PLANO GESTÃO ESCOLAR

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "PLANO GESTÃO ESCOLAR"

Transcrição

1 PLANO GESTÃO ESCOLAR QUADRIÊNIO Rua Antônio Ferraz Costa, nº Alto da Santa Cruz - Itatiba S/P (11) Pág 1

2 I IDENTIFICAÇÃO DA UNIDADE ESCOLAR I.1 DADOS GERAIS Nome: EE Manuel Euclides de Brito Endereço : Rua Antonio Ferraz Costa, nº 506 Bairro: Santa Cruz CEP: Fone/Fax: (11) Itatiba S/P CNPJ: / I Códigos: CIE U.A FDE I Data da instalação: D.O.E. de 01/04/1950 I Ato de criação: Decreto Lei nº 607 de 02/01/1950 I Autorização dos cursos: Criação Ginásio Estadual - Lei 607/50 D.O.E. 02/01/1950 Instalação - D.O.E. 01/04/1950 Patrocínio - Lei 1558/52 - D.O.E. 03/01/1952 Normal - Lei 6145/65 D.O.E. 01/12/1965 CENE - Lei 9770/67 D.O.E. 12/04/1967 CENE para EESG - Res. 23/76 - D.O.E. 28/01/1976 Autorização HEM - Res.SE 11/78- D.O.E. 01/01/1978 (Retificado -D.O.E. 16/02/1978) Rua Antônio Ferraz Costa, nº Alto da Santa Cruz - Itatiba S/P (11) Pág 2

3 EESG para EEPSG - Res.124/80 - D.O.E. 29/07/1980 Autorização Inciso III - Res. 245/84 D.O.E.13/12/1984 Passou para E.E Autorização E.J.A. Res SE 49/03- D.O.E. 24/06/2003 I.2 - ORGANIZAÇÃO DA ESCOLA A Unidade Escolar é mantida pelo Poder Público Estadual e administrada pela Secretaria de estado da Educação, com base nos dispositivos constitucionais vigentes, na Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional e no Estatuto da Criança e do Adolescente, respeitadas as Normas Regimentais Básicas, aprovadas pelo Parecer CEE 67/98. A escola oferece o Ensino Médio e a Educação para Jovens e Adultos (Ensino Médio). O Ensino Médio (regular) é oferecido em três turnos e o EJA somente no período noturno. Períodos de funcionamento: Manhã das 07h00 às 12h20 Tarde - das 13h00 às 18h20 Noite das 19h00 às 23h00 I.3 EQUIPE GESTÃO Diretor: Marli Aparecida Nunes Reale Vice-Diretor : Celio Tuffani Professor Coordenador Pedagógico : Terezinha Justino dos Santos Rua Antônio Ferraz Costa, nº Alto da Santa Cruz - Itatiba S/P (11) Pág 3

4 II - CARACTERIZAÇÃO DA UNIDADE ESCOLAR II.1 - A ESCOLA A EE Manuel Euclides de Brito, criada pelo Decreto- Lei nº 607/50, surgiu como projeto de um grupo de cidadãos preocupados com o futuro educacional dos jovens itatibenses. Até 1949, estes jovens eram obrigados a estudar em cidades vizinhas, para concluírem seus estudos, pois até então, o nosso município só oferecia o antigo ensino primário. Com o crescimento da cidade e uma população mais exigente, a Prefeitura Municipal de Itatiba, através do prefeito Senhor Erasmo Crispim, firmou parceria com a Secretaria de Estado da Educação, possibilitando a criação do 1º Ginásio do município, através do citado decreto, publicado em 02 de Janeiro de 1950 no D.O.E., dando-se sua instalação em 1º de Abril de Há 61 anos, a escola, hoje chamada carinhosamente de MEB registra os grandes movimentos da Educação. Foi evoluindo, ao longo dos anos, para atender as necessidades da população. Já foi Ginásio Estadual, Colégio, Colégio e Escola Normal Estadual, Escola Estadual de 1º e 2º graus, Escola Estadual e todos esses momentos contribuíram para o sucesso desta escola, que é o orgulho dos itatibenses. Por ela passaram as famílias tradicionais da cidade e seus descendentes, a maioria dos médicos que hoje nos atendem, advogados, executivos, professores, que hoje lecionam nesta escola, com grande orgulho, por serem o produto desta instituição educacional. A FAMEB, fanfarra do MEB, foi por muitos anos o orgulho da escola e do município, angariando muitos prêmios e lembrada com saudades até hoje, pelos seus participantes e pelos munícipes, que não perdiam suas apresentações locais e por muitas vezes faziam grandes caravanas para acompanhá-la nos desfiles em outras localidades. Assim, em toda sua trajetória histórica, o MEB desenvolveu um projeto pedagógico que busca a formação de indivíduos autônomos, ativos e flexíveis, capazes de contribuir para a construção de uma sociedade democrática e justa. A iniciativa, a Rua Antônio Ferraz Costa, nº Alto da Santa Cruz - Itatiba S/P (11) Pág 4

5 criatividade e o compromisso com a educação tornaram-se pedra fundamental desta escola. Localizada em área próxima ao centro da cidade, seus alunos hoje, formam uma clientela diversificada e heterogênea, estabelecida em áreas rurais, bairros e central. O prédio escolar, construído há bastante tempo,já passou por diversas reformas, é conservado e suas dependências são limpas e arejadas. É composto de piso inferior e superior, amplo estacionamento e área verde. A escola está localizada numa área arborizada de ,63m², sendo 2.929,48m² de área construída e 8.025,15m² de área livre. Permite contato com natureza, animais silvestres (saguis, esquilos...) e aves como Tucanos e Pica-paus. Para limpeza e conservação desta área, a escola conta com a parceria da Prefeitura Municipal, que muito bem desenvolve este trabalho. Para a segurança do prédio, além da zeladoria, conta-se com câmeras, instaladas em lugares estratégicos e que permite uma visão geral das dependências internas e externas. Possui portão principal eletrônico, para acesso ao estacionamento. O prédio possui elevador para acesso ao piso superior e locais adaptados para portadores de deficiências físicas. II.2 RECURSOS FISICOS, MATERIAIS PEDAGÓGICOS E HUMANOS II.2.1 RECURSOS FISICOS - AS DEPENDÊNCIAS SALAS USO MEDIDAS 01 Laboratório de Ciências da Natureza 60,75 m² 02 Aulas de Grupos de estudos/aulas 34,40 m² 03 Destinada à aulas de História 59,30 m² 04 Destinada à aulas de Língua Portuguesa 59,30 m² 05 Destinada à aulas de Física e Geografia 57,20 m² 06 Aula 62,10 m² 07 Leitura 61,40 m² 08 Multimídia (TV, Datashow, Computador, Lousa digital) 62,10 m² Rua Antônio Ferraz Costa, nº Alto da Santa Cruz - Itatiba S/P (11) Pág 5

6 09 Sala de Aula 58,90 m² 10 Sala de Aula 58,90 m² 11 Sala de Aula 46,60 m² 12 Sala de Aula 46,60 m² 12 A Anexo 12,00 m² 13 Sala de Aula 46,50 m² DEMAIS DEPENDÊNCIAS 14 Sala de Informática (Acessa escola) 61,00 m² 15 Almoxarifado 28,80 m² 16 Cantina 34,00 m² 17 Sala da Rádio e do Grêmio Estudantil 34,00 m² 18 Sanitários feminino (alunas) 40,00 m² 19 Sanitários masculino (alunos) 35,00 m² 20 Copa 16,20 m² 21 Sala da Coordenação Pedagógica 16,80 m² 22 Sala de Educação física 13,00 m² 23 Refeitório 66,00 m² 24 Cozinha 35,00 m² 25 Despensa 11,80 m² 26 Quadra coberta 610,00 m² 27 Pátio coberto 590,00 m² 28 Secretaria e arquivo morto 72,00 m² 29 Sanitário feminino (funcionários e professores) 4,00 m² 30 Sanitário masculino (funcionários e professores) 4,00 m² 31 Sala da Direção 22,50 m² 32 Sala da Vice-Direção 10,70 m² 33 Sala de recursos didáticos 17,70 m² 34 zeladoria 55,00 m² 35 Sala dos professores 33,00 m² A escola possui ainda, uma rampa para pessoas portadoras de deficiência física com acesso a entrada do prédio e outra com acesso à quadra. II RECURSOS FISICOS E PEDAGÓGICOS A Escola conta com grande quantidade de recursos físicos e pedagógicos. Entre os principais podemos citar: Sala de Informática com 24 computadores para uso dos alunos Rua Antônio Ferraz Costa, nº Alto da Santa Cruz - Itatiba S/P (11) Pág 6

7 03 computadores e 02 impressoras na Secretaria 01 Kit Multimídia na sala dos professores (computador, TV e impressora) 01 computador, uma impressora e uma TV na sala da Direção 01 computador e uma impressora na sala da Vice-Direção 01 laboratório equipado para atender as necessidades didáticas nas disciplinas de Física, Química e Biologia, em seus experimentos. Tem também 01 computador, uma TV, Data Show e telão. 01 Notebook para a Direção 01 computador para a sala da Rádio e Grêmio Estudantil 01 sala Multimídia com computador, telão, TV e Data Show 01 máquina copiadora (xerox) na Secretaria 01 computador, 01 máquina de Xerox e 01 impressora na sala da Coordenação 01 TV na sala de História Aparelhos DVD Aparelhagem para o funcionamento da Rádio (mesa e caixa de som, microfones com e sem fio) Máquina fotográfica digital Retroprojetor Aparelhos de som CD CD s ROM diversos para todas as disciplinas Acervo cinematográfico com mais de 40 filmes Acervo musical Jogos pedagógicos Mapas diversos Esquadros, réguas e compassos de madeira Materiais de Educação Física Sala de leitura com acervo superior a 5000 livros entre literatura e pesquisa e outros. II RECURSOS HUMANOS A Escola oferece o Ensino Médio (regular) e a Educação para Jovens e Adultos (EJA). Para atende-los conta-se com: Rua Antônio Ferraz Costa, nº Alto da Santa Cruz - Itatiba S/P (11) Pág 7

