A ARQUITETURA DE UM SISTEMA DE AUTORIA PARA CONSTRUÇÃO DE TUTORES INTELIGENTES HIPERMÍDIA E SEU POSICIONAMENTO NA INFORMÁTICA EDUCATIVA

Save this PDF as:
 WORD  PNG  TXT  JPG

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "A ARQUITETURA DE UM SISTEMA DE AUTORIA PARA CONSTRUÇÃO DE TUTORES INTELIGENTES HIPERMÍDIA E SEU POSICIONAMENTO NA INFORMÁTICA EDUCATIVA"

Transcrição

1 IV Congresso RIBIE, Brasilia 1998 A ARQUITETURA DE UM SISTEMA DE AUTORIA PARA CONSTRUÇÃO DE TUTORES INTELIGENTES HIPERMÍDIA E SEU POSICIONAMENTO NA INFORMÁTICA EDUCATIVA Henri Frederico Eberspächer Celso Antônio Alves Kaestner Laboratório de Mídias Interativas Departamento de Informática Pontifícia Universidade Católica do Paraná {henri, Fax: (55 41) Este artigo discute as possíveis contribuições recentes da Informática na Educação, particularmente do uso dos recursos de multimídia e de hipertextos. Aborda o modelo clássico para a construção de tutores inteligentes e descreve um modelo desenvolvido para a criação de um sistema de autoria destro desta abordagem, evidenciado suas principais características e motivações. Também são discutidas algumas questões sobre os paradigmas vigentes e as alterações decorrentes a partir do processo de informatização a caminho da Sociedade do Conhecimento. INTRODUÇÃO Quanto se trata do tema Informática Educativa diversas linhas diferentes de pensamento buscam seu espaço e colocação junto à comunidade acadêmica, famílias e alunos, gerando um ciclo favorável de pesquisa e desenvolvimento na área. Notoriamente, o uso de Novas Tecnologias de Informação e Comunicação (NTIC) na educação produz aumento de produtividade no processo de ensino e aprendizagem, principalmente se associadas a objetivos sérios e com base num projeto didático-pedagógico coerente. A respeito do uso de computadores na educação, pode-se categorizar, genericamente, a existência de três fronteiras de aplicação, distintas, porém bastante interrelacionadas (Eberspächer, 1996), a saber: educação sobre computadores; computadores na automação escolar e educação com computadores.

2 A. Educação sobre computadores Quando a Informática é o objetivo do processo educacional tem-se configurado o ensino técnico profissionalizante, onde são envolvidos conceitos de organização de sistemas de computação, de hardware e de software. Nesta situação são tratadas questões acerca da utilização dos aplicativos de caráter comercial que abrangem o cotidiano da microinformática aplicada, bem como a sistemática de programação de computadores e de desenvolvimento de projetos de informatização e automação de processos. B. Computadores na Automação Escolar O inegável potencial dos computadores, na automação dos processos de informação, torna-o ferramenta indispensável para o aprimoramento de, praticamente, todos os serviços do exercício escolar. Nesta abordagem, vale mencionar alguns dos sistemas de utilização convencionais, tais como: sistemas acadêmicos (notas, boletins, diários de classe e outros); sistemas de controle de acesso (catracas, identificação, controle de presença,...); sistemas de gerenciamento da biblioteca (acervo, empréstimo, devolução, periódicos e outros) e sistemas gerais de administração escolar (financeiro, recursos humanos, contábil, administrativo e outros). EDUCAÇÃO COM COMPUTADORES A aplicação dos computadores e afins, tendo como meta um incremento no processo de ensino e aprendizagem a Informática Educativa - é de longe o tema mais polêmico destas três aplicações, assim como o mais importante. A evolução tecnológica tem como fruto o acúmulo de tecnologias diferentes e complementares, o que é contrário a crença convencional instintiva, floculada pela inércia, que resiste mediante a fobia da substituição de métodos clássicos já consagrados, quadro este que se agrava quanto maior for o isolamento em relação ao uso das Novas Tecnologias de Informação e Comunicação (NTIC) que o público em questão estiver submetido.

3 O quadro atual tem caminhado para um conceito de Hipertecnologia, que engloba uma convergência de diversas modalidades, tais como: hipertexto; multimídia (texto, imagem, áudio, vídeo e animação); telecomunicações (modem, rádio, cabo e outros); redes de computadores (Internet, Intranet, Redes Locais e outros); aplicações da Inteligência Artificial; aprendizagem cooperativa e outras. Pode-se enfatizar, basicamente, dois modos de apoio à Educação através dos computadores (Eberspächer, 1996): os programas de apoio ao ensino e a incorporação de conceitos de informática. A. Os programas de apoio ao ensino Nesta categoria são enquadrados os programas de computador que foram criados explicitamente para o uso educacional, sendo ferramentas de uso direto ou aplicativos para o desenvolvimento de soluções customizadas. Alguns exemplos são: os sistemas de apoio ao ensino em diversas disciplinas e conteúdos. São os programas comerciais já desenvolvidos, habitualmente vendidos em pacotes e adquiridos tanto pelas escolas quantos pelas famílias, nem sempre cumprindo com o objetivo a que se propõem ou até mesmo com problemas de design do material instrucional; as ferramentas de software para programação de cursos e autoria de sistemas tutoriais. Ambientes onde a aplicação é elaborada pelo professor/instrutor para solucionar seu problema particular de Informática Educativa; sistemas para atuar na psicologia do desenvolvimento do conhecimento, em linguagem ao nível do aluno, que objetiva desenvolver o pensamento lógico abstrato na direção de atividades concretas e criativas (linguagens, simuladores, micromundos e outros).

4 B. A incorporação de conceitos de informática O segundo modo, a incorporação de conceitos de informática, busca fazer com que através dos programas convencionais de computação possa se desenvolver um projeto educacional multi e interdisciplinar, mediante a aplicação da ferramenta computacional, mas com o objetivo voltado à informação, esta manipulada pelo aluno no respectivo software. Mediante uma condução adequada, é possível retirar bons resultados utilizando o que já está disponível no ambiente educacional. Neste sentido podem ser utilizados diversos títulos diferentes, que podem ser das mais diversas modalidades, tais como: sistemas operacionais; editores de texto; planilhas de cálculo; banco de dados; navegadores para Internet; autoria para multimídia; autoria para home pages; computação eráfica e editoração eletrônica. SISTEMAS TUTORES INTELIGENTES Na educação com computadores, na linha dos programas de apoio ao ensino, está situada a aplicabilidade dos Sistemas Tutores Inteligentes, que buscam potencializar a Informática Educativa através da aplicação de técnicas de Inteligência Artificial junto aos programas educativos. Os tutores inteligentes são um campo de pesquisa e desenvolvimento interdisciplinar, que ainda irão contribuir muito para o aprimoramento da área. Na Figura 1 estão ilustrados os domínios envolvidos (Kearsley, 1987) e nos itens a seguir um pequeno histórico, o modelo clássico e a arquitetura desenvolvida para um sistema de autoria.

5 Figura 1 Domínios de uma aplicação de Tutores Inteligentes A. Histórico O desenvolvimento de pesquisas na área de Instrução Auxiliada por Computador (CAI - Computer Assisted Instruction) teve início ainda na década de Os resultados obtidos geraram um grupo de programas convencionalmente chamados page-turners, caracterizados pelas lições preparadas sobre um assunto específico, onde o usuário apenas virava a página. Nenhuma distinção entre os vários níveis de conhecimento dos usuários era feita, tampouco a geração de problemas e comentários diferenciados (Feigenbaum, 1982) (Rickel, 1989). Com a aplicação de técnicas de Inteligência Artificial (Feigenbaum, 1982) (Rich, 1988), já na década de 1970, foi possível elaborar programas onde as lições eram apresentadas independentemente dos procedimentos de ensino, que passaram a ser denominados ICAI (Intelligent Computer Assisted Instruction). Assim problemas e comentários podiam ser gerados diferentemente para cada aluno, que passou a ser o responsável pela condução do sistema de instrução, sendo que seus desejos e falhas guiariam o diálogo tutorial. Classicamente os sistemas ICAI são diferenciados dos CAI por separarem as estratégias de ensino do conhecimento subjetivo a ser ensinado (Feigenbaum, 1982) e por manterem um modelo dinamicamente atualizado da performance do usuário (Kaplan, 1995). Mais recentemente, passou-se a utilizar para os sistemas ICAI a denominação Sistemas Tutores Inteligentes ou ITS (Intelligent Tutoring Systems) (Kaplan, 1995). Para aumentar a disponibilidade de treinamento via ITS, é necessário reduzir substancialmente o seu tempo de desenvolvimento e a sua forte dependência em relação a conhecimentos de Inteligência Artificial. Isto pode ser conseguido através do desenvolvimento de sistemas geradores de ITS (Begg, 1987) denominados de IAS (Intelligent Authoring System). Um IAS deve ser capaz de manter um bom grau de

