Relatório de Autoavaliação 2010

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1 Relatório de Autoavaliação 2010 Comissão Própria de Avaliação (CPA) Centro Universitário FECAP Av. da Liberdade 532 Liberdade São Paulo, SP de março de 2011

2 1. DADOS DA INSTITUIÇÃO Nome/ Código da IES: Centro Universitário FECAP Código 213 Caracterização da Instituição de Ensino Superior (IES): Instituição privada sem fins lucrativos. Organização Administrativa: Centro Universitário. Estado de São Paulo. Município de São Paulo. Composição da Comissão Própria de Avaliação (CPA): Prof. Ms. Marcelo Krokoscz Profa. Dra. Sandra Helena Terciotti Prof. Ms. Jésus Lisboa Gomes Prof. Ms. Reinaldo Putvinskis Sr. João Antônio Machado Neto Sr. Thiago Rocha Santos Profa. Marizilda de Almeida Crusco Coordenador da CPA Eleita pelos Docentes Eleito pelos Docentes Eleito pelos Docentes Representante da Sociedade Civil Organizada Eleito pelos Discentes Representante dos Técnico- Administrativos Período de mandato da CPA: até dezembro de 2011 (conforme regimento). Ato de designação da CPA: Portaria 19/05 de 21 de dezembro de 2005, Portaria 04/04 de 1º de junho de 2005, Portaria 04/07 de 2 de janeiro de 2007, Portaria 01/09 de 2 de janeiro de 2009 e CI 73/09 de 7 de abril de

3 2. CONSIDERAÇÕES INICIAIS Em consonância com a Resolução n.º 1, de 11 de janeiro de 2005, da Comissão Nacional de Avaliação da Educação Superior, sua Retificação publicada no Diário Oficial da União de 28 de janeiro de 2005, Seção 1, página 25, com o documento Sugestão de Roteiro do Relatório de Autoavaliação (CONAES/INEP, 2006), com o Roteiro de Autoavaliação Institucional (2004) disponível no sítio do Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (INEP), e com as Diretrizes comunicadas pelo INEP nos Seminários Regionais dos Coordenadores de Comissões Próprias de Avaliação (2009), a Comissão Própria de Avaliação (CPA) apresenta o presente Relatório de Autoavaliação do Centro Universitário FECAP. São objetivos deste Relatório: sintetizar as atividades de Autoavaliação realizadas na Instituição referentes ao ano de analisar de forma crítica os resultados obtidos no processo de Autoavaliação. evidenciar as ações para sensibilização e envolvimento da comunidade acadêmica no processo de Autoavaliação. identificar potencialidades e fragilidades da Instituição nas dez dimensões definidas pelo SINAES (Roteiro de Autoavaliação Institucional, 2004 e INEP, 2009). fazer, com base nos indicadores obtidos, recomendações para as próximas ações da Instituição, no sentido de aproveitar suas potencialidades e superar suas fragilidades. construir uma visão integrada das avaliações externas conduzidas por órgãos oficiais (MEC, CAPES), Autoavaliação e ações realizadas pela Instituição. O presente relatório tem como principais usuários: a comunidade acadêmica, auxiliando no alcance da missão institucional proposta, na realização das metas propostas no Plano de Desenvolvimento Institucional (PDI), na revisão e aprimoramento do processo de Autoavaliação e na contínua evolução institucional. 3

4 os gestores, representados pelos Conselho Universitário (CONSUNI), Conselho de Ensino, Pesquisa e Extensão (CONSEPE), Reitoria, Pró-Reitorias e Coordenações de Cursos, e a Mantenedora da Instituição, fornecendo subsídios para o planejamento das suas ações. os discentes, ao possibilitar reflexão sobre a evolução da qualidade do ensino, da pesquisa e da extensão na Instituição. os docentes, divulgando elementos para que possam participar da melhor forma com suas competências para evolução das atividades da Instituição. os órgãos oficiais, auxiliando, de modo específico na avaliação da Instituição e, mais amplo, na definição de políticas públicas para o ensino superior. a comunidade externa, estreitando suas relações com a Instituição por meio da identificação de áreas de mútuo interesse para ambas. Convém ressaltar que todo o processo de Autoavaliação do Centro Universitário é conduzido de forma a garantir o respeito à sua história, valores e identidade, bem como favorecer o cumprimento da missão institucional: Excelência na Formação de Profissionais Eficazes, com elevado Senso de Cidadania e Visão Sócio-Empresarial. Para a consecução dos objetivos propostos e em conformidade com as orientações do documento Sugestão de Roteiro do Relatório de Autoavaliação (CONAES/INEP, 2004), o presente Relatório está estruturado da seguinte forma: 1. Dados da Instituição e da CPA Informações formais de identificação da Instituição. 2. Considerações iniciais Identifica os objetivos do presente relatório; destaca aspectos históricos relevantes para compreender a evolução e o perfil atual da Instituição; destaca as linhas mestras e a filosofia geral que nortearam o processo de Autoavaliação na Instituição no período proposto; sintetiza os trabalhos desenvolvidos e descreve brevemente a metodologia adotada, 4

