PROJETO POLÍTICO PEDAGÓGICO: ALGUNS ELEMENTOS PARA ANÁLISE 1

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1 PROJETO POLÍTICO PEDAGÓGICO: ALGUNS ELEMENTOS PARA ANÁLISE 1 Introdução Ana Caroline De Oliveira Padilha 2 Andréia Florencio Eduardo 3 Débora Villetti Zuck 4 Márcia Sabina Rosa 5 Michely Pimentel 6 Sharon Russo 7 Ao tomarmos como princípio fundamental a inserção da escola na sociedade, consideramos o movimento de redemocratização" que é produzido na década de 1980 como, de certo modo, precursor da gestão democrática que se implementa na escola na década de 1990, através por exemplo, da elaboração do Projeto Político-Pedagógico. Uma concepção de gestão escolar democrática pressupõe a participação da comunidade escolar que compreende: Conselho Escolar, Associação de Pais, Mestres e Funcionários, Grêmio Estudantil, Equipe Pedagógica, alunos e Funcionários. Deste modo, quando se afirma que a elaboração do PPP deve se dar de forma coletiva, pressupõe-se que todos os envolvidos nesse processo devem ter claro quais os objetivos e as finalidades que a escola pretende realizar, considerando as condições concretas da mesma. Mas, essa participação coletiva de fato se concretiza? A elaboração do Projeto Político Pedagógico possibilita realmente a gestão democrática na escola? Que objetivos o Projeto Político Pedagógico realiza na escola? Tendo em vista, a discussão de questões como estas, organizamos o presente trabalho em três partes. Na primeira, apresentamos como a proposta de elaboração do Projeto Político Pedagógico revela-se na legislação federal: Constituição de 1988, Lei de Diretrizes e Bases da Educação 9394/1996 e Plano Nacional de Educação de Na segunda parte, apresentamos como alguns autores que tratam desta temática, concebem o PPP (concepção, finalidades, elementos que compõem, forma de elaboração e dificuldades encontradas no 1 Artigo elaborado na disciplina de Pratica de Ensino I a partir de atividades realizadas em uma escola da rede municipal de ensino, sob orientação da Professora Isaura Monica Souza Zanardini. 2 Acadêmica do 3º ano do curso de Pedagogia da UNIOESTE Campus Cascavel; 3 Acadêmica do 3º ano do curso de Pedagogia da UNIOESTE Campus Cascavel; 4 Acadêmica do 3º ano do curso de Pedagogia da UNIOESTE Campus Cascavel; Bolsista de Iniciação Científica e Integrante do Grupo de Pesquisa GPPS; 5 Acadêmica do 3º ano do curso de Pedagogia da UNIOESTE Campus Cascavel; Bolsista de Iniciação Científica e Integrante do Grupo de Pesquisa GEPPES; 6 Acadêmica do 3º ano do curso de Pedagogia da UNIOESTE Campus Cascavel; 7 Acadêmica do 3º ano do curso de Pedagogia da UNIOESTE Campus Cascavel;

2 processo de elaboração). Na última parte, apresentamos considerações a partir do Projeto Político Pedagógico analisado, confrontando-o, de certo modo, com a legislação abordada e os autores estudados. Para a realização do trabalho, utilizamo-nos da seguinte metodologia: leitura e análise de textos sobre o tema; leitura e análise do Projeto Político Pedagógico da escola campo de estágio, pautada na realização de atividades que possibilitaram a caracterização da organização escolar, enfatizando a forma de gestão que se pretende como gestão democrática, e discussões do grupo juntamente com a orientadora. As atividades realizadas possibilitaram desvelar que há uma ênfase no Projeto Político Pedagógico como instrumento de transformação da escola e possivelmente da sociedade, ao atribuir à escola um caráter de redenção. Mas evidenciou-se que há uma grande dificuldade na elaboração coletiva do PPP, sendo que sua construção se deu de forma fragmentada e como uma exigência burocrática. 1. Uma análise do PPP na legislação O processo de democratização na escola passa a ser ambicionado, mais precisamente na década de 1980, por ser um processo que emerge da redemocratização da sociedade brasileira que se inicia no final da década de 1970 culminando com o fim da Ditadura Militar em Sendo a escola um dos elementos constituintes da sociedade, esta democracia passa a ser formalizada a partir da Constituição de 1988, tendo como um dos princípios básicos a gestão democrática. Essa gestão está pautada em alguns princípios básicos como: autonomia, participação e descentralização. Na década de 1980 esses elementos aparecem de maneira efetiva em muitos documentos, federais e estaduais, com o intuito da participação nas deliberações das ações da escola, inclusive as pedagógicas. Mas na década de 1990 a participação, a descentralização e a autonomia passam a expressar as concepções neoliberais associadas a um processo de reestruturação do modo capitalista de produção, tendo como sustentação a ineficiência que esses princípios, na década anterior, ocasionaram na produtividade do Estado e das instituições que estão relacionadas a ele. É desta forma que a gestão democrática vem respaldada pela Reforma do Estado que acontece no Governo do Presidente Fernando Henrique Cardoso ( ) redefinindo o papel e a organização da escola. Entende-se que para que uma escola seja eficiente há que se colocar ênfase na sua gestão, ou seja, no papel do diretor, que passa a dividir responsabilidades com as instâncias colegiadas (Conselho Escolar, Associação de Pais e Mestres, Grêmio Estudantil, Professores, e