6 personalização sem necessidade de programação explícita e aumento de custos (Kaplan, 1995). B. Modelo Clássico A divisão clássica de um ITS em módulos resulta no diagrama de blocos apresentado na Figura 2 (Kaplan, 1995). Nela distinguem-se quatro entidades básicas: o Modelo Pedagógico, o Modelo do Especialista, o Modelo do Estudante, o e a Interface. O Modelo Pedagógico, também chamado Modelo Instrucional ou Regras de Ensino, executa o diagnóstico do conhecimento do aprendiz, decide quais as estratégias de ensino serão utilizadas e determina a maneira que a informação será apresentada. O Modelo do Especialista, ou Rede de Conhecimento, descreve o conhecimento de um especialista na área de domínio do sistema, servindo como base para a construção do Modelo do Estudante. INTERFACE MODELO DO ESTUDANTE MODELO PEDAGÓGICO MODELO DO ESPECIALISTA DIAGNÓSTICO Figura 2 - Diagrama de Blocos de um ITS Clássico O Modelo do Estudante é a representação do conhecimento do aprendiz e dos seus erros ou mal-entendidos, mapeando quais informações do tutor já foram assimiladas. É através da comparação entre as informações assimiladas pelo aprendiz (Modelo do Estudante) e o Modelo do Especialista, através de um processo convencionalmente denominado de Modelo Diferencial, que são executados os processos de diagnóstico, alimentando o Modelo Pedagógico acerca da performance do usuário em questão.

7 O módulo de Interface realiza o intercâmbio de informações entre o sistema, o instrutor e o aprendiz. Ele apresenta material apropriado ao nível de entendimento do aprendiz e mantém a coerência nas explicações. C. Motivação e Aplicação de Novos Recursos Evidências já pesquisadas sugerem que a informação aprendida é armazenada por mais tempo se o aluno é um participante ativo do processo de aprendizado e se a apresentação envolve muitos dos sentidos do aluno. Um estudo relata que as pessoas retém aproximadamente 25% daquilo que ouvem, 45% daquilo que vêem e ouvem e 70% daquilo vêem, ouvem e fazem (Schank, 1994). A avaliação do uso dos ITS mostra que os estudantes progridem para níveis superiores em um terço do tempo utilizado com a metodologia de instrução convencional. Além disso, estudantes usando estes sistemas apresentam 40% de aumento no seu desempenho em relação à instrução em sala de aula. Este sucesso é demonstrado principalmente em cursos militares, escolas e universidades (Schank, 1994). Estes avanços de aprendizado são possíveis porque os ITS podem desenvolver relações sobre o problema sendo resolvido e fazer inferências sobre o aprendizado do estudante num nível de detalhamento baseado nos modelos em execução. C.1. Multimídia Os números citados evidenciam a necessidade da aplicação de recursos multimídia na criação de tutores inteligentes que buscam eficiência no processo de treinamento. A incorporação da multimídia ao ITS oferece o potencial de se desenvolver sistemas inteligentes que podem instruir e demonstrar usando imagens, sons, animação e vídeo. O fascínio inerente da multimídia, exercido pelo movimento e ação que se obtém através da conjugação das imagens, sons e manipulações gráficas, vêm contribuindo para uma decisiva desmistificação e maior participação na elaboração de novas soluções educacionais (Schultz, 1992) (Woolf, 1995). É importante evidenciar que apesar da multimídia estar em discussão a muito tempo, passou a ser viável a partir do momento em que os computadores pessoais passaram a ter poder de processamento suficiente para suportar os requisitos exigidos, a tal ponto que atualmente um equipamento convencional novo já vem adaptado para multimídia. C.2. Hipertexto e Hipermídia Outro recurso que vem se somar às potencialidades dos tutores inteligentes é a utilização de navegação via hipertexto (Martin, 1992). O hipertexto apresenta-se como uma técnica de navegação não-linear, onde o usuário dispõem de flexibilidade para determinar o fluxo de apresentação das

8 informações, não vinculado a uma cadeia seqüencial de conteúdos que foram hierarquicamente construídos (Martin, 1992). Como constatação dos resultados que podem ser obtidos aplicando-se hipertextos basta verificar o sucesso do estilo de navegação aplicado na World Wide Web, que fez com que a Internet se popularizasse rapidamente e que os browsers se tornassem ferramentas comuns e amigáveis ao usuário leigo. A hipermídia é uma extensão do hipertexto, que permite a incorporação dos recursos da multimídia como objetos ativos na rede de navegação. Uma rede hipermídia aplicada na construção de ITS permite a navegação entre as diversas páginas que compõem o tutor através de links - objetos identificados visualmente pelo usuário - que configuram os caminhos não lineares de conexão da rede. D. Modelo Proposto A Figura 3 mostra um diagrama de blocos para o sistema desenvolvido. Nele é possível identificar o Módulo de Autoria, que possui um Editor de Páginas e Recursos através do qual o Autor/Instrutor elabora sua aplicação ITS, e o Módulo de Treinamento, responsável pela execução da aplicação gerada no contexto da navegação ativa e monitorada do Usuário/Aprendiz. O Módulo de Autoria interage diretamente com o autor - que normalmente é o instrutor responsável no domínio da aplicação, na montagem da aplicação ITS. Este processo consiste em descrever as redes de hipermídia e de conhecimento, determinando os relacionamentos entre os tópicos, sua disposição, quais arquivos serão necessários para geração do ITS e outros dados relevantes. A montagem da aplicação ITS envolve também a especificação dos métodos de avaliação que perfazem o acompanhamento do aprendiz e determinam o monitoramento da navegação durante o treinamento dinamicamente reposicionado (Computer Coaching (Burton, 1982)). Esta é a parte do Modelo Pedagógico construída no Módulo de Autoria. O Módulo de Treinamento é formado pelo Modelo do Aprendiz e pela parte do Módulo Pedagógico responsável pelo acompanhamento das atividades instrucionais do usuário.

9 Autor e/ou Instrutor INTERFACE MÓDULO DE AUTORIA EDITOR DE PÁGINAS E RECURSOS REDE HIPERMÍDIA REDE DE CONHECIMENTO MODELO PEDAGÓGICO Aprendiz INTERFACE MODELO DO APRENDIZ MÓDULO DE TREINAMENTO Figura 3 - Arquitetura desenvolvida A Interface envolve um editor MDI (Multiple Document Interface) para páginas hipermídia, seus recursos de multimídia e de avaliação, no processo de autoria de uma aplicação ITS. Envolve também um navegador hipermídia com suporte a tais recursos que perfaz o cenário de aprendizagem na interação com o aprendiz. D.1. Módulo de Autoria O Autor/Instrutor deve determinar quais os principais aspectos que deverão ser dominados pelo aprendiz para que ele atinja um nível considerado aceitável na prática da habilidade de domínio da aplicação ITS desejada. Cada aspecto deve possuir uma definição textual, denominada Conceito, e um ou mais Exemplos. Os aspectos selecionados pelo Autor serão apresentados ao aprendiz na forma de Tópicos - entidade conceitual que abriga a página hipermídia com seus recursos. O Conceito é uma abstração defina textualmente enquanto o Exemplo é uma realização concreta baseada em um dos recursos multimídia disponíveis. Cada tópico pode conter informações sobre um ou mais aspectos. Entre eles também poderão ocorrer relações do tipo é-um e causa-e-efeito, entre outras. A ordem em que os tópicos serão apresentados ao aprendiz será baseada na navegação nãolinear que este faz sobre a rede hipermídia composta pela ligação dos tópicos através dos links.

10 São disponibilizados dois tipos básicos de links: Jump: é aquele onde a transição entre os tópicos é feita por completo, de maneira que ao final da transição somente o novo tópico está visível; Pop-up: o novo tópico é apresentado ao usuário numa janela sobreposta à antiga. Quando o usuário executar um evento de navegação, a janela é fechada e o tópico antigo volta a ser apresentado. Uma rede semântica é construída na medida que o instrutor monta uma seqüência de tópicos na aplicação, ela é a realização conceitual da rede hipermídia com relações de transição nos links. Os Conceitos devem ser definidos textualmente e podem conter links para outros tópicos. Os Exemplos serão exibidos através dos Recursos de Multimídia disponíveis no Sistema. A transição entre tópicos pode ter restrições, na forma de pesos. Isto significa que o instrutor pode impor condições mínimas para que o aprendiz acesse um certo tópico. O controle do acesso aos tópicos durante um treinamento é feito com a habilitação ou não dos links, de acordo com o Modelo do Aprendiz. O gerenciamento das habilitações é feito pelo Módulo Pedagógico. D.2. Módulo de Treinamento Para que o treinamento seja possível, é necessário em primeiro lugar possuir um Modelo do Aprendiz. Ele é representado em função da rede semântica definida paralelamente à montagem da aplicação ITS. Assim o mapeamento do conhecimento é feito diretamente por recobrimento entre a rede hipermídia e de conhecimento com o Modelo do Aprendiz. Em segundo lugar, é preciso ter mecanismos de avaliação do Aprendiz. Novamente, o Instrutor deve definir em quais pontos da rede hipermídia o Aprendiz será avaliado. A medida da exatidão da resposta do aprendiz é feita através de um Modelo Diferencial, que compara o conhecimento do Instrutor com o do aprendiz. A referência para esta tarefa é a rede de conhecimento. Neste ponto surge a necessidade de que o instrutor mostre ao Sistema, através do mesmo Recurso de Entrada empregado na avaliação, qual a resposta adequada. Assim, a resposta do aprendiz será comparada à resposta do instrutor. De forma a aumentar a flexibilidade e adaptar o sistema a domínios onde se exige o tratamento de conhecimentos imprecisos, inexatos ou incertos, adotou-se um Modelo Diferencial baseado em diversos níveis de acerto, fundamentado em lógica difusa (Gisolfi, 1992).