5 especialmente no que concerne aos instrumentos, coleta, formas de análise e tratamento dos dados. 3. Desenvolvimento: resultados obtidos e análise Descreve para cada uma das 10 dimensões definidas pelo Roteiro de Autoavaliação Institucional do SINAES (BRASIL, 2004) as principais ações planejadas e realizadas, os resultados alcançados, potencialidades e fragilidades identificadas e a incorporação desses resultados no planejamento da Instituição. 4. Considerações finais Sintetiza as formas de divulgação e sensibilização do processo de Autoavaliação na Instituição; analisa as principais dificuldades e facilidades encontradas e propõe sugestões para seu aprimoramento. Referências Obras sobre Autoavaliação institucional citadas neste Relatório e que contribuíram para a construção do seu arcabouço teórico. 2.1 Histórico e Perfil da Instituição O breve histórico desta seção permite compreender o perfil atual do Centro Universitário, especialmente, seus valores, características e vocação para o ensino, pesquisa e extensão na área de negócios com alta qualidade. A Fundação Escola de Comércio Álvares Penteado FECAP, mantenedora do Centro Universitário FECAP, surgiu com a abertura de cursos que buscavam suprir a falta de mão de obra especializada na gestão de negócios, no início do século XX. 5

6 Para formar os especialistas necessários para o desenvolvimento da economia paulista, o Professor Horácio Berlinck propôs a abertura de uma escola voltada para o ensino comercial. Com o apoio de um grupo de empresários, dentre os quais se destacava o Conde Antônio Álvares Penteado, foi fundada a Escola Prática de Comércio em 2 de junho de 1902, com 216 alunos matriculados número expressivo para a época. Sendo um dos primeiros estabelecimentos do gênero, já em 1905 a Instituição foi declarada de utilidade pública e obteve o reconhecimento oficial de seus diplomas. A Escola Prática de Comércio utilizou, durante algum tempo, salas de aula do extinto Curso Anexo da Faculdade de Direito de São Paulo. Essa situação provisória foi resolvida quando o Conde Álvares Penteado doou à escola, em 1905, um grande terreno no Largo de São Francisco e providenciou construção e instalações do edifício próprio da Instituição, inaugurado em Em 1923, a Escola Prática de Comércio transformou-se na Fundação Escola de Comércio Álvares Penteado FECAP. Paralelamente à manutenção de cursos voltados à formação técnica, a FECAP passou a atender também às necessidades de ensino superior. Em 1931, foi fundada a primeira faculdade de Ciências Econômicas no País, a Faculdade de Ciências Econômicas de São Paulo FACESP (depois transformada em Centro Universitário). Sua missão era a de proporcionar e divulgar no País o ensino comercial, em nível superior, cultivando as ciências econômicas, contábeis, administrativas e outras afins ou conexas. O primeiro curso de ensino superior implantado foi o de Ciências Econômicas, em Em 1945 foi implantado o Curso de Ciências Contábeis, e em 1966 foi implantado o Curso de Administração. Na década de 1970, com a crescente demanda pelos Cursos oferecidos pelas suas unidades mantidas (Faculdade e Colégio), a FECAP construiu um novo edifício na Avenida da Liberdade. Sempre procurando suprir as necessidades de mão de obra na área de gestão de negócios, com o aumento da demanda por pessoal ainda mais especializado e com todo o know-how acumulado ao longo de quase 80 anos, passaram a serem oferecidos cursos de Pós- 6

