ÁFRICA E AFRICANIDADE EM LUANDA, BEIRA, BAHIA DE ADONIAS FILHO.

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1 ÁFRICA E AFRICANIDADE EM LUANDA, BEIRA, BAHIA DE ADONIAS FILHO. Luiza Nascimento dos REIS Graduada em História - UESC Em 1971, Adonias Aguiar Filho publicou Luanda, Beira, Bahia[1], obra que pode constituir-se, a partir de uma abordagem histórica, numa fonte para a construção do conhecimento no que diz respeito às relações entre Brasil e África. Ora na Bahia (Brasil), ora em Angola, passando por outros países africanos como Moçambique e São Tomé, vamos conhecendo em Luanda, Beira, Bahia a trágica história de amor entre Caúla e Iuta. Ele, o marinheiro brasileiro, nascido em Ilhéus, na Bahia e ela angolana, moradora no cais de Luanda. Irmãos carnais que se encontram, se apaixonam e se unem desconhecendo o parentesco. Os dois são filhos de João Joanes, o marinheiro brasileiro conhecido como Sardento, mas que, durante o tempo que viveu em Angola assumiu a identidade de Vicar. Os três descobrem em Ilhéus, ao mesmo tempo, os laços que os uniam e, diante de tamanha situação, o pai põe fim à vida dos filhos e à própria vida como forma de reparar a tragédia que havia promovido. Foi devido ao envolvimento involuntário de Sardento num esquema internacional de tráfico de pedras de diamantes da Bahia e de Luanda que ele constituiu uma segunda família em Angola, quando lá se refugiou. A leitura deste romance suscita algumas questões. De que forma as ligações que existem entre o Brasil e países da África presentes na narrativa ficcional podem ser representativas das relações existentes entre os dois lados do Atlântico? Como essa obra, que aborda certa proximidade econômica e cultural entre o Brasil e Angola, pode se fazer útil para compreendermos aspectos da africanidade que o Brasil possui? Nascido em Ilhéus, Adonias Filho construiu romances que corroboraram para a construção da identidade regional. Seus textos pertencem a 3 geração do modernismo, a fase regionalista, tendo como principal foco a produção cacaueira no sul da Bahia[2]. Luanda, Beira, Bahia, texto que a princípio desprivilegia este cenário, foi tomado para análise e nos serviu como um documento trazendo elementos importantes para a construção do conhecimento histórico, no que diz respeito a um momento específico de valorização do continente africano e das relações entre o Brasil, especialmente a Bahia para com alguns de seus países como Angola. Mestre Vitorino, mostrando a distância com a mão disse: - É lá que fica a África. [3] Num primeiro momento pudemos analisar em constantes paralelos o mundo africano Cultura Afro-brasileira e a contribuição das populações de matrizes africanas no Brasil. 1

2 representado em Luanda, Beira, Bahia e o mundo baiano[4] debruçando sobre aspectos culturais especialmente aqueles que dizem respeito à religiosidade de ambas as partes. Analisar algumas personagens da ficção romanesca nos permitiu dar uma dimensão da africanidade expressa no romance. A personagem de Maria da Hora, professora de Caúla ainda moleque em Ilhéus é quem traz, na obra em questão, as primeiras impressões a respeito do continente africano. - Mãe, é a professora Maria da Hora avisara. Beijou o rosto da mãe e aceitou o doce de caju. Ele de pé, junto ao armário, ouvia. A professora, agora em sua casa parecia mais magra, tranqüila, possuída de grande calma. Não era sempre assim na escola. Em certas horas, frente ao mapa do mundo para as lições de geografia, ela se comovia a ponto de, alterando a voz, também comover a classe. Tornava-se mesmo bonita aquela negra sem beleza alguma. O olhar brilhava, as mãos no ar, mostrava o mapa. - É o mundo! exclamava. Todos eles, os meninos, tinham pais, tios ou irmãos perdidos naquele mundo. A mão negra se abria sobre o mapa e, mostrando os continentes parava na África. A voz. A princípio suave e lenta, depois aguda e rápida, gerava paisagens e animais, pondo a selva e seus viventes dentro da sala. Não era apenas o sangue africano que a fazia assim uma feiticeira porque, logo a seguir, arrastava a mão para os vazios pintados