PRODUÇÃO LIMPA: UM HISTÓRICO DA NECESSIDADE

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1 PRODUÇÃO LIMPA: UM HISTÓRICO DA NECESSIDADE Ivo José Fontes Silva* Maria Balbina de Carvalho Menezes** Eixo Temático: Práticas Investigativas RESUMO Este artigo desenvolvido no decorrer da disciplina Práticas Investigativas aborda as formas como as empresas produzem seus produtos, pois o que verifica-se é que essas só preocupam-se com a quantidade e nunca a forma de produzir. No atual cenário existem organizações que aplicam a produção Fim-de-Tubo, nesse tipo só há preocupação com os detritos gerados no fim do processo, acarretando degradação ao meio ambiente, porém outra forma utilizada é a produção limpa que tem como foco o controle desses materiais tóxicos que são lançados no ambiente desde do começo do processo, no dito popular é matar o mal pela raiz, ou seja, já aplicar uma gestão voltada para a sustentabilidade no começo da produção. Dessa forma ocorre uma diminuição considerável na degradação a natureza. O presente estudo verificou a necessidade e a viabilidade da aplicação da técnica de produção limpa, por ser viável tanto economicamente, quanto ecologicamente. PALAVRAS-CHAVE: Meio Ambiente. Produção Limpa. Responsabilidade Ambiental. ABSTRACT This article developed during the course Investigative Practice addresses the ways in which companies produce their products, because what there is is that they only care about quantity and not how to produce. In the current scenario there are organizations that implement output "End-of-pipe" in this type there is only concern with the waste generated at the end of the process, causing degradation to the environment, but otherwise is used to clean production that focuses on controlling these toxic materials are released into the environment since the beginning of the process, the adage is "kill the evil at its root," ie, already apply a management toward sustainability at the start of production. Thus there is a considerable decrease in the degradation of nature. This study examined the need and feasibility of applying the technique of clean production, to be both economically viable, and ecologically. KEYWORDS: Environment. Clean Production. Environmental Responsibility. INTRODUÇÃO Artigo cientifico do tipo revisão de literatura, proposto pela disciplina práticas investigativas que tem como propósito estimular práticas de estudos independentes que desenvolvam a autonomia intelectual e acadêmica do sujeito aprendente, desafiando-o na construção de outras descobertas e iniciar o aluno na pesquisa cientifica. *Graduando do Curso de Administração da Universidade Tiradentes. UNIT e LPPS/ITP. 4º Período; **Mestrado em Administração em Recursos Humanos pela Universidade Federal da Paraíba. COORDENADORA DO CURSO DE PLANEJAMENTO E GESTÃO DE PROJETOS SOCIAIS;

2 2 É verificável que ao decorrer dos anos, principalmente após a revolução industrial ocorrida na Inglaterra, aumentou significativamente a degradação ao meio ambiente, pois foi nesse período que ocorreu uma mudança notável, de um sistema de produção familiar para um de larga escala, porém o meio ambiente nem as pessoas estavam preparadas para tal mudança, pois os empresários não tinham como foco a proteção ao ambiente, dessa forma começou um intenso deposito de detritos que não eram utilizados pelas empresas, séculos se passaram e o cenário não modificou muito, ou seja, não há uma preocupação ambiental. Quando as empresas começaram a tentar aplicar uma gestão ambiental na produção, elas utilizaram uma prática chamada Fim-de-tubo, que objetiva só tratar dos resíduos gerados no fim do processo, porém tal método ainda não era suficiente, pois continuava uma grande degradação ao meio ambiente. A proposta da Produção Limpa é ter um enfoque preventivo, ou seja, aplicar o tratamento desde inicio do processo, pois verifica-se que se tiver um acompanhamento em todas as partes da produção teria uma diminuição considerável na geração de resíduos nocivos a natureza. Sendo a produção limpa uma técnica que tem como fundamento a não geração de nenhum tipo de matéria que não esteja relacionado ao produto, ela ocasiona uma diminuição nas perdas de matéria prima que antes era desperdiçada, ou seja, a empresa consegue ser sustentável e ter um aumento na produtividade, dessa forma a empresa alcança a ecoeficiência. HISTÓRICO DA NECESSIDADE DA PRODUÇÃO LIMPA A história mostra o quanto o processo produtivo, principalmente das empresas e indústrias, foi falho no quesito responsabilidade ambiental. A produção foi melhorada inúmeras vezes sempre objetivando produzir cada vez mais não importando os meios de alcançar tal intuito. O início do período é percebido com o começo da revolução industrial, final do século XVIII e inicio do XIX, até os dias atuais. Muitas empresas ainda não entenderam a necessidade de proteger o meio ambiente, uma vez que esse é um dos focos da produção limpa.

