVO NR 15 - ATIVIDADES E OPERAÇÕES INSALUBRES ANEXO N.º 3 - CALOR PROPOSTA DE TEXTO NORMATIVO 1. Objetivos 1.1 Definir critérios para a caracterização e controle dos riscos à saúde dos trabalhadores decorrentes

Leia mais

A SECRETARIA DE SEGURANÇA E SAÚDE NO TRABALHO, no uso de suas atribuições legais, e

A SECRETARIA DE SEGURANÇA E SAÚDE NO TRABALHO, no uso de suas atribuições legais, e PORTARIA SSST Nº 11, de 13/10/1994 "Publica a minuta do Projeto de Reformulação da Norma Regulamentadora nº 9 - Riscos Ambientais com o seguinte título: Programa de Proteção a Riscos Ambientais". A SECRETARIA

Leia mais

M A N U A L TREINAMENTO. Mecânica de Veículos Piçarras Ltda. Manual Prático de Procedimento do Treinamento

M A N U A L TREINAMENTO. Mecânica de Veículos Piçarras Ltda. Manual Prático de Procedimento do Treinamento M A N U A L TREINAMENTO 1. Introdução A velocidade das mudanças tecnológicas, o aumento da diversidade nos locais de trabalho e a acentuada mobilidade dos trabalhadores atuais são aspectos do mundo contemporâneo

Leia mais

Aula 03 Antropometria Prof. Mario S. Ferreira Junho, 2013

Aula 03 Antropometria Prof. Mario S. Ferreira Junho, 2013 Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul Faculdade de Arquitetura e Urbanismo Curso de Especialização em Arquitetura da Habitação de Interesse Social ERGONOMIA E ACESSIBILIDADE Aplicada à

Leia mais

Riscos Ambientais. Riscos Ambientais

Riscos Ambientais. Riscos Ambientais Riscos Ambientais Riscos Ambientais São os agentes, elementos ou substâncias presentes nos locais de trabalho. A exposição dos trabalhadores a estes agentes pode causar acidentes com lesões ou danos à

Leia mais

DISCUSSÕES SOBRE ERGONOMIA E CONFORTO TÉRMICO EM RELAÇÃO AO VESTUÁRIO. Maristela Gomes de Camargo

DISCUSSÕES SOBRE ERGONOMIA E CONFORTO TÉRMICO EM RELAÇÃO AO VESTUÁRIO. Maristela Gomes de Camargo DISCUSSÕES SOBRE ERGONOMIA E CONFORTO TÉRMICO EM RELAÇÃO AO VESTUÁRIO Maristela Gomes de Camargo Resumo: Este estudo discute os aspectos de usabilidade e ergonomia relacionados ao conforto térmico; e o

Leia mais

O uso de práticas ergonômicas e de ginástica laboral nas escolas

O uso de práticas ergonômicas e de ginástica laboral nas escolas O uso de práticas ergonômicas e de ginástica laboral nas escolas Dessyrrê Aparecida Peixoto da Silva¹; Júlio César dos Santos² ¹Estudante de Engenharia de Produção, Bolsista de Extensão Universitária (PIBEX)

Leia mais

ESTUDO DE CASO: IMPLEMENTAÇÃO DE UM PROGRAMA DE CONTROLE ERGONÔMICO EM UMA INDÚSTRIA TÊXTIL

ESTUDO DE CASO: IMPLEMENTAÇÃO DE UM PROGRAMA DE CONTROLE ERGONÔMICO EM UMA INDÚSTRIA TÊXTIL ESTUDO DE CASO: IMPLEMENTAÇÃO DE UM PROGRAMA DE CONTROLE ERGONÔMICO EM UMA INDÚSTRIA TÊXTIL Márcio Alves Marçal 1,2, Ph.D. Cláudia Ferreira Mazzoni 2, Ph.D. Aguinaldo Diniz Filho 3 1 Centro Universitário

Leia mais

Aplicação da equação do NIOSH para uma análise ergonômica em um mercado hortifruti.