8 Quantidade Profissionais 01 Diretor de Escola 01 Vice-Diretor de Escola 01 Professor Coordenador Pedagógico 05 Agentes de Serviços Escolares 06 Agente de Organização Escolar (01 afastado junto ao Cartório Eleitoral) 01 Gerente de Organização Escolar 15 Professores Efetivos PEB I 26 Professores Efetivos PEB II 13 Professores Contratados (02 PAA e 01 PMediador) 04 Professores Eventuais 02 Professores Adidos 01 Professores afastados junto a Prefeitura (PEB II municipalizados) 02 Merendeiras (não vinculadas a SEESP) - terceirizadas 03 Ocupantes da Zeladoria II.2.4 LINHAS BÁSICAS DO PROJETO PEDAGÓGICO DA ESCOLA DIRETRIZES O Projeto Político Pedagógico desta Unidade Escolar, tem como linhas básicas: O desafio de garantir o acesso, a permanência e o sucesso do aluno, buscando com constância ações para evitar a evasão, principalmente dos alunos da EJA; A construção de um ambiente educativo em que todos possam aprender e vivenciar valores; O fortalecimento das relações interpessoais; Rua Antônio Ferraz Costa, nº Alto da Santa Cruz - Itatiba S/P (11) Pág 8

9 O conhecimento das dificuldades dos alunos e incentivo às potencialidades, numa prática pedagógica onde as ações são planejadas através de registros, de observações e decisões coletivas; A construção e aprimoramento de uma gestão democrática, onde todos compartilham das decisões, com transparência dos resultados educacionais e do uso dos recursos públicos, sempre na busca da melhor qualidade do ensino; O fortalecimento da participação dos pais e dos colegiados no contexto escolar; A garantia de um ambiente de trabalho agradável, sem conflitos, onde todos sejam valorizados e integrados no processo educacional; A valorização da iniciativa, dos avanços individuais e do crescimento coletivo, como construção de novas formas de convivência através de aulas participativas; O estímulo ao desenvolvimento da responsabilidade, solidariedade e sensibilidade; O reconhecimento, o respeito e o convívio com as diferenças de turmas, idade, papéis, funções e ideias; A formação de educandos preparados para o cotidiano do trabalho e das transformações sociais, conforme as orientações dos PCNs; II OBJETIVOS DA ESCOLA São objetivos gerais desta instituição: Rua Antônio Ferraz Costa, nº Alto da Santa Cruz - Itatiba S/P (11) Pág 9

10 Assegurar ao aluno, o desenvolvimento das capacidades cognitivas, operativas, sociais e morais; Respeitar a dignidade e o direito do aluno, considerando as diferenças individuais, sociais, econômicas, culturais, étnicas, religiosas...,oferecendo principalmente, educação inclusiva àquelas que apresentarem necessidades educacionais especiais; Integrar as famílias no processo de atendimento, na detecção das necessidades do aluno e da escola na busca de alternativas de solução; Combater o preconceito e a discriminação com vistas à construção da cidadania consciente; Transmitir conhecimentos, promovendo o desenvolvimento pessoal do aluno e preparando-o para a inserção no mercado do trabalho; Preparar culturalmente os alunos para uma melhor compreensão da sociedade em que vivemos; Realizar acompanhamento sistemático dos resultados escolares e buscar soluções na melhoria destes; II.3 DESCRIÇÃO ANALÍTICA DOS PRINCIPAIS PROCESSOS DE GESTÃO, SEUS DESAFIOS E RELAÇÃO ENTRE ESTES E OS RESULTADOS DE APRENDIZAGEM DOS ALUNOS As formas de gestão integram o processo de administração escolar. Não devem ser vistas separadamente, mas como pertencentes a um conjunto de ações construído por toda a comunidade escolar buscando o sucesso dos alunos. Assim, elas se complementam. Rua Antônio Ferraz Costa, nº Alto da Santa Cruz - Itatiba S/P (11) Pág 10

11 Através da gestão pedagógica, temos de um lado o projeto pedagógico, as diretrizes, as orientações educacionais, o currículo oficial; de outro, as necessidades e os interesses dos alunos. Assim, a gestão pedagógica deve voltar-se para a melhoria do processo ensino-aprendizagem e suas inovações, ao planejamento, a inclusão, ao atendimento dos avanços tecnológicos e científicos, bem como os culturais. Nesta gestão, os processos e as práticas possuem como desafios a contextualização. A gestão de resultados educacionais fornece o diagnóstico para que possamos avaliar nosso trabalho, repensar o projeto pedagógico e a prática pedagógica. Levantar pontos positivos e negativos. Verificar a qualidade do ensino oferecido aos alunos, os problemas de aprendizagem, a frequência, a evasão, a satisfação ou não dos alunos, pais, comunidade, funcionários, professores e gestores com esta qualidade. É através desta gestão, que podemos saber se garantimos ou não o sucesso escolar dos nossos alunos. Na gestão de pessoas temos o compromisso de todos os profissionais da escola, dos pais e alunos com o projeto pedagógico. Como desafios desta gestão temos a busca de conhecimentos, habilidades e atitudes requeridas a partir dos problemas que surgem no dia-a-dia, a valorização e o reconhecimento do trabalho, do esforço e interesse de todos pela melhoria da qualidade do ensino. Por outro lado, as ações devem voltar-se, também, na construção de um clima organizacional, para que o cotidiano escolar seja um lugar de formação contínua para todos. Na gestão participativa, os órgãos colegiados APM, Grêmio Estudantil, Conselho de Escola, e parcerias quando houver, podem, ajudar na eficácia do projeto pedagógico, com a participação efetiva, para que a escola se torne mais integradora, solidária e comunicativa com a comunidade escolar. Na gestão de serviços e recursos, temos como grande desafio: reconhecer os processos e práticas que foram eficientes e eficazes, garantindo o apoio de recursos físicos, materiais e financeiros. II GESTÃO DE PESSOAS Rua Antônio Ferraz Costa, nº Alto da Santa Cruz - Itatiba S/P (11) Pág 11

12 A escola trabalha com grupos heterogêneos. Muitas vezes a convivência entre os participantes fica comprometida em decorrência de uma série de mal-entendidos. Por isso, é necessário que as normas sejam muito bem definidas pelo coletivo. A materialização dessas normas será sistematizada no Regimento Escolar, cujas diretrizes encontra-se neste Plano de Gestão e na Proposta Pedagógica da Unidade Escolar. O cotidiano escolar apresenta, às vezes situações conflitantes, que se repetem e que demandam decisões rápidas. A Equipe Gestora fundamentada nas normas regimentais e nos aspectos legais deverá tomar decisões rápidas com base nos princípios e normas estabelecidas pelo grupo, para estabelecer um clima de confiança e ajuda mútua. II GESTÃO PARTICIPATIVA Democracia supõe a convivência e o diálogo entre as pessoas que pensam de modo diferente e querem coisas distintas. Este aprendizado implica na capacidade de discutir, elaborar e aceitar regras coletivas, para superar obstáculos, por meio do dialogo e da construção de propósitos comuns. Na escola, esta participação coletiva busca mobilizar forças para a elaboração da proposta pedagógica com bases e fundamentos na convivência democrática. Tanto na sociedade quanto na escola ao participarmos do processo de planejamento e tomada de decisão, estamos exercendo o direito e o dever de cidadãos construindo e vivenciando o espaço de cidadania. No processo de gestão democrática onde as crianças, os jovens e os adultos passam a serem sujeitos e aperfeiçoam para promover a participação e o direito democrático da convivência cidadã entre seus pares. Ocorre através da participação em reuniões periódicas e regulares entre seus pares, com objetivo de garantir o acompanhamento e a participação nas deliberações a serem adotadas para promover o crescimento, desenvolvimento e o exercício democrático. A escola e o sistema de ensino estão inserido dentro da comunidade, suas propostas de trabalho deverá refletir as circunstancias, as convivências e o Rua Antônio Ferraz Costa, nº Alto da Santa Cruz - Itatiba S/P (11) Pág 12

13 compromisso da comunidade. A comunidade, representada pelos pais e alunos deverão participar ativamente das ações da escola através do Conselho de Escola, APM e Grêmio Estudantil. II GESTÃO PEDAGÓGICA Conforme uma visão autenticamente utópica, a esperança não quer dizer cruzar os braços e esperar. A espera só é possível quando, cheios de esperança procuramos alcançar o futuro anunciado que nasce no marco da denúncia por meio da ação reflexiva... a esperança utópica é um compromisso cheio de risco.(freire, 1997). No Campo educativo, é importante ter, pelo menos, dois tipos de olhares, em busca da realização do que se espera, até mesmo de forma utópica. O primeiro olhar é imediato, próximo, que nos ajuda a resolver os problemas do cotidiano. O segundo olhar é mais amplo e profundo, mesmo assumindo risco do engano, do fatalismo ou da fantasia para ajudar a avaliar o passado, construir o presente e projetar para o futuro que favorece a igualdade de oportunidade para uma educação de qualidade. A Unidade Escolar e os professores responsáveis pelo ensino dos conteúdos devem atuar sempre numa perspectiva mais ampla, que implica: ter consciência de que na aquisição de conhecimento pelos alunos, envolvendo um complexo processo de reorganização e construções mentais, para assimilar e interpretar os conteúdos escolares, a aprendizagem deverá ser significativa, eles precisam saber por que e para que estão aprendendo algo, deve propor problemas, desafios, que levem o aluno a elaborar hipóteses e experimentá-las, reconhecer as diferenças individuais, criar condições para que todos possam aprender, reconhecer que o erro faz parte do processo de aprendizagem, intervir positivamente, estimulando o aluno a reformular suas hipóteses até chegar ao resultado adequado e conhecer cada aluno, sua história de vida, seus conhecimentos prévios. Todo conhecimento adquirido pelo aluno permite que entre em contato sempre com o novo para a construção do novo significado. "Quando o aluno se defronta com um novo conteúdo a aprender, o faz sempre Rua Antônio Ferraz Costa, nº Alto da Santa Cruz - Itatiba S/P (11) Pág 13

14 amparado por uma série de conceitos, concepções, representações e conhecimentos, adquiridos no transcurso de suas experiências prévias, que utiliza como instrumento de leitura e interpretação e que determina em boa parte que informações selecionará, como as organizará e que tipo de relações estabelecerá entre elas"(coll, 1990). A HTPC é o espaço de decisão, de estudo e de análise dos resultados obtidos ao longo do processo de ensino aprendizagem de cada disciplina, para uma ação de valorização do aluno e de sua aprendizagem. Lembrando sempre que a escola e a sala de aula abrigam sujeitos oriundos de realidades diversas, com características étnico culturais variadas, saberes, interesses, valores diferentes, portadores de uma história diferente (MOURA M.C.). É papel do professor e da escola auxiliar o aluno a desenvolver capacidades, superar limites, a estabelecer relações de convívio social, a construir e produzir conhecimentos. Neste sentido, cabe aos professores conscientizar os alunos de sua existência, orientá-los, plantar neles os valores humanos, cultivar neles o respeito por eles e direcioná-los para essa cidadania (MOURA M.C.). O ponto de partida de qualquer situação de ensino-aprendizagem deve ser sempre o que o aluno já sabe: seus conhecimentos prévios, que englobam também suas experiências anteriores. Considerando os conhecimentos prévios e o novo conhecimento que passará a ser mais significativo para o estudante, pois estará acrescentando entendimento a elementos já conhecidos e familiares. A partir desse momento, os alunos formulam hipóteses a serem trabalhadas com o professor, que deverá considerar todas elas como válidas e observar o raciocínio de seus alunos, o modo como eles pensaram para elaborar as hipóteses. Se houver erro, este deverá ser trabalhado como momento de aprendizagem. Acreditamos que, somente observando o raciocínio dos alunos o professor poderá fazer com que eles próprios percebam seu erro. Ou seja, por meio de perguntas (situações-problema) feitas pelo professor ou pela classe ao aluno é que este poderá perceber seu erro, analisá-lo e refazer sua hipótese. Tornar o erro observável para o aluno é um procedimento difícil, mas muito importante: difícil, porque é justamente isso que o Rua Antônio Ferraz Costa, nº Alto da Santa Cruz - Itatiba S/P (11) Pág 14