3 3 O advento da revolução industrial tomava o lugar da produção artesanal gerando uma produção em larga escala fazendo uso de maquinário e a partir desse ponto, inicia-se o processo produtivo industrializado. Silva (1978) cita uma carta de Atenas de 1933, redigida com clareza em que se pode notar uma critica em relação às cidades por eles estudadas caracterizadas como uma imagem do caos. O grupo também alertava que as cidades não possuíam condições de atender às necessidades primordiais biológicas e psicológicas de seus habitantes. Verifica-se que as cidades ainda não tinham capacidade de atender tal demanda, consequentemente destruía-se a natureza ao redor. A partir desse ocorre uma explosão no consumo dos produtos visto que cada vez mais se produzia para atender a demanda e durante esse processo de produção restavam resíduos nocivos ao ambiente os quais eram descartados sem a utilização de um método limpo que evitasse poluir o meio-ambiente. No final do século XIX, cresce a utilização do carvão mineral como fonte de energia, no entanto pelo fato desse combustível não ser renovável, ocasiona poluição. È possível perceber que nesse período não havia uma visível preocupação ambiental, fato este que culminaria em sérias conseqüências futuramente. ( REVOLUÇÃO, 2010). A segunda guerra mundial teve um papel de grande relevância no tocante à intensificação do processo produtivo das indústrias tendo em vista uma população ávida de consumo no pós-guerra o que fez com que as indústrias novamente se vissem obrigadas a atender à grande demanda. Esse contexto teve duas faces contrárias; com essa necessidade de produção as nações puderam se reerguer através do lucro obtido com o comercio após muitos anos de devastações causadas pela guerra; e a face negativa foi representada pela falta de consciência ambiental dos meios produtivos que fez com que as indústrias começassem a produzir seus produtos para atender a demanda sem preocuparem-se com os resíduos gerados entre as etapas do processo, e mais uma vez, os detritos foram lançados no ambiente. Esse problema da falta de consciência ambiental é constatado desde os primeiros indícios da exploração natural até os dias atuais. O acúmulo de resíduos provocado pelo consumo em massa vem ocorrendo com passar do tempo sem, contudo, promover, por parte das pessoas competentes, maiores providências nesse

4 4 sentido. As modificações observadas na natureza trazem resultados cumulativos de intensas degradações feitas ao meio ambiente estabelecidas por modelos ultrapassados de gestão ambiental (SADLER, 1994). A falta de uma estratégia de gerenciamento ambiental no processo produtivo industrial acarreta essas falhas mencionadas anteriormente. Segundo Worldwatch Institute (2000), As economias só serão suportáveis por longo tempo se o ambiente natural que as sustenta também o for. Partindo do principio de que quem move a economia dos países é o setor empresarial e industrial, é preciso então, trabalhar a favor da relação mútua entre ambientalismo e crescimento econômico para que dessa forma se atinja o desenvolvimento sustentável o qual de forma sucinta significa a capacidade de suprir as necessidades presentes sem comprometer as das gerações futuras, obtido a partir da redução dos impactos ambientais decorrentes principalmente de atividades produtivas (Capra, 2000). A produção limpa tem como foco a produção progressiva das empresas, porém, de forma sustentável, ou seja, sem que se destrua a natureza. E esse processo é viável e palpável, pois traz um ganho geral assim como não ocorrem mais perdas desnecessárias e os resíduos que antes eram descartados no ambiente têm outro destino e com isso deixa-se de ter prejuízos com materiais não aproveitados e adquire-se uma atitude ecológica. O principal marco para o avanço da consciência ambiental deu-se na Segunda Conferência Mundial sobre Desenvolvimento e Meio Ambiente Rio 92, que culminou com a criação da Agenda 21 reconhecida como um manual de conduta para o século o XXI. Apresentando um conjunto de metas e orientações destinadas às nações e comunidades nos seus processos de transição para uma nova concepção ecológica. Em alguns momentos anteriores foi discutida a abordagem ambiental, como na Conferência de Estocolmo em 1972, a maior conferencia com âmbito ambiental, até a data e relatório Brundtland em 1987, que foi elaborada Comissão Mundial sobre Meio Ambiente e Desenvolvimento com foco também no desenvolvimento sustentável de forma que esses eventos resultaram com a Rio 92 ocasionando uma maior conscientização sobre o assunto. (VERA; FUSCO, 2002)