7 Graduação Lato Sensu pela Instituição, por meio do seu Centro de Estudos Álvares Penteado CEAP, a partir de 1981, no campus situado no Largo São Francisco (São Paulo). No final da década de 1990, como resultado de uma reflexão sobre as demandas da sociedade e sobre a possibilidade da atuação da Instituição no suprimento de tais necessidades, dentro da sua área de vocação, passaram a ser oferecidos os Cursos de Graduação em Comunicação Social com Habilitação em Publicidade e Propaganda (1999) e em Secretariado Executivo Trilíngue (2000). Buscando ampliar as suas atividades acadêmicas e incentivar a pesquisa na sua área de vocação, além de atender a uma demanda premente no País por profissionais devidamente preparados para a docência e desenvolvimento científico, a partir de 1999 a então FACESP passou a atuar também na Pós-Graduação Stricto Sensu, com dois Programas de Mestrado Acadêmico: um de Administração de Empresas e o outro de Controladoria e Contabilidade Estratégica. Em meados de 1999, em função das alterações ambientais verificadas, especialmente nas duas últimas décadas do século XX, em que se destacam o processo vertiginoso de globalização e revolução digital, a missão da Instituição foi repensada e assim explicitada: Excelência na formação de profissionais eficazes, com elevado senso de cidadania e visão sócio-empresarial. Nota-se que a comunidade acadêmica, ao repensar a missão institucional, 97 anos após a sua fundação, ainda conseguiu reconhecer com clareza sua vocação para a área de gestão de negócios. No ano em que completou um século de existência (2002), a FECAP obteve a aprovação, pelo MEC, para a transformação da FACESP no Centro Universitário Álvares Penteado (cuja denominação foi alterada em 2009), coroando as comemorações do centenário com o reconhecimento de sua qualidade de ensino, como pode ser verificado no parecer do relator do CNE (Parecer CNE/CES 99/2002) acerca do processo de credenciamento: 7

8 Diante do exposto e considerando a excelência da Instituição, voto favoravelmente ao credenciamento da Faculdade de Ciências Econômicas de São Paulo, mantida pela Fundação Escola de Comércio Álvares Penteado, com sede na cidade de São Paulo, no Estado de São Paulo, em Centro Universitário Álvares Penteado, pelo período de 3 (três) anos, aprovandose, neste ato, o seu Estatuto e o Plano de Desenvolvimento Institucional. (grifo dos autores) Conforme previsto no Plano de Desenvolvimento Institucional (PDI) referente ao período de 2001 a 2005, em atendimento a uma demanda por profissionais eficientes e capazes de liderar o processo de aumento da inserção do País na economia internacional, em especial nas diversas e complexas relações empresariais com o exterior, o Centro Universitário passou a oferecer, em 2004, o Curso de Graduação em Relações Internacionais. Em 2005, passou a oferecer também a Habilitação em Relações Públicas no Curso de Comunicação Social. Em 2009, a Instituição elaborou a proposta de PDI para o período , mantendo a metodologia de descrição de objetivos e metas do PDI , as quais foram bem avaliadas por esta CPA conforme consta do Relatório de Autoavaliação de Considerando o primeiro ano de implementação do atual PDI ( ), destacam-se (a) ampliação do reconhecimento público sobre a qualidade da Instituição, (b) manutenção do sistema de Autoavaliação e (c) consolidação da cultura de avaliação e meritocracia. Destacam-se os seguintes resultados: Em janeiro de 2011 o MEC divulgou os resultados do Índice Geral de Cursos (IGC) das instituições de Ensino Superior do País e a FECAP foi novamente classificada pelo ministério como o melhor centro universitário privado do país e terceiro lugar entre os Centros Universitários em geral, incluindo públicos. Na avaliação da Revista Guia do Estudante (Editora Abril, 2010), os cursos de Administração, Ciências Contábeis e Secretariado da FECAP receberam 4 estrelas, destacando-se entre os cursos melhor avaliados. A Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes) divulgou em setembro de 2010 o resultado da avaliação dos cursos de pós-graduação do Brasil 8

