Resolução Consun nº 15/2010 de 25/06/2010. Diretrizes do Comitê de Apoio à Autoavaliação Institucional

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1 Resolução Consun nº 15/2010 de 25/06/2010 Diretrizes do Comitê de Apoio à Autoavaliação Institucional 25 de Junho de 2010

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3 Diretriz do Comitê de Apoio Técnico a Autoavaliação Institucional O Comitê de Apoio Técnico à Avaliação Institucional, de nível táticoperacional, formado por técnicos-administrativos, responsável pelo fornecimento de informações que subsidiarão a elaboração do relatório anual de autoavaliação institucional da Comissão Própria de Avaliação e, consequentemente, provedor de diálogo mais dinâmico com a comunidade universitária, devido a apresentação das multifaces da indissociabilidade do Ensino, da Pesquisa e da Extensão na Instituição. Justificativa O Processo de autoavaliação institucional da Universidade Católica de Brasília UCB foi iniciado no ano de 1999, com o Programa de Avaliação Institucional PAIUCB. O programa tem por objetivo implementar um processo contínuo e permanente de avaliação institucional, que contribua para a revisão crítica e o aperfeiçoamento do projeto social, acadêmico e pedagógico da UCB, mediante a realização de etapas de avaliação interna e externa, dirigidas a todas as instâncias da Universidade. A demanda por avaliação de uma forma mais integrada, vivenciada pela indissociabilidade entre ensino, pesquisa e extensão, oportuniza uma gama muito alta de avaliações e informações para a composição do relatório anual de Autoavaliação Institucional que, também contempla a avaliação do desempenho dos projetos, da gestão e do plano de ação. A Diretoria de Desenvolvimento como co-responsável pelo processo e desenvolvedora dos relatórios de autoavaliação e dos instrumentos de comunicação à comunidade acadêmica, carece de apoio técnico administrativo das áreas envolvidas - todos os setores da instituição - para o agrupamento e unificação das informações das 10 dimensões indicadas pelo CONAES e avaliação externa, sendo : 1) A missão e o Plano de Desenvolvimento Institucional; 2) As políticas para o Ensino, Pesquisa e Extensão; 3) Responsabilidade social da instituição; 4) A comunicação com a sociedade; 5) Política de pessoal e carreira do corpo docente e do corpo técnico-administrativo; 6) Organização e gestão da instituição, representatividade dos órgãos colegiados; 7) Infraestrutura física; 8) Planejamento e avaliação, especialmente em relação aos processos, resultados e eficácia da autoavaliação institucional; 9) Políticas de atendimento aos estudantes; 10) Sustentabilidade

4 financeira, tendo em vista o significado social da continuidade dos compromissos na oferta da educação superior. Como cumprimento do quesito indispensável ao Planejamento e ao Plano de Desenvolvimento Institucional/PDI e do Sistema Nacional de Avaliação da Educação Superior/SINAES, que através de reflexões indutoras da melhoria da qualidade acadêmica, propuseram à sociedade uma avaliação que se distingue do mero controle, pois seus processos de questionamento, conhecimento e julgamento se propõem principalmente a melhorar o cumprimento dos compromissos institucionais, por meio da elevação da consciência e da análise crítica do conjunto de práticas de dinâmicas institucionais. Não se esquecendo de levar em conta a história e a cultura de cada instituição, exercitando a sua liberdade sem deixar de se submeter ao cumprimento das normas oficiais, os critérios, os indicadores e os procedimentos gerais. Além disso, a avaliação deve servir de instrumento para aumentar a consciência sobre a identidade e as prioridades e potencialidades. A repetição desta prática ações avaliativas acaba por reduzir as dúvidas, as ambiguidades e promovem inovações a favor da melhoria da vida comunitária, das unidades, dos cursos e dos programas. Como referência de regulação destaca-se a Lei nº , de 14 de abril de 2004 e os instrumentos de avaliação externa do MEC, que podem ser acessados no portal do MEC Diante de todas essas prerrogativas, supra citadas, a criação do Comitê de Apoio Técnico à Avaliação Institucional, formado por pessoas do corpo Técnicoadministrativo, como grupo táticoperacional é responsável pelo provimento de informações que subsidiarão as ações da CPA e, consequentemente uma melhor comunicação com a sociedade por parte da Instituição. O papel do Comitê de apoio é de suma importância, pois é por meio da movimentação em busca de resultados avaliativos e revisão das ações para melhoria dos processos, que a instituição de ensino se alvitra a realizar, para que a CPA tenha o seu respaldo técnico e garantia de eficácia do PAIUCB. Compete à CPA a homologação do PAIUCB, além de propor sistemas de avaliação para o seu desenvolvimento, assegurando consulta e participação à comunidade interna (Normas da CPA/UCB 2004). As informações coletadas pelo comitê de apoio serão encaminhadas pela Diretoria de Desenvolvimento às reuniões da CPA para discussão e análise. Caso seja necessário, a CPA proporá orientação de mudanças nas ações avaliativas das unidades. Caberá à Coordenação de Avaliação Institucional conduzir os processos, trabalhos e ações do Comitê de apoio técnico.