de azul. Oceanos e mares que cercavam os continentes. Os meninos escutavam, na voz, as pancadas das águas. Peixes, os reinos submersos, as correntes. -Homens de Ilhéus estão nesses mares concluía. [5] Esta personagem, que chega a comover-se ao falar da África, é uma mulher negra a qual, nas rápidas passagens do texto que a ela se refere, podemos concluir pelo referendo de estereótipos negativos atribuídos não só a população negra como a todo o continente africano. A professora é negra e também pobre, magra, feia, trabalhadora e por fim denominada de feiticeira. O autor, neste momento não questiona preconceitos que fizeram e ainda fazem parte do cotidiano de africanos e afro-brasileiros de maneira a inferiorizá-los social, cultural, religiosamente. Pensando na relação que demonstra ter com o continente africano percebemos a presença de uma memória histórica que conhece e valoriza. Esta relação estreita-se mais quando tomamos um colar de contas que usa como indício de seu pertencimento ao candomblé. Entre a contradição de apresentar uma professora que mantém ligações tão fortes com o continente africano, mas que referenda estereótipos negativos sendo chamada de feiticeira, concluímos por um jogo ambíguo apresentado por Adonias Filho e que refletiria de certo modo o tratamento dispensado às populações afro-brasileiras adeptas a religiões de matriz africana. A personagem de mãe Filomena também permitiu perceber outros aspectos da africanidade brasileira. Comerciante no mercado do porto em Salvador e participante da quadrilha do tráfico de diamantes é sempre chamada de mãe. O uso desse termo pode referir-se ao fato da mesma ser uma mãe-de-santo. Embora o autor não exponha outras práticas rituais que reforcem esta idéia, exceção para um caruru batizado que a mesma oferece no mercado, percebemos que a personagem possue Cultura Afro-brasileira e a contribuição das populações de matrizes africanas no Brasil. 2

3 uma grande rede de influências. Mãe Filomena é mulher do mercado e, porque senhora do porto e da Bahia, tudo sabe e conhece. [6] Não seria novidade perceber no texto mais uma afro-brasileira relacionada a estereótipo negativo devido ao fato de trabalhar a serviço de uma atividade excusa, ilícita, no caso o tráfico de diamantes. A inovação do autor fica por conta do olhar lançado a uma negra enquanto agente social, sujeito histórico: ela tem toda uma área de atuação, utilizando-se das habilidades pessoais, no caso a rede de influências que tem, para enganar envolver as pessoas. Porém não está numa posição de comando, é uma peça na mão dos traficantes. Ao que podemos notar, as poucas personagens conhecidas envolvidas na quadrilha em postos de maior hierarquia são brancas, notadamente observada e ressaltada a ascendência lusa destes dirigentes. A maior expressão da religiosidade africana está, em Luanda, Beira, Bahia, na personagem de Xantu da Cabinda, um quimbanda. Ele é apresentado como um grande guia, um santo ; Um africano que vale a África ; um velho que tem força que assusta e poderes que amedronta [7] Tal figura assume na narrativa grande expressão de resistência à imposição do modo de vida do colonizador em terras africanas, já que sua prática está ligada a manutenção de costumes tribais que é possibilitada à medida que as populações se mantêm no interior. Xantu, tal como o nome indica, é de Cabinda, depois se mudará para Beira em Moçambique, terminando seus dias na Reserva do Gorongonça. Tanto Xantu quanto um outro quimbanda que surge pontualmente na narrativa são descritos como curandeiros, adivinhos, benzedeiros/feiticeiros. Mesmo percebendo que os dois quimbandas desenvolvam práticas que visam o bem-estar de suas comunidades, portanto para fins benéficos um prevê que o leopardo que os ameaçava seria morto e o outro que uma criança se salvaria de um acidente - sabemos que a feitiçaria constitui uma das marcas do continente africano vista sob estereotipação negativa pelos povos ocidentais. Nos recordemos que ele, o romancista, utiliza o mesmo termo para adjetivar a professora Maria da Hora em Ilhéus. Apresentar