15 aluno não consegue fazer por si mesmo; importante, porque só assim ele poderá, realmente, realizar essa tarefa com sucesso. Para que esse processo ocorra, é fundamental que a aprendizagem seja significativa. A aprendizagem significativa é o ponto de partida no processo por meio do qual um novo conhecimento relaciona-se com os conhecimentos anteriormente adquiridos, ou seja, os conhecimentos prévios. Portanto, o oposto da aprendizagem significativa, são as aprendizagens mecânicas, que supõe um aprendizado voltado somente para a memorização. Nestes termos, devemos sempre incentivar a aprendizagem significativa, porque o aluno passa a estabelecer relações com o que é capaz de saber, com que já sabe, com os esquemas de conhecimento que já possui. A nova informação incorpora-se à sua estrutura mental e passa a fazer parte da memória compreensiva. O aluno memoriza o conhecimento que aprendeu, isto é, aprendeu significativamente. Quanto mais relações o aluno estabelecer entre o novo conteúdo e os conhecimentos anteriores, mais significativa será a aprendizagem. II GESTÃO DE SERVIÇOS E RECURSOS Para que a gestão de serviços e recursos na escola ocorra de forma organizada, torna-se necessário ter-se clareza da sua função social, da sua missão, dos objetivos estratégicos que precisam se desenvolvidos a fim de que o plano de ação assegure o sucesso da escola. Com esse intuito a equipe gestora deverá atentar para as metas que a escola pretende atingir num curto ou longo prazo. Nesta fase, será fundamental levantar situações de serviços coletivos visando propor inovações no cotidiano escolar. É preciso conhecer os recursos disponíveis e o que cada segmento pensa a respeito da educação, a fim de estabelecer uma linha de ação que o coletivo considera prioritária para alcançar as metas, levando em consideração os recursos disponíveis na Unidade Escolar.É norma desta escola, apresentar para seus colegiados e pais, a aplicação dos recursos financeiros, manter rigorosamente em dia a escrituração da vida escolar dos alunos, a Rua Antônio Ferraz Costa, nº Alto da Santa Cruz - Itatiba S/P (11) Pág 15

16 documentação dos professores e funcionários e zelar sempre pelo bom atendimento aos pais e comunidade RELAÇÃO DOS RECURSOS RECEBIDOS ORIGEM DESTINO Convênio FDE/APM - Manutenção Preventiva e Conservação do Prédio Escolar (trimestral) Manutenção e Conservação do prédio escolar e instalações elétricas e hidráulicas, bem como, de equipamentos diversos existentes na escola, como, audiovisuais, refrigeradores, fogão, ventiladores, armários, móveis em geral, fechaduras, etc. Reparos, troca, limpeza e impermeabilização de calhas, rufos, condutores e telhado em geral. Troca de vidros quebrados. Serviços de jardinagem, como poda, capina, limpeza de canteiros e áreas internas da escola. Limpeza e desinfecção de reservatórios de água; dedetização geral. Recarga de extintores de incêndio. Manutenção da Escola - DMPP-Despesas Miúdas e de Pronto Pagamento e Material de Consumo. Aquisição de material de limpeza, higiene e descartáveis, artigos farmacêuticos, material de expediente e impressos oficiais, gás liquefeito p/cozinha, material esportivo necessário ao desenvolvimento das atividades de Ed.Física, material didático-pedagógico, suprimentos de informática, etc PDDE - Programa Dinheiro Direto na Escola - FNDE/MEC. (Anual) Aquisição de materiais e serviços destinados à manutenção e conservação, incluindo-se a recuperação de equipamentos, mobiliário de salas de aulas e bens diversos; limpeza e desinfecção de reservatórios de água; dedetização geral; aquisição de material de consumo necessário ao funcionamento da escola; materiais específicos para o desenvolvimento das aulas, como mapas, fitas de vídeo, livros didáticos e paradidáticos, dicionários; material esportivo; softwares e afins; despesas c/atividades educacionais; outras despesas e/ou materiais não especificados e que visem atender o aluno e eventuais projetos pedagógicos. Aquisição de material permanente: ventiladores, Rua Antônio Ferraz Costa, nº Alto da Santa Cruz - Itatiba S/P (11) Pág 16

17 bebedouros, vídeos, televisores, mobiliário p/salas de aula, etc., observando-se os limites estabelecidos. Recursos Próprios da APM Pagamentos diversos, tais como: contas telefônicas, escritório de contabilidade, impostos e taxas, fretes e carretos, xerox, monitoramento do sistema de alarme, despesas bancárias, café e lanches, etc. Contratação de seguro c/roubo e incêndio, assinaturas de jornais e revistas, serviços de manutenção e conservação em geral. Melhoramentos no prédio e instalações. Outras despesas eventuais que não se encaixam nas verbas FDE/DMPP/PDDE. II.3.5 GESTÃO DE RESULTADOS EDUCACIONAIS A gestão de resultados educacionais abrange processos e práticas para a melhoria dos resultados do desempenho da escola. Através dela se realiza a avaliação do Projeto Pedagógico da Escola, o rendimento e a frequência escolar, o grau de satisfação dos pais, alunos, professores, funcionários com o trabalho desenvolvimento pela escola, a transparência e divulgação dos resultados educacionais e o uso dos mesmos para traçar metas e ações que propiciem a melhoria da qualidade do ensino oferecido e da aprendizagem efetiva do aluno. Assim, a escola dever voltar-se para uma análise crítica e consciente, do seu trabalho educacional. Usar os resultados como instrumento de reflexão sobre o que já realizou e também, estabelecer novos projetos de trabalho. Para que se atinja os objetivos desta gestão, é necessário desenvolver metas e ações como: Elaborar tabelas e gráficos com os resultados das avaliações internas e externas; Dialogar com pais e alunos sobre os resultados obtidos; Discutir nas HTPCs os resultados obtidos; Utilizar os dados para replanejar e corrigir rumos; Mudar a prática pedagógica, onde houver necessidade; Rua Antônio Ferraz Costa, nº Alto da Santa Cruz - Itatiba S/P (11) Pág 17

18 Usar o resultado do SARESP para planejar estratégias a fim de cumprir a meta; Acompanhar sistematicamente o rendimento escolar e a frequência do aluno; Avaliar o Projeto Pedagógico anualmente, com pesquisas dirigidas aos pais e alunos; Diminuir a evasão escolar, principalmente da EJA e período noturno, em pelo menos, 30%; Oferecer formação continuada, através das HTPCs, para 100% dos professores, nesta ou outra Unidade Escolar (sede); Avaliar a prática docente com frequência, Trabalhar a autoestima do professor e do aluno. III PLANO DE MELHORIA DA ESCOLA O Plano de Melhoria tem como objetivo a mudança de práticas da escola e destina-se a formalizar o comprometimento da escola com a melhoria do seu desempenho e a estabelecer as condições objetivas de como essa melhoria será alcançada. A partir do momento em que conhecemos as reais necessidades de uma determinada prática, através de um diagnóstico, pautado em indicadores reais e objetivos, existe a possibilidade de intervenção a fim de transformar o existente. Essa intervenção se mostra adequada quando a propomos em duas dimensões: a do fazer e a do ser, buscando alternativas viáveis por um período de tempo. As propostas de intervenção na realidade da Unidade Escolar deverão aparecer na forma de : ações, rotinas, atitudes e regras, para que a prática educativa se viabilize através das relações entre os diferentes agentes compromissados com a melhoria do processo educacional. Nesta perspectiva, a equipe gestora deverá atentar para a construção de uma agenda de ação e formação, contribuindo para a análise das dificuldades, dando suporte técnico, político, pedagógico às intervenções que se fizerem necessárias. Na execução e implementação do plano de melhoria, a clareza e segurança, por parte dos integrantes para encaminhar o que foi Rua Antônio Ferraz Costa, nº Alto da Santa Cruz - Itatiba S/P (11) Pág 18

19 planejado, avaliando o processo e propondo novas intervenções se necessário, também deve constituir ação essencial dos gestores e suas equipes da Unidade Escolar. METAS Elevar o índice de aprovação em 20%; Diminuir o índice de evasão escolar, em pelo menos, 30 % Executar junto à equipe escolar e membros da comunidade 100% das ações do P.P.P.; Realizar bimestralmente uma reunião para informar, pelo menos, 80% dos pais sobre o rendimento escolar dos filhos; AÇÕES Realizar anualmente avaliação com pais, alunos e funcionários para verificar o grau de satisfação das atividades promovidas pela U.E; Apresentar aulas diversificadas, prazerosas; Uso frequente dos recursos audiovisuais existentes na escola; Conscientizar o aluno através de projetos sobre a importância d escola e do saber,. Cada Escola tem uma identidade própria e a sua evolução e contínua melhoria não se alcançam tanto pelo cumprimento de normativos e receitas pedagógicas externas, como pela capacidade de aprender com o seu próprio percurso, mantendo um permanente equilíbrio entre o que se consolidou como patrimônio comum ou tradição e a necessidade de permanente inovação e adaptação à mudança. IV PLANOS DE CURSO Os planos dos cursos desta Unidade Escolar especificam os objetivos, atividades e recursos que integrados viabilizam o objetivo principal que é a relação entre professores, alunos, funcionários, pais e comunidade escolar inseridos num currículo que trabalhe a Rua Antônio Ferraz Costa, nº Alto da Santa Cruz - Itatiba S/P (11) Pág 19