9 e o Mestrado em Ciências Contábeis da FECAP ganhou destaque com a obtenção da nota 4, o que corresponde à classificação de "bom desempenho". Em março/10, o curso MBA Accounting foi credenciado pela Anamba (Associação Nacional de MBAs). Esta entidade é a mais importante reconhecedora de cursos de MBA do Brasil e tem por missão, garantir a excelência entre os cursos de MBA, desenvolvendo parâmetros de qualidade que norteiam sua estruturação e oferta. O curso de pós-graduação em Controladoria de Gestão da FECAP consta entre os melhores de 2010, em pesquisa divulgada pela revista Você S/A, no anuário publicado na edição de Nov/10. Entre os meses de maio e junho, a Instituição recebeu 03 (três) comissões do INEP/MEC para credenciamento do Polo Sede, credenciamento da Instituição e autorização para oferecimento do curso de Ciências Contábeis a Distância. Todas as comissões atribuíram à FECAP nota 4 (em uma escala de 1 a 5); Pelo segundo ano consecutivo, a FECAP recebeu o Prêmio Nacional de Gestão Educacional (PNGE) na categoria "Gestão Acadêmica", em função do TOP (Times de Organização Pedagógica). O Prêmio é dado pela Confederação Nacional dos Estabelecimentos de Ensino e pela Consultoria Humus. Os cursos de graduação presenciais, todos com pedido de renovação de reconhecimento protocolados no MEC, devem ser dispensados da avaliação in loco em função do desempenho no ENADE; 2.2 Referencial Teórico O objetivo desta seção é destacar as linhas mestras e a filosofia geral que nortearam o processo de Autoavaliação no Centro Universitário e, consequentemente, a elaboração do presente relatório. Funda-se a Autoavaliação institucional na convicção de que a qualidade do ensino, pesquisa e extensão só pode ser alcançada e mantida por meio do comprometimento dos vários participantes envolvidos com o processo de desenvolvimento contínuo para a obtenção de padrões de excelência compatíveis. Tal objetivo pode ser obtido com uma organização de trabalho que não somente possibilite, mas igualmente estimule a apropriação e construção 9

10 crítica do conhecimento, bem como a formação de um profissional capacitado, ético e responsável (nesse sentido ver, por exemplo, PEREIRA, 1997; BRASIL, 2009). Para que isso ocorra, torna-se necessária a existência de relações de poder abertas, na qual seja privilegiado o trabalho cooperativo e compartilhado entre os corpos docente, discente e técnico-administrativo e a comunidade externa. Entendendo-se desta forma o padrão de qualidade almejado, o processo de Autoavaliação Institucional supõe uma metodologia capaz de produzir informações sobre os processos administrativos e educacionais desenvolvidos pela Instituição, buscando o equilíbrio entre modelos de avaliação formativos e regulatórios. A análise das práticas e processos educativos e das decisões administrativas adotadas tendo por base a missão institucional deve apontar para as intervenções demandadas e redirecionamentos necessários à concretização do projeto didático-pedagógico do Centro Universitário FECAP. Segundo o Conselho Nacional de Educação CNE, o processo de avaliação deve ser: O contraponto da proposta institucional desenvolvida pela IES, buscando atender a uma tripla exigência da universidade contemporânea: a) um processo contínuo de aperfeiçoamento do desempenho acadêmico; b) uma ferramenta para o planejamento e gestão universitária; c) um processo sistemático de prestação de contas à sociedade. (CNE, 1993). Configura-se, portanto, a avaliação como uma prática investigativa dos processos administrativos e educacionais que, por meio da observação criteriosa, seguida da análise e necessária reflexão crítica acerca da realidade praticada, visa a identificação de áreas frágeis e carentes de aprimoramento. A avaliação institucional traduz-se, dessa forma, num estudo-diagnóstico amplo, contínuo e sistemático, para que as necessidades e prioridades percebidas fiquem claras, gerando propostas de ação integradas, destinadas a propiciar elevado desempenho didáticopedagógico, técnico-científico e operacional-acadêmico. 10