3 Funcionários). Um meio de institucionalizar a gestão democrática é a elaboração, execução e avaliação do Projeto Político Pedagógico. Na Lei nº.9394, de 20 de dezembro de 1996, que estabelece as Diretrizes e Bases da Educação Nacional, no que se refere aos Princípios e Fins da Educação Nacional, o Art. 3º vem falar dos princípios em que o ensino será ministrado, vale frisar que os incisos III e VIII se remetem ao indicativos que constam na Constituição Federal de Quanto a Organização da Educação Nacional, o Art. 12 da LDB. estabelece que os estabelecimentos de ensino terão a incumbência de: I - elaborar e executar sua proposta pedagógica; II - administrar seu pessoal e seus recursos materiais e financeiros; [...] VI - articular-se com as famílias e a comunidade, criando processos de integração da sociedade com a escola; VII - informar os pais e responsáveis sobre a freqüência e o rendimento dos alunos, bem como sobre a execução de sua proposta pedagógica [...]. (BRASIL,, 1996) Já o Art. 13 explicita que os docentes terão como encargos: I - participar da elaboração da proposta pedagógica do estabelecimento de ensino; II - elaborar e cumprir plano de trabalho, segundo a proposta pedagógica do estabelecimento de ensino [...] (Idem, ibidem). O Art. 14 afirma que: Os sistemas de ensino definirão as normas da gestão democrática do ensino público na educação básica, de acordo com as suas peculiaridades e conforme os seguintes princípios: I - participação dos profissionais da educação na elaboração do projeto pedagógico da escola; II - participação das comunidades escolar e local em conselhos escolares ou equivalentes (Idem, ibidem). Por fim, no Art. 15, afirma-se que [...] os sistemas de ensino assegurarão às unidades escolares públicas de educação básica que os integram, progressivos graus de autonomia pedagógica e administrativa e de gestão financeira, observadas as normas gerais de direito financeiro público (Idem, ibidem). No Plano Nacional de Educação, ao tratar dos objetivos e prioridades, a referência ao Projeto Político Pedagógico aparece enquanto: [...] democratização da gestão do ensino público, nos estabelecimentos oficiais, obedecendo aos princípios da participação dos profissionais da educação na elaboração do projeto pedagógico da escola e a participação das comunidades escolar e local em conselhos escolares ou equivalentes (BRASIL, 2001, p. 4). E, ao tratar dos objetivos da gestão democrática, o Plano indica que cada sistema de ensino deve definir normas e diretrizes gerais de gestão democrática do ensino público, que sejam desburocratizantes e flexíveis, para desta forma, estimular a iniciativa e ações inovadoras. Recomenda ainda o desenvolvimento de um padrão de gestão que esteja pautado na