20 interdisciplinaridade (na medida do possível) com fundamentos práticos e teóricos. A construção coletiva do grupo de educadores visa a relação professor, aluno e conhecimento de modo a estimular os educandos a pensar de forma ativa, crítica e autônoma resultando num processo de construção do próprio conhecimento, respeitando a individualidade do aluno. OBJETIVOS DO ENSINO MÉDIO O Ensino médio tem por objetivo proporcionar ao educando a formação necessária ao desenvolvimento de suas potencialidades como elemento de auto-realização, preparação para o trabalho e o exercício consciente da cidadania. No Ensino Médio dar-se-á ênfase : - a preservação e expansão do patrimônio cultural; - a compreensão dos direitos e deveres da pessoa, do Estado, da família e dos demais grupos que compõem à comunidade; - ao desenvolvimento integral da personalidade humana e sua participação enquanto cidadão, nas múltiplas e complexas atividades exigidas pela vida moderna; - a que o aluno adquira o hábito de refletir com rigor, com fundamento e globalidade aprimorando a sua linguagem de segurança e aprenda a pensar com a própria cabeça, ou seja, de forma crítica; - à compreensão dos fundamentos científicos-tecnológicos dos processos produtivos, relacionando a teoria com a prática, no ensino de cada disciplina - à integração e sequencia dos componentes curriculares. Na semana do planejamento os professores reunidos por área sintetizaram todo o conteúdo a ser desenvolvido nas disciplinas afins para garantir a integração e a sequencia dos componentes curriculares, o que se percebe nos planos de ensino. IV.1 ENSINO MÉDIO Rua Antônio Ferraz Costa, nº Alto da Santa Cruz - Itatiba S/P (11) Pág 20

(Anexo II) DESCRIÇÃO ESPECIALISTA EM EDUCAÇÃO

(Anexo II) DESCRIÇÃO ESPECIALISTA EM EDUCAÇÃO (Anexo II) DESCRIÇÃO ESPECIALISTA EM EDUCAÇÃO ESPECIALISTA EM EDUCAÇÃO... 3 2 ESPECIALISTA EM EDUCAÇÃO Missão: Atuar nas diferentes áreas (administração, planejamento e orientação educacional) com o intuito

Leia mais

:: Organização Pedagógica ::

:: Organização Pedagógica :: 1. DA GESTÃO DA ESCOLA :: Organização Pedagógica :: A gestão da escola é desenvolvida de modo coletivo com a participação de todos os segmentos nas decisões e encaminhamentos, oportunizando alternância

Leia mais

Padrões de Competências para o Cargo de Coordenador Pedagógico

Padrões de Competências para o Cargo de Coordenador Pedagógico Padrões de Competências para o Cargo de Coordenador Pedagógico O Coordenador Pedagógico é o profissional que, na Escola, possui o importante papel de desenvolver e articular ações pedagógicas que viabilizem

Leia mais

PLANO DE AÇÃO - 2014

PLANO DE AÇÃO - 2014 PREFEITURA MUNICIPAL DE QUIXADÁ SECRETARIA MUNICIPAL DA EDUCAÇÃO SUPERINTENDÊNCIA DE DESENVOLVIMENTO PEDAGÓGICO PLANO DE AÇÃO - 2014 MISSÃO Assessorar as Regionais Educacionais, fortalecendo o processo

Leia mais

I - FUNDAMENTAÇÃO TEÓRICA

I - FUNDAMENTAÇÃO TEÓRICA I - FUNDAMENTAÇÃO TEÓRICA O Colégio Ceom, fundamenta seu trabalho educacional na área da Educação Infantil, Ensino Fundamental I, Fundamental II e Ensino Médio, a partir das teorias de Jean Piaget e Emília

Leia mais

UNIVERSIDADE DE RIO VERDE CPA COMISSÃO PRÓPRIA DE AVALIAÇÃO RELATÓRIO DE AUTOAVALIAÇÃO 2011 2012 FACULDADE DE SECRETARIADO EXECUTIVO BILÍNGUE

UNIVERSIDADE DE RIO VERDE CPA COMISSÃO PRÓPRIA DE AVALIAÇÃO RELATÓRIO DE AUTOAVALIAÇÃO 2011 2012 FACULDADE DE SECRETARIADO EXECUTIVO BILÍNGUE UNIVERSIDADE DE RIO VERDE CPA COMISSÃO PRÓPRIA DE AVALIAÇÃO RELATÓRIO DE AUTOAVALIAÇÃO 2011 2012 FACULDADE DE SECRETARIADO EXECUTIVO BILÍNGUE 1 Dimensão 2 - Acadêmico avaliando professor 1 - O professor

Leia mais

TÍTULO I - DA IDENTIFICAÇÃO DA ESCOLA E FINALIDADES...03 TÍTULO II - DA ORGANIZAÇÃO ADMINISTRATIVO-PEDAGÓGICA...03

TÍTULO I - DA IDENTIFICAÇÃO DA ESCOLA E FINALIDADES...03 TÍTULO II - DA ORGANIZAÇÃO ADMINISTRATIVO-PEDAGÓGICA...03 SUMÁRIO TÍTULO I - DA IDENTIFICAÇÃO DA ESCOLA E FINALIDADES...03 TÍTULO II - DA ORGANIZAÇÃO ADMINISTRATIVO-PEDAGÓGICA...03 Seção I - Da Direção...03 Subseção I - Do Diretor Geral...04 Subseção II - Da

Leia mais

UNIVERSIDADE DE RIO VERDE CPA COMISSÃO PRÓPRIA DE AVALIAÇÃO RELATÓRIO DE AUTOAVALIAÇÃO 2011 2012 FACULDADE DE PSICOLOGIA

UNIVERSIDADE DE RIO VERDE CPA COMISSÃO PRÓPRIA DE AVALIAÇÃO RELATÓRIO DE AUTOAVALIAÇÃO 2011 2012 FACULDADE DE PSICOLOGIA UNIVERSIDADE DE RIO VERDE CPA COMISSÃO PRÓPRIA DE AVALIAÇÃO RELATÓRIO DE AUTOAVALIAÇÃO 2011 2012 FACULDADE DE PSICOLOGIA 1 Dimensão 2 - Acadêmico avaliando professor POTENC. PTO. A MELHOR. FRAGIL. 1 -

Leia mais

UNIVERSIDADE DE RIO VERDE CPA COMISSÃO PRÓPRIA DE AVALIAÇÃO RELATÓRIO DE AUTOAVALIAÇÃO 2011 2012 FACULDADE DE ENFERMAGEM

UNIVERSIDADE DE RIO VERDE CPA COMISSÃO PRÓPRIA DE AVALIAÇÃO RELATÓRIO DE AUTOAVALIAÇÃO 2011 2012 FACULDADE DE ENFERMAGEM UNIVERSIDADE DE RIO VERDE CPA COMISSÃO PRÓPRIA DE AVALIAÇÃO RELATÓRIO DE AUTOAVALIAÇÃO 2011 2012 FACULDADE DE ENFERMAGEM 1 Dimensão 2 - Acadêmico avaliando professor 1 - O professor comparece com regularidade

Leia mais

UNIVERSIDADE DE RIO VERDE CPA COMISSÃO PRÓPRIA DE AVALIAÇÃO RELATÓRIO DE AUTOAVALIAÇÃO 2011 2012 FACULDADE DE FISIOTERAPIA

UNIVERSIDADE DE RIO VERDE CPA COMISSÃO PRÓPRIA DE AVALIAÇÃO RELATÓRIO DE AUTOAVALIAÇÃO 2011 2012 FACULDADE DE FISIOTERAPIA UNIVERSIDADE DE RIO VERDE CPA COMISSÃO PRÓPRIA DE AVALIAÇÃO RELATÓRIO DE AUTOAVALIAÇÃO 2011 2012 FACULDADE DE FISIOTERAPIA 1 Dimensão 2 - Acadêmico avaliando professor POTENC. PTO. A MELHOR. FRAGIL. 1

Leia mais

FESURV UNIVERSIDADE DE RIO VERDE CPA COMISSÃO PRÓPRIA DE AVALIAÇÃO RELATÓRIO DE AUTOAVALIAÇÃO 2009-2010

FESURV UNIVERSIDADE DE RIO VERDE CPA COMISSÃO PRÓPRIA DE AVALIAÇÃO RELATÓRIO DE AUTOAVALIAÇÃO 2009-2010 FESURV UNIVERSIDADE DE RIO VERDE CPA COMISSÃO PRÓPRIA DE AVALIAÇÃO RELATÓRIO DE AUTOAVALIAÇÃO 2009-2010 1 Fragilidade resultado inferior a 50% Ponto a ser melhorado 50% e 59,9% Potencialidade igual ou

Leia mais

PREFEITURA MUNICIPAL DE BARRA DO JACARÉ ESTADO DO PARANÁ

PREFEITURA MUNICIPAL DE BARRA DO JACARÉ ESTADO DO PARANÁ PREFEITURA MUNICIPAL DE BARRA DO JACARÉ ESTADO DO PARANÁ A N E X O I E D I T A L D E C O N C U R S O P Ú B L I C O Nº 01/2015 D O S R E Q U I S I T O S E A T R I B U I Ç Õ E S D O S C A R G O S RETIFICAÇÃO

Leia mais

Secretaria Municipal da Educação e Cultura - SMEC SALVADOR MAIO/2003

Secretaria Municipal da Educação e Cultura - SMEC SALVADOR MAIO/2003 Secretaria Municipal da Educação e Cultura - SMEC ATRIBUIÇÕES DOS GESTORES ESCOLARES DA REDE PÚBLICA MUNICIPAL DE ENSINO VERSÃO PRELIMINAR SALVADOR MAIO/2003 Dr. ANTÔNIO JOSÉ IMBASSAHY DA SILVA Prefeito

Leia mais

PREFEITURA MUNICIPAL DE PINHAIS

PREFEITURA MUNICIPAL DE PINHAIS LEI Nº 1059, DE 28 DE DEZEMBRO DE 2009. Dispõe sobre a Organização do Sistema Municipal de Ensino do Município de Pinhais e dá outras providências. A CÂMARA MUNICIPAL DE PINHAIS,, aprovou e eu, PREFEITO

Leia mais

LEI Nº 1528/2004. A CÂMARA MUNICIPAL DE ARAUCÁRIA, Estado do Paraná, aprovou, e eu, Prefeito Municipal, sanciono a seguinte Lei:

LEI Nº 1528/2004. A CÂMARA MUNICIPAL DE ARAUCÁRIA, Estado do Paraná, aprovou, e eu, Prefeito Municipal, sanciono a seguinte Lei: LEI Nº 1528/2004 "INSTITUI O SISTEMA MUNICIPAL DE ENSINO DO MUNICÍPIO DE ARAUCÁRIA, E DÁ OUTRAS PROVIDÊNCIAS". A CÂMARA MUNICIPAL DE ARAUCÁRIA, Estado do Paraná, aprovou, e eu, Prefeito Municipal, sanciono

Leia mais

Plano de Ação. Colégio Estadual Ana Teixeira. Caculé - Bahia Abril, 2009.