Aplicação da equação do NIOSH para uma análise ergonômica em um mercado hortifruti. Aplicação da equação do NIOSH para uma análise ergonômica em um mercado hortifruti. Luciana MENDONÇA 1 ; Marislaine COSTA 1 ; Poliane LOPES 1 ; Valdevan MORAIS 1 ; Wemerton LUIS 2. 1 Estudante de Engenharia

Leia mais

RELATÓRIO TÉCNICO. REF.: TERMO DE SUSPENSÃO DE INTERDIÇÃO nº 357863/25-04-2014

RELATÓRIO TÉCNICO. REF.: TERMO DE SUSPENSÃO DE INTERDIÇÃO nº 357863/25-04-2014 RELATÓRIO TÉCNICO REF.: TERMO DE SUSPENSÃO DE INTERDIÇÃO nº 357863/25-04-2014 EMPREGADOR: BRF SA ENDEREÇO: R. Carlos Spohr Filho, 2836 - LAJEADO - CEP 95900-000 CNPJ: 01.838.723/0047-00 CNAE: 1012-1/01

Leia mais

Cuidando da Coluna e da Postura. Texto elaborado por Luciene Maria Bueno. Coluna e Postura

Cuidando da Coluna e da Postura. Texto elaborado por Luciene Maria Bueno. Coluna e Postura Cuidando da Coluna e da Postura Texto elaborado por Luciene Maria Bueno Coluna e Postura A coluna vertebral possui algumas curvaturas que são normais, o aumento, acentuação ou diminuição destas curvaturas

Leia mais

Newsletter do Grupo 4Work Nº 60 Setembro de 2014

Newsletter do Grupo 4Work Nº 60 Setembro de 2014 A 4 Work - Segurança, Higiene e Saúde no Trabalho, Lda., vai realizar a partir do início do mês de Outubro, uma campanha de vacinação antigripal, desenvolvida e dirigida às empresas, independentemente

Leia mais

National Institute for Occupational Safety and Health (NIOSH) http://www.niosh. com.my/en/

National Institute for Occupational Safety and Health (NIOSH) http://www.niosh. com.my/en/ National Institute for Occupational Safety and Health (NIOSH) http://www.niosh. com.my/en/ LUCIANO JOSÉ PELOGIA FREZATTI ATIVIDADE FÍSICA O Homem consome energia enquanto parado; Quanto maior o trabalho

Leia mais

DE VOLTA ÀS AULAS... CUIDADOS COM A POSTURA E O PESO DA MOCHILA!

DE VOLTA ÀS AULAS... CUIDADOS COM A POSTURA E O PESO DA MOCHILA! DE VOLTA ÀS AULAS... CUIDADOS COM A POSTURA E O PESO DA MOCHILA! SUA MOCHILA NÃO PODE PESAR MAIS QUE 10% DO SEU PESO CORPORAL. A influência de carregar a mochila com o material escolar nas costas, associado

Leia mais

HIGIENE E SEGURANÇA NO TRABALHO Segundo a OMS, a verificação de condições de Higiene e Segurança consiste num estado de bem-estar estar físico, mental e social e não somente a ausência de doença e enfermidades.

Leia mais

AVALIAÇÃO DA ROTATIVIDADE PESSOAL EM INDÚSTRIA DE PROCESSAMENTO DE CARNES COM INTERVENÇÃO ERGONÔMICA NO PROCESSO

AVALIAÇÃO DA ROTATIVIDADE PESSOAL EM INDÚSTRIA DE PROCESSAMENTO DE CARNES COM INTERVENÇÃO ERGONÔMICA NO PROCESSO 25 a 28 de Outubro de 2011 ISBN 978-85-8084-055-1 AVALIAÇÃO DA ROTATIVIDADE PESSOAL EM INDÚSTRIA DE PROCESSAMENTO DE CARNES COM INTERVENÇÃO ERGONÔMICA NO PROCESSO José Maximiano Candido Neto 1, Rafael

Leia mais

Filmes. Filmes. Gestão de RH. Medicina e segurança no trabalho. Prof. Rafael Marcus Chiuzi

Filmes. Filmes. Gestão de RH. Medicina e segurança no trabalho. Prof. Rafael Marcus Chiuzi Gestão de RH Prof. Rafael Marcus Chiuzi Medicina e segurança no trabalho Filmes Vídeo humorístico sobre segurança no trabalho. Duração: 3 20 Filmes Sequência de vídeos de acidente de trabalho. Duração:

Leia mais

PROVA ESPECÍFICA Cargo 22

PROVA ESPECÍFICA Cargo 22 13 PROVA ESPECÍFICA Cargo 22 QUESTÃO 31 Os Serviços Especializados em Engenharia de Segurança e em Medicina do Trabalho, obedecendo ao Quadro II da NR- 4, subitem 4.4, com redação dada pela Portaria nº

