PROGRAMA LUGARES DA MEMÓRIA

Save this PDF as:
 WORD  PNG  TXT  JPG

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "PROGRAMA LUGARES DA MEMÓRIA"

Transcrição

1 Memorial da Resistência de São Paulo PROGRAMA LUGARES DA MEMÓRIA CASA DO MASSACRE DA LAPA Endereço: Rua Pio XI, 767, Lapa, São Paulo, SP. Classificação: Aparelho. Identificação numérica: O prédio número 767 da Rua Pio XI, onde atualmente funciona uma clínica de consultório médico, não possui nenhum vestígio material da casa de arquitetura californiana, com telhas em estilo francesa, da década de 70. Tratava-se de uma casa térrea com um muro baixo de alvenaria que separava o jardim da frente da casa à calçada. Um pequeno alpendre em forma de arco dava cobertura à porta da sala e um estreito corredor lateral à esquerda da casa, dava passagem para carros. Imagem 01: Frente da casa nº 767 da Rua Pio XI. Fonte: Instituto de Criminalística do Estado de São Paulo, Seção de Fotografia. Desde, pelo menos, meados de 1976 a casa estava alugada por membros do Comitê Central (CC) do Partido Comunista do Brasil (PCdoB) que clandestinamente se reunia para debater possíveis ações contra a ditadura militar assim como o resultado desses combates. 1

2 Em dezembro de 1976 a casa foi cenário de um massacre. Metralhada por agentes militares, dois dirigentes do PCdoB foram mortos pela repressão, sem nenhum direito de defesa. Da ação militar, resultou ainda a prisão de sete integrantes do partido, dos quais, um foi assassinado sob tortura nas dependências do Destacamento de Operações de Informações do Centro de Operações de Defesa Interna DOI-Codi. O PCdoB atuava na clandestinidade, pois os militares perseguiam qualquer organização com vinculação comunista. No entanto, ainda possuía destaque no cenário político e em ações de combate a ditadura. O Partido Comunista do Brasil PCdoB foi fundando em 1922 em Niterói, com representantes de várias regiões do país. Em 1962 durante uma Conferência extraordinária em São Paulo seus integrantes decidem mudar o nome da organização para Partido Comunista Brasileiro PCB, mas a decisão, para além de uma questão política que desejava adequar juridicamente o partido para ser considerado legal, não foi unânime. No mesmo ano um grupo rompe com o PCB e funda o PCdoB. De acordo com informações do próprio partido 1, pouco mais de 100 companheiros participam dessa (re) organização do PCdoB, entre os quais, Amazonas, Mauricio Grabois, Wladimir Pomar, Elza Monnerat, Lincoln Oest, Carlos Danieli, entre outros. Nessa etapa de (re) organização do partido, a Ação Popular AP se vincula a organização, o que segundo Aldo Arantes 2 (2014) ampliou significativamente a força política do PCdoB. Porque no momento de incorporação, a Ação Popular era maior do que o PCdoB. A Casa da Lapa e o Massacre Uma prática bastante comum entre os militantes de organizações de esquerda durante o período ditatorial era a utilização de casas para reuniões, guarda de material de combate à repressão e para esconder perseguidos políticos. Também chamadas de aparelhos, essas casas eram cedidas por companheiros ou alugadas 1 Linha do Tempo do PCdoB. Disponível em: < acessado em 07/08/ Aldo Arantes foi membro da Comissão Executiva Nacional do PCdoB, e estava presente na reunião da casa da Lapa que teve fim com o massacre. Aldo foi preso depois de ter saído da casa, e preso no DOI- Codi. O mesmo, concedeu entrevista ao Memorial da Resistência em 08/08/

3 por militantes que usavam codinomes (nomes falsos) para formalizar a contratação. Para seguir uma suposta normalidade, geralmente era ocupada por casais. Os perseguidos políticos que se escondiam nelas deveriam permanecer na residência longe das janelas e em nenhuma hipótese se deixar ser visto. Darci Miyaki em entrevista ao Memorial da Resistência relata sobre estratégias utilizadas por ela quando morava sozinha em uma casa alugada em São Paulo. Eu tinha inventado uma história, de quê... (risos) Meu marido, ou noivo, sei lá o quê, estava trabalhando na Alemanha e viria depois. Você tem que inventar uma historinha pros vizinhos. Eu ia a casa dos vizinhos assistir televisão, eu fazia pastelzinho pra criançada, (...) então eu tinha que criar essa aparência de legalidade, né? (MIYAKI: 2014). Na Rua Pio XI, uma casa era utilizada por militantes do PCdoB. Seus ocupantes oficiais eram Maria Trindade e Joaquim Celso de Lima. Também moraram clandestinamente Elza Monerat, Ângelo Arroio e João Amazonas logo após a Guerrilha do Araguaia e o fechamento da área pelo Exército Brasileiro. A casa passou a ser utilizada para reuniões da Comissão Executiva e do Comitê Central do PCdoB. Maria Trindade era responsável pelas atividades domésticas e de infraestrutura e Joaquim era responsável pela segurança das reuniões. Seguindo normas rígidas, os militantes externos a casa eram, de olhos vendados, deslocados por Joaquim e Elza Monerat num automóvel. A Elza Monerat cabia o monitoramento dos militantes durante o translado, pois estes não poderiam saber a localização das reuniões. Foi seguindo essas normas de deslocamento que alguns dirigentes e integrantes do PCdoB se reuniram na casa da Rua Pio XI em outubro de Foram quatro dias de reunião. Houve reunião 12 e 13 reunião da Comissão Executiva, 14 e 15 reunião do Comitê Central. Então 12 e 13 quem estava presente era o Pomar, Ângelo Arroio, Haroldo, eu e o Jover Teles, cinco. Se somaram a esses cinco, a Elza Monerat, o Vladimir Pomar, João Batista Franco Drumond e o José Novais, então nove na reunião do comitê central. A reunião inicial da comissão executiva e a reunião do comitê central dava desdobramento as avaliações da Guerrilha do Araguaia, o centro da reunião era exatamente a Guerrilha do Araguaia (ARANTES:2014). 3

4 Na reunião do dia 15/12/1976 estavam presentes na casa: Maria Trindade, Joaquim Celso, João Batista Franco Drummond, Haroldo Lima, Aldo Arantes, Elza Monerat, Manoel Jover Teles, José Novaes, Pedro Pomar, Ângelo Arroio. O entrevistado Aldo Arantes (2014), relatou que durante a permanência na casa não podiam ficar próximos das janelas, e circulavam apenas no interior da residência. Por isso não reconheceu nenhuma das fotografias apresentadas pela equipe do Memorial da Resistência durante entrevista concedida ao Programa Lugares da Memória e Coleta Regular de Testemunhos. As imagens, obtidas no acervo do Arquivo Público do Estado, retratam a fachada da casa, o corredor lateral e os fundos. Mesmo imagens de espaços internos da casa, sobretudo a cozinha, o entrevistado não recordou. As reuniões ocorreram na sala, e os participantes permaneceram na casa por 3 dias. Imagem 02 e 03: Respectivamente da esquerda para direita, lateral da casa e quartos dos fundos. Fonte: APESP. No interior da casa havia uma sala, dois quartos, banheiro, cozinha e uma área envidraçada que permeava o acesso entre a cozinha e um quintal; atrás da casa havia um terreno em construção. 4

5 Imagem 04 e 05: Respectivamente da esquerda para direita, fundo da casa (porta da cozinha envidraçada) e terreno em construção. Fonte: APESP. Imagem 06 e 07: Respectivamente da esquerda para direita, cozinha e porta de acesso da cozinha ao quintal. Fonte: APESP. 5