feiticeiros na África, da maneira como Adonias o faz, não foi suficiente para questionar esses estereótipos construídos e difundidos no Brasil ou impregnados na mentalidade brasileira. Neste aspecto, o autor não contribui para uma ressignificação do termo, nos possibilitando uma maior compreensão das práticas religiosas de povos bantos e, por conseguinte, empreender maior aproximação com o continente africano. Na África adoniana práticas culturais como reuniões para cantos e as danças estão sempre acontecendo. Deste modo, personagens dançam em Luanda: Há terreiros e neles se reúnem para os massembas e os cantos que não chegam à cidade... Fogueiras se existem podem retirar as mulheres das trevas. [8] Como também em Beira: Logo mais, à noite, quando os pescadores voltassem, a Cultura Afro-brasileira e a contribuição das populações de matrizes africanas no Brasil. 3

4 festa seria grande. As quiandas escutariam as puídas [...] Fogueiras, os mariscos com farinha, cozido de peixe, as mulheres pedindo umbigadas. [9] Assim como a personagem de Xantu, estas práticas estão na ficção, sempre relacionadas a localidades distantes do centro da cidade. Uma das formas de resistência dos povos africanos consistia na manutenção de suas religiões tradicionais ou em sua tentativa, entendendo que elas estiveram (e estão) indissociavelmente ligadas as suas concepções de vida e de mundo. Esse tipo de resistência, também aconteceu com as populações africanas na condição de escravas em que foram introduzidas no Brasil. Diante da perseguição que essas práticas religiosas sofreram, batuques e danças, em algum momento foram reprimidos ou limitados para serem praticados somente a noite.[10] Fazendo referência às citações anteriores, falar de divindades, ao som de instrumentos musicais, junto à degustação de comidas traz a imagens do candomblé. À noite, reforça muito mais esta idéia. Destaque no texto para as massembas, dança muito praticada em regiões de Angola e que influenciou quase todas as danças de batuque brasileiras[11]. Em Luanda, Beira, Bahia Adonias Filho inovou ao incorporar termos das línguas bantas quimbundo e umbundo no vocabulário.[12] Ao fazer isto podemos nos remontar a prática em terreiros de candomblé da utilização de línguas africanas de origem como língua ritual. Em terreiros de Candomblé Angola ou Casas-de-Angola são entoados cantos e ladainhas em banto. Foi essa prática, inclusive que possibilitou que muitos termos das línguas bantas fossem incorporados à língua portuguesa.[13] As expressões culturais relacionadas à religiosidade formam um mundo africano em Luanda, Beira, Bahia muito parecido e, portanto muito próximo a nossa Bahia. E Adonias Filho chega a dizer isso mais de uma vez....sabia que grande era o mundo dos africanos. Selvas por dentro, feras em liberdade, tribos dançando. Pedaços vivos desse mundo estavam na Bahia, as gordas velhas sentadas frente aos tabuleiros e panelas de acarajé, negras de Angola...[ 14] Embora diversas manifestações da cultura africana e afro-brasileira estejam colocadas no romance como desligadas do aspecto religioso, é exatamente sob este aspecto que pudemos trazer à tona e relacionar as ligações entre um lado e outro do oceano Atlântico.[15] Silenciar a respeito das interações a partir do aspecto religioso entre Bahia e Angola pode ser encarado como a maneira que Adonias Filho encontrou para valorizar as relações entre ambas as partes, mas desconstituir a idéia de que nossa grande africanidade se deva por conta da religião e por isso mesmo desvaloriza-la. Num segundo momento prevaleceu a análise que tomou como foco as intensas relações Cultura Afro-brasileira e a contribuição das populações de matrizes africanas no Brasil. 4