Leia mais

PR 2 PROCEDIMENTO. Auditoria Interna. Revisão - 2 Página: 1 de 9

PR 2 PROCEDIMENTO. Auditoria Interna. Revisão - 2 Página: 1 de 9 Página: 1 de 9 1. OBJETIVO Estabelecer sistemática de funcionamento e aplicação das Auditorias Internas da Qualidade, fornecendo diretrizes para instruir, planejar, executar e documentar as mesmas. Este

Leia mais

ERGONOMIA: ATIVIDADES QUE COMPROMETEM A SAÚDE DO TRABALHADOR

ERGONOMIA: ATIVIDADES QUE COMPROMETEM A SAÚDE DO TRABALHADOR 25 a 28 de Outubro de 2011 ISBN 978-85-8084-055-1 ERGONOMIA: ATIVIDADES QUE COMPROMETEM A SAÚDE DO TRABALHADOR Danielle Satie Kassada 1 ; Fernando Luis Panin Lopes 2 ; Daiane Ayumi Kassada 3 RESUMO: O

Leia mais

Curso de Engenharia de Produção. Organização do Trabalho na Produção

Curso de Engenharia de Produção. Organização do Trabalho na Produção Curso de Engenharia de Produção Organização do Trabalho na Produção Organização do Trabalho na Produção Projeto do Trabalho -Objetivo: criar um ambiente produtivo e eficiente, onde cada um saiba o que

Leia mais

Análise postural dos operadores de uma fábrica de tijolos: aplicação do Método de NIOSH

Análise postural dos operadores de uma fábrica de tijolos: aplicação do Método de NIOSH Análise postural dos operadores de uma fábrica de tijolos: aplicação do Método de NIOSH Caroline PASSOS 1 ; Débora RODRIGUES 2 ; Rafaela LEITE 3 ; Wemerton EVANGELISTA 4. 1 Estudante de Engenharia de Produção.

Leia mais

Relatório de Segurança e Medicina do Trabalho. Ciretran de Vitória/ES. Adendo

Relatório de Segurança e Medicina do Trabalho. Ciretran de Vitória/ES. Adendo Relatório de Segurança e Medicina do Trabalho Ciretran de Vitória/ES Ciretran Vitória/ES, situado à Avenida Nossa Senhora da Penha, nº1388, Vitória - ES foram encontradas várias condições inadequadas de

Leia mais

CAPÍTULO VI - AVALIAÇÃO DE RISCOS, PROCESSOS DECISÓRIOS E GERENCIAMENTO DE RISCOS

CAPÍTULO VI - AVALIAÇÃO DE RISCOS, PROCESSOS DECISÓRIOS E GERENCIAMENTO DE RISCOS CAPÍTULO VI - AVALIAÇÃO DE RISCOS, PROCESSOS DECISÓRIOS E GERENCIAMENTO DE RISCOS VI.1. Introdução A avaliação de riscos inclui um amplo espectro de disciplinas e perspectivas que vão desde as preocupações

Leia mais

CHECK - LIST - ISO 9001:2000

CHECK - LIST - ISO 9001:2000 REQUISITOS ISO 9001: 2000 SIM NÃO 1.2 APLICAÇÃO A organização identificou as exclusões de itens da norma no seu manual da qualidade? As exclusões são relacionadas somente aos requisitos da sessão 7 da

Leia mais

SÚMULA DAS NORMAS REGULAMENTADORAS NR S. Objetivo: Instruir quanto ao campo de aplicação das NR s e direitos e obrigações das partes.

SÚMULA DAS NORMAS REGULAMENTADORAS NR S. Objetivo: Instruir quanto ao campo de aplicação das NR s e direitos e obrigações das partes. SÚMULA DAS NORMAS REGULAMENTADORAS NR S NR-1 DISPOSIÇÕES GERAIS O campo de aplicação de todas as Normas Regulamentadoras de segurança e medicina do trabalho urbano, bem como os direitos e obrigações do

Leia mais

Qualidade de vida no Trabalho

Qualidade de vida no Trabalho Qualidade de Vida no Trabalho Introdução É quase consenso que as empresas estejam cada vez mais apostando em modelos de gestão voltados para as pessoas, tentando tornar-se as empresas mais humanizadas,