6 Ao fim dos trabalhos os dirigentes do partido deixaram a casa, vendados e em duplas, Elza e Joaquim as conduziram, pois eram os únicos que conheciam a exata localização da casa. Embora os integrantes do partido soubessem dos riscos que corriam ao se encontrarem em reuniões, e que muitos já haviam morrido nas mãos dos órgãos de segurança; não sabiam, entretanto que a casa já estava sob vigilância policial e militar. Os primeiros a deixarem a casa foram Wladimir Pomar e João Drummond, mas logo que desembarcaram do carro foram surpreendidos e presos; ambos foram severamente torturados, mas Drummond não resistiu as torturas e morreu nas dependências do DOI-Codi na madrugada do mesmo dia. Elza e Joaquim não perceberam qualquer anormalidade e voltaram a casa para levar, dessa vez, Aldo Arantes e Haroldo Lima. Aldo foi preso pouco antes de seu embarque na estação paraíso; Haroldo retornou para casa, mas foi preso quando saiu na manhã seguinte. Os militares vigiavam a casa de Haroldo na expectativa de que algum militante o procurasse, mas ninguém o procurou. Já era madrugada do dia 16/12 quando guia e motorista voltaram à casa da Lapa, dessa vez para conduzir Jover Teles e José Novais. Pouco tempo depois que eles partiram da casa Joaquim percebeu que estavam sendo seguidos, procurou despistar os perseguidores e parou o carro rapidamente para que os passageiros pudessem fugir a pé. Ambos desembarcam e conseguiram escapar, mas há poucos metros dali policiais cercaram o carro e prenderam Elza e Joaquim. Atrelada a essa operação estava outro grupo de policiais e oficiais que aguardavam nas proximidades da casa da Lapa uma confirmação para agirem. Próximo às 7 horas da manhã do dia 16 de dezembro de 1976 o número 767 da Rua Pio Xi já estava cercado por policiais e militares dentro dela estava Maria Trindade, Pedro Pomar e Ângelo Arroyo ; a casa foi então metralhada. Pomar e Arroyo morreram com várias perfurações a bala e Maria Trindade consegue sobreviver, mas é presa e encaminhada ao DOI-Codi, como todos os demais sequestrados. 6

7 Imagem 08: O Massacre da Casa da Lapa. Fotos: APESP e Revista Veja (05/01/1977). Arte: Ana Paula Brito/ Memorial da Resistência. 7

8 A versão oficial dos militares responsáveis pela ação diz que Pomar e Arroyo responderam com tiros à voz de prisão e que neste momento teve inicio o tiroteio; contradições entre laudos periciais do prédio e das armas encontradas levantaram a suspeita de que os militares montaram uma cena que corroborou com a história oficial. Nas casas vizinhas os moradores não souberam (ou tiveram medo de) relatar se houveram tiros vindos de dentro da casa. O clima era de tensão, e em algumas casas, os militares chegaram a se dirigir pessoalmente afim de explicar a ação e de certo modo promover uma sutil intimidação. Na casa ao lado, a 765, os moradores acordam assustados. Nela há crianças, até mesmo um recém-nascido. É tiroteio, avisa logo o genro de Guiomar Issa, dona da casa. Em meio a fuzilaria, a filha Nice escuta os gritos de uma mulher e vozes masculinas. Pára, para!, berra Maria Trindade, atira no pé dela, ameaça um agente. A certeza de que tudo terminou vem com o toque da campainha. É o delegado Sérgio Fernando Paranhos Fleury, do Departamento Estadual de Ordem Politica e Social (DEOPS). Quer saber se tudo está bem e pede desculpas pelo susto causado à família. Com ele, agentes trajando coletes à prova de bala e chupando laranjas. Um diz a Dona Guiomar, à guisa de justificativa, que não avisaram sobre o ataque porque a família poderia estar ligada aos ocupantes da casa vizinha (POMAR, 1987, 18). Momentos depois os vizinhos puderam sair e saber o que havia acontecido, a frente da casa então é tomada de civis que buscavam informações sobre o acontecido. Segundo Pomar (1987, 18), o primeiro jornalista que chega ao local após o ataque é Nelson Veiga. O jornalista soube da anormalidade na rua e o grande aparato militar que fechou as vias de acesso. Ele então se dirige ao local, Ganha o alpendre da residência; vê os corpos de Arroyo e Pomar; não vê arma alguma ao lado deles. Está examinando tudo quando é interpelado por Fleury. Reconhecido pelo delegado como membro da impressa, Nelson foi agredido pelos policiais e levado preso para o DOI-Codi. 8

9 Imagem 09: O Massacre da Casa da Lapa. Fonte: Arquivo Estadão. Disponível em: < acessado em 14/08/2014. A operação na casa da lapa surpreendeu não só a imprensa que na época divulgou o massacre como uma operação rápida e bem sucedida no desmantelamento de um aparelho subversivo terrorista; mas também os dirigentes do PCdoB, que sobreviveram, por tempos se indagaram a respeito de possíveis falhas nos procedimentos de segurança; suspeitaram de oposições internas no comitê que poderiam ter dado abertura ao episódio. Provas circunstanciais fizeram com Manuel Jover Teles fosse apontado como delator das reuniões mediante suborno ele teria deixado que policiais o vigiassem e o seguisse até o local da reunião Manoel se desligou do partido por meio de uma carta, nela ele deu a versão do ocorrido a partir de seu ponto de vista. O dia 16 de dezembro de 1976 repercutiu internacionalmente, especialmente na China, na Albânia e em Portugal. Foram realizadas diversas manifestações de repudio às ações do exército brasileiro, incluindo um manifesto assinado por 40 mil pessoas. Em Lisboa a musica Sangue em Flor foi composta em homenagem aos militantes presos e mortos na operação. 9

10 Pedro Pomar foi enterrado no Cemitério Dom Bosco, em Perus e Ângelo Arroyo foi enterrado pela família no Cemitério da IV Parada em São Paulo, ambos com causa morte justificados por terem resistido a prisão. No atestado de óbito de João Batista Drummond expedido pelos militares lia-se falecido no dia 16 de dezembro de 1976 na Av. 9 de Julho c/r. Paim, com causa da morte traumatismo craniano encefálico. No entanto, a partir de reivindicações de seus familiares, no ano de 2012 a justiça civil através da 2ª Vara de Registros Públicos da Comarca de São Paulo retificação para falecido no dia 16 de dezembro de 1976 nas dependências do DOI-Codi II Exército, em São Paulo, causa da morte decorrente de torturas físicas. A casa onde sediou o massacre foi totalmente desconfigurada, e transformada em prédio comercial. A rua que era residencial converteu-se gradualmente em área comercial. As casas alteradas se tornaram lojas e escritórios empresariais. No local, não há nenhum vestígio material do que foi a antiga casa. No entanto, a memória do massacre, sobretudo para os familiares das vítimas, reconhece o espaço como um lugar de memória. Embora a casa tenha sido totalmente demolida, e nada de material tenha sobrevivido no espaço, a memória da violência do que ocorreu no espaço conduziu jovens a homenagear os que ali foram assassinados no ano de Em maio de 2012 jovens de alguns coletivos de direitos humanos realizaram uma série de atos de denuncia dos crimes da ditadura e de homenagens aos assassinados pelo regime militar no que chamaram de Semana Nacional de Luta por Verdade, Memória e Justiça, de 27 de abril a 3 de maio de Para finalizar os atos de memória, a intervenção foi no prédio da rua Pio XI, nº

11 Imagem 11 e 12: Respectivamente da esquerda para direita, estêncis dos mortos por ocasião do massacre da casa da Lapa no muro do prédio da clínica; e estêncis na calçada do lugar. Foto: Fernando Genaro. Fonte: Fotoarena. Disponível em: < acessado em 16/08/2014. Na calçada do local foi ainda escrito Aqui tombaram heróis da resistência à ditadura Massacre da Lapa, cravos foram deixados ao lado dos rostos pintados no chão e três velas foram acesas em homenagem aos mortos. O grupo atuou durante a noite, por medo de represálias, considerando que o lugar é de propriedade privada. O jornalista Pedro Estevam da Rocha Pomar, autor de livro sobre o tema e neto de Pedro Pomar escreveu um depoimento para a Comissão Nacional da Verdade afirmando que o massacre poderia ser evitado: O ataque foi premeditado e, se os militares quisessem, os dirigentes comunistas poderiam ter sido capturados, ao invés de fuzilados 3. A história sobre o massacre atravessou gerações, e segue como motivo de reivindicação de memória, verdade e justiça para a família Pomar e para a sociedade brasileira. 3 Para acesso a outros detalhes do depoimento, consultar em: acessado em 13/08/