4 destinação de recursos para as atividades-fim, na descentralização, na autonomia da escola, na eqüidade, na aprendizagem dos alunos e na participação da comunidade. O Plano Nacional aponta ainda como objetivos da gestão democrática: 27. Apoiar tecnicamente as escolas na elaboração e execução de sua proposta pedagógica. 28. Assegurar a autonomia administrativa e pedagógica das escolas e ampliar sua autonomia financeira, através do repasse de recursos diretamente às escolas para pequenas despesas de manutenção e cumprimento de sua proposta pedagógica. (idem). Além desse entendimento, ressalta a importância de conter no Projeto Político Pedagógico, objetivos como a melhoria da infra-estrutura física das escolas e das condições de tecnologias educacionais, assim como, a qualificação de professores por meio de cursos e/ou programas de formação. O Plano Nacional de Educação retoma o que está posto na Constituição, ao reafirmar que o PPP é a expressão da organização de dada escola. Como instrumento de uma organização escolar pautada na gestão democrática, indica-se a instituição dos conselhos escolares. 2. Concepções de Projeto Político Pedagógico: uma análise a partir de alguns autores O processo de discussão em torno da necessidade de elaboração do PPP culminou com a institucionalização da gestão democrática a partir da Constituição de Em meio a esse movimento, diversos autores vem pesquisando esta temática e sustentando, deste modo, o processo de elaboração do Projeto Político Pedagógico nas escolas públicas. Diante disso, o texto apresenta nesta seção, a exposição e análise acerca da forma como os autores que elegemos para estudo concebem o PPP. Segundo Rios, [...] o Projeto Político Pedagógico é um norte para a organização das atividades escolares. De acordo com o dicionário, projeto significa lançar para adiante. Plano, intento, desígnio. Empresa, empreendimento. Redação provisória de lei. Plano geral de edificação (2007, s/p). Nessa mesma direção, a autora afirma que o PPP é o planejamento do trabalho que se tem a intenção de realizar, ou seja, uma relação com o futuro a partir do presente contexto; sendo assim, é um mapa de orientação para guiar a prática educativa.

5 O Projeto Político Pedagógico precisa apresentar a possibilidade de alcançar os objetivos propostos/traçados, planejando e encaminhando a busca por uma direção competente, considerando os recursos que a escola dispõe. A sua elaboração deve se dar de modo coerente e sistemático, prevendo como recurso um espaço para reflexão e disseminação de idéias, em que a situação da escola e o confronto do que se tem com o que se pretende construir sejam levados em consideração. Pois, [...] é no próprio real que se encontram as possibilidades de realização de algo ideal [...] (2007, s/p). Ainda segundo esta autora, o PPP precisa reconhecer os limites e as possibilidades do contexto escolar, definir os princípios que irão nortear as ações educativas, estabelecer caminhos e etapas para o trabalho e por fim designar tarefas para as pessoas envolvidas. Devem estar presentes no PPP os princípios que fundamentam o processo de trabalho, assim como o plano geral de edificação. Segundo Rios, o PPP deve ser um espaço para olhar para o futuro e considerar a provisoriedade contando com as eventuais interferências. Do mesmo modo, deve prever a ação, o empenho e o processo para a construção do trabalho. Portanto a escola precisa criar uma relação de interdependência com a sociedade e com os órgãos centrais do sistema educacional; e os diretores enquanto articuladores dos projetos não devem fazê-los isoladamente, nem por uma determinação pessoal, mas procurar estabelecer relações no trabalho coletivo. Conforme o texto Projeto Político Pedagógico da Escola Pública do Governo do Paraná, elaborado pela Secretaria de Educação, o PPP configura-se como um texto que representa os limites e as possibilidades de cada escola, ou seja, um referencial para a organização do trabalho pedagógico escolar, sendo uma síntese do processo vivido pelo coletivo. Propõe-se, nesse texto, como finalidade, repensar, refletir e incorporar novas idéias e formas democráticas à prática educativa, contribuindo para o fortalecimento do processo participativo e democrático no espaço escolar, pois é através da construção coletiva e de uma rigorosa análise da prática educativa que se dá elaboração de um Projeto Político Pedagógico. O PPP de acordo com a Secretaria de Educação, deve conter os seguintes elementos: apresentação, identificação, objetivos gerais, marco situacional, conceitual e operacional, avaliação institucional do Projeto Político Pedagógico, intencionalidades político-pedagógicas e por fim, valores, crenças e características da comunidade em que a escola está inserida. Marques (2003), descreve em seu texto os resultados de uma pesquisa realizada na Rede Municipal de Ensino de Cabo de Santo Agostinho, na qual procurou explicitar como os sujeitos que compõem a comunidade escolar, e de modo particular os membros do conselho escolar entendem a elaboração do PPP.