11 Além dos recursos mencionados, são incluídas as seguintes funcionalidades: Histórico do aprendiz: marcará a movimentação do aprendiz pelos tópicos e os pesos obtidos. O histórico é importante também na determinação de mal-entendidos, uma vez que a insistência do aprendiz em acessar um tópico específico pode significar que algum daqueles conceitos não está sendo bem assimilado. Salva o estado atual: o ambiente salva o estado atual (tópico, histórico e modelo do estudante - pesos) do Aprendiz para que este possa interromper seu aprendizado e retomar do mesmo ponto mais tarde. Função de diagnóstico: em qualquer instante o aprendiz poderá saber quais são suas fraquezas, identificando seus platôs e podendo então pedir a intervenção do treinador. D.3. Aplicação ITS Gerada No sistema a aplicação do ITS gerado é definida como a execução completa de um Módulo de Treinamento e seu objetivo é fazer com que o aprendiz desenvolva ou aprimore uma certa habilidade, através do exercício em situações variadas. Para que o ITS tenha boa receptividade das suas instruções, ele deve seguir alguns princípios (Schank, 1994), que ficam ao encargo do Autor/Instrutor, pois ele é responsável direto pelo tutor gerado, como conseqüência da rede hipermídia e de conhecimentos especificada no Módulo de Autoria. Alguns princípios relevantes são: O usuário aprende realizando alguma tarefa: o aprendizado deve ser centrado numa tarefa que exija habilidades e conhecimentos que se deseja transmitir. A tarefa deve ser desafiadora, mas nunca ultrapassando as possibilidades do estudante. Apresente problemas, depois a instrução: os aprendizes respondem melhor à instrução quando verificam relatos de problemas com os quais eles estão lutando. Este método ensinará o aprendiz a associar a solução correta aos problemas que possam surgir no futuro. A experiência é uma base de casos: quando os aprendizes aprendem com a execução de tarefas, eles adquirem uma base de casos. Eles podem então usar estes casos tão bem quanto um contado por outra pessoa para montar suas respostas no futuro. Forneça poder ao usuário: o aprendiz deve controlar o processo educacional. Um local seguro para falhas: o computador fornece ao aprendiz um abrigo seguro para cometer erros.

12 Caminhos para as respostas: quando o aprendiz não sabe o que fazer, ele deve ser capaz de navegar ao redor da base de informação para descobrir seu conteúdo. A própria aplicação ITS gerada é o teste: uma vez que o aplicativo permite ao usuário realizar certas tarefas ou descobrir certas respostas, o teste é válido se o aprendiz demonstra uma nova habilidade ou faz uma descoberta. Não esquecer da diversão: uma tarefa do autor da instrução é fazer o usuário aprender com diversão, o que significa gostar do que está fazendo. Se a instrução for bem planejada, ele aprenderá. D.4. O protótipo O protótipo do IAS, com a arquitetura apresentada, está com seu Módulo de Autoria e Treinamento implementado para o ambiente operacional Windows 95, desenvolvido em Delphi 2.0 e em fase de validação e refinamento. O projeto ora implementado contempla as características básicas mencionadas neste artigo e está se buscando o aprimoramento das técnicas e estratégias de ensino [AÏM95], modelo de navegação hipermídia, interface multimídia intuitiva, mapeamento da curva de aprendizagem do usuário e avaliação dinâmica do comportamento ativo do aprendiz. CONSIDERAÇÕES FINAIS Uma aplicação ITS gerada através do sistema apresentado fornece ao aluno um ambiente de instrução individualizado, processo educacional cuja eficiência é comprovadamente alta (Kaplan, 1995). Especificamente, a instrução individualizada por computador (Schank, 1994): pode apresentar ao aprendiz tarefas que lhe interessem; possibilita que o aprendiz seja curioso e explorador; oferece ao aprendiz a oportunidade de se recuperar de erros e coloca o aprendiz no controle da tarefa. Mediante a realidade emergente da Informática aplicada à Educação, vale ressaltar que uma modificação nos padrões vigentes está e continuará se processando, pois é preciso atender às necessidades da sociedade contemporânea e junto a ela manter um processo dinâmico e contínuo de atualização.

13 Neste sentido são interessantes as seguintes observações (Eberspächer, 1996), que merecem uma ponderação: aprender a aprender (o aprendizado permanente!); alteração nos conceitos de presença e distância, pois o computador liberta das limitações de tempo e espaço; novas possibilidades e oportunidades de socialização (via redes de comunicação); integração no processo de ensino e aprendizagem de todos os tipos de expressão (multimeios); assim como o vídeo fornece movimento à imagem, o computador fornece movimento à palavra; do ensino passivo e generalizado para o ensino interativo e individualizado; do aprendizado individual para o aprendizado cooperativo, em equipe e distribuído; do professor dominador para o professor orientador, mediador, motivador e do aluno ouvinte para o aluno aprendiz, com iniciativa própria e que constrói o seu conhecimento.

14 REFERÊNCIAS AÏMER, Esma; FRASSON, Claude e ALEXE, Carme. Towards New Learning Strategies in Intelligent Tutoring Systems. Université de Montréal, BEGG, Iain M. e HOGG, Ian. Authoring Systems for ICAI. Em KEARSLEY, G. P. (Editor), Artificial Intelligence & Instruction. Addison Wesley, BURTON, R. e BROWN, J. S. An Investigation of computer coaching for informal learning ativities. Em SLEEMAN, D, e BROWN, J. S (Editores), Intelligent Tutoring Systems. New York, Academic Press, EBERSPÄCHER, Henri F. Palestra sobre Novas Tendências da Informática na Educação. Curitiba, FEIGENBAUM, E. A. e BARR, A. Applications-Oriented, AI Research: Education. Em The Handbook of Artificial Intelligence - Capítulo IX. Los Altos, CA. William Kaufmann, GISOLFI, Antonio; DATTOLO, Antonina; BALZANO, Walter. A Fuzzy Approach to Student Modeling. Università degli Studi di Salerno. Computers Educ. Vol 19, No. 4, KAPLAN, Randy e ROCK, Denny. New Directions for Intelligent Tutoring Systems. AI Expert - February, KEARSLEY, Greg. Artificial Intelligence and Instruction, Applications and Methods. Addison Wesley, MARTIN, J. Hiperdocumentos e como Criá-los. Rio de Janeiro, Campus, RICH, Elaine. Inteligência Artificial. São Paulo, McGraw-Hill, RICKEL, Jeff W. Intelligent Computer-Aided Instruction: A Survey Organized Around System Components. IEEE Transactions on Systems and Cybernetics, Vol. 19, No. 1, SCHANK, Roger C. Active Learning through Multimedia. Northwestern Universty - Multimedia IEEE - Spring Vol. 1 - No. 1. SHULTZ, Steven. High Marks for Multimedia. Computer Graphics World, Julho, WOOLF, Beverly Park e HALL, Wendy. Multimedia Pedagogues - Interactive Systems for Teaching and Learning. IEEE Computer - May 1995.