12 ATUALMENTE E/OU ACONTECIMENTOS RECENTES A Comissão da Verdade do estado de São Paulo Rubens Paiva, realizou no dia 03/11/2013 em sua 60º Audiência Pública uma análise dos casos dos mortos no Massacre da Lapa. Em seu site, é possível acessar uma série de informações sobre a vida dos militantes mortos, bem como o vídeo da audiência na íntegra 4. O Portal do Professor 5 traz uma sugestão de Rafael da Cruz Alves e Lígia Beatriz de Paula Germano, de como o tema do Massacre da Casa da Lapa pode ser trabalhado em sala de aula. Sugerido, sobretudo para alunos do ensino médio, o tema apresenta relevância histórica, política e humanitária. O jornalista Pedro Estevam da Rocha Pomar, autor de livro sobre o tema e neto de Pedro Pomar escreveu um depoimento para a Comissão Nacional da Verdade afirmando que o massacre poderia ser evitado O ataque foi premeditado e, se os militares quisessem, os dirigentes comunistas poderiam ter sido capturados, ao invés de fuzilados 6. Valendo observar que o massacre atravessou gerações, e segue como motivo de reivindicação de memória, verdade e justiça para a família Pomar e para a sociedade brasileira. ENTREVISTAS RELACIONADAS AO TEMA O Memorial da Resistência possui um programa especialmente dedicado a registrar, por meio de entrevistas, os testemunhos de expresos e perseguidos políticos, familiares de mortos e desaparecidos e de outros cidadãos que trabalharam/frequentaram o antigo Deops/SP. O Programa Coleta Regular de Testemunhos tem a finalidade de formar um acervo cujo objetivo principal é ampliar o conhecimento sobre o Deops/SP e outros lugares de memória do estado de São 4 Para acesso ao vídeo da audiência acesso em: < https://www.youtube.com/watch?v=umobhep3a3q>. Para caso de Ângelo Arroio em: < para o caso de Pedro Pomar em: < e para o caso de João Batista Franco Drummond em: < acessados em 04/08/ Para acesso a sugestão da aula, consulta em: < acessado em 04/08/ Para acesso a outros detalhes do depoimento, consultar em: acessado em 13/08/

13 Paulo, divulgando desta forma o tema da resistência e repressão política no período da ditadura civil-militar. - Produzidas pelo Programa Coleta Regular de Testemunhos do Memorial da Resistência ARANTES, Aldo. Entrevista sobre militância, resistência e repressão durante a ditadura civil-militar. Memorial da Resistência de São Paulo, entrevista concedida a Karina Teixeira e Ana Paula Brito em 08/08/ Outras entrevistas POMAR, Pedo Estevan. 60ª Audiência Pública da Comissão Estadual da Verdade Rubens Paiva - Chacina da Lapa. 11/09/2013. Disponível em: acessado em 26/08/2014. ARANTES, Aldo. 35 anos da Chacina da Lapa. Centro de Documentação e Memória da Fundação Maurício Grabois, Disponível em: acessado em 26/08/2014. REMISSIVAS Penitenciária Feminina da Capital; OBAN / DOI-Codi; DOPS; REFERENCIAS ARANTES, Aldo. Alama em fogo: memórias de um militante político. São Paulo: Anita Garibaldi. Fundação Maurício Grabois,

14 Comissão de Familiares e Desaparecidos Políticos, Instituto Estudos sobre a violência do Estado. Dossiê ditadura: mortos e desaparecidos políticos no Brasil ( ). São Paulo: Imprensa Oficial. 2ed GORENDER, Jacob. Combate nas Trevas. São Paulo: Ática, Cap. n 32. p Instituto Mauricio Grabois.. Chacina da Lapa 30 anos: a democracia renasceu a custa de muitas lutas e muitas vidas. São Paulo: Maria BRASIL. Presidência da República. Secretaria de Direitos Humanos. Habeas corpus: que se apresente o corpo. Secretaria de Direitos Humanos Brasília: Secretaria de Direitos Humanos, pp MIYAKI, Darci. Entrevista sobre militância, resistência e repressão durante a ditadura civil-militar no DOI-Codi. Memorial da Resistência de São Paulo, entrevista concedida a Karina Alves em 24/04/2014. POMAR, Pedro Estevam da Rocha. Massacre na Lapa: como o exército liquidou o comitê central do PCdoB São Paulo, São Paulo: Busca Vida, COMO CITAR ESTE DOCUMENTO: Programa Lugares da Memória. Casa do Massacre da Lapa. Memorial da Resistência de São Paulo, São Paulo,

PROGRAMA LUGARES DA MEMÓRIA

PROGRAMA LUGARES DA MEMÓRIA Memorial da Resistência de São Paulo PROGRAMA LUGARES DA MEMÓRIA CEMITÉRIO MUNICIPAL DE AREIA BRANCA Endereço: Avenida Nossa Senhora de Fátima, 768, Areia Branca, Santos,SP. Classificação: Cemitério Identificação

Leia mais

PROGRAMA LUGARES DA MEMÓRIA

PROGRAMA LUGARES DA MEMÓRIA Memorial da Resistência de São Paulo PROGRAMA LUGARES DA MEMÓRIA Cemitério de Areia Branca Endereço: Avenida Nossa Senhora de Fátima, 854 Areia Branca, Santos, SP. Classificação: Cemitério Identificação

Leia mais

PROGRAMA LUGARES DA MEMÓRIA

PROGRAMA LUGARES DA MEMÓRIA Memorial da Resistência de São Paulo PROGRAMA LUGARES DA MEMÓRIA FAZENDA 31 DE MARÇO DE 1964 Situada entre os municípios de Itanhaém, Embu-Guaçu ao extremo sul da Grande São Paulo a fazenda, disfarçada

Leia mais

MEU TIO MATOU UM CARA

MEU TIO MATOU UM CARA MEU TIO MATOU UM CARA M eu tio matou um cara. Pelo menos foi isso que ele disse. Eu estava assistindo televisão, um programa idiota em que umas garotas muito gostosas ficavam dançando. O interfone tocou.

Leia mais

Reportagem do portal Terra sobre o Golpe de 1964

Reportagem do portal Terra sobre o Golpe de 1964 Reportagem do portal Terra sobre o Golpe de 1964 http://noticias.terra.com.br/brasil/golpe-comecou-invisivel-diz-sobrinho-de-substitutode-jango,bc0747a8bf005410vgnvcm4000009bcceb0arcrd.html acesso em 31-03-2014

Leia mais

DOSSIE SOBRE A LUTA DOS MORADORES DO ASSENTAMENTO CANAÃ (MT)

DOSSIE SOBRE A LUTA DOS MORADORES DO ASSENTAMENTO CANAÃ (MT) DOSSIE SOBRE A LUTA DOS MORADORES DO ASSENTAMENTO CANAÃ (MT) Há dois anos, um grupo de trabalhadores ocupou um local abandonado próximo ao bairro Parque Cuiabá (Mato Grosso). O local era ponto de usuários

Leia mais

A atuação da Anistia Internacional durante o regime militar brasileiro

A atuação da Anistia Internacional durante o regime militar brasileiro A atuação da Anistia Internacional durante o regime militar brasileiro Durante o regime militar brasileiro, a organização Anistia Internacional (AI), trabalhou na defesa de presos políticos e na divulgação

Leia mais

PERSONAGENS DESTE CAPÍTULO.

PERSONAGENS DESTE CAPÍTULO. Roteiro de Telenovela Brasileira Central de Produção CAPÍTULO 007 O BEM OU O MAL? Uma novela de MHS. PERSONAGENS DESTE CAPÍTULO. AGENOR ALBERTO FERNANDO GABRIELE JORGE MARIA CLARA MARIA CAMILLA MARÍLIA

Leia mais

DITADURA MILITAR: O DISCURSO DE MULHERES NO CONFLITO POR TERRA NA REGIÃO DO ARAGUAIA

DITADURA MILITAR: O DISCURSO DE MULHERES NO CONFLITO POR TERRA NA REGIÃO DO ARAGUAIA DITADURA MILITAR: O DISCURSO DE MULHERES NO CONFLITO POR TERRA NA REGIÃO DO ARAGUAIA Juliany Teixeira Reis 1 Judite Gonçalves Albuquerque 2 Esta pesquisa foi inicialmente objeto de uma monografia de graduação

Leia mais

Jaime Wright por Dom Paulo Evaristo Arns

Jaime Wright por Dom Paulo Evaristo Arns Jaime Wright por Dom Paulo Evaristo Arns "Éramos dois contratados de Deus" JOSÉ MARIA MAYRINK (Jornal do Brasil - 13/6/99) SÃO PAULO - Campeão da defesa dos direitos humanos durante os anos da ditadura

Leia mais

P/1 Seu Ivo, eu queria que o senhor começasse falando seu nome completo, onde o senhor nasceu e a data do seu nascimento.