5 Esses trabalhos técnicos já são realizados e unificados (informação) dentro de cada unidade institucional (PRG, PRPGP, PROEX, Diretoria de Desenvolvimento, Diretoria de Comunicação, Biblioteca, Secretaria acadêmica e setores da Administração), o que mostra o quão importante são esses trabalhos e a relevância do processo de avaliação para a UCB. Os colaboradores que compõem o comitê de apoio são vistos como preceptores de informação (interlocutores), de acontecimentos (ações) dentro das unidades, com vistas ao cumprimento da missão e do PDI da UCB. Esses colaboradores serão viabilizadores (instrumentos de comunicação) entre os gestores institucionais e os membros da CPA. A análise crítica da coleta desses dados será processada pela Diretoria de Desenvolvimento, por meio da coordenação de avaliação institucional, que as encaminha para discussão junto aos membros da CPA, que referendam os relatórios e sugerem apresentá-los à comunidade universitária. Parte desse trabalho forma a base para a tomada de decisão dos órgãos de deliberação e administração superior da UCB. Cabe destacar que tal procedimento não pode burocratizar de forma a inviabilizar as tomadas de decisão. Para isso, a Diretoria de Desenvolvimento estará sempre atenta à escuta da comunidade universitária, discutirá com a alta gestão da UCB as ações e resultados para a tomada de decisão que exige reações mais imediatas. Objetivos do Comitê de Apoio à Autoavaliação Viabilizar os processos de elaboração do relatório anual de autoavaliação institucional. Identificar as necessidades de avaliação de cada unidade. Coletar dados do seu setor, referentes à avaliação interna. Produzir informação para encaminhamento à CPA. Construir de forma integrada os relatórios de autoavaliação do setor que é representante. Na coleta de dados setoriais, para encaminhamento à Diretoria de Desenvolvimento, deve ser observado o instrumento do CONAES de autoavaliação e o relatório de autoavaliação do ano anterior. Ressalta-se que o comitê de Apoio à Autoavaliação Institucional não é órgão deliberativo, mas sim, um agregador de informações para fortalecer a operacionalização de todo processo de avaliação interna. Esse comitê foi esboçado

6 como alcances sistematizados para a avaliação estratégica, como respostas aos novos desafios e melhoria dos instrumentos aplicados e, como subsídio para o aprimoramento da gestão. O Plano Estratégico , no objetivo estratégico nº 2 Implantar a dinâmica de gestão estratégica na instituição - contempla no item 5, a ação de implementar processo sistêmico de avaliação. Assim sendo, a criação deste comitê viabilizará com maior eficiência a política institucional. É tarefa da Diretoria de Desenvolvimento encaminhar à CPA as informações coletadas pelo Comitê de apoio à autoavaliação institucional; publicar em conjunto com a Diretoria de Comunicação os resultados das autoavaliações e; acompanhar as ações referentes aos resultados das autoavaliações. Metodologia de Trabalho Trimestralmente será apresentado relatório dos resultados das ações das unidades e sugestão de trabalhos de autoavaliação de acordo com as necessidades de cada setor/unidade. O Comitê de Apoio Técnico da Autoavaliação Institucional definirá a metodologia a ser implementada para a coleta das informações dentre os sistemas já existentes na instituição (tais como: stratus e RM), o instrumento que for mais acessível ao colaborador respondente dos questionários. Também, o Comitê informará qual é o meio de maior acessibilidade para que a Diretoria de Comunicação e a Diretoria de Desenvolvimento possam efetivar a campanha de sensibilização da comunidade Universitária para preenchimento do questionário e divulgação dos resultados. O Comitê de apoio técnico se reunirá quinzenalmente ou quando couber, convocará reunião extraordinária. Contará com representantes dos colaboradores técnicos-administrativos das seguintes áreas: Diretoria de Desenvolvimento 03 representantes o Analista de Avaliação Institucional o Analista de Planejamento Estratégico o Estatístico Secretaria Geral 01 representante o Analista de Secretaria Geral PRG 06 representantes

7 o UADA Analista Administrativo o UADE Analista de Planejamento Educacional Áreas de conhecimento (04) Representante do Planejamento Educacional UCB Virtual 02 representante o Representante do Planejamento Educacional PRPGP 02 representantes o Representante da gestão da Pró-reitoria o Representante da Diretoria de Pesquisa PROEx 02 representantes o Representante da gestão da Pró-Reitoria o Representante das Diretorias de Extensão Diretoria de Comunicação/ DICOM 02 representante o Analista de comunicação interna o Representante do Atende Assessoria Especial para Assuntos Administrativos e Financeiros 03 representantes o Representante da Prefeitura o Representante do setor Financeiro o Representante do apoio ao usuário Secretaria Acadêmica 03 representantes o Analista acadêmico da UCBV o Analista acadêmico da Pós-Graduação o Analista acadêmico da Graduação Biblioteca 01 representante o Representante da gestão do Sistema de Biblioteca Esses representantes são pessoas capazes de fornecer dados e ter acessibilidade para coletá-los dentro de suas unidades.

8 Referências Brasil. Ministério da Educação. Comissão Nacional de Avaliação da Educação Superior CONAES. Orientações gerais para o roteiro da autoavaliação das instituições Decreto 5773, de 9/5/2006 DOU seção 1, 10/5/2006, p.6. Universidade Católica de Brasília. Plano Estratégico Coordenação Edson Kenji Kondo; Rodrigo Camilo Aragão. Brasília: UCB, f.. Plano de Desenvolvimento Institucional. Coordenação Claudio Chauke Nemer: UCB. Brasília: UCB, Projeto Pedagógico Institucional. Conselho de Ensino, Pesquisa e Extensão (Consepe). Brasília: Universa, f.. Plano de Ação Diretoria de Desenvolvimento; coordenação Paulo Henrique Alves Guimarães; Rodrigo Camilo Aragão: não publicado.

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