11 É importante ressaltar que, desde 1996, quando do seu início no Centro Universitário, o processo de avaliação passou por mudanças, especialmente no que concerne à construção e sensibilização paulatina da comunidade interna para uma avaliação formativa que extrapola o caráter meramente regulatório. A Instituição está ciente de que a proposta de Autoavaliação aqui apresentada não pretende assumir um caráter permanente e definitivo, uma vez que a avaliação deve ser reconhecida como um processo permanente e contínuo realizado pelos diferentes setores da Instituição. Pode-se exemplificar esta preocupação com as atividades de meta-avaliação, na qual os instrumentos e processos de pesquisa são revisados periodicamente. O processo de avaliação do Centro Universitário FECAP é fundado nos seguintes princípios, compatíveis com o arcabouço teórico sobre o tema (Azevedo et. al., 1996; Dias Sobrinho 1996 e 1997; Nunes, 1998; Ristoff 1996 e 2003 e Trindade, 1996) e SINAES (INEP, 2009): Progressividade: ampliação e aperfeiçoamento gradual da avaliação dos elementos que compõem a vida universitária, até atingir uma avaliação globalizada. Comparabilidade: utilização de indicadores que permitam comparações entre os Cursos, Unidades, dentre outros. Respeito às particularidades dos Cursos: observância das características próprias de cada área e das diretrizes pedagógicas específicas. Não premiação ou punição: avaliação com vistas ao planejamento e melhoria da qualidade, impulsionando o processo produtivo e a autocrítica, assumindo-se o erro ou falha como elemento pedagógico. Legitimidade política: adesão participativa dos membros da comunidade acadêmica nos procedimentos de implantação, na utilização dos instrumentos instituídos e nas reflexões sobre os resultados alcançados. Participação: envolvimento de todos, discentes, docentes, pessoal técnicoadministrativo e sociedade civil, no processo de Autoavaliação. Transparência: ampla divulgação e abertura do processo avaliativo para a comunidade acadêmica. 11

12 Legitimidade técnica: utilização de metodologia adequada à absorção das informações pela comunidade universitária. Continuidade: garantia do processo de avaliação contínua. Globalidade: compreende todas as atividades da Instituição, quais sejam, o ensino, a pesquisa e a extensão. Atendimento às normas legais: prevê o acompanhamento permanente das decisões governamentais quanto a legislação sobre a Avaliação Institucional. Em consonância com esse alicerce conceitual e com o previsto no PDI , foram definidos como objetivos precípuos da avaliação institucional do Centro Universitário: a) favorecer o cumprimento da missão institucional: Excelência na Formação de Profissionais Eficazes, com elevado Senso de Cidadania e Visão Sócio-Empresarial. b) diagnosticar os pontos fracos e fortes da Instituição, para assegurar a qualidade dos serviços educacionais prestados à comunidade, garantindo que haja um interrelacionamento entre as dimensões de ensino, pesquisa, extensão e gestão administrativa. c) incentivar a criação de um processo de autocrítica que tanto garanta a qualidade, em consonância com as demandas científicas, culturais e sociais dos nossos dias, quanto aprimore e consolide uma cultura institucional na qual a avaliação seja parte da rotina da Instituição. d) subsidiar o Plano de Desenvolvimento Institucional (PDI), no tocante à elaboração dos projetos pedagógicos e institucionais relevantes para as metas de qualidade traçadas. e) constituir-se num processo sistemático de prestação de contas à coletividade, como garantia da qualidade dos serviços educacionais prestados. Em síntese, respeitando as principais características das avaliações realizadas no Centro Universitário e em conformidade com diretrizes do SINAES (INEP, 2009), os parâmetros que nortearam o processo avaliativo o Centro Universitário tiveram como foco: a missão institucional; a melhoria contínua da qualidade do ensino oferecido; a atualização constante do corpo docente da Instituição; os currículos dos cursos de graduação e pós-graduação; a redução da evasão e da repetência de seus discentes; o amplo desenvolvimento de pesquisa e das atividades de extensão; a melhoria da infraestrutura; as relações com a comunidade 12

13 interna e externa; a capacidade gerencial da Instituição; e a utilização racional dos recursos humanos e financeiros da Instituição (Barbisan, 2002 e Schwartzman 1996). 2.3 Síntese do Trabalho Desenvolvido e Metodologia Para a consecução dos objetivos propostos, o processo de Autoavaliação é organizado pela CPA em etapas: (a) sensibilização; (b) diagnóstico; (c) coleta, tratamento e análise dos dados; (d) comunicação; (e) tomada de decisão; (f) meta-avaliação. Na etapa correspondente à sensibilização, e elaboração do presente relatório de Autoavaliação, as principais ações foram: apresentação dos Relatórios de Autoavaliação à comunidade acadêmica (docentes, discentes e corpo técnico-administrativo). discussões com a mantenedora (representada pela Superintendência), Reitoria, coordenadores dos cursos de graduação e coordenadores dos cursos de pósgraduação lato e stricto sensu sobre o impacto da Autoavaliação na Instituição. análise dos comentários recebidos da comunidade interna sobre o processo. sessões públicas de discussão sobre os resultados levantados pela Comissão Própria de Avaliação com Discentes, Docentes, Corpo-Técnico Administrativo e Mantenedora, de forma a ratificar os princípios de participação e transparência para com a comunidade acadêmica. Constante atualização do portal da Comissão Própria de Avaliação na Internet, no qual todos os interessados podem acessar e saber mais sobre o sistema de Autoavaliação da Instituição. Na etapa destinada ao diagnóstico, as principais ações foram: levantamento e estudo dos documentos oficiais (PDI, Projetos Pedagógicos dos cursos de graduação, entre outros) que definem as políticas, prioridades e valores do Centro Universitário FECAP. 13