Leia mais

A Prevenção de Doenças Ocupacionais na Gestão de Qualidade Empresarial

A Prevenção de Doenças Ocupacionais na Gestão de Qualidade Empresarial A Prevenção de Doenças Ocupacionais na Gestão de Qualidade Empresarial 2 Alessandra Maróstica de Freitas A Prevenção de Doenças Ocupacionais na Gestão de Qualidade Empresarial ALESSANDRA MARÓSTICA DE FREITAS

Leia mais

Curso de Sistemas de Informação 8º período Disciplina: Tópicos Especiais Professor: José Maurício S. Pinheiro V. 2009-1

Curso de Sistemas de Informação 8º período Disciplina: Tópicos Especiais Professor: José Maurício S. Pinheiro V. 2009-1 Curso de Sistemas de Informação 8º período Disciplina: Tópicos Especiais Professor: José Maurício S. Pinheiro V. 2009-1 Aula 3 Disponibilidade em Data Center O Data Center é atualmente o centro nervoso

Leia mais

Segurança do Trabalho. Papel do Gestor Frente a Prevenção

Segurança do Trabalho. Papel do Gestor Frente a Prevenção Segurança do Trabalho Papel do Gestor Frente a Prevenção Papel do gestor frente a prevenção O gestor é responsavel pela segurança de suas equipes: Integração de novos funcionários Conhecer através da CIPA

Leia mais

4. Tendências em Gestão de Pessoas

4. Tendências em Gestão de Pessoas 4. Tendências em Gestão de Pessoas Em 2012, Gerenciar Talentos continuará sendo uma das prioridades da maioria das empresas. Mudanças nas estratégias, necessidades de novas competências, pressões nos custos

Leia mais

3 ORIGENS E CONCEITUAÇÃO DA ERGONOMIA

3 ORIGENS E CONCEITUAÇÃO DA ERGONOMIA De acordo com dados da Ergonomics Research Society, Inglaterra, a Ergonomia é o estudo do relacionamento entre o homem e o seu trabalho, equipamento e ambiente, e particularmente a aplicação dos conhecimentos

Leia mais

PROJETO DE EXTENSÃO DE GINÁSTICA LABORAL PARA MELHORAR QUALIDADE DE VIDA DOS FUNCIONÁRIOS DA ULBRA/GUAÍBA

PROJETO DE EXTENSÃO DE GINÁSTICA LABORAL PARA MELHORAR QUALIDADE DE VIDA DOS FUNCIONÁRIOS DA ULBRA/GUAÍBA PROJETO DE EXTENSÃO DE GINÁSTICA LABORAL PARA MELHORAR QUALIDADE DE VIDA DOS FUNCIONÁRIOS DA ULBRA/GUAÍBA RESUMO *Luciano Leal Loureiro ** Jésica Finguer O presente texto busca explicar o que é o projeto

Leia mais

Segurança do Trabalho

Segurança do Trabalho Segurança do Trabalho CEUNES / UFES Prof. Manuel Jarufe Introdução à Segurança do Trabalho O que é a função Segurança do Trabalho? Segurança do trabalho pode ser entendida como os conjuntos de medidas

Leia mais

O PROJETO DE PESQUISA. Prof. Angelo Augusto Frozza, M.Sc. http://about.me/tilfrozza

O PROJETO DE PESQUISA. Prof. Angelo Augusto Frozza, M.Sc. http://about.me/tilfrozza O PROJETO DE PESQUISA Prof. Angelo Augusto Frozza, M.Sc. http://about.me/tilfrozza ROTEIRO Escolher um tema de pesquisa Por onde começar? Ler para aprender Estrutura do Projeto de Pesquisa A Definição

Leia mais

ESTRESSE OCUPACIONAL SAÚDE E SEGURANÇA DO TRABALHO

ESTRESSE OCUPACIONAL SAÚDE E SEGURANÇA DO TRABALHO ESTRESSE SAÚDE E SEGURANÇA DO TRABALHO Página 1 de 9 1. OBJETIVO... 3 2. ESCOPO... 3 3. DEFINIÇÕES... 4 4. ESTRESSE OCUPACIONAL: CARACTERIZAÇÃO... 4 4.1. Conceitos fundamentais... 4 4.2. Conseqüências

Leia mais

OS PRINCÍPIOS DA ESSILOR

OS PRINCÍPIOS DA ESSILOR OS PRINCÍPIOS DA ESSILOR Cada um de nós, na vida profissional, divide com a Essilor a sua responsabilidade e a sua reputação. Portanto, devemos conhecer e respeitar os princípios que se aplicam a todos.