P/1 Seu Ivo, eu queria que o senhor começasse falando seu nome completo, onde o senhor nasceu e a data do seu nascimento. museudapessoa.net P/1 Seu Ivo, eu queria que o senhor começasse falando seu nome completo, onde o senhor nasceu e a data do seu nascimento. R Eu nasci em Piúma, em primeiro lugar meu nome é Ivo, nasci

Leia mais

Profissão: Estudantes de Jornalismo

Profissão: Estudantes de Jornalismo Profissão: Estudantes de Jornalismo Gus Vieira O jornalista tem uma função social bem clara: disponibilizar para a sociedade informação ética, de qualidade e democrática, atendendo ao interesse público.

Leia mais

SILVA, Mylton Severiano da. Realidade - História da revista que virou lenda. Florianópolis: Editora Insular, 2013. 320 p.

SILVA, Mylton Severiano da. Realidade - História da revista que virou lenda. Florianópolis: Editora Insular, 2013. 320 p. 219 SILVA, Mylton Severiano da. Realidade - História da revista que virou lenda. Florianópolis: Editora Insular, 2013. 320 p. 220 Não é lenda; é Realidade It's not legend; it's Reality Joaquim Francisco

Leia mais

MEU CONVÍVIO COM HONESTINO GUIMARÃES. Um relato de Elia Meneses Rola

MEU CONVÍVIO COM HONESTINO GUIMARÃES. Um relato de Elia Meneses Rola MEU CONVÍVIO COM HONESTINO GUIMARÃES Um relato de Elia Meneses Rola Eu, Elia Meneses Rola, brasileira, separada judicialmente, Servidora Pública Federal aposentada, CPF, CI, domiciliada e residente nessa

Leia mais

Duração: Aproximadamente um mês. O tempo é flexível diante do perfil de cada turma.

Duração: Aproximadamente um mês. O tempo é flexível diante do perfil de cada turma. Projeto Nome Próprio http://pixabay.com/pt/cubo-de-madeira-letras-abc-cubo-491720/ Público alvo: Educação Infantil 2 e 3 anos Disciplina: Linguagem oral e escrita Duração: Aproximadamente um mês. O tempo

Leia mais

5 DESCRIÇÃO DETALHADA DO BEM CULTURAL

5 DESCRIÇÃO DETALHADA DO BEM CULTURAL 57 5 DESCRIÇÃO DETALHADA DO BEM CULTURAL O conjunto arquitetônico da residência de Antônio de Rezende Costa, que hoje abriga a Escola Estadual Enéas de Oliveira Guimarães foi pelos autores do presente

Leia mais

Constituição da República Portuguesa. Artigo 65.º (Habitação e urbanismo)

Constituição da República Portuguesa. Artigo 65.º (Habitação e urbanismo) Constituição da República Portuguesa Artigo 65.º (Habitação e urbanismo) 1. Todos têm direito, para si e para a sua família, a uma habitação de dimensão adequada, em condições de higiene e conforto e que

Leia mais

Programa de Bolsa de Iniciação à Gestão - BIG 2014 Repúblicas Unifesp Diadema. Levantamento Moradias Estudantis UNIFESP - Campus Diadema

Programa de Bolsa de Iniciação à Gestão - BIG 2014 Repúblicas Unifesp Diadema. Levantamento Moradias Estudantis UNIFESP - Campus Diadema Levantamento Moradias Estudantis UNIFESP - Campus Diadema REALIZAÇÃO: APOIO: REALIZAÇÃO Adriana Rosa da Silva Rodrigues - Enfermeira do Núcleo de Apoio ao Estudante - NAE. Érika Correia Silva - Psicóloga

Leia mais

02ª Área Integrada de Segurança Pública - AISP

02ª Área Integrada de Segurança Pública - AISP 02ª Área Integrada de Segurança Pública - AISP Unidade Territorial E Botafogo,, Laranjeiras, Urca e Glória (Clique no bairro para visualizar o relatório) a. Mídias em Geral ANÁLISE DE BOTAFOGO Ø Fonte:

Leia mais

Arquivo Público do Estado de São Paulo

Arquivo Público do Estado de São Paulo Arquivo Público do Estado de São Paulo Oficina: O(s) Uso(s) de documentos de arquivo na sala de aula Ditadura Militar e Anistia (1964 a 1985). Anos de Chumbo no Brasil. Ieda Maria Galvão dos Santos 2º

Leia mais

PROGRAMA LUGARES DA MEMÓRIA

PROGRAMA LUGARES DA MEMÓRIA Memorial da Resistência de São Paulo PROGRAMA LUGARES DA MEMÓRIA OBAN DOI-CODI Sediada na Rua Tutóia, no bairro da Vila Mariana a Operação Bandeirantes (Oban) serviu de modelo para a criação dos Departamentos

Leia mais

Reparação e Memória na Justiça de Transição no Brasil. Paulo Abrão

Reparação e Memória na Justiça de Transição no Brasil. Paulo Abrão Reparação e Memória na Justiça de Transição no Brasil Paulo Abrão A Ditadura Militar no Brasil (1964-1985) Fases - 1ª fase: 64-68 (golpe e aliança civil-militar) - 2ª fase: 68-79 (terrorismo de Estado)

Leia mais

CASOS COM TRANSTORNOS DE PERSONALIDADE E PROCESSO COM HOMÍCIDIOS DOLOSOS

CASOS COM TRANSTORNOS DE PERSONALIDADE E PROCESSO COM HOMÍCIDIOS DOLOSOS ANDRESSA FRANCIELLI ROCHA CASOS COM TRANSTORNOS DE PERSONALIDADE E PROCESSO COM HOMÍCIDIOS DOLOSOS IVAIPORÃ PR 2012 INTRODUÇÃO Como se há de verificar, por meio desse trabalho será apresentado modelos

Leia mais

Um havia um menino diferente dos outros meninos: tinha o olho direito preto, o esquerdo azul e a cabeça pelada. Os vizinhos mangavam dele e gritavam: Ó pelado! Tanto gritaram que ele se acostumou, achou

Leia mais

medida. nova íntegra 1. O com remuneradas terem Isso é bom

medida. nova íntegra 1. O com remuneradas terem Isso é bom Entrevista esclarece dúvidas sobre acúmulo de bolsas e atividadess remuneradas Publicada por Assessoria de Imprensa da Capes Quinta, 22 de Julho de 2010 19:16 No dia 16 de julho de 2010, foi publicada

Leia mais

São Paulo (SP) - Proprietário é contra tombamento e quer demolir casa de Ruy Ohtake

São Paulo (SP) - Proprietário é contra tombamento e quer demolir casa de Ruy Ohtake São Paulo (SP) - Proprietário é contra tombamento e quer demolir casa de Ruy Ohtake É uma pérola moderna! Bota ela no chão! Casa brutalista projetada por Ruy Ohtake, em Moema. Fotos: Ines Bonduki/Folhapress

Leia mais

Caros irmãos e amigos. A graça e a paz do Senhor Jesus. Grandes coisas tem feito o Senhor por nós por isso estamos alegres.