Plano de Ação. Colégio Estadual Ana Teixeira. Caculé - Bahia Abril, 2009. Plano de Ação Colégio Estadual Ana Teixeira Caculé - Bahia Abril, 2009. IDENTIFICAÇÃO DA UNIDADE ESCOLAR Unidade Escolar: Colégio Estadual Ana Teixeira Endereço: Av. Antônio Coutinho nº 247 bairro São

Leia mais

ANEXO I INFORMAÇÕES SOBRE OS CURSOS CURSO TÉCNICO EM INFRAESTRUTURA ESCOLAR

ANEXO I INFORMAÇÕES SOBRE OS CURSOS CURSO TÉCNICO EM INFRAESTRUTURA ESCOLAR ANEXO I INFORMAÇÕES SOBRE OS CURSOS CURSO TÉCNICO EM INFRAESTRUTURA ESCOLAR INFORMAÇÕES GERAIS: Denominação: Curso Técnico em Infraestrutura Escolar Eixo Tecnológico: Apoio Educacional Titulação Conferida:

Leia mais

UNIVERSIDADE FEDERAL DE SÃO CARLOS CURSO DE ESPECIALIZAÇÃO EM COORDENÇÃO PEDAGOGICA

UNIVERSIDADE FEDERAL DE SÃO CARLOS CURSO DE ESPECIALIZAÇÃO EM COORDENÇÃO PEDAGOGICA UNIVERSIDADE FEDERAL DE SÃO CARLOS CURSO DE ESPECIALIZAÇÃO EM COORDENÇÃO PEDAGOGICA A ELABORAÇÃO DO PLANEJAMENTO ESCOLAR O Planejamento é o principal instrumento norteador da ação dos coordenadores e profissionais

Leia mais

Proposta Pedagógica. Buscando atender às necessidades da comunidade local, o Colégio La Salle Brasília oferece educação infantil, fundamental e médio.

Proposta Pedagógica. Buscando atender às necessidades da comunidade local, o Colégio La Salle Brasília oferece educação infantil, fundamental e médio. Proposta Pedagógica Visão: Ser um centro de excelência em Educação Infantil, Ensino Fundamental e Médio que busca alcançar a utopia que tem de pessoa e sociedade, segundo os critérios do evangelho, vivenciando

Leia mais

REGIMENTO ESCOLAR PADRÃO PARA ESCOLAS MUNICIPAIS

REGIMENTO ESCOLAR PADRÃO PARA ESCOLAS MUNICIPAIS FARROUPILHA 11-12-1934 ESTADO DO RIO GRANDE DO SUL PREFEITURA MUNICIPAL DE FARROUPILHA Secretaria Municipal de Educação, Cultura e Desporto REGIMENTO ESCOLAR PADRÃO PARA ESCOLAS MUNICIPAIS Regimento Escolar

Leia mais

COLÉGIO ESTADUAL PEDRO ARAÚJO NETO Ensino Fundamental e Médio PLANO DE TRABALHO PEDAGÓGICO

COLÉGIO ESTADUAL PEDRO ARAÚJO NETO Ensino Fundamental e Médio PLANO DE TRABALHO PEDAGÓGICO Secretaria de Estado da Educação Estado do Paraná Núcleo Regional de Educação de União da Vitória COLÉGIO ESTADUAL PEDRO ARAÚJO NETO Ensino Fundamental e Médio Rua Presidente Kennedy, 200 Fone: (42) 3552

Leia mais

PROJETO PEDAGÓGICO DO ENSINO FUNDAMENTAL E MÉDIO

PROJETO PEDAGÓGICO DO ENSINO FUNDAMENTAL E MÉDIO PROJETO PEDAGÓGICO DO ENSINO FUNDAMENTAL E MÉDIO APRESENTAÇÃO O Projeto Político Pedagógico da Escola foi elaborado com a participação da comunidade escolar, professores e funcionários, voltada para a

Leia mais

Cria o Sistema Municipal de Ensino de Porto Alegre.

Cria o Sistema Municipal de Ensino de Porto Alegre. LEI N.º 8.198 18/08/1998 Cria o Sistema Municipal de Ensino de Porto Alegre. O PREFEITO MUNICIPAL DE PORTO ALEGRE. Faço saber que a Câmara Municipal aprovou e eu sanciono a seguinte lei: TÍTULO I PRINCÍPIOS

Leia mais

CURSO DE GRADUAÇÃO LICENCIATURA EM PEDAGOGIA

CURSO DE GRADUAÇÃO LICENCIATURA EM PEDAGOGIA CURSO DE GRADUAÇÃO LICENCIATURA EM PEDAGOGIA REGULAMENTO DE ESTÁGIO SUPERVISIONADO I, II e III Coronel Fabriciano 2015 REGULAMENTO DE ESTÁGIO DO CURSO O curso de Pedagogia organiza o seu Estágio Supervisionado

Leia mais

CONSELHO MUNICIPAL DA EDUCAÇÃO RUA 06 Nº 3265 ALTO DO SANTANA CEP:13504-188 - RIO CLARO - SÃO PAULO

CONSELHO MUNICIPAL DA EDUCAÇÃO RUA 06 Nº 3265 ALTO DO SANTANA CEP:13504-188 - RIO CLARO - SÃO PAULO 1 DELIBERAÇÃO COMERC Nº001 DE 12 DE maio DE 2011 Fixa Normas Regimentais Básicas para as Escolas do Sistema Municipal de Ensino de Rio Claro. TÍTULO I DAS DISPOSIÇÕES PRELIMINARES CAPÍTULO I DA CARACTERIZAÇÃO

Leia mais

Plano de Gestão 2013-2015

Plano de Gestão 2013-2015 Plano de Gestão 2013-2015 CANDIDATAS DIRETORA: MARIA MAGARI INDA DA ROCHA VICE-DIRETORA: LUCI MEIRE RISSO BARBOSA PLANO DE GESTÃO A escola onde trabalho está baseada nos valores humanistas, tendo como

Leia mais

SECRETARIA DE ESTADO DA EDUCAÇÂO DIRETORIA DE ENSINO REGIÃO DE VOTORANTIM EE PROF

SECRETARIA DE ESTADO DA EDUCAÇÂO DIRETORIA DE ENSINO REGIÃO DE VOTORANTIM EE PROF SECRETARIA DE ESTADO DA EDUCAÇÂO EE PROF.ª MARIA IGNÊS ARAÚJO PAULA SANTOS" PLANO DE GESTÃO QUADRIÊNIO 2014/2018 1. Identificação e Caracterização da Escola 1.1 - Identificação EE Profª. Maria Ignês Araújo

Leia mais

1/5. Parecer CME/THE Nº017/2007

1/5. Parecer CME/THE Nº017/2007 PARECER CME/THE Nº. 017/2007 CONSELHO MUNICIPAL DE EDUCAÇÃO DE TERESINA Rua Lizandro Nogueira, 1536 - Centro. Telefone: (0xx86)3215-7639 CEP.: 64.000-200 - Teresina - Piauí E-Mail: semec.cme@teresina.pi.gov.br

Leia mais

LEI 3.948, de 16 de novembro de 2009 Sistema Municipal de Ensino

LEI 3.948, de 16 de novembro de 2009 Sistema Municipal de Ensino LEI 3.948, de 16 de novembro de 2009 Sistema Municipal de Ensino Disciplina a organização do Sistema Municipal de Ensino do Município de Mococa e dá outras providências. CAPÍTULO I DA EDUCAÇÃO MUNICIPAL

Leia mais

Capítulo I Da Educação Infantil

Capítulo I Da Educação Infantil RESOLUÇÃO Nº 443, de 29 de maio de 2001 Dispõe sobre a Educação Infantil no Sistema Estadual de Ensino de Minas Gerais e dá outras providências. O Presidente do Conselho Estadual de Educação, no uso das

Leia mais

Escola Estadual Helen Keller

Escola Estadual Helen Keller Anexo 2 Pré projeto de pesquisa - Biológicas Tema 1: Perfil da Escola Estadual Helen Keller Título: Contextualizando o Universo Escolar e Institucional Justificativa O Programa Institucional de Bolsa de

Leia mais

Ementário do Curso de Pedagogia, habilitações: Educação Infantil e Séries Iniciais 2010.2

Ementário do Curso de Pedagogia, habilitações: Educação Infantil e Séries Iniciais 2010.2 01 BIOLOGIA EDUCACIONAL Fase: 1ª Carga Horária: 30 h/a Prática: 30 h/a Créditos: 4 A biologia educacional e os fundamentos da educação. As bases biológicas do crescimento e desenvolvimento humano. A dimensão

Leia mais

É projeto porque reúne propostas de ação concreta a executar durante determinado período de tempo. É político por considerar a escola como um espaço

É projeto porque reúne propostas de ação concreta a executar durante determinado período de tempo. É político por considerar a escola como um espaço É projeto porque reúne propostas de ação concreta a executar durante determinado período de tempo. É político por considerar a escola como um espaço de formação de cidadãos conscientes, responsáveis e

Leia mais

DIRETRIZES GERAIS DO ESTÁGIO SUPERVISIONADO DO CURSO DE PEDAGOGIA

DIRETRIZES GERAIS DO ESTÁGIO SUPERVISIONADO DO CURSO DE PEDAGOGIA DIRETRIZES GERAIS DO ESTÁGIO SUPERVISIONADO DO CURSO DE PEDAGOGIA INTRODUÇÃO O Estágio Curricular foi criado pela Lei 6.494, de 7 de dezembro de 1977 e regulamentado pelo Decreto 87.497, de 18 de agosto

Leia mais

CENTRO DE ENSINO SUPERIOR CENECISTA DE FARROUPILHA Mantido pela Campanha Nacional de Escolas da Comunidade

CENTRO DE ENSINO SUPERIOR CENECISTA DE FARROUPILHA Mantido pela Campanha Nacional de Escolas da Comunidade MANUAL DE ESTÁGIO Curso de PEDAGOGIA S U M Á R I O 1. Apresentação... 03 2. Proposta de Estágio... 03 3. Aspectos legais... 04 4. Objetivo Geral... 04 5. Campo de Estágio... 05 6. Modalidades de Estágio...