14 levantamento das informações produzidas pelo processo de Autoavaliação e demais informações do Centro Universitário FECAP, identificando sua periodicidade, responsáveis e relatórios correspondentes. Quanto à coleta, tratamento e análise dos dados, as seguintes ações ocorreram: revisão dos instrumentos existentes. elaboração de novos instrumentos. definição das amostras para as pesquisas. discussões sobre as estratégias para coleta dos dados. análise qualitativa e quantitativa dos dados obtidos. elaboração e discussão do Relatório de Autoavaliação com base nos documentos institucionais analisados e nos resultados obtidos das pesquisas. As pesquisas realizadas pela Instituição para subsídio ao processo de Autoavaliação foram: - Avaliação Institucional Discente (survey com avaliações dos discentes sobre diversas dimensões da IES). - Avaliação dos Docentes Pelos Discentes (Avaliação dos alunos sobre os professores). - Avaliação Institucional Docente (survey com avaliações dos docentes sobre diversas dimensões da IES). - Avaliação Institucional dos Técnico-Administrativos (survey com avaliações dos técnicoadministrativos sobre diversas dimensões da IES). - Avaliação dos Egressos (survey com avaliações dos egressos sobre diversas dimensões da IES). - Avaliação Qualitativa (RECORDI Reunião dos Coordenadores com os Discentes). - Avaliação de Desempenho Discente (Programa de Educação Dinâmica Progressiva). - Avaliação do Programa de Nivelamento pelos Discentes. É válido ressaltar que as surveys (pesquisas de questões fechadas) permitem comentários dos participantes. 14

15 As pesquisas realizadas seguiram as seguintes diretrizes: elaboração de instrumentos de pesquisas ou revisão dos existentes; definição da amostra; discussão sobre estratégias para a coleta dos dados; realização de pré-teste do instrumento; avaliação do pré-teste; realização dos ajustes necessários nos questionários; realização da pesquisa com os discentes, docentes, coordenadores de cursos e funcionários técnico-administrativos da Instituição; leitura ótica e tabulação dos dados coletados; a realização de análises estatísticas, utilizando os programas estatísticos SPSS (Statistical Package for The Social Sciences),Excel, entre outros; emissão de relatórios parciais e finais; e a submissão dos relatórios à Reitoria e órgãos colegiados do Centro Universitário FECAP. Em processos avaliativos institucionais, respostas às questões levantadas devem ser buscadas junto a diversificados grupos de interesse e com diferentes referenciais, ou seja, a busca de respostas demanda um rompimento de endogenia apenas a universidade falando de si mesma para si mesma e um rompimento com certas hegemonias grupos específicos falando por todos os grupos (Gatti, 2006). Para tanto, promove-se a discussão aberta dos Resultados levantados pela CPA nas Reuniões do CONSEPE e CONSUNI, com representação de todas as partes interessadas. Ademais, a composição da CPA, com representantes de discentes, docentes, técnico-administrativos e sociedade civil organizada, demonstra tal preocupação. Cabe ressaltar que a CPA é ciente de que a construção de indicadores baseados em surveys é parte do processo avaliativo, mas não um fim em si mesmo: dimensões de difícil quantificação da complexa realidade universitária como a interação da escola com entidades científicas, pedagógicas, de trabalho etc. são presentes nas reflexões sobre desempenho presente e o futuro da Instituição, sendo o juízo de valor parte do processo. As avaliações qualitativas utilizaram a técnica de Focus Group (utilizada quando o objetivo é explanar como as pessoas consideram determinadas experiências, idéias ou eventos, pois o debate ocorrido nas reuniões é efetivo em fornecer informações sobre o que as pessoas pensam, sentem ou agem). Estas reuniões são chamadas na FECAP de reuniões do RECORDI (Reunião da Coordenação com os Discentes), tendo como objetivo principal o debate em grupo, para a coleta das percepções, expectativas e desejos da comunidade acadêmica a respeito da real situação e do futuro do Centro Universitário FECAP. 15