CAPACITAÇÃO DE PROFESSORES PARA USO DA TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO NO AMBIENTE ESCOLAR DA REDE PÚBLICA

CAPACITAÇÃO DE PROFESSORES PARA USO DA TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO NO AMBIENTE ESCOLAR DA REDE PÚBLICA IV Congresso RIBIE, Brasilia 1998 CAPACITAÇÃO DE PROFESSORES PARA USO DA TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO NO AMBIENTE ESCOLAR DA REDE PÚBLICA Cristina Vermelho, Glaucia da Silva Brito, Ivonélia da Purificação

Leia mais

Sistemas Tutores Inteligentes

Sistemas Tutores Inteligentes Sistemas Tutores Leila Cristina Vasconcelos de Andrade Jorge Juan Zavaleta Gavidia Trabalho de conclusão da disciplina Inteligência Artificial do Programa de Pós-Graduação da COPPE-Sistemas da Universidade

Leia mais

PROPOSTA DE UM MODELO DE SISTEMA HIPERMÍDIA PARA APRESENTAÇÃO DO CURSO DE CIÊNCIA DA COMPUTAÇÃO

PROPOSTA DE UM MODELO DE SISTEMA HIPERMÍDIA PARA APRESENTAÇÃO DO CURSO DE CIÊNCIA DA COMPUTAÇÃO PROPOSTA DE UM MODELO DE SISTEMA HIPERMÍDIA PARA APRESENTAÇÃO DO CURSO DE CIÊNCIA DA COMPUTAÇÃO Fabiana Pacheco Lopes 1 1 Universidade Presidente Antônio Carlos (UNIPAC) fabipl_21@yahoo.com.br Resumo.Este

Leia mais

Pedagogia. Objetivos deste tema. 3 Sub-temas compõem a aula. Tecnologias da informação e mídias digitais na educação. Prof. Marcos Munhoz da Costa

Pedagogia. Objetivos deste tema. 3 Sub-temas compõem a aula. Tecnologias da informação e mídias digitais na educação. Prof. Marcos Munhoz da Costa Pedagogia Prof. Marcos Munhoz da Costa Tecnologias da informação e mídias digitais na educação Objetivos deste tema Refletir sobre as mudanças de experiências do corpo com o advento das novas tecnologias;

Leia mais

Uma Aplicação de Ensino Orientada a Agentes na Internet

Uma Aplicação de Ensino Orientada a Agentes na Internet 1 de 5 22/7/2008 17:14 Uma Aplicação de Ensino Orientada a Agentes na Internet Adriana Soares Pereira Cláudio Fernando Resin Geyer adriana@inf.ufrgs.br Resumo Este trabalho apresenta uma proposta de desenvolvimento

Leia mais

O USO INTELIGENTE DO COMPUTADOR NA EDUCAÇÃO José A. Valente NIED - UNICAMP

O USO INTELIGENTE DO COMPUTADOR NA EDUCAÇÃO José A. Valente NIED - UNICAMP O USO INTELIGENTE DO COMPUTADOR NA EDUCAÇÃO José A. Valente NIED - UNICAMP INTRODUÇÃO O que seria a utilização do computador na educação de maneira inteligente? Seria fazer aquilo que o professor faz tradicionalmente

Leia mais

Curso de Educação Profissional Técnica de Nível Médio Subseqüente ao Ensino Médio, na modalidade a distância, para:

Curso de Educação Profissional Técnica de Nível Médio Subseqüente ao Ensino Médio, na modalidade a distância, para: INSTITUIÇÃO: IFRS CAMPUS BENTO GONÇALVES CNPJ: 94728821000192 ENDEREÇO: Avenida Osvaldo Aranha, 540. Bairro Juventude. CEP: 95700-000 TELEFONE: (0xx54) 34553200 FAX: (0xx54) 34553246 Curso de Educação

Leia mais

EMENTAS DAS DISCIPLINAS

EMENTAS DAS DISCIPLINAS EMENTAS DAS DISCIPLINAS CURSO EDUCAÇÃO A DISTÂNCIA (EAD) SISTEMAS PARA INTERNET INTRODUÇÃO À COMPUTAÇÃO 68 A disciplina estuda a área da informática como um todo e os conceitos fundamentais, abrangendo

Leia mais

Médio Integrado Aula 01 2014 Thatiane de Oliveira Rosa

Médio Integrado Aula 01 2014 Thatiane de Oliveira Rosa Aplicativos Web e Webdesign Aula 01 2014 Thatiane de Oliveira Rosa 1 Roteiro Apresentação da disciplina e Introdução ao HTML Desenvolvimento de Web sites e Sistemas Web; Projeto de sites web; 2 Quem é

Leia mais

Engenharia de Software Introdução. Ricardo Argenton Ramos UNIVASF Engenharia de Software I - Aula 1

Engenharia de Software Introdução. Ricardo Argenton Ramos UNIVASF Engenharia de Software I - Aula 1 Engenharia de Software Introdução Ricardo Argenton Ramos UNIVASF Engenharia de Software I - Aula 1 Tópicos Apresentação da Disciplina A importância do Software Software Aplicações de Software Paradigmas

Leia mais

Introdução à Computação

Introdução à Computação Aspectos Importantes - Desenvolvimento de Software Motivação A economia de todos países dependem do uso de software. Cada vez mais, o controle dos processos tem sido feito por software. Atualmente, os

Leia mais

Palavras-Chaves: Arquitetura, Modelagem Orientada a Objetos, UML.

Palavras-Chaves: Arquitetura, Modelagem Orientada a Objetos, UML. MODELAGEM ORIENTADA A OBJETOS APLICADA À ANÁLISE E AO PROJETO DE SISTEMA DE VENDAS ALTEMIR FERNANDES DE ARAÚJO Discente da AEMS Faculdades Integradas de Três Lagoas ANDRE LUIZ DA CUNHA DIAS Discente da

Leia mais

Projeto de Arquitetura

Projeto de Arquitetura Projeto de Arquitetura Ian Sommerville 2006 Engenharia de Software, 8ª. edição. Capítulo 11 Slide 1 Objetivos Apresentar projeto de arquitetura e discutir sua importância Explicar as decisões de projeto

Leia mais

Pós Graduação Engenharia de Software

Pós Graduação Engenharia de Software Pós Graduação Engenharia de Software Ana Candida Natali COPPE/UFRJ Programa de Engenharia de Sistemas e Computação FAPEC / FAT Estrutura do Módulo Parte 1 QUALIDADE DE SOFTWARE PROCESSO Introdução: desenvolvimento

Leia mais

Software Tutorial sobre Sistema Solar

Software Tutorial sobre Sistema Solar Software Tutorial sobre Sistema Solar Alan Correa, Antônio Rocir, Sandro Niederauer Faculdade Cenecista de Osório (FACOS) Rua 24 de maio, 141 95520-000 Osório RS Brasil {sandroniederauer, alan.sms}@hotmail.com,

Leia mais

Módulo 4: Gerenciamento de Dados

Módulo 4: Gerenciamento de Dados Módulo 4: Gerenciamento de Dados 1 1. CONCEITOS Os dados são um recurso organizacional decisivo que precisa ser administrado como outros importantes ativos das empresas. A maioria das organizações não

Leia mais

Sociedade da Informação

Sociedade da Informação Sociedade da Revolução Tecnológica Revolução industrial: ampliação dos músculos m dos homens em forma de equipamentos Mecanização ão. Responsável por mudanças as nas formas de produção existentes Revolução

Leia mais

Infraestrutura de EaD para apoio a cursos presenciais. Prof. ª Dra. Christine da Silva Schröeder ICEAC/SEaD/FURG christine1004sch@gmail.

Infraestrutura de EaD para apoio a cursos presenciais. Prof. ª Dra. Christine da Silva Schröeder ICEAC/SEaD/FURG christine1004sch@gmail. Infraestrutura de EaD para apoio a cursos presenciais Prof. ª Dra. Christine da Silva Schröeder ICEAC/SEaD/FURG christine1004sch@gmail.com Perspectivas de análise: EAD e mudança Perspectivas de análise:

Leia mais

Universidade de Santa Cruz do Sul Departamento de Informática

Universidade de Santa Cruz do Sul Departamento de Informática Universidade de Santa Cruz do Sul Departamento de Informática II Seminário dos Grupos de Pesquisa da UNISC Ficha de Inscrição do Grupo de Pesquisa Sistemas Computacionais de Apoio à Educação Santa Cruz

Leia mais

AUTOR: DAVID DE MIRANDA RODRIGUES CONTATO: davidmr@ifce.edu.br CURSO FIC DE PROGRAMADOR WEB VERSÃO: 1.0

AUTOR: DAVID DE MIRANDA RODRIGUES CONTATO: davidmr@ifce.edu.br CURSO FIC DE PROGRAMADOR WEB VERSÃO: 1.0 AUTOR: DAVID DE MIRANDA RODRIGUES CONTATO: davidmr@ifce.edu.br CURSO FIC DE PROGRAMADOR WEB VERSÃO: 1.0 SUMÁRIO 1 Conceitos Básicos... 3 1.1 O que é Software?... 3 1.2 Situações Críticas no desenvolvimento

Leia mais

JOSÉ ERIGLEIDSON DA SILVA Tribunal Regional do Trabalho da 2ª Região

JOSÉ ERIGLEIDSON DA SILVA Tribunal Regional do Trabalho da 2ª Região JOSÉ ERIGLEIDSON DA SILVA Tribunal Regional do Trabalho da 2ª Região Objetivo geral Elaborar um projeto básico de curso on-line Objetivos específicos 1.Aplicar conceitos e fundamentos do DI na concepção

Leia mais

Tópicos. Engenharia de Software: Uma Visão Geral

Tópicos. Engenharia de Software: Uma Visão Geral Tópicos 2 3 Engenharia de Software: Uma Visão Geral SCE 186 - Engenharia de Software Profs. José Carlos Maldonado e Elisa Yumi Nakagawa 2 o semestre de 2002 A importância do Software Software Aplicações