5 5 É possível que através desse breve relato histórico seja demonstrada a necessidade de quanto o planeta necessita da produção limpa, isso mediante novas práticas sustentáveis como também com as já existentes. ENTENDENDO A PRODUÇÃO LIMPA Durante o processo de produção industrial utilizam-se vários materiais que passam por inúmeras etapas até chegar ao produto final, entre essas fases ocorrem perdas de substancias as quais não são aproveitadas. Atualmente diversas indústrias fazem uso da prática de Fim-de-Tubo, que consiste em tratar os resíduos não aproveitados que vão para o ambiente. Significa que faz o tratamento somente no final do processo e depois despeja esse material parcialmente tratado na natureza. Um exemplo bem comum dessa prática é o uso de filtros em chaminés para retirada da parte sólida dos gases produzidos, sendo que essa parte sólida ao ser descartada em outro lugar invariavelmente retorna, através do ciclo natural, ao meio ambiente, sem contar que esses filtros não retêm todos os poluentes. O mesmo ocorre em dutos de esgotos nos quais se colocam também filtros os quais igualmente não são ideais, pois repete-se o caso das chaminés. Essa prática foi muito usada por se pensar que ela seria suficiente para que tornasse a produção ecologicamente correta, porém não se conseguiu o objetivo esperado. E assim verificou-se a necessidade de mudanças no processo de produção. A produção limpa tem como objetivo principal que desde o início ao fim do processo produtivo mantenha-se controle para não geração de resíduos não aproveitáveis, ao invés do tratamento do mesmo, ou seja, a não geração desses materiais indesejados. Os sistemas de produção limpa são circulares aproveitandose da reutilização dos materiais dessa forma consumindo menos insumos e energia principalmente. Na visão da produção limpa faz uso da abordagem holística e

6 6 integradas que funcionam em não analisar as etapas do processo separadamente, observar como um sistema interdependente que para uma parte funcionar é necessário que as outras funcionem. Segundo a organização não governamental Greenpeace (1997), destacam-se quatro princípios da produção limpa: O enfoque precatório - consiste que o agente poluidor fique com o encargo de provar se determinada substância ou atividade não causará danos ambientais, no lugar das comunidades provar esse dano. Nem sempre o conhecimento científico vai determinar se o uso de uma substância química ou atividade industrial não vai causar danos, mas antes de utilizar qualquer material é necessário se fazer um estudo para saber se causará danos. Dessa forma é necessário que a empresa tenha consciência ambiental para que esse primeiro princípio funcione corretamente. O enfoque preventivo - fundamenta-se em que é mais barato e eficiente fazer a prevenção de possíveis danos ambientais do que tentar controlá-los ou remediá-los muitas vezes só no final do processo, por isso a precisão de prevenir desde do inicio para evitar a fonte do problema. Por exemplo: a prevenção requer alterações de processos e produtos que impeça a geração de resíduos incineráveis, em vez de se desenvolver incineradores sofisticados, ou seja, é preciso que no lugar de investir em tecnologia que ajude no tratamento, é necessário que se desenvolvam maquinas que poluam cada vez menos, pois assim estaremos prevenindo do inicio. O uso eficiente de energia faz com que não seja necessária a descoberta de novas fontes de energia a partir de combustíveis fosseis e também acarreta mais lucro, pois reduzirão gastos. O controle democrático - a produção limpa envolve todas as pessoas afetadas pela atividade industrial, ou seja, todos, pois se a indústria tem a capacidade de degradar o meio ambiente isso envolverá todos os integrantes do planeta. É de suma importância que a população tenha acesso a informações e fique inteirada de como as indústrias estão trabalhando em âmbito ambiental, no caso sobre emissões industriais, ter acesso a registro de poluição, plano de uso de substância tóxicas. De forma que todas as pessoas tenham papel fundamental no controle da poluição e no caso de alguma empresa não estar tendo alguma atitude correta entrar em contato com o órgão competente para tomar as devidas providências.

7 7 Abordagem integrada e holística é preciso que a sociedade pense de maneira integrada referente ao uso e consumo de recursos ambientais. Atualmente, fragmenta-se a administração do meio ambiente o que permite que os poluentes sejam transferidos entre ar, água e solo. A partir do momento que se aplica e ocorrem reduções nas emissões de poluentes faz com que o risco seja transferido para o produto. Esse risco pode ser minimizado tratando-se corretamente todos os fluxos de materiais água e energia, o ciclo de vida útil completo do produto e impacto econômico da passagem para produção limpa, a holística como visto anteriormente é ver o processo como um todo em uma sistemática interdependente. Observando esses quatro princípios percebe-se que para ter uma boa aplicação da produção limpa é preciso que vários fatores estejam envolvidos e trabalhando juntos. Desde fazer pesquisas sobre como o produto vai reagir, prevenir no lugar de tratar, observar que a população tem que estar envolvida nesse cenário e ter uma abordagem integrada disso tudo são pontos fundamentais. A produção limpa surgiu com o objetivo de alcançar o crescimento econômico, porém sustentavelmente assim chegando ao termo Ecoeficiência. Termo esse desenvolvido em 1992, no conselho empresarial para o desenvolvimento sustentável em seu informe denominado Mudando o curso, afirmando que a partir desse ponto as empresas tornariam ecoeficientes.(dias, 2009). Esse marco foi de suma importância, pois o rumo que se estava tomando era de degradação cada vez maior consequentemente destruindo o planeta e é para isso que o método de produção limpa difundiu-se, na tentativa de frear a situação. ECOEFICIÊNCIA A técnica de produção limpa só será bem aceita nas empresas se ela for eficiente,ou seja, não ocasionar uma redução na produtividade cotidiana da