16 O presente Relatório de Autoavaliação foi enviado ao MEC em Os Resultados deste Relatório foram comunicados à comunidade via intranet. Assim como ocorrido em anos anteriores, o relatório é objeto de reuniões específicas, e ações para sanar os problemas apontados são debatidas. O Relatório foi encaminhado para apreciação da Reitoria e dos órgãos colegiados. Serão realizadas, quando necessárias, reuniões para esclarecimentos de pontos específicos do Relatório. Quanto à etapa da tomada de decisão, os órgãos competentes da Instituição, após ampla avaliação do Relatório Final, definirão ações corretivas e preventivas (ver, nesse sentido, CNE, 1993; SOUZA e SOUZA, 1997). A meta-avaliação, por sua vez, é caracterizada pela reavaliação do próprio processo de Autoavaliação, com a correção de falhas, projeção para as próximas auto-avaliações, bem como para o próximo PDI da Instituição. A atividade de revisão do processo vem sendo realizada a cada rodada e a cada pesquisa, tanto nas reuniões do CONSEPE e CONSUNI como nas reuniões da CPA. 16

17 3. DESENVOLVIMENTO: RESULTADOS OBTIDOS E ANÁLISE 3.1 DIMENSÃO 1: A MISSÃO E O PLANO DE DESENVOLVIMENTO INSTITUCIONAL Ações Programadas O planejamento era o de avaliar: a articulação entre o PDI e os demais projetos da Instituição; a coerência e a factibilidade do PDI; a existência de mecanismos de controle do seu efetivo cumprimento; e o cotejamento dos resultados das avaliações com os objetivos e metas estabelecidos no PDI Ações Realizadas Como planejado, foi realizada a análise dos principais documentos institucionais (PDI, Projetos Pedagógicos dos Cursos, Atas de Reuniões dos Órgãos Colegiados Superiores etc.). Também foram analisados os relatórios de avaliação externa e os resultados das pesquisas efetuadas. Por fim, foram realizadas reuniões com os dirigentes para sanar as dúvidas existentes e aprofundar o conhecimento da realidade institucional. Tais ações atendem à proposta de Souza (2006): (a) a avaliação deve ser simples; (b) a avaliação deve contribuir para reforçar a identidade da Instituição; (c) avaliação não é regulação, mas esta é necessária à universidade; (d) priorizar as dimensões: a missão como referência da Autoavaliação Resultados Obtidos Os resultados obtidos são apresentados a seguir: Finalidades, Objetivos e Compromissos da Instituição, Explicitados e Documentos Oficiais A Instituição define claramente no seu PDI as suas finalidades, objetivos e compromissos. Tais explicitações podem ser também observadas tanto em seu Estatuto como nos Projetos Pedagógicos dos Cursos, das diversas unidades. 17

18 As finalidades são entendidas como um desdobramento da missão institucional. Estão descritas na subseção 1.1 do PDI (p.8). Quanto aos objetivos e metas, estão descritos na subseção 1.5 do PDI (p ). Para cada objetivo, são apresentadas metas com a definição clara em termos quantitativos e de prazos para o cumprimento. O PDI em vigência corresponde ao período de 2010 a Concretização das Práticas Pedagógicas e Administrativas e suas Relações com os Objetivos Centrais da Instituição, Identificando Resultados, Carências, Possibilidades e Potencialidades Com base no Relatório de Controle de Implementação do PDI, que incorpora os resultados das avaliações internas e externas, pode-se afirmar que as práticas pedagógicas e administrativas estão sendo implementadas de forma coerente com os objetivos traçados. A seguir, são apresentados os objetivos e as metas da Instituição para o período de vigência entre 2010 e Para o acompanhamento dos objetivos e metas traçados para este quinquênio, continuará sendo empregado o mecanismo intitulado Relatório de Controle de Implementação do PDI - RECIP. Cabe informar que o RECIP constitui-se em um instrumento de controle que atende a diversos usuários na gestão da organização. Mais especificamente, o RECIP é usado em reuniões de órgãos colegiados, como o CONSUNI e CONSEPE, e em outras instâncias da gestão universitária, a exemplo da CPA. Em função disso, não por coincidência, várias fontes de informação do RECIP são relatórios da CPA e atas de reuniões do CONSUNI e CONSEPE. 18