5 comerciais entre Brasil e Angola apresentadas na narrativa. Como se achavam as relações comerciais entre os dois países a época da publicação da narrativa? E como estas se achavam na temporalidade em que se desenrola o romance? Detendo-se nesta parte, foi possível perceber que o texto adoniano esteve inserido num momento específico de reaproximação comercial promovido pelo Brasil para com países africanos. No romance as ligações comerciais entre Brasil e Angola estão relacionadas a um grandioso esquema de contrabando de pedras de diamante.... o bando é organizado que chega a Angola... do outro lado do mundo. Marinheiros de navios brasileiros e portugueses armam os contatos nesse negócio sujo com uma só quadrilha movendo as pedras entre Bahia e Luanda. [16] Esse esquema ilegal feito por marinheiros sugere intensa atividade comercial oficial entre os dois países. Esta intensidade é reforçada quando sabemos que o tempo transcorrido entre o momento em que Sardento se esconde fugido em Salvador, na Bahia, depois de descoberto carregando pedras e o momento que embarca para Luanda pensando ser sua escapatória na verdade uma cilada dos traficantes para matá-lo é relativamente curto, questão de dias. Desde o século XVI, o Oceano Atlântico concentrou as trocas comerciais referentes ao império português, assumindo grande papel econômico. Embora fossem Angola e Brasil colônias da metrópole portuguesa, nos séculos, XVII e XVIII, a colônia africana submetia-se aos interesses da colônia brasileira, chegando José Honório Rodrigues a considerá-la uma dependente do Brasil.[17] Intercambiando escravos africanos, intercabiavam-se também outros produtos além de idéias e práticas culturais que influenciaram os dois lados do Atlântico. A partir de 1850 o comércio entre Brasil e África é oficialmente cessado, perdurando esta situação durante a segunda metade do século XIX e início do século XX. O interesse do Brasil retorna para a África quando alguns de seus países têm produtos concorrentes aos brasileiros. Angola durante no início do século XX era a mais rica das colônias portuguesa mantidas na África. Em sua economia sobressaiam-se as riquezas minerais. O fato de terras africanas ainda encontrarem-se na situação de possessões coloniais, a existência do monopólio metropolitano determinava que transações comerciais somente poderiam ser feitas com intermediação da metrópole. Raramente, assim de meio em meio ano, atracava um navio brasileiro [em Luanda][18] Na narrativa, sua temporalidade remonta imprecisamente à primeira metade do século XX. Superando a aparente contradição entre a raridade de comercio entre brasileiros e angolanos, na citação anterior ou a grande intensidade de comércio entre Brasil e Angola, cujo esquema do tráfico que sugeria o contrário, foi possível descortinar analisando as três viagens internacionais que Cultura Afro-brasileira e a contribuição das populações de matrizes africanas no Brasil. 5

6 surgem na narrativa, que o comércio era feito por navios portugueses. Tanto o comércio legal como o ilegal. Tal situação relembra o momento em que Brasil e Angola eram submetidos à metrópole portuguesa, no entanto, na narrativa o Brasil está colocado na situação de exportador enquanto Angola e os outros países como São Tomé e Moçambique como importadores de produtos brasileiros. Os portugueses estão sempre presentes na narrativa e em posição de comando. Sardento é descendente de portugueses, donde o autor justifica o doido sangue dos marinheiros. Paulo Nuno, agente do tráfico na Bahia, que recruta Sardento para embarcar como marinheiro também é descendente de português como o capitão do cargueiro que levou Sardento a Luanda, Lopo Quintas: vermelhão, a barba ruiva em ponta [...] Deveria ter sido um capitão de caravela a lutar contra o desconhecido com um descobridor [19]. A grande influência portuguesa na formação brasileira, assim com na formação das nações africanas é continuamente ressaltada ao longo do romance, incluindo o demonstrativo do desenvolvimento e modernidade que as cidades litorâneas têm em decorrência da colonização que sofreram: A cidade vai aos poucos, ocupando os espaços. Luanda timidamente se mostra à proporção que o barco se aproxima. Casas, sobrados e edifícios irrompem em ordem, antes que a baia se acurve, não um quadro de pintura porque há vida. Quando tudo finalmente se combina, o céu e as águas, as casas e a vegetação, é o porto que se vê, seus guindastes e navios. Há como uma rede em torno da Bahia, no fundo, cortando a brabeza do mar. E, talvez, por isso, ali, no porto, o marinheiro que chega sente o mais tranqüilo dos lagos. O vento é tão manso que parece um braço humano a empurrar o barco.