6 Conforme os diretores das escolas pesquisadas pela autora, o PPP baseia-se em organizar a escola; para os professores e funcionários é um instrumento de planejamento escolar de melhoria da escola e participação. Serve segundo os mesmos, para trabalharem juntos. Os membros da comunidade, pais e mães, afirmam ter em vista a melhoria e desenvolvimento da escola. Os alunos entendem o PPP como um planejamento, participação de todos e qualidade de ensino. Os participantes do conselho escolar, afirmam que o PPP é um projeto de melhoria, desenvolvimento e produtividade da escola se for elaborado coletivamente com a comunidade escolar. De acordo com Salmaso (2007), o PPP contribui na construção da autonomia das escolas, uma vez que leva a comunidade escolar a participar de seu planejamento, na medida em que pode estar intimamente articulado ao compromisso sócio-político e com os interesses reais e coletivos da população majoritária. O PPP aparece também na argumentação deste autor, como instrumento de autonomia e domínio do trabalho docente pelos profissionais da educação, com vistas à alteração de uma pratica conservadora vigente no sistema público de ensino. Para Fonseca (2003), o PPP é uma proposta nacional voltada para a organização e funcionamento da escola pública para traçar seu próprio caminho. Cabe destacar que dentre os textos analisados, este é o único que apresenta considerações acerca dos limites da elaboração do PPP pelas escolas diante da determinação da política educacional estabelecida de forma centralizada e com interesses mais financeiros que pedagógicos. Gonçalves e Abdulmassih (2001) afirmam que o PPP é a busca de conhecimento da realidade e seu contexto. O PPP representa a possibilidade de compartilhar responsabilidades para alcançar desenvolvimento em todos os sentidos. É a ação de cada um para transformar a realidade da escola. Para isso é necessário que sua elaboração seja de forma coletiva, ou seja, todos os seus membros devem ser agentes do processo de construção. Sua finalidade é concretizar os ideais da escola, visando intervenções responsáveis e conscientes em benefício da coletividade, reorganizando o seu saber fazer. O PPP deve envolver uma dimensão política, expressando o tipo de aluno que a escola almeja formar, e uma dimensão pedagógica, exprimindo a possibilidade de tornar real a intenção da escola para com o aluno. Essas autoras ainda dizem que o que torna difícil a elaboração do Projeto é colocar em prática o exercício da autonomia para que haja a construção de uma escola democrática. Baffi (2002), outra autora estudada, ainda revela que Projetar significa tentar quebrar um estado confortável para buscar uma estabilidade, buscar um estado melhor que o presente

7 Para ela o PPP deve ser entendido de uma maneira a situar o objetivo da escola, e faz referência a Veiga, que diz que o Projeto Político Pedagógico deve apresentar as seguintes características: Ser processo participativo de decisões; preocupar-se em instaurar uma forma de organização de trabalho pedagógico que desvele os conflitos e as contradições; explicitar princípios baseados na autonomia da escola, na solidariedade entre os agentes educativos e no estímulo à participação de todos no projeto comum e coletivo: conter opções explícitas na direção de superar problemas no decorrer do trabalho educativo voltado para uma realidade específica; explicitar o compromisso com a formação do cidadão; nascer da própria realidade, tendo como suporte a explicitação das causas dos problemas e das situações nas quais tais problemas aparecem; ser exeqüível e prever as condições necessárias ao desenvolvimento e à avaliação; ser uma ação articulada de todos os envolvidos com a realidade da escola; ser construído continuamente, pois como produto, é também processo (Cf. VEIGA apud BAFFI, 2002, s/p) No documento elaborado pela Coordenação de Apoio à Direção e Equipe Pedagógica - CADEP - que compõe a Secretaria Estadual de Educação, reafirma-se o que já fora dito no texto Projeto Político Pedagógico da Escola Pública do Governo do Paraná, onde o Projeto Político Pedagógico é considerado como a própria organização do trabalho pedagógico escolar como um todo, em suas especificidades, níveis e modalidades, buscando a transformação da realidade social, na medida em que é ele quem alicerça o trabalho pedagógico, estabelece uma direção, fundamenta as transformações internas da organização escolar. Sob a ótica desses dois documentos, a construção do PPP representaria a possibilidade da passagem do sonho para a ação. Ainda de acordo com esse documento, representam dificuldades para a elaboração /execução do Projeto Político Pedagógico os seguintes aspectos: : Paralisia paradigmática X formação técnico-pedagógica; Confusões conceituais e imprecisão terminológica; Incoerência entre o discurso veiculado e a prática realizada; Resistência, insegurança e pouco envolvimento; Inexperiência em gestão democrática; Excesso de atividades burocráticas.