Leia mais

Serviço Público. Manutenção e Suporte em Informática

Serviço Público. Manutenção e Suporte em Informática Serviço Público Manutenção e Suporte em Informática Wilson Pedro Coordenador do Curso de Serviço Público etec_sp@ifma.edu.br Carla Gomes de Faria Coordenadora do Curso de Manutenção e Suporte em Informática

Leia mais

UNIVERSIDADE FEDERAL DE SANTA MARIA CENTRO DE TECNOLOGIA AULA 10 PROFª BRUNO CALEGARO

UNIVERSIDADE FEDERAL DE SANTA MARIA CENTRO DE TECNOLOGIA AULA 10 PROFª BRUNO CALEGARO UNIVERSIDADE FEDERAL DE SANTA MARIA CENTRO DE TECNOLOGIA AULA 10 PROFª BRUNO CALEGARO Santa Maria, 10 de Outubro de 2013. Revisão aula anterior Documento de Requisitos Estrutura Padrões Template Descoberta

Leia mais

REALIDADE AUMENTADA APLICADA NA EDUCAÇÃO: ESTUDOS DOS SEUS BENEFÍCIOS

REALIDADE AUMENTADA APLICADA NA EDUCAÇÃO: ESTUDOS DOS SEUS BENEFÍCIOS REALIDADE AUMENTADA APLICADA NA EDUCAÇÃO: ESTUDOS DOS SEUS BENEFÍCIOS Kelly Cristina de Oliveira 1, Júlio César Pereira 1. 1 Universidade Paranaense (UNIPAR) Paranavaí PR Brasil kristhinasi@gmail.com,

Leia mais

Requisitos de Software

Requisitos de Software Requisitos de Software Prof. José Honorato F.N. Prof. José Honorato F.N. honoratonunes@gmail.com Requisitos de Software Software é o conjunto dos programas e dos meios não materiais que possibilitam o

Leia mais

Workflow Genético para Planejamento e Gerenciamento de Currículo em EAD

Workflow Genético para Planejamento e Gerenciamento de Currículo em EAD Workflow Genético para Planejamento e Gerenciamento de Currículo em EAD Autor: Robson da Silva Lopes 1, Orientadora: Prof a. Dr a. Márcia Aparecida Fernandes 1 1 Programa de Pós-Graduação em Ciência da

Leia mais

A Interdisciplinaridade como Metodologia de Ensino INTRODUÇÃO

A Interdisciplinaridade como Metodologia de Ensino INTRODUÇÃO A Interdisciplinaridade como Metodologia de Ensino O bom professor é o que consegue, enquanto fala trazer o aluno até a intimidade do movimento de seu pensamento. Paulo Freire INTRODUÇÃO A importância

Leia mais

PROPOSTA DE UMA METODOLOGIA PARA ELABORAR PROJETO DE ENSINO INTEGRANDO RECURSOS TECNOLÓGICOS

PROPOSTA DE UMA METODOLOGIA PARA ELABORAR PROJETO DE ENSINO INTEGRANDO RECURSOS TECNOLÓGICOS PROPOSTA DE UMA METODOLOGIA PARA ELABORAR PROJETO DE ENSINO INTEGRANDO RECURSOS TECNOLÓGICOS Fortaleza Ce Agosto 2009 Liádina Camargo Lima Universidade de Fortaleza liadina@unifor.br Categoria C Métodos

Leia mais

DSI é o processo cujo objetivo é introduzir mudanças num sistema de informação, com objetivo de melhorar o seu desempenho.

DSI é o processo cujo objetivo é introduzir mudanças num sistema de informação, com objetivo de melhorar o seu desempenho. - DSI DSI é o processo cujo objetivo é introduzir mudanças num sistema de informação, com objetivo de melhorar o seu desempenho. Preocupação: Problema técnicos Mudança na natureza e conteúdo do trabalho

Leia mais

Domínios, Competências e Padrões de Desempenho do Design Instrucional (DI)

Domínios, Competências e Padrões de Desempenho do Design Instrucional (DI) Domínios, Competências e Padrões de Desempenho do Design Instrucional (DI) (The Instructional Design (ID) Domains, Competencies and Performance Statements) International Board of Standards for Training,

Leia mais

Engenharia de Software Introdução. Ricardo Argenton Ramos UNIVASF Engenharia de Software I - Aula 1

Engenharia de Software Introdução. Ricardo Argenton Ramos UNIVASF Engenharia de Software I - Aula 1 Engenharia de Software Introdução Ricardo Argenton Ramos UNIVASF Engenharia de Software I - Aula 1 Tópicos Apresentação da Disciplina A importância do Software Software Aplicações de Software Paradigmas

Leia mais

Tipos de Sistemas Distribuídos (Cluster e Grid)

Tipos de Sistemas Distribuídos (Cluster e Grid) Tipos de Sistemas Distribuídos (Cluster e Grid) Sistemas Distribuídos Mauro Lopes Carvalho Silva Professor EBTT DAI Departamento de Informática Campus Monte Castelo Instituto Federal de Educação Ciência

Leia mais

Sistemas de Informação James A. O Brien Editora Saraiva Capítulo 5

Sistemas de Informação James A. O Brien Editora Saraiva Capítulo 5 Para entender bancos de dados, é útil ter em mente que os elementos de dados que os compõem são divididos em níveis hierárquicos. Esses elementos de dados lógicos constituem os conceitos de dados básicos

Leia mais

Tópicos em Engenharia de Software (Optativa III) AULA 2. Prof. Andrêza Leite andreza.lba@gmail.com (81 )9801-6619

Tópicos em Engenharia de Software (Optativa III) AULA 2. Prof. Andrêza Leite andreza.lba@gmail.com (81 )9801-6619 Tópicos em Engenharia de Software (Optativa III) AULA 2 Prof. Andrêza Leite andreza.lba@gmail.com (81 )9801-6619 Engenharia de Software Objetivo da aula Depois desta aula você terá uma revisão sobre o

Leia mais

Universidade de Brasília. Faculdade de Ciência da Informação. Prof a Lillian Alvares

Universidade de Brasília. Faculdade de Ciência da Informação. Prof a Lillian Alvares Universidade de Brasília Faculdade de Ciência da Informação Prof a Lillian Alvares Fóruns Comunidades de Prática Mapeamento do Conhecimento Portal Intranet Extranet Banco de Competências Memória Organizacional

Leia mais

O uso da informática na escola: Webquest como estratégia de aprendizagem construtivista

O uso da informática na escola: Webquest como estratégia de aprendizagem construtivista O uso da informática na escola: Webquest como estratégia de aprendizagem construtivista Maira Teresinha Lopes Penteado 1 Gisele Dorneles Fernandes 2 RESUMO: O presente artigo tem por finalidade esclarecer

Leia mais

ORGANIZAÇÃO CURRICULAR

ORGANIZAÇÃO CURRICULAR ORGANIZAÇÃO CURRICULAR O curso Técnico em Informática, em Nível Médio Subseqüente, será organizado de forma semestral, com aulas presenciais, compostos por disciplinas, com conteúdos estabelecidos, tendo

Leia mais

Tutorial Moodle Visão do Aluno

Tutorial Moodle Visão do Aluno Tutorial Moodle Visão do Aluno A P R E S E N T A Ç Ã O A sigla MOODLE significa (Modular Object Oriented Dynamic Learning Environment), em inglês MOODLE é um verbo que descreve a ação ao realizar com gosto

Leia mais

Introdução. Gestão do Conhecimento GC

Introdução. Gestão do Conhecimento GC Introdução A tecnologia da informação tem um aspecto muito peculiar quanto aos seus resultados, uma vez que a simples disponibilização dos recursos computacionais (banco de dados, sistemas de ERP, CRM,

Leia mais

Engenharia de Software II: Criando a Declaração de Escopo. Prof. Msc Ricardo Britto DIE-UFPI rbritto@ufpi.edu.br

Engenharia de Software II: Criando a Declaração de Escopo. Prof. Msc Ricardo Britto DIE-UFPI rbritto@ufpi.edu.br Engenharia de Software II: Criando a Declaração de Escopo Prof. Msc Ricardo Britto DIE-UFPI rbritto@ufpi.edu.br Sumário Desenvolvendo o Plano de Gerenciamento do Projeto. Coletando Requisitos. Declarando

Leia mais

CAPÍTULO 2. Este capítulo tratará :

CAPÍTULO 2. Este capítulo tratará : 1ª PARTE CAPÍTULO 2 Este capítulo tratará : 1. O que é necessário para se criar páginas para a Web. 2. A diferença entre páginas Web, Home Page e apresentação Web 3. Navegadores 4. O que é site, Host,

Leia mais

Universidade de Brasília. Departamento de Ciência da Informação e Documentação. Prof a.:lillian Alvares

Universidade de Brasília. Departamento de Ciência da Informação e Documentação. Prof a.:lillian Alvares Universidade de Brasília Departamento de Ciência da Informação e Documentação Prof a.:lillian Alvares Fóruns óu s/ Listas de discussão Espaços para discutir, homogeneizar e compartilhar informações, idéias

Leia mais

Introdução ao Aplicativo de Programação LEGO MINDSTORMS Education EV3

Introdução ao Aplicativo de Programação LEGO MINDSTORMS Education EV3 Introdução ao Aplicativo de Programação LEGO MINDSTORMS Education EV3 A LEGO Education tem o prazer de trazer até você a edição para tablet do Software LEGO MINDSTORMS Education EV3 - um jeito divertido

Leia mais

Objetivos. Processos de Software. Tópicos abordados. O processo de software. Modelos genéricos de modelos de processo de software.