Leia mais

CENSO DE ERGONOMIA. Autores: Hudson de Araújo Couto e Otacílio dos Santos Cardoso

CENSO DE ERGONOMIA. Autores: Hudson de Araújo Couto e Otacílio dos Santos Cardoso CENSO DE ERGONOMIA Autores: Hudson de Araújo Couto e Otacílio dos Santos Cardoso Descrição Geral Trata-se de uma ferramenta formulada à base de questionário podendo ser auxiliada por entrevista, através

Leia mais

A IMPORTÂNCIA DA QUALIDADE DE VIDA PARA O TRABALHADOR NA GRÁFICA E EDITORA BRASIL

A IMPORTÂNCIA DA QUALIDADE DE VIDA PARA O TRABALHADOR NA GRÁFICA E EDITORA BRASIL FACULDADES INTEGRADAS DO PLANALTO CENTRAL Aprovadas pela Portaria SESu/MEC Nº. 368/08 (DOU 20/05/2008) CURSO DE ADMINISTRAÇÃO A IMPORTÂNCIA DA QUALIDADE DE VIDA PARA O TRABALHADOR NA GRÁFICA E EDITORA

Leia mais

POSTURA CORPORAL/DOENÇAS OCUPACIONAIS: UM OLHAR DA ENFERMAGEM SOBRE AS DOENÇAS OSTEOARTICULARES

POSTURA CORPORAL/DOENÇAS OCUPACIONAIS: UM OLHAR DA ENFERMAGEM SOBRE AS DOENÇAS OSTEOARTICULARES Revista Eletrônica Novo Enfoque, ano 2013, v. 17, n. 17, p. 54 60 POSTURA CORPORAL/DOENÇAS OCUPACIONAIS: UM OLHAR DA ENFERMAGEM SOBRE AS DOENÇAS OSTEOARTICULARES BARBOSA, Bruno Ferreira do Serrado 1 SILVA,

Leia mais

ESTUDO SOBRE OS SINTOMAS DAS LER/DORT EM OPERADORES DE COMPUTADORES NA CIDADE DE SANTA MARIA (RS).

ESTUDO SOBRE OS SINTOMAS DAS LER/DORT EM OPERADORES DE COMPUTADORES NA CIDADE DE SANTA MARIA (RS). ESTUDO SOBRE OS SINTOMAS DAS LER/DORT EM OPERADORES DE COMPUTADORES NA CIDADE DE SANTA MARIA (RS). Daniel Donida Schlottfeldt Graduando de Engenharia de Produção e Tecnologia de Segurança no Trabalho UNISA

Leia mais

Proposta para Implantação do Programa Atividade Física & Mulheres

Proposta para Implantação do Programa Atividade Física & Mulheres 2 Proposta para Implantação do Programa Atividade Física & Mulheres Ana Paula Bueno de Moraes Oliveira Graduada em Serviço Social Pontifícia Universidade Católica de Campinas - PUC Campinas Especialista

Leia mais

Impactos humanos da PE CLIENTE. Impactos humanos da PE. Impactos humanos da PE. Impactos humanos da PE. Impactos humanos da PE

Impactos humanos da PE CLIENTE. Impactos humanos da PE. Impactos humanos da PE. Impactos humanos da PE. Impactos humanos da PE Menor Lead Time Estrutura do STP Just-In-Time Fluxo Contínuo Takt Time Produção Puxada Kanban Custo Mais Baixo CLIENTE Segurança Moral Jidoka Separação Homem/ Máquina Poka-Yoke Inspeção Fonte Ação Imediata

Leia mais

ANÁLISE DO GERENCIAMENTO DA CADEIA DE SUPRIMENTOS POR MEIO DO PROGRAMA 5 S EM UMA TRANSPORTADORA NA CIDADE DE MARINGÁ

ANÁLISE DO GERENCIAMENTO DA CADEIA DE SUPRIMENTOS POR MEIO DO PROGRAMA 5 S EM UMA TRANSPORTADORA NA CIDADE DE MARINGÁ 25 a 28 de Outubro de 2011 ISBN 978-85-8084-055-1 ANÁLISE DO GERENCIAMENTO DA CADEIA DE SUPRIMENTOS POR MEIO DO PROGRAMA 5 S EM UMA TRANSPORTADORA NA CIDADE DE MARINGÁ Daiane Maria De Genaro Chiroli 1

Leia mais