8 3. Algumas Considerações a partir da analise do PPP da escola campo de estagio a luz da legislação e dos autores estudados A proposta de estágio supervisionado, da disciplina Prática de Ensino, do curso de Pedagogia, encontra-se fundamentada no PPP do curso, que expressa o intuito de compreender a formação do educador numa perspectiva de refletir e articular as questões referentes ao contexto social onde a escola está inserida, como também de promover a relação entre a teoria e a prática educacional. Não obstante, apenas isso não basta, é preciso, também, intervir nessa realidade, sinalizando um posicionamento. A tarefa a que nos dedicamos, de análise do PPP da escola campo de estagio, esteve pautada nesse pressuposto Desse modo, a partir das leituras realizadas e da análise do PPP da escola, podemos dizer que em relação à categoria participação, componente da gestão democrática, parece haver duas perspectivas, requeridas por grupos de interesse distintos. A visão predominante é a de caráter liberal, onde a comunidade escolar estaria incumbida de executar tarefas para melhorar o nível de excelência da escola. A ideologia neoliberal, que perpassa esse discurso, evidencia a utilização de estratégias de manutenção como a distorção ou a restrição de conceitos como autonomia, descentralização e participação, que são inerentes ao PPP e a gestão democrática, a fim de enfraquecer e persuadir a organização dos educadores que lutam em prol de uma escola de qualidade. É na direção de implementar uma reforma de caráter neoliberal que a participação na elaboração do PPP é enfatizada na legislação e, de certo modo, é referendada pelos autores analisados, na medida em que, na sua grande maioria, não fazem uma discussão do contexto em que emerge o incentivo à elaboração do PPP, pois o tratam como instrumento de conquista de autonomia da escola, admitindo que há um processo de conflitos e negociações, já que sua construção constitui-se em um momento de aprendizagem democrática. Desse modo o projeto, calcado na participação coletiva, possibilita a organização da escola. Contrapondo-se a essa perspectiva, entende-se que a participação deveria se dar de forma efetiva, onde a comunidade escolar de fato teria o poder de decisão, para além da informação e de subsidiar financeiramente a escola (através da APMF), ou seja, também nas questões pedagógicas e administrativas. Essa participação leva a uma autonomia plena da escola, ultrapassando a autonomia que é institucionalizada, e que depende do compromisso político dos educadores, em não aceitar o que as esferas superiores impõe para a organização do trabalho pedagógico, afinal todas as escolas tem sua realidade específica. Dessa forma,

9 haveria uma descentralização real das decisões, onde a escola teria o poder efetivo de elaborar seu planejamento e receber o financiamento necessário para executá-lo. Na escola campo de estágio, a participação não se efetiva, pois de acordo com a observação realizada, percebeu-se que a construção do PPP não se deu desta forma, ainda que tenha envolvido toda a comunidade escolar em momentos fragmentados de elaboração do Projeto, não houve a discussão coletiva do mesmo em razão de questões burocráticas advindas de órgãos superiores e também a falta de professores. Percebeu-se, ainda, que o PPP tem por finalidade apenas executar ordens burocráticas e não aparece como norteador para os encaminhamentos pedagógicos como indicam os autores estudados. Há na escola, na verdade, um desconhecimento do PPP, visto que não há articulação entre a teoria indicada no documento sistematizado e a prática exercida na escola, e existem, também, divergências teóricas no interior do documento. Também é possível constatar que a participação e autonomia são restritas e se dão de forma intra-escolar, pois as instâncias superiores predeterminam as questões do currículo, por exemplo, e que se referem ao financiamento, visto que este é definido e direcionado tanto na quantidade que virá por aluno, quanto no que se refere a sua utilização. Por isso faz-se necessário uma prática cotidiana de discutir, decidir, trocar experiências, para então construir na escola um PPP que realmente seja a identidade da escola e não mero instrumento burocrático, feito para cumprir a norma e ser depois engavetado, mas que seja vivenciado por todos, em todos os momentos. Do jeito que está parece que a discussão estaria só no âmbito interno. Para superar a fragmentação do trabalho pedagógico é imprescindível que os educadores atuem no espaço escolar, tendo claro o significado do PPP, da importância da sua construção coletiva, da concepção de educação que tem em vista. Pois, conceber, coordenar, realizar e avaliar o PPP é de responsabilidade de todos que estão envolvidos com a escola. Logo, se democratizar a gestão das escolas implica condições de autonomia técnica, financeira e pedagógica, como indicam os autores estudados, para que as escolas possam administrar seu projeto educativo com responsabilidade, vemos que na escola pesquisada, assim como nas demais escolas públicas, essa gestão está longe de se concretizar, afinal, na sociedade em que a escola está inserida, o Estado busca o consenso entre as classes, a fim de manter e continuar reproduzindo o modelo capitalista. Para tanto, implementa políticas educacionais específicas que determinam o caráter e os limites da gestão democrática. Referências