8 8 empresa. O outro ponto é ser ecologicamente correta, não degradando o meio ambiente. Na procura por uma definição de Ecoeficiência o Conselho Empresarial Mundial para o Desenvolvimento Sustentável / World Business Council for Sustainable Development (WBCSD), define como: Ecoeficiência é dirigida para a distribuição de produtos e serviços a preço competitivo que satisfaçam as necessidades humanas e garantam a qualidade de vida, ao mesmo tempo em que, progressivamente, reduzam os impactos ambientais e a demanda por recursos naturais ao longo do seu ciclo de vida, a um nível no mínimo igual a capacidade de suporte da terra (WORLD..., 2003, p.7). O objetivo de toda e qualquer empresa é o lucro, porém nessa perspectiva da ecoeficiência, há o fator redução dos impactos ambientais e redução da utilização de alguns recursos, a partir desse ponto as empresas mostram uma consciência ambiental, pois a terra não tem capacidade de suportar todo esse material lançado durante décadas e continuar, então essa nova atitude não poderia vir depois. O WBCSD destaca sete elementos que devem ser considerados para a melhoria de Ecoeficiência: reduzir a demanda de materiais; reduzir a demanda de energia; reduzir a dispersão de substâncias tóxicas; aumentar a reciclabilidade; maximizar o uso de recursos sustentáveis; estender a vida dos produtos; aumentar a intensidade dos serviços (WORLD..., 2003, p.7). Uma empresa que atender todas essas diretrizes terá sua eficiência ampliada de forma satisfatória e sem destruir a natureza, é visível que a regra é reduzir o que não tem utilidade e maximizar o que traz vantagens a empresa.

9 9 CONSIDERAÇÕES FINAIS Conclui-se que a partir do histórico de incessante degradação ao meio ambiente é necessário uma nova técnica que não provoque mais destruição e reduza significativamente, porém esse novo método teria que ser viável a aplicação para ser caracterizado desenvolvimento sustentável, ou seja, desenvolver suas atividades produtivas sem ocasionar deterioração ao planeta. A partir do exposto a aplicação da produção limpa mostra-se viável em vários aspectos dentre eles destacam-se os econômicos e ambientais. Uma vez que ela irá trazer lucros e maior produtividade, no tocante à diminuição de materiais que antes não eram utilizados e a redução de detritos jogados ao meio ambiente. REFERÊNCIAS CAPRA, Fritjof. A teia da Vida. Editora Cultrix, DIAS, Reinaldo. Gestão Ambiental: Responsabilidade Social e Sustentabilidade, São Paulo: Atlas, GREENPEACE. O que é produção limpa? Outubro, Worldwatch Institute, Disponível em: < >. Acesso em 01/11/2010 KIPERSTOK, Asher. Prata da Casa: Construindo Produção Limpa na Bahia; 2008 KIPERSTOK, Asher et al. Prevenção da Poluição. Brasilia: SENAI/DN, Revolução Industrial - História da Revolução Industrial. Disponível em: <http://www.historiadomundo.com.br/idade-moderna/revolucao-industrial.htm>. Acesso em 05 nov SADLER, B. Desenvolvimento e gestão ambiental. In: PARTIDÁRIO, M. R.; JESUS,J. de. Avaliação do Impacto Ambiental. Lisboa: CEPGA, SILVA, Carlos Eduardo L.. Ecologia e Sociedade: Uma introdução às implicações sociais da crise ambiental. São Paulo, Loyola, 1978.

10 10 VERA, Luis A. N.; FUSCO, Rogério. Responsabilidade Social e Gestão Ambiental: Uma Abordagem Ética. In Conselho Latino Americano de Escolas de Administração - CLADEA, XXXVII, Porto Alegre, WORLD BUSINESS COUNCIL FOR SUSTAINABLE DEVELOPMENT WBCSD. Measuring Eco-efficiency: a Guide to Report Company Performance. Disponível em: <http://www.wbcsd.org>. Acesso em: 12 mai

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