Caros irmãos e amigos. A graça e a paz do Senhor Jesus. Grandes coisas tem feito o Senhor por nós por isso estamos alegres. Caros irmãos e amigos A graça e a paz do Senhor Jesus. Grandes coisas tem feito o Senhor por nós por isso estamos alegres. Chegamos na metade do ano de 2015, graças a Deus, porque devido a tantas lutas,

Leia mais

PRESIDENTE DEPUTADO ADRIANO DIOGO PT

PRESIDENTE DEPUTADO ADRIANO DIOGO PT COMISSÃO DA VERDADE PRESIDENTE DEPUTADO ADRIANO DIOGO PT 08/08/2013 1 COMISSÃO DA VERDADE BK CONSULTORIA E SERVIÇOS LTDA. 08/08/2013 O SR. PRESIDENTE ADRIANO DIOGO PT Comissão da Verdade do Estado de São

Leia mais

Um Problema Divertido

Um Problema Divertido Paloma Marques dos Santos Um Problema Divertido Biblioteca Popular de Afogados BPA Recife - PE Paloma Marques dos Santos Texto e Pesquisa de Imagens Paloma Marques dos Santos Um Problema Divertido Julho

Leia mais

PROGRAMA LUGARES DA MEMÓRIA

PROGRAMA LUGARES DA MEMÓRIA Memorial da Resistência de São Paulo PROGRAMA LUGARES DA MEMÓRIA Casa do Massacre da Lapa Endereço: Rua Pio XI, 767 Lapa, SP. Classificação: Aparelho. Identificação numérica: 035-02.001 O prédio número

Leia mais

Centro de Altos Estudos de Segurança (CAES) da Polícia Militar do Estado de São Paulo DOUTORADO DA PM. Frei David Santos, OFM - out de 2012

Centro de Altos Estudos de Segurança (CAES) da Polícia Militar do Estado de São Paulo DOUTORADO DA PM. Frei David Santos, OFM - out de 2012 Centro de Altos Estudos de Segurança (CAES) da Polícia Militar do Estado de São Paulo DOUTORADO DA PM Frei David Santos, OFM - out de 2012 Dados disponibilizados pelo Sistema de Informações sobre Mortalidade

Leia mais

Transcriça o da Entrevista

Transcriça o da Entrevista Transcriça o da Entrevista Entrevistadora: Valéria de Assumpção Silva Entrevistada: Ex praticante Clarice Local: Núcleo de Arte Grécia Data: 08.10.2013 Horário: 14h Duração da entrevista: 1h COR PRETA

Leia mais

PROGRAMA LUGARES DA MEMÓRIA

PROGRAMA LUGARES DA MEMÓRIA Memorial da Resistência de São Paulo PROGRAMA LUGARES DA MEMÓRIA Fazenda 31 de Março de 1964 Endereço: Bairro Emburá, ao sul da represa de Guarapiranga, entre Embu-Guaçu e a represa Billings, Grande São

Leia mais

Uberlândia (MG) - Tombada, Estação Sobradinho está caindo ao pedaços

Uberlândia (MG) - Tombada, Estação Sobradinho está caindo ao pedaços Uberlândia (MG) - Tombada, Estação Sobradinho está caindo ao pedaços Apesar da pompa dos dizeres Patrimônio Histórico Cultural, prédio parece, na verdade, um imóvel abandonado ao tempo. (Foto: Celso Ribeiro)

Leia mais

LINHA DIRETA ASSISTÊNCIA AOS JORNALISTAS EM MISSÕES PERIGOSAS

LINHA DIRETA ASSISTÊNCIA AOS JORNALISTAS EM MISSÕES PERIGOSAS LINHA DIRETA ASSISTÊNCIA AOS JORNALISTAS EM MISSÕES PERIGOSAS Em conformidade com o Direito Internacional Humanitário, os jornalistas que estiverem em missão em áreas de conflitos armados devem ser respeitados

Leia mais

UNVERSDADE FEDERAL DO RIO GRANDE DO NORTE GABINETE DO REITOR COMISSÃO DA VERDADE TRANSCRIÇÃO DE ENTREVISTA

UNVERSDADE FEDERAL DO RIO GRANDE DO NORTE GABINETE DO REITOR COMISSÃO DA VERDADE TRANSCRIÇÃO DE ENTREVISTA UNVERSDADE FEDERAL DO RIO GRANDE DO NORTE GABINETE DO REITOR COMISSÃO DA VERDADE TRANSCRIÇÃO DE ENTREVISTA Entrevista realizada em: 5.6.2013 Hora: 16h30min. Local: Sala do prof. Almir Bueno CERES Caicó/RN

Leia mais

VIOLAÇÃO DOS DIREITOS HUMANOS NO PERÍODO DA DITADURA NO BRASIL: E A COMISSÃO DA VERDADE

VIOLAÇÃO DOS DIREITOS HUMANOS NO PERÍODO DA DITADURA NO BRASIL: E A COMISSÃO DA VERDADE VIOLAÇÃO DOS DIREITOS HUMANOS NO PERÍODO DA DITADURA NO BRASIL: E A COMISSÃO DA VERDADE Roberto de Paula Alvarenga RANGEL 1 Claudio José Palma SANCHEZ 2 RESUMO: O presente trabalho busca abordar um breve

Leia mais

A primeira coisa que eu me lembro é o Círio de Nazaré 69

A primeira coisa que eu me lembro é o Círio de Nazaré 69 quente, adentrei a casa desta família; uma grade alta fazia a limitação entre o espaço público e o privado, aquele afastamento frontal demonstrava que se tratava de uma edificação que não se enquadrava

Leia mais

Brasileira percorre 7 mil quilômetros para contar histórias de refugiados africanos

Brasileira percorre 7 mil quilômetros para contar histórias de refugiados africanos Brasileira percorre 7 mil quilômetros para contar histórias de refugiados africanos por Por Dentro da África - quarta-feira, julho 29, 2015 http://www.pordentrodaafrica.com/cultura/brasileira-percorre-7-mil-quilometros-para-contar-historias-derefugiados-africanos

Leia mais

Discurso. Mais uma vez, quando chega a primavera é tempo de nascer uma nova imagem nestas paredes centenárias do Instituto dos Advogados Brasileiros.

Discurso. Mais uma vez, quando chega a primavera é tempo de nascer uma nova imagem nestas paredes centenárias do Instituto dos Advogados Brasileiros. Discurso Mais uma vez, quando chega a primavera é tempo de nascer uma nova imagem nestas paredes centenárias do Instituto dos Advogados Brasileiros. Mais um nome para compor, muito acima da Diretoria e

Leia mais

INT. BIBLIOTECA (1960) - DIANTE DO BALCãO DA BIBLIOTECáRIA

INT. BIBLIOTECA (1960) - DIANTE DO BALCãO DA BIBLIOTECáRIA INT. BIBLIOTECA (1960) - DIANTE DO BALCãO DA BIBLIOTECáRIA Carolina e, acompanhados de, estão na biblioteca, no mesmo lugar em que o segundo episódio se encerrou.os jovens estão atrás do balcão da biblioteca,

Leia mais

TUDO COMEÇOU... Após alguns meses...

TUDO COMEÇOU... Após alguns meses... TUDO COMEÇOU... Muitas pessoas participaram pra que a igreja São José Operário existisse, no início a irmã Catarina saiu de casa em casa convidando os moradores do bairro pra participar de um culto dominical,

Leia mais

mundo. A gente não é contra branco. Somos aliados, queremos um mundo melhor para todo mundo. A gente está sentindo muito aqui.

mundo. A gente não é contra branco. Somos aliados, queremos um mundo melhor para todo mundo. A gente está sentindo muito aqui. Em 22 de maio de 2014 eu, Rebeca Campos Ferreira, Perita em Antropologia do Ministério Público Federal, estive na Penitenciária de Médio Porte Pandinha, em Porto Velho RO, com os indígenas Gilson Tenharim,

Leia mais

Laudo Pericial. Caso detenção ilegal de advogados Daniel Biral e Silvia Daskal

Laudo Pericial. Caso detenção ilegal de advogados Daniel Biral e Silvia Daskal Laudo Pericial Caso detenção ilegal de advogados Daniel Biral e Silvia Daskal Contextualização do local e da cena. O episódio ocorreu aproximadamente a 70 metros de onde estava acontecendo um debate publico

Leia mais

RICHTER 8.2 A FÚRIA DA NATUREZA

RICHTER 8.2 A FÚRIA DA NATUREZA JOSÉ ARAÚJO RICHTER 8.2 1 RICHTER 8.2 2 JOSÉ ARAÚJO RICHTER 8.2 FURIA DA NATUREZA 3 RICHTER 8.2 Copyright 2008 José Araújo Título: Richter 8.2 Fúria da Natureza Edição: José Araújo Revisão: José Araújo

Leia mais

Acesso aos Arquivos da Ditadura: Nem Perdão, nem Talião: Justiça!