10 BAFFI, Maria Adelia Teixeira. O planejamento em educação: revisando conceitos para mudar concepções e práticas. In.: BELLO, José Luiz de Paiva. Pedagogia em Foco, Petrópolis, Disponível em: <http://www.pedagogiaemfoco.pro.br/fundam02.htm>. Acesso em: 23 de agost BRASIL. Senado Federal. Constituição da República Federativa do. Brasília, Lei nº.9394, de 20 de dezembro de Diretrizes e Bases da Educação Nacional. Brasília, DF, Lei nº , de 9 de janeiro de Plano Nacional de Educação, Brasília, DF, PARANÁ. CADEP - Coordenação de Apoio à Direção e Equipe Pedagógica. A Construção Coletiva do Projeto Político-Pedagógico. Disponível em <http://www.dia-adiaeducacao.pr.gov.br/portals/portal/cadep/projeto_construcao2005.pdf.> Acesso em: 23 de agost de FONSECA, Marília. Projeto político pedagógico e o Plano de Desenvolvimento da Escola: duas concepções antagônicas de gestão escolar. Cad. CEDES v.23 n.61. Campinas dez GONÇALVES, Gláucia Signorelli de Queiroz; ABDULMASSIH, Marília Beatriz Ferreira. O projeto político: algumas considerações. Revista Profissão Docente (online), Uberaba, v. 1, n. 1, fev Acesso em LIMA, Antonio Bosco. Políticas Educacionais e o Processo de Democratização da Gestão Educacional. In: LIMA, Antonio Bosco (org). Estado, políticas educacionais e gestão compartilhada. São Paulo: Xamã, p MARQUES, Luciana Rosa. O Projeto Político Pedagógico e a Construção da Autonomia e da Democracia na Escola nas Representações Sociais dos Conselheiros. Revista Educação e Sociedade, vol. 24, n. 83, Campinas, agosto p Disponível em <http://www.cedes.unicamp.br>. Acesso em: 15 de agot. De RIOS, Terezinha Azerêdo. Significado e Pressupostos do Projeto Pedagógico. Disponível em: < Acesso em: 24 de agost. De SALMASO, José Luís; FERMI, Raquel Maria Bortone. Projeto Político-Pedagógico: Uma Perspectiva de Identidade no Exercício da Autonomia. Disponível em: <http://www.cefetsp.br/edu/sinergia/4p32c.html>. Acesso em 10 de agot. De VEIGA, Ilma Passos Alencastro. Projeto Político-Pedagógico da Escola: Uma construção Coletiva. In: VEIGA, Ilma Passos Alencastro (org). Projeto Político-Pedagógico da Escola: Uma construção Possível. Campinas-SP: Papirus, (Coleção Magistério: Formação e Trabalho Pedagógico). ZANARDINI, Isaura Mônica Souza; ROSA, Márcia Sabina; MICHELON, Edimor Antonio. A gestão Escolar no Paraná e no Brasil ( ): Alguns Elementos para análise. In: A organização do trabalho didático na história da Educação: Anais da VII Jornada do HISTEDBR História, Sociedade e Educação no Brasil, Campo Grande, 17 a 19 de setembro de 2007/ SAVIANI, Dermeval; et. al (orgs.). Campo Grande: UNIDERP, 2007.

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