[20] O intercâmbio entre Brasil e África que nunca cessou em LBB, acontecendo durante o século XX, pode ser visto como uma tentativa do autor em trazer à tona este passado de relações, porém numa perspectiva de um passado próximo, que chega ao tempo presente. Construindo íntimas relações comerciais entre Brasil e Angola, Adonias Filho trabalha para trazer à memória da época da publicação do romance (1971), grandes ligações que existiram e pelo contexto da época, necessitavam ser continuadas. Enveredando por ações e discursos empreendidos pelo governo brasileiro para efetivar as relações comerciais com partes do continente africano, discutimos um pouco desta política africana que começa a tomar corpo com o presidente Jânio Quadros (1961). Entendendo que o Brasil deveria construir uma política externa independente onde os países africanos entrariam como cooperadores, Quadros empreendeu uma série de ações para aproximar-se politicamente de países da África Atlântica. Assim, partindo para ações práticas cria a Divisão da África no Itamaraty, inclui o Relatório para os assuntos africanos e cria o Grupo de Trabalho para apresentar sugestões e estudar formas objetivas de como se efetivaria esta aproximação. Foi utilizado também um discurso construído com base em aproximações culturais entre os povos daqui Cultura Afro-brasileira e a contribuição das populações de matrizes africanas no Brasil. 6

7 e os de lá. Com relação à colônia portuguesa Angola, durante esta ofensiva africana, mesmo considerando-a como de suma importância no processo, o Brasil apresentou posições contraditórias. Afirmava continuar a lutar contra o colonialismo,[21] mas não apoiava abertamente Angola na sua luta pela independência pois reconhecia ter obrigações internacionais para com os portugueses. Esta política africana desenvolvida pelo Brasil tem seu ponto culminante com o apoio à Independência de Angola em [1] Adonias Filho. Luanda, Beira, Bahia. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, Farei uso da sigla LBB para me referir a esta edição. [2] É válido ressaltar que diante da recente produção historiográfica da região, foram autores regionais que responderam em determinado momento, pela construção desta identidade. [3]LBB, p.33. [4] No Brasil os espaços de ação da narrativa são compostos por Ilhéus e Salvador na Bahia. [5] LBB, p. 17(Grifos meus) [6] LBB, p. 66. (Grifos meus) [7] LBB, p. 88. [8] LBB, p. 40. (Grifo meu.) [9] LBB, p (Grifo meu). Seguindo as indicações dadas por Adonias Filho no romance massemba é um tipo de dança praticada em Angola, quiandas são sereias e puída,s variação de puíta é explicada como um tambor. [10] João José Reis. Rebelião Escrava no Brasil: a história do levante dos malês em São Paulo: Companhia das Letras, [11] Ney Lopes. A presença africana na música popular brasileira. Consulta ao site:http:// em [12] Olívia Gomes Barradas. Magia Banto. Consulta ao site [13] Yeda Pessoa de Castro. A Herança Banto e Suas Recriações in Crises e reconstruções: estudos afro-brasileiros, africanos e asiáticos. Wolfgang Döpcke (org.) Brasília: Linha Gráfica, Pp [14] LBB, p [15] É válido mencionar que o candomblé foi durante bastante tempo relacionado aos povos ioruba (África Ocidental). A historiografia brasileira, desconstruindo este estereótipo tem dedicado mais estudos a contribuição dos bantos no Brasil. Talvez não coincidentemente haja uma hegemonia das Casas de Angola no sul da Bahia [16] LBB, p. 76. [17] José Honório Rodrigues. Brasil e África: outros horizontes. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, p 22. [18] LBB, p. 41. [19] LBB, p. 67. [20] LBB, p. 39. [21] Preceito estabelecido na Conferência de Bandung (1955) da qual o Brasil não participou. Cultura Afro-brasileira e a contribuição das populações de matrizes africanas no Brasil. 7

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