Acesso aos Arquivos da Ditadura: Nem Perdão, nem Talião: Justiça! Acesso aos Arquivos da Ditadura: Nem Perdão, nem Talião: Justiça! Tânia Miranda * A memória histórica constitui uma das mais fortes e sutis formas de dominação. A institucionalização da memória oficial

Leia mais

TRIBUTO AOS MAÇONS. uma cerimônia aberta emitida pelo. Supremo Conselho da Ordem DeMolay para a República Federativa do Brasil

TRIBUTO AOS MAÇONS. uma cerimônia aberta emitida pelo. Supremo Conselho da Ordem DeMolay para a República Federativa do Brasil TRIBUTO AOS MAÇONS uma cerimônia aberta emitida pelo Supremo Conselho da Ordem DeMolay para a República Federativa do Brasil Segunda Edição 2008 TRIBUTO AOS MAÇONS Esta cerimônia tem por objetivo apresentar

Leia mais

Lógicas de Supervisão Pedagógica em Contexto de Avaliação de Desempenho Docente. ENTREVISTA - Professor Avaliado - E 5

Lógicas de Supervisão Pedagógica em Contexto de Avaliação de Desempenho Docente. ENTREVISTA - Professor Avaliado - E 5 Sexo Idade Grupo de Anos de Escola docência serviço Feminino 46 Filosofia 22 Distrito do Porto A professora, da disciplina de Filosofia, disponibilizou-se para conversar comigo sobre o processo de avaliação

Leia mais

A Maior Triagem Odontológica do Mundo. Tá, entendi. Agora, como eu vou fazer isso?

A Maior Triagem Odontológica do Mundo. Tá, entendi. Agora, como eu vou fazer isso? A Maior Triagem Odontológica do Mundo. Em 18 de Março de 2013, o mundo inteiro vai sorrir mais bonito. Neste dia, realizaremos juntos em todo o Brasil, 10 países da América Latina e Portugal a MAIOR TRIAGEM

Leia mais

Em algum lugar de mim

Em algum lugar de mim Em algum lugar de mim (Drama em ato único) Autor: Mailson Soares A - Eu vi um homem... C - Homem? Que homem? A - Um viajante... C - Ele te viu? A - Não, ia muito longe! B - Do que vocês estão falando?

Leia mais

e- SIC Manual do Cidadão

e- SIC Manual do Cidadão e- SIC Manual do Cidadão Sumário Introdução 3 O e-sic 4 Primeiro acesso 5 Cadastrando-se no e-sic 6 Acessando o e-sic 7 Funções do e-sic 8 Envio de avisos por e-mail pelo e-sic 9 Como fazer um pedido de

Leia mais

Reunião de junho na Sede da Associação

Reunião de junho na Sede da Associação Ano 1 Lagedo, Domingo, 03 de agosto de 2014 N o 3 Reunião de junho na Sede da Associação Reunião na Sede da Associação. foto: Mirene Moraes, 29/06/2014. A reunião estava marcada para ter início as 13:00h.

Leia mais

Por Rogério Soares Coordenador Estadual da RCC São Paulo Grupo de Oração Kénosis

Por Rogério Soares Coordenador Estadual da RCC São Paulo Grupo de Oração Kénosis Grupos de Oração sem a experiência do Batismo no Espírito Santo, exercício dos carismas e o cultivo da vivência fraterna, revelam uma face desfigurada da RCC. Reflitamos a esse respeito tendo por base

Leia mais

cartilha direitos humanos layout:layout 1 2008-09-05 13:42 Página 1 CAPA

cartilha direitos humanos layout:layout 1 2008-09-05 13:42 Página 1 CAPA cartilha direitos humanos layout:layout 1 2008-09-05 13:42 Página 1 CAPA cartilha direitos humanos layout:layout 1 2008-09-05 13:42 Página 2 TODOS SÃO IGUAIS PERANTE A LEI* *Artigo 5º da Constituição Brasileira

Leia mais

Projeto: Marcas da Memória: História Oral da Anistia no Brasil

Projeto: Marcas da Memória: História Oral da Anistia no Brasil UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO DE JANEIRO LABORATÓRIO DE ESTUDOS DO TEMPO PRESENTE NÚCLEO DE HISTÓRIA ORAL Projeto: Marcas da Memória: História Oral da Anistia no Brasil (UFRJ/ Comissão de Anistia-MJ) Ficha

Leia mais

PROJETO PROFISSÕES. Entrevista com DJ

PROJETO PROFISSÕES. Entrevista com DJ Entrevista com DJ Meu nome é Raul Aguilera, minha profissão é disc-jóquei, ou DJ, como é mais conhecida. Quando comecei a tocar, em festinhas da escola e em casa, essas festas eram chamadas de "brincadeiras

Leia mais

Chantilly, 17 de outubro de 2020.

Chantilly, 17 de outubro de 2020. Chantilly, 17 de outubro de 2020. Capítulo 1. Há algo de errado acontecendo nos arredores dessa pequena cidade francesa. Avilly foi completamente afetada. É estranho descrever a situação, pois não encontro

Leia mais

DESENGANO CENA 01 - CASA DA GAROTA - INT. QUARTO DIA

DESENGANO CENA 01 - CASA DA GAROTA - INT. QUARTO DIA DESENGANO FADE IN: CENA 01 - CASA DA GAROTA - INT. QUARTO DIA Celular modelo jovial e colorido, escovas, batons e objetos para prender os cabelos sobre móvel de madeira. A GAROTA tem 19 anos, magra, não

Leia mais

Um café em Madri com Ian Gibson, prato principal: Federico Garcia Lorca - Por Syntia Pereira Alves

Um café em Madri com Ian Gibson, prato principal: Federico Garcia Lorca - Por Syntia Pereira Alves Um café em Madri com Ian Gibson, prato principal: Federico Garcia Lorca - Por Syntia Pereira Alves Ian Gibson, irlandes, mas desde 1984, cidadão espanhol. Hispanista internacionalmente reconhecido por

Leia mais

I - RELATÓRIO DO PROCESSADOR *

I - RELATÓRIO DO PROCESSADOR * PSICODRAMA DA ÉTICA Local no. 107 - Adm. Regional do Ipiranga Diretora: Débora Oliveira Diogo Público: Servidor Coordenadora: Marisa Greeb São Paulo 21/03/2001 I - RELATÓRIO DO PROCESSADOR * Local...:

Leia mais

Daniel Chaves Santos Matrícula: 072.997.003. Rio de Janeiro, 28 de maio de 2008.

Daniel Chaves Santos Matrícula: 072.997.003. Rio de Janeiro, 28 de maio de 2008. Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro Departamento de Artes & Design Curso de especialização O Lugar do Design na Leitura Disciplina: Estratégia RPG Daniel Chaves Santos Matrícula: 072.997.003

Leia mais

Apoio. Patrocínio Institucional

Apoio. Patrocínio Institucional Patrocínio Institucional Parceria Apoio InfoReggae - Edição 83 Papo Reto com José Junior 12 de junho de 2015 O Grupo AfroReggae é uma organização que luta pela transformação social e, através da cultura

Leia mais

Ministério Público do Estado de Mato Grosso 15ª Promotoria Criminal Especializada no Combate à Violência Doméstica e Familiar contra a Mulher

Ministério Público do Estado de Mato Grosso 15ª Promotoria Criminal Especializada no Combate à Violência Doméstica e Familiar contra a Mulher A história da mulher é a história da pior tirania que o mundo conheceu: a tirania do mais forte sobre o mais fraco. 1 EXCELENTÍSSIMA JUÍZA DE DIREITO DA 1ª VARA ESPECIALIZADA DE VIOLÊNCIA DOMÉSTICA E FAMILIAR

Leia mais

Enóloga fala da participação das mulheres no mundo do vinho

Enóloga fala da participação das mulheres no mundo do vinho Enóloga fala da participação das mulheres no mundo do vinho Carlos Alberto Barbosa Susana Balbo esteve em São Paulo para conduzir a degustação do lançamento no Brasil da linha de vinhos Zohar Na quinta-feira,