Objetivos. Processos de Software. Tópicos abordados. O processo de software. Modelos genéricos de modelos de processo de software. Processos de Software Objetivos Apresentar os modelos de processo de software Conjunto coerente de atividades para especificar, projetar, implementar e testar s de software Descrever os diferentes modelos

Leia mais

LICENCIATURA EM COMPUTAÇÃO

LICENCIATURA EM COMPUTAÇÃO Coordenador: Duração: Carga Horária: LICENCIATURA EM COMPUTAÇÃO Victor Emanuel Corrêa Lima 6 semestres 2800 horas Situação Legal: Reconhecido pela Portaria MEC nº 503 de 15/02/2006 MATRIZ CURRICULAR Primeiro

Leia mais

PROJETO UCA: FORMAÇÃO BRASIL. Proposta de operacionalização. Formação dos professores na escola

PROJETO UCA: FORMAÇÃO BRASIL. Proposta de operacionalização. Formação dos professores na escola Ministério da Educação Secretaria de Educação a Distância Projeto Um Computador por Aluno PROJETO UCA: FORMAÇÃO BRASIL Proposta de operacionalização Formação dos professores na escola Outubro, 2009 FORMAÇÃO

Leia mais

O artigo a seguir deve ser referenciado como:

O artigo a seguir deve ser referenciado como: O artigo a seguir deve ser referenciado como: Carvalho, José Oscar F. de (2000). A Utilização de Técnicas de Educação a Distância Mediada por Computador como Apoio às Aulas Presenciais: Um Estudo de Caso.

Leia mais

Introdução à Engenharia de Software

Introdução à Engenharia de Software Introdução à Engenharia de Software Professor: Rômulo César romulodandrade@gmail.com www.romulocesar.com.br Imagem Clássica Objetivo da aula Depois desta aula você terá uma visão sobre o que é a engenharia

Leia mais

ADMINISTRAÇÃO DOS RECURSOS DE DADOS

ADMINISTRAÇÃO DOS RECURSOS DE DADOS Capítulo 7 ADMINISTRAÇÃO DOS RECURSOS DE DADOS 7.1 2003 by Prentice Hall OBJETIVOS Por que as empresas sentem dificuldades para descobrir que tipo de informação precisam ter em seus sistemas de informação?

Leia mais

PROJETO DE CURSO FORMAÇÃO INICIAL E CONTINUADA - FIC. Multimídia

PROJETO DE CURSO FORMAÇÃO INICIAL E CONTINUADA - FIC. Multimídia PROJETO DE CURSO FORMAÇÃO INICIAL E CONTINUADA - FIC Multimídia Prof.ª Sylvia Augusta Catharina Fernandes Correia de Lima Floresta - PE 2013 CURSO DE FORMAÇÃO INICIAL E CONTINUADA - FIC 1. IDENTIFICAÇÃO

Leia mais

Engenharia de Software I. Prof. André Castro Garcia

Engenharia de Software I. Prof. André Castro Garcia Engenharia de Software I Prof. André Castro Garcia 1. Introdução 1.1 A IMPORTÂNCIA DO SOFTWARE Nas primeiras décadas da era do computador, o principal desafio era desenvolver um hardware que reduzisse

Leia mais

Elaboração de Projetos

Elaboração de Projetos Elaboração de Projetos 2 1. ProjetoS Projeto: uma nova cultura de aprendizagem ALMEIDA, Maria Elizabeth Bianconcini de. Projeto: uma nova cultura de aprendizagem. [S.l.: s.n.], jul. 1999. A prática pedagógica

Leia mais

Conceitos Introdutórios Fábio Fernandes

Conceitos Introdutórios Fábio Fernandes Conceitos Introdutórios Fábio Fernandes Introdução Com o advento da tecnologia e o maior acesso do público em geral a Internet, o aprendizado on-line (e-learning) tem sido cada vez mais procurado por profissionais

Leia mais

EMENTAS DAS DISCIPLINAS

EMENTAS DAS DISCIPLINAS EMENTAS DAS DISCIPLINAS CURSO CST ANÁLISE E DESENVOLVIMENTO DE SISTEMAS INTRODUÇÃO À COMPUTAÇÃO 68 A disciplina estuda a área da informática como um todo e os conceitos fundamentais, abrangendo desde a

Leia mais

Notas de Aula 02: Processos de Desenvolvimento de Software

Notas de Aula 02: Processos de Desenvolvimento de Software Notas de Aula 02: Processos de Desenvolvimento de Software Objetivos da aula: Introduzir os conceitos de um processo de desenvolvimento de software Definir os processos básicos Apresentar as vantagens

Leia mais

CONCEITOS INICIAIS. Agenda A diferença entre páginas Web, Home Page e apresentação Web;

CONCEITOS INICIAIS. Agenda A diferença entre páginas Web, Home Page e apresentação Web; CONCEITOS INICIAIS Agenda A diferença entre páginas Web, Home Page e apresentação Web; O que é necessário para se criar páginas para a Web; Navegadores; O que é site, Host, Provedor e Servidor Web; Protocolos.

Leia mais

Roteiro 2 Conceitos Gerais

Roteiro 2 Conceitos Gerais Roteiro 2 Conceitos Gerais Objetivos: UC Projeto de Banco de Dados Explorar conceitos gerais de bancos de dados; o Arquitetura de bancos de dados: esquemas, categorias de modelos de dados, linguagens e

Leia mais

O PAPEL DO TUTOR A DISTÂNCIA NO ENSINO DE INFORMÁTICA: A EXPERIÊNCIA DO CURSO DE TECNOLOGIA EM SISTEMAS PARA INTERNET UAB/IFSUL

O PAPEL DO TUTOR A DISTÂNCIA NO ENSINO DE INFORMÁTICA: A EXPERIÊNCIA DO CURSO DE TECNOLOGIA EM SISTEMAS PARA INTERNET UAB/IFSUL O PAPEL DO TUTOR A DISTÂNCIA NO ENSINO DE INFORMÁTICA: A EXPERIÊNCIA DO CURSO DE TECNOLOGIA EM SISTEMAS PARA INTERNET UAB/IFSUL Pelotas RS Maio 2010 Letícia Marques Vargas IFSul le.mvargas@gmail.com Gabriela

Leia mais

A RELAÇÃO ENTRE A LINGUAGEM EM BLOGS EDUCATIVOS E O PROCESSO DE APRENDIZAGEM Adriana Ferreira Boeira* PPGEd/UCS

A RELAÇÃO ENTRE A LINGUAGEM EM BLOGS EDUCATIVOS E O PROCESSO DE APRENDIZAGEM Adriana Ferreira Boeira* PPGEd/UCS 1 A RELAÇÃO ENTRE A LINGUAGEM EM BLOGS EDUCATIVOS E O PROCESSO DE APRENDIZAGEM Adriana Ferreira Boeira* PPGEd/UCS RESUMO: Este trabalho apresenta a pesquisa, que está em andamento, que tem como objetivo

Leia mais

CAPITULO 4 A ARQUITETURA LÓGICA PARA O AMBIENTE

CAPITULO 4 A ARQUITETURA LÓGICA PARA O AMBIENTE CAPITULO 4 A ARQUITETURA LÓGICA PARA O AMBIENTE A proposta para o ambiente apresentada neste trabalho é baseada no conjunto de requisitos levantados no capítulo anterior. Este levantamento, sugere uma

Leia mais

PLANO DE ENSINO. 1. Identificação

PLANO DE ENSINO. 1. Identificação 1. Identificação PLANO DE ENSINO Curso: A INTERNET E SUAS FERRAMENTAS Disciplina: A Internet e suas Ferramentas Período Ministrado/Semestre- Bimestre- Mês/Ano: 03 de setembro a 08 de outubro/2º Semestre

Leia mais

Processos de Software. 2007 by Pearson Education Ian Sommerville 2006 Engenharia de Software, 8ª. edição. Capítulo 4 Slide 1

Processos de Software. 2007 by Pearson Education Ian Sommerville 2006 Engenharia de Software, 8ª. edição. Capítulo 4 Slide 1 Processos de Software Ian Sommerville 2006 Engenharia de Software, 8ª. edição. Capítulo 4 Slide 1 Objetivos Apresentar modelos de processos de software Descrever três modelos genéricos de processo e quando