Leia mais

CONSIDERAÇÕES REFERENTES AO PROJETO POLÍTICO PEDAGÓGICO (PPP) DE UMA ESCOLA DA REDE MUNICIPAL DE SANTA MARIA 1

CONSIDERAÇÕES REFERENTES AO PROJETO POLÍTICO PEDAGÓGICO (PPP) DE UMA ESCOLA DA REDE MUNICIPAL DE SANTA MARIA 1 CONSIDERAÇÕES REFERENTES AO PROJETO POLÍTICO PEDAGÓGICO (PPP) Resumo DE UMA ESCOLA DA REDE MUNICIPAL DE SANTA MARIA 1 Eunice Piccin 2 Fabiano Bolzan Scherer² Fernanda Dalosto Moraes² Marcos Vinicius Conceição

Leia mais

LEI MUNICIPAL Nº 574/2004. 14-04-2004. JOSÉ ALVORI DA SILVA KUHN PREFEITO MUNICIPAL DE MORMAÇO, Estado do Rio Grande do Sul.

LEI MUNICIPAL Nº 574/2004. 14-04-2004. JOSÉ ALVORI DA SILVA KUHN PREFEITO MUNICIPAL DE MORMAÇO, Estado do Rio Grande do Sul. LEI MUNICIPAL Nº 574/2004. 14-04-2004 CRIA O SISTEMA MUNICIPAL DE ENSINO DE MORMAÇO, E DÁ OUTRAS PROVIDÊNCIAS. JOSÉ ALVORI DA SILVA KUHN PREFEITO MUNICIPAL DE MORMAÇO, Estado do Rio Grande do Sul. FAÇO

Leia mais

PLANO DE AÇÃO NA GESTÃO ESCOLAR DO CANDIDATO A DIREÇÃO DA ESCOLA PÚBLICA DO ESTADO DO PARANÁ

PLANO DE AÇÃO NA GESTÃO ESCOLAR DO CANDIDATO A DIREÇÃO DA ESCOLA PÚBLICA DO ESTADO DO PARANÁ DO CANDIDATO A DIREÇÃO DA ESCOLA PÚBLICA DO ESTADO DO PARANÁ SECRETARIA DE ESTADO DA EDUCAÇÃO COLÉGIO ESTADUAL MARQUÊS DE HERVAL - EFM Município: PARANAVAÍ NÚCLEO REGINONAL DE EDUCAÇÃO DE PARANAVAÍ GESTÃO

Leia mais

ESCOLAS PÚBLICAS CORRELACIONADAS AOS PROGRAMAS DO ESTADO E SEUS RESULTADOS.

ESCOLAS PÚBLICAS CORRELACIONADAS AOS PROGRAMAS DO ESTADO E SEUS RESULTADOS. ESCOLAS PÚBLICAS CORRELACIONADAS AOS PROGRAMAS DO ESTADO E SEUS RESULTADOS. COLLING, Janete 1 ; ZIEGLER, Mariani 1 ; KRUM, Myrian 2. Centro Universitário franciscano - UNIFRA E-mails: janetecolling@hotmail.com;

Leia mais

RELATÓRIO DE TRABALHO DOCENTE SETEMBRO DE 2012 EREM JOAQUIM NABUCO

RELATÓRIO DE TRABALHO DOCENTE SETEMBRO DE 2012 EREM JOAQUIM NABUCO UNIVERSIDADE CATÓLICA DE PERNAMBUCO PIBID PROGRAMA INSTITUCIONAL DE BOLSA DE INICIAÇÃO À DOCÊNCIA CÍCERO WILLIAMS DA SILVA EMERSON LARDIÃO DE SOUZA MARIA DO CARMO MEDEIROS VIEIRA ROBERTO GOMINHO DA SILVA

Leia mais

COLÉGIO J. OLIVEIRA PROJETO PEDAGÓGICO DA EDUCAÇÃO DE JOVENS E ADULTOS

COLÉGIO J. OLIVEIRA PROJETO PEDAGÓGICO DA EDUCAÇÃO DE JOVENS E ADULTOS COLÉGIO J. OLIVEIRA PROJETO PEDAGÓGICO DA EDUCAÇÃO DE JOVENS E ADULTOS 01. JUSTIFICATIVA: Entendemos que a Educação de Jovens e Adultos foi concebida para resgatar aqueles que por vários motivos tenham

Leia mais

PREFEITURA MUNICIPAL DE CAÇADOR - SC CONCURSO PÚBLICO - EDITAL N o 001/2015. ANEXO I - corrigida em 29/04/2015

PREFEITURA MUNICIPAL DE CAÇADOR - SC CONCURSO PÚBLICO - EDITAL N o 001/2015. ANEXO I - corrigida em 29/04/2015 CÓDIGO DO ÁREA DE ATUAÇÃO REQUISITOS (ESCOLARIDADE/ FORMAÇÃO) TOTAL DE VAGAS JORNADA SEMANAL VENCIMENTO- BASE (R$) NÍVEL SUPERIOR 01 02 03 AUXILIAR DE BIBLIOTECA ESPECIALISTA EM ASSUNTOS EDUCACIONAIS ESPECIALISTA

Leia mais

O Papel do Pedagogo na Escola Pública CADEP

O Papel do Pedagogo na Escola Pública CADEP O Papel do Pedagogo na Escola Pública CADEP O Papel do Pedagogo na Escola Pública 1 A construção histórica do Curso de Pedagogia 2 Contexto atual do Curso de Pedagogia 3 O trabalho do Pedagogo prática

Leia mais

ANEXO I DO EDITAL Nº 001/2009 DE 30 DE SETEMBRO DE 2009

ANEXO I DO EDITAL Nº 001/2009 DE 30 DE SETEMBRO DE 2009 ANEXO I DO EDITAL Nº 001/2009 DE 30 DE SETEMBRO DE 2009 COMPETÊNCIAS E DESCRIÇÃO SUMÁRIA DOS CARGOS: PROFESSOR COM HABILITAÇÃO LEGAL PARA O EXERCÍCIO DO MAGISTERIO COM FORMAÇÃO EM : CIÊNCIAS; LÍNGUA PORTUGUESA;

Leia mais

Regulamento do Estágio Supervisionado do Curso de Administração

Regulamento do Estágio Supervisionado do Curso de Administração CENTRO UNIVERSITÁRIO DE ENSINO SUPERIOR DO ESTADO DO AMAZONAS Rua Pedro Dias Leme, 231 Bairro Flores CEP 69058-818 Manaus AM Fones: 3643-4200 FAX 3642-4243 E-mail: ciesa@ciesabr Regulamento do Estágio

Leia mais

PROJETO: REPENSANDO A (IN)DISCIPLINA

PROJETO: REPENSANDO A (IN)DISCIPLINA COLÉGIO TIRADENTES DA PMMG- BARBACENA PROJETO: REPENSANDO A (IN)DISCIPLINA JUSTIFICATIVA Percebendo que a indisciplina escolar é o problema que mais afeta o bom andamento dos alunos iremos trabalhar com

Leia mais

PORTARIA NORMATIVA INTERMINISTERIAL Nº- 17, DE 24 DE ABRIL DE 2007

PORTARIA NORMATIVA INTERMINISTERIAL Nº- 17, DE 24 DE ABRIL DE 2007 PORTARIA NORMATIVA INTERMINISTERIAL Nº- 17, DE 24 DE ABRIL DE 2007 Institui o Programa Mais Educação, que visa fomentar a educação integral de crianças, adolescentes e jovens, por meio do apoio a atividades

Leia mais

PLANO DE GESTÃO 2014 2015

PLANO DE GESTÃO 2014 2015 PLANO DE GESTÃO 2014 2015 1 APRESENTAÇÃO Este documento apresenta o Plano de Gestão proposto para ser executado, inicialmente, até Janeiro de 2015, da Direção-Geral do Campus Gurupi, e comunidade, pertencente

Leia mais

Plano de Gestão 2011 2014

Plano de Gestão 2011 2014 Plano de Gestão 2011 2014 I Identificação da Unidade Escolar 1 Dados Gerais 01 2 Organização da Escola 02 3 Equipe de Gestão 03 II Caracterização da Unidade Escolar A Apresentação da escola 04 1 Histórico

Leia mais

REGULAMENTO DE ESTÁGIO DO CURSO DE LICENCIATURA PLENA EM HISTÓRIA

REGULAMENTO DE ESTÁGIO DO CURSO DE LICENCIATURA PLENA EM HISTÓRIA Ministério da Educação Secretaria de Educação Profissional e Tecnológica Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia de Goiás Departamento de Áreas Acadêmicas I Coordenação de Ciências Humanas

Leia mais

Gláucia Cristina Negreiros Coordenação do Curso de Pedagogia

Gláucia Cristina Negreiros Coordenação do Curso de Pedagogia Faculdades Integradas Mato - Grossenses de Ciências Sociais e Humanas Missão: Formar cidadãos, através da educação, para atuar de forma transformadora, ética e crítica, no contexto profissional e social

Leia mais

Da Natureza, Personalidade Jurídica e Identificação. Art. 1º O Colégio da Polícia Militar do Estado de Goiás, neste Regimento

Da Natureza, Personalidade Jurídica e Identificação. Art. 1º O Colégio da Polícia Militar do Estado de Goiás, neste Regimento SECRETARIA DE SEGURANÇA PÚBLICA/SECRETARIA DE EDUCAÇÃO COMANDO DE ENSINO POLICIAL MILITAR COLÉGIO DA POLÍCIA MILITAR UNIDADE POLIVALENTE GABRIEL ISSA REGIMENTO INTERNO TÍTULO I Das Disposições Preliminares

Leia mais

CURSO DE PEDAGOGIA EMENTÁRIO DAS DISCIPLINAS EMENTÁRIO DAS DISCIPLINAS DO CURSO DE PEDAGOGIA

CURSO DE PEDAGOGIA EMENTÁRIO DAS DISCIPLINAS EMENTÁRIO DAS DISCIPLINAS DO CURSO DE PEDAGOGIA 1 CURSO DE EMENTÁRIO DAS DISCIPLINAS BRUSQUE (SC) 2012 2 SUMÁRIO 1ª FASE... 4 01 BIOLOGIA EDUCACIONAL... 4 02 INVESTIGAÇÃO PEDAGÓGICA: DIVERSIDADE CULTURAL NA APRENDIZAGEM... 4 03 METODOLOGIA CIENTÍFICA...