Leia mais

ESCOLA DE ENSINO FUNDAMENTAL E MEDIO MARIO QUINTANA REDAÇÃO PROFª ALINE NEUSCHRANK

ESCOLA DE ENSINO FUNDAMENTAL E MEDIO MARIO QUINTANA REDAÇÃO PROFª ALINE NEUSCHRANK ESCOLA DE ENSINO FUNDAMENTAL E MEDIO MARIO QUINTANA REDAÇÃO PROFª ALINE NEUSCHRANK ÁLBUM DESCRITIVO NOME: TURMA: DATA DE ENTREGA: 02/05/08 INTRODUÇÃO Este trabalho está sendo desenvolvido no Projeto de

Leia mais

Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios - 2009

Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios - 2009 Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios - 2009 1 1 Rio de Janeiro, 15/12/2010 1 PNAD 2009 Segurança Alimentar Vitimização e Educação Trabalho Rendimento Fecundidade Tecnologia da Informação etc 2 153

Leia mais

Campanha Nacional de Escolas da Comunidade Colégio Cenecista Nossa Senhora dos Anjos Gravataí RS. Cohab B

Campanha Nacional de Escolas da Comunidade Colégio Cenecista Nossa Senhora dos Anjos Gravataí RS. Cohab B Campanha Nacional de Escolas da Comunidade Colégio Cenecista Nossa Senhora dos Anjos Gravataí RS Cohab B Data: 29/04/2015 Pedro Lima, Gabriel Landal, Lorenzo Silveira e Leonardo Souza. Turma 101 A COHAB

Leia mais

REPRESENTAÇÕES SOCIAIS DA GRAVIDEZ: A EXPERIÊNCIA DA MATERNIDADE EM INSTITUIÇÃO DADOS SÓCIO-DEMOGRÁFICOS. Idade na admissão.

REPRESENTAÇÕES SOCIAIS DA GRAVIDEZ: A EXPERIÊNCIA DA MATERNIDADE EM INSTITUIÇÃO DADOS SÓCIO-DEMOGRÁFICOS. Idade na admissão. REPRESENTAÇÕES SOCIAIS DA GRAVIDEZ: A EXPERIÊNCIA DA MATERNIDADE EM INSTITUIÇÃO Código Entrevista: 2 Data: 18/10/2010 Hora: 16h00 Duração: 23:43 Local: Casa de Santa Isabel DADOS SÓCIO-DEMOGRÁFICOS Idade

Leia mais

PDF created with pdffactory Pro trial version www.pdffactory.com

PDF created with pdffactory Pro trial version www.pdffactory.com Tema:Humor Você vai ler a seguir um fragmento da peça teatral Lua nua, de Leilah Assunção, que foi encenada em várias cidades do país entre 1986 e 1989, sempre com grande sucesso de público e de crítica.

Leia mais

Os 3 Passos da Fluência - Prático e Fácil!

Os 3 Passos da Fluência - Prático e Fácil! Os 3 Passos da Fluência - Prático e Fácil! Implemente esses 3 passos para obter resultados fantásticos no Inglês! The Meridian, 4 Copthall House, Station Square, Coventry, Este material pode ser redistribuído,

Leia mais

MORADIA ESTUDANTIL INFORMES DA PRAE N.º 002/2013

MORADIA ESTUDANTIL INFORMES DA PRAE N.º 002/2013 MORADIA ESTUDANTIL INFORMES DA PRAE N.º 002/2013 RELATÓRIO DA REUNIÃO REALIZADA DIA 12.04. 2013 ENTRE O CONSELHO DA MORADIA ESTUDANTIL E REPRESENTANTES DA UFSC FLORIANÓPOLIS, 30 DE ABRIL DE 2013 1 APRESENTAÇÃO

Leia mais

UNESC Faculdades Integradas de Cacoal Mantidas pela Associação Educacional de Rondônia E-mail: unesc@unescnet.br - Internet: www.unescnet.

UNESC Faculdades Integradas de Cacoal Mantidas pela Associação Educacional de Rondônia E-mail: unesc@unescnet.br - Internet: www.unescnet. NÚCLEO DE PRÁTICA JURÍDICA (NPJ) ANEXO VI (Edital n. 02/2014-2) CRONOGRAMA SEMESTRAL 9.º PERÍODO DEPENDÊNCIA N. DATAS ATIVIDADES EQUIVALÊNCIA Disponibilização do Cronograma Semestral de atividades no átrio

Leia mais

LISTA DE EXERCÍCIOS GRAMÁTICA 2 E. M. CEAG 2 BIMESTRE

LISTA DE EXERCÍCIOS GRAMÁTICA 2 E. M. CEAG 2 BIMESTRE Orientações: Só serão aceitas as atividades feitas por completo e de acordo com o que foi pedido nos enunciados. Todos os exercícios deverão ser resolvidos no caderno. A perda desta lista implicará em

Leia mais

PROPOSTAS PARA A REDUÇÃO DA VIOLÊNCIA

PROPOSTAS PARA A REDUÇÃO DA VIOLÊNCIA PROPOSTAS PARA A REDUÇÃO DA VIOLÊNCIA 1. Criar o Fórum Metropolitano de Segurança Pública Reunir periodicamente os prefeitos dos 39 municípios da Região Metropolitana de São Paulo para discutir, propor,

Leia mais

Por Daniel Favero (*) - 02 Nov 2011

Por Daniel Favero (*) - 02 Nov 2011 Por Daniel Favero (*) - 02 Nov 2011 Diferentemente do que se imagina, Dilma Rousseff não participou do maior roubo praticado por organizações de esquerda para financiar a luta armada contra a ditadura

Leia mais

Presidência da República Casa Civil Secretaria de Administração Diretoria de Gestão de Pessoas Coordenação Geral de Documentação e Informação

Presidência da República Casa Civil Secretaria de Administração Diretoria de Gestão de Pessoas Coordenação Geral de Documentação e Informação Presidência da República Casa Civil Secretaria de Administração Diretoria de Gestão de Pessoas Coordenação Geral de Documentação e Informação Coordenação de Biblioteca 68 Discurso na cerimónia de lançamento

Leia mais

1-Onde e quando aconteceu o evento:

1-Onde e quando aconteceu o evento: 1-Onde e quando aconteceu o evento: Data:26/02/2013 Horário: 9hs Local: Canteiro de Obras MRM/ Escave, Av. das Nações, nº429. Monte Castelo. 2- Como transcorreu o evento: Vereador Agnaldo da saúde levou

Leia mais

A VERDADE SOBRE AS FUNERÁRIAS NO MUNICÍPIO DO RJ:

A VERDADE SOBRE AS FUNERÁRIAS NO MUNICÍPIO DO RJ: A VERDADE SOBRE AS FUNERÁRIAS NO MUNICÍPIO DO RJ: Quando Sérgio Arouca assumiu a Secretaria Municipal de Saúde do RJ, publicou um decreto colocando o sistema funerário para controle dos assistentes sociais.

Leia mais

Entendendo a Nova Ordem Digital. Há uma nova Ordem Mundial, a Ordem Digital.