Leia mais

softwares que cumprem a função de mediar o ensino a distância veiculado através da internet ou espaço virtual. PEREIRA (2007)

softwares que cumprem a função de mediar o ensino a distância veiculado através da internet ou espaço virtual. PEREIRA (2007) 1 Introdução Em todo mundo, a Educação a Distância (EAD) passa por um processo evolutivo principalmente após a criação da internet. Os recursos tecnológicos oferecidos pela web permitem a EAD ferramentas

Leia mais

Banco de Dados Aula 1 Introdução a Banco de Dados Introdução Sistema Gerenciador de Banco de Dados

Banco de Dados Aula 1 Introdução a Banco de Dados Introdução Sistema Gerenciador de Banco de Dados Banco de Dados Aula 1 Introdução a Banco de Dados Introdução Um Sistema Gerenciador de Banco de Dados (SGBD) é constituído por um conjunto de dados associados a um conjunto de programas para acesso a esses

Leia mais

Desenvolvendo um Ambiente de Aprendizagem a Distância Utilizando Software Livre

Desenvolvendo um Ambiente de Aprendizagem a Distância Utilizando Software Livre Desenvolvendo um Ambiente de Aprendizagem a Distância Utilizando Software Livre Fabrício Viero de Araújo, Gilse A. Morgental Falkembach Programa de Pós-graduação em Engenharia de Produção - PPGEP Universidade

Leia mais

23/09/2011. Tecnologias da Educação. Tecnologias e mídias. Diferença entre tecnologia e mídia. Diferença entre tecnologia e mídia.

23/09/2011. Tecnologias da Educação. Tecnologias e mídias. Diferença entre tecnologia e mídia. Diferença entre tecnologia e mídia. Tecnologias da Educação Marco Antônio Tecnologias e mídias Comunicar não é de modo algum transmitir uma mensagem ou receber uma mensagem. Isso é a condição física da comunicação, mas não é comunicação.

Leia mais

Curso Superior de Tecnologia em Redes de Computadores. Trabalho Interdisciplinar Semestral. 3º semestre - 2012.1

Curso Superior de Tecnologia em Redes de Computadores. Trabalho Interdisciplinar Semestral. 3º semestre - 2012.1 Curso Superior de Tecnologia em Redes de Computadores Trabalho Interdisciplinar Semestral 3º semestre - 2012.1 Trabalho Semestral 3º Semestre Curso Superior de Tecnologia em Redes de Computadores Apresentação

Leia mais

EDUCAÇÃO CONVENCIONAL X EDUCAÇÂO MEDIADA

EDUCAÇÃO CONVENCIONAL X EDUCAÇÂO MEDIADA EDUCAÇÃO CONVENCIONAL X EDUCAÇÂO MEDIADA por Anelise Pereira Sihler é Pedagoga, Especialista em Gestão de Pessoas, Gestão Educacional, Educação a Distância, Educação colaborativa, Relações Humanas, mestre

Leia mais

PLANO DE ENSINO CURSO DE EDUCAÇÃO PROFISSIONAL TÉCNICO DE NÍVEL MÉDIO INTEGRADO EM SEGURANÇA DO TRABALHO

PLANO DE ENSINO CURSO DE EDUCAÇÃO PROFISSIONAL TÉCNICO DE NÍVEL MÉDIO INTEGRADO EM SEGURANÇA DO TRABALHO PLANO DE ENSINO CURSO DE EDUCAÇÃO PROFISSIONAL TÉCNICO DE NÍVEL MÉDIO INTEGRADO EM SEGURANÇA DO TRABALHO Componente Curricular: Informática e Português Instrumental Carga Horária: 90h Período Letivo: 2015/01

Leia mais

Dicas básicas para disciplinas/atividades na modalidade de educação a distância Mediação Digital Virtual

Dicas básicas para disciplinas/atividades na modalidade de educação a distância Mediação Digital Virtual Dicas básicas para disciplinas/atividades na modalidade de educação a distância Mediação Digital Virtual Escritório de Gestão de Projetos em EAD Unisinos http://www.unisinos.br/ead 2 A partir de agora,

Leia mais

Análise e Projeto de Sistemas. Engenharia de Software. Análise e Projeto de Sistemas. Contextualização. Perspectiva Histórica. A Evolução do Software

Análise e Projeto de Sistemas. Engenharia de Software. Análise e Projeto de Sistemas. Contextualização. Perspectiva Histórica. A Evolução do Software Análise e Projeto de Sistemas Análise e Projeto de Sistemas Contextualização ENGENHARIA DE SOFTWARE ANÁLISE E PROJETO DE SISTEMAS ENGENHARIA DA INFORMAÇÃO Perspectiva Histórica Engenharia de Software 1940:

Leia mais

CURSOS OFERECIDOS. seus objetivos e metas. E também seus elementos fundamentais de Administração, como: PLANEJAMENTO, ORGANIZAÇÃO E CONTROLE.

CURSOS OFERECIDOS. seus objetivos e metas. E também seus elementos fundamentais de Administração, como: PLANEJAMENTO, ORGANIZAÇÃO E CONTROLE. CURSOS OFERECIDOS Access 2007 Aproximadamente 20 horas O aluno aprenderá criar Banco de Dados de forma inteligente, trabalhar com estoques, número de funcionários, clientes etc. Conhecerá ferramentas aprimoradas

Leia mais

UM RELATO DE EXPERIÊNCIA SOBRE O USO DO SOFTWARE DE GESTÃO DE PROJETOS DOTPROJECT NA PRODUÇÃO DE MATERIAIS MULTIMÍDIA PARA EDUCAÇÃO A DISTÂNCIA EAD

UM RELATO DE EXPERIÊNCIA SOBRE O USO DO SOFTWARE DE GESTÃO DE PROJETOS DOTPROJECT NA PRODUÇÃO DE MATERIAIS MULTIMÍDIA PARA EDUCAÇÃO A DISTÂNCIA EAD 1 UM RELATO DE EXPERIÊNCIA SOBRE O USO DO SOFTWARE DE GESTÃO DE PROJETOS DOTPROJECT NA PRODUÇÃO DE MATERIAIS MULTIMÍDIA PARA EDUCAÇÃO A DISTÂNCIA EAD Serra, 05/2009 Saymon Castro de Souza Ifes saymon@ifes.edu.br

Leia mais

Tipos de Sistemas Distribuídos

Tipos de Sistemas Distribuídos (Sistemas de Informação Distribuída e Pervasivos) Sistemas Distribuídos Mauro Lopes Carvalho Silva Professor EBTT DAI Departamento de Informática Campus Monte Castelo Instituto Federal de Educação Ciência

Leia mais

Sistema Educacional e Médico On-line (SEMedicOn): uma ferramenta híbrida para auxiliar pacientes, médicos e estudantes da saúde

Sistema Educacional e Médico On-line (SEMedicOn): uma ferramenta híbrida para auxiliar pacientes, médicos e estudantes da saúde Sistema Educacional e Médico On-line (SEMedicOn): uma ferramenta híbrida para auxiliar pacientes, médicos e estudantes da saúde Cláudia Batista Melo 1, 2, Ulrich Schiel 3, Lourdes Mattos Brasil 4, Edilson

Leia mais

SOFTWARES DE SIMULAÇÃO NO ENSINO DE QUÍMICA

SOFTWARES DE SIMULAÇÃO NO ENSINO DE QUÍMICA Aula 7 SOFTWARES DE SIMULAÇÃO NO ENSINO DE QUÍMICA META Discutir a utilização de softwares no ensino de Química. OBJETIVOS Ao final desta aula, o aluno deverá: Através da utilização do software carbópolis,

Leia mais

Campanha Nacional de Escolas da Comunidade Mantenedora da Faculdade Cenecista de Campo Largo

Campanha Nacional de Escolas da Comunidade Mantenedora da Faculdade Cenecista de Campo Largo Ementas das Disciplinas 1. Teorias Administrativas e a Gestão Escolar - 30 horas Ementa: Gestão Educacional conceitos, funções e princípios básicos. A função administrativa da unidade escolar e do gestor.