19 BIBLIOTECA Objetivos Metas Planejado 1 Levar à percepção da real importância da biblioteca 2 Participar das decisões didáticopedagógicas do Colégio, Graduação e Pós-Graduação Lato e Stricto Senso 3 Ampliar suas funções assumindo seu papel pedagógico 4 Unificar e disseminar a produção científica da instituição 5 Atualizar e ampliar o conjunto de recursos informacionais 6 Aperfeiçoar os cursos livres presenciais 7 Aumentar a carteira de clientes para cursos in company 8 Ampliar a oferta de cursos na modalidade EAD e a política formal de relacionamento com fornecedores 9 Assegurar a oferta de recursos físicos de excelência para a execução das atividades de ensino, de pesquisa e de extensão 10 Buscar continuamente práticas de planejamento e gestão acadêmica e administrativa de vanguarda, 1 Comunicação - corpo discente Comunicação - corpo docente Participar das comissões e reuniões Criar um portfólio de cursos Criar uma sala multimídia Criar a biblioteca digital CURSOS DE EXTENSÃO Criar um repositório institucional Manter o nível de avaliação Crescer 146% Carteira com 60 empresas Carteira com 120 empresas Carteira com 180 empresas Carteira com 240 empresas Carteira com 300 empresas Menu com 7 cursos Menu com 12 cursos Menu com 17 cursos Menu com 22 cursos Menu com 27 cursos 2014 TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO 1 Aumentar a banda Aumentar a velocidade da rede Equipamentos atualizados Softwares para gestão de Teses Software - busca de Plágio Ambiente Moodle para o Mestrado Software Padronizador de Teses Situação Realizado Não iniciado Não iniciado Não iniciado Atrasado Em andamento Não iniciado Em andamento Em andamento Realizado Em andamento Não iniciado Não iniciado Não iniciado Atrasado Atrasado Não Iniciado Não iniciado Não iniciado Não iniciado Não iniciado Não iniciado Em andamento Atrasado Não iniciado Não iniciado 19

20 prestando serviços de forma que Professores e Alunos possam dedicar mais tempo para as atividades-fim 5 Software de WebConference Solução de software de Gestão Núcleo de Apoio Tecnológico Software - Business Intelligence Sistema de Controle de Eventos HelpDesk 100% WEB Sistema de controle Sistema - Docente avalia discente Sistema - Registro de diplomas Sistemas - Ocorrências Não iniciado Não iniciado Não iniciado Não iniciado Não iniciado Realizado Não iniciado Em andamento Não iniciado 11 Contar com Corpo Docente de elevado gabarito 10 Buscar continuamente práticas de planejamento e gestão acadêmica e administrativa de vanguarda, prestando serviços de forma que Professores e Alunos possam dedicar mais tempo para as atividades-fim 12 Qualificar o corpo técnicoadministrativo 13 Incrementar a qualidade do trabalho dos colaboradores 14 Promover a melhoria contínua dos processos GESTÃO DE RECURSOS HUMANOS 1 Docentes em tempo integral Gestão por Competências - TI, RH, Segurança e Limpeza. Gestão por Competências - Compras e Financeiro Gestão por Competências - Contabilidade Gestão por Competências - Engenharia e Manutenção Ao final de cada ano do quinquênio Em andamento Em andamento Não iniciado Não iniciado Não iniciado 19 Cursos para Funcionários 2010 Em andamento SECRETARIA 1 Cursando o nível superior Avaliação periódica Diminuir o lead time Integração das secretarias 2011 Em andamento Em andamento Realizado Realizado GRADUAÇÃO 15 Aprimorar as práticas de gestão acadêmica 16 Aprimorar o processo ensinoaprendizagem e ampliar a oferta de atividades e programas, de forma a buscar a excelência na formação de pessoal de nível superior 17 Contar com Corpo Docente 1 Planejamento pedagógico 2 Sistema de avaliação 3 4 Mudanças no sistema de avaliação Programa de orientação profissional 5 Curso - "formação geral" 6 Programa de estudos avançados 1 Perfil de titulação dos docentes 2010/2-2011/1 2010/1-2011/1 2012/ em diante 2011 em diante 2012 em diante 2010 em diante Em andamento Em andamento Em andamento Em andamento Não iniciado Não iniciado Em andamento 20

Relatório de Autoavaliação 2012

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