Entendendo a Nova Ordem Digital. Há uma nova Ordem Mundial, a Ordem Digital. 1 2 Entendendo a Nova Ordem Digital Há uma nova Ordem Mundial, a Ordem Digital. Responsável por uma revolução jamais vista, afeta todas as nossas formas de relacionamento, das pessoais às COMERCIAIS. Surge

Leia mais

Como usar o monitoramento de mídias sociais numa campanha política

Como usar o monitoramento de mídias sociais numa campanha política Como usar o monitoramento de mídias sociais numa campanha política No Brasil, há poucas experiências conhecidas de uso de ferramentas de monitoramento de mídias sociais em campanhas políticas. Uma delas

Leia mais

MARK CARVALHO. Capítulo 1

MARK CARVALHO. Capítulo 1 MARK CARVALHO Capítulo 1 Mark era um menino com altura média, pele clara, pequenos olhos verdes, cabelos com a cor de avelãs. Um dia estava em casa vendo televisão, até que ouviu: Filho, venha aqui na

Leia mais

VIII Jornada de Estágio de Serviço Social. A PRÁTICA DO SERVIÇO SOCIAL NA ASSOCIAÇÃO MINISTÉRIO MELHOR VIVER- AMMV

VIII Jornada de Estágio de Serviço Social. A PRÁTICA DO SERVIÇO SOCIAL NA ASSOCIAÇÃO MINISTÉRIO MELHOR VIVER- AMMV A PRÁTICA DO SERVIÇO SOCIAL NA ASSOCIAÇÃO MINISTÉRIO MELHOR VIVER- AMMV SILVA, D. Pollyane¹ MORO, M. Silvana ² SOUSA, G. Cristiane³ Resumo Este trabalho tem o intuito de descrever a Prática Profissional

Leia mais

A Arte do Luthier Hugo Martinez em Perspectiva Cultural

A Arte do Luthier Hugo Martinez em Perspectiva Cultural Page 1 of 9 Universidade Federal do Amapá Pró-Reitoria de Ensino de Graduação Curso de Licenciatura Plena em Pedagogia Disciplina: Filosofia da Cultura Educador: João Nascimento Borges Filho A Arte do

Leia mais

Fórum Social Mundial Memória FSM memoriafsm.org

Fórum Social Mundial Memória FSM memoriafsm.org Este documento faz parte do Repositório Institucional do Fórum Social Mundial Memória FSM memoriafsm.org CLIPPING FSM 2009 AMAZÔNIA Jornal: CARTA MAIOR Data: 31/01/09 http://www.cartamaior.com.br/templates/materiamostrar.cfm?materia_id=15558

Leia mais

5 ADOLESCÊNCIA. 5.1. Passagem da Infância Para a Adolescência

5 ADOLESCÊNCIA. 5.1. Passagem da Infância Para a Adolescência 43 5 ADOLESCÊNCIA O termo adolescência, tão utilizado pelas classes médias e altas, não costumam fazer parte do vocabulário das mulheres entrevistadas. Seu emprego ocorre mais entre aquelas que por trabalhar

Leia mais

Dúvidas Frequentes FOTOGRAFIA

Dúvidas Frequentes FOTOGRAFIA Dúvidas Frequentes FOTOGRAFIA 01) Como devo escolher um fotógrafo? Lembrando que é um momento único e especial e que esse momento se eternizara por muitos anos e deve gerar lembranças agradáveis com belas

Leia mais

COMISSÃO DE CULTURA PROJETO DE LEI Nº 3388, DE 2012

COMISSÃO DE CULTURA PROJETO DE LEI Nº 3388, DE 2012 COMISSÃO DE CULTURA PROJETO DE LEI Nº 3388, DE 2012 Dá o nome de Ponte Herbert de Souza Betinho, à atual Ponte Presidente Costa e Silva, localizada do km 321 ao 334, na BR 101/RJ. Autor: Deputado Chico

Leia mais

Presidência da República Casa Civil Secretaria de Administração Diretoria de Gestão de Pessoas Coordenação Geral de Documentação e Informação

Presidência da República Casa Civil Secretaria de Administração Diretoria de Gestão de Pessoas Coordenação Geral de Documentação e Informação Presidência da República Casa Civil Secretaria de Administração Diretoria de Gestão de Pessoas Coordenação Geral de Documentação e Informação Coordenação de Biblioteca 05 DE AGOSTO PALÁCIO DO PLANALTO

Leia mais

Luís Norberto Pascoal

Luís Norberto Pascoal Viver com felicidade é sucesso com harmonia e humildade. Luís Norberto Pascoal Agradecemos aos parceiros que investem em nosso projeto. ISBN 978-85-7694-131-6 9 788576 941316 Era uma vez um pássaro que

Leia mais

CONCURSO DE EXPRESSÃO ESCRITA GERAÇÃO MÓVEL E DESAFIOS. O Real e o Virtual

CONCURSO DE EXPRESSÃO ESCRITA GERAÇÃO MÓVEL E DESAFIOS. O Real e o Virtual CONCURSO DE EXPRESSÃO ESCRITA GERAÇÃO MÓVEL E DESAFIOS 2012 O Real e o Virtual Olá! O meu nome é Real Virtual. A minha família e os meus amigos conhecem-me por Real, já para a malta dos chats e dos jogos,

Leia mais

Após manifestações, 15 pessoas continuam presas em Belo Horizonte

Após manifestações, 15 pessoas continuam presas em Belo Horizonte Após manifestações, 15 pessoas continuam presas em Belo Horizonte Dos 56 detidos, 11 são adolescentes; 30 foram ouvidos e liberados. Manifestantes e polícia se enfrentaram em dois momentos neste sábado.

Leia mais

METODOLOGIA DE DESENVOLVIMENTO DE SOFTWARE DO MUSEU PARAENSE EMÍLIO GOELDI

METODOLOGIA DE DESENVOLVIMENTO DE SOFTWARE DO MUSEU PARAENSE EMÍLIO GOELDI METODOLOGIA DE DESENVOLVIMENTO DE SOFTWARE DO MUSEU PARAENSE EMÍLIO GOELDI HISTÓRICO DE REVISÕES Data Versão Descrição Autor 02/04/2014 1.0 Versão Inicial Ewertton Bravo 27/08/2014 1.1 Alteração da Imagem

Leia mais

AGENDAMENTO DE VISTO AMERICANO

AGENDAMENTO DE VISTO AMERICANO AGENDAMENTO DE VISTO AMERICANO Esse Formulário é uma versão em português, contendo as principais informações do Formulário Eletrônico DS-160, necessário para a solicitação de Visto Americano, e disponível

Leia mais

Em busca do arquivo perdido: a Assessoria Especial de Segurança e Informação da Universidade Federal do Espírito Santo (AESI/Ufes).

Em busca do arquivo perdido: a Assessoria Especial de Segurança e Informação da Universidade Federal do Espírito Santo (AESI/Ufes). Em busca do arquivo perdido: a Assessoria Especial de Segurança e Informação da Universidade Federal do Espírito Santo (AESI/Ufes). RESUMO: O principal objetivo deste artigo é apresentar os problemas relacionados

Leia mais

Poder: Jornal Fortuna

Poder: Jornal Fortuna Aqui você enriquece sua leitura Jornal Fortuna Volume 1, edição 1 Data do boletim informativo Nesta edição: Poder: Há vários tipos de poder, poder militar, poder da natureza, poder político, o poder da

Leia mais

NOTÍCIAS. Parque da Cidade é o escolhido para grandes eventos em Natal. V.4 - N.4 - Setembro de 2015

NOTÍCIAS. Parque da Cidade é o escolhido para grandes eventos em Natal. V.4 - N.4 - Setembro de 2015 V.4 - N.4 - Setembro de 2015 Vilma Lúcia da Silva 05 Assessora de Comunicação do Parque da Cidade Parque da Cidade é o escolhido para grandes eventos em Natal Só no mês de setembro o Parque da Cidade recebeu

Leia mais

Autor (a): Januária Alves

Autor (a): Januária Alves Nome do livro: Crescer não é perigoso Editora: Gaivota Autor (a): Januária Alves Ilustrações: Nireuda Maria Joana COMEÇO DO LIVRO Sempre no fim da tarde ela ouvia no volume máximo uma musica, pois queria

Leia mais

Projeto: Acesso das famílias de mulheres presas ao Programa Bolsa Família no Distrito Federal

Projeto: Acesso das famílias de mulheres presas ao Programa Bolsa Família no Distrito Federal Projeto: Acesso das famílias de mulheres presas ao Programa Bolsa Família no Distrito Federal Coordenação: Debora Diniz Instituições: Universidade de Brasília (UnB) e Anis Instituto de bioética, gênero

Leia mais

UNIDADE VI ESCREVENDO E-MAILS QUE GERAM RESULTADOS

UNIDADE VI ESCREVENDO E-MAILS QUE GERAM RESULTADOS UNIDADE VI ESCREVENDO E-MAILS QUE GERAM RESULTADOS Nessa unidade vou mostrar para você como escrever e-mails que geram resultados. Mas que resultados são esses? Quando você escreve um e-mail tem que saber

Leia mais