Leia mais

REVISÃO ENGENHARIA DO SOFTWARE. Isac Aguiar isacaguiar.com.br isacaguiar@gmail.com

REVISÃO ENGENHARIA DO SOFTWARE. Isac Aguiar isacaguiar.com.br isacaguiar@gmail.com REVISÃO ENGENHARIA DO SOFTWARE Isac Aguiar isacaguiar.com.br isacaguiar@gmail.com Software Sequencia de Instruções a serem seguidas ou executadas Dados e rotinas desenvolvidos por computadores Programas

Leia mais

Introdução a listas - Windows SharePoint Services - Microsoft Office Online

Introdução a listas - Windows SharePoint Services - Microsoft Office Online Page 1 of 5 Windows SharePoint Services Introdução a listas Ocultar tudo Uma lista é um conjunto de informações que você compartilha com membros da equipe. Por exemplo, você pode criar uma folha de inscrição

Leia mais

Organização e Arquitetura de Computadores I. de Computadores

Organização e Arquitetura de Computadores I. de Computadores Universidade Federal de Campina Grande Unidade Acadêmica de Sistemas e Computação Curso de Bacharelado em Ciência da Computação Organização e Arquitetura de Computadores I Organização Básica B de Computadores

Leia mais

DESENVOLVIMENTO DE SOFTWARE EDUCATIVO PARA O PROCESSO DE ALFABETIZAÇÃO SOFTWARE DEVELOPMENT FOR EDUCATIONAL PROCESS OF LITERACY

DESENVOLVIMENTO DE SOFTWARE EDUCATIVO PARA O PROCESSO DE ALFABETIZAÇÃO SOFTWARE DEVELOPMENT FOR EDUCATIONAL PROCESS OF LITERACY DESENVOLVIMENTO DE SOFTWARE EDUCATIVO PARA O PROCESSO DE ALFABETIZAÇÃO SOFTWARE DEVELOPMENT FOR EDUCATIONAL PROCESS OF LITERACY Daiyane Akemi Morimoto- Graduanda em Pedagogia- Unisalesiano de Linsday_akemi@hotmail,com

Leia mais

MANUAL DE UTILIZAÇÃO DO MOODLE 2.6

MANUAL DE UTILIZAÇÃO DO MOODLE 2.6 NÚCLEO DE TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO E COMUNICAÇÃO NTIC MANUAL DE UTILIZAÇÃO DO MOODLE 2.6 PERFIL ALUNO Versão 1.0 2014 NÚCLEO DE TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO E COMUNICAÇÃO NTIC MANUAL DE UTILIZAÇÃO DO MOODLE

Leia mais

A PÁGINA DISCIPLINAR DE MATEMÁTICA DO PORTAL DIA A DIA EDUCAÇÃO

A PÁGINA DISCIPLINAR DE MATEMÁTICA DO PORTAL DIA A DIA EDUCAÇÃO A PÁGINA DISCIPLINAR DE MATEMÁTICA DO PORTAL DIA A DIA EDUCAÇÃO Resumo: Dolores Follador Secretaria de Estado da Educação do Paraná e Faculdades Integradas do Brasil - Unibrasil doloresfollador@gmail.com

Leia mais

UNIVERSIDADE TECNOLÓGICA FEDERAL DO PARANÁ CURSO SUPERIOR DE TECNOLOGIA EM ANÁLISE E DESENVOLVIMENTO DE SISTEMAS

UNIVERSIDADE TECNOLÓGICA FEDERAL DO PARANÁ CURSO SUPERIOR DE TECNOLOGIA EM ANÁLISE E DESENVOLVIMENTO DE SISTEMAS UNIVERSIDADE TECNOLÓGICA FEDERAL DO PARANÁ CURSO SUPERIOR DE TECNOLOGIA EM ANÁLISE E DESENVOLVIMENTO DE SISTEMAS ALEXANDRE PRADO BARBOSA RELATÓRIO DE ESTÁGIO Ponta Grossa 2012 ALEXANDRE PRADO BARBOSA Relatório

Leia mais

1) MANUAL DO INTEGRADOR Este documento, destinado aos instaladores do sistema, com informações de configuração.

1) MANUAL DO INTEGRADOR Este documento, destinado aos instaladores do sistema, com informações de configuração. O software de tarifação é uma solução destinada a rateio de custos de insumos em sistemas prediais, tais como shopping centers. O manual do sistema é dividido em dois volumes: 1) MANUAL DO INTEGRADOR Este

Leia mais

Ser sincero em sua crença de que todos devem ir para casa todos os dias com segurança e saúde - demonstre que você se importa.

Ser sincero em sua crença de que todos devem ir para casa todos os dias com segurança e saúde - demonstre que você se importa. A Liderança Faz a Diferença Guia de Gerenciamento de Riscos Fatais Introdução 2 A prevenção de doenças e acidentes ocupacionais ocorre em duas esferas de controle distintas, mas concomitantes: uma que

Leia mais

Na medida em que se cria um produto, o sistema de software, que será usado e mantido, nos aproximamos da engenharia.

Na medida em que se cria um produto, o sistema de software, que será usado e mantido, nos aproximamos da engenharia. 1 Introdução aos Sistemas de Informação 2002 Aula 4 - Desenvolvimento de software e seus paradigmas Paradigmas de Desenvolvimento de Software Pode-se considerar 3 tipos de paradigmas que norteiam a atividade

Leia mais

Plano de Trabalho Docente 2015. Ensino Técnico

Plano de Trabalho Docente 2015. Ensino Técnico Plano de Trabalho Docente 2015 Ensino Técnico Etec Etec: Paulino Botelho Código: 091 Município: São Carlos Eixo Tecnológico: Informação e Comunicação Habilitação Profissional: Técnico em Informática para

Leia mais

Design 3D. Formação em Web WEB DESIGN 3D 1

Design 3D. Formação em Web WEB DESIGN 3D 1 1 Formação em Web Design 3D Atualmente com o desenvolvimento para Web, a criação e montagem de sites, envolve um conhecimento mais aprofundado também na criação de 3D. Com a possibilidade de conexões mais

Leia mais

Universidade de Brasília. Faculdade de Ciência da Informação. Profa. Lillian Alvares

Universidade de Brasília. Faculdade de Ciência da Informação. Profa. Lillian Alvares Universidade de Brasília Faculdade de Ciência da Informação Profa. Lillian Alvares Fóruns / Listas de discussão Espaços para discutir, homogeneizar e compartilhar informações, idéias e experiências que

Leia mais

ANÁLISE DE SITES EDUCACIONAIS PELO PROFESSOR E PELO ALUNO

ANÁLISE DE SITES EDUCACIONAIS PELO PROFESSOR E PELO ALUNO Análise do professor: Parâmetros para avaliação Ao navegar por Web sites é importante observar alguns tópicos para determinar se um site é bom ou não. Navegação, design, conteúdo, velocidade de acesso,

Leia mais

1 Introdução. Sistemas de Autoria

1 Introdução. Sistemas de Autoria 1 Introdução Sistemas de Autoria O momento atual impulsiona a computação a lançar um novo olhar sobre a Educação, focados para as possibilidades da construção de um mundo de inovações onde as tecnologias

Leia mais

ANEXO 1 - QUESTIONÁRIO

ANEXO 1 - QUESTIONÁRIO ANEXO 1 - QUESTIONÁRIO 1. DIMENSÃO PEDAGÓGICA 1.a) ACESSIBILIDADE SEMPRE ÀS VEZES NUNCA Computadores, laptops e/ou tablets são recursos que estão inseridos na rotina de aprendizagem dos alunos, sendo possível

Leia mais

Existem 109 questões nesta pesquisa

Existem 109 questões nesta pesquisa FASE 2: ANÁLISE DO WEBSITE INSTRUÇÕES Leia atentamente todas as questões Explore o website em avaliação, procurando pelas questões propostas Depois, responda cada questão Algumas questões precisam de informações

Leia mais

Ensino Técnico Integrado ao Médio FORMAÇÃO PROFISSIONAL. Plano de Trabalho Docente 2015

Ensino Técnico Integrado ao Médio FORMAÇÃO PROFISSIONAL. Plano de Trabalho Docente 2015 Ensino Técnico Integrado ao Médio FORMAÇÃO PROFISSIONAL Plano de Trabalho Docente 2015 Etec Paulino Botelho Código: 091 Município: São Carlos EE: Arlindo Bittencourt Eixo Tecnológico: Informação e Comunicação

Leia mais

DESENVOLVENDO HABILIDADES E CONSTRUINDO CONHECIMENTOS NO AMBIENTE VIRTUAL CYBERNAUTAS. Maio/2005 216-TC-C3

DESENVOLVENDO HABILIDADES E CONSTRUINDO CONHECIMENTOS NO AMBIENTE VIRTUAL CYBERNAUTAS. Maio/2005 216-TC-C3 1 DESENVOLVENDO HABILIDADES E CONSTRUINDO CONHECIMENTOS NO AMBIENTE VIRTUAL CYBERNAUTAS Maio/2005 216-TC-C3 José Antonio Gameiro Salles UNISUAM / CCET / Desenv. de Softwares & UNISUAM/LAPEAD - antoniosalles@gmail.com

Leia mais

Proposta do projeto de extensão: Inclusão digital dos softwares livres na comunidade escolar da rede pública em Aracaju SE

Proposta do projeto de extensão: Inclusão digital dos softwares livres na comunidade escolar da rede pública em Aracaju SE Proposta do projeto de extensão: Inclusão digital dos softwares livres na comunidade escolar da rede pública em Aracaju SE Resumo O projeto tem como objetivo principal promover a inclusão digital dos softwares

Leia mais

Modelo Cascata. Alunos: Bruno Nocera Zanette Pedro Taques

Modelo Cascata. Alunos: Bruno Nocera Zanette Pedro Taques Modelo Cascata Alunos: Bruno Nocera Zanette Pedro Taques Principais Características Gerenciamento Simples das etapas Também conhecido como "Ciclo de Vida Clássico", sugere uma abordagem sistemática e sequencial

Leia mais