Leia mais

PLANO DE ENSINO PROJETO PEDAGÓGICO: 2010

PLANO DE ENSINO PROJETO PEDAGÓGICO: 2010 PLANO DE ENSINO PROJETO PEDAGÓGICO: 2010 Curso: Pedagogia Disciplina: Conteúdos e Metodologia de Alfabetização Carga Horária Semestral: 80 horas Semestre do Curso: 5º 1 - Ementa (sumário, resumo) História

Leia mais

PLANO DE GESTÃO 2009-2012 1 - APRESENTAÇÃO

PLANO DE GESTÃO 2009-2012 1 - APRESENTAÇÃO PLANO DE GESTÃO 2009-2012 1 - APRESENTAÇÃO Os objetivos desse Plano de Gestão estão pautados na missão da Faculdade de Ciências Farmacêuticas como escola pública de excelência, que tem suas atividades

Leia mais

PROJETO interação FAMÍLIA x ESCOLA: UMA relação necessária

PROJETO interação FAMÍLIA x ESCOLA: UMA relação necessária PROJETO interação FAMÍLIA x ESCOLA: UMA relação necessária Apoio: Secretária municipal de educação de santo Afonso PROJETO INTERAÇÃO FAMÍLIA X ESCOLA: UMA RELAÇÃO NECESSÁRIA. É imperioso que dois dos principais

Leia mais

RENOVAR PARA INOVAR! Plano de Gestão. Proposta de plano de gestão do candidato Érico S. Costa ao cargo de Diretor do Campus

RENOVAR PARA INOVAR! Plano de Gestão. Proposta de plano de gestão do candidato Érico S. Costa ao cargo de Diretor do Campus RENOVAR PARA INOVAR! Plano de Gestão Proposta de plano de gestão do candidato Érico S. Costa ao cargo de Diretor do Campus 2013-2016 0 1 Sumário Apresentação... 2 Análise Situacional... 2 Programas Estruturantes...

Leia mais

PLANO DE ENSINO PROJETO PEDAGÓCIO 2010

PLANO DE ENSINO PROJETO PEDAGÓCIO 2010 PLANO DE ENSINO PROJETO PEDAGÓCIO 2010 Curso: Pedagogia Disciplina: Planejamento e Avaliação da Educação Carga Horária Semestral: 40 Semestre do Curso: 6º 1 - Ementa (sumário resumo) Aspectos históricos

Leia mais

IFSP CAMPUS: SUZANO RELATÓRIO ANALÍTICO

IFSP CAMPUS: SUZANO RELATÓRIO ANALÍTICO IFSP CAMPUS: SUZANO RELATÓRIO ANALÍTICO Comissão Própria de Avaliação Institucional: Representante Docente: Fábio Nazareno Machado-da-Silva Representante Técnico-administrativo: Diego Martins Braga Representante

Leia mais

A Educação Inclusiva, realidade ou utopia?

A Educação Inclusiva, realidade ou utopia? A Educação Inclusiva, realidade ou utopia? Gloria Contenças Marques de Arruda (Escola Municipal Luiz de Lemos) Baseado em informações dos conteúdos estudados, Michels (2006) diz que "[...] as reformas

Leia mais

UMA PROPOSTA DISCENTE DE AVALIAÇÃO SOBRE A FORMAÇÃO DE ENGENHEIROS NA UFJF. Elisângela Cristina dos Santos

UMA PROPOSTA DISCENTE DE AVALIAÇÃO SOBRE A FORMAÇÃO DE ENGENHEIROS NA UFJF. Elisângela Cristina dos Santos UMA PROPOSTA DISCENTE DE AVALIAÇÃO SOBRE A FORMAÇÃO DE ENGENHEIROS NA UFJF Elisângela Cristina dos Santos Rua Aladim Silva, 128 Bairro: Retiro, Juiz de Fora / MG - CEP: 36072-560 annaeorei@yahoo.com.br

Leia mais

POLÍTICAS PÚBLICAS PARA AS ALTAS HABILIDADES / SUPERDOTAÇÃO. Secretaria de Educação Especial/ MEC

POLÍTICAS PÚBLICAS PARA AS ALTAS HABILIDADES / SUPERDOTAÇÃO. Secretaria de Educação Especial/ MEC POLÍTICAS PÚBLICAS PARA AS ALTAS HABILIDADES / SUPERDOTAÇÃO Secretaria de Educação Especial/ MEC Política Nacional de Educação Especial na Perspectiva da Educação Inclusiva Objetivo Orientar os sistemas

Leia mais

TÍTULO I DA CARACTERIZAÇÃO, DOS OBJETIVOS, DA ORGANIZAÇÃO E FUNCIONAMENTO DAS ESCOLAS MUNICIPAIS DE EDUCAÇÃO INFANTIL. CAPÍTULO I Da Caracterização

TÍTULO I DA CARACTERIZAÇÃO, DOS OBJETIVOS, DA ORGANIZAÇÃO E FUNCIONAMENTO DAS ESCOLAS MUNICIPAIS DE EDUCAÇÃO INFANTIL. CAPÍTULO I Da Caracterização TÍTULO I DA CARACTERIZAÇÃO, DOS OBJETIVOS, DA ORGANIZAÇÃO E FUNCIONAMENTO DAS ESCOLAS MUNICIPAIS DE EDUCAÇÃO INFANTIL CAPÍTULO I Da Caracterização Art. 1º As Escolas Municipais de Educação Infantil mantidas

Leia mais

Questão 1 - O que é considerado pelo sistema estadual de ensino de Minas Gerais como escola em situação regular de funcionamento?

Questão 1 - O que é considerado pelo sistema estadual de ensino de Minas Gerais como escola em situação regular de funcionamento? Parecer nº 69/06 Aprovado em 25.01.06 Processo n.º 34.198 Examina consulta formulada pela Sra. Luíza Pinto Coelho, Presidente da Federação das APAEs do Estado de Minas Gerais, sobre indagações concernentes

Leia mais

PLANO DE ENSINO PROJETO PEDAGÓGICO: 2010. Carga Horária Semestral: 80 horas Semestre do Curso: 8º

PLANO DE ENSINO PROJETO PEDAGÓGICO: 2010. Carga Horária Semestral: 80 horas Semestre do Curso: 8º PLANO DE ENSINO PROJETO PEDAGÓGICO: 2010 Curso: Pedagogia Disciplina: Conteúdos e Metodologia de Geografia Carga Horária Semestral: 80 horas Semestre do Curso: 8º 1 - Ementa (sumário, resumo) Ementa: O

Leia mais

RESOLUÇÃO N 276/ 2000-CEE/MT.

RESOLUÇÃO N 276/ 2000-CEE/MT. RESOLUÇÃO N 276/ 2000-CEE/MT. Fixa normas para a oferta da Educação Infantil no Sistema Estadual de Ensino. O CONSELHO ESTADUAL DE EDUCAÇÃO DE MATO GROSSO, no uso de suas atribuições legais, em consonância

Leia mais

CARAVANA ESPORTIVA. Projetos Esportivos Educacionais

CARAVANA ESPORTIVA. Projetos Esportivos Educacionais CARAVANA ESPORTIVA Seleção Pública P de Projetos Esportivos Educacionais Programa Petrobras Esporte & Cidadania Fomentar o desenvolvimento do esporte olímpico brasileiro; Democratizar o acesso ao esporte

Leia mais

PLANO DE AÇÃO-DIREÇÃO DO CAMPUS TERESINA ZONA SUL GESTÃO 2013-2017

PLANO DE AÇÃO-DIREÇÃO DO CAMPUS TERESINA ZONA SUL GESTÃO 2013-2017 PLANO DE AÇÃO-DIREÇÃO DO CAMPUS TERESINA ZONA SUL GESTÃO 2013-2017 O ensino, como a justiça, como a administração, prospera e vive muito mais realmente da verdade e da moralidade, com que se pratica do

Leia mais

Adaptação Curricular e Projeto de Educação Inclusiva. 11/7/2009 Adaptações Curriculares - Prof. Dorival Rosa Brito

Adaptação Curricular e Projeto de Educação Inclusiva. 11/7/2009 Adaptações Curriculares - Prof. Dorival Rosa Brito Adaptação Curricular e Projeto de Educação Inclusiva 1 Abordagem tradicional -Focalização do aluno -Avaliação do aluno por especialistas -Resultados da avaliação traduzidos em diagnóstico/prescrição Abordagem

Leia mais

FACULDADE SETE LAGOAS - FACSETE COMISSÃO PRÓPRIA DE AVALIAÇÃO / CPA RELATÓRIO DAS ATIVIDADES DA CPA NO ANO DE 2013

FACULDADE SETE LAGOAS - FACSETE COMISSÃO PRÓPRIA DE AVALIAÇÃO / CPA RELATÓRIO DAS ATIVIDADES DA CPA NO ANO DE 2013 FACULDADE SETE LAGOAS - FACSETE COMISSÃO PRÓPRIA DE AVALIAÇÃO / CPA RELATÓRIO DAS ATIVIDADES DA CPA NO ANO DE 2013 Sete Lagoas Março de 2014 Sumário 1. DADOS DA INSTITUIÇÃO... 4 1.1. Composição da Comissão

Leia mais

Plano Plurianual de Gestão 2013-2017. Etec Rubens de Faria e Souza. Município: Sorocaba Plano Político Pedagógico

Plano Plurianual de Gestão 2013-2017. Etec Rubens de Faria e Souza. Município: Sorocaba Plano Político Pedagógico Plano Plurianual de Gestão 2013-2017 Etec Rubens de Faria e Souza Município: Sorocaba Plano Político Pedagógico ORIENTAÇÕES: O Projeto Político Pedagógico é a identidade da escola. Nesta tela, apresente

Leia mais

NORMAS REGIMENTAIS BÁSICAS PARA AS ESCOLAS ESTADUAIS

NORMAS REGIMENTAIS BÁSICAS PARA AS ESCOLAS ESTADUAIS NORMAS REGIMENTAIS BÁSICAS PARA AS ESCOLAS ESTADUAIS TÍTULO I DAS DISPOSIÇÕES PRELIMINARES Capítulo I Da Caracterização Artigo 1º - As escolas mantidas pelo Poder Público Estadual e administradas pela

Leia mais

PLANO DE AÇÃO DO ENSINO FUNDAMENTAL DIURNO

PLANO DE AÇÃO DO ENSINO FUNDAMENTAL DIURNO FORMULÁRIO 14: Plano de Ação PLANO DE AÇÃO DO ENSINO FUNDAMENTAL DIURNO META PLURIANUAL: Aumentar para 87% a taxa de aprovação e reduzir para 7% a taxa de abandono no Ensino Fundamental até dezembro de

Leia mais

ANEXO II. ATRIBUIÇÕES DOS CARGOS (Observada a Lei nº 1.694/2013)

ANEXO II. ATRIBUIÇÕES DOS CARGOS (Observada a Lei nº 1.694/2013) ANEXO II ATRIBUIÇÕES DOS CARGOS (Observada a Lei nº 1.694/2013) 1. PROFESSOR DA EDUCAÇÃO BÁSICA - ÁREA RURAL 1. Exercer a docência na educação básica, em unidade escolar localizada nos engenhos e/ou zona

Leia mais

PLANO DE ENSINO PROJETO PEDAGÓCIO: 2010. Carga Horária Semestral: 80 Semestre do Curso: 6º

PLANO DE ENSINO PROJETO PEDAGÓCIO: 2010. Carga Horária Semestral: 80 Semestre do Curso: 6º PLANO DE ENSINO PROJETO PEDAGÓCIO: 2010 Curso: Pedagogia Disciplina: Conteúdos e Metodologia de Língua Portuguesa Carga Horária Semestral: 80 Semestre do Curso: 6º 1 - Ementa (sumário, resumo) Fundamentos

Leia mais

ENSINO FUNDAMENTAL. De acordo a LDB 9394/96 o Ensino Fundamental, juntamente com a Educação Infantil e o Ensino Médio, compõe a Educação básica.

ENSINO FUNDAMENTAL. De acordo a LDB 9394/96 o Ensino Fundamental, juntamente com a Educação Infantil e o Ensino Médio, compõe a Educação básica. ENSINO FUNDAMENTAL De acordo a LDB 9394/96 o Ensino Fundamental, juntamente com a Educação Infantil e o Ensino Médio, compõe a Educação básica. Art. 32 "o Ensino Fundamental, com duração mínima de oito

Leia mais

PLANO DE ENSINO PROJETO PEDAGÓGICO: 2010. Carga Horária Semestral: 40 Semestre do Curso: 3º

PLANO DE ENSINO PROJETO PEDAGÓGICO: 2010. Carga Horária Semestral: 40 Semestre do Curso: 3º PLANO DE ENSINO PROJETO PEDAGÓGICO: 2010 Curso: Pedagogia Disciplina: Estrutura e Funcionamento da Educação Básica I Carga Horária Semestral: 40 Semestre do Curso: 3º 1 - Ementa (sumário, resumo) Estudo

Leia mais

PROVA SIMULADA SOBRE A LEI DE DIRETRIZES E BÁSICAS DA EDUCAÇÃO NACIONAL LDBEN

PROVA SIMULADA SOBRE A LEI DE DIRETRIZES E BÁSICAS DA EDUCAÇÃO NACIONAL LDBEN PROVA SIMULADA SOBRE A LEI DE DIRETRIZES E BÁSICAS DA EDUCAÇÃO NACIONAL LDBEN 1. A Lei de Diretrizes e Bases, Lei nº. 9394/96, em seu artigo 3º enfatiza os princípios norteadores do ensino no Brasil. Analise-os:

Leia mais

CENTRO UNIVERSITÁRIO UNIVATES

CENTRO UNIVERSITÁRIO UNIVATES CENTRO UNIVERSITÁRIO UNIVATES REGULAMENTO DE ESTÁGIO CURRICULAR NÃO OBRIGATÓRIO CURSO DE PEDAGOGIA, Licenciatura REGULAMENTO DE ESTÁGIO CURRICULAR NÃO OBRIGATÓRIO Das disposições gerais O presente documento

Leia mais

Gestão Escolar. Profª. Maria Aparecida Carvalho Alencar

Gestão Escolar. Profª. Maria Aparecida Carvalho Alencar Gestão Escolar Profª. Maria Aparecida Carvalho Alencar ACORDO DIDÁTICO Pontualidade; Assiduidade; Agilidade para se deslocar para as atividades de grupo; Cumprimento das tarefas/participação; Autonomia

Leia mais

1/5. Parecer CME/005/2007

1/5. Parecer CME/005/2007 PARECER CME/THE Nº. 005/2007 CONSELHO MUNICIPAL DE EDUCAÇÃO DE TERESINA Emite parecer favorável à autorização de funcionamento, por um período de quatro anos, do curso de Educação Infantil, do Educandário

Leia mais

PROGRAMA DE RESPONSABILIDADE SOCIAL PRS-FACIIP

PROGRAMA DE RESPONSABILIDADE SOCIAL PRS-FACIIP PROGRAMA DE RESPONSABILIDADE SOCIAL PRS-FACIIP Aprovado na Reunião do CONASU em 21/01/2015. O Programa de Responsabilidade Social das Faculdades Integradas Ipitanga (PRS- FACIIP) é construído a partir

Leia mais

OBSERVATÓRIO ESCOLAR 2008

OBSERVATÓRIO ESCOLAR 2008 OBSERVATÓRIO ESCOLAR 2008 ANUALMENTE A ETEC PASSA POR UMA REFLEXÃO A RESPEITO DE SEU TRABALHO, REGISTRADA EM UM INDICADOR DENOMINADO OBSERVATÓRIO ESCOLAR. ESTE É REPRESENTADO POR SETE ASPECTOS CONTIDOS

Leia mais

2º RELATÓRIO PARCIAL DE AUTOAVALIAÇÃO INSTITUCIONAL

2º RELATÓRIO PARCIAL DE AUTOAVALIAÇÃO INSTITUCIONAL 2º RELATÓRIO PARCIAL DE AUTOAVALIAÇÃO INSTITUCIONAL COMISSÃO PRÓPRIA DE AVALIAÇÃO INSTITUCIONAL - CPA Mantenedora: Fundação Presidente Antônio Carlos Mantida: Faculdade Presidente Antônio Carlos de Araguari

Leia mais

APASE. SUPERVISOR DE ENSINO: Agente fundamental para o desenvolvimento educacional paulista. Profª Maria Tereza Cunha SESSÃO DE ESTUDOS 17/06/2011

APASE. SUPERVISOR DE ENSINO: Agente fundamental para o desenvolvimento educacional paulista. Profª Maria Tereza Cunha SESSÃO DE ESTUDOS 17/06/2011 APASE SESSÃO DE ESTUDOS 17/06/2011 SUPERVISOR DE ENSINO: Agente fundamental para o desenvolvimento educacional paulista Profª Maria Tereza Cunha Um pouco da história da supervisão paulista O SUPERVISOR

Leia mais

PLANO DE MOBILIZAÇÃO SOCIAL PELA EDUCAÇÃO

PLANO DE MOBILIZAÇÃO SOCIAL PELA EDUCAÇÃO PLANO DE MOBILIZAÇÃO SOCIAL PELA EDUCAÇÃO Este documento é resultado do chamado do Ministério da Educação à sociedade para um trabalho voluntário de mobilização das famílias e da comunidade pela melhoria

Leia mais

Sugestão de Planejamento da Semana Pedagógica

Sugestão de Planejamento da Semana Pedagógica GOVERNO DO ESTADO DO TOCANTINS SECRETARIA DA EDUCAÇÃO E CULTURA DIRETORIA REGIONAL DE ENSINO DE ARAGUAINA SETOR REGIONAL DE DESENVOLVIMENTO DA EDUCAÇÃO E ENSINO INTEGRAL Sugestão de Planejamento da Semana

Leia mais

CURSO DE PEDAGOGIA EMENTÁRIO DAS DISCIPLINAS 2015.1 BRUSQUE (SC) 2015 1 EMENTÁRIO DAS DISCIPLINAS DO CURSO DE PEDAGOGIA

CURSO DE PEDAGOGIA EMENTÁRIO DAS DISCIPLINAS 2015.1 BRUSQUE (SC) 2015 1 EMENTÁRIO DAS DISCIPLINAS DO CURSO DE PEDAGOGIA 1 CURSO EMENTÁRIO DAS DISCIPLINAS 2015.1 BRUSQUE (SC) 2015 2 SUMÁRIO 1ª FASE... 4 01 INVESTIGAÇÃO DA PRÁTICA DOCENTE I... 4 02 LEITURA E PRODUÇÃO DE TEXTO... 4 03 PROFISSIONALIDADE DOCENTE... 4 04 RESPONSABILIDADE

Leia mais

AGENTE DE DESENVOLVIMENTO SOCIOAMBIENTAL

AGENTE DE DESENVOLVIMENTO SOCIOAMBIENTAL PLANO DE CURSO QUALIFICAÇÃO PROFISSIONAL EM AGENTE DE DESENVOLVIMENTO SOCIOAMBIENTAL EIXO TECNOLÓGICO:Ambiente e Saúde Carga Horária: 160 horas CATALÃO GO JANEIRO- 2014 SUMÁRIO 1- Justificativa ( Inserir

Leia mais

Projeto de banda de fanfarra o SALVADOR

Projeto de banda de fanfarra o SALVADOR Projeto de banda de fanfarra o SALVADOR Alexander Santos Silva Projeto de implantação de uma atividade sócio educacional apresenta a Prefeitura Municipal de Salvador do Estado da Bahia. Salvador Fevereiro

Leia mais

Credenciada pela Portaria Ministerial nº 1734 de 06/08/2001, D.O.U. de 07/08/2001

Credenciada pela Portaria Ministerial nº 1734 de 06/08/2001, D.O.U. de 07/08/2001 ESTÁGIO SUPERVISIONADO DOS CURSOS DE LICENCIATURA: EDUCAÇÃO FÍSICA (Portaria de Reconhecimento nº 428 de 28 de julho de 2014) E PEDAGOGIA (Portaria de Reconhecimento nº 286 de 21 de dezembro de 2012) ORIENTAÇÕES

Leia mais

PLANO MUNICIPAL DE EDUCAÇÃO DE RIO CLARO

PLANO MUNICIPAL DE EDUCAÇÃO DE RIO CLARO PLANO MUNICIPAL DE EDUCAÇÃO DE RIO CLARO LEVANTAMENTO DE DADOS PARA DIAGNÓSTICO DA EDUCAÇÃO ESCOLAR NO MUNICÍPIO 2011 1 Informações Gerais 2 1. Dados gerais do responsável pelas informações. Nome completo

Leia mais

INED PROJETO EDUCATIVO INSTITUTO DE EDUCAÇÃO E DESENVOLVIMENTO MAIA

INED PROJETO EDUCATIVO INSTITUTO DE EDUCAÇÃO E DESENVOLVIMENTO MAIA INED INSTITUTO DE EDUCAÇÃO E DESENVOLVIMENTO PROJETO EDUCATIVO MAIA PROJETO EDUCATIVO I. Apresentação do INED O Instituto de Educação e Desenvolvimento (INED) é uma escola secundária a funcionar desde

Leia mais

PLANO NACIONAL DE EDUCAÇÃO EM DIREITOS HUMANOS

PLANO NACIONAL DE EDUCAÇÃO EM DIREITOS HUMANOS PLANO NACIONAL DE EDUCAÇÃO EM DIREITOS HUMANOS EDUCAÇÃO BÁSICA ENSINO SUPERIOR EDUCAÇÃO NÃO-FORMAL EDUCAÇÃO DOS PROFISSIONAIS DO SISTEMA DE JUSTIÇA E SEGURANÇA EDUCAÇÃO E MÍDIA Comitê Nacional de Educação

Leia mais